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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo

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Kenshin
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Kenshin
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Relembrando a primeira mensagem :

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Piratas Subaé, Deep Scaleback,  Blade Sharptree A qual não possui narrador definido.

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Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Smoothie
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Smoothie
Estagiário
Velozes e Furiosos
O Coelho Lunar faz sua estreia em Sorbet!


A garota coelho começou a perceber que realizar parte dos seus objetivos fora ainda mais fácil do que havia previsto. Ainda que tivesse andado atenta aos perigos ao seu redor para que nada lhe pudesse impedir de seguir em frente, Cornelia parecia não ter encontrado algo que fosse perigoso o suficiente para se importar. Estava por fim em uma cidade, onde alguns lhe olhavam torto e a maioria lhe via de maneira indiferente. Os comentários sobre ser pertencente a tribo Mink era captado por suas poderosas orelhas, mas ela não se deixava afetar por este fato. De maneira alguma Cornelia conseguiria mudar o que é, portanto caso alguém a viesse incomodar com algum papo racista, ela estaria sempre pronta para dar-lhe uma boa lição.  

Menos ainda eram os que lhe olhavam de maneira gentil, um exemplar deste último grupo fora aquele lhe sanou todas dúvidas, sobre onde estava e como encontrar a biblioteca mais próxima. Depois de ter tido uma recepção nada calorosa de outros habitantes, era bom saber que ainda existiam pessoas que a respeitassem. — Obrigada, sinhô. — Respondeu a mink, para demonstrar sua gratidão. — Você tem uma cara engraçada, mas eu gostei de você! — Ela fez um momento de silêncio e gargalhou, logo depois saiu andando para às direções dadas, enquanto ria e falava em voz alta. — Bwahahahahaha! Que onda, uma ilha chamada Sorbet! Me pergunto se eles são famosos por sorvete ou algo assim...

Antes que as coisas ficassem simples demais para a coelha, uma confusão estava se alojando na entrada da biblioteca, levando-a a ficar com os pelos ouriçados. —Finalmente um pouquinho de animação. Eu preciso dos meus livros, não vou deixar essa oportunidade passar. — Ela diria baixinho, em conjunto com um sorriso malicioso. Seu livro não poderia ser de forma alguma um drama de vida cotidiana, seria necessário um pouco de ação para engajar leitores! O homem de cabelos amarelos havia chamado atenção de um punhado de pessoas e agora que tinha palco, Cornelia daria seu show. Não é de seu feitio sair levando desaforo.

— VOCÊ AÍ, SEU OTÁRIO! — Sua resposta ao rapaz de cabelos loiros e roupa chamativas também seria no mesmo tom em que foi abordada, gritando, para que ele percebesse de cara com quem estava se metendo. — EU NÃO CONHEÇO NENHUM BODE, MAS JULGANDO PELA SUA CARA E SEUS CHIFRES DE CORNO EU DIRIA QUE ESSE TAL DE BODE LADRÃO É VOCÊ MESMO! — Gritaria Cornelia, esperando que sua provocação fizesse efeito. — SE VOCÊ É HOMEM MESMO VENHA PRO PAU. NUNCA FUI MUITO FÃ DE RACISTA... ACHA QUE POR QUE EU SOU UM COELHO EU VOU ROUBAR TAMBÉM? POIS ACERTOU, VENHA AQUI LOGO PRA EU TE DESCER O CACETE E DEPOIS EU VOU PEGAR OS LIVROS QUE EU QUERO.

Caso o rapaz caísse em sua provocação e aceitasse uma briga, Cornelia iria flexionar suas pernas musculosas para realizar um salto surpreendente e aterrissaria atrás do inimigo, para que pudesse pegar o seu alvo desprevenido. Com as manoplas equipadas em mãos, a garota acreditava que um soco seria capaz de causar dano suficiente para atordoa-lo, então ela o atacaria com um soco mirando na cabeça. Seu objetivo final eram os livros, então correria o máximo que pudesse para entrar na biblioteca e furta-los, realizando uma fuga a seguir.

Se a aproximação do loiro for mais calma e contida em relação a Cornelia e o mesmo pedisse desculpas a moça, ela poderia ouvir as reclamações que ele tinha, levando-a entender toda situação e o porquê de desconfiarem dela, já que havia acabado de chegar. Cornelia se ofereceria para encontrar o bode mencionado, mas pediria dinheiro e livros adiantados como recompensa pela ajuda. Não era de seu interesse capturar o bode, mas o faria pelo dinheiro. Já os livros, a mink não sairia da biblioteca sem eles.

Cornelia:

Histórico:

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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 04



Blade


Parecia que a sorte de Blade não estava nos seus melhores dias, tanto em Petra como aqui, ele acabava se envolvendo em mais uma rodada de combates. Desta vez ele estava mentalmente preparado, decidido a enfrentar a adversidade de peito aberto, digo, com arma na mão. Suas frases foram ignoradas pela mulher, que corria em sua direção com velocidade, enquanto Blade sacou sua pistola e mirava na direção da cintura da loira. Os tiros foram disparados – após o tiro para o alto -, contudo, a mulher desviava com maestria dos disparados que lhe foram direcionados. Sua flexibilidade e velocidade eram pontos notáveis em seus movimentos, por mais robusta que fosse, parecia que isso não interferia em nada em sua movimentação exemplar.

Em um rápido movimento, a loira encurtou toda distância existente entre o lobo e ela, aplicando um soco na direção do queixo do mink. Contudo, Blade notava uma das sobrancelhas arqueadas da mulher, no momento que defendeu com sua arma o golpe da mesma – O quê? – A surpresa estava clara em sua expressão, provavelmente nenhum outro homem foi capaz de defender o golpe da mulher, porém, Blade não era um homem e sim a porra de um cachorro gigante! BANG! O som da Tkiv sendo disparada era algo que ecoava pelo lugar, uma Sniper daquelas proporções causava danos significativos na coxa direita da mulher, que caia de joelhos próximo ao lobo.

Este a ignorava, sua intenção era unicamente ganhar tempo para que chegasse no barco e acabasse com os inimigos que estavam no convés. Porém, antes que pudesse de fato correr, teve sua perna presa pelas mãos da mulher, que o ergueu como uma pena e bateu repetidas vezes o lobo contra o solo – MAIS QUE PORRA TU PENSA QUE ESTÁ FAZENDO? – Gritou em meio aos pesados movimentos que fez com o corpo do canino. Este último, foi lançado por último em direção a um aglomerado de caixotes velhos e vazios. Sua última visão? Era do Lamento zarpando do porto e Lua enfrentando os oponentes no convés, afinal, era possível ver a cadela saltando de um lado para o outro, com o sangue espirrando em várias direções. Restava saber de quem era o líquido rubro.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Hulk-smash

OBS: Leia o último parágrafo da parte do Deep.


Cornélia

A Coelha percebia onde havia se metido, aparentemente algumas pessoas não eram adeptas a espécie da garota, pelo jeito, o preconceito corria solto por essas bandas. Claro que não era todo mundo, tendo em vista a pessoa que respondeu de maneira atenciosa as dúvidas da garota, ele até mesmo viu da piada do sorvete. De qualquer modo, ela agora estava em uma situação complicada, sendo acusada de algo que não fazia a mínima ideia e provavelmente sofreria as consequências das ações de terceiros. Bom, pelo menos era isso que aquele NPC aleatório acreditava.

Cornelia retrucou de maneira selvagem, chamando ainda mais atenção dos curiosos que estavam ao seu redor – VOCÊ CONHECE SIM! – Retrucou o homem de lá, enquanto o loiro continuava a ir em direção a mink – TODOS VOCÊS SE CONHECEM, RAÇA NOJENTA! – Gritou enfurecido ao ouvir o resto das ofensas proferidas pela mulher – Calma, não sou como ele. – Falou o loiro de cabelos longos – Acredito que não está relacionada com o tal bode, pelo que contou, foi assaltado e quase morto pro um criminoso com essas características. – Bradou de maneira tranquila, controlando toda situação. O homem lá atrás até pensou em falar mais algumas injúrias, contudo, com apenas uma olhada o amarelado calou a sua boca.

Não, não preciso da ajuda de um civil. Você irá mais atrapalhar, do que ajudar. – Falou em resposta às palavras da coelha, ao se oferecer para ajudar na busca pelo criminoso – Apenas siga seu caminho e não quebre as leis. Boa sorte! – Falou o rapaz seguindo pela direção que Cornelia chegou até ali. A situação da jovem era até simples, ela estava parada no meio da rua movimentada, o som um tiro chegou até seus ouvidos atentos, mas, estava relativamente longe. O NPC que gritou em sua direção havia entrado na biblioteca, a porta estava fechada, mas não dava para saber se estava trancada ou não.


