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6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!

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Achiles
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6º Capítulo: Gigantes versus Dragões! Seg Maio 02, 2022 12:57 pm
Relembrando a primeira mensagem :

6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!

Aqui ocorrerá a aventura dos Marinheiros Thorkell Dragnar & Pippos Vitaminado. A qual não possui narrador definido.


Última edição por Achiles em Seg Maio 02, 2022 4:12 pm, editado 1 vez(es)

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Narração

Todos

- Então ele foi um oponente extremamente problemático… O uso de reféns é algo ao qual homens baixos recorrem quando lhes falta a coragem para encarar as dificuldades de frente. Ela reclamou colocando uma mão sobre a perna.- Você despertou?! E como foi você já consegue controlar? Eu posso ajudar você com isso! Ela comentou com alguma empolgação.

- O homem que eu enfrentei tinha o poder dessa fruta que planejo oferecer… Ele era capaz de criar um infinito exército de cópias de si com apenas o bater de suas palmas… Eram resistentes como placas de metal sólido e poderiam ser reconstruídos infinitas vezes… Mas não só isso, o homem também criava variações de forma com armas como canhões, espadas, braços retalhadores… Um inferno. Ela teria reclamado mais uma vez.


Enquanto isso, Pippos era instruído  a voltar a base, quem havia o ajudado pareceu o receber com simpatia mas, poucas palavras além do necessário, e não tardou para que logo a chegada de  Pippos  acontecesse ao qual poderia ouvir parte da conversa, mais especificamente ele ouviu sobre a resistência e o poder de construir  exércitos inteiros, ele teria ouvido tudo menos  a parte mais importante que era a recuperação da fruta para que lhe fosse dada.

- Hora conveniente!  De forma curta, é sua.  Creio que ela tenha dito a você não? Que desejavamos recuperar uma fruta específica para lhe fornecer no passado? Esta é a fruta. Ela então jogou para Pippos de modo que logo mais os corpos de ambos procurados fora exposto. Ela então respirou fundo e comentou - Thor, pode guardar ambos até que chegue alguém pra recolher?   Sabe, ocupam muito espaço… O multiplo dividido especialmente. Ela realizou o pedido e então respondeu sobre as preocupações em relação a marinha.

- Oficialmente vocês são com essas missões considerados  Tenentes!  Eu vou entrar em contato para que enviem um barco para levar o procurado de vocês a um fim válido, cuidar também da papelada para que vocês recebam seus salários em suas contas, mas antes, esperemos pelo tratamento para darmos seguimento. A capitã comentou claramente impaciente pois esperava que o que ela havia pedido já tivesse chegado a algum tempo.

Uma batida de porta seguida de vozes femininas acontecera na porta com um chamado - Oi, foi aqui que foi requerido o cuidado especial? E quem quer que atendesse poderia ver que haviam três minks extremamente bonitas que se perguntadas diriam - Tratamento médico, comida e massagem relaxante certo? Temos  Saquê do dragão também, mas só depois do tratamento! A morena comentou e era possível ver que detrás dela haviam mais carrinhos com coisas pra que eles pudessem relaxar e se perguntada sobre as termas Valvatore diria - É tudo um pacote, a diferença de preço era baixa pelo mimo, mas   teremos que ir caminhando até lá ahhaahhaah.  E com isso todos poderiam ter o tratamento de rei após a missão, todas as feridas seriam cuidadas para que eles pudessem se recuperar e nada que muita comida e descanso não ajudasse aliás, nadam al seria também a massagem para que todos pudessem ter a tensão removida de seus músculos, as meninas pareciam conhecer uma técnica curativa boa que aos poucos iria tirando grande parte da dor que todos ali sentiam.

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Histórico:


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6º Capítulo: Gigantes versus Dragões! - Página 4 Shuuma10



O Divino 》 Tenente




6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!
Diante de uma impecável despedida à enfermaria, nada melhor do que me sentir mais aliviado e recuperado, afinal, eu fui recebido por um tratamento diferenciado. Não que eu queria vir a questionar agora, mas chegava a ser meio esquisito. Tanto faz… A Grand Line tem suas mágicas, VITATA! - Pensei, já estando fora da enfermaria e flexionando um pouco os meus bíceps para ter certeza de que meus gloriosos músculos estavam bem.

Em bons movimentos de alongamento, eu logo pude ter certeza de minha total melhora. É… parece que já estou um pouco melhor. - Deduzi, razoavelmente, e, tentando justificar: Deve ser porque eu sou o fruto de uma vontade divina, VITATA. O semideus que logo logo trará paz a esse planeta. - Em meio a meus confiantes pensamentos, talvez até fosse possível enxergar um forte brilho em meus olhos, como quem imagina um futuro já traçado no decorrer de minha vida, pois eu estava pronto para fazer o que quer que fosse para alcançar minhas metas. De todo modo, ao fim de meu monólogo mental, logo segui o caminho a mim direcionado para achar meus companheiros.

6º Capítulo: Gigantes versus Dragões! - Página 4 Rin-de-olhos-brilhando

Em pouco, eu logo pude avistá-los conversando. Tudo bem que eu não consegui ouvir tudo, mas conseguir pegar parte do assunto, quando se tratava da projeção de um completo exército. Não querendo me meter, mas já me metendo, afinal, a presença divina era inquestionável. - Opa! Então agora iremos enfrentar um exército resistente? VITATATATA! - Perguntei, já me jogando de cabeça numa conversa completamente desconhecida, mas claro que eu aguardava as explicações, principalmente referente à tal akuma no mi que eu havia visto nas mãos da Capitã. E em uma inesperada resposta dela, fiquei ainda mais confuso: - Minha?! - Questionei o óbvio, mas queria ter certeza de que aquilo era verdade.

- Então quer dizer que finalmente eu também terei uma capacidade mística para me tornar ainda mais forte?! - Questionei mais uma vez com uma pergunta retórica, pois, no fundo, eu ainda estava tentando acreditar que aquilo era verdade. Então, finalmente, os deuses me avançaram. Chegou o meu momento. - Pensei, já fechando meus olhos e suspirando para me acalmar um pouco mais. Quando os abri, vi a fruta voando em minha direção, e em um rápido reflexo logo abri a boca e me abaixei um pouco para captar a fruta com minha própria boca, tudo para logo saborear aquela bela e inusitada refeição.

Sinceramente, eu nem pensei duas vezes e agraciei a vontade dos céus em devorar e adquirir o tal poder inimaginável que pudesse, agora fluir de meu divino corpo. Eu nem questionei que tipo de poder a tal fruta iria me proporcionar, mas eu estava mais do que pronto para aceitar essa gratificação divina de braços abertos. Mas, depois de receber aquela pequenina fruta em minha boca, eu não sabia se isso era alguma espécie de brincadeira, pois o sabor era horripilante. Nada o que eu já comi em minha vida se comparava a esse sabor, que gosto horrível! Fazia questão de logo engolir para sentir por menos tempo aquele sabor em meu divino paladar.

Depois de engolir completamente aquele desgosto, faria questão de logo questionar tanto o Thork quanto a Val, afinal, podia ser alguma brincadeira de mal gosto: - Porra! Então a Marinha agora está dando merda para um de seus tenentes comerem?! Mas que merda! Só pode ser coisa do Thork... - Pressionaria firme minha colossal marreta, e tentei enxergar alguma diferença em meu corpo, afinal, se fosse algum tipo de zoeira, eu teria razão para ficar puto. Mas depois de meu alarde, suspirei e me acalmei um pouco mais, até mesmo ignorando o fato de ser uma idiota brincadeira.

Caso eu não conseguisse enxergar nenhuma diferenta imediata em meu corpo, logo apontaria a Lu Bu para o Thork, e: - Tá me devendo umas biritas, seu maldito! - Diria em um tom de voz mais sério, pois uma brincadeira dessas era problemática para um semideus como eu, que estaria acreditando com todo o meu fervor numa possível bênção divina. E o mais estranho é que a Val parecia estar sempre séria no momento de anunciar todas as suas explicações: Será que eu falei merda?

