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Kenshin
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Relembrando a primeira mensagem :

4º Capítulo: Gigantorines em Altai!

Aqui ocorrerá a aventura dos Marinheiros Pippos Vitaminado. A qual não possui narrador definido.

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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 4 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Sasha
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Narração



Pippos

O titã frente a piedade do pequeno que era bem confiante de suas habilidades fazia pouco, na verdade ambos naquele momento não acreditavam no potencial de seus oponentes e isso eventualmente provaria-se pra um dos dois lados que o destino não seria assim tão feliz.

- O ferreiro mais forte? Até o momento bobão parece ser o com a língua mais cumprida.- Quando então irrompeu o primeiro avanço o chão até estremeceu diante da grande força do titã, o pequenino no entanto pareceu tão calmo que chegou até mesmo a sorrir e em simultâneo com a parada de sua finta, ele poderia ter visto o seu adversário se sentar, enquanto diria - Acho que bobão deve achar que só tamanho intimida né? Pobrezinho…- Era o comentário que completaamente reverteu toda a situação em que estava prestes a usar para humilhar seu adversário, tendo a serenidade como uma infeliz e cortante resposta.


- Me arruma um gole disso dai e vamos começar a sério, certo? Realmente tentando agora certo?- Ele teria estendido a mão para caso Pippos aceitasse a sua oferta, Hanma era um homem bem peculiar mas havia na sua voz uma seriedade como se tivesse sido ofensivo um comportamento elusivo como aquele vindo de alguém tão grande.


Thorkell


O gigante havia sido inteligente, ao utilizar de sua fruta para avisar os soldados, evitou que sua posição ou de seus homens fosse revelada, logo um esquadrão reuniu-se ao seu comando, um especificamente formado por minks gatos os quais prepararam-se para agir no sinal da fortaleza blindada.

- Eu vou posicionar os atiradores senhor.- Teria dito uma soldado de cabelos purpura portando uma espada que logo tratou de conseguir a cobertura ao qual Thor, talvez fosse precisar eventualmente, pela parte interna pelo que ele mesmo estava prestes a fazer.

Conforme caminhou e revelou a sua presença, por detrás, silenciosos o esquadrão de Minks havia começado a realizar os resgates sem que fossem percebidos e subitamente todos os olhares hostis haviam se colocado a aquela figura epoeiamente grande em suas proporções, o silêncio e a tensão deu lugar ao barulho metálico do sacar de diferentes armas em suas empunhaduras, lanças, rifles, espadas e até mesmo punhos ingleses poderiam ser vistos sendo equipados pelos capangas, enquanto o idoso, levantou-se de sua posição, ainda olhando com desdem afinal, o que apenas um mero marinheiro esperava fazer? Não esperava quantos ele derrubasse, eles eram tantos que ele ainda sucumbiria, segundo a sua lógica.

- O que você acha que tá fazendo mané?- Foi o que um infeliz chegou perto o suficiente do alcance de Thor antes de ter sua cabeça separada de seus ombros com um movimento frio, veloz e limpo a tensão firmou-se ainda mais e o que antes seria um ataque massivo e impiedoso contra o titã, ganhou a cautela.

Não obstante isso permitiu que a equipe começasse de fato a evacuar as pessoas e os animais pela entrada ao qual vieram, enquanto os soldados dentro de Thor, esperaram pelo momento correto e na iniciativa agressiva dos inimigos, a fortaleza se colocou firme frente a uma muralha de tiros disparados em sua direção, enquanto as pessoas por detrás dele faziam-se valer de seu corpo para encontrar a segurança a passos apressados, Thor teria várias marquinhas vermelhas pelo corpo que logo desapareceriam, no entanto um barulho terrível fora ouvido pelos atiradores inimigos… E o que estavam para ver era ainda pior.

Amassadas, pouco a pouco as balas desgrudaram do corpo do marinheiro e começaram a cair no chão em um tintilitar terrível, sem que sua pele tivesse sofrido nenhum simples arranhão - NÃO É POSSÍVEL!- Gritaram desesperados tentando disparar uma nova saraivada de tiros mas, desta vez de várias partes do corpo do titã, pequenas fissuras que pareciam ter o tamanho de um pelo s eabriram e pouco a frente de Thor, surgiam várias munições que eram disparadas contra os inimigos, enquanto internamente o comando teria vindo - ATAQUEEEEM! DEEM COBERTURA AO NOSSO LIDER!- E então era como se uma verdadeira guerra tivesse começado, frente a fortaleza as balas nada poderiam fazer e a saraivada de tiros que partia de vários pedaços diferentes de Thor era impiedosa, onde mais e mais traficantes caiam.

Um grito irrompeu - Sargento, estão todos seguros! Vamos escoltá-los de volta a base!- Como um sinal de que agora poderia se soltar completamente. O Idoso pulou descendo do palanque, segurando consigo uma espécie de bengala, ao qual fácilmente seria reconhecível como parte de seu estilo de luta, os soldados dentro de Thor nada poderiam fazer se não continuar a combater os diversos inimigos que estavam chegando e aumentando o número de corpos presentes naquela sala que viam de todos os lados e de Dentro dele teria Saído Lily comentando - CHEFINHO, VOU CUIDAR DOS QUE TENTAREM TE FERIR FÍSICAMENTE YAHOHOOO!- E ela teria avançado dando a ele mais uma segurança de que ele protegeria as costas de cada um de seus soldados, enquanto eles também lhe protegeriam o deixando preocupar-se apenas com o obstáculo a sua frente.

- Entendo.. É por isso que só mandaram Hanma pra ver lá fora… Mas muito se engana meu jovem se pensa que estes rapazes representam a nossa força… Sou Yujiro Masako, 50 milhões, diga titã, qual é o seu nome?- Teria dito o Idoso deixando a bengala de lado a jogando longe formando uma cratera onde ele havia jogado, seria possível ver que em seus braços algo rosa e estranho estava saindo, bem como de todo o seu corpo,algo fibroso como se ele estivesse snedo coberto por uma armadura de músculos, um poder certamente não natural.

4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 4 Tumblr_p81votDI9l1u2z368o8_r1_400


Ele ainda estava mudando para uma forma que o deixaria eventualmente irreconhecível, enquanto ambos conversavam os marinheiros continuaram a lutar bravamente como se os vilões e eles fossem apenas pequenas marionetes dentro de um show onde eles protagonizariam a ação principal.

Histórico:


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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 4 WN4Utd7

Blindao
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“Nenhuma lâmina pode deter minha Vontade.”
Tank Blindado
Sargento
Hasagt Altai

A equipe reservada para o resgate logo se prontificava, enquanto outra estaria servindo de apoio com seus atiradores posicionados dentro da fortaleza. Apenas havia acenado com a cabeça de forma positiva, já que, sempre preferi batalhar no mano-a-mano. Entretanto, desde que havia obtido os poderes da Shiro Shiro no Mi, precisava ter em mente que guerrear em equipe era fundamental para explorar grande parte dos meus poderes.

Ainda que minha presença racial trajada com a autoridade da marinha estivesse visível, os bandidos pareciam não me levar a sério, o que por um momento me irritou ainda mais. Todavia, bastou arrancar a cabeça de um dos traficantes que a situação havia mudado da água para o vinho. ~ É agora que vocês seguram seus cús nas mãos!

Romperá uma rajada de tiros que atingiam meu corpo, igual mosquitos famintos na floresta. Logo a artilharia devolvia fogo-cruzado de dentro da fortaleza através de fissuras pelo corpo. Quando escutei a voz de um dos soldados informando que havia salvado os presos, um certo alivio viria sentir. ~ Ótimo trabalho! Vejo vocês depois! Proferia em resposta ao marinheiro, pois, ainda havia um serviço para ser feito aqui: esmurrar esses desgraçados até sobrar pele e osso.

A troca de tiros estava intensa, mas logo Lily aproveita a oportunidade para liquidar os inimigos mais inúteis, já que, o suposto chefe deles viria a tomar o fronte de batalha. ~ Pode crer! Tem permissão para sentar a porrada em geral! Frisaria com um olhar sanguinário, pois que, os bandidos mereciam ser punidos.

O senil homem viria falar diretamente comigo, como se fossemos conhecidos de longa data. ~ Huum. Acho que você ainda não entendeu... cadáveres não falam, apenas emitem cheiro de carne podre! Não que já não haja podridão em sua carcaça que chama de caráter! Terminaria de proferir ao expressar um rosto rancoroso, destemido e obstinado.

Inesperadamente, o homem senil começava a mudar sua fisionomia. Talvez fosse algum tipo de habilidade especial ou: “Akuma no mi?” De qualquer forma, pouco me importava. “Hoje esse covil será sua cova. E logo mais será a vez de Andras.”

Não daria nem a dignidade daquele pirata ouvir meu nome, afinal, a lança já estava destinada a cortar sua garganta. ~ Quem sabe numa próxima vida, mas essa foi confiscada. Havia cagado para o valor que ele valia ou para qualquer poder que ele manifestasse, uma vez que, o ódio incendiava o ímpeto da limpeza que deveria ser feita naquela caverna. ~ Resista, reclame e chore... o resultado ainda será o mesmo! Os olhos irradiavam uma selvageria a tempos contida, enquanto encaravam profundamente a essência do oponente à frente.

Já havia visto muitas coisas horríveis durante todos os anos que vivi. Inclusive, muitas vezes fui o carrasco sem qualquer lei ou remorso. Se julgava ser punitivo, exercia a força. Se julgava absolvição, exercia a liberdade. O mundo é, e sempre vai ser, um lugar sujo, cruel e impiedoso. Exatamente por isso almejava criar meu reino imaculado, digno e honroso.

