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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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2° - De Dawn a Shells - Uma viagem para conhecimento.

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Sasha
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Sasha
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Relembrando a primeira mensagem :

2° - De Dawn a Shells - Uma viagem para conhecimento.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Diego Kaminari , Chloe Kaminari , Kuro Tempest  e SIlver D Saru. A qual não possui narrador definido.

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Diego Kaminari
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Diego Kaminari
Estagiário




Noite Estrelada






Tudo bem que as escamas reluziam, mas nem tudo que brilha é ouro né, bosta molhada reluz do meu jeito. Cammy com cara de quem comeu e não gostou acabou por simplesmente ignorar os comentários de minha irmã, caguei para ela também! Apesar de tudo, aparentemente eles não “cagaram” para mim, já que ambos vieram para me atacar. Chloe me ajudou e a batalha que se seguiu até que foi realmente linda de se ver, no entanto, logo as coisas ficariam mais equilibradas e diante de mim, ficou apenas o capitão de rabo grande.


A partir daquele momento outro troca de golpes ocorreu, eu até conseguir lhe arrancar uma perna que... Foi inútil já que cresceu outra de novo... Fico pensando, ele poderia ganhar muito dinheiro vendendo carne, aparentemente seria uma fonte de alimento infinita! Pessoas comem carne de jacaré, é quase a mesma coisa. Ou quem sabe poderia alimentar animais com isso? Se arrancar um órgão dele, ele nasce novamente? Ele poderia salvar muitas vidas que forem compatíveis com ele. Bem, é isso! Até agora so cortei os membros, mas o mesmo pode não ocorrer com os órgãos. O movimento dele terminou com uma chicotada em minhas costas.


- Aiii... – Disse fazendo uma feição de dor de quem... Bem, de quem levou uma chicotada nas costas. – Olha, se não fosse um porco babaca como você a dar essa chicotada, essa luta poderia terminar em outro lugar. – Falei misturando um sorriso malicioso em meio a dor.


A noite havia chego e a chuva estava cessando, a lua e estrelas agora se colocaram como espectadores da que acontecia ali, testemunhas da batalha daquele que significava a escravidão e daquele que representava a liberdade. Como havia dito, meu plano seria focar em seu pescoço e tronco para acertar órgãos vitais ou decepar o mesmo, mas acredito que seria mais fácil deixar o homem fazer o primeiro movimento, por isso pensei primeiro em minhas defesas. Se por acaso o reptiliano viesse com um ataque frontal, tentaria desviar pela lateral com maior abertura e por fim tentando desferir um golpe em suas pernas... Eu sei que iriam nascer novamente, mas a ideia não era matar ele com aquilo, mas sim, atrasar. No entanto, se ele viesse por algum dos lados eu iria fazer um rolamento ou então saltaria, tudo isso dependeria se ele viesse do alto ou no nível do chão respectivamente. Em ambos os casos, tentaria contra golpear meu atacante, sempre focando em partes vitais ou ao menos partes que lhe fossem importantes para movimentação.


No caso então de o mesmo vir por cima, o que não seria uma surpresa, eu iria então usar de outra estratégia, afinal uma vez em movimento no ar o homem não poderia mudar de direção, logo ele não teria como desviar de meu golpe. – Você ousou assediar minha mulher, eu vou fatiar cada parte sua até descobrir uma que não cresce novamente! – Diria e então terminaria usando minha técnica. - Katto denryū! – Minha intenção era acertar o tronco ou o pescoço de meu adversário usando da própria queda do mesmo para aumentar a força de contato da lâmina. Minha ideia era realizar um corte em que mesmo que ele coloque os membros a risco, eu iria transpassar os mesmos e acertar o ponto que gostaria.


Caso o mesmo resolvesse me atacar com armas de longa distância, usaria a larga chapa da espada como cobertura enquanto corria e faria rolamentos para desviar, mas sempre me aproximando de forma que poderia ao fim cortar a mão que segura tal arma. Ele até pode fazer a mão crescer, mas a arma continuaria no chão, se conseguisse após o movimento chutaria a mesma para o mar com braço e tudo, assim ele não poderia mais usar tal armamento.


Em caso de explosivo, iria então me afastar a uma distância relativamente segura e usaria novamente a espada para me proteger de detritos. Qualquer outro tipo de movimento ofensivo que sairia do planejamento iria usar de bloqueio ou esquiva seguido de contra-ataque, usando de giros e rolamentos para tais. Ações que inclui caso a praga da Cammy, resolvesse atacar novamente em conjunto.


Com exceção do caso de um ataque vindo por cima, se alguma outra defesa e contra-ataque fosse realizado com sucesso, eu então iria usar da mesma técnica citada acima, ao tempo que falaria a mesmo coisa que planejei dizer no caso já citado.


Katto Denryu:


Histórico:



Resumo da Ficha:




Objetivos
● Proeficiencia Escultura (x)

● Proeficiencia Marcenaria (x)

● Preficiencia Discurdo (X)

● Tornar oficialmente um pirata (  )







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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário
Vocês nao deveriam mexer comigo
pois agora também mexeram com minha familia
 Eu tava realmente pouco me fodendo para aquela transformação estranha do Theodore, não era bonita em nenhum aspecto e so o deixava ainda mais esquisito e repulsivo pra mim.  Podíamos ter tido uma trocação franca de golpes, mas agora… agora aquela vadia loira tinha toda a atenção que tinha. A minha, e isso seria muito mais do que ela precisava naquele momento.

O chute de cammie acabou desviando um tiro que poderia ter sido tão lindo mas aquilo foi a gota final, somado a sua resposta, ela pediu pra morrer— Sabe o que falta em você Cammy? — Olha a mesma de cima a baixo com o máximo de desprezo que podia conter em mim — Humildade… fraternidade e quem sabe, uma pitadinha de amor próprio ... — o sorriso foi evidente,  mas agora tinha um embate e desenrolar. O chute poderia voltar rápido, mas eu ainda teria uma pequena chance em meio aquilo; caso ela mantivesse a pe4na esticada ou apenas elevada, usaria minha perna esquerda para dar uma boa banda e fazer a mesma cair no chão, com a distração, iria atirar sem piedade alguma em suas pernas abrindo vários buracos para que sangrasse até a morte. Se ela abaixasse a perna e desse uma sequência de chutes, iria desviar do máximo que pudesse indo sempre para o lado contrário do golpe, e caso conseguisse, iria segurar um dos chutes com a mão esquerda  para então atirar atrás de seu joelho ou quem sabe na coxa a fim de diminuir o número de combatentes no navio.

Focaria minha audição para pegar qualquer barulho ou indício de novos combatentes se juntando à luta, caso ocorresse, tentaria tomar o máximo de distância que pudesse para reorganizar meus pensamentos e voltar ao combate. Se cammy me impedisse por algum momento, tentaria socar seus seios com o máximo de força ou até mesmo a virilha se por ventura fosse derrubada. Se fosse derrubada por um chute ou até mesmo rabada de Theodore, e nao conseguisse desestabilizar a loira, iria rolar para longe o mais rápido que pudesse para levantar e assim voltar a atirar em meu inimigos de forma que conseguisse diminuir sua força de vontade ou até mesmo de luta.

Entre todas as formas de defesas,  buscaria brechas onde pudesse atacar e caso necessario, me afastar e recarregar a porra da vingadora. Era horrível, mas era necessário.

Tinha outro problema, theodore poderia vir para cima e caso isso ocorresse, iria correr em direção à loira usando meu irmão como escudo ou uma espécie de trampolim, mas claro que tais ações seriam avisadas com o olhar para o mesmo, talvez sua memória muscular o ajudasse nesse momento — Diego não deixa essa lagartixa chegar perto de mim! — gritaria enquanto voltava para perto da loira aguada. Se seus golpes  mudassem para socos, tentaria desviar paRa os lados ou me abaixado ou até mesmo me afastando de seus raio de impacto,de qualquer forma se não conseguisse  iria usar as mãos, assim como a coronha da pistola  para atingir pontos de pressão dos braços e até mesmo pernas se fosse possivel.


legendas:

Objetivos:

Ficha Resumida:

Histórico:

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Saru
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Saru
Pirata


O gordao estaria supreso pelo meu retorno, mas minha supresa era eles a falarem quase brigando quase que me ignoram.

O cara falava em segundo tiro, eu via ele com a bala na mao, ele me respondia que queria me matar mas ao mesmo tempo o pequeno me respondia tambem.

-Tu tem assim tanta certeza, pois bem entao podes ficar quieto e assistir a quedas de cada um deles.

Rufus ria com a fala do gato e eu ria por ele rir.

-Ouvi, e lamento mas ambos estao errados. Rufus argumentava que um animal ferido é um animal morto e eu sorria -Depende do tipo de animal, por vezes é quando esta ferido que ele mostra as suas presas.

O cara estava a segurar a bala de canhao bem a minha frente, a luta começava e apos um chute ele saia rolando, faz ele batia e voltava igual uma bola e me acertava.
Eu estaria no chao me levantando e coçava a minha cabeça -Maldita bola de banha, isto doeu. Eu ouvia ele a falar com o pequeno a dizer a ele para ir para o conves, eu via ele a olhar para mim, o gordao estalava os dedos.
-Não te atrevas a ir embora. Dizia olhando para ele e ele saia correndo “Aff aquele vadio, vou usar de isco depois” olhava para Rufus -Estas muito confiante de que vais cuidar de mim, mas eu que vou cuidar de ti e desta vens não vais voltar. E eu estalava a minha mao, sem apoio da outra.

O corpo dele podia ter apoio da sua gordura, mas essa proteçao não ia lhe servir de muito em certos lugares do corpo.