De todo modo, eu tinha de me acalmar, mesmo sendo uma brincadeira ou não, e a Capitã fez questão de pontuar algumas boas recompensas pelo sucesso de nossa missão. Tornarua o meu angustiado semblante para a nossa superior: - Val, me desculpa se eu exagerei um pouco. - E próximo a isso, bateram na porta, e eu faria questão de tentar corrigir minha exagerada atitude logo indo correr para atender a porta. - Isso, foi aqui mesmo que pedir… - Abri a porta e pude apreciar três belas donzelas, que pareciam já saber bem o que estavam fazendo por ali.

Para não ficar por fora, como a Capitã havia dito, eu fiquei um pouco curioso: - Err.. com licença, mas o que tem nesse tratamento especial? - Eu não estava assim tão acostumado com o contato feminino, no máximo foi para aprender boas proficiências ou lidar com ótimas superiores. Ao começar a ouvir as palavras da jovem em questão, eu fiquei bem tranquilo, pois parecia ter tudo o que meus insanos músculos precisam para um bom tratamento, mas assim que ouvi a respeito da bebida, logo faria questão de pontuar alguns detalhes: - Opa! Você falou saquê do Dragão?! Esse é dos bons! Me dá aqui que eu tomo por mim e por aquele cabeçudo dali, ouvi falar que hoje ele não quer beber, VITATATA! - Brinquei um pouco, mas sempre com aquele fundo de verdade, pois em qualquer brecha do meu parceiro, eu faria questão de beber mais.

Não sabia bem como funcionam esses tipos de tratamentos, mas eu estava disposto a fazer o que fosse necessário para aliviar a tensão do meu corpo e relaxar bem os meus músculos. Mas, admito, assim que pudesse sentir qualquer toque feminino sobre meu divino e colossal corpo, ficarua brevemente corado. Caso o Thork notasse e viesse tirar brincadeiras com a minha cara, eu responderia rápido: - Er.. vai descansar e para de reparar em mim, ô, VITATATA! - Riria um pouco, mas tentaria aproveitar ao máximo aqueles suaves toques que pareciam relaxar e tirar cada vez mais a tensão do meu corpo.


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Vitaminado Pippão



Última edição por Pippos em Qui Jun 02, 2022 9:33 am, editado 1 vez(es)

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~~ O Titã Bélico ~~

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“Grandes batalhas só são dadas a grandes Guerreiros”

A conversa com Valvatore prosseguia agradavelmente, enquanto isso eu repousava sobre o chão descansando os músculos fadigados. ~ Com certeza. Diria para a marine em resposta ao despertar do Haki e sua ajuda em questão. ~ Mas um descanso por hora é mais sensato, Thororororo! Até porquê estou mais moído que carne de segunda. Gargalharia amigavelmente.

A capitã havia comentando sobre a Akuma no Mi em sua posse, explicando sobre seus poderes e origens. “Ohh. Que interessante.” Pensei comigo enquanto seguíamos dialogando. Vitaminado havia chegado, estava um completo bagaço. “Pelo jeito o garoto também teve que suar a camiseta, Thorororo!” Olhava para o meu irmãozinho enquanto expressava um sorriso carismático. ~ Ora, ora. Já estava pensando em começar a festa sem você! Thorororororo! Seria extrovertido como de costume ao tempo que mexeria com o garoto.

Pippos havia jogado o Supernova próximo do outro que estava lá, este por sinal Kaegar. Valvatore pedia para que fossem retirados do chão, por razão de seu tamanho e estado aparente. ~ Sem problemas. Proferia ao tempo que agarraria de volta o Supernova morto e o outro capturado, escoltando-os para dentro de minha prisão.

Caso o Supernova de Pippos ainda estivesse vivo, prenderia ele dentro do calabouço especial para usuários de Akuma. Afinal, não sabia se era um ou não, mas por via das dúvidas simplesmente trancafiaria na jaula especial.

Logo mais, Valvatore anunciava nossa promoção mostrando estar tão animada quanto nós. ~ Thorororororo! Enfim uma patente digna, apesar de que é só o começo para mim. Comentava expressando um sorriso bastante espirituoso. ~ Para fundar meu reino... preciso chegar ao topo dentro da hierarquia! Tenente é uma promoção louvável, mas é meramente um degrau para minha ambição! Proferia ainda sentando ao chão enquanto levaria os braços para trás da cabeça e apoiava como travesseiro.

Valvatore então presenteava o garoto com a Akuma, por sinal estava ansioso para ver a cara do zé-ruela quando sentisse o sabor de merda que aquilo possuía. Quando Vitaminado comesse a fruta, continuaria olhando para ele com uma cara de deboche e então diria. ~ Heh. O que achou do gosto?! Era mais fácil lamber o rabo de um cavalo, não é mesmo!? THORORORORORO! Riria desenfreadamente, enquanto bateria a mão no chão em razão da euforia. O gosto daquela fruta ainda estava vivido em minha mente, chegando ao ponto de até mesmo me fazer esquecer a fome e sede por alguns momentos.

Algumas enfermeiras haviam chegado, mostrando cordialidade e disposição para cuidar de nós. ~ Thororororo! Mas que belas jovens! São um tratamento aos olhos, isso sim. Proferia de forma galante enquanto olhava para as Minks. ~ Hah! Bebida é sempre bem-vinda, pequeninas. Diria enquanto inclinaria meu corpo para frente e abaixava os braços para receber o tratamento, além de apamnhar e apreciar o saquê. A sede seria saciada de forma voraz.

A capitã havia respondido minha pergunta sobre as termas, mas antes de irmos seria essencial receber o tratamento para que as feridas não piorassem; apesar de que meu vigor era uma benção dos primórdios e qualquer descanso seria suficiente. Entretanto, para não fazer desfeita aceitaria de bom grado a gentileza da capita. “Principalmente por ser tratado por belas mulheres é algo muito prazeroso.”

Por sua vez, Pippos estava confuso e achava que havia caído em uma pegadinha, aquelas que fazia uma vez que outra com ele. Apesar de que não havia sido eu em si que havia dado a Akuma, mas sim Valvatore. Porém, o cabeça de legume não havia escutado com atenção. E enquanto estávamos sendo atendidos, viria explicar de forma mais concisa. ~ Aí cabeça de rabanete... você não escutou o que a capitã falou, hein?! Ela disse que os poderes surgiam quando o inimigo dela batia as palpas, talvez seja algum tipo de requisito, mesmo sendo bastante peculiar. Tentava usar a lógica e persuadir o garoto de entender o conceito por de trás da Akuma. ~ A minha é semelhante, pois, preciso abrir escotilhas para levar qualquer coisa para dentro. Da mesma forma a sua deve ser um tipo de mecanismo de ativação. Coçava o queixo de forma pensativa, enquanto elucidava para Pippos sobre o que havia ouvido através do relato da capitã.

Olharia para a jovem que estaria me tratando e caso a mesma estivesse com um pouco de receio, medo ou tímida, acabaria interrompendo a conversa com Pippos e dirigindo as palavras a enfermeira. ~ Ora, minha jovem... estes músculos são grandes, são uma fortaleza robusta..., mas não lhe faram mal algum. Pode ficar a vontade para efetuar o tratamento. Talvez ela ficasse admirada com a proporção de vitalidade que detinha, mas persuadiria a jovem em prol de ela ficar a vontade para com qualquer tratamento que ela achasse útil e importante.

Voltando minha atenção para Vitaminado, que certamente ainda estava digerindo o que havia dito para ele, proferia com convicção e clareza. ~ Então, bundão... tenta seguir as orientações de Valvatore. Bate as mãos para ver se acontece algo, ou tenta bater pelo corpo, sei lá. Deve ter algum forma especifica para que tenha cem porcento de certeza de manifestação dos poderes. Terminaria de proferir aguardando e observando as ações do garoto. Afinal de contas, não era algo tão difícil assim de executar. “A minha descoberto foi muito mais peculiar e inusitada, mesmo assim ainda descobri de forma instintiva. Pippos provavelmente também descobrirá a sua forma.”




