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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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Here Comes The Sun

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
Here Comes The Sun Sex Maio 14, 2021 3:55 am
Relembrando a primeira mensagem :

Here Comes The Sun

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Leonheart Valentine, Kimberly Deshayes, Matteo Martini e Myriam Leuchten. A qual não possui narrador definido.

_________________

Here Comes The Sun - Página 4 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

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Re: Here Comes The Sun Seg Ago 16, 2021 10:01 pm

Narração - High Speed Steed






Com a chegada do novo personagem, a tensão aumentava, e por mais que os três que estavam ali se mantivessem relativamente calmos, Kimberly e Miryam se mantinham levemente precavidas, mas dispostas a ouvir o que o homem tinha a dizer. Aproveitando a oportunidade, Kimberly provocou a figura à sua frente, enquanto Myriam preferiu ameaçá-lo. O homem ouviu o que as duas proferiram e se manteve em silêncio, como se estivesse retrucando as provocações. Poucos segundos depois, sua face séria quebrou, revelando um sorriso, acompanhado de uma risada contida. - Vocês não tem ideia do que estão fazendo, não é? - O homem questionou. - Até abrirem a boca, estávamos em um impasse. Ambos desconhecidos. Ambos possivelmente armando algo, e com intenções desconhecidas. - Ele ajeitou a gravata, encarando Kimberly enquanto ficava completamente de costas para Myriam. - Mas sem dizer uma palavra, descobri tudo que precisava. - Seu semblante que já era extremamente sério, se tornava mais centrado, com um claro toque de agressividade. - Agora tenho certeza que não estão aqui para a caçada, e coincidentemente, estão atrás de algo ou alguém. A possibilidade de haver a segunda coincidência das duas estarem atrás da mesma coisa que eu, e se esse for o caso, não terei outra escolha senão iniciar um conflito, bem aqui, neste exato momento. - Ele encarava apenas Kimberly, mas não parecia ignorar completamente Myriam. - Mas, ao invés disso, eu tenho uma proposta. - Ele mudava de assunto prontamente, e a tensão no ar se dissipava. - O contrato que peguei se mostrou bem mais complicado do que eu esperava, e eu sigo uma política de um contrato por vez. Por isso, lhes ofereço meus serviços. Vocês me contratariam para eu lhes auxiliar, e vocês teriam acesso a todo o meu arsenal de itens, habilidades e até o meu conhecimento. - Ele abriu a sua maleta, puxando dela dois contratos grampeados de três folhas, e entregou ambos para as garotas.

Após uma rápida leitura, poderiam ver que se tratava de um contrato simples,  com linguagem fácil de entender  e bem concisa, sem letras miúdas e nem termos ambíguos, nada para passar a dupla para trás. O contrato era muito bem redigido e deixava bem claro que o homem à sua frente se tratava de um mercenário. - Por se tratar de um favor que vocês estariam me fazendo, cobrarei apenas cento e cinquenta mil berries por dia. O que, creio eu, seja bem mais que o necessário. - O preço que o mesmo cobrava era bem caro, mas ele parecia estar bem sério quanto a proposta. - Além disso, gostaria de deixar bem claro alguns detalhes. O primeiro detalhe é que esse é apenas um contrato de auxílio. Não agirei de qualquer, mesmo que seja necessário, sem a devida permissão, com a exceção de casos onde a integridade de um das duas esteja em risco. O segundo detalhe é que o meu contrato deve ser ativamente encerrado, e o encerramento deve ser acompanhado de meu pagamento. Se aceitam os termos, é só assinar logo embaixo, na linha pontilhada.

O estranho aguardava a resposta de ambas, mas tinha a sua linha de pensamento interrompida por um som bem alto, não muito longe dali. - Disparos de uma arma… - Ele murmurou, encarando a direção em que o disparo foi efetuado.

Enquanto isso, no outro lado da floresta. Após uma rude interrupção da dona aranha, e dos encapuzados. O casal era perseguido por figuras misteriosas, e Anais corria como o vento, sem muita dificuldades, e com um olhar de desespero, como quem viu algo que queria ter desvisto. Os dois seguiam em uma investida de duas frontes, onde um deles seguia pelos galhos, enquanto o outro saltava de arbusto e arbusto, além de se coordenarem para moverem intercaladamente. Poucos minutos após, se olhassem para trás durante a fuga, Matt poderia ver que os borrões descaracterizados que os perseguiam, aos poucos tomavam forma, e pouco a pouco ficava claro que ambos os perseguidores estavam perdendo o ritmo, até que finalmente era possível o casal ver as criaturas peludas que estavam atrás deles.

Aquele era o momento perfeito para efetuar um disparo, e não deu outra. Matteo disparou contra o inimigo que avançava por cima, mas a fera se contorcia no ar, desviando por um triz da bala. - EITA PORRA, ELE TÁ ARMADO! - A fera gritava, ficando para trás enquanto Nana ganhava cada vez mais distância. O som do disparo ecoava pela floresta, e logo em seguida, era possível ouvir um uivo, provavelmente de um dos perseguidores. Pouco tempo depois, Nana interrompeu seu avanço bruscamente, deixando o casal de frente para as colossais ruínas. Talvez ali fosse o melhor lugar para se esconder ou emboscar a dupla.
ControlePosts: 09

Kim
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Ganhos:
Perdas:


Matteo
Ferimentos:
Ganhos:
- Pistola Gasta
- Trufas de Chocolate (1/6 usos)
Perdas:
- 125.000 Berries (Pistola Gasta)
- 100.000 Berries (Trufas)


Leonheart
Ferimentos:
Ganhos:
Perdas:


Myriam
*Doença: 9/10
Ferimentos:
Ganhos:
- Remédios (0/5 Usos)
Perdas:
- 300.000 Berries (Remédios)

Considerações
Alright boys. Não inclui no post mas a trufa e o remédio foram sim usados.


Última edição por gmasterX em Sab Ago 28, 2021 5:27 pm, editado 1 vez(es)
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Ceji
Caçador de Recompensas
Re: Here Comes The Sun Qui Ago 19, 2021 9:21 pm
Caçada Humana - Parte IV

Eu não conseguia crer na audácia do homem na minha frente, e, se não fosse a expressão neutra que mantinha na minha face, tinha certeza que ele veria o desgosto estampado no meu rosto. Eu mal conseguia me forçar a ler o contrato que ele havia apresentado sem me sentir burra, e sinceramente sentia que se aceitasse aquilo não pagaria só com dinheiro, mas com parte do meu QI também "Não é possível que ele esteja falando isso sério, não depois de ficar se fazendo de gostosão psicanalista. Esse dai é burro, hipócrita ou preguiçoso, deve ser mais pose do que qualquer outra coisa" Pensava, incapaz de conseguir correlacionar a pessoa que fez aquela proposta com alguém que pudesse dar medo nos homens-fera de antes. Ainda assim, antes de falar qualquer coisa, precisava verificar uma coisa, e isso era expressão de Myriam. Como estávamos trabalhando juntas, queria ao menos confirmar se ela estava tão indignada, ou ao menos confusa, com aquela proposta quanto eu. Eu esperava que ela não seriamente cogitasse aquela proposta absurda, porque isso significaria que teria que rever minha confiança na tomada de decisões dela.

Mais uma vez voltando minha atenção ao homem loiro, conseguia apenas deixar uma risada de descrença escapar de minha boca, assim como ele mesmo havia feito antes - Se é assim que consegue seus clientes, então deve estar bem desesperado - Respondia, sem mais um pingo de medo depois daquela demonstração risível dele - Primeiro diz que seu "contrato atual" se mostrou mais difícil do que esperava, depois propõe que lhe paguemos para nos dar uma ajuda porca; sendo que comentou que podíamos estar atrás da mesma coisa - Explicava a gafe de forma quase didática para ele, enquanto gesticulava com minha mão esquerda, e o calçado do pé direito batia com uma leve insatisfação em uma raíz no chão pela proposta estranha e repentina... Ou melhor, era isso que parecia para os outros. Disfarçada pelo semblante de uma resposta, minha mão se movia em um movimento elíptico, próxima ao meu rosto e ao centro de sua visão ao olhar para mim; mas não o bastante para incomodar sua visão, apenas para atrai-la ao movimento. Enquanto isso, as batidas do meu pé seguiam o exato mesmo ritimo das minhas palavras e movimentos de mão, em uma sincronia que tentava fazer apenas seu inconsciente reconhecer o padrão ao buscá-lo, mas sutil o bastante para ser difícil de perceber conscientemente - Se seu plano era nos fazer pagar para fazer seu trabalho por você, posso sentir apenas pena. E recomendo que use seu próprio conselho e pense antes de falar demais, seu monólogozinho revela tanto sobre você, sabe? - Prosseguia, com palavras que tentavam abrir uma vulnerabilidade em sua postura, seja por fazê-lo sentir seu espaço pessoal levemente invadido, seja por sentir alguma irritação pelas minhas palavras - Se é um favor nosso que você quer, que tal voltarmos no início? - Falaria, estalando meus dedos, como que em um sinal repentino para quebrar a dormência parcial que estava tentando gerar com meus estímulos, ao mesmo tempo que pararia os movimentos ritimicos - Do que você veio atrás?

