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6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!

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Achiles
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Achiles
Pirata
6º Capítulo: Gigantes versus Dragões! Seg Maio 02, 2022 12:57 pm
Relembrando a primeira mensagem :

6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!

Aqui ocorrerá a aventura dos Marinheiros Thorkell Dragnar & Pippos Vitaminado. A qual não possui narrador definido.


Última edição por Achiles em Seg Maio 02, 2022 4:12 pm, editado 1 vez(es)

Sasha
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Narração

Pippos

- Entendo… Então é só mais um seguindo ordens, gigantes costumam ter mais espirito…  Essa ausência é triste. - Comentou o Chamuscado antes que as chamas do combate voltassem a ocorrer, naquele momento o titã se moveu velozmente, enquanto estático o pirata continuou, como se tivesse tentando entender o padrão do gigante que na opinião do homem era bem aéreo, gostava do céu.


A oportunidade veio em um poderoso giro em que uma das manoplas se colocou a frente e o chamuscado sorriu, em frente ao momentum de uma técnica que teria feito até mesmo um prédio ceder, tamanho o impacto e a força do momentum  havia gerado mas… Quando bateu na manopla só se ouviu um barulho “ boing”, como se tivesse acertado a mais sólida parede de aço de modo que seu braço até mesmo sentiu o impacto reverberar pelo seu corpo por um momento em uma sensação esquisita - Como eu disse, sem espirito, eu nem preciso lutar com tudo, você não vai ser capaz de me machucar. - E com isso ele notara um brilho levemente diferente na região onde o martelo chocou-se contra a manopla, ele havia feito algo ali… O assustador era, ele não moveu-se um único centimetro,  era como se o golpe  nem mesmo tivesse ocorrido.

Ele então expandiu as chamas de seu corpo em uma área circular, obrigando o ruivo a recuar para não se machucar o que fora bem tranquilo, sendo notável que seus ataques eram intensos mas não rápidos. O Rankyaku fora então lançado e uma esfera de fogo negro também e quando ambas colidiram uma explosão se formou de modo a criar uma grande rajada de vento para ambos os lados de modo que nenhum dos dois teve muito sucesso, o pirata começou a cobrir agora o peito com a armadura de chamas mas, ele havia percebido alguma coisa… A Habilidade capaz de parar seus ataques não era capaz de se esticar em uma área muito grande mas ainda assim  seria ele capaz de passar pela armadura do rapaz? E o que era aquilo de espirito?


Marciano


Entre ambos os titãs havia um poder muito similar mas, o pirata tinha um poder cruel, um poder que servia para prolongar a própria vida e as próprias forças em troco do sacrificio de outras pessoas, um poder sujo e perfeito para alguém completamente corrompido como era o homem que gargalhava -Valiosa,  mas você não imaginaria quantos corações bons tenho dentro de mim, quando descobri que todos querem ter  a cabeça do vilão nas mãos, no entanto, ninguém quer sangue inocente.- Ele comentou rindo, posicionando-se e apertando a mão em seu machado, atento a movimentação de Thork.


- Interessante? Me conte mais. O pirata parou para ouvir a ideia do titã e levou pelo menos uns quinze braços diferentes ao queixo, enquanto dizia - É engraçado, é a segunda vez que ouço essa proposta. Ele então exibiu novamente a marinheira, dessa vez,  saindo  ao lado de sua cabeça em uma combinação quimérica nojenta, e quando o fez, era possível ver que as pernas que haviam na parte de seu ombro, sumiram, motrando que ele ativamente movia as pessoas a suas partes pelo corpo, era uma dica muito boa. - Gosto dos corpos que tenho atualmente, me servirão por um bom tempo, e com isso poderei completar a minha coleção… Afinal, qual será o efeito se eu absorver um usuário como eu? - Ele deixou-se consumir pela ganância aceitando a proposta.

E então ele rapidamente golpeou em uma estocada com o machado, mas não por reflexo mas por ter sido mais esperto do que seu inimigo,  Thor evitou o ataque e isso o permitiu se posicionar sobre o braço para que pudesse puxar braços que lá haviam, quando sentiu em sua mão,  sentiu que os braços tentavam prendê-lo, ainda que ele tivesse tentando ajudar, as pessoas eram obrigadas a fazer aquilo,  era uma força genuina que  fez com que ele precisasse de muito mais força para puxar e enquanto o fez  uma trovoada de ataques se deu , pois  apenas do homem puxar o braço do machado, diversos punhos começaram a golpear o corpo titânico de Thork.

Os golpes individualmente poderiam não doer mas somados, deixavam vários pontos do titã doloridos, nada que ele não fosse capaz de suportar,  e com esse recuo ele conseguira puxar o primeiro alvo de seu salvamento, tratava-se de um Rapaz muito novo que tinha uma expressão de assustado, mas estava em melhor estado do que a outra que repousava sobre seu corpo, desesperadamente o rapaz  falou esbaforido - Todos conseguimos te ver lá de dentro! Mas nem todos te ouvem… Só os em posição melhor mas acho que sabem que é amigo.- Ele comentou logo tentando repetir o que a outra menina havia feito para adentrar  no corpo de Thor, que precisou envolvê-lo com seu corpo para evitar que ele fosse alvejado e  dessa vez, o Tekkai agira como uma muralha capaz de proteger  da tempestade de ataques muito melhor.

- Este será o ultimo!- Ele diria com raiva do rapaz que revelava seus segredos, talvez ele estivesse junto a muito tempo e nesse momento o rapaz dava mais uma dica - Quando ele ataca é onde ficamos mais expostos!- Bradou o rapaz de dentro de Thor, pouco antes de enfim ser vencido pela exaustão.  O Titã preparou-se para o que parecia que seria uma técnica, era possível ver que os braços iam todos para ambos os ante-braços principais do homem e começaram a girar, quase como uma broca, ou melhor, um ventilador e na pontinha de um dos braços, uma coloração negra vivida poderia ser vista e o corpo de Thor praticamente  atestou “ faça o que fizer, não seja atingido por aquele ponto escuro”, ele sentiu  isso e com mais informações, agora poderia ir mais além.


6º Capítulo: Gigantes versus Dragões! - Página 3 9VTxJWg


Histórico:


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Pippos
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Pippos
Sargento




6º Capítulo: Gigantes versus Dragões! - Página 3 Shuuma10

O Divino ~ Sargento


6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!
Meu adversário não demorou para logo tentar criar farpas para tentar me atingir psicologicamente ao fim de todos os primeiros movimentos. – Um gigante seguindo ordens, você diz... Mas se eu as sigo, é porque eu acredito nelas, Faísca.Mas ele não parou por aí e começou a me julgar como uma pessoa sem espírito, uma espécie de vergonha para os gigantes: – Sem espírito, você diz?!Por alguns instantes, até relembrei um pouco de meu passado e no como abandonei a terra dos gigantes, até alguma lembranças bem frutíferas me remoíam como a memória de meus doces pais.

Mas estava claro, se eu saí dessas terras, quando novo, é porque o destino me guiou para algo maior, e eu também podia sentir energia dos deuses me realocando para o lugar certo. Se eu tive de sair, era para um bem maior, os divinos seres tinham outros objetivos em mente para mim! E, nesse mesmo instante, quando pude ter uma singela epifania, logo respondi com muita convicção: – Você fala em ausência de espírito, mas somente um idiota falaria isso para mim! Você realmente não me conhece. Eu sou o fruto de uma vontade divina, um semideus nesse planeta coberto de fracassados como você. Eu me chamo Pippos Vitaminado, guarde bem esse nome, pois você relembrará muito dele na prisão!Bradei, com muita ênfase aliada ao bom tom de ameaça. Estava claro de que os deuses queriam que eu liquidasse de idiotas como esse da face desse planeta.

De todo modo, ele, na recepção de minha estrondosa técnica, ele estava a utilizar alguma energia diferente. Como que esse maldito conseguiu aguentar o meu ataque por inteiro sem sequer se mover?!ERa o que eu mais me questionava, mas estava claro de que eu precisava, nessa luta, tornar-me mais forte. Seria isso aquele tal Haki o qual a Val havia falado? Provavelmente. Mas, de fato, eu também precisava utilizar melhor esse tal “espírito”. Não o espírito de confiança para lidar com qualquer situação, mas sim, um espírito interior.

Meu oponente parecia ter total controle sobre esse espírito ou força interior, tanto que era bem possível ver a mudança na coloração de seu corpo no momento do choque de minha técnica excepcional. Eu nunca havia falhado na utilização de um ataque com o meu colossal martelo. Era algo que me deixava completamente abismado. C-como?!Fiquei a tentar idealizar como aquilo era possível. Será que, finalmente, os deuses colocaram um oponente digno?! Um oponente o qual eu realmente terei de ultrapassar as minhas limitações para superá-lo? Irei mostrar que consigo!Analisei.

De início, fecharia bem os olhos. Inspirava e suspirava. No caso sesentir qualquer ar fora do comum próximo a mim, faria questão de entonar o Kami-e para tornar meu corpo tão volante quanto uma folha de papel e, assim, tentar me esquivar de possíveis ofensivas dentro desse meu primeiro momento de concentração. Vamos, Pippos! Concentre-se na energia interior, mostre quem tem o espírito maior!Abri meus olhos, raivoso como nunca, com quem precisa mostrar que tem mais espírito do que esse fracassado em questão.

Furioso como nunca, contra um idiota que além de julgar minha raça, me considerou um inferior sem espírito, LOGO EU?! Em meu avanço, faria questão de utilizar o Soru para seguir em frente, mas, dessa vez, sem rodeios ou qualquer tipo volta para enganar minha posição e por onde iria atacar. Tentaria concentrar o máximo de minhas forças em meus punhos, tudo para poder transferir, ao menos, parte de minha vontade para a minha divina criação, o martelo Lu Bu. – Eu tenho...Suspirei com força para reunir a maior quantidade de ar possível e soltar bem na hora de meu ataque direto: – TENHO MAIS ESPÍRITO DO QUE VOCÊ!!Berraria no momento do impacto de um golpe direto.

Meu oponente parecia ser até mais confiante do que eu, pois sequer estaria tentando se defender de meus ataques, confiando na pura resistência de seu corpo. Eu ainda não saberia bem seu meu ataque havia conseguido ser efetivo ou, ao menos, causar, nem que fosse um mínimo dano, mas logo no fim de sua execução, eu faria questão de saltar para trás, afinal, eu tinha plena noção de que meu ataque poderia, novamente, falhar miseravelmente, e eu precisaria recuar e ficar bem atento para não sofrer nenhum golpe inesperado.

Depois de meu salto para trás, agraciado pela vontade de ainda vencer aquela peleja, eu logo me concentraria em analisar possíveis ofensivas do faísca boy. Em possíveis ataques lançados em uma longa distância, eu faria questão de utilizar o Kami-e, como até projetado anteriormente. Mas em casos de avanço direto, procuraria me esquivar novamente utilizando o Soru para fugir. E, em uma última alternativa, caso nenhuma das anteriores fosse possível, Tekkai para solidificar meu corpo e receber o menor impacto possível.



6º Capítulo: Gigantes versus Dragões! - Página 3 BDvW0tR

Histórico:

Objetivos:

Personagem:




Vitaminado Pippão


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6º Capítulo: Gigantes versus Dragões! - Página 3 Zx5fIGC

Narração
Pensamento
Fala

Blindao
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Blindao
Tenente





~~ O Titã Bélico ~~

»» Sargento ««


“Grandes batalhas só são dadas a grandes Guerreiros”

Aquele verme sabia bem como me provocar, talvez não fosse a intenção, mas sim apenas um habito do desgraçado. Porém, era algo que definitivamente me deixava puto. “Esse lixo tem muita sorte de estar em uma posição favorável, se não...” Pensava comigo, já que, apesar de não odiar ficar em desvantagem, saber que ao atacar o pirata eu poderia ferir pessoas inocentes, acabava se tornando um freio bastante eficaz e cruel para comigo.

Kaegar havia aceitado a proposta, percebendo o seu tipo de personalidade e gostos, certamente não era do tipo que negaria, já havia lidado com esse tipo de laia, mesmo dentre eles esse bosta parecia ser um dos piores, ainda mais por estar em clara vantagem ele jogava na cara isso ao mostrar as pessoas presas em seu corpo.

De qualquer forma, meu objetivo era salvar os civis presos, não só isso, mas como também conter a raiva que apenas crescia dentro de mim. Afinal de contas, se perdesse a cabeça e atacasse com todas as minhas forças acabaria matando o Supernova e os civis como consequência.

