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Os Infernais - Um Tesouro Banhado em Sangue

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Os Infernais - Um Tesouro Banhado em Sangue


[Piratas]Deep Cutt e Rex

não possui narrador definido.
Aberta

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Terry
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Todos

A manhã estava ensolarada quando os infernais desembarcaram da escuna. Deep, agora um proficiente veterinário, liderava o grupo junto de Colt. Os piratas logo deixavam seu navio para trás, caminhando pelas savanas de Hasagt até mais próximo do pé das montanhas. Colt ia com o mapa aberto, orientando o grupo sobre qual caminho deveriam seguir em sua peregrinação. - Dobramos a esquerda aqui. - Ele falou, guiando os infernais ao lado de seu capitão.

O grupo andou por um bom tempo, podendo observar com ainda mais clareza os biomas daquela ilha tão exótica. As savanas se estendiam para o sul, enquanto ao norte encontravam-se as montanhas de picos congelados. O vento estava agradável naquele ambiente, e era possível para o grupo ver mais dos animais super diferentes que existiam naquele local. Rinocerontes com três chifres andavam por aí, assim como zebras de listras vermelhas, unicórnios, tartarugas gigantes e pássaros com quatro asas.

Eventualmente, a presença do sol no topo do céu significou a chegada do meio dia. Depois de muito andar, os infernais enfim chegaram até o local indicado no mapa: um enorme buraco no chão, onde lá no fundo encontrava-se um grande baú de madeira. Colt verificou o mapa uma última vez antes de guardá-lo em um de seus bolsos. O cowboy então voltou suas atenções para o capitão do grupo dos infernais. - É aqui. Segundo o mapa, o tesouro encontra-se dentro daquele baú. - O seu tom era de confiança, como se estivesse certo de que aquele tratava-se do tesouro que o grupo há muito tempo procurava.



Histórico Deep:

Histórico Deucalion:

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Me ajeitava em meu quarto e pegava dois livros para por no bolso da jaqueta para os levar comigo na viagem.

Descia do barco e Colt já estava com o mapa, pronto para dar direções, o que era maravilhoso, assim eu precisaria apenas prestar atenção com emboscadas e não ler um mapa, o que me permitia ler outra coisa… Ter cinco pares de olhos é muito útil.

Ainda na saída do barco puxava um dos livros e começava sua leitura o segurando com a mão e usando as outras quatro cabeças para olhar os arredores.

~Aprendizado de Doma~

Este livro agora me era interessante pela vontade de estudar mais os animais da ilha, para os estudar seria melhor os ter sob meu comando, não apenas como cobaias, mas até mesmo como ajudantes, algumas das criaturas ali me pareciam mais perigosas que meus homens.

E como esperado a leitura seria muito maçante, todo o livro falava de tratar bem e de forma respeitosa os animais, os alimentar, dar carinho e respeitar seu espaço para receber respeito de volta.

Aparentemente haviam maneiras de se domar pela dor, mas era uma doma instável, com certeza os tópicos falando sobre as punições físicas eram o que mais me interessavam no quesito realmente desfrutar da leitura, no entanto a maioria da mesma era um pé no saco.

Até mesmo um leve resumo de presentes para se dar a cada tipo de animal para facilitar o ganho de uma amizade existia no livro. infelizmente se eu quisesse domar algo, teria de demonstrar algum carinho assim como os líderes da raça possuem… Carinho e proteção… exceto por raças não sociais ou de alta agressividade… Esse porém no fim do livro me fazia erguer uma sobrancelha, aparentemente seres que não tendem a viver em sociedade ou tendem a ter relacionamentos apenas de disputa de poder, como lagartos e alguns insetos, esses em si apenas respeitavam o poder e o medo… Agora sim gostei.

~Fim do aprendizado~

Sorria perante a leitura e então minha cabeça do ombro via o grande buraco que nos aproximávamos. Colt anunciava que era ali e podíamos até mesmo ver um baú no fundo.

Buraco fundo com um baú a céu aberto? Qualé, isso fede mais que meu peido, Colt… Mas tá né, alguém desce lá pra verificar…

Pensaria um pouco em minha fala e então respiraria fundo tirando meus livros do bolso e dando eles pro Deucalion.
... Deixa que eu desço vai… Faço isso mais rápido que vocês… Vê se não estraga e nem perde os livros… E fiquem longe da beirada…

Iria então sacar minha adaga e observar o buraco, cuspiria algumas chamas próximas das paredes para tentar incendiar alguma planta, tocha ou algo por ali para me iluminar a queda e em seguida pularia buraco adentro, automaticamente me colocando na pose para olhar todos os lados ao mesmo tempo para caso fosse uma armadilha ou tivesse armadilhas e até mesmo perigos não intencionais.

Sem nada sob minha visão me aproximaria do baú e bateria de leve em sua lateral com as costas da adaga para ver se ele parecia ter algo agarrado nele ou estar com algo dentro.

Se não percebesse nada estranho, pegaria o baú pela lateral e o arremessaria pelo buraco que entrei, para cima, com força máxima, em seguida iniciaria uma ascensão de frio rumo ao baú, circulando ele e indo em uma colisão perpendicular antes de desativar a ascensão para tentar abraçar o baú em pleno ar e o tirar da queda de volta ao buraco para aonde estávamos.

Se eu fosse cair de volta ao buraco por perder o equilíbrio ou algo assim, tentaria cuspir frio das bocas das costas mirando o fundo do buraco para tentar me impulsionar para fora dele com o baú.

Com o baú em fora do subterrâneo, tentaria o abrir e procuraria nele chave ou códigos de abertura, caso não tivesse nada, diria:

Não sabemos o que tem dentro, vamos tentar quebrar apenas como último recurso, vou ver se encontro algo para abrir isso lá dentro…

Então pularia de novo pra dentro do buraco, para investigar a área, olhando todos os cantos e cuspindo pequenas chamas da boca da mão esquerda para usar como uma lamparina.