Após finalmente fazer a pergunta assertiva, eu mentiria se dissesse que não tinha expectativas. Embora o tempo não estivesse a meu favor, isso não significava que eu não poderia criar alguns estímulos para soltar um pouco aquele homem, na tentativa de o fazer falar mais do que queria. Essa não seria a primeira vez que tentaria fazer uma hipnose simples, minhas vastas leituras sobre o tema quando mais nova me ajudaram quando tive que manter as aparências sob controle no navio clandestino, e é era exatamente por isso que também não tinha esperanças dele simplesmente cair duro. Hipnose, especialmente as mais complexas e impactantes, exige tempo, preparação e confiança mútua, e é especialmente menos efetiva contra alvos confiantes e mentalmente estáveis, mas felizmente eu não precisava de uma hipnose pesada, precisava apenas causar uma leve dormência de raciocínio ao envolvê-lo em meus estímulos, como um trabalhador mentalmente cansado após um dia de trabalho repetitivo. Tudo que eu precisava era o por em um estado de falar antes de pensar, e não achava que isso fosse especialmente difícil após ele supostamente ter tido problemas com seu trabalho e dado voltas em uma floresta. Assim, se ele acabasse soltando seu alvo sem querer, abriria um sorriso satisfeito, fosse o alvo o mesmo que o nosso ou não - Parece que não somos nós que falamos demais

Se o deslize ocorresse, eu teria uma carta na manga contra ele, mas se não ocorresse, nos teríamos um problema. Embora eu viesse falado tudo antes pensando em como deixá-lo suscetível a minha hipnose leve, eu não havia falado nenhuma mentira: a proposta dele era absurda, uma ameaça usada para nos coagir a aceitar um serviço porco que mais parecia que queria ganhar dinheiro por empurrar seu trabalho para nós, e eu não estava contente em ter que perder dinheiro para ajudar os outros. Dessa forma, se ele não caísse nos estímulos, soltaria uma sutil bufada de frustração; e tendo tido sucesso no estímulo ou não, logo prosseguiria - De qualquer forma, eu disse que não pagarei por ameaças. Se quer nos atacar por medo, que venha; já vi coisas piores que um homem armado. Mas se quiser uma colaboração pacífica e benéfica para os dois lados, vai ter que tentar mais do que forçar um contrato nos outros - Diria, me virando na direção do tiro, mas tendo certeza de manter o homem na minha visão periférica - ...Afinal, eu não recusaria um acordo com um homem que possui beleza e modos - e, com os dedos indicador e médio juntos, lançaria-lhe um beijo à distância antes de me virar por completo, mantendo apenas minha audição focada nele - Myr, vamos. Quem sabe da próxima vez nosso convidado não tenha uma proposta mais interessante - E, se ele não tivesse mais nada para falar ou fazer, começaria a ir na direção do barulho de tiro, na esperança de achar mais algo que desse uma pista sobre aquela situação, tomando sempre muito cuidado para não me aproximar demais das árvores ou lama no chão para não me sujar, e, é claro, preparada para me esquivar de qualquer ataque repentino, do homem ou de outro, com um salto para o lado.
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Re: Here Comes The Sun Sex Ago 20, 2021 11:10 pm

Here Comes the Sun



Após uma fuga apressada do que pareciam ser dois homens-fera nos perseguindo pelas copas das árvores, o galope rápido de Nana deu conta de criar distância o bastante para que ficássemos seguros - pelo menos por enquanto - até darmos de cara com as tais ruínas de que tínhamos ouvido falar mais cedo. - Woah... - eu desci do cavalo, levando um momento pra absorver a informação. Era quase como se aquele lugar tivesse saído de dentro de um livro de história, e me fazia sentir como se tivesse viajado no tempo de repente.

Olhando pra trás, por cima de ombro, eu não via sinal nenhum de nossos perseguidores. - Acho que...nos perderam de vista? Vai ver tomaram um susto com o tiro, heh. - infelizmente, não dava pra ter certeza que eles iam desistir só com aquilo, já que a minha bala não tinha acertado nenhum dos dois. Pra começo de conversa, a gente não sabia nem sequer por que diabos aqueles caras estavam atrás da gente, mas já tinha ficado bem claro que tinha alguma coisa errada rolando naquela floresta. - Péssimo dia pra resolver virar caçador, pelo visto. O que acha que tá acontecendo por aqui, Amor? Com certeza não parece só um bando de piratas se escondendo na floresta. - eu perguntaria distraidamente, tocando as construções de pedra e observando as ruínas como um todo com curiosidade. Não era tão interessante quanto toda a maquinaria do resto da ilha, mas era divertido pensar na possibilidade de existir algum tipo de tecnologia mais antiga por ali, só esperando pra ser descoberta.

Seja como fosse, a gente precisava resolver o que ia fazer dali pra frente. Eu não era lá muito fã da ideia de me envolver no que quer que estivesse acontecendo por ali, mas não era como se simplesmente voltar pelo caminho que viemos fosse ser mais seguro com aqueles dois atrás de nós. E além do mais, eu realmente não podia me dar o luxo de falhar naquela caçada. Eu precisava daquele dinheiro, e se tivesse que atirar nuns caras peludos pra conseguir, azar o deles. - Acho que você não chegou a ver, mas as figuras vindo atrás da gente não eram exatamente...humanas. Nunca tinha visto nada parecido, mas já ouvi falar nessas pessoas meio gente, meio bicho. Devem ser tipo tritões, só que não-peixes ou algo assim. - eu dei de ombros, sem me importar demais. Não interessava se era homem, cachorro ou inseto falante, se eles não quisessem resolver aquilo na conversa, a gente só tinha uma outra opção.

- Se a gente for lutar com eles, é melhor que seja longe das árvores, pra não ficarem pulando de um lado pro outro que nem antes. Dá pra esperar e tentar pegar eles de surpresa, já que uma explicação do que tá rolando seria ótimo...ou podemos só seguir em frente e continuar procurando a moça do cartaz. Até porque foi pra isso que a gente veio. - eu deixaria que ele escolhesse, mas se ele pedisse minha opinião, eu optaria por ficarmos ali e lidarmos com aquele problema logo - a pior situação possível seria ter que lidar com aquela pirata e os dois homens-fera ao mesmo tempo. E como não deviam faltar lugares pra se esconder naquele monte de construções velhas e abandonadas, eu apontaria pra algum lugar que parecesse promissor antes de me entocar lá: o único real requisito seria que eu pudesse mirar direito de onde estivesse, ou não fazia sentido me esconder pra começo de conversa.

Assim, se fôssemos com esse plano, eu ficaria escondido e em silêncio, relaxado e encostado em alguma das paredes quebradas se o meu esconderijo tivesse algo assim - até que ouvisse algum barulho suspeito. Só aí é que eu respiraria fundo pra manter os nervos sob controle e apontaria a arma pra direção de onde o som tivesse vindo, ficando de olho pra caso algum daqueles dois aparecesse. O plano era aproveitar o elemento surpresa pra atingir algum deles nas pernas ou no torso - evitando qualquer ponto vital - só pra debilitá-los um pouco e fazer a conversa soar mais atrativa que o combate. Eu atiraria assim que visse uma boa oportunidade - ou só depois que fosse seguro, caso Leon quisesse tentar algo antes - e sairia do esconderijo quer o tiro acertasse ou não - Escutem aqui, bolas de pelos: vocês podem explicar pra gente por que diabos tão tentando nos matar, ou eu posso fazer os dois virarem peneiras. Vocês escolhem. - declararia em alto e bom som, com a arma em mãos, mas atento a uma possível resposta agressiva por parte deles. Eu realmente torcia pra que eles cooperassem, porque eu precisava de respostas, e até onde eu sei, cachorro morto não fala.

Se eles não parecessem querer resolver aquilo sem mortes, eu focaria apenas em me manter seguro por hora, observando-os direito agora que não estavam escondidos pela folhagem e saltando para longe sempre que tentassem se aproximar demais, ameaçando-os com mais um tiro de aviso, e me preparando pro combate. Agora se por acaso aparecesse alguém que não fosse peludo que nem as figuras de mais cedo, eu me revelaria sem atirar, mas ainda com a arma em mãos e apontando. - Paradinhos aí. Quem são vocês? Só pra vocês saberem, segundo uns encapuzados aí, nós "acabamos de chegar e não oferecemos perigo algum". - eu diria, me lembrando do que a figura encapuzada tinha falado mais cedo, por mais que isso provavelmente não soasse tão convincente com uma pistola na minha mão.

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Re: Here Comes The Sun Seg Ago 23, 2021 8:38 pm
Leonheart Valentine


Com aquelas duas figuras nos rodeando, me punha logo a fugir, guiando Anais por entre as árvores da floresta para me afastar das criaturas. Não sabia ao certo o que eram, já que pareciam propositalmente se esconderem nas sombras ao nosso redor para não as vermos, e algo no meu âmago me dizia que eles poderiam muito bem serem insetos gigantes, assim como a voz misteriosa que havia ouvido por entre as árvores. Claro, não podia confirmar, mas se pudesse fugir sem precisar confirmasse minha suspeita, melhor para mim. Felizmente Matt parecia pronto para me dar apoio, disparando atrás de nós enquanto eu me concentrava em avançar, e quando chegamos nas ruínas as figuras pareciam ter ficado para trás. Suspirando aliviado, desceria de Anais para adentrar as ruínas a pé. - Fora da floresta enfim! - Dizia, com um profundo alívio de ter saído daquele gigantesco ninho de insetos intacto. - Não será hoje que provarão meu delicioso sangue, insetos malditos! - Poderia estar sendo um pouco dramático, enquanto gritava para o nada apontando para a floresta de onde havíamos vindo, mas era sempre uma felicidade superar a morte iminente.