No decorrer do embate, sendo alvejado por uma saraivada de socos, no fim, conseguia salvar uma das pessoas. Um rapaz bastante novo que poderia ter seu futuro roubado, mesmo ainda muito cedo. Entretanto, a escuridão que lhe cercava e ceifava o seu futuro agora havia sido dissipada por minhas mãos. ~ Certo. Logo mais salvarei todos, agradeço sua valorosa ajuda... menino. Agora aproveite e descanse em meu castelo. Proferia para o garoto com intuito de lhe acalmar e em seguida transportar seu corpo para dentro da fortaleza.

O garoto havia contribuído demasiadamente, pois, comentava sobre a provável fraqueza das habilidades de Kaegar. “Então para manter tantas pessoas presas deve consumir dele um foco elevado, semelhante à quando uso meus poderes para criar as câmaras em meu castelo. Por isso quando ataca... alternando seu centro de atenção, sua fraqueza fica exposta. Faz bastante sentido.” Ponderava comigo mesmo por um breve instante, logo arquitetando uma tática para resgatar todas as pessoas o quanto antes.

Contudo, antes que pudesse concretizar um plano para lidar com maior proficiência em relação a problemática habilidade do Pirata, o maldito começou a usufruir algum tipo de técnica que emana um real perigo. Tal fato é, que até mesmo meu corpo vibrava desenfreadamente alertando sobre evitar aquilo. “Ora, ora. Sinto o cheiro da morte próxima.” Meus instintos eram afiados como uma lâmina recém forjada, naturalmente confiava neles como um confidente próximo.

“Será que esse merda está usando as pessoas como combustível? Além de agregar a rara habilidade do Busoushoku no haki!?” Os olhos acompanhavam a manifestação da técnica do pirata ao mesmo tempo que alternaria a forma de minha respiração com intuito de ativar minha técnica em sincronia a dele.

Giant Overhead:

Em seguida à terceira respiração divergente, ativaria minha habilidade. ~ Giant Overhead! Vociferaria o nome da técnica ao qual exibiria um corpo mais bombado. Entraria em um estado onde o oxigênio eclodiria em abundancia e transportaria em melhor eficiência para todos os músculos, acarretando em um notório estado de precisão física. ~ Forma Golem! Logo então, ativaria minha forma de fortaleza-humana para maximizar minhas capacidades defensivas bem como ofensivas através da técnica ativa.

~ Hah! Vamos ver se a tua força superará a minha resistência! Mas saiba que este corpo foi abençoado pelos Gigantes Primordiais, Kekeke! Proferia com um sorriso diabólico no rosto, enquanto moveria meu corpo pela lateral em alta velocidade, dentro do possível, e assim evitar a linha de colisão do golpe do pirata. “Seria um bom momento para tentar utilizar o Haki do armamento, mas isso demandaria muita concentração. Tenho que salvar as pessoas primeiro, tentar resgatar os prisioneiros e dominar o Haki no decorrer da luta será mais difícil que encontrar uma concubina virgem.”

Logo então, após um avanço pela lateral usufruindo do Soru para impulsionar-me ainda mais rápido, buscaria me aproximar do Supernova e então com ambas as mãos agarrar seu tronco. Quando houvesse feito isso, aguardaria estrategicamente seus ataques e nesse momento faria os ombros manifestarem duas torres com intuito de servirem de ponto de colisão e assim defender os ataques dos braços.

Quando ocorresse a colisão de nossas forças, seria nesse momento que aproveitaria do conselho do menino e assim tentaria resgatar mais das pessoas presas. Agarraria as primeiras que ficassem a vista e então jogaria elas para dentro da escotilha que desceria no centro do peitoral. Entretanto, as torres que seriam criadas a partir de meu corpo não possuíam só a função de defesa, mas como também a capacidade de prender seu alvo, semelhante a uma algema que se expande e comprime. Elas proporcionariam suporte e assim trancafiariam o máximo de braços possíveis, tendo como maior foco os que possuíam machados.

Conseguindo trancafiar a maioria dos membros, os pés agora se tornariam uma espécie de Gabião de pedra ao qual se estenderiam até os pés do pirata e grudariam como se fossem bolas maciças de ferro, dificultando qualquer mobilidade, se possível. Basicamente havia tornado algumas partes de meu corpo uma prisão móvel detendo algumas ações do pirata, nem que fosse preciso receber alguns danos no processo, iria trancafiar ele como ele fazia aos outros. ~ Kekekeke! Riria em razão a situação. ~ E aí, paspalho... como é sentir o gosto do próprio veneno?! Expressaria um rosto risonho, mas enfurecido ao mesmo tempo. Uma perigosa combinação entre determinação e força.

Caso houvesse conseguido imobilizar grande parte do corpo de Kaegar, possuía a noção de que isso não se estenderia por muito tempo. No entanto, o tempo me dado era o suficiente para conseguir resgatar o máximo de pessoas através de minhas mãos. Usaria força para puxa-las, mas controlaria para não as esmagar ou feri-las no processo. Caso começasse a perceber que começaria a perder na disputa de trancafiar ele, usaria um de meus braços ao transformar ele em um bloco de pedra e assim lançar direto na cabeça do gigante e bloquear seu campo de visão, audição, olfato e até mesmo oxigênio. O bloco seria semelhante a um capacete que vendaria os sentidos do oponente, seria provisório e talvez pouco eficiente, mas qualquer segundo a mais para mim era lucro.

Caso houvesse ocorrido uma disputa entre nossas forças, em razão da contenção que estava aplicando em Kaegar, e o pirata conseguisse se desprender, sentindo isso visualmente e/ou instintivamente, soltaria ele e socaria ambos os punhos contra o chão, criando no mesmo instante duas enormes torres que cresceriam até o teto. A ideia era bloquear outra vez sua visão e esperar pelo seu ataque, obviamente viria.

Assim que o Supernova atacasse, provavelmente sem paciência e enfurecido, usaria da situação a meu favor ao tirar as mãos do chão, consequentemente desfazendo as torres, e criaria uma Poterna para sugar o golpe e assim diminuir sua estrutura e prender outra vez o membro do Pirata, usando a outra mão para resgatar mais pessoas ao agarrar em qualquer parte que ficasse visível os presos.

Não manteria desta vez o pirata preso por muito tempo, mas sim suficiente para resgatar uma, duas, três ou mais pessoas. Confiava em meus instintos e pausaria o resgate se percebesse que poderia acarretar em algum inocente ferido ou morto.

Uma vez soltado Kaegar, fintaria ele nos olhos e expressaria um sorriso obstinado. ~ Heh! Está se divertindo, pivete? Provocaria um pouco o maldito para que ele não se preocupasse com as pessoas dentro dele, mas sim com minha presença. Afinal de contas, quanto mais da atenção dele eu controlasse, maior era minhas chances de salvar as vítimas de sua crueldade. ~ Vamos, vamos! Estou bem aqui! Você quer meu tórax? Meus braços? Minha garganta?! Pois bem... estão todos bem aqui. Kekekeke! Diria ao bater em meu peito com a mão de forma impetuosa. – Venha, patinho feio.

Estava determinado em salvar o máximo de pessoas mesmo que isso começasse a causar sérios danos. Ainda que estivesse com minha técnica ativa em aumento de foco, isso não significava que evitaria os golpes do oponente. Inclusive, isso nem era meu objetivo, já que, quanto mais ele me atacasse e me ferisse, se divertindo no processo, mais chances possuía de resgatar as pessoas de dentro dele. Claro que isso drenaria boa parte de minhas energias e integridade física, mas depois que houvesse salvado todos, seria nesse momento que poderia lutar com todas minhas forças; pelo menos as que sobrassem.

Apesar de não estar causando danos ao pirata, era de se esperar que ele cansasse em razão de seus poderes e técnicas usadas no decorrer da batalha. Meu vigor físico é algo que me orgulho muito, então sabia que nessa disputa seria difícil acreditar alguém superior a mim. Entretanto, o que estava matutando desde antes, era a possibilidade de ele estar usando as pessoas como fonte de combustível ou como forma de aprimorar suas habilidades, considerando isso, estava tentando ao meu máximo salvar rapidamente rodos para que suas vidas não fossem queimadas como madeira no fogo. “Não tem problema. Divirta-se com minha dor; desfruta de meu suor; apreciei minha angustia. Quando suas moedas terminarem... a surra que irei lhe devolver será tão intensa quanto a fúria do oceano em dia de tempestade!”




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Pippos

Enquanto enfrentou seu oponente o questionamento sobre espirito havia vindo contra ele afinal, o que seria esse espirito ao qual o homem falava seria aquela habilidade capaz de parar até mesmo seu brutal e poderoso ataque de forma tão esmagadora?  O gigante buscou em seu passado por si, pois encontrando a si poderia  renovar suas forças em meio a aquela batalha que novamente intensificou-se.

O chamuscado avançou,  pegando propulsão com as próprias chamas se lançando contra Pippos, em suas manoplas haviam formadas espécies de lanças negras feitas pelas chamas ao qual o homem tentou lançar para danificar o titã, sua flexibilidade no entanto era notável, o que o permitiu  desviar do golpe, dando-lhe uma brecha para atacar e com seu Soru, todos os elementos possíveis para o melhor ataque surgiram, a oportunidade, a determinação e a força ele teria visto novamente o homam usar aquela energia como uma armadura em uma parte pequena onde o impacto iria acontecer, pois era só o que ele era capaz de cobrir.

E então, Pippos sentiu, uma pequena fagulha desejando se acender dentro de seu espirito, uma que deveria ser alimentada e acessa, não estava completamente despertada ainda mas, o misero fragmento dela naquele momento fez com que visualmente um pequeno choquezinho negro corresse de seu punho para o martelo e dessa vez o golpe teria jogado o homem longe o fazendo demonstrar que realmente havia sentido aquilo mas era ainda apenas um fragmento, ela precisava ser mais colocado contra a parede e seu oponente estava cansando de brincar, cobrindo-se agora completamente com aquela armadura de chamas, ele parecia estar preparando um grande ataque a distância.


Marciano


A situação não era boa para Thork que havia um oponente que não apenas era poderoso em uma luta normal mas que havia o colocado em uma situação em que todo o seu combate deveria ser repensado, por mais que suas defesas fossem o puro aço o homem com a quantia de golpes por ataque era capaz de causar dano significante do ponto em que ele não mais poderia lutar sem que usasse todo o potencial de sua fruta em conjunto.

A esperança do pequeno dentro de si lhe deu forças e espirito para que transmitisse informações,  estas que poderiam ser a salvação de muitos que diferente dele ainda não encontraram a graça da  salvação e enquanto ele preparou-se de um lado o oponente preparou-se de outro, com sua técnica preparada, era o tempo em que o  escroto homem levou para cobrir a distância em um alavancar de seu próprio corpo com aquela espécie de broca de carne em que visou  romper o gigante ao meio mas não contou com a mudança para Golem ao qual fortaleceu a defesa de Thor a níveis astronômicos.

Era uma batalha de percepção, de forças e até mesmo de resistência,   o moreno não correu do perigo mas na direção dele pois ele era  a ameaça maior, seu avanço lhe permitiu evitar a parte coberta por Haki mas ainda assim sentiu lacerar e queimar como dor o golpe dado pelos outros braços em giro mesmo que agora fosse pedra, no entanto seu corpo estava bem e inteiro, apenas a dor era insana e em um movimento inteligente, usando de seu Soru aproximou-se evitando aquela ofensiva destrutiva ao ir para o centro do corpo de seu inimigo, agarrando seu tronco com ambos os braços.

Como esperado, juntando seus braços ele fez uma espécie de marretada intensa ao qual pelas torres eram suportadas  mas sentiu uma dor muito grande ao segurar aquele golpe e resistir e quando isso ocorreu a oportunidade surgiu e naquele momento Thor, havia puxado nãos ó uma ou duas pessoas mas dez! De uma só vez, havia uma mink, um tritão,  dois gigantes e outras 6 mulheres humanas, Kaegar certamente tinha um tipo de alvo em que agora, ele conseguira evitar que ele as consumisse em segurança.