Sem delongas, começaria a caminhar em direção ao estranho bandido., Giraria a lança entre os dedos até me aproximar de Yujiro e desferir um corte pela diagonal, ascendendo de baixo para cima. Caso ele bloqueasse, ou esquivasse, a cópia dentro da fortaleza haveria jogado pela palma da mão a outra lança com objetivo de empunhar uma outra lança, seguido de um movimento rápido e preciso em forma de estocada. Aproveitaria do bloqueio caso ele tivesse feito, ou considerando uma evasão, simplesmente desferiria a lançada abusando de minha envergadura.

Caso houvesse causado dano ou não, ergueria ambas as lanças para o alto e desceria com força com intuito de aterrissar e pregar o oponente contra o solo. Seja lhe cortando ou simplesmente atingindo sua cabeça.

Se o inimigo tentasse atingir algum golpe contra meu corpo, simplesmente usaria o Tekkai para resistir/anular sua força de ataque. ~ Tekkai! Em seguida, desferindo o golpe de cima para baixo. Caso fosse agarrado, pressentindo que pudesse ocorrer algum tipo incomum de técnica por parte do adversário, largaria brevemente a lança e desferiria um “Shigan” em qualquer parte do corpo do oponente que estivesse mais próxima, tentando lhe fazer recuar com impacto perfurante.




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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 4 2uAvx3T_d
Pippos
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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 4 Shuuma10

Que merda é essa?!
Vamos lutar ou não?


4º Capítulo: Gigantorines em Altai!
Em meio à minha finta, buscando melhor entender que tipo de oponente eu estava a enfrentar, se era mais defensivo ou ofensivo, eu fui completamente rulado em todas as minhas possibilidades de análise. Jamais, nesse mundo, eu esperaria que um inimigo ficaria sentado, diante de mim, ou ao menos me enfrentar. Eu estava animado com o fato de enfrentar alguém digno e com uma recompensa de uns 50 milhões, mas, puta merda! Esse bostinha se sentou e ainda veio me pedir bebida, logo a bebida? A minha fonte de vida? Só pode estar de sacanagem. – Tu tá me tirando, azedo?! Bebida é parte de mim. Vai arrumar a sua, VITATA VITATATA!Gargalhei com força.

Quem ele pensava que era pra vir com audácia na ideia de tomar minha divina bebida. Só pode estar de brincadeira, VITATA. Mas eu quero enfrentá-lo de verdade. Não falo coisa de me aproveitar da situação em que ele está sentado e pegá-lo assim desprevenido, afinal, eu sou um semideus nesse planeta, não quero ter de lidar com idiotas que não levam uma luta a sério. Mediante essa bem firmada análise, eu logo propus: – Quer saber? A bebida está aqui.Posicionaria aquele resto de rum dentro de minha garrafa de grande porte no chão, logo ao lado de minhas perna esquerda. – Quer tomar um gole? Vem pegar, VITATATA!Propus, iniciando uma provocação que talvez até poderia animá-lo em uma verdadeira luta.

Neste instante eu esperava que o Hanma ficasse mais satisfeito com a proposta. Afinal, valia minha bebida divina, VITATA. Nesse sentido, aguardaria com meus pés bem fixados no solo, posicionado com o Vibration Impact e sempre esperando alguma aproximação inimiga, visando rebater diretamente na defesa de meu estilo. Nesse sentido, estaria aguardando e bem preparado com o meu impecável Thor posicionado em minha mão direita sempre pronto para utilizar minha grandiosa envergadura para utiliar minha gloriosa defesa de forma ofensiva: – Choque Defensivo!Tudo para, poder abrir um espaço de tempo que possibilitaria para mim mais um firme avanço, que se consolidaria com uma aproximação fiel com o Soru, visando logo me aproximar o suficiente por trás de meu alvo e desferir, um golpe horizontal, almejando pegá-lo desprevenido pelas costas e lançá-lo contra a parede próxima à entrada da caverna, e, assim, finalizar a investida com um impulsionado avanço (Geppou) e tentar aplicar mais um golpe frontal visando atingir a cabeça e, fazê-lo ver estrelas.

Caso acertasse o golpe defensivo, utilizaria o Geppou para, logo em seguida, dar um forte avanço e novamente me aproximar de meu inimigo, para, nesse sentido, já ser capaz de aplicar mais um ataque, aproveitando o espaço de tempo proporcionado depois de um primeiro acerto. Nesse sentido, visaria executar um ataque vertical, visando pegar do solo para o alto, onde buscaria jogar Hanma para o ar, em um ataque de leve escala, onde não focaria muito na força do ataque, mas sim em elevá-lo ao ar, pois, daí, a sequência, sim, visaria a minha força colossal. Para acompanhar o movimento, mais uma vez executaria o Geppou buscando alcançá-lo com astúcia e terminar a execução do ataque com um bom giro aliado à minha boa capacidade de acrobacia.

4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 4 VzHqBfW

Pir outro lado, caso ele permanecesse em uma posição imóvel, seria o momento exato para aplicar os bons aprendizados com a Reines Pivot, dentro de muito empenho e dedicação: – Soru!Assim que soltasse essas palavras, almejaria utilizar o potencializado uso dessa habilidade, buscando sair de minha posição em um piscar de olhos e começar a me mover numa velocidade quase que imperceptível, almejando logo aparecer atrás do tal Hanma, ou ao menos em alguns segundos, e tornando-me quase que invisível nesse tempo, no máximo em alguns flashes. E, caso conseguisse me posicionar, de maneira viável na esperada posição, logo aplicaria: – Choque Ofensivo!Onde buscaria consolidar um hábil giro com minha colossal marreta, esta que buscava atingir fortemente o tronco e, possivelmente também a cabeça, pelo fato de minha arma ser de tamanho proporcional ao meu, visando lançá-lo contra a parede próxima à entrada para o esconderijo.

Nesse sentido, ainda faria questão de utilizar o Geppou para avançar juntamente a seu corpo e tentar inferir-lhe, mais um golpe enquanto o mesmo estivesse ainda no ar, tudo para intensificar o choque contra a parede em questão. A sequência seria, basicamente, inserir um golpe final, pressionando ainda mais o indivíduo em questão, como que está martelando um simples prego contra a parede.

Por outro lado, caso todo o meu planejamento não fluísse conforme o esperado, e, de alguma forma, ele fosse me atacar pelo fato de minha primeira investida não ter sido bem sucedida, manter-me-ia quieto com os pés bem fixados no solo, buscando mater a calma e a determinação no meu estilo de luta, o Vibration Impacto, cujo parte dele já busca me preparar para a defensiva a partir de rebatidas, mas caso fosse bem visível a direção que o Hanma viesse em minha direção, eu buscaria saltar na direção contrária a que ele vinha, para garantir um melhor espaço de distância e fixar os pés no solo para, antes de sua ofensiva, eu já poder executar o: – Thornado!Almejando, nesse ponto, me defender ofensivamente, como é o meu real estilo de luta, e assim prosseguir com as ideias supracitadas onde buscava inferir ataques para lançá-lo contra a parede e prosseguir como fora pontuado.

Choque Defensivo/Ofensivo:
Thornado:

Histórico:

Objetivos:

Personagem:




Vitaminado Pippão


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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 4 Zx5fIGC

Narração
Pensamento
Fala

Sasha
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Narração


Thor

Frente a ação do gigante o idoso teria rido - Oho Oho Oho, mas como se perdeu nessa geração o respeito.- Comentou o homem que menos e menos parecia-se humano e sim muma massa muscular rosada. A iniciativa veio pelo lanceiro que avançou em um movimento giratório cortante contra Yujiro, este colocou diretamente o braço contra a lança… O velho estava ficando loucão? Esse sentimento se deu ainda mais forte quando Thor sentiu sua lança atravessando os músculos até algum ponto em que sua força cessou. - Oho Oho Oho, que bela lança, acho que vou pegá-la pra mim.- E então era possível ver quase como simbioticamente os músculos que antes haviam sido cortados começando a se remontar com a lança internamente, enquanto ele puxou, o que fez com que Thor fosse impulsionado a frente um pouco.


No entanto, ele também era pego de surpresa pela estratégia do titã e dessa vez ele não criou camadas musculares o suficiente, já que era empurrado pra trás e a lâmina de Thor tinha sangue nela, no entanto no que poderia ser um golpe finalizador, ainda abalado Yajiro havia feito um golpe usando as duas palmas de suas novas mãos para aplicar um forte golpe contra o gigante, cancelando assim a sua investida, não só isso como o teria empurrado para trás o suficiente que ele até mesmo teria atinjido uma das jaulas a entortando, seu corpo de ferro dado pelo Tekkai havia evitado que ele sofresse muitos danos mas, a força e o impacto que aquele golpe tinham era fenomenal. - Oho Oho Oho, fazem muitos anos desde a ultima vez que me feriram.- Teria dito o velho que agora continuou a crescer em seus músculos ainda mais de modo que ele ficou quase tão grande quanto Thor, o que certamente seria problemático pois com mais volume, acertar o corpo real do velho ficaria ainda mais difícil, pela proteção que lá havia.




Pippos

O modo como o grandão agia, havia surpreendido o ruivo mesmo que ele o considerase bobão ele simplesmente não teria gostado daquela atitude, levantou-se e então começou a seguir andando calmamente na direção do titã, a todo o momento olhando em seus olhos enquanto dizia - Nunca tomei pra mim que Gigantes eram desonestos, apenas burros, você esta me mostrando um lado que eu não conhecia bobão.- E com isso, ele simplesmente havia dado um chute na garrafa de modo que ela fora parar longe já derramando o seu liquido.


