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Kenshin
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I - Desventuras em Sirarossa Qui Maio 27, 2021 9:11 pm
Relembrando a primeira mensagem :

I - Desventuras em Sirarossa

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Yuura Mimiko. A qual não possui narrador definido.

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I - Desventuras em Sirarossa - Página 2 J09J2lK

Pepe
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Re: I - Desventuras em Sirarossa Ter Jun 08, 2021 8:25 pm


Narração

Mimiko
Localização: Sirarossa - West Blue
Período do dia: Manhã

Perdida em seus próprios pensamentos malucos, e extremamente nojentos, diga-se de passagem. Mimi aceitava ficar por lá, inclusive indagava sobre como ele cuidaria da situação. Porém ele reagia a pergunta da glaive primeiro, a resposta não veio de forma falada, quase dava de ombros, apesar de olhar de forma estranha para a menina. Afinal, se ela fosse dormir ali, não teria como ele vigiar se ela dormiria com a arma ou não...

Depois, ao aceitar que havia contratado uma maluca, começava a falar. — Posso deixar a chave com você, já que vai precisar dela para ir em algum local... fazer suas necessidades — comentava ele. — Já eu não durmo aqui há anos... vou dormir na minha casa mesmo — falava Arthur.

A menina então fazia algumas perguntas pertinentes a como limparia o local e ele indicava que no banheiro estava o material de limpeza. Quando Mimi adentrava para pegar, percebia que o que temia não ocorria. Ele com certeza não fazia suas necessidades na banheira ou qualquer coisa do tipo, o local só cheirava a poeira e claramente não era utilizado havia um bom tempo, só estando “razoavelmente limpo” na região onde ficava o material de limpeza, ou seja, Arthur no máximo limpava o lado de fora, mas não se preocupava com aquele cômodo. Além disso, a adolescente via onde estava a privada, que estava ali, mas quebrada, com a porcelana faltando diversos pedaços.

E bem... se o banheiro não lhe chamava a atenção o suficiente, quando Mimi abriu o quarto foi várias vezes maior a sensação de que não se abria o local. Para começar a escuridão do local, as janelas estavam completamente fechadas e o cheiro de poeira e até de mofo era tão forte que incomodaria qualquer um com olfato. Ligando as luzes do quarto viu que não havia documentos ou qualquer coisa que indicasse o que havia acontecido ali. O que aconteceu na realidade parecia bem simples. Pois havia uma cama de casal ali e tanto nela como em todos os lados do quarto havia móveis e jarros quebrados, terra espalhada perto dos jarros.

Gastou um bom tempo arrumando aquele cômodo e o banheiro, muito mais do que imaginava ser possível. O dia estava passando e sentia que a barriga estava começando a roncar mais e mais. Do lado de fora só ouvia a ventania aumentando em igual proporção, ou até mais do que a sua fome. Arthur estava na loja e não parecia que outros clientes estavam chegando. Se houvesse, não falavam alto ou qualquer coisa do tipo.

Chamando pelo velhote para que ele visse o trabalho feito por ela, percebeu que ele demorou um pouco para chegar. Ele sorria vendo o ânimo dela apesar de Mimi só ter limpado o local. — Acho que você pode tomar um banho e depois irmos comer alguma coisa, o aprendizado pode ficar para amanhã — falava indo até a janela e a abrindo, onde mostrava que havia passado um bom tempo, Mimi gastou quase o dia todo tamanha era a bagunça daquele quarto. — E não tem problema você ficar com a glaive, foi esse o pensamento desde o começo, não? Você trabalhar aqui justamente para conseguir “pagar” por ela — comentava o velho sem entender a pergunta dela. Será que ele estava caducando tanto que havia explicado errado para ela? Ou será que Mimi que possuía alguns parafusos a menos? Para a infelicidade de Arthur era a segunda resposta, mas não havia como ele saber.

E a prova de que Mimi não batia bem da cabeça vinha em seguida. Ela mudava de assunto mais rápido do que era possível de se imaginar. Logo após perguntar sobre ficar com uma glaive, ela perguntava sobre a família de Arthur. E como resposta imediata o que via era o sorriso do homem sumindo. — Minha esposa morreu mais de vinte anos atrás — falou triste começando a olhar para o lado. — Já a minha filha partiu doze anos atrás com a minha neta e nunca mais deu notícia — falava ele. — Ela se tornou uma pirata dentre todas as coisas — lamentava.

Percebendo que havia acabado completamente com o clima, Mimi decidia alterar um pouco a situação e perguntava se havia algo que precisava fazer. O homem sinalizava que não com a cabeça, além é claro, de ir tomar um banho.

vou considerar que fez o monólogo no banho

Quando voltou do banho, falou que estava indecisa sobre o que precisava fazer, via que Arthur já estava fechando a loja para saírem para comer. O velhote olhava para ela com apreço vendo que ela parecia interessada em sua opinião. — Bom, serviços assim existem na ilha com certeza. Mas pode relaxar que virá serviço para você amanhã na loja. Depois que te ensinar a criar projéteis. Teremos várias sessões de ensinamento para que você vire uma ferreira de primeira linha — falava ele orgulhoso indicando para ela sair pela porta primeiro.

Arthur trancava a porta e passava a chave para Mimi. O vento forte parecia que poderia carregar os dois com tranquilidade. A menina reparava que por ali não havia casas, o mais próximo disso era um bar que chegaram após andar por um tempo. — É bom comermos aqui, que é o local onde você poderá pedir para usar o banheiro... — falou ele enquanto adentrava. O bar não era dos mais vistosos, o povo ali se acolhia do frio do vento do lado de fora. Tanto que a maioria do povo estava tomando ou sopas quentes ou bebidas quentes.

Uma mulher os atendia no balcão, ela era ruiva e bem bonita. — Pode se apresentar — falava o velho esperando que a menina tomasse a iniciativa.


Legenda:
Randons
Se tiver mais random no mesmo parágrafo dos outros randons
Vendedor velho - Arthur

Histórico:
Nome e link da Aventura: Desventuras em Sirarossa
Nome e Ficha dos Participantes: Yuura Mimiko
Localização da Aventura: Sirarossa - West Blue

Mimiko

Ganhos:
- Cartazes de gente aleatória de outras ilhas do West Blue

Perdas:

Relação de Personagens:

Experiência: 5 posts
Localização Atual: Sirarossa - West Blue


Quantidade de Postagens do Narrador: Pepe – 5 posts
Resumo: Nada acontece feijoada
Opinião sobre a Narração: Uma bosta

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Formiga
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FormigaEstagiário
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Re: I - Desventuras em Sirarossa Qua Jun 09, 2021 1:21 am
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Certo! O mistério número um sobre o velho Arthur tinha sido resolvido, ele não fazia suas necessidades na banheira. Urgh! Que agonia me dá quando vem à mente aquelas coisas nojentas que pensei anteriormente – É uma coisa boa, pelo menos dá para ver que ele é uma pessoa normal. – Disse mentalmente como se quisesse confirmar algo em minha mente. As palavras do meu bisavô vieram de forma tranquila, talvez eu tenha me atrapalhado na pergunta sobre a glaive ou eu entendi errado mesmo? Que seja! Agora tenho a certeza que ficarei com aquela belezinha para mim, preciso dar um nome para ela - Yui! Tem sugestões de nomes para minha Glaive? Lembra que o vovô contava que algumas pessoas fortes nomeavam suas armas? Eu não sou forte, mas, ninguém precisa saber disso. – Perguntei a minha melhor amiga com um certo receio, na verdade, perguntei apenas por obrigação para que ela não enchesse meu saco falando que não pedi a sua opinião em uma decisão tão importante, aqui para nós... ela tem um péssimo gosto para nomes – Arrebatadora de Crustáceos. – Eu sabia que não iria vir coisa boa – Avassaladora de Gigantes? Matadora de Felinos? Talvez... Polvoeia? Não, estranho demais. Já sei! – Que medo dos meus ouvidos sangrarem, me dá forças senhor – Coadora de Meliantes! Criadora de Peneiras? Chifre Bovino dos Céus? Decepadora de Línguas? Pequena pequenina? – Que bom que acabou, ainda estou viva, não estou? – Obrigada pelas sugestões, vou ver qual gosto mais. – Respondi mentalmente à doidinha da minha amiga e que nomes estranhos foram esses?

