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Achiles
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Relembrando a primeira mensagem :

II - Today, We continue our lives together under the same roof

Aqui ocorrerá a aventura das Marinheiras Rael Kronin & Luciferanna Von Brilliant. A qual não possui narrador definido.

Shiori
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Dueto - Marinheiros



As duas moças faziam o bom aquecimento, e se divertiam por ali, era um resultado bom por parte das duas, que aproveitavam a corrida, e no fim, confirmavam que realmente era o Rokushiki que elas queriam.-Muito bem, vamos para a explicação então. O Rankyaku é um chute que usa força e precisão para mover o ar à sua frente, fazendo uma lâmina de vento.- e mais uma vez ela demonstrava seu uso, disparando o corte de vento o mais rápido possível dessa vez em direção aos céus, e até mesmo dispersava algumas nuvens.

Então ela voltava a explicar como seria o treino, de modo que ela começava a falar sobre como deslocar o vento, e para isso o processo seria igualmente árduo, ela se colocou à frente de tudo ali respirando profundamente e falando.-Muito bem, o treino vai consistir no seguinte, irei primeiro repassar a parte técnica do chute, mostrando as bases e melhores posturas, e depois vamos melhorar sua velocidade, força e precisão dele. A velocidade precisa ser grande e seus chutes precisam “tocar o ar” para deslocar ele, como se fosse uma lamina.- então ela pegou sua garrafinha de água, dando dois belos goles, ainda estava geladinha.

A tenente parecia bastante empolgada com o treinamento por vir, e não era à toa é claro, ela tinha boas razões para tal, e elas não se resumiam apenas ao treino, se tratava da missão, ela sabia que estava chegando e aquilo deixava ela pensativa e cuidadosa, mas também animada, afinal essa foi a vida que ela escolheu para si. -Querem um pouco de agua?- Se alguma delas aceitasse, entregaria a garrafinha, se não beberia o resto por si mesma, apenas para poder fazer a última preparação antes de começarem.

Então terminando com a água, ela voltaria a fazer o último questionamento.-Alguma dúvida? Todos prontos?- diria e esperaria todas as perguntas até que terminassem todas, e no final após as respostas diria.-Muito bem, vamos começar então.- diria esticando o corpo para só então iniciarem tudo, e era aí que todo o aprendizado daquela nova técnica poderia acontecer.

Histórico:


Legenda:


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Garota Cavalo
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Ken no Yuusha



Finalmente era dado o início do treino, e por mais que eu já tivesse visto a técnica antes, era impressionante ver as habilidades da Tenente, chegando a cortar até mesmo os céus, sua grandeza pra mim ainda era imensurável aos meus olhos, me perguntei naquele momento o quanto tempo ela teve que dedicar para chegar em tal nível.


A explicação parecia simples, assim como o aparentemente cronograma, se comparado ao treinamento do Tekai, tudo parecia simples demais, assim como a corrida no pátio, certamente uma armadilha de dor e sofrimento!


Eu aceito um pouquinho — aceitava a garrafa d’água da Tenente e dava apenas dois goles direto da boca, se exercitar com a barriga cheia de líquido é a fórmula para o fracasso, sabia bem disso por experiência própria — Obrigada — após tomar, devolveria o item ou então o passaria à Lucy caso ela também queira.


Eram os últimos momentos antes de começar, e embora eu tivesse muitas dúvidas, em especial na parte de tocar o ar, o conceito me parecia tão estranho dentro da minha cabeça que não sabia nem como elaborar direito, no fim optei por aprender tudo na prática — Nenhuma dúvida da minha parte, por mim podemos começar!

[Início do Treino Rokushiki - Rankyaku]


A primeira coisa que fizemos no início do primeiro dia de treino, foi colocar pesos de quinhentos quilos em cada perna… Eu sabia! Eu sabia que não poderia ser tão simples e tranquilo como pensei. De início fiquei espantada e me arrastando com o peso, mas depois de me movimentar por um tempo percebi que eu já havia chegado ao nível de carregar aquilo sem muitos problemas. Mas aquilo era só o adicional é claro, o treino mesmo vinha logo em seguida.


Naquela manhã, a Tenente Kat nos ajudou nas formas e posições que compõem um bom rankyaku. Chute alto, circular, rasteira, descendente, ascendente… Como nem eu ou Lucy éramos artistas marciais, pegar a postura certinha foi penosa no começa, em especial com aqueles pesos enormes me tirando o equilíbrio.


O mais difícil de tudo não era iniciar o chute, e sim encerrar o movimento na pose parada e sem cair. Mas com o passar das horas fui pegando o jeito, em especial quando relacionei aquilo com nada mais do que uma dança, tudo o que eu precisava fazer era manter o ritmo do movimento e deixar o próprio peso do meu corpo fluir até o balanço perfeito, no fim não era muito diferente do balé, com giros e movimentos de perna.


Mesmo no almoço o treino continuou, e mais uma vez não me era permitido comer sentada, já fazia quanto tempo que eu não tinha um almoço pacífico? Nem consigo mais lembrar…


Mas foi na tarde daquele dia que demos prosseguimento àquelas posições, dessa vez adicionando o treino de precisão. Com correntes amarradas nos pés, tive que executar os mesmos chutes de antes mas dessa vez tentando acertar os alvos com as correntes, a Tenente explicava que aquilo simulava a trajetória da lâmina de ar gerada pelo golpe, e que era perfeito para praticar nossa mira enquanto ainda estávamos aprendendo as bases e a como formar um Rankyaku.


A volta para o quarto era, como de costume, comigo e Lucy se apoiando uma na outra para não cair, mesmo que o treino do primeiro dia aparente mais simples, depois de centenas e milhares de repetições com aqueles pesos nos tornozelos uma hora cansa, e essa hora já havia passado a muito tempo. Não me era permitido remover os pesos ainda, tive que banhar e dormir com eles, faziam parte de mim.

[...]


No segundo dia as doze voltas do pátio haviam mudado para doze voltas ao redor do Porto. Na parte da manhã, o treino foi voltado em gerar a velocidade e potência necessária, ainda com os pesos equipados… A Tenente trouxe um livro enorme que continha os regulamentos da Marinha, e me disse para só parar quando tivesse passado todas as páginas do livro só com o vento dos meus chutes, e isso incluindo a capa! Foi puxado e cruel, mas depois de muito empenho havia conseguido o feito a tempo da pausa para o almoço.


Na parte da tarde fui levada até a praia e mais uma vez um desafio absurdo era posto em minha frente, quebrar uma das ondas apenas com a potência do meu chute. Era difícil não só pelo objetivo ridículo, mas minhas pernas já estavam cansadas pelo treino matinal, e junto aos pesos nos pés agora havia o peso do mar. Quando a noite caiu e a Lua já estava bem alta, eu ainda não havia tido sucesso, fui dormir muito frustrada naquela noite.

[...]


No terceiro dia acordei mais cedo, vi o Sol nascendo no horizonte do mar enquanto tentava quebrar suas ondas à chutes, praticava antes mesmo do treino começar para compensar a falha do dia anterior, e aquilo de fato valia a pena, pois uma vez descansada eu finalmente concluía a tarefa, e apareci toda molhada e sorridente para o café da manhã.


Por fim as doze voltas no Porto se tornaram doze voltas ao redor da cidade, e aquilo me tomava quase a manhã toda, embora não fosse tão puxado quando as outras sessões do treino, apenas demandava tempo.


Na última etapa do treino, a Tenente me guiou até fora da cidade, num lugar com rochas circulares enormes! Do tamanho de umas duas Raels, e então finalmente instruiu a tirar os pesos. Depois de dois dias e meio com aquilo, a felicidade com a sensação de liberdade era imensa, tão exagerada como meus próprios movimentos, que agora pareciam infinitamente mais leves, mesmo meus saltos agora chegavam a passar as rochas com facilidade.


E então o teste final: Cortar uma daquelas rochas inteira ao meio. Mais uma vez, ficava nervosa se conseguiria ou não, e mais uma vez, não tinha escolha senão confiar no meu trabalho duro e treinamento.


As primeiras tentativas foram falhas, meus chutes até então muito mais potentes até geraram uma fina lâmina de ar, mas não forte o bastante para um corte daquele nível, e provavelmente não o bastante para causar danos em um alvo real.
Depois de muitas tentativas tomava um tempo para pensar na minha abordagem, não podia me dar ao luxo de ficar frustrada e começar a fazer de qualquer jeito, o terceiro dia era o último, não podia deixar para mais um treinamento matinal especial.


