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Kenshin
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Here Comes The Sun Sex Maio 14, 2021 3:55 am
Relembrando a primeira mensagem :

Here Comes The Sun

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Leonheart Valentine, Kimberly Deshayes, Matteo Martini e Myriam Leuchten. A qual não possui narrador definido.

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Here Comes The Sun - Página 6 J09J2lK

gmasterX
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Re: Here Comes The Sun Sab Ago 28, 2021 5:38 pm

Narração - Freaky Nature



O homem misterioso tinha sido posto em cheque pela dupla. A sua proposta de contrato parecia ter saído pela culatra. Kimberly jogava as cartas na mesa, enquanto deixava claro o motivo de tudo aquilo que o homem havia dito ser papo furado, tudo isso enquanto a jovem tentava hipnotizar o homem. Ela buscava sinais de que o homem não era bem aquele posudo que ele se mostrava , mas o engravatado apenas encarava o céu durante toda a troca, como se estivesse em transe. Enquanto isso, Myriam, um pouco desconfiada, analisou o contrato que se mostrou bem simples. Ele ditava os pontos fortes do homem e seus conhecimentos, que eram rastreamento, intimidação, criação de armadilhas, arquitetura, e investigação. Além de termos de compromisso que impedem o contratado de encerrar o contrato sem antes cumprir o combinado e termos de fidelidade, garantindo que a contratante e o contrato sejam priorizados em quaisquer casos. Quando Kimberly finalmente chegou ao X da questão, a postura do engravatado finalmente quebrou, mas não da forma que ela esperava. O homem começou a gargalhar, mas diferente da anterior, aquela era claramente uma gargalhada genuína e despreocupada. - Mil perdões. Você está certa. Eu me equivoquei. - Ele tirou os óculos e puxou uma flanela de seu bolso frontal. - Permita-me corrigir essa gafe. - Seus olhos se direcionaram aos seus óculos e sem demora ele se pôs a limpá-lo.

- Eu busco uma pessoa. Alguém que não deveria estar aqui. Mais especificamente um homem, e não… Ele não é um criminoso, por isso se trata mais de um resgate. Esse homem possui algo que muitas pessoas querem, e por ter muitas outras pessoas na sua cola, eu logo de cara desconfiei das duas, mas estava enganado, sua amiga poderia ter me atacado assim que anunciei minhas intenções e me ferido gravemente, mas ela não o fez. Com isso em mente, revelar a sua identidade colocaria em risco tanto vossa integridade quanto a minha missão. - Ele terminou de limpar seus óculos, e logo em seguida os vestiu, com a mesma seriedade de sempre. - Eu acredito que esse contrato em questão é um contrato furado. Um contrato furado é um contrato que, devido aos termos dados pelo contratado ou pelo contratante, não pode ser cumprido. Assim que peguei o contrato, acreditei que seria apenas um trabalho mais difícil, e que precisavam de alguém bem capacitado, visto que não me fora fornecido nenhum apoio, financeiro ou militar. - O homem encarou Myriam, como se quisesse deixar claro que aquilo era a resposta de sua pergunta, se sentou no chão, se mostrando muito menos ameaçador que antes, e afrouxou sua gravata. - Até que finalmente descobri sobre esse jogo doentio. Agora tenho noção de que as chances de eu sequer poder completar esse contrato são quase inexistentes, e creio que meu contratante não espere meu retorno. Bom… Pelo menos vivo. Então estou com as mãos atadas. Gostaria de ajudá-las, mas eu preciso do contrato, para me certificar que não ficarei no prejuízo caso rasgue o meu contrato atual. Além disso, o contrato de auxílio foi redigido desta forma para que eu não acabe atrapalhando. Deixando a tomada de decisões para o meu contratante. Pode ter certeza que eu darei tudo de mim para lhes auxiliar. - O homem parecia ter finalmente soltado a língua. Ele não fazia questão de manter mais aquele ato. Talvez já fosse sua intenção, ou quem sabe a hipnose funcionou bem, não se sabia ao certo. - Então, sim. Eu estou desesperado. Preciso do dinheiro, e posso revelar o motivo depois de firmar o contrato, já que eu não busco apelar para sentimentalismo.

Depois do homem finalmente abrir o jogo, Myriam não enrolou muito e logo abandonou a cena, visto que seu altruísmo gritava mais alto, e depois de dizer algumas palavras, Kimberly se juntou a ela. Ao ouvir a conclusão da cena, o homem se mostrou um pouco surpreso, mas no fim, apenas fechou os olhos com um sorriso compreensivo. - Entendo. - Ele murmurou para as garotas que se distanciavam. Levantando e retornando pelo mesmo lugar que veio a seguir, sumindo na floresta da mesma forma que surgiu.

Indo floresta adentro, não demorou muito até a dupla se deparar com as colossais ruínas que bloqueiam o caminho. Ao encarar a entrada, dava pra ver que o local aparentava mais ser um labirinto. Não parecia ter um jeito mais rápido de atravessar aquilo, mas contornar as ruínas poderia levar muito mais tempo. Enquanto encaravam aquele dilema, a dupla podia ouvir diversos uivos vindos de diferentes pontos da floresta, todos eles distantes Talvez devessem se apressar.

Momentos antes, nestas mesmas ruínas. O casal que havia acabado de escapar da furiosa dupla peluda, contemplava o que havia acabado de ocorrer. Nana observava os arredores, enquanto seus brilhantes dentes batiam de medo, provavelmente buscando um local para se esconder. Matt surgia com mais e mais perguntas, visto a complexidade dos acontecimentos prévios, enquanto Leon apenas se mostrava feliz em estar fora da floresta, até Matt relatar que tinha visto algo não-humano os perseguindo. Sem nem pensar muito, o rapaz correu para um canto escuro e se escondeu, junto de Nana que parecia estar ainda mais em pânico com a teoria do Okama.

De repente, Leon pode sentir uma respiração bem em seu cangote, e para matar qualquer suspense, uma voz surgiu ao pé de seu ouvido. - É a caçada. - A voz era masculina e pesada, tão pensado quanto  o susto para Nana. O equino relinchou e correu para trás de Matteo, numa tentativa quase cômica de esconder seu grande porte atrás do rapaz. Do buraco, saiu um homem moreno, porte atlético, sem camisa, com um cabelo curto e preto. Nas suas costas, o homem carregava um arco e uma aljava de flechas, e em seu pescoço ele carregava um colar, com um lobo talhado em madeira, num estilo indigena.(This man) Matt logo apontou sua arma para o homem, que saiu do esconderijo com as mãos para o alto. - Fiquem calmos, eu não sou seu inimigo. Também estou sendo caçado. Posso responder suas perguntas. - O homem era suspeito, ainda mais depois de sua entrada, mas antes que pudessem se aprofundar no assunto, uivos puderam ser ouvidos bem longe dali. - Isso não é bom… - Sussurrou o homem.
ControlePosts: 10

Kim
Ferimentos:
Ganhos:
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Matteo
Ferimentos:
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- Pistola Gasta
- Trufas de Chocolate (1/6 usos)
Perdas:
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Leonheart
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Myriam
*Doença: 0/10
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- Remédios (1/5 Usos)
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Malka
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Re: Here Comes The Sun Seg Ago 30, 2021 4:58 pm

Myriam Leuchten
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Stevelty - North Blue
POST 11




Passos largos, um após o outro, me manteria finalmente matutando o que o distinto mercenário disse. "Não vai apelar pra sentimentalismo, sei, sei... Tarde demais, seu coroa idiota" pensaria fraquejando a solidez nas mãos quanto a espada, mas a reforçaria assim que percebesse. No caminho, assim que estivesse me acalmando de meu impulso, chamaria minha parceira pelo nome — Kim. Não sei se estou a bordo com o contrato do quatro olhos, mas... Temos uma pessoa em desespero por dinheiro e um cativo, bem na nossa frente. Sei que não entrou nesse trabalho pra agir que nem uma marinheira certinha, mas se não quiser ajudar eu recomendo que a gente parta caminhos no fim desta caça — completaria o pensamento com uma afirmação direta — porque eu quero garantir que esse contrato furado dele se torne realista.