Deep


Deep estava puto da vida como já citado anteriormente, aplicou o famoso “socão” na face do segurança, que voltou momentos depois. Ele achava graça de tudo aquilo, afinal, um pequeno ser nos ombros de um colossal baiacu, era uma cena um tanto quanto hilária. No momento em que levou sua mão a pochete, ele pode notar algo interessante, ela não estava no lugar que deveria estar – Tá procurando aquela pochete sem graça? Tá ali atrás. – Falou apontando para o caminho feito pelo tritão.
Antes que pudesse realizar qualquer movimento, ele notava que aquela criatura percorria toda a extensão do seu corpo, indo para o outro ombro do homem-peixe – Você quem fez? – Disse, comendo uma das rabanadas feitas pelo cozinheiro em Petra Yuni – Tá gostoso em. – Falou com um sorriso no rosto. Ele rapidamente voltava para o outro ombro e via que o tritão estava preparando um golpe mortal – Epa! Calma lá. – Disse enquanto se esgueirava pelo corpo do pirata, fazendo aquela pequena gota passar no vácuo do seu movimento. O baiacu se mexia como um touro querendo derrubar o peão, mas o rapaz de olhos claros se mantinha firme nas costas do homem-peixe, aplicando algumas facadas que Deep sentia estarem sendo paradas em suas escamas, não causando dano algum a ele.

Momentos antes do primeiro disparado de Blade, o tritão foi acertado na regiào das suas guelras, com uma espécie de chute com o tornozelo, o que causou um certo incômodo ao mesmo – Porra, tu é muito duro. – Resmungou o oponente que saltou do corpo do tritão – Infelizmente você não vai morrer com minha arma atual, tenho que pegar algumas coisas, vê se não foge em?! – Gritou o homem correndo em direção ao mercado, pegando no meio do caminho a pochete do homem-peixe e colocando em seu ombro.

Ao ouvir mais disparos vindo do porto, o tritão partiu em disparada, atropelando tudo em todos que estavam pela frente. O caos estava instaurado naquela região, já que a bola de carne havia causado sérios danos nas pessoas que ficaram em sua frente. Sem precisar destruir nenhuma estrutura, ele chegou no porto a tempo de ver Blade sendo lançado contra os caixotes e o lamento zarpando do porto. Ao ouvir sua voz, a mulher saltou de maneira abrupta para longe, observando o tritão com atenção – Deep Scaleback… – Proferiu o nome da fera.


Levi e Subas

Levi estava atento ao tal do Bil, ele sentia o olhar do homem observando o fundo da sua alma e aquilo chamou sua atenção. Não apenas isso, mas também despertou uma espécie de curiosidade envolta daquela estranha figura, que ainda se encontrava na farmácia no momento em que o jovem voltou sua atenção para o estabelecimento. Uma rápida troca de olhares aconteceu, entretanto, nenhuma ação diferente ocorria além desta, já que o homem de chapéu voltava a dar atenção ao farmacêutico que ali se encontrava.

Guiado pela curiosidade, entrou novamente na farmácia decidido a falar com o homem em questão, mantendo o controle das suas emoções e esperando não tomar uma “lapada” de Bil. Suas palavras foram ditas e o senhor continuava a encará-lo, sem desviar os olhos por um momento sequer e muito menos, respondendo a sua pergunta. Um clima tenso se instaurou no lugar, parecia que a qualquer momento alguém seria morto, foi quando Bil balançou sua cabeça negativamente – Ele já tem um médico. – Disse o provável dono da farmácia – E ele é mudo. – Sussurrou perto do ouvido de Levi.

Antes que pudessem ter mais uma série de ações, a porta do lugar abria novamente, uma figura estranha surgia no local. Parecia ser um bode humanóide, aquilo fazia Bil arquear uma das suas sobrancelhas. A coisa mais chamativa – além da sua aparência – era o odor que o mesmo exalava, parecia que um montante de ratos mortos tinham acabado de entrar no lugar, era algo ardido que incomodava o nariz dos três homens naquele ambiente – Eeer... senhor? – Indagou um pouco sem jeito o farmacêutico, dando alguns passos na direção de Subaé – Uma cartela inteira? Esse tipo de medicamente só vendemos com receita e ainda será necessário esperar alguns dias, para que ele chegue em nossa farmácia. – Respondeu rapidamente o homem de jaleco branco.

O farmacêutico havia respondido ao Bode antes que ele terminasse sua frase, afinal, se tivesse ouvido tudo ele nem teria ido em sua direção – Dinheiro? Ahn? – Antes que pudesse ter uma reação ainda mais significativa, teve sua mão presa pelo mink e logo em seguida, um dos seus dedos quebrados – AAAARGH! – Urrou de dor. Bil ao ver toda aquela ação, rapidamente realizou um movimento com suas mãos, apontando uma delas na direção do Mink e disparando uma flecha que parecia sair no espaço entre seus dedos. Contudo, o capitão estava atento e usava o farmacêutico como uma espécie de escudo, fazendo-o receber uma flechada no ombro e expelir um som ainda mais intenso de dor. Antes que pudesse chorar um pouco mais, sentiu seu corpo sendo erguido com facilidade e usado como uma espécie de porrete.

Bil desviava com maestria e o Bode aproveitava daquele tempo para desferir uma sequência de chutes na direção do homem, tendo a Skin da sua insígnia. Em meio aos golpes, ele pode ver que o homem desviava com cuidado e precisão, usando o mínimo de movimento para não receber os golpes desferidos pelo pirata. Um novo disparo foi feito, novamente a cabra estava atenta e dava uma espécie de cambalhota na direção do homem, visando acertar sua cabeça no joelho do rapaz. Este, novamente desviava com facilidade, deixando Subaé acertar o balcão com medicamentos mais simples.

Levi via toda essa luta acontecendo com seus próprios olhos. O homem de chapéu se afastava com alguns saltos curtos, ficando próximo a saída do lugar. Do seu bolso tirou uma espécie de bomba e lançou na direção de Subaé, mas, ela não teve força o bastante para que chegasse perto do bode. Enfim, uma fumaça densa e ardente começava a se espalhar pelo local, a última coisa que Levi e o pirata podiam ver, era o velho colocando uma máscara em seu rosto e fechando a porta do estabelecimento. O gás acinzentado se espalhava com velocidade, causando uma queimação nos olhos dos dois players. Bil não estava mais na visão dos dois, parecia se aproveitar da situação para se esgueirar pelo lugar ou fora dele.



Histórico Geral:

Legendas:



Jupges
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Jupges
Pirata
Blade
Lobão
Blade gritava de dor antes de fechar seus olhos nos caixotes, Blade tentaria abrir seus olhos e se levantar com certa dificuldade. Se não conseguisse permaneceria no chão.

Blade se esforçaria para se levantar, tentando conter a própria dor, e caso conseguisse olharia para a loira e cuspiria no chão.

Caso Blade se levantasse, puxaria seu revolver e daria dois tiros, um no abdômen da loira, e outro no chão na frente de Deep. Blade estava com uma expressão muito séria em seu rosto e gritaria para Deep, -A PUTA LOIRA É MINHA! ELA SEQUESTROU A LUA!

Blade avançaria contra a loira disparando todos os tiros restantes, caso a loira avançasse novamente contra Blade, o lobo bloquearia seu ataque usando suas garras para aparar, ou caso fosse necessário sua boca para interceptar o ataque.

Blade puxaria a Tkiv guardando o revolver para poupar o carregamento, Blade miraria na cabeça da loira, e dispararia o maior número de vezes possível, até sua arma ficar sem munição, se não fosse possível mirar a cabeça da loira, Blade miraria o tronco, a mobilidade da mesma estava prejudicada o que deveria tornar as coisas mais fáceis.

E caso ela viesse ataca-lo novamente, Blade responderia com um contra-ataque, empunhando sua Tkiv como se fosse um bastão e golpeando a cabeça do inimigo, toda sua força e destreza seriam aplicadas nesse contra-ataque, tentando quebrar o pescoço da oponente no impacto.

Blade estava atacando de maneira diferente do normal, talvez fosse a raiva dentro do seu ser que ele não deixava ser exposta, sua grande companheira havia sido sequestrada afinal, e a culpa era dessa mulher.






objetivos:

Atributos, qualidades e perícias:

Histórico:

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Deep
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Deep
Novato


Aquele pequeno homem era um infeliz ligeiro, o desgraçado pegava minha pochete com minhas comidas de batalha e petiscos, tinha  a audácia de comer minhas rabanadas na minha frente… Com toda a certeza eu teria todo o prazer  de esparramar suas entranhas no chão, ele ia atrás de uma nova arma e eu ia largar a cesta de comida para brigar a sério quando ouvi tiros vindo da direção do lamento, aparentemente eu ia precisar recuperar minhas coisas e explodir o rabo do ligeirinho depois, eu precisava voltar pro barco e ver o que ocorria.

Eu acelerava rua abaixo com a cesta de comida em mãos e atropelando tudo que estava no caminho sem me importar com a possibilidade de machucar alguém, pelo contrário, eu tava querendo realmente ferir aqueles preconceituosos arrogantes.
Ao chegar ao porto minha visão era turbada de vermelho, creio que minhas veias nos olhos devem ter inflado de sangue devido a raiva que senti, uma mulher brincava com Blade como se ele fosse um boneco, o jogando contra o chão e contra caixas, enquanto isso o lamento parecia estar sendo roubado. Eu me preparava para matar a mulher e ir atrás do barco, inclusive era parecia me reconhecer de algum lugar, bem… Se ela me conhece, deveria ter ficado longe do barco do meu bando.