As torres seguravam de modo que o homem teve dificuldade para se soltar e a estratégia parecia ser funcionado, seus movimentos ficaram mais restritos mesmo em frente aos poderosos puxões que eram aplicados quando o homem puxava mas a força imensa que havia  em seu braço, não era a mesma que haviam nos braços que ele absorveu então em uma cena grotesca ele teria puxado o ar e então abriria a boca, formando assim uma mão que sairia dela que nada mais era do que a junção do braço de todas as vitimas em direção ao rosto do golem sua ação de criar a portena era mais lenta que o golpe mas, não menos efetiva, o golpe acontecera  de modo a até mesmo chachoalhar o cérebro de Thorkel que sentia que seu corpo com aqueles golpes estava ruindo, eram muito intensos no entanto também era a sua determinação, ao fazer isso o homem não conseguiu tirar o braço imediatamente e em um esforço conjunto as pessoas dentro de Thor, conseguiram puxar mais 10 pessoas, fazendo assim com que o número de reféns tivesse diminuído de forma absurda e entre essas pessoas salvas, estava a marinheira ao que ele havia visto anteriormente.

- MALDITO!- O homem então  usando de seus titânicos braços desceu em não um ou dois mas vários ataques com suas grandes mãos que atingiam o gigante  de modo que um ultimo golpe o teria feito ser jogado para trás… No entanto haviam poucas vitimas  para Thor resgatar e o homem pareceu visivelmente muito mais fraco… O sangue escorreria por entre a pedra de modo a mostrar que seu estado físico não o permitiria estender aquilo por muito mais tempo, seu espirito deveria elevar-se ainda mais, ou ele não resistiria por tempo o suficiente para começar sua ofensiva.

Thor encontrava-se distante,  jogado contra uma parede ao qual quebrou  e escoou poeira por entre seus praços pedregosos o homem parecia já estar avançando contra ele, dando pouco tempo para que ele se recuperasse.

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O Divino ~ Sargento


6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!
O razoável plano de tentar utilizar todo o meu insano poder contra esse tal espírito acabou por não ser, assim, tão efetivo contra a defesa desse minúsculo adversário. Porém, com muito empenho e dedicação, tentando usar parte da tal força interior ou ao menos parte dela, visando o pouco que a Val havia me instruído, foi, finalmente bem efetivo. Sim, eu, finalmente havia conseguido superar esse insano bloqueio em chamas e arremessá-lo alguns bons metros para trás. Eu consegui?Me questionei, tentando analisar atentamente minhas mãos e a cabeça de meu martelo.

Sim, eu havia conseguido produzir alguma formidável energia diferenciada, algo que, de fato, conseguiu ser bem eficaz contra essa insana defesa. Claro que eu ainda não tinha total controle sobre essa estranha energia, e o problema seria agora quebrar a defesa de meu oponente, que, agora, parecia ter o seu corpo totalmente coberto. Mais que merda! E falar e provocar, não vi adiantar de nada, ele maluco já queimou até seus pensamentos, tornando-se meio que incapaz de ser influenciado ou provocado. Preciso eliminar esse mal do planeta! Ou ao menos, torná-lo inapto a fazer qualquer coisa com os civis.Pensei rapidamente, enquanto fitava constantemente meu adversário, talvez reparando que, agora, com seu corpo totalmente envolto dessa problemática chama-escudo, ele alvejava iniciar alguns ataques.

Minha postura era serena, eu tinha total convicção de que o verdadeiro embate já estava para começar. Se antes ele não vinha com tudo, agora era a hora de eu me preparar para suportar a verdadeira força desse cara. Não é por menos que sua recompensa chega até os 100 milhões e ele é um radiante supernova, uma espécie de perigo promissor que, porventura, poderia vir a tornar-se cada vez mais problemático. Exatamente, eu tinha de vencê-lo agora, e usar o meu potencial máximo para isso.

Estava claro de que eu precisava pensar em alguma coisa, ter um plano em mente para superar essa defesa, e não contar com a sorte, mas entender a real essência dessa força espiritual que pode se ampliar e sair de mim. Mas, claro, não só isso. Eu precisava criar uma estratégia para pegar esse “faísca” desprevenido, porém, o que fazer?! Eu não tinha muito tempo para pensar, e já precisava correr para desenvolver esse plano. Mas foi aí que uma outra faísca acabou por se reverberar em minha cabeça. É isso!Analisei

Em um reflexo mental, acabei por elaborar uma rápida estratégia, não havia muito o que pensar, mas eu pude fazer um rápido planejamento da única forma de, talvez ser capaz de penetrar essa robusta defesa. À principio, a melhor forma de penetrar sua defesa que pude analisar era a repetição de ataques em um lugar específico, pois, com a repetição de ataques em um único lugar, logo poderia ser o suficiente para penetrar sua defesa. Mas qual seria o melhor lugar para escolher e repetir ataques?

Eis o pensamento primário que logo tornou-se a minha principal meta de escolha: Qual seria o melhor lugar para repetir ataques?!Pensei com veemência. Até então, ele não mostrou-se nem um pouco móvel, então não faria muita diferença infligir ataques à suas pernas. Analisei com firmeza, mas, em nenhum momento pude ter plena convicção de que debilitar seus braços ou ainda atacar seu corpo seriam golpes muito efetivos. O único espaço de ataque passível de fluir positivamente com o meu estilo Vibration Impact aliado à minha técnica passiva cujo o objetivo é visar sempre o atordoamento. Estava definido.

Pautada minha prévia análise e estratégia de combate a ser seguida, eu estaria sempre atento a possíveis lançamentos de lanças ou ataques a distância, como fora até então todas as duas investidas contra mim. Talvez já seguisse o plano de seu duelo, onde ele costumava ter seu estilo voltado à defesa e guiar-se por ataques à distância com essas estranhas lanças infinitas de um metal desconhecido. Talvez fosse esse o real estilo de luta de meu oponente, cujo era, de fato, bem sagaz e o fazia encerrar um embate sem sequer escorrer uma gota de suor. Esse maldito...Analisei, mas eu estava disposto a acabar com todo o mal que ele havia cometido para ter uma recompensa tão alta como essa.

Eu não conseguia nem imaginar o quanto ele havia feito de mal com inocentes para ter uma recompensa tão alta como essa, mas a minha raiva era descomunal, e eu, atento como nunca, faria questão de utilizar quantas vezes me fossem necessárias o Kami-e para tornar o meu corpo tão flexível acompanhando qualquer lançamento a longa distância para tentar me atingir, sempre visando utilizar o meu inquestionável reflexo. Mas tudo para ganhar tempo e melhor planejar minha próxima investida contra o chamusca. Todavia, caso surgisse alguma investida física e inesperada de curto prazo, eu procuraria utilizar o Geppou para me distanciar da tal ofensiva e ir para uma posição segura.

Independente de qual fosse minha posição depois de uma esquiva ou fuga de um possível ataque do Kotomine, eu faria questão de utilizar o Geppou para realizar um forte avanço para frente e logo combar com o Soru visando mudar minha posição depois do avanço e ir para uma posição na diagonal inversa o qual eu já vinha. Vamos Pippão! Você precisa ser reconhecido, precisa mostrar o seu verdadeiro potencial, mostrar o poderio da justiça e ser reconhecido pelo seu esplêndido valor. Sim, você consegue!Pensei logo antes de executar meu ataque sempre almejando a cabeça de meu adversário. Queria transferir todo o potencial do meu corpo, meu espírito de guerreiro e fruto de uma vontade divina que está sempre pronta para liquidar com o mal e trazer paz à Terra, tentando aplicar um ataque da mesma forma que havia feito anteriormente.

Eu não tinha plena convicção se conseguiria impor minha vontade como havia conseguido fazer anteriormente. Tudo bem que não era nada fácil, eu entendia muito bem isso. Precisaria talvez me concentrar ainda mais, principalmente pelo fato de meu oponente agora ter seu corpo completamente resguardado por essa maldita defesa que só me atrapalha. Mas ao fim do primeiro ataque que visava com firmeza acertar a cabeça do Chamuscado, eu não pestanejaria em não perder tempo para entender o que havia acontecido, e, tendo conseguido penetrar sua defesa ou não, se acertasse e o lançasse novamente alguns metros longe, aplicaria o Geppou para alcançá-lo e, aplicaria um segundo ataque com ainda mais vontade e persistência. – Eu sou o Vitaminado Pippão! Você irá pagar por todos os seus crimes pela vontade divina!!Berraria, enquanto faria questão de desferir um imponente ataque vertical contra sua cabeça, cujo maior objetivo era causar-lhe o atordoamento ou até pior.

Analisaria bem ao fim de meu segundo ataque, o qual visava acertar o mesmo lugar que o primeiro, para ter certeza do que havia acontecido na batalha. Caso meus dois ataques não houvesse sido efetivos, eu faria questão de recuar e me prontificar de agir defensivamente para me afastar o suficiente e me precaver de possíveis contra ataques das mesmas formas pautadas anteriormente.

Agora se meus ataques houvessem surtido algum efeito, nem que mínimo, eu faria questão de me concentrar em um terceiro ataque para finalizar minahs ofensivas. Vamos, Pippos, falta pouco. A meta é ficar cada vez amis forte e derrotar esse adversário é o primeiro passo para seu reconhecimento por acabar com fracassados! Pensei. Onde logo faria questão de erguer ambas as minhas mãos para aplicar uma descida da minha marreta com toda a minha força, tentando repassar todo o espírito e convicção de minha vontade dos céus acima desse fracassado, para poder-lhe atordoá-lo ou, quem sabe, já deixá-lo inconsciente.

Ao fim de todas as minhas ofensivas, faria questão de saltar para trás, por puro reflexo, onde buscaria me precaver de qualquer possível contra ataque se meus ataques não surtissem o efeito tão imponente como o esperado, mas sempre bem atento em executar as possibilidades defensivas supracitadas, até suspirando um pouco referente ao possível cansaço dessa última investida.


6º Capítulo: Gigantes versus Dragões! - Página 3 BDvW0tR

Histórico:

Objetivos:

Personagem:




Vitaminado Pippão


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Narração
Pensamento
Fala

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Blindao
Tenente





~~ O Titã Bélico ~~

»» Sargento ««


“Grandes batalhas só são dadas a grandes Guerreiros”

Meu plano havia possuído êxito, ainda com algum sacrifício para tal. Havia salvado varias vitimas e levados todos para dentro de minha fortaleza, estava mais parecendo uma disputa entre territórios do que uma briga entre homens. “Que porra é essa?” Expressaria um rosto surpreso, logo quando vi sair de dentro da boca do homem um braço de forma ainda mais grotesca que antes. “Que poder mais estranho!” Pensei logo reagindo ao movimento do desgramado.

Entretanto, a reação havia sido mais lenta que o ataque do Pirata, causando um belo estrago em minha cabeça. ~ Grrrr. A colisão fazia o cérebro virar omelete mexido, deixando a visão turva por uma fração de segundos. No entanto, não impedindo de conseguir reagir e novamente prender o Supernova. ~ Vamos, rápido! Proferia para as pessoas conforme ia puxando e enviando para dentro de minha fortaleza.

Apesar de ter conseguido salvar uma boa quantidade dos civis inocentes, havia pagado o preço ao ser esmurrado cruelmente pelo pirata. Não que fosse surpresa, afinal, já estava ciente disso e convicto de que poderia ocorrer; e pagaria o preço para enfim salvar o máximo das vítimas.

O ataque final de Kaegar era poderoso e me arremessava para longe, consequentemente me fazendo colidir entre as paredes da enorme casa. – Huffs. Huffs. Huffs. A respiração estava um pouco turbulenta e só não estava pior graças a técnica Giant Overhead ativo, ao qual possibilitava uma respiração mais lenta.

O sangue escorria em meu rosto, ensanguentando parte da visão. Outras partes do corpo também estavam feridas, mas sinceramente não importava. O meu vigor físico era um dom, uma benção dos primórdios, mas até mesmo isso se mostrava estar debilitado. Afinal, a força do garoto era realmente monstruosa. ~ Hah! Você é dos bons! KEKEKEKE! KEKEKEKEKE! Proferia ao tempo que notava ele se aproximar.

Estava quase perdendo minha racionalidade devido o poder e as habilidades do Pirata serem algo notável e raro. Qualquer guerreiro avido pelo duelo clamaria por um confronto deste nível. Mas o lapso seria momentâneo e logo recobraria meus sentidos. “Ei, ei ,ei! Foco, foco! Ainda há mais pessoas para salvar, preciso resgata-las o quanto antes.” Cravaria essas palavras na mente, quase como um mantra, em razão de permanecer centrado em meus objetivos.

“Tenho que admitir... esse paspalho tem uma força do demônio.” Divagava por um momento enquanto viria me por de pé. ~ Ora, ora. Estava com saudades de ver meu próprio sangue, nem lembro a última vez que alguém conseguiu ferir este corpo. Expressaria um sorriso orgulhoso e obstinado durante o tempo que passaria a mão para retirar o excesso de sangue do rosto. “Mesmo com a forma Golem e a técnica Giant, este lixo está rompendo minhas defesas. Isso será um problema se continuar assim, preciso de mais... Poder!” Cerrava os punhos, rangia os dentes e fintava nos olhos do pirata a cada passo em que ele se aproximava.

