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Kenshin
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KenshinDesenvolvedor
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I - Juros Simples Seg Maio 10, 2021 10:00 pm
Relembrando a primeira mensagem :

I - Juros Simples

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civil Bjarke Hallet Flamesguard e Luc De Marc Thibaut Lavoie. A qual não possui narrador definido.


I - Juros Simples - Página 4 Tenor

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I - Juros Simples - Página 4 J09J2lK

Shinra Kishitani
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Re: I - Juros Simples Ter Jun 29, 2021 3:01 am






8° Delírio

Eu tinha conseguido o que precisava, e isso já era mais do que eu havia obtido por todo o resto do dia. Por um instante, as coisas pareciam estar dando certo, e eu me sentia como se de fato pertencesse a algo. Mas ainda assim, minha guarda estava alta. Salvatore sem dúvida tinha seus próprios interesses em mente, e provavelmente eu era apenas um instrumento para os outros ali. “Quiçá um instrumento descartável, então é melhor tomar cuidado onde está se metendo” Vishnu me orientava, compartilhando as mesmas suspeitas que eu. Seja como fosse, um caminho nos havia sido apontado, e nosso trabalho era seguir o rastro como cães farejadores. Eu já tinha me dado a liberdade de delegar responsabilidades por ali, e a informação fornecida por Salvatore também facilitava a busca por pistas que nos levassem ao tal Kenway.

Os momento seguintes consistiram nas trocas de saudações que pareciam típicas ao grupo. Enquanto o jovem suicida apresentou outra atitude rebelde, eu e a moça beijamos a mão de Salvatore. “Esse daí morre cedo. É teimoso pra caralho, parece até eu” Shiva comentava ao criticar Bjarke. Mas por mais que ela criticasse o jovem, de fato poderia usar um pouco de sua astúcia, já que até o momento havíamos habitado aquela sucessão de eventos apenas como elementos à deriva. De qualquer forma, agora a minha tarefa era clara, e os meios já haviam sido fornecidos, então tudo que restava era forjar as armas que me foram requisitadas. “Pois bem, Catherine vai querer uma corrente, e o rapaz deve poder se virar com um par de manoplas. Mas e quanto a você? O que pensa em fazer? Que tal uma pistola?” Brahma me perguntava, já animado com a possibilidade de poder forjar novamente. “Não sei, talvez um rifle. Melhor fazer como na época de Las Camps e lidar com as coisas de longe” eu respondia a voz imaginária, ainda um pouco disperso pela situação atual.

Em poucos instantes toda situação havia acabado, e o que restavam eram perguntas de despedida. Inclusive, Bjarke direcionava a mim um questionamento quanto à localização do restaurante que Salvatore havia citado. “Perdão, mas os únicos dois lugares que conheço nessa ilha são o Hospital e o Porto” escreveria no caderno e apresentaria para Bjarke. Se bem, que a informação fornecida de certa maneira havia se tornado uma mentira sem que eu sequer percebesse. “Na verdade… São quatro lugares agora, já incluindo a funerária e esse restaurante aqui” corrigiria ao anotar a informação no caderno, a apresentando ao jovem em conjunto com um sorriso sem graça. Guardaria meu caderno e minha caneta após esse comentário, me retirando do local e me lançando às ruas de Sirarossa.

Já a caminho desse tal Luigi, tudo que me restava pensar era como a cidade parecia se tornar cada vez mais familiar para mim. Talvez eu fosse capaz de responder a dúvida de Bjarke caso tivesse vivido livremente na cidade por mais alguns dias, já que em apenas algumas horas eu já havia me metido em situações interessantes. Justamente esse ato de divagar distraía minha caminhada, de forma que eu notava chegar no Luigi antes mesmo que imaginasse ter andado sequer meio-quarteirão. O local provavelmente pareceria intimidador ou robusto para desavisados, mas a aparência da loja me fazia de alguma forma me lembrar da forja do Sr. Strongheart. Mesmo após adentrar a loja, gastaria certo tempo admirando os equipamentos manufaturados no local. “Céus, mal posso esperar para voltar à criar” Brahma vociferava ansiosamente conforme eu tentaria analisar os odores e sons do local.

Após minha pequena meditação, me dirigiria ao balconista e tiraria meu caderno do bolso, o colocando sobre o balcão de granito. “Olá, tudo bem? Me chamo Luc. Por ser mudo, tenho que usar esse caderno para me comunicar. Espero que não seja incômodo” escreveria e então apontaria a escrita em direção ao balconista. Após alguns instantes, tomaria o caderno de volta em mãos e seguiria escrevendo. “Don Salvatore me enviou aqui para um serviço. Estou à procura de uma forja, e ele disse que você seria capaz de me ajudar” anotaria e em seguida apresentaria o caderno novamente ao balconista. Ao depender de sua resposta, teria a educação de agradecer, ou continuaria esclarecendo minha situação. “Olha, acabei de vir do Mozzafiato. Se não acreditar em mim, pode mandar perguntar a qualquer um lá. Só acho que o Don não ficaria satisfeito com alguém denegrindo o valor de uma indicação feita por ele mesmo” argumentaria de forma escrita caso o balconista não acreditasse na minha história. “Bem, obrigado. Agradeceria se você me apresentasse a forja. Gostaria de saber que equipamentos e materiais posso usar para forjar algumas armas” redigiria e apresentaria para o balconista caso aceitasse minha proposta.