Se algo me atacasse, ou alguma armadilha estivesse presente, tentaria atacar o que quer que fosse com raios para clarear minha visão e destruir antes que fizesse algo perigo, em último caso, caso fosse ser acertado, tentaria pular para longe com uma cambalhota.

Em caso de armadilhas existirem para destruir o baú, tentaria o agarrar e o jogar pra cima o quanto antes, para sair voando dali o quanto antes.

Se as paredes tentassem se fechar ou cair  sobre nós, cuspiria fogo na minha adaga para ativar minha maldição das chamas e giraria golpeando o ar, soltando uma cobra de chamas girando ao nosso redor, visando danificar e quebrar as paredes e seus mecanismos.






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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Sinceramente? Aqueles animais estranhos não me surpreendiam mais... mentira! — Caralho, três chifres. — Comentava enquanto observava aquele rinoceronte — Que loucura. — De fato, aquele lugarzinho tinha uns animais extremamente exóticos. De qualquer forma, o caminho percorrido se deu com tranquilidade, chegando após algum tempo na área onde o tal tesouro ficava — Lá embaixo? — Bradava olhando em direção ao fundo do lugar, tomando cuidado para não escorregar e parar lá embaixo — “Bom, provavelmente o capitão vai tomar as rédeas da situação e ir pegar, o que é ótimo por sinal.” — Um trabalho a menos.

Não demorou para que a criatura demoníaca me entregasse alguns livros — Tranquilo, deixa comigo. — Falei sem muita coisa, pegando os livros e mantendo-os em mãos — “Se der merda, fodeu.” — Pensei olhando os livros em minhas mãos e buscando coloca-los nos bolsos dentro do sobretudo, pelo menos, mantinha as mãos livres para eventualidades. O que faria enquanto o coala demoníaco descia até lá? Daria uma boa olhada nos arredores para ver se não avistava nada suspeito, somos criminosos e mandamos uma boa mensagem para a ilha, provavelmente estejam nos caçando nesse exato momento.

Caso tudo estivesse tranquilo, voltaria a atenção ao baú – caso Deep conseguisse pegá-lo – de maneira curiosa, afinal, queria ver o que tinha dentro daquilo — “Ouro? Joias?” — Eram as opções mais fáceis de se encontrar, já que se tratava de um tesouro — “Talvez algo importante da ilha? Uma arma para matar os guardiões? Isso seria interessante.” — De fato, seria uma mão na roda. De qualquer forma, em meio a matar a curiosidade não deixaria de manter a atenção ao perímetro, dando uma olhada em alguns momentos, buscando por um ponto ligeiramente mais alto para me dar uma visão apurada do lugar, mas, que não fosse muito longe do grupo, não podia dar esse “mole”.

Em caso de problema, não pensaria duas vezes em me afastar do raio de ação dos possíveis ataques, dando saltos para trás com velocidade — CUIDADO! INIMIGOS ALI! — Tentava avisar aos companheiros de alguma forma.


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Rolagem de tesouro:

Quantidade aleatória (1,10) : 4
+ 9 (NPC Companheiro Colt Fergusson)

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Todos

Agora já um mestre da doma, depois de tomar todos os cuidados possíveis com aquele baú pois era possível que se tratasse de uma armadilha, Deep retirou o objeto do buraco sem mais problemas, em seguida achando uma chave de ferro bem do lado do baú fechado. Deucalion e os outros membros dos infernais observavam cheios de expectativa, curiosos para descobrir o que se encontrava dentro, qual era a verdadeira natureza do tesouro do Capitão James.

Inserindo a chave no cadeado que fechava o baú, o coala assassino logo conseguiu destrancá-lo, abrindo-o e revelando seu conteúdo para o mundo. Lá dentro, era possível observar a presença de várias pedras preciosas das mais variadas cores e tamanhos. Mas isso não era tudo, afinal, também haviam mais coisas bastante singulares e atípicas no meio de tudo aquilo. Um outro rolo de papel, semelhante ao mapa do tesouro que Deep havia roubado, e uma fruta bastante peculiar.

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Colt chegou mais perto dali, observando aquelas jóias por alguns segundos antes de dar seu veredito. - Capitão, avalio todas essas jóias em mais ou menos 4.500.000 berries. - O cowboy falou, cruzando os braços, incerto sobre qual seria a reação de seu líder. Caso abrisse o rolo de papel, o coala perceberia que existia um recado junto ao que parecia ser outro mapa de tesouro. “Meus parabéns marujo, você encontrou a primeira parte do meu tesouro! Agora procure pela segunda, se for capaz. -James.”

Mas não era só isso que tinha lá dentro, além das pedras, fruta e mapa, caso procurassem no fundo do baú, o bando encontraria uma peculiar concha azul em formato de caracol mais ou menos do tamanho da mão de um humano comum. Os seguidores infernais vibravam ao ver tudo aquilo, imaginando que daqui pra frente ficariam ricos, finalmente tendo encontrado seu primeiro tesouro como tripulação depois de passarem tanto tempo naquele manicômio em Sirarossa.


Conteúdo do Tesouro:



Histórico Deep:

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Apesar da minha cautela, não haviam armadilhas no local e consegui tirar o baú apesar do local difícil que o mesmo estava. lá fora encontrei uma chave presa ao mesmo que o abriu para mostrar vários itens e jóias. Automaticamente Colt já sabia o valor, o que atiçou minha curiosidade.

~Aprendizado de avaliação~

Mas como, diabos, você sabe quanto vale essas pedras, Colt?