Se Blade mostrasse interesse em lutar sozinho, olharia fundo nos olhos da mulher, com uma vontade assassina.

-Bem… Eu tenho que ir atrás do navio… Mas se eu voltar e ela ainda estiver viva… Eu mesmo vou desossar ela… E ela vai preferir ter morrido…

Correria para o mar e mergulharia nadando em direção ao navio, uma vez próximo ao mesmo, aceleraria meu nado para pular no convés, uma vez neste diria:

-Ora ora… Temos alguns idiotas prontos par…

Pararia minha fala no meio, notaria gotas de água flutuando ao meu redor, assim uma sensação estranha vinda da água abaixo e mais importante, meus braços estavam cobertos de água de uma forma estranha, eles não estavam apenas molhados, estavam envoltos na água de forma não natural… Mas não parecia ser algo ruim, pelo contrário, me parecia ser bem confortável e de certa forma… Natural.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 I9hoZko

Ficaria nisso, estranhando o comportamento da água durante um tempo, até atacarem a mim ou Luna. Quando isso ocorresse, responderia indo para cima e socando os inimigos mais próximos com toda minha força em seus estômagos, meu desejo de ferir eles seria tão grande, quem sem realmente entender como, mas a água em meus punhos giraria violentamente ao redor deles como brocas e perfuração. Meus socos seriam sempre horizontais e poderosos tentando nocautear e jogar os inimigos na água.

Caso meu punho fortalecido pela espiral de água acabasse por perfurar através de alguém, diria:

-Taporra… Ok vocês tomaram muito no cu… PRÓÓÓÓXIMO…

E continuaria a atacar os inimigos após minha fala.

Se em algum momento algum deles esquivasse de meu golpe, acompanharia ele com o olhar, furioso com sua esquiva e a água sobre esse braço responderia se projetando como um jato indo atrás do fujão e tentando o golpear para fora do barco logo antes de voltar para meu braço como uma luva, isso sem eu nem mesmo perceber que eu quem estava controlando direito, era algo quase instintivo, novo e estranho.

-KUKUKU… Gostei…

Se eu liquidasse todos os oponentes no barco, mergulharia no mar e tentaria empurrar o lamento de volta para o seu local no porto. Se não conseguisse, jogaria a âncora na água e voltaria para o porto.

Após chegar no porto com ou sem o barco, sairia da água com meus braços cobertos em água do mar, se nesse momento a luta de Blade ainda não tivesse terminado, aceleraria para cima da mulher e com a água em meu punho direito girando como uma broca, me jogaria em cima dela com um soco usando toda minha força e peso.
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OFF:
Histórico:


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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Subaé
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Subaé
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5: Covardes usam gás

A reação do homem de chapéu não estava nos meus planos e, bem, não vou mentir que me senti um tanto humilhado ao ver o desgraçado se esquivar de meus golpes com tanta maestria.

OK, eu lido bem com um combate contra um oponente mais ágil do que eu. Mas não bastando sua habilidade, o covarde arremessou uma bomba de fumaça contra a gente…

“Perai, ele botou uma máscara? Droga, isso não é fumaça!!!”

Enfiaria depressa os livros na calça (presos entre o cinto e meu abdômen) e levaria as mãos ao rosto para tampar minha boca e nariz.

A essa altura, meus olhos já lacrimejavam, tentando diminuir a ardência que o gás causava.
Buscaria Levi com os olhos escancarados, e tão logo diria:
- Ei mendigo albino, me ajude encontrar esses remédios canábicos enquanto eu cuido desse babaca do gás!!

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Cena_f10

Levi me responderia com uma certa agressividade, talvez ele não tenha gostado de ser chamado de mendigo… mas o pior é que ele me chamou de Zé
- Eu não me chamo Zé não, seu louco! Meu nome é Subaé! SU-BA-É! -
Obviamente ele falou “Zé” como figura de linguagem, mas eu pensei que ele confundiu meu nome
- Vamos fazer assim, Tu me ajuda agora e depois eu te pago um goró e aí ficamos quites!!

Tendo dito tudo o que eu tinha para dizer ao médico com cara de mendigo, me voltaria para a entrada da farmácia (onde o homem de chapéu talvez esteja).

Bateria o casco direito tres vezes contra o chão bufando em preparação para uma corrida.

Sei que quem me vê diz que eu pareço estar no pó da rabiola, mas a verdade é que tenho uma ótima capacidade atlética e consigo atingir meu potencial máximo sem muito esforço.

Dispararia em alta velocidade na direção da porta por onde entrei. Cabeça baixa e chifres para frente, é assim que seria minha postura ao correr, e se fosse possível não deixaria de correr nem se acertasse algo ou alguém.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 MajorConcernedHarpseal-size_restricted

Continuaria a correr até golpear a cabeça na porta (ou na parede) com toda a força e velocidade a fim de atravessá-la, e abrir uma nova corrente de ar no local.

Caso eu tenha acertado alguém, continuaria a correr possivelmente golpeando meu oponente contra a parede/porta, e por fim, quebrando a mesma por conta do impacto.

(Caso o homem de chapéu bote o pé para eu cair ou eu tropece em algo, daria uma estrelinha frontal para não cair de cara no chão e depois continuaria contra a porta/parede)

-EI SEU DESGRAÇADO, QUEM VOCÊ ACHA QUE É PARA ATRAPALHAR MINHAS COMPRAS!? - Perguntaria.

Não esperaria outra reação. Se eu estivesse do lado de fora com o homem de chapéu, Sacaria minha espada e avançaria na sua direção, mas faria uma curva antes de alcançá-lo e iria até uma parede próxima que estivesse contra a luz do sol. Saltaria contra a parede me impulsionando para o alto com dois passos verticais e voltaria ao chão desferindo uma cabeceada diretamente na máscara do homem.

Se o homem de chapéu me seguisse com o olhar, assim que eu saltasse e ele olhasse para cima olharia diretamente para o sol e isso talvez me conceda uma oportunidade de acertar o homem.

Caso eu tenha cabeceado o homem, aproveitaria a proximidade para balançar a espada algumas vezes em sua direção para cortar-lhe de qualquer maneira possível. Mas se o homem caísse no chão no momento eu enfiaria a espada em sua coxa direita, e depois na esquerda, só de sacanagem para que ele sofra.
Depois cortaria-lhe a garganta.

Voltaria então para a farmácia para ver se Levi já estava com os remédios em mãos.


info.:






Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia
-Condução
-Navegação
-Astronomia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.


-Chegar em Sorbet e reabastecer o brigue
-Pegar remédios
-Pegar 2 cantis com alça
-Chegar em Baterilla
-Partir para a Grande Rota
-Chegar no Farol

-Aprender proficiência: História
-Aprender proficiência: Criptografia
-Aprender proficiência: Armadilhas

-continuar a desenvolver liderança

15.760/15.760400/4006/1011/15


Última edição por Subaé em Sab Out 16, 2021 1:12 pm, editado 1 vez(es)

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Anakin
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Anakin
Civil

[...]

— Ah... — Foi o que saiu da minha boca, quando o farmacêutico me disse que o Senhor Bil era mudo. Quem diria não? E quem diria que eu ficaria sem palavras também.

Por sorte, a porta se abriu novamente. Ou talvez, azar. Um homem de aparência excêntrica surgiu. Seus cascos faziam barulho ao caminhar e seu cheiro era dificil de suportar?

— Cascos? — Pensei, numa expressão confusa que num anúncio de assalto, se tornou surpresa. Arregalei os olhos, ao ver a agressividade com que o bode atacava o atendente, mas não me sentia realmente amedrontado.

Daria, dois passos para trás, ao ver que o Senhor Bil estavas prestes a agir e caralho. Que merda, ele atingia o atendente. — GAHA! QUE VACILO! —  Gargalharia aos gritos, diante a eufórica batalha que ocorria. O bode havia se defendido com maestria, colocando o atendente na frente da flecha de Bil e eu, espera… pra quem eu estava torcendo?

A treta continuava, o atendente era girado como se fosse um pedaço de madeira e o Bil mudinho desviava com destreza. — Ufff... O cara é brabo também... — Eu permaneceria como torcida, atento aos detalhes, sem me envolver.

Ambos lutavam num nível que eu sequer poderia me envolver, essa era a verdade. Então, me tornaria platéia. Mas, pelo jeito, eu acabaria envolvido. O Senhor Bil tirava uma bomba que exalava fumaça ao explodir. — OW CARALHO! — Gritaria, abanando as mãos em frente ao rosto. Meus olhos não tardariam a lacrimejar e as mesmas mãos que abanavam, iriam para frente da boca e nariz, abafando-os.