O momento em que ele havia feito isso havia sido o mesmo em que Pippos já descia o seu martelo como se tivesse atraído um rato para uma ratoeira, parecia a estratégia perfeita e seria nesse momento que ele ouviria um - Não fode.- o vilão teria dado um rápido passo para trás, evitando a extensão de Thor e então com uma de suas mãos impulsionou o martelo a frente, de modo a parar o impeto de seu impacto.

4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 4 Hela-stop

O Soru havia sido usado de modo que saira daquela situação desconfortável para uma segunda ofensiva, claramente o ruivo não havia entnedido direito para onde algo tão grande como Pippos havia ido parar e isso o levou a usar uma técnica defensiva para que pudesse repelir o gigante - DAI ENKAI!- Teria sido a técnica utilizada que logo formou pelo movimento de suas mãos uma espécie de pilar grande de chamas que iria até mais alto do que o próprio bárbaro, algo que poderia talvez tê-lo quase incinerado se tivesse sido pego mas, aquilo não fora o suficiente para atingi-lo já que seus reflexos o permitiram evitar um ataque suicida.

Quando o pilar de chamas se encerrou, sem ter muito tempo para reagir, o segundo movimento de Pippos no ar com seu geppou teria o efeito, onde tudo que o ruivo pode fazer havia sido colocar um dos braços para evitar tomar muitos danos a frente e com isso o chão abaixo cedeu fazendo com que ele afundasse um ou dois metros pelo impacto do golpe que havia recebido, onde ele bradou novamente, desta vez com uma voz de alguém que havia se machucado - Ryuken En!- Um impacto se deu no martelo de modo que ele teria aquecido e bloqueado grande parte das chamas, adquirindo uma coloração quase avermelhada, gerando força o suficiente para repelir o gigante para longe, sem ferimentos no momento.

Ele poderia ver no entanto que o Ruivo tinha um avermelhado no braço, por ter defendido de forma errônea o golpe, onde ele posicionou-se arqueando suas pernas como se fosse dar um grande impulso, de suas costas duas grandes asas de chamas surgiram, claramente não funcionais mas, perigosas certamente, Pippos deveria tomar cuidado com seus próximos passos pois agora seu oponente parecia que lutaria mostrando mais de seus poderes pirocinéticos.


Histórico:

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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 4 WN4Utd7

Blindao
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“Nenhuma lâmina pode deter minha Vontade.”
Tank Blindado
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Quando o homem senil defendeu meu golpe, mostrando algum tipo de habilidade incomum, e me empurrando logo após sua defesa, o pirata parecia manifestar algum tipo de capacidade de criação de “fibras.” Como eu sabia? Bem, detenho conhecimentos em anatomia e reconhecia de longe o que eram fibras musculares, afinal, as minhas são sempre bem treinadas. ~ Hoo. Parece que você tem mais fibras, que culhões! Proferia ainda irritado, pois, aqueles bandidos haviam feito algo imperdoável.

Seguido o combate, chegaria o ponto em que atingirá o pirata e lhe causava certo dano, apesar de ainda ser pouco. Em contrapartida, o ataque do desgraçado conseguia me atingir e me empurrar para longe até colidir com as gaiolas. “Por sorte os civis já foram, senão...” Logo pensei ao olhar de relance para as grades.

A força do desgramado não era pouca, fazia jus a seu nível de recompensa. ~ Tsc. Sua tenacidade não adiantara de nada... enquanto houver fõlego em meu corpo! Olhava com uma expressão sedenta, imersa a batalha como um gladiador diante vários leões. O pirata viria se vangloriar de algo, mas sinceramente pouco me importava. Estaca centrado! Focado! Com gana nos olhos em prol de arrancar sua cabeça de forma atroz.

Após retomar minha postura, balançando minhas lanças, me posicionaria brevemente até explodir em uma rápida arrancada. ~ O leão até pode sustentar sua arrogância por ser o rei da selva. Mas o tigre sempre está a espreita para conquistar seu posto de rei! Kekekeke! Proferia de forma sábia, pois, aquele paspalho estava me tirando para garoto? Seria muita tolice de sua parte. Era destemido, poderoso e determinado. As maiores armas que possuía eram meu corpo e meu espirito. “Logo você entenderá... o motivo de ter sido exilado de Elbaff!”

A investida seguiria com um duplo ataque com as lanças pela horizontal. Com objetivo de partir ao meio o oponente. Caso houvesse o bloqueio novamente, e esperava por isso, soltaria as hastes das lanças e com um ágil avanço, agarraria as armas em conjunto do movimento próximo de suas lâminas, atingiria uma cabeçada de cima para baixo e em sequência cravaria cada lança em cada ombro próximo de suas articulações.

Caso tivesse êxito, pressionaria as lâminas com intuito de empalar vivo o desgraçado mais rápido do que ele conseguiria criar suas fibras. ~ O que foi, velho gaga!? Você não queria minhas lanças? São todas suas! Mas sua vida será minha! Usaria meu peso conciliando com minha proficiência no manejo das lanças para forçar e penetrar o corpo inteiro do pirata e assim cravar duplamente as lâminas até o chão.

Poderia acontecer das defesas do inimigo se tornarem mais resistentes, considerando isso, no momento que ele efetuasse uma defesa corpórea através de um dos ataques de minhas lanças, largaria uma delas no mesmo instantes que moveria o punho em sua direção. ~ Shigan! Atingiria seu olho com proposito de lhe cegar, além de ser um boa punição. Caso pressentisse que ele tentasse defender seu rosto, rapidamente alternaria o ângulo para atingir a garganta, invés da face. Se a visão ele achasse ruim perder, pior ainda seria sua traqueia.

Considerando um troca de golpes, seja por seus socos, bengala e/ou fibras, utilizaria dentro do possível o Tekkai para reforçar os músculos e assim diminuir/anular os danos. Estava determinado em fazer o oponente sofrer, mesmo que isso me custasse hematomas e cortes. Não havia mais preocupação com meus soldados ou civis inocente, tudo que restava agora era a troca de golpes entre mim e o pirata. Seu mau-caráter seria punido; sua arrogância teria seu preço; e a resiliência sua flagelação.





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Sta: 600

Historico:

Build:

Técnicas:


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Pippos
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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 4 Shuuma10

Combate digno!
Era tudo o que esperava


4º Capítulo: Gigantorines em Altai!
Uma brisa ardente parecia ecoar por todo o meu corpo. Em pouco eu já pudera perceber a razão de meu antagonista ter, de fato, uma recompensa tão alta. Ele é forte... Gosto assim, VITATA.Pensei, no momento em que ele conseguiu confrontar um choque direto do grandioso Thor. Somente alguém digno de me enfrentar seria capaz de fazer um movimento desse feitio. Ao fim da primeira jornada de movimentos, eu o encararia novamente, com um límpido sorriso e vontade de ter mais desse frutífero embate. Mas logo me lembrei de um detalhe que ele havia feito indo contra toda a minha primeira estratégia: Ele desperdiçou minha bebida!

Ei, escuta aqui, seu merda! Você perdeu a noção do perigo?! O álcool é precioso para mim e você desperdiçou parte da minha bebida, seu maldito! Eu vou acabar com você.Esbravejei, furioso, afinal, quem ele pensava que era? De alguém divino aqui, basta eu! Pressionando firmemente meu martelo dominante, eu só pensava em amassar o crânio desse maldito, mas eu sabia que precisava manter o controle. Suspirei. Mais calmo, logo começaria a analisar melhor a situação. Com meus interessantes conhecimentos em Física e Mixologia, logo pude perceber o perigo que eu havia corrido quando ele pediu por um pouco de minha bebida. Com o álcool, ele poderia se tornar ainda mais perigoso, afinal, minha bebida divina é altamente inflamável.

Possibilidade 1

Com essa análise em questão, eu sabia que deveria tomar bastante cuidado antes de tirar minha garrafa de bebida que ainda estava fechada. Só a pegaria, ainda nesse embate, em um extremo caso de urgência. De toda forma, analisaria com precisão os movimentos do tal homem pirocinético. Como eu imaginava, na Grand Line, essas pessoas tem poderes especiais e, possivelmente, ainda esse negócio de Akuma no Mi.Analisei, julgando tudo ser poder de uma fruta do diabo. – Hipocrisia, não? A pessoa falar pra tu se colocar no próprio lugar, e dar a impressão de que depender de poderes extra é algo não muito cabível. Quando que a própria pessoa que havia falado isso era um ‘Akumado’, VITATATA!Gargalhei um pouco, tentando entrar na mente desse indivíduo.

Em pouco, logo faria questão de continuar com um bom tom de intimidação: – Você gosta de tentar se fazer de superior... Talvez sendo algo que possa vir a funcionar com pessoas que têm uma mente fraca.O olharia fixamente com um feitio bem sério: – Sua vida vale um barco?Continuaria a ameaçá-lo com alguns jogos mentais: – Acho um preço barato para quem tem uma habilidade legal de fazer foguinho. Mas se tu acha que isso vai servir de algo contra mim... VITATATA!Gargalharia um instante, ainda tentando manipular toda a situação.

