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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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Voice of the Soul

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Kenshin
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Kenshin
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Voice of the Soul Seg Maio 10, 2021 10:06 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Voice of the Soul

Aqui ocorrerá a aventura dos(a) Marinheiros Eric Flamesguard e Annabelle Petit Barozzi. A qual não possui narrador definido.

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Voice of the Soul - Página 5 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

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Yami
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Re: Voice of the Soul Sab Out 02, 2021 8:05 pm

Voice of the Soul



O humor de Annabelle poderia estar melhor naquele início de dia. Tudo bem que havia se iniciado muito bem e, apesar do clima, estava sendo agradável até ver a confusão na frente do cemitério. O soldado estava de mãos atadas e, conforme havia indicado, não poderia autorizar a entrada de ninguém que não tivesse adquirido uma autorização expressa de Linda. Acabou que isso fez com que a dupla tivesse que se contentar de retornar ao QG, levando mais um bom tempo para cruzar toda a Shells Town até a chegada de seu local de trabalho.

Diferentemente de outros dias, o local estava movimentado. Muitos civis presentes faziam com que a entrada estivesse abarrotada, fazendo com que o casal precisasse passar espremidos pela entrada. Muitos reclamavam também sobre o ocorrido no cemitério, mas muitos também mencionavam sobre artigos desaparecidos de suas casas. O que diabos estaria acontecendo na ilha mais bem vigiada de todo o East Blue?

Quando enfim chegavam à sala da Capitã, ela pedia um momento com a mão enquanto finalizava uma ligação com o Den Den Mushi. Suas olheiras e seus cabelos bagunçados indicavam que ela estava trabalhando desde muito cedo e provavelmente demorou para dormir no dia anterior. Após concluir o que havia de imediato, ela permitia que a dupla se aproximasse, fazendo com que ela desse um longo suspiro tentando tirar o peso dos ombros. — Uma loucura o dia hoje, hein? Espero muito que tenham vindo com boas notícias, e não mais um alerta de crime ocorrendo. — Aquela fala poderia ser um susto para ambos, pois só confirmava que algo peculiar havia ocorrido na noite anterior.

A primeira pergunta acabava levando Linda aos seus papéis, buscando em uma pasta alguns relatórios. — Na verdade, tenho uma missão importante… Devo precisar levar uma guarnição para a Grand Line e estava contando com vocês para irem. O que acham? — Ela olhava para ambos, como se buscasse reações. — Como podem saber, onde tivemos um ataque no cemitério. Além de termos encontrado um corpo recente, que ainda estamos tentando identificar, o ladrão acabou saqueando uma das tumbas também. Ainda estamos tentando identificar o motivo, mas uma das covas que ele visitou foi a de um antigo Capitão que trabalhava no Novo Mundo. Este capitão era famoso por ser um poderoso ciborgue. — Ela sentava-se, cruzando seus braços, enquanto olhava os papéis como se buscasse respostas entre suas palavras.

Ela olhava com pesar para Anne, ainda mais após o pedido de Eric para que pudessem visitar o local. — Quanto a isto… Não posso lhes permitir agora. — Ela passava a mão em seus cabelos, claramente abalada, tentando manter a pose firme que seu cargo exigia dela. — ...Temo dizer que o ladrão visitou a tumba do Sr. Barozzi na noite anterior. Não sabemos exatamente o que foi feito, mas estamos com nossos melhores peritos no local. Entendem o motivo de não poder permití-los que entrem lá, certo? — Ela sabia que aquelas palavras poderiam despertar uma fúria incontrolável em Annabelle, mas ela precisava ser firme para com seus subordinados.

Por fim, ela fecharia uma pasta, empurrando na direção deles. — Mas o que eu posso fazer, e estaria passando por muita burocracia ao permitir isso, seria que vocês acabem indo atrás de nosso principal suspeito. Temos o suficiente para acreditar que ele partiu para a Grand Line e precisamos interceptá-lo antes que alcance seus fornecedores. Posso contar que vocês irão fazer isso da maneira mais profissional possível? — Ela dizia, sabendo que estava arriscando muito em botar na mão de dois marinheiros o papel de vingar a honra de seus falecidos, sem sair da linha moral que diferenciava a justiça do caos.

Annabelle Petit Barozzi:

Eric Flamesguard:

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Re: Voice of the Soul Sab Out 02, 2021 9:10 pm




»»Paint it Black««

- Annie-


Voice of the Soul - Página 5 Samira12

Pouco aos poucos, o meu mundo parecia perder o chão. Civis reclamando sobre a segurança da ilha, todo mundo numa correria na rua e até no QG e notícias nada agradáveis no gabinete da Capitã. Lilith olhava para mim preocupada, vindo até mim e me abraçando, mas não importava, nada importava, na minha cabeça passavam inúmeras questões, as quais eu ainda não tinha resposta.

Sabia o que implicava para eu poder encontrar aquele ladrão de tumbas, mas acima de tudo eu sabia quem eu era, não podia fazer promessas que não ia cumprir - Com todo o devido respeito, Capitã. - focaria bem nos seus olhos, sabia que nada daquilo era culpa dela, sabia que ela estava fazendo o seu trabalho da melhor forma, no entanto haviam coisas que eram possivelmente culpa dela - Se existia um Capitão com tecnologia tão forte no corpo enterrado no nosso cemitério, deveria ser da nossa responsabilidade manter o cemitério vigiado constantemente. - cerrava os punhos, sentindo lentamente a dor da unha entrando levemente na carne aliviar o stress e ódio de um ser humano que eu ainda nem havia conhecido. - Sabe que tipo de tecnologia ele tinha no seu corpo? - olhava para a pasta que ela deslizava sobre a mesa - Tantos anos achando que não havia nenhum pingo de tecnologia no East… Havia um ciborgue bem debaixo do meu nariz…

Das poucas perguntas que - Mas isso não importa agora. O que eu preciso saber é… - respiraria fundo, tentando manter a minha voz num tom aceitável - Ele levou o corpo do meu pai? - queria tentar descobrir porquê que ele estava fazendo isso - A gente era pobre, principalmente depois da morte do meu pai. Será que foi mais uma questão pessoal? - tentava limitar as nossas opções, mas certamente não teria nenhuma resposta coerente no momento.

Começaria a ler a pasta e, quando terminasse, passaria ela para Eric. Fazendo uma saudação, diria para a Capitã - Presumo que a gente deva conversar com alguém agora, certo? Alguém mais dentro da missão. - não conseguia esconder a minha amargura no meu olhar. Não conseguia esconder a minha raiva nas minhas palavras - Trataremos do assunto da forma como deve ser feita, Capitã. - mas acima de tudo, era a memória do meu pai que estava em jogo - Por ele… Tratarei este assunto assim como a justiça manda. - esperaria que ela desse permissão para a gente sair.

Seguiria para encontrar com o responsável pela gente e pela missão, assim que a gente estivesse a uma distância considerável do gabinete da Capitã eu respiraria fundo - Você está bem? - escutando as palavras de Lilith eu socaria a primeira parede que estivesse disponível com a mão direita. Levando a mão possivelmente agora dolorida até ao meu rosto, respirava fundo e procurava a mão de Eric com a livre - Lembra da conversa que a gente teve mais cedo? - se a minha mão tivesse muito dolorida daria ela para Eric para que ele pudesse verificar ela - É melhor você me segurar… Para o bem do infeliz e da minha carreira na marinha.

Parecia que o universo testava o meu limite, como se quisesse ver onde que eu iria explodir por completo - Lilith… Sei que você não pode fazer muita coisa mas… - olharia para Eric, tocando o seu rosto lentamente - Se eu passar do limite, preciso que você me pare. Prometa. - Lilith podia tentar me ajudar na questão emocional, mas apenas Eric poderia parar o meu corpo de mover caso fosse necessário. - C-certo… - respondia a mink meio incerta.



HistóricoNome do Player: Skÿller
Tracker

  • Acordou.
  • Foi até ao QG e recebeu uma tarefa da Capitã Linda.
  • Pegou ferramentas e uma katana. Foi até ao local indicado pela Capitã com Eric.
  • Chegou no navio da marinha e foi até a sala da caldeira. Resolveu o problema.
  • Teorizou sobre a existência de algum infiltrado no navio.
  • Lucy apareceu no porto explodindo tudo, confirmando a teoria de Annie.
  • Derrotou a piranha Lucy.
  • Ajudou o velho a voltar para o QG, fazendo algumas perguntas com ele.
  • Recebeu o pagamento da missão e comprou os seus remédios. Recebeu tratamento médico e foi até à biblioteca do QG para poder fazer o relatório pacificamente.
  • Entregou o relatório com Eric, jantaram e foram até ao bar.
  • Viu 2 garotas com pó no nariz no banheiro. Não fez muito caso. Voltou até Eric e após jogar um pouco de conversa fora, dançaram na pista. "Acordou" do evento do mega churras no meio da dança.
  • Foram para casa
  • Acordou e junto de Eric tentaram ir para o cemitério, infelizmente sendo barrados.
  • Receberam informações e missão da Capitã Linda.