Tenho uma sensação de que já esperava que o Arthur não tivesse família, mas, me sinto triste por ele. Enquanto estiver por perto irei tentar fazer a vida dele um pouco mais alegre e ajudá-lo no que for necessário no que diz respeito a loja, talvez tenha que atrasar um pouco meus planos, mas é isso que o vovô Khan faria. O banho foi bom e necessário, não queria ficar fedida no meu primeiro dia de trabalho, o único problema é que não tenho outras roupas, tive que sacudir as que usei na limpeza mesmo, espero que não estejam fedendo – Entendi, então por hoje irei apenas aproveitar. Amanhã temos trabalho! – Falei em alto e bom-tom, de certa forma estava animada para o próximo dia ali na loja, queria que fosse produtivo e com certeza não medirei esforços para aproveitar o máximo – Que friooo! Sirarossa é sempre assim? – Perguntei no momento oportuno, saber um pouco mais sobre a ilha não era uma má ideia, já que não sabia quanto tempo permaneceria aqui, talvez para sempre?

Tenho que admitir que estou me sentindo bem confortável do que imaginei, até estou sendo levada para comer e espero que seja de graça – Que mão de vaca! E outra você nem me esperou. – Escutei as reclamações de Yui, ela estava completamente agasalhada e apenas seu rosto estava de fora das suas roupas, ela estava usando as mesmas roupas daquele fatídico dia. Se bem que ela está aqui comigo né? Então está tudo bem! – Tive que acompanhar o bisavô, não iria deixar ele vindo sozinho assim, do jeito que é magrinho até o vento forte podia levá-lo voando. Me desculpa mesmo assim. – Vi o pequeno sorriso se formando na boca da menina, tudo estava bem com a dupla dinâmica. Ah! O lugar era bonito, simples, mas bonito. Isso faz bem a minha cara, sabe? Essa tranquilidade me lembra Ugmo em seus dias de glória – Oi! Meu nome é Yuura Mimiko, sou a nova funcionária do Arthur e em breve serei uma ferreira tão boa quanto ele. – Falei com um sorriso no rosto exalando carisma e simpatia – Aliás, pode me chamar de Mimi! – Conclui, não gostava tanto de formalidades comigo, mesmo que eu normalmente agisse usando um certo requinte com terceiros – Já posso pedir? Deixa eu ver…- Olhei ao redor buscando por um prato e pude observar que a maioria estava tomando algo quente – Quero uma sopa de verduras, vocês têm? Se não de galinha, carne ou você pode misturar tudo em uma tigelona para mim também. E o senhor bisavô, vai querer o que? – Eu ainda estava com dúvida se aquilo iria sair do meu bolso ou não, mas não serei rude o bastante ao ponto de perguntar ao meu chefe se ele pagaria ou não pela comida – O senhor sempre vem aqui? Parece ser um lugar bem confortável, aconchegante eu diria. A comida é barata? – Perguntaria os valores se não visse em nenhum lugar uma tabela com os mesmos, de qualquer forma, continuaria com o mesmo pedido – Aqui vende doces? Pirulito, balas, qualquer coisa com açúcar me serve. – Não poderia mais negligenciar minha dependência, na única vez que isso ocorreu passei extremamente mal até que pude sentir aquele gostinho doce derretendo na minha boca.

De maneira simples e resumida me manteria atenta ao meu redor e principalmente a Arthur, seguiria caso ele fosse para uma mesa ou algo desse tipo que ali existisse, se ficasse no próprio balcão e tivesse por perto pegaria dois bancos, tendo apenas um, deixaria para que o meu bisavô sentasse – O senhor disse que sua esposa faleceu, foi por causas naturais? Meu avô infelizmente não teve essa sorte e isso era algo que ele sempre me falava, sabia? O desejo dele era morrer dormindo, ele queria descansar. – Talvez por ser nova ou apenas por ser falastrona me faltava um pouco de tato para certas coisas, eu me sentia um pouco triste a falar de certos assuntos, entretanto, falar me fazia bem – Infelizmente sua forja foi tomada por umas pessoas cruéis e aquilo o destruiu por dentro. – Conclui, não lembro se já havia contado antes essa parte da história – Se o senhor não quiser falar disso, tudo bem. Como já viu eu gosto muito de conversar, então normalmente presumo que todos tenham o mesmo gosto. – Daria um sorriso um tanto quanto sem graça caso notasse desconforto nas palavras ou ações de Arthur, não entraria nesse assunto novamente e permaneceria ali. Caso o alimento pedido chegasse não pensaria duas vezes em começar a degustação do mesmo, acho que eu não contei o quão gosto de comer, não é? É uma batalha intensa entre comer rápido e aproveitar, porém, dessa vez irei pelo caminho mais saboroso e vou tomar a sopa aos poucos, aproveitando o sabor que ela carregava – Entendo, sinto muito pelo senhor. – Falaria caso Arthur desse abertura no assunto da sua falecida esposa – Deve ter sido difícil, ainda mais por conta da sua filha e neta, elas devem estar bem, não se preocupe. – Minhas palavras tentaram de alguma forma levar um conforto para o homem – Agora estou aqui para lhe fazer companhia! Sei que falo pelos cotovelos, mas sou gente boa. Vamos lá, fale mais um pouco, sempre morou em Sirarossa? Shishishishishi. – Não contive a gargalhada que seguiu com o término da minha frase.


I - Desventuras em Sirarossa - Página 2 Amaama-to-Inazuma-Tsumugi-a-comer


Aproveitaria da sopa até sua última gota, sem deixar nada para ser desperdiçado, seria capaz até mesmo de beber na própria tigela – Pelo jeito o senhor já vem aqui há muito tempo, não é? – Perguntaria – E vem cá, como andam as vendas? Tem alguma encomenda em mente para os próximos dias que precisará da minha ajuda? Aliás, não deve vender muito, não é? Já que não tem criminosos por aqui, não vejo a necessidade de armas. – Pausaria por um momento limpando o bigode feito pela sopa – Exceto pela glaive, afinal ela proporciona um visual massa para quem carrega. – Concluiria com um sorriso no rosto e olharia ao redor em busca de Yui – Cadê você menina? – Questionei mentalmente fingindo apenas dar uma olhadinha ao redor – Aqui! – Escutei do meu lado e que BAITA SUSTO levei, provavelmente devo ter dado um pequeno pulo de maneira instintiva – Quero dormir Mimi, na verdade, quero entrar naquela banheiraaaaa. – Às vezes ela consegue ser tão infantil quanto uma criança de cinco anos – Já que ele não faz nada lá, é só limpar e encher, não é? – Escutei suas palavras e senti uma certa lógica nelas, se não estivesse danificada seria algo que utilizaremos ainda hoje – Ok! Podemos ver isso mais tarde, já comeu? – Olhei rapidamente para o lado onde ela estava e pude ter uma resposta positiva, agora estava tudo bem, mulheres com a barriga cheia não querem guerra com ninguém.

Continuaria ali escutando as possíveis palavras do senhor, gostaria de poder saber um pouco mais sobre a história do meu benfeitor.

Histórico:
Nome: Yuura Mimiko
Apelido: Mimi
Posts: 06
Legendas: Yui | Fala | "Pensamento"
Contador de Dependência: 06/15
Dinheiro: 5.250.000 ฿S
Qualidades:
Spoiler:
• Atraente;
• Carismático;
• Prontidão;
• Mestre em Haki;
Defeitos:
Spoiler:
• Ambição (Ter poder físico e monetário);
• Dependente (Açúcar e Doces no Geral);
• Motefobia (Medo de Borboletas);
• Intolerância Racial (Pescoço de Cobra)
• Louco (Ver e interagir com sua melhor amiga falecida);
• Sono Pesado;

Ganhos:

  1. Cartazes de gente aleatória de outras ilhas do West Blue.


Perdas:

  1. Nadinha ainda


Players conhecidos: Nenhum ainda
NPC's: Randamu - Secretário da Marinha em Sirarossa
Velho da Loja de armas - Arthur
Extras: -
Objetivos:


  1. []Aprender Proficiência: Projéteis
  2. []Adquirir um uma Lança
  3. []Acumular o máximo de dinheiro possível para bater o teto do nível 01, sendo de forma coerente. Se possivel consegui levantar também uma grana realizando trabalhos simples, compras para uma senhorinha, tirar o gato da árvore, procurar um animal perdido e essas coisas.
  4. []Conseguir conexões úteis para um CR.
  5. []Iniciar o aprendizado da qualidade Ambidestria
  6. []Me divertir e ter um desenvolvimento do PP


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Curso Narrador AB, 2021
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Pepe
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Re: I - Desventuras em Sirarossa Sex Jun 11, 2021 5:46 am


Narração

Mimiko
Localização: Sirarossa - West Blue
Período do dia: Noite

A menina maluquinha percebeu que muita coisa era mero fruto de sua imaginação. E mesmo assim, sua imaginação não era boa o suficiente para pensar em algo tão banal quanto um bom nome para a sua arma.