Havia a opção de começar a revidar, mas isso poderia permitir que pessoas fossem feridas, as que ainda estava presas no corpo dele, e quebraria minha proposta feita anteriormente. Eu me orgulhava das minhas origens, da minha robustez e de minha palavra. Romper qualquer um deste seria o mesmo que perder minha essência. ~ Hoo. Parece que estou mais próximo da linha entre a vida e a morte, que nostálgico. Diria olhando para cima, quase ignorando por completo a presença do pirata, uma vez que, a mente retornaria o tempo por uma fração de segundos.

50 anos atrás...

Eu me lembro tão claramente, apesar de muitas memorias irem e virem, há algumas exceções onde mesmo que tentasse esquecer seria impossível. Me lembro de andar pelas ruas de Elbaff sem rumo. Me lembro daquele fatídico dia, onde buscava alguma diversão para passar o tempo. Se existe algo em Elbaff que todos compartilham, é a paixão pela guerrilha. Claro, nem todos são honrosos, mas os que são atrelam espíritos indomáveis e extremamente virtuosos.

Já havia feito tantas merdas, que apanhar dos mercenários, caçadores e guerreiros da guarda era algo habitual. Ser um bastado já é motivo de chacota, pior ainda se for alguém fraco e descendente do guerreiro mais poderoso da ilha, o próprio rei. Idade é algo irrelevante em Elbaff, quando falamos de lutas, mesmo com meus 7 anos, já enfrentava adultos e grupos de guardas. A resiliência me foi dada como uma dadiva, mas sempre posta a prova. Era quase semelhante a uma fosso com água pura, que sempre é drenado até sua última gota.

O mais estranho era que sempre pisando nessa linha, essa pequena e invisível linha ao qual poucos conseguem ver, dita como o “limite” do seu “eu” agora para o seu “eu” depois, nunca foi algo ao qual temi. Muito pelo contrário, foi algo que até mesmo cultivei como uma boa forma de me tornar mais forte. Até porque, o real pico da força não é algo tão fácil ou simples assim de alcançar, isso aprendi com todos os anos em que viajei por esses mares.

Todavia, o desejo por mais poder existia, mas existia com um proposito maior. Diferente dos egoístas que buscavam o poder por capricho ou vaidade. O que buscava era criar um reino puro, leal, valoroso, livre de preconceitos e maldades. Não me entenda mal, haverá sim batalhas, duelos e lutas esportivas. No entanto, muito mais atrelado a honra e virtude que por mera dominância.

Me lembro de estar escorado em uma parede velha, surrada e rachada. Me lembro de estar sujo, cheio de hematomas, cortes e ossos quebrados. Me lembro de estar jogado em uma viela qualquer da cidade de Elbaff, olhando para o céu e vendo os pássaros desbravarem o céu sem medo algum. Atrelados a liberdade e camaradagem entre os seus próprios. O que é a força? Para que ela serve? E porque fui abençoado com um corpo tão resistente? Essas perguntas percorram um bom tempo em minha cabeça. Era jovem demais naquela época e pouco entendia sobre a vida.

Mas foi naquele momento, naquele peculiar e cotidiano momento, que uma epifania iluminou minha mente. Foi quando eu compreendi que, mesmo sendo abençoado pelos grandiosos gigantes primordiais, mesmo dotado de um uma mente tenaz, isso não significava que os céus simplesmente me levariam ao topo. “O braço mais forte de nada adianta sem um peso para testar sua capacidade.” Isso foi algo que entendi sem que ninguém me falasse.  

Eu nunca fui alguém bonzinho, altruísta ou respeitado. Apenas retribuía aqueles que eram bons para mim com bondade; Retribuía altruísmo quando posto diante de mim por uma mão amiga; E respeitava aqueles honrosos e valorosos guerreiros que empunhavam seus desejos em suas armas e brandiam com suas convicções. Porém, o tempo me moldou e foi quando percebi o quão caótico, desonroso e repugnante os seres podem ser.

Nem todos os piratas são malignos, nem todos os marinheiros são honestos e nem todos os guerreiros são dignos. Exatamente por isso não julgava por seus títulos, alcunhas ou méritos. Mas sim por seu caráter, sua força e determinação. Há um ditado antigo que diz o seguinte: “só se conhece a verdadeira essência de um homem quando seus punhos se chocam.” O valor de uma doutrina deve vir do espirito e da força de vontade, cujo existem em prol de um sonho. O problema é que grande parte disso se perdeu nos mares, corrompendo grande parte das ilhas e das pessoas que habitam por toda parte.  

É irônico, de certa forma. Sempre quando me encontro numa rota sem saída ou a beira da morte, começo a lembrar daquele menino esfarrapado e surrado, sem desejos ou sonhos. Ele já havia perdido sua amada mãe, mesmo tão jovem. Já havia matado, mesmo tão jovem. Já havia provado do néctar saboroso de uma mulher, mesmo tão jovem. Já havia feito tantas coisas que para com sua idade que era algo incrível. Mas ainda assim... o vazio era algo que lhe consumia, talvez por isso clamasse por atenção e vivesse em anarquia por tanto tempo.

Contudo, o homem é forjado pela experiência da perda, pela longa jornada em busca de seus objetivos. O homem é julgado por méritos e por seu comportamento. Mas nenhum homem é um homem de verdade senão vencer o medo da morte; ou daqueles que lhe consigo estão. Afinal de contas, seu verdadeiro eu só será visto até mesmo por você mesmo quando estando com a lâmina preste a ceifar sua vida. E, é nesse duradouro e sombrio momento que o sua índole é posta à prova.
 
Voltando ao presente...

A nostalgia não era novidade, uma vez que outra acontecia isso, só era insólito. Afinal, encontrar um oponente deste calibre era raro. Sentia meu peito ferver, não por dor ou raiva, mas sim por uma vontade indomável que estava prestes a eclodir. Talvez fosse por lembrar do passado, talvez fosse pelo fardo pesado das vidas que carregava comigo, onde falhas resultariam em morte. Muitas coisas se juntavam e muitos sentimentos se mesclavam. Mas se existia algo que não mudava, isto era a minha essência! Sou alguém que idolatra duelos. Sou alguém que admira os fortes. Mas acima de tudo... sou alguém que odeia crueldade sem motivos, exatamente como esse arrombado estava fazendo.

Provavelmente o pirata estava prestes a me bater, ou talvez estivesse me surrando em razão de meus devaneios. De qualquer forma, eu sentira algo queimar dentro de meu espirito, algo que sempre esteve lá, apenas adormecido com o passar do tempo. “Ahhh... eu me recordo disso.” O sangue fervia e as mãos suavam, não por calor, mas sim pelo frio que percorria todo corpo. “Aquela sensação de alerta, irritante e impertinente. Sim, ela é familiar. Quantas vezes em minha juventude fui jogado em direção a ela? Inumerável vezes.” Sentia o corpo com uma vasta irrigação de sangue bombeando todos os músculos freneticamente. Mas estranhamente sentia o corpo relaxado, tornando a dor uma visitante, não uma intrusa. Acolhendo como um animal perdido em dia chuvoso.

Os danos estavam se acumulando, mas ainda restava um bom estoque de energia, apesar do cansado ao mesmo tempo. Sentia o sangue ferver em fúria, mas centrado para com objetivo. “Thorororororo! A quanto tempo... minha amiga.” O sentimento era ainda mais nostálgico, conforme a dor aumentava e os danos aglomeravam. Já era hora de mostrar minha força completa, sem mais rodeios. O poder estava e mim, e eu estava no poder! Precisava ultrapassar meus limites agora e finalizar a missão.

Tracionaria a cabeça para trás e então proferia. ~ Aí, pirralho! Proferia e em seguida lançaria uma cabeça, contra o ataque do pirata, como forma de colisão/defesa, deixaria toda aquela vontade, raiva e desgosto despontar violentamente para reforçar a couraça defensiva ao qual a Akuma revestia meu corpo. O sorriso estaria estampado, não privando de ostentar uma confiável e indomável força no semblante.

Olharia nos olhos do Supernova e diria. ~ Hoje é um bom dia para morrer?! Indagaria aquele velho e antigo mantra dos antigos guerrilheiros. ~ Com certeza não!!! Vociferaria com intensidade ao tempo que usaria os braços para tentar resgatar mais pessoas ao tempo que a cabeça neutralizaria, ou diminuiria, a força do oponente com impacto e em sequência, os braços se tornariam medidas de Contramobilidade, com grande peso e frenando as capacidades ofensiva do pirata.

Ainda que não tivesse aprisionado completamente Kaegar, pelo menos esperava apreender uma boa porcentagem de sua mobilidade, seria suficiente para eu enfim conseguir resgatar o restante das pessoas em seu corpo. Usaria as mãos para puxar e joga-las para dentro de meu castelo, tão rápido quanto possível.

Conseguindo resgatar o restante das vítimas, preservando suas integridades físicas e resguardando seus corpos para não serem atingidos, fecharia a escotilha e enfim, poderia retirar os freios que o pirata havia posto em mim. ~ Kekekeke! A brincadeira foi boa, mas já está na hora de por um fim nisso, pirralho. Tenho ambições para conquistar e você está no meu caminho! Diria expressando um sorriso meio diabólico.

Da palma de minha mão faria surgir minha lança que haveria saído da câmera do Arsenal e a empunharia com movimentos giratórios ate colidir sua haste no chão de forma imponente. ~ Você é forte, mas ainda te falta decência e integridade. Proferia e logo em seguida manejaria a lança com ambas as mãos. ~ Deixe-me te mostrar, pirralho, a força de uma verdadeiro homem! As palavra carregariam convicção e honra; atrelados a um fervoroso ideal.

Através do uso da habilidade do Soru, encurtaria nossa distancia e então aplicaria um corte pela horizontal, em seguida de um poderoso giro, com intuito de atingir seu corpo lateralmente. Considerando um ataque nesse instante, seja por suas mãos ou armas, manifestaria minha habilidade para refletir seu próprio ataque. ~ Tekkai Utsugi! Ocasionaria uma inversão de força com objetivo de trazer dano ao pirata devido ao impacto.

Obtendo êxito ou não, seja no primeiro ataque ou na defesa, usaria um giro com a lança com intuito de retalhar ele pela vertical, fazendo a lança se tornar uma poderosa hélice. Terminando com um poderoso ataque penetrante. ~ Shigan: Ban Cue! Canalizaria na arma para se tornar uma violenta estocada que arrebentaria o tórax do Supernova.




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Narração

Pippos


O Chamuscado estava completamente coberto por sua armadura e por isso, focou-se em atacar completamente, se até então Pippos havia o superado  na defensiva, não se manteria assim por muito tempo, confiante que poderia aguentar os golpes do titã, a estratégia do chamuscado colocou-se em atacar como uma tempestade de ataques de chamas que não poderiam ali danificar mais do que o vitaminado caso o atingissem, era um poder  cruel mas gentil ao mesmo tempo, em uma dualidade ao qual era levantada pelo próprio pirata.

A ofensiva se deu por duas partes, com um gancho o pirata avançou contra o golpe de esmagamento e ambos teriam sido acertados, pois a arma do chamuscado dava-lhe uma cobertura de alcance que os tornavam equilibrados,  pelo estilo de luta de Pippos, apesar de não ter sofrido danos naquele ataque ao qual ainda não continha o mesmo tchan de seu golpe que realmente fizera efeito, isso havia baqueado o chamuscado pelo peso do golpe que concentrou  no punho uma ofensiva capaz de levar o gigante aos céus pelo impacto, tirando-lhe a base da terra.

Diferente do que esperava o Geppou fora usado agora para recuperar sua postura  em meio ao ar para que não abrisse mais brechas para o homem que começou a lançar várias e várias  lanças negras ao céu do chão, mesmo com o Kami-e era impossível que ele desviasse de todas com apenas esquivas, e nisso entrou seu martelo que também lhe ajudou ao cobrir uma área extensiva de seu corpo e enquanto era atacado Pippos novamente teria desferido um golpe vertical poderoso em seu oponente, a sensação de sua determinação correr pelo seu coração e ir até seu braço tornou-se novamente firme e quando o fez, teria notado que não fosse a esquiva do homem, ele estaria estilhaçado pois parte de sua armadura fora completamente rasgada pelo golpe do titã, que continuou até o chão causando uma enorme fissura no campo de batalha.

