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Os Infernais - Um Tesouro Banhado em Sangue

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Os Infernais - Um Tesouro Banhado em Sangue


[Piratas]Deep Cutt e Rex

não possui narrador definido.
Aberta

Deep
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Tentava passar pela tal arqueira, mas ela esquivava e voltava a se por na minha frente, se provando gostar de testar minha paciência, principalmente ao dizer que eu não ia passar.

Pulando e girando para a direita tentaria desviar da flecha que ela preparou enquanto girava também a faca preparando minha técnica do vento infernal, visando danificar tudo ao meu redor e jogar tudo pros céus, inclusive a arqueira e seu pássaro.

Com a arqueira nos céus em algum momento, usaria minha ascensão com o elemento fogo para a perseguir rumo ao céu de Hasagt, pois se ela achava que tinha a vantagem, aérea, ela estava MUITO errada. Visaria acertar ela e o pássaro com a ascensão, nem que fosse com a nuvem de fogo de cinco metros ao redor da mesma, para tentar chamuscar as penas do pássaro e lerdear seu vôo.

Acertando ou não a arqueira, com a ascensão, pararia a mesma assim que passar por ela, usando a força de giro para tentar um corte horizontal com a faca mirando o ombro mais próximo dela.

Se escombros, pedaços de chão, cabanas, carroças ou qualquer coisa só lida voassem com a técnica, tentaria correr no “ar”, pulando entre essas coisas, sempre cuspindo bolas de fogo quando algum escombro passasse tampando minha visão da arqueira, tentando assim destruir o mesmo e jogar entulho em chamas rumo a inimiga. assim como sempre cuspindo raios quando tivesse visão livre da oponente e pulando sobre ela caso ela me perdesse de vista em algum momento, tentando cortar suas costas num corte horizontal.

Se em algum momento em pleno ar, a águia tentasse me atacar com seu corpo, usaria a mão esquerda para cuspir foco para a esquerda, tentando me jogar em uma esquiva para a direita, durante a qual eu tentaria usar os ganchos de minha adaga para enroscar na canela do pássaro ou em seu bico, o que tiver mais próximo, tentando assim o puxar a força da minha manobra e o girar para eu ficar sobre, onde apoiaria os pés nele para dar um poderoso empurrão para pular tentando ir pra cima e o empurrar pra baixo ao mesmo tempo, para logo em seguida cuspir um raio contra ele, tentando o atordoar para que ele tivesse dificuldade de se recuperar da durante a queda.

Se em algum momento, eu percebesse um golpe do Deucalion vindo em nossa direção, usaria minha mão esquerda para cuspir fogo e me reposicionar na direção oposta do golpe, tentando usar isso para cobrir o som do ataque e me posicionar num local que a mulher acabasse ficando de costas pro disparo.

Se em algum momento eu fosse cair no chão, usaria a ascensão para voltar ao céu rumo a oponente.

Tentaria bloquear qualquer flecha contra mim, a soprando para longe com uma labareda flamejante.








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A batalha feroz continuava a todo vapor. Piratas, civis e marinheiros se enfrentavam numa caótica tormenta de sangue e morte. A escuna dos infernais continuava disparando seu canhão, fazendo com que seus tiros acertassem em cheio a massa de inimigos que se aproximavam, matando vários inimigos e diminuindo a velocidade de seu avanço em direção ao terrível navio. - Pode deixar comigo. - O cowboy respondeu, referindo-se a ordem dada por Deucalion, que agora era o imediato do navio. Por sua vez, o celestial desceu do navio em direção ao chão, e determinado a usar seus poderes para contribuir no esforço de guerra de seu bando, ele gritou, no intuito de usar os poderes recém adquiridos de sua fruta do diabo para causar altos estragos. O celestial levou um tiro no ombro, mas isso não foi o suficiente para pará-lo.

Seu movimento foi bem sucedido, e logo uma rajada de energia sonora deixou sua boca, atingindo vários inimigos e jogando-os para longe. O celestial, depois de ver que tinha tido sucesso em seu ataque, tentou fazê-lo de novo, mas dessa vez não saiu poder algum. Ele, porém, estava determinado a não desistir, e seguiu gritando mais incontáveis vezes depois daquilo. Às vezes saíam os raios, às vezes não, afinal, ele não tinha controle daquele poder ainda.

Por sua vez, o capitão Deep continuava em combate com a Rinchiele e sua ave. O coala fez um pulo girando para a direita, desviando assim da flecha disparada pela moça. Usando sua temível técnica dos ventos infernais, o capitão pirata jogou tudo ao seu redor para os céus, inclusive a moça e seu pássaro e coisas do ambiente. Uma vez nos ares, ele acertou tanto ela quanto seu pássaro usando sua ascensão, deixando-os feridos. Em resposta, Rinchiele ainda foi capaz de disparar mais uma outra flecha, novamente no ombro do inimigo.

