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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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2° - De Dawn a Shells - Uma viagem para conhecimento.

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Sasha
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Sasha
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Relembrando a primeira mensagem :

2° - De Dawn a Shells - Uma viagem para conhecimento.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Diego Kaminari , Chloe Kaminari , Kuro Tempest  e SIlver D Saru. A qual não possui narrador definido.

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Tanaka
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Tanaka
Civil

2° - DE DAWN A SHELLS - UMA VIAGEM PARA CONHECIMENTO.




Narração - 15




A dupla de irmãos apaixonados depois de uma rápida passada no navio para guardar e preparar os explosivos vão até seu primeiro alvo, se aproveitando dos becos escuros da cidade chegam até o lugar em problemas, foram inteligentes e perspicazes o suficiente para evitar ruas principais e assim as rondas de marines pelo local.

Ao chegar na loja conseguem entrar sem problemas, afinal era uma loja de roupas não um banco, podemos argumentar que tudo tem seu preço certo? Mas era uma loja de roupas que não guardava grande riquezas, seu único crime foi ofender a mulher errada.

Enquanto Diego ia saquear o pouco de dinheiro que encontra na loja, cerca de 500.000 mil berries, Chloe vai colocando os explosivos com uma felicidade estampada na cara, ainda consegue colocar uma mensagem na loja para que todos saibam quem foi a responsável por aquilo, ou melhor, quem foram já que certamente seu irmão e qualquer outro associado a ela também seria considerado cumplice.

Após instalar as bombas e saquear a loja estava na hora de sair do local e os dois irmãos saem pelos fundos sem problemas, em enquanto fugiam Chloe nota algo, pôde escutar de onde estava um grande número de pessoas correndo e em unidade, como se estivessem em marcha acelerada.

O que os irmãos não sabiam enquanto se esvaiam do local era que os dois jovens irmãos que antes haviam deixado para trás haviam escutado o plano deles a respeito de explodir a loja de roupas e avisaram as autoridades que agora estavam indo para a loja, a essa altura Chloe e Diego já estavam longe e não puderam ver quando os marinheiros chegaram à entrada da loja, eram 10 marinheiros mais a garota chamada Tsuki, o irmão dela havia ido para outra loja já que não sabiam qual loja era exatamente e eles eram os únicos que podiam reconhecer Chloe e Diego imediatamente e apontar para as autoridades.

Os marinheiros arrombam a loja deixando a jovem a uma distância que todos imaginam ser segura e nesse momento a explosão acontece e uma grande quantidade de escombros voa para todos os lados, quatro dos marinheiros que entraram morrem na hora e os outros são arremessados junto com uma grande quantidade de escombros ficando gravemente feridos, a jovem Tsuki que se encontrava a vários metros de distância acaba sendo atingida por alguns dos escombros e tem seu corpo destroçado morrendo imediatamente, Diego e Chloe podem escutar a explosão assim como todos no centro da cidade, a fumaça e claridade das chamas se destacam em meio a escuridão enquanto os dois irmãos partiam para o próximo algo sem saber que havia ceifado a vida da pobre Tsuki.

A boa noticia é que a primeira explosão chamou a atenção de toda e qualquer autoridade e todos correram para o local deixando o caminho livre para os dois irmãos irem até a farmácia.

Já Saru havia convencido sano a vir com ele e após mais uma rodada de bebidas os dois então decidem partir, mas havia dois lugares antes para ir, um a clinica onde pegaria suas coisas e outro os armazéns, o primeiro ele chega sem problemas, pega suas coisas e caminha em direção aos armazéns.

Mas no meio do caminho escuta uma explosão, uma explosão bem distante de onde estava e então um grande número de marinheiros passa por ele e Sano.

- O que diabos está acontecendo – Se pergunta sano.

Se decide ir até o local da explosão viria um estabelecimento ou o que sobrou dele em chamas e com escombros espalhados por toda rua, claramente aquilo foi fruto de uma explosão, havia vários marinheiros feridos no local e estavam sendo socorridos, é quando Saru então consegue ouvir o choro de uma criança e quando olhasse veria Ryumaru sobre o corpo de sua irmã chorando desesperadamente e sendo amparado por marinheiros.

- TSUUUUKIIIIII AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH –

Os gritos de desespero de Ryumaru eram tão altos que chamam a atenção e comovem a todos os presentes, alguns marinheiros estavam cabisbaixos sem saber o que dizer, apenas tentavam tirar ele de perto do corpo da irmã.

- Cara, uma criança morreu – Comenta Sano.

Nesse momento uma figura de autoridade aparece, um tenente da marinha, todos imediatamente se colocam em posição de sentido e ficam quietos, o jovem Ryumaru permanece aos prantos e gritando e Saru assiste enquanto o tenente se aproxima do jovem e toca em seus ombros para falar algo que Saru não consegue escutar de onde estava, logo depois ele se levanta e calmamente ascende um cigarro olhando para os destroços e os marinheiros mortos e feridos no chão sem demostrar nenhuma emoção.

- Parece que temos animais para caçar. –



histótico Narrador:

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Diego Kaminari
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Diego Kaminari
Estagiário




Sob as Luzes da Destruição






Um pouco decepcionado? Sim, acredito que esta seja a palavra certa para definir o que senti quando encontrei apenas quinhentos mil naquela maldita loja de roupas. Por sorte não tive problemas para entrar e talvez pelo fato de que a mesma estava em uma ilha dominada pela marinha, o dono não havia se preocupado com alarmes e itens de segurança. Eu agradecia por isso e aprendia que os melhores lugares para se roubar, geralmente, eram aqueles que mais pareciam estar em localizações complicadas, afinal, ninguém se prepara para aquilo que nem cogitam que aconteça.

Eu e Chloe adentramos o recinto e ela imediatamente foi instalar os explosivos, que mulher incrível... Seus cabelos brancos que mexiam junto a seus movimentos era algo que fazia meu coração disparar, ela me apoia e luta pelos mesmos propósitos, poderia alguém querer uma companheira melhor que está? Uma resposta que não sabia e nem fazia questão alguma de saber, pois, tudo que me importava era que estava com ela ali, seja numa cozinha ou explodindo uma loja.

Saímos pelos fundos sem dificuldade e quando já estávamos a uma certa distância pude escutar o maravilhoso som da vingança, aquela seria a primeira das explosões daquela noite. O caminho foi estranhamente livre, julgo que o primeiro atentando puxou a atenção das patrulhas para lá. Então chegou o momento derradeiro de fazer aquele maldito velho abusado pagar pelos maus tratos, novamente indiquei para que Chloe posicionasse os explosivos, no entanto, complementaria para que a mesma buscasse reabastecer alguns itens de primeiros socorros ou medicamentos variados, tudo que tiver aparência de ser caro ou útil. Já eu iria buscar dinheiro e claro, o que não poderia faltar, a merda da nitroglicerina que o filho duma boa égua tanto me humilhou para no fim negar a venda. Iria usar da mesma técnica que Chloe usou na loja de roupas para mandar um recadinho ao velho imbecil.

“Querido senhor, os clientes são a alma do negócio. Trate-os melhor para que eles não “Explodam” para cima de você! – Ass. Diego Kaminari."

Se tudo desse certo e conseguíssemos colocar todos os explosivos, já do lado de fora pouco antes de a farmácia ir para os ares puxei minha irmã e lhe beijei apaixonadamente... Atrás de nós, o cogumelo de fogo misturado a escombros faria com que nosso momento se iluminasse com a luz da destruição.

- Eu te amo minha bela dama branca. – Falava a mesma após o beijo.