Talvez fosse provável que, em algum momento, ele procurasse tentar vir me atacar com essas chamas brilhantes e loucas, eu ainda não entendia muito bem como tudo isso funcionava, mas ainda procuraria manter-me quieto e sempre mais focado no estilo de Mestre Embriagado, onde meu único foco agora seria o de usar o meu impecável reflexo para me esquivar de qualquer que fosse a tentativa do bobão de me infligir algum dano. Talvez foguinho pra lá, pra cá, ou até mesmo ataques físicos. Isso eu não sabia ao certo, mas, se necessário, ainda faria questão de utilizar o Soru apenas para continuar a excepcionalmente esquivando de qualquer que fosse a tentativa de ataque. Ao fim dessa primeira situação, eu continuaria a confrontar meu adversário com um olhar sádico: – Então é isso? VITATATA!Brincava um pouco com a situação. – É com isso que você acha que vai conseguir me derrotar?Manteria o uso da ameaça em um olhar mais intimidante: – Sua vida vale um barco? Eu vou te dar cinco segundos, seu fracassado.E antes mesmo de ouvir qualquer tipo de resposta, logo iniciaria uma contagem: – 5... 4... 3...Seguiria a contagem como quem está pressionando sua mente em meio à uma intimidação muito bem pressionada, algo que, minimamente, poderia causar medo.

4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 4 Fd0c463ac0fe556006ca98f379167a3f18939340_hq

Possibilidade 2

Caso, em algum momento, ele viesse me atacar, em meio à minha tentativa de manipular a situação por meio da ameaça, eu estaria bem preparado para me defender e cessar todo o meu discurso de imediato, pois, considerando que a distância entre nós começasse a reduzir, e, chegando em, 6 metros ou menos, eu faria questão de logo executar uma exímia técnica que, basicamente estaria para servir como um meio de defesa no atual momento: – Thornado!Onde buscaria executar um giro completo de minha marreta, como em uma circunferência ao meu redor com um raio de 10 metros, alvejando destruir árvores e acertar o que quer que estivesse na rota dessa área supracitada.

Nesse caso, se eu conseguisse acertar meu adversário, aproveitaria o lisonjeado momento para executar o Soru e logo aproximar-me mais uma vez, aproveitando o tempo pós acerto de minha técnica com ele havendo tentado bloquear ou não, mas tudo para infligir mais um ataque vertical, vindo do alto e tentando amassar seu crânio ou ao menos deixá-lo ainda mais atordoado com essa sequência de ataques, finalizando com um golpe horizontal que o lançasse contra a parede.

Possibilidade 3

Por outro lado, caso ele permanecesse quieto ou apenas imóvel ao fim de minha contagem, eu faria questão de executar o Geppou para ganhar um impulso ainda mais ousado contra meu oponente, sendo uma espécie de técnica ou não, aquelas chamas em sua volta requisitariam um certo intervalo para serem usadas novamente, então eu tentaria tomar bastante cuidado com suas ‘asas’ falsas, mas quando já estivesse bem próximo, executaria o Soru para tentar ser ágil o suficiente e, novamente, surgir em suas costas em um piscar de olhos, tudo para já preparar uma marretada direta contra sua minúscula cabeça, que, talvez, até acabasse por acertar boa parte de seu corpo.

Mas surgir em suas costas novamente era previsível demais, então mais uma vez executaria o Soru tentando voltar para a sua frente, pois, ao me ver em suas costas, haveria todo um preparo seu para tentar defender suas costas, talvez fazendo-o até se virar por completo, e, quando eu voltasse para a frente, talvez estivesse de frente à suas costas, eu não sabia ao certo, mas nessa situação, faria questão de aplicar-lhe um ataque direto, alvejando atingir seu tórax. Talvez até chegando a vir acertar também todo o seu torso pela extensão de minha arma, mas buscando, inicialmente, causar bons danos internos e talvez até intensificar uma possibilidade de atordoamento. Mas, de todo modo, tentando lançá-lo contra a parede próxima à tal entrada da caverna.

Prosseguindo o segmento dessa investida, utilizaria o Soru para avançar o mais rápido que me fosse possível para alcançar o meu antagonista no momento em que este entrasse em choque com a parede, afinal, sendo divino como eu sei que sou, não poderia deixar um fracassado que estava zombando de minha superioridade sair impune com apenas um único ataque. E nessa ideia, eu me aproximaria o suficiente para logo gritar: – Choque Ofensivo!E aplicar um giro horizontal contra meu oponente, esperando pressioná-lo e confrontá-lo ainda mais contra a parede.

Possibilidade 4

Em uma ação inusitada ou apenas inesperada, eu tentaria ravaliar a situação, buscando executar os movimentos supracitados, me adaptando para utilizar o que melhor conviesse na devida situação, afinal, eu o fruto de uma vontade divina, e um semideus na Terra, e, reavaliando todas as possíveis situações e efetivamente imaginar a procedência de cada uma delas em minha mente, buscaria escolher a mais viável na situação. E, se de algum modo, eu pudesse sentir que eu terminaria excessivamente me desgastando e me ferindo em todas, manter-me-ia de maneira defensiva por todo o momento, apenas visando utilizar o jogo da manipulação e me defender a partir de Rebatidas, como visa o estilo Vibration Impact, ou até mesmo utilizar o Mestre Embriagado como maneira de melhor utilizar meus reflexos e me esquivar de possíveis ofensivas.


Mestre Embriagado:
Choque Ofensivo:
Thornado:

Histórico:

Objetivos:

Personagem:




Vitaminado Pippão


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Narração
Pensamento
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Narração


Thor
A aquela altura já tratavam-se de dois titãs em meio a batalha, um, plenamente humano mas com tantas fibras que o faziam difícil de atingir e sua força fazia juz ao número de músculos ao qual ele havia criado, Thor por outro lado já era assim naturalmente e ambos haviam feito seus movimentos intensos contra o oponente logo de cara. O velho socou o chão com intensidade, de modo que este começou a se rachar, levantar pedras e irregularidades que se estentedam pelo caminho em que Thorkell havia feito a sua investida fatal.

4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 4 5994378_orig

Outros homens poderiam ter caído com as pedras ou se abalado mas, sem que fosse sua intenção, Thor já se via coberto em uma grossa camada de pedra como um exoesqueleto em seu corpo que lhe protegia de tomar maiores danos enquanto manteve-se imparável frente ao movimento, em que ambas as lanças haviam cercado o homem que havia optado no confronto direto socando o golpe de Thor, que sentia começar a penetrar aqueles imensos braços de fibra e já preparado, soltou logo as Hastes, notando que aquele momento era onde o velho estava mais desprotegido e avançando mais firmemente, usou as lanças “ presas” como uma vantagem de apoio para que sua cabeçada fosse intensificada em impacto de modo que ao fazer isso, o homem teria recuado, e com isso suas lanças novamente ficaram livres para que ele as puxasse e agora o atacasse na região do ombros.


Enquanto a cabeçada parecia efetiva, naquele momento Thor havia notado que o homem não estava proporcionado de forma proporcional ao seu corpo na estrutura muscular onde ele anunciou uma técnica - Muscle whip!- Teria sido a reação do homem mostrando que as fibras poderiam se desprender e serem usadas como chicotes, quase como membros extras q enquanto ele os balançava, fazendo com que Thor fosse epelido levando uma saraivada de chicotadas, que em acumulo doiam pois eram bem pesadas mas nem de perto eram o suficiente para pará-lo oud errotá-lo por muito tempo, ainda que não fosse sua intenção o fato daquela camada ter surgido tornava os golpes do velho muito melhores de se lidar do que deveriam.

4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 4 Undefined_-_Imgur_1

O titã era repelido e agora tornava-se difícil de avançar pois as pancadas insessantes daquela dança de chicotes musculares era forte o suficiente para que pudesse ao acertá-lo o atrapalhar fortemente mas, até onde ele havia sido empurrado era aparentemente o limite do alcance, lhe dando um tempo para ver, ele havia enfim conseguido ver a posição do corpo original do inimigo pois havia um limite de quantas fibras ele criava e para o efeito de chicotes, isso havia exposto o seu olho para fora, até então nenhum havia levado um dano relevante apenas haviam trocado golpes intensos de pessoas igualmente resistentes, por meios diferentes.


Pippos


Ouvindo o que Pippos dizia sobre hipocrisia o ruivo arqueou a sombrancelha e faz uma cara de incrédulo ao ver o quão inocente o homem era em relação a algumas coisas. - Akumado bobão? Sério? Você até agora nunca cruzou com alguém da minha raça?- O rapaz ainda apontara pras asas, meio que como se esperasse que a ficha de Pippos caísse, sobre o que ele se referia.

- Eu nasci e fui criado treinando como fazer o que faço, é como se eu pedisse pra você se ajoelhar por ser mais alto ou não usar uma ferramenta de trabalho como arma… Caramba bobão. - A decepção do homem era tão grande que mesmo na intensidade das chamas de suas costas agora se formavam duas grandes interrogações de fogo. - Mas não cara, vida nenhuma vale um barco, tão pouco uma farda.- Ele comentou agora avançando velozmente contra o titã, que já preparado executou a sua técnica giratória ao qual poderia em outras situações ter acarregado no fim do não penoso mas, se Thor era rapido em fazer decisões o homem também tinha uma grande frieza em suas ações ao colocar ambas as asas a frente de si e se impulsionar para trás para evitar que ele mesmo tivesse causado a sua desgraça.


Como reflexo o homem esticou a mão e sua “asa” teria replicado como uma grande mão gigante de chamas replicando o golpe de um soco que ele havia feito, o punho era tão grande quanto o próprio Vitaminado mas, não veloz o suficiente para que ele não fosse capaz de esquivar, onde o mesmo bradou - Enkou Yari!- E do Braço que Pippos acabou de desviar uma torrente de lanças de fogo começaram a ser disparadas em sua direção, dada a surpresa apesar de seus reflexos excepcionais, uma ou outra acabaram passando tão perto que até ardiam mas nada preocupante. Quando isso ocorreu o Titã havia percebido que apesar de não muito preciso, o ruivo estava fechando o cerco e ambos estavam em um círculod e chamas que começara a ficar mais difícil e cansativo de ficar de pé, nada que o derrubaria logo mas o botava também em um timer.