Me lembrava dos ensinamentos da Tenente, a postura certa, a precisão, força, velocidade, e então me lembrava sobre o que me foi dito antes mesmo de começar o treino, de que as técnicas de Rokushiki se complementam, ficando cada vez mais fácil de aprendê-las quanto mais técnicas se conhece. Foi quando me lembrei do Tekkai, comecei a sentir meus músculos, e a pensar quais eu deveria contrair e quais eu deveria ignorar para não atrapalhar o movimento.


Mais uma uma última tentativa, preparava para colocar tudo que estava na minha em execução, respirando fundo e imaginando a pedra sendo cortada, por fim executava a técnica com uma ótima sensação, e ao abrir os olhos para verificar…




Bem na minha frente estava a pedra cortada ao meio, eu havia sucedido no treinamento, finalmente aprendi o Rankyaku.
Scylla
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Twin Souls




Eu apanhava a garrafinha de água no modo automático tomando um longo gole bem devagar tendo minha atenção totalmente focada nas nuvens repartidas. — As pernas da Tenente são poderosas… — Refletia abismada com a façanha, era impossível não ficar pensando se em algum momento eu também alcançaria tal nível de potência, depois disso eu devolvia a garrafinha apesar de ainda estar olhando fixamente para o céu.

Início do Aprendizado: Rankyaku.


Primeiro dia: Manhã.

A Tenente trouxe dois pesos cada cada um deles tendo mais de cem quilos e eu tive de prendê-los nas pernas, antes de qualquer outra coisa a superiora dizia que eu precisaria fortalecer toda a musculatura na região inferior do corpo, porém eu nem conseguia andar com todo aquele peso e levantar as pernas se tornava uma tarefa exageradamente tortuosa.


Imitar as posições de chute na verdade foi bem fácil, mesmo sem ter prática, pois bastava observar a Tenente fazendo na primeira vez que eu acabava decorando e conseguia replicar. Entretanto a parte de chutar foi a própria definição de sofrimento, a superiora me obrigava a fazer cada movimento beeeem devagarinho, pois dessa forma eu iria sentir e exercitar todos os músculos das pernas, além do que eu precisava usar toda a minha força e concentração para conseguir simular os chutes sem perder o equilíbrio, porém mesmo assim vez ou outra eu acabava de bunda no chão.


Após o almoço o treino de fortificação muscular prosseguia a todo vapor, além de eu ter que imitar os movimentos dos chutes devagarinho a Tenente também passava uma série de exercícios, incluindo agachamentos, simular os movimentos de leg press comigo deitada na grama, tive também de abrir e fechar as coxas enquanto estava sentada num toco de madeira, depois o ciclo de chutes se repetia.


Quando o primeiro dia chegava ao fim eu quase retornei ao quarto plantando bananeira pois mal sentia a parte debaixo do corpo. — A Tenente foi a primeira que me deixou com as pernas bambas desse jeito… — Comentava enquanto ia praticamente me arrastando até o quarto estando prestes a desmantelar em cima de Rael.

Primeiro dia: Noite.

— A Chefa só pode ser uma Diaba sádica… Não existe outra explicação para esses treinamentos malucos… — Protestava contra todo o cansaço comigo deitada na cama com as pernas latejando de dor, e as bolsas térmicas que eu usava para acelerar a recuperação pareciam inúteis.

Segundo dia: Manhã.

Nenhum treinamento é tão pesado a ponto de não poder ficar ainda mais difícil, foi no segundo dia que eu tive essa epifania, a Tenente trazia pesos com o dobro de quilos para serem presos nas minhas pernas, e com eles eu tive de fazer as doze voltas ao redor do porto.


Sem ter nenhum segundo de descanso os treinos de chute logo começavam, eu finalmente começava treinar para de fato golpear com os pés, chutes alto, médio, baixo, frontal, cada um deles repetidos centenas de vezes comigo tendo de usar toda a força do corpo a fim de ter um resultado minimamente aceitável no quesito gerar poder de impacto com os chutes.


Por diversas vezes naquele dia a desistência se tornou uma opção real, porém a Tenente havia me privado de tal luxo e ficava em cima de mim, gritando, me mandando continuar, sem dar nenhuma trégua a ruiva me fazia treinar até o limite do corpo, a queimação junto com a dor nas coxas era tão intensa a ponto de eu esquecer que a palavra desistir existia, mas quando o treino de chutes se encerrou eu simplesmente caí de costas na grama sem nem sentir as pernas tremendo de exaustão.

Segundo dia: Noite

A boa notícia era que eu podia remover os pesos para dormir, pois isso me ajudava na recuperação dos músculos doloridos afinal eu não tinha a resistência da Raelzinha, porém a notícia ruim é que eu usava ainda mais bolsas térmicas porém a ineficácia delas parecia ter aumentado. — No mínimo esse treino tem que deixar nós duas bem gostosas e saradas. — Comentava com a marinheira de cabelos azuis tentando ser um pouco otimista com o treino, pois eu iria surtar se ficasse apenas focada na dor.

Terceiro dia: Manhã.

Deixa-me adivinhar, você espera que hoje a Tenente fosse triplicar os meus pesos em relação ao primeiro dia e depois eu teria de realizar a corrida matinal? Na verdade, foi exatamente isso que aconteceu… Entretanto eu tinha um prazo limite, duas horas para terminar as doze voltas, o objetivo desde o primeiro dia era treinar intensamente o meu corpo até limite, e ninguém melhor do que a Tenente poderia fazer isso.


Na última etapa do treino eu praticava a arte de deslocar as massas de ar com os chutes, as posições, a parte teórica e questões de técnica eu não tinha problema para dominar, as primeiras lâminas de ar foram arremessadas mais cedo do que eu esperava, entretanto faltava potência.


Ainda com os pesos nas pernas eu precisava repetir, repetir e repetir os chutes até que gradativamente as lâminas fracas e finas de ar ficavam um pouco menos finas e fracas, porém no máximo elas arranhavam as pedras que eu usava como objeto de treino, e assim muitas outras repetições ocorriam, comigo tendo de chutar cada vez mais forte para empurrar o ar, até ser capaz de fazer um corte superficial no pedregulho.


Foi somente após o primeiro pequeno sucesso que a Tenente me permitiu tirar os pesos, e bom, eu meio que não sentia as pernas pois elas estavam incrivelmente leves, teoricamente agora eu iria conseguir gerar uma explosão de força ao chutar e por consequência seria capaz de disparar o rankyaku com uma potência satisfatória de destruição, mas não foi bem assim… Pelo menos até que eu me acostumei a chutar sem os pesos, e depois de alguns ajustes na força e postura dos chutes as primeiras lâminas de ar afiadas realmente eficazes começaram a fluir, por fim eu fazia algumas correções na precisão, e todo meu esforço nos últimos três dias havia sido recompensado com o domínio do rokushiki.

Fim do aprendizado



Eu ofegava com o corpo todo avermelhado e ensopado de suor. — Eu daria qualquer coisa por uma massagem nas pernas agora. — A exaustão fazia minhas pernas tremelicarem, sentia também as coxas ardendo e latejando por causa dos três últimos dias de treinamento super pesado. — Mas nós arrasamos! — Apesar de toda a aflição eu abria um enorme sorriso para a Rael, comigo estando extremamente satisfeita e orgulhosa do nosso sucesso.


Shiori
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Dueto - Marinheiros



Os dias de treinamento eram pesados para as duas, elas passavam por desafios imensuráveis, os pesos nas pernas, o esforço repetitivo, realmente acabava com elas, dia após dia, comer, treinar, comer mais e dormir. E no outro dia continuar com o cansaço que havia sido acumulado pelos treinos, era de um estresse muscular tamanho, mas a mulher sabia que aquele era o jeito certo.

Esse era um dos poucos atalhos para atingir tamanha capacidade, então mesmo com todas as dificuldades elas resistiram, chegando ao final prontas para continuar o serviço, realmente estava tudo correndo bem. -Muito bom, vocês conseguiram, dominar o que era necessário pra aprender o Rankyaku, agora com essas duas técnicas estão preparadas pra missão.-  então ela se aproximava das duas, que estavam claramente cansadas, e afagava a cabeça delas, como se fosse ali uma forma de demonstrar um certo afeto ou cuidado.