De imediato me preparava para qualquer movimento dele, se ele tivesse perto seria possível que ele tentasse me agarrar ou tentar eu ataque de cima para baixo igual antes porque ele poderia tentar deixar-me no chao com o ataque, para evitar qualquer dessas situaçoes, eu dava um pulo para trás bem rapido para ficar fora do alcance dele, e no mesmo momento que eu assentava os meus pes no chao, eu dava um pulo para a frente, e dava uma joelhada na cara dele, ele como era mais pesado não ia conseguir se recuperar para se preparar para uma defesa, assim que dava a joelhada na cara dele eu segurava no rabo de cavalo dele e dava um rodopio para tras dele e aproveitava o balanço que ele tomaria para tras da joelhada e puxava ele pelo cabelo mais para tras de forma que ele fosse cair, e chutava a nuca dele pegando o pescoço e cabeça a cabeça dele não tem a proteção de gordura, e um golpe de frente e tras na cabeça, não seria preciso ser um genio para saber que o interior do coco dele iria ficar mexido, apos o chute eu deixaria ele cair no chao, mas mesmo quen ele caisse não baixaria a guarda e tomaria alguma distancia por precaução de qualquer movimento repentino que ele pudesse fazer.


Caso ele não estivesse tao perto daria para ser eu a dar o primeiro movimento e sendo assim eu avançava contra ele de frente ou pelo menos eu simularia o avanço dando abertura para ele atacar, qualquer pessoa atacaria quando alguém avança mas a questão seria quem acerta primeiro então por essa logica o meu avanço era para fazer ele me atacar, assim que ele movimentasse um dos braços para me socar, eu pulava no braço dele e dava uns passos pelo braço dele e rapidamente preparava um chute na cabeça dando um chute de lado da cabeça dele na orelha e se ele tentasse me pegar apos o chute eu pularia de cima dele para o chao especificamente para as costas dele, o que limitaria os movimentos dele visto que estar nas costas dele ele não teria como me pegar ou atacar, rapidamente dava um chute no meio das costas dele pois as costas é um ponto que mesmo que ele tenha gordura a coluna se sente, e se ainda assim ele tenta se virar para tentar me golpear, eu me abaixaria rapidamente para me desviar do golpe e subiria apos a mao dele passa e dava um chute na cabeça dele atingindo a regiao da orelha e pescoço, isso poderia jogar ele contra o chao, apos um conjunto de golpes taticos possivelmente ele ficaria não tao bem, ser atingido na cabeça deixaria ate um gorila desorientado.
Apos o chute eu observava a queda dele ou pelo menos ele a ser jogado para o lado que chutei, e desta vez não seria para rebolar, se ele se levantasse de repente e tentasse me atacar de alguma forma, eu eu me esquivaria e desviaria de qualquer tentativa que ele pudesse fazer, ate poder ver e pensar nos meus proximos movimentos.

-Achares que sou um adversario menor e comum foi um erro, nao sou eu que fiquei no teu caminho, o pequeno ir la para cima nao muda nada, porque Theodore vai cair nisso eu tenho a certeza, mas bom de qualquer modo, nao importa tu nao vais estar consciente para saber.



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Subaé
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Nos bares de então
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Subaé
Criador de Conteúdo


Uma viagem para conhecimento - 27


Luz do luar

O pau comia solto no convés da Grilhoneira! De um lado temos Diego Kaminari lutando contra Theodore, no outro temos Chloe Kaminari lutando contra Cammy… e em algum lugar, atrás das caixas e espiando todo o confronto, temos um gato curioso que não sabia muito bem o que fazer.

-Essas coisas podem até me faltar - disse Cammy em resposta - mas sabe o que não me falta? Bravura e força!!- e ai ela avançou contra Chloe, desferindo diversos socos e chutes na direção da jovem pirata. Chloe, que nunca foi uma mulher indefesa, esquivou-se dos socos ao jogar seu corpo ritmicamente para longe dos punhos da mulher.

A julgar pelo dano exacerbado que o soco de cammy fez no mastro, levar um porradão daquela mulher poderia ser muito complicado, sendo assim, Chloe continuou sua tática e permaneceu a se esquivar. Naquele momento, Chloe pôde ouvir que havia alguém atrás dela. Era um ser pequenino e peludo que assistia toda aquela luta com uma certa admiração pelo que estava vendo. Suas únicas palavras eram - Que incrível… eles realmente lutam pelos companheiros…

Em certo momento, Cammy ergueu sua perna para chutar a face de Chloe, Chloe desviou-se do golpe e revidou com uma rasteira. Consequentemente Cammy caiu, e então Chloe atirou. O sangue escorreu pelo chão de madeira molhada, mas infelizmente Cammy ainda estava viva. Os disparos haviam acertado a sua panturrilha esquerda, fazendo com que a mesma se visse obrigada a mancar.

Enquanto isso, Diego e Theodore estavam frente a frente, e entre os dois haviam alguns membros decepados no chão. O capitão Kaminari já havia estipulado um plano de ação, e agora ele iria esperar Theodore agir primeiro para só então contra-atacar.

Quando Theodore avançou, Diego esperou, e, no momento em que Theodore atacou, Diego desviou para a esquerda, girando o seu corpo tentou decepar outra perna do lagartixão. Acontece que Theodore conseguiu de esquivar facilmente de tal corte, e em seguida girou o corpo fazendo a sua cauda chicotear o rosto de Diego.

Estando ao lado de Diego, Theodore correu até o mastro (que estava atrás de Diego) e saltou contra o mesmo, usou o mastro como impulso e depois saltou mais uma vez na direção do Kaminari. Diego usou sua cartada mais forte e girou a espada a fim de executar sua técnica mortal em seu oponente que estava ainda no ar. O único problema é que Diego não levou em conta que Theodore tem um rabo!! O militar usou o peso de seu rabo para conseguir mudar o eixo de seu movimento em pleno ar, e dessa forma se esquivou perfeitamente da técnica do espadachim.

-Sério? acha mesmo que vou cair no mesmo truque várias vezes? - Perguntou o homem enquanto ria.

Que a verdade seja dita. E a verdade é, que, mesmo que o golpe de Diego tenha sido totalmente falho, acabou por instigar a preocupação de Cammy, visto que ela própria quase havia morrido para o mesmo golpe.

Cammy olhou para o combate ao lado e acabou desviando a atenção de Chloe, para o seu infortúnio. O disparo da Kaminari foi tão veloz como um trovão, e, terminou por decidir o destino do embate em questão de segundos.

-CAMMY!! - Theodore gritou quando o corpo sem vida da mulher caiu diante dos pés de Chloe. Sua feição era pura raiva, seus músculos tremiam e as suas escamas vibravam conforme ficavam maiores, progressivamente.

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Tudo isso aconteceu em alguns instantes. Sendo mais exato, durou o tempo que as nuvens levaram para sair da frente da lua, permitindo assim uma boa iluminação em todo o convés.

O gordo, e o magro

Saru e Ruffus se levantavam do chão, ambos doloridos e impacientes pelo fim do combate.

QUem tomou a iniciativa foi Saru, que avançou bravo contra o seu oponente. Ruffus até tentou socar Saru, mas o moleque se esquivou, correu pelo seu braço e acertou um chute certeiro no pé de seu ouvido gordo -GYAAH!! - Saltou uma segunda vez, agora posicionando-se nas costas de Ruffus, mas infelizmente não houve tempo para chutar suas costas..

A primeira coisa que Ruffus fez ao se virar foi tentar agarrar Saru com a sua mãozona gorda, mas o rapaz foi ágil e conseguiu se desvencilhar do agarrão com um único e veloz salto para trás. Logo em seguida, saltou contra o gordo, acertou uma joelhada em sua fuça e, ao puxar seu cabelo, girou o corpo e chutou mais uma vez a sua nuca.

O golpe foi tão eficaz que os olhos de Ruffus começaram a girar de tontura. Se houvessem passarinhos no local, eles certamente viriam sobrevoar ao redor de sua cabeça…. mas infelizmente isso não aconteceu.

Sem passarinhos ou estrelinhas girando. Apenas um homem alto e gordo, tão tonto que caiu no chão.

O homem gemia de dor enquanto fazia esforço para se levantar. Ele estava a menos de um metro de distância de Saru.

-Urgh.. Você tem realmente muita fé em seu capitão - falou em resposta à fala de Saru - Mas eu não teria muita certeza de vitória… Cof..cof…  Aquele animal é um idiota inútil que não tem nenhum tipo de seriedade com a vida… Mas ele é dono de um poder incontrolavelmente poderoso que só aflora nas noites de lua cheia… E hoje é uma dessas noites… Seu capitão pode ser forte… Mas ele certamente vai morrer!

Amigos

A forma de Theodore estava em completa mudança, tornando-se uma versão mais monstruosa e imponente de si mesmo. Seu tamanho também aumentou, chegava a ter quase metade do tamanho total do mastro, e seus olhos agora eram totalmente ferozes.

-Ai meu deus! Ele vai se transformar naquilo!!! - O gatinho falou, e Choe pôde ouvi-lo - Se ele fizer isso, esses dois aí vão morrer!!

-ROWARRRRR!!!

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O rugido de Theodore fez as tábuas frouxas tremerem. Era bem capaz que os kaminaris sentissem o cu apertar ao ouvir aquele urro selvagem, e, mecanicamente, todos os presentes no navio (sejam aliados ou inimigos) receberão a condição “Amedrontado I” (exceto aqueles com a qualidade “destemido”).