Iria aproveitar que as explosões chamariam a atenção e tentaria voltar ao navio por caminhos secundários e escuros de maneira a nos manter escondidos e evitando grandes problemas, se conseguirmos uma vez no navio iria analisar a situação e veria se tudo estava pronto para zarpar. Caso não conseguirmos e formos vistos, tendo que estávamos em meio a um iminente combate ou mesmo sendo atacados de surpresa meu primeiro movimento seria de esquiva para um lado mais afastando, no entanto, me mantendo sempre de frente a meus inimigos. Caso não fosse possível iria bloquear com minha espada de maneira que sua posição cobrisse o maior número de ângulos de ataque possíveis. Neste caso iria tentar contra-atacar um com movimento de giro e após desferindo golpes nas costas dos adversários. Se os ataques vierem altos iria me agachar e daria um golpe de espada nas pernas do inimigo, afinal, correr com os braços ainda não são uma atitude comum e fácil de se realizar. Se estivermos cercados em algum momento juntaria minhas costas com Chloe para podermos cobrir em visão todos nossos pontos cegos. A todo momento que algo saísse dos planos ou do controle tentaria reduzir os danos e me afastar ou conter as investidas para me preparar novamente com um novo plano de ataque.


Histórico:



Resumo da Ficha:




Objetivos
● Proeficiencia Escultura (x)

● Proeficiencia Marcenaria (x)

● Preficiencia Discurdo (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )







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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário
Um enorme Kabum!
Vamos explodir Little boy e Fat Man
Roupas…Roupas… Roupas. Um emaranhado de tecidos chiques dos quais nem conhecia de fato, muitos pareciam novos e sequer tocados por mãos humanas, aquilo era tão suave… Mas não tinha que ficar admirando aquelas roupas. Eram apenas novos adereços para que pudéssemos vender e recuperar tudo que havia gastado naquele maldito lugarzinho.

Você…. E Você… Uh.. vestido bonito — falava baixo terminando de pegar tudo o que podia antes de sair pela parte traseira da loja. Com isso, acendi o fósforo nos fios interligados para começar a enorme reação em cadeia a fim de explodir toda a loja e deixar bem visível a assinatura que havia deixado naquele local. Ao sair, segurei um pouco meu irmão fazendo sinal de silêncio para o mesmo — Tem pessoas indo para o outro lado. Acho que não teremos problemas para ir até a farmácia… — Brinquei com um sorriso no rosto. Respirei fundo voltando a usar a escuridão como minha aliada, mesmo estando em meio a penumbra, conseguia ver tudo claramente. Talvez os anos de treinamento em tequila junto a todos aqueles revolucionários tenha realmente servido para muitas coisas. Como eu queria poder rever aquela família logo… mas ainda tinha muito a fazer antes de “ um tempo de relaxamento”. Havia um “kabum” muito maior a ser feito naquele momento.

A vingadora estava devidamente descansada na cintura, seguira junto com meu irmão para o que seria o segundo alvo. O local não parecia muito vigiado, assim como o primeiro, mas me dediquei inicialmente a posicionar os explosivos, assim como na primeira loja. Buscaria paredes que parecessem o alicerce da loja, colocaria também nas pontas e nas portas do local para dificultar a possível passagem dos mesmos quando tudo fosse pelos ares. Entretanto o pedido de meu irmão fez valer uma coisa que antes eu não tinha lembrado de conseguir para o barco, e como eu tinha os conhecimentos básicos para tal, poderia vez ou outra remendar nossas feridas.

Antes de sequer montar os fios, buscaria com bastante afinco uma bolsa ou maleta onde pudesse colocar os instrumentos. Em seguida procuraria pinça, tesoura, termômetro, colar cervical, luvas cirúrgicas, talas de imobilização,band-aid, anti séptico, esparadrapo, álcool , água boricada, ​solução de iodo, algodão , gaze , ataduras de crepe, água oxigenada de 10 volumes. Caso achasse tudo, ou ao menos metade dos itens daria agora um foco em xaropes e outras pílulas melhores e qualquer outra coisa que pareça cara e de enorme valor.

Tentaria então sair pelos fundos ou até mesmo pela frente, caso não ouvisse qualquer movimentação suspeita de marinheiros ou de qualquer outra pessoa que tentasse dificultar nossa fuga. Se por algum motivo fosse pega por alguém, seja marinheiro ou dono daquele lugar, iria usar da boa e velha vingadora para mirar no chão apenas para assustar a pessoa de forma que conseguisse distrair a mesma e correr para o lado oposto a fim de sair daquele lugar. Se fosse fechada por um grupo de pessoas, esperaria até o momento mais oportuno para atacar todas ao mesmo tempo usando de um pequeno giro em meu próprio eixo a fim de atingir a todos à minha volta.

Se nada ocorresse, apenas seguiria ao lado de meu irmão observando todo o show maravilhoso dos fogos de artifício e outros materiais explosivos que poderia haver naquela farmácia, deixaria-me ser puxada por meu amado irmão correspondendo ao beijo apaixonado dado pelo mesmo — Eu também te amo, meu anjo escarlate. — brincava tentando dar uma alcunha, já que o mesmo havia me dado uma.




legendas:

Objetivos:

Ficha Resumida:

Histórico:

Tag: Somewhere + Words: ... + Outfit: here

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Saru
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Não demorava muito ao chegar a clinica do avo do Sano, era possível ele estar por la, eu acenaria com a mão cumprimentando.


-Oi velho voltei, vim pegar minhas coisas, e não preocupa que já já estou indo embora. Eu pegava minha sacola e me preparava para sair, mas antes de sair eu olharia para o velho.


-Agradeço mais uma vez pelo que vez por ter me ajudado com as feridas, eu sei que não tenho moral ou talvez uma aproximaçao para pedir algo, mas preciso que de alguma forma entregue uma mensagem para alguem..na verdade e para o meu avo, se ele por alguma razao passar por ai, diga a ele que estou bem.
Dito isso eu sairia da clinica -Agradecido tio, leia jornal que pudera ter noticias minhas. Dizia rindo e saindo pela porta.



Seguia meu caminho eu pretendia ir ate aos armazens de novo, para dar uma despedida nos garotos, foi quando de repente ouvia uma exploçao parecia distante de onde eu estava mas ao mesmo tempo não parecia tao distante.


-O que é isso, tao fazendo alguma festa, que barulho o que houve. Eu me perguntava, mas foi quando a correr passava por mim e Sano 10 marinheiros na qual pareciam com pressa.
-Ih algo rolou.

Sano parecia curioso e eu também, decidi ir ate perto da ocorrência para tentar perceber o que teria acontecido.


Chegando ao local eu via muitos escombros de o que parecia ser um estabelecimento ou pelo menos era o que deveria ser, mas não era so isso tinha muita gente ferida, no meio do barulho do panico eu ouvia um choro, procurava com meus olhos no meio daquilo tudo de onde vinha, e foi quando via Ryumaru junto a um corpo que assim que de imediato eu percebia ser Tsuki.


“Aff será que foram aqueles dois quem fizeram isso? Parece ser a cara deles... Mas dessa vez saiu do controle não era suposto ser aqui."

Sano comentava sobre a morte da criança, eu via alguem diferente parecia um tenente da marinha ele falava algo para Ryumaru que eu não teria conseguido ouvir.

-Sano desculpa, acho que tu talvez vas querer te manter na ilha, eu sei que te falei muita coisa mas eu entendo que é a tua ilha e casa são mais importantes e isto tera que ficar para outra hora, é por isso que quero te pedir algo antes de me ir embora aquele garoto ali cuida dele ele vai precisar de alguem, ele e a irma me ajudaram na ilha e o sonho dele e ser marinheiro entao caso ele siga esse sonho, orienta ele ensina ele e não deixes ele virar ruim igual aos outros.