Era difícil dizer o por que, talvez considerassem elas pupilas, ou talvez ela simplesmente soubesse que depois de um treino cansativo isso poderia ajudar.-Venham comigo pra a sala de descanso.- então ela levava as duas pra um lugar que ela tinha anteriormente preparado, haviam toalhas ali, e a sala parecia reservada com duas camas macias bem altas, provavelmente era algo que ela tinha planejado para como um presente pra elas, algo que ela pensou por conta da casa de banho.

Ela então pegava o que pareciam alguns óleos, provavelmente algo para massagens, que deveria ajudar em todo o processo em questão.-Podem colocar a toalha e deitar ali se quiserem, vou fazer um processo de relaxamento muscular, que pode ajudar vocês na hipertrofia, podem deitar e relaxar.- disse bem tranquila e sorridente, parecia ter todo um plano traçado para elas, duas, a tenente saia da sala, momentaneamente deixando elas duas ali.

Ela voltava vestindo uma roupa bonita, de enfermeira, uma saia bem curta, a roupa toda branca colada, por que? Bom não da pra saber o que se passa na cabeça dela, mas certamente era a maneira dela querer ajudar, ela estava usando um óculos e tinha um caderninho que ela pressionava contra a barriga levemente nesse instante algo que ela se livrava pondo na bancada.-Estão prontas moças?- disse pegando o oleo que estava com ela por ali.

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Ken no Yuusha



Gishishishi… Né?! — Respondia Lucy com um sorriso, concordando com ela e contente com o nosso sucesso. Feito este que era elogiado pela Tenente, o fato de nós duas estarmos qualificadas para a missão significava que continuaremos juntas por mais um tempo, e eu espero que isso dure por um bom tempo.


Depois de ter a cabeça afagada, assim que o toque da Tenente se afastava, eu levava ambas as mãos até o topo da cabeça, talvez fosse por nunca ter recebido esse tipo de cumprimento antes, me deixava um pouquinho nervosa e corada — Okay! — afirmava em seguir a Tenente, mas antes me aproximava de Lucy, puxando um dos braços dela apoiando no meu ombro, e enquanto segurava suas costas com uma mão, me abaixava e pegava ambas as suas pernas com o braço livre, a carregando de volta ao QG.


Eu não sei fazer massagem mas se você estiver cansada eu posso pelo menos te carregar de volta — Dizia com um sorriso enquanto já seguia a Tenente, insistindo em levar ela — Tudo bem eu não estou tão exausta assim, ainda me sinto meio leve por tirar os pesos — na verdade minhas pernas já estavam bambas de cansadas, mas tentava disfarçar isso dando umas passadas mais ligeiras.

[...]


Chegando na sala soltaria Lucy, olhando ao redor enquanto ouvia as palavras da Tenente sem entender muito bem o que ela queria dizer. Ao ficar a sós com Lucy por um breve instante, me aproximei de uma das camas pegando uma toalha — Colocar? — botava o pano por cima dos ombros como se fosse uma capa — não deve ser assim né? Gishishishi — era só brincadeira, logo em seguida tirava minhas roupas, as dobrando e colocando num cantinho depois de enrolar o corpo com a toalha.


Sentava na cama esperando a Tenente entrar com seu… com seu visual novo… Meu rosto ruborizou um pouco, a Tenente realmente é muito bonita ao ponto de deixar qualquer pessoa nervosa — Essa roupa combina bastante com a Tenente, eu gosto — elogiava meio que sem pensar e sem filtro.


Por fim me deitava na cama para que pudesse receber nossa recompensa, ao ser perguntada se eu estava pronta, por algum motivo meu coração pulou uma batida e bateu um nervosismozinho — Sim, pro… pronta…
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Ao receber os afagos da Tenente eu juntava as mãos em frente ao corpo. — Não iremos desapontá-la. — A superiora havia dedicado tanto tempo e esforço para nos ensinar aquelas técnicas então eu acabava me sentindo na obrigação de me esforçar ao máximo para completar a missão que está por vir. E bom, o carinho no cabelo era tão gostosinho, não pela sensação física, mas com o cafuné eu entendia que havia conseguido atender as expectativas da Tenente e graças a isso eu estava sendo recompensada por ser uma boa garota, eu não ficaria surpresa se começasse a ronronar de felicidade.


Eu estava prestes a acompanhar nossa Tenente quando der repente meus pezinhos não mais tocavam o solo. — Kya! — O gritinho agudo escapava no momento em que senti o friozinho na barriga ao ter sido erguida do chão sem nenhum aviso. — O-obri-obrigada…— Meu rostinho ficava quente comigo mal conseguindo encarar Rael diretamente em seus olhos. — É muito amável da sua parte… — A voz fraquejar era inevitável e o mesmo se aplicava ao coração batendo enlouquecido dentro do peito, eu havia adorado como Rael havia apanhando as rédeas da situação quase que literalmente, novamente ela me transmitia tanta confiança e se antes minhas pernas estavam bambas agora elas não tinham força nenhuma. — Estou entregue em suas mãos. — Me rendia ao argumento firme da marinheira, comigo entrelaçando os dedos da mãos após envolver os ombros de Rael em, então só tive a preocupação de aconchegar-me nos braços dela ficando com a cabeça apoiada em seu ombro.


Chegando na sala de repouso involuntariamente eu apertava o ombro de Rael com um pouquinho de força pois já estava bem confortável ficar no colo dela. Apesar de estar meio manhosa eu descia sem muita pressa, e ainda com os braços ao redor de Rael eu a fitava pensando numa forma de agradecer, então eu me inclinaria depositando um beijinho rápido na bochecha da marinheira, comigo recuando alguns passos logo após a demonstração de afeto. E sem dizer nada eu apenas sorria com o olhar verdejante repleto de gratidão.


Como uma obediente soldado eu imediatamente acatava a ordem da Tenente. — Sim senhora! — Dizia cheia de energia enquanto prestava uma continência ansiosa para cumprir aquela ordem maravilhosa, despia-me na frente de Kat e Rael, revelando o quão eu estava ansiosa para a sessão de relaxamento muscular. E no momento de apanhar a toalha. — ........Kaskaskas! — A piada da marinheira do espadão me roubava uma boa risada. — Olha… Acho que a Super-Rael pode retirar a capa e aproveitar o tempo de descanso. — Tecia o comentário divertido usando os dedos para cobrir parcialmente os lábios.


Eu mal me aguentava de tanta ansiedade , devidamente enroladinha na toalha me deitei de bruços na cama alta balançando as pernas num ritmo intercalado. — Será que a Tenente vai demorar muito? — Perguntava mais para descobrir se Rael estava tão ansiosa quanto eu.


E quando a Tenente entrou na sala meusa migos… São por visões como essa que eu fico profundamente grata por ter nascido com uma memória tão magnífica. — Nã-não. — Era impossível existir uma realidade na qual eu estaria preparada para ver a superiora vestida de enfermeira, por alguns segundos eu até esquecia do porque estávamos naquela sala. — Digo, sim estou, nós estamos. — Continuava a me perder um pouco nas palavras pois se tratava de uma informação muitíssimo complexa para processar. — A Tenente não pode cuidar de pacientes com problemas do coração. — Eu ainda tava me recuperando do baque causado por Rael e depois da ruiva quase precisei de outra enfermeira, porque a potência do estímulo visual quase fez meu coraçãozinho ter um ataque, agora imaginem se uma pessoa com problemas cardíacos tem uma surpresa dessas…


Quando a ruiva fosse iniciar o processo de recuperação. — A Rael pode passar na minha frente. — Cedia a prioridade para minha colega, pois ser carregada como uma princesa e depois ter me deparado com a Nurse-Kat já ajudava bastante no relaxamento. — Se vocês cuidarem assim de mim depois de cada treino eu começo a treinar pesado todos os dias. Kaskaskas! — Soltava o comentário de brincadeira mas com um belo fundinho de verdade, tudo bem que os treinos eram ridiculamente exaustivos, porém as recompensas pareciam compensar todo o sofrimento…


Eu ficaria muito atenta ao que Kat fazia querendo aprender aquela técnica, afinal me parece um conhecimento extremamente útil para ajudar na recuperação das futuras coleguinhas. — Posso ajudar em algo? — Me vonlutariava para auxiliar a Tenente, afinal eu queria agradar Rael após ela ter me carregado, e também quatro mãos me parecem mais relaxantes do que duas, então se talvez eu pudesse espalhar o óleo nas costas ou nas pernas de minha amiga marinheira enquanto a ruiva faz o procedimento técnico, isso pode tornar o tratamento mais agradável, mas claro que eu seguiria todas as orientações de Kat para acabar não piorando as lesões de Rael. — Eu só não tenho um uniforme… — Me lamentava pois o uniforme de enfermeira fazia toda a diferença, além de aumentar a imersão do processo, então eu só poderia auxiliar estando com a toalha enroladinha no corpo.


