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Kenshin
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I - Juros Simples Seg 10 Maio - 22:00
Relembrando a primeira mensagem :

I - Juros Simples

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civil Bjarke Hallet Flamesguard e Luc De Marc Thibaut Lavoie. A qual não possui narrador definido.


I - Juros Simples - Página 3 Tenor

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Jean Fraga
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Re: I - Juros Simples Sex 28 Maio - 13:20


1 - Juros Simples


- Bjarke / Catherine / Luc -

Após o gerente se retirar da cozinha, a porta se fechava, os três ali trocavam suas roupas e usando as toalhas que estavam sobre uma pequena mesa, eles ficavam secos e vestidos.

As roupas ficavam estendidas, assim poderiam em breve estar secas, dos cigarros de Luc apenas um bem ao canto não molhou e estragou, junto da caixa de fósforos que se manteve intacta. Eles se dirigiam até o hall, sentando envolta de uma mesa redonda.

Catherine mantinha-se estressada, até o momento não teve muita sorte, Bjarke estava pensativo e já sabia o que iria fazer quando essa pessoa misteriosa chegasse, por fim, Luc com o cigarro restante e a caixa de fósforos, acendia e começava a fumar.

O local estava cheio, haviam tanto homens quanto mulheres entre as mesas, de fundo, uma música italiana tocava, enquanto as pessoas ali conversavam e comiam. O gerente acabava de limpar a entrada e voltando aos fundos com o rodo, passava na mesa dos três e dizia: — Desejam tomar algo? Quem sabe algo para comer... esquentar o corpo após o banho de vocês... Decidam e me falem o que vocês querem – Vendo o broche na roupa do homem, seu nome era Mario, com o rodo sobre a mão, se retirava.

A chuva vista pela janela parecia diminuir aos poucos, ficando mais fina, neste momento, barulhos de desembarque eram audíveis a frente do restaurante, a porta se abria, dois grandes homens entravam, em seguida, um homem velho, com cabelos acinzentados, todos ali conheciam aquele rosto, era o próprio Salvatore.

Hallet ao se levantar e ir em direção ao velho, percebia que entre as pessoas que ali comiam, dez pessoas levantavam e apontavam armas para ele, o som parava e os dois homens de antes faziam uma parede entre ele e Salvatore.

Apesar disso e com coragem, ele começava a falar, após as suas primeiras falas, Salvatore fazia um sinal, as pessoas abaixavam as armas, sentavam normalmente e voltavam ao comum.

Ele passava pelo homem e sentava sobre uma cadeira, ficando de frente para o jovem, o gerente de cabeça baixa logo trazia um copo e uma garrafa de rum, enchia o copo e se retirava.

Flamesguard não era interrompido durante todo seu discurso, ao fim, o homem após acender um charuto dizia, — Sua coragem me fez ouvir seu discurso até o final garoto... – soltava lentamente a fumaça presente em sua boca, — Porém cuidado... Uma criança quando mexe com fogo pode acabar se machucando...

— Pois bem, primeiramente, eu posso ser um mafioso, porém tenho índoles e ideais a seguir, eu nem meus capangas mexem com a família daqueles endividados... Portanto, isso não foi obra nossa, apesar disso, tanto você como o Sr. Dante têm dividas conosco...

Ele olhava ao teto, visualizando o lustre e voltando o olhar a mesa, podia ver o que o De Marc havia escrito, — Kenway... Aquele desgraçado...

— Parece que seu amigo tinha a peça que estava faltando, Kenway... Ele é um mafioso também, vindo de uma família antiga... Tentando fuder meus negócios, não é?

— Provavelmente essa garota deve estar com ele, Bjarke, tenho uma proposta a fazer para você... essa sem direito de escolha...

— Você e seu chefe me devem dinheiro... Kenway é um inimigo em comum, que usou do meu nome, pegou a sua amiga e bem, ainda utilizou do seu amigo...

— Porque eu não te dou um pequeno apoio para encontrar ela, em troca, vocês fazem um pequeno serviço para mim...

Apontava para Catherine, — Ela cuidará de checar se vocês estão seguindo as ordens... – olhando para Luc – Você pode provar sua lealdade a mim... Ainda assim ajudar seu companheiro...


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Catherine
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Re: I - Juros Simples Dom 30 Maio - 0:47







Ato VI.



- Três mocaccino, por favor. - A resposta era de imediato à pergunta de Mario. Minha mão destra se erguia em frente ao corpo, levantando três dedos. Esboçaria um sorriso no rosto. - Tudo na conta do Dante aí... Ah, e manda um beijo pra Arabella. - Voltaria então a olhar para os dois que me acompanhavam em minha mesa. - Vocês vão amar o mocaccino daqui. - Caso percebesse algum tipo de expressão vazia ou de falta de compreensão por parte do mudo, tentaria gesticular uma xícara invisível, levando-a até a boca, finalizando com um polegar levantado.

A espera acabava não sendo tão difícil quanto eu tinha imaginado; Dava pra ouvir o som de desembarque de algum veículo ao lado de fora, e logo Salvatore surgia pela porta da frente. Sua presença era com certeza diferente dos demais e agregava uma atmosfera diferente em poucos instantes. Dante se erguia e rapidamente se metia numa confusão, tendo diversas armas apontadas para si. - Ai, ai... Vai ficar sobrando um mocha se ele morrer... - Resmungaria, desabafando com o mudinho, mas a minha principal preocupação era de que homens mortos não pagam contas.