Eu olharia para o Sano meio ressentido com o ocorrido, e tirava algo da minha sacola e dava para a mao de sano.
-Toma da este chapéu para ele, é uma prenda minha que não poderei entregar pessoalmente, não nestas condiçoes, quando achares que ele tiver pronto leva ele ao meu avo em Dawn, enquanto a ti me desculpa, espero te encontrar em outra altura, fico te devendo uma luta.



Sem perder tempo eu corria, em direçao ao porto, pois no meio de tudo teria ocorrido outra explosão, e o tenente e marinheiros pareciam que iam para la, entao eu suponho que se foram os irmaos os causadores, eles iriam voltar para o barco, entao eu precisava de chegar primeiro ou chegar o mais depressa possível para sairmos e irmos embora
-Se foram aqueles dois, que poha eles tao fazendo, o que tinham na cabeça. Eu corria bem rapido, e como todo o foco tava nas explosões e como tavam indo para la, o caminho para mim poderia ser livre, e se necessário usaria minhas habilidades em acrobacia para passar por obstáculos com facilidade e rapidez.

Assim que eu chegasse no barco, eu rapidamente pulava subindo nele sem demoras, se os irmaos estivesse já no barco, eu logo falava  -Vamos embora, aquilo foram voces não foram, chamaram muita atenção eu vi um tenente junto com marinheiros. Era notavel eu estar meio brabo, mas ao mesmo tempo mantinha um silencio enquanto ajudaria a preparar o navio para navegar, so depois de nois navegarmos e estivermos já uma distancia que pudesse ser segura, eu logo chegava neles -Qual dos dois decidiu explodir a poha de um estabelecimento sem logica alguma, não era suposto ser o quartel.


Logico que eles poderiam dar as suas explicações sobre a decisão mas também seria um pouco logico minha reaçao -Ah é parabéns aos dois envolvidos, acabaram de tornar uma criança ainda mais orfa, ao matar a irma dele, criança essa que me recebeu tao bem e me deu direços, uma das mesmas crianças que pedi para achar voces os dois para encontrarem a polvora, não sei o que houve, mas sei que agora uma criança ta morta devido a explosão e o irmao ficou sozinho, parece que ele não tera a mesma sorte que voces dois. Dizia ao me afastar deles indo para um canto do navio.
Caso eles não estivessem no navio, eu preparia o barco enquanto esperava por eles, e caso eles chegassem, já dizia que tava tudo pronto para irmos embora, e so depois falaria com eles.



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Tanaka
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2° - DE DAWN A SHELLS - UMA VIAGEM PARA CONHECIMENTO.




Narração - 16




As coisas ficam um pouco mais fáceis para os irmãos incestuosos e apaixonados, com o caminho mais ou menos livre até a farmácia, durante o trajeto eles podem notar civis que curiosos e preocupados com a explosão saiam de suas casas para ver o que estava acontecendo, as expressões de medo e preocupação estavam estampadas em suas faces e alguns estavam cogitando um ataque pirata, de certa forma, estavam certos, certamente depois do ocorrido os dois irmãos ganhariam uma boa recompensa por suas cabeças.

Quando os dois chegam à farmácia notam algo diferente do que da loja de roupas, ela estava fechada mais havia luzes vindo de dentro, uma luz fraca que podia ser vista de uma janela mais ao fundo e por baixo da porta, se procurassem observar a janela ou a aresta da porta veriam o velho dentro da farmácia, parece que ele estava trabalhando até tarde e não escutou o barulho da explosão ou simplesmente não deu bola para tal.

Se optarem por invadir a loja assim mesmo eles surpreenderiam o farmacêutico que ao notar a presença dos dois irmãos entraria em pânico.

- Hey..o...oque...oque vocês querem? –

Parece que de inicio ele não reconhece Diego, fica tremendo e acuado em um armário que estava atrás dele, ele tremia tanto que os remédios do balcão tremiam junto com ele fazendo os frascos de vidros se chocarem.

- Eu...irei...ch...cha...chamar..a mari...marinha! VÃO EMBORA!!

Ele grita desesperadamente para que os dois irmãos fossem embora, ele finta as armas dos dois e isso era tudo que ele podia notar sabendo que uma invasão a sua loja aquela hora era sinal que as coisas não correriam bem para ele. Em determinado momento ele olha para o lado e Chloe então nota um den den musho no balcão, ele dá alguns passos para o lado ainda tremulo e então tenta correr para pegar o aparelho.

Mais distante dali Saru reconhece a criança morta assim como o pequeno garoto chorando diante do corpo, uma morte que ele certamente lamenta e força uma mudança de planos para ele e para aquele que seria mais novo integrante da tripulação, o aventureiro muda de ideia e pede a Sano para tomar conta do garoto explicando a ele que o jovem queria ser marinheiro, surpreso e confuso Sano apenas confirma acenando com a cabeça para então pegar o chapéu das mãos de Saru – Ok, irei entregar. – Responde rapaz para depois assistir Saru sair em disparada em direção ao porto.

Saru corre o mais rápido que pôde, ele vê que alguns civis estavam nas ruas curiosos a respeito do que havia acontecido e alguns marinheiros estavam tentando acalma-los dizendo que estava tudo sobre controle e que já estavam averiguando o ocorrido. Mas Saru sabia que com os dois irmãos soltos por aí as coisas dificilmente estavam sobre controle.

Não demora muito até ele chegar ao porto, mas quando chega ele encontra o navio todo revirado, um caos completo, será que a marinha chegou antes dele? E como eles tiveram tempo de fazer tal estrago? Ele então nota alguém se mexendo a sua direita, era o velho Klaus que estava todo ensanguentado.

- Soco...corro..

Ele fala com bastante dificuldade e quando o jovem Saru se aproxima ele consegue explicar parcialmente o que havia acontecido.

- Ele..um militar...ele levou Jacob e....Terra...Tequila Wolf. – O velho fala com bastante dificuldade, estava prestes a disparar quando então agarraria Saru pelo colarinho e com os olhos arregalados e desesperados olha no fundo dos olhos de jovem lutando para dizer algo.

- Bomba...navio...TEM UMA BOMBA NO NAVIO!! – grita o velho antes de perder completamente as forças e apagar.




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Ponto situação:




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Diego Kaminari
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Diego Kaminari
Estagiário




A Língua do Falador






O caminho até a farmácia estava gratificantemente livre, nossa explosão inicial chamou a atenção ao que tudo indicava, já que civís saiam de suas casas para sanar a curiosidade quanto a explosão sem que mal soubessem que suas especulações eram verdadeiras, aquilo tudo me tirou um sorriso que rapidamente tentei disfarçar. Dado que chegamos naquela maldita farmácia pude notar que diferente da loja de roupas, apesar de estar fechada uma luz ainda saia de dentro do estabelecimento.


- Não é possível... – Falei sussurrando apenas o suficiente para que Chloe pudesse ouvir.


Olhei discretamente pela janela e pude ver que o velho babão mal-educado estava lá ainda trabalhando até tarde, provavelmente deve está escrevendo as ofensas e insultos que vai distribuir para seus clientes no dia seguinte. Esse velho iria pagar por tudo que me disse da pior maneira... Que foi? Guardo rancor sim, sou pirata pô! Queria que eu viesse com flores? Eu não perdi tempo e logo arrobei a porta mais propensa com um chute, o velho é claro, entrou em pânico.