Tentando me encontrar na floresta, ainda mais confusa que antes devido aos diversos uivos distintos, começaria a por um mínimo segundo refletir se ir atrás do som realmente era uma boa idéia no fim das contas. Com as mãos atadas, olho para Kim e guardo a espada — o que acha? Nunca vim até aqui nas ruínas, mas não deve ser tão complicado de navegar, ao menos se a idéia for se esconder por um tempo ou sair por outro lado — diria ingênua, sem fazer a mínima idéia da veracidade da informação que passo. Não era uma mentira, claro, era apenas uma confiança cega infundada, e não era um modo de me proteger já que não planejaria acompanha-la — você se esconde aqui, eu vou atrás dos uivos e volto quando tiver resolvido. Beleza pra você? — completaria, arqueando uma das sobrancelhas e afrouxando os ombros para tentar mostrar uma postura relaxada, e por fim dando um sorriso largo de olhos cerrados.

Here Comes The Sun - Página 6 IcrH6qH

— Vai dar certo, fica de boa. Só não ia aguentar ver você se machucando por alguma besteira minha — diria de coração pesado antes de partir, caso a outra concordasse. Se visse alguma rejeição por sua parte, iria encostar na parede das ruínas de braços cruzados esperando uma resposta que agradasse, mas deixaria claro — você sabe que não temos muito tempo, né?


•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••:
Ficha:

Dinheiro: 4.825.000 ฿S
Proficiências: Arquitetura | Escultura | Carpintaria | Marcenaria | Escudista
Qualidades: Ambidestro | Atraente | Destemido | Saúde de Ferro | Hipoalgia | Prodígio
Defeitos: Doença Degenerativa | Extravagante | Infame | Altruísta | Ambição

Histórico:

Posts: 11
Doença Degenerativa: 1/10
Ganhos: Remédios (1/5 Usos); Contrato de Mercenário.
Perdas: - 300.000 Berries (Remédios)
Relações:
Kim: Companheira caçadora, confiante e perspicaz mas igualmente prepotente e implicante. Mas é uma parceira eficiente, o que já é muito melhor que nada.

Mercenário: Mercenário estranhamente metódico e com vestes igualmente estranhas. Nos ofereceu um contrato suspeito, mas no fim seus motivos pareceram um pouco mais claros.
Extras: -

Atributos:

Força: 20 (+40) (+60) (+20) = 140 (Regular)
Destreza: 0 (Incompetente)
Acerto: 80 (+40) = 120 (Regular)
Reflexo: 240 (+80) (+60) = 420 (Hábil)
Constituição: 20 (Regular)

Agilidade: 270
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0
•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••:

FALA | PENSAMENTO


Objetivos:

• Comprar remédios •
• Se juntar com o grupinho •
• Pegar o broche do último evento •
• Desenvolver a proficiência Condução •
• Criar nosso barquinho v1 e vazar da ilha •

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Here Comes The Sun - Página 6 Anime-zero-two
Ceji
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Créditos : 00
Re: Here Comes The Sun Ter Ago 31, 2021 9:19 pm
Caçada Humana - Parte V

Mais uma vez correndo floresta dentro com Myriam, agora me encontrava mais pensativa que antes... Isso é, quando não precisava me concentrar em acelerar o passo para não ficar para trás em relação àquela maldita local que parecia preferir ser veloz do que evitar se proteger da sujeira selvagem "Não basta ter que correr, se eu acabar tropeçando em algo e me sujando de terra pra tentar acompanhar ela, isso não vai ficar bem!" Pensava, insatisfeita, já crente que teria que correr de volta ao meu apartamento para me banhar e arrumar novamente depois daquela empreitada. Ainda assim, a situação daquela caçada era estranha o suficiente para não me permitir esquecer mesmo em meio à ameaça oculta e constante que aquela floresta apresentava contra minha roupa. O mercenario havia dito que estava atras de alguém, alguém que parecia estar envolvido com a tal caçada, mas todas as pistas que tive até agora me levavam a crer que a caçada era uma competição de duplas, um battle royale. Se ele estava falando a verdade, então só haviam duas opções; ou o alvo dele era um participante também, que foi até a caçada e contratante queria o tirar de lá ou interferir, ou então eu havia compreendido errado a caçada. Se esse fosse o caso, poderiam haver caçadores e alvos, os confrontos de antes poderiam ser eliminação de concorrência, e a situação toda se tornaria muito mais complicada.

Eu pretendia deixar esses pensamentos para mim mesma, nunca gostei muito de compartilhar o que se passava pela minha cabeça, incluindo teorias incertas, mas quando Mia puxou o assunto sobre o mercenario e o alvo dele, eu sabia que esconder minha linha de raciocínio sairia pela culatra, especialmente porque não queria parecer mais avoada que a moça de cabelos rosados que as vezes sequer parecia pensar antes de falar - Myriam, eu me recuso a agir sem antes entender o que está ocorrendo nessa floresta - responderia, ríspida, sem olhar para ela, mantendo a visão nos arredores para não sermos atacadas por outra dupla daquele jogo doentio - Nós sabemos que o nosso alvo é o do mercenario são diferentes, mas nós também sabemos que o dele está relacionado com esse "jogo" de alguma forma. Se ele for um participante, alguém que veio matar por algum prêmio, mas que terceiros não o querem aqui, então eu não moverei uma palha. Não sem ganhar algo com isso, é claro. E é por isso que nossa prioridade é tentar entender melhor essa caçada, porque se houverem alvos... Aí a situação muda - Terminava, de forma vaga, pra não transparecer demais. Myriam queria que eu a ajudasse, e eu não tinha problemas quanto a isso, desde que fosse nos meus termos. Mesmo que ela fosse avoada, eu sabia que Myriam podia me ajudar além desse trabalho de agora, e manter bons termos me parecia uma boa recompensa pelo trabalho, mas eu me recusava a ajudar assassinos e malfeitores a troco de nada, e não pretendia torcer essa regra tão cedo.