-Bem , Capitão, da para saber a qualidade de pedras preciosas pelo seu brilho e translucidez, quanto menos danos na gema também significa que o preço é maior. Tem vários pontos os quais você pode verificar avaliando algo, história, qualidade, se é ou não falsificado… Por isso eu disse que sua faca era antiga…

Que ela é antiga eu imaginei mais pelo fato de ser feito de algo que não me parece ser metal, achei que tinha falado por isso só.

-Não, os detalhes e enfeites da lâmina remetem a um povo muito antigo, mais especificamente a suas cerimônias de sacrifício e o material se você reparar bem, parece ser ósseo, devido a ser poroso, mas não sei qual animal teria um osso tão resistente quanto o de sua arma…

Fiquei ali um tempo ouvindo o Colt me explicar como avaliar os objetos de forma básica e como poderia avaliar eles tendo em base outros conhecimentos meus para poder saber o que são e quanto valem.

Após algum tempo eu já começava a entender o que ele falava e já conseguia entender bem melhor como ele supôs os preços das jóias.

~Fim de aprendizado~

Opa senhores, de volta aos negócios… Cabei perdendo um tempo aqui na conversa, mas vejam nossos ganhos de hoje, jóias, uma fruta dessas que dão poderes magníficos, outro mapa de tesouros e… Uma concha estranha?!?

Bem, eu não conseguia saber o que era aquela concha, parecia ser animal, mas não de nenhum animal que estudei mais cedo. porém antes de ver mais coisas sobre ela, tinha que ver sobre a fruta.

Bem senhores, apenas um de vocês não foi pego no ataque de ontem daquele fracote da marinha, então apenas um de vocês está merecendo ascender de posição no bando… Aquele que tem menos me desapontado nesse tempo e a quem será o segundo em comando e poder agora que irá se tornar um irmão com poderes demoníacos… Deucalion… irei performar uma cerimônia para que você possa comer sua fruta meu caro… Farei a cerimônia de irmãos de sangue, ligando nós como irmãos e de carne e te entregar a fruta para nos tornamos irmãos em poderes… Retire a camisa e coma a fruta…

Diria estendendo a fruta para o rapaz, assim que ele pegasse a fruta, iniciaria a cerimônia, faria um mínimo corte na palma de minha mão para começar a sangrar apenas e fecharia meu punho, esfregando os dedos, para espalhar o sangue pela palma.

Em seguida faria um corte suave no peito de Deucalion para que começasse a sangrar também, passaria meu braço esquerdo por trás de suas costas e começaria a dar tapas com minha mão ensanguentada, contra seu corte, os tapas seriam visando causar dor, mas não danificar gravemente.

DESPERTE, IRMÃO…. DESPERTE SEU PODER… SINTA O PODER FLUIR DO INFERNO PARA SUAS VEIAS, DESPERTE, IRMÃO…

Repetiria o mantra até perceber algum poder no rapaz ou se passar mais que dez minutos, em seguida diria animado pros outros.

Recebam senhores…. Recebam o seu imediato… DEUCALION…

Terminando minha fala, cuspiria um torre de chamas para os céus em comemoração a ascensão de meu novo irmão, Deucalion.

Após finalizada a cerimônia, pegaria a concha e procuraria algo nela, se achasse algum botão o apertaria e vendo o que ela fizesse, abriria um sorriso, apertaria de novo seu botão para ver ela desfaria e então guardaria a concha  em meu bolso, antes de fechar o baú e erguer em meu ombro.

De volta ao navio, senhores

Diria iniciando uma nova marcha para o navio onde guardaria o tesouro em meu quarto e pegaria o mapa para ler, tentaria o avaliar para ver se encontrava algo nele e o investigar para ver se tinham detalhes escondidos, além de tentar o ler para ver direções. o cheiraria para tentar perceber algo diferente colocado no mesmo e até o colocaria contra a luz do sol para ver se algo aparecia de diferente.






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Não vou mentir, estava curioso para saber o que o baú guardava, afinal, todas as ações até agora tinham como destino encontra-lo. Minha mente só pensava em um montante de ouro e joias capazes de facilitar a vida, claro, o capitão não é uma criatura que paga pelas suas coisas, porém, nem tudo na vida se resolve com força. Conexões e informações eram dois pilares importantes, já que tudo parece ser mais complicado quando se tem uma recompensa pela sua cabeça, estar um passo à frente dos inimigos e perseguidores é algo interessante — “Nem fodendo!” — Aquela frase cortou minha mente com velocidade, uma Akuma no Mi era parte do tesouro.

Aquela era de fato uma boa oportunidade para aumentar o poder, na verdade, para ter um poder. Porém, não fui eu quem encontrei e pedir por aquilo não era uma opção, outrora decidi que jamais me humilharia para outra pessoa, ainda mais agora que havia adquirido um certo respeito perante a tripulação. Não dei muita bola para o resto dos itens, pareciam interessantes e tinha um valor razoável, porém, não dava o conforto necessário para o que imaginava — “Preciso dar um jeito de conseguir dinheiro por aqui.” — Pensava observando a região mais uma vez — “A questão é: onde?” — Atacar a cidade era a melhor opção mas isso trazia todo um revés perigoso.

A calmaria que tomou conta do ambiente logo foi cortada pela voz do capitão — Essa concha se chama Dial. — Comentei com simplicidade, já que aquilo era um item comum do lugar de onde vim — “Pelo jeito não é tão comum aqui.” — Ou será que o capitão era burro? Bem, não dava para saber ao certo. De qualquer forma, era estranho pensar que havia sido o único que não fui pego pela habilidade do inimigo anterior, será que foi por conta da Besta existente no cerne da minha alma? Sorte? Destino? Bom, por mais que não tivesse uma resposta concreta aquilo tinha me trazido até aquela exata posição, o segundo no comando, aquele que receberia a fruta do demônio pelas mãos do próprio demônio — “Que seja algo bom, que seja algo bom..” — Um pensamento infantil? Sim, mas ainda sim deseja que a sorte continuasse ao meu lado, seria uma habilidade capaz de destruir o mundo? Foda-se! Eu farei dela forte o bastante para isso.