Histórico:


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“Nenhuma lâmina pode deter minha Vontade.”
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Hasagt Altai

A força daquele bandido era bastante impressionante, qualquer um julgaria por sua aparência que suas habilidades seriam medíocres. Entretanto, o pirata mostrava em primeira mão o poder de suas fibras e o motivo de ter sua cabeça a prêmio por 50 milhões.

O chão havia sido atingido por uma porrada que entorpecia o equilíbrio de meu corpo, além de uma enxurrada de destroços me atingirem por todos os lados. Entretanto, seja a adrenalina, sangue fervendo ou o desejo por decapitar aquele maldito, sem me dar conta, meu corpo entrava em uma forma divergente. ~ Mas o que ta rolando aqui? Notava minhas mãos, braços e pernas se tornarem pedra durante a colisão dos escombros. Era como se meus músculos houvessem se tornado um Golem de pedra.

Sentira o corpo mais forte, mais tunado, mais poderoso. A mobilidade ainda era a mesma, nada havia afetado negativamente. Muito pelo contrário! A capacidade de resiliência havia sido aprimorada. ~ Thororororo! Muito interessante... então posso me transformar em algo semelhante a minha fortaleza?! Que incrível! Estava fascinado com meus poderes, já que, parecia que ainda faltava muitas coisas para aprender sobre a Shiro Shiro no Mi. ~ Chamarei esta forma de: Golem de Pedra! Thorororo! Proferia expressando um sorriso embriagado com os poderes que houvera descoberto. Sem mais delongas, viria partir para cima do oponente.

A troca de golpes era intensa, rápida e excruciante. Porém, o pirata transformava seu corpo também ao alternar os locais de suas fibras, parecendo um tipo de habilidade de Akuma no mi, semelhante um pouco a minha. ~ Hoo. Nada mal, seu lixo. Comentaria observando as ações do adversário.

Emergirá uma rajada de ataques provindas dos braços fibrosos que surgiriam das habilidades do velho homem. Golpe após golpe, impacto após impacto, o corpo rochoso viria sustentar todos os danos que latejavam em agonia, senão fosse meu alto nível de vigor e capacidade de abraçar a dor como uma amiga, já haveria perecido a muito tempo. Entretanto, eu era o pior adversário possível para que esse pirata viesse a enfrentar, já que, a força de vontade esculpida neste corpo era algo desde o meu nascimento.

Apesar de tentar avançar contra o bandido, infelizmente ele conseguia manter distância com seus chicotes que me empurravam sempre que tentava dar um passo à frente, o que tornaria o combate a favor dele. ~ Héh! Se você quer dançar, vamos dançar então seu patife! Kekekeke! Indagaria ao tempo que unificaria novamente minha lança em duas ao tempo que fintava os chicotes.

“Pelo visto ele precisa ficar parado pra conseguir controlar os tentáculos, se for o caso... o melhor seria manter distancia dele.” Pensava comigo logo ao abrir um largo sorriso. “É lógico que eu irei de frente. Afinal, no meio da dificuldade encontra-se a oportunidade! Kekekeke!” Ainda em minha forma de Golem de Pedra, começaria a modificar a forma de minha respiração ao executar algumas manobras de controle com proposito de aumentar o fluxo de oxigênio. Em seguida, ativaria minha técnica capaz de aumentar ainda mais meus instintos e refinamento ofensivo. ~ Giant Overhead!  Seguido de sua ativação, logo sentiria o fôlego fluir de uma forma mais intensa e apurada.

Começaria a correr em direção ao inimigo e então saltaria em cima dele, usando uma de minhas lanças como forma de me impulsionar ainda mais alto ao cravar ela sobre o chão. Ignoraria o teto caso houvesse atingido. Todavia, cuidaria para evitar se possível de cravar a cabeça na estrutura.

Assim que houvesse me jogado para o alto em direção ao oponente, esperava que todos seus chicotes viesse em minha direção, lhes agarraria em uma mãozada com propósito de inibir qualquer possibilidade de atingir-me, ou pelo menos diminuir a quantidade dos braços. Logo usando meu peso para colidir de cima para baixo.

O velho homem poderia tentar me agarrar pelas pernas, braços ou corpo com a intenção de evitar minha colisão, e então redirecionar meu corpo para longe. Mesmo que meu peso e tamanho pudesse dificultar, ainda era possível ele sobrepujar com sua força. No entanto, considerando essa situação, utilizaria minha outra lança para intervir seus braços e defender seu ataque.

Não havia muitas brechas estando no ar, pois, seria mais fácil visualizar o ponto de impacto dos tentáculos. Todavia, caso ele ainda conseguisse me agarrar e lançar, tentaria utilizar o Tekkai para reforçar ainda mais os músculos rochosos e tentar anular/diminuir os danos do impacto.

Caso tivesse conseguido cair em cima do bandido, usaria os dois pés para aterrar o desgraçado com uma ataque encouraçado na forma Golem. Em seguida, rapidamente agarraria seu pescoço e desferiria uma cabeçada visando o ponto central de seu corpo principal, pois, havia mais ou menos compreendido suas capacidades. Tentando atordoar ou pelo menos deixá-lo um pouco avoado, pois, já estaria girando a lança em uma de minhas mãos e deslocando a palma da mão até próximo da lâmina, fincaria ela no meio da garganta do criminoso.
Caso o bandido tivesse conseguido fugir da colisão, seja por qual motivo, usaria a hora do impacto de meus pés para saltar em direção ao inimigo, usando meus instintos para rapidamente me direcionar e lançar em direção ao pirata. Levaria os braços para frente e chocaria meu corpo contra o dele visando lhe arremessar para longe na trombada, semelhante a rinoceronte que atinge em alta velocidade seu adversário.

Considerando que houvesse conseguido atingir ele na queda libre, havia a possibilidade de ele me atacar, uma vez que, teria soltado seus tentáculos para agarrar seu pescoço. Tentaria ser rápido e preciso em prol de não dar tempo de sua ofensiva, entretanto, caso ainda fizesse, deixaria que minha forma Golem recebessem os danos, já que, em contrapartida viria cravar minha lança em sua garganta. ~ Até que você é dos bons. Mas não posso perder mais tempo aqui, ainda tenho que dar um jeito no seu comparsa Andras. Por fim, desvincularia à cabeça do bandido de seu corpo enquanto olharia no fundo dos olhos do criminoso. Como se estivesse dizendo: “eu sou a punição de seus crimes.”




PdV: 53770
Sta: 600

Historico:

Build:

Técnicas:


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Pippos
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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 4 Shuuma10

Agora está tudo confirmado!
Os deuses estão sempre de olho em mim
Preciso me esforçar!


4º Capítulo: Gigantorines em Altai!
O exuberante semblante de meu rosto ficara, além de bem admirado com as palavras de meu adversário, como também pude tornar-me bem mais vivaz, considerando energia e empenho. Toda a minha prévia análise, julgando-o estar sobre efeito de alguma Akuma no Mi, foi, de fato, meio precipitado, mas, claro, eu ainda estava conhecendo muitas das criaturas e suas capacidades na Grand Line, e assim pude deduzir com clareza ao ouvir bem sua explicação.

Mas, todavia, em pouco, eu comecei a analisar bem toda a situação em que eu me encontrava, afinal, eu era um ser celestial, talvez não como ele, mas de outra forma. – Agora as coisas fazem mais sentido... Você é um anjo! E os deuses estão realmente interessados em testar minhas capacidades, VITATATA VITATATATA!Gargalhei em um alto tom de voz, expressando minha empatia com a nova situação que começara a se desenhar. Ao fim de minha fala, tentaria acariciar, de leve, a região queimada pelas leves chamas que haviam encostado em mim, com o meu braço esquerdo, que, ao menos, encontrava-se livre.

Talvez fosse provável que ele tentasse se explicar de outras formas ou dizer que eu estaria viajando com minha sequencia de pensamentos e ideologias, mas estava claro, ele mentia! Os deuses realmente o haviam colocado em meu caminho para me confrontar e analisar toda a minha melhora. Irei lhes mostrar, deuses... Fiquei muito mais forte e me tornarei cada vez mais!Pensei, rapidamente, sequer dando muito espaço para que o meu oponente quisesse vir me chamar de louco ou dar muitas explicações pífias que acobertariam suas mentiras. – Tá, tá... Vou acabar com você, e mostrar a todos os deuses o quanto estou comprometido em trazer a paz e proteger os injustiçados nesse mundo! Eu sou o Super Pippão, o fruto de uma vontade divina!Finalizaria o meu prévio discurso com maestria, já me preparando como dar início a mais movimentos ofensivos.

À medida que logo analisei toda a situação, eu ainda não compreendia muito bem esse estilo de combate dos anjos, mas eu podia ter uma breve noção de que cada um desses golpes que manipulavam as chamas, deveriam, de fato, cansar tanto o corpo como a energia desse moleque, e, de todo modo, eu também tinha uma prévia noção de que ele utilizaria sua maestria com efetividade para tentar não se machucar me enfrentando. Até então, eu acredito que apenas o consegui atingir com firmeza, uma vez, e talvez nem tenha sido assim tão firme...Pensei. Seguindo essa lógica, eu tinha a necessidade de procurar executar movimentos inesperados, afinal, à princípio, seria o meu bom plano.

