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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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2° - De Dawn a Shells - Uma viagem para conhecimento.

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Sasha
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Relembrando a primeira mensagem :

2° - De Dawn a Shells - Uma viagem para conhecimento.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Diego Kaminari , Chloe Kaminari , Kuro Tempest  e SIlver D Saru. A qual não possui narrador definido.

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Saru
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Saru
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Ficaria olhando para o tenente e ele para mim, eu tinha falado que se ele fosse so me olhar que eu teria bastante tempo e ia fazer igual.

Ele respondia sobre as explosoes -Alguns Homens pode não chegar pode ter muitos feridos Dizia comentando sobre a explosao porque pelo barulho deve ter feito alguns estragos, alem disso e uma bomba rs.

Eu via ele a pedir para levarem o velho e eu ao ver o velho a ir com eles -Eii vou ficar sem companheiro de bebida, espero que cuidem bem dele.

O tenente fazia sinal e pedia para revistarem o barco 3 homens subiam no barco, eu sentado na beira do barco, olharia de canto para o tenente -Va la serio, pedir pra revistar o barco para ver se eu impeço ou digo algo sobre a revisao e suspeitares de mim, se vais tentar me cutucar pelo menos seja direto, joguinhos não rola.

Dizia dando um leve sorriso olhando para o porto.
- Fiquei curioso do porque atacariam e explodiriam essa embarcação, inimigos talvez?
- Inimigos não, não dou tanto valor a eles apenas uns vadios que não sabem ter coragem de encarar, possivelmente foi a mando daquele militar com ar de Revo que eu achei uma vez no porto, tentando arranjar voluntarios, eu mandei ele tomar no cu quando vi ele a brigar com o velho porque ele não queria ajudar ele com o barco dele digamos que ele batia em civis que não concordavam em seguir ele, acho que ele não gostou, e tentou deixar uma prenda de vingança.

Ouvia o Tenente a comentar sobre a bagunca tambem e eu logo comentava coçando a cabeça -É parece que sim, ai ai so deu dores de cabeça, aquele maldito quase fez eu ir pelos ares, meu avo ia ficar puto comigo se tivesse morrido por um vadio.


Eu via os marinheiros fazendo a revistoria por cima do barco primeiro porque tinha uma certa bagunça e um pouco do sangue do velho -Oi por favor não pissem o sangue e andem por ai a passear, isto custa a limpar.

Olharia para eles e pareciam meio novatos ou não, e provavelmente notei algo que nem o tenente notou, bota meio desapertada, lenço froxo e camiseta quase fora da calça eu quase dava um riso.
-Sr.Tenente eu espero que aqueles 3 não sejam oficiais veteranos, porque escapou algo eles, mas eu entendo a corrida com a confusão e normal acontecer ou não.
Dizia meio debochando quando rindo mas tentando segurar, podia ser so coisa pequena que não fosse o bastante pro tenente chamar eles a atençao, mas sabia que no minimo eles iriam olhar, nem que fosse com medo de serem reprendidos.


Enquanto ria, sem notar Diego e Chloe subiam ao barco e assim que ouvia Diego a perguntar o que teria havido eu tomava um susto e caia do corrimao da beira do barco para tras. “barulho do tombo”
-Ai..ai. olhava do chao e via Diego junto com Chloe -Fiz nada não, não tenho a culpa, não fui eu.
Diego perguntava sobre o que eu teria feito – Que? Eu acabei literalmente de falar que não fiz nada. Eles pareciam agir estranhos -Voces tao bebados? AHH andaram a beber sem mim enquanto eu quase morro junto com o barco e um velho por uma bomba e salvando o barco, vao levar num certo sitio. Dizia resmungando.

Diego explicava sobre um revo chamado theodore eu ria e comentava -Theodore rs. O mesmo falava sobre um heroi da marinha que seria meu avo, e um neto que seria eu -Que legal um neto de um heroi da marinha, cade ele pra bebermos. Via eles olhando para mim -Ah e vdd sou eu. Dizia sorrindo e coçando a cabeça.


Enquanto Diego fazia seu discurso de trabalhador eu falaria quase tossindo – Bebado cof cof.
Tinha ouvido Chloe sobre jacob e tudo mais mas na verdade passou direto no ouvido.
-Bom senhor Tenente, parece que resolvemos o misterio do porque da bomba no barco, parece que o tal militar e o theodore são a mesma pessoa pela descriçao claramente posso afirmar isso. Lembrava o nome e ria um pouco– kkk Theodore. Voltava a falar serio -Juntanto ao facto do velho não aceitar ajudar ele e eu encarar ele e mandar ele tomar no cu, eles os dois parecem que fizeram o mesmo, entao ele ficou brabo e deixou uma prenda na qual eu cheguei a tempo e me livrei dela, e foi ai que voce chegou, e agora tamos aqui trocando um papo caso encerrado, quer um chá, ou um lanchinho?.

Eu ficaria sentado no chao, olhando para o tenente e para os oficiais. -Algum de voces quer tomar algo uma agua, um cha.

Se o Tenente perguntase algo sobre familia e aquilo tudo de avo e tal eu coçava meu ouvido -Ah isso, e isso mesmo, família Silver deve ser conhecida na Marinha, acho que isso deve soar alguma coisa para um tenente como tu.

Me levantaria e sacudia minha roupa -Sr.Fumador, eu queria ir dormir , quase morri com uma bomba tomei um baita susto, tou meio cansado, melhor irem cuidar da cidade, por as pessoas a descansar ajudar os feridos, e cuidem do velho, eu tou mortoo com isto tudo.

Dizia assoprando o fumo do tabaco que estaria por perto -E tenta não fumar tanto, isso mata.
Caso algo desse para o torto e ele tentasse algum ataque ou mandasse atacar, eu desviava do ataque dando um pulo para tras, e já prepararia para os proximos movimentos.



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Tanaka
Civil



Ao notarem um barulho estranho vindo de trás das caixas os marinheiros se aproximam com seus rifles em mãos, um deles toma a frente enquanto os outros permanecem na cobertura, ele caminha lentamente e com cuidado visivelmente tenso com medo do que encontraria atrás das caixas e quando finalmente vê o que acontecia...



- Parado!



Ele vê os dois irmãos se pegando e fica desconcertado virando o rosto e tapando os olhos – He...hey oq eu diabo vocês estão fazendo? – os outros marinheiros então se aproximam curiosos sobre o que estava acontecendo e pegam os dois no ato, imediatamente todos ficam com o rosto vermelho.



– AQUI NÃO É LUGAR PRA ISSO VOCÊS NÃO TÊM DECENCIA? – grita um deles.



Diego então começa a explicar a situação enquanto cambaleava, Chloe segue a deixa do irmão e enquanto caminha acaba se jogando em cima de um dos marines que ao sentir os peitos da pirata contra o seu corpo seu rosto fica ainda mais vermelho parecendo que ia explodir.



- O..ok, mas que isso não se repita, agora sumam daqui!



Os dois então conseguem subir a bordo sob os olhos do tenente que desconfia dos dois, ele escuta tudo que o bando tinha a dizer em silencio analisando as falas e a justificativa dada para a confusão que ocorreu, mas ele não esboça reação alguma ao comentário do Saru ser neto de um marinheiro famoso, foi como se isso não o interessasse.



Quando Choe tenta descer para os decks inferiores dava de cara com os marinhes que estavam revistando o navio subindo os degraus.



- Parece tudo limpo senhor.



O tenente então olha para Saru e depois Diego, como se soubesse que algo estava errado, mas depois respira profundamente jogando o cigarro no chão do convés e depois amassando o mesmo com o pé.