Acenava positivamente com a cabeça enquanto tirava todas as vestes que cobriam a parte superior do tronco, pegando aquela estranha fruta e observando as ações do coala demoníaco. Ele cortou a própria mão e posteriormente o meu peito, travei a mandíbula e mantive a expressão impassível em minha face, não iria fraquejar naquele momento. Mastigar a fruta era o próximo passo e o gosto de merda impregnava meu paladar, deu vontade de por para fora? Sim, mas não faria isso! As pancadas do capitão eram fortes, aquilo não dava para aguentar, por mais que tentasse pude sentir a dor reverberar por todo corpo. Os dentes estavam pressionados uns nos outros, eu tentava a todo custo aguentar aquele ritual, aquele processo que nos tornavam verdadeiros irmãos, contudo, não tinha a resistência necessária para aquilo.

AAAAAAARGH! — Aquele grito de dor era direcionado ao céu, não sabia o que iria acontecer comigo ou se sequer aquilo daria certo, imagina se é uma fruta falsa? Eu ficaria puto. Independente do que acontecesse, tendo algum poder sido externado ou se nada acontecesse, seguiria o fluxo do capitão e todos os outros — Obrigado. — Agradecia ao líder dos infernais, tentando entender tudo o que tinha acontecido. Se fosse um poder, o que pareceu ser? Se nada acontecesse, o que tinha dado de errado? Eram as perguntas que tomavam conta da minha mente naquele momento.


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Ao sentir a dor do corte dado pelo capitão, depois de ter comido aquela fruta estranha, Deucalion gritou para o alto, e quase como mágica, seu grito transformou-se em uma rajada de ondas sonoras disparada na direção dos céus, gerando um grande estrondo vocal que podia ser ouvido a boas distâncias dali. Os outros infernais assistiram a demonstração impressionados, e então, depois de alguns instantes, vibraram para celebrar o surgimento do novo imediato. - Hihihi, que poder magnífico! - Docc falou, admirado com o potencial daquela fruta ingerida pelo celestial.

De posse de seus espólios, a tripulação dos infernais retornaram ao seu navio, que ainda estava atracado na margem do rio da mesma forma como o haviam deixado ao sair mais cedo. Em pouco tempo, todos os piratas já voltavam às suas atividades normais no navio. Deucalion Doss, o novo imediato, estava com um corte no peito que ainda ardia, afinal, a arma usada para tal cerimônia era excepcionalmente poderosa, e o ferimento ainda não havia recebido tratamento.

Em seus aposentos, o coala tentava usar de suas recém adquiridas habilidades de avaliação para decifrar qual era a localização da segunda parte do elusivo tesouro do Capitão James segundo o novo mapa que tinha conseguido encontrar. Segundo o pedaço de papel, o infernal conseguia decifrar informações que o levavam a concluir que a segunda parte do tesouro ainda estava em Hasagt Altai, para a sorte do bando pirata. Apesar disso, porém, ele parecia se encontrar bem na parte sul da ilha, uma região onde haviam várias depressões ao invés dos campos e savanas que tomavam quase todo o território do local, e uma área bem distante de onde eles se encontravam no momento.

Enquanto isso, na área do convés, Deucalion foi capaz de ver, de relance, algo que parecia uma enorme girafa observando o navio ao longe. Por algum motivo, a criatura parecia ser um pouco diferente dos outros animais exóticos que a tripulação tinha visto até então, parecendo ter algo diferente em sua presença. A girafa observava imóvel, como se estivesse curiosa para com a escuna onde os infernais se encontravam.



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Por um momento senti meu corpo estremecer e tudo aquilo foi acompanhado com o ardor agoniante que exalava daquele corte. Era estranho, parecia que algo estava em meu interior corroendo minha carne, pude sentir um gosto bizarro tomar conta da minha boca, por um segundo, senti algo escorrendo pelo canto. Todas aquelas coisas precederam uma rajada que alcançou os céus, o estrondo invadiu meus ouvidos me trazendo de volta a realidade, logo após que o capitão me soltar — “Incrível!” — Foi a única coisa que pude pensar, mesmo sem saber de fato do que aquela poder se tratava.

Quando tudo acabou permaneci por ali, a mão repousava sobre o peito como uma ínfima tentativa de aliviar a agonia que era aquele ferimento — Doc, pode cuidar disso aqui? — Questionava ao símio com um olhar sério, minha mente não estava ali, mas sim focada unicamente em descobrir do que tudo aquilo se tratava — “Isso foi realmente som?” — Era o mais óbvio, contudo, a minha agoniada ainda pregava-me algumas peças. Caso fosse tratado ficaria inerte, observando com atenção as ações aquele estranho macaco, já o conheci a bastante tempo para saber que do que ele gostava. Minha expressão era séria, o olhava diretamente no fundo dos olhos como se quisesse indica-lo que qualquer brincadeira, o caldo ia entornar para seu lado.

“Preciso tentar fazer mais vezes, entender como isso funciona o mais rápido possível.” — Por um momento pensei em me colocar de pé e gritar o mais alto que meu corpo permitisse — “Não, isso vai chamar ainda mais atenção.” — De fato, não sabia se estávamos sendo perseguidos, quiçá alguém pudesse ter ouvido o grito anterior e estar a caminho nesse exato momento. Ponderei as opções em minha mente enquanto era curado ou simplesmente me manteria quieto, aguentando a dor daquela ferimento e buscando um entendimento prático em minha mente — Já é alguma coisa. — Deixava escapar de maneira desnecessária.

