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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

2° - De Dawn a Shells - Uma viagem para conhecimento.

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Sasha
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Sasha
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Relembrando a primeira mensagem :

2° - De Dawn a Shells - Uma viagem para conhecimento.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Diego Kaminari , Chloe Kaminari , Kuro Tempest  e SIlver D Saru. A qual não possui narrador definido.

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Diego Kaminari
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Diego Kaminari
Estagiário




Asqueroso e Repulsivo






Risos... Risos e mais risos, era a reação que eu estava tendo após as palavras de minha bela esposa. Claro que no começo eu queria ir para cima dele com tudo que tinha, mas certamente minha irmã soube impor sua opinião e defender a si e a todos que ela se importa. Mas humilhar aquele revolucionário babaca nunca me cansaria.


- HAHAHA... Sua mulher? Nem nos seus melhores sonhos, homenzinho. – Disse rindo da cara do mesmo diante da resposta de Chloe. – Você ouviu a garota, achou mesmo que ela me deixaria por um ser mínimo, inferior, e... Como é mesmo que disse Chloe? Ah! É mesmo, decrépito como você? – Meus risos eram sinceros e meu desprezo por ele, cada vez maior, a meus olhos o babaca foi tão humilhado que chegava a me dar pena. – Theodor, mesmo entre os “Macacos de Dawn” existem chipanzés como você, se ponha no seu lugar e entenda que você não é nada mais que repulsivo… – Diria com feição de nojo, mas logo voltando a rir da humilhação pública do homem. - E já que me deu um conselho vou te dar outro. – Diria logo após abraçar e beijar sensualmente os lábios de Chloe. – Se um dia tiver uma mulher, não a deixa chegar perto de mim não... Caso contrario além dessa cicatriz terá um par de chifres para ostentar por aí! HAHAHA. – Proclamei enquanto me virava rindo orgulhoso de minha esposa a abracei de um lado ao tempo que tomava terra para o abraço pelo outro lado. Iria então voltar para o sebo onde Chloe antes tinha negócios a resolver


- Terra minha anjinha, porque não falou que o presente era seu também? Mas de qualquer forma posso sempre confiar em vocês duas para escolher minhas roupas... Obrigado, vocês fizeram meu dia muito melhor e me deixaram muito mais bonito! Essa cor combinou comigo, não acham? – Disse sorrindo para ambas. – Além disso, amei o visual novo meu amor... – Falei piscando e sorrindo-lhe com malícia.


Todavia acabaria por descobrir outro problema muito comum naquele mundo de merda... Estava com pouco dinheiro. Quando ouvi o valor e escutei de Chloe que não compraria os dela, imediatamente saquei de meu bolso todo o dinheiro que tinha e entreguei a atendente. – Tome moça linda. – Diria vendo todo o montante de dinheiro que tínhamos e faria umas contas rápidas. – Ao total temos seis milhões de Berries aqui, pelos meus cálculos se tirarmos três livros o valor iria pagar a todos... Eu poderia pegar o valor restante de outra forma, caso queira... Ou mesmo dar um desconto para nós... – Diria tentando seduzir a mulher, mas se por acaso não funcionasse, falaria. – Então tire o livro de psicologia, mecatrônica e rastreio. Vai ser suficiente moça? – A partir daquele momento iria esperar para checar se conseguiria terminar as negociações com algum sucesso, e neste caso voltaria para o navio com as mercadorias e se as mesmas me acompanhasse... Com ambas as mulheres. No entanto, se não conseguisse realizar a transação com sucesso veria a quantidade que precisaria retirar a mais para poder alcançar o valor que tínhamos em mãos.


Histórico:


Resumo da Ficha:





Objetivos
● Proeficiencia Escultura (  )

● Proeficiencia Marcenaria (  )

● Preficiencia Discurdo (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )








Última edição por Diego Kaminari em Sex 1 Abr 2022 - 18:14, editado 1 vez(es)

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Saru
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Era fascinante as torres coloridas meio que azul, não preciaria mais de andar pelos telhados porque já estaria perto. Enquanto eu olharia para as torres eu ouvia uma voz, olharia para um lado e para outro e depois olharia para baixo e notaria la em baixo um marinheiro gritando sobre estar no telhado – Eu?... ohh olaaa marinheiro tudo bom aí em baixo? - Dizia acenando.


Logo em seguida ele perguntava da cidade. – Bagunça? Não pelo contrário a cidade é bem legal e bonita. – E falaria enquanto olharia para baixo, meio que abaixado na beira do prédio.


Uma bela marinheira falaria ela estaria um pouco ao lado dele, eu quase não notaria ate ela falar. – Oi bela marinheira, como se chama linda, quero dizer tudo bem?– Sorria, mas logo em seguida o que ela falava acabava com meu sorriso e quase me dava um susto. – Quê? Prender, mas porque eu não estou a fazer nada, só estou a ver melhor a cidade, eu já ia descer já já! –


- E..ei, pessoal… calma um pouco aí!– Ouvia outro marinheiro a falar e eu logo reagia – É acalma um pouco eu não fiz nada, eu poderia descer era so pedir, sem briga ou ameaça. – Logo em seguida o marinheiro dar a sua opiniao sobre -Não pensam que estão exagerando um pouquinho? E eu seguia falando tambem – É tambem acho que tao exagerando, so estava observando as vistas. – A bela marinheira parecia não ter gostado do que ele falou e argumentava ao mesmo tempo que repreendia ele. – Nossa que é isso... Grossa, isso são maneiras de falar para um companheiro novato. – Dizia supreso com a resposta que ela deu para o novato que claramente ele não parecia ter ficado bem com a resposta.


Eu me sentaria na beirola quieto quase como se tivesse prestes a descer quando para minha supresa ouvia a reaçao e resposta dos 3 ao mesmo tempo que me fez recuar e não descer. - O queeê? - Dava quase um berro de supresa - Eu preso, entao não vou descer, não sou idiota. – Me mantia sentado no predio tentando entender a reaçao deles. – Quero saber a razao de me prenderem, se querem que eu desça eu ia descer sem problema, não tou nem ignorando o pedido, mas se voces já descidiram em me prender independente se desço entao é obvio que não vou descer ne, acham que sou bobo.


Meio que me levantava um pouco e sacudia minhas calças – Bom eu acredito que começamos com o pé errado entao, desuculpa, mas não irei pertubar mais eu irei descer em outro lugar, não vou descer aqui, se quizerem falar podemos falar, no caso adoraria falar com a bela marinheira. Dava uma piscadinha e sorria. – Caso contario teram que subir, entao tchauzinho tenho coisas para fazer. – Dizia e logo começaria a andar para tras para tentar descer num outro lugar mais atras, para tentar não me pegarem. “Me pergunto se eles conseguem subir tambem”. Pensaria enquanto ia embora.



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Subaé
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Subaé
Criador de Conteúdo

Uma viagem para conhecimento




Narração - 08

Caixa de conhecimento

As respostas ouriçadas de Chloe e Diego fizeram surgir um sorriso sádico no rosto de Theodor, que riu em silêncio. O militar Já estava de costas e prestes a deixar o casal para trás quando Chloe falou algo que lhe chamou a atenção.

-178º brigada revolucionária? BAAAHAHAHAHAHA!! Sendo assim, cedo ou tarde nos veremos de novo. Até mais, macaquinhos!

E então o homem foi embora e sumiu por entre a multidão civil de Shells Town.

-Que homem sinistro - Terra comentou - então esse é o tipo de pessoa que vive em Tequila Wolf?

Então o grupo se dirigiu para o sebo e foi finalizar a compra com a vendedora. Chloe recolheu primeiro os livros que Saru lhe pedira, depois foi escolher quais levaria de sua lista, mas Diego interveio e decidiu pagar o que faltava. A atendente recolheu o dinheiro, contou-o antes de tudo e então entregou a caixa pesadíssima e cheia de livros para o grupo.

Lista de livros comprados escreveu:•Pesca
•Confeitaria
•Mixologia
•Química
•Toxicologia
•Anatomia
•Diagnose
•Cirurgia
•Mecânica
•Dramaturgia
•Escultura
•Marcenaria
•Labia
•Persuação
•Discursso
•Interrogatorio
•Intimidação
•Dramaturgia
•Ameaça
•Doma
•Adestramento
•Astronomia
•Atletismo
•Cartografia
•Explosivos

-Aqui estão os livros! São tantos que vocês nem não sentir falta dos dois que eu tirei!! Se bem que vocês devem ser uns nerds igual eu hihihihihi… Voltem sempre!!