Talvez não tenha tido tempo o suficiente já que iam sair? Talvez fosse hiperativa demais para isso? Pois já começava a realizar perguntas para Arthur, o velho sorria ao ouvi-la. — Na maior parte do ano é frio sim, mas hoje o vento está especialmente forte — falava ele olhando para o céu enquanto andavam.

Mimi, apesar do frio, sentia-se confortável com o andamento da situação. Ia jantar de graça e conhecer uma bonita ruiva, quem não gostaria de algo assim ocorrendo em sua vida? Se apresentava para a moça e via ela sorrindo em resposta. — Prazer em te conhecer, pode me chamar de Lena — ouvia, já quanto ao pedir a resposta era meramente sinalizada com um aceno de cabeça. Ela pedia por uma sopa de legumes vendo que o povo a sua volta estava comendo algo quente.

Depois, acabava indagando Arthur sobre a comida ser cara. — Não temos que pagar — ouvia em resposta. — É o combinado já que forneço as armas para a proteção do bar — falou Arthur, provavelmente já ruindo qualquer ideia absurda que Mimi poderia ter sozinha.

Enquanto ainda esperava, percebeu que sua boca há muito não sentia o gosto doce de algum alimento e perguntava para o velhote sobre a possibilidade. O primeiro impulso dele era uma risada curta, quase um “não acredito”, mas então Arthur acabava falando. — Tenho basicamente certeza que não infelizmente. Tem uma loja para o outro lado partindo do bar, você vai achar fácil — falava.

Arthur ficava no balcão mesmo e isso não intimidava em nada Mimi, que fazia perguntas para lá de pessoais. Quando terminou de perguntar sobre a morte da esposa do velho, percebeu a reação de Lena, a bartender a olhou com olhos bem esbugalhados de surpresa. Já o ferreiro não demonstrou nenhuma reação por um tempo. Até que ele indicava para que Lena lhe trouxesse uma cerveja. — Eu a matei... — falou ele com pesar no coração ao mesmo tempo que a garrafa era colocada já em sua frente sem a tampa. — A peguei com outro homem e me descontrolei — falou o velho bebendo um gole da cerveja. — Não tem muito mais o que comentar sobre isso — concluiu ele triste.

Só que a maluquinha era o poço da loucura então ela continuava falando. Não só sorrindo, como rindo e falando que agora ela fazia companhia para Arthur. Isso provavelmente aliviava um pouco a situação? Certo? Bom, era difícil dizer. Mas ele respondia. — Sim... acho que por isso que minha filha partiu, deve ser interessante conhecer outras ilhas — falava o homem olhando para a garrafa de bebida.

A sopa finalmente chegava e enquanto Mimi começava a provar a sopa, Arthur ia para o banheiro. — Oh menina, que tipo de perguntas é essa que você faz para um desconhecido no meio de um bar? — perguntou a bartender aproveitando que o velho havia saído. — Não precisa se assustar com ele por causa do que aconteceu, bem diria que ele nem consegue ferir alguém se quisesse hoje em dia, mas tenha um pouco mais de tato — repreendia Lena.

A comida em si, estava deliciosa. Quando Arthur voltava, Mimi já estava com a sopa basicamente toda em sua barriga. Começava então a perguntar sobre os negócios. Via que Lena sorria com aquilo, era uma ótima mudar o assunto. — Vendo armas constantemente para a família Salvatore — falava ele com tranquilidade. — Sempre temos armas para fazer, você vai aprender bastante — falou o velho sorrindo.

E o intuito de Mimi era ouvir mais histórias dele, mas infelizmente, ela havia matado o clima completamente para isso.


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Formiga
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Re: I - Desventuras em Sirarossa Sex Jun 11, 2021 1:52 pm
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Sinceramente eu fiquei surpresa com as palavras de Lena, sei que falo muito e normalmente as pessoas ficam incomodadas, porém, minhas falácias talvez tivessem tocado em um pouco nada agradável para Arthur – O quê essa mulher quer metendo a cara na conversa? – A voz de Yui ecoava pela minha mente, mas, era ignorada naquele momento, eu sabia que a ruiva tinha falo apenas pelo meu bem e principalmente o bem do velho Arthur – "Ele matou alguém…" – Pensei no momento em que ouvi as suas palavras, não, não estava surpresa por isso, afinal no mundo que vivemos era algo comum de acontecer. Essa era repleta de criminalidade era propícia a tal ação, claro, existem exceções como Sirarossa onde aparentemente aquilo não acontecia - Me desculpe. – Eram as únicas palavras que consegui dizer naquele momento.

"Será que ele ficou preso por algum tempo?" – Tal questionamento surgia em minha mente e sentia como se minha boca estivesse travada, eu não podia perguntar sobre aquilo novamente, preciso esquecer isso! Minhas mãos apertavam minhas coxas em uma tentativa de controlar a vontade que existia dentro de mim de falar, respirei fundo e apenas escutei a fala de Arthur sobre a venda de arma para a família Salvatore, ou seja, lá o que esse nome significasse – Entendi, pelo jeito o senhor fornece armamento para muita gente. – Ufa! Consegui me controlar, mas ainda me sentia estranho sobre aquela situação que estava envolvida, o Arthur vende arma e não tem crime, logo, não tem uso, certo? Mas por que continuam a precisar de armas? – Arth, tenho uma dúvida. – Bradei de maneira um tanto quanto tranquila, minha expressão facial passava uma certa confusão – Não me entra na cabeça o seguinte, se não existe crime... Para que precisam de armas? – Falei sem me importar em ouvirem, não via maldade naquela pergunta – O senhor não deveria estar basicamente falido? Na verdade, não, talvez eles vendem para outras ilhas? O senhor não tá perdendo dinheiro não? – Pausei minha fala por um momento, mas continuei sem dar tempo para uma resposta do bisavô – Quando o vovô Khan ainda estava vivo tentaram passar a perna nele bem desse jeito, ele faria algumas armas e armaduras para um grupo de pessoas, ele pensou que acabaria ali, mas, na verdade, eles iam vender para outros lugares por um preço MUITO acima do que estavam comprando, acredita que eles choraram desconto na hora da compra? O vovô acabaria pagando para trabalhar. – Concluí.

Essa situação foi realmente engraçada e, ao mesmo tempo, irritante, o vovô quase deu um “piripaque” de tanto ódio que ficou, mas no fim, acabou por não concluir esse acerto – – Minhas palavras soavam com uma certa tristeza aos ouvidos daqueles que estivessem atentos às minhas palavras, ainda sentia raiva daquele povo, na verdade, daquela espécie maldita, que nojo me dá pensar nisso. Ouviria as palavras de Arthur e torcia para que não fosse nada do tipo do vovô – Bom que aqui pelo jeito é diferente, enfim, vamos falar de coisas boas! – Tentei passar uma certa animação em minhas palavras – Já deu para perceber que sou um pouco ansiosa, então, o que teremos amanhã? Um dia pesado na forja? Vendas? Entregas? Mais uma noite com uma sopinha deliciosa como hoje? – A parte da sopa era dito em um tom mais alto, para que Lena pudesse escutar o elogio – Já que não pagamos, posso pedir mais uma? – Falei baixinho para que apenas o vovô pudesse ouvir – Dona Lena, pode mandar mais uma sopinha? – Faria o pedido tendo uma resposta positiva do velho, não, eu não comia tanto assim... A sopa que está gostosa.