- Vamos!



Seus homens então seguem em direção a rampa de saída seguidos pelo tenente, quando ele estava saindo do navio ele olha para trás.



- Hey, Theodore é um homem perigoso, se toparem com ele novamente procurem a ajuda das autoridades, eu diria que vocês têm sorte de estarem vivos.



Depois do comentário ele finalmente sai do navio e volta para o centro com seus homens, parece que o bando agora estava livre para ir mas se fossem inteligentes, fariam isso rápido antes que ele perceba quem é o verdadeiro responsável pelo caos na cidade.







histótico Narrador:

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Estagiário




Privacidade Por Favor






Meu plano deu mais do que certo e ainda por cima pude aproveitar de minha bela mulher num momento que jamais pensei que seria propício a isso, foi uma experiência gratificante, tanto viver aquilo, quando ver a feição dos marinheiros diante de nosso ato. Realmente não gostei de Chloe cair com seus peitos no marinheiro e tive que me conter para pegar minha espada e fatiar o desgraçado, por sorte o homem não se aproveitou do momento e logo liberou nossa passagem.


Uma vez no convés eu falei tudo que tinha que falar para um tenente desconfiado e silencioso, o mesmo não esboçou nenhuma reação para nada que eu disse, caramba! Devo reconhecer a firmeza e profissionalismo desse cara, a maioria dos marinheiros e tão instáveis quanto um barril de pólvora… Espera, pólvora! Meu senhor temos as armas e a pólvora, será quê? Meus pensamentos foram interrompidos por minha irmã que da de cara com marinheiros ao tentar descer para os conveses inferiores, mas o que mais me deixou preocupado foi o que disseram.


- Tudo limpo? – Murmurei para mim mesmo de maneira que somente eu escutasse.


O tenente joga o cigarro dele no chão do convés, bem... Poderia estar tudo limpo, mas jogando sujeira no meu navio agora está tudo sujo. Apesar do ocorrido apenas observei calado e pude então ouvir o mais que ele tinha a falar sobre o maldito revolucionário que tentou me roubar o que mais tinha de importante na vida, minha irmã, e como não conseguiu, tentou destruir o resto que igualmente me era importante. Agora fico feliz que Saru não estava no barco... Visto que o tenente saiu, a farsa da bebedeira por fim se findou e eu serio e rapidamente falei com Saru e Chloe.


- Depois nos conversamos sobre tudo que aconteceu, agora se preparem quero esse navio navegando no próximo minuto, vamos! – Disse começando a desamarrar as cordas e liberar as velas e por fim fui em direção ao timão para tomar o controle da navegação. – Ele deve estar indo para tequila, se preparem, vamos usar os ventos da noite para alcançar aquele miserável, vamos mostrar-lhe o tormento!


Meu plano era rumar para Tequila, como ele era um revolucionário e havia sequestrado meus companheiros, o mais logico seria ele ir de volta a base. Por isso pegaria a rota de Tequila Wolf. – Saru fique de olho no horizonte, me informe se avistar algo. Chloe, meu amor. Veja se ele roubou nossos mantimentos, caso ainda tenha algo nos prepare algo forte para comer, vamos precisar dessa energia.




Início do aprendizado: Discurso



Após isso fui em direção ao local que guardamos nossos livros que foram, com muita dificuldade, comprados a um alto valor. Os encontrei aonde deixamos, pelo tanto que é burro, Theodore nem deve saber o que é um livro, deve ter pensado ser algum papel higiênico gourmet. Peguei o livro que me ensinaria algo que preciso em meu presente e precisarei muito mais em meu futuro, a arte do discurso. Senti-me em uma área iluminada próximo do timão e comecei a ler.


O primeiro capítulo era uma introdução que dava importância aquela habilidade e caracterizava a mesma como algo essencial para qualquer líder, modéstia à parte, não posso dizer que não me vi nessa informação. Um líder precisava de seguidores e seguidores precisam o respeitar, e grande parte do respeito bem da mensagem que você passa não somente com atitudes, mas também com o que você fala e inspira o coração dos demais. Nos capítulos seguintes vi informações mais anatômicas sobre o conhecimento, como respiração diafragmática e potência vocal, saber aumentar seu tom e impor sua voz em momentos chaves era um grande ponto forte para um discurso bem feito.


Após alguns capítulos entramos para o conceito social da coisa, para alcançar seu alvo e preciso conhecer seu meio e saber o que podem ou não ouvir por isso até mesmo ensinamentos de identificação pessoal foram ensinadas no livro. Improvisações diante de reações de maioria era outro ponto, discurso não consiste de falar um texto pronto anteriormente, mas também a forma que se fala o mesmo e a capacidade de improvisar algo caso seu texto não se encaixe perfeitamente na informação.


Eu inicialmente comecei a improvisar um discurso sobre nossos ideais e os motivos que guiam as ações do bando e para Saru e Chloe caso me vissem podem achar que eu era um maluco, ou quem sabe de inspire com minhas palavras. – Vivemos num mundo onde nos dizem livres, aonde na teoria podemos ser o que quisermos, no entanto, isso não passa de uma ilusão imposta a tanto tempo que até mesmo seus criadores acreditam nessa farsa. Somente podermos ser aquilo que pessoas no poder acham que é certo! Eu entendo que leis são necessárias, mas o que lhe ofende se uma pessoa decide amar alguém de outra raça? O que tem de errado se alguém decide amar seu parente próximo? Nos pregam que o amor e superior a tudo, no entanto, somente podemos amar aqueles que a sociedade aprova como certo, tudo isso por um conceito de moralidade que nunca seguia uma lógica básica! Uma pessoa não se ver em seu gênero de nascimento, e quando tenta ser o que lhe faz feliz e taxada de verme, de monstruosidade! E por quê? Quem tem o direito de decidir o que uma pessoa é para ser feliz? A resposta meus amigos, é ninguém! A liberdade é um direito natural e temos que ser verdadeiramente livro para um dia sermos felizes conosco e com todos que nos amamos. As mesmas pessoas que dizem oferecer um mundo livre são as mesmas que dependem de escravos para realizar o trabalho que elas deveriam fazer ou pagar para ser feito, são as mesmas que descriminam várias raças por diferirem deles mesmos. Não meus amigos, vocês não vivem em um mundo livre... Vocês vivem numa prisão! – Parei para respirar mostrando feições de pesar em meu rosto mostrando que realmente é um assunto bem pesado em minha vida, como aprendi, discurso e feito com bem mais que somente palavras. – E eu? O que faço diante disso? Eu decidi que vou andar pelo mundo levando a verdadeira liberdade por onde passar, ficarei forte o suficiente para impor ao mundo essa liberdade e abrir os olhos e quebrar esses grilhões milenares que os prendem. Eu mostrei o caminho de uma sociedade realmente feliz, e destruirei qualquer um, qualquer organização ou entidade que ir contra isso!


Apesar de algumas partes eu ter ficado nervoso e dado uma tremida, se foi efetivo ou não eu não poderia definir, para mim eu achei que foi algo incrível. Antes eu achava que era somente falar, mas agora eu sabia ter muito mais e que um discurso pode mudar o mundo, um discurso pode convencer alguém por sua vida inteira. Sinceramente... Estou feliz de poder aprender isso.



Fim do aprendizado.




Me levantaria e iria tentar ir guardar o livro, não sabia se Chloe havia terminado os preparos de nossa refeição, mas caso sim, iria comer com gosto e enquanto observava o horizonte em busca do sinal de alguma navegação que poderia pertencer a crápula do Theodore. – você sequestrou meus companheiros, seu desgraçado, por isso você vai pagar.