Me concentrando então nas ruínas em frente, era até surpreendente algo assim existir no meio da floresta, mas um pouco amargurado por não haver uma trilha mais segura e afastada da floresta para chegarmos ali. Ouvindo a pergunta de Matt, acabava me derretendo todo ao ser chamado mais uma vez de amor. Não esperava que o loiro fosse tão apegado e romântico, mas bonito e com a bunda roliça como a dele, não me importava nem um pouco dele ser meloso e romântico. - Não faço ideia do que aquilo foi, mas espero não descobrir. - Achava que havia deixado aquela situação assustadora para trás, já mais calmo e respirando fundo, mas o comentário do atirador sobre o que havia visto ao atacá-los fez um frio subir por minha espinha. - N-n-n-n-não eram humanas?!?? - Com desespero visível em meus olhos, agarraria o colarinho do loiro, como em uma esperança desesperada para que ele me dissesse que ouvi errado, mas no fundo eu sabia que minha audição era boa o suficiente para não ter ouvido aquilo de forma completamente errada.

Soltando-o, começaria a observar desesperado as ruinas por algum lugar que pudesse me esconder. - Insetos gigantes! Eu sabia que eram insetos gigantes! Nós vamos morrer. Eu não quero morrer. É o seguinte, eu vou me enterrar em algum canto, e você acaba com essas coisas. - Com puro desespero em meus olhos, e confiando a tarefa de me proteger, como uma princesa em apuros, correria o mais rápido possível até a ruína mais próxima para me manter escondido agarrando meus joelhos enquanto não parava de tremer. Se estávamos sendo perseguidos, aqueles insetos gigantes poderiam aparecer a qualquer momento, mas logo percebia que havia deixado Anais para trás, então tiraria apenas minha cabeça do esconderijo para olhar para fora. - Nana! Vem se esconder! - Chamaria, antes de dar um joinha para Matt com minha mão tremendo de forma exageradamente óbvia. - Confio em você, Matt!

Ficaria escondido ali com Anais, com a mão na boca dela para evitar que ela fizesse qualquer barulho que pudesse chamar a atenção dos insetões, e esperaria por um tempo. Se, após um tempo nada aparecesse, bisbilhotaria novamente o lado de fora da ruína em que estivesse escondido e sussurraria ara Matt. - E aí? Acha que é seguro sair? - Entretanto, se ouvisse o som de aproximação de alguém, deixaria o loiro cuidar de tudo, apenas fechando meus olhos com força e rezando para que Mama Ru protegesse minha pobre alma travesti. Ouvindo os sons de combate, arriscaria uma olhada rápida para o confronto aterrorizante que Matt era obrigado a enfrentar para me proteger, quase com pena dele, e se realmente visse insetos gigantes, me esconderia novamente e não arriscaria olhar de novo para não ser visto. Mas, se espiasse a batalha e visse outro tipo de figura, como minks ou tritões em vez de insetos gigantes, me sentiria profundamente traído, saindo repentinamente do meu esconderijo. - Ei! Vocês são feios, mas nem tanto assim! - Já em posição de combate, arremessaria a lança contra um deles para ajudar Matt antes de correr em direção a eles para ajudar no combate.




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Re: Here Comes The Sun Qua Ago 25, 2021 5:16 pm

Myriam Leuchten
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Stevelty - North Blue
POST 10




O choque se tornou um tanto visível em meu olhar quando o homem parece me ler com certa facilidade. — Como você sab— — calaria a boca assim que visse a burrada que estaria fazendo, entregando a confirmação daquilo de mão beijada com um questionamento tão inocente que chegava a ser infantil. A figura do mercenário não me causava medo, mas um estranhamento que me proporcionava desconforto o suficiente para gerar ansiedade: o vejo como alguém distante, sem muitas aberturas, se mostrava uma presença aterradora de fato. Iria aproveitar o tempo em que ele vira as costas para engolir a pílula que continha meu remédio, esperando que ele cuide dos sintomas.

Compartilharia a agressividade do olhar do moço — você que está sendo burro em considerar que tenhamos algo a esconder... — pegando com cuidado o contrário, analisaria página por página para me certificar de ser um documento seguro, não sabendo dizer ainda se o fato de realmente ser um era algo positivo ou não. Ficaria em silêncio, concordando com Kim mais pelo fato de não querer estender a discussão mais que o necessário, mas a proposta dele no momento realmente não parecia muito absurda. — Só não entendi um ponto, se seu contrato anterior realmente envolve os mesmos alvos que nós temos e você parece estar relacionado a pedidos privados mais do que recompensas de cartaz, é de se imaginar que você recebendo um auxílio nosso sem transação monetária já se beneficie do contrato original em sua totalidade, não? Ou só espera que a gente fuja pra não ter que ser pago pelo serviço completo da caça e tenha menos trabalho que uma captura completa, já que se limita a um dia de atividade? Isso tá bem suspeito, no fim das contas — diria, cruzando os braços insatisfeita, com a língua apertando minha bochecha. Quanto mais tempo se passava, de segundo a segundo, mais absurda aquela proposta de pagar ao menos um terço dos nossos ganhos máximos para aquele homem aleatório servir de guarda-costas hiperpassivo parecia ser.

Minha mão retorna à espada, ainda em postura relaxada pois não realmente esperava que ele fosse nos atacar naquele momento pela recusa, mas a cautela parecia necessária, ainda mais com Kim se exaltando daquele jeito com o homem. Sem notar, enquanto me focava nas palavras dela para tentar me certificar de que mesmo em sua acidez a garota não seria muito confrontacionista com a possível ameaça dormente, meus olhos começariam a pesar, e o firmamento dos pés enfraquecer levemente. Ao notar, tentaria desviar o rosto discretamente enrigecendo novamente os ombros "Que estranho, pareceu... O encanto de uma sereia? Acho que é melhor eu ficar esperta pra ela não tentar abusar de mim com uma técnica parecida, eu sinto como se quase tivesse caído e nem era comigo!" refletiria sobre a ação, já um pouco revoltada com algo que nem veio a acontecer.

Revelando ou não o alvo, sendo ou não o mesmo que o nosso, meu corpo em estado de máxima atenção reagiria primeiro ao som de tiro do que a qualquer outra coisa coisa, ignorando inclusive as aproximações aparentemente românticas de Kim como o estranho. Me virando na direção a qual imagino ele ter vindo, tomaria a espada novamente em meus punhos rígidos, rente ao chão em uma postura baixa, e rugiria na direção do estrondo — vamos. —, expressaria com mais confiança do que demonstrei para ambos todo esse tempo, finalmente uma confiança genuína — pode ter alguém em perigo que não esteja envolvido nesse showzinho, e eu não vou esperar sentada.

Com uma chama interna queimando a região de contato entre minha pele quente e o ferro, não esperaria os dois terminarem de conversar antes de começar a correr na direção do barulho, pisando duro sem me preocupar em me sujar no meio da floresta como Kim fazia mas ainda evitando folhas e galhos para não fazer tanto alarde na minha chegada. Se alguém tentasse um ataque surpresa contra nós em meio ao caminho, inclusive o mercenário, tentaria para-lo me jogando na frente com a larga espada entre mim e a ameaça, apoiando uma de minhas mãos na ponta da arma para solidificar minha postura defensiva.

Caso encontrasse alguém, a primeira ação seria correr os olhos pelo corpo da pessoa atrás de ferimentos visíveis, e ir acudir quem quer que fosse se não estivesse armado. Se portasse algum tipo de arma de fogo, minha reação logo após a revisão dos ferimentos mudaria drasticamente: puxando a espada na minha frente, bradaria — O que faz aqui? Hein?! Abaixa essa droga de arma antes de eu arrancar esse braço fora! — me esforçando para realizar um corte no vento com um movimento rápido de mudança de postura, com a intenção de fazer um som que servisse para fortificar a ameaça e intimidar o que agora via como um inimigo.


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FALA | PENSAMENTO


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Re: Here Comes The Sun Sab Ago 28, 2021 5:38 pm

Narração - Freaky Nature



O homem misterioso tinha sido posto em cheque pela dupla. A sua proposta de contrato parecia ter saído pela culatra. Kimberly jogava as cartas na mesa, enquanto deixava claro o motivo de tudo aquilo que o homem havia dito ser papo furado, tudo isso enquanto a jovem tentava hipnotizar o homem. Ela buscava sinais de que o homem não era bem aquele posudo que ele se mostrava , mas o engravatado apenas encarava o céu durante toda a troca, como se estivesse em transe. Enquanto isso, Myriam, um pouco desconfiada, analisou o contrato que se mostrou bem simples. Ele ditava os pontos fortes do homem e seus conhecimentos, que eram rastreamento, intimidação, criação de armadilhas, arquitetura, e investigação. Além de termos de compromisso que impedem o contratado de encerrar o contrato sem antes cumprir o combinado e termos de fidelidade, garantindo que a contratante e o contrato sejam priorizados em quaisquer casos. Quando Kimberly finalmente chegou ao X da questão, a postura do engravatado finalmente quebrou, mas não da forma que ela esperava. O homem começou a gargalhar, mas diferente da anterior, aquela era claramente uma gargalhada genuína e despreocupada. - Mil perdões. Você está certa. Eu me equivoquei. - Ele tirou os óculos e puxou uma flanela de seu bolso frontal. - Permita-me corrigir essa gafe. - Seus olhos se direcionaram aos seus óculos e sem demora ele se pôs a limpá-lo.

