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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

Os Infernais - Um Tesouro Banhado em Sangue

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Relembrando a primeira mensagem :



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[Piratas]Deep Cutt e Rex

não possui narrador definido.
Aberta

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Deucalion

A jornada da escuna dos infernais continuou, com o bando pirata ainda em sua viagem pelo rio, atravessando as intermináveis savanas de Hasagt em direção ao tesouro que supostamente estaria próximo das montanhas de picos congelados. O sol da manhã continuava brilhando, sem muitas nuvens para escurecer os céus. Colt seguiu guiando a embarcação, e Doc junto dos seguidores cuidavam das operações cotidianas do barco. Deuclaion refletia sobre seus próximos passos, e parecia que a viagem continuaria sem mais tribulações.

Até que, eventualmente, eles avistaram algo além de animais bizarros, savanas intermináveis ou campos nas margens do rio. Ao longe, era possível enxergar um pequeno acampamento de nômades, algo de escala bem pequena, sem muitas barracas à vista. Os infernais conseguiam ver que algumas crianças brincavam no campo próximo as barracas, e algumas moças lavavam roupas na água do rio onde o barco navegava.

Aqueles nativos não pareciam alarmados com a presença do barco, afinal, ele não possuía uma Jolly Roger, a famosa bandeira pirata negra com a caveira e os ossos. Além disso, pareciam um grupo bastante isolado, sem ter muito acesso às informações de que os infernais tinham atacado Hasagt Altai no dia anterior. Até onde eles sabia, aquela escuna era apenas um barco comum que não os apresentava perigo. E agora, o que faria Deucalion e os outros infernais?

Deep

Ainda mais furioso graças as novas palavras do coala, Edward ergueu novamente sua espada e, com as duas mãos, disparou mais um corte de ar na direção do pirata, corte esse que era tão ou mais forte que o ataque anterior graças ao ódio que o fortalecia. A lâmina de vento ia em alta velocidade, e logo chocou-se em cheio com a arma do assassino, que tinha o intuito de realizar um bloqueio. O choque do ataque com o bloqueio causou uma onda de choque ao redor dos dois combatentes, fazendo até mesmo com que alguns focos de fogo se apagassem.

Mais uma vez, o impacto do golpe foi bloqueado em grande quantidade, mas ainda assim parte dele atravessou as defesas de Deep, causando nele mais um corte, dessa vez no ombro oposto. Apesar disso, o saldo ainda havia sido positivo, pois estava claro que receber um golpe daqueles cheio no máximo de seu potencial são seria nada saudável. - Maldito! Morra de uma vez! - Gritou o marinheiro, frustrado por Deep ter mais uma vez conseguido evitar sua técnica.

Após isso, o demônio avançou novamente na direção do sargento, que decidiu encarar seu oponente no mano a mano já que os ataques em longa distância não aparentavam estar funcionando. Em alta velocidade, Edward avançou brandindo sua espada, mirando arrancar a cabeça principal do pirata com um só corte. O coala demoníaco, porém, estava preparado, e conseguiu usar sua própria adaga para travar a lâmina do sargento nos dentes da meitou, em seguida cuspindo ácido nele. - AHHH SEU DESGRAÇADO! - O espadachim urrou de dor ao ter sua pele queimada pela substância, e apenas na base da fúria conseguiu retomar o controle de sua espada, desferindo um poderoso socão bem no rosto do assassino, jogando-o alguns metros pra trás e abrindo novamente distância entre eles.

Agora, Deep podia ver que Edward estava bastante debilitado, seu braço esquerdo tendo sido inutilizado devido ao ácido, ele claramente estando nas últimas depois de todo aquele combate. Mas ele não ficariam juntos por muito tempo, pois mais um pelotão de 15 marinheiros armados com espadas e mosquetes desceu do que restava do posto avançado até o lado do humano ferido. - Sargento, já chamei reforços, precisamos apenas segurar esse maníaco até que eles cheguem! - Um dos soldados comentou, mas o loiro estava enfurecido demais pra responder. - Somos os últimos sobreviventes, os outros foram pegos nos tiros de canhão. Não podemos deixar que os sacrifícios dos nossos companheiros sejam em vão! - Ele finalizou, elevando os espíritos de seu time. Pelo visto, o coala precisaria vencê-los rápido, ou arriscar ter que enfrentar ainda mais oponentes…



Histórico Deep:

Histórico Deucalion:

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Pfff… São como baratas, aparecem aos montes do nada e são persistentes demais…

Dizia vendo mais marinheiros aparecendo após a troca de carinhos entre eu e o sargento. Eu tinha pequenos cortes e furos  em geral concentrados nos ombros, mas estava numa vantagem absurda, mas não tenho capacidade de lutar três dias e três noites sem me cansar, na real não deve demorar a eu começar a realmente sentir meus membros pesarem, se eu continuar lutando por muito tempo e agora com os reforços a caminho, isso será um saco.