-Deixem que eu cuido disso -Terra foi quem teve a iniciativa de tentar carregar a caixa, mas a mesma era tão pesada que a mulher não aguentou o peso, deixando a caixa cair no chão - Nossa, que peso!! acho que vou precisar de uma ajudinha para levar esses livros para o barco.
Estou sentindo uma treta!

Os marinheiros bradavam suas ordens para o jovem explorador que estava confortável em cima dos telhados. O pedido inicial era simples e prático, resumia-se apenas em descer de cima dos telhados, mas a discussão entre os recrutas logo levantou os ânimos dos mesmos e eles julgaram certo dar voz de prisão para o jovem por conta de um motivo tão banal.

Saru entretanto não acatou as ordens que lhe foram dadas, apenas continuou no telhado enquanto retrucava cada uma das falas dos oficiais, até mesmo as que não lhe eram dirigidas. Por fim, falou claramente que não iria descer de jeito nenhum e foi embora pelos telhados, deixando os marinheiros para trás.

-VOLTE AQUI SEU MELIANTE!!!!- gritaram ao ver o garoto dar-lhes as costas.

Enquanto Saru pulava para longe dali, ouviu um apito estridente que ecoou da direção dos três soldados.

PIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII !!!!!

Para a surpresa de Saru, se olhasse para trás poderia notar que o marinheiro com a espada e a mulher loira já estavam perseguindo-o nos telhados, o faxineiro entretanto seguia os outros dois, só que no chão, enquanto assoprava no apito de emergência sem parar.

A mulher sacou uma bela pistola canhoneira de dentro de seu coldre e então disparou três vezes contra o garoto, os dois primeiros disparos passaram raspando mas não acertaram. Entretanto, o terceiro tiro acertou em cheio a panturrilha de Saru, que tombou de joelhos no telhado.

Neste momento, o marinheiro espadachim avançou com tudo contra o garoto e acertou as suas costas ao brandir sua espada, causando-lhe um sério corte em diagonal nas suas costas.

TRAP - TRAP - TRAP - TRAP - TRAP


O som de múltiplos passos poderia ser ouvido nas ruas abaixo dos telhados. Saru estava ferido e a sua perna agora não estava mais apta para um combate por conta da bala alojada na panturrilha. Aquela situação realmente não era a das melhores, mas a verdade é que aquilo ainda podia piorar muito caso não fosse astuto o suficiente.

Se olhasse para baixo, veria que uma brigada de dez marinheiros seguia o som do apito, correndo na direção do faxineiro.

-Estávamos fazendo a ronda e ouvimos o apito - um dos marinheiros falou - O que é que aconteceu?

O faxineiro apenas apontou para o teto, e então falou.

-Tem um vândalo desobediente lá em cima!! vamos prendê-lo!!!
Off 1:

Off 2:


histótico Narrador:

Ponto situação:





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Tabela de preços:
Diego Kaminari
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Diego Kaminari
Estagiário




Cada Vez Mais Proximo






No fim deu tudo certo, compramos alguns livros que queríamos... Claro, gastamos mais dinheiro do que podíamos, mas não é isso que é ser pirata? Esbanjar nos gastos e roubar mais depois? Não é como se fosse ler todos em uma noite, no entanto, possuir uma biblioteca a disposição é sempre uma boa ideia, não é porque somos piratas que necessitamos ser ignorantes. Notei que a pequena terra acabava por ter dificuldade com a caixa de livros e obviamente me propus a carregar e para ser sincero, parecia uma folha de papel... Mas tudo bem, ela é linda, não precisa de força física... Eu acho.


- Deixa comigo, Terra. Concentre-se em ficar de olho aos arredores e deixar os “chipanzés” de tequila longe da Chloe! – Falei sorrindo-lhe e rapidamente me coloquei a andar com minha irmã, e durante o passo, recai minha atenção na mesma e questionei. – Chloe, todos em Tequila são como aquele babaca? – Questionei verdadeiramente preocupado com o fato de que teria que acabar com a população da ilha caso, Theodor, fosse um ótimo exemplo do tipo de homem que encontraríamos lá. – Bem, terei uma péssima notícia para te dar caso encontremos exemplares desse espécime primitivo por lá... Afinal assassinato em massa é sempre uma péssima notícia... Pensando bem, depende muito de qual grupo as vítimas pertencem.


Continuaria minha caminhada até o navio e se chegasse no mesmo com total segurança iria então guardar os livros ao tempo que buscaria aquele que me daria informações sobre escultura, afinal precisaria disso para criar meu sonhado navio. Uma vez encontrado, então iria para o convés e gritaria para minha irmã. - CHLOE!! FAZ ALGO PRA COMEEEERR!! – Dito isso então sentaria para esperar e iria começar a ler o tão ansiado livro, no entanto... Eu percebi que do que precisava mesmo eu so tinha o livro. Olhei em volta tentando entender uma forma de conseguir o material sem precisar gastar o dinheiro que eu não tinha, apesar de estar de noite, algo me brilhou como a luz do sol... VIVACIA! No fim aquele navio gigante seria de alguma utulidade para mim, iria então sair de meu navio e tentaria achar algum carpinteiro ou responsavel pela obra. Na hipotese de eu encontrar iria ser claro e usar toda a expressão de pobre coitado que eu poderia fazer.


- Bom dia... Desculpe lhe incomodar nessa tarde, o fato é que fiquei admirado pela grandiosa obra e posso dizer que não os vejo como trabalhadores, mas sim artistas! Inclusive eu sou um aprendiz que esta lutando para aprender esta maravilhosa profissão... - Diria deixando minha feição com pesar. - Entre tudo eu me deparei com uma parede enorme, não possuo as ferramentas e nem um material para praticar... Gostaria de saber, se vocês... - Tentaria simular um pouco de constrangemento. - Se vocês poderiam me emprestar algumas ferramentas e um pouco de madeira, pode até ser algumas sobras que iriam ser descartadas. 


Conseguir emprestado era essencial, eu iria devolver os materiais caso conseguisse? Claro que não! Mas eles não precisariam saber disso. No caso de conseguir iria então sair pra um canto oposto a meu navio, afinal não queria que soubessem aonde cobrar as tais ferramentas. Todavia caso meu plano desse errado ou mesmo não encontrasse ninguem por lá, iria tentar roubar as tais ferramentas e algumas toras de madeira, usaria as sombras para adentrar o navio ou ao local que as tivesse disponivel tentando sempre evitar as areas com muitas pessoas, a ocupação seria minha aliada, afinal alguém muito concentrado não presta atenção em tudo que acontece ao seu redor. O navio estava em obras não deveria ser tão dificil achar tais coisas, no entanto, procuraria até achar e uma vez que encontrasse os lavaria para meu navio tentando chamar o minimo de atenção possivel. Caso eu estivesse com as ferramentas e materiais e já a bordo do meu navio, iria então sentar e começar a ler o bendito livro.  




Inicio do treinamento da proficiência: Escultura




A primeiro momento aquela paginas e paginas pareciam ainda mais complicadas, afinal era uma desinformação para mim que escultura utilizaria tanta matemática. A introdução acabou por me assustar, mas conforme os capítulos foram se passando, percebi que aquilo era uma arte incrivelmente complexa e delicado. Era preciso misturar cálculos e conhecimento artístico nas medidas certas... Em todos os anos que estudei nunca pensei que veria um conhecimento de exatas se tornar algo de humanas como a arte, na escultura as duas trabalhavam juntas.


Peguei um papel e uma caneta e comecei a treinar os cálculos básicos sobre desenhos inicias de formas geométricas tridimensionais, os detalhes sempre viam depois, todavia aprendi que os mesmos não são a parte mais importante, pois é a base que definira qual será sua obra, os detalhes apenas mostrarão o quão especial ela é. Passei algum tempo acertando e errando... Fazia o cálculo de prova real, para verificar os tais acertos... Seria uma benção se alguém inventasse uma maquininha que faria os cálculos para nós, não concordam? Talvez um dia eu ache alguém capaz disso.


Apesar de meu esforço ainda teria mais para aprender e continuei meus estudos. Estudei sobre ferramentas usadas e me assustei ao saber que para cada material usado existia um conjunto diferente e que todos tinha um nome diferenciado. Custava deixas as coisas mais simples? Ia doer colocar, “Serra de Pedra, Serra de madeira, etc.”? Tem hora que penso que dificultam as coisas so para deixar a mão de obra dos serviços mais cara. Continuando... Usava do método de repetição variável para decorar as peças, tal qual eu escolhia aleatoriamente uma ferramenta e especificava para qual material era utilizada e qual sua função na escultura, após isso eu conferia no livro se estava certo. Claro, eu percebi estar ficando cansado quando falei sobre o martelo, o alicate e o… Eita fodeu, esqueci o nome da porra da chave de fenda usada para fazer sulcos nos detalhes em madeira.