- Eu busco uma pessoa. Alguém que não deveria estar aqui. Mais especificamente um homem, e não… Ele não é um criminoso, por isso se trata mais de um resgate. Esse homem possui algo que muitas pessoas querem, e por ter muitas outras pessoas na sua cola, eu logo de cara desconfiei das duas, mas estava enganado, sua amiga poderia ter me atacado assim que anunciei minhas intenções e me ferido gravemente, mas ela não o fez. Com isso em mente, revelar a sua identidade colocaria em risco tanto vossa integridade quanto a minha missão. - Ele terminou de limpar seus óculos, e logo em seguida os vestiu, com a mesma seriedade de sempre. - Eu acredito que esse contrato em questão é um contrato furado. Um contrato furado é um contrato que, devido aos termos dados pelo contratado ou pelo contratante, não pode ser cumprido. Assim que peguei o contrato, acreditei que seria apenas um trabalho mais difícil, e que precisavam de alguém bem capacitado, visto que não me fora fornecido nenhum apoio, financeiro ou militar. - O homem encarou Myriam, como se quisesse deixar claro que aquilo era a resposta de sua pergunta, se sentou no chão, se mostrando muito menos ameaçador que antes, e afrouxou sua gravata. - Até que finalmente descobri sobre esse jogo doentio. Agora tenho noção de que as chances de eu sequer poder completar esse contrato são quase inexistentes, e creio que meu contratante não espere meu retorno. Bom… Pelo menos vivo. Então estou com as mãos atadas. Gostaria de ajudá-las, mas eu preciso do contrato, para me certificar que não ficarei no prejuízo caso rasgue o meu contrato atual. Além disso, o contrato de auxílio foi redigido desta forma para que eu não acabe atrapalhando. Deixando a tomada de decisões para o meu contratante. Pode ter certeza que eu darei tudo de mim para lhes auxiliar. - O homem parecia ter finalmente soltado a língua. Ele não fazia questão de manter mais aquele ato. Talvez já fosse sua intenção, ou quem sabe a hipnose funcionou bem, não se sabia ao certo. - Então, sim. Eu estou desesperado. Preciso do dinheiro, e posso revelar o motivo depois de firmar o contrato, já que eu não busco apelar para sentimentalismo.

Depois do homem finalmente abrir o jogo, Myriam não enrolou muito e logo abandonou a cena, visto que seu altruísmo gritava mais alto, e depois de dizer algumas palavras, Kimberly se juntou a ela. Ao ouvir a conclusão da cena, o homem se mostrou um pouco surpreso, mas no fim, apenas fechou os olhos com um sorriso compreensivo. - Entendo. - Ele murmurou para as garotas que se distanciavam. Levantando e retornando pelo mesmo lugar que veio a seguir, sumindo na floresta da mesma forma que surgiu.

Indo floresta adentro, não demorou muito até a dupla se deparar com as colossais ruínas que bloqueiam o caminho. Ao encarar a entrada, dava pra ver que o local aparentava mais ser um labirinto. Não parecia ter um jeito mais rápido de atravessar aquilo, mas contornar as ruínas poderia levar muito mais tempo. Enquanto encaravam aquele dilema, a dupla podia ouvir diversos uivos vindos de diferentes pontos da floresta, todos eles distantes Talvez devessem se apressar.

Momentos antes, nestas mesmas ruínas. O casal que havia acabado de escapar da furiosa dupla peluda, contemplava o que havia acabado de ocorrer. Nana observava os arredores, enquanto seus brilhantes dentes batiam de medo, provavelmente buscando um local para se esconder. Matt surgia com mais e mais perguntas, visto a complexidade dos acontecimentos prévios, enquanto Leon apenas se mostrava feliz em estar fora da floresta, até Matt relatar que tinha visto algo não-humano os perseguindo. Sem nem pensar muito, o rapaz correu para um canto escuro e se escondeu, junto de Nana que parecia estar ainda mais em pânico com a teoria do Okama.

De repente, Leon pode sentir uma respiração bem em seu cangote, e para matar qualquer suspense, uma voz surgiu ao pé de seu ouvido. - É a caçada. - A voz era masculina e pesada, tão pensado quanto  o susto para Nana. O equino relinchou e correu para trás de Matteo, numa tentativa quase cômica de esconder seu grande porte atrás do rapaz. Do buraco, saiu um homem moreno, porte atlético, sem camisa, com um cabelo curto e preto. Nas suas costas, o homem carregava um arco e uma aljava de flechas, e em seu pescoço ele carregava um colar, com um lobo talhado em madeira, num estilo indigena.(This man) Matt logo apontou sua arma para o homem, que saiu do esconderijo com as mãos para o alto. - Fiquem calmos, eu não sou seu inimigo. Também estou sendo caçado. Posso responder suas perguntas. - O homem era suspeito, ainda mais depois de sua entrada, mas antes que pudessem se aprofundar no assunto, uivos puderam ser ouvidos bem longe dali. - Isso não é bom… - Sussurrou o homem.
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Kim
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Matteo
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Leonheart
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Myriam
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Re: Here Comes The Sun Seg Ago 30, 2021 4:58 pm

Myriam Leuchten
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Passos largos, um após o outro, me manteria finalmente matutando o que o distinto mercenário disse. "Não vai apelar pra sentimentalismo, sei, sei... Tarde demais, seu coroa idiota" pensaria fraquejando a solidez nas mãos quanto a espada, mas a reforçaria assim que percebesse. No caminho, assim que estivesse me acalmando de meu impulso, chamaria minha parceira pelo nome — Kim. Não sei se estou a bordo com o contrato do quatro olhos, mas... Temos uma pessoa em desespero por dinheiro e um cativo, bem na nossa frente. Sei que não entrou nesse trabalho pra agir que nem uma marinheira certinha, mas se não quiser ajudar eu recomendo que a gente parta caminhos no fim desta caça — completaria o pensamento com uma afirmação direta — porque eu quero garantir que esse contrato furado dele se torne realista.

Tentando me encontrar na floresta, ainda mais confusa que antes devido aos diversos uivos distintos, começaria a por um mínimo segundo refletir se ir atrás do som realmente era uma boa idéia no fim das contas. Com as mãos atadas, olho para Kim e guardo a espada — o que acha? Nunca vim até aqui nas ruínas, mas não deve ser tão complicado de navegar, ao menos se a idéia for se esconder por um tempo ou sair por outro lado — diria ingênua, sem fazer a mínima idéia da veracidade da informação que passo. Não era uma mentira, claro, era apenas uma confiança cega infundada, e não era um modo de me proteger já que não planejaria acompanha-la — você se esconde aqui, eu vou atrás dos uivos e volto quando tiver resolvido. Beleza pra você? — completaria, arqueando uma das sobrancelhas e afrouxando os ombros para tentar mostrar uma postura relaxada, e por fim dando um sorriso largo de olhos cerrados.

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— Vai dar certo, fica de boa. Só não ia aguentar ver você se machucando por alguma besteira minha — diria de coração pesado antes de partir, caso a outra concordasse. Se visse alguma rejeição por sua parte, iria encostar na parede das ruínas de braços cruzados esperando uma resposta que agradasse, mas deixaria claro — você sabe que não temos muito tempo, né?


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Re: Here Comes The Sun Ter Ago 31, 2021 9:19 pm
Caçada Humana - Parte V

Mais uma vez correndo floresta dentro com Myriam, agora me encontrava mais pensativa que antes... Isso é, quando não precisava me concentrar em acelerar o passo para não ficar para trás em relação àquela maldita local que parecia preferir ser veloz do que evitar se proteger da sujeira selvagem "Não basta ter que correr, se eu acabar tropeçando em algo e me sujando de terra pra tentar acompanhar ela, isso não vai ficar bem!" Pensava, insatisfeita, já crente que teria que correr de volta ao meu apartamento para me banhar e arrumar novamente depois daquela empreitada. Ainda assim, a situação daquela caçada era estranha o suficiente para não me permitir esquecer mesmo em meio à ameaça oculta e constante que aquela floresta apresentava contra minha roupa. O mercenario havia dito que estava atras de alguém, alguém que parecia estar envolvido com a tal caçada, mas todas as pistas que tive até agora me levavam a crer que a caçada era uma competição de duplas, um battle royale. Se ele estava falando a verdade, então só haviam duas opções; ou o alvo dele era um participante também, que foi até a caçada e contratante queria o tirar de lá ou interferir, ou então eu havia compreendido errado a caçada. Se esse fosse o caso, poderiam haver caçadores e alvos, os confrontos de antes poderiam ser eliminação de concorrência, e a situação toda se tornaria muito mais complicada.

Eu pretendia deixar esses pensamentos para mim mesma, nunca gostei muito de compartilhar o que se passava pela minha cabeça, incluindo teorias incertas, mas quando Mia puxou o assunto sobre o mercenario e o alvo dele, eu sabia que esconder minha linha de raciocínio sairia pela culatra, especialmente porque não queria parecer mais avoada que a moça de cabelos rosados que as vezes sequer parecia pensar antes de falar - Myriam, eu me recuso a agir sem antes entender o que está ocorrendo nessa floresta - responderia, ríspida, sem olhar para ela, mantendo a visão nos arredores para não sermos atacadas por outra dupla daquele jogo doentio - Nós sabemos que o nosso alvo é o do mercenario são diferentes, mas nós também sabemos que o dele está relacionado com esse "jogo" de alguma forma. Se ele for um participante, alguém que veio matar por algum prêmio, mas que terceiros não o querem aqui, então eu não moverei uma palha. Não sem ganhar algo com isso, é claro. E é por isso que nossa prioridade é tentar entender melhor essa caçada, porque se houverem alvos... Aí a situação muda - Terminava, de forma vaga, pra não transparecer demais. Myriam queria que eu a ajudasse, e eu não tinha problemas quanto a isso, desde que fosse nos meus termos. Mesmo que ela fosse avoada, eu sabia que Myriam podia me ajudar além desse trabalho de agora, e manter bons termos me parecia uma boa recompensa pelo trabalho, mas eu me recusava a ajudar assassinos e malfeitores a troco de nada, e não pretendia torcer essa regra tão cedo.