Histórico:



Resumo da Ficha:




Objetivos
● Proeficiencia Escultura (x)

● Proeficiencia Marcenaria (x)

● Preficiencia Discurdo (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )








Última edição por Diego Kaminari em Qui Jul 14, 2022 6:17 am, editado 2 vez(es)

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O tenente parecia não ter ligado em nada se eu era neto ou não de alguem da marinha ele olhava para Diego e depois olhava para mim, na qual eu tambem olhara para ele piscando os olhos como se estivesse esperando ele falar algo.

E parecia que ele estaria analisando o que foi dito mas ao mesmo tempo, o olhar dele parecia que tava desconfiando de algo mas tava na duvida.

“Precisamos meter o pe daqui sera que ele vai fazer algo, nesse caso devo me defender caso faça algo, sera que tem comida semi preparada na cozinha.. pera não e hora de pensar nisso”

Ao mesmo tempo esperava que Diego não fizesse nada antecipado e mais importante que Chloe não brigasse com os marinhes no deck.

No meio desse silencio e olhar do Tenente os marinheiros subiam - Parece tudo limpo senhor. Ao ouvir isso eu me enclinava para o lado olhando para os marinheiros – Oh é mesmo, foi o que eu falei não e mesmo.
Dizia olhando para o Tenente, na qual ele dava um bafo do seu cigarro e jogava no chao e amassava com o pe -Eii já basta o sangue do velho, agora cinza de cigarro, isso vai dar trabalho depois po.


Dizia olhando para o cigarro esmagado, o tenente chamava os homens e parecia que iam embora mas antes de descer a rampa ele falava algo sobre Theodore como uma especie de aviso -Não se preocupa, se ele tiver o azar de trombar comigo eu vou dar uma liçao para ele, ele que teve sorte eu não tar aqui quando apareceu, mas valeu pelo aviso. Dizia acenando para eles enquanto desciam a rampa indo para o porto e seguindo para o centro.


Assim que via que eles tinham sumido de vista eu rapidamente olharia para o Diego com um ar serio
-Vamos meter o pe daqui para fora, navega o navio para longe, melhor enquanto da tempo.

Dizia me levantando do chao e diego falaria para preparamos o barco -Ok mas as velas já estao prontas faz tempo tinha deixado elas preparadas para isso mesmo agora so levantar ancora que já estou indo levantar ela.

Dizia já indo correndo recolher a ancora e assim que tivesse pronta eu logo faria sinal -Feito, vamos.
Diego falaria sobre Theodore ir para Tequila e eu logo reagia quase para mim mesmo – Puts Deve? É mesmo.


Ouvia Diego a pedir para ficar de olho no Horizonte, na qual de imediato eu já estaria sentado na ponta do barco olhando para o mar.
-Oki estou de olho no horizonte so vejo mar mas tou de olho.

Passando um tempo navegando eu começava a ouvir Diego falando, olharia para atrás e ele estaria falando e fazendo gestos. “Mas que poha ele ta a fazer” ainda tentei ver se tinha bicho no ar mas não.


Eu chegaria perto e me sentaria no chao olhando ele a fazer gestos e ria um pouco “Falta musica” logo Diego começaria por fazer um discurso -Ohh ok.

Dizia ficando a ouvir o que ele tava a falar, tempo passava enquanto ouvia o enorme discurso já talvez perto do final do discurso eu cochilava por segundos e depois acordava - Comidaaa.

Olhava para os dois -Não é comida?.

Discurso tinha acabado e diego arrumava o livro, e depois iamos para a cozinha ver se Chloe tinha preparado algo, caso tivesse algo preparado eu me sentaria e comeria feliz.

Apos a refeiçao eu ajudaria Chloe com os pratos se necessario, depois ia para fora da cozinha.
E ficava olhando para o horizonte de novo, e ficava la olhando para o mar e para as estrelas no ceu.



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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário
Uma farça enorme
Bater e correr
Tudo havia corrido como o planejado. Os patinhos haviam caído no plano genial de meu irmão,um belo corpo feminino era uma arma tão belíssima que todos deveriam aprender a usar. Ao ver o marinheiro quase explodir pelo tesão em encostar no meu corpo foi um tanto cômico, mas precisava segurar o riso e continua neutra … ou melhor, bêbada.  Subi de forma atrapalhada, sentia os olhos do Tenente sobre eu e meu irmão, mas não desfiz o sorriso ou qualquer encenação naquele momento. Quando fui descer para o interior do navio notei um marinheiro subindo, sua fala causou um arrepio muito longo pela espinha, esperaria o mesmo subir para então descer até o convés inferior para averiguar se tudo estava lá embaixo.

Tinha pólvora, armas, comida, livros…. Precisava ver se algo havia sido roubado.  Caso encontrasse tudo lá dentro, ficaria mais aliviada e daria um sinal positivo para meu capitão, indo em direção caso a cozinha para preparar algo para comer, contrário iria subir rapidamente informando ao mesmo para que pudéssemos ir atrás do que era nosso.

Em qualquer dos casos, rumaria para a cozinha após verificar que todos os alimentos estavam em seus devidos lugares; pegaria uma larga panela e começaria a colocar a mesma para esquentar apenas na chama, um fio de azeite seria o suficiente para fritar os devidos alimentos. Pegaria um generoso pedaço de carne bovina e o cortaria em cubos pequenos para que rendesse um pouco mais do que o planejado e também para que não houvesse desperdício de alimentos em meio a um momento tão tortuoso como o "ataque de um revolucionário". Na verdade, odiava pensar nele como um dos meus "irmãos e irmãs", mas ele se dizia ser do mesmo lugar, então ainda precisava usar essa denominação.

Cortaria alguns dentes de alho pequenos, colocaria numa vasilha, faria o mesmo com cebola, entretanto diferente do alho, colocaria o mesmo dentro da panela já quente. Com o chiado e a liberação do aroma, colocaria um pouco de manteiga para dar ainda mais sabor a carne que colocaria depois na panela. Em uma outra menor, faria um pouco de arroz como acompanhamento da refeição, meu foco era ficar o mínimo de tempo na frente do fogão e o máximo possível na frente de um livro.

Voltaria a atenção para a carne. Jogaria na mesma panela onde a cebola dourava , um pouco de alho que havia cortado,em seguida a carne para que dourasse bem e soltasse todo o seu caldo, por fim creme de leite fresco, molho de tomate, sal e algumas outras especiarias. Com tudo pronto, colocaria em pratos e levaria para os meninos para enfim comer também e aproveitar o tempo subsequente para que pudesse estudar.

Inicio do aprendizado - Anatomia


Após comer bem a refeição preparada, iria em direção aos livros guardados outrora, torcendo para que o desejado estivesse em meio aos que ficaram dentro do navio. Peguei com cuidado um dos que tinha o assunto que mais me interessava. A anatomia humana seria um ponto muito importante se quisesse saber bem onde poderia causar ou aliviar dor. Conforme abria o livro, notava uma nota, uma espécie de resumo do que seria a ciência estudada naquele momento por mim.

"A anatomia humana estuda a forma e a estrutura do corpo humano. É uma ciência intimamente relacionada com a fisiologia, uma vez que, para compreender a função de uma estrutura, é fundamental compreender sua organização.

A anatomia humana pode ser chamada de macroscópica, quando observa as estruturas sem necessidade de objetos de ampliação, ou de microscópica, quando utiliza microscópio para melhor visualização. De acordo com o método de estudo, a anatomia pode ser sistêmica, topográfica, radiológica, de superfície, seccional ou comparada."