O cabra então se aproximaria, no meio de toda aquela fumaça. O pior é que o safado me chamava de mendigo também. — QUE MENDIGO O QUE, ZÉ! VOCÊ QUE TÁ FEDENDO! — A irritação seria tanta que esqueceria a fumaça por um instante e gritaria com aquele desconhecido. O que está acontecendo com esse pessoal que estão me chamando de mendigo? Porra.

O bodão humano também não parecia feliz em ser chamado de Zé, seu nome era Subaé. Olha só, até rima. De qualquer modo, andaria batendo os pés até o outro lado do balcão, procurando os remédios em tudo quanto é gaveta e lugar.

— Perai... — Seria então que eu perceberia uma incongruência em minhas acões e pararia de procurar. — Por que eu tô te ajudando? — Perguntaria, parado e olhando na direção do homem. Eu não conseguiria conter meus olhos que piscavam sem parar por causa da fumaça. Minhas mãos ainda estariam em frente ao rosto, tapando o nariz e a boca e minha voz sairia um pouco abafada.

Dizia ele que ia pagar uma bebida. — Ok. Uma bebida já é alguma coisa. — E realmente era, nos dias de hoje, ninguém paga nada pra ninguém. Por isso, voltei a procurar. Talvez, eu também tirarsse alguma vantagem naquele roubo.

Enquanto isso, o bodão faria maior arruaça. Pelo menos, caso ele criasse uma abertura para a passagem de ar, já salvaria nossa pele e eu poderia continuar a busca. Caso ele não conseguisse, eu teria de achar alguma entrada de ar, antes de continuar a vasculhar as coisas. Uma janela, porta, qualquer coisa que fosse. Abriria para aquela fumaçada sair e, finalmente, pudessemos voltar a respirar.

Quando tivesse respirando melhor, voltaria à tarefa anterior.

— EI, SUBAÉ! O QUE TU TEM? — Ainda procurando, eu gritaria lá de dentro.

A resposta dele me faria travar por um instante, olhando para ele e refletindo: se eu tinha sido burro com a pergunta ou ele tinha sido burro com a resposta.

— NÃO, CARALHO! TÔ FALANDO DA DOENÇA! O QUE TU TEM?! —  Perguntaria ao berros, a beira da irritação, mas a verdade é que não tinha nem ideia do porquê de estar me irritando. Talvez fosse o estresse da situação, a correria e tudo mais. Aquilo me lembrava a casa de atendimento e, na verdade, era até uma irritação nostalgica e boa.

O cabra, porém, não tinha ideia da doença que tinha. O que complicaria tudo. Entretanto, saber que os remédios aliviavam algum tipo de dor e acalmavam, poderia me dar alguma ideia intuitiva sobre que tipo de medicamento ele usava — ou talvez não. Enfim, havia a chance de não encontrar o remédio ali e nesse caso, saber a doença dele poderia ajudar a criar um remédio alternativo. Torceria para meus instintos médicos auxiliarem a ter uma ideia do tipo de medicamento a ser utilizado naquele caso.

— Canabidiol, canabidiol... — Repetiria aos sussurros, tentando relacionar o medicamento aos diversos tipos de doenças existentes para, se não encontrasse o remédio específico, começar a preparação de uma medicação alternativa.

Caso eu encontrasse o remédio ou princípio ativo, tudo seria mais fácil. Até mesmo me aproveitaria para procurar um Kit Médico qualquer que me fosse útil, afinal, eu já estaria sendo cúmplice do dito roubo mesmo. Não demoraria muito, porém. Logo que Subaé voltasse, não perderia muito tempo para o apressar para fugir, buscando uma janela ou porta.

— Ei, Subaé! Toma! — Falaria, lançando o remédio a ele, caso conseguisse encontrar algum ou criar um alternativo. — Agora vamo meter o pé... — Diria, buscando alguma janela ou porta dos fundos por onde fugir.

[...]


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A situação era atípica para Cornelia. Os humanos, como eram chamados os minks macacos sem muito pelo, eram estranhos para garota coelho. Ela não conseguia compreender a diferença entre ela e seus companheiros de Zou para os habitantes de outras ilhas, afinal, todos eles compartilhavam mais características em comum do que pensavam. Não havia sido uma boas vindas bem calorosa ao Reino de Sorbet, e seu primeiro contato com outras espécies não fora exatamente como planejado, mas seus planos tinham que continuar.

— Quem aquele cara loiro pensa que é? Humpf — Ela pensaria enquanto observava o homem sair da frente da biblioteca. — Eu posso ser uma civil, mas recusar minha ajuda? Ainda me mandou seguir as leis. Que otário! Bwahahaha! Quando eu estiver famosa tenho certeza que se arrependerá.

Enquanto estivesse de frente à biblioteca, Cornelia pararia para repensar suas opções. A primeira delas seria a mais agressiva, invadir a biblioteca e finalmente descer o cacete no racista de mais cedo. Ao final da porradaria teria tempo para procurar os livros que precisava. Não era a opção mais inteligente, isso ela reconhecia, mas seu punho ansiava conhecer a cara daquele rapaz.

A próxima de suas ideias seria mais furtiva, uma aproximação sutil a levaria a entrar na biblioteca e sair de lá com os livros e sem ser vista, o que seria uma tarefa árdua para uma pessoa barulhenta e chamativa como ela. Eram planos bobos, mas tinham suas chances de darem certo. Antes que pudesse decidir de qual forma agir, a audição sensível de Cornelia a alertou de um tiro a distância, limpando sua mente de qualquer pensamento. Seu corpo inteiro enrijeceu, com as orelhas apontadas na direção em que ouvira o barulho. — Ih, será que está tendo uma confusão por ali também? —  Ela diria sorrindo, após se recuperar do susto. Movimentaria seu corpo em direção da porta e a analisaria de longe. — Preciso adiantar as coisas aqui e chegar lá, pois adoro confusões Bwahahaha!

Caso encontrasse a porta aberta seus movimentos seriam bem simples. Abriria a porta com calma e fingiria ser apenas uma consumidora comum, acreditava que isso lhe pouparia gastar tempo e energia desnecessários. Isso até que encontrasse os livros que precisava para aprender a pescar, tinha interesse nos livros de física e pesca, mas também recolheria qualquer um outro se tivesse a disposição. A coelha pegaria os livros que precisava e sairia correndo com eles nas mãos, o mais rápido que pudesse, confiaria em suas pernas habilidosas para isso. Estava com suas condições físicas em dia, acreditava que não seria problema algum correr mais rápido que qualquer um que pudesse a vir a persegui-la.

Apesar de primeiro tentar abordagem tranquila, caso Cornelia encontrasse a porta trancada as coisas teriam de ficar um pouco mais agressivas. Com as manoplas que possuía acreditava ser capaz de causar algum dano à porta e danifica-la para facilitar a entrada. Sua presença seria anunciada, portanto teria de se defender, ficaria enfurecida com o homem de mais cedo se o encontrasse, não poderia sair da biblioteca sem realizar seu outro sonho: dar um soco em alguém. Aqueles que tentarem impedir sua tentativa de roubo teriam de comprar briga com ela.

Secretamente ela esperava que nada fosse como planejado, para que houvesse um pouco mais de ação. Estava tão pronta pra fugir quanto para lutar, o primeiro que a tentasse acerta-la com um golpe levaria um soco carregado da fúria e electro da mink. Cornelia seria incapaz de sair da biblioteca sem conseguir seus objetivos, lutaria o quanto fosse preciso. Seu histórico de brigas e lutas fazia com que ficasse confiante nesse aspecto, não precisava vencer a todos, só os que estivessem próximos o suficiente para impedir seu progresso.


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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 05



Blade


Blade havia sido pego em uma sequência de golpes poderosos, que causavam dor por todo corpo do canino. Jogado entre os caixotes, não demorou para que com o devido esforço conseguisse se pôr de pé. As ações iniciais do pirata não foram diferentes da anterior, desferiu dois tiros na direção da loira, que movimentou seu corpo em um zig-zag intenso, desviando dos primeiros disparados do seu antagonista. O pior acontecia, a chegada de Deep despertava a fúria no interior do mink, será que eles entrariam em um combate assim como ocorreu em Petra? Ufa! Para sorte de todos, sua decisão havia sido respeitada pelo homem-peixe.

O cachorro humano então avançou, disparando mais uma leva de tiros na direção da mulher. Ela conseguia desviar totalmente de alguns e de outros parcialmente, recebendo alguns ferimentos nos braços e pernas, principalmente pelo fato de ter sido baleada em sua coxa momento atrás, o que dificultava ligeiramente suas ações. Talvez esse pudesse ser um parâmetro da força da mulher para Blade, já que se não fosse aquele tiro a queima roupa, provavelmente ela estaria massacrando o cachorro nesse exato momento.

A mulher não achava espaço nos meios dos tiros para atacar, se mantendo em movimento, ficava a uma média distância de Blade. Ele puxava sua Sniper mais uma vez e disparava uma sequência ainda maior de tiros, acertando em cheio no ombro esquerdo da mulher – um único tiro – tendo os outros desviado pela sua antagonista. No momento em que ficou sem munição na arma, ele notou um sorriso largo no rosto da mulher, pelo jeito, ela estava esperando por aquele momento a um certo tempo. Ela investiu, parecia ignorar a dor que emanava da sua coxa, sua feição carregava uma selvageria animalesca, ela não era alguém normal.

