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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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Here Comes The Sun

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
Here Comes The Sun Sex Maio 14, 2021 3:55 am
Relembrando a primeira mensagem :

Here Comes The Sun

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Leonheart Valentine, Kimberly Deshayes, Matteo Martini e Myriam Leuchten. A qual não possui narrador definido.

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Here Comes The Sun - Página 3 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Milabbh
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Milabbh
Pirata
Re: Here Comes The Sun Seg Jun 14, 2021 11:12 pm
Narração - Here Comes The Sun
Localização: Stevelty
Período do dia: Manhã


~Myr & Kim~


Ao se encontrarem novamente, as meninas compartilhavam seus achados e, para a decepção de ambas, Myriam não parecia ter voltado com tantas informações, no entanto, Kim compensava esse fato com as dela, e agora tinham uma pista para seguir.

Com um pequeno estresse entre as duas, uma conversa definia o destino, e agora elas podiam seguir até a floresta. Passavam então pelas vendas clandestinas e adentravam a vegetação que, à medida que andavam, ficava cada vez mais densa.

Se antes alguns raios de sol penetravam as nuvens, denunciando o dia, agora eles haviam simplesmente sumido, deixando-as em um escuro que mais parecia a noite. Além de nublado, o tempo estava frio, e as árvores lançavam uma sombra tão grande, que mais se assemelhava à noite naquele lugar.

As moças andavam pelo caminho marcando árvores eventualmente, mas as possibilidades eram infinitas, e rapidamente se perdiam. Claro que achavam as árvores que haviam marcado, mas chegou um momento em que quase todas elas pareciam ter uma marcação.

Por sorte, Kim era uma exímia navegadora e, com certa concentração e uma atenção ao detalhe das marcações, conseguia achar seu caminho. Isso não deixava as coisas mais fáceis, no entanto, uma vez que começavam a ouvir barulhos de folhas sendo esmagadas, bem como galhos sendo quebrados.

Kim rapidamente se escondia atrás de um arbusto qualquer. Kim, por sua vez, estava parada atrás de uma árvore, para sua sorte, e passava despercebida. Logo ouviam uma conversa bem estranha.

- A Caçada começa hoje, finalmente! - Uma voz masculina ecoava pelo local.

- Sim, já até preparei as armas. Parece que esse ano serão 16 participantes. Vai ser ótimo! - A mulher respondia em tom animado.

- Ainda bem que você é minha dupla. Andar nessa floresta sem saber pra onde vai é morte certeira. - O homem fazia alguns barulhos seguidos de sua fala, parecia estar carregando alguma arma com gatilho.

- Sim, mas é só sermos rápidos e matarmos as outras duplas primeiro. No fim as malucas lá devem pagar a gente. - A mulher dava umas risadas e depois a conversa cessava, dando lugar a passadas novamente.

As duas moças permaneciam escondidas, e agora, aparentemente, estavam no meio de um território de uma "caçada", em que duplas se enfrentariam até a morte por algum pagamento. Que diabo de floresta é essa?!

~Leon & Matt~


A dupla dinâmica e talvez romântica estava cara a cara com o "pirata feioso" e conseguiam uma informação interessante para sua busca. No entanto, ela vinha com um preço, e ele era a irritação de Leon, que jamais se sentira tão ofendido em sua vida.

Com isso, decidiu se vingar do horroroso, e preencheu seu rosto rechonchudo e castigado pelo sol de beijos. O pirata se debatia e acusava o rapaz de estar abusando de sua situação, mas isso em nada atingia o rosado. Ao fim, o rosto antes moreno, estava coberto de marquinhas rosadas, que o pirata tentava limpar com o ombro.

A cena chamava a atenção de um caçador, que rindo pegava o prisioneiro e se distanciava. Matt, por sua vez, assistia a cena com um sorriso amarelo no rosto, nutrinto um sentimento de pena e empatia pelo tal sofredor.

Contudo, era hora de partirem para sabe-se lá onde! Isso é... Depois que Leon lavasse sua boca com água do mar que, naquele momento, era mais agradável do que ficar com "gosto de pirata na boca".

Uma vez que isso estava resolvido, os dois montavam em Anais, que bela e saltitante, desfilava pelas ruas, parando graciosamente e com a cabeça altiva a cada pessoa abordada. Após algumas tentativas falhas, eles finalmente conseguiam uma direção para seguir.

- Ahhh, as ruínas? É só seguirem essa rua aqui, ela dá numa estradinha de terra, só ir andando nela que não tem erro... Mas olha, a floresta é bem difícil de se achar viu, e nessa época do ano acontecem coisas estranhas lá dentro... Eu não iria. - O informante dava de ombros e seguia seu caminho.

Enquanto isso, os cavaleiros seguiam a direção apontada, cavalgando sob o que deveria ser um pôr-do-sol belíssimo para combinar com a cena, mas era só um céu cinza e carregado de chuva mesmo. De qualquer forma, não demorava muito tempo para que chegassem até a floresta e, naquele ponto onde estavam, tudo parecia meio deserto, mas as árvores começavam logo à sua frente.

ControlePosts: 06

Kim
Ferimentos:
Ganhos:
Perdas:


Matteo
Ferimentos:
Ganhos:
- Pistola Gasta
- Trufas de Chocolate (0/6 usos)
Perdas:
- 125.000 Berries (Pistola Gasta)
- 100.000 Berries (Trufas)


Leonheart
Ferimentos:
Ganhos:
Perdas:


Myriam
*Doença: 6/10
Ferimentos:
Ganhos:
- Remédios (0/5 Usos)
Perdas:
- 300.000 Berries (Remédios)

Considerações



emme



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Ceji
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Ceji
Caçador de Recompensas
Re: Here Comes The Sun Ter Jun 15, 2021 6:30 pm
Caçada Humana - Parte I

Ver a amarga reação de Myriam à minha provocação era música para meus ouvidos, e precisava conter meus músculos faciais para não acabar sorrindo. O que eu gostava não era necessariamente o fato da rosada ficar desconfortável, eu não era sadica nem nada do gênero, mas era maravilhoso ver o quão fácil ela era de se manipular. Eu não era especialista em analisar pessoas, mas Myr era como um livro aberto: solitária, sonhadora, desesperada por companhia e auxílio, e sempre querendo demonstrar sua própria utilidade, talvez para não ser descartada? Ela era facil de se entender, e eu nunca iria deixar de me aproveitar disso. Em parte ela me lembrava de mim mesma, mais jovem, quando não havia tido o choque de realidade quanto ao mundo cruel, e sentia que ela só deixaria essa inocência para trás quando também fosse confrontada com o mundo de verdade, quando saísse daquela pequena ilhota como ela mesma queria fazer. Eu poderia, em teoria fazer esse papel, ensinar a ela na pele uma coisa ou duas sobre o mundo de verdade, mas, sinceramente, eu não precisava, e nem queria. Ela me lembrava demais da minha antiga eu para ter coragem de estilhaçar aquela frágil pureza de espírito com minhas próprias mãos. Então, no final, preferia me reter apenas ao essencial: fazê-la dançar o máximo possível na minha mão para fazer meu trabalho da forma mais eficiente possível.

color=green]- Claro, claro. Se você diz -[/color] Responderia a sua indignação, com a voz serena e sem um pingo de raiva ou tentativa de me corrigir. Estender demais o assunto seria mais prejudicial do que benéfico, e não queria passar do ponto e acabar afastando Myriam; eu precisava de sua ajuda tanto quanto ela precisava da minha, afinal - Agradeço sua preocupação, mas relaxe, já passei por situações muito piores do que pode imaginar. Talvez quando sair de casa, finalmente entenda o que eu estou falando - Respondia-a antes de me dirigir a floresta, uma vez, que, como eu mesma havia dito, não tínhamos tempo a perder. Myriam havia dito que a floresta era confusa, mas eu estava confiante, já havia até mesmo navegado na Grand Line, então algumas árvores não seriam problema, não é? Essa confiança ficava em minha cabeça até perdermos o rastro dos talhos pela primeira vez - Essas árvores por acaso de movem? - Questionava, retoricamente, com um toque de frustração na voz, enquanto voltava para achar novamente os talhos que havíamos feito - Seria tão mais fácil se eu conseguisse ver o céu, ou se eu tivesse uma bússola... Não sou uma maldita mulher do mato! - Murmurava para mim mesma, já nem me importando mais em fingir ter tudo sob controle; em uma hora dessas só iria me fazer parecer menos confiável.