- Nossa agora que ele falou que vai chamar a marinha vamos ter que ir embora, so porque ele disse que vai chamar a marinha vou abandonar todo o meu plano... – Disse com todo sarcasmo que conseguia pôr em minha fala. – Parece que não se lembra de mim né, velho maldito? – O idoso tremia tanto que os vidros em seu balcão começavam a tremer juntamente ao balcão em que ele se apoiava e mesmo com todo aquele medo ele acelerou para pegar algo.


- Chloe! – Disse para minha irmã iniciar sua ação e impedir que o velho alcançasse seja lá o que ele queria. Rapidamente correria em direção ao homem se obtivesse sucesso em alcançá-lo ai iria começar meus “trabalhos”. Uma vez com tal em mãos iria usar de minha espada para cortar os tendões em suas pernas assim impossibilitando o mesmo de fugir para longe da diversão.


- Você não vai querer ir embora agora que eu acabei de chagar? O senhor não teria esta falta de educação... Se bem que, mais cedo você não demostrou nem um pouco de educação ou respeito para mim. Sim, sim, sim, o senhor falou algumas merdas que me irritaram bastante... E tudo que eu queria era uma nitroglicerina. Julgo que se você a tivesse vendido, nada disso estaria acontecendo com o senhor, você so seria um velho babão digno de ser ignorado. Mas agora... Agora é tarde. – Com fim de minha fala iria procurar algum objeto como alicates ou pinças, assim como uma faca ou um objeto cortante afiado algo que poderia ser comum a uma farmácia. Caso não encontrasse iria usar minhas próprias mãos e o fio de minha espada para realizar meu plano, todavia se eu conseguisse tais itens iria usar os mesmos para puxar a língua do indivíduo, então em seguida tentaria cortar sua língua fora para que assim ele nunca mais pudesse proclamar ofensas ou ironias para seus clientes. – O senhor pode não falar mais, mas pensa pelo lado bom... Você ainda pode escrever.


Após terminar com o senhor, iria então procurar por dinheiro e objetos de valor. Se encontrasse a nitroglicerina iria entregar para minha amada, tal substância poderia aumentar a explosão daquele lugar e separaria um pouco para eu poder levar para o navio. Assim que tudo estivesse pronto, eu puxaria o velho e jogaria para fora da farmácia, eu queria que ele vivesse para ver a merda que ele mesmo causou a si.


Se tudo desse certo e conseguíssemos colocar todos os explosivos, já do lado de fora pouco antes de a farmácia ir para os ares puxei minha irmã e lhe beijei apaixonadamente... Atrás de nós, o cogumelo de fogo misturado a escombros faria com que nosso momento se iluminasse com a luz da destruição.


- Eu te amo minha bela dama branca. – Falava a mesma após o beijo.


Iria aproveitar que as explosões chamariam a atenção e tentaria voltar ao navio por caminhos secundários e escuros de maneira a nos manter escondidos e evitando grandes problemas, se conseguirmos uma vez no navio iria analisar a situação e veria se tudo estava pronto para zarpar. Caso não conseguirmos e formos vistos, vendo estarmos em meio a um iminente combate ou mesmo sendo atacados de surpresa meu primeiro movimento seria de esquiva para um lado mais afastando, no entanto, me mantendo sempre de frente a meus inimigos. Caso não fosse possível iria bloquear com minha espada de maneira que sua posição cobrisse o maior número de ângulos de ataque possíveis. Neste caso iria tentar contra-atacar um com movimento de giro e após desferindo golpes nas costas dos adversários. Se os ataques vierem altos iria me agachar e daria um golpe de espada nas pernas do inimigo, afinal, correr com os braços ainda não são uma atitude comum e fácil de se realizar. Se estivermos cercados em algum momento juntaria minhas costas com Chloe para podermos cobrir em visão todos nossos pontos cegos. A todo momento que algo saísse dos planos ou do controle tentaria reduzir os danos e me afastar ou conter as investidas para me preparar novamente com um novo plano de ataque.



Histórico:



Resumo da Ficha:




Objetivos
● Proeficiencia Escultura (x)

● Proeficiencia Marcenaria (x)

● Preficiencia Discurdo (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )







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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário
Um enorme Kabum!
Você acha que eu ligo?
Tudo parecia ir conforme o planejado. A primeira loja havia sido afetada, explodida… havia literalmente ido pelos ares e aquilo me deixava com um sorriso de orelha a orelha que era nítido para meu amado, mas para os outros eu apenas era um transeunte passando na direção contrária as explosões. Meus olhos se voltavam para a quantidade de pessoas na rua, mas ainda sim tinha um alvo maior a frente e aquilo precisava sumir o quanto antes. Por várias vezes levei a mão em direção a minha eterna companheira solitária, apenas como recurso para caso qualquer engraçadinho ousasse entrar em nosso caminho.

Por todo o caminho me mantive em silêncio, mas ao chegar na farmácia, ouvi o sussurro de Diego. Olhei então em direção a janela meio iluminada — Tem gente aí ainda — sussurrei em resposta ao mesmo. Esperei o homem entrar primeiro para apenas então entrar cobrindo sua retaguarda a todo o momento, tinha receio de alguém ter nos seguido após a explosão, então mantinha olhos e ouvidos bem abertos durante todo o caminho que fizemos.

Ora ora… — falava de forma sensual e debochada, aproveitando de tudo que havia aprendido em meus muitos anos em tequila — Como se a marinha fosse intimidar um fantasma… Mas sabe — parava segurando a pistola decorada com a mão direita e logo sorria para o homem — Fantasmas não sentem medo. —  Tudo que saia era da forma mais debochada possível. Pela forma que tremia de medo, apenas nossa presença foi o suficiente para que o homem ficasse assustado, mas seu movimento seguinte e a ordem de diego foi o suficiente para apontar em direção a parede ao lado do homem, cerca de cinco centímetros a frente do mesmo , a ali atiraria em forma de aviso para que o mesmo não se movesse um centímetro sequer — não, não, o senhor vai ficar bem quietinho ai. Eu vou pegar isso… — tentaria pegar o caracol comunicador e o levaria comigo, caso o mesmo fosse pequeno. Caso contrário, iria atirar no mesmo de forma que destruísse apenas a forma de comunicação e não que ceifasse a vida do animal — O senhor não vai chamar aqueles homenzinhos de casaco branco.

Após aquilo, deixaria diego se divertir, colocaria rapidamente os explosivos em cantos estratégicos dentro da farmácia e após isso iria  focar em pegar todos os itens que forem caros e principalmente aqueles para que pudesse montar uma maleta de primeiros socorros, coisa que ainda não tínhamos no barco e seria um enorme problema se tivéssemos que pagar por tratamento em toda a ilha que parássemos. Com tudo em mãos, sairia do local e com o fósforo aceso, encostaria o mesmo no pavio principal dos explosivos colocados no interior do local. A intenção era explodir também em pedacinhos o local e aproveitar que poderiam haver outros produtos inflamáveis para potencializar o belo show.

Também te amo, meu anjo. — Diria correspondendo ao beijo já do lado de fora da farmácia, aquilo poderia provavelmente chocar o velho, mas não ligaria. Com a explosão, iria aproveitar toda e qualquer beco escuro para poder me locomover junto a Diego para voltar ao barco, caso fosse fechada por alguém, iria usar da boa e velha vingadora para mirar no chão apenas para assustar a pessoa de forma que conseguisse distrair a mesma e correr para o lado oposto a fim de sair daquele lugar. Se fosse fechada por um grupo de pessoas, esperaria até o momento mais oportuno para atacar todas ao mesmo tempo usando de um pequeno giro em meu próprio eixo a fim de atingir a todos à minha volta.

Caso nada disso acontecesse e conseguisse chegar ao navio, iria guardar tudo o que tinha para então partir rumo ao próximo destino com velocidade.