Faria então um leve corte em meu braço esquerdo com a meitou para ativar meu assombrar e cuspiria um jato de fogo das cabeças das costas, chacoalhando elas de lado para espalhar as chamar e cobrir a visão de mim, logo antes de sumir dando um pulo e reaparecendo bem alto acima deles, tão alto quanto eu conseguisse pular. Nesse momento iria retesar o braço esquerdo e então avançar ele com força para frente, cuspindo uma torrente de fogo tão forte e grossa quanto eu seja capaz de criar, mirando o chão no centro do grupo de marinheiros, para as chamas se abrirem e esparramarem, tanto para os danificar, quanto para incendiar e gerar fumaça nos locais próximos.

Os Infernais - Um Tesouro Banhado em Sangue - Página 3 Sabo-sabo-hiken

Com fumaça e chamas atrapalhando a visão deles e o assombrar ativado, a situação seria uma só,  aproveitaria de minha capacidade ilusória para imitar sons de ataques e movimentações em pontos que eu não estava, enquanto aproveitaria da distração e fumaça para usar o assombra, sumir e aparecer atrás do oponente mais perto, esfaqueando ele e usando as garras da lãmina para tentar o jogar rumo ao próximo que está mais perto, para aparecer atrás desse tentando cortar a nuca do mesmo tentando decapitar ou quase, repetindo isso com sons confusos de eu atacando outra pessoa a cada movimento.

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Se tentassem me atacar, se possível tentaria sumir para me esquivar e aparecer atrás do atacante o esfaqueando a barriga pelas costas antes de continuar minhas ações. porém se não fosse possível, daria mortais, pulos e cambalhotas para tentar pular para os lados ou por cima do ataque, o que fosse mais simples.

Se estivesse com o sargento ao meu alcance, sumiria e aparecia pulando sobre ele de ponta cabeça, movimento no qual tentaria golpear minha adaga contra suas costas para fincar os ganchos dela como se fossem os de um açougueiro em sua carne, visando aproveitar da velocidade do meu giro, assim como minha força, para o erguer do chão, jogando seu corpo num giro me acompanhando e o enfiando de cabeça com toda a força contra o chão no fim de minha acrobacia.

Após matar todos ou no caso de conseguirem ler meus movimentos e frustrarem o ataque, usaria minha ascensão com ácido para sair dali e largar algo nocivo no local, saindo pelo ar indo em direção ao destino do bando, caso conseguisse chegar no barco, desligaria a técnica logo antes de aterrissar para não danificar o barco.








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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Os Infernais - Um Tesouro Banhado em Sangue - Página 3 MnCFSj3



Colt, precisamos parar. — A voz mansa voou da minha boca em direção ao navegador — Essa é uma oportunidade para conseguirmos alguns recursos, essa Ilha tem muitos rios, não vamos conseguir transitar por eles sem comida. — Aquele era um problema que teríamos que lidar uma hora ou outra e talvez, não teremos a chance de encontrar outro lugar de aparência tão simples e sem muita segurança como essa — Os nativos de antes já sabem da nossa presença, mas esses não ficaram alarmados, a informação ainda não chegou aqui. — Externava meu raciocínio com clareza.

Aquela era uma oportunidade interessante, principalmente para mim, já que precisava deixar a Besta sair um pouco — Isso também dá tempo ao capitão encontrar a gente, não sabemos como está a situação dele lá atrás. — Dava pra sentir a diferença no tratamento dado pelo navegador a mim e ao capitão, não que ele esteja errado, mas isso me da uma brecha para usá-lo ao meu favor — “Ele pode não querer, mas fazer o que? Não acho que consiga enfrenta-lo no mano a mano, muito menos isso é interessante para o grupo em si, teria o capitão como um inimigo também.” — Era lógico, para navegar era necessário Colt ali, talvez no futuro pudesse assumir seu lugar? Bem, talvez.

Não tinha certeza se o navegador iria ouvir, infelizmente existe a discrepância entre as forças, mas que em breve seria mudado — “Não posso permitir que isso continue, preciso treinar e ficar mais forte... resta saber como.” — Não tinha nada em mente, porém, a Grand Line é extensa, certamente iria conseguir algo de útil naquele mar. De qualquer forma, caso Colt concordasse com minha ideia, pediria para que ele fosse devagar, além de claro, voltar minha atenção aos outros tripulantes quando ainda estivesse longe do acampamento — Vamos fazer uma pausa rápida aqui, não ataquem a princípio. — Dizia de maneira simples e direta, tentando assumir a liderança daquela ação — Vamos aproveitar para tentar fazer tudo limpo, não sabemos o que pode ter na floresta. No meu sinal avancem e se divirtam como quiser, sejam rápidos, não esqueçam de pegar os suprimentos e itens de valor que encontrarem. — Não deixava-me esquecer dos guardiões citados pelo homem anteriormente, além de claro, os outros animais exóticos espalhados pela Ilha.