Enquanto pensava em como prosseguir, aquele barulho chamava minha atenção, o barulho de galhos quebrando e folhas amassadas, um barulho tão característico que eu sequer precisava já ter ouvido-o antes para saber o que significava. Escondida, assim como minha companheira, permanência ouvindo a estranha conversa da dupla armada que passava, enquanto dúvidas eram respondidas e perguntas surgiam em minha cabeça "Caçada? Matar os outros?" Cada vez mais me questionava em que tipo de buraco havia me medido, mas, sinceramente, não era como se pudesse os julgar, não era como se minhas mãos não estivessem limpas. As vezes, matar era necessário, mas esse realmente não parecia ser o caso daqueles dois - Myr, ouviu isso?" - Sussurraria a minha aliada de cabelo rosa - Tem algo de estranho acontecendo aqui, e eu tenho certeza que aquelas piratas estão envolvidas, senão não teriam ficando indo e vindo da floresta - Continuava sussurrando, o mais rápido que conseguia - Vamos seguir dos dois, talvez achemos "as malucas lá" que pagariam eles - Diria, esperando no máximo um rápido comentário de Myriam antes de começar a seguir a dupla.

"Será que 'HunterxHunter' não é um deboche à caçadores de recompensa, mas sim uma alusão ao que quer que vá acontecer aqui?" Pensava, enquanto tentava me esgueirar atrás dois dois o mais silenciosamente que conseguia. Mantendo certa distância, prestarão atenção ao chão para ter certeza de que não pisaria em galhos ou folhas, e manteria sempre uma pedra na minha mão por garantia. Caso, em algum momento, eu fizesse um barulho e chamasse a atenção dos dois, jogaria a pedra com cuidado em uma região mais afastada de mim, para atrair a atenção deles para o outro lugar, e então me reposicionar para sair da área "perigosa". Caso, porém, eles estivessem tão paranoicos que nem visitassem e já abrissem fogo, eu daria um rolamento para o lado para escapar dos tiros, me erguendo e levantando os braços em sinal de rendição e paz - Calma, calma, vamos ser razoáveis! Eu não estou aqui pra atacar ninguém! - Declararia, tentando parecer a mais amigável possível, para evitar mais retaliações, mas internamente irritada por ter tido que rolar no chão sujo da floresta com meu vestido branco - Eu me perdi na floresta e me aproximei quando vi vocês! Achei que saberiam como sair daqui! Só isso! - Diria, esperando que a desculpa funcionasse. Caso eles não nos percebessem por todo o trajeto, permaneceria apenas ouvindo a certa distância até chegaram em seu destino, quando então esperaria para ver se "as malucas lá" apareceriam, na expectativa de achar as piratas que nós procurávamos.
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Hoyu
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Hoyu
Narrador
Re: Here Comes The Sun Seg Jun 21, 2021 8:57 pm
Leonheart Valentine

Ver a expressão aterrorizada na face daquele pirata fazia o sentimento de vingança que me dominava se apaziguar, enquanto ria maleficamente em minha mente, enquanto do lado de fora usava todas as minhas forças para segurar o nojo. Sendo a bela donzela que era, não podia mostrar esse tipo de coisa normalmente, devendo sempre me mostrar com elegância e graciosidade, mas naquela situação a tarefa era especialmente difícil. Terminando tudo que precisava fazer, pulava rapidamente nas costas de Anais, com o loiro logo atrás, e nem mesmo conseguia ficar triste por dessa vez sua bunda estar precavidamente fora do meu alcance, me impedindo de apalpar novamente aquele pedaço de mal caminho. Não, pensava apenas em me afastar velozmente dali para poder lavar minha boca com água do mar, que apesar do gosto salgado, era melhor do que continuar com a sensação de imundice causada pelo contato com o rosto seboso do pirata. Normalmente não era tão fresco, mas aquele era um caso especial.

Terminada a desinfecção de meus lábios, podia enfim suspirar aliviado e montar no cavalo novamente, pronto para seguir para o tal porto dos piratas, mas que para isso precisaríamos descobrir onde eram as ruínas. Minha primeira ideia era dar um grito, como havia feito da última vez, e deixar a pessoa que soubesse me responder vir até mim, mas não queria parecer bruto na frente de Matt, ainda mais com ele me chamando carinhosamente de amor, então decidi usar o meio menos prático e perguntar por aí. As primeiras pessoas pareciam tão perdidas quanto nós, mas logo encontramos alguém que podia nos orientar, mas sua resposta fez um calafrio subir minha espinha. - F-f-f-f-floresta??? - Gaguejava de forma surpresa e receosa, como se tivesse ouvido a pior resposta possível, mas tentava me acalmar. Nos afastando, sentia o peso da decisão sob meus ombros, temendo que aquele fosse meu último dia de vida. - Uma floresta. Tinha que ser uma floresta? Não podia ser um belo campo florido? - Com a cabeça baixa, segurando-as com as mãos, era óbvio que não estava bem com o que havia ouvido. - E-em florestas sempre tem insetos, voando por todos os lados, subindo na sua pele e... Arg! Não gosto nem de pensar! - Tremia o corpo com o pensamento, quase sentindo as patinhas asquerosas em mim.

Com certo desespero no olhar, me viraria para Matt, ainda nas costas de Anais, para encará-lo nos olhos. - Você sabia que existem mais de um milhão de espécies de inseto na terra? Só de pensar nisso, a minha mente voa e some no além. - Diria, o olhando com a maior seriedade do mundo. - Em outras palavras, eu desmaio. Não sei se vou conseguir. - Em seguida, viraria o corpo novamente para frente, na direção da cabeça de Anais. - O que você acha, Anais? - Queria saber sua opinião, mas achava difícil que ela conseguisse se expressar decentemente. Nós precisávamos passar pela tal floresta caso quiséssemos encontrar a procurada, e repentinamente começava a questionar meu desejo de me tornar caçador de recompensas. Precisava me acalmar, afinal não necessariamente haviam insetos nessa floresta, ainda mais com toda aquela fumaça, era bem provável que já estivessem todos mortos, e eu aqui sofrendo por antecipação. Pensando nisso, levantaria a cabeça novamente.

- Matt, querido, você vai me proteger caso algum inseto grande e mal apareça, não é? Não deixaria uma pobre donzela indefesa à sua própria sorte, não é? - Usaria minha tática de persuasão de atacar o lado bonzinho dele, enquanto jogava o problema no seu colo, vendo o loiro como minha única chance de passar por aquela provação com minha sanidade intacta. Sem muitas outras opções, seguiria pela trilha de terra que nos levaria para a floresta, parando logo em frente ao lugar maldito, pensando duas vezes no que estava para fazer. - Estou confiando em você, Matt. - Pegaria meu casado rosa, que usava de capa, e cobriria meu corpo com ele, como uma capa de proteção contra possíveis insetos, antes de fechar os olhos e dar o comando para Anais prosseguir. Me manteria de olhos fechados por quase todo o percurso, confiando em Matt para me proteger, arriscando uma espiada rápida vez ou outra. Entretanto, caso escutasse o som de asas de inseto em algum momento, ainda com meus olhos fechados e em meio ao meu desespero, pegaria minha lança e começaria a balançar ela às cegas na minha frente enquanto gritava, esperando conseguir me livrar da criatura maligna e permitir que conseguíssemos passar pela floresta em segurança.



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Re: Here Comes The Sun Ter Jun 22, 2021 11:14 pm

Here Comes the Sun



Depois de deixar o porto aos galopes, montado sobre Nana junto de seu sempre animado cavaleiro, nós saímos em busca de alguém que pudesse nos apontar até umas tais ruínas que aparentemente existiam naquela ilha. O pouco que eu sabia de Stevelty era aquilo que o Dante tinha me contado antes de eu vir pra cá, então eu não fazia ideia do que exatamente elas deveriam ser, mas um pensamento que logo me vinha à cabeça era de como a palavra "ruínas" parecia não combinar com aquele lugar. Uma ilha tão avançada e tecnológica, repleta dos sons de fumaça e metal...era difícil imaginar que seria também lar de ruínas antigas.

Felizmente não demorou muito pra que conseguíssemos algumas direções, mas a reação do cavaleiro cor-de-rosa não pareceu ser das melhores quando ele ouviu o informante dizer que elas ficavam na floresta. Enquanto nós seguíamos pelo caminho indicado, Amor me explicou com bastante detalhes todo o horror que sentia por insetos e na certeza que ele tinha de que a floresta estaria repleta deles. - Ahahaha... - eu ri meio sem jeito, pego de surpresa. Medo de insetos, é? Eu com certeza não podia dizer que adorava eles, mas a maioria era inofensiva o bastante pra que eu não ligasse muito, até onde eu sabia. - Heh, pode ficar tranquilo, mesmo no pior caso, eu não conheço nenhum inseto que consiga ficar vivo depois de tomar um tiro.