E lógico que quando chegasse a minha vez eu imediatamente estaria deitada na cama só aguardando pela Nurse-Kat.

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Dueto - Marinheiros



As duas garotas tinham terminado cansadas, mas a visão que elas recebiam quando estavam no quarto vali a pena, ambas pareciam impressionadas, mas quem tomou o critical hit foi Luci pois ela acabava de ter tido as defesas perfuradas por Rael, e recebia um segundo hit já sem armadura, causando dano verdadeiro ao seu sistema.

Ambas elogiavam a sua maneira a roupa que a mulher usava, algo que tirava um sorrisão dela, que passava a explicar sobre aquela roupa, quer dizer, não era bem uma explicação em si, apenas um comentário derivado do fato que o comentário dizia que a roupa combinava com ela.-Eu usava essa roupa quando eu socorria pessoas nos campos de batalha… Eram tempos sombrios… Mas eu era muito mais nova, acho que uns 8 anos mais nova keke- e aí ela levantava levemente a saia checando o tamanho meio que pra mostrar que era uma saia bem pequena pra seu tamanho atual.

O que acabava revelando suas roupas íntimas, uma bela calcinha rosa de rendinha, que estava muito bem encaixada ali, deixando aquela gordinha pata de camelo aparecer brevemente.-Ela hoje está meio curta e apertada, eu devia ter imaginado keke afinal eu media um metro e sessenta nessa época, cresci setenta centímetros desde lá, é impressionante que ainda cabe.- e de fato o maior guerreiro dessa sala, não era Rael, nem Luci, nem mesmo Kat, era aquele botão. Sim meus amigos aquilo que era poder.

O botão que mantinha as duas montanhas cobertas, sendo puxado e contraído por o poder sobre-humano que advinha daquele busto, ele certamente poderia destruir centenas de navios de guerra com uma só disparada, perfurando os cascos e destruindo tudo no seu caminho. Aquilo sim era o verdadeiro poder, a verdadeira força, que era demonstrada pelo puro e mais belo monumento.

Então quando ela se aproximava de Rael, deixava ela virada de costas, baixando a toalha pra que ela cobrisse apenas a região da cintura e glúteos, afinal, seus seios ficariam virados para a bancada. E com o pedido da loira ela aceitava deixar que ela ajudasse.-Claro, claro, pode vir passando o óleo que vou começar a massagem e ir te explicando.-E era isso que ia acontecendo, enquanto a loira ia passando suas mãos pelo corpo da sua amiga.

A Tenente começava a massagear suas costas começando pelos ombros, suas mãos eram pesadas e exerciam força e pressão, mas ao mesmo tempo eram gentis, elas apertavam, mas não geravam nenhum desconforto, mas uma sensação de prazer e relaxamento na garota, e ela ia apertando a musculatura do ombro com os dedos e explicando.-Eu uso técnicas de anatomia para tornar todo o processo agradável, vê aqui? Eu pressiono essas pequenas zonas, que são zonas de tensão, elas vão sendo criadas, pelo estresse e esforço repetitivo.- Disse ela apertando e mostrando as regiões duras, que aos poucos iam amolecendo, como se um nó fosse desfeito.

Então ia descendo e começando a apertar zonas onde ficavam os músculos intercostais, eram os responsáveis por auxiliar as contrações do pulmão, e começava a levemente mexer neles, enquanto usava os polegares pra percorrer toda a extensão, era uma sensação libertadora que poderia aliviar muito o estresse gerado pela contração constante, já que treinos pesados assim forçam o pulmão.-Então, aqui ficam os intercostais, estou ajudando a liberar o estresse da região, e isso vai auxiliar a tornar a respiração dela melhor depois disso..- então ela ia descendo para a clavícula, e fazia uma pausa em cada músculo das costas, e explicava levemente o que eles faziam.

Então em seguida ela ia para os braços, e começava a aliviar a tensão das juntas desde o bíceps, tríceps, até os dedinhos que ela cuidava de cada dedinho devagar e com cuidado. Então para o ponto de maior tensão, as pernas, onde ela começava pelas coxas bem perto da região gluetea.-Aqui é uma região muito importante, é onde fica o músculo Piriforme, ele é o responsável pela estabilidade da articulação do quadril, vocês certamente tensionam muito essa região nesses três dias. E claro mais acima é o glúteo Máximo. Mas deve se tomar cuidado aqui, por que nessa região é onde passa o nervo ciático, qualquer problema nele pode causar ciatalgia, dor e formigamento, ou choque na perna quando pressionado de forma violenta ou machucando a região.- e com cuidado ela massageava a região, descendo por toda a perna, depois indo para a batata da perna, e finalizando nos pézinhos, onde ela cuidava individualmente de cada dedo, e depois, das juntas entre eles, fazendo uma deliciosa massagem relaxante.

Então ela dava um sorrisão depois de ter feito uma massagem completa, para deixar a garota de cabelos azuis, o mais relaxada possível, então ela falava.-Então, se quiser posso te ensinar e trabalhar o conhecimento de anatomia aqui, e pode tentar repetir com cuidado na Rael, pra aprender com detalhes, mas podemos deixar isso pra outros dia também, se a Rael permitir é claro, e ela pode aprender depois também, testando as técnicas na Luci.- e aparentemente a pobre Rael tinha virado a cobaia delas nessa investida aí, pobre moça, estava sob o olhar sanguinário do vigia.

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Ken no Yuusha



Ouvir o comentário da Tenente me fazia tentar imaginar uma Kat muito mais nova e baixinha correndo por aí vestida de enfermeira, naquela época provavelmente não forçava as veste… e que alta costura! Aguentar aquela pressão toda depois de tanto tempo era magnífico, ficava apenas receosa de que as pessoas ririam no meu funeral se soubessem em meu obituário que morri pra um botão voador descontrolado, por sorte o pequeno guerreiro demonstrava que aquela roupa não tinha elos fracos.


A Tenente entrou na Marinha como enfermeira? — Se esse fosse o caso, eu ficava chocada que alguém tão poderosa como a Tenente teria entrado na organização como alguém não combatente — É, não consigo mesmo imaginar a Tenente sem ser desse jeito de agora — Me virava para Lucy, meio que num tom de comentário secreto mas ainda falando num volume que todos ouvissem — Talvez a gente encontre uma foto da época nos registros gishishi…

[...]


Me arrepiava com o geladinho do óleo caindo sob as costas, contraindo um pouco o corpo antes de relaxar totalmente a medida que ia sentindo o toque das minhas duas enfermeiras — hrmmm… — rumorejava durante a massagem nos ombros e pernas, geralmente as maiores áreas de tensão no meu corpo, no entanto tentava ao máximo conter os sons para não ocorrer o mesmo incidente da casa de banho — Aí é o lugar perfeito… A Tenente é boa mesmo com as mãos…


Não entendia bulhufas daquelas terminologias complicadas que ela dizia à Lucy enquanto apertava meu corpo, só sei que a massagem era ótima, e no fim me sentia completamente relaxada e amolecida — Já acabou?.. hmmr… acho que vou dormir aqui essa noite… — dizia com a voz calminha e baixa, meio sonolenta.


É Lucy, é uma boa você aprender também… eu achei os nomes muito complicados então prefiro ser a boneca de testes mesmo… — aninhava um pouco o corpo ficando ainda mais confortável, sem deixar passar aquela oportunidade de ouro, aguardava tranquilamente pelo round 2 de massagem, dessa vez aplicado pela loira.
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Twin Souls




Conforme a tenente se aproximava se tornava possível notar o quão dura estava sendo a vida daquele pequenino botão, pois sozinho ele precisava de segurar dois mundos inteiros, nessa hora eu engolia a seco temendo pela destruição em massa que a Tenente causaria se simplesmente inspirasse um pouco mais de ar além do habitual, eu até evitava ficar na linha de disparo, afinal seria um golpe devastador e se por muita sorte fosse possível sobreviver, com certeza o ataque deixaria sequelas.