Meus estudos foram muito mais além e treinei como podia em pedaços de toras que haviam sido dados como sucata pelas docas, nele comecei meu projeto do que seria a carranca de meu querido navio, um lobo negro.


- Tormenta dos Grilhões... Você esta cada vez mais perto de se tornar real. – Falei sorrindo e percebi estar no final da tarde e o sol já se punha.




Fim do aprendizado





Estava lindo, eu perdi a hora estudando... Para falar a verdade li aquele livro com tanta profundidade que nem vi as horas passarem. Mas havia algo errado, alguma coisa não cheirava bem... Literalmente alguma coisa não cheirava bem, espera... – CADE O ALMOÇOOO??? – Diria olhando para o por do sol e rapidamente me corrigiria. – CADE O JANTAAARRR???



Histórico:


Resumo da Ficha:





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Última edição por Diego Kaminari em Qui 14 Abr 2022 - 14:35, editado 2 vez(es)

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Eu teria metido o pé logo de imediato, pois talvez pudesse conseguir descer por algum outro lado. Mas assim que olhava para tras eu notava o marinheiro e a loira atras de mim. “Parece que sabem sempre algo, me pergunto porque não subiram antes para falar em vez de acusar.” Pelo que notava o novato ele ia apitando pelo chao. - Cara doido, eu nem fiz nada, mas ele segue apitando so por medo aqueles dois. -


Enquanto corria eu logo ouvia um tiro em seguido de outro – Eita poha a gata ta braba. – dizia tentando fugir sentido os dois tiros raspando perto, quando ouvia um terceiro e sentia uma dor na perna, na qual caia de joelho, logo via de imediato minha perna sangrando – Ahhhhhh ela deu me um tiro, tu és doida, tu acertaste ne e isso doeuu, era suposto prenderes as pessoas, não atirar sua vadia, cabra, linda, pera quero dizer isso não se faz pô. – Gritava olhando para a minha perna ferida, logo de seguida eu ouvia passos, e logo sentia de imediato um corte nas costas - Ahhhh poha, ela já tinha me dado um tiro porque é que me atacaste, ainda pelas costas, cade a honra seu vadio. – dizia contorcendo de dor.


Os sons dos passos me distraiam por segundos da dor, dava para ver um grupo de marinheiros la em baixo na qual falavam com o baixinho. “Isto não é bom, se eu for pego, eu vou, eu seria.…seria tratado?"pensaria por meros segundos, dava um sorriso de quem teria uma iideia.


Visto que eles estariam la em baixo, eu precisava de aproveitar o facto de so estarmos nois três no telhado. Dando um olhar rapido para o maluco que tava perto de mim, e aproveitando as habilidades acrobaticas, eu dava um rodopio no chao e daria uma rasteira nele bem rapida, e no mesmo tempo que ele caindo, eu dava um pulo me impulsionando com o braço desferia uma joelhada no maluco, no estamago.


Sem perder tempo eu pegava na espada dele, e nele, e puxaria ele para a minha frente para servir de escudo, e com a espada eu colocaria ela apontada a cabeça do mesmo. - Ok, ok linda, a gente pode ter começado com o pé errado, mas claramente tudo isto é um mal-entendido, eu sei que já falei isto antes, entao deixa eu falar algo novo, larga a arma, atira ela fora, ou eu deixo ele mais do que simplesmente ferido. Dizia caminhando


É eu caminhava, um pouco mancando, mas caminhava para chegar so um pouco perto, com ele a minha frente para não ter ela visao de tiro, ela não poderia disparar, pelo menos sem matar ele, assim que eu percebesse que a distância tivesse mais curta e para evitar qualquer possível disparo supressa, caso ela tivesse uma ideia desesperada, eu atiraria o maluco para a frente, como se fosse empurrar contra ela, e rapidamente dava um pulo para cima e para adiante, pois assim que a visão dela fosse retomada assim que o corpo do cara caísse ou ela tenta-se ir para o lado para atirar, eu já não estaria bem no mesmo lugar onde ela iria atirar.


Assim daria me oportunidade de eu, ao cair, usaria a perna boa e chutaria o ombro dela e impulsionava o corpo da mulher para o chão, já estando ao solo eu daria uma leve mancada, pois, minha perna ferida dava uma tremida de dor, cair deu um esforcinho, mas pelos menos com isto eu puderia ter me livrado deles os dois talvez por um tempo, pois teria outro problema, na verdade, eram dez pequenos problemas e armados. Tentava dar uma espreitada, para ver eles inclusive ver onde o recruta do apito estava, então coçava a minha cabeça.


– O que eu faço? - Olhava para os corpos - Hmm roupas. – chegava perto do marinheiro e removeria o chapeu dele e colocava na minha cabeça, pegava no lenço dele e prendia ele na perna no lugar da ferida, so para tentar ajudar um pouco com sangue, não era nada de mais, mas iria estancar um pouco talvez, seguia tirando as calças dele e a tshirt e eu vestia ela por cima da minha roupa, e me arrumaria do jeito que eles tavam, e não chegando ainda eu andaria ate a marinheira e eu tirava a roupa dela tambem... Sim, tirei roupa dela, para quê? Bom, porque sim, porque se ela acordar depois ela não vai poder andar por aí so pelada ou de roupa interior, pegava na roupa dela emprulhava ela numa bola, short dentro da tshirt dava uma enrolada com as mangas e jogaria para o lado contrario do prendio, o mais longe possivel, so ficaria com lenço dela para eu colocar em mim.


Sendo assim eu teria dois pelados no telhado, bom o vadio pelado era ruim de ser ver, então teria outra ideia, pegava na perna do maluco e arrastava ele pelo chão, sim, arrastei ele pelado, e com um balanço eu jogaria ele de cima do prédio, o mais longe que puderia, de novo para o lado contrario de onde eles tavam. – Aposto que aquilo vai arder quando ele acordar.


Agora que estar vestido eis a hora de pôr a ideia em prática, colocava o chapéu, bem de jeito para baixo, e olharia para baixo observando o maldito do moleque do apito, assim que avistasse, ele eu me deixaria cair do prédio, meio que em cima do muleque, e no chao, eu metia o louco.


- Aiiiiii aquele meliante maldito, ele me deu um tiro na perna e me cortou, aii minha perna e minhas costas. – Dizia me queixando de dores e claro que o sangue dos meus ferimentos iria confirmar de ter sido ferido.


- Eu preciso de ir para o Posto de saude, ele pulou do predio e fugiu, os outros dois tentaram ir atras dele, rapido melhor irem antes que ele escape ou pior ele acabe ferindo os outros, ahhh preciso de assistencia medica o mais rapido possivel, vou voltar para um medico me tratar – Nessa hora eu pegaria no muleque caso ele tivesse ferido por ter caido em cima dele e falaria – Vou levar ele tambem, deve ter se magoado por ter caido em cima dele. – Caso o moleque me reconhece se e tenta se falar algo eu pegava no apito do moleque e apitava -Vao corram, esse meliante não pode fugir. - Segurava no moleque como se tivesse me apoiando com força - Eu tou inocente eu ia descer naquela hora quando pediram eu não fiz nada e tu sabes, mas entendo que tas com medo deles, mas eu sou de Dawn e treinei na marinha la, me leva a um médico para tartar os meus ferimentos e eu te conto sobre, e depois se quiseres me enfrentar eu aceito teu desafio em tentar me prender, me ajuda e eu explico antes de me julgares. Dizia baixo para ele enquanto eu ia caminhando junto com ele para tentar me afastar daquele lugar



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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário
Maldito de Tequila…
Kabum?
Muitas vezes as palavras eram o único reforço que tínhamos em situações de perigo; e talvez… apenas talvez eu possa ter feito a maior merda da minha vida. Apenas talvez.