Na página seguinte um índice não muito visível, o livro tinha uma aparência desgastada pela maresia, mas nada que atrapalhasse a leitura. O primeiro capítulo demonstra como era dividido cada setor do corpo, de forma a facilitar o entendimento de certos termos a fim de ajudar o entendimento do próprio conteúdo do livro. O segundo capítulo começava a tratar o corpo de forma microscópica, mostrando os sistemas de uma forma geral, mas dando foco no tegumentar, onde explicava sobre a pele e seus anexos.
Haviam algumas fotos e explicações sobre a pele, o que ocorre quando a mesma cicatriza de uma ferida e afins.

Os capítulos seguintes falavam já da estrutura óssea, muscular e de veias calibrosas e capilares. O último assunto do capítulo me interessava um pouco, já que poderia salvar ou tirar uma vida com tais informações. Com cuidado fazia algumas anotações sobre veias importantes, tendões e outros pontos vitais do corpo, por vezes apertava em mim mesma para entender de qual parte o texto se tratava, ou apenas para conhecer mesmo.

Nos capítulos finais, o autor explicava que haviam diversas espécies no mundo e que algumas poderiam ter a composição orgânica diferente, havia a figura do corpo de algumas criaturas, como celestiais e gigantes, mas ao meu ver não parecia tão distantes assim.

Com o fim, as horas que deveriam ter passado, seguiria para a frente de uma superfície reflexiva onde tentaria testar meus conhecimentos sozinha, sem a ajuda do livro, para enfim dar por encerrado meus estudos.

Fim do aprendizado - Anatomia


Colocaria então o livro em seu devido lugar e torceria apenas para que conseguíssemos encontrar logo nossos amigos para retirar das mãos de Theodore — As pessoas devem entender que não se mexe com o filhote de um lobo...eles vão aprender da pior forma o que é mexer com meus amigos.


legendas:

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O plano dos aventureiros deu certo, o Tenente ficou mais interessado no revolucionário do que nos “civis” a sua frente, para ele tudo cheira a ação revolucionaria para promover o caos na ilha como alguma possível distração ou uma operação mais elaborada, sendo assim cabia investigar é o que ele vai fazer depois que saiu do navio e com o trio tendo passagem livre para ir embora aproveita para cair fora do local.



Diego pede para que o navio seja posto em curso para ir embora rapidamente dali e Saru trata de por as mãos a obra, recolhe a ancora, desamarra o navio e põe a embarcação em direção ao mar aberto a toda velocidade, enquanto isso Diego vai estudar um pouco.



Choe por outro lado vai verificar se nada havia sumido durante a revista feita pelos marinheiros, nada parecia ter sumido, estava tudo onde deveria estar, parece que o revolucionário levou que queria e tratou de tentar explodir o restante, um ato bem filho da puta para dizer no mínimo, a bela pirata então vai para a cozinha para preparar uma refeição bem gostosa para seus companheiros inspirada pelo caos que provocou junto a seu amado irmão na ilha.



Depois que Diego termina de estudar com sucesso estava na hora de por a mesa e aproveitar da bela refeição feita por sua amada irmã, o navio seguia rumo ao horizonte e agora os denominados piratas já não podiam ver mais a costa da ilha, apenas a imensidão do mar a sua frente. Depois da refeição Saru volta a seu posto e Diego fica ao seu lado observando o mar, Chloe é que vai aproveitar o seu tempo livre estudando para aprender mais sobre o corpo humano.



Depois de algumas horas ela termina seus estudos e pôde perceber que o sol já estava nascendo, aqueles no convés tinham uma linda visão do sol aparecendo no horizonte, o céu começa a ficar mais alaranjado até que finalmente o grande astro da as caras no horizonte iluminando as velas brancas da embarcação e o rosto dos aventureiros que agora tinham um alvo a caçar, Theodore, durante um tempo eles não tem qualquer sinal dele, mas enfim surge um navio a uma distância considerável dos piratas, será esse o navio da sua presa?








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Me Ver Um Babaca Pra Viagem






Estudar era bom, aprender coisas novas sempre é uma boa forma de passar o tempo... No entanto, comer a comida de minha irmã, de fato, era a parte favorita do meu dia. Que comida era aquela que tinha carne em molho tão diferenciado? Deus aquilo era maravilhoso... Certamente tornou-se minha refeição favorita.


Olhando o mar a minha frente pude respirar aliviado que não tivemos que enfrentar aquele tenente, ou pelo menos, não naquele momento. Se a marinha quiser, que venha para cima de mim, não tenho problema em enfrentar os cãezinhos do governo, o problema era que o tempo estava corrido e perder mais dele em Shells não seria uma coisa que queria fazer, não quando tenho a vida de meus companheiros em jogo. Tudo estava agitado demais para eu poder dormir por isso fiquei no convés até o ponto de perceber um clarão que se alastrava no céu, o sol começa a dar o ar de sua graça tornando o negro acima de nós em uma aquarela de cores que mudava a cada minuto. A visão era linda e revigorante, a base do possível, claro.


Voltei para o timão do navio onde por um tempo observei a vastidão azul atrás do que poderia ser um sinal de nosso alvo, demorou... Todavia a espera poderia estar próxima de se findar, uma vez que, vi ao longe em uma considerável distância, uma embarcação. Eu não sabia se aquele navio era de nosso alvo, entre tudo até se provar que focinho de porco não é tomado, todos são alvos. Iria dar ordens para que nos aproximarmos do navio.


- Acordem!! Quero vela cheia a trinta graus, vamos pegar esse vento de popa e alcançar aquele miserável!


Se aquele fosse o navio de Theodore, iria me esforçar para me aproxima o máximo que conseguisse por conta de dois motivos, primeiro para poder enxergar e contabilizar nossos alvos, segundo que tiros de canhão a curta distância poderia causar dano a ambos os navios. Uma vez que fosse possível iriamos aportar a embarcação e então invadir a mesma. Usaria minha espada para eliminar o máximo de marinheiros ofensivos que pudesse, no entanto, iria poupar aquele que não se metessem.


- Bom dia a todos, meu nome é Diego Kaminari. Eu não estou aqui para machucar vocês, apenas quero esse maldito Theodore e ensinar uma lição para ele. Entre tanto devo lembrá-los que não gosto de pessoas que se colocam a frente de meu objetivo, fiquem fora disso e viverão! – Diria para todos no convés inimigo, se a situação ficasse um tanto mais complicada eu iria me afastar para poder então gerar um novo plano de ataque. Se precisasse me defendente usaria de bloqueio com minha espada na diagonal a qual poderia proteger de golpes em vários sentidos de uma vez, todavia se necessário fosse iria tentar desviar, igualmente, faria isso contra balas procurando uma cobertura nem que seja uma cobertura viva ao pegar um inimigo e usá-lo de escudo humano. – Theodore, seu ser insignificante... Venha aqui para que eu te mostre o seu lugar!


Caso não fosse o navio do mesmo eu iria então passar reto e continuar a procurar pelo mesmo.