Rapidamente toda a história de Dante era esclarecida em frente a Salvatore, que apenas ouvia a história em silêncio antes de comentar qualquer coisa. Resumidamente o homem não era quem dizia ser, e seu nome era outro. - Mas ele tem uma carinha de Dante, você não acha? - Perguntava ao mudo, baixinho, ainda tentando prestar atenção a cena. A segunda etapa da conversa se dava com uma revelação por parte do último, que mostrava algumas coisas em seu caderno a Salvatore, que acabava por nos dar um nome e um alvo.

Assentiria positivamente com a cabeça ao perceber que Salvatore apontava para mim, me incubindo da missão de acompanhar os dois patetas e garantir que iriam seguir as ordens. - Sim, papà.
Deixaria que as ordens finais fossem dadas e então me voltaria aos meus companheiros de trabalho. - Bom, você tem uma mulher pra salvar... - Diria, olhando para Bjarke. - Você foi feito de trouxa... - Dessa vez diria ao mudo. - E eu quero ganhar dinheiro. - Completaria com um sorriso e um sinal de "V" com dois dedos da mão destra.

Esperaria que os mocaccino fossem servidos e aproveitaria para tomar alguns goles curtos para me esquentar um pouco antes de um novo trabalho. - Vocês tem ideia de onde achar esse cara? - Perguntaria, olhando principalmente para o mudo e esperando ler algo de seu caderno caso ele resolvesse responder. - De qualquer forma, é só a gente ir lá, quebrar alguém da família dele na porrada e fazer algum tipo de proposta irrecusável, não é? - Daria uma leve resumida no que tinha de planejamento por hora, mas é claro que se aquele plano simples fosse dispensado, me esforçaria posteriormente para pensar em algo mais complexo, já que era uma de minhas especialidades sem dúvidas.

- Eu sou Catherine Nero Bellarosa, formada em psicologia na Universidade de Sirarosa e especialista no comportamento humano. Aposto que nos daremos bem para esse trabalho. - Me apresentaria assim que fosse propício ou percebesse que os assuntos tinham acabado. O faria de tal maneira que servisse de incentivo para que os outros dois também o fizessem, assim podendo conhecer um pouco mais dos meus parceiros atuais.

- Ah, antes de irmos lá quebrar alguém... Devo dizer que luto melhor com correntes... Preciso conseguir um par delas se quiserem que eu seja de alguma utilidade. "Dante" paga? - Olharia para Bjarke, definitivamente decidindo usar seu nome falso que combinava mais. - Fufufu.




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Shinra Kishitani
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Re: I - Juros Simples Dom 30 Maio - 20:20






6° Delírio

O tabaco nos meus cigarros tinham virado papinha de bebê, e tudo que restava do maço estava atualmente acesso entre meus lábios. Ainda de luto pelo meus cigarros, percebia que a moça parecia tentar pedir três Mocaccinos. Apenas neste momento eu parava pra pensar que não havia comido nada desde o momento que havia acordado, e que na realidade tinha saído do Hospital sem sequer um Berry no bolso. “Não me culpe por não te lembrar. Dinheiro nunca foi um problema no Hospital...Ou quase nunca” dizia Vishnu relutantemente ao perceber a pobre escolha de palavras. Mas em parte ele estava certo, dinheiro certamente não havia sido problema em quase nenhuma parte da minha vida, e agora eu me via refém daquilo que anteriormente me era mais do que abundante. “De qualquer forma, depois preciso passar no banco. Só me resta a débil esperança de que ainda haja algo nos meus fundos emergenciais” pensaria, tentando dar um fim ao assunto que parecia rodear minha mente.

Seja como fosse, meus instantes seguintes foram roubados pela coragem, “ou burrice”, do tal do Dante. “Esse aí vai virar peneira” caçoava Shiva, e eu não poderia fazer muito além de rir do comentário da voz, que inclusive vinha acompanhado de uma piada por parte da moça de cabelos castanhos. Os momentos seguintes, ocupados pelo monólogo do rapaz que se revelava como Bjarke, me deixaram de certa forma entediado, senão sobrecarregado. “Céus, nem Goethe conseguiria conceber uma reviravolta mais ardente que essa” Brahma se admirava ao observar a situação. Uma série de fatos foram jogados um atrás do outro, e em instante minha cabeça parecia dançar a valsa febril das voltas e voltas que a conversa ia tomando. De repente descobri que havia sido enganado pelos homens engravatados, mas como poderia isso ter acontecido? “Sim, sempre confie em engravatados desconhecidos que usam o números como nomes. Nada poderia dar errado, nada mesmo” gargalhava Shiva enquanto parecia se divertir com a situação. A única conclusão que eu podia tirar dali era que eu tinha que consertar a bagunça que fiz, além de ter uma dívida para pagar com o homem que se sentava naquela mesa.

Assim que Salvatore terminasse de explicar a situação, apenas concordaria e voltaria minha atenção para a moça de cabelos castanhos e para o senhor identidade dupla. Caderno e caneta em mãos, começaria relatando as informações que eu tinha sobre Kenway. “Eu devo algum dinheiro para Salvatore, e os homens dele deveriam me buscar no hospital hoje. Na saída, dei de cara com dois homens chamados 13 e 15. Eles estavam em um carro junto com a moça de cabelos azuis, e me disseram que trabalhavam para quem me deu a liberdade. Eles me deixaram na frente da Loja de Caixões, e me pediram para cobrar a dívida para o Sr. Salvatore” relataria no caderno, então deixando que Bjarke e a moça lessem por alguns instantes. Em seguida escreveria e apresentaria mais uma frase “Eles não me falaram nada além disso, suponho que fossem me buscar onde me deixaram ou algo do tipo. Por sorte o lugar deve estar vazio agora” findaria, aliviado que a cota de desgraças do dia deveriam tender a diminuir desse ponto em diante.