Observava o homem fardado sair com uma risada escandalosa, parecia que as informações soltas ou ameaças não fossem o suficiente para sua "força" . Terra se encarregava dos livros, mas Diego, como um bom cavalheiro, parecia querer ajudar a mulher, seu questinamento seguinte retirou uma careta e o sentimento de saudade do fundo da alma — Claro que não! Minha "família de Tequila". Óbvio que você é a principal, mas eles me ajudaram — Enquanto caminhava ao lado de ambos, tentava lembrar um pouco sobre as pessoas — O pessoal do 178 é um tanto explosivo. Por isso chamavam de "C.A.B.U.M"

Ria com as lembranças que voltavam, os treinos, os doces que ganhava de um ou outro amigo, as crianças que treinavam de manhã e a tarde se juntavam para brincar, muitas vezes levando em conta o que aprendamos — Apesar de tudo o que houve até voltar para você, meu amor. O pessoal era minha família… então não ligue se eu chamar alguém de pai… ou mãe… principalmente se for meio… alto sabe — dava indícios de um ser um pouco maior que todos nós juntos, tinha perdido contato a muitos anos, então não sabia se o mesmo ainda estaria na dita ilha. Diego falava sobre um assassinato em massa caso existissem outros como Theodor, ri um tanto alto durante o caminho — Não se preocupe meu amor, se algo assim acontecer eu sou a primeira a explodir a ilha. Mesmo amando aquele lugar. — sorri.

Caminhei o restante do trajeto em silêncio pensado no que fazer para o almoço enquanto os outros ainda não haviam voltado. Todo o barco estava abastecido e aquilo gerava uma enorme gama de possibilidades para comidas. Já na cozinha, começaria então a preparar meu misanplace, onde haveriam todos os possíveis temperos que usaria naquela agradável manhã.

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Cebolas, alho, pimenta de cheiro…. Pouco a pouco cortava tudo fazendo uma pequena mistura para colocar o peixe escolhido em repouso. Em outro recipiente algum vegetais deixados de molho em uma mistura de água e vinagre para limpar e eliminar qualquer inseto ou larva menor que possa passar despercebida na lavagem

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Enquanto tudo esperava, fui até o local onde os livros estariam guardados e pegaria os de Explosivos e Química. Voltei então para a cozinha, já que aquele pequeno antro era um paraíso particular para mim.

Início da aprendizagem

Enquanto aguardava todo um processo gastronômico acontecer, abri o livro de explosivos e comecei a folhear e anotar algumas coisas em suas próprias páginas. No início do livro, começava a explicar o que eram explosivos. Luz, calor e gases podem ser liberados nessa pequena catástrofe elemental.  Algumas informações eram difíceis de entender, mesmo no início por tratar-se de elementos químicos aos quais ainda não tinha conhecimento de como os usar.

No segundo, começava a explicar sobre as divisões de seus tipos. Cada divisão tinha uma sub divisão distinta e de força ainda maior do que a anterior, além de possíveis usos e exemplos para cada um dos tipos e subtipos. Ainda nesse capítulo indicava que algumas pessoas usavam diversas formas para categorizar os detonantes e deflagrantes. As ideias que eram geradas com a leitura e a fala de meu amado noivo mais cedo eram de iluminar o cérebro. Meus lábios riam com as possibilidades que poderiam gerar para abalar as estruturas daquela ilha.


O final do livro já era mais simples, falava sobre os explosivos primária e secundaria, explosivos caseiros que poderiam ser encontrados em qualquer lugar sob o nome de outra substância, explosivos vs combustíveis entre outras coisas. Tentava ao máximo ler e adquirir cada mísera informação para no futuro conseguir até mesmo manusear os canhões do navio quando fosse preciso.

Fim da aprendizagem

A cabeça doía de tantas ideias e informações que havia adquirido naquelas horas de estudo. Quando dei por mim, Diego gritava sobre comida e quando alertei, tanto o peixe quanto os vegetais haviam passado muito mais tempo do que preciso de molho. Corri por toda a cozinha pegando o que precisava para produzir rapidamente uma salada fresca enquanto levava as postas de salmão para a frigideira onde pudesse tostar a pele do mesmo elevando assim o cheiro dos ingredientes da marinada

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se me apressar de novo vai ficar sem comida! — gritava na porta da cozinha para que fosse ouvida
Não se apressa a arte porra!

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Ao fim de tudo, iria correr com a bandeja em mãos para enfim comer ao lado de meu irmão. Você pergunta sobre o alho, cebola e pimenta da marinada? Bem, juntei os mesmos com azeite e usei para temperar a salada fresca. Não era a comida mais glamourosa, mas era bem feita e nutritiva no final.

Tem mais alguma dúvida sobre Tequila Wolf, meu amor?


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Uma viagem para conhecimento




Narração - 09

De volta ao Barco

Diego recolheu a caixa cheia de livros que Terra havia deixado cair e se prontificou a carregar a mesma até o navio. Que homem! No caminho, conversaram sobre Tequila Wolf, Chloe contou aos seus companheiros um pouco sobre a vida que havia levado naquele lugar, e Terra apenas ouvia tudo muito atentamente.

-Desculpe por ter falado mal de Tequila, amiga - Terra falou - Não fazia ideia que aquele lugar era tão importante para você.

Chegando ao porto avistaram as muitas embarcações que enchiam o local, O Vivácia ainda estava lá imponente como sempre, mas agora já não haviam mais carpinteiros trabalhando em seu convés pois foram almoçar alguma coisa no boteco do porto que ficava ao lado da tabacaria.

O grupo então adentrou sua pequena embarcação e logo de cara viram Kuro Tempest dormindo no chão do convés como se fosse a melhor cama do mundo. Jacob estava ao lado do jovem gótico, cutucando e balançando o mesmo sem parar.

-Ain, gente!! - falou o afeminado - ainda bem que vocês voltaram!! Eu acho que esse boy aqui morreu viu!? Que sono pesado!!



Chloe por sua vez foi para a cozinha onde começou a preparar uma deliciosa salada fresca, e aproveitou o momento para dar uma boa estudada no livro de explosivos.

Diego também estava empenhado em melhorar as suas habilidades de trabalho com a madeira, mas faltava-lhe o material necessário para praticar o que quer que fosse. Decidiu então ir até o Vivácia para pedir madeira e algumas ferramentas emprestadas. Quem atendeu o jovem Kaminari foi um homem duas vezes mais corpulento e alto do que o militar de Tequila. O carpinteiro olhou para Diego com uma cara séria, estudou-o por alguns instantes e por fim sorriu.

-É claro que eu posso te emprestar as minhas ferramentas, tome!- falou ao entregar algumas ferramentas com o nome “Klaus” talhado em seu punhal - Eu notei vocês desde que chegaram aqui hoje mais cedo, parecem estar se divertindo bastante nessa viagem, não é mesmo?

Klaus foi até um tronco torto de madeira velha e o ergueu como se fosse papel - Eu só tenho essa madeira de péssima qualidade para te presentear, mas eu valorizo gente persistente como você, então fico feliz em poder te ajudar!! Vamos, me deixe te ajudar a levar isso aqui para o seu barco.

Klaus foi com Diego até o pequeno convés dos Kaminari e posicionou o tronco por lá - Por favor, tome cuidado com essas ferramentas…Elas eram as ferramentas que a minha falecida esposa usava… - então o homem retornou para o galeão e Diego não perdeu tempo, pegou o livro sobre esculturas e começou a se aprofundar em tal leitura, estudando tal habilidade.

Por fim, Terra e Jacob foram até a despensa e pegaram uma caneta marcadora permanente que usaram para desenhar coisas indecentes no rosto do marujo sonolento.


Uma perseguição sem sentido

Saru tombou de joelhos no telhado e então reclamou sobre o ataque sem honra do marinheiro.

-A minha honra consiste em prender vândalos iguais a você! E aí então eu finalmente poderei ser promovido!!! - Respondeu o marinheiro

Saru olhou para baixo e percebeu que os marinheiros que haviam chegado já estavam se preparando para escalar a residência, então o jovem se voltou para o marinheiro que estava ao seu lado e girou o corpo com a perna boa esticada, realizando uma rasteira surpresa que desestabilizou o oponente. Saru finalizou o seu movimento impulsionando com as mãos o corpo para cima a fim de golpear o estômago do marinheiro com uma forte joelhada.

O homem se contorceu de dor, e nesse instante Saru o puxou, fazendo-o de refém com sua própria arma.
-Cale-se!! - a mulher falou, ignorando tudo o que Saru havia dito até então - Antes você era só um vândalo, mas agora é oficialmente um criminoso!!

-Isso mesmo, o que você está fazendo agora é um crime sério - falou o refém em um tom mais cordial do que anteriormente - Vamos, desista dessa teimosia e se entregue de uma vez.

A mulher apontava a pistola para Saru, mas receava atirar por conta de seu companheiro que estava sendo feito de refém. Saru entretanto não pensou duas vezes, e após dar alguns passos mancos atirou o marinheiro na direção da mulher.

Os marinheiros se chocaram um contra o outro e consequentemente caíram no chão, Por fim, quando a mulher foi chutada por saru, rolou no chão por alguns metros, e quase caiu da beira do prédio.