Foi apenas a chegada nas tais ruínas que deu uma nova perspectiva a nossa empreitada. Aquele lugar não parecia muito melhor que a floresta na questão higiênica, então era como se eu estivesse entusiasmada para entrar em outro chiqueiro, ainda mais com os tais relatos labirínticos, que pareciam ainda mais verídicos agora que via de perto, mas nem tudo era ruim. Aquele lugar era uma referência na floresta, e não seria estranho haver pessoas nas proximidades do local em meio a caçada humana. Nos precisávamos agora encontrar algum participante para o render e coletar informações, e não havia lugar melhor para achar o que buscávamos do que em um ponto de referência como aquele "Parando para pensar, não seria estranho haver quem se escondesse nas ruínas. É difícil fazer uma busca por lá sem adentrar no local, e suponho que nem todos estão dispostos a ir fundo demais. Se houvesse um local de difícil visão e próximo das extremidades, talvez encontrássemos alguém lá" Pensava, olhando para as ruínas, apenas para ter minha atenção puxada de volta pela proposta absurda de Myriam. Por um instante a olhava com um olhar preocupado, me questionando o quão ingênua ela podia ser, antes de uma resposta direta - De jeito nenhum. A menos que queria ser emboscada e morta, desista dessa ideia de nós separamos. Ainda mais se fossemos atras dos uivos. Os participantes desse jogo não hesitariam em atacar, e nos sabemos que tem homens-fera muito velozes participando - afirmaria, com a certeza de que, se os uivos fosse, deles, as chances de conseguirmos os perseguir era zero.

Ainda do lado dos ruínas, as encarando, calada, me punha a pensar mais um pouco, antes de sugerir uma outra abordagem. Já havia visto que Mia era do tipo sentimental, e esperar um bom plano dela certamente não seria a abordagem correta. Ainda assim, ela parecia confiante com relação às ruínas, e eu preferia me garantir do que cruzar aquela mata a esmo - Myriam, você disse que se não formos abusadas, as ruínas podem não ser tão perigosas, não é? Pois eu aposto que outros podem ter pensado o mesmo e se escondido na sua orla exterior. Se sua confiança não for só pose, o que acha que darmos uma olhada nas áreas mais externas, onde voltar ainda não seria um problema? - Considerando o quão investida ela era, não me parecia difícil ver ela se animando a aceitando a ideia, o que, se ocorresse, continuaria - Então vamos com cuidado. Você se concentra no caminho a nossa frente, e eu me concentro no caminho em que viemos - Sugeriria, mas sem ligar muito se ela gostava ou não; não confiava nela para garantir nosso retorno, e preferiria fazer isso eu mesma. Se entrássemos de acordo, logo avançaria por entre as ruínas com muito cuidado, cabeça se movendo para todos os lados em busca não só de sinais e pessoas nos arredores, mas também para gravar o percurso que fizéssemos, a cada passo e metro andado. Manteria minha mão preparada no cabo do meu chicote, para, caso visse alguém, puxa-lo e chicotear o chão próximo, a quem quer que estivesse escondido, como um aviso - Revele(m)-se! - E sempre preparada para saltar para o lado caso percebesse um ataque repentino ou retaliação dos escondidos, afim de desviar do golpe. Caso achasse alguém e este alguém se revelasse sem atacar, recuaria meu chicote, mas ainda preparada para confronto - Esperava mais agressividade de um participante dessa caçada. Quem é(são) você(s)?
Histórico:
Nome da Personagem: Kimberly Deshayes
Nº de Posts: 11

Qualidades: Ambidestria | Atraente | Destemida | Impassível | Voz Melodiosa | Liderança

Defeitos: Vaidosa | Traumatizada

Ganhos:

Perdas:

NPCs: Mercenario

Extras:

Objetivos:

-Encontrar os outros 3 players
-Virar Caçadora de Recompensas
-Aprender a Proficiência Cartografia
-Conseguir um barco pra sair se Stevelty
Hoyu
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Imagem : Here Comes The Sun - Página 6 GX67lHH
Créditos : 14
HoyuEstagiário
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Re: Here Comes The Sun Qua Set 01, 2021 10:07 pm
Leonheart Valentine


Aquela situação era aterrorizante. Presos naquelas ruínas, estávamos cercados pela floresta por todos os lados, com insetos gigantes assassinos nos rodeando, prontos para nos devorar caso pisássemos na floresta novamente. - Desculpe por te arrastar para essa floresta da morte, Nana. - Assustado e emotivo, abracei e acariciei Nana para a acalmar, já que parecia estar até mais assustada do que eu, o que não era surpresa, pois apenas um louco não estaria aterrorizado com a possibilidade de ser atacado por insetos gigantes. Como se insetos normais não fossem ruins o suficiente. Estava pronto para aceitar minha fatídica morte, até ouvir uma voz vindo bem de trás de mim, e senti meu coração saindo pela minha boca. - SOCORRO! - Gritei desesperado, com a mais profunda certeza de que logo atrás de mim havia um dos insetos gigantes, que havia cavado um túnel subterrâneo para chegar até nos de surpresa pelas ruínas. - NÃO ME COME! EU SOU BELA DEMAIS PARA MORRER! - Meu bom senso já havia desaparecido a tempo, com a mente nublada pelo medo, e assim como Nana saiu correndo para junto de Matt, eu saltei desesperado por qualquer espaço livre que existisse para fugir daquela criatura aterrorizante.

Foi só quando estava longe e pude acalmar minha mente, vendo de onde havia vindo a voz que havia falado no pé do meu ouvido, que pude ver se tratar de uma pessoa, não de uma criatura vinda dos meus sombrios pesadelo. Meu coração batia forte com o susto, mas sem nenhum inseto monstruoso, fui me acalmando aos poucos. - Vai assustar a vovozinha, seu paspalho. Quase morri do coração. - Estava aliviado, claro, mas meu medo estava se transformando em indignação pela situação que havia acabado de passar. - Pra que aparecer assim de repente nas minhas costas, por acaso tava admirando minha bunda? Eu sei que ela é redonda e suculenta, mas não é pra tanto. - Talvez eu estivesse mais tranquilo se ao menos tivesse sido um homem bonito, mas aquele cara era estranho, e seu bigode dividido me faria rir se eu não estivesse aterrorizado com a possibilidade de morrer pelas mãos de artrópodes super desenvolvidos a qualquer momento. Ele dizia algo sobre a caçada, que eu não fazia ideia do que deveria ser, mas talvez fosse algo sobre os insetos, ou talvez sobre os estranhos encapuzados que havíamos encontrados, e como ele parecia saber bem mais do que nós, parecia uma boa oportunidade de conseguir mais informação.

- O que diabos é a caçada? Tem algo a ver com os insetos gigantes? - Em minha mente eu torcia para aquele homem, assim como aparentemente conhecia uma passagem que o levou direto até minha traseira, conhecesse algum caminho secreto seguro para longe dali, onde os insetos não poderiam me pegar, mas minha esperança não era muito grande, e me restava apenas tentar ao menos aproveitar bem as informações que ele pudesse nos passar. Entretanto, quando parecia que ele ia falar algo, um uivo pude ser ouvido. Não havia me assustado muito, afinal certamente lobos não eram tão perigosos quanto os insetos que haviam nos perseguidos, até notar que o moreno estranho havia ficado assustado. - Ah não... Por favor não me diz que os insetos aprenderam a uivar igual lobos. - Aquela era a única explicação plausível para ele ficar tão assustado de repente. Sem conseguir mais aguentar o suspense da espera pelas respostas que precisávamos, iria até ele em desespero e seguraria o colarinho de sua roupa. - Corta o suspense! Fala logo o que tá acontecendo! Se eu não fosse depilada ia estar toda arrepiada agora!