AMEDRONTADO I:

Theodore olhou para o corpo desfalecido de Cammy e em seguida fitou Chloe, e em seus olhos só havia fúria, e ódio, e um instinto assassino sem igual. Ao se voltar para Chloe, Theodore golpeou sua cauda com força em DIego, que foi arremessado para a beira do navio, e quase caiu no mar… foi realmente por muito pouco que não caiu.

O lagartão avançou contra Chloe, que estava paralisada de medo. Abriu sua bocona enorme e estava prestes a devorar a garota em uma abocanhada só… Diego estava na beira do navio tentando recuperar o equilíbrio e Saru estava no andar inferior…. CHLOE VAI MORRER!!!!! É ISSO MESMO PRODUÇÃO?!

Seja por sorte, destino, ou bondade alheia. Acontece que o inesperado aconteceu. O pequeno gatinho curioso de outrora saiu de trás dos caixotes onde estava, e, conforma corria na direção de Theodore, olhou para a lua como se buscasse algo que à muito havia perdido. A cada paso o seu tamanho também aumentava. A cada passo, seus pelos ficam mais longos e alvos. E ai, bem no instante que Chloe seria mordida, o felino chutou a mandíbula de seu capitão. Seu chute foi potente como um raio, fazendo com que o mesmo interrompesse a mordida e cambaleou para trás.

2° - De Dawn a Shells - Uma viagem para conhecimento. - Página 8 Rapid-kick-anime

-Theo-san, não vou mais permitir que você mate pessoas boas! - O animal, que a pouco tempo era um gatinho fofo, agora era um imponente leão com golpes elétricos. Ele estava de pé entre Chloe e Theodore, e se prostrava em uma pose imponente e majestosa.

2° - De Dawn a Shells - Uma viagem para conhecimento. - Página 8 Unknown

-Seu animal vagabundo… - Respondeu o militar, com sua voz rouca de titã - Quem você acha que é para ficar no meu caminho?

-Eu não sou ninguém, você mesmo fez questão de que nem nome eu tivesse…

-EU CRIEI VOCÊ!!

-NÃO!! Você me comprou e me usou como uma arma durante toda a minha vida… Mas eu não aguento mais ver vocês separando as pessoas e acabando com a liberdade das mesmas… Durante toda a minha vida eu lutei com vocês para fazer as pessoas chorarem, mas eu não aguento mais!! E agora… Agora eu vejo esses idiotas lutando com tudo o que tem para proteger os seus amigos … Não consigo entender o porquê de tal motivação… Mas eu já decidi! NÃO VOU FAZER ELES TEREM O MESMO DESTINO QUE TODOS OS OUTROS!!



Historico:




Última edição por Subaé em Ter Out 04, 2022 3:40 pm, editado 2 vez(es)

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Diego Kaminari
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Diego Kaminari
Estagiário




Lua de Testemunha






O embate estava cada vez mais intenso, minha irmãzinha conseguia bater te frente com Cammy que parecia estar dando tudo de si para matar minha amada. No entanto, o que eles ainda não entenderam é que o fato de minha irmã ser extremamente bela, não obrigatoriamente a faz ser uma donzela em perigo. Tal fato foi percebido pela loira quando a mesma levou alguns tiros na panturrilha, algo me diz que ela não vai mais ficar pulando como um macaco por aí.


Já meu plano, bem, foi quase tudo certo, digo, foi bem executado, todavia tiveram alguns imprevistos que mudaram um pouco o resultado. A porra da calda dele fez ele mudar o eixo de direção em pleno ar, logo desviou de meu ataque, mas sua fala foi afrontosa de mais para deixar passar. – Estupido como você é, Theodore... Não só acho como lhe digo que morrerá por ele. – Meu golpe pode ter falhado de um lado, mas indiretamente teve sucesso de outro. Todo o perigo que a lagartixa correu, preocupou a mulher que lhe chamou a atenção, a mesma desviou seu olhar do próprio confronto e minha imediata jamais iria desperdiçar tal oportunidade. Um tiro... Foi o suficiente para definir o embate da atiradora que desferiu um disparo em sua oponente apenas para já cair sem vida diante de seu capitão, um pequeno sorriso foi visto em meu rosto expressando a satisfação e o orgulho que sentia por aquela mulher, todavia não era um sentimento compartilhado por Theodore.


O lagartão já era grande, mas ele não satisfeito começou a ficar maior diante da cena que obviamente mexeu com o mesmo. Sua raiva lhe dava força e lhe fazia levar a seriedade da situação a outro nível, a lua agora iluminava aquela transformação e deixava o convés mais claro como se o ápice daquele show estivesse por começar. O rugido que se seguiu fez com que as taboas frouxas tremessem, creio que aquilo poderia deixar muitos com medo, mas eu não... Eu luto pela verdadeira liberdade mundial, ter medo de um lagarto anabolizado seria ir contra tudo que meu futuro guarda para mim. Entre tudo, apesar da minha forte determinação, não foi o suficiente para impedir de receber novamente um golpe da cauda do bicho que me arremessou para a beira do navio, mas diferente de antes... Sua atenção não estava em mim, mas sim em Chloe, que estava apavorada. Eu não conseguiria recuperar meu equilíbrio e ir lá salvá-la, não havia sinal de Saru... Eu iria perder minha irmã, novamente. – CHLOEEE!!!! – Disse enquanto o desespero, que antes havia pensado ter desaparecido com o retorno da pirata, me possuísse novamente. Eu estava com medo, mas não daquele idiota transformado, medo de perder a mulher que amo novamente, mas ali eu não poderia fazer nada além de aceitar que estaria sozinho por mais uma vez.


Um som de caixotes sendo arrastado rouba minha atenção, um gato começa a correr e magicamente se transformar, será que todos nessa porra de navio se transformam? O gato que antes poderia ser fofo acabou por se tornar um leão imponente e de forma potente como um raio o gato chuta a mandíbula de Theodore que, divido a força do golpe, foi afastado para trás salvando então minha amada de sua iminente morte. O alívio tão rápido veio a mim quanto o meu equilíbrio e então comecei a caminhar em direção da cena que se seguiu. Descobri que o gato de certa forma era um escravo onde sempre foi usado como arma, mas o que realmente me chamou atenção foi a recusa dele diante da retirada de liberdade que por toda a vida foi obrigado a ver o seu “dono” tirando e forçando-o a fazer o mesmo, isso me tirou um sorriso e então comecei a falar enquanto continuava a caminhada.


- Nos lutamos pelos amigos, porque escolhemos estar ao lado de quem se tornou importante para nós, e de igual maneira eles escolheram estar ao nosso lado. Lutamos um pelos outros pela confiança, carinho, apreço, tudo que nos foi depositado e diante desse símbolo de liberdade, somos felizes com a presença um do outro. Ninguém é obrigado a estar conosco, gatinho... Essas pessoas escolhem estar ao nosso lado e nós as valorizamos como nossa família, e nunca abandonamos nossa família. – Terminei tentando me colocar entre o gato e o capitão troglodita. – Gatão modificado, pode me fazer um favor? Cuide dela, protege-a enquanto eu resolvo esse problema de pragas aqui. – Falei para o leão e logo voltei a atenção para Chloe. – Meu amor, não precisa ter medo, eu to aqui. – Disse com um sorriso tranquilizador. – Descanse seu descanso merecido, você já terminou sua luta, agora acho melhor eu terminar a minha também.


Minha determinação estava renovada, de fato gostaria de finalizar esse combate que já havia se estendido muito noite adentro. Com espada em mãos me coloquei em posição de combate, eu teria que planejar bem para tentar finalizar o homem ainda nos próximos instantes. Agora ele estava bem maior o que pela lógica eu poderia considerar que sua força bruta aumentou, no entanto, sua área de contato também aumentou, o que poderia facilitar para meus golpes acertarem, mas meu foco inicial seria na defesa.


Todos meus movimentos iriam constar em duas partes, a esquiva ou bloqueio principal e a defesa contra a calda, já que meu adversário dependia excessivamente de seu quinto membro para manter o combate. No caso de ele me atacar com a cabeça tentando me morder, iria desviar para trás e tentaria pular na cabeça do mesmo para forçar a mesma contra o convés expondo sua calda a qual eu tentaria cortar e como um movimento complementar caso tivesse sucesso na calda iria desferir um ataque perfurante nas costas do lagarto. No caso de ele me atacar por qualquer um dos lados com os braços ou pernas iria tentar fazer um rolamento de desvio e então tentar danificar o membro atacante sem decepar o mesmo, no entanto, se a cauda viesse em seguida meu foco seria me defender dela com um bloqueio colocando a grande espada na diagonal, mas com o corte virado na direção da calda, a ideia era ser como um presunto sendo cortado em uma máquina. O golpe vindo por trás, eu iria tentar passar, da melhor maneira possível, por entre as pernas no inimigo, caso tivesse sucesso, iria tentar perfurar a calda do mesmo e seguir com um corte por toda sua extensão. Nesse caso minha ideia não seria cortá-la, mas sim deixá-la ela lá, porém toda danificada. Esse pensamento surgiu ao lembrar do momento que Chloe arrebentou a mão do homem e ele so “se consertou” quando eu lhe decepei o mesmo, então se o problema e cortar fora, vamos somente deixar lá. Mas agora se o mesmo viesse em algum momento por cima eu iria fazer parecido como na minha última tentativa e meu ataque seria similar a defesa. Neste caso eu iria preparar um golpe e então desferir o mesmo saltando em direção ao monstro, no entanto, estaria posicionado de maneira que Theodore estivesse entre mim e o mastro. Saltaria contra o mesmo e brandiria minha lâmina a fim de cortar o seu pescoço - Por tudo que você fez a minha irmã! - provavelmente ele iria desviar, mas dessa vez eu contava com isso e me defenderia de qualquer contra golpe que ele pudesse usar, mas por que usei o mesmo plano? Porque era uma distração, meu plano era cortar a calda do mesmo seja com o ataque principal ou com a defesa em pleno ar, se desse certo eu estaria em direção ao mastro e usaria o mesmo para dar impulso com toda força que poderia colocar nas pernas e voltar num segundo golpe. Ele estaria no ar e sem a calda. – Desvia dessa agora, babaca! – Gritei enquanto desferia meu segundo golpe, mas agora sendo minha técnica. - Katto denryū! – Meu foco era cortar a cabeça da lagartixa, mas me contentaria de pudesse cortar o mesmo em dois na diagonal, afetando seus órgãos internos.


