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Sasha
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Relembrando a primeira mensagem :

2° - De Dawn a Shells - Uma viagem para conhecimento.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Diego Kaminari , Chloe Kaminari , Kuro Tempest  e SIlver D Saru. A qual não possui narrador definido.

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2° - De Dawn a Shells - Uma viagem para conhecimento. - Página 4 WN4Utd7


Diego Kaminari
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Diego KaminariEstagiário
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Sementinha da Liberdade






O clima esquentou e não foi de uma maneira que eu gosto, meu comentário para a pequena Terra acabou sendo ouvido pela minha raivosa irmã que além de falar meu nome completo ainda me olhou com desgosto... “Tu achas mesmos que vou ficar pesada”? Você é minha consciência, não era para eu estar com consciência pesada? “Eu já desisti de você, lembra? Morre aí com o desgosto dela, talvez assim aprende a usar a cabeça de cima mais que a de baixo!”. Com uma consciência dessas quem precisa de inimigo... Após minhas falas minha esposa incinua para eu jogar a oferenda ao mar junto à Jacobi, e acredito que não era de Kuro que ela estava falando.


Eu não poderia achar ruim que o bom velhinho tivesse desconfiado de nós, afinal somos um grupo bem desconfiável. Suas palavras eram calmas e doces e no fim fiquei feliz que a imagem que o homem tinha de mim era de alguém de bom coração... Não era mentira, apesar de ser pirata eu luto pelo que acredito ser certo, luto pela verdadeira liberdade. O senhor acabou por apontar para Chloe e a viu como minha esposa, eu poderia complementar, mas decidi que o melhor naquele momento era apenas assentir com a cabeça e confirmando seu questionamento. Chloe perguntou-me sobre o homem e rapidamente a respondi.


- Este foi o senhor que nos doou a madeira bruta e me emprestou as ferramentas que sua esposa falecida o presenteou, eu so o tenho a agradecer por confiar em mim... Mesmo com suas desconfianças eu não o culpo, quem ama teme em perder o que lhe é amado. – Dizia olhando para minha irmã no fundo de seus olhos com um sorriso acolhedor e orgulhoso. Após cumprimentar a atiradora o mesmo apontou para o Vivácia e deixou um convite em aberto para que celebrarmos com bebidas a nova amizade. Não sei se haveria tempo após o plano se completar, todavia, esperava que no futuro em outro lugar, pudéssemos aceitar e fazer uma festa aquele simpático homem barbudo.


Começamos a caminhar pela cidade e inesperadamente não encontramos dificuldades, a cidade estava calma e quase vazia, o horário avançado denotava que o tempo de fechamento já a muito havia passado. Claro que tinha suas exceções, afinal bares sempre abrem quando o resto está fechado... e bordeis que usam o véu da noite como seu palco se mantinham abertos e funcionando a todo vapor, espera... Bordeis?


- Chloe, vou ali procurar o Saru naquele bordel! Menino danado deve tá aproveitando as marinheiras, vou lá puxar a orelha dele. – Disse para Chloe tentando forjar uma sinceridade, mas iria parar caso a mesma protestasse de alguma forma. – Eu so estava querendo achar um amigo querido, temos que procurar em todos os lugares meu amor!


No decorrer de nossa procura ouvi algumas pessoas falando sobre os incidentes de mais cedo, uma perseguição que ocorrera algumas horas atrás. Umas diziam ser um estuprador que sequestrou duas mulheres e matou três marinheiros, outras falavam sobre um sequestrador de crianças, já que algumas haviam desaparecido da parte baixa da cidade. Eu acredito que apesar de parecer criminosos diferentes, tudo isso está certo e foi feito pela mesma pessoa... Saru! Não que tudo isso esteja condizente com a realidade, mas nunca duvido da capacidade que meu companheiro tem de fazer merda a ponto de todos pensarem que ele é um Serial Killer tarado e sequestrador de mulheres e crianças. Seria bem ele o guarda daquele filme com navio que afundou e gritava “Mulheres e crianças primeiro”?


Seguimos em direção ao quartel afinal é lá que eles mantem “criminosos perigosos” como o Saru, todavia antes mesmo de chegarmos ao local fomos surpreendidos por duas crianças escandalosas. As mesmas pareciam procurar dois irmãos, mas quase formos descartados por usarmos alianças, vai ser ótimo abrir a mente desses jovens. O que aparentavam ser o mais novo veio até mim e com pose de soldado, questionou-me.