Em questão de segundos, após investir em linha reta, ela atacou com uma saraivada de socos que visavam acertar a face e o torso do canino. Este usou da sua própria arma para se defender, contudo, a falta de habilidades necessárias para isso foi o bastante para que fosse sobrepujado pela mulher. A sequência de socos era avassaladora, em meio aos golpes a expressão de dor surgia em alguns momentos com o ombro debilitado, mas aquilo não era o bastante para parar o ímpeto da mulher. Ela finalizava com um golpe forte, um chute no abdômen do lobo que o lançou alguns metros atrás, rodando várias vezes no chão até se chocar contra um tronco no canto do porto, próximo ao mar – É tudo o que você tem? – Falou e gargalhou em seguida.

O sangue escorria por ambos os furos criados por Blade, após a sequência de golpes ele percebia que sua sniper estava próxima a mulher, ou seja, ele só contava com sua pistola. A mulher deu alguns passos para o lado, erguendo uma caixa de proporções medianas e lançando em seguida – com velocidade – na direção do Pirata.



Cornélia

A garota ficava estressada com o loiro, suas palavras pareciam machucar a menina, pelo menos, superficialmente. De qualquer forma ela estava livre e ia até a biblioteca do homem, escutando o som de confusão nas proximidades, algo que lhe chamava atenção. No momento em que tentou abrir a porta do estabelecimento, notou que a mesma estava trancada, o que forçava a mink abandonar sua furtividade e optar por uma linha de ação um tanto quanto bruta.

Usando sua força e suas manoplas, acertou a porta com força, causando danos significativos aquela estrutura e criando a brecha necessária para que pudesse entrar no lugar – LADRA! – Ouviu no momento que colocou os pés no lugar, aquele homem que havia a acusado anteriormente estava alguns metros à sua frente – DUAS VEZES NO MESMO DIA NÃO! – Gritou empunhando uma vassoura. Ele girava aquele objeto em suas mãos, porém, não parecia ser dotado por uma técnica marcial, parecia na verdade, um bobão querendo intimidar de algumas forma – SE NÃO SAIR DAQUI EU VOU TE BATER! – Gritou apontando a palha da vassoura na direção de Cornelia.

Aparentemente sua entrada só tinha sido notada pelo homem, já que mais ninguém aparentava ir na direção do estabelecimento. A jovem teria coragem para enfrentar o homem? Ou tentaria de alguma maneira argumentar com ele?


Deep


Deep continuava puto e certamente mataria aquele esguio homem que furtou sua pochete, recheada por seus projetos e algumas guloseimas. Ao chegar no porto ouviu as palavras de Blade e respeitou – por hora – sua decisão, afinal, ele tinha uma outra coisa que precisava lidar: o navio.

O gordola pulou no mar e mergulhou com velocidade, acelerando no fundo do mar e saltando dele como um golfinho acima do peso, caindo no convés do navio. Ao chegar na embarcação ele notava o estado deplorável de lua, seu corpo estava tomado por diversos cortes, sua pata estava quebrada e a cachorra continuava a se manter de pé, rosnando para seus oponentes e fazendo aquilo o que foi treinado. Porém, algo ainda mais chamativo aconteceu naquele momento! Ao sair do Mar, o tritão percebeu uma fina camada de água ao redor do seu braço, diferente do que acontecia no Karatê dos homens-peixes, uma parte maior dos membros do baiacu estavam tomados pela água. Aquilo o surpreendeu positivamente, afinal, não era algo visivelmente perigoso para o tritão, talvez fosse para os oponentes que ele iria enfrentar naquele momento.

Os homens não perderam muito mais tempo e avançaram na direção do homem peixe com ferocidade, este último fazia o mesmo, respondendo aos ataques dos seus oponentes com socos fortes, visando perfurar os seus inimigos e entender o que estava acontecendo com seu corpo. Dos três homens que atacaram o homem-peixe, um deles era acertado em cheio pelo ataque do colossal, já os outros, desferiram fortes golpes na região do torso do tritão, golpes esses que conseguiram quebrar a barreira da sua baixa sensibilidade à dor. A fina camada de água não era capaz de perfurar o corpo do oponente, na verdade, o que havia recebido o golpe parecia aguentar bem toda a força do titã, ele até mesmo ria perante aquela situação.

O combate continuou, em meio a esquiva e golpes, a pancadaria rolou solta no convés. Deep tentava usar aquele seu novo poder para criar uma espécie de jato, visando lançar seu corpo na direção de um dos homens, porém, ele percebia que nada acontecia. Essa brecha deu tempo o bastante para a combinação de dois dos três que estavam ali, o primeiro acertou uma sequência de golpes na dorsal do tritão, sendo mais específico, em sua lombar. Aquilo foi capaz de desestabilizar a base firme do Karateca, o que proporcionou uma abertura ainda maior para o último homem que avançou em sua direção. Um chute; um único golpe que carregava força o bastante para lançar Deep contra o mastro principal do navio, o impacto do corpo rechonchudo contra a madeira foi forte, forte ao ponto de partir sua base e fazer aquela pedaço de madeira cilíndrico cair lateralmente – na direção do mar –.

O trio estava animado, eles olhavam com atenção o tritão no extremo oposto do convés. Aliás, o trio parecia ser um grupo de gêmeos, todos eles tinham uma estatura baixa – cerca de um metro e meio cada -, cabelos curtos e pretos e um bigode denso e bem cuidado. Seus corpos não eram definidos, na verdade, os três contavam com uma barriga saliente e coxas grossas, braços finos e ombros curtos, era algo realmente estranho – Hihihihi! Vamos comer peixe hoje. – Disse um deles.


Levi e Subas

Em meio a tudo isso, o bode estava relativamente puto com seu oponente. Após indicar que iria correr – batendo o casco no chão – ele partiu em linha reta, usando todo seu potencial físico e técnico para aumentar ainda mais a sua velocidade. O choque aconteceu e para sua sorte, ele havia acertado parte da estrutura de madeira e a vidraça que existia na fachada da farmácia, saindo com velocidade do lugar. Do lado de fora ele notava a presença de outras pessoas, mesmo que seus olhos ainda estivessem incomodados, ele conseguia ver um montante de curiosos assustados com tudo aquilo.

Da fumaça o homem de chapéu saiu, ainda usando sua máscara de gás ele observava o pirata com atenção. Realizou algumas gesticulações na direção do bode, algo que não era possível do caprino entender, já que ele não sabia a língua de sinais. Ele não se importava com isso, para ser sincero, sua ação era selvagem, empunhando a espada roubada do seu próprio filho, ele avançou na direção do homem com velocidade, fazendo uma curva, indo em direção a parede lateral da farmácia. Sua estratégia era inteligente, porém, o fator principal era que o pirata não tinha a mínima habilidade sequer com aquele tipo de arma, suas ações pareciam de um recém nascido segurando um graveto.

A cena cômica continuava, sendo finalizada com uma cabeçada na direção da face do homem, que desviava com facilidade. No momento do desvio, ele aplicou um chute na face do caprino, lançando ele alguns metros atrás. O bode pode ver uma cena interessante, do bolso do seu sobretudo, ele tirou duas granadas – iguais a de antes – e lançou para dentro da farmácia – onde Levi estava –, aquilo certamente causaria um incômodo ainda maior ao mendigo, poderia até mesmo matá-lo. Por último, apontou seu braço novamente na direção de Subaé e disparou três flechas em sequência, mexendo novamente em seu sobretudo.

Levi ainda estava dentro da loja, encontrou uma espécie de vasculhante que usou para respirar antes de voltar a procurar pelo medicamento. Por breves momentos – após Subaé atravessar a estrutura frontal – percebeu uma diminuição significativa da fumaça, contudo, momentos depois ouviu o som metálico de mais granadas sendo lançadas no interior e uma fumaça ainda mais densa se espalhar pelo lugar. Ele deveria sair de lá o mais rápido possível, seja para fugir ou ajudar seu novo parceiro na batalha que estava acontecendo. Sua única saída? A abertura criada pelo Bode.



