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6º Capítulo: Gigantes versus Dragões! Seg Maio 02, 2022 12:57 pm
Relembrando a primeira mensagem :

6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!

Aqui ocorrerá a aventura dos Marinheiros Thorkell Dragnar & Pippos Vitaminado. A qual não possui narrador definido.


Última edição por Achiles em Seg Maio 02, 2022 4:12 pm, editado 1 vez(es)

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Narração

- Eu não acho que alguém tenha lhe enganado Pippos, é comum a lideres tomarem decisões impulsivas e isso os levar a ruina, especialmente quando são fortes e com poucos desafios, por isso nunca é bom só se assentar. A morena sorriu e continuou a treiná-los até que então a fome bateu e ela diria - Vamos lá dentro eu devo conseguir preparar algo pra vocês. - E com isso ela andou até o interior e lá, havia um pequeno espaço para se acender um forno a lenha ao qual ela usou um pedaço de pedra para imediatamente incendiar a lenha ao qual já estava disposta.

- Vou fazer algo mais simples, eu não sei fazer pratos refinados, então vai ser um curry com arroz, com carne e legumes algo básico. - Ela pegou alguns dos ingredientes que Pippos trouxe e colocou em uma panela, enquanto o arroz cozeu em outra, e com a pergunta de Thork ela inflamou -Há três nomes ao qual eu penso que estão nessa ilha, um deles é ligado a uma organização terrível conhecida como agulha escarlate mas… Ele foi uma Vitima e não um membro, seu nome é Kaegar o multiplo, ele é um supernova com uma recompensa de 100 milhões de Berries.- Ela citou o homem e suspirou enquanto mexeu o curry na panela.

- O outro ao qual dizem estarem juntos fora afastado na grande batalha de Lucerna, Kotomine o chamuscado, outro super nova com recompensa de 100 milhões, e por fim Kimuse o homem ao qual eu suponho ser responsável pela aparição destes nomes em Dragora e o meu alvo principal… Eu soube que a ideia deles é atacar Noah e Este novo rapaz em trio para tomar a ilha quando ambos estiverem fracos e…. Nenhum dos três tem um histórico bom quanto a vitimas. Ela explicou concluindo então a comida, servindo o próprio prato e apontando para que eles se servissem, uma paneals eria melhro descrita como dois caldeirões ao qual eles poderiam se servir com vigor, enquanto ela sentou e fechou os olhos enquanto comia, pegando então uma garrafa da bolsa e começando a tomar.


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~~ O Titã Bélico ~~

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“Grandes batalhas só são dadas a grandes Guerreiros”

O treinamento havia finalizado e sentia as fibras de meu corpo um pouco mais relaxadas, estalava o pescoço, ombros e punhos para aliviar um pouco mais a tensão. Enquanto isso, o garoto parecia indignado com algo, mas sinceramente estava centrado de mais em meus treinos que se quer havia prestado atenção em sua síndrome de princesa.

Valvatore chamávamos para adentrar na base para desfrutar de uma boa refeição pós treino. “Se bem que eu poderia proporcionar isso em um lugar mais apropriado. Thororororo!” Divaga comigo por um breve instante, já que, meu corpo era uma fortaleza com diversas câmaras uteis nesse tipo de situação. Entretanto, optava por não atrapalhar a boa vontade da mulher em nos atender.

A marinheira comentava sobre cozinhar algo simples, mas não era como se eu fosse exigente com isso. ~ Heh! Curry com arroz está ótimo para mim, capitã. Principalmente feito por uma mulher com sua dignidade e... beleza. Indagaria ao tempo que cortejaria descaradamente a mulher, seguindo dela até entrarmos novamente na casa. Como sempre, cuidava para não bater a cabeça e corpo em razão do porte avantajado.

Durante o tempo que Valvatore cozinhava, apreciando aquele belo cheiro de comida na panela, viria então dialogar com a capitã sobre nossos próximos passos. A marinheira em questão, respondia sobre os piratas que haviam fugido. ~ Hoo. 100 milhões é uma recompensa bem considerável... pra um monte de lixo humano. Thorororororo! Proferia animado imaginando a força dos inimigos por serem supernovas.

Após a capitã se servir, apanharia um dos pratos e começaria a por a comida até fazer um belo morro, sem muitas formalidades. Daria algumas colheradas na comida, sentindo o tradicional gosto de Curry com Arroz ao qual me lembrava de algumas épocas em que compartilhava tal refeição com mercenários. ~ Ischo extá ochimu! Proferia com um pouco de dificuldade devido a boca estar cheia de comida.

Não demoraria muito para finalizar o prato e me servir outra vez, caso houvesse mais comida. ~ E há algum relato ou informação sobre o paradeiro deles? Perguntaria para a capitã enquanto terminaria de servir o prato. ~ Hmm, entendo. Diria para a resposta da mulher sendo positiva ou negativa. ~ Pois bem, me sinto descansado e cheio de energia! Tudo que impede estes músculos de levarem a justiça a esses supernovas é meramente tempo, Thororororo! Falaria amigavelmente de forma espirituosa. ~ Acredito que os mais novos devem escolher sua amante primeiro. Olharia para Pippos com um sorriso um pouco debochado. ~ Qual você quer, garoto?! Kaegar o múltiplo ou Kotomine o chamuscado? Não faça cerimonias, se você achar que está muita cansado ainda, eu como um bom irmão mais velho, posso caçar os dois sem problemas. Thorororororo! Diria de forma extrovertida, apesar da situação não ser das mais apropriadas.

Independe de quem Pippos escolhesse, conhecendo bem como ele era certamente estava inspirado para caçar um dos procurados e mostrar sua força, retornaria falar. ~ Ora, ora... não esperava menos de você, garoto. Provavelmente ele responderia meio ousado e provocativo, entretanto, estava contente por ter ele como meu parceiro na missão, ainda que não viesse a falar isso em palavras. Terminaria de comer e então largaria o prato em cima da mesa, caso houvesse.

~ Nossa missão então é bem simples, achar esses bostas e prender eles. Expressaria um sorriso um pouco mais sádico agora. ~ Ou mata-los, caso houver resistência da parte deles. Kekekeke! Cruzava os braços e então olharia para Pippos. ~ Aí cabeça de rabanete, tu precisa de um comunicador. Eu tenho um e a capitã também, só você que não. Coçaria o queixo curioso por qual motivo o pivete ainda estava sem um. ~ Se você conseguir prender seu alvo, pode colocar ele na prisão da minha fortaleza, então vê se dá um jeito de arranhar um Den Den Mushi. Terminaria de proferir ao apontar o dedo para ele.

“Ohh! Parece que as águas se agitaram em Dragora, Kekekeke! Estou ansioso para enfrentar meu inimigo, provavelmente é o primeiro supernova que sofrerá em minhas mãos. Hah! Mal posso esperar para testemunhar a queda de um pirata renomado.” Divagaria comigo enquanto estava entusiasmado com a nova missão.




6º Capítulo: Gigantes versus Dragões! - Página 2 BDvW0tR



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6º Capítulo: Gigantes versus Dragões! - Página 2 Shuuma10

O fruto de uma vontade Divina!


6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!
A Val parecia compreender um pouco mais do que eu a situação de minha frustração sobre o meu contato não me nutrir de informações para meu acesso ao tão almejado confronto entre o Klaus e o Soren, mas acontece. Imprevistos e mais imprevistos, além de como ela havia citado, o General Soren parece ser um velho meio arrogante e desleixado, tomando decisões bem impulsivas a ponto de acabar com todo um planejamento para o tão almejado duelo. – Entendo...Declarei, mas minha insatisfação ainda era tremenda, pois queria muito ter a possibilidade de assistir esse confronto.

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Ao fim de meu imponente aprendizado, logo pude notar mais provocações desse maldito Thork. – Fatiar legumes?! Seu maldito!Me irritei por alguns instantes, mas logo relembrei a principal razão de aprender essa habilidade. – Essa habilidade é muito boa para exibir bons cortes mesmo. Ouvi falar que é muito boa em fatiar bem o Abacaxi, VITATATATA VITATA! Tome cuidado, VITATA.Brinquei com sua provocação, afinal, era o que ele mais fazia comigo, e já era quase um abacaxi, já tinha a coroa por ser o rei do Thorkastelo, só faltava ser menos azedo.

6º Capítulo: Gigantes versus Dragões! - Página 2 Anime-eyebrow-raise

Em pouco, logo era notável que nossos corpos precisavam de mais nutrientes, afinal, reabastecer as energias desse grande forte de músculos divinos. Preciso mesmo nutrir mais os meus músculos, a fome é um problema, VITATA.Pensei. Mas antes de qualquer coisa, a Capitã se prontificou em estar apta a cozinhar algo simples, disse não estar apta a cozinhar pratos refinados, mas... – Nem se preocupe com isso, um curry com legumes é mais do que o suficiente, VITATATA! Muito obrigado.Agradeci por todo o seu empenho e afeto em nos auxiliar nessa jornada alimentar.