Nº de Posts: 21
Remédios: 03/10
Ferimentos

  • Dor no corpo (3/3)
  • Pequenos cortes superficiais (5/5) Tratado
  • Corte no Braço (5/5) Tratado
  • Corte nas Costas (3/3) Tratado

Ganhos:

  • Espada (Katana) Gasta da Marinha (+1 em Força)
  • Kit Mecânico da Marinha (Ferramentas diversas)
  • Mochila da Marinha
  • 125.000 berries (dado por Eric)
  • 1.500.00 salário da missão
  • Remédios (3/5 usos)

Perdas

  • 300.000 ฿S
  • 200.000 ฿S


Objetivos

  • Concluir 2 Missões ( )
  • Aprender Anatomia (X)
  • Comprar remédios (X)
  • Aprender Forja ( )





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Re: Voice of the Soul Ter Out 05, 2021 12:47 pm






Voice of The Soul

Não havia muito mais o que eu e Annie pudéssemos fazer para entrar no cemitério, o solado que havia nos recebido não tinha escolhas a não ser seguir as ordens que foram passadas para ele, por isso não pensamos muito e rapidamente fomos até o Quartel General, tentar resolver a burocracia envolvida nessa questão toda. Hoje parecia realmente um dia atípico; o crime que havia sido cometido realmente causava uma maior comoção na população em geral e por causa deste fato, muitas e muitas pessoas se faziam presentes na porta do Quartel General, dificultando a passagem para o local. - Com licença, com licença! Por favor, abram caminho, somos marinheiros! - eu dizia enquanto passava de forma apertada entre o amontoado de gente que se concentrava na porta de entrada. Além das tumbas terem sido saqueadas, havia também pessoas que falavam que artigos sumiram subitamente de suas casas, o que me fazia levantar uma sobrancelha e coçar a minha cabeça. Estava tão confuso quanto o restante da população, parando para pensar, não é de se espantar esse tumulto, hoje estava se mostrando um dia bastante atípico para as pessoas acostumadas com a boa segurança e baixa criminalidade de Shells Town, ainda mais por causa do que havia acontecido ontem, muitos crimes seguidos assim faria qualquer um daqui estranhar. Eu esperava me afastar um pouco da entrada, já dentro do Quartel General para poder comentar alguma coisa com Annie. - Primeiro um navio com uma pirata infiltrada ontem e um ladrão de tumbas no dia seguinte. Os criminosos parecem estar esquecendo com quem eles estão lidando. - olhava para minha nerd, com uma expressão preocupada e séria, apertando instintivamente a haste de uma das flechas em minha aljava.

Dentro do Quartel, não perdemos tempo e fomos direto para o gabinete da Capitã Linda. Adentrando o cômodo, era fácil perceber que Linda não tinha descansado bem do dia anterior; tinha olheiras e estava com os cabelos desarrumados, provavelmente estava sobrecarregada com o que vem ocorrendo recentemente. A Capitã terminava uma ligação em seu Den Den Mushi antes de dar atenção propriamente para nós dois. A fala dela ao nos receber só aumentava a minha curiosidade; o que diabos estava acontecendo na ilha? Nunca imaginei que passaríamos por uma onda de crimes por aqui. A Capitã Linda respondia a primeira pergunta de Annie, dizendo que precisava de uma guarnição para a Grand Line. - Eu aceito a missão, capitã. Mas, temos que resolver primeiro a situação daqui, senhora. Não gosto de sair deixando a casa bagunçada. - olhava diretamente nos olhos de Linda, com um semblante sério. Linda continuava explicando o ocorrido, dizendo que uma das covas que foram saqueadas pertencia a um capitão ciborgue, que já trabalhou no Novo Mundo. Eu pouco sabia da Grand Line e ainda menos do Novo Mundo e tudo que eu ouvia de lá me fazia parecer um local quase que lendário, como se tivesse vindo de algum livro. Os mais perigosos piratas, capazes de abalar todos os mares com sua força, os mais bravos marinheiros, que combatem os piratas com grande fervor e as mais fantásticas ilhas, com animais exóticos e monstros. A tecnologia de lá deve ser de outro patamar também, levando em consideração esses pontos. Escutava o que Annie vinha a falar, sobre a vigia constante no cemitério por causa do ciborgue e fazia sentido, mas, não era a melhor forma de se lidar com a aquele problema em minha visão. - Deveriam ter tirado os implantes cibernéticos dele antes de enterrá-lo. - cruzava meus braços. Poderia parecer frio demais o que eu estava falando no momento, mas, isso era um caso de "os meios justificam o fim". - Pessoas enterram familiares com joias, roupas caras, objetos de valor e sim, até armas. Mas, as armas que esse capitão possuía em seu corpo provavelmente eram muito mais tecnologicamente avançadas se comparadas com o que temos nos Blues, era perigoso demais deixá-las junto com ele... um criminoso com acesso a tal tecnologia com certeza causará caos no East. - eu explicava calmamente, em contraste a Annie, que eu percebia estar ficando cada vez mais estressada e claro, ela tinha todos os motivos do mundo para estar naquele momento.

O ladrão também tinha mexido na tumba do pai da Annie, mas, o motivo disso era desconhecido. Sr. Barozzi nunca fora um homem rico pelo o que eu sabia, o que me levava a crer que poderia ser algum tipo de rixa, afinal, ele ainda era um marinheiro e criminosos costumam ser vingativos. Minha princesa pensava o mesmo, não se tinha motivos para se pensar em outra coisa que fosse tão distante daquele pensamento. No fim, o nosso pedido para poder entrar no cemitério foi negado, porém, Linda dizia que poderíamos ficar com a tarefa de capturar o suspeito. Linda passava uma pasta para Annie, que logo depois passava para mim, onde eu rapidamente folheava e lia o seu conteúdo. Não havia restado nada que pudéssemos fazer em Shells pelo visto, de um jeito ou de outro teríamos que ir embora da ilha para poder ter fazer alguma justiça pelos afetados. Annie fazia mais algumas perguntas sobre a missão para a capitã e eu me limitava apenas a escutar, sabendo que Annie estava furiosa com tudo que vinha acontecendo. Ah... como eu queria poder abraçar ela agora. Como eu queria poder reconforta-la e dizer que vai dar tudo certo no final. Como eu queria deixar que ela descarregasse sua raiva a vontade quando achássemos o culpado. Mas, não. O dever me impedia de fazer isso. Apesar de não concordar com a frase que meu pai falava constantemente; "amor é a morte do dever", era inegável o que um marinheiro tinha que se fazer ou deixar de fazer por causa do dever. - Dou minha palavra, faremos o melhor possível, capitã. Não vai se arrepender de deixar essa tarefa em nossas mãos. - minha fala era pesada, carregada de determinação e uma pitada de raiva. Claro, mexeram com algo que é sagrado para Annie, então mexeram comigo também. Assim que fôssemos dispensados, faria um aceno de mão e uma rápida reverência com a cabeça para Linda, saindo da sala com passos rápidos.

Andando um pouco com Annie, não tiraria os olhos de seu rosto e obviamente ver ela socando a parede me faria preocupado e em meu rosto seria possível ver o choque que a ação de Annie fazia em mim. - Annie! - logo buscaria a mão com qual ela havia dado o soco contra a parede, olhando se ela havia se ferido, analisando se havia se ferido. Era de quebrar o coração ver ela daquele jeito, era quase como se alguém tivesse enfiado uma agulha em meu peito. Olhando para ela, eu percebia um misto de tristeza e raiva, seu olhar transparecia claramente tais sentimentos. - Lembro sim, princesa. - responderia a pergunta, sem largar a mão dela. Ela pedia em seguida que eu a segurasse, pelo bem do criminoso e pela carreira dela na Marinha. - Princesa, não irei mentir... - eu daria um profundo suspiro. - Eu tenho pouca vontade de te segurar, mas, você tem razão. Farei isso, pois é certo. - levaria a mão dela até os meus lábios, beijando-a suavemente. Ela pedia que eu prometesse, enquanto tocava em meu rosto e olhava para meus olhos. - Eu prometo. - falava seriamente, enquanto olhava para seus olhos e logo em seguida, puxaria ela para um abraço, quase que institivamente, meu corpo parecia já saber como agir em situações assim. Com uma mão, eu afagaria os cabelos de Annie, enquanto segurava-a pela cintura com a outra. Beijaria ela no rosto. - Eu prometo. - falaria mais uma vez, com a voz mais baixa dessa vez, quase como um sussurro.



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Yami
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Re: Voice of the Soul Ter Out 05, 2021 10:53 pm

Voice of the Soul



A cada palavra parecia ser um tapa na face de Linda. A vergonha pela falha de seu sistema de segurança era algo que transparecia em sua face tão amável. — Aí que mora o problema… Ela estava sendo vigiada constantemente. Ocorre que o grupo que patrulhava na noite anterior pela redondeza simplesmente desapareceu. Já entramos em contato com os familiares, amigos… Mas é como se nunca tivessem existido. — Ela colocava os braços na mesa, cruzando as mãos na frente de seu rosto em uma pose mais séria e centrada. — Além disso, o ex-capitão não foi enterrado junto de suas próteses, ao menos é o que diz o relatório da necropsia. Isso é o que tem me deixado maluca. — Ela dizia, descartando a possibilidade de ser um simples ladrão de covas e ter sequestrado as peças do ciborgue.

Ao menos, quando a pergunta seguinte viria, Linda suspirava aliviada. — Seus familiares permanecem por lá. Aparentemente, sem avarias, além da violação dos túmulos, é claro. — O alívio era instantâneo no ambiente, por mais que ainda houvesse o desconforto da violação do sono sagrado de sua família. — E exatamente por isso que vocês estarão indo para a Grand Line. Uma testemunha ocular conseguiu descrever um sujeito esguio, alto e de trapos no rosto saindo da baixa Shells Town após ter sido escutado um grito. O retrato falado acabou nos dando uma pista de quem poderia ser. — Ela apontava para pasta, onde, após aberta, poderia ser verificado algumas informações.

A figura de um homem destacava a primeira página, grampeada num relatório sobre a testemunha ocular. O nome “Umebayashi Kazu” estava descrito logo ao lado com um ponto de interrogação, assim como fotos de um corpo completamente fatiado e jogado dentro de uma tumba aberta. — Estão chamando-o de O Colecionador, apesar de não sabermos exatamente o que ele está colecionando. A marinha ainda está confeccionando um cartaz de recompensa, mas ainda precisamos definir se é de fato ele. — Logo atrás, Eric poderia notar uma espécie de relatório escolar, descrevendo sobre o tal Kazu, nascido e criado em Polestar no East Blue.

Observando logo após, Eric poderia notar uma ficha antiga de inscrição para recrutamento ao Governo Mundial, com os dados de Kazu sendo descritos com um pouco mais de cautela. — Se é quem imaginamos ser, Kazu foi um recruta ao Governo Mundial quando jovem. Teve alguns problemas com insubordinação e perdeu seu cargo. Acabou que se tornou uma espécie de vigilante pouco depois, mas não nos preocupamos, pois aparentava ser um Caçador de Recompensas. Só que ele nunca pegou um tostão sequer dos procurados que derrotava. — Tudo aquilo poderia ser verificado no relatório também, parecendo estar bem completo pelo fato do homem ter passado um tempo como agente.