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Resumo da Ficha:




Objetivos
● Proeficiencia Escultura (x)

● Proeficiencia Marcenaria (x)

● Preficiencia Discurdo (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )







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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário
Queimar! Ele vai queimar!
Quero ver esse barco queimar!
Estar em alto mar trazia tantas possibilidades que era quase impossível desejar voltar para terra firme; enquanto lavava a louça do que foi consumido aquela noite, dava uma última olhada no livro pra ter certeza absoluta que havia conseguido compreender como o corpo humano funcionava.  Todas aquelas informações seriam úteis até mesmo em uma batalha, porque imagine, capturar um marinheiro e apenas o deixar de forma momentânea sem o movimento de um dos braços ou até mesmo das pernas… Um sorriso se formou nos lábios com a simples imagem em minha mente "Será que estou me tornando mais sanguinária do que deveria?" O segundo pensamento fez o sorriso desmanchar por completo, mas não ligaria para uma coisa tão pífia quanto aquela "Às vezes a violência precisa ser usada"

Da pequena janela que havia na cozinha, já pude ver o sol nascendo, o tempo havia passado tão rápido durante o estudo, não foi um tempo completa perda de tempo, mas com os gritos de meu irmão, só tive tempo de correr para responder ao mesmo — Acordar! Eu não dormi! Tava estudando! — gritava saindo da cozinha e acatando suas ordens de forma rápida. Podia não ter muita noção de como navegar, mas sabia cumprir de forma rápida as ordens de meu capitão. Não havia visto saru ainda, mas também não esperaria pelo mesmo naquele momento, Diego parecia ter um alvo e parecia ser um bom alvo mesmo a distância.

Com a proximidade do mesmo, esperaria até o momento certo para usar dos canhões do navio para diminuir a velocidade do outro ou usar a arma que ostentava com tanto orgulho na cintura. Caso diego pulasse em direção do navio inimigo, iria me aproveitar da distância para abater o máximo de alvos que fossem em cima do mesmo, observaria com cuidado cada passo dado pelo mesmo para que pudesse dar cobertura ou diminuir o máximo de inimigos possíveis.

Caso o mesmo desse a ordem para que eu pulasse junto, iria tentar chamar o máximo de piratas para minha direção, para por fim abater ou danificar os corpos do máximo que pudesse deixando o capitão ou comandante da embarcação para meu irmão, mas em caso de um ataque covarde do inimigo iria abater o mesmo com um tiro o mais próximo que pudesse de algum orgão vital para que sequer desse tempo do mesmo encostar em meu amado.




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Saru
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Saru
Pirata


Assim que  nos afastávamos da Ilha eu comentaria para mim mesmo enquanto via a ilha de longe -Me pergunto quando tempo demorara para ele descobrir as coisas, sera que vai demorar muito ate todos fazer as ligaços dos acontecimentos, por falar nisso sera que acharam a recruta.

Eu ficaria pensando um pouco eu ficaria meio chateado por lembrar do tiro que tinha me dado por nada e depois deixava de ficar chateado ao pensar ela com menos roupa -Espero que ela não esteja muito chateda, ela me deu um tiro, entao estamos iguais talvez.

A noite se passava eu estaria olhando para o horizonte e eu não via nada alem de agua e mais agua.

Chegava a uma certa altura da noite, que já começava a bocejar e o cochilo tava pesado e simplesmente colocava para baixo minha bandana de dormir e cochilava quase que sentado no meu posto.

As horas se passaram e a noite virava o amanhecer mas eu não notaria a luz por causa da bandana e continuava dormindo bem quietinho, ate ouvir o grito do Diego para acordar.

-Acordar eu tou acordado, eu tava de olho, miseravel que miseravel. Dizia ao acordar de repente caindo para o chao.

Me levantava -Ta escuro porque ta escuro. Colocava as maos na cara e levantava a bandana de dormir -Eu sabia que era a bandana, eu sabia, ta tudo bem, uau que amanhecer magnífico.Dizia ao mesmo tempo que corria fazendo o que teria sido pedido pelo Diego.

Estando as coisas preparadas e velas prontas para apanhar o maximo de vento possivel para ganharmos velocidade e chegar ate ao barco.

Com a aproximaçao do nosso barco ao deles tentaria ver se o barco era do Theodore ou apenas um barco comum, eu tambem confiaria nas habilidades de navegador do Diego, para evitar qualquer perigo ou ameaça de ataque que pudesse acontecer.

Se fosse o barco do Theodore e ficando lado a lado, eu olharia melhor para o barco deles, vendo possivel perigo mas melhor ainda uma abertura.

Diego parecia ter intençao de aportar a embarcação mas não necessariamente so aportar e falar procurando por Theodore apenas, ele provavelmente iria pular para o barco no meio deles e brigar ate o Theodore aparecer, e Chloe iria dar o cobertura sem duvida, e eu bom eu na verdade tinha algo em mente e já estaria nervoso o suficiente so de pensar no Theodore entao já que tavamos a ficar com os barcos lado a lado e atençao ia se focar em Diego a falar antes de ele pular para o barco eu olhava para os compartimentos dos canhoes.

Eu tentaria olhar para a Chloe e apontaria para baixo, mas talvez ela não estaria prestando atençao em mim pois ela poderia estar olhando para Diego, entao se assim fosse, eu pularia do barco, bom não seria bem pular e sim mas deixar se cair, porque eu focaria uma faz entradas de canhoes do barco inimigo, empurrando um canhao para dentro e entrando la para dentro do barco.

Faria isso por duas razoes 1- Possivelmente evitar uns possiveis tiros de canhoes a queima roupa contra o nosso barco. E 2 – Como Diego vai tar no conves fazendo barulho ninguem vai esperar nada de dentro alem que puderia ser mais fácil achar terra e jacob primeiro dessa forma.

Entao assim que entrei a primeira coisa que fazia caso não tivesse ninguem nos canhoes, seria recuar os canhos todos so por precaução e logo em seguida começaria a procurar por 3 pessoas especificas Terra, Jacob e por fim Theodore.

Se tivesse alguem quando entrei o que talvez não teria por diego estar no conves, mas se tivesse eu atacaria o mais rapido antes de eles puderem dar conta, visto que não seria esperado alguem entrar, eu teria o elemento supresa talvez, no maximo eu pegaria num como escudo e atiraria em quem fosse me atacar para puder como distraçao atacar em seguida.

E como tal em seguida procuraria Terra e Jacob, se os encontra se, eu soltaria eles caso estivesse presos -Estao bem? Fiquem quietos e não façam barulho, sigam para o lugar dos canhoes e armamento, e peguem em alguma arma para se defenderem não deixem ninguem entrar la voces ficaram mais seguros la, eu irei limpar o resto do barco, não quero voces envolvidos nisto, vao e esperem por nos quem entrar sem ser um de nos 3 mandem bala ok.

Dito isso escoltava eles um pouco de volta ate ao lugar dos canhoes para não ter supresas em irem sozinhos, assim que soubesse que estaria tudo bem e seguros la, eu logo começaria por a limpeza caso tivesse gente pelo caminho, ia brigando chutando e socando todo mundo que encontra-se ate realmente achar o Theodore.

-Espero que eles la em cima deem conta, enquanto isso vou reduzir os reforços aqui em baixo e achar o chefinho para ter uma conversa. Dizia enquanto caminhava pelo barco totalmente em estado de alerta.





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Tanaka
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Tanaka
Civil



Ao avistar um navio a frente Diego dá a ordem para se aproximar, teria que aumentar a velocidade do navio colocando mais vento nas velas e assim o fez, Chloe que estava dormindo loco acordou para atender as ordens do irmão, Assim como Saru que aproveitou o tempo livre para descansar e recuperar as energias.



À medida que se aproxima os piratas percebem que sim, aquele era o navio do seu alvo, mas quando Diego estava prestes a emparelhar o navio o mesmo gira pra cima da embarcação do grupo cruzando sua frente e uma saraivada de tiros de canhão e dado fazendo buracos no casco do navio da trupe.



Os sons das explosões ecoam por todo o lugar e uma grande quantidade de fumaça toma conta de ambos os conveses, Chloe não fica para trás e revida os tiros fazendo buracos no casco do navio inimigo fazendo com que a batalha se torne ainda mais intensa, uma bala de canhão passa muito perto de Saru, por pouco ele não perde a cabeça e enquanto isso controlando o timão Diego consegue com muita luta emparelhar os navios para uma abordagem.