Quando terminasse de expor as informações às quais tinha acesso, me apresentaria. "Sou Luc de Marc Thibaut Lavoie. Estive internado pelos últimos anos, mas não é nada demais. Sou aprendiz de Ferreiro, embora me especialize mais na produção artesanal de armas" anotaria no caderno, notando a presença do meu nome deserdado e o riscando, e apenas então apresentando as frases para os dois ali presentes. "Eu preferiria que resolvêssemos isso sem derramar sangue gratuitamente, mas posso me virar muito bem em uma briga desde que eu tenha uma arma de fogo" escreveria mais uma vez, nesta ocasião estando um pouco relutante em compartilhar minhas inseguranças. Afinal, Catherine me parecia ser do tipo que batia nas pessoas frequentemente, e Bjarke estava atrás de algo muito importante pra ele. Por outro lado, eu me sentia apenas como um transeunte perdido naquela situação. De qqualquer maneira, tudo que eu podia era oferecer meu suporte. "Em caso de armamento, é  melhor prevenir do que remediar, não? Caso vocês me consigam os meios e as ferramentas, eu posso fazer as melhores armas que já viram na vida" explicaria nas próximas frases que escreveria no diário, os mostrando em seguida.



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Bjarke Hallet Flamesguard - Funcionário do rapaz de quem fui encarregado cobrar uma dívida. Embora tenha bom senso de humor, mentiu sobre quem era. Atualmente está atrás de sua namorada sequestrada.
Catherine Nero Bellarosa - Moça que trabalha para Salvatore. Está ajudando Bjarke a resgatar a namorada, e me ajudando a lidar com Kenway.
Salvatore Nava - "Homem de Negócios" para quem devo dinheiro. Me delegou a tarefa de lidar com de seus rivais de negócios.

Legenda:
"Pensamento de Luc"
"Pensamento de Shiva"
"Pensamento de Vishnu"
"Pensamento de Brahma"

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Re: I - Juros Simples Seg 31 Maio - 6:16






Quem dá de boa vontade dá duas vezes

O café não lhe interessava, apesar de muitos se deleitarem com a bebida, para ele não passava de uma água quente maculada por um pó marrom, de forma que simplesmente acenaria com a cabeça e demonstraria um sorriso amigável quando Catherine colocasse as três bebidas na sua conta, mesmo que não tivesse a mínima intenção de consumir algo. Não fazia sentido se importar com esses pequenos detalhes sem saber se estaria vivo ou não nos próximos minutos e ao menos ela tinha sido gentil o suficiente para pedir uma bebida para todos, o que era uma gentileza digna de nota.

Seu mundo parecia orbitar em torno daquela mesa, sabia que precisaria agir, discernindo a coragem da imprudência para traçar um caminho tênue e arriscado que possibilitasse a oportunidade de tentar resgatar uma pessoa que amava e tinha convicção de que teria de fazer isso naquele lugar, sem ter o luxo de hesitar. No momento em que Salvatore abria a porta, seu coração para de bater por um instante e um frio percorria a sua espinha. Sabia quem era o homem, todos nascidos naquela ilha sabiam, mas era a primeira vez o que via pessoalmente e, sabendo do poder e influência da figura em questão, o medo se propagava em sua mente, pensando nos inúmeros métodos que o chefe da família Nava poderia usar para fazê-lo sofrer, caso visse sua atitude como um ataque ou desrespeito, ou até mesmo se simplesmente estivesse de mau humor.

A sequência de eventos que ocorreu após Bjarke decidir se levantar foi frenética, de forma que parecia até mesmo que a realidade havia sido deturpada por um instante. A velocidade e organização com que os homens sacaram suas armas era surreal, de forma que foi um esforço para o jovem manter a compostura e determinação quando suas pernas desejavam tremer, mas, felizmente, Salvatore Nava era um homem razoável que decidiu escutar suas palavras até o final antes de agir. Enquanto a atitude de Salvatore era uma grata surpresa, as revelações de seu companheiro mudo eram uma decepção. O homem poderia ter revelado o sequestro de Fleur mais cedo, assim tirando um grande peso dos ombros e da mente de Bjarke, dando a ele mais tempo para se preparar e agir, mas conseguia compreender as razões que levaram o estranho a tomar tais atitudes e, sendo realista, também havia mentido, tanto para ele quanto para Catherine, de forma que seria hipócrita de sua parte guardar rancor por conta disso. Era inegável que sentia uma raiva tomar conta de seu corpo ao ver a foto de Fleur, mas fazia o possível para dominar seus sentimentos e usar sua razão. Dominando seus sentimentos, encararia o mudo com um sorriso sincero e amistoso no rosto. - Eu consigo entender o que levou você a tomar as suas atitudes, além disso, não faz sentido eu nutrir raiva ou rancor por essa mentira, afinal menti também. - Sem perder seu semblante amistoso, fitaria os olhos do homem com seriedade. - Mas se nós vamos ficar juntos para resolver isso, preciso confiar plenamente em você, então sem segredos ou mentiras de agora em diante, certo? - Estenderia sua mão direita para o homem, com um sorriso acolhedor no rosto, esperando sua reação.