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Narração

Todos
Ah, a doce e amarga inocência de alguém comendo sua akuma no mi? Como perder essa experiência única? A capitã não aguentou o riso e comentou - Não existe uma dessas com gosto bom, cada um as comparam a algo ruim, tem uns que dizem que é como comer sabão, outros que comparam a algo podre, mas o sabor de merda é o mais comum de todos HAHAHAHA. Se o gosto foi ruim, quer dizer que ele tinha razão em me fazer levar isso comigo no combate.-  Ela então logo comentou - Vocês vão receber mais uma condecoração de valor pelo feito de vocês, com isso pode se dizer que se quiserem em breve poderão me superar. Eu recusei a promoção mas, vocês podem ir mais adiante.

Era nesse momento que as garotas chegavam e suas mãos? Pareciam o próprio toque dos anjos, o corpo amaciava e relaxava e até um soninho podia bater, junto ao tratamento a dor parecia ser extraida a mão pelos movimentos das garotas que ali seguiam.  Em meio aos gracejos  as garotas  deixavam escapar um sorriso enquanto a capitã dizia - Ser capitã me trás  a liberdade e o salário que eu almejo, eu poderia ir além mas,  a liberdade não se paga com mais uns milhões de Berries, e com mais notiriedade?  Ser uma figura pública nem sempre é fácil mas vocês vão começar a entender isso agora como tenentes. Ela diria enquanto continuou a deixar sua massagem rolar.

Apesar de se sentirem bem melhores seus corpos ainda não estavam no 100% e a capitã diria - Antes de bater a palma, mentalize. Todo usuário de akuma no mi novato que eu já vi que não tinha uma imagem mental do que queria fazer teve uma primeira experiência frustrante. Ela não era uma usuária mas, como lidou com muita gente tinha uma boa ideia sobre muita coisa.

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A Fortaleza Bélica
物語
Não existe nenhuma lâmina que possa destruir minha ambição.
“Ora, ora! Outra condecoração... nada mal.” Pensava comigo ao tempo que havia ouvido as palavras da capitã Valvatore. ~ Thororororo! Você está sendo muito modesta, capitã. Sua força é incrível, para alguém tão nova. Me arisco a dizer que pode ser considerada um talento extraordinário. Comentaria de forma sincera enquanto fintava os olhos da marinheira. Diferente dos outros marinheiros de patente inferior que sempre eram formal e usavam honorário frequentemente. Já eu, por outro lado, possuía um bom relacionamento com a marinheira e sempre falava com a mulher de forma direta e amigável, apesar de que isso fazia parte de mim, de qualquer forma isso não significava que não a respeitava, muito pelo contrário.

Já havia batalhado com a mulher, senti sua força em primeira mão e poderia confirmar sem sombra de duvidas que ela era forte. Provavelmente por suas loucas jornadas em busca de encerrar caos e conflito. O que tem de sobra por esses mares. E se existe algo que respeito é pessoas fortes. Afinal de contas, para se chegar ao topo do poder deve-se dar sangue, suor e lágrimas. Não é qualquer um que prevalece sobrevivendo nesta Era caótica.

Apesar de haver alguns indivíduos fortes, como o Pirata Supernova de antes, isso não é o suficiente para continuar vivo. No final, ele pereceu diante de minha força mesmo sendo poderoso. Para se atingir o topo da força, existe um fator extremamente importante: uma vontade inabalável! Mesmo ao falhar, mesmo na derrota e mesmo diante da morte... essa vontade será o percursor de sua existência entrelaçado em sua persistência.  

Enquanto a prosa continuava com a capitã, as meninas que estava prestando primeiro socorros possuíam ótimas mãos para a cura. Aquela dor irritante já havia se esvaído quase que por completo; apesar de que provavelmente seja por motivo de meus abençoados músculos. De qualquer forma, era perceptível a qualidade no tratamento por parte das garotas.

Valvatore começava a falar sobre seu Status e liberdade, o que ela possuía em razão de ser uma capitã. ~ Hah! Tem um ponto aí. Porém... o que busco está muito longe de uma patente ou alguns trocados! Isso são apenas “meios” para um “fim”. Expressaria um rosto obstinado e um olhar bastante convicto em mim mesmo.

Estava ansiando construir meu próprio reino. Algo que seria muito mais do que uma mera nação. Seria um local puro, grandioso e extremamente prazeroso a todos que lá viveriam. Não existirá desonestidade, miséria ou pirataria. Será um local provido de honra, sagacidade e cordialidade. Haverá arenas para os gladiadores desfrutarem junto do povo, aliviando o estresse do dia-a-dia. “Hmm... só de imaginar isso já sinto uma energia eclodir em meu corpo.”

Eu nascia e em parte fui criado em Elbaff, um reino bastante aclamado e respeitado, mas longe de ser um reino bom a seu povo. Lá a força em maioria predominava, além de que os decretos do rei eram conforme sua vontade e humor. Os gigantes abusavam dos mais fracos em busca de satisfazer seu egoísmo e suas frustrações. Eu sobrevivi por pura tenacidade, acreditando nas palavras de minha finada mãe. Rejeitei o meu pai, cujo Status na época era o Rei dos gigantes.

Não há necessidade de cortejar um titulo sem que houvesse um afeto da família real. Não há motivos para reivindicar um titulo cuja origem provem de terras devastadas e muito mal administradas. Exatamente por isso irei criar o meu próprio reino! Irei ascender ao topo da marinha, obtendo mais mérito e dinheiro para então fundar minha própria nação. Sou agora uma fortaleza, mas irei criar um reinado que marcará meu nome na história... custe o que custar.

Perdido em meus devaneios, logo Pippos começava a tentar mentalizar e utilizar os poderes da Akuma, em seguida de ter lhe transmitido alguns orientações, junto de Valvatore. O garoto era jovem, mas diligente. Era egocêntrico, mas persistente. Dominar aqueles poderes não seria algo trabalhoso para o garoto, apesar de que levará algum tempo para começar a usufruir de todo seu potencial. “Sei bem disto porque estou no mesmo caminho. Apesar da minha ultima luta contra o Supernova eu ter conseguido usufruir diversas habilidades, ainda me falta muito treino para conseguir usar todos os poderes ocultos da Shiro Shiro no Mi.”

~ Thororororo! Mas é como dizem: se fosse fácil, não teria graça. Acabaria falando em voz alta, olhando para a bela jovem próximo a mim. Expressava um sorriso carismático e em seguida retornaria olhar para Pippos tentando entender mais ou menos como o poder dele funcionava.

Nunca confunda meu silêncio com ignorância, Minha calma com aceitação ou Minha bondade com fraqueza.
傷物語
Marinheiro
cactus



Última edição por Blindao em Sab Jun 18, 2022 7:53 pm, editado 3 vez(es)

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O Divino 》 Tenente




6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!
Estava claro que que minha insatisfação em comer aquela pequenina fruta era tremenda. Antes fosse ter a sorte de comer sabão, VITATATA! - Respondi à Capitã tentando sorrir um pouco, mas o gosto desconfortável fora insano, e eu mal conseguia entender como uma frutinha tão pequena podia abalar tanto minha mente e até mesmo o meu corpo. - Acho que agora eu entendo o porquê do Thork ser pertubado assim, deve ter afetado a mente dele, VITATATA VITATATATA! - Gargalhei, tentando perturbar a mente do meu irmão e me fazer esquecer dessa tensão momentânea.

De todo modo, me questionei um pouco a respeito de como ela sabia dessa fruta ser assim tão ruim, mas sua experiência parecia refletir esse tamanho conhecimento, então não pontuei nada mais a respeito do sabor. De toda forma, aos poucos me questionei um pouco a respeito dos efeitos dessa fruta amaldiçoada e se, de fato, era algo real, pois, ainda, não conseguia entender como excelentes nadadores como o Thork e eu não poderíamos mais nadar por essa imensidão azul. Até coloquei a mão no queixo pensando um pouco mais sobre isso.