 SOCORRO! Aquele pequeno pedaço de tecido rosa havia sido o golpe de misericórdia no meu psicológico abalado. — ...Me tornar marinheira foi a melhor decisão que eu poderia ter tomado… — Dizia baixinho num estado reflexivo sem nem conseguir pensar nas palavras proferidas de tão concentrada que eu estava, só tendo olhos para enfermeira na minha frente. — Realmente… Muito curta… Mas ela veste muito bem na Tenente… — Dizia acenando em afirmação com a cabeça, era admirável pensar que a ruiva conseguia trajar as mesmas roupas de oito anos atrás, e mesmo sem saber como era a Kat mais jovem certamente o uniforme de enfermeira ficava muito melhor na Kat de agora, sim, não há dúvidas.


O comentário de Rael me fazia enxergar um novo mundo repleto de possibilidades magníficas. — Rael! Você é um gênio! — Cerrava os punhos ao encarar minha amiga com os olhos radiantes. — Talvez algum dia a gente também possa conhecer uma pessoa que serviu com a Tenente nessa época, e quem sabe nós possamos escutar histórias divertidas sobre a Tenente de oito anos atrás. — Complementa a idéia de Rael, óbvio que ver a imponente ruiva na marinha me fazia pensar sobre como foi o seu passado, e o que a fez chegar no cargo de Tenente, talvez até fosse possível escrever um livro.


Recebendo a permissão para ajudar eu logo abria um enorme sorriso estando entusiasmada para retribuir a gentileza de Rael, assim pingava algumas gotinhas do óleo em cada panturrilha da marinheira e num toque bem gentil eu espalhava o líquido viscoso pela superfície da pele, deslizando as palmas das mãos em movimentos semi-circulares por toda a região. — Sua pele é tão sedosa. — Era uma sensação bem boa ficar alisando as panturrilha de Rael, a lubrificação do óleo me causava uma sensação muito agradável nas mãos escorregando sob a pele lisa da marinheira. Só espero que Rael também esteja apreciando tanto quanto eu.


Dando continuidade ao processo de espalhar óleo eu pingava mais algumas gotinhas mas dessa vez nas coxas de Rael, em seguida envolvia cuidadosamente uma das coxas de minha amiga com ambas as mãos, em sequência deslizava as palmas verticalmente cobrindo maior parte da pele com o óleo, feito isso eu agora esfregava como se pintasse grandes espirais, afastando e aproximando os dedos durante o movimento das mãos a fim de cobrir o máximo de área. — E também, você está em ótima forma. — Ficava bem admirada pois além da pele aveludada eu podia sentir como os músculos eram firmes e durinhos, o que tornava a experiência muito satisfatória.


O deslizar de minhas mãos percorreria toda a pele que Rael permitisse e se sentisse confortável, eu me empenhava bastante para tentar manter a suavidade nas mãos durante toda a etapa de alisar, afinal nossas pernas sofreram um enorme estresse nos últimos então mesmo que não fosse curar eu pretendia ao menos proporcionar um momento prazeroso para minha amiga de cabelos safira. Ao terminar com a primeira coxa eu repetiria todos os movimentos na segunda, mantendo o mesmo carinho, cuidado e empenho.


Enquanto me certificava de deixar a Rael devidamente besuntada para a Tenente eu ficava também muito atenta às palavras da ruiva que compartilhava conosco o vasto conhecimento a respeito do corpo humano. — Hmmmm… Se a Rael não vê problema com isso eu irei adorar aprender mais sobre o corpo humano. — A oferta simplesmente surgia, não estava nos meus planos desenvolver esse conhecimento, na verdade essa ideia nunca passou pela minha cabeça até o presente momento. Entretanto a Tenente tinha uma aplicação deveras cativante para o conhecimento anatômico. — Usar anatomia para fazer massagens mais relaxantes e saudáveis… Pode ser algo muiiito útil. — Talvez no futuro eu não tivesse uma oportunidade tão boa, e as vantagens de desenvolver tal sabedoria era outro ponto que me influenciava a aceitar a oferta da Tenente.



Aprendizado de proficiência: Anatomia.



Primeiro a Tenente me explicava o método de ensino, eu iria aprender a Anatomia através da topografia corporal, esse método consistia em traçar linhas imaginárias dividindo o corpo humano em diversas regiões.


Com o plano de ensino estabelecido, o primeiro passo era estudar cabeça e pescoço, a Tenente indicava pontos que quando estimulados de forma adequada eram muito benéficos, começando pelo topo da cabeça e couro cabeludo, locais estes que possuem várias terminações nervosas e quando são massageados com toques bem suaves induzem o relaxamento ao mesmo tempo que reduzem o estresse, também melhora a circulação sanguínea e diminui a pressão arterial, além de amenizar os sintomas e chances de ter enxaqueca.


Então com toda a delicadeza que me era possível eu movia as pontas dos dedos circularmente exercendo uma pressão bem sutil no topo da cabeça de minha colega marinheira. Assim podia ir sentindo o quão efetivo era a técnica de acordo com as reações de Rael. — Ei… Você não pode dormir, eu preciso do seu feedback. Kaskaskas… — Dizia quase sussurrando para não fugir do clima relax.  


E todos os benificios listados pela Tenente na verdade eram interligados, o estímulo físico promovendo a circulação local acaba fazendo com que o sangue não fique acumulado nas veias e artérias que irrigam o cérebro evitando que os vasos sanguíneos fiquem inchados com o acúmulo de sangue além de reduzir a pressão entre o cérebro e crânio. Enquanto o estado de relaxamento também induzido pela massagem é capaz de reduzir a frequência cardíaca e por ventura diminui a pressão arterial.


A Tenente também me orientava a massagear as têmporas de Rael pois se tratava de outro local  com inúmeras terminações nervosas, além das têmporas estarem próximas das orelhas e dos olhos sendo uma região delicada do corpo pela quantidade de vasos sanguíneos e nervos que passam por elas. Outro local mencionado pela tenente era intersecção entre a cabeça e a nuca, pois se tratava da região responsável por sustentar e conectar o cérebro com a coluna vertebral, ou seja também se trata de um local com bastantes terminações nervosas onde normalmente se acumula muita tensão, e ao massagear o local é possível aliviar tanto o estresse da cabeça quanto do pescoço pois se estimula os músculos responsáveis por fazer a conexão entre essas duas partes do corpo. Então com as pontas dos dedos médio e indicador eu exercia um pouco de pressão durante a massagem circular, sentindo toda a extensão de tais regiões conforme observava as reações de Rael ao toque relaxante.


Enquanto eu estava concentrada na massagem a Tenente então surgia com um atlas anatômico tendo desenhos e fotografias didáticas, eu não havia visto mas a ruiva contava que usou o Soru para buscar o livro, por isso foi tão rápido. Então uma verdadeira aula começava, com as imagens servindo de reforço visual a ruiva me explicava a composição do crânio, se tratava de um só osso dividido em cinco porções denominadas de lobos, e entre cada lobo existem articulações chamadas de suturas que são responsáveis por praticamente costurar as seções do crânio. Depois a superiora mostrava desenhos do encéfalo me explicando que o órgão era dividido em três partes, cérebro, bulbo e cerebelo, cada um com função específica. A ruiva também me ensina a sobre os treze nervos cranianos, suas funções e formatos, ela mencionava também os principais vasos, dando continuidade à explicação falando dos músculos da face, me ensinando também sobre olhos, nariz e ouvidos.


Quando Kat terminava os ensinamentos da região crânio cervical a ruiva começava a me ensinar sobre a região torácica, primeiro falando dos músculos, trapézio, deltóide, infraespinhal, eram esses os músculos que eu tinha de massagear pois são neles onde se tem a maior incidência de nós musculares, então com muito cuidadinho eu ia deslizando as mãos do topo das costas de Rael até os seus ombros, para sentir onde começava a terminava os músculos que a Tenente mencionou, também usava os movimentos e força nos dedos para ir desfazendo os nós que eu encontrava, afinal eu também precisava continuar com a massagem. A aula prosseguia com a ruiva me explicando sobre os ossos da caixa torácica, costelas, escápula. Terminando com Kat me ensinando sobre os órgãos daquela região, pulmões e coração.