Meus olhos fitavam o céu e todas as possibilidades pareciam surgir como um filme, minto, aquilo não eram todas as possibilidades — “Preciso buscar informação sobre isso, entender o que pode ser feito é a melhor maneira de aumentar meu domínio.” — Uma biblioteca faz falta nessas horas. De qualquer forma, me colocaria na lateral do navio observando o ambiente como um todo, sentindo uma certa euforia tomar conta do meu interior, eu precisava testar, usar, entender os limites e suas capacidades — “Não, ainda não.” — Repeti em minha mente como um alerta para não fazer besteira.

Espere... aquilo é a porra de uma girafa? — Questionava em alto e bom-tom — Capitão! — O alerta era dado, poderia ser um possível inimigo, uma criatura forte o bastante para destruir nosso navio? Não dava para saber ao certo — Não me diga que esse é um dos guardiões que aquele nativo falou antes? — Era possível, já que sua aparência e presença eram nitidamente diferentes. Ouvi as palavras do capitão, aquele era nosso próximo alvo, claramente os moradores de Hasagt ficaram putos com a gente! — PREPAREM O CANHÃO! — O grito carregado de excitação era cuspido da boca, era estranho, poucas foram as vezes que me senti assim — Ao seu comando, capitão. — Finalizava dando o sinal que tudo estava pronto.

Ahn? — Deixava escapar tomando aquele banho de água fria, mas ele não estava errado, não podíamos atacar de qualquer maneira — Euforia demais? — Comentava em tom de brincadeira, realmente, não fazia sentido agir daquela forma — “Fiquei perdido pelo novo poder? O desejo de usá-lo falou mais alto? Juvenil Doss... muito juvenil.” — O pensamento cortava minha mente enquanto ponderava o teor das minhas ações, de fato, não foi algo típico do meu modo de agir — Certo. — Bradava com firmeza — Vocês ouviram o capitão, deixem tudo pronto e diminuíam a velocidade. — Ordenava com clareza.

Ficava perto do canhão — Eu e você de novo, velho amigo. — Dava dois “tapinhas” no mesmo como se fossemos realmente velhos amigos, estava virando rotina usá-lo em combate. Caso o capitão entrasse em ação, não pensaria duas vezes em mirar e disparar a bala maciça em direção aquela figura animalesca — Se aproximem da costa! Vamos mata-lo! — Gritava logo em seguida buscando atiçar o desejo pelo sangue dos tripulantes. Quando o barco estivesse mais próximo da terra firme, não hesitaria em pular e ir na direção da criatura, observando de antemão as ações do capitão, afinal, não queria ser pego no fogo cruzado.

Entretanto, existia a opção do capitão desistir do ataque e optar por outra ação, nesse caso, ouviria suas palavras com atenção — Certo, deixe conosco. — Sinalizava com imponência, me sentia definitivamente preparado para realizar aquela função. Quando Observaria o caminho até a cidade — "Precisamos de mais atiradores." — De fato, ficávamos muito no navio e ter combatentes a distância se mostrava cada vez mais necessário. Por enquanto, mantinha-me como um observador astuto, sinalizando para que Colt lidasse com a embarcação para ir em baixa velocidade, dando tempo hábil pro capitão se aproximar.


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Fazíamos a cerimônia de Deucalion que adquire um poder bucal parecido com os meus, mas diferente de alguma forma. De volta ao barco, com tudo guardado, verificava o mapa percebendo uma rota na parte sul da ilha.

Com um sorriso guardaria o mapa enrolado no baú junto da concha e iria pro convés, onde caso visse Deucalion querendo ir pra cima de um ser gigante, diria:

Não tão rápido... Precisamos observar melhor aquela coisa... O moleque chamou isso de deus... Devemos ser cautelosos…

Observava aquela coisa, não imaginava que tinha algo assim por ali, mas agora sabendo meu alvo, seria difícil o perder de vista na vastidão plana da ilha, porém seria legal ver um pouco mais de perto a criatura.

Tentem seguir essa coisa por água… Me aproximarei por terra para ver mais disso.... Cuide do barco Deucalion… Ataquem se eu atacar apenas…

Dizendo isso saltaria para terra e correria rumo a criatura buscando a ver mais de perto.

Chegaria bem perto para ver seu tamanho e aparência antes de voltar com um sorriso para o rio em busca do barco usando ascensão com fogo para subir para achar e chegar no barco, desligando a técnica antes de chegar no barco, aterrissando com minhas botinas cantando contra o convés.

É um belo espécime, será nosso próximo alvo com certeza… Mas ainda temos que lembrar Draham de não dormir, preparem o navio e rumemos para Draham, vocês vão atirar na cidade de canhão e com o poder do Deucalion, mas só se aproximem depois que eu atacar… Ficarei separado no ataque para eles não se acostumarem com ataques de um lado só. Vão ter que espalhar as defesas… Vou descer antes de chegarmos e não quero que apareçam antes de eu dar o primeiro ataque… Assim que ouvirem meu ataque vocês entram com canhão e Deucalion que ficará encarregado enquanto não estou…

Finalizaria minha fala acenando com a cabeça para Colt dar condução ao barco e caso chegássemos a um quilômetro da cidade, iria descer em terra e correr para dar a volta na mesma, pegar um ataque nela de uma direção oposta da anterior.

Por terra me moveria tentando pisar apenas em terra quando possível, tentando evitar muito barulho, assim como tentaria arrastar o mínimo possível os pés para evitar erguer poeira enquanto correria com o tronco pendido a frente, para compensar a velocidade de corrida e evitar ser visto de muito longe. Correria até achar o lado oposto ao rio que atacamos anteriormente, onde pararia agachado, observando e recuperando o fôlego.