Ia em direção a ponta do barco, acenando com um sorriso no rosto em direção as figuras existentes por ali — Senhores! Finalmente encontrei algum ser vivo! — Bradava com um sorriso — Vocês podem nos ajudar? — Tentava chegar o mais perto possível dali, talvez fosse necessário pular na água? Sim, mas, trocaria olhares com Colt – se fosse possível – tentando indicar para ele se aproximar o máximo que conseguisse — Vão! — Berrava dando sinal quando fosse o momento certo, esperando que os homens avançassem por ali com toda selvageria de sempre. Minhas ações? Como de costume seriam ligeiramente diferentes, pelo menos, naquele momento inicial.

Observar seria minha primeira opção, além de claro, ir até terra firme em passos largos – ou nadando — “Está pronto?” — Falava com a criatura em meu interior, era possível sentir seu desejo por sangue. Esperava que aquele ataque fosse limpo e simplesmente não ligava para quem morresse, aproveitava o momento como dito para observar, dando uma boa olhada no que fosse interessante por ali e principalmente na área da floresta, existia a chance de uma criatura medonha pular daquele lugar. Em terra firme, olharia ao redor buscando a presa mais fácil, independente da sua idade ou sexo, buscava um ser humano que não fosse me dar muito trabalho. Encontrando uma figura daqueles, aproveitaria para avançar com velocidade em sua direção, correndo e no momento propício saltando em sua direção, tentando cair em cima da mesma.

O que faria a seguir? Bem, era simples! A sequência de socos seria dada com certa selvageria, segurando pelo cabelo e acertando sua face/cabeça contra o solo. Meu objetivo? Desacordar aquela figura, sinceramente queria poupá-la do que estava por vir, não sou um monstro como a criatura que reside em meu interior. Puxaria meu alvo para o canto ou para mais perto do barco, meu objetivo era sair da área de ação, buscando no caminho por uma faca, garfo ou qualquer objeto pontiagudo, aquilo iria facilitar minha vida. Encontrando usaria tal objeto para perfurar o corpo e deixar o sangue extravasar, senão, faria isso com minhas mãos e boca, puxando a carne em pontos sensíveis, como no pescoço por exemplo. Com o líquido rubro da vida banhando o corpo da minha vítima, simplesmente tiraria aquela máscara e esfregaria no sangue, pintando-a por completo — Espero que consiga se divertir... — Era minha última fala antes de colocar a máscara, naquele momento a criatura que estava em meu interior estava livre, para sua felicidade.


. . . Liberdade

As botas foram as primeiras coisas que foram jogadas próximo ao navio, seguindo da camisa e do sobretudo que protegia o corpo esguio e queimado de Deucalion. A respiração da Besta era ligeiramente mais pesada, a íris vermelho-sangue indicava que ela estava livre para espalhar o caos pelo mundo. Seus olhos vasculhavam o ambiente com velocidade, era como se um verdadeira animal selvagem estava tinha sido liberado naquele lugar. Ele avançou com todo seu ímpeto maligno na direção de um ou mais inimigos, simplesmente não se importava com quantos oponentes teria que lidar, já que ele iria matar cada um que estava à sua frente. O salto seria dado quando chegasse perto, o brilho vermelho dos olhos, os braços e pernas abertas indicavam que bestialidade que aquela criatura tinha.


Os Infernais - Um Tesouro Banhado em Sangue - Página 3 Fire-force



A queda em cima do seu inimigo seria selvagem, assim como as ações seguintes, que iniciavam com uma sequência de golpes com os punhos em chamas, golpes que carregavam toda brutalidade de alguém que estava sedento por sangue. Ele deixava que suas chamas queimassem seus oponentes, enfiando o dedo em seus olhos, batendo suas cabeças no chão ou simplesmente pisando em suas faces, ele queria sangue, ele queria destruir. Independente de idade ou sexo, ele pegaria seus alvos com tamanha brutalidade, segurando pelas pernas e balançando – se fosse possível – jogando-os no chão com toda sua fúria, repetindo o processo.

Segurava pelos cabelos, acertava seus ouvidos, seus joelhos, suas partes intimas, a Besta simplesmente não se importava como, seu único objetivo era infringir dor a todos que entrassem em seu caminho, exceto pelos tripulantes. Se existisse facas, garfos ou pedaços de madeira pelo ambiente, ele não perderia tempo em pegá-los e acertar seus alvos com eles, rasgando sua carne, perfurando seu corpo e se deliciando com a dor que causava — Kyyshishishishishi! — Sua voz parecia ligeiramente mais grossa, a criatura pulava de pessoa em pessoa, correndo de maneira bestial, gargalhando a cada alvo abatido.