Descendo um pouco mais chegamos na região abdominal-dorsal, onde se localizam os principais órgãos do sistema digestório, estômago, intestino, fígado e… — Pâncreas? Apêndice? Tenente, essas coisas existem? Você não tá zoando comigo né? — Apesar de nossa superiora ter um forte senso de humor, aquilo não era piada e de fato existiam esses órgãos com nomes esquisitos, o pâncreas produzir e liberar algumas enzimas , enquanto o apêndice, bem, esse só serve para inflamar mesmo, foram as palavras da Tenente Kat. Com o maior músculo sendo o latíssimo do dorso, então era ele que eu devia massagear.


Os próximos da lista eram os membros, tirando a pele não haviam órgãos ali, em compensação a Tenente explicava em detalhes tudo sobre os ossos e músculos dos braços, como era a disposição do tríceps e bíceps, entretanto eram os melhores locais para que eu pudesse sentir a musculatura, e mantendo o alto nível de detalhamento a superiora explicava sobre os membros inferiores, ela também dava bastante ênfase nas articulações e tendões pois tais estruturas eram as responsáveis por todos os movimentos dos membros, isso foi a parte fácil, mas durante a explicação das mãos e pés, eu agradecia aos céus por ter uma memória tão boa, em comparação aos braços e pernas eles eram estruturas bem pequenas entretanto possuíam dezenas de ossos pequeninos provando que mãos e pés são na verdade estruturas muito complexas…


E nos braços e pernas de eu fazia a massagem de relaxamento e reconhecimento estando sempre sob a orientação pois apesar de ser mais fácil sentir a disposição dos ossos e músculos nesses locais eu também poderia lesionar a Rael se acabasse exercendo mais força além do necessário em alguma articulação ou nos ossos dos dedos.


E sempre com o atlas a mostra Kat ia complementando a aula com informações de posição e função das partes do corpo, pois seria impossível aprender tudo apenas observando e sentindo as estruturas anatômicas por cima da pele.


Fim do aprendizado.



Teria uma tonelada de informações que agora eu precisava processar o cansaço mental já se tornava, em compensação eu tive muitas experiências acadêmicas após ter utilizado tanto a visão quanto o tato no aprendizado. — Ei, obrigada por me deixar estudar em você kaskas. — Ficava muito grata com a marinheira de cabelos azuis e seu espírito cooperativo, havia sido um nobre ato voluntário em virtude da ciência. — Então quando você quiser eu vou te fazer uma massagem ainda melhor e mais relaxante. — O objetivo era retribuir o favor a Rael, porém eu acabei precisando dela, de novo, então eu ofereceria os novos conhecimentos adquiridos como sendo outra promessa de gratidão.


Lógico que eu também não poderia esquecer da superiora. — Muitíssimo obrigada Tenente. — Me curva a numa breve reverência afinal não foi a primeira vez que a ruiva disponibilizou seu tempo e boa vontade para nos ensinar algo novo. — Mas será que numa próxima vez a Tenente não poderia vestir um uniforme de professora? — Era uma dúvida muito tentadora, eu não pretendia abusar da boa vontade da ruiva, mas ao mesmo tempo o uniforme de enfermeira tornava mais atrativo o momento relaxante, então essa lógica também pode se aplicar nos momentos de estudo.

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Dueto - Marinheiros



A ruiva acabava rindo do pensamento que elas tinham, e achava inocente o fato de que elas realmente acreditavam que existia algo bonito sobre o passado dela, mesmo vendo que ela tinha perdido um dos olhos, tinha algumas grandes cicatrizes como elas puderam ver… Chegava a ser fofo, imaginarem um cenário legal pelo qual ela pudesse ter passado pra chegar até ali.

Mas certamente tinham fotos, uma ou duas de seu antigo batalhão, ela até explicava levemente sobre sua trajetória e como ela entrou na marinha.-Na verdade, não trabalhava pra marinha no começo, eu trabalhava com um grupo autônomo de justiceiros, eu entrei pra marinha com 17 anos, e daí comecei trabalhando como uma médica nas zonas de conflito. Eu trabalhei numa zona muito movimentada e pesada, era um conflito grande entre grupos armados.- explicou mais ou menos como as coisas tinham começado pra ela.

Ela prosseguia falando de maneira resumida, o que aconteceu, sem se aprofundar muito pra não acabar tirando o gosto delas pelo resto do dia, porque haviam detalhes que poderia tirar o sabor da inocência que elas apresentavam, e ela não desejava roubar isso das garotas, e por isso falava mais do lado bom da coisa.-Eu me alistei porque, se tem algo que percebi é que não importa quão bom seja um grupo autônomo, falta poder militar. E mesmo a marinha, não tem o suficiente para controlar todo o mundo, então acreditei não por mera suposição, que se eu quisesse fazer algo realmente maior eu deveria estar aqui. Pequenos grupos podem mudar muitas vidas, talvez conquistar muitas coisas, mas tem um limite de até onde se pode ir.- explicou por que tinha deixado o grupo de justiceiros, o que fazia sentido, seu estilo pouco formal de tratamento, e seu desapego a protocolos mais comuns, deveria surgir desse ponto de sua vida.

E com isso ela seguia contando um pouco mais, do assunto que parecia ter se iniciado, falando do problema que ela encontrou na sua jornada.-Quando eu entrei pra marinha, alguns anos atrás eu fui transferida pra o West Blue, e digamos que aqui a coisa é feia. Las Camp é um lugar perigoso, mas existem lugares piores. Trabalhei numa ilha chamada Sirarossa, e posso dizer que é um lugar complicado, não é uma questão fácil como piratas, é uma coisa mais interna, mais enraizada que isso.- disse ela coçando a parte de trás da cabeça, ela se referia ao submundo um empecilho que cruzou seu caminho, mas ainda restavam alguns dados para explicar.

E como ela tinha entrado na ideia das duas e comprado a curiosidade, ela dizia um pouco mais antes de começar o aprendizado, deixando um final no ar pra que elas mantivessem também a curiosidade.-Sabem, piratas comuns, são um problema, mas eles são fáceis de identificar, a maioria é arrogante, porta uma grande bandeira, e acha que esse cartaz aqui existe de sacanagem. Em Sirarossa, a gente tá falando de gente que não da pra prender, porque apesar de estarem atolados em sangue e numa pilha de corpos, não dá pra provar, e alguns deles são até amados pelo mundo afora.- Ela pegou da bolsa dela um único recorte de jornal.

Estava bastante acabado e envelhecido sem foto da matéria, apenas o texto, era provavelmente um auto lembrete para algumas coisas, se lessem o título dizia “Caos em Sirarossa, Sargento Katherine liderou um extermínio?" e o texto falava de seu esquadrão, como se fosse um esquadrão da morte, era levemente difamatório, questionando, um possível radicalismo. -Digamos que eu me meti com um desses chefões, ele manipulou informações, e criou uma verdadeira aversão ao meu esquadrão, no fim eu matei ele, já que ele nos ameaçou seriamente. Com isso entramos numa zona de guerra, até que, fui movida pra Las Camp eventualmente, estou aqui há alguns anos. Aprendi que eles são como moscas quando você mata um dos grandes cria um vácuo de poder, e a guerra começa. Mas também aprendi que deixar eles se matarem entre si reduz muito as moscas. Mas, eu fugi do assunto, eu tirei muitas fotos com meu esquadrão antigo, e tem várias edições do Pelican onde estive na capa, tanto quando era Autônoma, e várias outras na minha carreira na marinha.- falou dando um sorrisão bem aberto sobre isso, ela parecia ter sido uma marinheira de alta atividade algum tempo atrás, já que ela parecia estar na marinha a bastante tempo.

Então o tempo pra esse papo mais sério terminou, e ela começou a falar.-Mas esqueçam essas coisas complexas, é papo para outra hora, vamos fazer o treinamento, vou te ensinar bem o que conheço de anatomia.- e com isso a coisa começava, era um treinamento longo, mas a loira aprendia as coisas com dada facilidade, ela ia testando, descobrindo novos pontos, e órgãos internos, muita coisa era visualizada e aprendia após tudo.

E enfim, chegava o momento final, onde agora sim a moça tinha tudo que ela queria saber em mãos, depois de todo o tempo treinando. Ela questionava a possibilidade de se vestir de professora, algo que a Tenente dava uma risada, e comentou brevemente sobre o assunto, mas já partindo pra o próximo momento, que era a Massagem que a Loira ia receber, afinal ela ainda não tinha ganhado seu momento.-Professora? keke não existe bem um uniforme pra isso. Mas ei, você ainda não recebeu sua massagem, ta na hora de relaxar.- era a maneira dela de se esquivar da pergunta sem entrar exatamente no ponto que a mulher desejava, já que talvez ela estivesse pensando em algum tipo de fantasia especifica.