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Deep
Novato


Os inimigos não eram tão simplórios como eu havia imaginado, não apenas aguentavam meus golpes como debochavam de mim, mas por mais que meu sangue fervesse e minha mão coçasse para tomar da garrafa amarrada à meu cinto e aumentar minha força para ser capaz de esmagar seus corpos, provavelmente um embate assim acabaria por destruir o barco. Por mais que pudéssemos pegar qualquer outro navio do porto, esta velharia tem algum valor sentimental e mandar ela pro fundo do mar não deveria ser minha primeira opção.
No entanto, o mastro caído do navio demonstrava que minha força não era a única capaz de danificar o lamento, o que significava que prolongar a luta seria um problema também, precisava de algo para lavar o convés dessa escória que nele se alojou.
Minha veia pulsava de raiva em meu pescoço e acompanhando sua força e velocidade a água em meus braço rodava ao redor dos mesmos. Uma sensação de poder vinha a mim, como se uma fonte de poder estivesse à minha espera, pronta para ser usada. A sensação se assemelhava a estar com uma tocha ao lado de um canhão carregado. O arrepio na espinha vindo de um poder bruto disponível para ser usado e apenas esperando a ordem para destruir alguém.
Era como se… O próprio mar estivesse querendo entrar na luta, eu podia sentir o poder em suas ondas borbulhando em ressonância a minha raiva, parece que seja lá o que for que estava ocorrendo, nada mais era do que a própria água querendo fazer uma dupla para chutar umas bundas. No entanto, eu não poderia controlar isso de forma a vencer esses caras usando essa nova habilidade, mas… Se tivesse mais água nesse convés esses humanos seriam bem menos capazes de lutar contra um tritão… Não custa tentar…

Me apressaria para a beirada esquerda do barco, estenderia minhas mão ao mar como quem tenta salvar um amigo do abismo e então faria força, faria força sem saber como fazer força para invocar esse poder, apenas forçaria meus músculos da forma que sei fazer rezando para que a vontade fosse transmitida para o mar, era um pedido de ajudo, um convite para um dueto.

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Tentaria erguer a água do mar para a altura do barco, tanta água quanto eu fosse capaz, então moveria minhas mãos como se jogasse a água para dentro e então moveria minhas mãos na água como se estivesse dentro do mar, agarraria essa massa de água que eu trouxe e com as mãos espalmadas sairia a empurrando tentando fazer uma “onda” no convés e com essa empurrar os três inimigos para fora do mesmo e para o mar.

Se eu falhasse de qualquer forma, fosse em criar a onda ou jogar os inimigos para fora do barco, tentaria jogar a água ao redor dos meus braços como “gotas-bala” em direção aos inimigos tentando realmente fazer chover “tiros” neles.

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Se os inimigos se aglomerassem perto de mim no convés, me inflaria rapidamente, dando um tom de “explosão” a minha ação, para tentar os arremessar para fora do barco.

Se eu conseguisse jogar os três para fora, me jogaria no mar também e começaria a socar a água na direção dos três, tentando mandar meus “socos” de água na direção deles sem realmente os tocar e tentando os fazer afundar para se afogarem, sempre os socando em direção ao fundo do mar.

Se me acertassem algum golpe, inflaria no momento do golpe, tentando empurrar o mesmo e golpear com minha pança que se infla o inimigo.
Histórico:





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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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— Cai pra dentro, seu racista de merda! — Diria Cornelia ao ver seu adversário provoca-la com uma vassoura em mãos. A garota não tinha uma luta por diversão há anos, mesmo que a luta fosse uma prática que ela gostasse de ter, dedicou-se a ela apenas para agradar sua família e raramente podia permitir-se a se divertir enquanto o fazia. Dessa vez era diferente, podia-se soltar-se mais sem o peso do fardo familiar em seus ombros. A mink esboçou um sorriso provocativo e cerrou os punhos, seus os olhos vermelhos brilhavam de excitação, ela estava pronta para luta. — Você tem cara de fracote, não haverá glória nenhuma em incluir você nessa história. Espero que você ao menos dê pro gasto.

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Cornelia se posicionaria de frente ao inimigo, mantendo uma distância considerável entre os dois para que estivesse preparada tanto para bater quanto para correr. Ela não se sentia de forma alguma intimidada pelo rapaz a sua frente, possuía confiança o suficiente em si mesma, portanto, acreditava que aquele não seria um desafio difícil e que poderia acabar com toda situação rapidamente se fosse esperta. — Se não há mais ninguém aqui poderei pegar os livros logo após acabar com esse cara. — Ela pensaria. — O caminho mais rápido seria nocauteá-lo logo de cara, mas onde está a diversão nisso?

Mesmo diante de um impasse, a coelha sentia uma urgência em agir, precisava tomar decisões rápidas. Ela não queria se machucar ao se aproximar de maneira imprudente, então começaria a dar pequenos passos na horizontal, aqueceria seus corpo dando socos no ar, o que poderia servir de provocação para o adversário. Caso ele quem fizesse o primeiro passo e lhe atacasse, ela não hesitaria em desviar utilizando sua agilidade, dando um salto para cima antes que pudesse ser atingida pela vassoura, ou qualquer arma que o homem venha a usar. Enquanto estivesse no ar Cornelia carregaria eletricidade em seu corpo e mergulharia na direção do inimigo, lhe desferindo um soco na cabeça utilizando as manoplas.

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No caso do adversário manter-se apenas na defensiva, Cornelia leria a situação como um ato de covardia e ficaria muito irritada. Ele quem se propôs a brigar, deixando-a animada com isso, portanto teria de tratar a diverti-la. A mink então utilizaria de suas características racial para realizar o primeiro golpe, um finta para distraí-lo e engana-lo. Passaria avançar em pequenos passos, mas ao adquirir mais proximidade não iria lhe atacar de frente como demonstrava que iria fazer, mas sim daria um salto e utilizaria o impulso para levar o próprio corpo até as costas do inimigo. Se aproveitando do fator surpresa que isso lhe concedia utilizaria tais segundos para energizar o corpo com electro e realizar um soco nas costas e outro na cabeça.

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Civil

[...]

Por sorte, havia um basculhante e eu conseguia respirar um pouco que fosse. O tal Senhor Bil, porém, parecia determinado a me matar. Ele jogava mais bombas lá dentro e a fumaça, aumentando exponencialmente, começava a se tornar perigosa.

— Ok, eu preciso sair daqui... — A tosse começaria a atacar. — EI, SUBAÉ! PRECISA DE AJUDA? — Perguntaria retoricamente, com certo tom de ironia, procurando qualquer coisa que se assemelhasse a uma faca, um bisturi, qualquer coisa parecida. Em seguida, tendo um tempo passado, não esperaria muito para saltar sobre o balcão para e partir correndo para o lado de fora, passando pela abertura criada pelo Mink bode. Afinal, eu não podia me dar ao luxo de permanecer ali dentro por muito tempo.

Com os instintos à flor da pele, já estaria atento as coisas ao redor. Caso alguém me atacasse nesse processo, deslizaria pelo chão, numa espécie de carrinho, tentando sair do ataque e continuando a correr para longe da fumaça. Em seguida, me viraria na direção da farmácia e, olhando ao redor, buscaria o tal Senhor Bil, aproveitando o processo para voltar a respirar melhor.

— Preciso atacar junto com Subaé ou só vou ser um peso morto. — Pensaria, tentando colocar as ideias em ordem.

Ficaria, então, de olho na luta. Esperaria meus instintos avisarem um momento oportuno para correr de prontidão na direção do Senhor Bil. Tentaria me esgueirar ao redor do mesmo, em suas laterais, aproveitando uma possível distração criada por Subaé. Então, no dado momento, saltaria, tentando cortar-lhe nos ombros. Caso estivesse sem arma, eu tentaria retirar a máscara de sua face, com o mesmo movimento, mas agora, tentando puxar o ítem de seu rosto.

[...]


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Jupges
Pirata
Blade
Lobão
Blade se levantava sentindo uma dor tremenda em suas costas, -AHHHHHH! O grito do cão poderia ser ouvido por quaisquer transeuntes próximos ao porto.

Blade se levantava, urrando uma mistura de dor e raiva, desembainhava seu revólver e segurava ele na sua mão direita, pegando sua velha e gasta adaga e segurando ela com sua mão esquerda.

Blade avançaria com todas as suas energias pra cima da loira, miraria com sua arma e imitaria perfeitamente com sua boca o som de disparos, utilizando de suas perícias com o ilusionismo. Logo em seguida para confundir ainda mais a loira, dispararia com a arma, enquanto utilizava de fintas em sua movimentação, se movendo em zigue-zague para dificultar o entendimento da loira para com a situação, misturando isso a vários disparos seguindo-a vindos de várias direções.

Então em um ato de completa loucura, em uma ação talvez um pouco irracional, talvez o canino estivesse preocupado demais com sua companheira fiel, Lua, para analisar calma e friamente a situação que se encontrava. Blade avançaria em direção a loira com sua adaga em sua frente, e ao invés de esfaquear sua oponente, como já havia feito em diversas ocasiões anteriores, Blade daria um carrinho digno dos mais violentos jogos de futebol, arremessando sua adaga em direção ao torso de sua oponente no processo, como se fosse uma faca de arremesso.

Após o encontrão o canino estaria preparado para levar um golpe ou outro, mas o mesmo não se entregaria assim tão facilmente, Blade começaria a recarregar sua arma, enquanto pularia na água, isso mesmo, para evitar ataques o canino chegou à conclusão que seria melhor pular na água.

Em uma ação meio maluca faltando um ou outro neurônio talvez, Blade se posicionaria logo abaixo do píer em que o mesmo havia desembarcado, e tentaria colocar sua cabeça fora da água, para farejar o rastro da loira, e com seu faro apurado Blade começaria a atirar na loira por baixo do píer.