Impactado porém não parado o homem juntou ambas as mãos em uma energia negra pura de chamas lançada como uma massiva quantidade de energia a sua frente ao qual cobriria Pippos quase por completo o levando para longe, tão longe que fora parado apenas pelo impacto de suas costas contra uma construção mais firme, sentindo que sua consciência até mesmo piscou por um momento,  isso o possibilitou erguer-se ainda que bambeando, vendo que seu oponente não queria lhe dar espaço e já estava preparando outra energia como aquela para lançar  enquanto estava em uma posição mais elevada diagonalmente, no entanto   a determinação do ruivo o fez descer o seu terceiro golpe  coberto pela mesma caracterização fazendo com que o impacto dos golpes o fizessem recuar, enquanto Pippos fora empurrado mais firmemente para dentro das rochas daquela construção.

Sentiu seu corpo pesar, mas havia visto também que seu oponente não estava limpinho, havia sofrido uma parcela considerável de dano Pippos sentiu que poderia encaixar aquilo em um golpe decisivo de propósito mas deveria focar no que sentiu quando aplicou seu ultimo golpe, se ainda não havia despertado completamente antes, agora era a hora do gigante acordar e com aquele impacto, Pippos sentiu a verdade nas palavras de Valvatore, seu eu do passado jamais poderia alcançar aquele patamar de poder, era algo completamente irreal mesmo para o narcisista.


Marciano

O oponente definitivamente tinha um potencial grande para danificar, outro homem em seu lugar já teria caído fácilmente mas a sua resistência havia lhe dado a possibilidade para que ele virasse aquele jogo, ele já havia resgatado muito mais do que qualquer outro mas sabia que se aquilo continuasse, ainda que salvasse a todos, não teria força para finalizar seu oponente afinal, ele ainda não havia sofrido de fato com seus ataques.

Em seu interior, em sua origem buscou forças, buscou a própria origem de seu espirito e de sua determinação, quando seu corpo sequer era digno do que hoje havia conquistado através de muito sangue, dor,batalhas e e esforços.

Seu patamar era completamente diferente hoje e com isso afiando sua mente que era levada a uma situação encurralada de vida ou morte, ele sentiu como se seu espirito respondesse, como se seu corpo desejasse por mais, a sua própria ambição o levantar, a dor de seu corpo passou a ser mais tolerável aos poucos e os ânimos? Levantaram-se como se fosse agora um homem novo.

Desafiando questionou o supernova que o responderia - Me responda você, é um bom dia? O homem deixou claro o seu orgulho enquanto avançou contra Thork, seus dois braços haviam atacado com intensidade de modo que poderiam esmagar uma montanha mas, não… Não aquela fortaleza, enfrentando o golpe de cabeça, literalmente nela emergia a resposta de seu coração quando por um momento ficou completamente enegrecida absorvendo todo o impacto do golpe  de modo que  Thork Sentiu,  como se fosse agora um Deus olhando para a formiga que havia sido seu eu do passado, a força que aquilo o fazia sentir superou toda e qualquer expectativa própria sobre si que tiverá, pois agora ele teria um novo nível se dominasse essa habilidade.

O choque havia feito com que a oportunidade fosse criada e em um único movimento coordenado, as vitimas eram retiradas de dentro do corpo do gigante que diminuira um pouco de tamanho, tornando-se apenas dois metros mais alto do que Thor.

Abalado o supernova enegreceu o braço para bloquear a lança de Thor, mas o mesmo vislumbre de força  teria feito simplesmente decepar o homem como se tivesse cortando papel, nunca em sua vida havia cortado algo tão fácilmente, ao observar poderia entender se ainda não havia entendido, aquele era o poder de seu espirito, o poder do Haki.


Antes então que a sequência de golpes fosse aplicada, Kaegar gritava enquanto seu braço caido no chão começava a  soltar sangue em demasiado naquela sala - Maldito! Vou te mostrar o meu verdadeiro poder! E quando o fez dessa vez algo havia abocanhado a sua lâmina, saindo do local onde estava o braço de Kaegar um… Dragão?  Não, aquilo era um rei do mar feroz ao qual  estava dentro do corpo do homem, que o impulsionou pra trás, enquanto exibiu atirando para cima uma quantia de água absurda que estourou o teto, tamanha a pressão - Alguém com apenas o vislumbre do que é o poder não vai me derrotar, venha! Eu te reconheço como digno de enfrentar toda a minha força! Bradou o homem que exibia a força do  rei do mar dentro de seu corpo.

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Histórico:


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Pippos
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Pippos
Sargento




6º Capítulo: Gigantes versus Dragões! - Página 3 Shuuma10

O Divino ~ Sargento


6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!
Aquele primeiro momento fora o alvorecer de um toque divino em meu corpo, a prova do quão imponente fora o meu desenvolvimento a partir da vontade dos deuses. E, além disso, o quanto meu potencial era grande para garantir a otimização da vontade dos deuses, pois se eu conseguisse tornar-me cada vez mais forte, isso seria fundamental para expandir essa crença, além de também ser o auge e a melhor maneira para conseguir seguidores e fãs.

Ao fim daquele primeiro momentum, estava mais do que claro que eu havia conseguido emanar parcialmente o tal Haki do armamento, provindo do espírito interior na vontade divina o qual a Valvatore havia me comunicado. Eu ainda não era nenhum especialista, mas estava pronto para dar o meu melhor e continuar implacando a vontade dos deuses sobre esse maldito fracassado. Merda...Bufei em meus pensamentos ao reparar nos severos danos o qual eu havia recebido no último choque contra uma estrutura. Mas, eu estava conseguindo de uma forma cada vez melhor penetrar dano nessa maldita armadura.

Podia sentir meu corpo superior bem desgastado e pesado. Falar em sentir dor era o mínimo o qual eu poderia dizer, mas eu? Logo eu?! Não fraquejarei diante de um criminoso. Não importava o quanto de dor eu tivesse de sentir, pois eu estaria sempre pronto para dar o meu máximo e até morrer pela causa! Se os deuses acreditavam que a morte seria a melhor solução agora, que seja, mas eu tenho certeza de que ainda não chegou a minha hora. Eu ainda tenho muito a oferecer, mas estava disposto a dar tudo de mim no próximo ataque. Com meus pés bem firmados no solo, depois de já me adequar em uma posição ereta e digna, eu podia sentir que essa peleja estava para chegar a seu clímax.

Estenderia bem meu colossal martelo à frente, apontando para o tal Kotomine. – É... você não possui uma defesa invencível. Meu irmão possui uma defesa melhor do que a sua, seu bosta!Cuspi no chão, só pelo desgosto de tentar comparar a defesa desse fracassado ao Thork. – Venha com o seu máximo! Vamos encerrar essa batalha nesse próximo ataque! Se você não vier com tudo, não irá aguentar, VITATATA!Sorri um pouco, mas, por dentro, eu sabia de que tratar-se-ia de um confronto direto e bem árduo.

Alongaria um pouco meus braços e flexionaria levemente minhas costas, tudo para utilizar meus sensatos conhecimentos em anatomia para tentar aliar a uma tentativa de amenizar a dor que pelos meus músculos se prolongava. Mas nada que demorasse muito tempo, pois eu ainda precisava utilizar o resto de minhas forças para aplicar um ataque com todas as minhas energias.

Dessa vez eu iniciaria um avanço como um verdadeiro meteoro, utilizando a base do Geppou aliada à velocidade do Soru para avançar da maneira mais veloz a que pudesse. Queria definir o confronto nesse último ataque. Tudo bem que eu ainda não tinha tanto controle nesse esplêndido artifício, mas eu estava disposto a arriscar nessa possibilidade final. Eu sequer estaria pensando em desviar de qualquer tipo de lança ou ataques desse gênero, eu faria questão de ser ágil a ponto de seguir em uma reta para aproximar-me o quanto antes do Chamuscado.

Sem sombra de dúvidas, ele faria questão de me metralhar com essas lanças, afinal, era seu estilo de luta, e se eu não estivesse preparado para esquivar destas, seria o meu fim. Mas como?! Eu tinha fortes planos de apenas avançar e cada vez mais encurtar a distância, e eu não queria perder tempo me atrapalhando com esquivas de qualquer gênero. Estava na hora de utilizar de minha arma secreta: Eisenma Project. Em qualquer avanço de lanças em minha posição, eu apenas faria questão de ativar o botão defensivo de meu bracelete. Projetando no mesmo instante um grande escudo. Claro que não cobria o meu corpo por completo, mas cobrindo quatro metros quadrados de extensão, conivente com meus habilidosos reflexos, eu estava apto a utilizar o braço esquerdo para garantir parcialmente ou até completamente minha segurança, pelo rápido momento de avanço.

No pouco tempo ganho, utilizando de minha ambidestria e reflexo com a canhota para masterizar minha defesa com o Eien Dial, aproveitaria o rápido momento para Vamos, espírito, vamos, Deuses, eu sei que consigo aplicar e reunir energia para esse último ataque!Pensei, com confiança e dedicação para reunir mais um vez todo o meu espírito interior nem que fosse na cabeça de minha marreta, para tentar penetrar toda essa armadura completa em um único impacto, mas não só isso, cobrindo parte de meu corpo com o escudo, ele talvez não tivesse total noção de meu posicionamento ou de por onde meu ataque fluiria, e, nesse caso, depois de toda a minha concentração, eu faria questão de aplicar mais uma vez minha técnica e ver se agora eu tinha condições de superar a armadura em questão.

6º Capítulo: Gigantes versus Dragões! - Página 3 One-piece

Choque Ofensivo!Berraria, enquanto em uma rápida marretada, quando eu estivesse com ele no alcance de minha técnica, o que vinha a ser de 4 metros, eu procurasse desferir um golpe mais intensificado pelo Haki do armamento, além de também desgastar boa parte de minha estamina, mas eu estava pronto para utilizar tudo isso em prol de um último ataque. Claro que, ao fim deste, eu estaria mais cansado do que tudo. – AffuSuspirei em meio ao cansaço total que o embate em questão havia me desgastado. – Chamuscado, você está preso em nome da lei!Gritaria, fitando bem em minha volta, esperando, quem sabe, por uma torcida ou pessoas que admirassem minha força ou meu empenho.

Me ajoelharia um pouco para melhor me estabilizar e reunir mais forças. Forças estas que seriam o suficiente para carregar o Kotomine até o ponto de encontro, vulgo nossa base, para me reunir com a Val e o Thork. Sem contar que precisava jogar esse criminoso dentro de um dos calabouços do Thorkastelo.

Todavia, ainda valia destacar que, caso o meu movimento final, o que buscava a usar toda a minha força e empenho em um único golpe não desse certo, eu precisaria recuar, com apoio do escudo do Eisen dial para me recuperar e me defender o suficiente para recompor todo o meu gasto de energia. Merda!Pensaria, relutantemente, onde eu precisaria me recompor o mais rápido possível, e, nesse caso, eu precisava continuar apenas me defendendo para reunir mais energias para ser capaz de novamente aplicar mais uma sequência como fora a última, que, infelizmente, fracassou.


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~~ O Titã Bélico ~~

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“Grandes batalhas só são dadas a grandes Guerreiros”

“Quanto tempo já havia passado? Quantos ferimentos meu corpo comportava? Quantas pessoas já havia salvado?” Várias perguntas transcorriam em minha mente, mas apenas uma resposta era certa... todas as pessoas havia sido salvas. E quando isto ficou claro, quando aquele poder emergiu como um propulsor em meus músculos, foi exatamente o momento em que conseguirá salvar as ultima vitimas presas. Consequentemente, enfraquecendo o pirata visualmente.

Em contrapartida, o corpo estava pesado, mas de certa forma ainda enérgico. Me orgulho da minha abonada corpulência, mas sem dúvidas a Akuma no mi se mostrou um grande reforço. Entretanto, o que realmente havia amplificado e ocasionado o diferencial em nossas forças seria a manifestação do Haki que eclodia subitamente. “Thororororo! Hoo. Então isso é o tal Busoshoku Haki. Que interessante!” Divaguei comigo por uma fração de segundo, logo me centrando a atacar o Supernova antes que perdesse a oportunidade. Afinal de contas, precisava fazer ele pagar por tudo que havia feito, por mim e por todos os inocentes.