Por outro lado, o meu parceiro parecia já estar pronto para prosseguir com mais caçadas e já tinha a intenção de perfurar mais inimigos, só queria saber onde os encontraria agora, pois, por sinal, o Klaus além de agora parecer estar um degrau acima, como um governante de Lucerna, enfrentá-lo aqui não seria mais uma opção. – É, falando nisso, quem poderemos caçar?Perguntei. Respondendo tanto a mim como ao Thork, ela começou a citar alguns nomes, começou por um que me pareceu até meio estranho: – Ué, foi uma vítima?O que pontuei até me deixou meio confuso, mas continuei a analisar bem os nomes.

O seguinte era Kotomine, o chamuscado, o que até me lembrava um pouco de meu último confronto insano em Hasagt Altai. É, acho que alguém vai ter que se ferrar para enfrentar o fogo desse supernova... tá, tá.Ouvindo um pouco mais a respeito desse chamuscado, logo destaquei: – Tá bem, eu enfrento esse chamuscado. Se ele quer utilizar o fogo e ser capaz de criar muita luz a noite, eu acabarei com ele! Ninguém brilha mais do que eu!Esclareci meus motivos de querer enfrentá-lo, além de já ter um pouco mais de experiência contra o fogo, mas eu também sei que deveria tomar muito cuidado com isso, pois, em Altai, eu também sofri um tanto.

6º Capítulo: Gigantes versus Dragões! - Página 2 Whatcanido-shrug

Essa escolha de inimigo era, para mim, uma espécie de desafio, pois eu queria muito mostrar ser capaz de superar esse potencial esquentadinho, como demorei um pouco e tive problemas contra o último. Mas mostrar sempre como estava sendo a evolução de minhas habilidades, e ser capaz de vencer um inimigo, bem perigoso, um supernova, brilhando cada vez mais como o supremo ser divino que sou. Sabe de como poderemos encontrá-los por aqui? Ou se isso seria uma tarefa fácil? Sabemos que as coisas andam por aqui baseadas na força das pessoas. Talvez eles já tenham seguidores que atrapalhem um pouco o processo.Pontuei, já implicando algumas possibilidades, mas nada que fosse de tamanho problema.

Sem delongas, não demorei em logo pegar o meu grande prato e tentar enchê-lo com rapidez, logo depois da Capitã, e manter a eficiência tentando encher meu prato com mais da metade do restante de comida do que havia sobrado, claro, tentando usufruir de mais comida do que o prato do Thork, afinal, eu tinha muito mais energia e músculos para compensar do que ele, VITATA! E, caso a comida houvesse acabado quando ele quisesse pegar mais: – Eita, foi mal. Acho que eu preciso nutrir mais músculos para nutrir do que você, VITATATA!Pontuaria. Começaria a comer com força, acompanhado de bons goles de minha garrafa formidável de bebida.

No fim de minha assombrosa refeição, era esperado que eu já estivesse cheio o suficiente, até demais, para ser sincero. Ao ver o meu mano já pronto e com energia para sair para caçar, eu demonstrava um pouco de meu cansaço por estar tão cheio e empachado de comida. BaaahArrotei. – Então quer dizer que tu tá se sentindo a última bolacha do pacote, VITATATA!Brinquei com minha pergunta. – Para ser sincero, eu quero enfrentar o chamuscado. Quero ter a capacidade de medir minha evolução contra ataques atípicos que envolvem chamas. Da última vez acabei passando um tempo no hospital, VITATATA!Escolheria, fazendo jus à liberdade que ele me deu.

Ao ver meu estado degradado de comer além da conta, ele acabou por também me dar a opção de me deixar descansando enquanto ele caçaria ambos: – Sai pra lá, cabeça de bagre!Logo tentaria me levantar com todo cuidado possível. – Affu...Suspirei. – Vamos nessa!Faria questão de alongar um pouco meus músculos e estralar bem o meu tronco. Tambénm aproveitando um pouco de minha genética mais magra para logo estar em plena condição satisfatória de me movimentar com perfeição.

Em meio ao início de nossa caçada, o lanceiro até me comunicou de que tanto ele como a Capitã tinham um Den Den Mushi, e perguntou onde estava o meu. Eu, claramente, comecei a mexer em meus acessórios e busquei indignadamente o meu comunicador. – Puta merda! Por isso que meu contato não falou comigo sobre o confronto! Perdi essa bosta. Eu tinha um Den Den mushi que haviam me emprestado.Falei, mais irritado do que o costume. – Que merda, cara. Poderíamos nos separar para caçar mais rápido... Mas acho que vamos ter de caçá-los juntos. A Val pontuou de que ouviu falar que ambos estavam juntos. Seria mais fácil, VITATATA! Mas é esperado que tenham seguidores, o que atrasaria um pouco a tarefa.Pontuaria.

De primeira instância, logo daria uma prévia sugestão: – Ow, por que não podemos passar num bar que tem aqui perto? Acredito que seja o melhor lugar para conseguir informações.Dária a sugestão, mas também não sabia se ele ainda iria preferir que nos separássemos para buscar os criminosos e depois de capturá-los, nos reencontraríamos, mas o mais possível, como a capitã havia pontuado, é que estivessem juntos. Mas tudo não passava além de possibilidades, e eu, de toda forma, seguiria até o bar, talvez ainda encontrasse rostos conhecidos, ou faria contatos para conseguir informações.


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Vitaminado Pippão



Última edição por Pippos em Sex Maio 13, 2022 8:20 am, editado 1 vez(es)

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Narração
Pensamento
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Narração

  A capitã ficou feliz de que tudo havia dado certo, especialmente porque sabia que sua comida seria boa para que pudessem novamente ganhar as forças pra agir, ela apesar de não saber muito ou ser uma cozinheira grandiosa focou-se em algo capaz de a permitir permanecer no campo de batalha o máximo que podia.

- não sejam levianos, nenhum deles é um oponente fraco deem tudo de si desde o começo ou vão se machucar. Se há algum oponente nessa ilha que poderia levá-los ao limite provavelmente são esses dois.- A capitã deu uma pequena bronca pra que levassem mais a sério isso e então comentou - Supernovas são um ótimo teste de graduação, se forem capazes de voltar vivos considerem-se como Tenentes.- Ela teria dito pegando a própria espada e então os responderia.

- Eu tenho três possíveis lugares pra atacar… Tenho quase certeza de que eles estão em pelo menos um deles. Podemos nos separar e coordenar um ataque em conjunto mas só farei isso com o juramento de que se houver mais de um oponente vocês vão avisar os demais.- A capitã teria dito sendo firme sobre esse posicionamento, esperando a resposta dos dois antes de mostrar pra eles no mapa as localizações, era um mapa direcional fácil de entender até pra uma criança, não se precisava de habilidade alguma cognitiva pra entender o que ela rabiscou… Tinha MUITOS detalhes.


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“Grandes batalhas só são dadas a grandes Guerreiros”

Não era subestimar ou repudiar as preocupações de Valvatore, simplesmente era minha personalidade que ansiava pela gloria. E derrotar um supernova certamente acarretaria nela, exatamente por isso estava sedento por iniciar a missão. Todavia, considerava sim as opiniões e sugestões da capitã, ainda que tentasse amenizar a situação com um belo sorriso e palavras amistosas.

Já havia percorrido muitas estradas, diversas ilhas e navegador por incontáveis correntezas. Com o tempo, e experiência, apreendi a não me preocupar com qualquer coisa. Não é como se não me preocupasse com bem estar das pessoas e de meus companheiros, simplesmente evitava aflições ao ostentar um belo sorriso e um ótimo carisma. Afinal de contas, mostrar preocupação não ajudaria em nada.

Logo com termino do dialogo entre mim, Valvatore e Pippos, uma vez com o traje da marinha, seguiria rumo a um dos locais que havia escolhido de forma instintiva. Com a chegada no local marcado, um dos três que a marinheira havia mostrado, me deparava com uma enorme casa. ~ Ora, ora. Isso sim é uma residência própria para um gigante, Thororororo! Falaria em voz alta, ainda que retoricamente. “ Em meu reino haverão muitas casas assim, senão maiores.”

Um estrondo poderia ser ouvido algumas léguas de distância. ~ Hoo. Parece que a diversão já começou para algum deles. Olhava para o ponto da fumaça enquanto exibia uma sorriso largo. Antes que pudesse analisar mais um pouco a situação, um grito em agonia de uma mulher e/ou criança, imediatamente chamou minha atenção. ~ Maldição! Diria ao tempo que meu corpo já explodiria em uma rápida arrancada para adentrar ao local e seguir o ponto de origem sonora.

Uma vez dentro da enorme casa, um cheiro de sangue exalou demasiadamente. Era até mesmo familiar, já que, com passar das batalhas isso havia gravado em minha mente. ~ Sangue?! Tentava cheirar mais profundamente com intuito de seguir o odor se possível.

Desde o momento em que havia pisado dentro da casa, um sentimento incomodo emergia pelo corpo. “Mas que merda! Será que há reféns aqui? Se houver... as coisas ficaram complicadas.” Ponderava comigo por um instante, enquanto tentava me localizar no interior da casa. ~ Tem alguém aí? Proferia em voz alta. ~ Estou aqui para ajudar, responda para que eu possa lhe achar!!! Enfatizava minhas palavras com segurança de que ajudaria o civil o quanto antes.