Histórico:
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Perdas: 10 Cigarros (2 no Post 2, 1 no Post 3, 7 no Post 5); 3 Fósforos (1 no Post 2, 1 no Post 3,1 no Post 5).
Ferimentos: N/A
Relações:
Bjarke Hallet Flamesguard - Funcionário do rapaz de quem fui encarregado cobrar uma dívida. Embora tenha bom senso de humor, mentiu sobre quem era. Atualmente está atrás de sua namorada sequestrada.
Catherine Nero Bellarosa - Moça que trabalha para Salvatore. Está ajudando Bjarke a resgatar a namorada, e me ajudando a lidar com Kenway.
Salvatore Nava - "Homem de Negócios" para quem devo dinheiro. Me delegou a tarefa de lidar com de seus rivais de negócios.

Legenda:
"Pensamento de Luc"
"Pensamento de Shiva"
"Pensamento de Vishnu"
"Pensamento de Brahma"

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Catherine
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Re: I - Juros Simples Ter Jun 29, 2021 10:17 am







Ato VIII.



Era com um perceptível pesar que eu observava o desagradável comportamento de Bjarke frente àquele que me dera tudo o que eu tinha. Era de dar pena ver um rapaz com tanto potencial desperdiçá-lo de uma maneira tão besta, apenas para que pudesse manter o seu próprio orgulho e ignorância. Se apenas ele soubesse o tipo de coisa na vida que podia valer tanto além... O tipo de coisa pela qual vale a pena abaixar a cabeça e engolir o orgulho... "Nada disso te faz menor... Pelo contrário."

Após todas aquelas conversas terem o seu fim, saíamos do restaurante. Minha ideia era a de ocupar um grupo de pessoas próximo para que pudesse observar os outros dois de perto, mas acabava descartando aquela ideia tão logo percebia já era de meu conhecimento o destino de cada um, e o de Bjarke não era muito relevante. Buscaria me sentar no banco público próximo a esse último e esperando pelo término de sua leitura. Procuraria retirar com a mão o possível excesso de água sobre o banco antes de me sentar, e então ficaria a observar os pedestres que por lá transitavam. Era delicioso fazer isso após uma chuva como a de antes.

- Não conheço... Bom, ao menos não lembro de conhecer. - Diria, respondendo a Bjarke a respeito do tal Rafael. Eu realmente não lembrava muito bem a respeito desse nome possuindo devida importância, mas o seu restaurante era um nome que talvez eu tivesse algum conhecimento por conta de meu tempo na ilha. Daria uma breve busca por minhas memórias atrás de algum La Cruise antes de decidir qualquer coisa. Caso conhecesse, informaria Bjarke, do contrário, apenas balançaria a cabeça negativamente. - Eu vou dar uma volta enquanto a gente espera o mudinho. - Diria, me levantando e saindo para procurar por alguma biblioteca nos quarteirões próximos. No entanto, caso eu tivesse conhecimento de que não existia qualquer nas proximidades, apenas entraria em uma livraria qualquer, disposta a gastar meus últimos tostões em prol de evitar uma demora demasiada de minha parte. - Olá. - Diria, ao entrar, já procurando pela recepção e fixando os olhos na pessoa responsável por esta. Daria também uma breve examinada pelo local em que tinha entrado, em busca de saber como agiria em meus passos seguintes.




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Re: I - Juros Simples Sab Jul 03, 2021 9:39 pm
I - Juros Simples

O mudinho pensava em algumas coisas das quais falaria hipoteticamente para Bjarke, porém não era necessário escrever nada em seu caderno já que sua atenção não fora chamada pelo mesmo, restando apenas o seu caminho até um dos ferreiros que rapidamente entendia sobre o que se tratava e em nenhum momento duvidava das palavras escritas no cadernos que eram apresentadas. – Oh, se é um pedido diretamente dele, então, deixe-me lhe guiar. – Comentava o careca que subia uma portinhola do balcão para que o mudo pudesse passar sem maiores problemas.

Conforme iam andando, ele conseguia ver melhor as fornalhas e o senhor de barba grisalha começava a lhe apresentar as ferramentas mais simples, como os martelos e as marretas, todas de uma boa qualidade e com algumas marcas de uso, porém nada grave. – Já que é um pedido dele, não precisa se preocupar com os materiais que utilizará. – E era nessa parte que ambos chegavam, onde alguns lingotes de diferentes tipos de metais dos quais Luc identificava sem problemas as características do ferro, do aço, do damasco, entre outros. Ele conseguia também ver as bigornas de ferro pretas e as bancadas de metal com buracos de diferentes tamanhos para perfurações verticais.