Aquele maldito ainda possuía alguns truques de baixo da manga, mostrando que sua Akuma era tão peculiar quanto a minha. ~ Hãn!? Um Dragão?! Estava atônico, pois, se aquilo realmente fosse um dragão... então essa luta seria a mais épica de todas. Naturalmente um sorriso emergiria em meu rosto, enquanto estava fascinado e encantando com a criatura diante de meus olhos. ~ Hah! Nada mal, hein! Pirata Kaegar o múltiplo! Isto é o que chamaria de verdadeiro desafio! Pela primeira vez, chamaria o garoto pelo nome em cortesia por toda dor e sofrimento causado em mim e nas outras pessoas, tinha que admitir que o desgraçado era forte e tinha audácia.

Não tardou para minha ficha cair, percebendo que não era um lendário Dragão em seu corpo, mas sim apenas um Rei do Mar. ~ Mas que filha de uma égua! Como ousa me enganar, fedelho! Proferia com raiva, pois até então, estava regozijando pela promissora batalha épica que ocorreria. Mas logo notando que isto seria apenas uma... ilusão.

O pirata explodia o teto da residência e estava ensandecido, provavelmente pelo fato de ter resgatado todas as pessoas que ele havia capturado. ~ Ora, ora. Acho que nosso acordo chegou ao fim, hein! No entanto, o clímax parece estar no auge, Kekeke! Expressava animação, ainda que estivesse sedento por dar uma surra tão intensa que o zé ruela imploraria pela morte. Não haviam mais vitimas e não havia mais sentido de permanecer na defensiva, agora buscaria a ofensiva absurdamente e daria um fim no criminoso.

~ Certo, certo! Preciso lhe devolver na mesma moeda. Vamos deixar isso simétrico, decepando seu outro braço. Indagaria balançando minha lança enquanto o espirito explodiria em ímpeto e destemor. “Agora é uma boa oportunidade de tentar manifestar novamente aquele poder. Preciso lembrar da sensação, daquele rápido instante que o corpo foi banhado por uma aura extremamente revigorante.” Ponderaria percebendo que a possibilidade em dominar o Haki estava diante de mim, ainda que meu objetivo central fosse quebrar Kaegar na porrada, isso não impediria de usar ele como um bom condutor de treino.

Avançaria com o Soru para diminuir nossa distancia ao mesmo tempo que balançaria a arma, realizando a performance de meu estilo de combate One-head Dragon, com intuito de desferir um poderoso balanço pela lateral, gerando um impacto assertivo. Poderia ser um contra-ataque também, considerando que Kaegar avançaria, e/ou atacaria, em seguida do meu golpe. Caso pudesse vir ocorrer, usaria meu outro braço com intuito de formar um tipo de muralhada, ou escudo de pedra se assim preferir, em prol de antecipar seu avanço e defender o ataque do pirata, neutralizando ou diminuindo os danos.

Em seguida de minha defesa, efetiva ou não, o escudo então alternaria para uma espécie de obstáculo defensivo e ofensivo ao mesmo tempo. Se transformaria em um Cavalo-de-Frisa cuja forma serviria para defender outros ataques e/ou colidir contra o corpo do pirata e assim arremessar ele para trás. Caso sentisse que poderia ser falho a ação, ou o pirata tentasse recorrer a algum ataque frenético, usaria meu Rokushiki para refletir sua força nele mesmo. ~ Tekkai Utsugi! Me tornando uma fortaleza impenetrável por completo, e ainda causando dano através da minha própria defesa.

Caso percebesse que aquela criatura seria usada em prol de lançar a torrente de água, o que seria meio problemático de lidar, mas nada impossível de resolver. Usaria meus braços e formaria a partir deles uma pequena Cisterna medieval ao qual conduziria o liquido para outra direção, não evitando ou defendendo, mas sim redirecionando o ataque para os lados, como se fosse um fosso cercando um castelo, ou se possível usar o ataque do oponente nele mesmo; através de uma entrada de sucção e outra de esguicho. ~ Você tem um poder incrível, mas com certeza ainda te falta muita experiência. No fim das contas, até mesmo um bebê pode manejar uma espada afiada e torna-la cega. E da mesma forma um ancião tornar a colher uma arma letal. Diria exibindo um sorriso empolgado e imponente ao mesmo tempo que transmitiria um pouco de conhecimentos e vivência para aquele bostinha.

Claro que não faziam muito tempo que havia ganhado os poderes da Shiro Shiro no Mi, mas através de minha vasta experiência e sagacidade, conseguira usufruir com sabedoria meus poderes. Sem dúvidas me faltava muito para atingir o cume dos poderes latentes da Akuma. De qualquer forma, a maestria era ganha através do uso continuo, e era exatamente isto que estava exercendo.

Após conseguir redirecionar/defender os ataques do pirata, outra vez, buscaria a ofensiva por meio do Geppou. Após subir alguns andares no alto, aproveitando do teto destruído, me jogaria em direção ao pirata como se fosse um meteoro. Nesse meio tempo, usaria o mecanismo oculta na lança para aumentar seu tamanho através do Dial e me impulsionaria com mais força mediante o Geppou.

Tracionaria a lança para trás e desferiria com toda a força titânica que residia em meu corpo e espirito. “Preciso lembrar daquela sensação. Aquela sensação de poder que fortificou todas as fibras de meu corpo... aquele sentimento de desejo atrelado a minha força de vontade! O Haki do Armamento é exatamente isso... uma armadura impenetrável e devastadora!” Pensaria comigo tentando manifestar o mesmo poder de antes, carregando e liberando sobre a lâmina da lança toda raiva, alegria e determinação.

Independe se Kaegar viesse a me atacar, seja com seus braços, machados ou mais provável jato de água, usaria meu corpo de Golem para resistir ao seu ataque, ou usar a lâmina para cortar ao meio a torrente d’água. ~ Aceita que dói menos... seu merda! Vociferaria impetuosamente, com o corpo cheio de adrenalina e almejando destruir completamente a malignidade do pirata a minha frente.

Após colidir Draconian com toda minha força, usaria meu peso em conjunto para ultrapassar qualquer defesa que fosse imposta sobre a lâmina, penetraria com todas as minhas energias cortando o outro braço, ou retalhando ao meio o Supernova. O corpo estava começando a me cobrar, de forma justa e cruel. A sede havia aumentando ao ponto da própria saliva ser prazeroso de se engolir. Estava cansado, mas obstinado. Estava sedento por água e sangue. Queria aplicar a justiça, mas não antes de uma boa dose de atrocidade. O Pirata havia perdido boa parte de suas forças, mas par compensar utilizava sua técnica final. Já eu por outro lado, estava sem nenhuma carta na manga; exausto, desidratado e faminto. Todo o acumulo de danos em prol de salvar as vítimas estava rompendo aos poucos.

Havia uma única habilidade que me permitia ter uma ínfimo vantagem sobre o inimigo, que me permitia aprimorar minha força de ataque e fortificar minhas defesas: Busoshoku haki. Precisa testar meus limites. Sabia que estava o bagaço para tentar fazer isso e nem seria o momento ideal para tal. Mas sinceramente... existe um momento melhor para se tornar forte sem ser... durante uma luta pela sobrevivência? Óbvio que não. O treino faz parte da doutrina e parte do aperfeiçoamento. Entretanto, não existe uma situação mais propícia para despertar seu poder latente do que uma luta até a morte, o que realmente estamos falando aqui. Talvez seja por ter experimentado tantas batalhas, onde cada vez mais me tornava mais forte. Mas nenhuma delas havia me sacrificado tanto em prol de ajudar inocentes, seria uma recompensa despertar esse poder? Ou meramente o acaso? Seja o que for, o que importava agora era dominar o Haki e derrotar o adversário a minha frente e faria isso com todas minhas forças.



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Pippos

O titã sentindo em suas mãos o poder dos próprios deuses teria colocado em sua mente, ele faria uma ofensiva final afinal, seria tudo ou nada, se ele era o escolhido pela sua vontade, seu martelo decidiria quem seria o último homem de pé. O titã decidiu usando dos céus como seu domínio avançar de maneira implacável contra o chamuscado.

Este por sua vez criou uma gigante lança negra em uma de suas mãos, enquanto com a outra jogou várias na direção de Pippos no entanto o trunfo do titã era usado para bloquear a maior parte delas e enquanto ele avançou rapidamente, Kotomine posicionou-se também para a sua técnica - Big Bang Atack! Ele bradou com intensidade ao mesmo tempo em que o choque de Pippos era aplicado, como se ambos estivessem dando tudo de si naquele ultimo ataque e então uma gigante explosão ocorria, de modo a levantar muita fumaça.

Kotomine, fora da visão do ruivo voou vários metros para trás até que ficara preso cravado em uma parede, completamente sem consciência, enquanto Pippos? Teria sido jogado poucos metros atrás mas havia seu corpo resistido a tantos impacto que mal aguentou ficar de pé, ele sabia que precisava de tratamento.

As pessoas não mais estavam ao redor, o combate havia tomado grandes proporções e era perigoso demais ficar para assistir.


Thor


Aquele parecia que seria um embate épico pois quando havia enfim resgatado as pessoas, havia ali o seu oponente em sua mais plena glória e poder a frente, não mais havia em seu corpo inocentes que não fossem o próprio rei do mar, que era também parte de sua força e conquista. Frente ao avanço de Thor, o braço flexível com a cabeça e pescoço de dragão tentaram o abocanhar para evitar assim o movimento da lança com uma aceleração terrivelmente eficaz, no entanto a experiência havia prevalecido, a mudança de forma do titã fizera com que a mordida do rei do mar tivesse afrochado pois havia se machucado em sua mordida.

Isso não fizera a mordida doer menos no entanto o movimento de jogar Thor para longe de maneira torta e desesperada ocorreu de modo que os ferimentos se minimizaram pois o oponente pareceu ter tomado a maior parte dos danos devido ao seu Tekkai Utsugi junto ao formato assumido, o homem não pareceu se abalar com aquilo afinal, era o rei do mar que teria levado os danos e não ele, e com isso ele recuou colocando o braço a frente jogando uma torrente de água contra Thor, pelo machucado na boca do rei do mar a torrente sairia de forma avermelhada pois havia sangue misturado contra o homem que mais uma vez, mostrou saber dominar completamente as possibilidades de seu corpo.


A água havia se chocado tão intensamente que sentia que partiria no meio mas, graças ao seu sistema de escoamento, essa força acabou sendo redirecionada pra uma das grossas paredes abrindo um buraco, permitindo que a luz adentrasse ao local com mais intensidade, e sem perder tempo, ao ar se lançou uma oportunidade rara para um homem tão grande fazer em um ambiente fechado mas o fez, Kaegar preparava mais um jato de água pressurizada para atingi-lo em meio ao ar, mas, como um meteoro negro Thor já estava avançando e o uso de seu projeto lhe deu um alcance extra ao qual teria feito com que quando o jato fora lançado, ele tivesse apenas atingido parcialmente o corpo de Thor, pois logo o golpe dividiu o opnente Kargar o multiplo em dois… O fazendo finalmente agora alguém digno de seu titulo.

O homem havia caído e com isso, seria possível ver que de dentro dele sairam também além do rei do mar, uma espécie de polvo, um caranguejo grande e também um passaro, pequeno, mostrando que o homem provavelmente guardava dentro de si coisas vivas desde que começou a aprender a usar sua fruta, Thor sentiu dificuldade em manter-se firme após dividir seu oponente mas, ele estava vivo e mais importante, todos que quisera salvar também estavam.

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O Divino ~ Sargento


6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!
Abraçado pelo poderio divino, minha confiança se ergueu e guiou-me ainda mais em um patamar bem superior. Eu estava concentrado e empenhado em encerrar aquela batalha em um único ataque, onde decidiríamos o vencedor naquele confronto final. Eis que o Chamuscado também estava disposto a definir o confronto no próximo ataque, forjando uma gigante lança negra, talvez tentando confrontar-me com uma maior lança. Justo. Porém, ele não estava enfrentando um oponente comum. Eu era divino!

Revigorado como nunca, em um semblante de total confiança, eu avancei com toda minha fé em meu poder interior, o suficiente para ascender uma chama divina em meu corpo bem consolidado. Uma força interior, um espírito a reunião de uma sólida presença acobertou parte de minha arma, o que a reforçou com muito empenho para se páreo para enfrentar aquela armadura quase que impenetrável. Sim, eu estava ali para provar que a força divina estava acima do mal! E o julgamento estava para ser feito. Com muita dedicação e fé, eu utilizei toda a minha força para ir contra em um épico duelo de forças, não posso falar que foi fácil, mas as forças dos céus estavam ao meu lado.