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Ken no Yuusha



Saber que a Tenente havia entrado para a Marinha na mesma idade que eu me enchia de expectativas para o futuro, pensei no momento que se eu continuasse treinando duro e dando o meu melhor no trabalho, um dia eu talvez consiga ser um pouco parecida com a Tenente, não só em nome mas talvez também fisicamente, ela cresceu muito nesse meio tempo, caramba…


Mas a principal diferença entre nós duas, é que enquanto ela parece já ter entrado direto no conflito e na loucura, Las Camp para mim, contrário aos dizeres de todos, foi bem pacífica durante meus passeios e missões, a falta de ação em minha vida até então me deixava vidrada na história da Tenente, e ansiosa com a missão aparentemente perigosa que estava por vir.


Franzi o cenho ao ouvir o final da história, em especial aquela manchete de jornal — Mas isso não é justo! Vocês estavam lá protegendo todo mundo… — mais injusto ainda, a matéria não tinha nenhuma foto! Mas esse não era momento pra comentar isso, na verdade saber que a Tenente havia saído em muitas capas era um motivo pra comemorar, tudo o que eu e a Lucy precisávamos fazer era encontrar um biblioteca, e com o sorriso que ela abria pra gente no final de tudo, eu acabava por relaxar minha expressão, correspondendo sua alegria sorrindo de volta.


Apesar de soar estranho… Fico feliz que tenham te transferido pra cá! Nem imagino como seria ficar aqui sem a Tenente.

[...]


Por fim, era hora do round 2 de massagem! Me virava novamente de bruços e mexia os dedinhos do pé animosamente esperando por Lucy. Como esperado, um serviço digno de um spa, respirava profundamente relaxando com a cabeça deitada de lado o olhinhos fechados, a loira me dizia para não dormir, e eu não conseguia evitar de rir de seu comentário — Fica meio difícil com um serviço tão bom gishishishi, mas eu vou tentar.


O que me dava um golpe crítico da consciência eram todas aquelas palavras confusas que a Tenente explicava para Lucy, como é que o assunto saiu de massagem e passou pros ossos do crânio? Ei moças, menos livros e mais massagem aqui!


Escutar aqueles comentários enquanto o óleo era passado me deixava levemente envergonhada, de forma que eu enterrava a cabeça entre os dois braços, sem saber como responder àquilo. Vergonha essa que era quebrada à risos quando chegavam nos meus pés — Ah peraí gishishishishi… eu tenho… gishishis… pés sensíveis shishishi… — Mexia os dedinhos e esperneava um pouco antes de me acostumar com o toque na planta do pé.

[...]


Ao final da massagem eu virava o corpo, agora deitada de costas, enquanto escutava o agradecimento da loira — Não se preocupe com isso, foi um investimento sinceramente, agora a minha colega de quarto é uma massagista profissional — como esperado ela se oferecia com prontidão, e isso me arrancava um sorriso do rosto — Viu! Nesse caso eu aceito uma massagem quando acabar a próxima missão.


Agora que minha parte havia acabado, era a vez de Lucy receber o tratamento da Tenente. Enquanto ela se posicionava na maca, eu me levantava para colocar minhas roupas de volta, por um instante minhas pernas cederam de tão relaxadas, até eu perceber e colocar um mínimo de força já estava meio caminho andado até o chão.


Peraí deixa que eu também ajudo pelo menos o óleo.
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Twin Souls




Escutar os feitos da Tenente mesmo que fosse uma versão resumida dos fatos comprava a minha teoria sobre a ruiva ter vivenciado dezenas de aventuras em sua trajetória. — Parece até outra pessoa, eu imagino a Tenente de oito atrás sendo uma baixinha muito invocada. Kaskas! — Eu jamais teria imaginado que a superiora começou na vida de combate ao crime sendo uma justiceira, não combina nem um pouco com a personalidade leve e descontraída de agora.


Eu prefiro tentar enxergar sempre o lado positivo de todas as situações, porém a ruiva havia passado por experiências bem árduas, mas o que eu poderia esperar? A realidade não é um conto de aventura, as ações têm consequências que podem ser bem graves. — A Tenente é muito forte. — Depois de ouvir as histórias da ruiva eu fechava os olhinhos respirando fundo enquanto processava tudo. — Mesmo com todas as adversidades ela se manteve determinada a proteger esse mundo. — Não era a força física quem mais me impressionava, porém o fato dela ter continuado na vida de combate ao crime mesmo quando a sociedade se tornou sua inimiga, e ainda a ruiva conseguiu tão cheia de vida e alegria apesar do passado, isso me deixava ainda mais encantada por ela, era o tipo de convicção que eu busco alcançar.


O comentário de Rael me fazia travar os dentes e ter de engolir a seco, não tinha nada que eu pudesse falar para amenizar o sentimento de injustiça, às vezes a vida é assim, pessoas protegidas conseguem fazer o que bem entendem, entretanto eu preferia proteger a adorável inocência de Rael ao invés de falar sobre como a realidade pode ser desgostosa. — Agora vamos poder nos gabar, afinal a nossa Tenente é uma celebridade que várias vezes saiu na capa do jornal. — Comentava num ar orgulhosamente divertido, dando ênfase às conquistas da ruiva pois isso poderia mudar o foco da marinheira de cabelos azuis.


Às gargalhadas de Rael acabavam me contagiando e por alguns instantes eu perdia o foco na massagem. — Kaskaskas! Rael, se você continuar se debatendo assim, eu vou. Kaskaskas! Ficar com vontade de fazer cosquinhas nos seus pés. — Era tão difícil resistir, porém eu precisava concluir a aula, e Rael estava em processo de recuperação muscular…


O elogio sincero me deixava toda boba, sorri meio sem jeito e meio alegre enquanto coçava as costas da cabeças ficando com as bochechas bem rosadinhas. — Então tá combinado. — Apertava as mãos de minha amiga e as balançava confirmado o nosso trato. — E também vale para a Tenente. — Tinha fortes dúvidas de que a ruiva precisasse de uma massagem ao final da missão, porém com toda certeza eu darei o meu melhor para cuidar de ambas.


A massagem era mais do bem vinda. — Essa foi a melhor ordem que a Tenente já me deu. — Brincava um pouquinho com a situação enquanto prendia as longas mechas loiras por cima da cabeça, assim me virava de costas e desfazia o "laço" que prendia a toalha ao redor do corpo, deixando o tecido branco ir deslizando por minhas costas enquanto eu caminhava animada jogando o quadril de um lado para outro até chegar na cama, assim iria segurar a toalha antes que eu revelasse mais pele além do necessário, eu preferia que a toalha não existisse, mas Kat e Rael podem ficar desconfortáveis, então a toalha fica... — Vocês não precisam se conter tanto, na verdade eu gosto de uma pegada mais dura, e uns apertos bem firmes. — Com os cotovelos apoiados no colchão eu segurava o queixo com uma das mãos, ao mesmo tempo fitava as duas marinheiras por cima do ombro, tomava a liberdade de explicar minhas preferências apenas para que não fiquem com medo de colocar um pouco de força nas mãos.
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O momento delas era de descontração, apesar de uma pequena parte pesada, quando as injustiças sofridas pela Tenente vieram à tona. Mas no fim, todos esses eram assuntos que se dissolvem em meio as risadas de Rael, que aos poucos acabava gargalhando quando tocavam seus pés, era provavel que a outra Lucy fosse adorar fazer cossegas naqueles pés como uma forma de tortura.

No entanto por hora aquele aprendizado tinha dado tudo de bom, com um papo saudável e boa diversão, e chegava a vez da loira deitar na cama, ela pensava em remover suas toalhas, algo que a Tenente certamente não ligaria, mas poderia deixar Rael bem desconfortável com a situação. Com isso ela estava sobre a maca e recebia os olhos pela mão de sua amiga.

Ela deixava ela toda preparada, enquanto Kat, aos poucos começava apertando as regiões primeiro os ombros, que ela lentamente ia cuidando, fazendo leves apertos e intensificando eles aos poucos, fazendo cada vez mais forte na região, para relaxar bastante a zona muscular.