Tomaria outra tigela na mesma velocidade que tomei a primeira, finalmente me sentindo satisfeita – Agora tô cheia mesmo. – Inclinava um pouco para trás e abriria o botão da calça, ainda mantendo o zíper fechado, é óbvio – Acho que vou engordar um pouco comendo bem assim, mas, sopa engorda? – Meu Deus! Eu não sabia se sopa engordava ou não – Lena, sopa engorda? – Falaria mais alto caso ela estivesse no recinto, quem melhor para me tirar essa dúvida se não fosse a própria dona do local, mas, ela era a dona? – Lena é a dona daqui, bisavô? – Perguntei colocando a mão no queixo. O clima estava bom, provavelmente aquela nuvem tempestuosa que pairou sobre nessas cabeças devido às minhas perguntas foi levada pelo vento que fazia na ilha, estava bom aproveitar um momento descontraído e conhecer mais meu chefe. Ficaria ali por tempo indeterminado enquanto Arthur continuasse por ali, entretanto, quando ele fosse embora, me despediria de Arthur e Lena de forma educada - Tchau, obrigada pela sopa, estava maravilhosa. Bisavô, obrigada pela oportunidade e nos vemos amanhã, certo? Tenham uma boa noite! - na direção da loja novamente, para poder repousar meu corpo e descansar finalmente – "Hora de dormir, Yui." – Diria mentalmente enquanto abria a loja de maneira tranquila, trancando a mesma assim que entrasse e confirmaria para ter certeza que fiz certo – Por que não ficamos acordadas até tarde hoje? Vamos brincaaaar. – Yui pode ser tão infantil que às vezes eu esqueço disso – Amanhã tenho um dia cheio, prometo que brincamos amanhã de noite, certo? – Pude ver o bico em sua boca, mas sabia que ela iria entender. Por fim, iria em direção a minha cama e me jogaria nela sem pensar duas vezes, tiraria apenas o casaco, o jogando no canto da cama – Deita logo meninaaaaaaa. – Reclamei da demora de maneira tão infantil quanto minha amiga, que vinha correndo e pulava na cama fazendo uma bela acrobacia – Boa noite. – Falei abraçando Yui, antes de pegar no sono.

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  4. []Conseguir conexões úteis para um CR.
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Re: I - Desventuras em Sirarossa Dom Jun 13, 2021 3:50 am


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Localização: Sirarossa - West Blue
Período do dia: Noite

Quando Mimi falava sobre existir crime na ilha e ele estar falindo, acabava ouvindo risadas em resposta. Não de Arthur, mas de Lena e de outros que estavam próximos do balcão e iam entregar as tigelas de sopa vazias. — Ninguém passa a perna em mim não, tanto que estou muito bem vivo após todos esses anos... digamos que as armas são usadas justamente evitando que os crimes ocorram — falava o velhote deixando no ar o que aquilo significava.

Após isso, não tardava para ela mudar um pouco o assunto e perguntar o que fariam amanhã. — Te ensinar sobre projéteis, você precisa melhorar para ser uma ferreira completa — falava Arthur. — Podemos tentar criar uma glaive tão boa quanto a que você pegou, quem sabe uma até melhor — comentava ele animando-se com a própria ideia. — E não se preocupe com entregas, dada minha idade, qualquer cliente sabe que precisa vir pegar as armas — comentava ele tranquilizando-a.

E não só tranquilizando-a, como animando-a falando que podia sim comer mais uma sopa. A menina então não só pedia por mais uma sopa, como aproveitava ela completamente. Via Lena sorrindo aos elogios e comentava que a única coisa que não engordava era não comer nada. — Sim, sou a dona — falava a moça ouvindo a pergunta e se adiantando a qualquer resposta que o velho podia dar. — Era do meu pai, mas ele se aposentou e me passou o local — falava ela orgulhosa. — E posso falar com tranquilidade que melhorei muito a comida daqui após a saída dele — o sorriso dela nessa frase era contagiante a ponto de quase todos do local concordarem.

Mesmo com o clima leve, Arthur não ficou muito mais por lá, um velho precisava descansar bastante e por isso os dois partiam não muito depois. Cada um na sua própria direção.

Ao chegar na loja de armas, o ambiente estava frio já que as janelas haviam ficado abertas. Quando se deitou foi um pouco difícil pegar no sono por causa do barulho forte que o vento fazia no telhado da loja.

Com toda aquela confusão, a menina maluquinha havia esquecido a principal coisa que Arthur havia falado para ela sobre o bar, que era onde ela poderia ir ao banheiro lá. Ela não só não havia feito suas necessidades ou escovado os dentes, ou seja, era uma menina nojenta por completo, como havia provado duas sopas inteiras antes de ir para a cama.

Por isso, será rodado um dado de 5 faces logo aqui embaixo, se cair ímpar Mimi mijará em suas calças e acordara com o cheiro de xixi invadindo suas narinas. Se cair par Mimi acordará tão apertada no meio da noite que não terá muito tempo para pensar. Independente da situação que acontecer, do lado de fora da loja de armas não estará mais o barulho simples de vento e sim de que estava nevando.

Quantidade aleatória (1,5) : 5


Legenda:
Randons
Se tiver mais random no mesmo parágrafo dos outros randons
Vendedor velho - Arthur
Bartender - Lena

Histórico:
Nome e link da Aventura: Desventuras em Sirarossa
Nome e Ficha dos Participantes: Yuura Mimiko
Localização da Aventura: Sirarossa - West Blue

Mimiko

Ganhos:
- Cartazes de gente aleatória de outras ilhas do West Blue

Perdas:

Relação de Personagens:

Experiência: 7 posts
Localização Atual: Sirarossa - West Blue


Quantidade de Postagens do Narrador: Pepe – 7 posts
Resumo: Nada acontece feijoada
Opinião sobre a Narração: Uma bosta

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Re: I - Desventuras em Sirarossa Dom Jun 13, 2021 11:50 pm
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Tá bem caro leitor, sou humilde o bastante para assumir que talvez ter aceitado dormir no hotel fosse a melhor opção, pois, aguentar esse barulho infernal não é para qualquer um. Antes de pegar no sono me senti feliz ao lembrar das palavras do bisavô com relação ao amanhã, não me importava tanto a dificuldade ou correria que pudesse ter, estar atarefado era algo bom naquele momento e será que dou essa sorte? Talvez pudéssemos juntos forjar uma glaive ainda melhor do que a oferecida a mim em troca dos meus trabalhos, bom, na verdade, foi o contrário, mas tudo bem. Alguma das suas palavras me soaram um pouco estranho, principalmente no que diz respeito as armas, mas, pensaria nisso com mais calma uma outra hora.

"Ué, onde estou?" – No momento em que as palavras saiam da minha boca uma expressão de surpresa surgiu em minha face – "Por que está saindo tão alto assim?" – Questionei aos ventos escutando minha voz em um tom extremamente alto e ela parecia ecoar por toda aquela imensidão colorida – "Yui?" – Olhei ao meu redor procurando minha melhor amiga, desde sempre ela esteve comigo e nunca ficamos um momento sequer separadas, digo, ficamos, mas eu conseguia sempre senti-la perto de mim – Estou aquiiiiii! – Ãhm? Essa é a voz da Yui? Que estranha, parece está consideravelmente mais grossa – "Onde você está menina? E que lugar é este?" – Falei um tanto quanto brava, talvez ela estivesse pregando uma peça? Não, será que eu acordei de noite e fui parar nesse lugar sem saber? Ou será que alguém me drogou? Arthur? Ele não daria isso, talvez a Lena... Sabia que aquela sopa estava muito gostosa para ser verdade – Você está no mundo mágico de Yuizona. – Escutei aquelas palavras que pareciam vir de todos os ângulos, como se preenchesse todo o ambiente.

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Uma figura imensamente gorda e feia, sua cara era idêntica a um livro antigo que contava a história de uma bruxa, Ashino amava aquela história – "Yui, você está horrível. Shishishishishi!" – Gargalhei quando a vi trajando aquelas vestes rosas que seguraram com toda sua força os fartos e caídos seios daquele corpo – "Você está parecendo a dona Joana, porém em proporções maiores." – Ri descontroladamente enquanto observava aquela mistura nada atraente – Calada! Você está no meu mundo! O mundo dos doceeeeeeeeeeeees. – O grito chegava a doer meus ouvidos e aquelas coisas estavam sempre ali? – "ELES ESTÃO VIVOS?" – Gritei correndo na direção de um dos doces, pulando e agarrando-o – TUDO ESTÁ VIVO! – Ela gritou ainda mais alto enquanto mudava para sua forma infantil, mantendo seus cabelos na cor rosa e sua cara feia de bruxa, mas, no corpo de uma criança. Na verdade, era como Yui falou, tudo ali parecia estar vivo e dançavam aleatoriamente, que sensação boa dava em estar em um lugar como aquele, parecia que o sonho de criança tinha se tornado realidade – "Que som é esse?" – Perguntei um expressando uma certa estranheza em minhas palavras, parecia ser um som de água, mas ali não tinha nada que indicasse fazer aquele som – Não sei! Vamos brincar. – A pequena pegava minha mão e me levava correndo naquele mundo adentro.