A ofensiva poderosíssima do assassino, porém, ainda não havia terminado. Usando seus magníficos e aterrorizantes poderes, ele jogou bolas de fogo, raios e pedras na direção da inimiga e sua ave, mais uma vez ferindo-as de formas sérias enquanto faz suas manobras, jogando-as de volta para o chão. Ao ver que a ave da moça tentava atacá-lo, o coala fez seu potente movimento defensivo e jogou-a para longe. A batalha sangrenta seguia, será que os defensores de Draham seriam poupados da ira devastadora daqueles piratas? Ou será que eles seriam todos devastados?



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ARGHH! — Receber o disparo no ombro foi algo incômodo — FILHA DA PUTA! — Aquele não era um grito de raiva, eu sabia conter e controlar minhas emoção, mas era meramente uma forma de externalizar o meu descontentamento — “Meus poderes não funcionam, preciso treiná-los o quanto antes.” — Era bem ruim não poder abusar da nova habilidade, mas, não havia depositado todas minhas esperanças nela.

Não posso continuar. — De fato, continuar gritando claramente iria acabar com minha garganta, talvez até impedindo de usar os poderes da fruta futuramente. Por mais dor que estivesse sentindo, aquele não era um momento para “dar para trás”, na verdade, era o momento decisivo entre a vitória ou a derrota! Me coloquei a correr com velocidade na direção dos meus aliados e inimigos, deixando como dito que as chamas tomassem conta das extremidades do meu corpo, a fim de causar mais dor aos meus oponentes. Meu ombro estava com o ferimento, sabia que não conseguiria usá-lo com total eficácia, porém, ele teria que servir o seu propósito de um jeito ou outro.

A ideia inicial era dar um salto na direção dos meus oponentes, girando meu eixo e aplicando um potente chute no que estivesse mais perto — Desgraçado! — Gritava no momento, mas, sem tentar utilizar meus poderes.


Os Infernais - Um Tesouro Banhado em Sangue - Página 6 Fairy-tail-fight



Continuaria o avançando deixando aplicar socos na direção dos meus oponentes, tentando bater com o braço do ombro danificado, por mais que doesse. Travaria a mandíbula nesses momentos, aumentando o ritmo dos movimentos e deixando que o sangue quente percorresse todo corpo com ainda mais velocidade. Optava principalmente por chutes, já que o braço não estava muito bom, acabava dando mais ênfase às pernas. Claro, ficaria sem usar os poderes da Akuma? Não! Em determinados momentos tentaria dar algumas rajadas a queima roupa e também a distância, tentando acertar e principalmente entender como aquela habilidade funcionava em meus inimigos, será que conseguia matar um deles com um único grito?

Independente de como a batalha continuasse, tentaria sempre me colocar da maneira mais ofensiva possível. Acertando socos, chutes e até mesmo agarrando meus oponentes e tentando disparar um grito em seus ouvidos e no próprio rosto, a queima roupa. Observava as ações de Deep – se fosse possível -, realizando algumas tentativas para lançar algumas rajadas ofensivas na direção da oponente ou de sua águia, uma maneira de ajuda-lo a vencer aquele combate e ter tempo livre para retalhar todo esse pequeno exército — Não parem! Continuem! — Gritava em direção aos Infernais, tentando trazer um ânimo, mesmo que estivéssemos em menor número.



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Fazíamos uma trocação mais acirrada, essa era a primeira oponente que realmente parecia aguentar meu poder com força total, estava me sentindo tentado a realmente mostrar o auge do meu poder para ela.

Com o fim do redemoinho, iria tentar usar minhas cabeças para cuspir fogo rumo ao chão e aterrissar tentando não me ferir e então dizer para a tal da arqueira.

Bom… Muito bom… Você é a primeira a durar tanto e nem mesmo parece estar perto de morrer… Tudo bem que continua com um fetiche no meu ombro…

Diria fazendo uma careta de dor ao usar uma de minhas cabeças para morder e puxar fora a flecha.

…Mas já vou avisando que isso é só o começo… Não sou um simples pirata, não sou um humano… Não há uma versão dessa história na qual você ou qualquer um que você conheça saia vivo… Tem uma tempestade chegando na ilha e ela vai destruir tudo… Eu sou essa tempestade…

Spoiler:

Pularia rumo a arqueira, mirando um corte vertical descendente com uma força desmedida, uma tentativa de cortar e até esmagar com o impacto.

Se minha oponente se esquivasse deste golpe, usaria a mão esquerda para cuspir fogo na direção contrária da que meu alvo estava fugindo, ao mesmo tempo que pularia, tentando rodopiar rumo ao oponente com o impulso e reiniciar o ataque com velocidade surpreendente.

Se ela e sua águia saíssem voando, gritaria:

Pros céus hein? Você não acabou de tomar uma surra lá? Mas se você quer desafiar um demônio no vôo… Tudo bem…

E então usaria a ascensão com o elemento raio para que ela pudesse ouvir o crepitar elétrico atrás dela conforme fosse em seu encalço sedento por sangue e combate.