Caso ele nos instruísse a o seguir, assim o faria, sempre assustado, olhando ao redor e o mais próximo de Nana possível. Assustadas, só nos restava apoiar uma à outra até a hora de nossa morte. Não sairia de perto dele até conseguir respostas sobre tudo que estava acontecendo, em especial a tal caçada que ele comentou, a não ser que ele corresse floresta adentro. Se precisássemos voltar para a floresta, ficaria sempre colado com Matt para que ele me protegesse, torcendo para que os insetos humanoides não nos percebessem e pudéssemos fugir com segurança.





Histórico:
Nome: Leonheart Valentine
Posts: 11
Dinheiro: ฿S 25.000  

Qualidades: Atraente | Carismático | Exibido | Mestre em Haki
Defeitos: Extravagante | Devasso | Impulsivo | Fobia (Insetos) | Obcecado (moda)

Ganhos:
- N/A

Perdas:
- N/A
 
Objetivos:
• Virar Caçador de Recompensas
• Me juntar aos meus três amiguinhos
• Aprender a proficiência Sedução
• Ganhar bastante dinheiro

Ravenborn
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Créditos : 05
Localização : Stevelty
Re: Here Comes The Sun Qui Set 02, 2021 7:10 pm

Here Comes the Sun



Resolvendo esperar os homens-fera aparecerem pra tentar pegá-los de surpresa, eu decidi me esconder em meio àquelas ruínas pra ficar fora de vista...mas não contava que antes mesmo de colocarmos o plano em ação, uma outra voz surgisse de onde Amor estava, dando um susto dos grandes nele e em Nana. Eu apontei a pistola pra ele instintivamente, mas pelo menos dessa vez parecia que a visita não queria confusão. - Heh, você nos assustou pra cacete, tio. - eu suspirei um pouco aliviado, acariciando de leve a crina do animal assustado que tinha resolvido se esconder logo atrás de mim, como que pra dizer que estava tudo bem.

Assim, eu abaixei um pouco a arma, mas mantive a guarda no alto - nada impedia ele de puxar aquele arco das costas ou sacar alguma arma escondida quando menos esperássemos, e com tudo que vinha rolando, eu preferia não confiar em ninguém naquela floresta tão fácil. Pelo menos a conversa dele era interessante: eu realmente precisava de umas respostas, e consegui-las com ele parecia mais fácil que com os lobos raivosos de antes. Porém, antes mesmo que ele pudesse responder à pergunta de Amor, todos ouvimos em alto e bom som os uivos ao longe, o que significava que aqueles dois provavelmente não tinham desistido ainda.

- Merda. - eu olhei na direção da floresta, me perguntando quanto tempo ainda tínhamos. Não muito, a julgar pela cara do homem. - Eram peludos demais pra insetos, se você me perguntar. Mas devem querer nos matar igual. - eu comentei ao ouvir mais um dos chiliques de Amor sobre insetos gigantes, que já estavam parecendo uma piada a essa altura. Com o homem demorando pra responder, porém, eu conseguia entender o nervosismo. - Se achar melhor falar enquanto damos o fora daqui, serve pra mim também, mas vamos logo. Ou você prefere ficar parado aqui esperando aqueles bichos chegarem? - como a segunda opção claramente não era boa ideia, eu esperava que ele nos mostrasse o caminho para sairmos dali logo, ou que no mínimo começasse a desembuchar e explicasse o que diabos era essa tal de caçada.

Eu então ouviria o que ele tinha a dizer - de preferência enquanto nos afastamos das ruínas - tentando ligar os pontos com tudo o que tinha acontecido antes. - Um pouquinho depois de entrar na floresta, a gente se deparou com um monte de gente encapuzada. Mas um deles só disse que "não oferecíamos perigo algum", e aí eles resolveram ir embora e desapareceram pela floresta. Tem alguma ideia de quem são? - eu tinha ficado curioso com esses aí desde aquela hora, então valia a pena perguntar pra tentar descobrir mais alguma coisa. Durante o caminho, ou se nós por algum motivo ficássemos pelas ruínas, eu me manteria atento como já tinha planejado desde o começo, pronto pra meter bala naqueles dois peludos se eles resolvessem mostrar a cara. Dessa vez, não ia ter disparo de aviso.


Histórico:
Posts: 11
Nome: Matteo Martini
Dinheiro: 25.000 ฿S

Qualidades: Adaptável | Prodígio | Criativo | Prontidão | Atraente
Defeitos: Obcecado (Tecnologia) | Dívidas | Compulsivo (Chocolate)
Compulsão: 1/10

Ganhos: Pistola Gasta | Trufas de Chocolate (1/6 Usos)
Perdas: 225.000 ฿S

NPCs: -
Extras: -

Objetivos:
- Comprar ou (de preferência) Forjar uma arma.
- Arrumar uns chocolates pra dar conta da Compulsão.
- Chegar na Guilda e virar CR.
- Encontrar o restante da galera e fazer dinheiro.
- Aprender Proficiências (ainda me resolvendo em quais, pode ser mais pra frente).
- Receber os 5kk da Vakinha ingame, de alguma forma.
- Conseguir ingame a recompensa do evento em grupo lá (Link).

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gmasterX
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gmasterXEstagiário
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Re: Here Comes The Sun Ter Set 07, 2021 12:26 pm

Narração - The unit






Após o susto, o casal Matteo e Leonhart encaravam a excêntrica figura de um novo personagem. Ao ver a reação exagerada de Leon, ele sorriu, olhando para o belo okama a sua frente, mas sem tirar a arma de Matteo de sua visão periférica. - Me desculpem. Eu tenho o péssimo costume de assustar belas damas no meio de ruínas sinistras. - Tanto ele quanto Matt se mantiveram apreensivos, mas para ele, o flerte tomava o primeiro lugar na lista de prioridades. Depois de ver que o homem não era uma figura hostil e que buscava, Matt abaixou sua pistola, o que fez o estranho mudar completamente sua postura, porém, mesmo após esclarecer o mal entendido, Nana mantinha um olhar vigilante na direção do homem. Era claro pelas suas sobrancelhas e andar mais inclinado que ele estava extremamente precavido, mas assim que ouviu os questionamentos de Leon e viu a pressa de Matt para sair daquele lugar, ele ficou de pé, completamente ereto. - Primeiro. Insetos gigantes não existem… Bom, pelo menos nessa ilha. Fora que já é tarde demais. Estamos cercados, mas ainda sim é uma boa ideia se reposicionar. Vocês não iriam querer lutar contra eles nesse lugar. Me sigam. - Ele seguia para dentro das ruínas, se esgueirando entre pilares tombados cobertos de musgo, rastejando por breves passagens claustrofóbicas, e até mesmo se equilibrando sobre finas muretas. Matt e Nana acompanhavam com dificuldade, não era um caminho apropriado para um equino, mas aquilo não impedia Anais de tentar.