Meu ataque não seria muito diferente, me posicionaria na posição já citada e então lançaria meu ataque de baixo para cima de maneira que pudesse forçar o gigante a saltar, caso ele não saísse do chão iria aproveitar do efeito surpresa para conseguir realizar o golpe. Todavia seguiria a mesma regra, primeiro golpe com foco em retirar a calda e o segundo sendo o ataque fatal.


Se em algum momento algo saísse do plano iria tentar desviar com saltos e rolamentos para tomar distância e evitar danos ou reduzir os mesmos e assim replanejar meus movimentos. No entanto, se meu plano desse certo e o inimigo estivesse finalizado, eu iria então falar. – Eu avisei que você iria morrer pelo mesmo truque.



Katto Denryu:


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Objetivos
● Proeficiencia Escultura (x)

● Proeficiencia Marcenaria (x)

● Preficiencia Discurdo (X)

● Tornar oficialmente um pirata (  )








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Chloe Kaminari
Estagiário
Pavor...
Ódio eterno de lagartos
 Respirava fundo enquanto olhava dentro dos olhos de Cammy, ambas tínhamos garra para nossos objetivos, mas ainda sim uma das duas iria perecer ante aquele convés— Não! Você não tem nada! Você é só um pedaço de esterco que ele usa pra tretar, mas sabe… Vamos quebrar essas correntes hoje! — gritei em resposta em resposta à miliciana, mas havia um sorriso em  meu rosto. Desviava sem muitos problemas, seus golpes eram previsíveis, talvez a raiva houvesse deixado-a desconcentrada, ou até mesmo minhas palavras, mas agora estava no controle da situação e só precisava dançar conforme a música era tocada.

Seus golpes tinham uma força nunca antes presenciada e mesmo em lados opostos, sentia admiração em sua força , aquilo era espantoso e assustava um bocado — Caralho a vadia é forte. — comentava ao ver um soco que a mesma havia dado no mastro. Enquanto me concentrava no combate, ouvi uma voz estranha, era fofa e parecia admirar o embate sem muita preocupação, mas não desviei o olhar da mulher, tinha um objetivo a findar e aquilo era primordial em minha mente. Precisava acabar com aquela vadia; e diferente de mim, ela cometeu o pior erro de sua vida.

Ai ai ai, você não devia ter tirado os olhos de mim. — o som de tiros que havia dado, o cheiro férrico, tudo gerava um enorme prazer, em câmera lenta ouvia as balas atravessando sua carne até por fim o corpo cair como presunto morto no chão.

Mas mesmo o prazer do momento  logo deu lugar ao medo e pavor.

Theodore havia se irritado com a morte e aquilo… aquilo o fez gritar e começou a mudar. Estranhamente aquela criatura começou  a ficar mais alta, mais parruda… mais ameaçadora… a visão paralisou meus músculos, era como se tudo à minha volta voltasse a ser o fogo que havia queimado o orfanato e tudo mais o que havia acontecido naquele dia. Seus olhos irados estavam voltados para mim, eu era a razão e aquilo impossibilitou qualquer movimento que poderia ter.

DIEGO! — gritei. A distância impossibilitava um pulo ou corrida, Saru não estava presente, tudo o que eu tinha entre a morte certa e um suspiro era aquele momento — Me salva…

Boom! O impacto do chute fez o lagartão sair para longe, podia agora ver meu irmão com clareza, mas também… também podia ver um enorme leão que parecia ser um ex companheiro, ou melhor, um escravo de Theodore. Ouvia enquanto Diego e o gato conversavam, mas meus músculos ainda tremiam, o terror daquela criatura, sua bocarra cheia de dentes enfileirados e afiados, a simples visão de tudo aquilo parecia paralisar apenas a mim mas mesmo "fora de combate", precisava de alguma forma ajudar e incentivar Diego a lutar contra aquele bicho.

MEU AMOR — gritei para que todo o barco ouvisse — Se você matar esse mentecapto sozinho, eu aceito a Terra como... você sabe! — poucos entenderiam o motivo daquilo, outros talvez me achassem louca, mas era algo que e precisava fazer — Mostre a esse lagarto super desenvolvido o homem que comanda esse bando com inteligência e tendo conquistado a lealdade dos tripulantes, mostre a ele o que é a verdadeira liberdade e ceife a vida miserável deste homem! — Senti o corpo aliviar, mas mesmo “fora de perigo” iria puxar a roupa do gato de forma que não o machucasse — Me … Me ajuda a levantar? Eu preciso sair desse convés… achar meus amigos… E queria… queria conversar com você… — caso o gato ajudasse a levantar, iria sorrir e andar para onde estariam Terra e Jacobi, caso eu ouvisse os mesmos, ou até onde Saru estava — Você era escravo? Porque nunca se rebelou? Prometo que nada assim vai acontecer novamente.



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Apos meus golpes, eu teria visto os olhos do Rufus a revirar quase como se tivesse perdido sentidos por segundos e voltado ou se tivesse apenas tonto, ele caia no chao igual um saco de batata, eu via ele gemer de dor enquanto se tentava levantar um pouco.

-Que foi gordao, o animal morto te mordeu foi, aposto que essa deve ter sentido na cabeça.

O bolao soltava palavras sobre eu ter muita fé no Diego eu suspirava e dava um sorriso de canto, enquanto ele continuava a falar.

-Fé?, eu não tenho fé, isso se chama confiança, coisa que aparentemente tu não tens ou este grupo não parecem ter, ele ate pode ter esse poder de lua cheia ou seja la o que for, ele não ganhara esta luta.

Entretanto um barulho seria ouvido que percorria todo o barco, quase como se parecia de um rugido ou grito.
-Mas que poha foi isto, o que esta acontecer la em cima, isto não me pareceu ter sido um animal selvagem.
Apos o rugido eu notava a reaçao de Rufus dar uma tremida de leve quase como um arrepio.

-Nao sei o que aquilo foi, mas vocês não tem confiança, vocês tem medo dele nao é e sendo assim não podes ter tanta certeza que ele vai vencer so porque tens medo dele, mas não te preocupes, tu vais perder igual a ele, então ambos perderam, estou cansado de ti esta mais que na hora de terminar isto.

Eu fechava meu punho com força e avançava contra Rufus numa espécie de passo acelerado, estaria focado nos braços deles para me defender ou esquivar dos movimentos dele, e meus próximos golpes seriam já no intuito de acabar de vez com ele, da forma como ele estaria meio levantado ele poderia me dar um soco de lado pelo meu lado esquerdo e eu estaria preparado para isso esse ataque, ja que meu lado esquerdo estaria meio exposto, ja esperava ele atacar desse lado, porque de frente ele ficaria exposto de mais e de lado pega uma area melhor e assim que o braço dele vinha, eu rapidamente socava o braço,  travando o braço dele e o som do soco um no braço seria sentido naquela sala, e pouco depois de meu punho e braço se encostavam, eu abria minha mão e segurava no pulso dele e levantava o braço dele deixando ele exposto e rapidamente dava um chute do queixo dele, ele poderia tentar me atacar socando com o outro braço assim que tomaria o chute e para me defender eu moveria meu pe de fora para dentro, não para chutar e sim para desviar o braço dele para dentro para me defender e ao mesmo tempo fazer o punho dele ir contra ele mesmo.

-Cuidado não te acertes em ti poprio. Apos ele se acertar, aproveitava a desorientação de ter tomado os golpes e eu puxava ele de imediato para baixo pela roupa e dava uma joelhada na cara mas desta vez não era apenas uma joelhada na cara, desta vez eu procurava fazer com que ele não se levantasse de novo, assim que meu joelho ia na cara dele, no mesmo momento eu com meu cotovelo batia na nuca dele batendo, um golpe assim quebraria ate um coco.

Apos isso eu deixaria o corpo dele cair no chao, eu andaria um pouco para trás olhando para ele possivelmente apagado e caso ele mesmo no chao eu notasse alguma especie de movimento dele como se tivesse por acordar ou por se tentar levantar eu chutaria a cabeça dele para garantir que não o faria.

-Fica quieto e dorme.
Assim que terminava com o Rufus eu andaria ate a jaula e me sentaria um pouco perto da jaula no chao, eu precisaria da chave possivelmente então sem ela eu não sabia bem como abrir a jaula.
-Espero que vocês os dois estejam bem, so me deem um minuto para pensar como abrir a jaula que já liberto voces os dois.



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Uma viagem para conhecimento - 28


Quebra-Nozes

No andar inferior, Saru está a lutar contra seu oponente,a fim de libertar seus companheiros. Ruffus estava no chão, de joelhos, quando ouviram o poderoso rugido de Theodore.

-Esse é o rugido da forma Zoan completa de Theo-san - falou enquanto se erguia com o auxílio de seus braços - Se ele optou por usar essa forma, a derrota de vocês já é praticamente certa - dizia enquanto se preparava para desferir um poderoso soco.