Considerando a questão com o mudo resolvida, independentemente de seu desfecho, encararia novamente Salvatore, com um largo sorriso no rosto, indicando a falta de medo que tentava emular. O homem parecia ter gostado de sua audácia, apesar do aviso para ser cuidadoso, então, com isso em mente, se expressaria sem ressalvas. - Eu vou ter que recusar sua proposta irrecusável. - Tudo na vida era uma negociação, agora não era diferente e, nesse cenário, com certeza ele era o maior prejudicado. - Fleur foi uma vítima colateral de um confronto que não tem nenhuma relação com ela. No momento que eu aceitar sua oferta, a possibilidade de um resgate se torna real, mas isso pressupõe uma derrota total ou parcial desse tal de Kenway, no melhor cenário, você derrota um inimigo irritante, Fleur ganha uma experiência traumática, por fim, eu arrisco minha vida e perco um dia de trabalho quando tenho uma dívida colossal para pagar, me parece que só você sai ganhando no fim disso tudo. - Os fatos estavam claros para ele e não seria precipitado assumir que Salvatore também conseguia vislumbrar tal cenário, afinal, não teria alcançado sua posição sem astúcia. Confiante, Bjarke se sentaria de forma mais confortável e despojada, se inclinando na direção de Salvatore e demonstrando um sorriso repleto de empolgação e confiança, característico de quem está prestes a dar sua cartada final.    

A situação fazia com que a adrenalina percorresse pelo seu corpo, de forma que seria difícil não notar sua empolgação. - Eu tenho uma contraproposta que resolve tudo isso. - Declararia com arrogância, como se falasse com um homem qualquer e não com o grande Salvatore Nava, afinal, para que sua proposta tivesse algum valor era de vital importância que o homem ficasse impressionado. - Me contrate por um dia. - Esperaria a reação do homem e dos outros presentes no Mozzafiato antes de prosseguir. - Um homem que está motivado tanto por amor quanto por dinheiro tem resultados melhores que um que faz algo por obrigação, além disso, esse dinheiro voltará para você, afinal, tenho uma dívida para pagar, que ficará ainda mais distante se eu perder um dia de trabalho e não receber nenhuma compensação em troca. - Esperava a réplica esperançoso, torcendo para que as armas não fossem apontadas para ele novamente.

Quando a situação fosse simplificada com maestria por Catherine, não conseguiria evitar uma singela risada. - Mushishishi... Todos objetivos nobres sem dúvidas. - As informações que o homem enganado por Kenway foi capaz de oferecer não foram muito úteis além de informar a existência de dois homens, denominados de treze e quinze, mas o raciocínio de Catherine o surpreendia, afinal, estava apurado e correto. - Você está certa. Se enfrentarmos Kenway e seus homens agora, a vantagem é incontestavelmente deles, afinal, eles tem um refém. Precisamos igualar essa situação de forma a forçar um encontro, mas para isso precisamos nos apossar de algo que seja precioso para Kenway, algum de vocês tem alguma ideia? - Torcia para que alguém desse algum norte nesse sentido, afinal era um elemento vital para garantir a segurança de Fleur.

Após ver ambos os estranho fazerem uma apresentação formal, julgou que seria apropriado fazer o mesmo. - Meu nome é Bjarke Hallet Flamesguard, eu sou quase um carpinteiro e um homem simples que gosta de tudo aquilo que é belo ou possa me dar prazer. - Cumprimentaria todos com um sorriso vasto e caloroso, antes de complementar sua fala. - Aparentemente seremos um grupo pelas próximas horas e, apesar de ser uma aliança um tanto quanto exótica, ouso dizer que já nos damos bem. - O fato de Luc ser um ferreiro era uma grata surpresa, de forma que não hesitaria em informar seu estilo de luta. - Para ser sincero eu não gosto muito de lutar, mas qualquer coisa que me ajude a socar já serve. - Apesar da oferta de Luc, esse grupo disfuncional ainda precisava de duas coisas essenciais, recursos para fabricação das armas e informações sobre Kenway.

Se estivesse vivo, não seria insanidade presumir que Salvatore havia aceitado sua proposta, mesmo sem ter se pronunciado, de forma que agiria considerando esse cenário. - Então você precisa de recursos para forjar as armas, mas acredito que isso é algo fácil de se resolver, vai sair por conta da casa, certo, chefe? - Trataria o patriarca da família Nava por tal título, afinal desconhecia um mais apropriado para a situação. Exibindo um sorriso ganancioso no rosto, prosseguiria. - Além disso, nenhum homem conhece o outro tão bem quanto conhece o seu inimigo, então lhe pergunto, chefe, qual o ponto mais vulnerável de Kenway? - Esperaria que Salvatore pudesse lhe dar algum norte, afinal de contas, sem uma informação permaneceria de mãos atadas.

Independentemente do resultado de seus atos, saberia que Luc teria que produzir armas para o grupo e estaria disposto a gastar os duzentos e cinquenta mil berries que tinha consigo se preciso. A produção de armas, entretanto, demandava tempo, tempo este que usaria para ler o outro livro que havia adquirido na biblioteca, o que versava sobre carpintaria, afinal, se deixasse sua mente ociosa durante a espera, simplesmente ficaria mais aflito por pensar em tudo que poderia dar errado.