Quando Diego sobe a embarcação inimiga ele não tem nem tempo de falar com a tripulação, 3 homens já vão pra cima dele com espadas, ele consegue desviar do ataque do primeiro, mas o segundo homem consegue encurralar o pirata forçando-o a bloquear o golpe com sua espada e o pressionando abrindo uma brecha para o terceiro que ataca por trás e estava prestes a acertar as costas do pirata quando ele é atingido na cabeça por um tiro de Chloe e cai morto.



Nesse momento o caos se instaura no convés, Diego cercado por pelo menos 7 inimigos e Chloe ainda estava no navio da trupe atirando nos homens para ajudar o seu amado, mais dois homens acançam contra Diego, ambos com espadas nas mãos e atacando ao mesmo tempo, um deles ataca de cima pra baixo e outro tenta empalar o pirata com sua espada mirando seu estomago, Chloe pôde ver um terceiro mais afastado que saca um mosquete e mira contra Diego.



Enquanto isso Saru tenta invadir o navio pirata de outra forma, mas os tiros dos canhões não deixam que o pirata nem se quer possa se aproximar para entrar por uma das aberturas, os incessantes disparos estavam fazendo cada vez mais buracos no navio dos piratas e ele não iria resistir por muito tempo, Saru teria que pensar em outra forma de entrar no navio e abater os atiradores dos que estavam nos decks inferiores ou não sobraria nada do navio da trupe.








histótico Narrador:

Ponto situação:

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Diego Kaminari
Estagiário




Dividindo a Diversão






O navio a frente era exatamente de quem estávamos procurando, agora as coisas ficariam um pouco mais agitadas. Sentia as ondas do mar forçar o timão conforme o vento batia nas velas, precisava manobrar o navio para podermos atracar, mas como pensava nem tudo seria um mar de rosas e o navio inimigo começou a atacar com seus canhões. Foi bem ruim ver meu navio onde conseguimos pelo bom coração de Lúcios ser danificado por conta de um crápula como ele. A fumaça começou a tomar espaço no convés e no ar a qual deveríamos saudavelmente respirar, no entanto, ficou por isso mesmo? Claro que não! Minha irmã rapidamente devolve os tiros de canhão que abriram buracos no casco do navio alvo, isso iria me dar um trabalho depois e seria um atraso no plano de tomar o navio para nós... Mas penso nisso depois. Com muita dificuldade eu consegui emparelhar os navios e então, finalmente, pude entrar na embarcação de Theodore.


A luta se seguiu não como planejei, talvez um tiquinho mais complicado do que minha mente planejou, entre tudo, nada que não pudéssemos resolver, ou pelo menos morreríamos tentando. Eu estava cercado por pelo menos sete homens, sendo que dois deles resolviam vir em minha direção com espadas em mãos. Bem, trabalho em equipe não parecia ser o forte daqueles marujos, por isso minha primeira tentativa seria me esquivar com um salto para fazer com que os dois golpes pegassem um no outro e os próprios inimigos se aniquilassem. Caso desse certo iria então falar para minha irmã. Caso não desse certo iria minimizar os danos me defendendo como podia seja por esquiva ou bloqueio visando deixar apenas golpes superficiais e se possível contra-atacar os dois atacantes.


- Chloe meu amor, uma ajudinha aqui? Não quero tomar toda diversão para mim.


Diria, meu plano agora teria duas variantes. Primeiro, se os homens que me atacaram ainda tivessem vivos iria então tentar finalizá-los dando um golpe na horizontal em que pudesse atingir ambos, se fosse necessário iria desviar para contra-atacar e contaria que minha amada resolveria o problema dos demais homens. Devo lembrar que o quanto mais brutal a morte fosse era o que eu tentaria fazer, decapitar, tripas caindo... Talvez se verem seus companheiros cedendo desta forma os outros marujos ficassem mais dóceis ou no mínimo desconcertados. Mas agora seguindo pelo outro lado que é: se os homens tivessem se aniquilado. Neste caso eu iria usar e meu conhecimento de carpintaria e física, para identificar pontos importantes no chão do convés, meu plano era danificar esses pontos para que o chão cedesse e além de desestabilizar os inimigos no convés superior, ainda causasse algum dano nos idiotas do convés inferior, eu sabia que isso não seria suficiente para matar ninguém, mas ao menos faria os mesmos pararem de atirar seus malditos canhões. Caso eu visse que isso não era possível executar esse plano eu iria então gritar para meu companheiro Saru.


- Saru, desça lá de alguma forma e pare esses canhões!


No mais iria então me preparar para os confrontos se assim ainda tivesse. Em caso de ataque a distância iria buscar cobertura enquanto os que atacavam corpo a corpo iria me defender de maneira que mais possibilitasse um contra-ataque letal. Mesmo que não fosse possível iria usar de bloqueio com minha espada enquanto saltava para trás e evitava golpes sucessivos como da última vez.


Se tudo desse certo e eu não tivesse mais adversários, iria procurar meus companheiros, apesar que creio que quando o momento chegasse o problema chamado Theodore, viria até nós e eu estaria pronto para recebe-lo.



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Resumo da Ficha:




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Chloe Kaminari
Estagiário
Fazendo o que é preciso
Vamos salvar a todos
Bum…Bum….Bum… A belíssima orquestra de pólvora era tocada com maestria por ambos os lados. Meus olhos se enchiam de fúria e vontade de matança, mas naquele momento inicial, precisava causar o máximo de estrago ao barco inimigo. O  problema… eu era só uma para controlar os canhões da embarcação de Theodore; aquilo seria um problema mais do que suficiente para o futuro. Tudo bem, tínhamos um belíssimo carpinteiro do nosso lado, mas ainda sim eram DOIS navios para isso.

Voltando a mente para o embate, me aproveitava da distância e da boa audição para identificar os alvos que poderiam ser mais problemáticos para Diego, o que não tinha contabilizado era a quantidade de inimigos que ainda poderiam surgir em meio a toda a brincadeira que havíamos começado naquela bela manhã. O pedido de Diego foi recebido com um sorriso, segurei com força a vingadora com a desta e com auxílio da mão esquerda, apoiaria no beiral do nosso navio e iria em direção ao navio inimigo. Caso conseguisse sem muitos problemas, iria focar nos inimigos que estivessem mais próximos de Diego, de preferência os que estavam cercando o mesmo, pularia em meio aos piratas inimigos a fim de chamar sua atenção para minha direção — Vamos dançar, rapazes? — pronunciaria. Caso sofresse investidas, tentaria esquivar das mesmas, em caso de golpes horizontais, abaixaria para então contra atacar atirando nas pernas dos marujos procurando focar em pontos vitais, bem como a artéria femural de ambos os lados da coxa. Não era minha intenção atingir ambos os lados, mas qualquer um deles estaria de muito bom grado para fazer cada homem ou mulher daquele navio sangrar.

Caso os golpes viessem em diagonal, para cima ou para baixo, iria desviar para o lado do golpe de forma que saísse do caminho do mesmo, como se o corpo acompanhasse o desenho do golpe. Com isso teria pouco tempo para atirar, e caso conseguisse mirar, iria procurar acertar no tronco exposto ou até mesmo nos braços para inutilizar os membros.