Era piada, claro, e eu esperava que nunca na vida encontrasse um inseto grande o bastante pra me fazer considerar isso. Dito isso, ele parecia realmente assustado, então eu daria de ombros com um suspiro, me prontificando a ficar de olho em qualquer coisa com mais de quatro patas por ali. Contaria com Nana para nos levar pela trilha da floresta, e por mais que duvidasse que algum inseto fosse se aproximar por vontade própria, estaria pronto pra tanger pernilongos ou qualquer coisa do tipo que viesse incomodar. No entanto, tomaria o cuidado de prestar bastante atenção nos arredores uma vez que estivéssemos lá dentro, lembrando das palavras do informante de um pouco antes. - "Eu não faço ideia do que ele quis dizer com coisas estranhas, mas é melhor não relaxar demais." - eu tiraria a pistola que tinha feito mais cedo do coldre, me certificando de que estava pronta pra o que quer que nos esperasse, e me manteria alerta. E caso no caminho alguma coisa suspeita ou que parecesse perigosa aparecesse...

...bem, vamos dizer apenas que eu não perderia a chance de atirar primeiro.


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Re: Here Comes The Sun Qui Jun 24, 2021 9:43 pm

Myriam Leuchten
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Stevelty - North Blue
POST 07




A atitude da outra garota descia na minha garganta como o ferro gelado e pontudo de um martelo velho, mas ainda assim era até que bem melhor do que nem ser tratada como gente pra início de conversa. De todo modo, a dor era lidável, visto que indiscutivelmente precisava dela, quisesse eu admitir ou não.

Com a mão cobrindo a boca, riria bem baixo da confusão de Kim, de certo modo usando isso para disfarçar minha própria noção de que estaríamos perdidas. Mesmo percebendo o matagal denso escurecer a minha visão de cima e o frio começar a tocar minha pele, continuaria segurando a ansiedade e cruzando a terra até que Kim se jogasse furtivamente ao ouvir algo e, seguindo sua deixa como planejado, faria o mesmo, um pouco mais atrás.

Me limitaria a falar com a outra somente quando sua voz me fosse ouvida, como resposta, com medo de causar sons inesperados e atrapalhar sua aproximação furtiva — ouvi, mas... Não sei se entendi. Isso seria alguma espécie de esporte ilegal? — questionaria em um sussuro próxima a Kim. Com o chamado para a ação aparentemente resoluto, faria pouco mais do que um aceno positivo antes de avançar junto a ela, me esgueirando com a mão firme e suada manchando o punho da espada, de certa maneira como modo de manter a concentração e não me exceder.

Caso fizéssemos algum barulho e fossemos notadas, tendo de sair de nosso esconderijo, deixaria minha parceira lidar com a situação, mas se não parecesse resolver, tomaria a dianteira "melhor isso dar certo, ou eu não vou parar de ouvir merda dela depois..." — Hahahhahaa, vocês vocês...— me levantaria — não sabem que a caçada ainda não começou? Atacar um outro grupo tão cedo vai desclassificar vocês, temos um tempo ainda, e tem olhos em todos os lugares. O melhor que nós quatro fazemos é virar as costas e fingir que isso não aconteceu. Por hora..— diria, olhando com desdém e com o nariz empinado, esperando que caíssem na isca por parecerem ser contratados e não tão experientes com o que estavam conversando sobre. Caso os apressadinhos assustados abrissem fogo, saltaria para puxar Kim para o lado antes mesmo de ver se ela iria reagir, se necessário pondo minha espada e meu corpo na frente de ataques que se passariam.

Se nenhuma aproximação fosse necessária durante o percurso, apenas continuaria o caminho junto a Kim, a avisando rapidamente de qualquer coisa que minha percepção dos arredores notasse e a dela aparentemente não, com duas leves cutucadas no ombro ou na perna, Dependendo de nossa posição.


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Ficha:

Histórico:

Atributos:
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FALA | PENSAMENTO


Objetivos:

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Here Comes The Sun - Página 3 LGMRHWx
Milabbh
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Pirata
Re: Here Comes The Sun Qui Jun 24, 2021 11:20 pm
Narração - Here Comes The Sun
Localização: Stevelty
Período do dia: Manhã


~Myr & Kim~


Era claro que algo estava acontecendo ali naquela floresta, e coisa boa não era. Determinadas a descobrir mais sobre o assunto, as duas moças resolviam seguir o casal de "caçadores", como se intitularam.

Elas andavam o mais sorrateiramente possível e, por sorte, os dois conversavam alto, e abafavam os pequenos barulhos que as duas faziam ao andar. Ainda assim, elas conversavam entre si sobre o que poderia estar acontecendo.

Um veredito não era alcançado, afinal, como poderia? Mas, ao menos, conseguiam segui-los até o objetivo final, aparentemente. Ouviam um som, mais pisadas, e elas não eram as únicas. O casal rapidamente assumia posição de batalha, e ficavam preparados para o combate contra... Uma moita?

No entanto, de dentro da moita, dois homens surgiam, e tão rápido quanto se revelavam, atacavam os seguidos. Não havia tempo de reação por parte do casal, que caía inerte no chão sujo da floresta, inundando-o de sangue.

- Nossa, não teve nem graça... - Um mink canino grande e forte falava de forma desapontada.

- Meh, talvez a gente ache outra dupla por aqui. Tu tá sentindo cheiro de alguém? - O outro rapaz perguntava, olhando ao redor.

- Cara... Pior que eu tô sim. - O aparente lobo fungava o ar e se aproximava lentamente do esconderijo das duas. Eles pareciam hábeis, e o pior, faziam parte do estranho jogo que acontecia ali.

Não era de se assustar que atacassem de imediato, uma vez que as encontrassem, afinal, os dois já empunhavam suas armas em posição de ataque. Mas a questão era: Valeria a pena tentar conversar? Ou ficariam melhor matando-os de vez?

~Leon & Matt~


Com a informação adquirida, Matt e seu "Amor" seguiam em direção à floresta, mas durante todo o caminho o medo de insetos era abordado. Naturalmente seria, afinal, uma floresta tende a ser o habitat natural deles, no entanto, era a única pista viável que tinham e precisavam ir até lá.

Mesmo receoso, Leon não pedia para que Anais parasse, pelo contrário, perguntava o que ela achava. O animal o olhava de canto de olho e soprava os lábios, produzindo um som característico de sua espécie. Aquilo não ajudava muito, claro, mas ao menos parecia ser um certo conforto, se alguém entendesse cavalês.

De qualquer forma, em pouco tempo alcançavam a tal floresta, e ali na entrada, todos pareciam meio tensos com o papo sobre insetos, mas entravam mesmo assim. O caminho tortuoso era repleto de raízes e folhas pelo chão, que atrapalhavam um pouco o movimento.

Leon tapava seus olhos e cobria o corpo, mas quando espiava, apenas enxergava o transpassar suave de alguns poucos raios solares por entre as copas altas das árvores. A iluminação diminuída, combinada com o canto dos pássaros, criava um belo ambiente natural e.... ARANHA!

Quando menos esperavam, uma gigantesta e peluda tarântula descia com a ajuda de sua teia, e o pior, ela se encontrava logo no campo de visão de Leon, que, obviamente, entrava em um estado completamente desesperado.

Em posse de sua lança, ele balançava os braços em todas as direções, mantendo os olhos fechados e gritando em agonia. Enquanto isso, Nana e Matt não podiam fazer muito a não ser olhar para a cena cômica, se não fosse trágica, que se desenrolava ali.

A aranha já tinha saído de perto, provavelmente surda e capenga e, uma vez que notasse isso, Leon poderia se acalmar, no entanto, algo um pouco maior havia sido atraído pelos gritos desesperados do rapaz.

Sons ecoavam por ali, e pareciam muito com passos. - Tem alguém aí? - Uma voz feminina indagava, sem parar de andar.