Abri meus olhos tendo como a primeira coisa em minhas vistas o teto daquele limpo quarto onde eu estava – Mas que sonho estranho. – Balbuciei passando a mão pelos meus olhos, tirando as remelas que haviam se formado pela minha dormida – Que horas são? Você sabe Yui? – Indaguei sacudindo a pequena ao meu lado, que também era forçada a despertar do seu sono – Me deixa dormir… – Reclamou virando-se para o outro lado e foi quando vi uma tonalidade um pouco mais escura na cama, como se tivesse sido derramada uma jarra com água. Duas fungadas foram dadas por mim e só percebi o que tinha realmente acontecido, toda a cama estava MIJADA por mim e por Yui – Não acredito! Aquele sim, de água, por que você não me acordou? – Briguei com a menina enquanto empurrava ela da cama com meus pés, jogando-a literalmente no chão. Ok, essa não foi uma das minhas melhores escolhas porque ela voltou extremamente irritada (e com razão), voando em meus cabelos começando uma briga entre nós duas – Você mija e a culpa é minha? – Ela disse puxando meus cabelos azuis – Você também mijou! – Gritei empurrando sua bochecha com meu pé.

I - Desventuras em Sirarossa - Página 2 3a247965775af88a5b1fd580975477409fb82f3c

Após alguns minutos estavam deitadas por cima do mijo, digo, ela estava, pois, eu tomei cuidado para não me sujar mais do que já estava – Parece que voltamos alguns anos no tempo, lembra aquele dia que Ashino acordou repleta de mijo e veio deitar na nossa cama? – Bradou Yui, gargalhando em seguida – Aquele cheiro estava pior que esse nosso, com certeza ela passou uns dois dias sem beber água. Que saudade dela, será que está bem? – Já fazia um bom tempo sem sinais dela, talvez fosse uma opção melhor procurá-la quando pudesse e deixar essa história de ir atrás do meu pai para lá, pelo jeito, não terei um bom destino se ir por esse caminho – Vamos limpar tudo? – Perguntei a Yui e como um passe de mágica, ela havia sumido dali – Como sempre, fugindo do trabalho. – Externei um pouco das minhas frustrações, minto, não chega a esse ponto, já estou acostumada. No mais, não me tratava nada a fazer além de pegar os lençóis que cobriam a cama e ir até onde tomei banho anteriormente – "Será que encontro alguma roupa por aqui?" – Pensei alto enquanto caminhava.

Joguei os lençóis no chão e liguei a água, usaria o que tivesse disponível para limpar, como sabonete, sabão ou algum tipo de produto de limpeza que usei anteriormente na limpeza dos cômodos. Encontrando algo ou não lavaria até mesmo com água, esfregando as partes que estivessem molhadas pela urina ou úmidas, não sabia ao certo quanto tempo passou desde que mijamos na cama. Esfregaria com cuidado para que não rasgasse, entretanto, colocaria a força necessária para que (mesmo pouco) limpasse a sujeira que fiz. Aliás, por mais que quisesse não podia tomar banho ainda, pois, que roupa usaria? Na verdade, será que Arthur já estava chegando? Daria uma atenção para isso, indo até onde pudesse ver como estava o lado de fora, uma das janelas já me servia é assim veria se já era dia ou se ainda era noite – Neve?! – Meus olhos brilharam, pois, era a primeira vez que estava presenciando aquela dádiva da natureza – Sirarossa me surpreendeu dessa vez. – Deixei escapar palavras que carregam um tom de felicidade, sempre quis brincar na neve, porém, lá em Ugmo não existia tal clima – Uma pena não poder sair agora, espero que neve mais vezes. Tchauzinho e volte outra vez! – Falei com a neve, sim, é isso mesmo que estão lendo.

Me movia de maneira empolgada em saber que nevava na ilha, sim, pode não parecer mais por dentro eu estou muito feliz! Se fosse de noite ainda ou de manhãzinha, minha missão seria bem simples, encontrar um par de roupas usáveis para passar algumas horas enquanto as minhas secavam, na verdade, isso me fez me lembrar que eu precisava de duas coisas: Roupas e doces, sendo que o último eu já sabia, minha boca salivava ainda mais ao pensar no doce que eu comeria assim que tivesse oportunidade e é claro, não poderia demorar muito mais. Fucei onde pudesse e meus olhos alcançassem, buscava por um short, calça ou qualquer outra roupa que pudesse usar, pelo menos para cobrir a parte debaixo do meu corpo. Se achasse olharia primeiro se estava limpo, também não ia usar nada sujo, se um sacudida bastasse para tirar a poeira assim faria e vestiria se estivesse nas condições ideias para isso, sendo que tomaria banho antes de utilizar a nova muda de roupa. Contudo, se não encontrasse nada útil apenas tomaria um banho como antes e no meio dele lavaria as peças que estavam sujas de xixi, principalmente a calcinha, não podia andar por aí fedendo – Como que pode, não tenho uma roupa sequer e até agora não tinha me ligado. – Balbuciei no banho e era verdade, já estava na ilha a algum tempo utilizando a mesma roupa, que situação, em?

Estenderia minhas roupas em algum lugar que passasse o vento, mesmo que para isso tivesse que deixar uma das janelas abertas, contudo, só faria está opção se a janela fosse pequena, pequena o bastante para que ninguém pudesse passar por ali, não queria me meter em maiores problemas. Porém, a opção mais viável e que seria a minha principal seria torcer as roupas e colocar em cima de algo no quarto, em uma cômoda ou algo desse tipo – Vai ficar nua até secar? Onde conseguiu essa roupa? E onde tomou banho? – Perguntei com uma certa preocupação, ela tinha uma mania estranha de aparecer com algo diferente – Encontrei por aí. – Mentirosa! Mas, não entraria em atrito com ela novamente, talvez outra hora – Não sei, vou ver se tem algo para mim por aqui. – Falei de maneira tranquila, se tivesse encontrado algo usável não pensaria duas vezes em vestir, se não, buscaria por algum lençol limpo ou simplesmente iria pro tudo, ou nada, tirando a fronha do travesseiro e fazendo dois rasgos para passar minhas pernas, colocando meu casaco amarrado na parte frontal da cintura, para cobrir um pouco mais – É o jeito. – Dei com os ombros vendo toda a situação que estava, porém, estava feliz mesmo com tudo aquilo – Isso que é viver e resolver seus próprios problemas, não é Yui? – Ela confirmava com a cabeça.

Por fim, pegaria um dos produtos de limpeza utilizados anteriormente, com um balde com água e um pano/bucha e passaria no colchão, tentando limpar ao máximo a parte com mijo – Acho que vou ter que trabalhar ainda mais pro bisavô, agora devo um colchão novo a ele. – Pensei alto novamente enquanto realizava a limpeza, virando o lado do colchão quando finalizasse o mesmo – O que faço para passar o tempo? – Né perguntei em voz alta olhando ao redor, não tinha mais nada para fuçar naquele ambiente, pelo menos não algo que eu tivesse percebido antes. Enfim, iria até o local onde as armas ficavam e buscaria pela glaive de antes, olhando-a com um pouco mais de cuidado e realizando alguns movimentos simples, alguns eram realizados na vertical, já outros na horizontal, sempre tomando o cuidado necessário para não esbarrar ou bater em nada que não devesse, apenas queria sentir a arma e relembrar um pouco do treinamento que fiz ao longo da minha vida – A bichinha é boa, viu? – Falei alto para um total de zero pessoas ouvirem, aliás, se fosse dia me atentar ia à entrada da loja, não queria que Arthur me visse daquele jeito, a não ser que tivesse encontrado roupas velhas (e sem furos) por lá. Entretanto, se fosse noite continuaria a mexer nas armas e partiria agora para as espadas, pegando uma que julgasse bonita e tomando o cuidado tentaria empunhar utilizando duas mãos e posteriormente apenas uma. Não faria movimentos para evitar que desse merda, mas, me imaginária realizando alguns desses possíveis movimentos que surgiram em minha mente, nunca tive a oportunidade, mas seria algo bom a se tentar um dia utilizar tais armas – Uma espada do tamanho de uma lança, seria legal. – Bradei guardando a arma no mesmo lugar que ela estava antes.