Se nada desse certo e apenas fosse cercada pelos marujos, iria usar dos pés naquele momento. O movimento era difícil, mas precisaria usar aquilo — Diego, Saru, ABAIXEM! — gritaria segundos antes de usar meu próprio eixo para impulsionar os pés contra a madeira a fim de começar a girar o corpo e atingir o máximo de inimigos possíveis naquele movimento

2° - De Dawn a Shells - Uma viagem para conhecimento. - Página 6 08_Samira_Ult_ugh

Hanabira no ame! — pronunciaria baixo pela primeira vez aquele golpe, mas a força que o mesmo sairia dependeria apenas do quanto havia conseguido girar e quantos havia conseguido acertar. Por fim, se ainda tivesse forças para tal ato, usaria a forças remanescentes para atingir o homem que tentava atirar de longe para atingir Diego.


Tecnica usada no post:


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Saru
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Ok..ok meu plano não daria certo, eu teria pensado certo, e era um otimo plano, mas os idiotas não sabem que os canhoes não dao muito certo de perto, porque se isto virar um campo de tiro a queima rua ambos os navios iam de vala, não sei se eles tao a pensar nisso ou não, mas era algo que qualquer um saberia.


Uma bala de canhao passava por mim -Carai esaa foi perto.

A situaçao era complicada precisava de invadir o deck de algum jeito e parar os tiros, subia de volta para o meu navio, e via o Diego lidando com os outros do conves e parecia que tinha mais em volta dele.
-Uaaau bela festa que tens ai, dizia olhando para o diego.

Olhava para o Barco deles tentar achar alguma forma de descer, cenario 1 eu podia ir pela porta mas talvez demoraria a chegar ao deck, cenario 2 eu poderia tentar ir do outro lado ate as aberturas dos canhos que não tao em uso, mas demoraria ate conseguir entrar, cenario 3 ser Saru rs.

Enquanto pensava ouvia Diego a gritar para eu descer ate ao deck, eu olhava para um lado e para o outro e dava de ombros -Ok, é para já.

Eu corria do nosso navio e pulava alto para o outro, e fecharia o punho bem forte -Cenario 3 será, lamento mas vai ser so um soquinho, Knock Knock..

E logo socaria o chao de madeira com força, para abrir um buraco ali no chão o suficiente para eu descer e possivelmente o impacto do soco e madeira quebrar iria atingir alguns dos que estariam a baixo.

Eu cairia no mesmo momento que teria socado, caindo la no deck eu sacudia um pouco a minha roupa e olhava para cima vendo o buraco -Entreiii. Dizia para o buraco.


Depois, olharia para os carinhas do deck que talvez estaria um pouco confusos pelo que aconteceu.

-Desculpa rapazes, mas tinha muita gente na porta e eu bati antes de entrar.

Dito isso eu rapidamente agia, pulando em direçao um deles dando uma joelhada para atirando ele contra o seguinte, visto que os canhoes são alinhados não seria dificil, e visto que como estão em canhoes não iriam ter armas com eles entao e mesmo que tentassem pegar numa, isso daria tempo de eu atacar sem dar tempo para eles fazer alguma coisa, usando minha habilidade de acrobacia eu pulava por cima dos canhoes chutando um deles, e no mesmo instante que chuto eu pulo para o seguinte e seguro nele com as maos e arremesso ele contra os que pudesse sobrar.

-Em cheio.
Assim que o deck estivesse limpo, eu me certificaria de socar cada um deles caso não tivessem totalmente a dormir.
Olharia em volta e este barco ate tinha bastante coisa e uns ótimos canhoes, que seria melhor deixar eles quietos.
Eu abria a porta do deck e saia do deck para explorar ver se acho Terra, Jacob ou Theodoro, se tivesse Minions pelo caminho o que seria possivel talvez, eu brigaria com eles para impedir que subissem mais, e para deixar o caminho o mais livre possivel




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Subaé
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Subaé
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O começo da jornada! - 22

De volta, um pouco depois de onde paramos

Em algum lugar do East Blue, em alto mar, dois navios entram em confronto por conta da discrepância enorme entre as determinações de seus capitães. Um é um pirata sanguinário que apesar das mortes que carrega em suas costas, vive e luta pela verdadeira liberdade; o outro é um militar, um espião, do reino de Tequila que sequestra pessoas para que passem o resto de suas vidas trabalhando na construção da ponte.

Acontece que desta vez ele sequestrou as pessoas erradas.

Agora o capitão de cabelos alvos estava no convés inimigo com a sua espada brandida em mãos. Três dos sete marujos que cercavam o jovem Kaminari avançaram contra o mesmo e balançaram as suas espadas a fim de cortar-lhe o bucho. O avanço foi bem feito, mas Diego Kaminari foi mais rápido que os seus oponentes, e, com um único salto conseguiu se esquivar dos três cortes diagonais. Dois dos marujos acabaram se cortando sem querer por conta do avanço de seus corpos contra as lâminas dos companheiros, já o terceiro apenas gritou de susto ao ver a merda que fizeram.

-Mas que droga! Ele é muito rápid…

Sem ter tempo de completar a frase, Diego girou o seu corpo no ar e passou a sua lâmina no pescoço do homem, que ajoelhou-se ao mesmo tempo que sua cabeça rolou pelo chão de madeira.

-Seu Vagabundo Desgraçado!!! - gritaram os outros marujos que não haviam avançado - Você vai pagar por isso!!!

PLOW! PLOW!! PLOW!!!


Acontece que Chloe já havia escutado o chamado de seu amado capitão. Os disparos ecoavam junto do som das ondas que afagavam rudemente os cascos dos navios. Entretanto, o balançar era tanto que nenhum dos disparos foi realmente efetivo contra a tripulação inimiga. Alguns marujos foram sim alvejados em seus braços ou pernas, mas nenhum dos nove tripulantes restantes recebeu um tiro letal sequer.

Isso mesmo, você leu direitinho. Além dos sete marujos que estavam cercando Diego, existiam mais cinco espalhados pelo convés. Eram um total de doze marujos e agora que três caíram, sobraram nove.

Então Chloe saltou para junto de Diego, e lá de perto, estando no mesmo convés que sua mira, conseguiu acertar alguns oponentes. Acertou um na virilha, o segundo teve o seu joelho estourado, e o terceiro levou um tiro bem no olho esquerdo. Todos caíram no chão e ficaram lá. Porém, no meio do combate Chloe se viu cercada por três combatentes ao mesmo tempo que Diego estava cercado por outros três. Então a atiradora gritou um aviso para os seus companheiros, e desferiu uma extraordinária saraivada de tiros enquanto girava. Todos os três marujos que cercavam Chloe levaram tiros certeiros e caíram mortos no chão.

Enquanto isso, Diego se virava como podia em uma batalha de um contra três. As lâminas se chocavam, vez após vez, tinindo junto dos disparos de sua irmã. Durante o combate o foco do espadachim era encontrar um ponto fraco na estrutura do chão de madeira, após algum tempo de duelo pisou em um lugar com som oco e rachado. Então brandiu a sua espada e se preparou para cortar aquelas tábuas, mas foi então que Chloe girou, um dos oponentes de Diego levou um tiro na orelha e caiu morto e logo em seguida um dos disparos acertou o braço esquerdo de Diego, afinal, ela avisou mas ele não se abaixou.

Por causa do disparo acidental, Diego não conseguiu desferir dano suficiente nas tábuas, ao ponto de que as mesmas se quebrassem. Mas, Saru estava no outro convés atento a tudo e assim que ouviu o chamado de seu capitão saltou para lá e desferiu um forte soco no chão. As tábuas se partiram e um enorme buraco foi aberto no convés, onde Saru e os outros dois marujos caíram. Diego quase caiu também visto que a borda do buraco foi até a ponta dos seus pés.

E então, por alguns instantes, se fez silêncio no convés do Grilhonheiro.


Sob vossos pés

Saru caiu de cara no chão e logo em seguida sentiu os dois marujos inimigos caindo em suas costas.