[color#00FFFF]M[/color]as, de qualquer forma, as meninas haviam chegado para nos fornecer um relaxamento e uma massagem magnífica, algo que, inclusive, até poderia vir a me deixar meio corado enquanto houvesse o toque feminino sobre meu divino corpo. Não que as mulheres ou o toque feminino viessem a ser o ponto fraco dessa muralha de músculos, mas era apenas que eu não estava muito acostumado com.esse tpque macio, doce e bem relaxante, também possuindo a firmeza necessária para penetrar meus músculos e ainda conseguir deixá-los mais do que bem relaxados e descansados. Era fascinante! Inclusive, a vontade de me jogar por ali e dormir era cada vez mais forte. Minhas piscadas mais lentas e sonolentas entregavam isso.

Mas eu sabia de que ainda estava curioso em um ponto:- Eii…- Tentei clamar pela atenção do meu parceiro, mas de uma forma bem apática e fraca, afinal, eu não queria atrapalhar a tranquilidade que o meu corpo tinha naquele momento, mas assim que possível, faria questão de questionar meu parceiro: - Ei, cara de abacaxi, tu já tentou nadar depois de ter comido a Shiro Shiro? Tudo bem que você realmente ganhou poderes, mas você já teve contato com a água depois disso? - O questionei de forma tranquila, afinal, precisava também matar minhas curiosidades quanto a esse fato. E também ficaria bem atento caso a nossa superior respondesse em seu lugar.

Ao fim daquela tranquilizante massagem, eu permaneceria deitado ainda por alguns instantes, esperando receber ainda mais algum conforto. Mas, de todo modo, em instantes, logo faria questão de ficar de pé depois de todo esse relaxamento. A Valvatore foi plena em falar para mim sobre focar em algo e bater palma pensando em uma única coisa. Igual ao lanceiro que também havia me falado algo parecido anteriormente. Bater palma? Qual a razão disso? E pensar em algo? Tipo o quê? Uma pessoa? Um objeto? - Pensei, entrande em um complexo conflito mental, mas que, no fundo, eu só conseguia ter um único pensamento, o raiar de luz na escuridão, a lâmina que facilmente corta o mal, a arma de fogo que faz criminosos jorrarem sangue. Mas o que é isso?! Eu, claro.

Confiante e com todos os fiéis detalhes de cada um dw meus vigorosos músculos em mente, faria questão de colocar minha colossal Lu Bu no chão para dar espaço à ambas as minhas mãos, tudo para encaixar o meu pensamento egocêntrico de uma auto-imagem que talvez chegasse até a ficar melhor do que minha aparência era, mas falo só de aparência mesmo, pois eu era incomparável, VITATATA! E com isso em mente, logo bati a palma de minhas mãos. ~ SLAP ~

Eu não sabia muito bem o que aconteceria, mas haviam duas possibilidades, três na verdade. Primeira e mais óbvia, poderia ocorrer algum evento fora da capacidade humana, o que poderia me tornar como um verdadeiro fruto da vontade divina, e agora, também, como um ser divino. Segunda, não acontecer nada, e eu ter a sorte de receber uma fruta falsa. Terceira e ultima opção, talvez ocorrer algum evento perigoso como explosões, terremotos e tornados gigantes… nada se sabe, VITATATA!


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A capitã aceitou o elogio, vindo de um gigante todos pareciam muito novos mas  ela mesma diria - Aos seus olhos mesmo nossos idosos devem parecer jovens HAHAHAH Divertiu-se em meio a aquela situação,  em que enquanto aproveitaram aquele momento de relaxamento,  tinham um tempo para continuar a conversar e com a resposta de Thor ela diria - algo como um reino certo? Em teoria você já não é seu próprio reino atualmente? Ela teria pensado que era um dos motivos de terem escolhido a ele aquela fruta.


Em meio a isso, Pippos deu o braço a torcer e mesmo a contragosto resolveu testar, mentalizou aquilo que ele mais idolatrava que era a própria imagem, e com isso em seu bater de palmas pelo ar começou a surgir uma substância arenosa ao qual configurou-se com o farelo  que logo então moldou-se na forma perfeita da cabeça de Pippos em um tamanho de pelo menos um metro, era uma cabeça enorme! Os detalhes eram até que bem ricos, com exceção da cor de maisena, enquanto o corpo? Bem o corpo não deveria ter mais de meio metro, er apossível ver o corpo tentando erguer a própria cabeça com dificuldade e do momento em que encontrou o equilibrio,  caiu pra trás, ficando com o corpo pra cima de forma similar a uma tartaruga de remexendo desesperadamente, não eram coisas com consciência mas o próprio Pippos acabava gerando aquele efeito sem que fosse sua intenção.

A capitã desatou a rir e comentou - Como eu comentei, o homem que usava essa fruta era capaz de fazer um exército poliforme mas… Nunca imaginei em algo assim HAAHAHAHAHA, é uma arma de efeito moral! O inimigo vai morrer de rir HAAHAHAH, mas relaxa, brincadeira a parte é tudo treino. Ela concluiu.



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“Nenhuma lâmina pode destruir minha fortaleza!”
~ Pera lá capitã! Não sou tão velho assim... ou será que sou?! Proferia coçando o queixo um tanto relutante com a resposta, pois, já havia conhecido gigantes que viveram centenas de anos, e eu mal havia chegado em minha primeira centena. Mas logo esqueceria a questão, seguido de uma boa risada. ~ Thorororororo! O melhor vinho é o mais velho, não é o que vocês costumam dizer? Gesticularia com o dedo de forma positiva, dialogando com a marinheira de forma amigável.

O comentário de Valvatore fazia sentido, já que, realmente eu era um reino por si só. No entanto, não o reino que eu almejava. Meus poderes disponibilizavam uma fortaleza-castelo a qualquer momento, mas um reino é muito mais do que isso. ~ Thorororororo! Não está errada não, Valvatore. Diria de forma empolgada e extrovertida. ~ Porém! Um castelo é apenas uma fração de toda extensão de um reino. Afinal de contas, o que determina um reino?! Uma ilha? Um castelo luxuoso? Um povo? Um monumento chamativo? Não! Expressaria um rosto obstinado de bastante ambicioso. ~ São os princípios de um Rei, simples assim. Eles determinam o florescer do reino. Eles determinam o conceito de seu povo. Eles que determinam a arquitetura de sua nação. Os olhos emitiam um luz esperançosa, uma sagacidade profunda e um desejo indomável pela conquista.

~ Posso até ser uma fortaleza móvel, mas sou apenas uma fração do que almejo. Sou apenas um fragmento do quebra-cabeça que desejo montar em um futuro próximo. No fim, estes musculosos abençoados criaram o maior reino de todos, acredite em minhas palavras. Expressaria convicção, paixão e uma diligencia em prol de meu sonho. Não precisava provar nada para ninguém, mas compartilhar um sonho com amigos era algo que me agradava.

Dado uma pausa na prosa com a capitã, Vitaminado acabaria chamando minha atenção como um irmão órfão. ~ Hãn? Claro que não seu besta! Arqueava a sobrancelha por estar surpreso com uma pergunta tão sem lógica. ~ Qualquer tolo sabe das histórias das Akumas no Mi. Pausaria minhas palavras lembrando que Pippos ainda era jovem, apesar de fazer parte da raça dos gigantes. ~ Uffs. Soltaria um ar desalento. ~ Escuta aqui, garoto. Proferia olhando para o cabeça de rabanete. ~ As Akuma no Mi são frutas misteriosas e especiais espalhadas por todo o mundo, conhecidas por conceder aos seus consumidores poderes sobre-humanos permanentes, bem como uma incapacidade permanente de nadar por motivo do mar rejeitar os portadores desses poderes sobrenaturais. Cruzaria os braços e então continuaria a explicar. ~ Dito isto uma vez, é natural todos os portadores serem renegados pelo mar. Não existe exceção, pelo menos não que eu saiba. E olha que eu já corri mundo a fora, hein. Apontava para Vitaminado com intuito de deixar bem claro a idiotice que ele havia falado, pois, era obvio que não desejava que o pivete se afogasse ou se matasse de forma tão... indigna em uma tentativa de provar alguma coisa. Afinal, conhecia bem a personalidade do meu irmãozinho caçula.