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Saru
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Corria pelas ruas indo em direçao ao porto, os civis pareciam curiosos e alguns marinheiros pareciam acalmar os curiosos.
"Espero que aqueles dois estejam no barco” pensava enquanto corria.

Não demoraria muito a chegar ao Porto, caminharia um pouco apressado ate ao barco e subia nele, chegando no barco por fim eu me deparava com algo estranho, o barco parecia revirado.

-Ahhhh, mas que porra aqueles dois andaram a fazer, o barco ta todo revirado fizeram alguma festa, não pode ter sido a marinha. Dizia gritando e coçando a cabeça.

Enquanto fazia meu drama, eu notava de canto alguem deitado no chao, parecia um velho e estaria ferido, me aproximava dele, e me abaixava um pouco e pegava ele pelo colarinho.
-Oii velho, o que ta fazendo aqui, o que houve aqui, porque ta pedindo socorro, esta no barco errado sabia, eii voce ta vivo esta a me ouvir. Digo sacudindo um pouco ele, vejo o sangue todo nele e isso parecia estranho parecia que tinha tomado uma bem forte – Ah pera acho que não deveria sacudir ele, oi voce esta bem? Apos perguntar eu via ele abrir os olhos e me respondia na qual eu ouvia tentando aproximar ele no meu ouvido.
-Hurum entendi um militar ok… Levou jacobes hurum, levou a terra certo, para tequila wolf certo.
Eu acenaria a minha cabeça -Oh, so levou eles, coitado aturar Jac… Queeeeeeee, ele levou eles. Dizia dando um berro.
-Velhoo isso não e bom, um militar entao não foi a marinha, tequila wolf, sera o maluco da clinica, ahh eu falei que aqueles dois precisavam de treinar, o que faço agora, pera já sei sera que se eu fingir que nada aconteceu ele vao notar , acha que eles vao notar velho? Olhava e o velho estava como se tivesse a recuperar o folego e tentar falar de novo.

-Calma respira fundo ta tudo bem a Chloe depois te ajuda com os ferimentos.
Ele tava tentando dizer algo começado por um B enquanto tentava recuperar o folego -Humm B..B…Bolacha, ta com fome a esta hora, não a tempo para comer estamos com problemas aqui, foco velho.

Do nada o velho agarrou me e ficou olhando para mim -Ei se acalma eu não tenho comida. Ele parecia desesperado, quando finalmente ele consegue falar e logo em seguida ele desmaia.
-Ohh uma bomba entao era isso que tavas a dizer, bomba no naviooooooo, queee? Seu velho doido porque não falou antes.

Dizia deixando o velho para o lado e já correndo pelo navio a procura da bomba, não seria muito dificil visto não ter muita gente no barco, eu poderia correr por todo lado sem interrupçoes, com uma boa agilidade eu em movia por todos cantos do barco de cima a baixo.

Quando finalmente eu encontrasse a bomba eu logo pegaria nela e sem demoras eu voltava para ao pé do velho -É uma bomba mesmo velho, o que faço, o que faço, pega segura desativa. Dava para ele e logo de seguida pegava de volta -Pera melhor não. Olhava para um lado e olhava para outro, e pensando rapido eu pegaria na bomba e jogava ela para o ar o mais longe possivel do barco.


Apos me livrar da bomba se ela explodisse no ar ou apos cair, eu dava um suspiro de alivio -Uffaaaa, esta passou perto, velho agora precisamos preparar o barco pra valejar, velho preparar as velass que eles devem chegar logo logo. Olhava para o velho e cutucava ele com o dedo. -Oi velho, acorda não temos tempo para dormir precisamos as velas.. aff ele dormiu. Eu pegaria nele e sentava ele em cima de um barril e pegava alguns trapos e enrolava nele todo quase so deixando os olhos ,nariz e boca destapado
-Pronto isso deve servir, não sai daqui.


Deixando o velho quieto, eu logo subia no mastro e ficava la para tentar ver algo de cima pela cidade usava minhas maos como se fossem binoculos -Nois precisamos arrumar alguns binóculos, parece ter muita confusão por ali deve ter sido da explosão mas ta longe da pra ver nada.
Inspirava fundo e gritava -CHLOEEEEEEEEE. Eu punha mao ao pe do ouvido tentando ouvir se tinha eco -Pera tive uma ideia.

CHLOEEEEEE DIEGOO TA COMENDO UMA P… não pera se eles tiverem juntos não resulta. Pensaria um pouco -DIEGOOOOO TEM UM HOMEM NA CAMAAA COM A TERRAAA. Tentaria mais uma vez ouvir o eco. -É isto não resulta, bom hora de baixar as velhas eles devem estar perto eu espero.

Pulando do mastro eu segurava na corda que prendiam as velas e deixava já elas prontas, pulava na beira do barco e tentava olhar para a cidade mais uma vez tentar ver se eles vinham -Cade eles, o que andam a fazer? Dizia esperando.


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Tanaka
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Tanaka
Civil



Os dois amantes/irmãos zombavam das ameaças do farmacêutico em chamar a marinha, de fato era algo idiota a se falar mais quais alternativas ele tinha? Além disso o pânico não o ajuda a pensar de forma racional, ele apenas reza para que saia livre dessa, mas isso parece ser uma esperança vazia.



Quando o sujeito tenta correr um sinal de Diego é suficiente para que sua amada sabe sua arma e atire a frente dele poucos centímetros de sua cabeça o fazendo para no mesmo instante, Diego então corre em direção a ele e o agarra enquanto Chloe se apodera do den den mushi que ele tentou pegar, Diego então usa sua espada para cortar os tendões de suas pernas e isso faz o velho gritar e choramingar.



-AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHGGGGG!!!! NÃO, PARE POR FAVOR, SÓ ESTAVA FAZENDO MEU TRABALHO.



O homem estava agora caído no chão e escuta tudo que Diego tinha a dizer sobre a maneira que ele o insultou, por sua expressão estava claro que ele não estava entendendo nada, parece não saber como insultou ao pirata de tal forma que agora estava sofrendo por isso.



- Senhor por favor, só estava fazendo o meu trabalho, não queria te insultar de nenhuma forma, por favor não me mate.



Diego então procura por alicates, pinças ou algum objeto cortante para começar sua diversão, tudo que encontra são alguns bisturis em uma prateleira perto do balcão, depois com o objeto em mãos ele puxa a língua do velho para fora e a corta sem piedade fazendo muito sangue se espalhar e sujar as roupas do farmacêutico e o chão. Com o homem sangrando daquele jeito ele logo morreria e como seus tendões estavam cortados não há perigo de fuga e isso faz com que Diego possa tranquilamente saquear o lugar, ele encontra mais alguns Berries, cerca de 900 mil, e um pouco da nitroglicerina que tanto queria, ele tinha apenas 3 pontes.



Enquanto isso Chloe trata de espalhar os explosivos pelo lugar e depois alguns itens para primeiros socorros conseguindo alguns medicamentos e ataduras que poderiam ser uteis em um futuro próximo. Enquanto Diego arrasta o velho para fora Chloe ascende um fosforo e caminha logo atras dos dois ascendendo o pavio enquanto saia do local, do lado de fora os dois dão um beijo apaixonado sendo iluminados pelo amarelo da explosão, depois disso os dois estavam livres para seguir de volta a embarcação.