Sendo noite daria uma olhada para ver se as roupas secaram, tendo uma positiva vestiria as roupas e deitaria na cama novamente – se não estivesse mijo nela ainda – tendo algum resquício optaria por dormir no chão, colocando alguns lençóis ou o que achasse embaixo de mim para tentar ter um conforto maior. Agora, se por acaso o sol já estivesse dando suas caras ficaria atrás do balcão da loja ou em outro lugar que pudesse esconder a parte de baixo do meu corpo, por sorte estava com minha camisa e da cintura para cima estava tudo Ok, mesmo que para isso tivesse que usar o meu casaco – Bom dia! Aconteceu um probleminha. – Diria se Arthur chegasse fazendo um sinal de “pare” com minha mão – Acabei esquecendo de ir ao banheiro e mijei na cama, será que o senhor tem alguma roupa velha que dê em mim? – Com toda certeza do mundo minhas bochechas estavam corada e eu não poderia disfarçar a vergonha que me dominava, mas, esconder seria ainda pior.

Histórico:
Nome: Yuura Mimiko
Apelido: Mimi
Posts: 08
Legendas: Yui | Fala | "Pensamento"
Contador de Dependência: 08/15
Dinheiro: 5.250.000 ฿S
Qualidades:
Spoiler:
• Atraente;
• Carismático;
• Prontidão;
• Mestre em Haki;
Defeitos:
Spoiler:
• Ambição (Ter poder físico e monetário);
• Dependente (Açúcar e Doces no Geral);
• Motefobia (Medo de Borboletas);
• Intolerância Racial (Pescoço de Cobra)
• Louco (Ver e interagir com sua melhor amiga falecida);
• Sono Pesado;

Ganhos:

  1. Cartazes de gente aleatória de outras ilhas do West Blue.


Perdas:

  1. Nadinha ainda


Players conhecidos: Nenhum ainda
NPC's: Randamu - Secretário da Marinha em Sirarossa
Arthur - Dono da Loja de armas/Forja, um ferreiro que alimenta os Salvatore com armamento.
Lena - Dona do restaurante próximo a loja de Arthur, local com uma sopa deliciosa.
Extras: -
Objetivos:


  1. []Aprender Proficiência: Projéteis
  2. [X]Adquirir um uma Lança
  3. []Acumular o máximo de dinheiro possível para bater o teto do nível 01, sendo de forma coerente. Se possivel consegui levantar também uma grana realizando trabalhos simples, compras para uma senhorinha, tirar o gato da árvore, procurar um animal perdido e essas coisas.
  4. []Conseguir conexões úteis para um CR.
  5. []Iniciar o aprendizado da qualidade Ambidestria
  6. []Me divertir e ter um desenvolvimento do PP


_________________

I - Desventuras em Sirarossa - Página 2 Y3cDX2G


Certificurso:
Curso Narrador AB, 2021
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Pepe
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Imagem : Teje preso!
Créditos : 01
Localização : Flevance - North Blue
PepeEstagiário
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Re: I - Desventuras em Sirarossa Qui Jun 17, 2021 5:13 am


Narração

Mimiko
Localização: Sirarossa - West Blue
Período do dia: Manhã

A pobre maluquinha começava a conversar com alguém que aparentemente estava lendo a vida dela. Deve ser muito egocentrismo imaginar algo do tipo, mas Mimi era assim mesmo.

Bem, talvez julgá-la assim fosse errado, afinal, a adolescente infelizmente tinha alguns parafusos a menos em sua cabeça e estava começando a sofrer com a abstinência de seu vício. Onde conseguia até sonhar com uma cena absurda pela falta de açúcar. A situação era tão maluca que não conseguia nem segurar o próprio xixi, uma vergonha completa.

Quando acordava e percebia o que havia feito, aos poucos começava a se arrumar e levava o lençol e o cobertor para a banheira onde começava a limpar tudo da melhor forma que podia. Ia limpando com os mesmos produtos que usara no dia anterior para limpar o chão, ou seja, algo longe do ideal, mas melhor do que só água.

Enquanto fazia isso, percebia que o ambiente ali estava mais frio do que no dia anterior e isso se dava por causa da neve que caía do lado de fora. O sol já havia nascido, mesmo assim não estava muito claro, até mesmo porque nevava. Mimi até queria aproveitar e sair para ver a neve, já que nunca havia visto, mas precisava cuidar primeiro do lençol. Quando terminava de limpar, estava bem molhada e aproveitava para tomar um banho.

Não era uma das melhores ideias fazer aquilo tudo num ambiente tão frio e quando acabava colocava a roupa e o lençol para secarem numa janela do banheiro... mas estava literalmente nevando do lado de fora, quanto tempo demoraria para isso secar?

Foi para o quarto e procurou por lençóis limpos, e até teria, mas ao contrário dos que estavam na cama empoeirados, os que estavam no armário haviam literalmente mofados. Por isso Mimi acabava preferindo rasgar a fronha para usar de calça/calcinha.

Após toda aquela proeza começava a limpar o colchão, por que fazer isso após o banho? Bom, provavelmente nem a Mimi saberia responder, só mais uma de suas loucuras diárias. Só que fazendo isso, acabava falando em voz alta consigo mesma, o que não percebia é que Arthur acabava respondendo ao fundo. — Falou comigo? — e ouviu os passos dele do lado de fora do quarto enquanto se aproximava do quarto que estava. A loja era grande, não era algo muito louco imaginar que o velhote entraria na loja e ela não ouviria enquanto falava sozinha.

Quando olhou, viu a cabeça de Arthur olhando para dentro do quarto, ele viu a cena e antes mesmo de Mimi falar qualquer coisa ele já sorria e começava a rir. A adolescente até começava a explicar, mas ele se aproximando falava. — Eu falei para você usar o banheiro do bar — não era um lembrete raivoso, era fazendo graça da cara dela, que simplesmente não havia ouvido e agora estava pagando mico por isso. — Não tenho roupas para você, mas cadê as suas? — perguntava ele sem ser indelicado, mas obviamente havia visto que ela estava usando uma fronha rasgada de calça.

— Você deve ter limpado elas, imagino, não é? — perguntava ele, mas aí em tom curioso olhava para o rosto de Mimi e indagava. — Por que você não acendeu a fornalha para o fogo secar mais rápido as suas roupas? Com isso aí você vai só conseguir um resfriado — falava ele saindo do quarto e se dirigindo para a fornalha. — Traga suas roupas para cá — falava ele enquanto depositava o carvão na fornalha.


Legenda:
Randons
Se tiver mais random no mesmo parágrafo dos outros randons
Vendedor velho - Arthur
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Perdas:

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Experiência: 8 posts
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FormigaEstagiário
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Re: I - Desventuras em Sirarossa Qui Jun 17, 2021 3:34 pm
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Nesse exato momento queria ser um avestruz para enfiar minha cara na terra de tanta vergonha que estava sentido ou ter poderes mágicos, para sumir dali num piscar de olhos – O QUÊ?! – Não contive o grito ao ver o bisavô entrando no quarto – Eu realmente deveria ter ido ao banheiro, fiquei focada na sopa e esqueci do resto. Shishishishishi! – Ri de maneira desconcertada tentando esconder a vergonha que estava sentindo naquele momento, se bem que provavelmente era impossível não notar, eu podia sentir meu rosto totalmente vermelho – A fornalha? – Pensei, que droga Mimi! Como não pensou na forja? Na verdade, ainda bem que não pensei na forja – Foi até bom isso não ter passado pela minha mente, vai que coloco fogo na loja toda? – Um sorriso amarelo estava estampado na minha face, pelo menos, ele não mostrou querer tirar nenhum proveito, como outros homens tentariam – Sim, está tudo devidamente limpo. – Respondi de maneira tranquila, minha respiração voltou a sua normalidade – Ok! – Falei enquanto corria até onde minhas roupas estavam e pela janela pude ver a neve que caia do céu, dessa vez não pude resistir e tentei esticar meu braço para poder tocar na neve, mesmo que fosse por breves momentos, afinal, tinha que secar minhas roupas ainda – Já estou indo! – Falei com uma entonação mais alta andando em passos largos até a fornalha, carregando minhas roupas que provavelmente estariam bem molhadas ou por sorte, úmidas – Deixa eu ver… – Falei enquanto olhava o melhor lugar para colocá-las, tentaria por mais próximo da fornalha, mas em uma distância segura para que não acabasse queimando minhas únicas roupas – Preciso de roupas novas e de uma mochila. – Deixei escapar meus pensamentos.