Mesmo que sofresse algum ataque, ele aproveitaria do momento para extravasar! Buscando realizar movimentos de esquiva enquanto avançava em seus alvos, acertando golpes pesados na altura da costela e também face, aproveitando para derrubá-los e então pisar em suas cabeças, repetidas vezes — “Ei! Já chega, precisamos dar o fora daqui.” — A voz de Deucalion era ouvida na mente da Besta, que batia em sua testa com a mão aberta, como uma forma de se opor ao dono verdadeiro daquele corpo — “Eu deixo você sair em outra hora, já disse algo e não cumpri?” — A Besta parecia mais calma, puxando a máscara se tudo estivesse calmo.


de volta as sombras. . .

Que merda. — Falava vendo o corpo banhando em sangue, observando que estava sem suas roupas — Sempre peladão, por sorte conseguimos chegar a um consenso de deixar a calça no lugar. — Completava olhando o ambiente, mesmo que já soubesse onde estava, já que vi tudo o que ele fez. Voltava na direção onde minhas roupas estavam, pegando-as com rapidez para que não se perdessem por ali — Ufa, ainda estão aqui. — Diria se encontrasse — Filhas da puta! Ladrãozinho de merda! — Resmungava caso não achasse.

Olhava o cenário como um todo, buscando como dito por suprimentos alimentícios ou itens valiosos, minha régua não era uma das melhores, então, até mesmo tecidos mais “finos” seriam do meu interesse, tudo que pudesse ser vendido seria pego por ali — Acharam algo de útil por ai? — Bradava aos meus companheiros, caso eles já estivessem acabado por ali. Se tivesse algo que parecesse com comido, aproveitaria para encher a pança — Se a culinária for tão estranha quanto os animais, ficarei puto. — Brincava antes de provar o que estivesse disponível por ali. Por fim, voltaria ao navio em passos lentos, mergulhando no rio para limpar o corpo.

Claro, existia um mundo onde Colt iria me ignorar e seguir caminho, nesse caso, continuaria por ali com uma cara de poucos amigos, nutrindo a necessidade de me fortalecer ainda mais.


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Deucalion

- Concordo. O capitão ordenou que devemos continuar no curso, e comida é essencial para que a viagem continue. - O cowboy respondeu depois de ouvir os argumentos do celestial. - Baixar âncora! - Ele ordenou, atracando o navio nas margens do acampamento, o que fez com que alguns dos nômades observassem o barco com um pouco de desconfiança, afinal, eles esperavam que o navio apenas continuasse seu curso. - Seu plano parece bem construído, vamos fazer do seu jeito então. - O timoneiro falou, confiando a Deucalion a liderança no ataque que estava a seguir, com o Doc e o restante dos seguidores concordando junto.

O celestial então desceu do navio, andando na direção dos nativos, aparentando fazê-lo de forma amistosa. Eles, porém, continuavam desconfiados e não se atreveram a respondê-lo. Chegando em uma distância satisfatória, o pirata deu o seu sinal, fazendo com que seus companheiros viessem correndo, partindo na direção do acampamento, animados com a perspectiva de mais massacre e pilhagem.

Deucalion observou enquanto os seguidores massacravam os nômades, em sua maioria mulheres e crianças, os atacando impiedosamente com suas espadas e pistolas. Doc usava seus raios para incendiar as barracas, e os nativos que ainda não haviam sido pegos fugiam gritando aterrorizados, embora não tivessem onde se esconder naquela paisagem de savana.

Saltando em cima de uma pobre nômade, o celestial fez seu ritual e liberou a besta, não demorando para descartar a maior parte das suas roupas logo em seguida. A besta era um ser vil e terrível, atacando aqueles inocentes com ainda mais brutalidade e selvageria, fazendo coisas indescritivelmente horrendas enquanto a chacina continuava. Sangue espirrava pra todo lado, e não demorou muito pra paisagem do acampamento estar cheia de cadáveres brutalizados no chão.

Com todos os nômades indefesos aparentemente mortos, Deucalion retomou o controle de seu corpo, rapidamente colocando de volta as roupas que anteriormente havia descartado. Voltando ao navio depois de devastar completamente o acampamento, ele perguntou aos seguidores se encontraram algo de valor. - Só comida e lanças. - Respondeu Colt, andando em direção ao timão, levemente desapontado, enquanto o grupo já se preparava novamente para zarpar em direção ao norte depois de carregar todos os sacos de comida pra dentro do barco. Deucalion, porém, notou que ainda tinha uma criança viva, se escondendo atrás de uma pequena árvore. Aparentemente ele havia sido o único a perceber isso dentre os tripulantes da escuna.


Deep

Levantando um inferno de fogo e fumaça com suas poderosas habilidades, Deep se via novamente na ofensiva. Com os inimigos confusos por tudo aquilo somado as capacidades ilusórias do coala assassino, não demorou muito tempo para que fossem mortos um por um, tendo seus corpos dilacerados pela poderosa meitou de Deep que cortava sem parar, fazendo sangue jorrar para todos os lados.