Nesse extraordinário choque entre as forças, eu fui lançado alguns metros para trás, mas ele, por outro lado, foi arremessado para longe, tudo bem que eu não pude ver para onde ele havia sido arremessado em primeira instência, mas eu não poderia fazer muita coisa caso ele ainda estivesse em condições de luta. – Céus, me ajudem...Roguei aos deuses, como em um desesperado pedido em meus pensamentos. Eu só queria ter forças para ainda conseguir me manter de pé, e ter certeza de que a peleja havia acabado, pois, caso ele ainda tivesse forças para lutar, a minha derrota era certa.

Tentaria me posicionar no solo de forma plena, provavelmente com dificuldade, mas eu acreditava ter condições de me manter firme e me reabilitar em minhas condições físicas extraordinárias, apoiado em meus colossais músculos. Nesse caso, suspiraria para tentar acalmar um pouco o meu desgaste, faria questão de acariciar meus ruivos cabelos e alinhar minhas longas madeixas para trás das orelhas, alvejando ter uma melhor visão à minha frente enquanto a poeira abaixava. Pouco tempo, desde que fiquei de pé, em uma situação exausta, logo pude contemplar a visão da vitória: O chamuscado havia sido lançado vários metros para trás e foi arremessado em uma estrutura, o qual resultou no mesmo se manter inconsciente enquanto permanecia cravado na parede. Obrigado...Agradeci aos deuses pela força de apoio o qual eu havia despertado e que foi fundamental no embate.

Já mais aliviado pelo fato de ter certeza da vitória, eu logo bufei: – Ufa...Mas logo fiz questão de olhar bem ao meu redor, buscando um público para ter louvado minha impecável vitória, mas estava tão concentrado no embate que mal pude perceber que haviam fugido para não se machucar, ou seja, ninguém para testemunhar minha força e agraciar minha fama de forma que pudesse me fazer ser melhor reconhecido. – Merda!Esbravejei, pois quando eu finalmente poderia ser reconhecido, não tive sucesso.

Enquanto tentava fazer um breve carinho nas partes mais machucadas de meu corpo, seguiria alguns passos com cautela para frente, visando me aproximar da região o qual se localizava o Chamuscado. Cara, não sei se é porque eu usei essa energia interior, o Haki, ou sei lá, mas eu estou muito mais cansado...Analisei, tomando cada vez mais cuidado para não cair em meio à minha caminhada, pois meu desgaste físico era abundante.

Em frente ao Kotomine, eu faria questão de inserir-lhe mais uma marretada, só para ter certeza mesmo, pois agora ele estava sem sua armadura. – Você foi um inimigo bem difícil...Soltei, logo fazendo questão de prendê-lo firmemente, fechando meu punho esquerdo em seu corpo. Daí, eu ainda faria questão de respirar fundo e berrar aos céus: – Eu sou o Vitaminado Pippão! O fruto de uma vontade divina, ferreiro mais forte do North Blue e futuro ser mais forte desse planeta!Ao fim, faria questão de seguir em passos calmos e lentos, para gastar a menor energia possível, e assim retroceder ao ponto de encontro, afinal, conhecendo os dois restantes, talvez esperasse que eles também já estivessem seguindo até lá para se reunir.

No caminho, era óbvio que eu estava exausto e sentindo a firme necessidade de aliviar o cansaço. – Affu! Como seria bom encher a cara agora..Anunciei. Era em um tom de voz não tão alto, mas talvez até ainda fosse audível, considerando que minha voz já era um pouco mais imponente do que a das pessoas comuns. – Mas em primeiro lugar, vamos garantir que esse Zé aqui seja preso e já fique no calabouço do Thorkastelo. O Thorlabouço, VITATATATATA VITATATA!Ri com força de minha solitária piada. Tudo bem que eu ainda estava bem machucado, mas, a confiança de que a alegria trazia tempos melhores era essencial.

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“Grandes batalhas só são dadas a grandes Guerreiros”

A colisão de nossos ataques ressoava intensamente, exibindo um choque de forças poderoso, tão poderoso que parecia que nossos corpos seriam devorados um pelo outro. No entanto, diferente do Supernova que brandia sua arma empáfia, eu por outro lado, manejava minha lança em conjunto de determinação e uma vontade inabalável.

A raiva, a desvantagem na batalha e os danos não foram nenhum empecilho, apenas um gatilho e incentivo insano para conquistar a vitória; logo alcançado em frente aos meus olhos. ~ Thorororororo! *Huffs. Huffs* Ele literalmente se tornou “o múltiplo” agora. Proferia de forma extrovertida, ainda que estivesse exausto e usando o restante das forças para prevalecer de pé. ~ Mas tenho que dizer... Cravava a lança no chão logo reduzindo seu tamanho ao normal. ~... *Huffs. tu foi um desafio dos infernos! Comentaria ao tempo que minha respiração oscilava. ~ Bah! Que vira-lata futre. Limpava o suor no rosto enquanto olhava para os seres saindo do corpo cortado ao meio.

“Merda. To cansado, com fome e com sede. Se eu me sentar agora, é capaz de não conseguir me levantar.” Pensava comigo logo abrindo uma escotilha na mão e levando minha arma para dentro do arsenal. ~ Heh. Se tenho tempo para falar... ainda tenho energia. Thororororo! Proferia já recuperando um pouco do fôlego. Retornaria a minha forma gigante com intuito de resguardar o restante de minhas energias; o que não era muito. Entretanto, bastasse um pouco de descanso e uma boa refeição que logo recuperaria todo meu vigor.

Logo então, levaria o corpo mutilado do Supernova para dentro de minha fortaleza, mais especificamente para a prisão por meio de minha cópia. Uma vez lá dentro, largando o corpo em um lugar qualquer, teleportaria até a ala da enfermaria e viria falar com as vitimas para ver como estavam. ~ Saudações! Naturalmente minha copia estaria em um estado novo em folho, diferente de meu corpo externo que estava o bagaço. ~ Como estão? A enfermaria comporta tudo o que precisarem para ferimentos, hematomas e por aí vai. Podem usar o que precisarem. Há também o Cenáculo, um local para matarem sua fome e sede. Podem descansar por enquanto, aqui é seguro e se eu digo isso... podem acreditar e confiar. Expressaria um sorriso amigável e carismático.

Caso me perguntassem sobre o Supernova, responderia. ~ Infelizmente aquele imbecil não aguentou a colisão de nossas forças e foi dividido ao meio. Gostaria de que ele pagasse cruelmente na prisão de Ennies Lobby, roubando seu tempo, prazeres e ambições até o fim de seus dias. Mas não podia me dar o luxo de pegar leve com ele, por isso sua morte foi inevitável. Indagaria sem dar muitas explicações, entretanto amenizando qualquer angustia que as pessoas poderia ter. Afinal, elas sofreram nas mãos dele e se estivessem traumatizadas não seria surpresa. De qualquer forma, já seria um bom momento para deixar claro que o pirata não mais os infligiria qualquer dor.

~ Certo! Descansem enquanto eu irei locomover vocês para um lugar mais seguro. Finalizaria minhas palavras e em seguida dissiparia meu corpo. “Não faço ideia de que lugar é esse, mas um homem deve ser resoluto quando necessário.” No lado externo, vagarosamente, andaria para fora da residência ao qual teria sido quase toda destruída. “Ahhhh, que fome. Ahhh, que sede.” Pensava nisso durante o tempo que começaria a caminhar de volta até a base de Valvatore, mas não antes de lhe ligar.

Havia pegado o comunicador e ligado para a capitã. ~ E aí capitã! Estou voltando para a base com a missão concluída... pelo menos a minha parte. Diria logo então lembrando que a mulher também teria caçado outro pirata. ~Precisa de ajuda? Esta fortaleza ainda não rompeu e nem rompera! Thorororororo! Há energia de sobra aqui, basta me dizer onde está e irei voando até você! Bom, não literalmente. Thororororo! Proferia extrovertidamente, mostrando para a marinheira que estava bem e que poderia lhe ajudar, se assim fosse preciso.

Estava cansado, sim. Estava faminto, com certeza. Com sede? Mais que um elefante. Entretanto, eu era obstinado e doutrinado a aguentar esses eventuais momentos. Não era a primeira vez e não seria a última. Sentinela existia exatamente para isso, um robusto guardião incansável.

Caso a capitã dissesse que estava na base ou que me encontraria lá, negando meu suporte ou não havendo necessidade dele, simplesmente concordaria com ela já que confiava na força da mulher. ~ Positivo! Estarei lhe aguardando. Desligaria o comunicador, logo pensando no garoto. “Será que aquele cabeça de rabanete tá vivo?” Confiava em Pippos também e apesar de provocar e caçoar Pippos, possuía conhecimento de sua força e determinação. ~ Háh! Se conheço bem ele... aquele garoto é duro na queda. Thororororo! Falaria comigo mesmo, em razão de conhecer Pippos de longa data. Nossos caminhos seguem o mesmo rumo não é de hoje e acreditava no talento dele, apesar de sua egolatria ser irritante as vezes. Sem delongas, ligaria para o Den Den Mushi de Vitaminado.

Em seguida que Pippos atendesse, viria falar para ele. ~ E aí mané! Thororororo! Seria extrovertido como de costume. ~ Qual a situação? Tá muito fodido? Questionaria carismaticamente. Se ele me perguntasse o mesmo, ou primeiro, responderia. ~ Bah! To mais arrebentado que burro de carga. Thororororororo! Diria de forma descontraída. ~ Mas é como o ditado diz: o que não te mata, te fortalez, hein!? Proferia amigavelmente com o garoto enquanto olharia ao redor durante os passos dados pela cidade.

Caso Vitaminado tivesse esperando por ordens da Valvatore, falaria. ~ Já falei com a capitã, então pode relaxar. Nos encontramos na base, até parceiro. Terminaria de falar e em seguida desligaria o comunicador levando-o ao bolso.

Começava a sentir os músculos mais pesados, mais fadigados, pois, a adrenalina haveria diminuído e os danos acumulados cobravam seu preço. “Haaa. To precisando dar uma relaxada também.” Pensava comigo ao tempo que estaria seguindo até a base. “Preciso saber o que fazer com as pessoas que foram sequestradas pelo Supernova, melhor esperar pela capitã para ver o que ela acha.”

Quando enfim chegasse na base, sem que houvesse ido por outro direção em razão da ligação a marinheira, adentraria e sentaria em qualquer canto do construção e lá descansaria até a chegada de Valvatore e/ou Pippos.




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Todos

A derrota havia vindo para o homem chamuscado  com seu corpo Desmaiado, antes de apreender o homem decidiu lhe golpear indefeso mais uma vez por garantia e o homem só ficou  mais ferido, nem mesmo seu espirito havia ido no golpe naquele momento, era algo que deveria treinar e aperfeiçoar  e Valvatore poderia guiá-lo após seu despertar.

Enquanto isso, Thor, tendo derrotado o multiplo apesar de estar também no limite, não tanto quanto pippos que estava muito próximo de perder sua consicência carregava consigo ferimentos e um cansaço grande apesar da luta ter sido relativamente veloz, grandes lutas eram punitivas e este novo poder exigiu muito do titã.

Indo até a enfermaria, ele teria notado que todos os que estavam desacordados, estavam recebendo algo na veia, visível como um soro e complexo vitaminico, aplicados pela marinheira, as pessoas estavam cobertas com lençóis, enquanto a única de pé era aquela apresentada como marinheira anteriormente, que vestia uma roupa improvisada de alguma cortina, o que lembrou Thor que o poder do multiplo os absorvia sem suas roupas, então o fato de estarem cobertos, tinha um propósito.

- Com exceção da ultima, todos estão com  sinais de forte desidratação e má nutrição e eu não sou diferente. Ela teria dito aplicando em si mesma um acesso venoso para que pudesse também receber, sentada em uma cadeira da enfermaria, indicando que seria a medida mais rápida, para segurar até se alimentarem - Comer por hora é algo que vamos ter que começar a reintroduzir… Eu sou a penultima a sofrer com isso e estou a pelo menos dois meses sem ingerir algo pela boca, eu nem imagino quanto tempo outros que vieram antes estão… Mas eu suponho que isso escale… Ainda assim você nos salvou,  quando ele fez essa proposta pra mim eu acabei caindo. Ela lamentou e suspirou mas, estava aliviada agora.

Seus olhos fecharam em uma tranquilidade, enquanto continuou a pingar o acesso venoso que a ajudava a voltar a ter os lábios menos ressecados  e uma aparência menos “ magra”, por assim dizer.