Não tardou para Pippos começar a testar seus poderes conforme eu e Valvatore havíamos lhe instruído. Quando começou a tomar forma, está um tanto quanto cômica, era perceptível a construção do biscoito em uma parte de um corpo; por sinal uma cabeça. ~ Hoo! Interessante, muito interessante. Thororororororo! Riria enquanto bateria na minha perna ao estar sentado junto de uma risada extravagante. ~ THORORORORORORO! E, eu achando que abrir escotilhas no corpo era algo engraçado! Proferia em risadas, devido a forma da criatura caída igual um saco de bosta. ~ Ei, ei, ei!!! Expressaria animação ao me levantar e me aproximar de Pippos e falar ao lado de seu ouvido, ignorando a mulher que talvez ainda estivesse tratando minhas feridas. ~ Tive uma ótima ideia! Faz uma cópia da capitã com um biquíni sexy. Cochicharia no ouvido do garoto com intuito de surpreender a marinheira.

Era uma boa oportunidade para ver se Vitaminado conseguiria copiar as coisas apenas as vendo, além de que seria uma visão e tanto. Afinal, era a bela capitã em um belo biquíni. Existiria um homem que não idolatria tal visão maravilhosa? Óbvio que não. A capitã era uma mulher poderosa e bela, sem dúvidas uma combinação bastante mortal.

Nunca confunda meu silêncio com ignorância, Minha calma com aceitação ou Minha bondade com fraqueza.
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6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!
De antemão, minha prévia fala havia sido desmoralizada pelo Thork, afinal, era mais do que óbvio o fato de que recebendo os divinos poderes de uma Akuma no Mi, eu não conseguiria mais ter acesso à água. De qualquer modo, eu ainda não podia confirmar com exatidão de que havia recebido poderes antes de testar bem o que essa horrível fruta havia me proporcionado. Seguindo as orientações de meus parceiros, logo fiz questão de imaginar a essência de meu ser superior, onde minha tamanha grandeza poderia ser enxergada por qualquer um.

Em um empoderamento um pouco desproporcional, acabei por criar uma cópia bem desproporcional, onde imaginei minha grandeza de uma forma irreverente e descuidada. Puta merda! VITATATATA!A - Gargalhei em meii a meus pensamentos, talvez até deixando um pouco a mostra por minha expressão facial como que eu estava a rir com aquela situação. Mas, ao menos, agora eu pude ter certeza de que havia desenvolvido uma habilidade divina com irreverência fora dos padrões de qualquer fracassado. Fascinante… - Pensei ao ver tpda a situação. E eu já imaginava ser zoado pelo meu irmão de diversas formas possíveis, depois de passar por um vexame desse, claro, mas até a Val? VITATATA!

Tudo bem, eu tinha de concordar que minha criação não havia sido tão boa… tudo bem que admitir que uma de minhas criações não havia sido boa. Sim, bem difícil, mas eu ainda estava me acostumando com essa nova habilidade, então erros ainda podiam acontecer, apesar de eu, como um ser divino, não os aceitar de forma alguma. Merda! Preciso logo dominar essa habilidade. O quanto antes. - Pensei. Mas logo tive de entrar na onda com todas as brincadeiras: - Ao menos terei condição de já matar o inimigo na risada, VITATATA! - Concordei com a capitã, também entrando na brincadeira.

Tal poder já me deixou bem animado, eu ainda tinha planos para praticar e elaborar com mais desenvoltura possíveis pessoas, objetos, e até mesmo armas, isto seria fascinante, mas ainda precisaria avaliar bem a resistência de minhas criações. Mas antes mesmo de pensar em, novamente, criar alguma coisa, o lanceiro logo surgiu ao meu lado dando-me uma sugestão interessante. Tudo bem que não seria nada fácil, mas, dessa vez eu tentaria fazer o meu melhor, e assim responderia ao Thork: - Vou tentar, VITATA.

Reavaliamdo tpdos os traços corporais daquela bela jovem, a Val, eu faria questão de utilizar todos os meus conhecimentos referentes à anatomia humana, e tentei emitir em minha mente cada um dos mínimos traços de sua bela estrutura corporal, tudo para, ao fim tentar imaginá-la dentro de vestes de banho ou o melhor que me fosse possível em minha mente no atual momento. Um maiô em minha mente parecia mais simples, e assim tentaria arquitetá-la. Todavia, mesmo ao fim, considerando que toda a criação com dedicação e empenho fosse bem elaborada, eu ainda podia sentir falta de bons traços de cor, pois qualquer uma de minhas criações ainda tinham a forte tonalidade de cor de um biscoito.

Nesse caso, logo faria questão de pontuar e até pedir algum conselho: - Capitã, posso te pedir um conselho? Quanto aos detalhes físicos, com o tempo irei sempre melhorar, é questão de prática, mas como posso conseguir emitir boas cores nas minhas criações? Sabe, para fazê-las parecer mais realistas. Ou a própria fruta teria essa capacidade de colorir? - Perguntei de forma bem leve, como quem já planejava melhorar cada vez mais as criações e ter o pleno fundamento e capacidade de gerar criações bem mais realistas.

Questiinaria de forma bem tranquila e leve, pois com sua vasta experiência, acreditava que ela seria a única o qual poderia me ajudar nisso. Não conseguia ver meu mano como um bom conselheiro nesse quesito das cores, e talvez fosse necessário mais alguns bons conhecimentos referentes aos doces e a confeitaria, afinal, decorar biscoitos e melhor aperfeiçoar suas características e cor seria um ponto fundamental. Mas ainda ficaria atento para qualquer conselho que, porventura, também pudesse vir de meu bom parceiro. E, ao fim, ainda soltaria: - Ei, falando nisso, meus bons, não iríamos numa sauna? VITATATA! Se as massageadora também quiserem ir, seria bom, hehe. - Finalizaria, olhando para os cantos com uma cara de bobo e provavelmente apresentando bons traços corados em meu rosto.

Caso, depois de minha fala, o meu irmão começasse a tirar brincadeiras comigo e tirar um pouco de onda a respeito de eu ser meio desengonçado com garotas e até meio tímido para tal, eu apenas respondwria rápido ainda demonstrando um semblante mais corado enquanto coçaria um pouco a cabeça: - Err.. é apenas para que possamos nos divertir e eu ainda possa conhecer um pouco mais dos traços do corpo feminino, mas nada demais, VITATA! - Gargalharia ainda meio sem jeito, mas tentando sempre sorrir e parecer menos tímido e desengonçado.


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Em um primeiro momento, a Capitã ouvindo o raciocinio de Thor respondeu - De fato, há muitas repostas para o que se faz um reino, e a resposta certe sempre são as pessoas, cada um vai discordar se é o rei ou o seus suditos, alguns mais diferentes vão apontar até a mão do rei, pelo velho ditado de que o rei caga e a mão limpa hahaha. Elea então teria se erguido e esticado o corpo, sua massagem havia terminado.

Os meninos pareciam empolgados com algo e o plano maligno de thor começou a entrar em ação, um bater de palmas viria a se formar, era um corpo escultural, lindo como era de se esperar da capitã, aquela figura capturava muito do Imaginário em relação as proporções que eram até que muito bem feitas, no entanto faltava algo… UMA CABEÇA, SIM! Pippos focou-se tanto no corpo perfeito que a cabeça dessa vez faltou, talvez Pippos tivesse problema com cabeças.

- Que? Sério isso dai? Vocês tão ligados que as termas que vamos não tem bem separação de sexo, achei que eram mais desencanados nessas coisas HAHAHAHAHAHA. Ela teria dito, dando uma volta e até apoiou-se sobre a versão de si de biscoito, quando seu corpo era o poder, não era motivo de vergonha ou inibição. Naquele momento, como houve a pergunta de Pippos ela teria dito - Olha, ao que parece você consegue reproduzir bem pessoas com tons de pele próximos do meu mas, se for olhar mais de perto tem muitas imperfeições, isso vem de duas coisas, você não conhece direito o material em que esta trabalhando e claramente eu tenho uma cabeça, se vocês tão olhando só pro meu corpo arranco a sua! HAHAHAHA. Você precisa conhecer bem o que quer criar se quiser precisão, é um bom trabalho mas são biscoitos, entender como se dá detalhes a eles deve lhe ajudar. Ela teria dado uma beeela de uma dica a Pippos, por ser bem intuitiva.