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Re: I - Juros Simples Sab 5 Jun - 4:31


1 - Juros Simples


- Bjarke / Catherine / Luc -

Após um breve silencio, o clima tenso se quebrava com Mario se aproximando da ruiva e entregando os três Mocaccino, ele botava sobre a mesa sem falar nada se retirava.

Apenas olhava de novo para a garota concordando com sua opinião sobre Bjarke ter cara de Dante, enquanto isso Luc ligava as peças e entendia pelo o que havia passado, Hallet mantinha sua posição mesmo com as armas apontadas em sua direção e após recusar e dar seu ponto, o velho Salvatore começava a rir enquanto acendia um charuto.

— Sr. Bjarke, permita-me lhe explicar uma coisa que pode não ter ficado clara, eu como o bom homem que sou, estou permitindo que você tenha a chance de salvar sua mulher...

— Veja bem, olhe a sua volta, aqui está apenas alguns daqueles que trabalham para mim, Kenway não é ninguém realmente perigoso para mim, apenas uma pedra no meu sapato, eu poderia acabar com ele, mas estou dando a oportunidade de fazer com suas próprias mãos.

Com um fosforo acendia lentamente o charuto e após dar a primeira puxada, ele continuava, — Você se diz motivado pelo amor, mas a cada instante que perde com essa conversa... bom, você sabe o que podem acabar fazendo com ela certo?

Olhando para Luc, ele dizia, — Sobre o que você nos contou e com tantos detalhes... Que bom começo de relação não é mesmo? Demonstrando sua lealdade...

— Catherine... venha aqui... – tomando um gole de seu Whisky, diria ao ouvido da ruiva, — Você tem permissão para mata-los caso ache pertinente...

Salvatore estende a mão a frente, esperando que caso aceitem a proposta, em seguida, os dois beijem a mesma, provando sua lealdade., — Temos um acordo? Eu te dou suprimentos e informações e você salva a donzela capturada, o que me diz Bjarke? E Luc, não estava cansado de viver naquele hospital? Porque não conhecer coisas novas? Um mundo diferente do seu antigo... – Soltava a fumaça sobre o rosto do jovem.


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Re: I - Juros Simples Sex 11 Jun - 9:29






São as circunstâncias que determinam a causa

Para Bjarke, geralmente era fácil gostar de uma pessoa, afinal, ele não exigia muito para afeiçoar-se a alguém, apenas bastava que fosse capaz de ver alguma beleza na pessoa em questão. Salvatore, nesse sentido, era uma exceção. A primeira impressão do homem havia sido positiva, parecia uma figura poderosa e imponente, o que de fato era, mas, ao trocar palavras com o velho, Hallet percebia que a soberba e o egoísmo de tal figura maculam qualquer grandiosidade que ele pudesse deter. Para o jovem, o líder da família nava era uma existência feia e desprezível, não sendo tal visão fruto de um julgamento precipitado, mas sim consequências das palavras de Salvatore.

As palavras de Salvatore traziam consigo um raciocínio que Bjarke julgava simplista e coberto de falhas, mas, nessa altura da conversa, já havia feito seu juízo de valor e se resignado com sua posição nessa negociação. Arquearia a ponta esquerda de seu lábio em um sorriso um tanto quanto irônico antes de responder a proposta que havia recebido. - Por favor, não me tome por tolo senhor Salvatore, sei bem que o tempo não corre ao meu favor e estou ciente das condições em que Fleur pode se encontrar nesse exato momento, mas correr atrás dela sem um plano ou recursos seria, sem sombra de dúvidas, a mais desastrosa entre todas as opções. - Daria outro sorriso de canto de boca, dessa vez sincero. - Além do mais, um encontro com uma figura do seu calibre não é um acontecimento ordinário, de forma que me culparia se nem ao menos tentasse extrair o máximo de tal ocasião. - Apesar de tais considerações, Hallert sabia que estava contra a parede e não tinha muitas opções além de aceitar o acordo proposto se quisesse salvar Fleur.

Determinado a não perder mais tempo, estenderia uma de suas mãos em direção a Salvatore, realizando um aperto de mãos mesmo sabendo que não era isso que o influente homem desejava. - Temos um acordo. - Responderia, encarando o líder da família Nava com coragem. Sabia que o esperado era que a mão que agarrou fosse beijada, mas não faria tal gesto de lealdade para um homem que julgou como indigno, ainda mais depois do mesmo ter dado permissão para Catherine eliminar ele e Luc caso julgasse necessário. Se fosse repreendido por esse ato, se desculparia sem hesitar. - Perdão, não estou acostumado com essas formalidades. Também acabei tomando muita chuva no caminho, talvez esteja gripado, não quero de maneira alguma arriscar sua saúde, senhor Salvatore. - Esperava se safar com essas desculpas, só beijando a mão do homem se fosse extremamente crucial e necessário para seu progresso.

Acreditava que havia feito tudo que dependia exclusivamente dele, de forma que encararia Luc com um sorriso no rosto. - Bem, eu acho que nosso papel é esperar por você agora, não tenho intenção nenhuma de lhe apressar, mas lembre que o tempo não corre ao nosso favor. - Não falaria em tom de ordem ou repreensão, mas sim como uma súplica velada, proferindo as palavras da forma mais doce que fosse capaz, após isso, fitaria Catherine. - Quanto a você, bem, eu me contento com você não me matar. - Declararia, em claro tom de ironia.  