Em uma primeira instância, eu jogaria o meu colossal martelo alguns bons metros para o alto, algo que até parecia soar como suicídio, mas logo executaria o Soru para avançar com velocidade contra o meu inimigo, que talvez até se distraísse um pouco fitando minha arma no ar, o que seria perfeito para mim, pois eu faria questão de utilizar toda a agilidade ganha na execução do rokushiki supracitado para logo tentar pegar o jovem pela perna e lançá-lo na área em que o martelo estivesse a cair com a grande força de seu peso. Mas tudo para que, em seguida, eu utilizasse do Geppou para chegar até o martelo e empunhá-lo com a melhor mão no atual momento, considerando minha ambidestria. Para intensificar o impulso da colossal arma, novamente executaria o Geppou para melhor guiar a direção de minha investida e garantir mais precisão em meu acerto.

Mas em qualquer caso dele notar minha aproximação e colocar algumas chamas à minha frente, ainda procuraria executar, novamente o Soru, para dar a volta e tentar pegá-lo desprevenido. Mas, se por outro lado, novamente ele utilizasse aquela técnica problemática que parecia cobri-lo por completo em volta de suas chamas, eu não poderia fazer nada, e utilizaria o Geppou para impulsionar-me até meu martelo e tentar utilizar toda a minha maestria para guiá-lo, novamente utilizando o Geppou, na direção do meu alvo, pois, desse sentido, era provável que nesse tempo, a tal barreira de fogo já houvesse se desfeito.

Caso os movimentos supracitados fossem bem executados ou não, ainda me disponibilizaria para tentar executar um ataque vertical contra meu adversário, buscando utilizar toda a força peso da minha arma, aliado ao impacto, tudo utilizando o estilo de luta Pippesado, onde o foco central é voltado à utilização de gravidade à meu favor, e busca causar o maior dano possível aliado à força Peso, e, nesse sentido, buscaria executar esses ataques quantas vezes me fosse possível, mas sempre destacando que, tentaria me adaptar conforme a situação se configurasse.

Caso, em algum momento, o jovem acalorado lançasse ataques contra mim, com o seu estilo de luta meio diferenciado, eu buscaria, ainda dar o meu máximo no reflexo, aliado à remota capacidade embriagada de viver, buscando sempre sentir a pressão ou até mesmo a euforia no ar se aproximando, para logo tentar desviar de acordo com o ataque, e, se possível, assim que desviasse, se meu alvo estivesse próximo à mim, faria questão de implacar um golpe horizontal com um colossal giro de minha espetacular arma.

Caso, em algum momento ele lançasse fogo contra minha arma que, aquecendo-a, e, na hora em que eu fosse pegá-la, estaria bem aquecida, eu aguentaria a dor, e ainda sim a empunharia, tudo bem que minha pele era divina e mais resistente que os humanos, e ainda tinha uma luva para me ajudar, mas eu, claramente, precisava dar continuidade a meus movimentos, mesmo que tivesse que sentir um pouco de dor para isso!


Histórico:

Objetivos:

Personagem:




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Narração
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Narração

Pippos

Pippos havia adotado uma estratégia diferente ao qual envolveu todo o seu novo arsenal de habilidades, fazendo que enquanto ele jogasse o Martelo pra cima, seu oponente e ele tivessem uma ideia parecida de avançar um contra o outro o rapaz alado cobrira-se com suas chamas ao seu redor e avançara era notável ver que o ruivo estava começando a se animar ao achar que Thor o enfrentaria de frente mas sua decepção viria quando…. Foi uma fuga?

O Soru o teria feito contornar e o geppou lhe permitiu pegar o seu martelo para que assim pudesse aplicar o seu golpe e então ele bradaria - Me enfrente sem fugir!- Então novamente um choque ocorrera, entre o bloqueio do pequeno e do titã que dessa vez começara a afundá-lo no chão o rapaz no entanto não estava nem um pouco afim de ceder e mesmo que aquilo fosse destruí-lo ele juntou suas chamas para jogá-las com violência em uma torrente continua enquanto Pippos fosse capaz de manter-se ali o pressionando com o seu golpe, uma dor imensa percorreria o corpo de Pippos até que ambos fossem forçados a devido a força das chamas afastarem-se um do outro, Pippos teria visto a expressão de dor de seu oponente que pareceu ter tido seu braço quebrado naquele processo mas, ele mesmo não estava muito melhor.

Por mais que sua pele como titã o ajudasse a resistir melhor aos danos, ele havia sido bem, bem queimado mesmo e ele podia sentir que cada movimento seu doia muito pra fazer, a cúpula continuava e além disso a exaustão começara a bater de forma intensa, seu oponente começara a demonstrar alguma exaustão, não pelo calor como ele mas porque segurar seus golpes era muito cansativo, Pippos sentia que se não pudesse dar tudo de si em consecutivos ataques o seu fim acabaria por se esvair primeiro que o do ruivo.


Thor


Agora tendo uma maior compreensão sobre seus poderes, sobre os limites que poderia alcançar a confiança era algo que mais presente tornou-se no plano de Thor que percebera que seus poderes eram provavelmente o nemesis de seu inimigo e com isso preparou-se para que então pudesse aproveitar ao máximo de sua nova força como fortaleza humana contra o seu adversário.

Usando de envergadura, o gigante alcançou as alturas todos os chicotes como esperado foram em sua direção, de modo que logo ele havia sentido o impacto vir várias e várias vezes como se fossem poderosos socos, onde a ativação do Tekkai cessou por completo essa dor, ao escolher a ofensiva no entanto o velho relaxou na defensiva quando contou que destruiria thor no ar e isso o permitiu afundar os pés com o peso adicional o fazendo chocar-se contra o chão de modo que o barulho de krek de algo se rompendo muito grande se fez, o titã rapidamente buscou pela finalização mas, como em um movimento desesperado, todas suas fibras se concentraram em um ponto para repelir Thor antes que o golpe fosse fatal, ainda que soubesse que definitivamente acertou.

O titã era empurrado novamente com violência chocando-se contra uma parede e dessa vez sentiu mesmo com sua defensiva por um momento até mesmo um lapso de consciência como de quem levava um soco no queixo muito forte mas, logo se recompondo.

Seu inimigo no entanto? Era possível vê-lo erguer-se usando sua fruta mas suas pernas? Estavam bambas, quase como um boneco suspenso por algo, o dano que o velho havia levado nunca mais o permitiria usá-las, a dor que ele sentia era grande o suficiente para que ele fosse incapaz de se comunicar e tal como Thor mostrava tenacidade, o mesmo acontecia ao seu inimigo que com as fibras começara a caminhar na direção de Thor, um passo… Seguido de outro passo que teria até mesmo aberto uma pequena cratera no chão e então no terceiro passo a derrocada queda, onde o homem caiu já sem consciência, quando isso ocorreu, em simultaneo os constantes tiros que eram emitidos de sua fortaleza durante todo esse tempo cessaram e o silêncio preencheu aquele campo de batalha, eles haviam derrotado todos os inimigos que lá haviam, sair de onde ele havia ficado preso pelo impacto do golpe iria requerer algum esforço, notaria que seu corpo estava dolorido e ainda que pudesse suportar o ideal era que ele pudesse organizar as prisões enquanto recuperava o próprio corpo.




Histórico:

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“Nenhuma lâmina pode deter minha Vontade.”
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A força do pirata era tamanha que havia me feito voar contra uma parede, após receber um baque de todas as fibras unidas. A consciência havia sumido e retornando tão rápido quanto um raio. ~ Huffs... que porrada dos infernos hein! Diria tentando me por de pé, já manifestando um sorriso devido estar bastante empolgado com a luta.

Já até havia esquecido o motivo de minha fúria para com o inimigo, pois, uma vez que a luta estava me fazendo submergir durante a troca de golpes simplesmente era impossível evitar tamanho prazer. ~ Kekekeke! Você é dos bons! Agora que estamos aquecidos... é que a verdadeira lutar começara! Proferia já de pé. Cada passo do inimigo era um passo meu, em sincronia com intuito de desfrutar ainda mais daquela luta.

“Claro, claro. Não vamos esquecer que você deve ser punido! Mas ainda posso aproveitar um pouco mais, antes de por um fim em sua vida!” Refletia comigo expressando um sorriso tenebroso e esperançoso. Afinal, já fazia algum tempo em que estes músculos não sentiam dor.

A distancia entre mim e o pirata diminuía, mas antes que pudéssemos brandir nossas armas visando ceifar a vida um do outro, o criminoso tombava. ~ Hãn? Expressava surpresa enquanto olhava para o corpo do pirata. ~ Ei, ei, ei!!! Não fode comigo, seu maldito miserável! Levanta-se!!! Gritava enfurecido, pois, enfim havia me animado com o confronto.

Enterrava a ponta da lança no chão enquanto cruzava os braços e expressava uma carranca na face. Uma vez dentro da fortaleza, chamaria a atenção dos marinheiros. ~ Atenção homens! Pelo visto nossa batalha chegou ao fim! Mas não relaxem agora, pois, temos que prender esses criminosos e recolher seus corpos! Me ajudem a carregar eles para dentro da prisão. Lideraria já mostrando familiaridade.

Enquanto os soldados sairiam pelas pontes que criaria pelo corpo, olhava para o pirata a minha frente. ~ Acho que seu nome era Yujiro Masako?! Tenho que reconhecer... você foi bastante persistente. Agacharia o corpo para aproximar a mão cuja a palma estaria com uma porta aberta. ~ Eu sou um homem de palavra. O correto seria decepar sua cabeça como forma de punição, entretanto... irei abrir uma exceção desta vez. Agradeça minha benevolência. Falaria mesmo que o pirata não estivesse ouvindo, logo sugando seu corpo pela entrada da palma da mão.