Nenhum deles conseguiu acertar Deep, com suas tentativas de tiros ou cortes sendo prontamente frustradas pelos desaparecimentos e pulos do demônio, que logo respondia seus atacantes com mais golpes furiosos de adaga. Eventualmente, todos os soldados estavam mortos, restando novamente apenas o sargento. Em mais um rápido movimento, o coala apareceu bem atrás dele, conseguindo fincar sua arma bem nas costas do marinheiro.

- Vou te levar comigo, seu demônio! Vai pagar por ter matado o Johnson! - Edward gritou, erguendo sua espada com a única mão que ainda controlava, e em um poderoso movimento giratório, acertou o coala em cheio com um poderoso ciclone de lâmina de ar, jogando-o para longe novamente. O ataque causou mais alguns sérios cortes no torso do demônio, mas nada que pudesse ser fatal, pelo menos não imediatamente.

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O mesmo, porém, não poderia ser dito do sargento, que caiu de joelhos, não resistindo ao ferimento que recebeu nas costas, a punhalada da meitou de Deep tendo finalmente ceifado sua vida. - Eu... falhei... - Com os olhos fechando lentamente e muito sangue vazando pela sua boca, Edward caiu de vez no chão, seu cadáver ficando de bruços, o enorme ferimento de punhalada nas costas ainda vazando mais sangue ainda, não demorando para que ele estivesse em cima de uma pequena poça.

Tinha um mar de corpos de marinheiros ao redor do assassino, e o posto avançado, agora deserto e severamente danificado, ainda soltava fumaça graças aos tiros de canhão que a estrutura havia recebido recentemente. Deep não tinha muito mais tempo a perder, afinal tinham reforços a caminho, então logo partiu rio acima, voando com suas habilidades elementais de smile. O pirata seguiu o curso do rio por vários minutos, mas ainda era incapaz de observar o barco. Eventualmente, o assassino deu de cara com uma bifurcação no caminho, o rio se dividindo em dois, um indo para a esquerda e o outro para a direita, nenhum deles sendo a direção óbvia para o norte. Também não havia qualquer indicação de qual havia sido o caminho seguido por Colt.



Histórico Deep:

Histórico Deucalion:

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Prazerosamente matei um a um ali com facadas bem colocadas, saboreando a sensação da minha lâmina na carne alheia, finalmente a vez do sargento chegava e me aproximava para uma última fala, mas ele ainda tinha força para um último ataque desesperado.

O ataque em turbilhão me jogava para longe, acontece que minha adaga é mais cruel saindo da carne do que entrando e me jogar de forma tão bruta para longe, roubava do corpo do sargento o pouco de vida que ainda possuía.

Me levantava fazendo careta, com cortes novos no peito causados pelo vento cortante enquanto o sargento falava que falhou em seu último suspiro.

Não diria que falhou não… Na real… Você me deu algumas ideias com essas habilidades…Mas os cortes tão ardendo seu verme…

Me coloquei então a sobrevoar perto do rio para alcançar o barco, mas precisei aterrissar perante uma bifurcação, para onde teria ido o navio? Para minha sorte a ilha era bem plana e sem vegetação alta, o que me permitiria subir aos céus com minha ascensão de fogo, algo que faria para pegar uma altura de uns duzentos metros, faria um círculo observando os arredores para ver se via onde estava meu barco.

Se visse a localização do barco, aterrissaria e correria rumo a ele.

Se não visse, tentaria aterrissar do outro lado do rio e seguir rumo ao norte, mesmo que distante do corpo d'água.

Se algum grupo de humanos fugindo topasse comigo, cuspiria ácido neles antes de continuar indo pro barco.

Se chegasse no barco, saltaria pro interior e procuraria o Docc.

Tenho uns remendos a fazer, se apresse…







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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Permitir que a Besta saísse me trazia um alívio interessante, era incomodo sentir seus desejos sádicos aumentando gradativamente em meu interior, era como uma leve azia. De qualquer forma, aquela ação tinha dado bons frutos, pelo menos não precisaríamos nos preocupar com comida durante algum tempo — Sem preocupações durante a viagem. — Pontuava de maneira simples e direta em direção ao navegador — Já imaginava que não teriam dinheiro, o que é uma pena para ser sincero. — Continuava a interação mantendo a tranquilidade, deixando que a água escorresse do meu corpo ou deixasse minhas vestes úmidas.