Linda prosseguia, vendo que a dupla finalizava a leitura breve do relatório. — Depois que tivemos a informação que ele foi pra Grand Line, deixou de ser algo a nos preocupar, até que ele retornou para sua terra natal há poucos meses. Causou alguns problemas por lá, mas as autoridades de Polestar perderam seu paradeiro. Por isso, preciso que passem em Polestar antes de suas idas até a Grand Line. Preciso que confiram se ele esteve em sua antiga moradia recentemente e, se possível, consigam o rastro para onde ele está indo. — Dessa forma, a missão ficava um pouco mais definida, sendo de extrema importância o foco da dupla para que aquela missão também fosse bem sucedida.

Linda abria espaço para perguntas, dispensando os marinheiros caso fosse tudo o que precisassem. — Ah, é claro. O Tenente Masanori é um dos nossos melhores detetives e está analisando a cena do crime. Ele deverá acompanhá-los nessa missão. Após ele concluir o que precisa ser feito no cemitério, o informe que lhes dei autorização para entrada e peçam a ele um relatório sobre o cenário. — E, com isso, a dupla enfim era dispensada, podendo voltar a circular por onde acharem melhor, mas antes de fecharem a porta, Linda chamava a atenção novamente. — E lembre-se que confio no profissionalismo de vocês. O que nos separa desses tipos de sujeitos são a nossa fidelidade com a ordem e justiça. Tenho certeza que não irão me desapontar. — Frisava ela, mesmo que claramente estivesse prestes a cometer uma catástrofe para acabar com aquele caos generalizado.

Annabelle Petit Barozzi:

Eric Flamesguard:

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Re: Voice of the Soul Dom Out 10, 2021 3:08 pm




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- Annie-


Voice of the Soul - Página 5 Samira12

Embora eu estivesse mais focada em saber mais sobre o criminoso, sobre o ocorrido, Lilith parecia bem preocupada com as minhas palavras. Era notável que a Capitã não se sentia orgulhosa com o ocorrido, mas naquele momento eu estava demasiado ocupada em obter o máximo de respostas do que me preocupar com sentimentos alheios - Claramente ela não sabe de mais nada, amiga… - dizia Lilith num tom apaziguador, colocando a mão no meu ombro.

Analisava rapidamente o ficheiro me passado - Ex-agente, hun? Caramba, mas ele é feio para porra… - parecia que ele tinha um grande remorso guardado pelo governo mundial e, provavelmente, pela marinha - Será que ele coleciona insigneas de honra? Como nunca conseguiu medalhas servindo o governo pode ser que ele esteja roubando medalhas para si… - pensava juntando as poucas informações que eu conseguia captar. - Talvez se o responsável pela missão nos deixar ver a tumba de Papai…

A Capitã finalizou falando que acreditava no nosso profissionalismo, o que na minha cabeça parecia mais como um aviso. A capitã não era idiota, certamente ela sabia o risco de nos deixar ir nessa missão, contudo ela tinha a certeza que a gente tinha muita mais motivação para trabalhar o dobro em cima do caso. - Ordem e justiça, né? - pensava enquanto fazia uma continência e saia da sala.

Toda aquela raiva e frustração acumuladas forçava-me a libertá-la através de um soco contra a parede. Eric prometia me segurar se eu saísse do controle, ao mesmo tempo parecia que a minha mão estava OK e sem nenhum ferimento significativo. O abraço recebido por ele era o que eu precisava, conseguia ficar mais calma sentindo o seu calor, sentindo o seu toque - Obrigado… - sussurrava no seu ouvido. Lilith também se juntava ao abraço - Não deixem eu de fora!

Afastando-me do abraço assim que ele terminasse, tocaria no seu rosto com a minha mão usada para socar a parede - Vamos logo terminar essa missão. - dizia confiante. Embora ainda muito séria, não resistia em dar um pequeno sorriso para Eric. Rapidamente começaria a correr de volta ao cemitério, não havia tempo a perder. Caso ainda existissem civis nas ruas com bastante intensidade, eu começaria pedir espaço para passar - Dispersar! Precisamos passar! Estamos em missão importante! - forçaria a minha passagem, com cuidado para não derrubar ninguém durante a minha passagem. Se existissem bastantes pessoas eu pegaria a minha katana (dentro da bainha) e levantaria ela para que todo mundo visse onde a gente tava passando.

Ao chegar no cemitério novamente, iria diretamente ao Tenente Masanori, passando pelo guarda que havia barrado a nossa entrada mais cedo. Caso ele barrasse a nossa entrada novamente eu olharia bem nos seus olhos, extremamente séria - Sai. - continuaria a andar e, caso ele tentasse nos parar de novo eu aproximar-me-ia, ficando bem perto do seu ouvido - Eu não estou num dia bom, soldado… Não vou repetir uma terceira vez: Sai. - afastar-me-ia e então diria - Não me faça perder mais tempo - conseguiria escutar os suspiros de Lilith. - A sua sorte é que Eric consegue limpar e esclarecer as suas atitudes…

Voice of the Soul - Página 5 _13

Ao chegar até ao Tenente Masanori, eu diria sem fazer uma continência - Fomos enviados pela Capitã. - começaria a olhar em volta, tentando recolher o máximo de informações possíveis - Ela pediu para você nos colocar a par da situação. - Esperaria ele terminar de falar. Caso eu visse alguma tumba de Papai aberta eu aproximar-me-ia dela, olhando para o seu uniforme com cuidado, procurando a falta de alguma insígnia. Caso estivesse em falta de alguma insígnia, perguntaria bem alto - As tumbas abertas, ignorando as dos civis, existem mais marinheiros além do capitão e do tenente Barozzi? - caso a resposta fosse positiva iria até as suas campas para anotar os nomes e ver que insignias tinham. - Você não está se apegando muito a essa teoria das ingínias? - escutaria Lilith perguntar - Parte de mim quer acreditar que é isso… Será muito pior para ele se ele tiver interrompido o descanso de Papai por uma rinha pessoal...



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Re: Voice of the Soul Ter Out 12, 2021 2:21 am






Voice of The Soul

Ainda durante o relatório, Linda parecia bastante envergonhada com o que tinha acontecido durante o dia, era como se ela se sentisse culpada pelos crimes que tiveram ocorrido mais cedo. A capitã realmente era uma pessoa dedicada ao trabalho, podia-se facilmente perceber isso. De qualquer forma, Linda continuava dando mais algumas informações e detalhes do ocorrido; a patrulha que vigiava o corpo do ciborgue tinha de alguma forma sumido por completo e ninguém sabia do paradeiro da mesma, não tinha-se nenhum rastro que indicasse por onde eles estavam. Quanto mais eu escutava a história, mais esquisita ela se tornava, afinal, Linda respondia a minha pergunta sobre os implantes cibernéticos do marinheiro ciborgue e havia dito que nenhum deles foi enterrado junto do mesmo, segundo a necropsia. Tudo aquilo me intrigava e eu buscava algum sentido nas ações do criminoso. Na minha cabeça, ou tudo aquilo tinha alguma ligação ou ponto que ainda não tínhamos descoberto ou era apenas um doido esquisito revirando corpos por algum motivo doentio. Pelo menos a notícia que vinha em seguida era um pouco mais reconfortante; apesar de terem os túmulos revirados, os corpos do pai e da irmã de Annie ainda estavam lá. Claro, era um fardo que seria tirado dos ombros da minha princesa, no fim, o pior não tinha acontecido e eu certamente me sentia mais feliz por causa disso. Mais uma notícia positiva seria que alguém tinha conseguido ver o tal criminoso e tinha nos dado um retrato falado do mesmo, sendo um sujeito alto, esguio e que vestia trapos, visto por último na Baixa Shells Town.

Na pasta entregue pela capitã, se tinha algumas informações do suspeito que iríamos procurar, juntamente de um retrato do mesmo. Ele tinha uma aparência nada amigável, com certeza causaria espanto em muitos cidadãos e chamaria muita atenção por onde passava. Felizmente os criminosos simplesmente não entendem o conceito de discrição; quanto mais normal, mais difícil de se encontrar. - Com ele se vestindo desse jeito, não deve ser difícil encontrar mais gente que tenha-o visto. - eu falava enquanto lia o nome embaixo da imagem, "Umebayashi Kazu". Esse era o nome do sujeito que caçaríamos daqui em diante. Ao lado da imagem do homem, havia uma imagem grotesca do crime que havia cometido, um corpo que fora completamente esquartejado e jogado dentro de uma tumba. Era certamente complicado de se olhar algo tão brutal e isso confirmava mais e mais que estávamos lidando com um psicopata. - Meu Deus... - em minha face, uma expressão de dor surgia e eu constantemente desviava meu olhar, não olhando muito tempo para a imagem. Rapidamente eu passei para outro bloco de informações, essas que se referiam ao seu tempo como um agente do Governo Mundial. Linda dizia que Kazu já havia sido um agente por um tempo, mas, por causa de problemas de insubordinação rapidamente foi dispensado da organização e acabou por se tornar um tipo de vigilante, atuando como um tipo de Caçador de Recompensas, apesar de nunca ter ido receber nenhuma recompensa.