Mas, Saru não estava lá para brincadeira. Sem se importar com a dor desconfortante em seu braço quebrado, avançou contra o obeso e, ao mesmo tempo, ambos se socaram. Os punhos se chocaram um com o outro, mas o jogo virou quando Saru foi sagaz o suficiente para afastar o punho do homem em um rápido movimento e aí chutou o seu maxilar.  

Ruffus cambaleou para trás ao receber o chute, mas Saru não parou por aí.

Saltou mais uma vez contra Ruffus e desferiu mais uma joelhada em seu queixo, ao mesmo tempo que golpeou o topo da cabeça do homem com seu cotovelo. Nesse instante, um “crack” abafado pôde ser ouvido, e, logo depois, Ruffus caiu de cara no chão.

Nem mais um sinal de resistência. Ruffus estava totalmente desacordado, e o grande vencedor desse duelo foi Silver D Saru.

Cansado, o jovem foi até o lado da cela, onde se sentou.

-Saruzinho, meu amor!! estou tão feliz de te ver aqui!!! - dizia Jacob, com os olhos mareados de tanta emoção.

-Eu estou tão feliz que até te daria um beijo!- disse Terra - Mas não vou dar não… essa boquinha aqui é só do Diego-kun…- seu rosto ficou vermelho ao pensar em seu amado capitão.

-Não se importe com isso maninha, eu beijo o Saruzinho por INTEIRO se ele deixar!

Ambos estavam bem, mas ainda era preciso abrir a porta da cela.

-As chaves estão com aquele gatinho fofo - Jacob falou - eu vi ele guardando as chaves dentro daquele chapeuzinho vermelho.

Neko

O risco era altíssimo, e a morte iminente. Mas para a sorte daquela bela dama, ainda existia um grande guerreiro honrado pronto para salvar sua vida no momento crucial.

Agora, mesmo fora de perigo, o corpo de Chloe ainda sentia os efeitos daquela intimidação sem precedentes. Seu amado irmão estava a lutar com uma enorme lagartixa monstruosa, mas ela não conseguia nem sequer mover um músculo. Sendo assim, apenas gritou algumas palavras de motivação a fim de ascender o furor do capitão Kaminari.

O gato estava de pé, encarando Theodore, quando ouviu o pedido de ajuda. - Oh, claro! Venha-nya… - Ele se virou suavemente e estendeu a mão para ajudar Chloe a levantar. Sua voz não era mais fina e fofa, agora era potente e rouca, como convinha a um bom leão - Espero que você esteja bem…

Enquanto isso, Diego se aproximou enquanto explicava para o pequeno mink o porquê deles não desistirem daquele confronto, mesmo com tudo contra eles. Aquelas palavras fizeram os olhos do animal brilharem como as estrelas, e foi justamente nesse momento que ele aceitou o pedido de Diego - Pode deixar!! Vou proteger ela com a minha vida!!

O gato não pareceu gostar muito da idéia de deixar Diego lutar sozinho contra Theodore. Olhou preocupado para os dois combatentes e depois olhou mais uma vez para a moça de cabelos brancos - Tem certeza que ele dá conta sozinho? - ele estava preocupado demais com a segurança de Diego. Sabia que Theodore era demasiado poderoso, mas acatou tal pedido - Então vamos! - o gato ergueu Chloe e colocou-a em cima de seu ombro direito, depois correu na direção do buraco no chão e pulou para o seu interior, voltando para o deck inferior.

Reunião de todos, menos Diego

-AI MEU DEUS!!!!!! - o afeminado gritou em pavor - AQUELE MONSTRO PELUDO PEGOU A CHLOEZINHA!!!!

Quando Terra viu o leão, levou as mãos à boca e começou a chorar. Acreditavam que Chloe também havia sido capturada.

-Ei, ei, esperem…. Não é bem isso que vocês estão pensando!! - Ao perceber tamanho mal entendido, o gato estendeu as mãos para frente, e, sem querer, derrubou Chloe no chão - AI MEU DEUS!! DESCULPA!!

O gato era um idiota.

Sem se importar com o corpo de seu companheiro (Ruffus) caído no chão, o gato caminhou tranquilamente até a cela, pegou o maço de chaves que estava guardado no interior de seu chapéu, e ali libertou os prisioneiros. Depois disso, ele se sentou ao lado dos outros e foi lentamente voltando a sua forma normal, afinal, a luz da lua já não estava mais sobre si.

-Eu não era exatamente um escravo - falou com a voz fina de sempre - pelo menos, nunca fui chamado assim… Sabe, eu vivo nesse navio desde que nasci. Mas nunca fui tratado como um companheiros desses idiotas! Durante toda a minha vida eu fui só um tipo de “cão de guarda”! - acredite se quiser, mas ao dizer isso ele fez questão de ir até Ruffus para chutar sua cabeça - Toma isso seu babaca!! Nekokokokoko!!! - sua gargalhada era contagiante e muito fofa.

Então ele voltou para Chloe. Seus olhos estavam cheios de lágrimas e sua boca tencionava-se ao tentar manter um sorriso torto - Vo..você está falando realmente sério? - as lágrimas escorriam pelos seus pelos faciais - isso significa que eu também posso ser companheiro de vocês?

A batalha sob o luar

Agora Diego e Theodore estavam a sós naquele convés, que era danificado a cada novo golpe.

Theodore rugiu uma segunda vez na tentariva de amedrontar Diego e então avançou contra o mesmo a fim de lhe abocanhar, mas acontece que Diego é um homem muito corajoso e esse tipo de coisa não lhe dá medo algum.

O lagartão avançou, e, assim que fechou a boca, percebeu que mordeu o vento. Onde estava Diego? Diego saltou por cima do focinho do monstro e pisou na sua cabeça, fazendo com que o mesmo caísse com o queixo no chão. O espadachim correu pelas costas do monstro e cortou-lhe a cauda antes de estocar a espada em suas costas.

Theodore rugiu por conta da dor e se balançou de uma forma que arremessou Diego contra o mastro. Fazendo as suas costas se chocarem contra a madeira. Theodore olhou para o Kaminari e nesse momento a sua cauda voltou a crescer rapidamente. Entretanto, o buraco em suas costas ainda estava aberto.

Em seguida, Theodore avançou contra Diego e tentou pisoteá-lo, mas o rapaz rolou no chão pronto para se esquivar daquele pisão. As tábuas racharam por conta do peso, mas felizmente Diego conseguiu se esquivar. Sua lâmina rasgou a coxa da lagartixa, mas não decepou a mesma, apenas a feriu gravemente. Kaminari avançou em uma rasteira baixa, e, ao passar por debaixo das pernas do reptiliano, rasgou também sua cauda.

O sangue de Theodore escorria pelas tábuas do convés da Grilhoneira. Ele gemia de dor a cada novo movimento, mas suas feridas não se curavam.

Foi aí que Diego avançou em seu último ataque. Saltou contra Theodore e brandiu sua espada em fúria. Theodore se esquivou do jovem sem muitos problemas, mas assim que alcançou o mastro, Diego usou-o como apoio para saltar uma segunda vez contra seu oponente, girou o corpo e com um movimento limpo de sua espada, decepou a cabeça do militar.

O corpo (sem cabeça) de Theodore começou a encolher progressivamente até voltar à sua forma normal. Caiu de joelhos e depois tombou, marcando o fim daquela batalha que foi vencida por Diego Kaminari.

Historico:




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Enfim o Fim






Finalmente isso acabou... Isso era tudo que conseguia pensar ao olhar para as estrelas e respirar o ar úmido que a chuva deixara, nosso campo de batalha estava destruído, não seria problema se eu não pretendesse navegar nesse campo de batalha. Aquele navio viu muita coisa ruim, provavelmente carregou escravos, sendo forçado a carregar pessoas que tiveram sua liberdade retirada. – Você terá outro proposito agora... – Disse passando a mão no mastro danificado. Meu plano de ataque havia dado certo e a vitória havia sido minha, o corpo de Theodore jazia morto no chão e eu até que sai relativamente bem do confronto. Aquele militar miserável mereceu o destino que teve. - Ninguém assedia minha irmã sem perder a cabeça momentos depois. – Disse olhando para a mesma, que estava separada do corpo, rapidamente a peguei e segui para o buraco no convés onde meus companheiros estavam, afinal tínhamos que resgatar Terra e Jacobi, naquele momento eles eram minha prioridade.


Saltei pelo buraco e cheguei ao chão apoiando minha espada nos ombros com uma das mãos e a outro segurava a cabeça de Theodore. – Ele nunca mais vai te assediar novamente, meu amor, muito menos escravizar outras pessoas. – Diria se todos ali pudessem me ouvir, a cabeça dele seria um presentinho que mandaria para algum quartel da marinha. Como havia dito, minha prioridade era meus companheiros sequestrados e se os mesmos estivessem livres, iria correr então para lós abraça, principalmente a terra. – Vocês estão bem? Eles te machucaram muito? – Se a resposta fosse negativa, eu iria então voltar a abraçá-los. – Nunca abandonarei meus companheiros. - Por mais que a batalha tivesse chegado a um fim, a vida seguiria e eu principalmente teria muito trabalho a fazer, afinal reconstruir aquele navio não seria nada tão fácil, mas nada que fosse impossível para mim.