- Por falar nisso levantem logo, meninas, obrigada pelo serviço. Vamos? Ela teria dito apontando na direção das termas e provavelmente os guiaria até lá se eles a seguissem… Talvez ao tentar ver uma reação de vergonha os que mais se envergonhariam seriam os dois? Não da pra saber mas o certo é, deveriam se preparar para o maior desafio de suas vidas, o banho misto!


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“Nenhuma lâmina pode destruir minha fortaleza!”
A escultura criada pelas novas habilidades de Pippos era uma obra prima, isso tinha que admitir. Afinal, o fracasso de antes era cômico e repulsivo. Mas este? Ora, existe algum homem de verdade que não idolatria tal corpo esbelto? Sem dúvidas que não. ~ THORORORORORORO! Que obra de arte, garoto. Proferia extrovertidamente. ~ Puxa vida, pensei que a capitã fosse ficar acanhada. Mas pelo visto é uma mulher de verdade, pois, não se abala com pegadinhas. Indagaria em resposta as palavras dela. Por sinal, ela parecia o tipo de mulher que não possuía vergonha em possuir um encorpado corpo.

A ameaça da capitã viria de forma extrovertida, mas com certeza com um latente vigor hostil. ~ Thorororororo! Riria em resposta, enquanto passa o dedo no rosto um pouco desconfortável com o comentário da mulher. “Puta merda! Isto me lembrou da Godofreda.” Pensava comigo mesmo, recordando de uma rapariga que havia dormido a muito tempo atrás. Ela era uma cortesã bastante astuta e bruta, qualquer um que tentasse lhe ofender e/ou passar a perna teria sua cabeça arrancada do corpo.  

“A cicatriz que ela deixou ainda permanece neste corpo, o que não é qualquer um que consegue isso. Thororororo!” Ainda que muitas cicatrizes na parte da frente do corpo existam, isso nem todas ocorreram em batalhas; apesar da maioria sim. Uma dessas, inclusive, fora feita pela cortesã Godofreda. Havia feito apenas um comentário inofensivo, pelo menos para mim. Bom, o resultado está até hoje cravejado em meu corpo. “Como raios uma mulher se torna uma cortesã com tamanha força?” Esse era um pensamento que me ocorreu por um bom tempo, até eventualmente esquecer.

“Hoo... interessante, hein!” Todavia, tenho que admitir que ouvir ela dizer que arrancaria minha cabeça faria o desejo em duelar com Valvatore emergir outra vez. Estou mais forte que antes? Mais resistente? Mais experiente no uso da Shiro Shiro no Mi!? Isso seria confirmado em uma luta com a marinheira, que apesar de sua personalidade amigável e descontraída, havia uma besta enjaulada.

Sem mais delongas, Valvatore nos convidava para ir até as termas. ~ Até que enfim. Proferia e olharia para as belas jovens. ~ Obrigado pelo seu trabalho duro, senhoritas. Me sinto novo em folha! Thororororo! Agradecia as enfermeiras, já que, durante a conversação minha dor havia diminuído totalmente. Estava me sentindo quase curado por completo, exceto o cansaço físico. Que mais era por estar sentado do que por outra coisa.

~ Vambora! Acompanharia a capitã, junto de Vitaminado, até chegarmos nas famosas Termas de Dragora. Durante nossa ida, acabaria falando para o garoto. ~ Aí cabeça de tomate! Não esquenta muito com isso. No início é meio difícil de controlar mesmo. Foi difícil até mesmo para estes abençoados músculos controlarem o interior de minha fortaleza, imagina o seu que é criar biscoito. Apesar de estar falando um pouco mais sério com Pippos, segurava o riso em relação aos poderes em si. “Esse cara vai sofrer muito bully com seus inimigos... imagina ele dizer que vai criar uma arma de biscoito? Quase me dá pena.” Pensava comigo por um breve instante. ~ Mas veja pelo lado bom, irmãozinho... fome nós nunca mais vamos passar, porque biscoito com um copo de leite é um ótimo café da manhã! THORORORORORORORO! Daria um tapa em seu ombro de forma amigável e máscula.

Acabaria puxando assunto com Valvatore em relação a nosso futuro. ~ Agora que as coisas estão mais calmas em Dragora, talvez fosse uma oportunidade para seguirmos em frente... não acha capitã? Proferia com lógica e tranquilidade. ~ Se não me engano, o reino de Krishi fica nessa rota mesmo. Falaria coçando a barba do queixo, pois, lembraria que já havia passado por lá, há muito tempo atrás. ~ É um belo reino, mas problemático. Pelo menos pelo que me recordo. Afinal, isso já tem um tempão. Indagaria tentando me lembrar quantos anos faziam que havia passado por lá, mas sinceramente não recordaria. Apenas confirmado de que fazia muito tempo mesmo.

Quando enfim chegássemos as termas, tiraria as roupas de marine que estava um tanto destruídas e jogaria elas para dentro da fortaleza por meio de uma das escotilhas. Estaria apenas com meu Mawashi, cujo tiraria a seguir e deixaria no chão mesmo. ~ Bolão de canhão!!! Gritaria em uma corrida frenética e me jogaria dentro da banheira, gerando uma onda massiva de água para todos os lados. ~ Puta merda!!! Esqueci que... Diria me afogando e sentindo toda aquele ímpeto, força e energia ser sugada pelas águas da terma. Por sinal, uma sensação bastante incomoda.

Talvez houvesse me afogado demasiadamente, provavelmente Valvatore me ajudaria... em algum momento. Seria uma penitencia pela minha brincadeira de antes, que ela sem duvidas cobraria agora. De qualquer forma, ela não deixaria um amigo morrer... ou deixaria?!

Já havia experimentado muitas coisas nessa vida, até mesmo afogamento. Porém, este era muito diferente do que os outros. A resistência e tenacidade por meio da sobrevivência em águas turbulentas, ao qual o corpo impõem, não era o mesmo que ser um usuário de Akuma no Mi e estar dentro da água. A força física era roubada, como um larapio de praia. A energia neutraliza, semelhante a uma noite de prazer. E, a força de vontade posta à prova, mas no final inútil igual uma criança perdida de seus pais.


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6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!
Assim que finalizei minha criação, eram muitos detalhes formosos, mas consegui focar mais em seu corpo e pude projetar uma criação bem parecida com o seu esplendoroso corpo. Era um biotipo digno de se ter orgulho, e, acho que por isso, ela não ligou muito com a brincadeira e até se apoiou em minha criação mavalvilhosa, VITATA! O Thork, meu parceiro, logo se aproximou de mim e me deu os devidos parabéns dessa vez. Admito que até então, minhas criações de rostos ainda estavam meio complicadas, mas focando detalhadamente em partes mais específicas, consigo fazer um excepcional trabalho. - Obrigado, cara de abacaxi, VITATATA! E tu sabe que a tendência é só melhorar. - Sorri levemente, eventualmente concordando e apoiando a ideia de que eu havia feito um bom trabalho.

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Chegava até a ser meio estranho o quão de boa a capitã havia ficado com minha boba tentativa de retratar suas partes que mais chamavam a atenção de homens como o Thork, mas ela parecia estar bem de boa com isso e logo soltou no ar sobre o tal banho ser coletivo e misturado, o que até chegava a ser meio estranho, pois homens e mulheres não deveriam se banhar em lugares separados? VITATA, acho que esse meu mano xavecador vai fazer a festa em cima da Val e, talvez de mais mulheres, não sei bem, VITATATA! - Analisei com leveza.

A capitã logo começou a me fornecer algumas hábeis dicas sobre minhas próximas criações, e, de fato, eu não conhecia muito bem o corpo feminino para tentar criar com tamanha maestria. Mas pelo básico já deu para executar um bom trabalho. - Entendo, Capitã. E, de fato, preciso mesmo aprender mais sobre a arte dos biscoitos, pois, desse modo, terei muito mais maestria em cada uma de minhas criações… mas, ppr enquanto, continuarei a focar mais e mais nos detalhes e na precisão de minhas criações. Muito obrigado! - Destaquei.