Eu havia estudado as aves recentemente, sei como suas asas funcionam, depois daquela ascensão de fogo que a acertou, suas penas devem ter se chamuscado, não devem cortar o vento tão bem, perdendo velocidade e capacidade de manobra. Por isso avançaria com a  ascensão tentando acertar a dupla pelo lado que as penas parecessem mais queimadas, tentando assim atacar a ave pela posição em que ela teria mais dificuldade em manobrar para longe.

Se me atacassem tentaria usar a mão esquerda para cuspir fogo contra o ataque, tentando o bloquear ao mesmo tempo que tentaria me empurrar para longe e desviar.

Se a arqueira tentasse ir para longe da cidade e da batalha, daria meia volta com minha ascensão e acertaria ela bem no meio da massa de atacantes contra meu navio onde começaria a correr e cortar todos os inimigos que estivessem no caminho, rodopiando e pulando na tentativa de desviar de ataques e contra ataques.

Se alguma flecha viesse contra meu ombro, tentaria pegar ela no ar com a boca da mão esquerda e a quebrar com uma mordida dizendo:

Você realmente está querendo morrer de forma bem dolorosa, não é mesmo?





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Determinado a enfrentar aqueles imensos números, o bravo Deucalion decidiu partir para cima deles sozinho, um homem contra um exército, assim como seu capitão havia feito no passado. Correndo na direção dos adversários, o celestial passou a acertá-los com furiosos golpes usando socos e chutes flamejantes, dando seu melhor para continuar lutando mesmo com o braço danificado.

O navio ainda dava cobertura ao celestial, com ele disparando diversas balas de canhão nos inimigos, diminuindo seus números. Doss lutava com tudo que podia, mas mesmo assim não tinha como evitar todos os ataques inimigos, e assim acabou sendo atingido por alguns tiros nos braços e pernas, mas nada que conseguisse fazê-lo parar de lutar, derrubando mais e mais inimigos com seus ataques mortais e perigosíssimos.

Deep continuava seu combate com Rinchiele Tomor, mais uma vez partindo pra cima dela, acertando na moça uma faca no braço, facada esta que ela respondeu atirando mais uma flecha, a primeira que fora interceptada pela cabeça de coala, mas a segunda acertando-o bem no bíceps. Os dois continuavam brigando no ar, cada um usando seus poderes ao máximo buscando saírem vencedores naquele confronto. - Pirata maldito!

Em seguida, o temível e aterrorizante assassino usou sua ascensão para pegar Rinchiele e sua ave de jeito, conseguindo acertá-los com brutais ataques elementais muito impressionantes. Depois de receber aquele ataque em cheio, Rinchiele recuou um pouco, já estando bastante ferida com aquele combate. Deucalion tentou soltar algumas rajadas ofensivas nela, uma delas atingindo o pássaro, que fez sons de dor ao se queimar com aquilo.



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A luta estava divertida, era hora de começar a explodir tudo para aumentar a diversão.

Não, quero a cidade pra nós…

Mas, hein? Desde quando você se importa com política e reinado? Que merda, você sabe o quando difícil vai ser soltar poder total e não destruir mais a cidade?

Não é problema meu, você sabe as consequências de me desobedecer..

O pior era que eu realmente sabia os problemas e ainda no meio dessa conversa a tal arqueira me chamava de “pirata maldito”.

Não vem querer agradar agora não… Vou comer teu couro em pururuca com farofa, vadia

Levaria a adaga para cima rumo a boca da direita das costas, a qual cuspiria fogo na minha lâmina, amaldiçoando a mesma com o elemento logo antes de eu usar uma ascensão de raios mirando a tal da Rinchiele, mas agora com a maldição em minha adaga, a ascensão seria muito mais poderosa, rápida, indo mais longe e os raios estariam envoltos em lâminas de fogo cortantes.

Tentaria usar a mudança de alcance de minha ascensão para surpreender a moça e acertar, mas acertando ou não o ataque, assim que ele parasse, começaria a golpear o ar repetidas vezes com a faca, soltando diversas cobras cortantes de fogo, tentando acertar ou pelo menos forçar uma movimentação evasiva da moça, perante a qual usaria minhas cabeças das costas para cuspir chamas me jogando para perto da mulher para usar minha habilidade de nome inferno, usando o elemento de ácido, tentando corroer mais as penas e a arma da oponente.

Qualquer ataca eu tentaria defender com as cobras cortantes, forçando competições de força ao chocar um ataque no outro e se o ataque for fraco, ainda aproveitar para a cobra continuar e ir rumo ao meu atacante.






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A continuação do combate era árdua, por mais que lutasse com todo meu vigor, ainda sim a diferença numérica era notável. O canhão salvou nosso grupo, sem ele com certeza seriamos obliterados sem nem pensar duas vezes — “Complicado, muito complicado.” — A dor reverberava pelo corpo e alma, sinceramente, nunca fui uma das pessoas mais resistentes do mundo, mas aquele combate parecia querer me levar ao extremo em todos os âmbitos possíveis — Argh... — Não consegui contar o gemido de dor com os disparos em meus membros, que porra, precisamos de mais homens.