O trabalho por ali tinha acabado, ninguém havia ficado viv... espere, aquilo é uma criança? Meus olhos testemunharam a presença de uma criança atrás de uma pequena árvore, talvez fosse sábio manda-la para o outro mundo? De fato, porém, aquilo também servia como parte do recado — “Torço para que sobreviva e conte o que viu por aqui.” — Aquele pensamento veio acompanhado de um sorriso que voava em direção a criança, ele estava sozinho agora, cabia a ele trilhar seu caminho em busca de ajuda — Vamos continuar então. — Falava dando as costas para o menino e olhando para o horizonte, sendo mais específico, olhava em direção ao caminho que nos trouxe ali — “Será que está vivo ainda?” — Pensava imaginando a situação em que o capitão estaria — “Com certeza, depois do que fez em Sirarossa, não tem como ele estar morto.” — Dava com os ombros durante o processo.

No caso do capitão aparecer ali de alguma maneira, não deixaria a surpresa dominar minha expressão, na verdade, abriria um largo sorriso enquanto afastava os braços — Seja bem vindo, capitão! — Bradava em um tom amigável — Imagino que aqueles merdas não tenham sobrevivido, pelo jeito, mais uma mensagem foi dada... com clareza. — Pontuava aquele feito, inquestionavelmente nossa presença se espalharia com velocidade — Conseguimos comida de um pequeno acampamento nômade, não tinham dinheiro, pareciam viver de maneira bem rudimentar. — Sinalizava o que aconteceu durante o período em que ele esteve ausente — Conseguimos comida para seguir uma viagem tranquila pelos rios da Ilha, quiçá, podemos permanecer em viagem por um tempo considerável. — Não sabia ao certo o quanto aquilo iria durar, mas, esperava que fosse uma ajuda interessante ao grupo como um todo.

Por fim, buscaria por uma lança por ali, observando sua estrutura, qual material era feito – se soubesse identificar — Acho que dá para brincar. — Falava colocando pegando duas lançar, que talvez, pudessem ser úteis no futuro.


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Deucalion

Com o saque ao acampamento tendo terminado, e Deucalion decidindo por deixar a criança sobrevivente viver, não tinha mais motivo pro bando ficar parado ali. Estava na hora de dar continuidade a jornada rumo ao norte. E já que o grupo inteiro estava de acordo em continuar, a âncora logo foi erguida e as velas todas soltas. Antes de ir até o timão, porém, Colt foi até o celestial, ainda com uma impressão impassível. - Seu plano não foi nada mal, Decualion. - O cowboy elogiava o colega infernal, a sua própria maneiro, e então andava de volta até a grande roda de madeira que controlava a direção do navio.

O vento estava a favor da embarcação, e ela rapidamente deixou o acampamento destruído para trás, muitos corpos mortos e sangue no chão, uma cena dantesca e terrível capaz de fazer até mesmo o mais frio dos homens derramar lágrimas ao presenciá-la. Os infernais não haviam derramado lágrimas, muito pelo contrário, afinal, eram demônios e não homens. Criaturas terríveis que viram ao mundo apenas para espalhar o caos e a discórida.


Deep

Se vendo vitorioso, depois de sozinho destruir um posto avançado inteiro da marinha e matar mais um sargento, o demônio de Sirarossa agora precisava dar um jeito de alcançar sua tripulação. Por mais poderoso e dominante que ele fosse, a batalha o havia deixado ferido, e como havia dito um dos soldados recentemente mortos, mais reforços da marinha estavam para chegar.

Ao se deparar com aquela misteriosa bifurcação no rio, Deep usou suas habilidades para subir até muito alto, e uma vez lá em cima, enxergou ao longe algo que parecia ser o navio de sua tripulação. Ele estava muito distante porém, e demoraria algum tempo para que o demônio o alcançasse, afinal, o navio também estava em movimento. De qualquer forma, o assassino viu que o caminho da esquerda era o correto, observando que o da direita levava até o ninho de uma grande criatura com corpo de leão, rabo de cobra e asas de pássaro. Enfim, ele seguiu seu caminho voando pelo rio da esquerda, no encalço de seus subordinados. No caminho, ele passou por um acampamento devastado na margem do rio, mas não viu nenhum sovrevivente.

Todos

Levou até o fim da tarde para que Deep alcançasse seu barco, aterrissando no convés apenas para receber uma ovação de seus seguidores pelo triunfo. Depois de uma rápida conversa com Deucalion, o coala foi até Doc para receber tratamentos de saúde e curar suas feridas. - Seja bem vindo capitão, hihihi. - O mink símio sorriu de forma maníaca ao cumprimentar seu líder, removendo as balas alojadas e enfaixando os cortes, claro, evitando causar-lhe qualquer dor extra como lhe fora avisado em Sirarossa.

O celestial foi então atrás das lanças que o bando saqueou do acampamento, conseguindo pegar duas das tais rudimentares armas de madeira com pontas de ferro, que provavelmente serviam como formas de autodefesa para os nativos da ilha. Guardando as duas armas, Decualion planejava usar tais ferramentas para “brincar” no futuro.