A espera pelas informações e pelo trabalho de seu companheiro mudo era inevitável, de forma que se encontrava de mãos atadas nesse sentido. Sabendo que não poderia prosseguir sem o apoio prometido, simplesmente leria o livro de Marcenaria que havia trago consigo para distrair sua mente enquanto aguardava as informações de Salvatore e as armas de Luc.



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● Cavalheiro (2 Pontos)
● Dívidas (2 Pontos) (Família Nava)
● Dependente (2 Pontos) (Fumo)
● Sem Olfato (1 Ponto)
● Vaidoso (2 Pontos)
proficiências:
● Barganha
● Marcenaria
● Física
● Briga
● Estratégia
● Esculturas

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I - Juros Simples - Página 3 WcCcIuX
Shinra Kishitani
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Re: I - Juros Simples Seg 14 Jun - 1:06






7° Delírio

Fazer parte de uma máfia não estava em meus planos quando acordei de manhã, mas para ser justo, tampouco esperava agir como cobrador de dívidas ou me envolver em uma complicada trama de traições e mentiras. “Olha, você já tá no meio disso tudo, então vamos seguir a dança desse Salvatore, e depois decidimos o que fazer” sugeria Vishnu, na tentativa de tornar mais tragável a minha presença na situação em que estava metido. A realidade é que esse tal de Salvatore não parecia confiar nem um pouco em mim, e meus outros dois “companheiros”  me passavam a mesma impressão. Provavelmente a melhor coisa que eu podia fazer era transformar o sentimento em algo recíproco, e tomar cuidado onde estava pisando. “Não esquece que acabaram de te fazer de otário. Melhor começar a ter atitude de gente grande, afinal você sequer tem mais cigarros a oferecer” Shiva me guiava, o que me surpreendia. A voz não era de dar conselhos lúcidos tão frequentemente, então os poucos que me eram fornecidos eram de extremo valor.

Conforme a conversa se desenrolava, Bjarke parecia desenvolver certos atritos com Salvatore, o que na minha opinião era pura tolice. Apesar das suas tendências que beiravam o suicídio, tanto físico quanto social, o rapaz se mostrava como um possível aliado, já que não se entregava completamente à agenda do velho homem de negócios. Já Catherine tinha provado estar metida a fundo com aquele grupo, o que me levava a querê-la o mais perto possível, ainda mais após notar a desconfiança que parecia emergir sobre minha lealdade. “Mantenha pessoas suspeitas bem perto, preferencialmente dentro do alcance de um punhal” Shiva me aconselhava novamente. Tomando tais posicionamentos quanto à forma que me relacionaria com cada um dos dois, poderia finalmente tratar do assunto que tinha delegado a mim mesmo: Forjar armas para o grupo.

Beijaria, com certo desdém, a mão de Salvatore, mas já pensando em como poderia me favorecer daquela ocasião. O nosso suposto benfeitor havia se oferecido para nos fornecer suprimentos, mas os detalhes quanto à esse ponto ainda haviam de ser decididos. “Quanto aos suprimentos, agradeceria se pudesse me fornecer material de forja e um ambiente adequado para o exercício dos meus serviços. Caso não seja possível, eu posso me virar apenas com recursos financeiros suficientes para a obtenção das coisas que preciso” escreveria em meu caderno e apresentaria a Salvatore. Enquanto aguardaria sua resposta, voltaria minha atenção para a elaboração de uma resposta que saciasse o comentário de Bjarke sobre prazos. “Tenho noção da urgência, mas arte não se apressa. Enquanto eu lido com a questão das armas, você e Catherine podiam focar na parte das informações. Afinal não conheço a cidade tão bem, e minha condição física dificulta a interação com pessoas em geral” anotaria no caderno, apresentando desta vez para todos na mesa. Enquanto meus ouvidos se enchiam com as reclamações de Brahma sobre os comentários envolvendo prazos que Bjarke havia feito, imaginava que por fim tinha mente ocupada com algo que não fosse esperar o dia seguinte. A vida fora do hospital era de fato mais agitada do que eu esperava, fosse por bem ou por mal.

Após meus comentários, começaria a tomar o Mocaccino a pequenos goles, prestando atenção nos rumos que a conversa tomaria. “Bem, foi um prazer. Acho que seria ideal nos encontrarmos aqui novamente por volta do horário do jantar. Até lá devo estar com as armas prontas, e vocês com as informações ou com seja lá o que precisarmos para encontrar esse Kenway” rabiscaria no caderno e exporia para Catherine e Bjarke. “Muito obrigado pela segunda chance, Senhor Salvatore” escreveria em outra página, dessa vez apenas mostrando para o velho “empresário”. Após devidas formalidades cumpridas, seguiria as orientações de Salvatore caso os materiais me fossem concedidos, ou pensaria em um plano de compras caso apenas o dinheiro me fosse cedido.



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Bjarke Hallet Flamesguard - Funcionário do rapaz de quem fui encarregado cobrar uma dívida. Embora tenha bom senso de humor, mentiu sobre quem era. Atualmente está atrás de sua namorada sequestrada.
Catherine Nero Bellarosa - Moça que trabalha para Salvatore. Está ajudando Bjarke a resgatar a namorada, e me ajudando a lidar com Kenway.
Salvatore Nava - "Homem de Negócios" para quem devo dinheiro. Me delegou a tarefa de lidar com de seus rivais de negócios.