Caso sentisse a presença de alguém próximo, socorreria a pessoa que lá estivesse. ~ Olá, não se preocupe. Irei lhe salvar agora, apenas confie em mim. Falaria de forma amigável enquanto tentaria me aproximar da mulher ou criança. Caso estivesse ferido(a), apanharia no colo e levaria para fora da residência. Havendo a possibilidade de estar presa por alguma corrente ou grades, arrombaria na base da força para romper as amarras do refém e priorizar sua segurança.

Se a pessoa estivesse muito debilitada, até mesmo inconsciente, e pressentisse que demoraria muito tempo para tira-la de dentro da casa, simplesmente abriria uma escotilha em meu tórax e a levaria para o interior de minha fortaleza. Uma vez lá dentro, minha cópia receberia a mulher nos braços enquanto deslocaria ela até a ala de enfermaria e a colocaria gentilmente em cima de uma das camas. Logo me centrando no exterior de minha fortaleza.

Se não houvesse encontrado ninguém, ou nem desse tempo, considerando um ataque do pirata, ou sabe-se lá de quem estivesse por trás dos gritos, usaria o Tekkai para simplesmente resistir ao ataca. ~ Tekkai! Em contrapartida de receber o golpe, agarraria por alguma parte do corpo do adversário e jogaria ele(a) para longe. ~ Desgramado! O que pensa que está fazendo? Torturando inocentes? Expressaria um rosto extremamente aborrecido pela covardia e desonra do criminoso.





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Última edição por Blindao em Qui Maio 12, 2022 11:39 pm, editado 1 vez(es)

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 ~ O Semideus ~

 
6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!
Apesar de nossos pífios julgamentos a respeito dos inimigos, estava claro de que não seria nada assim tão simples como de costume, afinal, tratar-se-iam de supernovas, e a Capitã enfatizou bem isso. E que deveríamos dar o nosso máximo em batalha, senão, estaríamos bem aptos a nos machucar, e que os supracitados nomes eram, provavelmente os únicos na ilha capazes de nos levar ao limite. Eu estava ciente disso, e minha confiança acima da média era o suficiente para sempre me deixar acima de qualquer inimigo. Só tinha um Thorkell para querer tirar uma com minha cara.
 
Sai pra lá, Thorcaxi. Eu não sou princesa ou algo assim, mas mostro força equivalente aos deuses por tê-los sempre ao meu lado, VITATATA!Contestei com decoro, e faria questão de finalizar apontando para os céus, indicando de onde havia vindo todo o meu imperioso poder. – Dos Deuses!Enfatizaria. Levando a crer que qualquer um poderia entender, fielmente, que no que eu acreditava.
 
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De todo modo, a postura mais serena e convicta da Valvatore nos fez, facilmente, deixar brincadeiras de lado e dar-lhe mais atenção. – Graduação? Pode ter certeza que darei o meu máximo. Logo você estará diante do Tenente Pippão, isso pode ter certeza.Indicaria, com toda a minha fé e crença. Além do fato de ter a intenção de punir criminosos, nesse caso, ainda teríamos uma formidável recompensa pelo tal feito, quem não daria o seu máximo em uma situação como essas? É uma dúvida que nem mesmo eu saberia responder, afinal, se alguém estava planejando usar todo o seu vigor físico e mental, esse alguém era eu.
 
Thork logo questionou se era, de fato uma promoção, mas acredito que era uma pergunta retórica, afinal, ele não era nenhum idiota. – Certo, Capitã. Por acaso você teria como nos informar alguma possível localidade o qual teríamos mais chance de encontrá-los? Ou podemos , ainda, descobrir questionando a cidade.Questionei, basicamente, para saber se já haviam alguns pontos o qual os tais supernovas costumavam frequentar e facilitar um pouco nossa busca. Mas nada que fosse problema se não houvesse, afinal, eu estava apto a dar tudo de mim e, inclusive, sair atrás de rastreá-los, até impondo minha vontade com a intimidação.
 
Mas antes de qualquer coisa, a Capitã fez questão de pontuar a possibilidade de nos dividirmos em três para avaliar as possibilidades e a posição de cada um dos inimigos previamente citados pela mesma, e, com coordenação e comunicação apta, poderíamos melhor nos organizar para o verdadeiro confronto. –Falando em comunicador, Val, haviam me emprestado um comunicador em Hasagt Altai. Não sei se quando fui hospitalizado, tiraram de mim, mas eu estou, atualmente , sem nenhum Den Den Mushi. Para melhor efetuar o plano, você poderia me fornecer algum comunicador, para que possamos nos dividir de forma plena?Pontuei de forma clara, destacando a necessidade de um comunicador para melhor realizar qualquer trabalho em prol da Marinha.
 
Eu esperava que minha solicitação fosse bem atendida, afinal, um ser colossal como eu tinha a necessidade de ter um comunicador portátil, nem que, novamente, fosse apenas emprestado. – Posso até pagar por um desses, quanto é?Indicaria.
 
Em uma séria de detalhes bem explicados e com um mapa cujos traçados marcavam as coordenadas que cada um deveria seguir, podemos ter um prévio planejamento estratégico. Mas eu ainda salientaria alguns detalhes, indicando mais um fator: – Eu já sei que a captura desses três procurados poderia gerar nossa promoção, isso eu já entendi. Mas, se fizermos o planejamento juntos e arquitetarmos um plano em que submeta a união dos três supernovas e conseguirmos aniquilar os três, juntos, já indicaria o total de três missões? Além de uma boa recompensa pela captura de três supernovas, né? VITATATATA!Gargalharia.
 
Ate prolongando um pouco o meu discurso: – Não falo nem de dinheiro, mas algum ponto que me forneça mais honra, fama e muito reconhecimento, VITATATATA!Alinharia, garantindo o meu propósito principal como guerreiro, ser reconhecido pela minha força e ter minha força divina em um alto patamar, quase tocando no céu. Estranhamente, o meu irmão logo se aproximou de mim e me questionou com algo que já estava respondido só com a minha expressão fácil ao ouvir sua pergunta. – Tá me tirando, seu maldito? VITATATATA! Eu não sou homem de apanhar e desistir. Se eu entro numa peleja, é para dar o meu máximo.Suspirei.
 
Se for necessário dar mais do que o meu máximo, eu ainda assim o tentarei! Pois não sou homem de desistir em um confronto! Se for para perder, eu só aceito minha derrota contra um oponente digno e estarei aberto para dar a minha vida tentando vencê-lo.Finalizaria, com uma expressão fácil bem séria e perplexa da situação o qual estávamos a nos encaixar. Tornaria o meu olhar para os céus, suspirando fortemente com anseio de ter planos para alcançá-lo. Mas logo tornaria novamente meu feitio para meus dois companheiros: – Eu sou  Vitaminado Pippão, o fruto de uma vontade divina! Eu estou mais do que pronto para que possamos nos dividir e investigar, ou até talvez seguirmos os três unidos, VITATATA! Mas ainda acho que isso chamaria muito a atenção... Se bem que, em qualquer lugar que eu vá, eu chamarei. Affu.Brinquei ao fim, mas aquela brincadeira que sempre tem um fundo de verdade em minhas palavras.
 
Sabia de todos os planejamentos traçados pela Capitã e a separação era coberta de apoio, pois o quanto antes pudéssemos averiguar essas três possibilidades, melhor. Mas ainda havia a inesperada chance de não estarem em nenhuma dessas três localidades, então eu até poderia propor um plano. – Havendo a chance de não estarem em nenhum desses três lugares pautados, o que eu acho ainda bem improvável, nós poderíamos sair espalhando notícias pela cidade de que os três iriam se encontrar em algum lugar amanhã. Pois mesmo que seja uma notícia falsa, tenho certeza de duas possibilidades, ou os três compareceriam, por plena confiança excessiva, para tentar descobrir quem havia criado essa ideia tola, ou nenhum deles, mas, por trás, estariam de olho em algum lugar bem próximo e poderiam mandar algum subordinado investigar o lugar marcado.Suspirei.
 
Isso com os três reunidos, provavelmente, afinal, inimigo do meu inimigo, é meu amigo, VITATATA! Nesse caso, se conseguíssemos interceptar o tal espião, poderíamos pegar três coelhos com uma martelada só, VITATATA!Brinquei ao fim, mostrando bem o Lu Bu. – Mas, claro, tudo envolve possibilidades. E seria apenas uma quarta possibilidade, VITATA, acredito muito que irão estar em algum dos locais que a Capitã citou.Finalizaria, já pronto para dar inicio à estratégia previamente estabelecida.
 
 
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Narração

A capitã ouviu os questionamentos de ambos frente a missão que lhes fora passada e então respondeu - Não sei na verdade… Os meus eu ganhei de um superior, eles também haviam ganhado assim, então não sei  quanto custam de verdade, sempre considerei um rito de passagem em algum momento um desses chegar na sua mão. Mas eu te arrumo um. - Comentou a capitã que ergueu-se e pegou um o colocando na mão do ruivo. - Eles são raros, de alguma forma então cuide bem dele- Apesar de seu comentário deu pra notar que ela tinha mais, provavelmente ela passou por muitos ritos de passagem ou… Meteu o louco várias vezes para acumular mais, vindo dela seria possível que ambas situações fossem verdade.