Enquanto isso no barco da dupla Saru tenta sacudir o velho para desperta-lo e depois ouve o que ele tinha a dizer, mas ele não tinha forças para responder a nenhuma das perguntas do jovem, usou suas ultimas forças para avisa-lo sobre a bomba no barco e desmaiava em seguida. Desesperado o jovem corre por todo o navio a procura do explosivo, não demora a char, ele estava no deposito junto a alguns barris de pólvora, era uma bomba com um relógio acoplada nela e faltando apenas alguns segundos para explodir, o jovem pega o artefato e corre novamente para o deck do navio e atordoado em saber o que fazer só se preocupa em jogar o explosivo para o mais longe possível e....BOOOMMM. a explosão acontece jogando Saru alguns meros para trás e balançando a embarcação, a explosão careava todo o porto e depois disso já aliviado Saru se levanta, mas a visão que o jovem tem ao olhar para o porto não é nada agradável.



No porto estava toda uma unidade da marinha, deveria ter pelo menos 15 marinheiros e a frente deles um tenente, ele olha diretamente para Saru e ascendo um cigarro calmamente dado uma tragada em seguida.



- Parece que as coisas estão agitadas por aqui hoje não é mesmo?



Ele então solta a fumaça dos seus pulmões e da dois passos a frente calmamente, seu olhar era frio e ameaçador embora o tom de sua voz fosse muito sereno.



- Meu jovem, você tem 10 segundos para explicar o que aconteceu aqui.



Nesse momento uma segunda explosão acontece, todos os marinheiros olham para trás menos o tenente que não tira os olhos de Saru, ele levanta sua mão esquerda fazendo um leve sinal e 5 dos marinheiros saem correndo em direção ao local da explosão deixando Saru com 10 marinheiros e o tenente a sua frente.






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Diego Kaminari
Estagiário




Companhia No Fim da Noite






O que poderia afirmar depois de tudo aquilo era que o velho pagou pelo que fez, era fácil, após estar em perigo, ficar pagando de bom homem. Mas para os defensores dos direitos humanos, eu não matei o velho... Eu somente passo a lâmina, quem mata é Deus. Mas devo focar no que importa, que beijo meus amigos... A luz da explosão e com aquela mulher incrível parecia até cena de algum anime, o local foi para os ares e não soube do velho. Espero que ele viva, vai ser bom ser identificado depois, ele vai ter muito o que falar... A não vai né, esquece que ele não tem mais língua.

Seguimos para nosso navio e finalmente poder sair daquela ilha, não tivemos problemas pelo caminho, todavia, tivemos uma surpresinha quando alcançamos o porto. Saru estava acompanhado de mais dez soldados da marinha e, pelas vestes, um tenente. – Aquele idiota trouxe a marinha para nosso navio?! – Falei baixo para que minha irmã pudesse ouvir. Eu não poderia julgar afinal, meu companheiro estava sumido desde a manhã anterior e agora reaparece cheio de “amiguinhos”, sabendo seu histórico é so somar dois mais dois.

- Meu amor, precisamos entrar no navio... Com todas essas coisas aqui, acabaremos numa luta. – Apesar de não fugir de uma boa luta contra a marinha eu não gostaria de perder meus saques por conta de tal.

Iria inicialmente aproveitar que o foco era Saru e assim como as sombras da noite para poder me aproximar de meu navio de maneira sigilosa assim como adentrar o mesmo e guardar os saques.

Caso fosse descoberto e não conseguisse entrar em meu navio na surdina, iria então ter que me preparar para um possível confronto. Meu foco iria ser o tenente, certamente se ele caísse os demais perderiam sua formação, no entanto, esperava que tanto Saru quando minha amada me desse cobertura. Meu movimento inicial seria de me defender enquanto tentava avançar. Começaria uma corrida e dessa vez iria dar preferencia para esquivas laterais de maneira que continuasse a me aproximar do tenente, em último caso iria bloquear com minha espada na diagonal o que serviria para abranger a maioria das direções que viria um ataque. Mas se eu conseguisse me aproximar o suficiente, quando estivesse no alcance daria um salto com um giro e deferiria um golpe por cima mirando em sua cabeça ou ombros. Após isso iria então avançar pelas suas costas, todavia, novamente não faria o obvio e quando tivesse próximo iria deixar meu peso vencer e jogar-me ao chão numa rasteira que seria acompanhada pela lâmina de minha espada. Se o movimento fosse parado em algum ponto iria tentar me defender com um bloqueio e um giro em meu próprio eixo, para poder então desferir contra-ataques. Esses movimentos poderiam acontecer independente se o tenente fosse um lutador de longa ou curta distância, entre tudo se algo saísse do meu controle e precisasse refazer os planos eu iria me afastar em esquiva com rolamentos e o que fosse necessário para então replanejar.

- Senhores, estou voltando de um dia cansativo de compras e tudo que precisa e descansar em meu navio... Posso saber o que está acontecendo por aqui? – Diria somente em caso de minha presença ter sido notada e descoberta. Somente iria iniciar meu plano de ataque se meus adversários demostrasse que o embate seria inevitável.



Histórico:



Resumo da Ficha:




Objetivos
● Proeficiencia Escultura (x)

● Proeficiencia Marcenaria (x)

● Preficiencia Discurdo (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )







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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário
Blinding Lights!
Rumo a um novo Alvorecer
Eu só agradecia aos Deuses do mar por terem permitido que eu conseguisse ficar viva até aquele momento; agradecia a todos os revolucionários que haviam me ajudado e mais ainda a madame Kinds por ter aberto sua casa para nos abrigar. O que seria de nós se não fossem todas essas pessoas ? Enfim, isso vai ficar pra uma outra hora, agora eu precisava focar naquele homem maravilhoso e toda a explosão que nos tínhamos feito e tudo que estava acontecendo naquela maldita ilha… O beijo que havia depositado nos lábios de diego era calmo, sensual, delicado, com todo o amor e desejo que podia existir dentro do meu corpo, isso ainda intensificado com o som e a cor avermelhada de cada uma das explosões que havíamos cometido. Mas agora tínhamos um enorme caminho a percorrer.

Devia me preocupar com o velho? Não, de forma nenhuma, ele pagou, seja com ou sem a vida. Seria melhor com, pois assim estaríamos ligados às explosões. Fizemos o caminho até o barco, durante o mesmo, tentei ao máximo evitar aglomerações, usando a escuridão naquele momento, minha visão e a audição para melhor me adaptar a mesma, mas não que eu tivesse medo, apenas não queria ser pega desprevenida. Não pareceu demorar muito para chegar, mas ainda sim o  empecilho frente ao navio foi o que deixou a raiva consumida voltar com total intensidade  — Mas que filha da puta… Eu sabia que ele não era confiável… — falava baixo com certa raiva pela presença dos marinheiros. Com olhos rápidos, conseguia contar mais de dez indivíduos e mesmo que nos juntássemos para acabar com cada um deles, seria algo um tanto quanto difícil de se fazer, mas não impossível.

Não apenas isso meu amor… — falaria o mais baixo possível apenas para que ele ouvisse — Qualquer fogo próximo do navio, será um enorme Kabum que vai nos deixar nadando em sangue… — Meu foco estava no navio e nas coisas que havia recuperado de ambas as lojas, mas agora precisava pensar com calma e começar a andar em direção ao navio com o máximo de cuidado possível.

Tentaria usar a escuridão do porto e as caixas a meu favor, podia não ser a pessoa mais atlética do mundo, mas desde pequena aprendi a usar o campo ao meu favor. Com a medida que fosse andando ainda pelas sombras, tentaria chegar o mais próximo possível do navio até que conseguisse entrar e guardar todas as coisas, se por algum motivo fosse descoberta no meio do caminho, iria deixar que Diego falasse primeiramente e caso indagada me manteria apenas em silêncio.

Se no meio do caminho fosse impedida ou vista por alguém, iria correr o mais rápido que pudesse para o convés do navio para depositar minhas coisas e assim lutar de mão livres.