Foi apenas a chegada nas tais ruínas que deu uma nova perspectiva a nossa empreitada. Aquele lugar não parecia muito melhor que a floresta na questão higiênica, então era como se eu estivesse entusiasmada para entrar em outro chiqueiro, ainda mais com os tais relatos labirínticos, que pareciam ainda mais verídicos agora que via de perto, mas nem tudo era ruim. Aquele lugar era uma referência na floresta, e não seria estranho haver pessoas nas proximidades do local em meio a caçada humana. Nos precisávamos agora encontrar algum participante para o render e coletar informações, e não havia lugar melhor para achar o que buscávamos do que em um ponto de referência como aquele "Parando para pensar, não seria estranho haver quem se escondesse nas ruínas. É difícil fazer uma busca por lá sem adentrar no local, e suponho que nem todos estão dispostos a ir fundo demais. Se houvesse um local de difícil visão e próximo das extremidades, talvez encontrássemos alguém lá" Pensava, olhando para as ruínas, apenas para ter minha atenção puxada de volta pela proposta absurda de Myriam. Por um instante a olhava com um olhar preocupado, me questionando o quão ingênua ela podia ser, antes de uma resposta direta - De jeito nenhum. A menos que queria ser emboscada e morta, desista dessa ideia de nós separamos. Ainda mais se fossemos atras dos uivos. Os participantes desse jogo não hesitariam em atacar, e nos sabemos que tem homens-fera muito velozes participando - afirmaria, com a certeza de que, se os uivos fosse, deles, as chances de conseguirmos os perseguir era zero.

Ainda do lado dos ruínas, as encarando, calada, me punha a pensar mais um pouco, antes de sugerir uma outra abordagem. Já havia visto que Mia era do tipo sentimental, e esperar um bom plano dela certamente não seria a abordagem correta. Ainda assim, ela parecia confiante com relação às ruínas, e eu preferia me garantir do que cruzar aquela mata a esmo - Myriam, você disse que se não formos abusadas, as ruínas podem não ser tão perigosas, não é? Pois eu aposto que outros podem ter pensado o mesmo e se escondido na sua orla exterior. Se sua confiança não for só pose, o que acha que darmos uma olhada nas áreas mais externas, onde voltar ainda não seria um problema? - Considerando o quão investida ela era, não me parecia difícil ver ela se animando a aceitando a ideia, o que, se ocorresse, continuaria - Então vamos com cuidado. Você se concentra no caminho a nossa frente, e eu me concentro no caminho em que viemos - Sugeriria, mas sem ligar muito se ela gostava ou não; não confiava nela para garantir nosso retorno, e preferiria fazer isso eu mesma. Se entrássemos de acordo, logo avançaria por entre as ruínas com muito cuidado, cabeça se movendo para todos os lados em busca não só de sinais e pessoas nos arredores, mas também para gravar o percurso que fizéssemos, a cada passo e metro andado. Manteria minha mão preparada no cabo do meu chicote, para, caso visse alguém, puxa-lo e chicotear o chão próximo, a quem quer que estivesse escondido, como um aviso - Revele(m)-se! - E sempre preparada para saltar para o lado caso percebesse um ataque repentino ou retaliação dos escondidos, afim de desviar do golpe. Caso achasse alguém e este alguém se revelasse sem atacar, recuaria meu chicote, mas ainda preparada para confronto - Esperava mais agressividade de um participante dessa caçada. Quem é(são) você(s)?
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Hoyu
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Re: Here Comes The Sun Qua Set 01, 2021 10:07 pm
Leonheart Valentine


Aquela situação era aterrorizante. Presos naquelas ruínas, estávamos cercados pela floresta por todos os lados, com insetos gigantes assassinos nos rodeando, prontos para nos devorar caso pisássemos na floresta novamente. - Desculpe por te arrastar para essa floresta da morte, Nana. - Assustado e emotivo, abracei e acariciei Nana para a acalmar, já que parecia estar até mais assustada do que eu, o que não era surpresa, pois apenas um louco não estaria aterrorizado com a possibilidade de ser atacado por insetos gigantes. Como se insetos normais não fossem ruins o suficiente. Estava pronto para aceitar minha fatídica morte, até ouvir uma voz vindo bem de trás de mim, e senti meu coração saindo pela minha boca. - SOCORRO! - Gritei desesperado, com a mais profunda certeza de que logo atrás de mim havia um dos insetos gigantes, que havia cavado um túnel subterrâneo para chegar até nos de surpresa pelas ruínas. - NÃO ME COME! EU SOU BELA DEMAIS PARA MORRER! - Meu bom senso já havia desaparecido a tempo, com a mente nublada pelo medo, e assim como Nana saiu correndo para junto de Matt, eu saltei desesperado por qualquer espaço livre que existisse para fugir daquela criatura aterrorizante.

Foi só quando estava longe e pude acalmar minha mente, vendo de onde havia vindo a voz que havia falado no pé do meu ouvido, que pude ver se tratar de uma pessoa, não de uma criatura vinda dos meus sombrios pesadelo. Meu coração batia forte com o susto, mas sem nenhum inseto monstruoso, fui me acalmando aos poucos. - Vai assustar a vovozinha, seu paspalho. Quase morri do coração. - Estava aliviado, claro, mas meu medo estava se transformando em indignação pela situação que havia acabado de passar. - Pra que aparecer assim de repente nas minhas costas, por acaso tava admirando minha bunda? Eu sei que ela é redonda e suculenta, mas não é pra tanto. - Talvez eu estivesse mais tranquilo se ao menos tivesse sido um homem bonito, mas aquele cara era estranho, e seu bigode dividido me faria rir se eu não estivesse aterrorizado com a possibilidade de morrer pelas mãos de artrópodes super desenvolvidos a qualquer momento. Ele dizia algo sobre a caçada, que eu não fazia ideia do que deveria ser, mas talvez fosse algo sobre os insetos, ou talvez sobre os estranhos encapuzados que havíamos encontrados, e como ele parecia saber bem mais do que nós, parecia uma boa oportunidade de conseguir mais informação.

- O que diabos é a caçada? Tem algo a ver com os insetos gigantes? - Em minha mente eu torcia para aquele homem, assim como aparentemente conhecia uma passagem que o levou direto até minha traseira, conhecesse algum caminho secreto seguro para longe dali, onde os insetos não poderiam me pegar, mas minha esperança não era muito grande, e me restava apenas tentar ao menos aproveitar bem as informações que ele pudesse nos passar. Entretanto, quando parecia que ele ia falar algo, um uivo pude ser ouvido. Não havia me assustado muito, afinal certamente lobos não eram tão perigosos quanto os insetos que haviam nos perseguidos, até notar que o moreno estranho havia ficado assustado. - Ah não... Por favor não me diz que os insetos aprenderam a uivar igual lobos. - Aquela era a única explicação plausível para ele ficar tão assustado de repente. Sem conseguir mais aguentar o suspense da espera pelas respostas que precisávamos, iria até ele em desespero e seguraria o colarinho de sua roupa. - Corta o suspense! Fala logo o que tá acontecendo! Se eu não fosse depilada ia estar toda arrepiada agora!

Caso ele nos instruísse a o seguir, assim o faria, sempre assustado, olhando ao redor e o mais próximo de Nana possível. Assustadas, só nos restava apoiar uma à outra até a hora de nossa morte. Não sairia de perto dele até conseguir respostas sobre tudo que estava acontecendo, em especial a tal caçada que ele comentou, a não ser que ele corresse floresta adentro. Se precisássemos voltar para a floresta, ficaria sempre colado com Matt para que ele me protegesse, torcendo para que os insetos humanoides não nos percebessem e pudéssemos fugir com segurança.





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Re: Here Comes The Sun Qui Set 02, 2021 7:10 pm

Here Comes the Sun



Resolvendo esperar os homens-fera aparecerem pra tentar pegá-los de surpresa, eu decidi me esconder em meio àquelas ruínas pra ficar fora de vista...mas não contava que antes mesmo de colocarmos o plano em ação, uma outra voz surgisse de onde Amor estava, dando um susto dos grandes nele e em Nana. Eu apontei a pistola pra ele instintivamente, mas pelo menos dessa vez parecia que a visita não queria confusão. - Heh, você nos assustou pra cacete, tio. - eu suspirei um pouco aliviado, acariciando de leve a crina do animal assustado que tinha resolvido se esconder logo atrás de mim, como que pra dizer que estava tudo bem.

Assim, eu abaixei um pouco a arma, mas mantive a guarda no alto - nada impedia ele de puxar aquele arco das costas ou sacar alguma arma escondida quando menos esperássemos, e com tudo que vinha rolando, eu preferia não confiar em ninguém naquela floresta tão fácil. Pelo menos a conversa dele era interessante: eu realmente precisava de umas respostas, e consegui-las com ele parecia mais fácil que com os lobos raivosos de antes. Porém, antes mesmo que ele pudesse responder à pergunta de Amor, todos ouvimos em alto e bom som os uivos ao longe, o que significava que aqueles dois provavelmente não tinham desistido ainda.

- Merda. - eu olhei na direção da floresta, me perguntando quanto tempo ainda tínhamos. Não muito, a julgar pela cara do homem. - Eram peludos demais pra insetos, se você me perguntar. Mas devem querer nos matar igual. - eu comentei ao ouvir mais um dos chiliques de Amor sobre insetos gigantes, que já estavam parecendo uma piada a essa altura. Com o homem demorando pra responder, porém, eu conseguia entender o nervosismo. - Se achar melhor falar enquanto damos o fora daqui, serve pra mim também, mas vamos logo. Ou você prefere ficar parado aqui esperando aqueles bichos chegarem? - como a segunda opção claramente não era boa ideia, eu esperava que ele nos mostrasse o caminho para sairmos dali logo, ou que no mínimo começasse a desembuchar e explicasse o que diabos era essa tal de caçada.