De toda forma, a Capitã não perdurou e prontamente nos convidou para segui-la, afinal, ela parecia ter uma boa experiência pelas redondezas e parecia conhecer bem a maioria dos lugares, se não todos os que frequentamos, VITATATA! - Opa, vamos nessa. - Entonei com cordialidade e empatia, afinal, apesar de ser um excelente lazer tomar um banho caloroso dentro de formidáveis águas termais. A seguiria com afinco, pois, queria chegar nesse lugar já com dois objetivos, três na verdade: Frequentar águas calorosas é bom em qualquer circunstância, poder avaliar melhor o meu afinco de akumado com a água e… ainda poder aprender mais sobre o corpo feminino. - Pensei.

Enquanto pensei na possibilidade de observar e aprender um pouco mais sobre o corpo feminino, até devo ter ficado meio corado, e, ppr isso até tentei não ser muito notado, e, caso as enfermeiras massagistas ainda estivessem por ali: - O-obrigado, belas senhoritas. Fizeram um bom trabalho. Sinto meus músculos novos em folha, VITATATA! - Deixaria minha colossal marreta com sua cabeça virada para o chão e flexionaria bem o meu troco e ambos os braços de um lado para o outro para ter certeza daquele bom trabalho. Ao fim, apenas acenaria para elas e aceleraria um pouco meus passos para acompanhar a capitã.

E, em pouco, meu parceiro logo comentou comigo sobre essa questão do domínio da akuma no mi: - Obrigado, mano! Mas irei sim tomar bem mais cuidado com minhas criações, VITATATA! Mas tamo junto! - O responderia com afinco e parceria. E, ele também pôde complementer com o fato de que agora não teríamos mais problema com fome, VITATA. - Caralho, tu tem razão, VITATATATATA! - Eu ainda não havia nem parado para pensar nisso, e até seria útil para, quem sabe, algum tratamento médico, pois, agora eu ainda era uma fonte pura de glicose.

De antemão, o lanceiro se comunicava com a nossa superior a respeito de qual seria o nosso próximo destino. Até concordava, já havíamos desbravado boa parte dos problemas dessa ilha, mas agora não teríamos condições de tentar alguma coisa contra aquele Klaus, pois, agora, o mesmo já estava em um patamar problemático, de modo que se entrássemos em guerra com ela, estaríamos também contra a ilha. Apesar de eu considerar um desafio palpável, ainda quero ir com calma e dominar melhor minhas habilidades, afinal, comi a fruta agora e também estou no início do domínio do busou.

De qualquer forma, o aprendizado ainda era uma de minhas prioridades, e de encontro com o supracitado espaço termal, eu estava bem empolgado, mas sempre com aquele minucioso cuidado. - Ei, Val, o que acontece quando os akumados entram em contato com a água, para ser mais exato? - Afinal, eu era bem cuidadoso e queria tomar bastante cuidado, agora com a água. Isso até que um abacaxi voador surge feiti um idiota saltando e se jogando para a frente como uma bola de canhão. - Ele é idiota? - Soltaria esse questionamento no ar, mas por dentro era interessante para poder avaliar o que aconteceria quando ele caisse dentro d'água.

Colocaria a mão no queixo, para melhor avaliar a situação com um melhor empenho, afinal, estava vendo a situação de forma prática, e não tinha nem muita certeza se a capitã me daria uma explicação depois desse idiota logo fornecer uma explicação prática. Mas permaneceria bem atento para melhor entender toda a situação. Caso não fosse nada demais, faria questão de logo retirar meu uniforme da marinha e perguntar à capitã: - Err.. com licença, para entrar aqui, eu preciso estar de roupas? VITATATA! Qualquer coisa, é culpa do Thork. - Logo tiraria minhas roupas e tentaria entrar pelado com todo o cuidado na água, depois de avaliar a situação que havia acontecido com o meu mano, VITATA.


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Thor havia citado o reino de Krishi e com isso Valvatore comentaria - Là é um lugar complicado, há um conflito de interesses entre a população e o governo e em meio a isso muitos oportunistas encontram espaço pra fazer merda. É um lugar que seriam preciso mais do que só músculos para mudar. Dito isso você tem interesse? Ela perguntou e então suspirou fundo, sobre toda a situação de Dragora - Aqui é um local onde nossa autoridade é limitada, então o que esta acontecendo é um assunto interno ao qual parece ter aceitação do próprio povo, seria diferente se estivesse se erguendo um tirano mas… Certamente há gente acompanhando mais de perto para ver os próximos passos tomados pelo possível novo regente. Ela comentou vendo que havia pouco que pudessem fazer naquela ilha e isso os levou até as termas.

Sua estrutura exterior tinha uma construção de bambus, enquanto o chão era feito de uma rocha áspera que permitia com que andassem sem o risco de escorregar ainda que estivessem molhados, aquela era uma casa de banho misto, então haviam outras mulheres, também alguns homens e até famílias em diferentes cantos daquele espaço que era enorme, apesar de ser um banho misto não passava um sentimento diferente só por todos estarem sem suas vestes.

- Com a água? O mesmo que com qualquer liquido, se você deixar cobrir mais do que a metade de seu corpo você se sentirá incapaz e poderá se afogar, no entanto se você estiver em um lugar em que possa manter a cabeça fora da água e consiga se erguer, você não ira ter problemas além de sentir uma moleza imensa. Ela comentou e parece que Thor não perdeu tempo logo se jogando peladão em uma bolha de canhão que levantou água quente levando de forma inconveniente a espalhar, as termas eram fundas o suficiente para que eles pudessem relaxar mas não se afogar e com isso, Thor sentiria uma sensação desesperadora por um segundo até que pudesse ver que não estava totalmente vulnerável assim, seu corpo, seus músculos pareciam relaxar enquanto a força lhe abandonou completamente, talvez até precisasse de ajuda pra ir pra um lugar um pouco mais raso.

- Pegue uma toalha caso não se sinta confortável, é bom para depois de sair também. Ela teria dito já pegando sua toalha e deixando suas roupas em um armário, andando com seu escultural corpo como se nada a incomodasse no mundo até que mergulhasse nas termas, deixando apenas a cabeça de fora. É desnecessáriod izer que mesmo em um lugar como aquele um corpo como aquele chamava atenção mas, fugia de ser um corpo apenas bonito, haviam cicatrizes e marcas de batalhas espalhadas por todo seu corpo, sem que isso lhe tirasse o charme, era um corpo que carregava uma longa história de batalhas.

Relaxando um pouco por lá os marinheiros sentiriam-se cada vez mais renovados, como se rejuvenescecem, as dores e feridas deixariam de doer, suas articulações pareciam abençoa-los pelo cuidado.




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6º Capítulo: Gigantes versus Dragões!
Em meio à breve explicação da capitã, eu já podia me sentir mais seguro quanto aos tais problemas com a água. Até então até permanecia meio tenso, pelo simples fato de que a água, depois que aprendi a nadar com o meu mano, me era bem útil, mas chegava a ser bem estranho agora ter de tomar cuidado com ela. Mas, de qualquer modo, como imponentes seres grandiosos, não acho que essa aguinha vá causar algum problema, tanto para mim quanto para o meu mano, VITATATA! - Analisei.

Não demorei para logo fazer questão de tirar minhas roupas e me sentir livre como vim ao mundo, deixando à mostra todos os meus volumosos músculos. Peguei minhas roupas e procuraria um lugar ideal para deixá-las em segurança, afinal, depois de aproveitar demasiadamente aquele caloroso banho, eu teria planos de me vestir novamente. A graciosa capitã não demorou para logo sugerir que pegássemos toalhas. - Ah, claro, VITATATA. - Logo fiz questão de me virar e procurar duas toalhas no devido espaço o qual ela havia mencionado. Uma seria para mim, e a outra eu jogaria para perto do Thork, de modo que bastaria esticar um de seus braços para alcançar fora das águas termais.