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Saru
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Pouco depois de atirar a bomba para longe, ela explodia, e vento causado pela explosão me jogaria para tras, caindo no chao e ainda dando uma rembolada pra tras e ficando sentadonno chao.


-Ai ai..minha cabeça. Sacutia a cabeça e logo apos via a grande fumaça negra no ar e sentia barco dando uma sucalhada

-Quee aquele maldito é doido, essa bomba dava pra explodir dois navios, ahh eu vou mostrar para ele com quantos chutes se acaba com um filho da puta.

Sacudia um pouco minha roupa -Esta foi por pouco velho que bom que eu cheguei.

Olhava para ele e ele so piscava os olhinhos -É isso ai velho de nada, fica sossegado, já já Chloe chega.

Logo de imediato eu me pendurava na beira do navio -Esta explosao foi por pouco, quase foi visitar desta para melhor.

Foi entao que eu notei no porto um monte de marinheiros 15 no total, olhava para eles por momentos ainda tentando processar a situaçao, curiosamente tinha um cara a frente deles olhando para mim, e começava a fumar enquanto falava.

-Yo. Acenava -Bem agitadas, quase fui visitar minha maezinha.

Ele dava outra inspirada e depois soltava fumo dando dois passos, eu claramente sentia a ameaça so de olhar para ele.

-Serio so 10 seguntos e muita coisa, mas enfim tu não vai acreditar, mas la estava eu aqui ajudando um velho carpinteiro arranjando o barco , ai ele me pediu para ir na cidade, rapidinho ai quando voltei encontrei o velho todo esmurrado e ferido, e tinha uma bomba junto dele, o maluco ..pera. Corria e pegava no velho e mostrava para o cara .

-Ohh o que fizeram com o pobre velho, tive que tentar cuidar dele, assim que vi a bomba eu joguei a bomba o mais longe possivel, como pode ter notado. Bem rapido eu ia colocar o velho no lugar e voltava -Ah e o velho ele ouviu um dos bandidos a sugerir fugir para o outro lado do porto. Dizia apontando para a direita, e nessa mesma hora uma segunda explosão acontecia.


-Outra explosão, sera que eles se separaram. O Tenente mantinha os olhos em mim, e com um sinal manda 5 marinheiros embora cuidando da explosão, deixando 10 sobrando.

-Olha eu não sei se tu acredita, mas me diz, existe logica em eu ser suspeito de algo ou ter algo a ver e ainda assim, ajudar um velho carpinteiro com uma bomba, eu quase morria com esta bomba que deixaram para o velho.

Eu apontava para onde teve esta explosão que houve
-Acabou de ter uma explosão , e tu vai ficar a olhar para mim, se acontecer uma terceira explosao, vai fazer o que, se sentar ai me encarando como se eu fosse suspeito é. Apos isso eu me sentava na beira do barco -Ta bom entao vamos ficar aqui se olhando, vou ficar cuidando do velho de qualquer jeito, entao tenho tempo.
Dizia cruzando os braços mas ao mesmo tempo pensava

“Ele acabou ver eu me salvar da bomba não e possivel não ir atras, caralho onde aqueles dois estao, isto não vai ser bom”

Caso eles entrassem no barco de surra sem ser notados, e me dessem algum tipo de sinal eu fingia não notar e tentaria distrair um pouco mais o cara caso ele ficasse por ali, enquanto eles preparavam o barco para navegar.

Caso, os marinheiros não fossem embora e não tivesse jeito e os irmaos aparecessem, e brigassem para tentar subir no barco, eu logo falaria -Finalmente, demoraram hein, vamos logo e corram, oi Chloe tem um velho aqui que precisa de ti, vem logo.

E para tentar ajudar Diego ou Chloe com os marinheiros para subir no barco, eu logo pulava e já preparava uma joelhava no tenente pois ele era o mais chato de se lidar e provavelmente ia tentar impedir os irmaos, entao já ia tentar um ataque antes de ele fazer algo, e sendo assim esperaria que já que Diego tem uma espada grande pudesse fazer algo com os marinheiros primeiro, antes de lidarmos com o Tenente.



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Tanaka
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Tanaka
Civil



O tenente ouvi toda a explicação de Saru e fica em silencio por alguns instantes, o jovem podia sentir que ele estava processando todas as informações que recebeu enquanto olhava fixamente para ele de forma seria com o cigarro na boca.



- Já mandei alguns homens investigarem as explosões. – Diz o tenente em um tom de voz calmo.



Ele então olha para o velho machucado e faz sinal para que dois dos seus homens embarcassem no navio e fossem até ele – Levem ele para base e deixem na enfermaria para tratamento. – Depois que dá a ordem o tenente mantém seu olhar em Saru e faz mais um sinal com para que mais homens se aproximem dele.



- Revistem o barco. –



Então mais 3 homens sobem na embarcação armados e junto a eles o tenente que fica próximo a Saru, os marinheiros então começam a revistar o navio descendo até os decks interiores, agora o Tenente estava convés junto a Saru, 3 deles revistavam o navio, 2 deles estavam levando o velho ferido para a base enquanto 5 permaneciam no porto, e agora Saru deixaria que o tenente e seus homens revistassem o navio?



- Fiquei curioso do porque atacariam e explodiriam essa embarcação, inimigos talvez? – Diz o tenente olhando por todo o caos em volta. – Realmente fizeram uma pequena bagunça aqui. -



Enquanto isso Diego e Chloe se aproveitam das caixas espalhadas pelo porto e da escuridão para se esgueirar para bem próximo ao navio em uma tentativa de entrar na embarcação furtivamente, mas um dos marines do porto acaba notando uma movimentação estranha.



- Hey, acho que vi algo. –



Ele então caminha em direção a dupla junto aos outros 4 marinheiros, os dois irmãos estavam escondidos atras de algumas caixas e percebem os passos vindo em sua direção.



- Tem alguém ae? Apareça! – Diz um dos marinheiros.



As opções para os aventureiros estavam na mesa, Saru tentaria ludibriar o tenente e torcer para que os seus homens não encontrassem mais nada na revista? Diego e Chloe tentariam ficar escondidos ou partiriam para luta?






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Diego
Chloe
Tenente
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Diego Kaminari
Estagiário




Privacidade Por Favor






A situação estava complicada no sentido que precisaríamos de um bom plano para sair dessa sem algum tipo de luta... Ao menos no momento. O tenente estava a bordo do navio e pude ver que tiraram o senhor Klaus de lá desacordado, quem diabos poderia fazer mal aquele simpático senhor? Eu não poderia ter a resposta certa, mas era o suficiente para saber que alguma coisa havia acontecido e precisa descobrir o que.

- Chloe, tem algo de errado aqui... Alguma coisa aconteceu. – Disse baixo para que somente minha amada pudesse escutar. Nossa tentativa de entrar furtivos não deu muito certo quando um dos marinheiros notou algum som vindo de nós e imediatamente veio investigar. O que eu faria? Pensa! Pensa! – Meu amor, siga a minha deixa e entra no meu plano. – Diria isso antes de atacar minha irmã, não com armas não pense errado, atacar com beijos quentes e mãos bem curiosas. Minha intenção era derrubar a nós dois ao chão de maneira que ficasse visível para o marinheiro o que supostamente estávamos prestes a começar. Beijaria minha irmã com bastante sede e quando percebesse que fomos notados iria levantar meio cambaleando simulando um consumo alto de álcool.