Após uma breve caminhada que parecia durar uma eternidade, o grupo se deparou com uma caverna que os levaria para um amplo espaço subterrâneo. O local era bem iluminado, mas à direita, podiam ver um túnel escuro, que parecia não ter fim. A frente, havia uma outra saída que parecia levar ao outro lado das ruínas. - Eu não sei exatamente do que se trata isso tudo, mas sei que essas feras estão caçando qualquer um que não faça parte da tribo deles para manter o seu ritual imaculado ou algo assim. - Ele se sentou ali no meio, puxando sua aljava e uma pedra de amolar, e começou a afiar a ponta de suas flechas. Ele se mostrava concentrado, até Matteo perguntar sobre as figuras que havia visto mais cedo. Seu rosto sutilmente congelou, como quem busca esconder sua reação, até que enfim, ele se mostrou pensativo. - Não faço ideia. Tem muitos criminosos por essa banda. Talvez estejam caçando, ou talvez estivessem buscando se juntar a uma tripulação. - Ele sugeriu, voltando sua atenção para a tarefa.

Em meio a um breve silêncio, ele levantou sua cabeça e encarou o escuro túnel. Antes que pudesse se dar conta, o estranho saltou e puxou seu arco. - QUEM ESTÁ AÍ!?! - Como resposta para sua pergunta, surgiram incontáveis estalos do lugar que encarava. - Como ousa tratar assim o rei dos gerbils. - Uma voz pesada e ameaçadora (Imagine a dublagem do Nasus.) surgia do meio da escuridão. Pouco a pouco o som se aproximava, até revelar um exército de pequenos homens fera, todos com uma altura de no máximo uns 30 centímetros, parecidos com roedores, e armados com facas, mini lanças e escudos. - Finalmente encontramos mais invasores. - Se pronunciou um deles, que vestia uma máscara tribal que lembrava um lobo. - Lutem pela honra de seu rei! OS FAÇA SENTIR A IRA DOS GERBILS! - O rei dos gerbils ergueu sua lança no alto, fazendo o seu exército soltar um longo grito de guerra e entrar em formação de batalha. - MERDA! SE PREPAREM! - O estranho homem guardou a flecha que carregava e sacou uma adaga.

Não muito longe dali, Myriam e Kimberly discutiam sobre o que devia ser feito, considerando a imensa estrutura labiríntica em seu caminho. Os uivos que pareciam próximos lembravam a dupla que estavam em um território hostil e que possivelmente, tinham muito pouco tempo, mas Kim preferia analisar a situação. O bem dito alvo do mercenário de mais cedo parecia ser uma das grandes pistas para desvendar o mistério daquele jogo, e após a sugestão de Myriam para ajudar o cavalheiro de mais cedo, a garota queria ter certeza da índole do tal homem, mas não se aprofundava muito, já que tinham um pepino maior para resolver. Myriam deixava seu altruísmo falar mais alto novamente e sugeriu que ela sozinha pulasse de cabeça ruína a dentro, o que para Kim, era loucura.

Kimberly decidiu que era melhor seguirem juntas, com ela observando o caminho para evitar quaisquer complicações, o que foi uma sábia escolha, já que assim que começaram a caminhar para dentro do labirinto, a garota pôde ver os arbustos se agitarem no fundo da floresta, de forma bem similar ao ataque dos dois homens fera de mais cedo.

Poucos passos depois, as ruínas labirínticas se mostraram não tão labirínticas assim, já que antes da dupla se deparar com uma bifurcação ou algo do tipo, surgiu uma caverna que levaria a dupla para o subterrâneo. Não parecia um lugar tão interessante, além de ser um ponto de referência, até que uma fala pode ser ouvida em alto e bom tom, ressoando de lá de dentro. - OS FAÇA SENTIR A IRA DOS GERBILS! - Com um demoníaco grito de guerra reverberando de lá dentro.  - MERDA! SE PREPAREM! - A voz de outro homem acompanhava o anúncio. Se a dupla decidisse entrar na caverna, se depararia com o trio e Nana, de frente para um exército de mini homens fera.
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Re: Here Comes The Sun Ter Set 07, 2021 10:10 pm
Pequenos Homens-Fera - Parte I

Se eu fosse questionada e forçada a dizer a verdade, eu realmente não saberia dizer qual ambiente conseguia ser pior, a floresta ou as tais ruínas. Ambos sujos, úmidos e densos, eu só não considerava como um pesadelo ter que atravessar aquelas terras sem deus porque já havia visto um inferno bem mais fundo e tenebroso, e ao menos a sujeira selvagem eu podia limpar com algumas horas de banho... Ou ao menos era isso que eu me dizia para convencer a continuar aquela maldita empreitada "Eu tenho que aguentar firme, droga! Sem o dinheiro da recompensa eu vou ficar presa nessa ilha fumacenta e encardida!" Eu me dizia mentalmente, especialmente depois de ver a movimentação nas moitas do lado de fora, que com certeza não era um bom sinal, mas infelizmente não demoraria para eu me arrepender de ter seguido adiante, e, no fundo do meu consciente, desejar dar meia volta novamente para a floresta: A caverna.

Veja bem, eu não tinha medo de cavernas nem nada do género, mas aquela situação... Eu não pude deixar de travar por um breve segundo, onde rapidamente trincava os dentes e continuava andando, para que Myriam não percebesse nada. Minhas mãos se apertavam com força, as unhas machucando a palma, para tentar me focar em outra coisa e não pensar nas implicações de entrar naquele lugar. Não, eu não tinha medo de cavernas, mas ver aquele buraco cada vez mais sem luz, úmido, sujo e fechado, era impossível impedir memórias de voltarem; memórias de um tempo mais sombrio, onde eu não sabia se sequer voltaria a ver a luz do sol outra vez. As profundezas do navio mercador de escravos ainda vagava pelo fundo da minha mente, escravizando-me de uma forma diferente, controlando meus movimentos pelo medo daquele maldito inferno; e, por mais que eu odiasse admitir, esse era um medo bem difícil de lidar. Respirando fundo, tentava desvirtuar meu pensamentos, como já havia feito tantas vezes antes. Não tem correntes em meus braços, não tem correntes em meus braços, "Não tem correntes em meus braços", - N...! - Quase deixava as palavras escaparem enquanto repetia mentalmente aquilo, controlando a respiração para ter certeza de afastar aquele pingo de receio, antes de inventar algo para falar e disfarçar o deslize - ...Não tenho certeza se entrar tão fundo nesse lugar é uma boa ideia. Ao menos teve poucas bifurcações até agora - Dizia a minha aliada, mais calma agora. Felizmente a caverna não era totalmente fechada, então controlar o medo como inúmeras vezes antes não era tão difícil. Apenas esperava não ter que entrar fundo demais naqueles dutos subterrâneos...