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Legenda:

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Todos

Doc cuidou dos ferimentos de Deucalion sem maiores problemas, enfaixando o corte ritualístico que o celestial havia recebido do capitão. Esse, porém, não era o problema principal que a tripulação enfrentava naquele momento. A enorme girafa observava a escuna, atraindo a atenção dos tripulantes infernais para o grupo. Os piratas planejavam atacá-la, mas pelo visto o capitão queria apenas observar a criatura.

O coala assassino tentou aproximar-se para enxergar melhor a criatura, mas ao perceber que o pirata estava chegando perto, o estranho animal transfigurou seu corpo em vegetação, desaparecendo no meio do bioma de savana ali presente. Se ela havia fugido ou apenas se escondia, não era possível dizer. De qualquer forma, o capitão da tripulação logo voltou ao navio, onde deu ordens para que sua tripulação partisse para Draham, no intuito de mais uma vez atacar a cidade.

O navio mais uma vez zarpou, e a tripulação deu meia volta, dessa vez rumando até o coração da ilha onde ficava a cidade de Draham. Passou-se um dia completo até que eles conseguissem atracar a mais ou menos um quilômetro da cidade como Deep havia ordenado. Uma vez feito isso, o coala usou sua ascensão para ir sozinho voando observar um bom local para planejar um ataque contra o assentamento.

Ele esperava não ser visto daquela distância, mas alguém como ele não era algo que fosse passar despercebido mesmo em um lugar exótico como Hasagt Altai, que por sinal era feita de campos e savanas onde o próprio horizonte era sempre visível. Enquanto tentava se esgueirar pelas redondezas da cidade, que ainda por cima estava em alerta total graças ao alarde que os ataques de piratas estão gerando na ilha, de repente, o infernal sentiu uma dor aguda no ombro esquerdo. Ele havia sido perfurado por uma flecha.

Do alto, uma moça montada em uma águia, usando trajes tradicionais de Hasagt e armada um arco e flecha na mão, pousou bem na frente do assassino. - Finalmente encontrei o tal do pirata, pelo jeito finalmente minha patrulha deu frutos. - Ela falou, tirando da cintura um berrante e o tocando, gerando um imenso e estrondoso som que com certeza ecoou por toda a cidade. - Eu sou Rinchiele Tomor, chefe de estado de Draham. - Ela se apresentou, carregando mais uma flecha e apontando sua arma para o pirata. - Daqui a alguns minutos todos os guerreiros do escritório da guerra e marinheiros do QG da ilha estarão aqui, mas acho que consigo acabar com isso antes mesmo deles chegarem. - Ela parecia bastante irritada. - Vai se arrepender de ter nos atacado, pirata!

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Histórico Deep:

Histórico Deucalion:


Última edição por Terry em Sab Out 15, 2022 2:37 am, editado 2 vez(es)

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Uma grande interrogação surgiu em minha mente quando aquele animal desapareceu, era um animal com poderes próprios ou ele também havia comido uma fruta do diabo? Será que aqui em Hasagt é alguma espécie de fonte dessas frutas? Não, se fosse centenas e centenas de pessoas estariam varrendo toda ilha. De qualquer forma a chegada em Draham aconteceu com tranquilidade, parecia que tudo estava encaminhando para um derradeiro massacre, no entanto, do navio vimos uma cena no mínimo complicado — “Eles estão preparados, de fato, minhas preocupações não foram besteira.” — Sim, anteriormente havia pensado na possibilidade, na verdade, era a coisa mais óbvia.

Se preparem! — Bradei em alto e bom-tom aos marujos que ali estavam — Colt, diminua a velocidade, precisamos ver o que irá acontecer. — Bradava em direção ao navegador — Todos fiquem em prontidão! Observem a costa, tomem cuidado com possíveis ataques a distância. — Passava as ordens de maneira clara e direta — Vejamos... — Minha preocupação não era com o capitão, sabia que ele era capaz de se defender ou no mínimo sair dali se estivesse em um momento complicado, o problema realmente era ser pego de surpresa em meio ao rio — “Tsc, não poder nadar foi um problema que veio rápido demais.” — Realmente, uma negativa extremamente grande para um pirata.

A ideia inicial era tentar realizar um ataque em dois lados, como se fosse uma grande pinça segurando Draham, contudo, aquilo já tinha ido por água baixo. O canhão estava pronto e eu sabia disso, a partir daquele momento tomava alguns segundos para observar a situação como um todo, analisando as possibilidades de mais inimigos surgirem por ali e principalmente, por onde eles poderiam vir ou já estavam vindo — MIREM NELES! — Gritava e por um momento pensei em dar o comando para disparar — “O melhor para isso é o...” — Aquela situação não era como as anteriores, precisava de alguém com uma mira afiada para causar o máximo de dano possível — Colt, o disparo fica por sua conta. Coloque o navio no curso e deixe que eu seguro as pontas! — Não sabia se aquilo seria efetivo, mas precisava dar espaço o bastante para o atirador fazer sua função.

Manteria o timão inerte, segurando-o com a força necessária para tal — RECARREGUEM! NÃO PAREM DE ATIRAR! — A ordem só seria dada se conseguisse enxergar a presença de outros inimigos e claro, não fosse um risco grande atingir o próprio Capitão no processo. Ancorar o navio não era uma opção, já que nos tornaríamos um alvo fácil para possíveis atiradores e outros inimigos, não tinha noção do que esperar de Draham. A princípio permaneceria de tal maneira, observando as ações do capitão, ordenando disparo e ficando atento ao percurso que o navio fazia, já que não podia afastar tanto assim daquela área. Caso notasse que o navio estava indo além do permitido, não pensaria duas vezes em alertar a Colt — Colt! Precisamos dar meia volta! — Esperava até que o navegador viesse assumir seu posto novamente.