ControlePosts: 07

Kim
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Matteo
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Leonheart
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Myriam
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Caçador de Recompensas
Re: Here Comes The Sun Seg Jun 28, 2021 10:20 pm
Caçada Humana - Parte II

Quando decidi ir atrás daqueles casal que participava da tal competição de caça, eu já estava preparada para a possibilidade de algo... ruim, acontecer. Eu já havia visto mortes na minha frente, eu já havia causado mortes, e até presenciado destinos que fariam pessoas preferir a morte, mas era inegável que era impossível me acostumar com essas coisas, eu ao menos desejava do fundo do meu coração que não fosse. O sangue que jorrava na minha frente era como um antigo conhecido desagradável retornando, e, no momento, a única coisa que eu podia fazer era o mesmo que sempre fiz, fingir que não existia "Ah, droga, lá se vão nossa pista..." Pensava ao ver o casal perecer, embora certamente a nova dupla fosse parte daquele jogo doentio também. Infelizmente, de cara podia ver que as nossas chances contra aquela nova dupla não eram lá tão boas, não com eles sendo homens-animal. Havia conhecido alguns daquela espécie nos meus anos sombrios, traficantes de escravos pareciam ter um gosto especial por não-humanos, e podia apenas torcer para eles não serem do tipo perceptivo.

Mesmo sendo uma das pouquíssimas vezes que esperava estar errada, é óbvio que isso não ocorreria, e bastava duas ou três frases dos homens-animal para que isso ficasse claro "Canídeos com olfato apurado, que supresa" Pensava, irônica, quase para tentar tentar controlar minha própria tensão. Pelo jeito que eles haviam pulado de forma barbara na outra dupla, podíamos concluir que não só a tal caçada já havia começado e nos estávamos no meio dela, como aqueles dois não mediriam esforços para nos trucidar se tivessem um mínimo de impressão de que estávamos participando também, e eu não queria virar almoço de cachorro. Se fosse outra situação eu preferiria dialogar, resolver aquela situação de uma forma que não corresse o risco de danificar minha roupa ou me sujar de sangue, mas se não fizéssemos algo, eu a Myriam iriamos certamente acabar igual aquele casal no chão, e terminar de forma tão efêmera e desimportantes era a última coisa que eu queria. Eu não havia lutado tanto só para virar só mais um corpo em uma floresta esquecida no fim do mundo. Não, eu havia matado para evitar esse tipo de fim, e definitivamente mataria de novo.

Com a aproximação da dupla animalesca, era óbvio que só teríamos uma opção do que fazer.  Eles haviam deixado claro que não estavam ali para cooperar, e a única coisa que daria frutos ali seria derramamento de sangue... A não ser que eu e Myr pudéssemos fazer algo contra isso. Independente do caso, porém, o confronto era inevitável, e nos precisávamos aproveitar que eles ainda não haviam pulado com tudo, graças a dúvida e cautela em suas mentes. Com um pensamento veloz, logo me viraria para Myriam novamente, com o indicador em frente à boca, sinalizando para ficar em silêncio. Em seguida sinalizaria movendo minha mão em um arco horizontal, como se disse-se pra ela ir pelo lado, e, espalmando a mão com um sinal de "pare", para ela aguardar o momento certo. Finalizaria apertando minhas mãos uma contra a outra para terminar meu plano indicando para ela agir, mas evitar dano letal a princípio. "Contornar", "esperar" e "restringir", esse eram os sinais que eu havia passado em um breve instante para minha companheira, e logo moveria minha mão ao meu chicote, esperando que a garota de cabelos rosa houvesse entendido.

Primeiro esperaria para ver se Myriam iria se mover, e, principalmente, se os canídeos ouviriam. No fundo eu esperava que a atenção deles se voltasse para ela, não queria que acabassem me atacando e maculando minha aparência, mas também não iria deixar ela ser uma isca. Caso eles voltassem sua atenção ao barulho, ou caso não houvesse reação deles ou da minha aliada, tentaria buscar um ângulo para projetar meu chicote em um ângulo baixo, velozmente tentando acertar a perna de um dos dois inimigos antes que pudessem perceber o que estava havendo. Se acertasse, levaria minha mão esquerda ao corpo do chicote, puxando o flagelo para a direita em uma alavanca dupla de ambas as minhas mãos com o intuito de puxar de supetão a perna do humanoide, afim de tirar seu equilíbrio e fazê-lo tombar contra seu aliado, possivelmente atrapalhando a coordenação e posicionamento deles. Esse seria o momento perfeito para Myriam pular neles atraindo novamente sua atenção, e, se esse fosse o caso, aproveitaria novamente ao retrair meu chicote, e, com um giro para acumular momentum, projetar a arma contra a mão armado da criatura, tentando desarmar o alvo com um veloz golpe no braço, para liberar caminho para o avanço de Myriam.

Caso ela não avançasse, porem, o plano teria que mudar. Retrairia meu chicote e tentaria me voltar para o humanoide que teria mais chances de ainda estar de pé, jogando meu chicote contra suas pernas também tentando derruba-lo da mesma forma, mas plenamente preparada para um salto para agitar o ataque, quando então levaria minha mão esquerda ao corpo chicote, deslocando os dedos pela arma enquanto puxava o flagelo para cima, fazendo o movimento tomar a arma e mudar a trajetória drasticamente de um movimento horizontal para um vertical, afim de atingir o homem-animal em meio do salto com o redirecionamento do golpe. Caso a primeira investida tivesse sucesso ou ao menos eu não houvesse sido atacada ainda, tentaria manter minha distância enquanto projetaria meu chicote contra os braços dos inimigos, visando fazê-los derrubar suas armas enquanto possivelmente Myriam manteria os dois ocupados. Caso algum deles tentasse me atacar, retrairia meu chicote assim que percebesse a movimentação, rotacionando-o em uma rápida cadência para formar um cinturão protetor com minha técnica Schmerzgürtel, para atacá-lo se tentasse se aproximar demais. Caso percebesse que ainda assim não seria o bastante, ou caso o ataque fosse a distância, tentaria dar um salto para o lado afim de sair da frente do ataque.

Se nos conseguíssemos render a dupla, avançaria contra um deles com um olhar confiante e opressor, e um sorriso sádico no rosto - Eu vou contar até dez para nos dizerem onde estão as organizadoras, e se disserem talvez eu deixe vocês correrem por suas vidas - afirmaria, pisando no peito do locutor contra o chão caso ele estivesse caído - Um... Nove... - Pularia, para impor um senso de desespero, e se algum deles dissesse que não sabia ou perguntasse porque eu queria saber, esta.aria meu chicote ao lado de sua cabeça - Resposta errada - Mas, se dessem a resposta que queria, e Myriam não tivesse mais nada para perguntar, deixaria eles irem; sem as armas, claro. Não era tão boazinha assim para correr o risco deles voltarem a nos atacar agora ou mais tarde - Bom, supondo que eles disseram à verdade, vamos então para lá? - Questionaria Myriam, só para obeyed uma confirmação, antes de uma vez mais seguir com cautela para o local, me escondendo como antes para evitar novos embates.
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Re: Here Comes The Sun Sex Jul 02, 2021 8:27 pm
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Finalmente a hora fatídica havia chegado, por mais aterrorizado que eu estivesse: nos víamos de frente para a floresta, prestes a adentra-la, e eu precisava reunir toda minha coragem para pedir que Anais prosseguisse. Felizmente não havia nenhum inseto a vista logo na entrada, do contrário provavelmente simplesmente daria meia volta e iria embora. Engolindo seco e me protegendo todo, adentramos por entre as árvores, que bloqueavam grande parte luminosidade, com exceção de alguns feixes que atravessavam as copas. - Estou completamente, às cegas. Minha vida está totalmente na mão de vocês, boa sorte. - Acreditava que haveriam insetos por toda parte, então já tentava me preparar psicologicamente, mas surpreendentemente aquele bosque parecia até bem tranquilo, sem o zumbido de pequenas asinhas que atormentava meus piores pesadelos, e até mesmo arriscava pequenas espiadas, mas tudo que via era um belo ambiente natural, o que me fez relaxar pouco minha posição defensiva.

Começava a acreditar que conseguiríamos atravessar aquele lugar sem encontrarmos nenhuma criatura infernal, mas assim que minhas expectativas surgiram, um ser com várias pernas articuladas surgiu bem no nosso caminho: uma aranha peluda. Claro, aranhas tecnicamente não são insetos, mas eram próximas, e aparição repentina, sem me dar tempo de processar tudo, fez minha mente acreditar no pior, e prontamente ergui minha lança, balançando-a desesperadamente para todos os lados enquanto tentava exorcizar aquela criatura, sem me importar de acertar meus dois companheiros, afinal eles estariam correndo muito mais perigo com um ser daqueles a solta. - SUMA DESSE MUNDO, CRIATURA AMALDIÇOADA! - Além de gritos desesperados, tentava também a mandar para longe, apesar de não imaginar que ela fosse capaz de entender. Com os olhos fechado, entretanto, começava a racionalizar a cena, percebendo que se tratava de uma aranha, não de algo ainda pior, e ia lentamente parando meus golpes desesperados, enquanto arriscava olhar ao redor, sem ver a aranha em nenhum lugar. - Ufa, estamos salvos. De nada.