- Eles estão de certo em um desses três locais, trabalhei para ter certeza de que em algum deles seria o abrigo.- Ela então comentou dizendo - Gostaria que os superiores encarassem assim mas não, até então são duas missões com uma terceira condicionada ao fato de eles terem em posse bens ou mesmo vidas dentro de seus abrigos,  Auxilio,  busca e apreensão e resgate de bens ou civis, são as três possíveis missões mas espero que no momento sejam duas. - Ela comentou se estressando com o que ouviu, especialmente sobre o multiplo e então respirou - Não ache que derrotar só um supernova é pouco, se contam nos dedos os tenentes capazes de sonhar com essa ideia já que mesmo muitos capitães caem quando enfrentam  inimigos assim.

Ao fim avançaram, cobrir uma área maior seria o ideal já que do momento em que invadissem, poderiam gerar um alerta dando tempo para se reposicionarem, ao fim  apesar de comunicação, o silêncio reinou se não fosse o som da própria movimentação das ruas por parte dos cidadãos ao qual não pareciam ter a mínima suspeita do que poderia acontecer em suas vidas muito em breve

As 3 localizações faziam uma espécie de triangulo, ao qual demarcava uma área pequena se colocada em vista de todo o mapa , onde Thorkell estava era uma casa grande, o suficiente para que talvez, um Gigante primordial pudesse morar, enquanto Pippos? Teria encontrado um lugar ao qual ele teria de se curvar para entrar, Valvatore? Estava em uma das pontas que dava encontro as duas outras e um som alto de explosão fora ouvido de onde ela havia partido, a fumaça começava a subir e logo ficou claro que ela havia encontrado o combate ou… O combate teria encontrado ela?

Thor não teria muito mais respiro pois ouviu um grito de dor de uma mulher ou criança,  vindo de dentro da construção onde estava como seus impulsos o guiariam naquela situação? Quando isso fora ouvido o cheiro de sangue ficou mais evidente como se seu corpo sentisse, havia algo de errado e ele não poderia ignorar.


Pippos, posicionado a frente de sua localização teria visto a porta se abrir claramente e dela, o homem chamuscado com um charuto negro e também chamuscado saia, como se  fosse reclamar, sentindo-se extremamente avontade, ele olhava para ambos os lados, ignorando o ruivo e simplesmente fechou a porta com tudo com um - Foda-se.


6º Capítulo: Gigantes versus Dragões! - Página 2 9VTxJWg


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~~ O Titã Bélico ~~

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“Grandes batalhas só são dadas a grandes Guerreiros”

Não era subestimar ou repudiar as preocupações de Valvatore, simplesmente era minha personalidade que ansiava pela gloria. E derrotar um supernova certamente acarretaria nela, exatamente por isso estava sedento por iniciar a missão. Todavia, considerava sim as opiniões e sugestões da capitã, ainda que tentasse amenizar a situação com um belo sorriso e palavras amistosas.

Já havia percorrido muitas estradas, diversas ilhas e navegador por incontáveis correntezas. Com o tempo, e experiência, apreendi a não me preocupar com qualquer coisa. Não é como se não me preocupasse com bem estar das pessoas e de meus companheiros, simplesmente evitava aflições ao ostentar um belo sorriso e um ótimo carisma. Afinal de contas, mostrar preocupação não ajudaria em nada.

Logo com termino do dialogo entre mim, Valvatore e Pippos, uma vez com o traje da marinha, seguiria rumo a um dos locais que havia escolhido de forma instintiva. Com a chegada no local marcado, um dos três que a marinheira havia mostrado, me deparava com uma enorme casa. ~ Ora, ora. Isso sim é uma residência própria para um gigante, Thororororo! Falaria em voz alta, ainda que retoricamente. “ Em meu reino haverão muitas casas assim, senão maiores.”

Um estrondo poderia ser ouvido algumas léguas de distância. ~ Hoo. Parece que a diversão já começou para algum deles. Olhava para o ponto da fumaça enquanto exibia uma sorriso largo. Antes que pudesse analisar mais um pouco a situação, um grito em agonia de uma mulher e/ou criança, imediatamente chamou minha atenção. ~ Maldição! Diria ao tempo que meu corpo já explodiria em uma rápida arrancada para adentrar ao local e seguir o ponto de origem sonora.

Uma vez dentro da enorme casa, um cheiro de sangue exalou demasiadamente. Era até mesmo familiar, já que, com passar das batalhas isso havia gravado em minha mente. ~ Sangue?! Tentava cheirar mais profundamente com intuito de seguir o odor se possível.

Desde o momento em que havia pisado dentro da casa, um sentimento incomodo emergia pelo corpo. “Mas que merda! Será que há reféns aqui? Se houver... as coisas ficaram complicadas.” Ponderava comigo por um instante, enquanto tentava me localizar no interior da casa. ~ Tem alguém aí? Proferia em voz alta. ~ Estou aqui para ajudar, responda para que eu possa lhe achar!!! Enfatizava minhas palavras com segurança de que ajudaria o civil o quanto antes.

Caso sentisse a presença de alguém próximo, socorreria a pessoa que lá estivesse. ~ Olá, não se preocupe. Irei lhe salvar agora, apenas confie em mim. Falaria de forma amigável enquanto tentaria me aproximar da mulher ou criança. Caso estivesse ferido(a), apanharia no colo e levaria para fora da residência. Havendo a possibilidade de estar presa por alguma corrente ou grades, arrombaria na base da força para romper as amarras do refém e priorizar sua segurança.

Se a pessoa estivesse muito debilitada, até mesmo inconsciente, e pressentisse que demoraria muito tempo para tira-la de dentro da casa, simplesmente abriria uma escotilha em meu tórax e a levaria para o interior de minha fortaleza. Uma vez lá dentro, minha cópia receberia a mulher nos braços enquanto deslocaria ela até a ala de enfermaria e a colocaria gentilmente em cima de uma das camas. Logo me centrando no exterior de minha fortaleza.

Se não houvesse encontrado ninguém, ou nem desse tempo, considerando um ataque do pirata, ou sabe-se lá de quem estivesse por trás dos gritos, usaria o Tekkai para simplesmente resistir ao ataca. ~ Tekkai! Em contrapartida de receber o golpe, agarraria por alguma parte do corpo do adversário e jogaria ele(a) para longe. ~ Desgramado! O que pensa que está fazendo? Torturando inocentes? Expressaria um rosto extremamente aborrecido pela covardia e desonra do criminoso.





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~ O Semideus ~


6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!
De antemão, a estratégia elaborada logo foi colocada em prática, afinal, eu também concordava com aquele épico planejamento e divisão, afinal, separados, teríamos muito mais chances de encontrar os pontuados inimigos. De todo modo, logo recebi um comunicador pelas mãos da Valvatore. – Muito obrigado, Capitã, isso me ajudará muito. E pode contar comigo, cuidarei dele como se fosse meu segundo martelo, VITATATA!Agradeci com honra.

Apesar de ser perceptível ela já possuir uma grande quantidade de comunicadores, ainda era justo ela se preocupar com meus cuidados, afinal, tudo se tratava de um presente para mim, e eu não poderia perder ou acabar me atrapalhando quando se tratava do presente de outra pessoa, e muito menos de uma superior.

Com exímia competência, nos dividimos, de modo que cada um seguiria até um dos três pontos. No meu espaço, havia uma pequenina casa, para entrar nela, eu, com toda certeza, precisaria me curvar completamente para entrar. É... essas cassas daqui são minúsculas.Pensei, relutantemente, ao imaginar como seria ter de tocar na companhia ou dar uns toquinhos na porta para que alguém abrisse, e, o pior, qual seria a minha desculpa para entrar nesse lugar tão pequenino? VITATATATA!

Na execução dessa estratégia, o único fator problema seria nenhum de nós encontrar os tais supernovas, mas a Capitã parecia ter tanta certeza dessas localidades que eu precisava ter foco e pautar esse planejamento. Até que, estranhamente, um forte estrondo, similar à de uma explosão, era ouvido, acompanhado de alguns gritos, e uma notória fumaça começava a ser emitida próxima à posição alocada pela Capitã. Merda! Ela já deve ter entrado em batalha, acho melhor ir atMeu pensamento foi interrompido, estranho, não? Mas o suspeito indicado, com toda a sua coloração fora do comum em um tom mais rubro logo abriu a porta do lugar o qual eu me localizava, olhou, brevemente, para ambos os lados, meio que ignorando a presença de um gigante por aquelas bandas e bateu a força com força, fechando-a.

Me mantive imóvel. Que porra é essa?!Eu já pretendia sair mais rápido do que um raio para ir até a posição da Capitã, pois, em equipe, precisávamos garantir a segurança de todos, mas a merda do Chamuscado estava aqui, e, cumprindo meu papel no planejamento, a ideia seria de logo capturá-lo. Sem pensar duas vezes, logo empunhei firmemente o Lu Bu para, em sequência, logo desferir um imponente choque, com toda a minha colossal força contra a minúscula residência em questão, almejando, com firmeza, destruir completamente aquele âmbito e, consequentemente, atingindo quem dentro dele estivesse.

Para falar a verdade, ele deve ter escutado o estrondo, e saiu para tentar enxergar alguma coisa, mas logo viu que, ali, não teria condições e voltou para dentro. Dentro desse espaço, só haviam duas possibilidades: Ou ele estaria sozinho, com sua tripulação, afinal, é um supernova e esse choque já poderia melhor infligir danos a todos do recinto de uma única vez; Ou ele estaria reunido com o múltiplo, afinal, eles pareciam ter uma maior afinidade, segundo a Val e, as vezes, agir juntos. De todo modo, eu só poderia ter certeza desse questionamento depois de infligir meu ataque àquela residência.