Uma vez dentro do castelo, começava a locomover os bandidos apreendidos até a prisão e os dos mortos até uma cômodo ao qual serviria provisoriamente de necrotério. Afinal, as famílias dos soldados mereceriam dar um enterro digno para os virtuosos marinheiros mortos em missão. ~ Bom serviço, marinheiros! Dado momento que havíamos realocado os presos e separado os mortos, exclamaria em alto e bom som elogiando o esforço e dedicação dos soldados.

Ainda não havia avistado o líder dos criminosos, Andras, então por isso o ideal seria continuar revistando o covil até encontrar esse desgramado. Considerando isso, chamaria por alguns soldados que pudesse relatar a situação para as capitãs e Vitaminado. ~ Preciso que faça um favor para mim, amigo. Desloque até a saída do covil e informe aos nossos aliados a situação, de preferência para algum das capitãs e do sargento Vitaminado. Falaria de forma amigável e carismática, logo deixando o soldado sair da fortaleza.




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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 4 Shuuma10

Batalha cada vez mais insana...
Isso sim é um confronto digno!


4º Capítulo: Gigantorines em Altai!
Esse pífio inútil sabia que, mantendo uma luta a longo prazo e mantendo suas boas capacidades de causar queimaduras, eu teria um forte problema no decorrer do combate, e, por esse motivo ficava a querer provocar e tentar me fazer de idiota à medida que pedia para eu enfrentá-lo de frente, VITATATA! Ele acha que eu sou idiota? Logo eu?! Admito que meus planos, até que, por um lado, fluíram bem, mas, vale destacar que eu acabei sendo bem danificado também... Em uma primeira instância, precisava aproveitar o leve intervalo em que nós nos separamos para recuperar o fôlego, em um rápido momento, logo posicionei o martelo à minha frente no chão enquanto logo tirei o resto que ainda tinha de blusa, afinal, com o calor, o material que ainda houvesse sobrado, já estaria esterilizado.

Precisava aproveitar o pequeno intervalo para utilizar todos os meus conhecimentos em proficiências que, inclusive, já eram o suficiente para me tornar um médico. Com o restante de roupa que havia em minhas mãos, logo estenderia meus braços para utilizar todo o fôlego ganho em uma forte suspirada para gerar uma boa ventania a partir de um íntegro sopro divino. Com isso, tentaria amenizar a queimadura, logo a cuspindo na crença de refrescar pela umidade a queimadura, e, de imediato, logo faria questão de cobrir a(s) parte(s) mais queimada(s) com o resto de roupa que já estaria, devidamente limpo, para logo dar um nó e proteger a(s) área(s) mais danificada(s), como se fosse uma espécie de curativo.

Caso, no mento em que eu estivesse a fazer meus primeiros procedimentos médicos ou apenas de primeiros socorros, o bobão logo tentasse me atacar ou apenas atrapalhar, eu precisaria utilizar do Geppou quantas vezes me fossem necessárias, para, em conjunto com o martelo que antes estava posicionado no chão, escapar do ataque e logo efetivar o tal tratamento com perpetuidade, adaptando-me na esquiva com o uso de minha habilidade de impulso quando necessário aliada à minha boa capacidade de utilizar do reflexo para ainda procurar me esquivar de qualquer tipo de ataque flamejante ou não.

Após o tempo necessário para aliviar as queimaduras em meu corpo, tendo conseguido realizar todos os desejados passos, ou apenas uma rápida ação de primeiros socorros, eu voltaria minha atenção à meu adversário. Tentaria analisá-lo com magnificência, notando sua impaciência em querer que eu o enfrentasse sem fugir, algo que talvez logo o fizesse vir até mim com raiva para tentar me golpear de alguma forma. E, se isso acontecesse, era esperado que, de alguma forma, ele viesse me atacar com essas chamas mágicas, afinal, sem elas, ele não era nada.

Antes da aproximação por completo do tal ataque, eu buscaria desferir um forte golpe horizontal contra o ar à minha frente, alvejando lançar, nem que fosse uma pequena, mas, comparado à minha força e meu tamanho, era possível que fosse significativa para o pequenino, tudo para que, dessa forma, eu pudesse avançar, com a quantidade de chamas amenizada e atacar, alvejando infligir um golpe direto com minha marreta: – Choque Ofensivo!Almejando inserir-lhe um ataque direto que já buscaria desestabilizá-lo em um golpe vertical, mas agora de baixo ara cima, e, daí, eu buscaria finalizar minha ofensiva com outro ataque vertical, de cima para baixo, sempre focando em atingi-lo mais na região da cabeça com minha colossal arma, e talvez até, por ser uma arma grande, causar mais danos no braço que antes já aprecia bem estraçalhado.

Todavia, se por algum momento, mais defensivas que o cobrissem por chamas, fossem ocorrer, eu cessaria minha ideia de ataque, apenas aguardando a barreira de fogo cessar começar a cessar. Que merda, o tempo todo essa defesa de fogo!Exclamaria mentalmente, mas, assim que eu começasse a notar essa dissipação do tal fogo, eu logo aplicaria um forte golpe horizontal no ar em sua frente, para gerar uma prévia ventania que talvez até fizesse as chamas se dissiparem mais rápido, mas tudo para logo finalizar a ofensiva com um golpe vertical, de cima para baixo, visando esmagar completamente esse pequeno incendiador.

Mas claro que eu não podia contar que teria fiéis condições de prever exatamente o que esse carinha poderia fazer, afinal, eu não sabia muito bem dessas suas habilidades de controlar o fogo, e, por isso, caso eu fosse surpreendido de alguma forma por algo que acabasse por desestabilizar toda a minha procedência, faria questão de buscar recuar, saltar para trás para tentar melhor analisar a situação, e, se possível, posteriormente, buscaria combar usos de Soru e Geppou para acelerar meus passos e buscar surpreender com uma investida contra os tais movimentos inesperados e místicos de meu antagonista, afinal, eu não tinha muito conhecimento sobre suas habilidades. Mas o que eu mais precisaria era ter cuidado para não continuar a me ferir nesse confronto. Se possível, tentaria aplicar-lhe da forma mais adaptável possível alguma das sequências supracitadas em ataques, mas, se fosse de alguma forma perigoso demais, manter-me-ia apenas analisando e focando mais em meus reflexos e minhas fugas, ainda utilizando os meus rokushikis.


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Narração

Pippos

Pippos havia visto a urgência de que fizesse algo sobre o próprio corpo para que pudesse continuar a luta e seu oponente não poderia se importar menos em vê-lo gastar o seu tempo com isso afinal, o tempo era a maior arma que o pequeno tinha contra o titã, quanto mais tempo ficassem expostos a aquele calor, maiores eram as chances do celestial de vencer segundo sua própria lógica e enquanto tratou-se o celestial teve a certeza de aumentar ainda mais em altura e intensidade as chamas que os cercavam diminuindo o espaço que tinham conforme ele lentamente andou na direção do gigante.

- Ta melhor? - Perguntou em um tom ao qual poderia ter sido até mesmo honesto mas dada a situação tornou frustrante seu modo de dizer dele, abrindo a oportunidade para que o ruivo pudesse tentar a aplicação de seu golpe horizontal, ao qual fez com que o celestial se abaixasse e então jogasse em resposta quando ele juntou ambas as mãos, uma rajada de chamas a frente que o próprio golpe poderoso do gigante fora capaz de dispersar mas, não a sensação infernal que aquele calor ajudar aa causar reforçando ainda mais a sudorese presente no gigante que começaria a turvar levemente sua visão devido a exposição ao calor e a desidratação.


Resistindo o melhor que pode, o choque ofensivo viria verticalmente e o celestial era atingido com força na cabeça de modo que ele até mesmo quicou no chão e com dificuldades levantou-se enquanto entoou - Entai!- Ele teria dito jogando o punho pra cima onde uma grande esfera de chamas fora lançada ao ar, arqueando pela própria gravidade, onde ele enfim esticou as mãos - Shigute! e com isso várias pequenas labaredas começaram a cair, como se fossem pequenas penas a sensação não era apenas quente quando elas tocavam mas, como se uma faca tivesse caído dos céus em sua dor, o titã vendo que dar-lhe qualquer espaço lhe traria a sua ruina tentou outro golpe, este que com as chamas impulsionando, tornaram possível que mesmo com um braço o rapaz conseguisse evitar o golpe com dificuldade, onde em outra tentativa o mesmo não havia sido um sucesso o derrubando enfim no chão, incapaz de se movimentar mas ainda mantendo as chamas o quanto conseguiu, no fim, Pippos sentiu que precisaria ajoelhar-se para não cair devido ao efeito da forte temperatura, sua consciência parecia querer fugir o forçando a agarrar com suas grandes mãos com intensidade para não só apagar e quando sentiu que não aguentaria mais, o celestial havia perdido completamente sua consciência e as chamas se dissiparam, permitindo ao gigante respirar novamente sem aa sensação sufocante de que seus pulmões estavam queimando quando puxava o ar, por pelo menos 5 minutos, Pippos precisaria se recuperar na posição confortável ao qual seu corpo havia encontrado, a dor começara a ficar intensa mesmo com o tratamento e não havia muito que ele pudesse fazer se não vencer a barreira do próprio corpo.


Thor


Enquanto isso, com o climax de sua batalha terminando, restou ao marinheiro repassar as instruções para que as prisões começassem a ser efetuadas, em uma só operação provavelmente esta seria a qual suas ações mais levaram bandidos a encontrarem a devida punição, eram muitos, mais do que os olhos poderiam contar e mesmo com tantos soldados trabalhando eles não pareciam ter fim.