Estava aliviado por não ter sido um inseto de fato, apesar do meu desespero por toda a situação me ter feito perder a cabeça, e meu coração ia lentamente desacelerando até ouvir uma voz feminina por entre as árvores. - Creindeuspai, os insetos aprenderam a falar! - Sentimento meu medo voltar com tudo, esperando que alguma aberração artrópode aparecesse em nosso caminho, usaria de minhas habilidades acrobáticas para dar um salto, apoiando minhas mãos nos ombros de Matt para aterrissar na traseira de Anais, logo atrás do loiro, para poder usar ele de escudo humano. - VOCÊ NÃO VAI CHUPAR NOSSOS CÉREBROS, SEU INSETO MISERÁVEL! - Gritava, tentando afastar a aberração, e se a criatura realmente aparecesse, me encolheria atrás de Matt. Entretanto, se visse que não ser um inseto, apenas uma pessoa, chamaria ela para que se aproximasse. - Não ande sozinha por ai! Não ouviu um inseto falando agora a pouco? - Meu medo estava nublando meus pensamentos, então deixaria Matt fazer as interações, ficando calado e observando atentamente os arredores para não sermos atacados de surpresa por um inseto trapaceiro. Se tudo fosse resolvido e fosse hora de prosseguir, retornaria cautelosamente para a parte da frente do cavalo e voltaria a guiá-la pela trilha, tomando cuidado extremo com os arredores.  




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Re: Here Comes The Sun Qui Jul 08, 2021 6:26 pm

Here Comes the Sun



O caminho pela floresta era escuro e silencioso, mas felizmente nós podíamos contar com a Nana para nos carregar mato adentro. Amor ia com os olhos cobertos, apavorado pela possibilidade de encontrar algum inseto, enquanto eu seguia observando os arredores, ainda um pouquinho preocupado com o que o nosso guia tinha dito antes. Não era exatamente animador receber um aviso daqueles quando se está prestes a entrar numa floresta densa e desconhecida, ainda mais caçando uma pirata supostamente perigosa. Eu mantive a mão sempre próxima ao coldre, pronto pra puxar a pistola se alguma coisa suspeita aparecesse no campo de visão...até que uma aranha desceu de alguma das árvores, chegando perto demais.

- Ah. - eu nem sequer tive tempo de fazer alguma coisa a respeito, já que Amor acabou vendo o bicho e perdendo completamente o controle, balançando aquela lança pra tudo quanto era lado numa tentativa desesperada de fazer o animal desaparecer. Me afastando junto de Nana pra não ser pego por uma lançada perdida, eu apenas olhei pra ela com um sorriso, dando de ombros e esperando o ataque de pânico de seu dono passar. Quando eu achei que as coisas iam finalmente se acalmar, porém, uma voz desconhecida veio do meio das árvores, fazendo Amor se desesperar de novo - eu duvidava que a voz pertencesse a algum inseto gigante e falante, é claro, mas ela podia muito bem vir de uma certa pirata, e eu preferia estar pronto.

Com os passos se aproximando, eu apontaria a minha arma para as árvores, na direção que parecesse que ela fosse sair. Eu geralmente não seria tão cauteloso assim, mas estava com os nervos à flor da pele ali. Quando finalmente visse o rosto da nossa visita, eu daria uma olhada rápida pelo seu corpo, tentando encontrar alguma arma. - Opa, opa, opa. Mãos pra cima, pode ser? - eu daria o aviso, dando uma balançada de leve na pistola pra deixar claro que não era brincadeira - Ah, e pode largar isso no chão. - completaria, apontando com a cabeça se ela estivesse carregando alguma arma também. Se fosse a moça do cartaz ou outra pirata, eu honestamente duvidava que isso fosse servir de alguma coisa, mas não custava tentar.

No caso da visita seguir as instruções, eu relaxaria um pouco, sorrindo: - Valeu. Foi mal pela recepção, mas disseram que é perigoso por essas bandas, então eu preferi não arriscar. Eu me chamo Matteo, e você, quem é? - esperaria um pouquinho antes de abaixar a arma e escutá-la explicar sua situação, mas a manteria em mãos pro caso das coisas não irem como o esperado. Se ela se recusasse a levantar as mãos ou parecesse que ia partir pra ofensiva, porém, eu daria um tiro de aviso próximo de seus pés. - É sério, o próximo eu não erro. - tava mais pra um blefe do que qualquer outra coisa, já que eu preferia não sair atirando em estranhos por aí, então eu esperava que isso ao menos a fizesse reconsiderar. Agora, se as coisas realmente saíssem de controle e nós acabássemos tendo que lutar ali...

...eu teria de manter a minha palavra.


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Re: Here Comes The Sun Sab Jul 10, 2021 11:35 am

Myriam Leuchten
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Assim que os outros deixaram o lugar, me pus a segui-los de guarda alta mas, visto que nada aparentemente acontecia e ambos pareciam bem descuidados. Aos poucos, meus ombros iam relaxando e as preocupações de grão em grão vão perdendo seu peso. Quando estava prestes a comentar algo com a outra caçadora, um simples questionamento de "acha que segui-los é a melhor opção agora?", já que não parecia estar dando frutos, me surge um arrepio na espinha como consequência de um som alienígena de passos, que não batiam com os de nossa caça. Em instantes aquilo tinha acabado: dois velhos corpos no chão, e dois novos corpos de pé.

Mesmo que os que foram jogados às larvas ainda fossem inimigos, os ver caindo no chão sem resistência ainda me causava certa náusea. Encarando os outros por detrás da natureza que pudesse nos cobrir, apertaria meu punho, forte o suficiente para sentir dor física se não fosse minha condição. "Sendo ou não nossos alvos, são sim criminosos terríveis agora, se ja não eram antes. Isso foi tão... Frio. Mesmo que não tenham recompensa, me deixaria um gosto tremendamente amargo no céu da boca se deixássemos ambos saírem impunes" bradaria em silêncio, pronta para avançar contra os dois. Entretanto, mesmo com meu sangue fervendo, tentaria manter a calma pelo bem de Kim, que demonstrava ter um plano de ação bem melhor do que algo que eu pensaria, imagino, afinal parecia experiente.

Por sorte, mesmo que as falas fossem evitadas por razões óbvias, os sinais da garota eram bem simples de se entender e seguir, o único ligeiramente confuso era o último "Dar, as... Mãos... Um ataque de pinça?! Certo!" concordaria com a cabeça com os olhos afiados. Assim como ordenada, seguiria contornando-os até nós duas estarmos em lados opostos ou quase isso, até o limite de que o caminho mais furtivo permitisse, com cuidado para não pisar em galhos ou folhas. Ficar distante de Kim agora mesmo em curto momento era sim um incômodo, já que havia feito um voto silencioso de protegê-la assim que concordamos em fazer isso juntas, então só imaginar que ela acabaria se ferindo por minha causa já doía um pouco.

Caso a atenção deles continuasse direcionada à moita que estavamos antes onde minha parceira se encontrava, faria barulho de propósito, se possível jogando uma pedra por dentre as moitas. Em seguida disso, se o foco já fosse a mim, ou caso não houvesse essa opção de criar a distração, já avançaria contra o estranho homem canídeo. Com a espada deitada na altura da cintura, correria em sua direção, com um golpe de ponta de lâmina propositalmente lento — dá uma fungada nisso aqui! — e, caso ele tentasse desviar ou bloquear, recuaria a lâmina com um movimento dos braços na diagonal para baixo e retornaria com o golpe verdadeiro: uma marretada com a lateral da espada larga, usando um movimento completo da minha cintura para ganhar momentum e acertá-lo na lateral da cabeça o mais rápido que podia. Se o bloqueio do oponente fosse bem sucedido aproveitaria que a arma estava sendo segurada, o que travava seus membros a esta ação, para tentar uma rasteira em suas pernas.

Sendo a ocasião que nenhum dos dois nos percebeu, tomaria ainda assim a iniciativa, sem avisar o golpe neste caso e botando um pouco mais de força na estocada com um pouco de esperança dela ser o suficiente, mas fora isso agiria igualmente. Ainda assim, não miraria em nenhum ponto vital, preferia muito mais incapacita-los do que ter de manchar minhas mãos, principalmente com escória desse tipo.