Caso a destruição fosse bem sucedida, nessa situação, haviam as duas possibilidades supracitadas, onde eu aproveitaria o remoto tempo em que meu ataque fora bem sucedido para dar um salto para trás e melhor avaliar a situação, utilizando desse curto espaço de tempo para pegar meu comunicador e informar a situação para meus dois colaboradores, a Val e o Thok. Se estivessem unidos, eu precisava informá-los de que enfrentaria dois supernovas ao mesmo tempo. Apesar de eu acreditar ser capaz de enfrentar ambos, sozinho, sabia que o meu mano não ficaria muito satisfeito de não enfrentar ninguém, afinal, eram três inimigos, e acredito que a Val, aparentemente, já encontrou um e eu estaria contra os outros dois.

Partindo desse ponto, depois de anunciar a meu grupo contra quem eu estava, se ambos estivessem juntos, eu buscaria ganhar um pouco mais de tempo, onde talvez desse tempo para o meu parceiro chegar e enfrentar o Kaesar. – Então quer dizer que agora vocês são aliados? VITATATATA! Estou de passagem por aqui e fiquei sabendo que são supernovas. Seria uma luta interessante.Pontuaria, sempre bem atento em qualquer ofensividade contra mim, utilizando de meus reflexos para tentar me esquivar em um giro corporal. – Calma, calma. Para quê tanta pressa? Ainda temos muito tempo para continuar essa brincadeira, VITATA. Eu sou o Vitaminado Pippão, o fruto de uma vontade divina, e estou aqui para acabar com vocês!Falaria, já dando mais um salto para trás, afinal, eu estaria contra dois perigosos oponente, e o receio era minha precaução.

Se o Chamuscado estivesse só, acho que é Kotomin ou algo assim. Eu poderia me tranquilizar mais um pouco, pois tratar-se-ia de um confronto mais sereno de um contra um, isso, claro, considerando que sua tripulação não estivesse por ali consciente. Haviam muitos detalhes para avaliar na minha remota situação, mas, com esse supernova estando sozinho, eu ficava bem mais calmo: – Você é o Kotomin, não é? O queimadinho. Eu estou de passagem nessa ilha, e fiquei sabendo que você estaria por essas bandas. Será um confronto interessante, VITATATATA!Suspirei, sempre bem atento na analítica situação, pois em qualquer ofensiva, faria questão de tentar utilizar os reflexos a meu favor e executar um bom giro corporal para me esquivar de possíveis ataques. – Calma, campeão, ainda temos muito tempo para nos divertir, VITATATA! Eu sou o Vitaminado Pippão, o fruto de uma vontade divina, e estou aqui para acabar com você!Gargalhei ao fim.

Por outro lado, ainda havia uma remota possibilidade de minha imponente força não ter condições de destruir aquela minúscula residência. Sim, estranho. Mas, como a Capitã havia falado, ainda havia a possibilidade de um usuário de Haki moldar algo com sua força de espírito ou algo assim. Nesse caso, ele poderia cobrir a casa com essa energia de forma a torná-la ainda mais resistente e impedindo que eu conseguisse destroçá-la. Nesse caso, eu não saberia bem ao certo se o Chamuscado estava sozinho ou ambos estivessem juntos, mas depois de meu ataque, era provável que, se estivessem juntos, ambos sairiam, e eu teria de fazer o que me propus no caso de ambos estarem juntos. Mas se o Kotomin estivesse sozinho, eu já poderia ter uma breve noção de seu poderio, e logo me afastaria, pois ele, agora, saberia de minha presença. E, não deveria demorar para sair novamente: – Eu sou o Vitaminado Pippão, o fruto de uma vontade divina, e estou aqui para acabar com você!Destacaria.

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Narração

Em sua rápida arrancada, Thork invadiu o local o cheiro nojento enchia as narinas e a visão logo também treia lhe castigado com a visão de ums angue de pessoas que se arrastavam e de onde veio o grito ele poderia ter visto o gigante em uma cena terrível em que  uma das gigantes mãos do homem grande estava sobre uma moça de cabelos azuis linda mas apenas a metade superior de seu corpo poderia ser vista, ela encontrava-se livre de qualquer veste e parecia tentar evitar ser sugada para dentro daquela mão com desespero, sua parte inferior já parecia estar dentro daquela mão e era possível ver que suas pernas estavam surgindo na parte das costas do pirata em algo extremamente grotesco.

O Titã que fazia até mesmo Thor se sentir baixinho o olhava enquanto dizia - Espere quietinho que eu também vou te tornar parte da família. Ele não atacava mas parecia divertir-se com aquela situação com o sofrimento o homem deveria ter a vista pelo menos 32 braços entre eles seis mais longos e algumas pernas que tinham uma composição estranha e claramente não eram dele, ele segurava com duas de suas mãos machados longos de haste mas com uma pequena cabeça cortante e dentre muitos braços franzinos, haviam alguns imensamente poderosos, sinal de que já fizera gigantes de vitimas.



Pippos

Vitaminado teve  uma atitude barbára mais eficaz, seu machado teria ido contra a construção de modo a despedaçar por ccompleto a estrutura da casa revelando o chamuscado - Mas o que diabos? Não se pode nem tirar mais um cochilo em paz e tem desalmado quebrando a sua casa? - O chamuscado teria se revelado segurando uma caneca,  com roupas mais a vontade, na verdade tratavam-se de pantufas de coelho rosa e poderia ser notável  com um coração escrito “ Vilão numero 1”

O homem estava sozinho e claramente confortável demais, ele não parecia ter armas o que implicava que ou ele as criava em combate ou era um lutador físico pleno. A população local no entanto  olhava assustada para aquilo, a postura do marinheiro era agressiva e fazia com que muita gente corresse, levando ao comentário - Não era pra você ser o cara bom da história? -

-Você já fez o seu dever de casa, então tu sabe quem eu sou… Antes de continuar Vitamina, morrer queimado é muito triste, enterro fechado e tudo mais, é isso que tu quer pra vida? - E então  ele fez duas manoplas grandes de chamas negras sairem de suas mãos.



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Última edição por Sasha em Sex Maio 20, 2022 3:04 pm, editado 1 vez(es)

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“Grandes batalhas só são dadas a grandes Guerreiros”

Uma vez dentro da grande casa, sendo alvejado por um cheiro ridiculamente forte e respulsivo, estava determinado em tentar achar a pessoa que estava gritando por ajuda, momentos atrás. Logo então, me deparava com uma cena um tanto quanto... bizarra; muito por sinal. ~ Huh? Mas que tá rolando aqui!? Os olhos arregalavam com a cena, pois, era algo que nem “eu” mesmo esperava.

Já havia andado mundo a fora e visto muitas coisas. Porém, o que estava em minha frente era realmente inusitado; e olha que isso era algo raro de acontecer. Por mais que o verme em minha frente fosse alguém definitivamente alto, até mesmo em comparação a mim, isso não era algo alarmante.

O que realmente havia chamado minha atenção era a cacetada de membros que ele portava sobre o corpo, não precisando de muito tempo para compreender o motivo de haver tantos, em razão das palavras ditas pelo pirata. “Isso tudo são pessoas que esse lixo sugou? Ele é um usuário de Akuma no mi... semelhante a mim?” Pensava comigo mesmo enquanto expressava um rosto bastante enfurecido. “Esse arrombado conseguiu ate mesmo derrotar gigantes, pelo que posso ver.” Ponderava ao tempo que olhava com mais atenção, graças a minha sagacidade e capacidade em estratégia refinarem minha perspicácia.

Não demorou muito para que associasse as habilidades e essência do pirata, ainda que fosse raso, era um ponto de partida. Em seguido de suas palavras, durante o tempo que o criminoso tentava puxar a mulher com sua mão, imediatamente interviria sua ação. ~ Soru! Ao usar o Soru para diminuir nossa distância de forma abrupta, impediria o movimento do pirata. ~ Shigan! Usaria Shigan para penetrar na carne da mão do bandido, em seguida do Soru, para travar a mobilidade de sua mão. ~ Estava pensando que duelaria com alguém digno, mesmo sendo um pirata..., mas pelo visto todos são uns bostas. Olharia para cima, algo não muito rotineiro, e fintaria o pirata com hostilidade. ~ Solte a garota, ou sofrerá a grande Ira dos Primórdios! Enrugava a testa e cerrava a sobrancelhas.

Caso ele soltasse, seja por minha palavras ou pelo fato de ter utilizado o Shigan, apanharia a mulher com minha outra mão e a traria para perto de mim. ~ Está tudo bem, pequenina. Diria tentando acalmar o desespero da jovem senhorita, enquanto olhava brevemente para ela. Caso fosse atacado como consequência de ter certeza de salvar a mulher, obviamente receberia o golpe de frente. ~ Irei lhe pedir algo estranho, mas não tenha medo minha jovem. No decorrer de minhas palavras, abriria uma escotilha em alguma parte do corpo próximo da mulher. ~ Peço que entra por essa abertura e confie em mim... assim poderei garantir sua segurança totalmente. Só até eu dar uma surra nesse merda. Emanaria um ar de confiança enquanto persuadia ela com intuito de assegurar sua proteção.