O restante da tarde logo passou, e a noite dos infernais foi gasta continuando a viagem, que por enquanto ia tranquila sem mais interrupções. Os seguidores faziam turnos de guarda no convés do navio, mas não tinha nenhum sinal de qualquer perseguição, fosse de marinheiros ou tribos nativas da ilha. Os ferimentos do coala lentamente se curavam, afinal, nenhum deles havia sido extremamente sério. Na manhã seguinte, caso fossem ao convés, os infernais já conseguiriam ver as montanhas de picos congelados mais de perto.

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Além disso, seguindo o rio, eles também viram que mais adiante havia uma outra escuna atracada na margem do rio, embora não tivesse nenhum tripulante a vista. Ela não voava nenhuma bandeira, as velas estavam amarradas e a âncora abaixada. O barco não mostrava sinais de combate ou deterioramento, como se fosse uma nau relativamente nova. Colt parecia intrigado ao ver aquele veículo, levantando a sobrancelha como se estivesse meio confuso.



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“Voltou bem menos fodido do que imaginei.” — Era o primeiro pensamento que cortava minha mente ao notar a presença do capitão do navio, ele realmente enfrentou todas aquelas pessoas? Bem, eu vi com meus próprios olhos grande parte do combate, mesmo assim, o quão fosse esse demônio é? De qualquer forma, aquilo me alertava para algo que já vinha em minha mente — “Não posso entrar em atrito com esse homem.” — Com certeza, não sairia bem de um combate contra ele, ainda mais no meu nível de poder atual, seria complicado e doloroso. O lado bom era que mesmo com todo o risco, ter alguém com tamanha força a bordo me deixava mais calmo, afinal, estamos na Grand Line e aqui é um dos mares mais perigosos do mundo, não queria minha vida em liberdade acabasse tão rápido assim, tinha que aproveitar ainda mais após passar todo aquele tempo preso no manicômio.

A viagem por sinal continuou com toda tranquilidade do mundo, o que era bom, aquele clima pesado que sentia não permanecia em meus ombros, sim, tudo estava dando certo. Aproveitei para descansar e pensar um pouco nas possibilidades, a ideia de criar um estilo de combate novo martelava em minha mente, algo único e capaz de me conceder alguma vantagem, mas, restava saber o que podia ser feito. Por mais incrível que a ideia pudesse parecer, a falta de algo a mais me deixava um pouco desgostoso, sim, existem poderes espalhados por aí, não sou nenhum tapado que não sabe da existência das Akumas no Mi, por exemplo, porém, isso é algo raro pra caralho de se encontrar! Admito, demorei um pouco a dormir, mas quando o sono veio pude finalmente descansar meu corpo em minha mente, inclusive, parece que a besta saciou um pouco da sua sede por sangue, não sinto mais nada emanando em meu interior, ainda bem.

“Vamos ver o que esse dia nos guarda.” — Era o pensamento que tinha enquanto caminhava em direção ao convés, vendo que Hasagt continuava na mesmice de sempre, será mesmo que aqueles guardiões são verdadeiros? Não, claro que não, aquele cara não parecia ter coragem para mentir. Não tardei para dar uma boa olhada ao redor, me espreguiçando com toda vontade do mundo — Caralho, quanta montanha. — Comentava olhando para elas — “Espere... aquilo é um navio?” — Coçava os olhos tentando limpar e melhorar mais vistas, tendo a confirmação de que era uma embarcação — “Sem bandeiras, estranho... Nativos? Piratas? Caçadores? Que porra é essa?” — A mente trabalha em possibilidades — Capitão, o canhão está pronto. — Bradava logo após verificar se o mesmo estava pronto para disparar, recarregando se existisse a necessidade.

Acordem marujos! Um navio no nosso campo de visão. — Bradava em alto e bom tom chamando os outros tripulantes para o convés, caso algum deles não estivesse por ali. A presença do capitão me deixava mais confortável, observava suas ações — Quais suas ordens, capitão? — Indagava com um olhar sério, não costumava realizar ações desnecessárias e impensadas, mas estava pronto para lutar se assim fosse necessário — "Será que consigo acertar daqui?" — Pensava por um momento segurando uma das lanças em mãos, aquilo parecia divertido, pelo menos, a tentativa era válida. Aliás, se por acaso entrássemos em atrito contra outros seres, não pensaria duas vezes em - ainda do convés - jogar uma das lanças em direção a um dos inimigos, deixando novamente que os tripulantes avançassem primeiro, aproveitando do momento para tentar atravessar um inimigo de surpresa.


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Minha ronda dava frutos e me permitia ver onde os caminhos iam dar, segui a direção do barco e não tardei a chegar neles, o bando parecia ter atacado um acampamento e pegado espólios, mas eu tinha pressa para ser tratado e chamei Docc para dentro do barco para fazer os tratamentos.

~Aprendizado de Zoologia~

Enquanto Docc fazia seu serviço em minhas feridas, peguei um dos livros que encontramos em Graham, lembrava que eram todos sobre animais e após a última luta andei pensando em ter alguns dos animais estranhos que andam pela ilha para meu auxílio.