A capitã atendeu dizendo - Aqui tá tudo certo, tenho uma surpresa pra vocês, positiva! Como tá a situação tudo certo?  Eu parei de sentir batalhas, então creio que logo vocês devem retornar a base certo? Vou fazer umas ligações pra arrumar quem cuide da gente. - A capitã disse antes de desligar.

Na base Thor fora o primeiro a se juntar com Valvatore que tinha suas roupas  rasgadas em diversos pontos, expondo um pouco mais de sua pele morena, com também cortes e hematomas que viriam a se formar eventualmente, havia sinal de queimaduras leves em suas luvas,  que implicou no que ele ouviu em explosões, denotando que havia sido ela a causadora. Além disso ela carregava consigo uma sacola transparente com uma fruta espiralada que Thor a aquela altura já entendeu do que se tratava e uma cabeça na outra mão. - Oponentes difíceis né? Eu sempre acabo me metendo em batalhas assim, me fazem sentir mais viva  hahahaha mas bem, vejo que tudo correu bem, me conte os detalhes enquanto Pippos não chega, isso daqui é pra ele. Ela balançou a sacola e encostou na parede, tirando as botas e ficando mais a vontade - Contratei um povo pra cuidar dos ferimentos e quem quiser, tá convidado pra ir pras termas, eu paguei  um tratamento pra comemorar a promoção de vocês dois tenentes. Ela deu um sorriso sincero, analisando as reações do gigante.


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“Grandes batalhas só são dadas a grandes Guerreiros”

A jovem marinheira tomaria a frente e parecia estar me aguardando. A fragilidade era visível, mas pelo visto estavam conseguindo se virar. Tal fato é, a própria mulher teria tomado as rédeas das pessoas que sofreram nas mãos do pirata, mostrando que mesmo estando fraca, sua generosidade e altruísmo eram louváveis, já que, ajudava as vitimas a se recuperarem.

Após responder minha perguntas, a jovem poupava o resto de suas forças ao longo que receberia tratamento. “Tsc. Que maldito covarde! Quanto tempo ele deixou essas pobres pessoas em cativeiro?! Nem consigo imaginar.” Pensava comigo ao tempo que olhava o estado da jovem, mas não prolongando a conversa.

Enquanto caminhava pelas ruas de Drakar, havia me comunicado com a capitã por meio do den mushi. Valvatore era atenciosa em responder e ainda perguntar o estado em que me encontrava. ~ Hmm. Podemos dizer que o paspalho deu mais trabalho do que imaginei, Thororororo! Mas esta fortaleza está longe de ruir. Riria espirituosamente. ~ Belezura. Responderia para a marinheira brevemente e desligaria, logo mais ligando para Pippos. Após ter falado com o garoto, continuaria meu caminho até a base.

Uma vez chegado no local, logo de imediato avistaria Valvatore. Por sinal, a mulher parecia ter passado por um perrengue. ~ Ora, ora. Parece que a capitã tomou um sufoco também, Thororororo! Brincaria extrovertidamente com a marine, imaginando a força do seu adversário, já que, havia experimentado em primeira mão o poder de Valvatore. ~ Mas é bem provável que o outro ficou muito pior, hein?! Sem formalidades, sentaria no chão mesmo em uma pose despojada.

Havia notado as mãos da mulher, suspostamente o motivo das explosões em razão de haver certas queimaduras, apesar de ser meramente uma suposição. De qualquer forma, estava cansado e mais interessado em relaxar naquele momento. ~ Huh? Coçava a barba no queixo enquanto avistava a sacola transparente cuja continha uma fruta similar a que havia ganhado da capitã Scarlet. ~ Hoo. Parece que algo interessante acontecerá! Thorororororo! Proferia de forma instintiva, quase como um sexto sentido de que aquilo poderia ser uma recompensa extra por nossos serviço; apesar de que certamente voltada para o cabeça de rabanete.

“Já to até vendo aquele palerma se gabar disso.” Refletia por um instante enquanto ouvia a capitã perguntar sobre o decorrer de minha missão. ~ Bom... eu não diria difícil. Mas certamente a situação em si. É como o ditado: a ocasião faz o ladrão. Thororororo! Riria carismaticamente. ~ Mas de fato, aquele arrombado foi uma pedra no sapato. Ele possuía algum tipo de poder que aprisionava as pessoas dentro do corpo dele. Ah! Por sinal, conseguia salvar todas elas e estão descansando em minha fortaleza. Comentaria cruzando os braços e então soltando um suspiro. ~ Fiusss. Mas como pode ver... isso teve seu custo. Claro que estava orgulhoso por razão de ter salvado as pessoas, ainda que não tivesse aproveitado o duelo em si, havia mais me centrado na missão e no resgate que em qualquer outra coisa. Os danos em si não era o problema, mais a questão de ter deixado aquele pirralho me bater de graça. Óbvio que o motivo era por causa dos reféns, mas aquilo ainda me irritava demasiadamente. Talvez pelo fato de lembrar do tempo que brigava em Elbaff e sempre era espancado quase até a morte.

~ No final, aquele pirata era um lixo de pessoa. Qualquer honra ou esperança de um duelo virtuoso nem mesmo uma criança esperaria. Indagaria um tanto aborrecido quanto a isso, mas logo esquecendo o sentimento. ~ Estou com o corpo dele dentro da prisão, caso quiser mandar para a base central. Uma escotilha abriria sobre a canela do pé e minha copia estaria do lado de dentro carregando já o corpo e jogando-o para fora. Neste momento, faria o corpo emergir e ser jogado ao chão como um pedaço de lixo qualquer. ~ Aí está. Olharia com um pouco de raiva, mas logo dissipando-a.

~ Não posso negar a força dele e o desafio que impôs para mim. Mas ambos foram mediante do uso dos inocentes. Sem elas... com certeza teria derrotado ele mais rápido. A escotilha na perna então fecharia. ~ Até tentei capturar ele com vida, afinal, uma morte rápida é misericordiosa demais para uma imprestável como ele. Porém, já estava com muitos ferimentos por motivo de estar impossibilitado de atacar ele. Cada golpe meu era redirecionado as pessoas em seu corpo, privando-o de sofrer e causando dor aos reféns. A capitã poderia notar o desgosto e um pouco de zanga que emergiria por um momento, e no outro desapareceria.

~ Em conclusão, assim que conseguia resgatar todas as pessoas, usei o restante de minhas forças para neutralizar ele o quanto antes. Inclusive, a dificuldade em salvar as pessoas e evitar de ser destruído pelo Supernova foi tamanha, que até mesmo despertei o Haki do Armamento. Até tentaria manifestar ele após descruzar os braços, mas provavelmente não conseguiria devido o cansaço e acumulo de danos. ~ Terminando ocorrendo isso que você está vendo. Ela então entenderia o motivo do corpo estar cortado ao meio. ~ Kaegar o múltiplo... até no final. Thorororororo! Voltaria a falar de forma extrovertida e com uma risada amigável.

~ Mas mudando de assunto capitã, então seremos promovidos a tenentes?! Nada mal. Heh! O salário a partir de agora será bem encorpado. Tá na hora de encher a cara com meu irmãozinho para comemorar, Thororororo! Expressaria um rosto risonho e animado, quase esquecendo as contusões, hematomas e lesões sofridas. ~ aonde fica essas termas? Isso parece ser algo bem relaxante. Os olhos cintilariam com o pensar do deleito de um bom sono em águas quentes. Nada melhor do que descansar após uma árdua missão concluída.




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O Divino 》 Tenente



6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!
Diante de todas as minhas dificuldades em seguir estável até o lugar idealizado, além de minhas demoradas piscadas, finalmente consegui ver um rosto mais confortável, e que não demorou a me dar um apoio mais do que necessário. Ela parecia ser alguma espécie de enfermeira, e apenas guiou-me o necessário para que eu pudesse descansar um pouco mais. Mas eu não poderia deixar de: - Aqui está o… - Estendi o meu punho esquerdo, que portava meu prisioneiro. - Chamuscado… - Entregaria meu prisioneiro.


Eu já estava em condições críticas, e depois da entrega, já estaria prestes a desabar em um sono profundo e necessário. Mas antes mesmo de decair pelo cansaço, pude visualizar que aquela mulher parecia também estar em uma situação meio debilitada, mas injetou uma vacina em seu corpo que pareceu deixá-la muito melhor. - Injeta isso em mim? Por favor… - Soltaria em um último suspiro para tentar dar meu máximo para ainda conseguir me manter bem. Esperaria ser abordado pela pontiaguda agulha, esta que, supostamente, deveria me trazer mais energia, ou, no mínimo, me deixar mais consciente do que antes.


Desidratado ou sei lá quais fossem os meus sintomas, eu só queria melhorar dessa minha situação apática. Depois de solicitar uma ajuda remota, era provável que eu fosse medicado da maneira mais apropriada e ainda descansar pelo tempo necessário até satisfazer minha melhoria. Claro que nada o qual eu pretendesse criar o costume de repetir várias vezes, pois a garota que estava a se drogar por ali até parecia apresentar bons sinais de vício. Quem que passaria dois meses sem ingerir alimentos e apenas continuar nessa ideia de injetar essas substâncias que apenas suprimiram a fome e "tentavam" repor nutrientes necessários.

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Assim que eu garantisse uma melhor estabilidade em meu corpo e já estivesse energeticamente capaz de me movimentar de forma mais plena, faria questão de agradecer e dar um prévio conselho à enfermeira em questão: - Muito obrigado, senhorita. Acho que já me sinto bem melhor, VITATATA! Mas olha, eu tenho alguns bons conhecimentos em medicina, e, por isso, eu diria para você tomar cuidado com essas injeções, acho que você já está apresentando alguns sintomas de vício. - Suspirei. - É só um conselho. Admito que essa vacina é formidável, mas jamais falsos alimentos irão superar a comida de verdade. Falando nisso, sabe me falar de onde estão meu parceiro e a Valvatore? - Questionaria ao fim, pois desde minha vitória contra o supernova, eu não sabia bem da posição deles. - Obrigado. -

Caso o Kotomine ainda estivesse próximo depois de meu prévio tratamento, eu faria questão de novamente pegá-lo para levar até a Val e, possivelmente, no Thork, afinal, em um castelo deve haver várias prisões, não é? Seguiria as instruções dadas a mim sobre a posição perguntada, mas na possibilidade de não me informaram com eficiência, agradeceria da mesma forma e sairia em busca deles ali próximo ao nosso ponto de encontro. E sobre o preso, caso não estivesse mais por ali, entenderia que ele foi levado para algum lugar seguro.

Buscaria incessantemente até encontrá-los por ali, afinal, era esse o plano. Assim que encontrasse ambos, faria questão de ressaltar minha performance: - Saudações, meus bons companheiros! Vocês estão ligados em mim, não é? O Vitaminado Pippão, o fruto de uma vontade divina, aquele que apagou o fogo do chamuscado, VITATATATA! - Brinquei. Já analisando a presença do Thorkastelo, faria questão de comentar: - Ow, toma logo isso aqui… - Lançaria o chamuscado em sua direção, afinal, sabia que dentro dele, seria seguro. Isso se eu estivesse com o criminoso em mãos.

Depois desse primeiro momento, eu poderia presenciar bem uma fruta bem esquisita nas mãos da Valvatore, ela parecia estar rindo e conversando com o cara de abacaxi. Será que o Thork vai ganhar outra dessas frutas esquisitonas para comer? Não me lembro bem se é possível comer mais de uma. Nesse sentido só há duas possibilidades, ou é para a Val ou para mim… - Pensei, mas nada adiantaria me questionar sem perguntar algo para a Capitã. - E essa fruta aí, Val? - Perguntaria de forma simples, afinal, com esse questionamento, ficaria fácil de entender que eu estava querendo saber o propósito daquela fruta esquisita, e se era dela ou ela estaria dando a mim.

De qualquer forma, ainda seria interessante tirar algumas dúvidas a respeito das pautadas missões, pois, como concluídas as capturas, eu não sabia bem se haveria sido pautada como três por termos elaborado um planejamento e estratégia em equipe e cercado uma área para a captura de três criminosos de alta recompensa, mas acreditava que não. - De todo modo, conseguimos concluir com eficiência a missão, não é? Como ficaria nossa situação na Marinha? VITATATA! - Gargalharia ao fim, pois, de qualquer forma, eu sabia que só poderia sair da boca dela alguma notícia muito boa. Se não fosse a promoção, alguma boa recompensa em dinheiro pela captura do criminoso, VITATA.



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Histórico:



Objetivos:



Personagem:









Vitaminado Pippão


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Pensamento
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