- Ahh, Senhor... Me desculpe. – Parei de falar para simular um arroto. – Essa minha mulher é muito gostosa e eu não dei conta de esperar chegar no navio... – Minha fala estava enrolada como um bom bêbado. – Eu não tinha... Visto os... Senhores. Mas acho... Melhor... Continuamos lá no quarto, né meu amor? Tirar essas compras e roupas, da sacola e do corpo... HAHA. Com licença senhores...

Iria cambaleando carregando as coisas com suposta dificuldade e tentaria subir no navio agarrado a Chloe sem se importar com quem estava lá em cima. Se desse conta de chegar sem problemas, ao observar a bagunça que estava, iria imediatamente falar. – O que diabos está acontecendo aqui Saru, tu deste uma festa no meu navio? – Notaria então o tenente e direcionaria a voz para tal. – O que ele aprontou, oficial? - Terminaria simulando um soluço. No caso de alguém explicar a situação de que tinha uma bomba no navio e que Saru havia salvado o mesmo de explodir eu, tendo ciência e ligando os fatos iria tentar falar. – Oficial eu sei quem fez isso... Foi um tal de Theodore! Ele disse que era um revolucionário e tentou dar em cima de minha esposa acreditando que ela iria me largar para ficar com ele! HAHAHA – Ria lembrando da cena do imbecil egocêntrico. – So que como já esperava minha esposa o rejeitou lindamente e ele prometeu que iriamos pagar por aquilo, olha só... Agora todas as mulheres têm obrigação de se apaixonar com ele, se alguém o rejeita, ele mata! So podia ser esses loucos revolucionários mesmo. Somos apenas um navio transportador mercante, mas agradeço pelos deuses que temos o neto de um herói da marinha para salvar a carga de seu avô, eu realmente não iria querer problemas com ele. – Diria me referindo a Saru e seu avô idiota. – Pois bem, eu realmente não aguento mais, devo pedir licença a todos, pois essa mulher é muito gostosa... – Falaria dando uma tapa na bunda e apartando a mesma. - ... E tenho que resolver isso em meus aposentos, a proposito oficial, não ligo para a prática de exibicionismo, mas creio que se não retirar seus homens eles podem ficar bem constrangidos com que vão ver.

Agora constatando a possibilidade de meu plano der errado lá no início e me fosse questionado os produtos que carregávamos, eu iria responder o seguinte. – Senhor eu sou um trabalhador que queria aliviar o estresse do trabalho, é algum crime fazer compras? Não somos cidadãos livres para gastar o próprio dinheiro suado? E antes que pergunte onde estão as notas, elas sumiram depois da terceira garrafa, assim como meus documentos e dinheiro... Eu jurei que ao menos numa cidade dominada pela marinha, não tivesse tantos ladrões... Agora me dão licença caso contrário vou acabar fudendo com esta incrível mulher aqui mesmo. – Iria continuar a andar como se tivesse toda a razão do mundo e se não fosse interrompido continuaria com o plano citado anteriormente, mas se um combate fosse inevitável. Iria então aproveitar do elemento surpresa e atacaria o marinheiro mais próximo com minha espada visando o pescoço dele num corte vertical. Se conseguisse derrubar um iria correndo para o próximo contando com que Chloe dê cobertura e se encarregasse dos outros. Uma vez próximo suficiente meu intuito era de cortar as pernas no mesmo numa investida e por fim giraria meu corpo para um segundo golpe visando lhe decapitar. Se em algum momento uma defesa fosse necessária iria tentar bloquear golpes corpo-a-corpo com minha espada no sentido de diagonal, assim protegendo toda a extensão de meu corpo, se fosse necessário me defender de tiros iria usar rolamentos para desviar em direção a algo que poderia me servir de cobertura. Se em qualquer momento algo não citado ou fora dos planos acontecesse, iria procurar cobertura em caso de ofensiva, caso contrario iria então preparar um novo plano.



Histórico:



Resumo da Ficha:




Objetivos
● Proeficiencia Escultura (x)

● Proeficiencia Marcenaria (x)

● Preficiencia Discurdo (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )







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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário
Uma farça enorme
Uma boa foda ou um rio de sangue
E lá vamos nós de novo. A escuridão sempre foi minha amiga, mas o que eu não tinha notado era a quantidade de marines que tinha ali "Um….dois…tres…porra, são dez! Isso é um enorme problema” o pensamento fez meu corpo tremer, não queria ser presa… não ainda pelo menos. — Você acha que algo aconteceu? — perguntei em tom baixo enquanto apontava com o rosto na direção dos marinheiros sem perceber que alguns se moviam para dentro do navio e outros ainda mantinham suas posições no porto — Alguém fez merda no navio e… pera, é o velhinho… — O sussurro espantado saiu ainda mais baixo, quase tão fino quanto um garfo arranhando um prato de vidro. Com um aceno de cabeça concordei com as ordens dadas por meu irmão. Com o ataque de beijos, havia entendido parte do seu plano, talvez por conhecer o mesmo a muito tempo, já tivesse uma ideia do que sua mente perversa pensava. Curiosas, as mãos de meu irmão pareciam  desejar desesperadamente meu corpo e da mesma forma correspondi ao toque e aos beijos do mesmo até que por fim entendi sua real intenção ao lembrar dos marinheiros que estavam no porto.

Eu não sou… a única que está com fogo nessa ilha — parei tentando simular um pequeno soluço tímido enquanto olhava para Diego com desejo. Apenas estava tentando corresponder a seu plano. Caso um dos marinheiros se aproximasse, iria dar  dois passos e propositalmente cair em cima do mesmo, a função de tal queda era dar tempo para que o plano de Diego estivesse no caminho certo. Se um marinheiro me segurasse , iria sorrir de forma sedutora para o mesmo — Obrigada nobre senhor, acho que exagerei um pouco na bebida… —  se fosse auxiliada pelo menos ou por outros, iria sorrir de forma sedutora para cada um, queria demonstrar apenas ser uma doce mulher que era fraca demais para bebida.

Caso já no início da queda não fosse socorrida por ninguém, iria olhar de forma chorosa para os marinheiros ali presentes — É assim que vocês tratam uma dama que recém chegou a sua ilha? — Com dificuldade iria me levantar e recolher com velocidade todas as coisas que havia derrubado no chão — Francamente, achava que os homens da marinha eram melhores treinados para ajudar as damas e senhoras em perigo. — bateria a poeira das roupas e iria seguir junto a Diego até o convés do navio.

Iria demonstrar surpresa ao ver a bagunça do navio — Deuses, Saru, o que houve aqui? — diria de forma preocupada ignorando num primeiro momento a presença do Tenente.— Onde estão os outros? — Largaria então do abraço de Diego e iria correr pelo navio buscando os outros integrantes. Começaria pelos quarto, passaria pela cozinha, com velocidade até ir para o fundo do navio onde de lá soltava um grito desesperado e alto o suficiente para que todos naquele porto ouvissem— CADÊ! ONDE ESTÃO KURO, TERRA E JACOBI! — Caso conseguisse ouvir Diego falando sobre Theodore, iria afirmar de forma veemente para o tenente — O crápula achou que simplesmente usar de palavras bonitas e cavalheirismo iria me fazer querer dar para ele. Uma pessoa tão decrépita quanto um revolucionário — reviraria os olhos, mas ao mesmo tempo sentiria certa ânsia por conta das coisas horríveis que estava tendo que dizer sobre aqueles que me acolheram tão bem, menos aquele babaca.

Se por algum motivo nada daquilo desse certo , desde o início, iria sacar minha pistola e dar todo o suporte para meu irmão. De forma que o mesmo não tivesse problemas para atacar ou recuar dos marinheiros.

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2° - De Dawn a Shells - Uma viagem para conhecimento. - Página 5 Bc5w0lykuse71