Durante os disparos Blade levaria sua mão esquerda a sua boca para assoviar o mais alto que o canino conseguisse, alto o suficiente para tentar abafar o som dos disparos de sua arma.

Logo em seguida o canino se afastaria o mais rápido possível procurando um lugar para subir de volta a superfície.

Quando voltasse a superfície, Blade correria o mais rápido que suas pernas estivessem dispostas a ir, o mais longe que conseguisse da loira em um tempo curto, recarregando sua arma nesse meio período de tempo, Blade aproveitaria da distância logo em seguida para continuar atirando na loira, o máximo de vezes que o canino conseguisse.

Se em superfície a loira avançasse contra Blade, o cão se jogaria para trás com tudo, caindo com a maior velocidade possível, enquanto no chão, Blade se posicionaria para se abaixar e caso a loira viesse, pular com tudo dando uma CABEÇADA, isso mesmo que você leu, CABEÇAAAADA na loira.







objetivos:

Atributos, qualidades e perícias:

Histórico:

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Subaé
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Nos bares de então
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Subaé
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6: Gótico X Mendigos


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Ataquei uma vez e ele desviou. No segundo ataque ele também desviou… E até do terceiro ataque o desgraçado se desviou.

-Maldição, ele é rápido demais! - Falei comigo mesmo enquanto acariciava minha face recém chutada.

Percebi que o maldito arremessou mais bombas de gás para dentro da farmácia mas antes que eu conseguisse fazer algo para impedir o avanço das mesmas, ele arremessou três flechas em minha direção…
-PERAÊ, DE ONDE É QUE ESSAS FLECHAS SAÍRAM?!

Arremessaria meu corpo para a lateral a fim de me desvencilhar da pequena saraivada de flechas que vinham em minha direção. Entretanto, é bem capaz que ainda assim minha esquiva não fosse bem sucedida, por isso larguei a espada sem me importar muito com as consequências e puxei os cantis de metal, um em cada mão, segurando os mesmos pela alça de couro maleável, Giraria as garrafas de metal na minha frente como se fossem hélices de ventilador, criando uma barreira giratória que talvez impedisse o avanço das flechas.

Você deve estar se perguntando, “porque diabos ele largou a espada e pegou as garrafas?”.
Bom, a verdade é que não sou um espadachim e não tenho a menor ideia de como manejar uma lâmina, mas em contrapartida eu já briguei tanto em bares que, se tem uma coisa que eu sei usar como armas, são garrafas.

Desviando (ou não), me ergueria de frente para o homem de chapéu. Nas minhas mãos as garrafas ainda estariam girando por conta dos movimentos contínuos de meus pulsos.

- Maldito cowboy gótico, eu já estou cansado de você!

-EI mendigo, ataque comigo!!-
Ordenaria quando avistasse Levi, em seguida avançaria contra o homem mais uma vez, mas agora ao invés de brandir a espada eu iria girando as garrafas ao meu lado.

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Assim que chegasse perto de meu oponente gótico, tentaria golpear a lateral de sua face/máscara com o girar horizontal da garrafa, e passaria direto por ele ao faze-lo (acertando ou não).

Pode ser que o golpe acerte em cheio, mas levando em conta o meu histórico nesta luta eu não estou contando com isso. A verdade é que todo o movimento foi planejado pensando na hipótese dele se desviar deste primeiro golpe, pois assim que ele se desviasse da primeira garrafada eu iria arremessar a outra garrafa que girava fortemente na minha outra mão, fazendo-a acertar com força no visor de sua máscara.


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Mas vamos levar em contta que provavelmente o Levi atacaria ao mesmo tempo que eu, pressionando mais ainda o “justiceiro de Sorbet” e isso poderia me dar alguma vantagem, afinal, ele agora não estaria se desviando apenas de meus ataques.

Caso ele aponte uma arma em nossa direção ou levante a mão mais uma vez (igual da vez que atirou as flechas), os golpes com os cantis seriam focados na sua mão/arma ao invés de sua máscara. Para assim impedir seu ataque ou  desarmá-lo.

Logo após o arremesso de garrafa (Mesmo que não tivesse sido efetivo) eu tiraria o chapéu de couro e avançaria contra o gótico mais uma vez sem dar tempo para que o mesmo reagisse pela terceira vez (igualzinho do jeito que avancei contra a fachada da farmácia), Cabeça baixa, chifres para frente, corpo levemente inclinado para cima.
Usaria a inércia do giro do cantil para bloquear algum possível ataque direcionado a mim.

Correria contra o homem e enfiaria meus chifres em seu estômago antes de erguê-lo com a força de meu pescoço/tórax, e depois de balançar a cabeça três vezes eu o arremessaria no chão com um forte balançar de cabeça.

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Assim que a situação fosse favorável, recolheria novamente minha espada no chão e o cantil que arremessei contra o gótico.

Ao final da luta, iria até Levi ver a sua atual situação (e se ele estava com meus remédios).


info.:






Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia
-Condução
-Navegação
-Astronomia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.


-Chegar em Sorbet e reabastecer o brigue
-Pegar remédios
-Pegar 2 cantis com alça
-Chegar em Baterilla
-Partir para a Grande Rota
-Chegar no Farol

-Aprender proficiência: História
-Aprender proficiência: Criptografia
-Aprender proficiência: Armadilhas

-continuar a desenvolver liderança

15.760/15.760400/4005/1010/15

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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue  || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 06



Blade


Blade se colocava de pé sentindo um misto de dor e raiva, novamente, ele estava sofrendo em batalha.  Por mais conhecimento no ilusionismo que tivesse, aquela ação louca de avançar fazendo o som dos disparos não era eficaz, já que estava claro para mulher o que ele estava realmente fazendo. No entanto, ela não se manteve parada, mesmo com a dor do seu ferimento, se moveu com maestria para dificultar a vida do lobo, que em meio aos seus falsos disparos, disparava realmente sua arma.

Enquanto a mulher se movia desviando dos disparados, o canino mudava sua linha de ação. Puxando sua adaga e investindo na direção da sua oponente, que fazia o mesmo, indo contra a sua investida. As ações seguidas também não funcionavam, Blade não contava com o conhecimento necessário para aplicar aqueles movimentos, carrinho? HAHAHAHA! Um simples salto lateral da mulher acabou com toda ação do lobo, inclusive, ele acabava perdendo sua lâmina, no momento em que lançou na direção da mulher – Isso não é suficiente! – Gritou dando um soco no cabo da adaga, jogando-a longe.

O que estava por vir conseguia ser ainda pior, já que o lobo literalmente se jogou na água. Em um devaneio da sua mente, ele tentou atirar por debaixo do tal do píer, que não existia ali. Na verdade, o porto era feito por concreto, algo alterado na luta anterior naquela mesma região, onde um trio de irmãos se tornaram caçadores de recompensa. Enfim, isso é história para outro momento. Os disparos do homem-lobo pararam no concreto e ele pode ouvir a mulher gargalhando lá de cima – MEUS DEUS! QUE MERDA TÁ FAZENDO? – Gritou. No momento em que Blade tentou subir novamente, assim que botou sua cabeça na altura do lugar, recebeu um chute tão forte que fez seu cérebro chacoalhar – Morra aí mesmo! – Disse a mulher vendo o lobo voar em direção a água, tendo sangue voando da sua boca. Blade caiu no mar, ele ainda estava acordado e sentia uma forte dor na região da sua boca. Ele precisava de um plano para sair dali, já que a loira ficava à espreita dos seus movimentos, enquanto rasgava parte da sua roupa e enrolava na região atingida.


Cornélia

Cornelia chamava o vendedor para o duelo, pelo jeito suas palavras mexeram em cicatrizes profundas na trajetória da mulher até ali. Suas palavras em tom provocativo inflavam ainda mais a vontade do homem em atacar, contudo, ele ainda conseguia controlar os seus desejos – VEM PRA CIMA ENTÃO! – Gritou o homem com toda sua força, fazendo movimentos como se chamasse a mulher para o combate. Ao ver a urgência em suas ações, Cornelia investia contra ele com velocidade, usando de toda sua experiência e capacidade em combate.

Sua inteligência e superioridade física se mostravam claras naquela ação, já que ela literalmente brincava com seu oponente. Este último lançou um ataque sem nenhuma técnica, que foi desviado com um movimento simples e extremamente eficiente da mulher, porém, no momento em que fora acertar o seu oponente, percebeu um amontoado de cabelos amarelos em seu caminho. Não apenas isso, ela sentiu uma dor aguda na região do seu abdômen, que a lançou alguns metros para cima – Eu sabia que você viria! – Disse o bibliotecário com um sorriso no rosto, sendo levado no colo pelo amarelão que em um movimento rápido, o tirou do alcance da mulher – Deixe isso comigo, vá avisar a Guilda. Se tem dois, provavelmente tem mais deles por aí! – Disse com convicção e serenidade – Por um momento não achei que fizesse parte, mais pelo jeito, você e seus amigos estão querendo se meter  em problemas. – Falou o homem.