Caso houvesse uma disputa entre forças, ou não conseguisse fazer o pirata soltar a mulher, retiraria meu dedo da parte lateral de sua mão e agarraria em seu pulso com objetivo de pressionar seus tendões e como consequência aliviar a força na pegada, soltando a garota no mesmo instante.

Havia a possibilidade da mulher estar confusa, ficar inconsciente ou talvez em um estado de choque emocional muito forte. Considerando tal situação, não perderia mais tempo com palavras e simplesmente usaria o Soru para me distanciar do pirata e assim dar tempo para leva-la para dentro de minha fortaleza. A essa altura revelaria ser um usuário de Akuma no mi, caso o criminoso prestasse atenção, mas sinceramente pouco me importava; desde que pudesse salvar a jovem, era tudo que importava.

Uma vez que houvesse conseguido salvar a mulher e assegurado ela dentro de meu castelo, olharia para o pirata e então esboçaria um rosto irado. ~ Então você é o Supernova, Kaegar o múltiplo. Faz sentido sua alcunha. Proferia durante o tempo que fecharia os punhos e então começaria a caminhar em sua direção lentamente. ~ Pois bem, seu pedaço de lixo, você não merece nem um pingo de misericórdia. Então não espere uma morte descente, pelos meus virtuosos punhos! Kekeke! Desta vez expressaria um rosto diabólico e uma risada ainda mais enfurecida.

Lutar era algo que apreciava desde sempre. Era algo habitual em minha vida, já nem lembro mais o motivo exato, ou talvez não seja necessário lembrar. Mas isso se aplica aos honrados duelos entre verdadeiros guerreiros, que colidem suas armas em prol do mais forte e mais resistentes. Diferente desses lixos que brandem suas armas em prol da ganancia, fúria e egoísmo. ~ Você pode ter mil braços... e eles não serão suficientes para impedir a surra que ire lhe dar, seu assassino perverso! Proferia com um tom imponente enquanto desferiria um soco no bico do seu estomago.

Caso o bandido houvesse utilizado seus machados como forma de ataque, ou contra-ataque, usaria ambas as mãos para tentar interceptar os pulsos, mãos ou haste da arma e assim bloquear, ou pelo menos frear, seu ataque. No mesmo instante, usaria a força titânica para jogar para trás seus membros, ignorando os punhos se caso viesse a me atingir, mas não antes de utilizar uma forma de resistir a eles. ~ Tekkai! Reforçaria minha armadura física para neutralizar, ou diminuir, os danos.




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O Semideus ~ Sargento


6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!
Apesar de todos os meus contratempos, eu não podia pensar em mais ninguém, além do cumprimento de meu dever, e, com explosões ou complicações a parte, eu deveria focar em desempenhar minha tarefa. Eu tinha plena convicção de que tanto o Thork como a Valvatore sabiam bem desse papel na missão, então, sabendo disso, eu sabia que eles dariam o seu máximo e não fraquejariam contra qualquer um desses fracassados.

Com esse minha ideologia já bem planejada, concluí a execução de uma perpétua marretada na estrutura apontada em questão, uma minimizada residência que abrigava um dos Supernovas. Para falar a verdade, foi até bem estranho, pois eu não imaginava que o Chamuscado se encontraria sozinho naquele espaço. Ao menos eu imaginava que, como um relevante pirata, deveria ter subordinados que podiam até a vir me atraálhar, VITATATA! Mas, por sorte, não. Exatamente isso, ele estava sozinho, dormindo, ou sabe-se lá o quê, pois imagino que ele acabou não sofrendo nem um arranhão sequer, e estava por lá bem tranquilo com uma caneca na mão indicando ser o maior vilão dentre essas bandas.

Tá de sacanagem?! VITATATATA! Esse é um dos supernovas procurados com recompensa em um patamar de 100 milhões? Bem, não posso subestimá-lo, mas é, aparentemente, um idiota.Eu não podia pensar diferente ao enxergá-lo naquela posição. – Isso que dá, ser um procurado de alto escalão, VITATATA!Me animei, abrindo um leve sorriso no rosto e já garantindo uma boa plateia ao meu redor. A única coisa estranha é que o meu público parecia não estar me prestigiando. Ué?! Ele é um procurado de 100 milhões de recompensa, ninguém enxerga isso?Pensei.

E acredito que ele também notou os olhares estranhos para mim e logo me questionou sobre eu não ser um cara “bom”. – Ué?! Mas eu sou um cara bom. Eu estou aqui para fazê-lo pagar por todas as merdas que você fez, seu fracassado.Soltei, com toda a minha convicção, já empunhando com firmeza o meu colossal martelo, o Lu Bu. – Para falar a verdade, concordo contigo, morrer queimado deve ser uma merda mesmo, VITATATA! Ainda bem que agora não é minha hora. Mas pode ficar tranquilo, eu sei de uma cela perfeita para você.Destaquei antes do embate iniciar, e, ele, por outro lado, logo fez surgir duas estranhas manoplas cobertas de uma chama negra em seus punhos. Claro que eu não sabia se era o poder de alguma Akuma no Mi, mas era bem provável.

Sem pensar duas vezes, logo faria questão de inferir o Rankyaku e aplicar um chute vertical contra meu antagonista, esperando que, desse modo, ele se distraísse por alguns instantes, focando na grandiosa lâmina de vento energizada, afinal, eu tinha longas pernas, mas tudo para que, nesse mesmo instante, eu pudesse aproveitar para utilizar o Soru para aproveitar a remota distração que ele fosse ter com a anterior lâmina e executar uma colossal marretada de forma horizontal. Isso considerando a posição atual de meu adversário, pois era esperado que ele se esquivasse ou bloqueasse, e, nesse caso, eu seguiria pela direção do mesmo para concluir a execução de minha primeira ofensiva.

Conseguindo atingi-lo com excelência, era esperado que ele fosse lançado alguns metros para trás ou algo desse gênero, e, nesse caso, faria questão de utilizar o Geppou para avançar e finalizar com uma singela sequência de marretadas verticais, onde a primeira faria questão de vir de cima para baixo tentando comprimi-lo contra o solo e mantê-lo parado, vindo de uma segunda marretada para intensificar o primeiro dano aplicado.

Por outro lado, caso o meu primeiro ataque não fosse bem sucedido por esquiva, eu faria questão de tentar acompanhá-lo com o Soru, finalizando com um Geppou, onde almejaria finalizar a sequência com um verdadeiro choque vertical, de cima para baixo com meu estrondoso Lu Bu. – Choque Ofensivo!Onde eu faria questão de, no ar, deitar o meu corpo para a execução fiel dessa habilidade, onde a meta final era a previamente pontuada, comprimi-lo contra o solo.

Mas se o meu ataque ataque fosse bloqueado, apesar de eu não acreditar que isso fosse muito viável, a não ser que ele tivesse muita força nos punhos para suportar o impacto de minha arma colossal, eu faria questão de tentar pressioná-lo para baixo com todo o impacto de minha marreta, onde seria, basicamente, um confronto de forças, onde o mais forte se sobressairia contra o mais fraco. Mas meu objetivo seria o de, rapidamente, remoldar meu foco em pressioná-lo para baixo para cima, onde seria uma total eloquência inesperada e, possivelmente, o deixaria de guarda aberta, onde eu faria questão de tentar infligir um leve choque para frente com a cabeça de meu martelo e, posteriormente, aproveitando o leve desequilíbrio para avançar, com o Geppou se necessário, e finalizar com um golpe vertical de cima para baixo, como esperado anteriormente.

Por outro lado, caso o meu primeiro ataque não fosse muito bem sucedido por algum motivo que eu não compreendesse, eu logo faria questão de recuar com mais um longo salto para trás, sempre tomando cuidado e utilizando de todo o meu reflexo para me esquivar de qualquer ofensiva, utilizando do Kami-e quando necessário, ainda permanecendo em minha posição. Mas em qualquer situação o qual eu tivesse plena noção de não conseguir me esquivar esplendidamente com o supracitado rokushiki, tentaria aplicar o Tekkai como última tentativa de suprimir um pouco o dano que estivesse para ser recebido.


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Narração

O titã avançou, dessa vez rompendo uma distância absurda entre ele e o outro que era ainda maior que divertia-se com o modo como a mulher lutava pela própria vida o gigante no entanto? Mesmo com a velocidade que Thork alcançava não pareceu vulnerável ao ponto de que permitiria aquilo no entanto com sua movimentação, de Shigan quem gritava de dor não era o multiplo mas… A moça que ele estava resgatando que com dificuldade ele conseguira puxar pra fora, completamente vulnerável como veio ao mundo, com um furo na coxa do tamanho do dedo de Thor,  O multiplo começou a rir nesse momento, permitindo que ela a resgatasse.