O marinheiro estava caído no chão aparentemente desacordado quando Saru foi até ele e começou a tirar as suas roupas. Depois de vestir o uniforme do marinheiro, foi até a mulher, pegou o seu lenço e então começou a retirar as suas roupas. Mas a mulher acordou justamente quando Saru estava arrancando as suas calças, então ela olhou para o jovem com um misto de raiva e vergonha, então gritou - S…Seu pervertido!!! - a mulher não atacou saru e nem fez nada para impedir o seu avanço, pois ela se encolheu em posição fetal para esconder suas intimidades.

O jovem embrulhou as vestes femininas e jogou-as para a rua de baixo em um beco qualquer, mas antes de seguir com o seu plano, um disparo veio de suas costas e passou bem perto de sua orelha anunciando mais inimigos.

Se olhasse para trás, Saru poderia ver que quatro dos marinheiros já haviam conseguido escalar até o telhado, e agora todos os quatro apontavam suas espingardas para o pirata

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Última edição por Subaé em Qui 14 Abr 2022 - 18:42, editado 1 vez(es)

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Diego Kaminari
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O Barco Dos Kaminari,
Tem Tudo Aqui!






A comida estava deliciosa como sempre, a salada o peixe com a pele grelhada no ponto certo... Fico imaginando o quanto Chloe teve que treinar para saber fazer esse tipo de coisa, será que ela era tratada como a cozinheira dos revolucionários? Era uma boa questão a ser perguntada afinal a mulher não havia me dito nada de seu passado, nada além do básico.


- Chloe, está maravilhoso... Como sempre! – Diria me referindo a comida ainda de boca cheia. – Mas quando foi que você ficou tão boa nisso? Você era cozinheira naquela ilha? Sério que resgataram uma mulher e a primeira coisa que pensaram foi em jogar ela na cozinha? – Eu tinha muitas perguntas e fiquei ansioso para poder receber as respostas enquanto saboreava aquela refeição que apesar de demorada, mostrou-se ter valido a pena a espera. Após me alimentar meus estudos não haviam acabado, afinal eu ainda precisava saber mais algumas coisinhas para poder tornar real aquele que nos levará pelos mares aos que precisam da verdadeira liberdade.


– Bem meu amor, agradeço pela comida... Mas o dever nos chama, preciso saber mais umas coisas antes do nosso novo companheiro entrar no bando. – Falaria deixando o mistério para minha noiva e rapidamente indo em busca do livro de marcenaria e caso conseguisse, sentaria no convés para pode ler sob a luz da lua e das estrelas... E de uma vela.




Inicio do Treinamento da Proficiência: Marcenaria





Dessa vez os primeiros capítulos foram a apresentação básica do conteúdo e das ferramentas que vamos precisar para construir os mais variados moveis e mobílias, era até mais simples que os que usávamos na escultura... No entanto, so cálculos eram iguais ou maiores, afinal não iriamos querer uma cadeira que tenha as pernas fracas de mais para suportar o peso que lhe seria empregado ou mesmo com uma perna no lugar errado ocasionando alguns tombos... Se bem que isso seria uma boa para o Saru... Vou anotar!


A arte da marcenaria consistia em construir separadamente as peças do objeto final, trabalhar o mesmo e depois montar tudo em uma única coisa. A teoria era interessante e passei algumas horas lendo os capítulos, no entanto, eu precisava praticar de alguma forma... Olhei ao meu redor tentando observar o que faltava, na verdade, faltava tudo, então estava querendo descobrir o que mais fazia falta de começo. Diante de mim, estavam os pratos de minha refeição e então pensei, “bem, está na hora de pararmos de comer no chão e jogados por aí!”, naquele momento decidi que faria uma mesa.


Comecei primeiramente pelo principal, as pernas que sustentariam toda a estrutura da mesma. Fazia cálculos considerando o quão agitados somos e o quanto de peso as fartas refeições preparadas por Chloe poderia exercer sobre o móvel e decidi então fazer algo diferente. Devido à possibilidade de alto estresse que a estrutura teria de suportar, usar o método de quatro pernas poderia não ser o melhor, optei então por fazer uma grande forma maciça que iria se encaixar no centro da plataforma. Dessa forma iria colocar o centro de gravidade mais baixo e pelo tamanho ofereceria equilíbrio, resistência e um visual moderno a minha obra, mas por garantia iria adicionar uma borna na base do suporte para que fosse parafusada ao chão, assim teria a firmeza ideal para todas as ocasiões. Tendo isso em mente peguei uma tora e comecei o processo buscando o diâmetro correto.



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Após algum tempo de trabalho passei então para a superfície da mesa, era bem grossa e teria que ter um peso grande, afinal teria que permanecer do lugar mesmo com o balanço do mar. Durante o processo que fazia com a lixa, acabei por ter uma ideia que iria tornar tudo melhor. Eu poderia fazer uma espécie de relevo artístico como uma escultura entalhada na superfície lateral do suporte da mesa. Poderia levar um tempo e não ficar perfeito, mas era uma obra que aperfeiçoaria com o correr dos dias.




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O livro me deu as dicas certas para acelerar o processo e dar um acabamento ideal para a nossa nova mesa de jantar, agora claro... Iria chamar minha queria irmã para ver.






Fim do Aprendizado







- CHLOE, VEM VER, VEM VER!!! – Gritei enquanto admirava minha primeira obra. – Agora temos um lugar digno para fazer nossas refeições. – Falaria rindo e orgulhoso enquanto mostrava os detalhes para quem que estivesse ali vendo.


Se meu companheiro Saru não tivesse voltado para o navio eu então perceberia que tudo estava calmo, calmo até demais... Tendo ciência da ausência do tal iria me preparar para ir atrás do mesmo tentando imaginar a merda que ele teria se metido. – Chloe, meu amor... Saru ainda não voltou e com certeza ele deve ter feito alguma merda. – Falaria colocando minha mão na face como sinal de desaprovação, no entanto, era algo esperado e o tal era querido para mim e isso se refletia na preocupação em minha face. – Vou atrás dele, se quiser ir comigo me siga.


Nós não éramos criminosos ainda então não teríamos problema de andar pela cidade, procuraria inicialmente no quartel mais próximo e perguntaria aonde alguém preso seria mantido, se necessário iria então dar as descrições do garoto para saber onde poderia encontrar o mesmo. Ficaria ciente para qualquer informação importante que poderia conseguir assim como me prepararia para qualquer embate, minha ação seria padrão para qualquer situação, iria tentar ganhar distância para pensar em como agir bloqueando ou desviando de possíveis ataques caso necessário e sempre visando o local com menos inimigos, pois não poderia ficar cercado.


No entanto, no caso do jovem ter voltado eu o questionaria da demora e ouviria qualquer informação importante que o mesmo poderia me dar, se acontecesse alguma coisa inesperada esperaria para analisar a situação e dar uma resposta ao mesmo e assim planejar o próximo passo.




Histórico:



Resumo da Ficha:






Objetivos
● Proeficiencia Escultura (  )

● Proeficiencia Marcenaria (  )

● Preficiencia Discurdo (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )








Última edição por Diego Kaminari em Qui 14 Abr 2022 - 16:05, editado 6 vez(es)

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Chloe Kaminari
Estagiário
Maldito de Tequila…
Kabum?
Não se preocupe, Terrinha. — a chamei de forma carinhosa sentindo seu arrependimento — Eu devia ter sido um pouco mais paciente e explicado tudo. Mas acontece, nem todos vêem o potencial de Tequila Wolf — brinquei um tanto orgulhosa e andei ao lado da mulher.  Queria ao menos ter tido uma conversa melhor durante todo o caminho com ela, mas estava focada em outras coisas.

No barco, após preparar toda a refeição, pude comer de forma paciente ao lado de meu amado. Aquela era uma alegria que tive tão poucas vezes, mas que faria a próxima ser sempre melhor que a anterior; eu tinha paixão pela culinária, era a forma que eu tinha de demonstrar agradecimento pelo carinho e cuidado que tiveram comigo, algumas vezes cozinhava por obrigação e não tinha um gosto agradável a refeição.  Diego apreciava a comida e aquilo deixava meu coração tão quentinho que não tinha palavras para descrever — Que ótimo que você gostou. — sorri para o mesmo que devorava a comida. A pergunta feita foi tão repentina que senti uma enorme vontade de rir, mas naquele momento apenas segurei — Na verdade, em tequila me ensinaram de tudo, menos cozinhar. Algumas coisas eu aprendi com Madame Kinds quando a mesma estava viva; orestante foi tentativa e erro enquanto recebia treinamentos para sobreviver. — sorri terminando a salada e logo me aventurando no peixe sentindo um pouco da ardência da pimenta.