O loiro não perdeu tempo e avançou com ferocidade, seu impulso foi grande ao ponto de danificar parcialmente o solo, mostrando um pouco da sua força. Ao chegar perto de Cornelia, ele desferiu um chute pesado, visando acertar a face da mulher. Ela podia sentir o perigo daquele golpe, era como se soubesse que se fosse acertada, estaria em um problemão.


Deep

Scaleback percebia a força dos seus oponentes, não seria uma luta tão simples como esperado pelo mesmo. Enquanto pensamentos surgiam em sua mente, o trio se preparava para mais uma saraivada de ataques, contudo, uma troca de olhares ocorria momentos antes do desenrolar das suas ações. O tritão então tomava uma decisão, seguiria o direcionamento daquele estranho sentimento que acometia todo seu ser, aquela sensação de poder e a ligação com o mar que ficava cada vez maior. Sua ideia era simples: traria o mar para a batalha, varreria seus oponentes do convés e os levaria para seu habitat natural. No momento em que chegou na borda do navio, ele se concentrou, puxando o mar pouco a pouco, contudo, os seus inimigos não ficaram esperando calmamente.

Antes que pudesse se dar conta, Deep sentia uma pressão nas suas nádegas, um chute era dado naquela região que fazia seus pés perderem o contato com a madeira da sua embarcação – SUUUUUUUUUUUUUUUPER CHUTE TRIPLO! – Ele ouviu antes de sentir o impacto acertando suas costas com ferocidade, em uma ação instintiva ele inflou abruptamente, causando alguns danos aos pés dos seus oponentes. Contudo, ainda sim teve sua ação cortada no meio e seu corpo lançado ao mar, aquela esfera de carne agora se encontrava fora do Lamento.

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HAHAHA! PEIXE BOM, É PEIXE NA ÁGUA. – Falaram os três correndo para o centro do convés, empurrando o mastro que acabava por ser lançado totalmente na água. Eles pareciam ter mudado de ideia, na verdade, não se sabe ao certo quais eram seus planos em furtar aquela embarcação, já que eles estavam juntos com a loira, que enfrentava o canino. Eles começaram então rapidamente a destruir o navio, seus chutes e socos eram capazes de danificar a estrutura do barco, o convés era o mais alvejado de todos. Se o tritão demorasse muito na água, não sobraria mais um navio quando emergisse do mar, ele precisava pensar rápido em uma solução para lidar com aqueles três pestinhas.


Levi e Subas

No interior da farmácia Levi percebia que o perigo ainda o cercava, já que Bil havia lançado mais granadas para o interior do lugar. Ele gritou para Subaé do lado de fora, de maneira retórica e de certa forma irônica. O mendigo passava pelo buraco feito por Subaé, vendo o seu “aliado” girando algo em sua mão e parando as flechas lançadas pelo seu oponente, que naquele momento, percebia rapidamente a presença do jovem.

Do outro lado estava o Pirata, que agora tinha uma real noção da força do seu oponente, já que até agora ele não havia acertado um golpe sequer. Subaé investiu e Levi seguiu a deixa do mesmo, aproveitando da vantagem numérica para sobrepor as habilidades do mudo. O primeiro golpe do Bode passou em branco, mas isso já era o que ele esperava, na verdade, tudo estava indo de acordo com seu planejamento prévio. Bil tinha desviado lateralmente do primeiro ataque da cabra, Levi por outro lado investia nessa oportunidade e visava tirar a sua máscara, já que no interior da farmácia não encontrou nada que servisse como uma adaga ou algo semelhante. No entanto, uma pequena falha proporcionava a oportunidade que o caçador esperava! A sincronia entre os dois aliados era bom, só que a agilidade de ambos era completamente diferente: Enquanto Levi levava a mão até o rosto de Bil, ela era acertada pelo ataque de Subaé, causando uma dor acima do normal naquela região, deixando um hematoma roxo no punho, trincando o dedo anelar e o do meio.

Bil não escapou do impacto, sua máscara acabava sendo avariada, mas ele ainda se encontrava apto para o combate. Subaé não estava afim de dar tempo ao homem e rapidamente investia em sua direção, almejando acertar seus chifres no ombro e perfura-lo com a ferocidade que um bode poderia ter. No entanto, diferente do esperado, Bil não avançou ou desviou, na verdade, ele correu! Uma pequena perseguição começava a acontecer no meio da rua, na frente o homem de chapéu corria e atrás dele uma cabra apontava-lhe os chifres enquanto disparava com toda sua velocidade – E ai Bil, rapaz, tava te procurando. Tem um peixão pra gente pegar. – Uma voz entrava pelos ouvidos da cabra. No mesmo tempo que a voz entrava pelos seus ouvidos, ele sentiu algo tocar seus pés, uma espécie de rasteira acabava sendo aplicada no pirata, levando-o até o chão – E o que tá acontecendo aqui? Aliás, trouxe pra você! Sei que gosta dessas coisas. – Falou a figura estranha e de olhos claros, jogando uma pochete na direção de Bil, que pegava com facilidade.

O que tá rolando por aqui? – Indagou a mesma figura caminhando na direção do antagonista inicial do pirata. Subaé podia ver que a pochete era do mesmo estilo usado pelo seu companheiro de longa data, assim como as palavras daquele esguio homem davam a entender que realmente era o item de Deep. Bil fazia algumas gesticulações, parecia estar conversando com o seu aliado da sua própria maneira – Entendi, ele tentou roubar a farmácia e aquele lá atrás está com ele. – Falou o homem de olhos azuis, careca e com um aspecto visual realmente feio – Acredito que você não vá ter problemas, mas, quer ajuda? – Indagou o mesmo olhando fixamente para Subaé e Levi, que estava uns bons metros atrás – Ah, pega esse ai. Vou prender aquele lá! – Apontou para Levi e em um movimento rápido, disparou na direção do mendigo.

O que Subaé faria? Iria interceptar o oponente? Deixaria que Levi se virasse do seu próprio jeito? Fugiria com o rabo entre as pernas? E Levi? Enfrentaria de peito aberto o oponente que vinha em sua direção? Abandonaria seu mais novo parceiro? A dor em sua mão era algo agoniante, mas, ainda sim era possível de ser usada em um combate.



Histórico Geral:

Legendas:
Deep
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Sirarossa - West Blue
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Deep
Novato


Eu ia tentar chamar o mar para a luta quando me jogaram para fora do lamento e soltaram uma zombaria que foi a última coisa que consegui ouvir antes de mergulhar na água do mar, pude sentir o líquido frio me envolver enquanto o sangue quente pulsava nas minhas veias. A raiva fervia em mim como as espumas borbulhantes das ondas no mar, meu coração e mente eram pura tempestade e era quase como se o mar ressoasse comigo, a água ao meu redor começaria a rodar em resposta a minha fúria, um redemoinho de pura raiva, água e poder. Abriria meus olhos querendo arrancar o coração daqueles três palermas, aceleraria rumo a superfície e pularia para o convés levando comigo tanto água quanto conseguisse.

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Tentaria fazer essa água girar ao meu redor e então a arremessaria na direção dos humanos tentando os jogar para fora do barco ou pelo menos encharcar o convés.

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Após conseguir ou não o ataque, prosseguiria indo pra cima do mais próximo de mim dentre os três, tentaria dar nele socos dados na horizontal, pois assim errando ou acertando o golpe, muito dificilmente a força do mesmo seria jogada no barco.

Sempre que me aproximasse do se um oponente e ele tentasse se mover, defender ou contra atacar, faria gotas de água do chão ou das que estão sobre minha pele molhada, voarem em direção de seus corpos como tiros impiedosos, um chuveiro de morte.

Se algum inimigo recuasse pisando em água, faria um movimento rápido com a mão como que chamando a água para mim, para assim puxar o “tapete” do alvo e tentar o fazer cair para eu poder lhe agarrar pelos pés e jogar no mar.

Se algum dos três distanciar as pernas sobre uma poça de água, faria a mesma subir como um soco do oceano no saco do humano.

Durante toda a movimentação, minha fúria se manteria afetando o mar em meu alcance, a água nessa área ficaria tentando se jogar para dentro do lamento em ondas como se o próprio mar estivesse em fúria.

Se alguma onda quebrasse no bar jogando gotas de água salgada no ar, esticaria minha mão como que apontando um dos oponentes, o mais próximo, como alvo e forçaria as gotas a voarem com força de tiros contra esse alvo.

Se em algum momento me batessem, manteria uma pose firme e inflaria bem no momento do impacto para tentar gerar força suficiente para arremessar o atacante no mar.

Se em algum momento todos os três inimigos caírem na água, me sentaria na beira do convés mais próximo onde eles estão, minha fúria e sede de sangue fariam a água ao redor deles girar em um redemoinho tentando os manter ali e os puxar pro fundo, para os afogar, diria então:

-Parece que o próprio oceano quer matar vocês… Vamos lá… Lutem com o oceano agora… KUKUKUKU...
Histórico:





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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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