Para minha felicidade, não foi necessário muita caminhada até os sinais de vida darem as caras naqueles malditos túneis. Ou será que deveria dizer, sinal de morte? Os gritos de guerra e os avisos de receio eram tudo que eu precisava pra saber que um combate estava para rolar ali, e, melhor, as posições de cada lado. Pelo brado de batalha, era claro que os "arautos da fúria de gerbils" pareciam mais numerosos e agressivos, enquanto a outra voz era de alguém sendo atacado. Se a situação fosse outra, talvez eu apenas observasse um pouco a situação antes de agir, mas eu sabia também que precisava ter noção das inclinações dos meus aliados, e podia apostar que Myriam estava se coçando para ir ajudar. Ela era boazinha demais, com uma inocência típica de quem nunca viu os horrores do mundo, mas não podia negar que gostava disso nela. Era como um animalzinho indefeso digno de proteção, embora, bom, o animalzinho da vez tinha uma espada e sabia usar bem ela. O ponto era, eu sabia que tentar a impedir de ajudar era inútil, mas não significava que não podíamos aproveitar a situação. Salvar uma vítima ali nos renderia ao menos informação, e os deixar nos devendo era realmente bem tentador, especialmente se eu pudesse fazê-los nos ajudar na nossa caçada, então não demoraria para me virar para Myriam - Deixe-me adivinhar, quer ir ajudar? - Soltava um suspiro, não de decepção, mas de compreensão Só tome cuidado. Eu estou logo atrás.

Com Myriam indo na frente ou não, eu tomaria meu tempo para seguir até o local e observar a situação. Pular de cabeça não era meu estilo, e eu me recusava a correr o risco desnecessário de ser atacada e ter meu vestido rasgado. Lentamente me aproximando, tentaria ver quem estava em combate, identificar se eu havia suposto os lados do combate corretamente, e se haviam rostos familiares ali. Até porque, a possível visão do(a) caçador(a) de roupa rosa quase seria bastante para me fazer desistir de ajudar. Aquele era o tipo de pessoa que eu não gostava, e que duvidava que fosse me ajudar, mas sabia também que não poderia voltar atrás depois de falar com Myriam, infelizmente. Manteria-me atenta esperando uma das vítimas tomar um ataque, de preferência um que teria dificuldades de esquivar ou bloquear, e aí que faria minha entrada. Brandindo meu chicote em alta velocidade com minha mão esquerda, o projetaria e tentaria enrolar a arma ou braço atacante do pequeno inimigo, afim de travar seu ataque, e, logo em seguida, posicionaria minha mão direita sobre a corda do chicote e afastaria as mãos com força afim de criar uma alavanca e projetar o inimigo pego pelo chicote contra outro inimigo, aproveitando seu tamanho e peso reduzido. Tendo sucesso, daria alguns passos à frente - Me deve uma - Diria ao antigo alvo do ataque se este não fosse Myriam. Em seguida, me manteria tentando acertar chicotadas contra os inimigos, ameaçando-os se tentassem chegar a menos de três metros de mim. Caso conseguissem ultrapassar essa marca, esperaria sua aproximação e daria um salto para o lado para esquivar de sua arma, antes de girar o chicote para acertar inimigos em um cone na direção que aquele havia vindo. Se o combate acabasse, conteria minha respiração para não parecer que havia perdido o fôlego com a luta, e olharia os inimigos, caídos ou fugindo - ...Isso eram homens-fera?
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Re: Here Comes The Sun Sex Set 17, 2021 9:10 pm
Leonheart Valentine


De frente para aquele homem estranho que apareceu fungando no meu cangote, o susto que tomei com sua repentina aparição apenas se amenizou quando pude constatar que se tratava de um ser humano, não um artrópode super desenvolvido pronto para me devorar vivo. Mesmo assim, por mais que o susto inicial rapidamente se esvaísse, o medo de tais criaturas aparecerem ainda estava presente. Como que para tentar acalmar os ânimos, o moreno tentou me cortejar, mas nem mesmo eu estava disposta a realizar uma investidas dessa. Primeiro que meu medo da aparição dos insetos a qualquer momento abafava meu desejo pela arte do flerte, segundo que ele claramente não era o meu tipo. Seu rosto e físico no geral não me atraiam muito, em especial o que parecia um bigode estranho nas laterais da boca que davam um ar tosco para seu arranjo facial. Talvez se ele tivesse se mostrado envergonhado ou inocente eu veria nele um bom material de flerte, apenas para provocar incomodo e ser rejeitada, mas com ele querendo flertar de volta, não conseguia ver nenhum apelo que pudesse me atrair a ele, ainda mais com o gostoso do Matt por perto, que dava de 10 a 0 nele em questão de beleza.  

Mas o que realmente chamou minha atenção foi o comentário do moreno logo em seguida: ele disse que não existiam insetos gigantes na ilha. - Pera, que? - Minha cabeça estava em pane, como se tivesse acabo de me dizer um verdadeiro absurdo, como se tivesse desmentido algo que acreditava ser verdade minha vida inteira. - Não tem insetos gigantes? Matt? Que história é essa? Você não disse que eram seres não-humanos? Por que não foi mais especifico? - Eu estava levemente irritado por ter passado por todo esse papel de trouxa na frente do meu novo namorado, mas pensando bem, ele talvez tivesse feito isso de proposito para me provocar. - Depois não vem reclamar quando eu der um novo apertão na sua bunda, ta me devendo essa. - Já começava a me virar, sem um pingo de medo, em direção à saída das ruinas, com minha lança em mãos, quando o homem disse para sairmos dali para nos reposicionarmos, mas eu não estava me importando naquele ponto. - Ah, não. Se quiserem vocês podem passear alegremente por ai e fugirem, mas eu vou ficar parado aqui esperando esses caras aparecerem. - Pararia em um lugar visível, sentaria no chão e deixaria a lança erguida do meu lado. - Alguma hora esses caras tem que aparecer, e tenho que dar uma lição neles por brincarem com o coração de uma donzela.

Meu objetivo era ficar ali até as criaturas aparecerem para poder mostrar que foi um erro tentar me enganar, mas não podia ignorar a possibilidade de tentarem me levar junto mesmo assim. Se Matt tentasse me chamar para ir junto, o ignoraria, mantendo-me no mesmo lugar. - Não saio daqui até dar uma surra neles, nossa caça fica pra depois. - Se eu já soubesse onde estavam, tudo ficaria muito mais fácil, mas sem saber onde atacar, esperar eles aparecerem era minha única alternativa, infelizmente. Se, mesmo assim, eles não desistissem, eu tentaria os empurrar para longe, a não se que fosse a própria Anais que tentasse me carregar para longe, situação em que apenas bufaria e a olharia irritado. - Acabou de perder as cerejas que havia prometido. - Tendo sido forçado a ir junto pelos outros ou sendo carregado por Anais, seguiria bem a contragosto, com a cara nitidamente emburrada e de má vontade, de preferencia deitado nas costas de Anais, mas se estivesse difícil para ela seguiria logo atrás, mas sempre deixando claro que estava descontente.

Após andarmos um bocado, chegávamos enfim a uma caverna, enquanto me perguntava pra que aquilo tudo, se poderia simplesmente ter enfrentado as criaturas la nas ruinas mesmo. - Pronto, estamos aqui, e agora? Posso finalmente ir atrás daqueles caras? - Matt parecia interessado em fazer perguntas pro moreno, que havia dito que nos passaria, mas não estava prestando muita atenção, ainda guardando rancor por ter sido feito de bobo. - Tá, tá. Caçando os outros, ritual imaculado, blá blá blá. Me fala logo onde eles estão pra eu acabar com isso de uma vez. - Entretanto, para a minha surpresa, estranhos barulhos se espalhavam pela caverna até onde haviam me arrastado, enquanto o moreno ficava alerta e assustado. - Ah, agora sim. Hora do pau.