Terminei de comer completamente a janta e me levantei junto a Diego. Ele parecia querer fazer algo, calmamente fui em direção a cozinha novamente — Eu entendo. Digamos que eu já tenho quase tudo para seu plano… explosivo — com calma me distanciei de Diego indo em direção aos livros novamente e voltando para a cozinha iluminada

Início do aprendizado

O livro de aparência antiga era um novo amigo. Abri o mesmo com certo cuidado para não danificar mais ainda o mesmo. Os primeiros capítulos do livro explicavam sobre o que era química e como poderia ser aplicado, não só no dia-a-dia, mas também em outras áreas da vida.

Com calma fui folheando o livro, nos capítulos seguintes, começava a explicar sobre as divisões de química. Orgânica, físico-química, inorgânica, bioquímica…  cada parte tinha suas peculiaridades, mas agora o vago começava a se tornar um pouco mais específico.

Cada parte dizia que filósofos antigos acreditavam que as substâncias eram formados pelos quatro elementos básicos da natureza: água, fogo, terra e ar. Com o passar do tempo, as pessoas chamaram a química de Alquimia onde tentavam transformar pedras em ouro e fazer elixires de vida eterna.  

O capítulo seguinte, e final do livro dava informações um pouco mais complexas. Átomos ... .neutros … elétrons ….  Números atômicos e inúmeros tipos de elementos de uma tabela tão grande que poderia ser impossível de se lembrar de todos, mas eu precisava me focar naquilo tudo.

Nas considerações finais, o autor agradecia sobre a leitura e os ensinamentos passados. No fim, fechei o livro o deixando sobre a mesa da cozinha.

Fim do aprendizado

Depois de ler por horas, ou ao menos pareciam ser horas de estudo, ouvi Diego me gritando e com rapidez fui até o mesmo. Com um sorriso observei seu trabalho — Uau, belíssimo trabalho meu amor. — os dedos passaram delicadamente sobre cada curva daquela mesa — Poderia da próxima fazer nossa cama. Mas precisa ser bem forte — havia um tom de malícia na voz. — A propósito… eu preciso depois conversar com você… preciso aprender a barganhar e você tem algo que me interessa.

Ouvi então o comentário sobre saru e caso o homem aparecesse. Iria esperar a fúria do capitão sobre ele, mas caso contrário, iria seguir meu irmão por toda a ilha com a arma em mãos para proteger a nós dois se fosse necessário.


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Enquanto tirava as roupas da marinheira, ela acordava na mesma hora que eu tava puxando as calças dela. Pararia um segundo, olhava para ela segurando as calças, piscava os olhos – É tudo um sonho. – dizia para ela tirando as calças devagar.


Até que ela gritava - Eu não, apenas me certifico que não vais vir atras de mim. - Dizia apos ter atirado a roupa dela fora. - Viu? Quero ver agora vir atras de mim pelada, ia ser uma vista boa. - Dizia rindo.


Perto da marinheira eu sacudia as maos uma na outra - Bom eu gostaria de ficar a ver a linda paisagem e a falar, mas eu preciso de ir, penso que tamos quites pelo tiro, quero dizer nem tanto, mas… Já é um começo. – Logo apos eu falar eu ouvia um tiro quase que passou pela minha orelha. - Eita, de novo.-


Olhando para tras eu via quatro marinheiros que tinha subido até ao telhado. - Caralho, vocês andaram treinando subindo bananeiras ou que, subiram já aqui em cima. – Olhava-lhes e observava para a marinheira pelada - Hm suponho que não queiram conversar? – De imediato eles apontavam as armas para mim e falavam meio alto.


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- Poxa isso é uma escolha dificil, agora voces me pegaram hein, obrigado pelo convite, mas terei que recusar, olhem sem querer ofender, voces não valem a pena, não é que eu não queira eu apenas não posso de momento, mas mais tarde quem sabe a gente pode marcar um role, mas so se forem marinheiras ta. – Olhava de novo para a marinheira e rapidamente eu pegava nela, e colocava ela a minha frente. - Se querem mirar tanto, olhem aqui algo bom de ver. – Com isto era possível que a reação deles fosse fechar os olhos para não ver ela pelada, ou se distraírem pelo corpo, qualquer uma das duas situações iria me dar tempo de tentar sair dali.


Eu ia andando para tras enquanto tenho ela a minha frente e aproveitando a possivel distraçao, rapidamente colocaria ela debaixo do braço e pularia do predio. - Tu vens comigo, precisamos de falar sobre isto tudo. – dizia enquanto caia, chegando ao chao, usando a minha perna boa para aparar a queda até o mesmo, mesmo que não fosse muito alto para ser uma queda grande


Assim que chegava no chao, eu corria para a floresta proxima, se tivesse, se não tivesse eu me metia em meio aos predios proximos da cidade. - Porque atiras-te em mim, sua maldita linda, que poha de ilha é esta que marinheiros atiram antes de perguntar, se meu avô tivesse aqui ele ia dar bronca em voces e logo em seguida em mim. – Se eu consegui- se chegar na floresta por mais pequena que fosse eu andaria nela, para despistar os marinheiros e tentaria seguir a direção que desse além que eles poderiam levar algum tempo até descer o prédio, e os que tao no chao puderiam levar algum tempo até contornar o predio, entao eu teria vantagem, mas, em simultâneo, desvantagem devido aos ferimentos.


Possivelmente eu teria dez a vinte minutos de avanços ou mais, não entendia bem, tudo que sabia é que precisava de me tratar, caso não desse eu iria correr pelo meio dos predios da cidade, alternando de um a outro, e se possivel me esconder, caso me desse para esconder eu taparia a boca da marinheira com o lenço para não gritar, porque se fosse com a mao, vai que ela me morde. - Fica calada um pouco e me ouve, não importa o que tu declarou, primeiro eu não sou um bandido, so tava a observar a paisagem, segundo embora tu não acredite eu sou neto de um famoso marinheiro sua idiota, terceiro custava esperar um civil descer antes de declarar prisao hein.? – dizia baixo para ela ouvir enquanto tentava me esconder, entraria num dos predios se necessario que fosse mais seguro me esconder, e quando nota-se o caminho mais livre eu sairia mas nao antes de pegar em algo e dar um golpezinho no pescoço da marinheira para ela dormir  e deixaria ela naquela casa por enquanto e tentaria voltar para o local onde tava os armazens, na esperança que as crianças pudessem ja ter achado diego e chloe, caso nao tivessem eu tentaria saber se alguem la sabia primeiros socorros ou senao eu voltaria para o barco.




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Narração - 10

Baguncinha gostosa de fim de tarde

Os marinheiros apontavam suas armas na direção de Saru, estavam enfurecidos por ter visto o jovem despir sua companheira à força e tudo o que queriam era acabar com a raça daquele “acrobata-pervertido”.

Quando notou o tanto de armas apontadas em sua direção, Saru ergueu a mulher nua e a usou de refém colocando-a no caminho entre ele e as carabinas.

A mulher gemeu de dor por conta do movimento brusco, e ao ter suas intimidades expostas à céu aberto ela ficou vermelha de vergonha e desviou o olhar de seus companheiros.

Os marinheiros entretanto aproveitaram o momento para dar uma boa olhada no corpão 10/10 daquela linda mulher, aquela visão maravilhosa encantou cada um dos quatro homens, que jorraram tanto sangue de seus narizes que até voaram para trás, perderam o equilíbrio e caíram da beira do telhado.

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Soco do amor Abusivo

Surpreendentemente o plano do jovem deu mais do que certo e agora ele tinha tempo o suficiente  para dar o fora dalí. Agarrou a marinheira nua e levou-a debaixo do braço, pulou então para a rua e foi logo se enfiando para dentro de um dos becos, afinal não haviam florestas ou bosques na Alta-Shells.

No beco, Saru aproveitou para amordaçar a mulher usando um lenço. Ela se debatia tanto que foi bem difícil fazer, inclusive no momento de desespero ela arranhou a bochecha direita de saru com as suas unhas - ME SOLTA! DESGRAÇ…- mas no final Saru conseguiu amordaça-la.

TRAP- TRAP- TRAP- TRAP- TRAP- TRAP

Mais uma vez, o som dos passos da patrulha poderia ser ouvido pois estavam chegando cada vez mais perto - Vamos, ele veio por aqui! - Diziam eles aos gritos - É só seguir o rastro!!