- Sim, pequeno. Esta é minha irmã e esposa Chloe Kaminari, e eu me chamo Diego Kaminari. – Falei em resposta até ouvir a parte que o Saru os mandou atrás de nós... E não é que o cara aliciou os pequenos a seguir suas ordens, assim, elas não parecem sequestradas... Então Saru fez amizade com elas, ou estão com síndrome de Estocolmo, entre tudo acredito que a primeira opção seja a melhor... Visto isso, qual vai ser meu trabalho? Terminar o que o Saru começou, plantar a sementinha da liberdade.


Iria seguir os pequenos até onde quisessem me levar e no caminho caso me fosse questionado por qualquer um dos dois, responderia, no entanto falaria do mesmo jeito visto que foi um questionamento antes feito pela menina a seu irmão. – Sim, eu me casei com minha irmã porque percebi que a amava mais que qualquer coisa no mundo. Senti que queria protegê-la de tudo e que minha vida não seria completa se não fosse com ela a meu lado... Não tem nada de errado em ficar com quem você ama, não se deve viver uma vida infeliz porque alguém considera que algo não é certo so porque um dia alguém ensinou-lhe que é errado e não deu nenhum motivo plausível para isso, devemos ser verdadeiramente livres! – Logo me aproximaria do menor. – Eu tinha mais ou menos a idade de vocês quando eu percebi o que sentia por minha irmã, mas me diz meu jovem, esta é sua irmã, certo? Ela parece sempre cuidar de você... E ela é bonita! Não acha ela bonita? Te garanto que ninguém vai te amar e te entender mais que essa garota.


Ao chegarmos no destino iria então analisar os arredores e reconhecer onde estávamos, se por acaso fosse uma emboscada ou mesmo caso acontecesse algo no caminho. Iria tentar tomar distancia indo para o lado que não tivesse inimigos caso fosse possível, tudo isso para então ter ciência de minha situação de combate. Na possibilidade de ter de desviar iria me abaixar e fazer um rolamento para trás caso o ataque viesse por cima, entretanto, se não fosse possível iria saltar para trás visando escapar dos golpes desferidos a mim. Se ainda assim não fosse viável iria bloquear usando minha espada numa posição diagonal na qual protegeria meu corpo por todas as direções frontais.



Histórico:



Resumo da Ficha:




Objetivos
● Proeficiencia Escultura (  )

● Proeficiencia Marcenaria (  )

● Preficiencia Discurdo (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )







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Chloe Kaminari
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Chloe KaminariEstagiário
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Casais e historias
Mostrando a liberdade a todos
A preocupação com o membro perdido da tripulação  havia deixado os nervos a flor da pele, e para completar ainda tinha aquele maldito habito do Diego dando em cima das mulheres alheias. A presença  de Terra precisaria ser limitada naquele navio, principalmente nos locais onde meu homem estiver. Mesmo assim precisava me controlar para não descontar aleatoriamente nas pessoas e com aquele enorme senhor era uma dessas pessoas.

Ouvia sua conversa com Diego e antes mesmo que pudesse me apresentar, fui apresentada ao homem — Encantada senhor Klaus, obrigada pela maravilhosa madeira. — sorri para o homem, com o gesto agradeci um pouco mais aumentando o sorriso— Caso precise, nesse dia ficarei feliz em cozinhar algo delicioso para nossa festividade. — um pequeno aceno foi o suficiente para me distanciar enquanto voltávamos à nossa procura.

Tomaria conta de Diego por todo o caminho, seguraria o mais forte que pudesse para que o mesmo não se distraísse no caminho — Mas você nem pense em sair de perto de mim, ou eu estouro o que você tem de mais precioso entre as pernas — Iria pegar a pistola caso estivéssemos sozinhos para aquela ameaça, mas logo guardaria com a presença  das crianças.

Vocês sabem onde esse energúmeno esta? — perguntava calma, mas logo notava a separação de diego e segurava a mão da pequena garota — Eu sei que pode parecer esquisito nós dois sermos casados, mas olha, nós nos amamos. Somos livres para amar quem quiser, mesmo que os outros digam que isso parece errado. — conforme fossem andando, iria a todo o momento observar se estávamos sendo seguidos ou se era uma armadilha, no local iria ficar ainda mais alerta para quaisquer sinais de movimentação suspeita de todas as direções possíveis.


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Saru
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Apos um tempo andando meio acelerado para não dar muito nas vistas correndo, e, porque estaria meio que com dores, eu entraria num beco para me esconder e para tentar descansar um pouco.