Mas antes de sequer domar algum, precisaria aprender mais sobre os mesmos e esse livro de zoologia devia dar conta de me ensinar o básico.

Após uma introdução simples o livro começa a citar tipos de animais e suas características bases. Na realidade o livro me lembrava muito o livro de anatomia humana, mas era bem menos detalhado já que não se dava demais a medicina, apenas a biologia e o estudo dos animais, afinal era um resumo de diversas espécies.

Conforme eu lia, via alguns animais parecidos com os estranhos da ilha que vimos, talvez suas formas comuns?!? De qualquer forma, algumas informações demonstravam seres mais letais e úteis que outros, fora informações que me davam ideias, todas essas páginas interessantes eu ia dobrando a ponta para as rever depois.

No meio do livro algo me chamou a atenção, um ser de nome que eu ouvia sido chamado algumas vezes, mas até o momento não conhecia, coala. O rosto da criatura no livro e o de minhas cabeças extras eram semelhantes e aparentemente a criatura gostava de eucalipto, o que explicava minha vontade de beber licor de tal planta recentemente.

A questão é que segundo as lendas, zoans deveriam transformar pessoas em animais, mas coalas não aparentam ter diversas cabeças e nem cuspir tantas elementos. Eu suspeitava que meu poder seria uma lendária akuma do tipo zoan, talvez uma mística, mas sou estudioso de mitos e nunca ouvi falar de nada que se pareça comigo, logo achava que seria algum animal diferente, mas a leitura está me dizendo que não.

Então o que exatamente me deu esse poder? E quanto poder posso ainda extrair disso?Ouvi falar que tentavam imitar zoans… Seria isso?

Tais dúvidas e pensamentos me faziam ler o livro de forma ávida em busca de mais detalhes. Dormi apenas o suficiente para não ficar muito cansado e apenas por obrigação. Voltei a ler quando acordei cedo no outro dia e o fim do livro veio de forma frustrante, pois o livro ainda não era tão detalhado em questões corporais como desejava e corri para a pilha de livros de Draham, sabia que um seria bem mais detalhado, agarrava o livro com “veterinária” escrito na capa, porém começa a ouvir uma agitação no convés e largava minha curiosidade pra depois.

~Fim do aprendizado~

Aparentemente tínhamos nos aproximado de um estranho navio que aparentava estar vazio e o bando pedia por ordens.

Deucalion cuide do canhão, fique atento… Colt junte três homens de sua escolha, que não sejam o médico e verifiquem o navio… E cuidado, isso me cheira a encrenca…

Ficaria observando eles pronto para tomar uma reação a alguma emboscada.

Se inimigos atacassem, dispararia raios diretamente em seus peitos tentando os pôr para dormir no inferno.

Já se o navio tivesse vazio, diria:

Perfeito, leve esse barco aí com os homens que tem, que navegarei a frente rumo ao tesouro, com este, manteremos os dois barcos.

Em seguida esperaria estarem prontos para zarpar e tomaria o timão para meu controle, já indo a frente o outro barco, rumo ao rio mais ao norte.









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-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Todos

Já tendo se transformado em um habilidoso zoólogo, Deep observava com cautela o navio que se colocava no caminho dos infernais. Deucalion também parecia estar exercendo bastante cuidado, segurando uma das lanças consigo, mas ainda imaginando que um possível confronto ali pudesse acabar sendo divertido. O estranho navio fantasma continuava lá parado, sem qualquer movimento aparente.

- Será feito, capitão. - Colt respondeu. Tendo recebido suas ordens do capitão, os infernais imediatamente foram exercer suas funções. Deucalion preparava o canhão para o disparo, e Colt escolhia dois seguidores para acompanhá-lo em uma investigação do navio. Observando atentamente, o assassino e o celestial viram o trio liderado pelo cowboy abaixando a prancha para fazer uma espécie de ponte entre os navios pareados, e então foram até ele, todos de armas erguidas.

Os três vasculharam o convés do navio e não acharam nada fora do comum, em seguida, adentraram a parte de dentro da embarcação. A calma e quietude imperavam ali fora, com apenas os barulhos normais da natureza se fazendo presentes, sem nada fora do normal estando à vista. Nada de marinheiros, tribos nativas, animais ferozes nem nada. Apenas sons ambientes, o vento batendo nas folhas da savana nas margens do rio.

Passaram-se vários minutos, cinco, dez, quinte, vinte, meia hora. E nada do grupo que havia ido investigar o interior da escuna. Docc pareceu visivelmente confuso ao perceber a demora de Colt e dos outros para voltar, afinal, não deveria demorar tanto tempo assim apenas para vasculhar um navio médio como uma escuna. - Tem alguma coisa estranha acontecendo aqui, hihi… - O símio comentou, curioso.



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