Dentre estes, também conseguia ver os trabalhadores com diferentes características físicas, porém algumas coisas em comum como a fuligem em suas peles um tanto mais caramelizadas, algumas queimaduras e suas mãos calejadas. O ambiente envolvia uma grande quantidade de ferramentas, aventais e proteções para os ferreiros que poderiam ser devidamente utilizadas para qualquer trabalho que tinham, desta forma, não veria problemas em encontrá-las já que estavam devidamente organizadas em tamanho e funções parecidas.

- Acho que isso é tudo no tour, precisa de alguma coisa em específico? – Perguntava o homem com um sorriso um tanto falso, porém carismático. – Também estou disposto a ensiná-lo algo, se for do seu desejo. – Comentava, embora talvez naquele momento não fosse o mais oportuno para o aprendizado.

~~~~

Durante esses momentos que Luc tinha, Bjarke e Catherine trocavam algumas palavras calmas em relação ao hotel, porém nenhum dos dois tinham muitas informações em relação ao restaurente e mesmo a garota tentando encontrar algumas lembranças em suas memórias mais antigas, nada vinha em sua mente, talvez não tinha visitado o lado leste da cidade com tanta frequência, ou talvez era um estabelecimento mais novo, ou, ás vezes, o próprio restaurante tinha mudado de nome e ela ainda não conhecia como era o antigo. De todas as formas, não tinham uma informação em relação a isso ou a Rafael.

E uma segunda vez, eles dividiam o seu caminho, Flamesguard trocava palavras com um jovem barqueiro que havia se aproximado da borda do rio e que desconfiava do “nós” empregado na frase. – Ah, caro mestre, o seu destino não fica muito longe daqui, devemos chegar em dez minutos por cinquenta mil berries por pessoa. – Comentava o homem, um preço justo para um serviço de viagem a uma distância mediana e era assim que o jovem tomava o seu caminho pelos rios de Sirarossa e no tempo estimado chegava ao seu destino, pagando ao jovem barqueiro o devido valor de sua passagem.

La Cruise não era um restaurente chique e passava uma impressão de um ambiente sujo devido a sua fachada conter algumas folhas mortas e as portas conterem manchas e ao adentrar o estabelecimento encontraria ainda mais indícios dessa primeira impressãom como algumas mesas que ainda não haviam sido limpas ou o avental manchado da garçonete. O mais limpo era o recepcionista que o atendia com um sorriso em seu rosto. – Bom dia, senhor. Gostaria de uma mesa? Temos disponíveis mesas até para quatro clientes. – Se Hallet analisasse o ambiente, veria algumas pessoas aproveitando uma refeição, algumas em dupla ou em trio e uma ao canto sentado na janela em uma mesa para dois, embora não estivesse acompanhado. O ambiente estava relativamente cheio se analissasse a quantidade de mesas para o número de pessoas.

~~

Catherine encontrava uma biblioteca assim como imaginava que encontraria já que seu conhecimento pela cidade lhe ajudava e ao adentrar o estabelecimento via as enormes estantes de livros separadas por categorias e em ordem alfabética com uma mesa redonda ao centro em que uma bibliotecária idosa com um óculos redondos lia um livro para passar o seu tempo.

Quando notava a ruiva aproximando de sua direção, ela a olhava com os cantos dos olhos. – Olá. – Respondendo da mesma forma que era abordada e com um olhar pouco carismático como se fosse mais um impecilho em seu dia de trabalho. Dado os olhares, voltava a ler o seu livro do que parecia ser as Crónicas de Don Raimundo e os Sete Cães de Sal, uma história um tanto infantil e até mesmo antiga.

Além dela, era possível ver uma jovem que empurrava um carrinho com livros que parecia estar os organizando e também algumas mesas com algumas pessoas que aproveitavam o local para pesquisar sobre algo ou uma leitura. O ambiente tinha um cheiro de poeira, como era o comum de locais como este e estava bem iluminado para a estrutura côncava que apresentava com tetos que deveriam ter dez a quinze metros de altura.


Controle
Bjarke
Ganhos:
● 1 Óculos Escuro
● Livro de Carpintaria
● Livro de Escultura
● Proficiência Escultura
Perdas:
● 50.000 B$ (Viagem – Post nº 08)


Luc
Ganhos: • Caderno e Caneta (Post 2)
• Canivete (Post 2)

Perdas:
• 10 Cigarros (2 no Post 2, 1 no Post 3, 7 no Post 5); 3 Fósforos (1 no Post 2, 1 no Post 3,1 no Post 5).


Cath
Ganhos: • 150.000 no pagamento da Dívida
• Roupas Sociais (Terno);
Perdas:
• 150.000


Ferimentos
N/A


Legenda
Salvatore




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