- Eu estou muito feliz estarmos juntos de volta e aproveitando a ocasião, apresento para vocês nosso novo navio! – Falei abrindo os braços. – Sei que no momento ele está um tanto acabadinho, mas usarei a madeira de nosso antigo navio e todos os materiais que o constituem para podermos consertar e seguir viagem de maneira mais rápida e confortável. – Naquele instante eu estava sorrindo, a animação dessa primeira vitória me deixou muito satisfeito, pensem em quantas vidas salvamos da escravidão? - Chloe, sei que está cansada meu amor, mas procure os mantimentos do navio e a cozinha. Deixe a sua cara e faça algo para todos podermos comer e recuperar as energias. – Dei a ordem a minha irmã, mas logo voltando a atenção a Jacobi e os demais. – Vocês eu quero que vão retirar os corpos mortos e joguem no mar, com exceção do de Theodore e da Cammy, esses vão para outro lugar. As armas guardem junto as outras, já os pedaços de madeiras que não servirão para nada, descartem também. – Por fim, olhei diretamente para Saru. – Vejo que teu braço não ficou muito bem, enfim não importa! Você vai me ajudar a reconstruir, é so fazer o que eu peço.


Como foram ordens, não esperava que algum deles fizessem ações contra, então neste caso iria começar os reparos do navio. Usaria uma corda para amarrar ambos e faria uma prancha com taboa soltas para poder passar o material de um para o outro. Iria primeiramente esvaziar o navio antigo com cuidado para não perder nenhum item de valor do mesmo, após isso procuraria pelo barco, antes pertencente a Theodore, ferramentas que pudesse usar para o reparo. Caso conseguisse, começaria o reparo começando pelas partes mais essenciais. Usaria todo o navio como uma fonte de matérias, desmontando o mesmo com cuidado para preservar cada taboa em bom estado. Pararia apenas para comer e descansar antes de fatigar, quanto mais rápido pudéssemos navegar melhor. Se ao final sobrassem partes de madeira, as cortaria e armazenaria para reparos futuros. No caso de tudo der certo e não houver empecilhos, eu iria então checar cada parte do navio para ver se estava tudo em ordem. Procuraria por cada compartimento, cada fenda, eu estaria conhecendo aquela embarcação como a palma da minha mão. Caso não achasse nada relevante e os reparos estivessem finalizados, então falaria. – Se todos já tiverem terminado, vamos zarpar! – Disse indo em direção ao leme. – Chloe, Jacobi e terra, soltem a velas! – Ordenei os três reconhecendo que Saru estava cansado e debilitado para tal tarefa e também ignorando quem estivesse dormindo. – Vamos para Tequila Wolf!





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Resumo da Ficha:




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Chloe Kaminari
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Luar, gato leão…pessoas morta…
Vamos por os pingos nos í’s
  — Obrigada — respondi um tanto assustada. Era a segunda vez que via uma criatura tão magnífica quanto aquela, mas era a primeira vez que via um gatinho se transformar na porra de um leão. Mesmo grande, parecia bem preocupado comigo , até porque convenhamos, tinha a porra de um lagarto enorme ainda lutando que nem o diabo parecia querer aquela alma — Eu..Eu vou melhorar leãozinho. — o corpo ainda tremia, um misto de felicidade e medo, eu havia sozinha acabado com a raça daquela vadia loira e isso era puro mérito meu, mas depois disso… toda a felicidade virou medo.

Meus olhos ainda encarava o rosto já sem vida de Cammy, era triste saber que um descuido poderia literalmente ceifar por completo sua vida, mas aquele tipo de coisa com toda certeza não aconteceria tão cedo.  Enquanto Diego conversava com o leão ainda sem nome, tentei focar minha atenção no buraco à nossa frente. Saru ainda não havia saído de lá e isso estava me deixando um tanto preocupada ao mesmo tempo p mink parecia preocupado com Diego, aquilo arrancou uma risada   — N..Não se preocupe com ele. Meu irmãozinho sabe se virar sozinho. — havia um brilho de esperança em meus olhos. Sabia da força de meu capitão e por isso sabia que mais ou menos hora ele iria vencer aquele crápula.

Ao pular no buráco com o leão, um grito afeminado acabou deixando o mink assustado e me fez rir alto — Jacob! Terra! — alertava para os mesmos com um sorriso maior do que antes — Ele só está me ajudando, não fiquem mal com ele. —  Respirei fundo ajeitando melhor as roupas e agora podendo finalmente estar perto de meus companheiros — Logo todos iremos para casa — Agora longe dos olhos daquela terrível lagartixa malparida, conseguia pensar com mais clareza. Sentados e libertos de suas grades, ouvia a resposta do gato com certa animação — Claro que pode vir conosco. Não acho que nosso capitão rejeitaria uma ajuda tão preciosa como a sua. Mas você precisa de um nome ou um apelido, algo para ser conhecido. E não apenas como O gato ou o mink. Eu poderia sugerir nomes, mas e sua identidade, sua liberdade, então por favor, se apresente meu amigo — falava e tom alegre dando espaço para o mesmo, e caso se apresentasse, iria então esticar a mão dando as boas vindas a fim de apertar delicadamente a patinha do mesmo, ou quem sabe acariciar entre suas orelhas.

Ouvia por fim Diego falar sobre a morte de Theodore e me sentia mais aliviada, mas ainda sim sentia o corpo completamente nojento e imundo. Com dificuldade levantaria e seguiria para buscar o que me havia sido pedido — Você quer me ajudar pequeno? Até porque você conhecia melhor do que ninguém esse lugar — caso o mink não aceitasse, iria seguir sozinha pelo barco procurando todos os pontos primordiais, cozinha, quartos, banheiro e enfermaria se tivesse. Após isso,  caso achasse, iria começar a limpar o lugar e catalogar tudo o que tivesse de útil,  desde comida a utensílios, na cozinha, e remédios e outras ferramentas, na enfermaria se existisse.

Após procura e limpeza, voltaria para nosso barco anterior e começaria a passar minhas coisas com extremo cuidado a fim de não perder absolutamente nada. Após tudo pronto, focaria em buscar um pouco de arroz, carne e legumes caso tivesse mantimentos nos navios e faria uma janta leve, porém nutritiva para todos; por fim seguiria as ordens de Diego para que pudéssemos seguir viagem sem problemas até a próxima ilha.






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Enquanto sentado ao lado da cela eu me lembrava do que Rufus falaria “-Esse é o rugido da forma Zoan completa de Theo-san …. - Se ele optou por usar essa forma, a derrota de vocês já é praticamente certa –“

Suspirava -Zoan? Tch, tu a vitória tambem achavas certa e olha no que deu. Dizia respondendo e comentando ao pensamento das palavras dele.

Logo em seguida ouvia a voz do Jacob e olharia de canto -Seu idiota, que raios de bandido es tu afinal. A Terra falaria logo em seguida -Beijo? Ai sim já compensa o esforço. Mas ela logo dizia que so dava ao Diego logo fecharia a cara – Sem graça. Murmurava.


Jacob logo falaria retrucando a sua irma, eu olharia para o Jacob e chutaria a barra da cela -Tu fica quieto, vais beijar a sola do meu sapato, quando saires dai, primeiro es ferido na montanha e me fazes te arrastar e agora es capturado, tu não sabes lutar não.
Ele comentava das chaves estar com o Neko -Mas aquele maldito foi la para cima. Me encostava um pouco tentando descansar não daria nem 2 min e já ouvia Jacob a gritar -Para de gritar, tou tentando pensar como libertar voces os dois.


Olharia a via um leao pegando a Chloe ao colo -Um leao, mas eles andaram a adotar gatos?. O leao parecia atrapalhado e deixava cair a Chloe, olharia ela a cair e reagia -Uhhh essa deve ter doido. Voltando atençao para o Leao -Eii tu deves ser da familia do pequeno, irmao talvez? Onde esta aquele maldito.

Ele abria a cela e libertava Jacob e Terra -Ohh tens chaves tambem, deve ser familia de chaveiros faz sentido.

Logo apos ele se sentar ele ficava pequeno de novo ao mesmo tempo que ele falava e contava sua historia, eu olhava para ele e pegava ele -Que? Afinal eras tu seu neko maldito, eu não falei para não ires embora, que porra andaste a fazer, e como tu ficou grande tomou alguma coisa certeza não foi, eu não disse que o gordo ia cair te falei. Ia sacudindo aos poucos enquanto falava e depois largava.


Chloe falava sobre ele ser nosso companheiro e ele ate perguntava se era verdade -Não é a fingir, logo que é verdade. Pouco depois surgia Diego com cabeça do Theodore -Porque andas a passear com isso para aqui.
Ele comentava sobre o meu braço -É foi um pequeno descuido, contra um contratempo gordo, mas foi resolvido, so preciso de um tempo para recuperar.


Me levantaria e iria ajudar Diego no que ele precisa-se no que eu pudesse ajudar, e logo apos eu falaria a Chloe que quando ela pudesse para ver e ajudar com o meu braço e enquanto esperaria eu iria descansar em algum canto, mantendo sempre meu braço em repouso.


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Uma viagem para conhecimento - 29


Beerus

O gato parecia não entender muito bem toda aquela situação. Chloe havia pedido para ele se apresentar e dizer seu nome. Aquela era a primeira vez que alguém se importou com a sua opinião. Ele olhou para todos e estremeceu. Abaixou a cabeça e pensou um pouco. Olhou timidamente para seus novos companheiros e sorriu.

-Já que vocês perguntaram… ME CHAMEM DE BEERUS!!! EU SOU O GUARDIÃO DESSE NAVIO!! - sua voz era rouca e fofa, até quando gritava tentando parecer imponente.

Diego chegou justamente quando o gato estava se apresentando e conseguiu ouvir tudo. Ao ver que seus companheiros estavam livres e sãos, correu para abraçá-los. Beerus abriu os braços esperando aquele abraço aconchegante, mas quem recebeu o abraço foi a amada Terra… e Jacob.  