Eu então ouviria o que ele tinha a dizer - de preferência enquanto nos afastamos das ruínas - tentando ligar os pontos com tudo o que tinha acontecido antes. - Um pouquinho depois de entrar na floresta, a gente se deparou com um monte de gente encapuzada. Mas um deles só disse que "não oferecíamos perigo algum", e aí eles resolveram ir embora e desapareceram pela floresta. Tem alguma ideia de quem são? - eu tinha ficado curioso com esses aí desde aquela hora, então valia a pena perguntar pra tentar descobrir mais alguma coisa. Durante o caminho, ou se nós por algum motivo ficássemos pelas ruínas, eu me manteria atento como já tinha planejado desde o começo, pronto pra meter bala naqueles dois peludos se eles resolvessem mostrar a cara. Dessa vez, não ia ter disparo de aviso.


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Re: Here Comes The Sun Ter Set 07, 2021 12:26 pm

Narração - The unit






Após o susto, o casal Matteo e Leonhart encaravam a excêntrica figura de um novo personagem. Ao ver a reação exagerada de Leon, ele sorriu, olhando para o belo okama a sua frente, mas sem tirar a arma de Matteo de sua visão periférica. - Me desculpem. Eu tenho o péssimo costume de assustar belas damas no meio de ruínas sinistras. - Tanto ele quanto Matt se mantiveram apreensivos, mas para ele, o flerte tomava o primeiro lugar na lista de prioridades. Depois de ver que o homem não era uma figura hostil e que buscava, Matt abaixou sua pistola, o que fez o estranho mudar completamente sua postura, porém, mesmo após esclarecer o mal entendido, Nana mantinha um olhar vigilante na direção do homem. Era claro pelas suas sobrancelhas e andar mais inclinado que ele estava extremamente precavido, mas assim que ouviu os questionamentos de Leon e viu a pressa de Matt para sair daquele lugar, ele ficou de pé, completamente ereto. - Primeiro. Insetos gigantes não existem… Bom, pelo menos nessa ilha. Fora que já é tarde demais. Estamos cercados, mas ainda sim é uma boa ideia se reposicionar. Vocês não iriam querer lutar contra eles nesse lugar. Me sigam. - Ele seguia para dentro das ruínas, se esgueirando entre pilares tombados cobertos de musgo, rastejando por breves passagens claustrofóbicas, e até mesmo se equilibrando sobre finas muretas. Matt e Nana acompanhavam com dificuldade, não era um caminho apropriado para um equino, mas aquilo não impedia Anais de tentar.

Após uma breve caminhada que parecia durar uma eternidade, o grupo se deparou com uma caverna que os levaria para um amplo espaço subterrâneo. O local era bem iluminado, mas à direita, podiam ver um túnel escuro, que parecia não ter fim. A frente, havia uma outra saída que parecia levar ao outro lado das ruínas. - Eu não sei exatamente do que se trata isso tudo, mas sei que essas feras estão caçando qualquer um que não faça parte da tribo deles para manter o seu ritual imaculado ou algo assim. - Ele se sentou ali no meio, puxando sua aljava e uma pedra de amolar, e começou a afiar a ponta de suas flechas. Ele se mostrava concentrado, até Matteo perguntar sobre as figuras que havia visto mais cedo. Seu rosto sutilmente congelou, como quem busca esconder sua reação, até que enfim, ele se mostrou pensativo. - Não faço ideia. Tem muitos criminosos por essa banda. Talvez estejam caçando, ou talvez estivessem buscando se juntar a uma tripulação. - Ele sugeriu, voltando sua atenção para a tarefa.

Em meio a um breve silêncio, ele levantou sua cabeça e encarou o escuro túnel. Antes que pudesse se dar conta, o estranho saltou e puxou seu arco. - QUEM ESTÁ AÍ!?! - Como resposta para sua pergunta, surgiram incontáveis estalos do lugar que encarava. - Como ousa tratar assim o rei dos gerbils. - Uma voz pesada e ameaçadora (Imagine a dublagem do Nasus.) surgia do meio da escuridão. Pouco a pouco o som se aproximava, até revelar um exército de pequenos homens fera, todos com uma altura de no máximo uns 30 centímetros, parecidos com roedores, e armados com facas, mini lanças e escudos. - Finalmente encontramos mais invasores. - Se pronunciou um deles, que vestia uma máscara tribal que lembrava um lobo. - Lutem pela honra de seu rei! OS FAÇA SENTIR A IRA DOS GERBILS! - O rei dos gerbils ergueu sua lança no alto, fazendo o seu exército soltar um longo grito de guerra e entrar em formação de batalha. - MERDA! SE PREPAREM! - O estranho homem guardou a flecha que carregava e sacou uma adaga.

Não muito longe dali, Myriam e Kimberly discutiam sobre o que devia ser feito, considerando a imensa estrutura labiríntica em seu caminho. Os uivos que pareciam próximos lembravam a dupla que estavam em um território hostil e que possivelmente, tinham muito pouco tempo, mas Kim preferia analisar a situação. O bem dito alvo do mercenário de mais cedo parecia ser uma das grandes pistas para desvendar o mistério daquele jogo, e após a sugestão de Myriam para ajudar o cavalheiro de mais cedo, a garota queria ter certeza da índole do tal homem, mas não se aprofundava muito, já que tinham um pepino maior para resolver. Myriam deixava seu altruísmo falar mais alto novamente e sugeriu que ela sozinha pulasse de cabeça ruína a dentro, o que para Kim, era loucura.

Kimberly decidiu que era melhor seguirem juntas, com ela observando o caminho para evitar quaisquer complicações, o que foi uma sábia escolha, já que assim que começaram a caminhar para dentro do labirinto, a garota pôde ver os arbustos se agitarem no fundo da floresta, de forma bem similar ao ataque dos dois homens fera de mais cedo.

Poucos passos depois, as ruínas labirínticas se mostraram não tão labirínticas assim, já que antes da dupla se deparar com uma bifurcação ou algo do tipo, surgiu uma caverna que levaria a dupla para o subterrâneo. Não parecia um lugar tão interessante, além de ser um ponto de referência, até que uma fala pode ser ouvida em alto e bom tom, ressoando de lá de dentro. - OS FAÇA SENTIR A IRA DOS GERBILS! - Com um demoníaco grito de guerra reverberando de lá dentro.  - MERDA! SE PREPAREM! - A voz de outro homem acompanhava o anúncio. Se a dupla decidisse entrar na caverna, se depararia com o trio e Nana, de frente para um exército de mini homens fera.
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Re: Here Comes The Sun Ter Set 07, 2021 10:10 pm
Pequenos Homens-Fera - Parte I

Se eu fosse questionada e forçada a dizer a verdade, eu realmente não saberia dizer qual ambiente conseguia ser pior, a floresta ou as tais ruínas. Ambos sujos, úmidos e densos, eu só não considerava como um pesadelo ter que atravessar aquelas terras sem deus porque já havia visto um inferno bem mais fundo e tenebroso, e ao menos a sujeira selvagem eu podia limpar com algumas horas de banho... Ou ao menos era isso que eu me dizia para convencer a continuar aquela maldita empreitada "Eu tenho que aguentar firme, droga! Sem o dinheiro da recompensa eu vou ficar presa nessa ilha fumacenta e encardida!" Eu me dizia mentalmente, especialmente depois de ver a movimentação nas moitas do lado de fora, que com certeza não era um bom sinal, mas infelizmente não demoraria para eu me arrepender de ter seguido adiante, e, no fundo do meu consciente, desejar dar meia volta novamente para a floresta: A caverna.

Veja bem, eu não tinha medo de cavernas nem nada do género, mas aquela situação... Eu não pude deixar de travar por um breve segundo, onde rapidamente trincava os dentes e continuava andando, para que Myriam não percebesse nada. Minhas mãos se apertavam com força, as unhas machucando a palma, para tentar me focar em outra coisa e não pensar nas implicações de entrar naquele lugar. Não, eu não tinha medo de cavernas, mas ver aquele buraco cada vez mais sem luz, úmido, sujo e fechado, era impossível impedir memórias de voltarem; memórias de um tempo mais sombrio, onde eu não sabia se sequer voltaria a ver a luz do sol outra vez. As profundezas do navio mercador de escravos ainda vagava pelo fundo da minha mente, escravizando-me de uma forma diferente, controlando meus movimentos pelo medo daquele maldito inferno; e, por mais que eu odiasse admitir, esse era um medo bem difícil de lidar. Respirando fundo, tentava desvirtuar meu pensamentos, como já havia feito tantas vezes antes. Não tem correntes em meus braços, não tem correntes em meus braços, "Não tem correntes em meus braços", - N...! - Quase deixava as palavras escaparem enquanto repetia mentalmente aquilo, controlando a respiração para ter certeza de afastar aquele pingo de receio, antes de inventar algo para falar e disfarçar o deslize - ...Não tenho certeza se entrar tão fundo nesse lugar é uma boa ideia. Ao menos teve poucas bifurcações até agora - Dizia a minha aliada, mais calma agora. Felizmente a caverna não era totalmente fechada, então controlar o medo como inúmeras vezes antes não era tão difícil. Apenas esperava não ter que entrar fundo demais naqueles dutos subterrâneos...