Sentado no chao, eu descansava um pouco enquanto tentava ver se era seguro sair, após uns minutos, parecia seguro sair e continuar caminho. Me levantava para poder sair do beco, mas sentia uma tontura tudo andando a roda. – Ora bolas, isto não é bom, melhor descansar mais um pouco. – Caia sentado e depois ecorregava para o lado - Ou deitarr. – Dizia logo enquanto desmaiava.


Pouco tempo depois eu acordava, ouvinho vozes, assim que abria o olho via várias coisas medicas e uns comprimidos coloridos – Espero que não seja para escolher um deles. – Ouvia vozes, parecia duas vozes diferentes. - Onde que eu estou, marinha? Olharia em volta, notando o ambiente ao redor parecia a primeira vista ser um lugar medico de improviso.


- Tipo de justiça… Ai ai… onde é que eu já ouvi isso, ah sim, meu avô, isso deve ser comum na marinha. – Dizia ao me levantar para me sentar devagar. Tinha duas pessoas uma parecia medico e tinha cabelo branco e outro que tava no sofa ao lado de cabelo preto, ouvia o que o homem de oculos falava, e eu realmente sentia me um pouco melhor apesar de meio dorido - Obrigado, me sinto com dores, mas pelo menos me sinto a recuperar e não me sinto tao fraco. –


Mexia um pouco minha perna e sentia meio dolorido - Aquela maldita e aqueles idiotas, onde já se viu atirarem em alguem civil, so porque subiu num telhado, que porra de novatos a marinha tem aqui? Dizia meio resmungando, mas logo em seguida suspirava – Obrigado, mas, porque me ajudou?


Ao mesmo tempo, olhava para o cara no sofa – Não sei se entendi a conversa, mas isso faz de ti um ex marinheiro, és paciente tambem, não me digas que atiraram em ti tambem? Dizia meio ironizando


De qualquer dos modos eu aproveitava que pareceria estar em abrigo e seguro, e descansava um pouco enquanto sentado na cama, até porque eu esperava interagir um pouco com eles especialmente o médico por ter me ajudado, olharia  um pouco mais em volta e notava uma grande espada - Deve ter algum paciente tentando compensar algo, ela parece um pouco pesada, quem andaria por ai passeando com algo assim, estranho esta ilha. Comentaria



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Subaé
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Uma viagem para conhecimento




Narração - 12

Para os confins da Cidade Baixa

A busca por Saru começou logo depois dos irmãos se despedirem de Klaus. No caminho Diego quase desviou o seu caminho para ir atrás das meretrizes dos bordéis, mas voltou a atenção novamente para a sua missão depois de sua irmã lhe dar uma dose de responsabilidade e uma ameaça aos seus bagos.

Seguiram então a sua busca até que por fim encontraram, ou melhor, foram encontrados pelas crianças. Diego apresentou a si e a suas irmã.

A irmã mais velha tomou o lado de seu irmão e então apresentou-se também -Eu me chamo Tsuki, e esse aqui é o meu irmão Ryumaru!

Ryumaru olhava para Chloe como uma criança olha para um bolo de chocolate. Mesmo sendo uma criança, aquele garoto pervertido não estava a salvo das tentações de uma bela mulher. Ele foi até a moça, puxou educadamente a manga de sua blusa para chamar a sua atenção e então falou um pouco envergonhado - O TIA, VOCÊ TEM CABELO BRANCO... MAS É MUITO BONITA MESMO SENDO UMA VELHACA!! COMO VOCÊ CONSEGUE?

Chloe por sua vez, foi direto ao ponto e perguntou se eles sabiam onde Saru estava.

-A gente não sabe onde ele está agora - Tsuki respondeu -mas ele fal…

-ELE FALOU PRA A GENTE LEVAR VOCÊS PRA LÁ PRA CASA!! ELE FALOU QUE IA EXPLORAR OS PRÉDIOS DA MARINHA E DEPOIS IA ENCONTRAR VOCÊS LÁ!!

Então os kaminari seguiram as crianças até o galpão, mas não em silêncio. Durante o percurso, Diego aproveitou para plantar a sementinha na cabeça das crianças que ao ouvir as palavras do homem, ficaram vermelhas de vergonha e abaixaram as cabeças para disfarçar tais sentimentos.

Então Diego se aproximou de Ryumaru e, ao se afastarem um pouco das meninas.falou diretamente com o garoto.