Separou alguns homens para que pudessem ir notificar as capitãs e até mesmo vitaminado ao qual no momento precisava mesmo de uma atenção médica ainda que Thor não tivesse como saber havia ajudado a resgatar seu amigo com essa instrução, seguiria então por uma das portas e não só a marca como o cheiro de sangue enquanto fazia isso era imenso, haviam corpos caídos ainda ao qual os soldados continuaram a ir recolhendo e levando para o local devido no interior do titãe o silêncio predominara, pelo menos até que sons mais altos pudessem ecoar por aqueles longos tuneis com o barulho de choque de espadas, tiros e gritos diversos o qual o fizeram mover-se mais adiante, havia no homem o impeto de prender Andras, de terminar com tudo aquilo mas o que ele havia encontrado?


Era um campo de batalha ao qual já havia se encerrado, haviam marinheiros caídos em uma quantia quase tão grande quanto havia de piratas, na verdade passava-se só uma impressão disso pois haviam pelo menos três ou quatro vezes o número de contingente que eles tinham mas, não parecia que dos dois lados haviam mortos. Apoiando-se na lança, claramente esbaforida haveria Scarlet ao qual ainda não havia visto o titã, dando-lhe a oportunidade para aproximar-se e perguntar sobre o que estava acontecendo, além disso, qualquer instrução que ele pudesse dar para que os soldados de seu interior realizassem as prisões e os tratamentos seria de vital importância.


Geral

Após um tempo, ele teria notado um grupo de marinheiros médicos junto a um grande número de pessoas e até animais saindo pela porta, como se tivessem se livrado de um grande e terível mal, alvos do resgate ocasionado pelas ações dos marinheiros ali envolvidos, do ruivo ao que parecia ser a Líder aproximavam-se par ajudá-lo ainda não sabiam mas parecia que a operação já teria acabado a essa altura mas ambos ainda não se faziam cientes disso dada a necessidade de reunirem-se com seus superiores para que estes pudessem lhes repassar a conclusão da missão e os próximos passos que seriam dados.




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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 4 Shuuma10



4º Capítulo: Gigantorines em Altai!
Em meio à minhas análises e projeções de ataque, tratei de executar tudo o que havia previamente pensado, lógico que não foi nada fácil aturar essa pressão de ar quente em meio à todas as minhas investidas, e o mais engraçado foi esse maldito me provocando depois de nos deixar envoltos a uma problemática pressão de chamas. A falta de ar já havia começado a me atrapalhar, mas nada que pudesse abalar todo o meu empenho em foco e determinação, gerados por minha confiança acima da média.

Em uma dura batalha, logo me prontifiquei a insistir e executar os melhores movimentos da forma que mais possível era para mim. Tudo bem que eu havia tentado fazer alguns leves tratamentos de primeiros socorros em minhas feridas, mas me faltavam muitos acessórios para tal, e, nesse sentido, eu apenas tentei improvisar. Meu oponente era realmente muito bom, e parecia usufruir de diferentes habilidades que pareciam não ter fim. Puta merda! Esse anjo sim! Os deuses o enviar para, verdadeiramente, me testar, eu preciso ainda dar o meu máximo!Analisei ligeiramente antes de iniciar minha verdadeira ofensiva.

Ao fim, ele estava caído, mas eu também. A única diferença era que eu ainda estava consciente, mas o ar parecia me deixar cada vez mais ofegante e era bem menos acessível... Em pouco, minha visão já deveria começar a ficar meio turva e aos poucos meus olhos já também deveriam estar começando a fechar, até que, logo pude escutar alguns sons de animais que pareciam sair sem pestanejar da caverna. Eu parecia sequer ter muitas energias para falar alguma coisa, mas tentei enxergar alguma coisa: Animais?! Eles conseguiram!Pensei.

Eu sequer parecia estar entendendo alguma coisa, mas esperava que alguém pudesse me auxiliar um pouco mais naquele momento. Talvez apagando as malditas chamas já seria de grande ajuda. Em um tempo, talvez me fornecessem água, adrenalina ou algum tipo de medicamento diferenciado, tudo para me manter mais acordado ou que, ao menos, me fizesse respirar melhor naquela situação. Não sabia ao certo o que aconteceria, mas, de fato, eu já estaria bem feliz só pelo fato do salvamento dos animais. Só conseguia imaginar aquela verdinha invocada, pois ela deveria até estar bem alegre. Tudo bem que eu não sei o que houve com o tal Ogedai, mas ele deve ter sido capturado, assim espero... Juntamente com esse maldito fogaréu aí.Fiçaria com uma expressão facial bem emburrada, só de imaginar o trabalho que eu havia tido em enfrentar esse incendiário.

Em pouco, talvez eu já estivesse em um estado melhor, ou até mesmo sendo levado para alguma clinica para ter algum efetivo tratamento, isso eu não sabia ao certo, mas alguma hora eu estaria melhor, VITATATA! De toda forma, assim que conseguisse andar com mais liberdade, faria questão de procurar pelo meu irmãozão, à medida que logo seríamos chamados para uma reunião de conclusão de missão. – E aí, Thorcaxi, como foi?! Derrotou o Ogedai?! VITATA.Eu não sabia de nada do que havia acontecido dentro da caverna, e estava bem curioso para saber mais a fundo sobre o que, de fato, houvesse acontecido.

De toda forma, também aguardaria e escutaria, silenciosamente, algumas palavras de um possível superior que aparecesse ali para fazer um discurso. Talvez algo como ‘Ah, o Ogedai era perigoso, mas, no fundo o verdadeiro e mais perigoso vilão foi o que esse brilhante Pippão enfrentou’, VITATATA! Gargalhei em meus pensamentos, mas escutaria bem as palavras e faria questão de escutar bem os fatos para ter total convicção o que havia acontecido. E, claramente, ser gratificado por derrotar o Bobão. – Muito obrigado, muito obrigado!Elevaria meus braços para cima, como que está saudando fãs. – Foi uma batalha difícil, mas eu sou o Vitaminado Pippão e a Marinha pode contar comigo para o que der e vier!Terminaria saudando com uma bela continência.


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Blindao
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“Nenhuma lâmina pode deter minha Vontade.”
Tank Blindado
Sargento
Hasagt Altai

Dado algum tempo desbravando o esconderijo dos piratas, escutava sons de armas sendo travadas, uma melodia prazerosa de se ouvir, semelhante há uma mãe cantarolando para um seu filho.

Logo à seguir, não tardou para chegar em um campo de batalha onde haveria vários marinheiros caídos, feridos e desacordados. ~ Hmm. Parece que eclodiu uma batalha feroz por aqui. Proferia ao tempo que percorria meus olhos por todo cenário. Dado momento, teria avistado a capitã apoiada em sua lança, parecendo exausta, mas visivelmente sem nenhum ferimento profundo.

Havia me dirigido até a capitã, atento para não pisotear os marinheiros desmaiados, e assim que houvesse me aproximado dialogaria com a marine. ~ Pelo visto cheguei tarde na festa, Thororororo! Como está se sentindo, Capitã Scarlet? Perguntaria de forma amigável, sendo um pouco extrovertido para amenizar a pressão pesada que lá estava, principalmente pelo cheiro de sangue no ar como cansado físico e mental.

Nesse meio tempo, uma vez dentro da fortaleza iria rapidamente avisar os soldados de prontidão. ~ Atenção marinheiros! Precisamos prover ajuda aos nossos colegas que estão feridos e nocauteados, quem puder lhes ajudar terá minha gratidão! Diria esperando que os soldados viessem a amparar os marines. Já eu por outro lado, prevaleceria de guardião, já que, era um Sentinela perito. Não sabia quantos inimigos ainda restavam, a única certeza era que Andras ainda permanecia incógnita. Ainda era possível sermos atacados, exatamente por isso prestaria ajuda resguardando a segurança dos que lá estivessem.

Retornando minha atenção ao exterior, falaria para a marinheira caso ela notasse a saída dos soldados. ~ Comuniquei os soldados para ajudarem os feridos. Enquanto isso eu cuidarei da segurança de todos. Então pode relaxar um pouco, capitã.... e me fale quais os planos agora? Falaria com convicção e carisma, apesar de meus ferimentos eu ainda possuía muita energia.

~ Pelo visto o líder desses bandidos, Andras, ainda está foragido. Falava pelo motivo de não ter avistado seu corpo em meio aos outros. ~ Apesar de conquistarmos uma vitória nessa guerra contra os criminosos, sinto que não é uma vitória enquanto Andras estiver a solta. Indagaria de forma intuitiva, já que, não sabia explicar bem o motivo de tal sensação. ~ Deixar um cobra com suas presas e venenos a solta é o mesmo que esperar para ser picado mais tarde, não concorda capitã? Terminaria de proferir olhando de relance para a marinheira, enquanto continuava atento aos arredores.

Inesperadamente o grupo de soldados responsável pelo resgate, junto do civis e animais presos outrora, apareceriam no campo de guerra do covil. Inclusive, Vitaminado estaria junto deles. ~ Ora, ora. Você andou pegando um bronzeado, garoto? Falaria para o cabeça de rabanete devido seu corpo estar tostado. ~ Thorororo! Pelo visto aquele pirata lhe proporcionou algum entretenimento, hein! Mas respondendo a sua pergunta... Andras ainda está sumido. Coçava a barba enquanto olhava para Pippos. ~ Legitimo frango despenado! Já estava irritado com o fato de que o pirata era o centro de toda a missão, mas ninguém havia visto até então ele. Exceto talvez, Scarlet.




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