-Você está bem, camarada? - Perguntou um dos dois.

-Estou sim, por sorte a gente caiu em um lugar bem macio.

O ambiente era fedido, tinha cheiro de madeira velha, e além disso era muito escuro mesmo. Ao ponto de que Saru mal conseguia enxergar um palmo à sua frente.

Céu cinza

Os raios fúlgidos da manhã enfraqueciam-se conforme as nuvens se amontoavam acima das embarcações. Agora uma chuva fina caía sob os corpos dos já mortos, assim como refrescava os irmãos Kaminari. Tudo parecia estar encaminhando para um final tranquilo e feliz, mas então uma porta se abriu e revelou duas figuras peculiares.

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-Parece que eu subestimei esses macacos…- Os irmãos poderiam reconhecer acilmente aquela voz repugnante.

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-Parapapapa!! - A segunda pessoa era uma mulher loira muito sexy com um maio verde militar. Ela estava apoiada no ombro de Theodore, e ambos tinham uma quimica tão forte que eu não duvidaria nada que eles demoraram pra aparecer por estarem ximbulinando. - Fique tranquilo, sempai! Até reles animais podem causar problemas se se sentirem ameaçados…Parapapapapa!! Vamos ensinar pra esses pombinhos a distância entre nossas habilidades.

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Historico:




Última edição por Subaé em Ter Out 04, 2022 3:34 pm, editado 1 vez(es)

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Águas da Liberdade






Strogonoff é ótimo, mas vocês já viram a cara de idiotas percebendo que acabaram de atacar a eles mesmos? É impagável! Meu salto foi um sucesso, mas infelizmente o senhor “cara de espanto” acabou que ficou desconcertando com o ocorrido e meio que perdeu a cabeça diante da situação. Eu estava disposto a escutar suas reclamações, no entanto, sua capacidade de pensar estava tão baixa quanto o nível do chão... Bem, menos três.


Apesar de o plano ter sido um sucesso, eu estava longe de acabar com o confronto, ainda tinham mais nove problemas para lidar. Foi quando eu vi uma sereia... Opa, desculpa. Foi quando vi minha irmã vindo para o meio do confronto, sua pistola causou lindos ferimentos e ela até conseguiu derrubar mais alguns ficando apenas seis homens ao nosso redor, foi quando ela deu um movimento que por um descuido meu acabou me afetando, bora lá que vocês vão entender. Ela usou de uma técnica que aparentemente é muito útil e acertou a todos ao seu redor, no entanto, era a todos mesmo... Até mesmo eu. Vamos voltar para minha visão dos acontecimentos até então. Minha luta de três contra um estava um tanto equilibrada.


- Meu polpe marujos, passei a vida praticado o cinco contra um... Vocês três são fichinhas. – Falei sorrindo enquanto me divertia ali. Durante a luta eu estava procurando alguma taboa frágil como o planejado e de fato a encontrei, no entanto, uma das balas da técnica de minha amada acabou por encontrar meu braço logo em seguida. A consequência? Ela acabou por matar um de meus oponentes, no entanto, não tive força suficiente para destruir o chão, então vamos de plano “B”, SARU! Dei a ordem para meu companheiro viesse a batalha e assim o fez quebrando o convés e caindo na escuridão levando os outros dois capangas com ele, quase me levou quando o buraco chegou à beira de meus pés, mas isso é so um detalhe... Foi tudo planejado.


- Meu amor... Sei que todas as suas partes me amam muito, mas podemos deixar as suas balas fora da relação? – Disse para ela enquanto checava meu braço para tomar ciência se foi algo muito grave. Obviamente estava doendo, mas eu estava com o corpo quente e cheio de adrenalina, possivelmente isso vai doer bem mais daqui um tempinho. Eu sabia que a luta não havia terminado, afinal, onde estava meus companheiros e aquele crápula do Theodore?!


Uma fina chuva caia limpando o sangue de meu corpo, e diluindo a sujeira do convés que viu recém uma grandiosa matança... Estava até um pouco poético, não havia piadas... Ou se houvessem era para mascarar a tensão que sentia, eu agora não era mais um menino na floresta, estava levando a vida de pirata bem a sério e muitas mortes já se recaiam as minhas costas, mas sinceramente não importa... Não existe chuva que limpe o passado, todavia eu nunca desejei isso, não vejo erro para que eu me arrependa. Entre tudo, meus companheiros estavam sequestrados e não havia conseguido recuperá-los ainda, mas porque essa chuva deixava parecer que tudo havia acabado e o palco estava sendo limpo?


- Você está adiantada, águas da liberdade. – Disse olhando para o céu enquanto sentia o gélido toque das gotas. Apesar do momento de uma suposta paz, escutei uma voz que fez meus mais profundos sentimentos de ódio irem para fora em intensidade absurda. A imagem do revolucionário se fez presente com uma bela mulher ao lado pendurada em seu ombro, claramente eles eram íntimos, e a fala da tal acabou pro gerar muito uma repulsa em mim.


- Lindinha, depois que eu acabar com esse ser insignificante aí do seu lado, eu posso mostrar do que mais um macaco pode surpreender. – Disse sorrindo, mas logo substituindo por uma feição de nojo. - Quer saber, esquece o que eu falei! Você passou por ele, deve estar contaminada pela merda que ele é.


Meu plano não seria esperar eles se movimentarem, pelo contrário eu estava com ódio e queria ver o sangue e a humilhação dele assim como um faminto sente por um prato de comida. Eu notava que minha irmã não estava em sua melhor forma, o convés estava provavelmente molhado, então comecei uma corrida em direção ao casal, se Chloe me der cobertura eu iria ficar ligado para que não fosse alvejado novamente. Meu intuito era deixar ambos em meu alcance para então usar de minha técnica. - Tatsumaki no Kaihō!


O alvo principal seria o Theodore, no entanto, aquela mulher aparentemente poderia causar problemas e era melhor eu deixar ambos ocupados. A técnica dando certo ou errado, meu movimento seria continuar o confronto, iria atacar quem estivesse mais hostil para mim, seja a mulher, seja o revolucionário. Iria sempre desviar visando contra-ataque letal, entre tanto, se não fosse possível, desviaria com rolamentos ou escorregando usando o chão molhado em meu auxílio e em ultimo caso, bloqueio.


Outro plano de ataque seria, me afastar e simular um ataque frontal para confundir o adversário, so que iria aproveitar do chão molhado para deslizar de última hora e acertar um golpe em suas pernas, mesmo que não as ampute, seria uma dura tarefa lutar sem poder andar.


Se algum momento fosse usado armas a distância contra mim, iria primeiramente tentar desviar até um dos corpos dos marujos e carregando o mesmo o usaria como um escudo humano, de algo aqueles merdas serviriam de no fim das contas. Aproximar-me-ia da origem dos tiros e arremessaria o corpo de maneira que poderia acontecer duas coisas, ou ele bloqueasse o corpo e eu traspassaria minha espada no cadáver visando pegar o alvo a frente, ou ele iria desviar me dando brecha para fazer o mesmo e atacar o alvo. Iria a todo momento deixa o uso predominante de minha mão direita ou de ambas as mãos, evitando ter de usar somente o braço que levei o tiro de Chloe.


Tatsumaki no Kaihõ:



Histórico:



Resumo da Ficha:




Objetivos
● Proeficiencia Escultura (x)

● Proeficiencia Marcenaria (x)

● Preficiencia Discurdo (X)

● Tornar oficialmente um pirata (  )







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2° - De Dawn a Shells - Uma viagem para conhecimento. - Página 6 Z0gvBYZ