Para minha felicidade, não foi necessário muita caminhada até os sinais de vida darem as caras naqueles malditos túneis. Ou será que deveria dizer, sinal de morte? Os gritos de guerra e os avisos de receio eram tudo que eu precisava pra saber que um combate estava para rolar ali, e, melhor, as posições de cada lado. Pelo brado de batalha, era claro que os "arautos da fúria de gerbils" pareciam mais numerosos e agressivos, enquanto a outra voz era de alguém sendo atacado. Se a situação fosse outra, talvez eu apenas observasse um pouco a situação antes de agir, mas eu sabia também que precisava ter noção das inclinações dos meus aliados, e podia apostar que Myriam estava se coçando para ir ajudar. Ela era boazinha demais, com uma inocência típica de quem nunca viu os horrores do mundo, mas não podia negar que gostava disso nela. Era como um animalzinho indefeso digno de proteção, embora, bom, o animalzinho da vez tinha uma espada e sabia usar bem ela. O ponto era, eu sabia que tentar a impedir de ajudar era inútil, mas não significava que não podíamos aproveitar a situação. Salvar uma vítima ali nos renderia ao menos informação, e os deixar nos devendo era realmente bem tentador, especialmente se eu pudesse fazê-los nos ajudar na nossa caçada, então não demoraria para me virar para Myriam - Deixe-me adivinhar, quer ir ajudar? - Soltava um suspiro, não de decepção, mas de compreensão Só tome cuidado. Eu estou logo atrás.

Com Myriam indo na frente ou não, eu tomaria meu tempo para seguir até o local e observar a situação. Pular de cabeça não era meu estilo, e eu me recusava a correr o risco desnecessário de ser atacada e ter meu vestido rasgado. Lentamente me aproximando, tentaria ver quem estava em combate, identificar se eu havia suposto os lados do combate corretamente, e se haviam rostos familiares ali. Até porque, a possível visão do(a) caçador(a) de roupa rosa quase seria bastante para me fazer desistir de ajudar. Aquele era o tipo de pessoa que eu não gostava, e que duvidava que fosse me ajudar, mas sabia também que não poderia voltar atrás depois de falar com Myriam, infelizmente. Manteria-me atenta esperando uma das vítimas tomar um ataque, de preferência um que teria dificuldades de esquivar ou bloquear, e aí que faria minha entrada. Brandindo meu chicote em alta velocidade com minha mão esquerda, o projetaria e tentaria enrolar a arma ou braço atacante do pequeno inimigo, afim de travar seu ataque, e, logo em seguida, posicionaria minha mão direita sobre a corda do chicote e afastaria as mãos com força afim de criar uma alavanca e projetar o inimigo pego pelo chicote contra outro inimigo, aproveitando seu tamanho e peso reduzido. Tendo sucesso, daria alguns passos à frente - Me deve uma - Diria ao antigo alvo do ataque se este não fosse Myriam. Em seguida, me manteria tentando acertar chicotadas contra os inimigos, ameaçando-os se tentassem chegar a menos de três metros de mim. Caso conseguissem ultrapassar essa marca, esperaria sua aproximação e daria um salto para o lado para esquivar de sua arma, antes de girar o chicote para acertar inimigos em um cone na direção que aquele havia vindo. Se o combate acabasse, conteria minha respiração para não parecer que havia perdido o fôlego com a luta, e olharia os inimigos, caídos ou fugindo - ...Isso eram homens-fera?
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Hoyu
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Re: Here Comes The Sun Sex Set 17, 2021 9:10 pm
Leonheart Valentine


De frente para aquele homem estranho que apareceu fungando no meu cangote, o susto que tomei com sua repentina aparição apenas se amenizou quando pude constatar que se tratava de um ser humano, não um artrópode super desenvolvido pronto para me devorar vivo. Mesmo assim, por mais que o susto inicial rapidamente se esvaísse, o medo de tais criaturas aparecerem ainda estava presente. Como que para tentar acalmar os ânimos, o moreno tentou me cortejar, mas nem mesmo eu estava disposta a realizar uma investidas dessa. Primeiro que meu medo da aparição dos insetos a qualquer momento abafava meu desejo pela arte do flerte, segundo que ele claramente não era o meu tipo. Seu rosto e físico no geral não me atraiam muito, em especial o que parecia um bigode estranho nas laterais da boca que davam um ar tosco para seu arranjo facial. Talvez se ele tivesse se mostrado envergonhado ou inocente eu veria nele um bom material de flerte, apenas para provocar incomodo e ser rejeitada, mas com ele querendo flertar de volta, não conseguia ver nenhum apelo que pudesse me atrair a ele, ainda mais com o gostoso do Matt por perto, que dava de 10 a 0 nele em questão de beleza.  

Mas o que realmente chamou minha atenção foi o comentário do moreno logo em seguida: ele disse que não existiam insetos gigantes na ilha. - Pera, que? - Minha cabeça estava em pane, como se tivesse acabo de me dizer um verdadeiro absurdo, como se tivesse desmentido algo que acreditava ser verdade minha vida inteira. - Não tem insetos gigantes? Matt? Que história é essa? Você não disse que eram seres não-humanos? Por que não foi mais especifico? - Eu estava levemente irritado por ter passado por todo esse papel de trouxa na frente do meu novo namorado, mas pensando bem, ele talvez tivesse feito isso de proposito para me provocar. - Depois não vem reclamar quando eu der um novo apertão na sua bunda, ta me devendo essa. - Já começava a me virar, sem um pingo de medo, em direção à saída das ruinas, com minha lança em mãos, quando o homem disse para sairmos dali para nos reposicionarmos, mas eu não estava me importando naquele ponto. - Ah, não. Se quiserem vocês podem passear alegremente por ai e fugirem, mas eu vou ficar parado aqui esperando esses caras aparecerem. - Pararia em um lugar visível, sentaria no chão e deixaria a lança erguida do meu lado. - Alguma hora esses caras tem que aparecer, e tenho que dar uma lição neles por brincarem com o coração de uma donzela.

Meu objetivo era ficar ali até as criaturas aparecerem para poder mostrar que foi um erro tentar me enganar, mas não podia ignorar a possibilidade de tentarem me levar junto mesmo assim. Se Matt tentasse me chamar para ir junto, o ignoraria, mantendo-me no mesmo lugar. - Não saio daqui até dar uma surra neles, nossa caça fica pra depois. - Se eu já soubesse onde estavam, tudo ficaria muito mais fácil, mas sem saber onde atacar, esperar eles aparecerem era minha única alternativa, infelizmente. Se, mesmo assim, eles não desistissem, eu tentaria os empurrar para longe, a não se que fosse a própria Anais que tentasse me carregar para longe, situação em que apenas bufaria e a olharia irritado. - Acabou de perder as cerejas que havia prometido. - Tendo sido forçado a ir junto pelos outros ou sendo carregado por Anais, seguiria bem a contragosto, com a cara nitidamente emburrada e de má vontade, de preferencia deitado nas costas de Anais, mas se estivesse difícil para ela seguiria logo atrás, mas sempre deixando claro que estava descontente.

Após andarmos um bocado, chegávamos enfim a uma caverna, enquanto me perguntava pra que aquilo tudo, se poderia simplesmente ter enfrentado as criaturas la nas ruinas mesmo. - Pronto, estamos aqui, e agora? Posso finalmente ir atrás daqueles caras? - Matt parecia interessado em fazer perguntas pro moreno, que havia dito que nos passaria, mas não estava prestando muita atenção, ainda guardando rancor por ter sido feito de bobo. - Tá, tá. Caçando os outros, ritual imaculado, blá blá blá. Me fala logo onde eles estão pra eu acabar com isso de uma vez. - Entretanto, para a minha surpresa, estranhos barulhos se espalhavam pela caverna até onde haviam me arrastado, enquanto o moreno ficava alerta e assustado. - Ah, agora sim. Hora do pau.

Tendo sido arrastado para a caverna com os outros, ou se tivesse ficado para trás para enfrentar quem tentava nos emboscar, assim que as criaturas finalmente dessem as caras, me veria rapidamente em posição de combate, com a lança ao lado do corpo e a lâmina para frente apontada para baixo. Assim que identificasse quem parecia ser o líder das criaturas, correria na direção deles, mas assim que me aproximasse das criatura, para não ser atingido por suas armas, usaria minha lança como uma vara de salto, posicionando o lado contrário da lamina no chão e a usaria para saltar à distancia, dando uma cambalhota enquanto cortava distancia em direção ao lado, para então cair em sua direção com a lâmina apontada para seu corpo. Se outros tentassem entrar no meu caminho, posicionando suas armas logo onde eu iria cair, giraria rapidamente o corpo em 180º ainda em meio ao ar, visando trocar a lança de lado junto do meu corpo e bater nas pontas das armas com o lado sem lâmina da lança, tirando as do caminho para aterrissar com segurança.  

Se tentassem se aproximar de mim ou lançar qualquer coisa na minha direção, começaria a girar a lança em minhas mãos como se fosse uma hélice, seja para me proteger de projéteis ou para impedir que avançassem pela frente para me atacar sob o risco de se chocarem contra o corpo da lança, e começaria a avançar com velocidade. Para que saísse do caminho. Se não conseguisse chegar no líder, pegaria na base da minha lança, segurando bem na extremidade como se fosse um bastão de baseball, e começaria a brandir ele bem perto do chão, tentando acertar vários deles de cada vez como se varresse o chão. Se tentassem atacar Anais, abandonaria tudo que estava fazendo e entraria na frente dela para a proteger, girando a lança habilmente em minhas mão para defender todos os golpes que desferissem, contra-atacando com estocadas qualquer um na linha de alcance. Se lançassem um ataque a distancia que eu percebesse que não conseguiria bloquear com a lança, tiraria meu corpo do caminho rapidamente, desde que não fosse pegar em Anais, do contrario tentaria amenizar o golpe com a lança e receber ele eu mesmo.