A moça estava confusa mas olhando para o outro que a resgatou buscou qualquer chance de sair viva e se arrastou para o interior de Thor. O homem então ergueu-se como se estivesse se preparando para combate, seu corpo distorcido e disforme com aqueles vários membros tornou-se ainda maiz bizarro e era possível ver que o homem atingia quase o teto da casa, ocupando agora quase metade do espaço que havia naquele lugar - Kukukuku  não terá misericórdia de mim? É justo, talvez eu não mereça nenhuma misericórdia mas e quanto aos outros inocentes? - o homem então deixou sair a imagem pelo seu peito de uma jovem com cap da marinha de soldado com os olhos completamente desesperados e a boca tampada pela carne do próprio homem, seguido de uma Gigante ao qual estava desacordada e então um Menino bem pequeno[/url]

E então diria - Talvez você consiga puxar todos os  32… Mas poderá fazer isso antes de morrer? Ou eles serão um sacrificio para a sua justiça? - E então ele puxou os rostos para dentro de si em um processo grotesco.





Pippos


- Entendo… Você ao menos sabe o que eu fiz ou só veio por alguma ordem? - O homem questionou  tendo pouco espaço antes que o combate fosse verdadeiramente começar e de fato começou com a ofensiva de Pippos com sua nova habilidade que lançara uma energia cortante que avançou contra o chamuscado que como resposta lançava uma quantia de chamas grande contra o gigante,  era algo que poderia ter incinerado alguém por inteiro se fosse descuidado mas logo a chama se dissipou, sem que queimasse o chão ou qualquer outra coisa.

Com seu Soru evitar as chamas havia sido uma tarefa fácil, mas quando aplicou o seu golpe o homem socou de volta com a manopla  o empurrando vários metros mais longe, até que quase havia se chocado contra uma estrutura, no meio do caminho ele entendia o motivo, ele estava usando as chamas pra propulsionar seus golpes e isso seria visível no cotovelo que tinha chamas remanescentes como de um foguete, a reaproximação não tardou graças ao seu avanço rápido com sua técnica, ao qual teria sido marcada por diversas bolas de fogo lançadas em sua direção de maneira menor, ele não precisava mover a única mão esticada para fazer isso e elas expandiam quando atingiam regiões próximas do titã mas não causavam dano algum ao ambiente,o ruivo por muito pouco era capaz de evitar com seu Kami-e mas, conseguiu reposicionar-se com um geppou para aplicar o seu golpe, e então  seria possível ver que o vilão bateu ambas as palmas de manopla gigante e chamas foram lançadas a frente o  jogando pra trás com violência, fazendo com que ele não só desviasse como quase acertasse pippos como reflexo.

- Você é rápido pra alguém do seu tamanho… Que infortúnio. - O homem reclamou e esticou o braço pro lado, onde seria possível ver aos poucos que ambos os braços começavam a ser mais cobertos pelas chamas negras, deixando ele com uma espécie de quase exo-esqueleto e deu a entender claramente que eventualmente ele se cobriria com aquilo no entanto aquelas chamas… Eram esquisitas, ele sentia perigo mas o modo como elas não estavam se propagando no ambiente era algo muito bizarro.


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Última edição por Sasha em Sex Maio 20, 2022 3:02 pm, editado 1 vez(es)

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Pippos
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O Semideus ~ Sargento


6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!
A ideia era bem palpável de que, nesse caso, tratava-se de um usuário de Akuma no mi. Isso nem eu nem ninguém poderia questionar. Como ter todo esse poder bélico de chamas que, inclusive, se prolongavam e também funcionavam como uma coberta para todo o seu corpo, o que, de fato, parecia deixar clara a razão de sua alcunha. Ele era bem ágil e, realmente, parecia ter força o suficiente para ir contra meu colossal Lu Bu. É, já vi que vai ser um combate bem complicado...Analisei rapidamente ao fim daquele primeiro confronto.

De início, eu logo precisava responder o seu primeiro questionamento: – Err... para falar a verdade, eu não faço ideia alguma de quem você é. Mas, pelo tamanho de sua recompensa, é bem provável que já tenha feito muita merda, VITATATA!Gargalhei um pouco, brincando com aquela situação, afinal, eu só achava graça de ninguém, entre os que pareciam prestigiar esse confronto me apoiar por embater este criminoso, mas, seguindo a lógica desse lugar, bastava eu transparecer toda a minha força para merecer ser respeitado, e um público para tal era o que eu mais desejava. Ao fim de minha fala, minhas expressão facial converteu-se quase que instantaneamente em um feitio mais sério, robusto e dedicado com essa peleja, pois além desse prévio reconhecimento de poder, agora eu podia ter certeza de que tratar-se-ia de um confronto até a morte, ou, ao menos, perto disso.

Eu já havia compreendido parcialmente a força de meu adversário, e, de fato, ao menos ele conseguiu reconhecer o potencial de minha agilidade. – Ainda bem que você entendeu isso. O meu tamanho é apenas parte de todo o potencial divino que eu tenho. Mas, para falar a verdade, sobre o que fez no passado? Isso não me importa. Estou aqui para executar um serviço da Marinha e acabar com você, com tudo isso que você tenta demonstrar ser forte.Dária um forte pisada no chão, tentando fazer o barulho ecoar um leve susto na situação.

Você disse que me achou rápido?Cuspiria no chão. – Isso não foi nem trinta porcento de toda a minha velocidade, seu fracassado.Dária mais uma forte pisada no solo, para impor um barulho àquela situação e intensificar uma possível intimidação, pois eu já estaria começando a impor bons dotes de ameaça. – Eu acho que você não faz ideia de com quem está lidando! Os deuses punem, mas quando a punição não serve... Nós precisamos aplicar a execução!Dária mais uma forte pisada no solo, sempre almejando fazer este espaço tremer mais uma vez e contagiar um pouco aplicando a sensação de pavor em meu adversário.

Esboçaria um insano e malicioso sorriso em minha face, me contentando coma situação o qual estaria disposto a gerar, tentando aplicar um ataque na mente do chamuscado. Todavia, eu sabia que palavras e ameaças não eram tudo, e para comprovar tudo o que eu dizia, eu também precisava impor todas as minhas falas em prática. – Vamos brincar um pouco mais, quero ver até onde você aguenta antes de eu querer matar você, VITATATATA VITATA!Finalizaria as prévias ameaças, já pronto para iniciar o verdadeiro embate: Eu contra mim mesmo, pois sabia bem que se queria vencê-lo, precisaria, antes, melhorar todas as minhas capacidades físicas e, principalmente, minha força para intensificar meu ataque.

6º Capítulo: Gigantes versus Dragões! - Página 2 Thor-anime

Apesar de já ter tracejado uma breve meta de melhoria de força, eu, como o fruto de uma vontade divina, ainda acreditava fielmente em minha força, e ainda teria testes para fazer. Não era possível que ele conseguisse aguentar toda a minha força só com esse foguinho mágico, mas, de todo modo, eu ainda precisaria tomar muito mais cuidado.

Em mais um formidável avanço com o Geppou, logo faria questão de empunhar com firmeza o meu grande martelo e logo utilizar o Soru para surgir detrás ou em qualquer espaço possível, para não chocar com as edificações por trás dele e me posicionar há unas 5 metros de distância para, posteriormente, exclamar: – Thornado!Onde procuraria executar um giro completo de minha grande arma, almejando inflingir um dano completo em todo o seu corpo, afinal, não conseguia entender como ele estava conseguindo ter força o suficiente para mitigar o meu dano.

Ao fim da execução de minha técnica, eu, claramente, tentaria entender se o ataque havia sido bem sucedido, pois, nesse caso, aproveitaria para supor que meu golpe houvesse, ao menos o lançado, nem que fosse minimamente para frente, já que foi um golpe vindo de suas costas, e aproveitar para mais uma vez utilizar o Soru e avançar na direção o qual houvesse sido lançado, para executar um golpe direto contra sua cabeça, de cima para baixo, onde buscaria finalizar com ainda outra investida, sempre almejando amassar o seu crânio.

Por outro lado, caso ele conseguisse mais uma vez bloquear o empenho de minha colossal arma, bloqueando, como antes, eu tentaria aproveitar o remoto tempo necessário para bloquear o dano de minha arma para utilizar minha perna esquerda para, rapidamente pegar impulso saltando para trás em uma épica acrobacia acompanhada de um chute no ar que, eloquentemente, resultaria em mais um Rankyaku enquanto eu recuava. Eu não sabia ao certo se mais uma vez ele aguentaria receber o meu ataque com tamanha firmeza, como anteriormente, mas eu já começava a ficar bem reflexivo com essa situação: Como que ele consegue aguentar assim com facilidade os meus ataques?! Que merda!Analisei, continuando o recuo para trás, sempre bem atento para não chocar com nenhuma outra estrutura.

Em meio à eu monólogo ou em qualquer momento, caso eu sofresse algum ataque, continuaria a inferir minhas palavras enquanto utilizaria o Kami-e para desviar de pequenos ataques de fogo que me fossem lançados à longa distância, mas caso ele viesse para um ataque direto, eu faria questão de sempre utilizar o Soru sempre realocando minha posição para utilizar a fuga à medida que ainda estivesse a realizar meu discurso, afinal, como um ser divino, eu quero ser ouvido até o fim, e minhas palavras imponentes precisariam ser ouvidas se eu quisesse causar qualquer possibilidade de medo em meu antagonista.