Aliás, bom dia! O senhor dormiu bem? Como foi ao banheiro ontem, não teve problemas enquanto dormia, né? – Ri de maneira um pouco mais alegre do que antes, na verdade, me sentia estranhamente confortável, mesmo que a situação não fosse das melhores – Depois que acordei nesse estado, não consegui dormir mais. Fiquei pensando em algumas coisas que preciso falar com o senhor, entretanto, deixa minhas roupas secarem primeiro. Shishishishishi – Gargalhei. Enquanto minhas roupas secavam pude sentir falta de Yui, não escutei nenhuma das suas falas ou muito menos algum barulho feito pela menina, será que ela saiu sem me avisar? Bom, eu também não escutei o bisavô entrando, talvez ela esteja ainda na loja fuçando onde não deve – Acha que demora de secar? – Indaguei para continuar conversando com ele, era algo que eu gostava de fazer – Que seja! – Balbuciei segurando minha nova roupa de baixo, para que evitasse qualquer situação ainda mais constrangedora – Ontem pensei bem em algumas coisas e queria ver se podíamos alterar um pouco nosso acerto. – Pausei por um momento minha fala, não queria descarregar tudo de uma única vez – Tem como trocarmos o pagamento? Antes que pense, não é dinheiro que eu quero. – Respirei fundo, estava um pouco ansiosa com algumas coisas que passavam pela minha mente – Gostaria de usar uma arma de fogo, talvez uma espingarda, rifle, um par de pistolas ou até mesmo uma sugestão da sua parte, já que conhece muito mais esse tipo de arma, do que eu. – Larguei a bomba, mentira, não foi uma bomba. Mas admito que algumas coisas ditas pelo velho e algumas mudanças divinas, acarretaram nessa decisão – Se for necessário, posso realizar algum outro trabalho braçal, compras ou limpeza. Te ajudo aqui na loja com atendimento, enfim, posso trabalhar ainda mais para suprir algo nessa mudança, se for possível. – Diria antes mesmo de obter alguma resposta de Arthur, pelos meus objetivos seria mais interessante e quiçá, seguro, ter uma arma de fogo ao meu lado.

Olharia na direção onde as roupas estivessem estendidas para ver se já estavam secas, se por acaso estivessem prontas para vestir, esperaria que Arthur terminasse sua fala e/ou caso ele ainda não estivesse respondido, pediria licença e iria até o quarto trocar de roupa, mantendo minha atenção para não ser surpreendida novamente pela presença do bisavô – Prontinho! – Diria ao retornar a fornalha utilizando roupas secas e limpas, se me fosse questionado o motivo da mudança, já estaria preparada para uma resposta – Meu plano até então... Na verdade a única opção que consegui pensar até agora é seguir o caminho de caçadora de recompensas, pelo que Randamu, o rapaz da marinha disse e me mostrou, talvez seja uma boa opção para alguém como eu.  E também Arthur, pensando ontem vi que provavelmente era mais seguro atuar mantendo uma distância, tenho uma boa visão e a habilidade necessária, sei que posso me dar melhor assim. – Falaria com convicção e certeza daquilo que saia da minha boca, não que eu tivesse alguma dúvida sobre, contudo, gostaria de passar um “ar” menos infantil e/ou duvidosa – E criança pode usar arma?"Estava sumida em? Foi onde? E para sua pergunta eu não sei a resposta, mas se pode usar uma glaive, qual a diferença para uma arma de fogo?" – Respondi à pergunta com outra pergunta, Yui que lute – Se você diz, vou voltar a dormir. Boa sorte com o trabalho! – Escutei e isso nem me surpreende mais, enfim, deixa ela dormir enquanto eu me acabo por aqui, não é? Tô mais para uma mãe, do que melhor amiga. Obtendo uma resposta positiva ao meu pedido, daria um sorriso de orelha a orelha para mostrar minha felicidade e contentamento para com o novo acordo, contudo, se por acaso viesse uma negativa não teria mais opções além de entender e aceitar, afinal o acordo já tinha sido feito – Tudo bem então! A glaive me serve de qualquer forma. – Diria tentando não deixar transparecer a leve chateação que teria ao ver as coisas de complicado, mas a vida era assim, não é?

Em qualquer um dos casos me manteria emocionalmente bem, tinha um acordo a cumprir e provavelmente mais a noite, teria mais sopas para tomar, o que me motivava mais ainda – Arthur, o senhor sabe que horas são? Desde ontem tô com vontade de comer um doce, será que a loja que você falou, já está aberta? – Perguntaria de maneira tranquila, precisava suprir aquela necessidade o mais rápido possível, já sonhei com doces e com certeza não demoraria para que minha mente ficasse tomada apenas com pensamentos adocicados – Vou dar um pulinho lá rapidinho, tá bem? Se não vou acabar me atrapalhando toda aqui no trabalho de hoje, prometo que não demoro! – Eu sabia que ele conhecia o local e com isso tendo uma resposta positiva sobre estar aberto, dizia tais palavras ao homem no momento oportuno, esperava que ele entendesse a situação quase de urgência que estava acontecendo comigo naquele momento – Tchau bisavô! – Bradaria em um alto tom após pegar tudo aquilo necessário para efetuar a compra, vestindo meu casaco para evitar um pouco de frio – "Yui! A Neve, vem também!" – Chamava a menina mentalmente, mas não obtinha nenhuma resposta – "Tomara que fique nevando por mais tempo, ela precisa ver isso também." – Tomaria cuidado em meus passos para que não caísse de bunda no chão, já basta o mico anterior, não preciso de mais nenhum por algum tempo.

Caminharia pelas ruas de Sirarossa tranquilamente, indo na direção dita na noite anterior por Arthur e manteria meus olhos atentos às lojas por qual passava, tentando identificar a bendita loja de doces e nesse momento, entraria na mesma, batendo os pés e tirando a neve que provavelmente teria caído em meu corpo e cabelos – Eita! Pode fazer isso aqui? – Diria um tanto quanto sem graça, mas dá um desconto, é minha primeira vez com neve – Nunca peguei neve, desculpa. Na verdade, não pega neve, né? Toma neve. Ah, deu para entender, eu acho. Me perdoe por derramar neve na sua loja, o certo é fazer isso antes de entrar, não é? – Minhas palavras saiam com um misto de timidez e uma certa velocidade em me desculpar, realmente não sabia o procedimento que deveria ser feito, maldita Ugmo que não nevava – Novamente me desculpe pelo inconveniente, sou nova nessa questão com neve. Na minha ilha natal era sol ou chuva. – Falava tentando utilizar do meu carisma para amenizar toda a situação – Então, bom dia! Vocês têm pirulitos de morango? Doce de leite? Quais os preços? – Ouviria a possível resposta e faria uma rápida análise nos preços, encontrando os meus preferidos (pirulitos) por um preço bacana de até 160 mil o kit com dez, não pensaria duas vezes em confirmar a compra – Quero dez, por favor. – Um sorriso no rosto era visível, talvez até mesmo uma pequena quantidade de saliva escorresse pelo canto da mesma – Obrigada! Assim que acabar volto para comer mais. Shishishishishi – Ri enquanto pegava minhas delícias, abrindo uma rapidamente e colocando na boca para me deleitar com o sabor doce da guloseima, a sensação de êxtase que percorria meu corpo como um arrepio.

Voltaria de maneira rápida para a loja do Arthur, mas tomando o mesmo cuidado de antes para não escorregar – Bisavô, cheguei! – Diria de maneira animada já que agora tudo estava em plena harmonia – Quer um? É de morango. – Ofereceria se ele estivesse ali sem nenhum cliente, tendo mais alguém por ali manteria o silêncio e diria de maneira educada que tinha voltado – Como posso ser útil nessa manhã nevada? Que tal mais tarde fazermos um boneco de neve aqui na porta da loja? – Bradaria para o velho e ficaria esperando seus direcionamentos. Se por acaso lá atrás tivesse uma negativa sobre a loja de doces ou não tivesse certeza sobre a loja está aberta, ou não, ficaria no local esperando as ordens do homem para iniciar o trabalho na forja.