Se saru olhasse para o chão, poderia ver que sua perna estava sangrando demais visto o esforço que fez para pular e correr, e o resultado disso é que agora existia um rastro de pegadas vermelhas que denunciavam todo o seu percurso, então ele fez o que para ele seria o mais sensato a se fazer em uma situação dessas…Ele golpeou a cabeça da mulher para de acordá-la e entrou no primeiro prédio que viu sem nem conferir o que é que poderia ter dentro. Sua intenção era despistar os marinheiros, mas ao adentrar no local se deparou com um monte de odaliscas que vestiam apenas roupa íntima. Elas estavam se maquiando para uma apresentação que fariam em breve quando Saru entrou no local.

As mulheres começaram a gritar em desespero ao ver a mulher nua e amordaçada. Pegaram vassouras, pás e cabides e avançaram com tudo contra o jovem Saru, que deixou a marinheira lá e deu no pé.

Os marinheiros já estavam no beco e então mais uma perseguição se iniciou ao som dos apitos enquanto Saru corria rumo à Baixa-Shells.
Um anoitecer agradável

Enquanto Terra e Jacob gastavam o seu tempo útil para desenhar genitais na testa do tripulante adormecido, Chloe e Diego estavam muito empenhados em estudar.

Chloe havia passado as últimas horas lendo um livro sobre explosivos e agora, depois de comer, já estava disposta para mais uma rodada de conhecimento. Sendo  assim pegou o velho livro de química que havia comprado e meteu a cara nos estudos por mais algumas horas.

Depois de mais algumas horas de trabalho árduo, Diego havia feito uma bela mesa de madeira enquanto estudava marcenaria e estava tão feliz com o resultado que chamou Chloe e os outros para verem sua nova obra de arte.

-Diiiih Que maravilhoso!! - Terra falou ao abraçá-lo afetuosamente, então beijou o seu pescoço e falou baixinho em seu ouvido - Eu quero que você me use pra testar essa mesa.

Jacob veio todo empolgado, mas ao ver o movel vez uma cara de desdém - Affe, achei que era algo mais legal… isso é só uma mesa! Vou voltar pro meu soninho, beijo amores, boa noite!

Foi quando a preocupação tomou conta de Diego, ele sabia que não era comum o Saru ficar tanto tempo longe e por isso decidiu sair para procurá-lo.

-Os meninos estão dormindo então eu vou ficar para tomar conta do barco- Terra falou.

Então Diego e Chloe recolheram as suas armas e desceram do barco para ir em busca de Saru. Neste momento Klaus desceu do Vivácia e foi até Diego, segurou o seu ombro com uma mão para impedir o seu avanço e estendeu a outra de maneira cordial.

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-Não está esquecendo de nada, companheiro? Devolva minhas ferramentas!
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Em Busca do Saru Perdido






Ter feito a mesa era uma coisa incrível para mim, mas ouvir terra falando em meu ouvido que queria “usar” aquela mesa comigo... Rapaz, meu pensamento foi tão longe que meu corpo estava em Shells Town, mas minha mente já estava lá na grande linha.


– Terrinha, ela é parafusada no chão... Não precisaremos nos conter. – Disse sorrindo, mas depois lembrando que Chloe estava ali do lado... Porque eu sempre esqueço disso? “Porque você não presta!”.


Todavia não somente agradei naquele momento, Jacobi veio falando merda, mas quem diabos chamou este corno aqui? – Soninho que nem deveria ter saído, né! Não te chamei aqui cabelinho de resistência de chuveiro, Terra e Chloe gostaram e elas são quem importam, agora vai voltar a sonhar com seu canavial de rola. – Falei para o afeminado que se retirava, no entanto, logo voltei a fala para a querida Terrinha. – Terra, meu amorzinho... Vou jogar seu irmão para fora do navio! O que ele tem que implica sempre comigo?


Apesar da resposta meus planos já estavam traçados, afinal um membro do meu bando estava desaparecido e eu não deixaria isso assim. Terra voltou para o barco o que era bom afinal Kuro e nada são a mesma coisa, apesar de tudo fui parado pelo querido homem que me cedeu as ferramentas e a madeira... Eu confesso que estava ansiando por ficar com as ferramentas que pegaria emprestado, no entanto, não conseguiria realizar tal ato quando a história por trás dos itens me fazia lembrar a mim mesmo. Por muito tempo acreditei que minha esposa e amada estava morta e sabia o quão ter algo dela próximo que significasse alguma coisa poderia ser bom... Eu não tive, mas este senhor tem assim como um ótimo e bom coração.


- Não estou me esquecendo não senhor... Tome. – Disse entregando as ferramentas. – Senhor, tenha sempre esse coração bom que apesar do sofrimento não se corrompeu... Sua esposa estaria orgulhosa do senhor.


Após isso iria partir em busca de Saru, mas aonde? Ele poderia estar em qualquer lugar então teria que procurar em toda parte. Primeiro iria buscar nos quartéis e ver se haviam capturado o mesmo me apresentando como seu irmão, caso não encontrasse eu iria então buscar em hospitais por indigentes, afinal mal tínhamos a roupa do corpo quem dirá documento oficial... Mas na hipótese de não o encontrarmos lá, iria procurar pelas ruas com auxílio de Chloe, olharia cada viela, cada beco, até mesmo pegaria informações com as pessoas caso fosse conveniente. Na possibilidade de não encontrarmos iria então voltar para o barco e esperar o sol raiar para decidir o que faria em seguida.


Mas caso o encontrássemos eu iria expressar minha indignação, afinal ele havia me deixado preocupado. – Saru... O que diabos você estava fazendo? Eu te pedi algo simples e tu some! Você tem noção do quanto me deixou preocupado?! – Diria o abraçando, mas a partir dai as coisas mudariam, caso o mesmo não tivesse em mãos os uniformes e não tivesse realizado o ÚNICO objetivo que lhe havia atribuído, o abraço viraria um cascudo daqueles bem dados. – TU SOME POR HORAS, NOS DEIXA PREOCUPADOS, TUDO ISSO POR NADA SEU MOLEQUE MISERAVEL!! – Falaria estressado, mas logo deixando espaço para o tal contar a história completa.



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Resumo da Ficha:




Objetivos
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Enquanto tentava amordaçar ela, eu recebo uma arranhadela, e ela reclama, mas eu consigo amordaçar antes de ela terminar de reclamar. - Fica quieta, mas tu és uma marinheira ou um animal, já me deu um tiro e ainda me arranha, da próxima te deixo pelada lá com eles eu hein. – dizia reclamando junto.

Eu ouvia o som dos passos e as vozes -Rastro que rastro? – Olharia em volta ate que notaria no chão pegadas do sangue. – Quê? Ahh olha só o que tu fez, me fez, tu me deu mais problemas do que lutar com animais na floresta, incrível. - Ia resmungando.

Teria colocado ela para dormir, para ser melhor de andar sem ela fazer barulho, entrando num prédio eu tentava me esconder e parecia ter resultado, só que talvez não seria por muito tempo, mas o inesperado aconteceu, um monte de mulher estavam lá se maquiando e se arranjando e via a marinheira pelada. – Ok eu posso explicar, ela é uma prisioneira, fui atacado pelo colega dela e...

Mas antes que pudesse terminar a tentativa de explicação ou pelo menos um blefe, elas vinham para cima de mim com pas, vassoura e até via um cabide voando e bater na minha cabeça -Eiii um cabide serio, estou saindo calma tomem conta dela que já volta. Dizia saindo as pressas de lá.

Coçava minha cabeça – Carai que confusão, preciso voltar para o barco. – Ouvia o som dos apitos e sentia muita movimentação, eles deviam tentar seguir meu rastro, eu precisava de seguir para a baixa da ilha, mas precisava ganhar mais tempo também, olhava para trás em direção a alta da ilha, e saltava para um prédio e dava uns passos na parede para deixar marca dos pés nele para dar a impressão que eu teria subido de novo e seguido em direção a alta, feito isso eu pulava da parede para o chão, dava umas voltas ali, esforçada um pouco para dar uns pulos, e no final deixaria aquele local com, bom digamos que eles têm rastros suficientes para se eles se distraírem, sem perder mais tempo, eu seguia em direção a baixa da ilha.


Se ao descer ate a baixa da ilha eu encontra-se Chloe ou o Diego, ou se por sorte encontra-se os dois, eu olharia para eles, meio recuperando o folego.
-Ufaa ainda bem que achei voces, tenho boa e ma noticia, e sobre os uniformes ainda tou a tratar disso, so preciso de 1 tempinho de descanso. Se Diego ou Chloe fosse brigar ou falar algo sobre os uniformes , eu ja me descairia em um deles antes de eles reclamarem de algo.
- Tive uns pequenos contratempos, preciso de uma ajudinha Chloe, preciso voltar para o barco.