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Re: Here Comes The Sun Qui Set 23, 2021 7:16 pm

Myriam Leuchten
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POST 12






Esperando a resposta da outra presente na frente daquelas ruínas, memórias tomariam terreno por um momento rápido em minha cabeça "Droga, eu esqueci minha luva em casa! Luva... Eu... Não tenho aquela luva, aquilo era... No pântano e, na praia, os..." vendo a vista começar a perder foco e um leve enjôo, junto a um aperto no coração, respiro fundo e balanço o rosto "tá cedo demais pra tu ficar louca, menina. Não é porque os chifres cresceram que a doença já corroeu tua cabeça, levanta esse queixo".

Voltando à realidade, me poria a revirar os olhos assim que visse a discordância na afirmação de Kim — Urgh... Tá, se acha tão idiota eu sigo seu plano, mas não gostei do tom. Não sou do tipo de morrer em um conflito idiota desses, muito menos de recuar. — digo com certa rouquidão transposta na voz. Aquilo estava me estressando, mas sinto certa culpa ao mesmo tempo: não era por razão da caçadora que eu me senfita assim, mas por mim mesma, a angústia de não saber como resolver aquela situação inusitada estava começando a me corroer. "Temo que posso estar devendo algumas desculpas a ela assim que isso terminar".

Reformando minha pose, acenaria positivamente quando Kim diz algo sobre uma patrulha na área externa das ruínas — não é o pior dos planos, definitivamente. Só garanta de me chamar no menor sinal de algo, não posso deixar o elo frágil do time sozinha contra uma dessas ameaças — completando com um sorriso de canto antes de seguir a rota adiante de nós duas.

Se fosse capaz de ouvir o seu grunhido, proveniente da frase que se recusou a formar, me aproximaria acelerando o passo e tentaria ler a expressão da garota. Ela era alguém misteriosa, mas creio que não precise ser um gênio para ver que até o momento aquele lugar lhe gerava desconforto. — Certo. Se não estiver bem pra ir, não precisa. — a responderia, pela primeira vez sem a usual acidez. Logo, voltaria a caminhar relaxada em comparação a Kim, voltaria o foco aos meus sentidos para ver se noto algo, principalmente na audição, o que teoricamente se pagaria assim que o som fosse ouvido de dentro da caverna. Correndo até estar pouco a frente de minha parceira, encararia seu rosto uma segunda vez para saber o que achava daquilo, e mesmo diante de sua agonia a mínima confirmação era o que eu precisava para agir. "Me desculpa", peço em pensamento momentos antes, deixando de lado meu instinto protetor para confiar um pouco mais nela "Somos ambas caçadoras, esse é nosso trabalho. Perdão por ainda não conseguir te ver como igual".

Nem chegaria a dar minha resposta com palavras. Montante em mãos, viraria de novo na direção da entrada e correria na frente de Kim pelo interior da caverna. Eu seguiria quente, e desta vez crendo não ser só um alarme falso. Chegando já bem perto dos negocinhos pequenos e cabeçudos com atitude violenta, daria uma risada alta para chamar a atenção deles — sintam o gosto do ferro, seus bichos de pelúcia do inferno! — golpeando o máximo que puder com a lateral da espada "são anõezinhos cabeça de cebola, não posso usar força letal, ia partir eles ao meio. Não quero tomar essa decisão precipitada". Se algum tentasse subir em mim, tentaria agarrar e apertar o bichinho escroto nos dedos das mãos antes de jogar numa parede, com sorte o debilitando ou ao menos cansando um pouco. Sendo diversas criaturas seria de se esperar uma pequena coleção de cortes superficiais que eu ignoraria se possível, abusando de minha resistência à dor, para continuar agindo com rapidez, garantindo de bloquear apenas pontos vitais e meu rosto — cuidado, ôh, amolador de palito de dente! Se isso pega no olho é um perigo.

Caso trombasse em ação com algum outro que não fosse Kim, tentaria evitar de tomar seu campo de combate, focando meus golpes de espada (que mais pareciam balançadas de porrete) de modo a não entrar em seu caminho — Pega leve com os bichinhos, sei que estão armados mas ainda são uns cachorrinhos feios malnutrudos, a gente cuida disso — afirmaria, brandindo um chute na direção de um deles. Se eles fugissem ou fossem vencidos de outra forma, tentaria me equilibrar em minha arma para tomar fôlego — Oof... O que acha de se explicarem, heim? O que tão fazendo aqui? — não baixaria totalmente a guarda, temendo que estes também estejam envolvidos na caça, mas tentaria parecer minimamente amigável, limpando o suor com um sorriso cansado de canto em um semblante animado.


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Re: Here Comes The Sun Sex Set 24, 2021 11:17 am

Here Comes the Sun



- Não tem insetos gigantes? Matt? Que história é essa? Você não disse que eram seres não-humanos? Por que não foi mais especifico? - eu até pensei em rebater, mas depois de pensar por um instante, simplesmente dei um suspiro e sorri, aceitando que não adiantaria de muita coisa tentar bater de frente com isso. Pelo menos o estranho tinha ajudado a esclarecer essa parte, mas agora parecia que tinha aparecido um novo problema: já sem medo de acabar encontrando insetos gigantes, Amor se recusava a sair dali e queria enfrentar os homens-fera de qualquer jeito. - Sigh...cê é mais cabeça dura do que eu pensava, né? - tentar convencê-lo não parecia que ia adiantar de muita coisa, mas eu também não queria perder tempo demais ali e arriscar uma luta num lugar ruim. Precisava dar um jeito de...

...de repente, meus olhos se encontraram com os de Nana, e eu ergui as sobrancelhas como se uma lâmpada se iluminasse sobre minha cabeça. Me aproximei do cavalo cor-de-rosa e cochichei em seu ouvido: - Vou precisar da sua ajuda aqui. Vamos pegá-lo e dar o fora. - e assim, o plano era ajudar Nana a arrastar nosso amiguinho dali, nem que eu precisasse jogá-lo nas costas dela pra isso. E com tudo dando certo, poderíamos seguir o homem ruína adentro, na esperança de que não estivéssemos indo pra um lugar ainda mais perigoso. - Pode ficar tranquila, se tudo for bem, tenho certeza de que dá pra comprar umas cerejas com o dinheiro da recompensa. - tranquilizaria Nana. Por mais que eu precisasse de todo o dinheiro possível, umas cerejas não iam me levar à falência, e eu queria retribuir o favor.

Depois de um tempo, nós finalmente chegamos até uma caverna, onde o homem misterioso nos explicou mais algumas coisas sobre a caçada - mas parecia que ainda tinha algumas coisas a esconder em se tratando do grupo encapuzado de mais cedo, já que a sua resposta e sua reação foram bem diferentes. Eu não tinha conseguido ver a aparência de nenhum deles muito bem, mas eles com certeza não pareciam fazer parte de uma tribo ritualística...estavam mais pra algo com um grupo de assassinos, se me perguntassem. - "É, não acho que dê pra confiar 100% nesse cara ainda. Melhor ficar de olho nele." - eu pensei, mas não tive muito tempo pra me estressar com isso. Os sons de algo se aproximando vieram de mais afundo na caverna, e logo vários homenzinhos peludos começaram a aparecer, nem um pouco contentes.

- Tá legal, eu jurava que eles eram bem maiores que isso. - eu fiquei confuso por um instante. Aquelas coisas não eram lobos, eram? Será que eram bichos diferentes dos que estavam nos perseguindo mais cedo? Seja como for, a gente ia precisar lutar se quisesse sair vivo dali. Sacando a pistola, eu tomei um instante pra analisar a situação, percebendo que a nossa desvantagem numérica era beeem grande. Se era assim, eu preferia apostar em tirar o líder deles de cena do que tentar ficar derrubando aqueles bichos um por um. Sem aquele tal de rei, talvez eles perdessem um pouquinho a motivação de nos espetar com aquelas arminhas. - Me deem cobertura, vocês dois! - concentrado, eu miraria na direção do gerbil com a máscara de lobo, disparando duas vezes: uma na cabeça e outra no torso logo em seguida.

Eu manteria a distância pra não ser pego tão fácil, mas ficaria de olho caso eles tivessem flechas ou coisas do tipo também: como tinham muitos deles, os ataques podiam vir de qualquer lado, e por isso eu tentaria encontrar os que tivessem armas de longo alcance logo no início pra não ser pego de surpresa. E claro, lutando mais de trás, eu também teria uma visão mais ampla do combate, e aproveitaria isso pra observar Amor e o homem misterioso, avisando aos dois sempre que visse algum dos inimigos tentando se aproximar por um ponto cego ou atirando algo contra eles, por exemplo. Se tivesse a chance, também atiraria nos gerbils que estivessem dando problemas aos dois para ajudá-los.

Por fim, se eu fosse alvo de ataques a distância, focaria em me esquivar saltando ou rolando para os lados, e talvez me abaixando bem rápido se mirassem na minha cabeça ou ombros. Mas se algum dos monstrengos se aproximasse demais, eu não hesitaria em retaliar com uma forte coronhada bem no topo de sua cabeça, tentando sempre me afastar logo em seguida pra não me deixar ser cercado por vários deles. Minha arma não era lá das mais duráveis, mas se fosse necessário, eu também poderia colocá-la na frente de algum dos ataques pra aparar caso esquivar não fosse uma opção. No fim das contas, meu objetivo era manter uma distância segura para ajudar os outros dois enquanto procuro uma boa oportunidade de derrubar o líder - pra ser sincero, eu preferia só pular no meio do combate e sair atirando, mas com tanta desvantagem numérica, acho que era melhor não arriscar.


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