O pensamento era certeiro, atacar desenfreadamente necessitava de números capazes de fazer jus, afinal, o único com grandes golpes em área estava no momento ocupado com uma mulher e uma ave — “Como posso fazer o jogo virar?” — Questionou em meio aos socos e chutes, sentindo o líquido rubro da vida escorrendo pelos buracos em meu corpo. O incômodo parecia maior, a dificuldade de se movimentar veios com os ferimentos, que complicou ainda mais minha situação. Minha mente só encontrava uma resposta e era aquele demônio que liderava os Infernais, com ele aqui com certeza os números não criaria uma discrepância tão grande assim entre nossas forças, porém, como posso ajuda-lo daqui?

As rajadas não pareciam funcionar, mas ainda era minha aposta mais segura. Porém, precisava de alguma forma continuar por ali, ajudando meus aliados a obliterar o máximo de inimigos possíveis. Mesmo com o braço e perna lesionada, continuava aplicando o máximo de força que me fosse permitido com tal debilidade. Evitando movimentos amplos, optando por socos mantendo a firmeza na base, tentando de alguma forma prosseguir naquela luta. As chamas potencializavam os meus golpes, as labaredas ardiam com todo fervor que existia em minha alma, cada soco, cada chute carregava o meu desejo pela vitória, afinal, não posso deixar aqueles em meu comando perecer.

O primeiro grito era dado após algum tempo de combate, buscando atingir o máximo de inimigos possíveis em uma linha reta, observando o efeito que aquele poder faria. Mas aquele não era um grito comum, era um grito que vinha do fundo da alma, um grito carregado pelo desejo de ceifar a vida dos meus inimigos em um só movimento, aquilo era algo que vinha do convívio da besta, que aos poucos, parecia dominar ainda mais o meu ser. Meus olhos estavam atentos ao combate como um todo, mais inimigos estavam vindo? Era necessário recuar? Existia algum inimigo se destacando entre aquele montante de gente? Era algo simples, se existisse uma liderança entre eles, se o finalizasse poderia causar algum caos em seu grupo.

Aquele era o destino da segunda tentativa de usar o poder do fruto do demônio, um grito focado em atingir a figura de destaque, isso é, se ela existisse por ali. E caso não tivesse? Era simples! Iria na mulher ou na ave que Deep estava enfrentando, tomando cuidado para não o acertar, disparando apenas no momento que fosse claro o acerto. Por fim continuei avançando e chamando meus homens para acompanhar! Os tiros dos canhões davam um equilíbrio ao combate, mesmo que em alguns momentos sentisse como se fosse algo irrisório. A dor? Não, aquilo não iria me parar, pelo menos, não enquanto as chamas ardessem em meu cerne.


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Deucalion e os tripulantes infernais continuavam o melhor de si mesmos durante aquela terrível batalha. O celestial seguia lutando com tudo que tinha, dando socos e chutes flamejantes nos inimigos que se aproximavam dele, com o barco continuando os disparos de canhão nas redondezas do local, sempre acertando vários marinheiros ou membros das tribos de uma vez.

Mais uma vez o celestial tentou usar aquele poder que ainda não controlava, e dessa vez, por sorte, ele teve sucesso. O disparo de energia sonora gerado pelo grito atingiu vários inimigos de uma vez, derrubando-os instantâneamente. Mas mesmo com isso, a batalha não parecia ter fim, pois Deucalion fora logo atingido por uma bala de mosquete na coxa esquerda, e em seguida um grupo de inimigos o cercou. - Você tá cercado, renda-se! - Falou um marinheiro, de espada erguida.

O temível coala assassino continuava sua peleja contra Rinchiele, estando claramente na vantagem naquele conflito longo e sangrento.  Cuspindo fogo em sua lâmina e usando sua ascensão, Deep aproximou-se da inimiga e conseguiu acertá-la com seus ferozes e destruidores ataques, claramente causando mais sérios ferimentos nela, mas sem conseguir acertá-la com ácido.

Em retaliação, ela disparou mais flechas contra o pirata, uma das tais flechas acertando-o em um dos braços com cabeça de coala. A líder de Draham seguia voando com seu pássaro, encarando Deep e ainda dentro da batalha. Caos e brutalidade reinavam naquela região, com vários corpos mortos já estando nos chãos tendo sido resultados do conflito que estava acontecendo ali. Quem sairia vencedor? Ainda não era possível saber.



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A troca de carinho em pleno ar estava bem acirrada com a tal arqueira, inclusive ela me acertava em um dos braços com cabeças de coala e a dor me levava a cerrar os olhos da esquerda e soltar um gemido rouco de dor.

-Vadia… Seria uma pena se eu não soubesse o por que aves não voam em nevascas… Te vejo no chão, humana…

Respiraria fundo com minhas cabeças e começaria a cuspir frio da cabeça principal e ácido da cabeça do peito, visando lançar ácido super gelado sobre os céus acima de mim, englobando a arqueira e sua montaria em uma nuvem de gotículas ácidas que grudariam neles pra criar cristais de gelo pesados que poderiam impedir a ave de voar. Era uma técnica nova, uma das mais poderosas, coração de Lilith.