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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário

Corra Saru, Corra!
Vamos atrás do homem!
Realmente a mesa feita por Diego era maravilhosa, seus detalhes parecia ter sido feitos com carinhos, entretanto a cena seguinte fez meu sangue ferver completamente.  Terra parecia fascinada com a arte de meu amado, porém sua aproximação foi um tanto estranha e a resposta de Diego foi o estopim para aquilo — Não precisamos nos conter? — repeti as palavras ditas por Diego, porém as mesmas foram feitas com completo desgosto — Depois vamos conversar, Diego Kaminari. — sempre foi um tabu entre nós dois dizer nosso nome completo… nome e sobrenome. Tudo bem, para alguns poderiam não entender bem, mas sabe quando sua mãe ou guardião chama pelo nome completo com olhar de desgosto? Era a mesma coisa naquele momento.

Ignorei completamente o comentário de Jacobi sobre a mesa. Segurei com delicadeza minha vingadora enquanto olhava na direção de Terra — Se você chegar perto dele a noite… você tá morta — a frase era dita de forma inaudível apenas para a depravada. Conforme ouvia o capitão falando, aproveitei a deixa e soltei alto — Aproveita e joga a oferenda de Iemanjá de volta pro mar também! — a arma rodopiou calmamente com o toque que havia dado na base da coronha da vingadora.

A coloquei novamente no coldre na cintura e logo segui com o platinado em busca do homem perdido.  Um enorme homem havia entrado no nosso caminho pedindo algo para Diego, a mão instantaneamente foi em direção da arma, mas logo percebi que não era preciso ficar tão arisca naquele momento. O homem era enorme, mas ainda parecia ser uma boa pessoa
Diego, qual é a história do grandão ? — caso me fosse contada, ficaria em silêncio deixando os sentimentos aflorarem. Mas caso contrário apenas seguiria esperando encontrar o membro desaparecido.  

Caso durante a corrida houvesse alguma perseguição, daria uma saraivada de tiros a fim de espantar qualquer pessoa que viesse em nossa direção para atrapalhar o caminho, seja pela frente ou pelas costas. Se os inimigos viessem pelas laterais, tentaria alertar meu amado para que ele tomasse conta de uma das direções às quais estávamos sendo flanqueados. Se não houvesse  nenhum inimigo iria apenas correr pela cidade tentando buscar qualquer rastro do garoto.


Se conseguíssemos achar Saru, esperaria que Diego tomasse os primeiros movimentos dando qualquer bronca, em seguida iria verificar se o mesmo estaria ferido e aproveitaria para cuidar de seus ferimentos com o pouco conhecimento que tinha — Me deve 100.000 ฿S   pelo tratamento — soltei. Em caso de qualquer reclusão de pagamento, iria deixar o mesmo agonizando um pouco mais antes de tornar a fazer o tratamento — Agora você me deve 250.000 ฿S  pelo tratamento. E se reclamar eu vou aumentar mais ainda


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Subaé
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Subaé
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Uma viagem para conhecimento




Narração - 11

Maldito rastro


Saru estava em uma fuga acirrada, e não seria para menos pois havia raptado e assediado uma oficial da marinha! O jovem correu tanto que mesmo a passos mancos conseguiu sair mais uma vez do campo de visão dos marinheiros. Entretanto, ainda havia o rastro de sangue que sempre denunciava sua posição.

Ciente de tal infortúnio, Saru forjou rastros falsos ao andar em paredes na direção da cidade alta, sendo que na verdade ele deu um grande salto seguido de uma pirueta e desceu até a Média-Shells. Lá ele se escondeu em um beco onde pretendia esperar até que os soldados se acalmassem…entretanto, ao se agachar atrás de uma caixa, sentiu uma forte tontura que fez sua visão girar…A corrida desenfreada e as piruetas  foram um esforço que não poderia se dar ao luxo de fazer por conta das feridas…o sangue jorrava mais intensamente… seu corpo foi ficando mais pesado…até que por fim, desmaiou.
Um reflexo do passado

Klaus sorriu gentilmente ao receber as suas queridas ferramentas, afagou os cabelos prateados de Diego assim como um pai afaga o seu filho, e agradeceu.

-Muito obrigado rapaz, espero que elas tenham lhe servido bem! E por sinal, me desculpe por ter desconfiado de vocês…Essa era dos piratas está um verdadeiro caos, mas vejo que vocês também são pessoas de bom coração!

- E esta bela dama, é a sua esposa? - O velho olhou para Chloe e se curvou, pegou a sua mão com as pontas dos seus dedos enormes e beijou-a gentilmente - Sou um simples carpinteiro chamado Klaus, ao seu dispor!

Então o velho voltou para o barco, mas não sem antes se despedir - Gostei muito de conhecer vocês, Passem no Vivácia depois para bebermos e celebrarmos a nossa amizade!

Então os gêmeos Kaminari seguiram para o interior da cidade em busca de seu companheiro. A cidade estava calma, e por conta do horário os estabelecimentos já não estavam mais abertos, apenas os poucos bares e bordéis ainda estavam com as luzes acessas. Era possível ouvir que as pessoas comentavam sobre uma perseguição acirrada que havia acontecido algumas horas mais cedo, mas ninguém sabia dizer o que realmente havia ocorrido.

Alguns diziam que um estuprador havia sequestrado duas mulheres e ainda havia matado três marinheiros, o que justificava o tanto de sangue nas vielas. Já outros diziam que se tratava de um sequestrador de crianças, pois duas crianças haviam desaparecido na baixa shells desde a manhã daquele dia.

Mesmo com tantas histórias estonteantes, ninguém sabia dizer quem era aquele criminoso e nem qual fim ele teve. Aquilo era um acontecimento raro em Shells Town e por isso todos estavam muito empolgados com aquela “lenda urbana”.

A dupla de irmãos seguiu em direção ao quartel pois Diego acreditava que encontraria Saru por lá , entretanto, antes mesmo de encontrarem um dos quartéis, os irmãos foram surpreendidos por duas figuras pequeninas e incrivelmente barulhentas.

-OLHA LÁ TSUKI, MAIS DOIS!!

-Eles não são irmãos Ryumaru!! Olha as alianças!

-CALA A BOCA, DA ULTIMA VEZ VOCÊ FEZ A GENTE GASTAR DUAS HORAS ESPERANDO AQUELES VELHOTES CONSEGUIREM ANDAR ATÉ O GALPÃO!!

-Mas eu pensei que eram os certos…

O irmão mais novo correu até Diego e Chloe e fez a pose de soldado.

-OI!!! VOCÊS DOIS TEM CABELO BRANCO…VOCÊS SÃO IRMÃOS? - perguntou o garoto mais jovem - O SARU PEDIU PRA A GENTE ACHAR OS IRMÃOS DE CABELO BRANCO!! ELE PEDIU PRA A GENTE LEVAR VOCÊS LÁ PRA CASA!!
Salvo pelo gongo

Quando despertou, Saru perceberia que não estava mais no beco em que desmaiou. Estava deitado em uma cama sem lençois feita de madeira, ao lado de uma mesa cheia de medicamentos, álcool e um pote cheio de pílulas coloridas.  O aposento não era apenas um quarto, como também tinha um sofá velho que compunha a sala e uma pia com um fogão enferrujado, improvisando uma cozinha (tudo no mesmo cômodo); era úmido e escuro, iluminado apenas por uma lamparina que estava apoiada na pia. Apoiada na parede, atrás do sofá, havia uma enorme espada negra de formato triangular que normalmente só era usada antigamente para decapitar cavalos nas guerras de Kano.

-Você acredita que me expulsaram por que eu matei aquele pedófilo? A marinha está ficando cada vez mais impura!!

-Sempre foi assim Sano…Você que é um idiota idealista que foi cegado pela inocência!

-Eu não sou inocente!! Mas eu acho que acredito em outro tipo de justiça…

No local haviam duas pessoas, a primeira era um médico de óculos e cabelos brancos que estava sentado ao contrário em uma cadeira junto à mesa; o outro era um rapaz jovem de cabelos negros que estava deitado no sofá enquanto jogava uma bússola para cima repetidas vezes, só para pegá-la novamente.

Então, o médico notaria que o jovem havia despertado.

-Finalmente você acordou! - falou o médico ao virar as costas de cadeira na direção de Saru - Eu tirei a bala alojada em sua panturrilha e costurei aquele estrago em suas costas…Está se sentindo melhor?
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