Tendo sido arrastado para a caverna com os outros, ou se tivesse ficado para trás para enfrentar quem tentava nos emboscar, assim que as criaturas finalmente dessem as caras, me veria rapidamente em posição de combate, com a lança ao lado do corpo e a lâmina para frente apontada para baixo. Assim que identificasse quem parecia ser o líder das criaturas, correria na direção deles, mas assim que me aproximasse das criatura, para não ser atingido por suas armas, usaria minha lança como uma vara de salto, posicionando o lado contrário da lamina no chão e a usaria para saltar à distancia, dando uma cambalhota enquanto cortava distancia em direção ao lado, para então cair em sua direção com a lâmina apontada para seu corpo. Se outros tentassem entrar no meu caminho, posicionando suas armas logo onde eu iria cair, giraria rapidamente o corpo em 180º ainda em meio ao ar, visando trocar a lança de lado junto do meu corpo e bater nas pontas das armas com o lado sem lâmina da lança, tirando as do caminho para aterrissar com segurança.  

Se tentassem se aproximar de mim ou lançar qualquer coisa na minha direção, começaria a girar a lança em minhas mãos como se fosse uma hélice, seja para me proteger de projéteis ou para impedir que avançassem pela frente para me atacar sob o risco de se chocarem contra o corpo da lança, e começaria a avançar com velocidade. Para que saísse do caminho. Se não conseguisse chegar no líder, pegaria na base da minha lança, segurando bem na extremidade como se fosse um bastão de baseball, e começaria a brandir ele bem perto do chão, tentando acertar vários deles de cada vez como se varresse o chão. Se tentassem atacar Anais, abandonaria tudo que estava fazendo e entraria na frente dela para a proteger, girando a lança habilmente em minhas mão para defender todos os golpes que desferissem, contra-atacando com estocadas qualquer um na linha de alcance. Se lançassem um ataque a distancia que eu percebesse que não conseguiria bloquear com a lança, tiraria meu corpo do caminho rapidamente, desde que não fosse pegar em Anais, do contrario tentaria amenizar o golpe com a lança e receber ele eu mesmo.





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Nome: Leonheart Valentine
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• Virar Caçador de Recompensas
• Me juntar aos meus três amiguinhos
• Aprender a proficiência Sedução
• Ganhar bastante dinheiro

Malka
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Re: Here Comes The Sun Qui Set 23, 2021 7:16 pm

Myriam Leuchten
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Stevelty - North Blue
POST 12






Esperando a resposta da outra presente na frente daquelas ruínas, memórias tomariam terreno por um momento rápido em minha cabeça "Droga, eu esqueci minha luva em casa! Luva... Eu... Não tenho aquela luva, aquilo era... No pântano e, na praia, os..." vendo a vista começar a perder foco e um leve enjôo, junto a um aperto no coração, respiro fundo e balanço o rosto "tá cedo demais pra tu ficar louca, menina. Não é porque os chifres cresceram que a doença já corroeu tua cabeça, levanta esse queixo".

Voltando à realidade, me poria a revirar os olhos assim que visse a discordância na afirmação de Kim — Urgh... Tá, se acha tão idiota eu sigo seu plano, mas não gostei do tom. Não sou do tipo de morrer em um conflito idiota desses, muito menos de recuar. — digo com certa rouquidão transposta na voz. Aquilo estava me estressando, mas sinto certa culpa ao mesmo tempo: não era por razão da caçadora que eu me senfita assim, mas por mim mesma, a angústia de não saber como resolver aquela situação inusitada estava começando a me corroer. "Temo que posso estar devendo algumas desculpas a ela assim que isso terminar".

Reformando minha pose, acenaria positivamente quando Kim diz algo sobre uma patrulha na área externa das ruínas — não é o pior dos planos, definitivamente. Só garanta de me chamar no menor sinal de algo, não posso deixar o elo frágil do time sozinha contra uma dessas ameaças — completando com um sorriso de canto antes de seguir a rota adiante de nós duas.

Se fosse capaz de ouvir o seu grunhido, proveniente da frase que se recusou a formar, me aproximaria acelerando o passo e tentaria ler a expressão da garota. Ela era alguém misteriosa, mas creio que não precise ser um gênio para ver que até o momento aquele lugar lhe gerava desconforto. — Certo. Se não estiver bem pra ir, não precisa. — a responderia, pela primeira vez sem a usual acidez. Logo, voltaria a caminhar relaxada em comparação a Kim, voltaria o foco aos meus sentidos para ver se noto algo, principalmente na audição, o que teoricamente se pagaria assim que o som fosse ouvido de dentro da caverna. Correndo até estar pouco a frente de minha parceira, encararia seu rosto uma segunda vez para saber o que achava daquilo, e mesmo diante de sua agonia a mínima confirmação era o que eu precisava para agir. "Me desculpa", peço em pensamento momentos antes, deixando de lado meu instinto protetor para confiar um pouco mais nela "Somos ambas caçadoras, esse é nosso trabalho. Perdão por ainda não conseguir te ver como igual".

Nem chegaria a dar minha resposta com palavras. Montante em mãos, viraria de novo na direção da entrada e correria na frente de Kim pelo interior da caverna. Eu seguiria quente, e desta vez crendo não ser só um alarme falso. Chegando já bem perto dos negocinhos pequenos e cabeçudos com atitude violenta, daria uma risada alta para chamar a atenção deles — sintam o gosto do ferro, seus bichos de pelúcia do inferno! — golpeando o máximo que puder com a lateral da espada "são anõezinhos cabeça de cebola, não posso usar força letal, ia partir eles ao meio. Não quero tomar essa decisão precipitada". Se algum tentasse subir em mim, tentaria agarrar e apertar o bichinho escroto nos dedos das mãos antes de jogar numa parede, com sorte o debilitando ou ao menos cansando um pouco. Sendo diversas criaturas seria de se esperar uma pequena coleção de cortes superficiais que eu ignoraria se possível, abusando de minha resistência à dor, para continuar agindo com rapidez, garantindo de bloquear apenas pontos vitais e meu rosto — cuidado, ôh, amolador de palito de dente! Se isso pega no olho é um perigo.

Caso trombasse em ação com algum outro que não fosse Kim, tentaria evitar de tomar seu campo de combate, focando meus golpes de espada (que mais pareciam balançadas de porrete) de modo a não entrar em seu caminho — Pega leve com os bichinhos, sei que estão armados mas ainda são uns cachorrinhos feios malnutrudos, a gente cuida disso — afirmaria, brandindo um chute na direção de um deles. Se eles fugissem ou fossem vencidos de outra forma, tentaria me equilibrar em minha arma para tomar fôlego — Oof... O que acha de se explicarem, heim? O que tão fazendo aqui? — não baixaria totalmente a guarda, temendo que estes também estejam envolvidos na caça, mas tentaria parecer minimamente amigável, limpando o suor com um sorriso cansado de canto em um semblante animado.


•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••:
Ficha:

Dinheiro: 4.825.000 ฿S
Proficiências: Arquitetura | Escultura | Carpintaria | Marcenaria | Escudista
Qualidades: Ambidestro | Atraente | Destemido | Saúde de Ferro | Hipoalgia | Prodígio
Defeitos: Doença Degenerativa | Extravagante | Infame | Altruísta | Ambição

Histórico:

Posts: 12
Doença Degenerativa: 2/10
Ganhos: Remédios (1/5 Usos); Contrato de Mercenário.
Perdas: - 300.000 Berries (Remédios)
Relações:
Kim: Companheira caçadora, confiante e perspicaz mas igualmente prepotente e implicante. É uma parceira eficiente, o que já é muito melhor que nada.