Então ia descendo pelas costas, indo para os intercostais, seguidos, da lombar, ia lentamente apertando cada região ali, gerando um efeito de relaxamento enorme. Quando partiu para os braços fazendo um trabalho para melhorar a movimentação das articulações, devagar, indo até os dedos trabalhando nas falanges, as pontas, e também nas mãos fazendo uma movimentação circular no centro.

Por fim era a região com maior estresse muscular, as pernas, essas quando a mulher tocavam já davam uma leve fisgada, pois havia sido um treinamento bem árduo, ela começava pela parte de cima das coxas perto da região glútea, massageando ali e descendo devagar pelas coxas, deixando toda a região aos poucos mais mole.

Era uma sensação boa mas ao mesmo tempo levemente dolorida, já que estava com as pernas muito estressadas. Então quando chegava na panturrilha, que era a zona de maior dor ali das pernas, os dois primeiros apertos pareciam até que ela tinha levado um golpe nas pernas, mas logo em seguida ia melhorando e ficando lentamente mais suave e melhorando a sensação de dor. E ela descia pelas pernas até o pezinho da moça, e depois repetia o processo subindo pros ombros e vindo até a ponta dos pés, algo que certamente iria ajudar bastante ela a ter um desempenho melhor em sua recuperação.

Então havia terminado toda a massagem e eram agora por volta das 17:00, tinha apenas mais uma hora da Luci, antes que a Lucy assumisse. Mas estava concluído por hoje, o dia tinha chegado ao final das obrigações gerais.-Terminamos por hoje!! O resto do dia de vocês duas é livre, eu agora tenho de fazer os últimos preparativos para que a missão corra bem. Descansem bastante por que vai ser preciso bastante empenho com tudo.- Disse ela, pegando as coisas da sala, e já começando a sair dali, agora as duas moças podiam fazer o que quisessem, e ainda mais tendo uma hora só da primeira loira, antes que a segunda assumisse.

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Garota Cavalo
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Ken no Yuusha



Agora era a minha vez de ajudar e eu começava despejando o óleo pelas costas de Lucy, indo da base da coluna até os ombros, deslizava as mãos pelo seu corpo cobrindo-a completamente com o bálsamo. Assim como feito comigo, mantinha meu toque leve e suave de forma que transmitisse uma sensação boa.


Nas pernas, começava aplicando nas panturrilhas e subindo subindo vagarosamente enquanto alisava seu membro, seu corpo era magro porém muito bem cuidado, de forma que passava uma sensação boazinha de segurar com a mão. Subia até as coxas, fazendo movimentos semicirculares e envolvendo sua perna por todas as direções, por fim finalizei indo até os pés, finalmente poderia me vingar da ameaça de cócegas que recebi, mas balançava a cabeça limpando os pensamentos impuros, e fazia tudo direitinho sem atrapalhar a Tenente.


Eu deveria dizer alguma coisa? Fazer tudo aquilo em silêncio me deixava um pouco desconfortável, então acabava repetindo o que me fora dito. — Sua pele também… é sedosa… — De desconfortável para constrangida, yup! Definitivamente muito melhor…

[...]


Assim que terminava tudo a Tenente parecia querer sair com pressa, não me surpreende, na verdade é maravilhoso que uma pessoa ocupada como ela tenha gasto tanto tempo dedicado a nós duas, antes de ela ir, chamava sua atenção para tirar algumas dúvidas.


Tenente! A missão amanhã é no horário normal? Tem algo que a gente precise preparar? — Todo esse tempo sem informação nenhuma estava me sufocando, considerei até mesmo em dormir mais cedo só pra o tempo passar logo — Entendido! Muito obrigada por hoje, tenha um bom descanso essa noite. — Me despedia de Kat com um aceno e um sorriso no rosto.


Aaa… agora eu preciso de um banho… — tocava a barriga no iniciozinho de fome — e de comida…

Olhava para Lucy pra ver se ela já tinha se vestido nesse meio tempo — Ainda é meio cedo né? Você vai fazer alguma coisa antes de voltar pro quarto?
Scylla
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Twin Souls




Minha consciência parecia viajar até outra dimensão, e nesse lugar Tão Tão Distante existia um mundo mágico de êxtase e relaxamento. Minhas forças iam se esvaindo conforme a ruiva intensificava a massagem, perdia as contas de quantas vezes suspirei durante o processo prazeroso, meus olhinhos esverdeados reviraram e as pálpebras tremiam em resposta a sensação gostosa que o aperto da ruiva proporcionava. — ...Assimnngh… Eu fico viciada em ser apalpada pela Tenente, tããão forrrte! — Minha voz transitava por uma série de entonações distintas, indo de suspiros calorosos a gemidos agudos, acabava tendo de morder a ponta do lábio inferior evitando produzir mais sons obscenos e também para conter a minha biscate interior.


No mundo da imaginação o meu corpo inteiro era um campo de batalha, a tensão muscular era o exército terrorista que havia Invadido e se apoderado do território, a Tenente era a tropa de choque responsável por eliminar enquanto suas mãos tinha a função do armamento de destruição em massa eliminando todos as bases do exército rebelde, e na retaguarda Rael movia as tropas de suporte preparando o campo de batalha para a chegada da cavalaria ruiva. — Isso! Isso! Isso! Aí mesmo! — Minhas unhas arranhavam o colchão deixando o lençol deformado entre meus dedos, toda vez que a Tenente me apertava forte meus músculos ficavam bem durinhos comigo me contorcendo diante a dorzinha gostosa e quando a superiora afrouxava os dedos a sensação de relaxamento parecia que tinha o dobro de intensidade e eu acabava toda esparramada em cima do colchão balbuciando alguns sons indecifráveis de satisfação tendo um pouquinho de baba no canto da boca.


Na medida do possível eu conseguia conter as reações mais exageradas e impertinentes, porém, com os polegares se encaixando nos furinhos do meu cóccix e as mãos deslizando por minhas coxas perto do glúteo, nessa hora foi impossível reprimir a manifestação da minha biscate interior. — Ainhm! Porannhm! — Como se fosse um mecanismo programado, ao apertar um determinado botão desencadeou um determinado movimento, e no meu caso era dizer adeus a compostura de princesinha elegante tendo de morder o lençol para não fazer um escândalo ainda maior, ao mesmo tempo que apoiava os joelhos no colchão arremessando o quadril para cima, provavelmente fazendo toalha escorregar um pouquinho abaixo. — Desculpem-me… Foi… Força do hábito.. . — Ainda naquela posição eu fitava a Tenente de baixo para cima comigo tendo o rosto bem coradinho e algumas lágrimas prazerosas querendo escorrer no canto dos olhos. Depois disso eu voltaria a me deitar normalmente tentando ao máximo evitar outras reações de maior nível apelativo.


Infelizmente tudo que é bom dura pouco, eu entendia que nossa superiora era uma mulher ocupada e tinha muitas obrigações, mas é errado eu querer mais alguns minutinhos de massagem? — Tuuudo bem. — Meu faceta mimada queria sentir mais o toque das outras marinheiras, porém a ruiva já havia feito muito por nós, então no final acabava sendo só uma birra.


Ainda deitada eu fazia uma continência acatando a ordem da ruiva sobre descansarmos, pois eu ainda estava toda molinha da massagem e um dos poucos músculos que estavam me obedecendo eram os do rosto para falar e sorrir. — Não iremos te despontar. — Respondia com todo o entusiasmo que me era possível naquele estado preguiçoso. — Será que se nós concluirmos uma missão ultra importante a Tenente não nos faria massagem por uma manhã ou tarde inteiras? Isso seria mais recompensador do que qualquer salário ou medalha… — Devaneava com um mundo onde eu e Rael seríamos prestigiadas com longas horas de relaxamento no "spa" da Nurse-Kat.


A pergunta de Rael me fazia agarrar o travesseiro junto ao corpo. — Na verdade eu queria ficar mais um pouco, essa sala tá com um clima tão gostosinho… — Afundando parcialmente o rosto no travesseiro eu encarava a marinheira de cabelos azulados com meus olhos verdejantes suplicando por mais cinco ou dez, talvez quinze minutinhos a mais de preguiça. — E também por causa sua e da Tenente minhas pernas estão bambas até agora… Então por favor, assuma a responsabilidade… Kaskaskaskas! – Acabava fazendo um comentário divertido durante o pedido, como se Rael tivesse culpa de fazer eu me sentir super bem.


Não havendo problema eu ficaria de preguicinha no colchão por mais alguns minutinhos e daria início aos preparativos para tomar banho e comer.