O coitado do Beerus ficou no vácuo.

-Dieguinho, que bom que você está bem!! - Jacob falou ao beijar o rosto de seu amigo e capitão - quando ouvi o rugido lá de cima pensei que você estava em apuros!

Terra beijava a outra bochecha de Diego, mas parou para dar um tapa em Jacob quando ouviu sua fala - Seu idiota! Até parece que não acredita na força do Dieguinho-san. Eu mesma nunca duvidei.

Depois deste momento emocionante, Diego anunciou que ficariam com aquele navio e isso desencadeou diversas reações diferentes. Terra olhou confiante para seu capitão, entendendo a importância daquela conquista. Jacob fez uma cara de assustado, deixando evidente o quanto aquela embarcação arrancava arrepios de sua nuca. Mas talvez o mais impressionante foi a comoção sorridente  de Beerus ao saber que aquele navio seria poupado, e melhor ainda, ele poderia continuar navegando com seus amigos no lugar que sempre chamou de lar.

Em seguida, o capitão ordenou que esvaziassem o outro navio para por fim desmontá-lo. Ordenou também que jogassem os outros mortos no mar, exeto Theodore e Cammy.

-Sério capitão? Vamos ter mesmo que aguentar esse fedor de defunto no convés? - Questionou o afeminado. Aquela era uma preocupação séria - Sabe que esse tipo de coisa pode vir a causar doenças para uma tripulação, né? Fora a má sorte

-Nada a ver - Beerus falou - A gente sempre viajava com um monte de prisioneiros mortos aí nessa cela. Era um montão mesmo, as vezes eles morriam até pisoteados. Em outras vezes, eles se comiam por causa da fome. - O gato estava tão acostumado com aquilo que contou o caso com muita naturalidade.

-DEUS É MAIS!!! - gritou Jacob - ESSE BARCO É MUITO SINISTRO!!!! -  Lágrimas escorriam de seu rosto, mas ele não podia fazer nada quanto a isso, pois a decisão já havia sido tomada.

Por fim o grupo de dividiu. Jacob, Terra, Saru e Diego foram desmantelar o navio antigo enquanto Chloe e Beerus foram preparar um lanche muito gostoso e nutritivo.

A Grilhoneira

-Mas é claro que eu quero ir com você-Nya! - Beerus respondeu sorridente ao pular nos ombros de Chloe, onde ficou agarrado igual um macaquinho. Assim de juntinho, ela poderia ouvir ele ronronar.

Ela caminhava pela embarcação enquanto Jacob jogava os mortos no mar.

-Quer que eu te apresente o navio? - perguntou retoricamente - Ali onde estão as celas é o dormitório da tripulação, e logo ao lado, alí onde etá o buraco, fica a sala de tortura que é onde guardamos as algemas e as coisas que fazem os outros gritar.

Chegando no convés, Chloe poderia ver duas portas uma de frente a outra. Uma fica na parte frontal do convés, em direção à proa - Tá vendo essa porta aí? É aí que fica a nossa enfermaria! - A outra estava posicionada no fundo do navio e ao seu lado havia escadas que levavam para uma outra porta no segundo andar - Já essa outra porta aí é a da cozinha, e, lá em cima fica a cabine do capitão.

Nova Aquisição: Grilhoneira (Brigue)  

2° - De Dawn a Shells - Uma viagem para conhecimento. - Página 8 Grilhoneira1

Planta do navio:

Na enfermaria, Chloe não encontrou muitas coisas além do básico. Uma mesa de madeira, uma maca, um bisturi e um daqueles trecos de ouvir o coração, cujo nome eu esqueci. Tinha até uma maleta cheia de remédios, mas todos estavam fora da validade… Que tipo de médico lixo trabalhava nesse navio??

Já na cozinha ela encontrou uma despensa parcialmente cheia. Haviam peixes e pães. Arroz, feijão e outros grãos. Sem falar da tequila. Eram muitas as garrafas de tequila. Pouco a pouco, conforme Terra ia trazendo os mantimentos do outro barco, a despensa ia ficando cada vez mais cheia. Chloe tinha uma fartura de insumos a sua disposição agora, e poderia preparar qualquer receita que quisesse. A cozinha era bem equipada. Não era tão boa quanto a de ana, a porta da geladeira estava frouxa e o gás do fogão escapava às vezes, mas fora essas besteiras facilmente resolvíveis, não deixava em nada a desejar.

Um novo começo

Com a ajuda de Jacob, Terra e Saru, Diego esvaziou o pequeno navio, O mais difícil foi levar a mesa pesada feita com a madeira e as ferramentas que o Sr. Klaus deu, o resto foi bem tranquilo e relativamente fácil. Continuaram desmanchando o barco por quase uma hora, e quando toda a madeira estava organizada, iniciaram os reparos da Grilhoneira.

Não foi preciso procurar muito, pois no próprio convés já havia uma caixa de ferramentas com serrotes, pregos, martelos e todas essas coisas essenciais que os carpinteiros usam.

Então, enquanto Jacob e Saru trabalhavam, Diego foi rondando por aí. Passou pelos cômodos, pela enfermaria e pela cozinha. Por fim, subiu as escadas e foi para a cabine do capitão. Assim que entrou, viu um ambiente escuro, iluminado por lamparinas. Suas paredes eram forradas por um tecido acolchoado de cor vermelha e bem no centro do aposento havia uma cama redonda com os lençóis bagunçados.

Jogada ao lado da cama, era possível ver um cintaralho que muito provavelmente foi usado por Cammy para satisfazer Theodore. Havia também uma bancada de madeira, onde estava um diário com a capa de couro ao lado de uma pena e um frasco de tinta preta.


Historico:




Última edição por Subaé em Ter Out 04, 2022 3:42 pm, editado 2 vez(es)

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Diário de BordoEscrito por
Theodore Vengrberg





Dia da última semeadura - Saímos de Tequila Wolf no dia combinado. Cammy como sempre foi extremamente pontual e eficaz em fazer os recrutas trabalharem como máquinas. Acredito que não teremos maiores problemas com uma tripulação assim.  

Dia 12 da última semeadura - Eramos uma pequena frota de treze navios então não tivemos muitos problemas, foram doze dias de viagem calma até as Ilhas Conomi. Estamos prestes a desembarcar nas terras deste antigo reino vizinho.

Dia 15 da última semeadura - Em primeiro momento fomos recebidos de forma hostil pelos moradores daquela terra. Eles diziam para irmos embora, mas descarregamos os nossos canhões neles e eles ficaram quietinhos. Depois disso apareceu um grupo de tritões que alegavam ter tomado a ilha como seu quartel general. Acredita-se que estes monstros marinhos vieram lá da Grande Rota. Eu os acho repugnantes, mas eles aceitaram um trato comercial com a gente. Parece que dentro de alguns anos realmente poderemos direcionar a ponte para este arquipélago.

Dia 16 da última semeadura - Hoje cedo nós partimos de Conomi. Depois de muita conversa com Shakar, o líder dos tritões, recebemos informações sobre um possível comerciante de escravos. Seu nome é Gargomir e ele parece estar planejando algo grande, mas infelizmente não temos muitas informações sobre ele além de sua localização atual

Dia 23 da última semeadura - Retornamos para Tequila Wolf e fomos recebidos com Pompa. Hoje mais tarde seremos condecorados pelo exército pela incursão bem sucedida. Parece que irei receber um fruto do diabo como recompensa.

Dia 25 da última semeadura - Os insurgentes da 178ª brigada revolucionária atacaram o quartel durante as festividades da nossa condecoração. Entretanto por causa de meu novo poder foi fácil derrotar todos eles, incluíndo aquele maldito gigante que estava sabotando os nossos navios. Neste momento eles se encontram presos na Caserna Militar, próximo a ponte. A alta patente do exército está decidindo o que fazer com eles… por mim, mataria todos.

Dia 4 da nova geada - Parece que meus superiores não são tão misericordiosos quanto eu. Recebi a missão de levar os prisioneiros para o limite do East Blue, onde irei entregar os prisioneiros para Gargomir em troca de uma alta quantia de bellys e recursos exóticos.

Dia 9 da nova geada - A troca foi bem realizada e agora aqueles infelizes estão sentenciados a passar o resto de suas vidas miseráveis como escravos lá na Grande Rota, muito longe da gente. Garanto assim que eles nunca mais irão causar problemas para a nossa nação. Neste momento estamos viajando para Shells Town. Talvez eu encontre novos escravos em potencial por lá.

Dia 17 da nova geada - Estamos partindo de Shells Town. Encontrei alguns jovens bem irritantes naquela cidade, dentre eles havia uma mulher muito sexi. Notei que são bem fortes, certamente vão servir bem aos planos de nossa nação. Sequestrei os companheiros mais fracos deles para atraí-los até nós. Resta apenas esperar.




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O Pé Na Estrada Eu Vou Botar






Abraçar meus companheiros era a mais gratificante das recompensas, recebi Terra e Jacobi em meus braços, apesar de que, possuía a sensação que deixei alguém no esquecimento... Deve ser coisa da minha cabeça. Terra comenta que nunca duvidou da minha força, bem... Não me pareceu tão convincente assim, no entanto, acabei rindo da situação. – Que capitão eu seria se não conseguisse resolver um problema de controle de pragas?! – Falei me referindo a Theodore.


Nem todos foram a favor de ficarmos com aquele navio, e Beerus não ajudou muito com sua naturalidade desbalanceada. – Eu sei que não é muito e digo que não é definitivo, mas por enquanto é melhor que o que tínhamos.