O tal do "Colecionador" parecia não ter nenhum interesse em dinheiro, então já podia descartar a questão de roubar os bens preciosos que eram enterrados com os falecidos da jogada. Algo simbólico para si talvez? Muito provavelmente, imagino. Mais uma breve leitura e sabíamos o nosso próximo destino antes de partimos para a temida Grand Line: A terra natal de Kazu, Polestar. Teríamos que investigar melhor o que tinha ocorrido em seu antigo lar, procurar alguma pista que nos levasse ao seu paradeiro atual na Grand Line. Recentemente o homem tinha voltado para Polestar vindo da Grand Line e causou certa baderna durante a sua estadia. - Esse daqui parece ser um criminoso bastante escorregadio. Transitando da Grand Line e voltando para Polestar... com certeza não é uma tarefa fácil. - o homem provavelmente enfrentou a Reverse Mountain mais de uma vez durante esse trajeto ou de alguma forma conseguiu passar pelo Calm Belt, ainda que esta opção seja mais improvável. Se ele tentasse se infiltrar em algum barco da Marinha ou do Governo Mundial, seria facilmente reconhecido. Enfim era terminado tudo que se tinha sobre o criminoso no relatório e éramos dispensados por Linda, que ainda parecia um pouco relutante conosco, pois, sempre falava do nosso profissionalismo e de nossa honra como marinheiros. Não sabia muito bem como Annie estava se sentindo, mas, pessoalmente me sentia mais relaxado após ler o relatório com mais calma. Parte da minha preocupação havia ido embora e agora eu não possuía tal sentimento de "estar andando sem rumo".

Já fora do gabinete de Linda, eu reconfortava minha nerd, que por sorte, não tinha se ferido gravemente. Ela me agradecia, claro, não era necessário, só estava fazendo o que todo futuro marido faria por sua mulher. - De nada, princesa. - perceber que ela se acalmava era reconfortante pra mim e eu conseguia abrir um sorriso genuíno por causa disso. Logo após, veio o toque em meu rosto e também o sorriso dela, juntamente da enorme vontade de beija-la. Quando estava tão perto dela, era complicado de se segurar. Por um segundo, me esquecia que estava no Quartel da Marinha e fechava meus olhos, aproximando lentamente meu rosto ao dela até finalmente me tocar e perceber o que estava fazendo. - Ah! Desculpa, princesa! - afastava meu rosto apressadamente, olhando de um lado para o outro, procurando se tinham me percebido. Droga! Como posso me conter quando a mulher mais linda, fofa, inteligente e carinhosa desse mundo (que por sinal, aceitou se casar comigo) está precisando de amparo e de um chamego amoroso? - Enfim, vamos lá! - correria junto dela até a saída do Quartel General. Lá, pediria que a multidão de pessoas que estavam por lá, abrissem espaço para passarmos. - Licença, licença! Precisamos passar, estamos em missão! - pediria enquanto tentava achar alguma brecha por onde eu pudesse passar. Como indicado por Linda, deveríamos ir até o Tenente Masanori, que se encontrava pelo cemitério mesmo. Chegando lá, buscaria entrar no local, falando com o soldado que guardava a entrada do local mais uma vez. - Estamos de volta soldado e agora nos foi permitido a entrada por ordem da Capitã Linda. - com isso, adentraria o local assim que fosse permitido. Lá, procuraria sem rodeios as tumbas que o criminoso havia revirado, procurando detalhes que talvez passasse desapercebido pela maioria das pessoas; não querendo me gabar, mas, eu sabia que tinha uma visão mais precisa que o normal. Com minha visão e um pouco de sorte talvez eu encontrasse algo.



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Re: Voice of the Soul Sex Out 15, 2021 11:36 am

Voice of the Soul



Por mais que houvesse tranquilidade em saber que havia um rumo a ser seguido para a resolução do problema, não era o caso para que Annabelle também se acalmasse. Linda suspirava ao ver os soldados indo embora, ainda preocupada se seriam capazes de dar uma resolução justa ao crime. Precisando enfrentar uma nova leva de pessoas na entrada no Quartel General, a dupla seguia pelas ruas e vielas de toda a Shells Town no retorno para o cemitério, que acabaria não demorando tanto em decorrência de já terem realizado aquele percurso diversas vezes.

O mesmo soldado que havia barrado a dupla antes estava na frente do cemitério, conversando com um outro oficial que conversava com ele sobre o ocorrido ali dentro. Os civis já não se encontravam mais presentes, tendo sido dispersados após verem que seria impossível a entrada até a liberação da marinha. — Desculpem, oficiais. O local ainda encontra-se fechado até ordens do Ten. Masanori. — Diria ele, ainda cumprindo ordens. Quando Anne resolveu avançar, o homem se colocava adiante, demonstrando uma expressão bem diferente da cordialidade de antes. — Não me importa como está seu dia, garota. Perdi amigos hoje e acredite, não vai querer testar minha paciência. — O homem repousava sua mão na bainha de uma espada curta em sua cintura, não parecendo se intimidar pela hostilidade da marinheira.

A voz de Eric alcançava ouvidos surdos, pois o estrago parecia estar feito. Seria necessário uma intervenção mais física para o problema não se desencadear ainda mais, mas seria neste instante que uma voz mais grave surgia por trás do soldado. — Descansar, soldado. A capitã me informou da chegada destes daí. Além do mais, acabamos por aqui. — Dizia um homem com roupas em tons verdes e uma expressão cansada. Atrás dele, equipes médicas carregavam macas com corpos dentro de sacos pretos. Alguns dos funcionários, inclusive, eram conhecidos de Eric e haviam lhe ajudado muito nos serviços com os feridos no último dia.

O homem então olhava para os dois, suspirando enquanto puxava um cigarro de seu bolso. — E pelo jeito, além de me preocupar com meu trabalho, precisarei bancar a babá de vocês também, soldados? — Ele dizia com autoridade, acendendo o cigarro e soltando uma baforada para o ar. — Não vamos perder tempo conversando. Me sigam. — Com um aceno de cabeça para o outro soldado permanecer de guarda, o tenente Masanori liderava o caminho até as covas dos que haviam sido perturbados, inclusive até o caixão da família Barozzi, que já encontravam-se fechados novamente. — Bem, se tiverem ao menos dois neurônios, saberão que foi um crime de ódio e inveja. — Ele olhava para as tumbas fechadas, enquanto deixava os dois soldados lidarem com o incômodo da situação e o luto. — A necropsia não identificou avarias nos corpos dos marinheiros, exceto no cérebro do Capitão Tsumashi que foi remexido. No mais, apenas há falta das medalhas de honra e partes dos uniformes. — Ele comentava, fazendo com que Anne tivesse certeza sobre sua conclusão de que o homem estaria colecionando aquilo que ele não foi capaz de obter honestamente.

Entretanto, o fato de remexerem no cérebro do Capitão era uma surpresa e preocupação ao mesmo tempo. — Muitas outras covas de marinheiros foram remexidas também. Seguiu o mesmo padrão. — Ele diria, apontando para as lápides que haviam sido violadas, sendo fácil identificar pois estavam desenterradas ainda. Ele entregava o relatório da necrópsia para Eric, que identificava que o local que havia sido remexido era próximo do cerebelo. Seu olhar mais atento, entretanto, identificava ligações cibernéticas que subiam pelo pescoço do Capitão, terminando pela nuca e sumindo dali, indicando uma ligação entre dispositivos localizados em seu cérebro e o resto do corpo. Seria seguro concluir que a necropsia havia realmente removido todos os implantes antes do enterro? — Não teremos muito tempo antes de nossa partida. Façam suas malas e me aguardem no Quartel General. Estaremos de partida às 13 horas. — Diria, o que daria aproximadamente umas duas horas e meia ainda para a dupla se preparar. — E a não ser que precisem que eu fique de olho em vocês, estão dispensados. Estarei pelo QG com Linda caso precisem se reportar a mim. — Diria antes de partir, caso não houvesse mais nada a ser dito a ele.

Annabelle Petit Barozzi:

Eric Flamesguard:


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Re: Voice of the Soul Ter Out 19, 2021 8:47 am




»»Paint it Black««

- Annie-


Voice of the Soul - Página 5 Samira12

Por momentos Eric se deixava levar no QG, não que eu não gostasse daquilo, na realidade eu sentia menos incomodada em demonstrar afeto em público após aquele episódio na ilha estranha - Que fofinho. - dizia Lilith vendo como ele “voltava” a sí, percebendo onde a gente estava. Não disse nada, apenas sorri - Não precisa se desculpar… - pensava para mim mesma.

As ruas estavam agora mais vazias, o que facilitava muito as coisas - Esperem por mim! - gritava Lilith atrás da gente, com um pequeno olhar por cima do ombro via que ela pulava de poça em poça - Se você continuar assim nervosa vai ficar velha muito cedo! - completava a mink. Eu suspirava, continuando o nosso caminho até ao cemitério. O soldado que havia barrado a gente anteriormente parecia estar falando com alguém - Aquele deve ser o tenente Masanori. - pensava me aproximando.

Infelizmente o soldado parecia ter capacidade cognitiva reduzida, não percebendo que a gente havia voltado porque tinha permissão da Capitã para entrar - Não é como se eu fosse perder meu tempo fazendo conversa fiada com alguém que não pode fazer nada. - resmungava na minha cabeça. Eric até tentava apaziguar o ambiente explicando a situação mas a minha raiva apenas crescia, queria inspecionar rapidamente o local para confirmar a minha teoria e começar a traçar, antes que a situação saísse mais do controle o Tenente rapidamente interrompia.

Lilith estava atrás de mim, com um ar bem presunçoso - O que foi? - perguntava para ela enquanto escutava o tenente - Eu te avisei… - ignorava ela por completo, enquanto olhava a tumba de papai e Catherine - Não ligo para repreensões, Lilith. As minhas ações são sempre por um motivo melhor ou maior. - o Tenente confirmava a minha suspeita, ficava ligeiramente aliviada por saber que não se tratava de um ataque pessoal à memória do meu pai, mas sim um crime de inveja.

Parecia que a gente ia sair da ilha, o Tenente dava para a gente tempo para se preparar. Não tinha nada a dizer para o tenente, aproximando-me da tumba do meu pai e sussurrando - Não foi assim que eu imaginei que seria a minha manhã… - pousava a mão na lápide, olhando com um sorriso meio triste - Vou recuperar as suas medalhas, prometo… - respiraria fundo, olhando para Eric por um segundo - Eric vai me ajudar a prender o culpado da forma certa. - tiraria o meu chapéu da marinha e após beijá-lo, pousá-lo-ia na lápide - Contarei a história toda para você depois…

Seguraria Newton, fazendo carinho nele - Você precisa pegar alguma coisa em casa, Eric? - perguntaria saindo do cemitério. A gente não tinha muito tempo, seria necessário buscar algumas coisas, não que eu tivesse muitas coisas comigo. Na saída, passando pelo soldado, escutaria Lilith forçando uma tosse. Olharia para Eric por um segundo, suspirando - Qual o seu nome? - perguntaria para o soldado, esperando o seu nome. Não daria uma explicação muito clara para aquela pergunta, na realidade não daria explicação nenhuma. Aquilo era mais para analisar bem o seu rosto, arma e afins.