Existia a possibilidade de recebermos um ataque direto e sinceramente, lutar no navio não era uma opção para mim — CHEGUE MAIS PERTO DA TERRA FIRME! — Gritava ao navegador indo de encontro ao possível inimigo no navio — PEGUEM ELE! — Continuava com as ordens e também já partiria para o ataque, desferindo uma voadora com o pé envolto de chamas no possível inimigo, agindo junto com os outros tripulantes. Por fim, caso a situação se mostrasse complicada – no navio ou em terra firme – não hesitaria em pular para terra caso tivesse como, esperando o navio chegar em um ponto bem próximo para evitar uma queda na água.


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Conforme tentava me aproximar da criatura, ela fazia algo e se misturava ao ambiente, talvez algum poder ou habilidade? De qualquer forma não iria atacar ela agora mesmo, tinha algo mais urgente a fazer, importunar mais a cidade, já fazia alguns dias que não os atacamos.

Voltei ao barco, dei minhas ordens e começamos a viajar de volta à cidade, no caminho pude me alimentar e dormir pra me preparar pro ataque, o qual dei início bem antes do barco chegar.

Desci em terra bem antes e segui a pé tentando pegar distância do ponto de ataque do barco, afinal queria testar algo, mas uma dor no ombro fechou meu humor na hora… Uma flecha, disparada por uma mulher numa águia que pousava para bater papo… Mais um que se apresenta à toa, mais um com um pássaro de animal de estimação, mais um que ataca meu ombro… Sério, que fetiche é esse?

É um belo dia hoje não? pássaros cantando, flores se abrindo… Num dia lindo como esse, fracotes como você…

Usaria uma boca das minhas costas para morder o cabo da flecha e a arrancar de meu ombro enquanto brandiria a faca ao lado de meu corpo com um olhar de pura sede de sangue.

Spoiler:

A boca mais próxima da flecha, que não seria a que retiraria a mesma, gritaria de dor, aproveitando para cuspir um pilar de chamas como sinal para o barco iniciar ataque logo antes de eu concluir minha fala.

... Deveriam queimar no inferno…

Iniciaria uma corrida a toda velocidade enquanto todas minhas bocas miriam a mulher e seu pássaro disparando diversas bolas de fogo para atrapalhar sua locomoção e tentar a danificar, enquanto me aproximava em alta velocidade brandindo a faca.

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Se o oponente não saísse do lugar, tentaria realizar uma estocada com a facada bem no meio de seu peito.

Se o oponente saísse da frente, voasse ou desviasse do golpe, passaria reto por ele e rumo a cidade de Draham, mantendo a cabeça direita das costas de olho na oponente, com a esquerda das costas olhando a águia caso se separassem.

Inocente…

Gritaria a cabeça das costas nesse momento enquanto avançaria para a cidade cuspindo fogo nas cabanas e casas com as bocas da cabeça principal e da mão esquerda, enquanto a mão direita tentaria cortar horizontalmente na altura do umbigo todo ser humano que chegasse perto o suficiente para um ataque.

Se em algum momento me fosse atirado uma flecha que caso eu desviasse, a mesma acertaria um inimigo ou civil, desviaria rolando para a esquerda para fazer a arqueira lidar com a sensação de ferir um protegido, caso contrário tentaria parar suas flechas com labaredas de fogo da cabeça que estivesse olhando para a arqueira, tentando queimar e empurrar pra longe as flechas, bloqueando-as.

Se em algum momento avistasse pessoas correndo de mim em grande número, seria rumo a elas que levaria a luta, incendiando os arredores, assassinando os inocentes e tentando fazer a arqueira não poder atacar livremente.

Se em algum momento a águia, arqueira ou ambas tentassem se jogar para perto de mim para me agarrar, ferir ou qualquer motivo, usaria minha habilidade, o inferno, usando o elemento raio, para eletrocutar e tentar empurrar pra longe o ataque, enquanto tentaria aproveitar do atordoamento para encaixar uma estocada com a faca na barriga que estivesse mais a vista dentro as inimigas.

Se mais algum oponente tentasse me atacar além da arqueira, tentaria desviar em um ziguezague, enquanto colocaria a mão esquerda para trás e cuspiria uma labareda para me acelerar como um jato rumo aos novos atacantes, com a faca apontada para frente, mirando estocadas em suas barrigas, as quais se tivessem mais de um oponente bobeando, tentaria espetar mais de uma nesse avanço, corpos os quais tentaria cortar ao meio para liberar meu braço e arma com um disparo potente de um raio da mão esquerda, que  tentaria os obliterar na altura do peito para eu poder tirar o braço movendo com força pra cima.

E se em algum momento eu derramasse o sangue de alguém… Minha gargalhada de prazer poderia ser ouvida de longe e qualquer um fraco o suficiente, provavelmente poderia sentir um frio na espinha, pois o demônio está na cidade.

HYAHAHAHAHAHAHAAAAA...







Última edição por Deep em Sab Out 15, 2022 11:52 am, editado 1 vez(es)

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Começava uma grande briga nos arredores da cidade de Draham. De um lado estavam os piratas infernais, um grupo de novatos no mundo da pirataria que vinham de Sirarossa no West Blue. Do outro lado, estavam as tribos defensoras de Hasagt e os marinheiros membros do quartel general local. Qual dos dois lados sairia vencedor? Apenas o tempo dirá. A única certeza é que essa será um enorme batalha.