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"Pensamento de Luc"
"Pensamento de Shiva"
"Pensamento de Vishnu"
"Pensamento de Brahma"

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Catherine
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Re: I - Juros Simples Qui 17 Jun - 1:30







Ato VII.



Ouvia aquilo que Salvatore comunicava em meu ouvido e mantinha a expressão sem mudanças, apenas assentindo com a cabeça enquanto voltava a me afastar após ter escutado o necessário. Continuava prestando atenção no desenrolar dos acordos que eram feitos com o velhote, e finalmente tudo parecia se dar por resolvido. Minha atenção agora estava voltada para os outros dois, que pareciam querer colocar em prática os seus planos para partir para a ação futuramente.

- Não dê motivos. - Sorriria e acenaria para Bjarke após ouvir seu comentário irônico, não tendo muito tempo para confirmar se teria ele escutado a informação que Salvatore tinha compartilhado em meus ouvidos. Então, após ler o que o mudo tinha para dizer a respeito de seus tempos de trabalho para fazer armas para que nós lutássemos, olharia para ele um tanto quanto confusa. - Jantar? - Olharia novamente para Bjarke, esperando que ele compartilhasse de minha confusão. - Temos um cavaleiro que quer resgatar sua princesa da torre mais alta, será que ela vai esperar até a hora do jantar? - Perguntaria, mas também não fazia questão alguma de mudar qualquer parte do planejamento deles, afinal, eu teria meu próprio modo de operar naquela situação, e com certeza seria bem mais incisivo.

Viraria-me de uma só vez na direção de Salvatore, afastando-me aos passos lentos de meus companheiros de missão e me aproximaria do velhote. Dessa maneira, estenderia a mão destra e esperaria alcançar a sua, curvando o tronco e aproximando meus lábios das costas de sua mão, beijando-a em demonstração de respeito. - Benedizione, papà. - Eu diria, e então voltaria a me erguer, saindo pelas laterais até a saída do restaurante, deixando o local o quanto antes. Tentaria ser a primeira a fazer isso, de maneira que pudesse me posicionar na rua próxima. Como era de minha intenção encontrar alguma pista sobre o tal Kenway e fazer o trabalho tão bem feito que Salvatore poderia se orgulhar, tentaria observar Luc à distância, visto que como os rapazes de antes tinham entrado em contato com ele para que fizesse um serviço, provavelmente poderiam entrar em contato novamente com o rapaz em busca dos resultados de seu serviço. E era aí que eu entraria em ação.

Assim que eu estivesse na rua, tentaria aguardar em algum ponto coberto até que a chuva passasse, e, por fim, manteria-me por entre possíveis pedestres, atenta a saída dos outros dois do restaurante. Mantendo uma distância segura, tentaria seguir Luc esperando que ele não olhasse para trás, afinal eu não era uma das melhores pessoas para me esconder, mas pelo menos teria a vantagem do grupo de pessoas para me cobrir. Faria apenas o que faço de melhor: me enturmar e agir conforme o grupo.




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Re: I - Juros Simples Ter 22 Jun - 12:06
I - Juros Simples

O clima ainda continuava tenso pelo motivo que Bjarke não concordava nenhum pouco com o “porco” segundo seus próprios pensamentos que estava a sua frente e suas falas poderiam se dizer até mesmo confrontadoras para o senhor que era rapidamente induzido a acreditar nas falas de Hallet quando palavras um tanto bajuladoras saiam de sua lábia visivelmente treinada para situações como esta. – A arrogância é algo que lhe atinge por trás, garoto. – Uma pequena metáfora que talvez não fizesse tanto sentido nos primeiros pensamentos ou fosse algo para refletir e por assim, parecia que teria fim aquela pequena discussão.

Com Luc, as suas anotações mostravam que o pedido dos suprimentos não era muito relevante diante de seu olho e que seriam facilmente arrumados já que era o prometido do acordo. – Visite Luigi seguindo a rua para o Leste e encontrará sua forja na esquina. Diga que está a serviço de Salvatore e necessita usar de sua forja. Você não terá problemas para encontrar o que procura lá. – Afirmava o homem em um tom mais calmo tomando mais um dos goles de seu copo. – Para encontrar Kenway, você deverá falar com Rafael. – Ele olhava para o relógio de ouro em seu pulso. – Ele deve estar no restaurante Lá Cruise no lado leste da cidade neste horário. – Como encontrariam? Como ele se parecia? Talvez Salvatore queria colocar um desafio a mais nesse quesito ou apenas não deveria ser difícil encontra-lo, algo que até o momento do encontro ficariam em dúvida.

Ao estender a sua mão para que viessem a beijá-la, um ato que para Bjarke não era nada bem visto e nem sequer executado. – Mas o que você pensa que está fazendo?! – Nava fechava a sua mão no momento em que Hallet recuava após não beijá-la e as desculpas eram o que o impedia de partir para uma agressão e o homem respirava fundo pensando um pouco antes de cometer qualquer ato violento e poupando qualquer palavra que provavelmente viria através de xingamentos.