Histórico:
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• Prontidão;
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Defeitos:
Spoiler:
• Ambição (Ter poder físico e monetário);
• Dependente (Açúcar e Doces no Geral);
• Motefobia (Medo de Borboletas);
• Intolerância Racial (Pescoço de Cobra)
• Louco (Ver e interagir com sua melhor amiga falecida);
• Sono Pesado;

Ganhos:

  1. Cartazes de gente aleatória de outras ilhas do West Blue.


Perdas:

  1. Nadinha ainda


Players conhecidos: Nenhum ainda
NPC's: Randamu - Secretário da Marinha em Sirarossa
Arthur - Dono da Loja de armas/Forja, um ferreiro que alimenta os Salvatore com armamento.
Lena - Dona do restaurante próximo a loja de Arthur, local com uma sopa deliciosa.
Extras: -
Objetivos:


  1. []Aprender Proficiência: Projéteis
  2. [X]Adquirir um uma Lança
  3. []Acumular o máximo de dinheiro possível para bater o teto do nível 01, sendo de forma coerente. Se possivel consegui levantar também uma grana realizando trabalhos simples, compras para uma senhorinha, tirar o gato da árvore, procurar um animal perdido e essas coisas.
  4. []Conseguir conexões úteis para um CR.
  5. []Iniciar o aprendizado da qualidade Ambidestria
  6. []Me divertir e ter um desenvolvimento do PP


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I - Desventuras em Sirarossa - Página 2 Y3cDX2G


Certificurso:
Curso Narrador AB, 2021
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Arthur Lancaster
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Créditos : 21
Localização : Sirarossa

 
 
Post 01
"Desventuras em Sirarossa"
O imperador das sombras

A grande busca por minha ambição, finalmente começava a tomar forma, havia criado uma guilda com meus queridos companheiros e tinha cartazes de procurados o suficiente para começar minha fortuna, mas antes que pudesse dar continuidade em meus planos, a questão de vingar o massacre era prioridade no momento, devia isso aos meus irmãos e a todos que morreram enquanto eu estava longe.

- John, precisamos conseguir informações sobre o orfanato. - Abordaria meu amigo e irmão com seriedade em meus olhos, para dar ênfase nas minhas palavras. - Não vamos deixar os responsáveis por isso impune. - Desviando meu olhar para o garçom que Draken me havia me mostrado anteriormente, deixaria claro que seria de quem eu estava falando. - Aquele ali, parecia saber de alguma coisa. - Antes que ele fosse até o garçom, puxaria ele e o indicaria. - Tenho um compromisso agora, vamos nos reencontrar amanhã pelas 8 horas da manhã em frente ao orfanato.

Depois de pedir para John investigar, iria em direção da garota que viera correndo depois de seu turno no trabalho, sorriria para ela supondo que tivera sorte em encontrar ela mais cedo, ela era marinheira e parecia ter conhecimento sobre os indivíduos criminosos da ilha, quiçá poderia ter conhecimento sobre o massacre, no pior dos casos teria uma longa noite naquele hotel aproveitando dos prazeres da carne.

- Desculpa por toda essa agitação com meus irmãos, mas agora minha atenção é toda sua. - Fitava seus olhos, e logo depois seus lábios, dando uma mordida nos meus exibindo desejo por ela. - Conhece algum restaurante por perto? Podemos enfrentar essa chuva se quiser. - Notaria calmamente suas reações, procurando saber como poderia seduzir a bela moça na minha frente. - Ou podemos passar nosso tempo juntos no hotel, acho que eles devem ter serviço de quarto.

Caso ela preferisse sair em busca de um restaurante, iria até a entrada do hotel procurar pela pessoa que havia pago as minhas despesas, e usaria de meu melhor sorriso para afiar meu carisma. - Oi, reservei um quarto com você quase agora, vou ter que sair por algumas horas, você tem algum guarda chuva para me emprestar, ou vender? - Torceria para que ele me emprestasse, ou ao menos me vendesse para não ter que enfrentar a chuva de mãos vazias.

De todo modo, puxaria Evellyn perto de mim e sairia seguindo a direção do restaurante que ela desejasse, se tivesse conseguido o guarda chuva e ainda estivesse chovendo, usaria ele para proteger tanto eu como minha parceira, dando maior prioridade para a mesma já que ela era uma dama e eu deveria ser cavalheiro em nosso encontro.

Todavia se ela preferisse continuar no hotel e ir até o quarto comigo, deixaria escapar um olhar sádico juntamente com pensamentos sórdidos em relação os momentos se seguiriam no quarto 160 do décimo andar. - Estou com fome, espero que o serviço de quarto seja bom, se não já sabe.




Histórico:

Número de POST: 01
Dependência: 08/15
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Perdas: -
Legendas: Fala | "Pensamento"



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Ficha

I - Desventuras em Sirarossa - Página 2 ApNHza5

Koji
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I - Desventuras em Sirarossa - 01
Sirarossa



A reunião familiar enfim acabava, e com ela a felicidade de estar na presença de personalidades tão marcantes e queridas na vida de alguém. Desde o momento em que havia saído do orfanato, até o dia de hoje, não havia sentido algo tão forte assim, que me faria morrer por alguém sem pensar muitas vezes. "Talvez seja isso que eles chamam de amor." — esse pensamento passaria pela minha cabeça. De fato, havia tido alguns romances durante minha vida, mas eram relações passageiras e que não agregaram nada em mim a não ser a satisfação da carne. Esse sentimento é realmente diferente.

Não ficaria muito preso nesse devaneio. Analisaria o ambiente assim que meus irmãos tivessem saído, procurando saber informações sobre o horário e talvez clima atual do lugar, já que passamos algum tempo sem sair do hall do hotel. Nesse momento, via a chegada de alguns capangas, provavelmente lacaios do dono daquele grandioso hotel. "Realmente, Sirarossa é dominada pela crime e máfia." — não deixaria de notar algo óbvio como esse, afinal, certas coisas só se acredita quando se experiencia pela primeira vez. De qualquer forma, parecia que eles estavam um tanto zangados com nosso espetáculo no local, reclamando sobre a balbúrdia que realizamos. "Não posso julgar a ordem deles, no final das contas. A gente realmente fez uma baguncinha. Hueueueue!" — expressaria um pequeno sorriso no rosto com as imagens dos meus irmãos aproveitando seus tempos. Procuraria ignorar aqueles capangas, uma vez que os causadores da baderna provavelmente já tinham deixado aquele lugar.

Nesse momento, voltaria minha atenção para as palavras de Arthur. Ele fora bem claro ao dizer suas vontades, e até havia dado algumas pistas para eu seguir de antemão. O assunto era, sem dúvida alguma, o massacre, logo, não faria corpo mole e iria direto ao ponto com o bartender que alegava ter tais informações. Sem dizer palavra alguma, acenaria com a cabeça para Arthur e viraria minhas costas para o meio-gigante, que aparentemente havia suas questões para lidar em privado. "Talvez seja sobre a moça que ele trouxe para a reunião? Esse rapaz..." — evitaria balançar minha cabeça de um lado para o outro em desaprovação apenas ao pensar naquele homem deixando a adorável dama desconfortável daquela forma.

Varreria os pensamentos que me distraíam e seguiria para o balcão e adega daquele hotel. Procuraria o empregado que Arthur havia me falado anteriormente, e logo iniciaria uma conversa despretensiosa com ele, aproveitando para comprar algo.

— Opa! Me vê um shot de vodka, por favor. — pediria educadamente e não mostrando sinais de muito interesse na conversa. Assim que recebesse minha bebida, continuaria. — Eu ouvi falar de um certo massacre ocorrido um tempo atrás por aqui, sabe me dizer algo sobre? — faria a pergunta inocentemente, realmente não esperava muita coisa daquilo. Aproveitaria e puxaria 30.000 berries do bolso, para o pagamento do shot e uma pequena "propina", funcionando como um incentivo, talvez. Não me importaria se ele pegasse o dinheiro ou não, muito menos se respondesse minha pergunta. "Recurso é algo que não vai faltar daqui para frente. Não vou ser mão de vaca em uma situação dessas." — pensaria de acordo com os acontecimentos. Se ele me contasse o que soubesse, imediatamente me colocaria em disposição para ouvir e mentalmente anotar tudo. — Sou todo ouvidos. — falaria calmamente enquanto tomaria um gole da bebida servida. Ao final, agradeceria apropriadamente. — Muito obrigado pela informação. — seria educado, principalmente nessa ocasião.

Se o rapaz ou moça não soubesse dos ocorridos, ou se até mesmo ele não estivesse no local, não desistiria ainda. Caso não visse a pessoa, me dirigiria até a entrada do hotel esperando o fim do expediente, onde começaria a seguir a pessoa utilizando minha furtividade praticada durante todos esses anos. Por outro lado, estando lá e propositalmente não entregando a informação, apenas agradeceria a oportunidade, e assim como descrito no caso anterior procederia com essa pequena missão. Qualquer que seja a pista, pequena ou grande, eu seguiria diligentemente.


Histórico:
N° de posts: 01
Ganhos: -
Perdas: -
Vício: 1/10


Legendas:
Pensamentos
Fala

Objetivos:
Encontrar a rapaziada
— Adquirir um par de botas de combate
— Adquirir um par de espadas (0/2)
— Aprender "briga"

   Code by Arthur Lancaster

     
        

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"Assume the position to get down on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
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