Após ter muita ajuda, esvaziamos o navio antigo. Minha mesa... Minha primeira obra-prima que marejava meus olhos quando olhava para a mesma, foi a mais difícil de transportar, e também a que mais enchi o saco para terem cuidado. Após retirar tudo, ficamos por mais de uma hora desmontando o navio antigo e após isso comecei os reparos, iria aproveitar estar em mãos a obra para deixar o navio menos escuro e sinistro. Para isso, iria abrir algumas janelas para que luz natural pudesse entrar nas partes inferiores, no entanto, com janelas que poderiam se vedadas sem que entrasse água caso necessário. Por fim, em uma última checagem para conhecer meu novo navio, acabei adentrando a cabine do capitão e pelos deuses... Aquele quarto seria muito bem utilizado, depois de uma limpeza, claro. Entre tudo algo a mais me chamou atenção, um diário de bordo do filho da p... Do Theodore. Ao abrir me deparo com a porra de uma foto horrorosa e nem um pouco sexy da Cammy nua numa piscina.


– Julgando pelo “cintaralho” e por essa foto... O lagartão gostava de ser dominado, sabia que toda aquela “heterotopisse” escondia algo. – A foto era tão repugnante que retirei e guardei em meu sobretudo, iria colocar em baixo de meu travesseiro para sempre lembrar o quão horrível era aquela mulher! – Sei... – Agora a margarida voltou a aparecer, onde estava minha consciência enquanto lutava contra Theodore? – Tomando no cu, lembra? Sou obediente e faço tudo que você manda. – Que bom que aprendeu então. – Na próxima ilha compra uma placa de sarcasmo, tu precisas de uma para entender.


Conversas comigo mesmo a parte, a porra do militar foderam com muita gente em Tequila, não precisava nem ter chegado lá para saber que eles possuíam muitos problemas, escravidão, tortura, esse povo merecia um pouco de minha atenção. Todavia, algo a mais no texto poderia ser de importância, iria então por minha cabeça para fora e gritaria. – CHLOE, MEU AMOR! VEM AQUI RAPIDINHO. – Se a mulher viesse, a primeira coisa que iria fazer é recebê-la de braços abertos para apresentar o quarto. – E ae? Depois de uma limpeza, podemos usar este recinto para comemorar nossa vitória? – Diria com um sorriso safado para a menina, mas logo que a mesma respondesse voltaria a seriedade da situação, então iria entregar o livro para que ela pudesse ler. – Ele aprontou um pouco com os revolucionários de lá, algo aí lhe é familiar? – Perguntei e observaria a resposta e a reação de minha irmã diante daquele diário. – Chloe, quero que faça uma cópia desse diário o mais preciso e completo que conseguir, depois me devolva. Mas antes... Tu poderia da um jeitinho nesse tiro? Foi tu que fez então tu concerta! - Falaria rindo enquanto provocava a mulher, mas sem maldade ou sequer um pingo de ressentimento.


Eu tinha planos para aquilo e logo vocês entenderão, não mais o navio estava pronto para navegar novamente e logo me coloquei no timão e dei as ordens para zarparmos. Iria seguir a rota mais rápida e usaria os melhores ventos e correntes marinhas para chegar a ilha de Tequila, a viagem demoraria alguns dias, mas eu tinha algumas coisas para resolver. Logo de imediato iria juntar os cadáveres de Theodore e Cammy e usando minha espada iria então esquartejar os mesmos em pedaços pelas juntas, apenas não mexeria nos troncos. Se até ali não tivesse problemas, iria até à cozinha procurar uma caixa grande ou ao menos duas de tamanho médio, esvaziar caso estivesse cheia e levar para o convés. Minha ideia colocar todos os pedaços de ambos militares e armazenar dentro da mesma, por fim pegaria um pedaço de papel e escreveria: “Pertences de Theodore e Cammy”, logo iria prender com pregos e pronto... Presentinho para os militares, feito! Já as cabeças eu teria outros planos, esperaria com que minha esposa devolvesse o diário e por fim iria colocar em uma nova caixa as cabeças de ambos e colocaria o diário dentro. Entre tudo parei e pensei algo e com um sorriso peguei o diário de volta, abri o mesmo e escrive uma última coisa.



“Dia 18 da Nova Geada – Eu acho que acabei perdendo a cabeça...”



Finalizado! Colocaria então o livro dentro da caixa e fecharia, aquele era o presentinho que daria para a marinha quando chegarmos em Loguetown, eles me receberam tão bem em Shells, não poderia ser um ingrato mal-educado. Por fim, eu limparia minha bagunça e deixaria o convés limpinho, guardaria as caixas em um depósito mais fundo do navio, a temperatura baixa por conta da água poderia ajudar a conservar os corpos.


No dia seguinte, checaria a rota e certificaria de que tudo estava certo quanto a navegação e então se não tivesse problemas, partiria para conversar com o gato. Seja lá onde tivesse, eu o esperaria aparecer no convés, não queria ficar longe do leme em caso de alguma emergência. – Beerus, eu não te agradeci devidamente por antes quando protegeu minha irmã. – Falaria me abaixando. – Você merece muito mais do que já teve a vida toda, vai ser diferente agora... Companheiro. Desde que não duvide mais de nossas capacidades, daremos tudo de nós para te proteger e acredito que você fará o mesmo. Seja bem-vindo ao bando leãozinho. – Caso o mesmo tivesse algo a falar, escutaria e então voltaria para a navegação.


Durante os dias que se passassem iria sempre checar o caminho e possíveis problemas, treinaria meu corpo, me alimentaria e claro utilizaria do quarto com a companhia de Chloe sempre que pudesse. Se algum defeito ou avaria acontecesse, iria prontamente consertar e seguir viagem.





Histórico:



Resumo da Ficha:




Objetivos
● Proeficiencia Escultura (x)

● Proeficiencia Marcenaria (x)

● Preficiencia Discurdo (X)

● Tornar oficialmente um pirata (  )







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Parece que teriamos um novo companheiro, o pequeno que se apresentava como Beerus e o agora guardiao do navio, enquanto ele gritava tentando ser imponente -Olha não tenho nenhuma chave para tu tomar conta, mas bem vindo a bordo. Dizia sorrindo apos a piada.

Parecia que ele ficaria no vacuo, passava a mao na cabeça dele - Pronto, pronto é so um vacuo preocupa não.
Ajudaria Diego com o navio no que pudesse durante um tempo, Berrus, Terra e Jacob comentavam sobre o cheiro e sobre os mortos -Ok isso foi informação a mais.

Eu descansaria em algum canto enquanto eles terminariam de tratar do barco e esperaria que a Chloe pudesse me ajudar com o braço assim que ela tivesse um tempinho, enquanto eu ficava esperando com meu braço em repouso, ficaria olhando para o barco em geral todos se movimentarem de um lado para o outro e ficava olhando para cada um deles como se tivesse a pensar.
Chloe e Diego sabem se defender e lutam bem com suas armas, Beerus também sabe lutar, e tem Jacob e Terra bandidos que não sei se sabia se defender tao bem, eu ia pensando nisso para mim mesmo.


-Humm, como se faz para eles não apanharem ou serem pegos... será que Elma ensinou algo pra eles,  pera é isso ensinar.

Olhava para Terra e Jacob -Eii Terra, Jacob assim que terminaram de fazer as coisas, queria trocar umas palavras com os dois.


Enquanto isso provavelmente seria visto pela Chloe e receberia um pequeno tratamento na qual depois agradecia a ela, possivel teria que ficar com o braço em repouso total como seria obvio, se entretanto fossemos comer, eu ia comer e se fosse já tarde eu dizia para Jacob e Terra que amanha falaríamos , e iria dormir para descansar.


No dia seguinte eu me levantaria com o braço ao peito, e já chamaria Terra e Jacob, ficaria no meio do barco com eles – Eu não sei se vocês sabem se defender, mas o que sabem pode não ser o suficiente e saberem apanhar e serem pegos isso sim da pra ver que sabem, entao esta na hora de deixarem de apanhar.

Apontaria um e para o outro -Vamos imaginem alguém a vossa frente atacar, quero ver vocês a tentar atacar, desviar ou defender do inimigo.

Iria corrigindo os movimentos deles conforme iam fazendo, não so os movimentos como a posiçoes do corpo, não é como se eu fosse deixar eles peritos em luta, mas pelo menos saberiam reagir.
No dia seguinte eu pedia ajuda a Beerus para deixar eles mais espertos, eles teriam que tentar pegar o Beerus, isso ia ajudar a eles terem um reação mais rápida e apos um tempo com Beerus deixaria eles descansarem.


-Obrigado pela ajuda Beerus, acho que foi o bastante por hoje.

E no próximo dia, eu pedia a eles para tentar me acertar, apesar que eu teria um braço ao peito não seria um problema muito grande, ate porque não iria fazer um esforço muito grande, na verdade eu iria apenas defender e desviar dos movimentos deles e corrigir eles na forma como atacam, o intuito era que eles soubesse atacar com alguém a frente em vez de apenas imaginar, alem disso não ia ficar um tempo muito grande treinando, eu ia deixar eles fazer no ritmo deles, e descansarem quando quiserem.

-Da próxima, não serei eu, nem o Beerus, da próxima serão vocês mesmo, acho que já sabem o bastante para praticarem um com o outro, qualquer duvida ou ajuda so dizerem ta, façam no vosso poprio ritmo.

Durante o meu tempo eu não fazia muito, ajudava no que podia, descansava no que dava, ficaria a olhar para o mar ate mesmo fazia algum exercicio fisico, mas nada exagerado so o basico.




Histórico:
Ficha Resumida:
Objetivos:

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