Mercenário: Mercenário estranhamente metódico e com vestes igualmente estranhas. Nos ofereceu um contrato suspeito, mas no fim seus motivos não pareceram ruins.
Extras: -

Atributos:

Força: 20 (+40) (+60) (+20) = 140 (Regular)
Destreza: 0 (Incompetente)
Acerto: 80 (+40) = 120 (Regular)
Reflexo: 240 (+80) (+60) = 420 (Hábil)
Constituição: 20 (Regular)

Agilidade: 270
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0
•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••:

FALA | PENSAMENTO


Objetivos:

• Comprar remédios •
• Se juntar com o grupinho •
• Desenvolver a proficiência Condução •
• Criar nosso barquinho v1 e vazar da ilha •

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Here Comes The Sun - Página 6 Anime-zero-two
Ravenborn
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Créditos : 05
Localização : Stevelty
Re: Here Comes The Sun Sex Set 24, 2021 11:17 am

Here Comes the Sun



- Não tem insetos gigantes? Matt? Que história é essa? Você não disse que eram seres não-humanos? Por que não foi mais especifico? - eu até pensei em rebater, mas depois de pensar por um instante, simplesmente dei um suspiro e sorri, aceitando que não adiantaria de muita coisa tentar bater de frente com isso. Pelo menos o estranho tinha ajudado a esclarecer essa parte, mas agora parecia que tinha aparecido um novo problema: já sem medo de acabar encontrando insetos gigantes, Amor se recusava a sair dali e queria enfrentar os homens-fera de qualquer jeito. - Sigh...cê é mais cabeça dura do que eu pensava, né? - tentar convencê-lo não parecia que ia adiantar de muita coisa, mas eu também não queria perder tempo demais ali e arriscar uma luta num lugar ruim. Precisava dar um jeito de...

...de repente, meus olhos se encontraram com os de Nana, e eu ergui as sobrancelhas como se uma lâmpada se iluminasse sobre minha cabeça. Me aproximei do cavalo cor-de-rosa e cochichei em seu ouvido: - Vou precisar da sua ajuda aqui. Vamos pegá-lo e dar o fora. - e assim, o plano era ajudar Nana a arrastar nosso amiguinho dali, nem que eu precisasse jogá-lo nas costas dela pra isso. E com tudo dando certo, poderíamos seguir o homem ruína adentro, na esperança de que não estivéssemos indo pra um lugar ainda mais perigoso. - Pode ficar tranquila, se tudo for bem, tenho certeza de que dá pra comprar umas cerejas com o dinheiro da recompensa. - tranquilizaria Nana. Por mais que eu precisasse de todo o dinheiro possível, umas cerejas não iam me levar à falência, e eu queria retribuir o favor.

Depois de um tempo, nós finalmente chegamos até uma caverna, onde o homem misterioso nos explicou mais algumas coisas sobre a caçada - mas parecia que ainda tinha algumas coisas a esconder em se tratando do grupo encapuzado de mais cedo, já que a sua resposta e sua reação foram bem diferentes. Eu não tinha conseguido ver a aparência de nenhum deles muito bem, mas eles com certeza não pareciam fazer parte de uma tribo ritualística...estavam mais pra algo com um grupo de assassinos, se me perguntassem. - "É, não acho que dê pra confiar 100% nesse cara ainda. Melhor ficar de olho nele." - eu pensei, mas não tive muito tempo pra me estressar com isso. Os sons de algo se aproximando vieram de mais afundo na caverna, e logo vários homenzinhos peludos começaram a aparecer, nem um pouco contentes.

- Tá legal, eu jurava que eles eram bem maiores que isso. - eu fiquei confuso por um instante. Aquelas coisas não eram lobos, eram? Será que eram bichos diferentes dos que estavam nos perseguindo mais cedo? Seja como for, a gente ia precisar lutar se quisesse sair vivo dali. Sacando a pistola, eu tomei um instante pra analisar a situação, percebendo que a nossa desvantagem numérica era beeem grande. Se era assim, eu preferia apostar em tirar o líder deles de cena do que tentar ficar derrubando aqueles bichos um por um. Sem aquele tal de rei, talvez eles perdessem um pouquinho a motivação de nos espetar com aquelas arminhas. - Me deem cobertura, vocês dois! - concentrado, eu miraria na direção do gerbil com a máscara de lobo, disparando duas vezes: uma na cabeça e outra no torso logo em seguida.

Eu manteria a distância pra não ser pego tão fácil, mas ficaria de olho caso eles tivessem flechas ou coisas do tipo também: como tinham muitos deles, os ataques podiam vir de qualquer lado, e por isso eu tentaria encontrar os que tivessem armas de longo alcance logo no início pra não ser pego de surpresa. E claro, lutando mais de trás, eu também teria uma visão mais ampla do combate, e aproveitaria isso pra observar Amor e o homem misterioso, avisando aos dois sempre que visse algum dos inimigos tentando se aproximar por um ponto cego ou atirando algo contra eles, por exemplo. Se tivesse a chance, também atiraria nos gerbils que estivessem dando problemas aos dois para ajudá-los.

Por fim, se eu fosse alvo de ataques a distância, focaria em me esquivar saltando ou rolando para os lados, e talvez me abaixando bem rápido se mirassem na minha cabeça ou ombros. Mas se algum dos monstrengos se aproximasse demais, eu não hesitaria em retaliar com uma forte coronhada bem no topo de sua cabeça, tentando sempre me afastar logo em seguida pra não me deixar ser cercado por vários deles. Minha arma não era lá das mais duráveis, mas se fosse necessário, eu também poderia colocá-la na frente de algum dos ataques pra aparar caso esquivar não fosse uma opção. No fim das contas, meu objetivo era manter uma distância segura para ajudar os outros dois enquanto procuro uma boa oportunidade de derrubar o líder - pra ser sincero, eu preferia só pular no meio do combate e sair atirando, mas com tanta desvantagem numérica, acho que era melhor não arriscar.


Histórico:
Posts: 12
Nome: Matteo Martini
Dinheiro: 25.000 ฿S

Qualidades: Adaptável | Prodígio | Criativo | Prontidão | Atraente
Defeitos: Obcecado (Tecnologia) | Dívidas | Compulsivo (Chocolate)
Compulsão: 2/10

Ganhos: Pistola Gasta | Trufas de Chocolate (1/6 Usos)
Perdas: 225.000 ฿S

NPCs: -
Extras: -

Objetivos:
- Comprar ou (de preferência) Forjar uma arma.
- Arrumar uns chocolates pra dar conta da Compulsão.
- Chegar na Guilda e virar CR.
- Encontrar o restante da galera e fazer dinheiro.
- Aprender Proficiências (ainda me resolvendo em quais, pode ser mais pra frente).
- Receber os 5kk da Vakinha ingame, de alguma forma.
- Conseguir ingame a recompensa do evento em grupo lá (Link).

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