Enquanto os golpes de resposta dos inimigos se concentrassem em mim, focaria meu olhar em suas armas, desviando e redirecionando-os com minha espada, devolvendo com contragolpes cortantes nos braços e pernas com a interação de incapacitar. Caso a atenção deles se voltasse a Kim em qualquer momento, circundaria seus corpos numa rápida corrida para me pôr a frente, com cuidado para não entrar no caminho do chicote enquanto ele está em ação. Se visse que algum dos dois ataca a certa distância, com uma arma de disparo, haste ou por exemplo um chicote como o de Kim, focaria nele, avançando sem pensar com um duro golpe de ombro com a espada apoiada na frente dele para me oferecer alguma camada de proteção.

Sendo isso o suficiente para incapacitar os dois, derrubaria um e seguraria um dos braços deste o apertando com uma das pernas, com a espada apoiada no meu ombro e um olhar profundo, ameaçador e direto, refletindo como um espelho a secura com a qual os vejo. O puxaria de jeito bruto pela roupa, pelo, orelha, o que fosse, com a mão livre. Eu não queria ferir eles seriamente, mas um pouco de dor não faria mal.

— Acho bom ouvirem a moça, diferente dela eu não tenho tanta paciência assim — engrossaria a voz, em tom sério e ríspido, servindo como apoio para a atitude e aproximação da minha parceira. Se realmente conseguíssemos uma pista, soltaria o inimigo vencido de uma vez no chão, murmurando um tímido e rápido "ai, desculpa!" em pensamento. Ajudaria Kim a carregar as armas — e temos outra opção? Vamos — seria minha resposta quanto ao questionamento superficial.

Ao me afastar, me manteria de olho nos dois para ver se não tentariam nos trair pelas costas. Caso realmente tentassem, avançaria de uma vez com um golpe desmedido de espada no braço de quem ameaçou essa ação — Acabou. Essa é a gota d'água. Se eu fosse vocês eu corria, é sério.


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Re: Here Comes The Sun Ter Ago 03, 2021 9:43 pm

Narração - The forest has many secrets to unveil


A situação estava complicada para Myriam e Kimberly. A dupla havia acabado de assistir um assassinato a sangue frio, e os perpetradores estavam bem ali, encarando com uma curiosidade incomum o esconderijo da dupla. Enquanto um dos homens fera se aproximava do local, o outro observou de longe, com toda cautela. - Cê tá vendo alguma coisa ai? - Questionou a fera mais atrás. - Cala a boca e não tira minha concentração. - Retrucou seu amigo. Eles esperavam encontrar alguém, porém, o que ambos não sabiam é que eles já haviam sido encurralados, mas… Algo estava estranho. Por mais que não soubessem se havia mesmo alguém ali, o cheiro que era forte, se divergia de repente, um barulho surgia entre as moitas, e num piscar de olhos, Kimberly lançou seu chicote de dentro do mato, em busca da perna de uma das criaturas. Instintivamente, o homem fera mais ao centro saltou para a copa das árvores, enquanto aquele que havia se aproximado para investigar, saltou para dentro de um arbusto próximo, e o silêncio se instaurou. Parecia que na primeira oportunidade que tiveram, a dupla escapou tão rápido quanto haviam surgido, mas poucos minutos depois, o silêncio e a paz se foram, e um amontoado de sons infernais surgiram de todos os lados. Tanto em cima quanto embaixo, as folhas se agitavam e passos podiam ser ouvidos. Era uma estratégia suja, mas era bem a cara dos dois. Ambos pareciam brincar com a dupla, antes de dar o golpe definitivo, até que os sons que vinham das árvores pararam. - Merda, brother! Ele voltou! - A voz era nítida, um dos minks quebrou seu ato para advertir seu companheiro de uma possível ameaça.

Sem muitas delongas, sons puderam ser ouvidos novamente, mas dessa vez, toda a agitação se afastava cada vez mais. Com a fuga da dupla, finalmente surgia aquele que eles tanto temiam. De dentro do mato, surgiu um homem de meia idade; madeixas loiras com um rabo de cavalo bem discreto; vestindo um terno preto, manchado de cabo a rabo com a clorofila; uma gravata vermelha com prendedor e um pingente de cachorrinho; uma maleta executiva cinza, com listras diagonais brancas; e óculos escuros. (Basicamente, esse cara AQUI.) O homem ficou lá, de pé em meio a floresta, de forma despreocupada. Ele encarou cada uma das garotas, como quem claramente enxergasse suas posições, mas não pode ser, né? Elas estavam tão bem escondidas, talvez fosse sorte. - Não aconselho que comprem essa briga. Se não estiverem participando dessa bagunça, por favor, saiam de seus esconderijos. - Ele requisitava, com um olhar sério. Sua presença era estranha para as duas, algo levemente amedrontador, que caso fossem outras pessoas, com certeza acabariam tremendo de medo apenas com aquela visão.

Enquanto aguardava a dupla, o homem puxou a manga de seu terno e encarou, um pouco impaciente, um trambolho pendurado em seu pulso que parecia pesar bastante.

Enquanto isso, não muito longe dali, o recém formado casal tinha seu amoroso encontro interrompido por nada mais nada menos que o animal mais conhecido da classe aracnídeo. Diferente do que muitos podem acreditar, aranhas gigantescas são inofensivas, e aquela lá não era muito diferente. Aparentemente tão assustada quanto Leon, a gigantesca aranha sumiu, deixando apenas  os dois jovens, seu belo alazão e… Uma voz? Uma voz feminina mais especificamente. Uma voz feminina que por algum motivo, Leon acreditava que pertencia a um inseto super inteligente. - Vocês precisam sair daqui! Ago - A voz avisava e logo era interrompida. Depois disso, apenas o som de gritos abafados e de um breve conflito puderam ser ouvidos vindo dali. O cenário ficou confuso, mas sem muito suspense, uma figura encapuzada saía do mato e caminhava à direita do grupo, se juntando a outras três figuras de mesmo perfil, consideravelmente distantes. Pareciam estar observando o casal a um bom tempo, talvez tivessem surgido no meio da confusão de Leon, nada era muito claro, mas estava óbvio que não queriam feri-los . Todas as quatro figuras estavam cobertas da cabeça aos pés, com nenhuma clara distinção entre eles, exceto pela figura mais ao meio, que portava uma distinta protuberância que cobria seu braço direito e suas costas.- Rendam-se, imediatamente. - Disse o mesmo, com uma voz alta, clara e máscula. - Acabaram de chegar. Não nos oferecem perigo algum. - Respondeu que a havia acabado de se juntar ao grupo, dessa vez uma voz feminina, como a que haviam ouvido mais cedo, mas ríspida e quase inaudível. - Tudo bem, se espalhem. - Disse o homem e logo em seguida, cada uma das quatro figuras seguiu em uma direção diferente, sumindo floresta adentro, com exceção da figura mais predominante, que se movia mais lentamente e tinha passos que ecoavam, mesmo que distantes.

Após poucos minutos, não se podia ouvir nada além da sinfonia da natureza. A floresta os envolvia com uma paz, uma paz que, como alegria de pobre, durou pouco. As folhas das árvores e dos arbustos ao seu redor se agitavam de forma que estava claro que não era o vento. Se a dupla tentasse observar o que era, poderiam ver duas silhuetas se movendo rapidamente ao redor de ambos. Seja lá o que fosse, não parecia muito amigável. Talvez aquilo se tratava de uma festa de boas vindas bizarra, mas de qualquer forma, é melhor que os três se preparem para o que está por vir.
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Kim
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Leonheart
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Myriam
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- Remédios (0/5 Usos)
Perdas:
- 300.000 Berries (Remédios)

Considerações
Roubei o historicozinho da mila pra agilizar a parada. Post meio fraco pra empurrar meu plot na goela de oces. Duvidas, reclamações e etc, só chegar no discordo.
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Re: Here Comes The Sun Qua Ago 04, 2021 5:56 pm
Caçada Humana - Parte III

"Eles são quase como pessoas peludas, fora alguns sentidos mais apurados não são nada demais" Era o que eu pensava quanto a dupla da vez, os dois minks que haviam chegado de repente para matar nossa pista. Eu não realmente me não importava deles terem assassinado a dupla de antes, eu sequer conhecia eles, mas era desconcertante termos perdido as iscas que poderiam ter nos dado mais informações. Bom, se fosse só isso não seria tão ruim, até; eu e Myr não tínhamos certeza se aquela dupla tinha relação com as piratas que estávamos buscando, mas o fato de os dois minks terem sentido nosso cheiro era a gota d'água para mim "Matam nossa pista e agora querem arranjar confusão? Ah, não se preocupem, eu vou ter prazer em revidar dessa vez" Pensava, por mais que lutar na floresta não me parecesse o melhor prospecto, uma vez que querendo ou não aquele lugar era sujo e desagradável, infelizmente o local ideal para acabar me sujando. Ao menos era um problema que poderia ser mitigado deixando a movimentação e defesa com Myr, então eu podia viver com isso.