Os próximos a beijar a sua mão eram Luc e Catherine, exatamente nesta ordem, que pareciam estar beijando as costas de um sapo velho com cheiro de hortelã, ou talvez pareceria isso se alguma vez na vida tivessem beijado um sapo. Ao saírem, encontravam-se novamente do lado de fora do restaurante e podiam observar que a chuva teria diminuído drasticamente para alguns pingos de gota que caiam dos canos dos prédios, casas ou de alguns fios pendurados entre uma e outra. Catherine ficava parada na saída esperando um pouco, Bjarke sacava o seu livro do bolso e começava a ler em um banco próximo a entrada enquanto que Luc já se adiantava e começava a ir em direção a forja que não demorava mais do que três minutos até alcança-la e se encontrar na porta do estabelecimento preto com uma grande chaminé em seu centro, provavelmente vindo da fornalha. Em seu interior, as vitrines mostravam vários tipos de equipamentos feitos de metal, inclusive armas e alguns homens trabalhando no fogo ao fundo. Ao adentrar, veria um grande balcão de granito que separava essa área e que ficava um atendente careca com um olhar sério e uma barba grisalha que atingia o seu peito. – Pois não? – Diria ao avistar o cliente.

Controle
Bjarke
Ganhos:
● 1 Cigarro
● 1 Fósforo
● 1 Óculos Escuro
● Livro de Carpintaria
● Livro de Escultura
● Proficiência Escultura
Perdas:
● N/A


Luc
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• Canivete (Post 2)

Perdas:
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Cath
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Ferimentos
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Re: I - Juros Simples Qua 23 Jun - 16:58






Presságio

Ao colocar os pés para fora do Mozzafiato, seria impossível não relaxar e deixar um sorriso sincero tomar conta de seu rosto, para começar, havia sobrevivido, além disso, também tinha conseguido o apoio parcial de Salvatore para resolver a situação que tanto lhe afligia, por fim, o simples fato de não ter que ficar encharcado para se movimentar novamente lhe causava uma grande alívio, afinal, odiava ficar sujo. Se fosse sincero consigo mesmo, saberia que grande parte da alegria que sentia vinha também de sua vaidade, ficava contente por ter causado uma impressão em um homem tão importante quanto Salvatore Nava, mesmo não sendo uma impressão positiva, o que lhe importava era o fato de que não cairia em esquecimento tão cedo, fora isso, a situação em geral havia sido um tanto quanto cômica.

Sabia da urgência do cenário em que se encontrava, mas agora, dependia da velocidade de Luc para forjar as armas, tendo em mente que seria uma atitude extremamente tola prosseguir nessa busca estando indefeso. Não via outra alternativa além de esperar, mas aproveitaria esse tempo e a mudança de clima para ler o livro que carregava consigo, antes disso, entretanto, acenderia seu único cigarro para comemorar, deixando a fumaça invadir lentamente seus pulmões antes de iniciar sua leitura. Tinha um nome e um endereço agora, essas informações clareavam o seu futuro e lhe davam um pouco de esperança.

Após ter folheado as páginas, quando julgasse ser um momento propício, fitaria Catherine caso ela estivesse por perto. - Então, eu presumo que você conheça esse tal de Rafael e o Lá Cruise certo? - Era uma suposição que lhe parecia óbvia, afinal, a mulher estava envolvida nos negócios de Salvatore. - Ele é um amigo? Um inimigo? Tem algo que preciso saber sobre ele? - Perguntava tanto por curiosidade quanto para puder se preparar e evitar mais gafes nesse submundo do crime. Se Catherine não tivesse nenhuma informação para compartilhar, perguntaria, já com um tom de descrença palpável em sua voz. - Você ao menos sabe onde fica o Lá Cruise, certo? - Prestaria atenção nas respostas e aguardaria o retorno de Luc.

Quando fosse a hora de partir, deixaria que Catherine liderasse o caminho, entretanto, se ninguém soubesse como chegar ao local, faria uma sugestão. - Nós poderíamos usar aqueles barqueiros não? Eles devem conhecer Sirarossa como a palma da mão deles. - Sabia que se tratava de um serviço pago, mas acreditava que tinha consigo o suficiente para pagar uma viagem para o grupo e economizar tempo. Se ninguém do grupo tivesse uma objeção, iria até até o rio mas próximo e, se avistasse um barqueiro, iria até sua direção com um sorriso no rosto. - Boa tarde amigo, você pode nos levar até o Lá Cruise? - Caso a resposta fosse positiva, perguntaria logo em seguida. - Por quanto? - Se tivesse o dinheiro necessário, pagaria sem hesitar, desde que achasse que se tratava de um preço justo.  



Histórico:
Nome: Bjarke Hallet Flamesguard
Número de Posts: 8
Ganhos:
● 1 Óculos Escuro
● Livro de Carpintaria
● Livro de Escultura
● Proficiência Escultura
● Proficiência Carpintaria
Perdas:
N/A
Relacionamentos:
Salvatore Nava
Dante Bonheur
Fleur Bonheur
Catherine Nero Bellarosa
Luc de Marc Thibaut Lavoie
Ferimentos:
N/A
Dependência:
5/10

qualidades:
● Versátil (Racial)
● Ambidestro (1 Ponto)
● Atraente (1 Ponto)
● Impassível (1 Ponto)
● Carismático (2 Pontos)
● Prodígio (2 Pontos)
● Prontidão (2 Pontos)
defeitos:
● Cavalheiro (2 Pontos)
● Dívidas (2 Pontos) (Família Nava)
● Dependente (2 Pontos) (Fumo)
● Sem Olfato (1 Ponto)
● Vaidoso (2 Pontos)
proficiências:
● Barganha
● Marcenaria
● Física
● Briga
● Estratégia
● Esculturas
● Carpintaria
objetivos:
● Ingressar no submundo
● Realizar dois serviços

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