No fim de mais uma rodada de movimentos, eu não esperava que fosse ter ainda mais problemas contra esse moleque do foguinho, mas caso, mais uma vez eu sequer houvesse conseguido infligir-lhe muito dano ou até mesmo fosse atingido de alguma forma, logo me afastaria sempre bem atento para não ser pego desprevenidamente. – Então tá... Você está pedindo para que eu pegue mais pesado com você. VITATATA! Que seja, acho que irei utilizar, pelo menos, metade de todo o meu potencial máximo. Cuidado para não morrer de medo, pois eu ainda tenho a intenção de brincar com você, VITATATATA!Blefei, mas eu realmente precisava melhor avaliar a situação, além de visualizar como era esse fogo que ainda parecia cobrir o seu corpo como uma espécie de armadura, talvez, mas eu ainda ficava bem receoso com o poderio da habilidade desse esquentado, e também melhor examinar como haviam ocorrido meus ataques para entender qual havia sido melhor sucedido.


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Vitaminado Pippão


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~~ O Titã Bélico ~~

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“Grandes batalhas só são dadas a grandes Guerreiros”

“O Que?!! Como raios a mulher se feriu? Se quem recebeu o ataque foi esse merda?!!” Foi o primeiro pensamento que emergiu em minha mente ao ver a mulher com uma ferida semelhante a que havia causado ao pirata. “Será que isso é algum tipo de habilidade? Ou está vinculado a seus poderes?! Que patife maldito!” Uma veia na testa saltava em estado de fúria, pois, a covardia do criminoso não tinha limites.

Ainda que houvesse salvado a vida da mulher, mesmo que ferida, imediatamente desloquei a civil para dentro da fortaleza. Nesse meio tempo, o pirata mostrava seu enorme corpo quando quase atingiu o teto da casa. “Isso é para dar medo? Mas que idiotice.” Pensei comigo mesmo. Afinal, já experienciei tantas coisas malignas nestes mares que se quer lembro de qual era a sensação de ter medo. Não é que não tenha medo, apenas domino minha essência sobre ele. Tal fato é, o guerreiro que domina o medo, domina o brandir de sua espada na escuridão.

Quando havia proferido sobre o criminoso não merecer um pingo de misericórdia, logo sua resposta foi bastante clara e sugestiva. ~ Hãn? Isso significa... Diria quando enfim entenderia que as pessoas dentro de seu corpo estariam ainda vivas, supostamente. “Se eu consigo trazer seres vivos para dentro do meu corpo e permanecem vivos, isso significa que ele também pode; apesar das circunstancias serem diferentes.” Deduzi, pois, o desgraçado parecia não se importar de revelar suas habilidades. “Arrogância ou armadilha?” Ponderei por um instante, logo ouvindo ele falar outra vez.

Enquanto tentava compreender os poderes do supernova ao tempo que analisava visualmente, o bandido começava a mostrar rostos de várias pessoas em seu corpo. Era uma boa forma de tentar causar medo, pânico e um terror psicológico nos adversários. Entretanto, diante dele não estava qualquer um, mas sim aquele que foi abençoado pelos Gigantes Primordiais.

Confesso que a fúria estava quase no ponto de erupção, semelhante a um vulcão ativo prestes a romper. Porém, sabendo que talvez fosse possível ferir as pessoas presas no corpo do inimigo, isto era algo que frenava demasiadamente minhas ações. Afinal de contas, do que adiantava matar esse lixo e sacrificar inocentes. ~ 32 pessoas, hein!? Ora, ora. Talvez eu deva agradecer pela generosa informação. Diria ao tempo que começaria a caminhar em sua direção. ~ Não se preocupe, já que, não haverá sacrifícios enquanto eu estiver aqui. Indagaria com um tom de voz convicto, destemido e bastante determinado.

“Isso pode soar como uma promessa, mas será difícil manter minha palavra dentro dessas circunstancias. Entretanto... um homem de verdade deve encarar o abismo de frente e saltar mesmo que a morte esteja próxima de lhe agarrar.” Refletia comigo por um instante até parar pouco menos de um metro de distância entre o pirata e a mim. ~ Diga-me, pivete... o que acha de deixarmos interessante essa luta, hein?! Proferia com objetivo de dialogar com ele, apesar de repudiar a laia, precisava assegurar de que ele não usaria os reféns na luta. ~ Não usarei nenhuma arma, mas você pode usar as suas durante o tempo que tentarei salvar as pessoas e você tentará impedir. E enquanto eu tentar roubar de você as almas em cativeiro, você terá o direito de tentar me causar desespero e roubar minha vida... não acha uma proposta interessante? Ou é fraco demais para aceitar esse acordo? Tentaria persuadir o criminoso junto de uma barganha para que ele pudesse desfrutar da luta enquanto eu salvaria as pessoas, evitando assim ele de usar elas como escudo.

Não havia motivos para o pirata recusar e daria uma boa vantagem para que as chances de recusa fossem extremamente baixas. Até porque, ele era o tipo de cara que se divertia com qualquer coisa, mesmo que isso significasse ser alvejado constantemente por ataques. Estava esperançoso por um duelo viril entre homens daqueles épicos e deleitosos. Entretanto, acabava caindo com o pior tipo de ser miserável que existirá, não que fosse novidade, era até algo rotineiro.

O foco na luta não era mais meu divertimento; ainda que talvez fosse apreciar em algum momento. Estava determinado a salvar os reféns e ser egoísta ao ponto de não deixar nenhuma vitima perecer. Exatamente por isso tomarei as dores deles, tomarei seu sofrimento e se preciso... darei o que o pirata deseja e isso era bem óbvio desde que cheguei aqui: “sofrimento.” Ele apreciava isso, desejava ver isso nos olhos das pessoas e certamente se o causador disto.

Considerando que o maldito aceitaria, e talvez viesse me atacar no mesmo momento, moveria meu corpo em uma arrancada para lateral e agarraria um de seus membros mais próximos, seja braço ou perna. ~ Geppou! Usaria passos sobre o ar para me impulsionar ao alto e, em seguida, jogar meu corpo para o lado oposto do ataque e assim agarrar a barriga do Supernova. ~ Dane-se! Vou tentar na moda antiga. Proferia ao exercer força sobre o estomago como se estivesse puxando algo de dentro. Não sabia se era uma boa tática ou uma forma apropriada, mas considerando a forma que ele falou e mostrou, a maneira mais provável seria está.

Caso nada ocorresse, usaria os braços para colidir contra alguma ataque desferido em minha direção, seja por cima, lados ou francos. Não atacaria diretamente, mas seria uma boa forma de contra-atacar eficientemente.

Desde o primeiro movimento, os olhos estariam centrados em achar o ponto fraco dele, seja algum brecha especifica ou algum momento que fosse notável o surgimento das pessoas, mesmo que involuntariamente. Talvez fosse o tendão de Aquiles dele e a hora certa de puxar a pessoa, tentaria isso se possível. “Vamos, vamos! Você consegue, não tenha pressa..., mas sim resiliência.” Pensaria comigo durante o fronte, mostrando persistência e dedicação.

Claro que também havia a hipótese de ser uma armadilha, mas infelizmente não havia muitas escolhas, teria que adentrar na toca do leão e ser mordido para ter certeza de sua existência. Caso houvesse conseguido puxar uma das vítimas, ou mais, imediatamente usaria meu corpo para proteger de qualquer ataque que fosse lançado contra mim, formando um escudo humano através de meus conhecimentos em escudista. Seria o momento certo para abrir uma escotilha e mandar a pessoa para dentro. ~ Entre, por favor, e estará a salvo. Não precisava de muitas palavras, já que, se eu havia lhe salvado era obvio de minhas boas intenções.

Considerando que havia recebido um ataque muito forte e lançado para longe, seja por um impacto ou corte, tentaria usar o Tekkai para diminuir os danos. Independente se houvesse êxito, me poria de pé rapidamente e usaria o Soru para diminuir outra vez nossas distância e assim tentar resgatar mais das pessoas aprisionadas. ~ O que foi, fedelho, está usando toda sua força? Ou se aquecendo ainda, Kekekeke! Tentaria provocar um pouco ele para esquecer das vitimas e centrar toda sua atenção em mim, consequentemente vindo me atacar e facilitando as manobras de resgate, o que resultaria em algo vantajoso para meu objetivo, porém, bem desvantajoso para meu corpo. “Se é uma batalha de força de vontade... com certeza não perderei!”

Na situação de receber um ataque extremamente poderoso ao ponto de me ferir bastante, até mesmo com meu alto vigor físico, limparia a boca de sangue e/ou retornaria a ficar de pé caso perdesse o equilibro. ~ Hoo. Que bela força você tem... uma pena que seu caráter é um lixo. Kekekeke! O que foi? Eu estou aqui! Bem aqui! Hah! Despeje toda sua vontade em tentar criar desespero em mim! Expressaria um sorriso recheado de ímpeto. Não me abalaria em nenhum instante, ainda que estivesse sacrificando minha própria carne em prol da vida dos inocentes.

Usando meus instintos, ou se eles me alertasse de algum golpe muito letal, acabaria ativando a forma Golem instintivamente e o Tekkai para resistir ao ataque. Neste ponto, não me preocuparia em esconder mais meus poderes e seria o ponto de partida para eu resgatar todos as pessoas. Estava resoluto disto e centraria minha tenacidade e energia para ter êxito a cada pessoa salva.




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