Quando pensava na terrível possibilidade de me sujar naquela maldita floresta, eu pensava em um pouco de terra, talvez algumas sementes grudadas no vestido, mas foi só com o salto reativo dos minks que eu comecei a pensar em uma terceira possibilidade: sangue. Eu tinha plenas confianças de que conseguia vencer deles com o apoio de Myr, mas aquela velocidade da dupla me fez ao menos questionar o quão rápido conseguia terminar aquilo, e se conseguiria evitar todas as retaliações. Meu coração dizia que sim, mas meu cérebro não parecia tão emocionado, e acabar manchando minha roupa de sangue, especialmente do meu, parecia mais terrível do que acabar sendo forçada a rolar pelo chão imundo da floresta "Maldita hora que pedi para Myr se separar!" Pensava, desejando que estivéssemos juntas para não acabar virando alvo de ambos, mas para nossa sorte ou azar, isso sequer foi necessário - O que?? - eu deixava escapar um sussurro baixinho de dúvida, conforme a dupla fugia, aparentemente afungentados por algo que lhes dava mais medo do que nos duas.

Algo que afungentava até aqueles dois não podia ser bom pra nós, ou ao menos era o que eu pensava, ao menos até ver o tal homem finalmente chegando ali. Sua aparência não era nada excepcional, diferente dos dois homens-animal de antes, mas sua seriedade e frieza eram quase palpáveis, o que deixavam claro para mim que se pudesse não o ter como inimigo, provavelmente seria o mais sensato a se fazer. Acima de tudo, é claro, ele estava sozinho. Todos os que vimos supostamente participando do jogo de caça humana diziam ser um jogo de duplas, com dezesseis participantes, mas se ele estava sozinho, ou tinha algum aliado nós rondado esperando para emboscar, ou também não era parte daquele pandemônio "Considerando a reação da dupla de antes, se ele já tem ideia de que estamos aqui, melhor não brincar com a sorte" Pensava ao erguer-me para fora da moita, me limpando de qualquer mínima sujeira com um olhar confiante no rosto, secretamente feliz por não precisar mais me esgueirar por entre aquelas folhas sujas - Então deixe-me adivinhar. Sozinho, dando sinais de aviso e pondo medo nos participantes dessa coisa; não vai me dizer que é algum tipo de justiceiro inescrupuloso que quer dar um fim de qualquer forma ao que quer que esteja acontecendo nessa floresta, não é? - Questionava, com leve tom de piada.

Embora não estivesse totalmente seria, seria mentira dizer que não estava esperando ansiosamente a resposta do homem a minha frente. Eu havia me pronunciado, especialmente daquela forma, para demonstrar que não era uma inimiga se ele também não quisesse que eu fosse, mas também esperava que a pergunta estimulasse ele a falar quem era, sem que eu precisasse demonstrar meu interesse ou... Minha falta de informação. Se, ainda assim, ele insistisse em perguntar quem eu era, se estava participando daquele "jogo" ou o que estava ali, responderia apenas o necessário - Não se preocupe, minha caça nessa floresta é totalmente legalizada e preferencialmente não envolve morte de ninguém - E, se ele não houvesse ainda falado muito sobre si, completaria - E você, pode dizer o mesmo? - Questionaria, tentando não adentrar demais na zona de confronto dele, mas claramente exigindo algum tipo de resposta. Ainda assim, eu sabia que era real o perigo de ele ou um aliado dele atacar, e por isso me manteria sempre atenta a tudo ao meu redor, preparada para, caso um ataque viesse em minha direção, rapidamente sacar meu chicote e interceptar a pessoa ou arma com minha própria arma.
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Re: Here Comes The Sun Sex Ago 06, 2021 4:56 pm
Leonheart Valentine


Mesmo sentado sobre as costas de Anais, minhas pernas tremiam descontroladamente após o assustador encontro com a aranha, que parecia querer me matar do coração fingindo ser algum inseto asqueroso. Estava começando a me acalmar novamente quando uma voz surgiu do mato, o que fez meu sensor de perigo apitar novamente, temendo que finalmente tivesse encontrado meu pior pesadelo: um inseto gigante e falante. Estava pronto para sair correndo caso algo assim aparecesse, mas a voz que parecia nos avisar para sair da floresta foi calada de repente, como se tivesse sido atacada por algo que não podíamos ver, identificando apenas alguns gritos e sons de lutas antes de algumas figuras encapuzadas surgirem na nossa frente, enquanto uma outra surgiu bem ao nosso lado e se juntou aos que nos olhavam mais a distância. - Que horror, vocês não têm um mínimo senso de estética? Todos vestidos iguais, estão precisando urgentemente de uma repaginada no guarda-roupa. - Mas eles não pareciam muito preocupados conosco após a mulher que aparentemente estava nos seguindo avisar algo sobre termos chegado a pouco tempo.

Não sabia se eles estavam procurando algo ou alguém, mas o fato é que tão rápido quanto surgiram, também desapareceram, sem o menor interesse na nossa presença. - Que absurdo, uma dama linda dessas na frente deles e nenhum demonstrou interesse. Nem mesmo um assobio. - Se Anais parecesse ofendida com minha indignação, rapidamente me corrigiria. - Tem razão, duas damas. - Ficava um pouco indignado com a reação dos encapuzados, como se eu não fosse interessante, mas logo me viraria para Matt. - Você viu aquele cara com a protuberância estranha? Aposto que é por isso que ele é amargurado. - Sem mais nada para chamar nossa atenção e já mais calmo do meu surto de medo após ver pessoas normais em vez de um inseto de dois metros, estava pronto para prosseguir, até que a floresta ao nosso redor começou a se agitar, com vultos nos circulado, como se o movimento deles ao nosso redor estivesse movendo as folhas e galhos, o que não parecia um bom sinal. - Nana, sebo nas canelas. Matt, agarra na minha cintura e não larga. - Segurando a guia de Anais com força, começaria a guiá-la com agilidade pelas árvores da floresta. Nós precisávamos atravessar logo aquele lugar, no qual já tínhamos tido indícios o suficiente de que não era lá muito seguro, e não queria ficar para ver o que eram aquelas coisas que queriam nos fazer de presa. No melhor dos casos eram pessoas doidas iguais os encapuzados ou um animal qualquer da floresta, no pior os insetos assustadores haviam finalmente dado as caras.

Guiando Anais, usaria de todo meu conhecimento de equitação para atravessar agilmente pelas árvores, guiando-a agilmente enquanto passaríamos em ziguezague pelas árvores para deixar nossos perseguidores para trás e finalmente chegar em algum lugar, mas sem nunca perder a trilha de vista. Tomaria cuidado também para não arriscar demais o bem estar de Anais, preferindo seguir por áreas não muito fechadas para que ela conseguisse passar sem o risco de cair e ferir a perna. Se mesmo assim os nossos perseguidores continuassem atrás de nós, gritaria alto para Matt. - Cuida desses aí! - Alguém que consegue atacar a distância seria bem mais útil pra isso do que eu, que precisaria parar de fugir para usar minha lança. Entretanto, caso conseguissem nos alcançar e tampar nossas rotas de fuga ou se nem ao mesmo conseguíssemos sair de onde estávamos, me veria obrigado a descer de Anais e pegar minha lança.

- Bom, pelo menos vou usar vocês de aquecimento. Tanto tempo que não faço ginástica, não devo estar mais tão flexível. - Tendo tempo, começaria a me alongar, esticando os braços e pernas e vários exercícios de alongamento, mas pararia assim que fosse atacado, girando a lança com minhas mãos para bater contra o golpe e o desviar. - Que safadinhos, querem pular as preliminares? - Entretanto, se o golpe fosse a longa distância, como uma bala ou flecha, e eu percebesse que não conseguiria o bloquear, não sairia da frente, temendo que Anais fosse acertada, então tentaria fazer ele me acertar, mas de forma à não ser um ferimento muito complicado. - Se esconde, Nana. - Se não atacasse, apenas ficassem observando, terminaria meus alongamentos. - Beleza, queridinhos, podem vir. - Tendo conseguido terminar ou não meus alongamentos, apontaria minha lança para frente, segurando com a mão esquerda mais perto da lâmina, enquanto a direita seguraria mais perto do cabo, deixando a lança em uma posição diagonal apontada para baixo. Se viessem na minha direção, moveria a mão direita para realizar rápidas estocadas para frente.