O navio, onde estavam Colt e Deucalion, disparava balas de canhão contra a cidade ao mesmo tempo que chegava mais parto de tal lugar. Ao longe, o celestial conseguia perceber que um grupo enorme composto de marinheiros e guerreiros dos clãs de Draham corriam na direção da embarcação armados até os dentes. As balas de canhão não conseguiam fazer o grupo diminuir a corrida nem um pouco, eles estando claramente determinados a enfrentar os piratas.

Arrancando a flecha que o havia atingido, Deep criou um pilar de fogo para o alto, e em seguida passou a disparar muitas bolas de fogo contra a sua inimiga, no intuito de dificultar sua movimentação. Ao perceber que estava sendo alvejada, Rinchiele usou seus reflexos impressionantes para esquivar-se dos ataques com maestria, usando vários saltos e acrobacias. As bolas de fogo atingiam algumas cabanas da cidade, incendiando seus telhados. Em resposta, ela disparou várias flechas contra o coala, que por sua vez também conseguiu desviar delas. Deep aproximou-se em alta velocidade, brandindo sua faca, ataque esse que também foi desviado pela tribal e sua águia.

Vendo que ela tinha desviado dos seus golpes, o assassino tentou passar direto por ela e ir logo na direção de Draham, mas foi interceptado por Rinchele, que rapidamente saltou em sua frente, obstruindo seu caminho e demonstrando sua incrível velocidade. - Não tão rápido! - Ela falou, mais uma vez preparando seu arco. - Você não vai passar! - A moça continuou, claramente determinada a proteger seu lar. Ao longe, Deep conseguia ver os reforços dela chegando, vários marinheiros e mais membros da tribo, eles que por sua vez iam em direção a escuna dos infernais.



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ELES ESTÃO VINDO! — Rapidamente sinalizei aos tripulantes sobre a vinda dos inimigos, que não paravam nem mesmo os as balas de canhão — “Isso será complicado.” — Sendo bem sincero, lutar naquelas condições me parecia ser algo bem ruim, porém, não podia deixar o capitão sozinho naquele lugar, não agora que viramos irmãos — Continuem disparando! — Era possível sentir a Besta se estremecer em meu interior, ela queria sair... mas naquele momento não era uma boa opção, precisava ser inteligente durante o combate e não bruto — “Amigão, agora é minha vez!” — Avisava que ela não iria descer para o parquinho naquele momento.

Continuem atirando! — Sinalizava em direção aos tripulantes para que continuassem, por maior que seja o ímpeto dos inimigos, uma bala de canhão na fuça ainda iria servir o seu propósito — “Tenho que ir, talvez, com esse novo poder seja capaz de fazer a diferença.” — Eu precisava testá-lo em combate, aquela era a oportunidade, no entanto, não à perfeita... já que existiam os ricos de dar merda. Enfim, no momento em que o navio chegasse perto da terra firme ou pelo menos em um ponto onde eu pudesse saltar, assim faria — VAMOS! — Gritava em direção aos tripulantes, incluindo Colt e Doc no processo, sabia que eles eram fortes, já conhecia seus respectivos estilos de combate.

Não sabia como utilizar aquele poder, no entanto, a última vez que ele saiu foi como um grito — “Ok, vamos lá.” — O pensamento era como um gatilho para todas minhas ações, rememorava o sentimentos e a sensação que tive quando aquela habilidade foi lançada. O grito era dado em direção aos inimigos que vinham correndo, na expectativa que aquela energia estranha fosse disparada mais uma vez, pelo menos, para proporcionar uma vantagem momentânea aos meus aliados. Segui em disparada em uma direção diferente — Colt! Você está no comando deles! — Bradava em direção ao impassível, acredito que de todos, ele seja a melhor opção para guiar os membros dos Infernais.

Meu destino era simples — “Preciso ajuda-lo, quando mais rápido vencer esse combate, mais rápido sairemos aqui.” — De fato, era o melhor caminho possível. Meus passos eram velozes e mantive a atenção a todo momento, optando por movimentos defensivos de esquiva para evitar possíveis inimigos, jogando meu corpo lateralmente e continuando o avanço na direção do demônio. Meu objetivo? Era novamente usufruir do poder que me foi concebido, no momento que achasse justo, tentaria novamente disparar uma rajada em direção à inimiga, executando um grito potente. Eu sabia que talvez não fosse possível, não tinha total domínio da habilidade e a falha podia ser iminente, no entanto, tentaria repetidas vezes enquanto corria em direção a mesma. Entraria de cabeça no combate? Claro que não, tinha noção da minha força, mas me manteria distante tentando ajudar com tais rajadas sonoras, aproveitando-me para avançar aos poucos e talvez ter uma oportunidade de encaixar um golpe, mas como dito, seria cauteloso nessa aproximação. Me manteria atento a possíveis ataques vindos do capitão, afinal, já conhecia sua "tara" em técnicas extravagantes, não queria ser pego no fogo cruzado.

Se por acaso fosse interceptado no meio do caminho, não pensaria duas vezes em saltar na direção dos inimigos, deixando que as chamas envolvessem meus punhos e pés, desferindo um forte soco e cima para baixo no que estivesse mais perto. Novamente, tentaria usufruir do poder dando um grito potente na direção dos antagonistas, dando prosseguimento as ações citadas acima assim que fosse possível. Por último, caso notasse que o capitão não necessitava de ajuda, voltaria novamente minha atenção ao pequeno exército existente por ali. Como supracitado, minhas ações estariam envoltas de tentativas de utilizar o poder da fruta do demônio, não deixando a guarda baixa e enfrentando com os próprios punhos os inimigos, se assim fosse necessário. Cada grito, cada soco e chute seriam pesados e direcionados, visando a efetividade. Socos na altura do tronco e face, chutes nas pernas para desestabilizar e gritos potentes para mandar todos para o ar, talvez, até mesmo matando-os.


Histórico: