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6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!

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Achiles
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6º Capítulo: Gigantes versus Dragões! Seg Maio 02, 2022 12:57 pm
Relembrando a primeira mensagem :

6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!

Aqui ocorrerá a aventura dos Marinheiros Thorkell Dragnar & Pippos Vitaminado. A qual não possui narrador definido.


Última edição por Achiles em Seg Maio 02, 2022 4:12 pm, editado 1 vez(es)

Sasha
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-São bons lembretes para melhorarmos, para não recebermos novas. A capitã comentou levando a mão a uma cicatriz que ficava próxima de sua clavicula, uma mais profunda, deixando escapar um sorriso aceitando o elogio, a presença da mulher obviamente era capaz de animar e Pippos seria a prova viva disso, já que lutava tanto contra os sinais corporais que poderia jurar qualquer um que não haveria determinação mais ferrenha.

O modo como as termas relaxavam os músculos era mágico, seus efeitos sobre o corpo traziam uma tranquilidade e uma paz sem igual para ambos, apesar de ser agora também um lugar de perigo. É a primeira vez em um banho misto admito mas, eu gosto de lugares de relaxamento como casas de massagem, spas e afins, depois de um bom dia de trabalho um bom descanso me garante estar inteira pra próxima.

- Sim, você ouviu certo, a pobre coitada tem o direito de sucessão mas, não a ideade para ter algum poder real, apenas aquele que seu carisma e não sua posição podem lhe trazer. Mas vou ser direta sobre o porque o problema de Krishi é tão complicado, a situação atual  é interessante ao governo, de modo que como eu não tenho rabo preso, não duvido nada que não tenha sido trabalho de um agente ou de um grupo deles todo esse desaparecimento, então é o tipo de problema difícil pois, ira se guiar pela moral? Pelo que é certo? Ou seguir pelos interesses da  organização que nos patrocina? Ela deixou o questionamento no ar e logo comentou - Músculos podem resolver muitos problemas, inclusive encontrar alguém que não esteja agora em um lugar acessível hahahaha.  Mas vou ser bem honesta com vocês, eu posso arrumar um trampo para ganharmos um trocado e ainda uma viagem até Krishi mas, se fazendo o certo você procura a glória, você vai estar irritando muito cara poderoso de alto escalão, no entanto se procura o topo e esta disposto a sujar suas mãos, bom…  Não minto que é um lugar pra se apoiar. Em geral eu não me meto em treta de interesse politico, independente de quem eu apoiei no passado, isso sempre me prejudicoou. ela deixou claro seu ponto de vista, também deixando a eles a possibilidade de escolha quando comentou:

- No entanto, há mais lugares, sempre há lugares em que batendo nos caras ruins nós possamos fazer a diferença, tudo depende de uma coisa, você sente que o seu chamado é em Krishi? Ela teria olhado para ambos, esperando uma resposta.


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Última edição por Sasha em Ter Jun 28, 2022 10:03 pm, editado 1 vez(es)

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Thorkell
A Fortaleza Bélica
物語
“Nenhuma lâmina pode destruir minha fortaleza!”
Confesso que ao ouvir as palavras de Valvatore o sangue começava a ferver, em razão de que, só de pensar que o governo poderia estar envolvido naquela situação em beneficio próprio, me repudiava por completo. “Se o governo está envolvido, ou ignorando o assunto por estar ganhando em cima... isso não é o mesmo que mercenários e piratas fazem com o olho em lucro?” A expressão se tornava uma face séria e aborrecida, algo não costumeiro, mas que possuía essência por trás.

O ponto de vista da capitã possuía coerência e era bastante claro, tanto quanto o céu em dia limpo. Ela era honesta e direta, o tipo que eu apreciava em uma conversação. Ao falar e expressar suas opiniões, mesmo elas sendo não muito agradáveis de se ouvir, era-se de pensar se seria vantajoso ir para o reino de Krishi.

Pensar em coisas complexas não era do meu feitio, mas isso não significava que eu era estupido ou preguiçoso, simplesmente preferia optar por seguir meus instintos e princípios. ~ Hmmm. Suspirava e cruzava os braços enquanto refletia sobre a pergunta da mulher a minha frente, deixando que meu corpo e mente me guiassem através de meus sentidos.

Se existirá algo em que confiava, sem duvidas era meus instintos. Eu havia doutrinado minha sagacidade com o passar das Eras, mas sempre fui dotado com fortes instintos para todo tipo de coisa. É difícil dizer com exatidão, o que é exatamente esse sentimento, mas o mais próximo que poderia comparar seria um tipo peculiar de sensação invisível, intocável, mas sempre constante; em variadas situações.

Eu nunca pretendi ser um herói ou um vigilante nesses mares, estou longe disso, já que, meu passado não é tão limpo assim. Não sou um nobre cavaleiro de armadura reluzente, estou longe disso. Em Elbaff, muitas décadas atrás, era um arruaceiro, baderneiro e delinquente. Um bastardo que lutava pela sobrevivência, por assim dizer. Afinal, a vida lá era difícil... extremamente difícil. Mas nunca fui de ficar chorando ou reclamando disso, me determinei a seguir meu caminho e nele conquistar minha força através de muito suor e força de vontade.

Então por isso nunca almejei bancar o herói ou o protetor dos inocentes. O que talvez fosse um ponto ir até o rei de Krishi para isso. Claro que ajudar os fracos era um lado que eu possuía, já que, acreditava que isso era uma características daqueles que estão no topo da força; apesar de saber que a dura realidade não é bem essa.

Os fortes devem mostrar sua força através de ações positivas, não apenas negativas. Mas os jovens de hoje em dia são fanfarrões e acreditam que tudo vale pela fama, o que estou longe de concordar. De qualquer forma, o que estou almejando é criar meu reino, um incrível reino que estes músculos possam se orgulhar. Um reino digno para o descendente dos Gigantes Primordiais e seu povo. No entanto, para conseguir isso preciso subir na marinha e usa-la como uma ferramenta, exatamente como eles me usam em prol da justiça e população.

Não sou do tipo que fica colocando os pontos “bons” e “ruins” na balança para ver se é certo ou não. No fim das contas, a palavra “certo” é muito subjetiva, pois, o que é certo para mim pode não ser o certo para os outros, vice-versa. Sou mais do tipo que segue o que meus instintos e princípios me indicam, desde sempre.

Bater de frente com a marinha agora seria o mesmo que um bebê tentando por ordem em seu berço. O que sabemos que é risório e sem esperança. Preciso ganhar mais poder! Preciso ganhar mais Status! Subir mais alto e obter mais méritos, talvez assim possa mudar algo. Mas até lá... se meter no meio de intrigas politicas entre um reino qualquer e o governo seria imprudente, negligente e tolo. “Posso até falar e agir as vezes de forma imponente diante os superiores, sendo persuasivo e amistoso demais, mas crescer mais as unhas seria algo impulsivo e descuidado.” Pensava comigo por alguns minutos, enquanto continuava a coçar a barba e fintar nos olhos de Valvatore.

“Mesmo que possa receber ajuda da marinha, agir agora contra as vontades do governo, que é superior a Marinha, é dar sorte ao azar.” Relaxaria a expressão e jogaria os braços para apoiar a borda das termas, outra vez. ~ Thororororororo! E eu achando que era persuasivo, hein! Diria com uma extravagante risada. ~ Hah! Você ganhou de mim desta vez, capitã. Proferia de forma despreocupada, como de costume, como se nem houvesse pensando muito sobre o assunto, mesmo que houvesse feito e bastante. ~ Ora, ora... talvez fosse mais sábio ir em um lugar que necessitam mais de nossas forças físicas, do que politica de fato. Olharia então para Pippos, caso ele houvesse dito algo, e diria. ~ Relaxa aí que os adultos tão conversando. Piscaria de forma zombeteira para o garoto, quase dizendo para ele: confia que pai sabe o que faz.

Logo então retornaria a olhar para a bela mulher e perguntaria. ~ Então, se você comentou sobre esses pontos, ainda com informações bastante precisas e concisas, a moçoila deve ter algo em mente... não é verdade capitã? Expressaria um sorriso amigável e extrovertido, sentindo quase que instintivamente que a marinheira havia me impedido de fazer algo impulsivo, pois, mesmo conhecendo minha personalidade, se ela houvesse dito para nós não irmos, seria o mesmo que instigar mais nossa ânsia.

Exatamente por isso Valvatore havia abordado e frisado sobre alguns pontos em relação ao reino para com o governo, salientando que nossa força poderia ser provida e usada em locais mais propícios. “Essa mulher sabe lidar bem com homens de egos fortes, Thororororo!” Refletia comigo mesmo, ainda que não houvesse a necessidade de expor isso.


"Nunca confunda meu silêncio com ignorância, Minha calma com aceitação ou Minha bondade com fraqueza."
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O Divino 》 Tenente




6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!
Assim que pude ouvir as palavras de minha superior, ficaria compreendido a importância das cicatrizes, afinal, elas mostravam as marcas referentes a descuidos do passado, ou, ao menos, confrontos bem árduos. Mas ela estava completamente certa, pois sempre iremos tentar que essas marcas e esses descuidos jamais se repitam! - Você está corretíssima, Valvatore, VITATA. - Pontuaria, com clareza, demonstrando toda a minha admiração e respeito pela experiência e pelo devastador conhecimento da capitã.

Apesar de eu não pretender ter marcas desse feitio em meu divino corpo, mas claro que, não é vergonha ter em meu corpo belas marcas de guerra, cujo significado não é fraco. É o sinal de que passei por uma situação bem difícil, mas que lidei firmemente e consegui superá-la e quem a fez. Pensando nesse quesito, até faria um bom sentido em ter cicatrizes no corpo. Não que precise marcar o meu corpo divino, afinal, essas marcas mostram descuidos, mas pela honra de ter superado seu executor, VITATATA! Gargalhei em meus devaneios diante daquela calorosa e relaxante água. Podia sentir com leveza meus bons músculos, bem mais revigorados e sadios pelo tratamento executado com maestria pelas charmosas 'enfermassagistas'.

Thork logo me respondeu quanto à criação de uma câmera termal em seu interior, afinal, ter um espaço relaxante como esses seria formidável em qualquer tipo de castelo. Já imaginou uma forma de descansar e revigorar estes formidáveis músculos em uma forma diferente do sono? Puts, é algo magnífico! Um descanso e relaxamento acordado, VITATA. - Em andamento? VITATA! Pois pode agilizar e correr com isso, pois seria algo fabuloso! - Respondi, ainda em conformidade à bela ideia de criação desse espaço no Thorkastelo.

Ali eu conseguia me sentir em paz. Meu corpo descansava e o calor daquelas purificadoras águas me deixavam bem mais leve e despreocupado com os problemas da vida. E quando eu ia agradecer pela ideia do banho termal, logo pude ver a capitã falando também ser sua primeira vez em um banho desse feitio. - Nossa?! Sério? VITATA! Jurava que, por conhecer tão bem os diversos lugares de várias ilhas, imaginei que você já estivesse mais familiarizada com essa ideia de banho misto em termas. - Imaginei, afinal, a capitã aparentava ter uma familiaridade maior com as ilhas, então um banho assim nas termas seria o de menos. - Mas me desculpa, eu sou quem menos tem vivência nesse mundo, VITATATA! - Completaria.

No decorrer da conversa, pude reparar àquela conversa a respeito do nosso aparente próximo destino, o Reino de Krishi. Assim que pude ouvir a sua primeira grande fala: - Nesse sentido, o que você nos propõe a fazer nesse lugar? - Que a minha, a nossa, presença era necessária nesse reino, isso era óbvio, mas de que modo? O governo parecia estar controlando 'bem' o lugar, e, como um grande aliado, não poderíamos intervir em seus domínios. Ao menos foi a primeira pergunta que me veio à cabeça ao fim de seu primeiro monólogo.

Agora parecíamos nos encontrar diante de uma situação um tanto quanto mais complexa. Estava claro que nesse reino ainda deveria haver alguns problemas internos. Talvez grupos revolucionários que sempre tentam cercar um trono para ir contra seus princípios e fundamentos para tentar criar uma ideia totalmente contrária à justiça. Completamente inadmissível. Mas nada que uma boa dose de Pipporkell não possa resolver, VITATA. Mas esse lugar parecia ter uma boa quantidade de problemas, tanto que a Val fez questão de enfatizar e encaixar certos probleminhas em nosso objetivo, para ter certeza no que nós realmente queremos.

Pela maneira e forma o qual ela havia colocado suas palavras, de fato, Krishi parece ser um problema. Mas nada que guerreiros celestiais, como nós, iria fraquejar. - Em primeiro lugar, eu sempre busco a glória, o que fará destes músculos divinos seguirem firmes para enfrentar quem quer que seja, seja do alto escalão ou não. Se alcançar a minha verdadeira glória irá causar inveja e irritar pessoas… - Suspirei, abaixando um pouco a cabeça, mas logo a levantando com muito mais confiança em seguida. - Então recomendo que usem óculos escuros para se proteger, porque estou disposto a brilhar o suficiente para que minha glória possa cegar os invejosos. - Talvez, magicamente surgisse um óculos escuro ala 'turn down for what' em mim, só pela sagaz afronta à essa possibilidade.

Mas logo faria questão de tentar me levantar por completo, nu mesmo, apoiando-me nas bordas, se necessário para confrontar esse choque entre akumado e água. Buscaria a toalha que havia colocado próxima a mim, isso para poder me enxugar o quanto antes e me deixar mais aliviado quanto ao toque desse líquido que parecia apenas me deixar cada vez mais fraco, e, em seguida, me cobrir para ir até o armário o qual havia deixado minhas vestes. Faria questão de logo me vestir e ficar pronto para seguir adiante. Nesse quesito, voltaria até próximo do banho termal em que meus parceiros se encontravam.

- Então, meninas, vocês ficarão por aí até quando? VITATATA! Achei que tínhamos um reino para seguir, além de um barco para conseguir essa viagem. - Claro que não duvidava das capacidades e argumentos da capitã quanto a isso, pois ela já havia sugerido nos conseguir uma viagem, aparentemente, fácil, mas eu ainda permanecia meio receoso e já afim de embarcar para esse lugar. - Quanto a isso de mostrar nosso verdadeiro valor e ter merecimento para tal, isso tenho certeza de que somos capazes! Meu objetivo é crescer até os céus e ser reconhecido pr qualquer um, VITATATATA!Afinal, eu sou o Vitaminado Pippão, o fruto de uma vontade divina. - Destacaria ao fim.


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Os pontos colocados por Valvatore haviam atingido a ambos, de certo modo e referente ao que Thor a questionou ela comentou - Temos Lodta, é um lugar mais próximo em que há um conflito ancestral ao qual pode ser encerrado através de duas coisas, inteligência militar e força, algo que podemos fornecer… No entanto, até então um problema era números, eu não ando com muita gente mas… Quando Pippos dominar sua habilidade ele pode ser o exército necessário, enquanto você a base para tornar possível avançar por entre o território hostil. Ela explicou bem o que tinha em mente já incluindo os dois levantando enquanto colocou as mãos na cintura até se ouviu o Boing pelo imediatismo enquanto ela diria - Falando nisso me deixou animada para irmos, vamos? Ela foi atrás das roupas e parecia radiante.

Claro, pelo bem da história a visão que teriam era histórica mesmo em suas costas, que diferente da frente de seu corpo, era bem limpa de cicatrizes, uma vida de batalhas livre da vergonha de recuar. Caso decidissem a seguir, ela já teria feito no tempo de se vestirem suas ligações e diria - Estamos prontos, tem alguma dúvida? Posso explicar por aqui mesmo ou enquanto viajamos. Ela era realmente rápida quando o impulso vinha.

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“Nenhuma lâmina pode destruir minha fortaleza!”
Estava sentindo o corpo mais revigorado, mas ao mesmo tempo enfraquecido. Afinal, estava imerso nas termas. A água que antes era uma aliada, agora era uma inimiga natural. Apesar de que neste nível, não parecia ser suficiente para abater essa montanha de músculos. Ainda assim, era suficiente para perceber que minhas forças estavam drenadas em boa parte.

Pippos começava a falar e se enaltecer, parecia um moleque de rua sedento por doce. “Heh. Esse garoto sofre de pau ansioso, só pode.” Pensava comigo mesmo enquanto esboçava um sorriso amistoso. “Estou tão relaxado que nem deu vontade de provocar ele, puta merda. Thorororo!”

Momentos atrás havia ponderado uma seria de questões, não muito por vontade própria, mas mais para definir meus próximos passos. Afinal de contas... um digno rei deve sempre pensar a frente. “Apesar de isso ser um porre, era necessário.” Por outro lado, a explicação de Valvatore havia alertado meus instintos de que seria melhor evitar o reino de Krishi, já que, me faltava poder, autoridade e Status para me impor diante ao governo.

Apesar do meu orgulho em possuir um corpo abençoado pelos Gigantes Primordiais, reconhecer minhas fraquezas era algo que havia obtido com tempo. O garoto desconhecia isso e era compreensível e visível em seu espirito desbravador. Mas em pouco tempo ele entenderá e usará isso para se tornar mais forte.

Eu nunca quis ser um salvador ou herói do povo, pois, o que viso e almejo está além disto. Afinal, do que adianta um herói virtuoso se grande das pessoas tem seu coração corrupto e sua honra manchada. É o mesmo que velejar contra a maré. Não me entenda mal, se eu ver alguém precisando de ajuda, naturalmente irei ajudar. Acredito que os fortes detém caráter e poder para tal, mesmo os impuros e desonestos merecem uma segunda chance.

Alguns poderiam achar que este tipo de pensamento é inocência, mas não é isso. Inocência é achar que os céus faram de tudo para lhe dar glória, quando na verdade é você que deve buscar ela em prol de seus desejos. A força de vontade é lapidada com as dificuldades e direcionada a seus objetivos. Exatamente por isso visava criar um reino puro, honesto e honroso. Só assim... seria possível alcançar uma nação digna para aqueles que visam trilhar o mesmo caminho que o meu.

O garoto era excêntrico e corajoso, admirava isso nele. Mas deveria ter os pés no chão, já que, a tomada de uma impulsiva decisão poderia esmagar seu futuro. “Sorte dele me ter do lado, esse irmãozão aqui já viveu muito e entende das coisas. Thorororororo!” Seu potencial é notável, mas assim como um broto pode se tornar uma imensa árvore, ele também pode ser podado antes de alcançar seu pináculo em vida.

Não tardou para meus instintos estarem certos, já que, Valvatore realmente possuía outra ilha para ir. A marinheira comentava sobre um reino chamado de Lodta, confesso que este me era desconhecido. ~ Hoo. Interessante. Diria com um sorriso estampado no rosto. ~ Então parece que já temos nosso próximo destino. Proferia assentindo para com Valvatore, sem mais delongas. [color=#00BFFF]~ Vambora garoto!!! Indagaria me levantando das termas com um pouco de esforço, ainda nu e bastante despojado.

Após algum tempo para a troca de roupas, colocando as vestes tradicionais da marinha, nos reuniríamos novamente com a capitã. ~ Uaaaa-uuaaaa! Deixaria um bocejo sair, mesmo estando novo em folha, o corpo estava extremamente relaxado ao ponto de bater uma leve sonolência.

Assim que avistasse Vitamiando, daria um tapa em seu ombro de forma amigavel.~ E aí cabeça de rabanete! Descansadinho? Thorororororo! Mexeria com Pippos como de costume. ~ Pois bem, capitã. Alertaria a marinheira de nossa chegada. ~ Iremos pegar carona novamente? Ou há algum navio da marinha disponível hoje? Perguntaria a mulher, já que, havíamos vindo de carona outrora.

Sinceramente isso estava começando a me encher o saco, até porque, viver velejando de carona não é algo que me agradava, ainda que estivesse acostumado, já estava na hora de ter um navio próprio. ~ Heh! A Propósito Valvatore... porque você não tem um navio? Deve estar cansada de viajar deste jeito, creio eu. Perguntaria curioso. ~ A marinha não fornece um navio para os capitães? Afinal, é um patente já elevada dentro da hierarquia. Perguntaria de forma amistosa.

Logo então, lembraria que ainda estava em posse das vítimas do pirata Supernova. ~ Aé mesmo! Já estava esquecendo de novo das vítimas. Proferia coçando a barba. ~ No fim, você não comentou qual destino dar a eles, capitã. Diria de forma relaxada, logo em seguida criaria minha replica dentro da fortaleza.

Uma vez dentro do castelo, me deslocaria até onde estaria as pessoas, provavelmente ainda na enfermaria. – Saudações! Thororororo! Proferia de forma carismática junto a uma gargalhada. ~ Como estão as coisas? Tudo certo?! Perguntaria visando as palavras para a marine de outrora; uma das vítimas e que haveria ajudado as pessoas. ~ Me diga uma coisa, minha jovem... a pessoas aqui são nativas de Dragora? Se for o caso, talvez possamos deixa-las em alguma das cidades. Estamos atualmente em Drakar. Falaria em razão de conhecer um pouco mais das pessoas que lá estavam, mesmo considerando que Valvatore possuía uma destino a eles.


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6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!
Em meio ao fim de meu relaxante banho, já estava mais do que na hora de cessar o descanso, afinal, como pertinentes defensores da lei, tínhamos uma vida corrida e não poderíamos passar tempo demais em repouso. Nesse sentido, em meio ao poderoso discurso antes elaborado pela Valvatore, ficou claro de que o Reino de Krishi seria algo bem complexo e dificultoso, ou seja, talvez algo ainda não possível de se enfrentar para nós, pois ainda precisávamos nos desenvolver e ter mais controle na arte do Haki e até mesmo, para mim, no poderio de minha Akuma no Mi.

Apesar de enfrentar os problemas da supracitada ilha não ser um problema para mim, devido à minha confiança bem acima da média, eu compreenderia no caso da capitã querer adiar um pouco essa viagem, afinal, ainda éramos divinos guerreiros em desenvolvimento. Nesse sentido, a Val logo sugeriu uma viagem para Lodta, um lugar que também parecia necessitar de ajuda desses músculos divinos. E até meu companheiro pareceu concordar com essa mudança de destino. - Até você, Thork? VITATATA! Tá, tá… vamos começar enfrentando esses desafios com mais calma. Mas o reino de Krishi ainda é a meta. - Pontuei.

Apesar de minha formidável confiança julgar possível ser essa ida agora para o Reino de Krishi, cada vez mais parecia, de fato, ser um lugar de difícil acesso. O que será que deve ter nesse lugar para ser assim tão complicado? - Me questionei de forma plena, colocando levemente a mão em meu queixo, fechando o punho e mantendo o dedo indicador em meus lábios.

De qualquer modo, o foco agora seria na segunda ilha declarada. Pela descrição da capitã, Lodta parecia ser uma ilha acobertada por um conflito bem antigo, e que nossa incomparável força bruta seria mais do que o suficiente para acabar com esse problema. - Esse lugar vai ser bom para aquecer esses músculos divinos, VITATATA! - Falei, enquanto daria uns leves tapinhas no meu bíceps destro. E, já bem vestido, logo segui na direção de minha marreta colossal que eu deixei com a cabeça virada para o chão, para rapidamente logo pegá-la novamente e deixá-la em meu punho direito.

Diante do esplêndido argumento da capitã, ela parecia, de fato, ter feito o seu dever de casa e estudado com muita eficiência o real potencial dessa fruta o qual ela me deu. Pelo que ela havia pontuado, essa fruta me daria um verdadeiro potencial divino para combinar com muita eficiência com o Thork, onde, inclusive, haveria a possibilidade de eu ter plena condição de elaborar um grande exército de soldados-biscoito. - Fascinante! - Esbocei, de modo a compreender parcialmente o grande potencial de minha fruta somada à de meu irmão.

Diante das palavras dela, até ela própria se animou e ficou empolgada para que partissemos o quanto antes. - Vamos nessa! VITATATATA! - Ttambém empolgado fiquei. Mas claro que também precisaria passar praticamente a viagem inteira praticando o uso de minha Akuma no Mi. Quanto à viagem, ficaria bem atento ao questionamento do meu parceiro, afinal, se ela tinha a patente de Capitã, por que motivo ela não tinha uma própria embarcação? Mas tanto faz, isso já seria respondido.

De antemão, eu precisava iniciar meus questionamentos em prol de nossas viagens, mas eu precisaria começar com um que já me deixava até meio desconfortável. - Err.. em primeiro lugar, eu queria saber por que motivos não podemos ainda logo partir para o reino de Krishi, VITATATA! Não é nada demais, apenas fico curioso para entender bem se antes precisaremos ficar mais fortes, pois esse é, aparentemente, o motivo, VITATA. - Finalizaria o primeiro questionamento.

Ouviria atentamente sua primeira resposta, e, apesar de acreditar em minha infalível confiança, precisaria ter calma e compreender a situação: - Entendo. - Depois desse primeiro esclarecimento, logo precisaria fazer uma real pergunta referente à nossa atual missão. - Vamos logo indo até a embarcação. No caminbo até lá, eu te faço meu questionamento, pois, no navio, vou me dedicar completamente à minha Akuma no Mi, VITATA! - Sugeriria, para que já pudéssemos seguir e evitar qualquer potencial atraso à missão para quem quer, de fato, se desenvolver como marine.

No caminho para o navio, ou não, caso ela logo pedisse que eu fizesse a devida pergunta, eu não pestanejei em fazê-la: - Quanto a esse confronto ancestral, eu gostaria de melhor entender suas causas e quem que faz parte, de fato, desse confronto, afinal, não podemos chegar metendo a porrada antes de logo entender o real posicionamento de cada lado e o de nosso grupo diante desse conflito. - Pontuaria, para melhor entender toda a situação, mas tudo já esperando que, depois de ter minhas perguntas esclarecidas, ao menos, já estivéssemos na embarcação, ou, ao menos, já bem próximos à ela.


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- Devemos ir em um barco de um companheiro da marinha com quem já trabalhei antes, eles precisam de escoltar alguns materiais para o QG e já entramos com este trabalho para pagar nosso transporte hahahaha. Ela comentou ouvindo então o que Thor tinha a dizer, neste momento seu raciocinio quase era interrompido por algo “ esquisito” que acontecia que era na porta de Thor que estava em seu abdome no momento a voz da marinheira dizer - Estão todos recuperados, vou encaminhar a todos para suas casas, sejam eles locais ou não. E com isso em meio a aquilo um multirão de pessoas teria saido e agredecido a Thor, saindo do local.

- Ta… Isso foi esquisito, Enfim eu gosto de viajar assim na verdade, eu poderia ter o meu próprio barco com uma tripulação que pudesse suprir as necessidades em viagens e até mesmo em missões mas, sinto que quando eu fizer isso estarei estacionando, deixarei de conhecer novas pessoas e ganhar novas experiências, doidera né? Hahahaha. ela explicou bem seus motivos


Com isso eventualmente, passou-se tempo até que caso decidissem fossem ao prometido navio pela capitã até que a resposta de Pippos viria - Lodta tem um conflito ancestral Pippos, um conflito entre colono e colonizador, os habitantes originais e nativos da ilha chamados de os esquecidos e o próprio reino formado pela civilização atual, é um conflito plural ao qual se sabe que a revolução tem apoiado com o propósito de derrubar a influência da marinha e do governo sobre o reinado, por isso eu tenho interesse em propor uma missão dupla quando chegarmos mas precisamos também estabelecer quando chegar ao local. Ela explicou.

No navio havia uma figura de braços cruzados um homem grisalho que usava junto ao seu uniforme um manto de lobo que destoava, era um descendente de gigantes como eles, pelo menos uns 10 centimetros mais alto do que o mais alto entre os dois. - Três? Achei que…. Enfim, preciso de mais pessoas para fazer a escolta de toda forma, não vou reclamar. Comentou o homem suspirando em uma plena decepção, pois parecia ter expectativas frustradas.


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6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!
De fato, nossa viagem seguiria no navio de algum parceiro da Valvatore, aquela típica carona o qual já estávamos acostumados, VITATA. Mas nada demais, isso, para mim, não era um problema, desde que conseguíssemos chegar no destino almejado. Mas, de tpda forma, algo bem esquisito acontecia, uma estranha voz parecia sair do Thorkastelo, e esta destacava o fato de já haver um grande numeros de pessoas no interior do cabeçudo.

Nesse sentido, eu não poderia deixar passar essa chance: - É impressionante o número de pessoas que penetra esse cara, VITATATATA! - Gargalharia com ênfase. - Agora eu entendo por que motivos o Thork treina tanto, VITATA. Tem que treinar bastante esse corpinho pra aguentar tanta gente entrando. - Finalizei, fazendo aquela carinha de quem tira onda com duplos sentidos.

De qualquer modo, logo estaríamos diante de um belo navio, momento este em que a capitã logo me detalhou melhores informações a respeito do reino de Lodta. Um conflito antigo que, basicamente, tratava-se de uma peleja entre colonizadores e colonizados. - Entendo… e, nesse caso, a força divina… - Flexionei bem o meu bíceps esquerdo enquanto pronunciava. - É, tenho certeza de que nossos músculos e nossa colossal força será bem capaz de encerrar essa confusão. - Pontuei, mediante minha excessiva confiança.

Depois de embarcar naquele navio, era possível enxergar um homem mais velho no comando do navio. Ele também era grandalhão e talvez até um pouco mais alto do que eu e o abacaxi. Quem é esse cara?! Deve ser o tal amigo que a Val mencionou. - Pensei.

Ele parecia argumentar contra a Capitã pelo fato de sermos apenas três, como se fosse necessária a presença de muito mais marines do que nós. - Você quer número? VITATATA! Quanto a isso nem se preocupe, eu sou o fruto de uma vontade divina, e esse cabeçudo aqui é um ser primordial. Cada um de nós já vale por uns cem, VITATA! - Declarei, tentando convencê-lo de nossa superior capacidade.

Mas caso houvesse qualquer tipo de questionamento quanto ao nosso número, eu faria questão de dar o meu máximo na criação de clones biscoito, onde procuraria forjar cada parte do corpo de meus clones com a mesma da minha. Sem nenhuma parte maior do que outra, principalmente a cabeça, VITATA.

Além de eu não querer fazer feio, principalmente na frente desse coroa que parecia nos confrontar, e duvidar de nossas capacidades. Nesse sentido, tentaria forjar a criação de mais 10 "eus", onde já o contestaria e faria os 3, tornando-se 13. Mas caso ele ainda confronte o fato de 13 ser pouco, eu ainda tentaria aumentar minha capacidade de dez em dez, onde haveriam 23, 33… isso até criar no máximo mais 50 cópias minhas.

Mas aumentaria apenas até já ser o suficiente para ele, pois, sabendo de minha pouca experiência com essa habilidade, ainda precisaria tomar cuidado para não acabar criando cópias demais e não ter muito bem o controle sobre cada uma de minhas criações. E, quando solucionado o problema, logo faria questão de virar mais uma boa golada de rum, pois a queimação desse líquido em meu interior já me acalmava e sempre tranquilizava cada uma de minhas células divinas.

De toda forma, ao fim dessa mínima demonstração de poder, logo faria questão de seguir até a cozinha da embarcação, estava claro de que aprender um pouco mais sobre os elementos doces de confeitaria seria muito útil para mim.


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Última edição por Pippos em Seg Jul 04, 2022 1:44 pm, editado 1 vez(es)

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物語
“Nenhuma lâmina pode destruir minha fortaleza!”
Durante a conversa com Valvatore, sem precisar ir averiguar o estado das pessoas que estavam dentro da minha fortaleza, a marinheira de antes que havia sido uma vítima avisava sobre estarem todos bem e que ela iria lhes escoltar pessoalmente. ~ Ohh, certo, certo. Diria percebendo a saída das pessoas e concedendo a permissa das escotilhas.

Acenava para os civis enquanto os mesmos saiam tranquilamente. ~ Bom retorno, Thorororo! Proferia em resposta as pessoas ao longo de suas partidas. ~ Hah! Estranho é uma palavra um tanto quanto ilógica... para quem está acostumado a viajar por esses mares, não concorda comigo capitã?! Thorororororo! Diria para a marine em seguido de suas palavras e sua resposta para com o motivo de não ter posse de um navio.

Em seguida, ouviria a zombaria por parte do garoto. ~ Huh?! Agora ta criando culhões? Pra vir falar dessa forma. Tá virando homem, até que enfim. Thororororororo! Responderia extrovertidamente ao tempo que provocaria ainda mais o moleque.

Pippos haveria perguntando para Valvatore sobre o local que estávamos visando ir, seja por curiosidade ou para passar o tempo, o garoto estava encucado com Lodta. A explicação da capitã era bastante clara e instigaria qualquer homem a desbravar em meio a guerrilha. ~ Hoo. Uma eclosão de guerra sempre destaca os fortes. Kekekeke! Diria desta vez com um sorriso mais medonho. Afinal, o calor da guerrilha fazia meu sangue ferver.

~ Tá, tá, senhor músculos... tá parecendo mais uma galinha desnutrida. Thorororororo! Diria para Vitaminado ao tempo que ouvia suas palavras e seguíamos até o navio. Quando havíamos chegado, éramos abordados por um homem com pelagem animal. “Ora, ora. Um gigante por essas bandas? Apesar de que não é algo tão incomum assim.” Pensava comigo ao tempo que ouvia suas palavras. ~ Saudações, camarada! Iremos lhe incomodar um pouco. Diria amigavelmente para o grande guerreiro.

Quando Pippos argumentou com o gigante, infelizmente não evitei de soltar uma grande gargalhada. ~ THORORORORORORO! A risada não em razão de caçoar, muito pelo contrário. “Até que enfim esse bostinha falou algo que preste.” Me aproximava do gigante ao tempo que esticava a mão para lhe cumprimentar. ~ Prazer, Tenente Thorkell. Um amigo de Valvatore é um amigo meu. Apertaria a mão do homem de forma máscula.

Após subir dentro do navio, olharia ao redor os tripulantes e faria uma varredura para com a estrutura do navio. ~ Parece ser um navio bastante calejado e competente. Apoiaria as mãos na cintura de forma convicta. Logo então notava Vitaminado criando soldados de biscoito. ~ Hoo! Isso realmente parece ser útil, hein! Thororororo! Diria para o garoto em razão de sua utilidade para com a guarnição.

Em seguida, acabaria falando com o navegador da embarcação assim que começássemos a navegar. ~ E aí amigo, tudo na boa? Me aproximaria do piloto de forma despojada. ~ O que acha de me dar umas dicas sobre navegação? Será uma coisa boa para você passar o tempo e para eu aprender um pouco mais sobre navegar. O que acha? Falaria de forma persuasiva e carismática.

Eu já havia navegador por bastante tempo e em vários lugares, mas nunca me preocupei em pilotar o navio. Mas agora em posse da Shiro Shiro, que me possibilitava criar variadas coisas em correlação a fortaleza, não tão versátil quanto as habilidades de Pippos agora, mas útil da mesma forma, seria uma ótima oportunidade para aprender como navegar por esses mares com melhor aptidão e conhecimento. “Além de ser uma boa forma de passar o tempo mais rápido.”


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A capitã concordou com a cabeça com Thorkell e isso os levou sem muitas delongas a embarcação ao qual usariam para navegar até o reino de lodta ao qual era razoavelmente próximo em dias de viagem O dono da embarcação cumprimentou o gigante com firmeza sem dever nada em masculinidade, enquanto isso Pippos começou a criar alguns soldados a mais com a sua própria imagem, careciam de beleza mas já eram funcionais, algo ao qual o ruivo com a prática e o conhecimento poderia melhorar.

- Wow, esses dai vão ser uteis. comentou o homem apontando para trás de si para que eles embarcassem - sintam-se a vontade, apesar de ser uma escolta eu realmente espero que a força de ninguém seja necessária pela viagem que faremos. Pippos teria encontrado na cozinha uma Marinheira comandando a parte da confeitaria, era engraçado mas ela fazia biscoitos em formato de estrelas, cheios de detalhes parecia uma pessoa divina par aajudá-lo.

Enquanto isso Thor veria o próprio capitão a guiar seu navio como navegador, Valvatore pareceu estar ocupada já que começou a fazer uma ligação e entrou pelo navio como se fosse dela, o grisalho então respondeu - Posso te ensinar um truque ou dois, o que você sabe e o que almeja? O homem deu espaço para o aprendizado.


Passariam-se ao todo 6 dias até a viagem se concluir, visto que o barco logo partiu e nesse tempo, Thor e Pippos poderiam se aperfeiçoar se estes fossem seus desejos.

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“Nenhuma lâmina pode destruir minha fortaleza!”
Logo ao abordar o navegador, que seria o próprio gigante conhecido de Valvatore, observava um pouco o nobre homem direcionar o leme e o navio. Não tardaria para conversar com o marinheiro e perguntar se o mesmo estaria disposto a orientar e instruir este velho sobre os mistérios da navegação.

~~ Aprendizado de Navegação ~~

O capitão concordava e começava a instruir ao mesmo tempo que mostrava suas aptidões no processo de navegar. - Para que uma embarcação possa singrar mares e rios em segurança é preciso que uma série de funções seja executada, do contrário todo tipo de desastre pode acontecer: desde apenas se perder em alto mar a choques indesejados com recifes, motins, destruição de mastros e velas, além do próprio naufrágio. Ele apontava para vários locais, exemplificando conforme sua narrativa.

Acenava com a cabeça de forma compreensiva ao tempo que questionava um pouco sobre o assunto. ~ Mas quais são os fatores de previsão durante a navegação? Era uma pergunta simples, mas bastante logica. O homem então indagaria a resposta. - A navegação é exercidas por nove funções, de cima para baixo na hierarquia da tripulação: Capitão, Contramestre, Navegador, Timoneiro, Prático, Marinheiro, Gajeiro, Marcador e Remador. Certas funções podem ser acumuladas por mais de um indivíduo. Existe alguns exceções, ou funções divergentes do normal, mas em suma maioria são estas. Ele controlava o navio ao tempo que gesticulava com uma das mãos.

- A questão é que, quando todas as funções foram preenchidas a probabilidade de acontecer algum desastre é bem baixa. Quanto menos funções preenchidas no navio, maior os riscos. Apesar que há suas exceções, como disse antes. O gigante era gente fina, bastante comunicativo e bem carismático. Sua explicação era direta e clara, o que facilitava e muito. “Isso sem considerar usuários de Akuma como eu e Pippos. Afinal de contas, até mesmo eu posso navegar nesse mar e levar quem eu quiser dentro da minha fortaleza.” Ponderava ao tempo que cruzava os braços e coçava a barba refletindo sobre meus poderes.

No decorrer da viagem, algumas dúvidas emergiriam e seriam sanadas dentro do possível para com as instruções do marinheiro. Contudo, navegar não era nenhum bicho de sete cabeças. Mas provavelmente isso se dava pelo fato de estar acostumado a velejar. Algumas horas passariam, tão rápido quanto o barco cortava as ondas marítimas, e logo eu estaria em posse do leme orientando e guiando o navio na pratica, já que a teoria seria breve.

O marinheiro assumiria o leme e informava sobre já estar apto, mas ele parecia ser ciumento com seu navio, pois que, não me deixaria navegar por mais tempo. ~ Agradeço sua ajuda, camarada. Cumprimentava mais uma vez o capitão em razão de disponibilizar um pouco de seu tempo e conhecimento.

~~ Fim do Aprendizado ~~

Apesar de estar com os músculos relaxados e descansados em razão das termas, o sono viria sutilmente com decorrer das horas. Logo então, viria me encostar em uma das bordas do navio e tirar uma soneca para estar bem descansado. ~ Thorororororo! Qualquer problema é só me chamar, irei tirar uma pestana. Comunicaria o marinheiro e em seguida caminharia até a borda do navio e sentaria.

“O clima está bem agradável para uma sonequinha.” Pensava comigo enquanto levava os braços para trás da cabeça e usava-os de apoio. Caso avistasse um dos soldados de Pippos, acabaria me questionando se dariam uma boa refeição. ~ Será que o gosto deles é igual a biscoito? Ou varia conforme suas formas!? Ficava matutando isso até cair no sono.


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6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!
Era incrível! Agora eu já havia conseguido realizar minhas criações de clones de biscoito com muito mais eficiência e similaridade. Além de também já dar conta de construir uma boa quantidade, e, ainda, com muita eficiência. Nossa, que orgulho, VITATATA! - Era o que eu pensava, afinal, eu já tinha passado uma tamanha vergonha no início. Todavia, tudo era questão de prática, e eu sabia de que, com o tempo, a minha tendência era só de melhorar.

Depois de fazer o suficiente para impressionar o grandão, fiz questão de manter minhas criações por ali no convés, mas acabei decidindo ir até a cozinha, afinal, buscava entender melhor as funcionalidades da estética dos biscoitos, pois manter essa cor comum não faria ninguém duvidar de quem era o verdadeiro, VITATATA!

Aprendizado ~ Confeitaria

Assim que entrei na cozinha, logo pude presenciar uma jovem realizando uma exímia tarefa de confeitar belíssimos doces, algo semelhante a uma estrela. Uma estrela?! É um sinal divino! - Pensei. E continuando a apreciar todas as suas artes nos doces, era fantástico! Sem dúvidas, ela seria a pessoa certa para que eu pudesse aprender a projetar biscoitos com muito mais eficiência e maestria. - Olá, bela donzela. Posso ver que você é muito boa na arte da confeitaria. Impressionante! VITATA. - Reagi.

Mas ainda precisaria de sua ajuda: - Err.. Você poderia me ensinar essa arte? Eu, agora, tenho a capacidade de criar biscoitos, e, com essa maestria na confeitaria, já poderia projetar diversas cores em sua própria projeção, VITATA! - Pontuei, já demonstrando um pouco de minhas novas habilidades e projetando um pequeno biscoito da ponta de meu dedo indicador canhoto. Sem dúvidas ela logo se impressionou, afinal, quem não ficaria surpreso com esse meu novo poder? VITATATA!

À princípio, ela me apontou diversos pontos e ingredientes típicos para uma melhor coloração em suas diversas tonalidades. E, como alguém que já tinha condição de projetar biscoitos de diversos tipos, ela logo mostrou-me, em um bom tempo para sua produção, as diversas tonalidades de chocolate, morango, entre outros sabores, que poderiam me dar uma melhor noção quanto à coloração que eu quisesse criar em meus biscoitos. Até ensinou-me como fazer para condensar as cores e poder unir umas com outras, tudo a partir de diversos sabores de biscoitos diferenciados, afinal, existiam sabores diferentes, cada um com sua determinada cor.

O biscoito ou recheios de biscoito podiam ter cores tanto claras como escuras, desde a baunilha ao cacau trufado. Claro que eu ainda teria muito a aprender quanto se tratava de cozinhar, para melhorar seu sabor, mas nesse sentido das cores para confeitar meus doces, eu já havia aprendido. Mas faltava testar minhas afinidades práticas, e, de pouco em pouco logo tentei confeitar e projetar a própria confeiteira, tentando criar um clone seu, visando a diversidade de sabores para melhor colori-la, desde o sabor de menta em sua blusa às mechas trufadas de seus belos cabelos.

E assim tentei, mas eu não sabia se havia feito uma exímia cópia, pois, na minha mente, tudo poderia melhorar. Além de, claro, ter a prática, pois, com o tempo, teria reais condições de melhorar cada vez mais as minhas habilidades, e, ao fim, ainda faria questão de fazer a cópia da confeiteira logo inclinar-se e até curvar um pouco sua cabeça, em forma de respeito a todo o tempo que ela havia gasto para me ensinar. Além de, claro: - Muito obrigado, senhorita. Você me ajudou muito. Fico te devendo uma. - Finalizei, sorrindo.

Fim

Eu não sabia ao certo se a dama em questão iria me solicitar algum favor ou apenas havia de me auxiliar de bom grado. De todo modo, ao fim do agradecimento, sorriria simpaticamente e voltaria ao convés, para logo me encontrar novamente com o grandalhão e o Thork, afinal, também estava um pouco curioso sobre o que conversavam, VITATATA. Eu havia passado um bom tempo praticando a arte da confeitaria, então não sabia ao certo o que falavam ou que haviam conversado, mas caso o houvesse pego dormindo, faria questão de acordá-lo: - Alooou, cabeça de bagre, acorda, ô maldito, VITATATA! - Brincaria, já tentando despertá-lo.

E ao vê-lo questionar-se bobamente sobre o fato de meus clones terem um sabor agradável, ou não, eu logo o responderia: - Bem, para falar a verdade, nem eu sei, VITATA! Eu não sei cozinhar, mas acho que biscoito tem gosto de biscoito, VITATATA! - O respondería rapidamente, de modo a logo projetar com uma batida de palmas de mão dois biscoitos mais maleáveis, com algumas boas gotas de chocolate, um típico cookie, para gerar um para mim e outro para meu parceiro, para que pudéssemos provar de forma plena. - Podemos provar, VITATA! - [color:c8f9=color=#00FFFF]E assim o faria, com uma boa mordida no projetado biscoito.


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Após um período de aprnedizado, foram apresentados a desafios únicos, ao qual fez com que entre pausas o treino de ambos tivesse de se suceder pelos dias de sua viagem, tendo intervalos regulares para o descanso, fosse deles ou de seus professores, o motivo disso? Havia muito conteúdo para se absorver e haviam interrupções pontuais quando o capitão era requisitado para reportar sua posição ou similar ou quando a confeiteira que ajudava a Pippos precisava correr com alguma refeição para um grande número de marinheiros.

Pippos na cozinha foi alugado pra ir exercendo um pouco do que ele aprendia por dia, como por exemplo fazer uma demiglace, ou uma cobertura, aos poucos entendeu até mesmo que haviam técnicas da confeitaria usada para pratos salgados, lhe dando a visão de que seus biscoitos não só poderiam ser doces mas tomarem muitas formas se sua mente não se limitasse. Aprendeu na confeitaria o uso de farofas doces que muito lembrariam-no que em sua fruta a forma mais arenosa também era um modo com que ele poderia pensar em se aproveitar, na massa havia a possibilidade nos erros e acertos de tornar o biscoito ou doce final tão duro que quebraria uma mandibula, ou macio e grudento, tudo era abrangente em seus próprios determinados momentos.

Thork por outro lado? Teve a si o conhecimento sobre a metereologia, sobre alguma base de cartografia e também sobre como melhor prever o clima que viria, mesmo na imprevisível Grand Line e junto ao seu professor até mesmo presenciaram uma rara tempestade de raios ao qual com sua rota conjunta foram capazes de evitar. Ao todo houve muitas experiências até que se juntassem e Pippos resolvesse experimentar o seu próprio biscoito e enquanto levou a boca até o biscoito ele poderia se lembrar, ele os criou como soltados então o aço sentiria inveja de sua dureza mas, um biscoito não precisava ser assim e com um bater de palmas poderia poupar uma visita no dentista a tempo.


De toda forma poderiam sentir a temperatura abaixando como um sinal de que o desembarque se aproximaria e poderiam ajudar em uma hora no máximo, ao longe poderiam ver a estrutura montanhosa e até mesmo grandes muralhas erguidas de modo a lembrar uma separação, talvez aquela que buscavam. Valvatore completamente descansada surgia com um sorriso no rosto - E ai rapazes? Prontos para ver o que vamos ter de encarar por aqui? <./v3> Diria ela com um espirito aventureiro contagiante.

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Em meio à um aprendizado com muita desenvoltura e empenho, eu pude aprender muito mais do que eu imaginava, pois o poder da minha Akuma no Mi iria muito além de uma simples produção de biscoitos. Numa singela contrapartida, eu ainda teria a extraordinária capacidade de utilizar a massa do biscoito, inclusive, para a elaboração de massas ou o que quer que fosse, mas também salgados. Muito interessante… - Pensei, já encarando diversas possibilidades que, agora, rondavam na minha divina mente superior.

E ainda além dessa possibilidade de sabores em minhas novas habilidades, eu pude, também, ter uma melhor visão quanto à textura da massa de minhas criações. Mas como assim, Pippão? Muito simples! Com a Bisu Bisu, eu adquiri a habilodade de criar biscoitos, certo? Mas, nesse insano poderio, sou quem define o quão grossa ou resistente é sua massa. Ou seja, posso criar biscoitinhos simples para o consumo, ou até mesmo duros o suficientes para se compararem ao aço. Isso é fascinante!

Em meio aos meus fascínios referentes à minha empolgada análise, logo me foi possível perceber uma brisa diferenciada, e um clima diferentemente mais gélido. Chegamos? - Questionei-me curioso, já virando o meu rosto para a lateral da embarcação, buscando enxergar de fato a nossa posição. De fato, finalmente havíamos chegado no Reino de Lodta, e, era um espaço bem mais frio ao qual nós já estávamos acostumados. - Err.. vocês tem alguns casacos gigantes por aí? - Nesse sentido logo aplicaria uma ordem a soldados ou para o pegarem para mim, afinal, agora eu wra um tenente. - Soldados! Quero que peguem grandes agasalhos para mim e para o meu parceiro Thork! Não esquecendo de também trazer um para a Valvatore. - Ordenaria.

Apesar de julgar meus músculos superiores me protegerem e me aquecerem com o meu divino calor corporal, eu também compreendia que a neve e o frio eram criações divinas. Então, em respeito a essa vontade superior, eu logo fiz questão de solicitar a soldados alguma espécie de agasalho para ajudar-me a confrontar essa diferente temperatura e agasalhar um pouco mais os meus belos músculos. E, caso a embarcação não tivesse muitos soldados, apenas faria dois de meus clones ir buscar.

Em uma primeira instância, logo era bem visível uma larga estrutura montanhosa, além de uma interessante muralha abrigando o supracitado âmbito. Era um reino curioso, mas bem áspero quanto à neve que parecia acobertar o reino com muita veemência. Lugarzinho bem gelado… Arf. - Soltei. Já esperando que os soldados ou meu clones houvessem voltado com os supostos agasalhos. Convicto do regresso, logo faria questão de me agasalhar. Até que poderia ser interessante fazer um casaco ou armadura de biscoito, mas a neve… creio que tem água, e a água deve enfraquecer minhas habilidades. - Analisei.

Buscando o Thork com o olhar, logo faria questão de exclamar: - Ei, seu cabeçudo! Estava pensando aqui numas coisas, e até mesmo no potencial de criar armaduras para nós a partir dos meus biscoitos… - Suspirei, já imaginando que meu mano me responderia com alguma besteira, mas logo prossegui: - Como você sabe, a água é uma fraqueza para a minha Akuma, então não creio que meus biscoitos teriam algum potencial imponente em lugares como esse… mas já penso em desenvolver minha forja e uni-la com o poderio de minha Akuma. - Pontuei.

Mas logo decidi analisar uma outra situação para ter certeza do que imaginava, ou, ao menos, ter a sorte de estar errado. Assim que o navio atracasse na ilha, faria um de meus clones logo saltar e pisar no solo da região, e entrar em contato com a neve de forma leve. - Vamos testar… - Nesse caso, eu já poderia ter certeza do que aconteceria. E, ao ouvir a empolgação da capitã, logo sorriria e a responderia com plenitude: - Vamos nessa, VITATATATA! - Sorriria, a acompanhando no desembarque.


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Estava sonhando com algumas belas prendas, mas logo isso seria interrompido, pois, ouvia a voz do moleque. ~ Huh?! Abria vagarosamente um dos olhos primeiro, logo em seguida o outro. Esfregava-os um pouco até soltar um grande bocejo. ~ Uahhhhhh-aauuuuuu! Coçava um pouco a cabeça e em seguida esticava os braços para o alto, retirando um pouco da tensão.

Pôr-me-ia de pé ao tempo que estalava algumas partes do corpo. ~ Nada como um belo soninho pra renovar as forças, Thorororororo! Proferia de forma carismática durante o tempo que olhava para o interior do navio. Em seguida, uma fome emergiria como um rugido de leão. ~ Opa! Parece que to com um vazio dentro do estomago, Thororororo! Faria um trocadilho, afinal, eu era uma fortaleza ambulante. Seria lógico haver espaço dentro de meu corpo, o que realmente existirá em abundância.

Em determinado momento, acabaria perguntando para o garoto sobre o sabor do biscoito, já que, haveria me questionado se seriam comestíveis. Vitaminado responderia até mesmo com esta dúvida, tentando sanar da melhor forma possível. ~ Bom... só tem um jeito de saber, não é mesmo!? Sorriria ao longo do tempo, deixando visível minha vontade em experimentar os biscoitos. “Ainda prefiro carne, mas é melhor que nada.” Pensava comigo mesmo, percebendo que Pippos criava alguns biscoitos para nós.

Sem formalidades, daria uma violenta mordida no biscoito. Entretanto, quase perdia os dentes de tão duro que o alimento era. ~ Pelos primórdios! Essa desgraça está mais duro que coração de viúva! Arregalava os olhos sentindo uma leve ardência no maxilar. ~ Tá mais fácil mastigar pedra que essa merda. Diria para o garoto de forma sincera, expressando um pouco de insatisfação e decepção. ~ Tu é um abestado hein! Porque não deixou isso mais mole, tá querendo me sacanear... maldito! Diria com a voz um pouco exaltada, mas logo soltando uma risada extrovertida. ~ Thorororororo! Já saquei! Tá me devolvendo na mesma moeda, pela pasta de dente no Q.G. Havia pregado uma peça no moleque e agora era a vez dele. “Parece que o broto está crescendo, Thororororo.”

Enfim havíamos chegado no Reino de Lotda. O clima gélido era visível e facilmente sentido na pele. Mas seja pela minha alta tolerância com frio, dor e etc. para mim era como se estivesse passeando em uma praia ensolarada; só que diferente do calor, era o clima frio o percursor. ~ Ora, ora. Nada como um clima frigido para regenerar mais rapidamente as células do corpo. Nada mal. Diria empolgado ao avistar a ilha e o porto.

Ouvirá Pippos comentar sobre agasalhos, percebendo que o moleque estava batendo o queixo. ~ Thorororororo! Deixa de franguisse, seu fresco! Nem está tão frio assim. Daria um tapa no ombro de Vitaminado. ~ Hah! Já estive em ilha com clima glacial muito mais hardcore. Comentaria e em seguida, ouvirá Valvatore falar conosco. ~ Positivo, capitã! Responderia animadamente ao longo do tempo que desceria do navio até o porto.

Enquanto explorávamos o porto, posteriormente a cidade, Pippos começaria a falar suas ideias. Naturalmente como um bom irmão mais velho eu lhe ouviria com atenção. ~ Diga rapaz. O moleque comentava sobre criar armaduras, arqueava uma das sobrancelhas e respondia. ~ Armadura? Hmm. É uma ideia interessante... pra você, de fato. Mas pra mim não faria muito sentido. Afinal de contas, eu sou basicamente sou uma armadura encouraçada. Thorororororo! Não era arrogância de minha parte, só falaria o óbvio de forma sincera. Afinal, meu corpo era uma fortaleza viva, portar armaduras seria irrelevante.

Retornava a ouvir o restante dos argumentos dele, enquanto respondia em sequência. ~ Garoto... a água se tornou a fraqueza de todos os portadores de Akuma no Mi. Não só de você não. Coçava a cabeça explicando algo que já seria óbvio a essa altura do campeonato. ~ Bom, pra você pode ser interessante mesmo uma armadura que possa compactar com suas aptidões. Apesar de que acredito que isso você pode fazer livremente agora, já que, sua limitação é sua própria criatividade, hein!? Thororororo! Proporcionaria um pouco de esclarecimento em relação as sugestões e duvidas do moleque.

Claro que não poderia julgar Pippos devido estar sofrendo com frio. Eu até poderia não estar sofrendo, por hora, mas isto era pelo fato de que havia recebido um corpo abençoado pelos Gigantes Primordiais. Era natural para mim não sofrer com adversidades ambientais ou elementais como está, até certo grau. ~ Heh. Será que há indivíduos fortes neste reino?! Matutava em voz alta comigo mesmo. Só de pensar e falar, o sangue começava a borbulhar esperançoso com uma luta que fosse digna.

Não tardaria para perguntar a Valvatore sobre o reino. ~ Vamos ir direto até o quartel, ou você tem alguma sugestão em mente, capitã? Andaria de forma relaxada, ainda que meus olhos, ouvidos e instintos estivessem em alerta. Confiava em meu instintos e ele era afiada como uma lâmina para situações inesperadas. Contudo, prevaleceria analisando e explorando os arredores da cidade onde estivéssemos passando.


"Nunca confunda meu silêncio com ignorância, Minha calma com aceitação ou Minha bondade com fraqueza."
傷物語
Marinheiro



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6º Capítulo: Gigantes versus Dragões! - Página 5 2uAvx3T_d