Dando ou não o seu nome, eu iria com Eric a casa caso ele precisasse pegar alguma coisa. Caso não tivesse nada que ele quisesse pegar em casa, para o QG passando primeiro numa loja para comprar mais 2 caixas de remédios - Preciso estar 100% nessa missão. - comentaria com Eric num tom confiante. - Da última vez senti uma enorme exaustão no meio da luta com a piranha, não quero arriscar de novo.

Após comprar muito rapidamente os remédios, iria até a zona de fardamento no QG- Precisamos de mais fardas. - diria para o responsável pelo fardamento - Como pode ver os nossos uniformes ficaram meio que fora de condições. Também estamos de saída para uma missão em outra ilha, então uma farda extra seria uma boa opção. - caso ele perguntasse pelo meio chapéu eu olharia para Eric - Ficou com o meu pai. - sabia que Eric não gostava de mentir, por momentos eu pensava que ele tinha alguma condição física ou psicológica que impedia ele de mentir, talvez ele também não gostasse quando eu mentia - Assim… Tecnicamente não é uma mentira, mas também não é verdade. - diria Lilith pensativa, refletindo nas minhas palavras.

Aproveitaria para entregar a mochila de ferramentas que havia usado na última missão - Isso aqui eu usei numa missão ontem. Esqueci de devolver. - olharia para a mochila e depois para o/a responsável - Posso ficar com ela? - remexendo nas ferramentas completaria - Nem preciso das ferramentas, apenas quero uma mochila mesmo. - esperaria a resposta.



HistóricoNome do Player: Skÿller
Tracker

  • Acordou.
  • Foi até ao QG e recebeu uma tarefa da Capitã Linda.
  • Pegou ferramentas e uma katana. Foi até ao local indicado pela Capitã com Eric.
  • Chegou no navio da marinha e foi até a sala da caldeira. Resolveu o problema.
  • Teorizou sobre a existência de algum infiltrado no navio.
  • Lucy apareceu no porto explodindo tudo, confirmando a teoria de Annie.
  • Derrotou a piranha Lucy.
  • Ajudou o velho a voltar para o QG, fazendo algumas perguntas com ele.
  • Recebeu o pagamento da missão e comprou os seus remédios. Recebeu tratamento médico e foi até à biblioteca do QG para poder fazer o relatório pacificamente.
  • Entregou o relatório com Eric, jantaram e foram até ao bar.
  • Viu 2 garotas com pó no nariz no banheiro. Não fez muito caso. Voltou até Eric e após jogar um pouco de conversa fora, dançaram na pista. "Acordou" do evento do mega churras no meio da dança.
  • Foram para casa
  • Acordou e junto de Eric tentaram ir para o cemitério, infelizmente sendo barrados.
  • Receberam informações e missão da Capitã Linda.

Nº de Posts: 23
Remédios: 05/10
Ferimentos

  • Dor no corpo (3/3)
  • Pequenos cortes superficiais (5/5) Tratado
  • Corte no Braço (5/5) Tratado
  • Corte nas Costas (3/3) Tratado

Ganhos:

  • Espada (Katana) Gasta da Marinha (+1 em Força)
  • Kit Mecânico da Marinha (Ferramentas diversas)
  • Mochila da Marinha
  • 125.000 berries (dado por Eric)
  • 1.500.00 salário da missão
  • Remédios (3/5 usos)

Perdas

  • 300.000 ฿S
  • 200.000 ฿S


Objetivos

  • Concluir 2 Missões ( )
  • Aprender Anatomia (X)
  • Comprar remédios (X)
  • Aprender Forja ( )





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Fala Annabelle
Pensamento Annabelle
Fala Lilith
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Re: Voice of the Soul Qui Out 28, 2021 9:42 pm






Voice of The Soul

Com a autorização de Linda, eu acreditava que não teríamos algum problema ao chegar no cemitério, afinal, ela era a capitã e provavelmente já tinha informado tudo que iríamos fazer para o Tenente Masanori. Nossa ida até o cemitério foi tranquila e chegando perto do local os civis já não se encontravam mais por lá, provavelmente já haviam aceitado que não seria possível entrar de maneira alguma com a Marinha ainda investigando o crime que ocorrera. Não demorava, porém, para sermos barrados também, mais uma vez e pelo mesmo soldado que guardava a entrada do cemitério. Claro, eu havia dito que a capitã tinha nos enviado, mas, parecia que o homem não tinha ouvido ou fizera ouvido de mercador para o que eu falava e acabava por irritar Annie e os dois começavam a discutir intensamente quando ela tentou forçar a entrada no cemitério. O impasse no entanto rapidamente foi resolvido com a chegada do Tenente, que apenas confirmava o que eu tinha falado antes sobre nossa autorização. O aborrecimento já fazia-se parte de meu semblante quando eu começava a falar. - Era só ter me dado ouvidos que esse stress desnecessário não teria ocorrido. - dizia para o soldado, passando a mão em minha testa e suspirando. - Não tínhamos motivos para mentir e se estivéssemos mentindo, logo seríamos descobertos e punidos por conta disso. - me deixava um pouco triste saber que eu trabalhava em uma instituição que não se tinha confiança em si mesma. Principalmente aqui em Shells Town, cidade de onde vem os melhores marinheiros, que deveríamos ser mais unidos e mais confiantes em nossos companheiros.

Atrás do Tenente, eu via alguns dos membros da equipe médica que havia me ajudado no outro dia, carregando os corpos em sacos pretos, afinal, o trabalho por ali já tinha até acabado, de acordo com o Tenente. Eu acenava brevemente para a equipe antes de seguir o Tenente, esperando que alguém deles me reconhecesse. Levávamos um sermão de Masanori, antes e apesar de me incomodar com isso, o máximo que eu fazia era levantar uma sobrancelha enquanto caminhava. Eu não tinha culpa se o soldado não nos deu ouvidos, ora. Seguindo o Tenente, éramos levados até as tumbas que foram abertas, especificamente para a tumba da família de Annie. Por fim, Masanori apenas confirmava que o crime realmente se tratava de ódio e inveja, com o ladrão roubando as medalhas do pai de Annie. Os corpos não havia sido avariado, pelo menos, o que era reconfortante de se saber. Olhava então para Annie, que parecia um pouco menos tensa depois de receber a notícia. Quem não teve a mesma sorte, no entanto, havia sido o capitão Tsumashi, que havia sido remexido no cérebro. Claro, um ciborgue não se deve ter apenas braços ou pernas de ferro, não é muito minha praia, mas, imagino que eles tenham um monte de bugigangas tecnológicas espalhadas pelo corpo, como chips, sensores e por aí vai. Annie tinha um pequeno momento para se despedir de sua família, prometendo para seu pai que recuperaria as medalhas. E quando ela olhou para mim, eu apenas acenei com minha cabeça. Essa tarefa já era minha também, afinal, o Tenente Barozzi era um grande amigo de meu velho e pai da pessoa que eu mais amava.

Antes de sairmos do cemitério no entanto, por curiosidade, eu dava uma última vistoria na tumba do Capitão Tsumashi, esperando que eu conseguisse algum detalhe a mais sobre o que tinha ocorrido. Era entregado o relatório da necropsia para mim, que dizia que o local que havia sido remexido era o cerebelo. Então quando eu voltava a atenção para o corpo, comecei olhando primeiramente para a cabeça, depois descendo para o pescoço, onde eu encontrava algo interessante. Ligações cibernéticas que iam da nuca até o pescoço ainda se faziam presentes no corpo do capitão. Partiríamos as 13 horas, como dito pelo Tenente, então teríamos pouco tempo para nos organizar antes de ir. - Só tenho uma pequena observação, Tenente Masanori. - diria antes de partir do cemitério. - Eu vi algumas ligações cibernéticas no pescoço do capitão Tsumashi quando foi checar. Seria bom fazer uma dupla checagem com a equipe médica. - entregaria o relatório da necropsia de voltar para o Tenente, antes de partir. Durante a saída do cemitério, responderia Annie, agora com um sorriso no rosto. - Bom, eu gostaria de pegar algumas das minhas roupas casuais, algumas flechas que eu deixei lá, talvez o meu shampoo... bom, e vou avisar os funcionários que não estaremos mais lá para encher o saco deles, tzahahaha! - tentaria descontrair o clima com um pouco de humor. Apesar disso, Annie ainda parecia estressada com o soldado que ficava na entrada, perceberia isso no seu olhar e no seu suspiro. Eu não diria nada para o soldado, apenas observá-lo-ia com olhos julgadores e uma expressão nitidamente desapontada.

Iria até minha casa para dar as notícias de nossa viagem e assim que estivesse na residência, chamaria pelo velho Clark. - Clark! Clark! - gritaria, chamando o seu nome e assim que ele aparecesse, apertaria uma de suas mãos, com ambas das minhas. - Estamos de viagem, Clark, a casa é sua. Iremos em direção as ilhas Polestar e depois para a Grand Line. Qualquer coisa, envie-me uma carta. Mandarei algumas para o senhor também. - rapidamente eu iria até meu quarto, pegando algumas roupas casuais e objetos pessoais, como meu shampo, escovas de dentes e é claro, mais flechas para a minha aljava. - Agora eu estou pronto! - falaria energicamente para Annie e antes de partir, faria um rápido aceno para o mordomo. - Até mais, Clark! - com a nossa partida, o mordomo até mesmo poderia ter um pouco de paz e tirar umas férias. Acompanharia Annie até onde ela fosse para comprar seus remédios, como ela mesma dizia, ela precisaria estar 100% nessa missão e não poderia ocorrer o que houve na luta dela contra Lucy. - Tem razão, princesa. - esbanjaria um sorriso, sabendo que ela tinha levado em consideração os meus pedidos para que ela cuidasse mais de si mesma. Indo até o QG, esperaria que ela fizesse o seu pedido de novos uniformes e completaria a sua fala, pedindo também uma mochila. - É possível ceder uma mochila para mim também? Gostaria de guardar meus pertences pessoais. - perguntaria ao responsável. Sobre o chapéu da Marinha de Annie, eu apenas olharia em aprovação, claro, não iria implicar com uma coisa como aquela, ainda mais levando em conta tudo que havia acontecido. Depois disso, só restava esperar a hora chegar.



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Re: Voice of the Soul Dom Out 31, 2021 1:00 am

Voice of the Soul



A genialidade de Annie acabava conseguindo traçar com antecedência as motivações por trás daquele crime tão peculiar. Durante o breve contato do trio, Eric apontava a problemática dos implantes cibernéticos do ex-Capitão, fazendo o Tenente observar com atenção. — Conexões, huh? Talvez possa nos indicar algo… Irei ordenar que a equipe médica retorne com algum cientista. Talvez eles possam levar o corpo do Capitão para uma análise no Quartel. — Ele dizia, dando créditos ao apontamento do soldado.

Com o relatório em suas mãos, o Tenente patia quando a dupla caminhava lentamente pela entrada do cemitério, onde Annie acabava se dirigindo ao soldado que havia lhe barrado anteriormente. — Quem você pensa que é pra exigir isso? Minha superior? Dê o fora daqui. — Era claro que a paciência do soldado havia se esgotado, sendo o tal motivo pelo qual não havia dado importância anteriormente ao aviso de Eric. Era, de fato, triste ver tal hostilidade ocorrendo entre marinheiros, mas se houvesse um breve momento para respirar antes de agir, Annie e Eric poderiam se lembrar da fala do soldado quando se referiu que havia perdido amigos naquela noite. Ele realmente não parecia estar num dia tranquilo.

Após passar brevemente pela farmácia, onde seria necessário desembolsar B$ 300.000 por cartela de 5 comprimidos para os seus remédios diários, Annie e Eric poderiam fazer uma breve pausa na mansão Flamesguard, onde o confiável Clark se encontrava envernizando uma miniatura de um navio da Marinha feito a mão. — De partida, jovem mestre? Devo comunicar a notícia ao senhor Lawrence? — Ele dizia, imaginando que deveria enviar uma notificação para o pai de Eric para explicar sobre a tal decisão. Com um sorriso tenro no rosto, Clark fazia uma breve reverência em sinal de agradecimento e respeito. — As acomodações estarão como o senhor os deixou, jovem mestre. Sua casa estará aguardando seu retorno. — Ele dizia, deixando claro que permaneceria aos serviços para o futuro retorno de um Flamesguard.

Por fim, o caminho acabava se convergindo até o Quartel General, onde novas roupas poderiam ser encontradas nos armários com os pertences dos soldados, não havendo a necessidade de pedir alguns extras. Com as roupas devidamente trocadas e com algumas reservas nas mochilas, restava verificar a possibilidade de mantê-las, afinal era de propriedade da Marinha. A atendente que lhes respondia era uma senhora de idade, que já havia servido muitos anos para a justiça. Seu sorriso era gentil e, com um aceno com a cabeça, ela indicava para os jovens seguirem com seus afazeres. — Espero que possa ser útil, meus pequenos. Vão e eu resolvo a papelada para explicar a ausência das mochilas. — Ela dava uma pequena risadinha, provavelmente já tendo feito aquele tipo de coisa algumas vezes.

Olhando no relógio, ainda restaria aproximadamente uma hora e meia antes da partida ordenada pelo Tenente, havendo tempo de sobra para que a dupla se preparasse mais ou resolvesse os últimos assuntos pendentes antes de saírem daquela ilha para desbravarem os mares do mundo.

Annabelle Petit Barozzi:

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Re: Voice of the Soul Qua Nov 03, 2021 11:08 pm




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- Annie-


Voice of the Soul - Página 5 Samira12

Eric parecia perceber algumas coisas ao analisar rapidamente o corpo do Capitão - Olha ele… Todo lindo e inteligente… - pensava vendo ele falando para o Tenente. A gente fazia o que tinha a fazer e saia do cemitério - Pft… Você é que sabe. Não vou perder tempo com você. - comentava após o soldado tirar conclusões precipitadas sobre o porquê de eu pedir o nome dele, afastando-me e seguindo com os nossos planos. Eric como sempre, tentava ver as coisas por uma perspetiva com mais empatia - É... E eu sinto que ainda está para piorar... - disse  suspirando para Eric.

Enquanto a gente caminhava de volta para casa, Eric questionava se eu não ia querer despedir de Lilith - Mas ué... Eu não vou deixar vocês, não. - dizia ela muito pensativa enquanto eu me engasgava com a minha propria saliva, não esperando aquela pergunta de Eric - Ah... Lilith é muito ocupada... - saltitando de pedra em pedra no chão ela cantarolava - Ocupada fazendo nada. - respiraria fundo - Eu mando uma carta para ela. Aproveito e mando para ela uma memória nossa da missão. - mentir para Eric partia o meu coração, mas ainda não sabia como explicar para ele sobre a Lilith. Precisava ganhar tempo até arrumar o momento ideal.

A gente passava em casa antes de partir para o QG, onde o… É… - Clark. O nome dele é Clark, Annie… - dizia Lilith olhando bem de perto o barco que ele estava envernizando - Caramba… Que bonitinho! - ela parecia vidrada na réplica do navio. De fato era até bonito, mas nada tão gritante. Não me focava tanto no barco, mas sim na própria casa. Já fazia um tempo que eu não parava para perceber o quão silenciosa ela era.

Não me senti particularmente triste em partir daquela casa mas era impossível negar que era estranho. Vivi nela por muito tempo, aprendi muita coisa nela… Mas - Ele é a minha casa… - pensava olhando para Eric. Aproximava-me de Clark, tirando os meus óculos - Preciso que limpe esses óculos para mim, Clark. - começava a me afastar dele, indo até à porta - Certifique-se de que eles estão bem limpos quando a gente voltar da nossa missão. - saia então de casa sem muito a dizer para o homem.

Durante o caminho, tirava Newton para fora, segurando ele na minha frente e olhando para ele com certa preocupação - Vai ser perigoso, né? - suspirava perguntando para Eric - Tenho medo que aconteça algo a ele… - abraçava Newton, não com muita força para não o machucar, porém o suficiente para sentir ele na totalidade. - Mamis ficaria muito triste se acontecesse alguma coisa com você! - Sentia Lilith tocar no meu ombro, olhando meio triste para mim - Você sabe o que tem que fazer, né? - suspirava, com medo de saber a resposta daquela pergunta.

Antes que pudesse tomar uma decisão, a gente chegava ao QG e pegava suprimentos de roupa e mochilas para guardar as nossas coisas. A senhora do atendimento parecia simpática - Hmm… Podia deixar Newton com ela, mas acho que ela acabaria por fazer uma sopa com ele… - Lilith aparecia atrás de mim para dar um tapa na minha nuca - ANNIE! COMO ASSIM? OLHE PARA ELA!

Suspirava - Senhora... - pegaria em Newton - Por acaso a marinha não tem nenhum serviço de cuidado de animais enquanto os soldados estão fora em missão né? - olhava para Eric, pedindo ajuda com os olhos. Caso não existisse nenhum serviço eu olharia para o relógio - Acho que a gente tem tempo de deixar ele com Clark… O que você acha, Eric? - olhava para ele, abanando Newton lentamente como se estivesse dançando. Parte de mim queria levar ele, mas ao mesmo tempo estava aterrorizada com a ideia de machucar ele no processo.

Eric confiava nas nossas capacidades e até mesmo nas de Newton para que ele ficasse bem - Claro, ele não é bunda mole que nem você. - escutaria Lilith me provocando. Eric tinha razão, não havia motivos para me preocupar - Ficar longe dele me deixaria nervosa, para ser honesta... - pensaria em voz alta, olhando para o meu neném e abraçando ele com carinho. Infelizmente ele voltava a tocar no assunto da Lilith - É... Ou... Ou... - olhava para os lados, procurando um lugar mais reservado, como uma sala de arrumos, um banheiro ou algo do género - A gente podia aproveitar para... Bem... Para a gente. - pousava a mão no rosto dele - Não sei se a gente vai ter tempo nessa missão para ficar só nós os dois. - pararia por um segundo, olhando para Newton - Nós os três. - Eric parecia gostar da ideia e propunha a biblioteca - Bem... A gente não vai fazer nada de errado... - acenaria positivo com a cabeça. Talvez pudesse até pegar aquele livro que eu tava lendo no dia anterior e levar para a viagem.


HistóricoNome do Player: Skÿller
Tracker

  • Acordou.
  • Foi até ao QG e recebeu uma tarefa da Capitã Linda.
  • Pegou ferramentas e uma katana. Foi até ao local indicado pela Capitã com Eric.
  • Chegou no navio da marinha e foi até a sala da caldeira. Resolveu o problema.
  • Teorizou sobre a existência de algum infiltrado no navio.
  • Lucy apareceu no porto explodindo tudo, confirmando a teoria de Annie.
  • Derrotou a piranha Lucy.
  • Ajudou o velho a voltar para o QG, fazendo algumas perguntas com ele.
  • Recebeu o pagamento da missão e comprou os seus remédios. Recebeu tratamento médico e foi até à biblioteca do QG para poder fazer o relatório pacificamente.
  • Entregou o relatório com Eric, jantaram e foram até ao bar.
  • Viu 2 garotas com pó no nariz no banheiro. Não fez muito caso. Voltou até Eric e após jogar um pouco de conversa fora, dançaram na pista. "Acordou" do evento do mega churras no meio da dança.
  • Foram para casa
  • Acordou e junto de Eric tentaram ir para o cemitério, infelizmente sendo barrados.
  • Receberam informações e missão da Capitã Linda.

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Remédios: 06/10
Ferimentos

  • Dor no corpo (3/3)
  • Pequenos cortes superficiais (5/5) Tratado
  • Corte no Braço (5/5) Tratado
  • Corte nas Costas (3/3) Tratado

Ganhos:

  • Espada (Katana) Gasta da Marinha (+1 em Força)
  • Kit Mecânico da Marinha (Ferramentas diversas)
  • Mochila da Marinha
  • 125.000 berries (dado por Eric)
  • 1.500.00 salário da missão
  • Remédios (3/5 usos)
  • Remédios (5/5 usos)

Perdas

  • 300.000 ฿S
  • 200.000 ฿S
  • 300.000


Objetivos

  • Concluir 2 Missões ( )
  • Aprender Anatomia (X)
  • Comprar remédios (X)
  • Aprender Forja ( )






Última edição por Skÿller em Qui Nov 11, 2021 4:28 pm, editado 3 vez(es)

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Re: Voice of the Soul Ter Nov 09, 2021 11:56 pm






Voice of The Soul

Com a situação praticamente resolvida no cemitério, o Tenente Masanori escutava minha "dica", afinal, aquele era um detalhe que poderia mudar a investigação de forma significativa. Com essa deixa, na saída do lugar encontramos mais uma vez o soldado que havia discutido com Annie e ela perguntava seu nome e era respondida por ele que estava claramente aborrecido com tudo isso e Annie respondia em tom de chacota. Não falei nada, pois, queria me poupar um pouco do estresse todo que havia acontecido anteriormente mais uma vez. Somente dizia algo quando já tinha me afastado do rapaz e estava a sós com Annie. - O que rolou mexeu com o cara, claramente. - colocava a mão no ombro de Annie, lembrando do que ele tinha falado sobre os amigos dele. - Quero dizer, sobre os companheiros dele e tudo mais. Hoje não está sendo um bom dia para ninguém. - eu tentava reconfortar ela e convence-la a deixar tudo aquilo de lado, iríamos para bem longe e não tínhamos porque se preocupar com o soldado daqui. Enquanto caminhava, no entanto, me lembrava de certas coisas que se tinha para fazer antes de ir embora. Já planejava me despedir de Clark e tudo, porém, Annie ainda poderia querer se despedir de Lilith, afinal, era uma grande amiga dela aqui em Shells Town e irmos embora desse jeito sem falar com ela seria meio que uma falta de consideração. - Princesa, lembrei de uma coisa aqui. - tocava mais uma vez em seu ombro, chamando a atenção. - Seria legal se você avisasse a Lilith não é? Que estamos partindo. - sorria para ela, claro, não deixaria que Annie fosse embora sem antes se despedir de sua amiga.

Em nossa casa, Clark se encontrava envernizando uma pequena miniatura de um navio da Marinha, claro, sempre fora um homem bastante zeloso não só para mim e Annie, mas, também com a casa de modo geral. Ele me perguntava sobre o meu pai, se deveria avisar sobre a minha partida e a questão me deixava pensativo. Ao mesmo tempo que seria o correto a se fazer, eu não tinha tanta vontade de esbarrar com meu velho na Grand Line, no fim, eu tinha que provar que já era um marinheiro competente e que sabe trabalhar direito. Na indecisão, decidi que era melhor deixar isso nas mãos do próprio Clark. - Bom, somente se o senhor quiser. Não se sinta na obrigação de mandar a carta. - deixava claro no entanto que eu não tinha muito interesse em mandar a mensagem para meu pai. Depois que eu peguei minhas coisas, Clark me garantiu que iria deixar tudo da maneira que ficou. - Tudo bem, Clark. O bom agora é que o senhor terá mais tempo livre, sem nós perturbando, né? Tzahahahaha! - se tinha uma coisa que eu não gostava, era o tom triste de despedidas e por causa disso, eu tentava remediar com uma piada. Annie entregava seus óculos para Clark, com uma despedida meio abrupta. Talvez ela não gostasse também da sensação de se despedir que nem eu e esse seria o seu método de se despedir. Já com tudo em mãos e fora da casa, eu me encontrava pronto para partir, mas, eu ainda não sabia se Annie estava preparada como eu para ir embora.

No caminho até o QG ela me questionava sobre a missão, se seria perigoso, parecendo um pouco insegura. - Provavelmente sim. Mas, não há problema, princesa. Estaremos juntos afinal, cuidando um do outro. - sorria confiante para Annie, puxando-a para próximo de mim. Depois que eu vim perceber que ela estava se referindo a Newton, receosa que algo acontecesse ao furão enquanto o abraçava. - O Newton tem a nós dois, como sempre, princesa. Aliás, o meu parceiro é bem esperto, sabe como agir num combate, não é? - eu olhava para o furão sorrindo e acariciando o seu queixo. - Só precisamos ter cuidado quando sabemos que irá rolar um confronto e ele ficará bem. - novamente voltava meu olhar para Annie, transbordando confiança. Apesar de não ser o ideal, Newton lutou junto de Annie contra Lucy e parece ter agido bem, só precisávamos ter um pouco mais de cuidado e não o levar para o campo de batalha. Já chegando no QG, facilmente encontrávamos as fardas em nossos armários, o que pouparia tempo e burocracia sobre o fardamento. Agora, só precisávamos resolver a questão das mochilas. Felizmente, a senhora que nos atendeu era bem simpática e logo foi capaz de nos arranjar as mochilas como havíamos pedido para ela, sem muita dificuldade. - Obrigado! Você não faz ideia do galho que acabou de quebrar para a gente. - comecei então a guardar os meus pertences que havia pegado em casa e colocaria a mochila em minhas costas assim que finalizasse.

Ajudaria Annie na procura do serviço que ela buscava, mas, também a incentivaria a ficar com Newton no final. Sabia que o meu parceiro não gostaria de ficar longe de sua mamis por muito tempo. Annie tinha até mesmo pensado em deixar ele com o Clark antes de irmos embora, afinal, ainda tínhamos um tempinho sobrando antes do horário marcado. - Vai dar tudo certo, princesa, eu tenho certeza. Só precisamos ser cuidadosos. - passaria a mão sobre o braço de Annie, assegurando-a que a melhor decisão seria que ele ficasse com a gente. - A gente pode comprar uma casinha para ele, com chave e tudo, deixando comida, água e alguma coisa para ele se divertir enquanto estivermos em missão. Com a inteligência que meu parceiro tem, acredito que ele saberá se virar sozinho bem, não é mesmo? - pegaria Newton suavemente da mão de Annie, colocando-o em meu ombro, depois fazendo um cafuné na cabeça dele. - Eu duvido que alguém fará mal a ele entre os nossos também, afinal, isso é um crime gravíssimo. - mais um cafuné em Newton e então eu o entregaria de volta para Annie. - O que me diz? - antes de Annie responder no entanto, eu continuaria. - Na realidade eu acho que você deveria usar esse tempo para se despedir da Lilith. - sorriria para minha princesa. - Se quiser eu posso ficar aqui com a nossa bagagem e com o Newton até você voltar. - terminaria. Apesar de meus incentivos, não se interessar muito em ir visitar Lilith, anteriormente, ela avisava que a moça era ocupada e que não queria incomoda-la, porém, cedia na questão sobre o Newton. O que ela me propunha no lugar, era que tirássemos um tempo para nós dois, já que na missão talvez não tivéssemos tanto espaço para privacidade. - Eu creio que esteja correta. - diria sorrindo e procuraria junto dela algum canto mais reservado para podermos ficar a sós e buscaria na memória algum canto não tão movimentado no QG. Talvez a biblioteca? Se não tivesse nenhum canto melhor, seria uma ótima opção. - Que tal a biblioteca? - questionaria, esboçando um pequeno sorriso, quase rindo, deslizando rapidamente minha mão até a cintura dela. - Não costuma ter muita gente por lá. - caso não tivesse nenhuma opção melhor, levaria Annie até lá.



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Re: Voice of the Soul Sab Nov 13, 2021 2:57 pm

Voice of the Soul



A cada passo dado para longe da residência dos Flamesguard era como se alguém estivesse apertando o coração de ambos com o punho. Por mais que fosse mais suave para Annie do que para Eric, ainda assim era doloroso a despedida, de modo que ambos evitavam um adeus muito prolongado. A silhueta de Clark era deixada ao longe, com ele acenando para o casal enquanto segurava com delicadeza os óculos de Annabelle.

E durante todo o trajeto, Newton parecia menos agitado que o de costume. Era comum acreditar que os animais sentiam os sentimentos de seus donos e, por conta disto, o pequeno furão parecia mais carinhoso com sua mestre, talvez sentindo toda aquela explosão de sentimentos e despedida.

O receio de que algo acontecesse para ele fazia Annie cogitar uma despedida, mas sendo acalmada por Eric com a ideia de manter Newton a salvo enquanto estivessem com eles. Newton parecia concordar, afinal ele havia agarrado o braço de Annie e não parecia querer soltar por nada, esfregando suas bochechas nela como se aquilo fosse afastar todo o sentimento negativo. Além do mais, caso fosse necessário, eles poderiam deixá-lo seguro em algum Quartel General que estivessem visitando, não sendo difícil conseguir abrigo enquanto estivessem ocupados.

Por já terem todos os preparativos arranjados, exceto de terem tirado um tempo para o almoço, o casal acabava por cogitar algum canto isolado que pudessem ter um pouco de privacidade. Eles sabiam que qualquer coisa indecente seria duramente penalizado caso fossem pegos… Mas isso fazia parte da emoção também. Seguindo para o local, de fato encontravam o local bem deserto, exceto por uma ou duas meninas em setores mais distantes, aparentemente fazendo algumas pesquisas que eram necessárias muito foco, visto que sequer esboçavam reação com a aparição de mais duas pessoas.

A senhora que anteriormente ficava vigiando o local não se encontrava por ali, estando provavelmente em seu horário de almoço ou tendo ido dar uma ida ao banheiro. Isso tornava o local perfeito pela baixa vigilância e pelo silêncio, dando oportunidade para que o casal tivesse alguns instantes a sós entre as sessões de livros antes que fosse necessário se retirarem para o refeitório, onde deveriam torcer para não se depararem com os marinheiros ranzinzas.

Annabelle Petit Barozzi:

Eric Flamesguard:

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Re: Voice of the Soul Sab Nov 27, 2021 12:12 am




»»Paint it Black««

- Annie-


Voice of the Soul - Página 5 Samira12

Eric me acalmava mais uma vez, me ajudava a ter os pensamentos no sítio. Ser menos louca, menos paranóica, menos eu e mais… Eu. Era estranho explicar, mas era como… - Ele suprime o que você menos gosta em você e enaltece o melhor. Chama-se amor. Achei que você era inteligente. - Lilith brincava enquanto a gente ia para a biblioteca.

- Já parou para pensar como vocês sempre fazem isso? Parece até rotina. Você dá uma micro surtada e ele acalma você. - Lilith balançava a cabeça de um lado para o outro, cantarolando enquanto eu procurava o livro que havia lido anteriormente. - Você cresce um pouco mais todos os dias. Você aprende tanto sobre você quando está com ele, aprende tanto sobre o básico… Fico orgulhosa de ver que você está feliz. - a gente começaria a ler o livro, leria ele para Eric baixinho segurando a mão dele, olhando ocasionalmente para ele e depois para o relógio, ficando sempre atenta às horas para a gente não se atrasar. Enquanto isso, Lilith continuaria falando em minha cabeça.

Ela parecia distante, porém, ainda a sentia por perto. - Não se esqueça de como ele te fez sentir… Como ele te tornou forte, como ele te torna forte. Mas não se esqueça que acima de tudo… Isso tudo é fruto do seu esforço. - sentia ela me abraçar, me aquecendo. Pararia de ler por instantes, olhando para Eric. Era difícil acreditar que momentos atrás eu estava desesperada e que em momentos antes estava comprando briga com um soldado aleatório porque estava frustrada com a ida interrompida ao cemitério. - Que tal ler você agora? Estou um pouco cansada. - então encostar-me-ia ao seu peito, escutando a sua leitura.

- Só não se esqueça Annie... - escutava a sua voz ficando num tom mais sério, preocupado e quase que maternal enquanto eu voltava a ler o livro - Não se torne obsessiva com ele. Aprenda com ele, ensina para ele, cresçam… Mas não se esqueça de onde vem a sua força. - Não dava uma resposta para Lilith, sabia que ela não queria nenhuma resposta. Via ela sorrindo enquanto se divertia colorindo um livro - Lembro do meu marido com carinho. O seu sorriso, o seu toque… Eric me lembra bastante dele. Claro que o meu é muito mais bonito e forte e romântico, mas Eric é a escolha certa para você.

Assim que fossem horas da gente começar a ir até ao local de encontro, levantar-me-ia primeiro que Eric e o beijaria, levantando o seu queixo até mim. Seria um beijo breve, tranquilo - Terminamos ele quando a gente for dormir? - perguntaria sorridente. Andaria até à responsável pela biblioteca e esperaria que Eric fizesse a parte da conversa.




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  • Acordou e junto de Eric tentaram ir para o cemitério, infelizmente sendo barrados.
  • Receberam informações e missão da Capitã Linda.

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Ferimentos

  • Dor no corpo (3/3)
  • Pequenos cortes superficiais (5/5) Tratado
  • Corte no Braço (5/5) Tratado
  • Corte nas Costas (3/3) Tratado

Ganhos:

  • Espada (Katana) Gasta da Marinha (+1 em Força)
  • Kit Mecânico da Marinha (Ferramentas diversas)
  • Mochila da Marinha
  • 125.000 berries (dado por Eric)
  • 1.500.00 salário da missão
  • Remédios (3/5 usos)
  • Remédios (5/5 usos)

Perdas

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Re: Voice of the Soul Qua Dez 08, 2021 1:47 am






Voice of The Soul

Depois de nossa conversa sobre onde deveríamos deixar o Newton, com os ânimos de Annie acalmados após convencê-la de que ficar com o furão seria a melhor opção no final, dei a sugestão de irmos até a biblioteca, para termos mais um tempinho a sós, antes de seguirmos para a missão. Chegando lá, como de costume, ela ainda continuava bastante vazia, nem mesmo a senhora que cuidava do local se encontrava lá no momento. As únicas pessoas com quem eu e Annie havíamos cruzado pelo caminho, havia sido duas mulheres, que estavam realizando algum tipo de pesquisa e pouco prestaram atenção a nós dois e claro, não deveríamos também interromper as duas. O cenário era perfeito; logo eu puxava uma cadeira e sentava, puxando uma para Annie também, que buscava um livro nas prateleiras. Não tinha muito ideia do que ela escolheria, mas, provavelmente seria algo sobre alguma ciência que eu ainda não entendia bem. Porém, o que ela escolhia era um pouco diferente; havia escolhido um livro de romance invés de um de ciência dessa vez. - Esse daí eu nunca li. Na realidade, acho que nunca li um romance por completo... você sabe, fantasia é meu gênero favorito desde criança. - falava enquanto puxava uma cadeira para ela, bem perto da minha. Annie sentava sem falar muito, certamente estava um pouco pensativa e era de se esperar isso mesmo. Não quis falar nada, deixando que ela pensasse calmante enquanto escutava ela lendo o livro enquanto segurava a minha mão. Apesar de meu silêncio, um sorriso se abria em meu rosto em todo momento que Annie olhava para mim. Dentro de mim, eu sabia que momentos como esses, onde poderíamos aproveitar a companhia um do outro seriam cada vez mais difíceis a passo que subiríamos de patente na Marinha.

Me sentia tão envolvido na leitura junto de Annie, que pouco me importava com as horas, esse trabalho tinha ficado para a minha princesa. Com o tempo, ela tinha se cansado de ler e pedia que eu continuasse. - Claro, princesa. - eu sorria mais uma vez, passando minha mão sobre o ombro dela e segurando o seu braço, enquanto com minha outra mão eu tinha o livro. Continuava a leitura, mas, minha mente se encontrava em outro lugar no entanto. Annie sempre foi a pessoa mais importante para mim e daqui para frente, os perigos seriam cada vez maiores e isso me deixava apreensivo. Depois que meu pai abandonou minha mãe pelo fato dela ser uma revolucionária eu prometi a mim mesmo que meu amor por Annie seria maior do que qualquer dever ou instituição. Não cometeria o mesmo erro que meu pai; ele ainda amava minha mãe mas a rejeitou por simples orgulho. Entre parágrafos, eu voltava minha atenção para minha princesa, obstinado. Eu sabia que ela sabia se virar, mas, o meu maior medo era perde-la, pois, sabia que ela era minha alma, o meu ser. Annie era o que tornava eu em quem eu era, me inspirava a fazer o que eu fazia, quem me levava adiante sempre. Se meu pai me ensinou a gostar da justiça e minha mãe me ensinou a gentileza, Annie havia me mostrado o que era o verdadeiro amor; e esse amor deve ser protegido, sempre. - Eu sei o que eu sou, Annie. Eu serei o seu protetor... eu prometo. - deixava escapar um sussurro quase inaudível enquanto lia e me perdia em meus pensamentos. Sabia que Annie tinha tido uma infância complicada, bem diferente da minha e que aquilo havia deixado cicatrizes nela; uma infância onde o amor quase não existiu. Por isso, eu me doaria por completo para ela.

Quando desse a hora de irmos embora, enfim viria o beijo de Annie, que servia para clarear ainda mais a minha mente. As vezes eu imaginava... como ela poderia ser tão perfeita? Fecharia os meus olhos durante todo o momento, aproveitando-o completamente. A única parte ruim desses beijos, era que eu nunca queria parar e as vezes era difícil de me segurar. - Vem aqui, minha princesa nerd, linda e carinhosa! - falaria me levantando rapidamente, colocando tudo que eu tinha dentro de meu coração para fora, sem se importar que talvez eu tenha falado alto demais levando em consideração que estávamos numa biblioteca. Abraçaria ela um pouco mais forte, beijando suas bochechas diversas vezes, no fim, repousando minha cabeça em seu ombro, onde sentiria seu cheiro. - Desculpa, mas, isso foi muito fofo... quer dizer, você em si é fofa. - então voltaria a olhar nos olhos dela, sorrindo e por fim responderia a pergunta que ela tinha feito a mim, sobre a leitura. - Você leu a minha mente. - no navio muito provavelmente não teria camas de casal, mas, a ideia de dividir uma cama de solteiro com ela era algo que no fim eu não acharia ruim, muito pelo contrário. Depois disso, iria até a senhora bibliotecária, para então poder reservar o livro para nós dois lermos mais tarde. Caminharia até onde ela normalmente ficava, segurando a mão de Annie durante todo o trajeto. - Olá, senhora, nós gostaríamos de reservar esse livro para ler fora da biblioteca. - mostraria o livro para ela, entregando-o em suas mãos. Depois disso, olharia brevemente para Annie, com um sorriso confiante. - Só tem um pequeno problema. Logo mais, não estarei mais na ilha, então talvez eu demore mais para entregar ele, pois vou ter que enviar ele de volta por navio. Tudo bem com isso? - olharia para a senhora, com olhos esperançosos. Eu odiava mentir e deixar aquele detalhe de fora com certeza não seria algo legal. Esperava no entanto que minha sinceridade me ajudasse.

Independente da resposta dela, eu a agradeceria pelo atendimento, a única diferença seria um tom de voz mais desapontado e triste caso fosse negado ou um tom mais feliz e energético caso fosse aceito. - Tudo bem, muito obrigado. - depois disso, continuaria a caminhar até o local onde foi marcado de nos encontrarmos com o Tenente. - É, infelizmente não deu, princesa. - eu diria, um pouco cabisbaixo, enquanto caminhava caso eu não pudesse levar o livro. Chegando no local, apenas olharia ao meu redor, um pouco ansioso, procurando o Tenente para que então pudéssemos receber as instruções futuras para a nossa viagem.



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