Mas assim que pude virar bem e apreciar com clareza o que estava acontecendo, logo pude visualizar a capitã, completamente desnuda, com aquele ser charmoso e radiante corpo completamente à mostra. Haviam marcas de batalha eventuais à quem tem um longo histórico de confronto contra o mal. Era fabuloso. E, eu até precisava tomar muito cuidado para não acabar ficando empolgado demais, afinal, aquele momento agora me marcaria como a primeira mulher nua que eu havia presenciado em minha vida. Com esse sentido, era óbvio que meus hormônios poderiam acabar se empolgando demais, então faria questão de me jogar na água às pressas para tentar evitar quakquer tipo de constrangimento à parte, VITATA.

No imediato momento em que me lancei contra o âmbito em questão, estava claro de que a água parecia adormecer parcialmente a parte do meu corpo que entrara em contato com esse espaço aquoso. Faria questão de tentar, deixar apenas a cabeça para fora da água, onde teria plena satisfação em conseguir respirar e acalmar qualquer possibilidade de medo e afogamento.

Apesar da água parecer algo medonho para os akumados, naquelas calorosas termas eu podia fechar meus olhos e sentir aquelas calorosas águas aquecer e trabquilizar o meu belo corpo. A água, nesse caso, parecia me abraçar e me garantir a tranquilidade necessária. - Ah… esse lugar é tão relaxante. - Soltaria, mas tentando não deixar muito claro que essa era a primeira vez também em que eu tranquilizava o meu corpo em águas termais. - Então, capitã, você já frequentou muitos espaço termais assim? Cara, isso é bom demais… mal dá para reparar que a agua parece deixar meus pés dormentes, VITATA. - Falaria em um riso bobo.

Mas logo faria questão de me virar para o meu mano lanceiro para checar se estava tudo ok com ele, VITATA. - E aí, meu mano Thorkastelo! Tudo certo? Quando que tu vai bolar umas aguas termais aí no teu reino, VITATATA! Seria legal se no teu castelo a água não nos deixasse fracos, VITATA. - Diria em meio à brincadeira, mas com um leve fundo de verdade. Não sabia se no Castelo de um dele poderia haver uma piscina ou água que acabasse não nos afetando, enfim, não custava nada falar, VITATA.

Mas logo faria questão de colocar um assunto mais palpável na mesa, quis dizer, piscina: - Então, gente, me desculpa, acho que andei meio desligado desde que comi essa fruta, VITATATA! Ouvi que vocês falaram de um reino… é para onde nós vamos? Desculpa mas gostaria de entender as ferramentas o qual orei macetar, VITATATA! - Talvez, de fato, eu tivesse ficado emocionado demais com a tal akuma no mi que acabei não focando muito nos importantes assuntos que me norteavam. Mas, nesse caso, faria questão de dar a devida atenção necessária para ouvir bem às explicações e melhor entender para onde iríamos.


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Histórico:



Objetivos:



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Vitaminado Pippão


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Narração
Pensamento
Fala

Blindao
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Créditos :
47
Localização :
Segunda Rota ~ Dragora
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Blindao
Sargento
Tenente
Thorkell
A Fortaleza Bélica
物語
“Nenhuma lâmina pode destruir minha fortaleza!”
Aquele súbito momento, semelhante o da morte que muito enfrentei durante o longo de minha vida, desaparecia em uma fração de segundos. O corpo havia relaxado de tal forma que se quer me importaria com outra coisa, exceto apreciar o belo corpo de Valvatore. ~ Hoo... e ainda dizem que obra de arte só pode ser apreciada em uma tela, mas vejam só... estou vendo em carne e osso. Diria com uma expressão desinibida e uma voz galanteadora. ~ As cicatrizes apenas decoram e enfatizam sua gloriosa força conquistada, capitã. Proferia enquanto encostava na borda da terma e apoiaria os cotovelos despojadamente.

Olhava para o teto do local enquanto ouvia Pippos falar sobre o prazer que as águas proporcionavam, logo então falaria. ~ Bah! Me sinto novo em folho. Talvez eu criei um lugar assim dentro de minha fortaleza, um local com termas e que sirva para relaxar... Foi então que eu arregalaria os olhos e olharia para Valvatore. ~Huh?! Mas que tanso que eu sou!!! Já estava esquecendo das pessoas dentro da fortaleza... Thorororororororo! Riria no final, já que, estava relaxado e descansado que o problema era algo muito superficial para maior preocupação.

Antes que pudesse conferir como estava o pessoal dentro da fortaleza, Pippos puxaria papo comigo. “Thorkastelo? Pourra de apelido é esse?” Pensava comigo mesmo por alguns segundos, logo esquecendo devido o grande deleito que as termas proporcionavam. ~ Diz aí, cabeça de rabanete. Estalava o pescoço e em seguida direcionava as pupilas em direção ao garoto.

Pippos havia comentando sobre a ideia de criar as termas dentro da fortaleza, o que momentos atrás teria proferido. ~ Hah! Tá em andamento, mas isso é algo mais complexo de fazer. Preciso de tempo e concentração para desenvolver isto, mas farei sim! Afinal de contas, um rei precisa de um lugar digno para um repouso. Thorororororo! Gargalharia amistosamente enquanto relaxaria mais, quase pegando no sono se perdesse o foco.

Retornaria a falar com Valvatore referente a pergunta antes dela, sobre meu interesse de ir para Krishi. ~ Então o reino de Krishi ainda continua a mesma coisa, hein?! Heh! Quem diria. Expressaria um rosto curioso ao tempo que continuaria falando. ~ Mas respondendo a sua pergunta, capitã, é um lugar que detém um Q.G. da marinha. Pode ser um lugar propicio para deixarmos os supernovas, bom... pelo menos um deles, já que o outro está morto. Comentaria sobre os piratas. Afinal, um deles ainda estava preso. ~ Talvez possamos fazer algo em relação aquele reino, senão me engano há uma princesa que ficou a cargo de suceder seu pai que desapareceu misteriosamente. Ponderaria de forma sábia, já que, conhecia o bom relacionamento entre o governo e o reino de Krishi. ~ Afinal de contas... existe algo lá que o governo prezava demasiadamente e isso é: urtiga de leite. Proferia de forma persuasiva para a capitã enquanto desfrutava daquele prazeroso calor provido das águas.

~ Uma jovem adolescente e inexperiente mulher no trono mais cobiçado do reino. Hah! Chega ser óbvio o quão usada ela deve estar sendo pelos políticos. Abordaria o assunto, pois, isso era algo que realmente me aborrecia. ~ Mas como você mesmo falou, Valvatore, apenas músculos não resolveram tudo. Neste momento ergueria o braço e faria uma pose máscula enrijecendo o Bíceps. ~ Contudo... isso não significa que não possam servir para algo, não concorda comigo?! Thororororororo! Expressaria um rosto animado e determinado. ~ Até porque, e isso fique bem claro agora entre nós... garoto! As palavras agora seriam ditas para Vitaminado. ~ Se desejamos subir de patente, mostrar nosso verdadeiro valor e ganhar mais mérito... coisas pequenas não adiantaram de nada! Frisaria as palavras com convicção e obstinação.

Realizaria uma pequena pausa, até retornar a falar outra vez. ~ Não me entenda errada, pois, ajudar em coisas pequenas tem seu valor. No entanto, nosso potencial seria apenas desperdiçado em tais missões. Nós temos grandeza, poder e vontade para desbravar missões muito mais difíceis. Então olharia para Valvatore e questionaria ela de forma amigável. ~ A pergunta é... o governo ainda não se meteu lá porque está ganhando algo com isso?! Ou estão sendo bloqueados por forças internas?! Eis a questão. O que você acha, capitã? Perguntaria de forma sagaz. Apesar de meu extrovertido humor e avantajado físico muitas vezes não mostrarem esse lado virtuoso, por trás dele havia uma mente astuta e bastante vivida.


"Nunca confunda meu silêncio com ignorância, Minha calma com aceitação ou Minha bondade com fraqueza."
傷物語
Marinheiro



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