-ELA É MINHA IRMÃ…E EU AMO ELA MUITO, MAIS DO QUE TUDO NESSE MUNDO!! POR ISSO VOU SER UM MARINHEIRO PRA PROTEGER ELA PRA TODO O SEMPRE! E AI ELA VAI ESTAR SEMPRE DO MEU LADO - o garoto terminou a frase exibindo um sorriso puro, daqueles que só se sorri quando se está amando.

Não muito longe dali, Chloe e Tsuki tiveram praticamente a mesma conversa. Só que de mocinhas.

-Como vocês são irmãos e são casados? A mamãe de vocês não briga? -Tsuki olhava para o chão enquanto caminhava - Eu amo o Ryu, mas a mamãe falou que isso é pecado… o que é um pecado?

depois de um bom tempo caminhando, as duas duplas de irmãos chegaram ao subúrbio da Cidade-Baixa, onde havia inúmeros galpões. As crianças se abaixaram tentando serem o mais furtivas que conseguiam - Shiu!!- Tsuki falou - Se a mamãe encontrar a gente agora vamos ter que ir dormir, então faz de conta que não estamos aqui.

Então as crianças foram até uma pilha de caixas e colocaram os caixotes em cima de suas cabeças assim como fizeram mais cedo com Saru -Vem!!

Por fim as crianças levaram Chloe e Diego até um galpão da marinha que estava fortemente trancado com grades, entretanto, até então não havia nenhum sinal de Saru…
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Uma casinha de sapê

-Não,não - o médico falou em resposta à pergunta de Saru - Você não está na marinha! Essa é a minha humilde “clínica”

-Se é que podemos chamar essa espelunca de “clínica” - o homem do sofá respondeu.

-Cale a boca, Sano! É melhor você respeitar o meu ofício, ou então eu vou te botar pra fora!!

Ao se levantar, Saru comentou já ter ouvido aquele tipo de conversa, e por fim mencionou o seu avô. Depois, olhou para o médico e agradeceu pelo tratamento.

-Não precisa me agradecer, quem te salvou foi o meu neto ai! - falou apontando para o rapaz de cabelos pretos que havia se levantado do sofá e estava vindo para junto da mesa.

-Eu te encontrei ensanguentado, quase morrendo, no meio da rua…parece que te deram um trabalhão,hein? Eu me chamo Sanosuke Sagara, prazer! Mas agora me fala uma coisinha, o seu avô é marinheiro, é?? eu ouvi você comentando! Isso é tão legal!! Qual é o nome dele? E a patente dele, qual é?

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Os olhos do ex-marinheiro brilhavam ao fazer tais perguntas, mas o médico logo cortou a sua onda ao fazer um comentário ferino.

-Pra que você está tão interessado nisso, hein Sano? O capitão Borba te deu um chute na bunda e agora você não vai ser um marinheiro nunca mais. E agradeça por não ter sido detido, a julgar pela índole daquele corrupto de merda você poderia estar em um lugar bem pior do que uma cela agora. Mas veja o lado bom, agora você é livre para fazer igual o seu avô e ir aproveitar a juventude no mar.

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O rosto de Sanosuke se contorceu de raiva, e então ele abriu um buraco na parede só com um soco - EU NÃO SOU IGUAL VOCÊ!! E não me lembre das minhas desgraças!!

O médico apenas olhou debochadamente para Sanosuke e falou - Você vai pagar o concerto.

Então Saru comentou sobre o ocorrido, e eu não sei dizer se foi por querer ou não, mas ele acabou deixando escapar o fato de que era um civíl. Por isso, quando perguntou para o médico o porque de ter sido salvo recebeu um bisturi encostado no meio de sua garganta. O médico se aproximou de saru encarando-o como um verdadeiro assassino - Como assim você é um civíl?! A mão que segurava o bisturi afundava pouco a pouco na pele de Saru, mas sem cortar, pois estava apenas ameaçando-o por agora.