Após o uso da técnica,  faria uma cambalhota no ar para olhar pro chão e cuspir chamas de todas as minhas bocas para amortecer a queda para aterrissar.

Se a ave não caísse com a técnica de congelamento, daria facadas no ar tentando mandar minhas cobras de elemento cortante para acertar suas asas em busca de derrubar as mesmas.

Se a ave começasse a cair em algum momento, correria na direção da queda e me posicionaria deixando o local da queda entre eu e a cidade, mirando dessa forma para longe de meu navio e para cima da cidade. Tentaria pular sincronizando um ataque de adaga com a queda da ave, caindo sobre ela e a arqueira no mesmo momento encostam no chão, atravessando ambos os alvos com a lâmina da adaga e acertando a mesma no chão para usar minha habilidade de ruína através delas e explodir o chão através de seus corpos num cone de chamas de tamanho assustador.

Se em algum momento fosse atacado, tentaria bloquear o ataque com uma de minhas cobras cortantes, tentando obliterar o mesmo, assim como o atacante.

Caso eu conseguisse matar a arqueira com minha ruína, o barulho e o show de luzes da técnica provavelmente chamariam atenção para nossa direção e usando de minha capacidade de ecoar meus sons, começaria a ecoar uma risada insana pelo campo de batalha enquanto sairia do meio das chamas de minha técnica, arrastando o resto do corpo da arqueira, o puxando pela canela com a boca da mão esquerda.



Todas minhas caras que não estavam segurando o corpo, estariam babando, com um olhar cheio de sede de sangue, qualquer pessoa normal poderia sentir um frio na espinha, bambear as pernas e entender o por que de eu ter ganho a alcunha que ganhei.

risada:

Jogaria o que restava do corpo da mulher para perto dos inimigos sobreviventes e diria:

Quem ainda quiser lutar, venha aqui… Mas só hoje estamos aceitando inscrições para escravos… Entreguem as armas e eu não esquartejarei cada um de vocês, ou me ataquem logo… Não é como se eu não fosse amar, matar a todos aqui… HYAHAHAHAHAHAHAHA…







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Porra! — O combate continuou com sua total intensidade, as coisas pareciam cada vez mais complicadas. Continuava a todo custo enfrentando os inimigos, a desvantagem numérica era um fator complicado, mesmo com o canhão como um auxílio, os antagonistas se mostravam resistentes. O poder daquela fruta mostrava seu valor, por mais inconstante que fosse, sem ele certamente já teria encontrado a morte. Respirei fundo por alguns instantes, sentindo o líquido rubro da vida escorrendo pelos buracos em meu corpo, era complicado — “Merda, o que eu faço?” — O pensamento desesperado cortou minha mente, por mais impassível que minha expressão externa pudesse ser, minha mente fervilhava perante aquela pedra em meu sapato.

No primeiro passo que dei perdi as forças nas pernas e por um instante meus joelhos tocaram o chão, a dor daquele último tiro era sentido até mesmo em minha alma — HOMENS! — Gritei com todo fervor existente em meu coração — NÃO DEIXEM NINGUÉM VIVO! — O segundo grito veio carregado por uma fúria incomum, por mais cercado que pudesse estar não podia mostrar fraqueza, não naquele momento — Render-me? Você só pode está louco. — As palavras eram cuspidas enquanto me colocava de pé novamente — Eu posso fazer isso o dia todo! — A saliva misturada com sangue voava da boca, enquanto meus punhos erguiam-se armando novamente a base.

Irei queimar todos vocês! — Deixava minha vontade exalar, assim como as chamas que envolviam meus punhos. Aquele era o fim? Foda-se! Não me levaram preso como da última vez, não há a opção de ser enjaulado novamente, prefiro a liberdade da morte. Os punhos fecharam-se com ainda mais força, meu ímpeto alcançava seu ápice e naquele momento eu só pensava em minha coisa: matar aqueles miseráveis! Fugir nem sequer passou pela mente, na verdade, sabia que era impossível sair dali, não cabia depositar uma esperança inútil em uma opção como aquela. Toda minha alma estava focada naquele avanço, a dor reverberava pelo corpo a cada passo que dava, a cada movimento que meu corpo fazia era como se ele gritasse “Pare Deucalion”, mas não, eu não vou parar!

Avancei contra aquele homem que outrora gritou para que me rendesse, sim, levarei você comigo para os confins do inferno! O soco era largo e com pouca técnica, não contava mais com a liberdade que os anos de treinos me proporcionaram, agora deixava um pouco da selvageria da besta mover-me. Meu punho veio de cima para baixo, na diagonal. Minha intenção? Acerta-lhe bem na fuça e queimar aquela cara. O golpe seguinte? Um grito! Um grito que visava estar envolto pelo poder da minha fruta, um grito onde foi possível sentir o sangue em minha garganta, minhas veias quiçá explodissem sem nem ao menos liberar aquela habilidade, mas eu não me importava. O avanço continuou com um segundo passo firme no chão, não podia perder a força novamente, não naquele momento. Um segundo soco era direcionado ao mesmo alvo, na verdade, meu objetivo era quebrar aquele cerco e continuar avançando, fugindo daquela posição complicada onde havia me colocado.

Talvez alguns dos homens viessem em meu auxilio? Sim, mas sinceramente não contava com aquilo. Quebrando o cerco ou não eu continuava avançando, um passo após um outro, um soco seguido do outro. Defesa? Não cabia naquele momento, algumas esquivas simplórias tentariam ser realizadas, já que os danos causados pelos ataques complicavam a movimentação, era difícil. Se em algum momento perdesse as forças, tentaria cair sobre algum dos inimigos, enfiando os dedos em chamas em seus olhos, tirando sua visão. Giraria meu corpo colocando-o sobre mim para evitar possíveis ataques em minha direção, afundando ainda mais meus dedos em seus olhos, eu queria sentir seu cérebro na ponta dos meus dedos.


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Aquela terrível e sangrenta batalha continuava, parecendo ficar mais destrutiva e violenta a cada segundo que se passava. Deucalion se encontrava cercado por inimigos, Deep ainda enfrentava a Rinchiele Tomor, e a escuna dos infernais ainda disparava balas de canhão contra os inimigos que avançavam ainda em grandes números. Os infernais davam o seu melhor para saírem vencedores naquele conflito, e o mesmo podia ser dito de seus adversários.

Rapidamente, Rinchiele conseguiu acertar mais uma flecha em Deep, dessa vez no abdômen, mas isso não havia sido o suficiente para parar o temível assassino coala. O pirata, em resposta, usou suas técnicas devastadoras, e assim, foi capaz de derrubar a moça de sua montaria alada, matando ambos e causando uma devastação que certamente era indescritível de tão assustadora. Ao ver sua líder ser derrotada, os inimigos próximos do coala jogavam suas armas fora desesperados e alguns começaram a fugir mesmo que não soubessem pra onde, aterrorizados com a risada maléfica do capitão pirata. - É o fim! - Gritou um deles enquanto fugia, cheio de lágrimas nos olhos.

Enfurecido, e sem se importar com a tremenda desvantagem onde se encontrava, Deucalion partiu pra cima dos adversários que o cercavam. O celestial usou suas habilidades de luta ao máximo, ainda conseguindo derrubar mais oponentes com seus socos e chutes flamejantes. Eventualmente aquilo tudo acabou se provando demais para o pirata alado, e ele se viu recebendo mais e mais danos, tiros no torso, cortes nas pernas, mas mesmo assim ele continuava brigando.

No meio da enxurrada de ataques, um marinheiro particularmente habilidoso, com um ágil e preciso movimento de espada, foi capaz de cortar fora o braço esquerdo do celestial, fazendo o membro decepado logo cair bem na frente do pirata, com o tremendo ferimento imediatamente começando a jorrar sangue. A situação do celestial era séria, e a cada segundo parecia que sua vitória estava mais e mais distante.



off pro avaliador:

Histórico Deep:

Histórico Deucalion:
Deep
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Deep
Novato


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A arqueira me acertava na barriga, o que fazia meu rosto do tronco se contorcer de dor, mas isso não impedia o que estava por vir. Uma nuvem de ácido gélido derrubava a dupla dinâmica e em seguida eu aplicava o golpe mais forte contra a oponente, o que acabava matando ela e sua ave, assim como abria uma cratera em chamas à minha frente.

A sensação da vitória e a embriaguez dada por aquele poder todo quase me faziam esquecer da dor e do cansaço que começavam a se acumular conforme suor e sangue começavam a escorrer por minha pele.

Minha risada ecoava pelo campo de batalha, com alguns inimigos fugindo com medo, mas algo ecoava em minha mente.

EU DISSE PARA NÃO DESTRUIR A CIDADE…

E eu não vou destruir, ok? Só inaugurei um novo lago na beiradinha dela… Ok mas do que na beiradinha… Mas não é como se eu tivesse apagado ela do mapa, né? Fora que não tem como tomar uma cidade a força sem quebrar ela um pouco… Ou você pretende entrar pras eleições aqui?



Viu? Eu vou te entregar a ilha toda, aí é melhor que a cidade apenas, não?

Você acha que pode dominar a ilha toda com facilidade né moleque? Você viu a força que alguns da paradise podem ter e ainda tem essa confiança? Você ficou bêbado com o poder?

Só um pouquinho… Não é como se você não gostasse também de como eu estou pensando… Vamos lá, você não é de desperdiçar a chance de matar gente por coisinhas assim, pra que poupar vidas para dominar uma cidade, se podemos aniquilar todos para dominar a ilha… Né, né?

Hohohoho… Me surpreendeu moleque… Ok… Vou ignorar os danos na cidade por enquanto, mas vejamos o quanto você pode fazer… Mas você sequer consegue extrair mais algum poder para usar aki?

Pfff… Você sabe muito bem que eu posso transformar isso num parque de crateras… Observe.


Iria então enfiar minha adaga no chão novamente, mandando a ruína de chamas novamente, mas dessa vez mirando os inimigos que fugiram.

HYAHAHAHA… QUEM FOI QUE DEU PERMISSÃO PARA VOCÊS FUGIREM?

Ofegante e começando a ficar cansado, tiraria a flecha em minha barriga com a boca da mão esquerda e um puxão logo antes de observar a luta perto do barco, caso visse o Deucalion ferido, cuspiria fogo para trás com as bocas das costas, tentando pegar impulso e avançaria em velocidade máxima para cima do meu imediato, agarrando sua roupa com a boca da mão esquerda e pulando segurando ele para o barco, soltando ele no convés enquanto eu mesmo caía sentado na beirada do barco. Durante o caminho, se algum inimigo estivesse na frente, o golpearia horizontalmente com a adaga em um movimento de corte, tentando os cortar ao meio ou o mais próximo possível disso.

Infernais, tratem das feridas do Deucalion e levem o barco para um porto seguro para que possamos comemorar…

Se o grupo de oponentes fizesse a mínima menção de nos atacar, mesmo eu estando no barco, diria em alto e bom tom:

Ei ei ei… Vocês são burros ou o que? Vocês não acabaram de ver o que eu sou capaz de fazer simplesmente enfiando a faca com força no chão? Vocês realmente querem atacar o barco que o demônio tá protegendo? Deixa eu dar pra vocês um resumo da situação… Eu sou um poder que vocês são incapazes de sequer rivalizar… Se vocês me desafiarem eu vou apenas congelar vocês em blocos de gelo ácido de forma que seus cadáveres serão apenas gosma quando o gelo derreter e eu posso fazer isso num piscar de olhos… OU… Vocês podem se humilhar e fugir por suas vidas, tentarem voltar para suas famílias… Eu ficaria feliz tanto dizimando os malditos que me desafiam quanto vendo seus corações destruídos por medo… mas qual opção é a melhor pra vocês? Vocês realmente ganham o suficiente para lutar contra um demônio?

Se eles começassem a se questionar e discutir, deixaria os fazer e sinalizaria quem estava nos canhões para parar de atirar. Queria observar o caos e a confusão nos corações daqueles homens.

Se após minha fala, continuassem nos atacando, usaria o coração de Lilith para tentar congelar todos aqueles vermes.

Se decidirem recuar para lutar outro dia ou fugir para se esconder, esperaria alguns segundos para eles acharem que estavam indo pra segurança e usaria então o coração de Lilith para tentar os congelar.

Se os homens começassem a recuar e alguém me perguntasse se eu ia mesmo os deixar fugir, diria sorridente antes de usar o coração de Lilith:

Nunca disse que os deixaria fugir… Apenas disse que ia me divertir com eles correndo de mim e eles podiam tentar voltar pras famílias…

De qualquer forma eu tentaria ter estátuas de gelo ali, fossem as estátuas de gelo de bravos soldados que foram corajosos contra uma força superior ou covardes que fugiram da batalha contra um poder desesperador, não me importava, a mensagem para os que encontrassem seria a mesma… “Meu poder é superior ao de vocês”.

Se algum ataque fosse jogado contra mim, tentaria o bloquear com golpes de adaga, tentando jogar o ataque pra longe.

Se o barco saísse da cidade e estivéssemos longe de combate iria na cozinha do barco pegar um presunto e vinho para encher a barriga enquanto esperava o Docc terminar com Deucalion para poder tratar as minhas feridas.enquanto eu descansaria sentado no convés, encostado no mastro do barco, observando o céu com um sorrisinho nos rostos.






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Pirata





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Meu espírito continuava inabalável, a cada ataque sofrido eu lançava dois ataques, estávamos na vantagem, estávamos vencendo! Bem, foi isso que pensei por algum tempo, principalmente ao ouvir a voz do capitão ecoar pelo ambiente com velocidade e alguns dos inimigos largarem suas armas e correrem como galinhas, sim, tudo havia dado certo mais uma vez. A dor era agoniante, me movimentar parecia cada vez mais difícil, minha força não era a mesma de antes, mas continuei, sinceramente, por singelo momento senti que fazia parte de algo maior.

Como um balde de água fria aquele último ataque acabou completamente com meu ímpeto, meus olhos se arregalaram ao ver meu braço esquerdo se separar do meu corpo. Como tinha chegado até aqui? Me deixei empolgar demais? Não, não tinha outra forma de sair vivo sem lutar e foi isso que fiz. Tudo aconteceu muito rápido, minha mente por um momento se desligou, contudo, retornou a luz logo em seguida — “Talvez não seja uma vitória” — O pensamento cortou minha mente enquanto minhas pernas perdiam a força, os joelhos tocavam o solo e parecia que o fim estava bem na minha frente.

A dor era completamente surreal, sinceramente, por mais que quisesse, não conseguia sequer raciocinar. Aos poucos meus olhos foram revirando aos poucos enquanto a consciência se esvaia do meu ser, era o fim? Talvez.


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Capodecina



Todos

Deucalion, agora sem seu braço esquerdo, se via extremamente ferido no meio daquele ambiente tão terrível e caótico. Mesmo que os outros inimigos não partissem pra cima dele para finalizar o serviço, o celestial não parecia estar em condições para continuar lutando. Deep, por outro lado, estava tendo um ótimo resultado, e apesar de também ter sustentado alguns ferimentos, havia derrubado um alvo de muita importância para a hierarquia de Hasagt.

De repente, aconteceu uma enorme explosão bem perto de onde Deucalion estava, por pouco errando o celestial, mas mesmo assim, a onda de choque resultante do impacto arremessou o pirata contra o rio, caindo na água e sendo levado para longe, tudo isso sem que seus companheiros percebessem, afinal, o ambiente ainda estava imerso em muito caos, morte e selvageria. Apesar de tudo, porém, o pirata celestial ainda se agarrava a vida enquanto era carregado pelas águas.

Com os inimigos mais próximos fugindo aterrorizados com o temível coala assassino, Deep não pretendia deixar que escapassem com vida, acertando-os mais uma vez com suas incrivelmente destrutivas habilidades, causando danos imensuráveis a tudo naquela área. Após isso, o capitão parecia estar satisfeito com a carnificina por enquanto, retornando ao seu barco junto com os poucos infernais sobreviventes, deixando um rastro de estátuas de gelo para mostrar que ele esteve ali.

Colt ainda cuidava do navio, e Doc aparecia logo em seguida, um pouco ferido. Mas o capitão não conseguia ver Deucalion, seu imediato, em lugar algum. Enquanto o barco zarpava e o mink símio começava a tratar das feridas recebidas pelo coala, o cowboy Colt se aproximou, gélido e super sério como sempre. - Capitão, o Imediato Deucalion desapareceu. Não sabemos onde ele pode estar. - Ele explicou, esperando uma resposta de seu superior enquanto o barco deixava o campo de batalha cheio de cadáveres para trás.



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A mente turva confundia meus sentidos, mas ainda assim era capaz de ter noção do que estava ocorrendo, pelo menos, por alguns segundos — “Água?” — O pensamento cortou minha mente em uma última fagulha de consciência, não tinha total certeza. Perdido em minha própria mente me vi de frente com uma criatura estranha, seu corpo musculoso e repleto de cicatrizes espalhadas por toda extensão, longos cabelos selvagens e ásperos; suas mãos eram grandes, seu punho fechado com certeza encobriria meu rosto por completo.

“Quem é você?” — Perguntei um pouco confuso, eu havia morrido? Aquele era o inferno? Espere, ele não me parece estranho — “Você se deixou levar pelo egoísmo, não me permitiu sair e acabamos aqui.” — É a Besta! Então essa é sua aparência? — “Não foi bem assim, a situação ficou complicada. Nossos números eram menores e acabei tomando a frente...” — Não pude terminar de falar, era verdade, havia tomado a liderança como um verdadeiro imediato, mas, sinceramente, aquilo não era do meu feitio — “Se deixou levar. Não tem como refutar a verdade.” — A criatura estava falando comigo e aquilo sim era estranho, mas, estávamos realmente mortos? Minha alma havia parado em algum lugar diferente?

“Onde estamos?” — Questionei olhando ao redor buscando por alguma referência, porém, aquele mundo escuro não me permitia ter nenhuma noção — “Não sei. Não consigo ver nada lá fora, tampouco aqui dentro.” — Sua voz parecia ligeiramente mais grave — “Dá próxima vez, deixe-me tomar conta da situação.” — Próxima vez? Estamos mortos, meu querido! — “Se tiver uma próxima vez, não é?” — Brincar naquela situação era complicado, porém, não impossível — “Só resta esperar. Mas, nunca lhe vi dessa forma, esse é seu verdadeiro eu?” — Sentava cruzando as pernas observando a criatura, que me parecia bem humana, algo muito distante da minha imaginação — “Tenho várias faces, carrego vários nomes. Sua mente frágil não seria capaz de lidar com a verdade.” — Mente frágil? Quem ele pensa que é? — “Besta, veja bem, minha mente é mais forte do que você pensa.” — Falava apontando com o indicado para região da têmpora — “Não me subestime, até mesmo você estaria nessa situação ou talvez pior, já que não tem inteligente o suficiente para recuar.” — Erámos como dois irmãos? Às vezes.

O cabelo da criatura começou a ascender em labaredas ardentes que tocava em seu calcanhar, sua face iluminou-se, revelando olhos carregado por um ódio que parecia sem fim, sobrancelhas grossas, beiços que seguiam as mesmas características — “Não me compare a você.” — Certo, achei que ele seria mais bruto — “Ok, ok. Gostei do novo estilo.” — Comentava apontando para o cabelo. Tudo estava “bem”, contudo, em determinado ponto aquele mundo tremeu como se fosse ruir a qualquer momento, era estranho. Pude ouvir algumas coisas ecoando, vozes? Não. Gritos? Não sei, acho que não. De qualquer forma, permaneci nesse ambiente acompanhado da criatura com qual dividia corpo, ambos calados, tentando entender o que estava acontecendo.


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