Seguiria fazendo as estocadas enquanto não contra-atacassem, mas assim que percebesse que seria alvejado, recuaria a lança, segurando-a com as duas mãos de forma a colocar o cabo dela na frente do golpe, bloqueando-o, para em seguida deslizar a lança, aproveitando o espaço livre para projetar a ponta na direção do alvo e acertá-lo com a lâmina antes de recuar novamente. Entretanto, se os ataques fossem a distância, tentaria apenas saltar para fora do caminho caso Anais já tivesse se afastado. Se me visse na desvantagem, como se viessem dois em mim ou se meu adversário atacasse sem cessar, tentaria apenas ficar defendendo com a lança, girando-a para bater nos golpes e jogá-los para longe, até que Matt me ajudasse. Se conseguíssemos atacar com nossos perseguidores, assobiaria para chamar Anais e subiria nela novamente, dando dois tapinha para que ela nos levasse para fora dali.

Estocadas (cara de chapéu marrom no início):


Bloqueio e contra ataque:
 




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Re: Here Comes The Sun Qua Ago 11, 2021 2:14 pm

Here Comes the Sun



Depois do perigoso encontro com uma aranha que desceu das árvores, a atenção do nosso grupo se voltou para uma voz que vinha de mais adentro da floresta. Como era uma voz feminina e a pirata que estávamos caçando era uma mulher, eu não demorei pra pegar minha pistola, preparado pra atirar se precisasse...mas depois de uma espécie de aviso, a voz simplesmente sumiu em meio a gritos abafados, como se tivesse sido atacada por alguma coisa. - Ok...isso não pareceu coisa boa. - eu engoli em seco, nervoso por não saber ao certo o que diabos estava acontecendo. Momentos depois, uma figura encapuzada saiu de dentro da folhagem, indo se juntar a um grupo de outras três pessoas vestidas do mesmo jeito, que só agora eu tinha percebido. Eu senti um frio na espinha ao me dar conta de que a dona da voz que tentou nos avisar antes tinha sido silenciada pela primeira figura...talvez até morta.

Enquanto Amor debochava de suas vestimentas, eles conversaram entre si e pareceram só resolver que não precisavam nos dar atenção, se dividindo e adentrando na floresta mais uma vez. Eu me deixei relaxar, dando um suspiro de alívio, mas a situação estava ficando cada vez mais estranha. - Você viu aquele cara com a protuberância estranha? Aposto que é por isso que ele é amargurado. - o policial da moda de cabelos rosados comentou, me arrancando uma leve risada. - Pfft...ahaha! É, eu não sei que merda é aquela, mas acho que também ficaria ranzinza se tivesse carregar algo daquele tamanho pra todo lado. - eu coloquei a pistola de volta no coldre, um pouco mais tranquilo depois dessa quebra de tensão. Ainda assim, não conseguia tirar da cabeça de que tinha algo muito fora do lugar ali. - Não era pra isso ser só uma floresta com umas ruínas abandonadas? O que diabos essa gente toda tá fazendo aqui? Duvido muito que sejam só caçadores atrás de algum pirata também... - eu levei a mão ao queixo, tentando ligar os pontos. Antes que tivesse tempo, porém, alguma coisa agitou as árvores à nossa volta, e eu pude ver duas sombras se movendo com velocidade no meio da vegetação, como se estivessem tentando nos cercar. Seriam as figuras de antes, ou...?

- Nana, sebo nas canelas. Matt, agarra na minha cintura e não larga. - Amor disse em tom de urgência, e eu imediatamente subi nas costas de Nana, logo atrás dele - acho que a essa altura, já estava até começando a pegar o jeito. Segurando firme, eu deixaria que o cavaleiro nos guiasse floresta adentro, tentando ficar de olho nas sombras de antes para ver se continuariam nos perseguindo - e se fosse o caso, ficaria bem claro que dessa vez não era um encontro lá muito amigável. - Beleza, hora de ficar sério então. - com as coisas começando a esquentar, eu pegaria uma das trufas de mais cedo com a mão livre e a levaria até a boca, deixando o doce do chocolate se espalhar e aproveitando bem antes de engolir, com um sorriso animado. Nada como um bom chocolate antes de uma boa luta.

Assim, eu me manteria seguro sobre a montaria apertando as pernas contra as laterais de Nana, e usando uma das mãos para segurar na cintura de Amor. Com a mão direita livre, eu puxaria a pistola e apontaria para a direção aproximada de onde estivesse vendo as figuras que nos perseguiam. Eles pareciam bem rápidos, mas eu não me gabava da minha mira por nada, e faria questão de dar trabalho. Se eles estivessem saltando pelos galhos das árvores, eu tentaria pegá-los enquanto estivessem no meio de um pulo, onde não teriam como mudar de direção, disparando sem me preocupar em mirar em algum lugar específico. Mas se estivessem correndo pelos arbustos em vez disso, eu tentaria um primeiro disparo descompromissado, mais para ver como eles tentariam reagir, e depois retaliaria de acordo: atirando para o lado que achasse que eles tentariam se esquivar, por exemplo.

Enquanto estivesse montado, porém, eu não podia fazer muito pra me defender que não fosse me abaixar ou inclinar o corpo pra algum dos lados se algo viesse na nossa direção. Se eventualmente fôssemos pro chão, porém, eu teria mais liberdade pra me mover por aí, apesar de ainda precisar tomar cuidado com o terreno acidentado daquela floresta, então ficaria atento a isso também. - Ô seus desgraçados, que merda é essa!? - eu gritaria quando pusesse os pés no chão, tentando encontrar as figuras com os olhos e tomando cuidado pra não ser pego de surpresa. - Virou moda atacar gente que nunca viu nessa floresta por acaso? - ainda sem saber com o que exatamente estávamos lidando, eu ficaria mais na defensiva por enquanto, me esquivando se visse algum ataque e me escondendo atrás de alguma árvore se isso ajudasse, retrucando com meus próprios disparos. Se algum deles chegasse perto demais, porém, eu fingiria preparar um disparo antes de lançar uma coronhada com o cabo da pistola, mirando bem no queixo ou no nariz de quem quer que fosse.

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Re: Here Comes The Sun Qui Ago 12, 2021 10:33 am

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POST 09




Ao falhar na aproximação, boa parte de minha adrenalina começava a se dissipar, pouco a pouco. Chega doíam meus olhos de tentar acompanhar os meliantes peludos, saltando pelas copas e fugindo pela mata na primeira aproximação, não pareciam muito do tipo que sabem lutar se não for em uma tentativa de assassinato. Mesmo assim, me mantinha de guarda alta com eles, tão focada que me surpreendo com o surgimento de uma terceira figura.

Só a confiança e aparentes capacidades de observação do homem já me fazem o levar como uma ameaça mais séria, mesmo que os adornos de cachorrinho quebrassem um pouco da imagem. Era claro para mim que os outros dois fugiram com medo dessa figura estranha, o que quer dizer que já se conheciam, mas ele mesmo não parecia ter uma dupla para si "talvez seja um igual. Mesmo assim, melhor não abaixar a guarda, sem se precipitar Myr..."

— Bom, acho que me esconder já não vá ser útil. — finalmente me levantaria da moita com a espada por cima do ombro, o encarando com o nariz levemente empinado... Que perdia parte dos pontos de estilo por eu provavelmente estar com a cara e cabelos manchados de terra e folhas secas. — Apresente-se primeiro! — apontaria a larga espada para a frente — Se for realmente um justiceiro ou o que quer que seja, ótimo, não temos o que resolver. Senão, vou ter que limpar o chão dessa floresta com voc- — minha fala sendo cortada por uma tosse dupla profunda, que faz respingos de sangue escorrerem do canto da minha boca até o chão — t-talvez depois de eu limpar isso... — responderia com naturalidade, apoiando a espada no chão e enfiando as mãos nos bolsos em busca do meu remédio, tais mãos que em suas costas a este ponto já estariam começando a criar pequenas bolhas de carne. Demoraria a perceber que tinha abaixado a guarda, exatamente como disse que não faria, quase me vem uma vontade de rir.

"Droga, parece que o diabo sempre surge mais cedo quando começo a me empolgar" reclamaria, instrospectiva. Decidiria, assim como imagino que Kim estava fazendo desde que começamos a conversa, que não faria sentido manter a imagem de cego em tiroteio que no fim das contas era verdade, felizmente dentre as farsas essa era uma das aparentemente fáceis de se manter. Arranharia a garganta, me recompondo um pouco — Perdão... Enfim, declare as intenções, não temos o dia todo, nosso objetivo aqui já é bem claro, então prefiro que evitemos casualidades.


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