-Eu te ajudei por que pensei que você era um marinheiro. Marinheiros pagam bem, seja com dinheiro ou com silêncio… Mas você é só mais um baderneirozinho igual o meu neto… Só que você não é ele, então agora quem faz as perguntas sou eu! Por que diabos você está com esse uniforme? - A mão do doutor afundou um pouco mais, fazendo um feixe fino de sangue escorrer pelo pescoço de Saru - Escolha bem as palavras, por que se eu não gostar do que eu ouvir…Kyahahahah!
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histótico Narrador:

Ponto situação:







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Diego Kaminari
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Diego KaminariEstagiário
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Amor e Liberdade






Que minha irmã era o ser mais belo existente eu já sabia, mas chamar ela de velha poderia ser uma das piores escolhas que o pequeno menino fez em sua vida. No entanto, não pude deixar de rir do comentário e iria observar a resposta de Chloe diante disso com um sorriso no rosto deixando claro o quão hilario eu achava a cena. A mulher apesar de tudo foi direto ao ponto e questionou sobre a localização de Saru... Como assim ele instrui crianças e nos levar para um local desconhecido e ainda vai dar um passeio pelos prédios da marinha? Bem, as chances de ele ser o indivíduo que estava dando problemas mais cedo pela cidade, eram grandes. No entanto, o que me preocupava era se o mesmo estava bem, deveria ir procurar nos quartéis ou deveria confiar que ele se viraria sozinho? Como havia dito antes, Saru era membro do meu bando e esse era o começo de um caminho que terá mistérios e desafios, eu como capitão, devo confiar que ele consegue cumprir com o combinado.


Tendo isso em mente decidi acatar e seguir com as crianças rumo a casa dos mesmos, obvio que como planejado iria aproveitar muito a oportunidade com aqueles dois irmãos. As palavras do menino eram fortes e cheias de convicção, certamente ele seria um grande homem no futuro, entre tudo, marinheiro... Seria um desperdício. Esperaria até que as meninas tivessem terminado o que falavam para nos juntar-nos a elas e falar para ambos os irmãos me escutarem.


- Ryu, eu também amo minha irmã mais que tudo nesse mundo. – Diria olhando e sorrindo para ela. – Por isso até que me casei com ela. – Iria rir, mas apenas para continuar com mais seriedade. – Eu apoio que você seja forte para proteger e ficar com ela sempre, eu apoio o amor de vocês... Mas virar marinheiro não vai te proporcionar isso. – Falava com pesar em minha voz, era um assunto pesado para se lembrar. – A marinha não é isso que todos dizem e que aparenta, acredito que deve ter boas pessoas por lá, no entanto, estes são obrigados a seguir ordens de pessoas ruins. Digo porque foram os marinheiros juntamente o governo mundial que incendiaram nosso orfanato e tentaram matar minha irmã. – Falei olhando para o céu e lembrando da cena. – Eu passei anos acreditando que minha irmã morrera e que nunca mais iria poder vê-la novamente. Você iria gostar? Viver sabendo que sua irmã morreu pelas mãos daqueles que deviam protegê-la? Pois, eu vivi assim por anos! – Naquele instante eu dei uma pausa na caminhada e olhei profundamente nos olhos de ambos os irmãos. – Ser marinheiro não vai te dar a força que você precisa para proteger sua irmã o qualquer um, eles irão de obrigar a fazer qualquer trabalho sujo em troca da proteção dela e mesmo que você tente fazer a diferença eles vão sujar as suas mãos para poderem crescer e quando vocês perceberem... Será tarde de mais e terão se tornado o que mais odiavam. Vocês acham isso justo? – Perguntei para eles. – Nos somos piratas, mas não porque somos os bandidos maus... Somos piratas porque somos verdadeiramente livres! As pessoas vão virar para vocês e dizer que as coisas são erradas apenas para agradar outras pessoas e ficarem com uma boa imagem aos olhos das mesmas, não deixem de ser feliz para agradar os outros! Não importa se seus pais te dizem que seus sentimentos são errados, lutem por eles, lutem um pelo outro e nunca deixem outras pessoas dizerem o que bom ou ruim para vocês! – A partir desse momento coloquei um sorriso de esperança em meu rosto e tentaria transmitir isso para as crianças. – Se decidirem lutar pelo amor um do outro, ser tornem piratas e sejam livres! Venham até mim e onde eu estiver irei protegê-los e poderão viver livres para amar em sua completa e verdadeira liberdade!


Após algum tempo caminhando entramos no que seria a parte pobre da cidade, era incrível como o padrão se repetia sempre não importa qual cidade fosse. Os dois pequenos se esconderam em caixotes para não serem descobertos por seus pais e continuamos passando de galpão em galpão até que por fim chegamos em um que aparentemente pertencia à marinha. O mesmo estava fortemente trancado e conhecendo seus proprietários poderia imaginar o que tinha dentro. Além disso, Saru teria ouvido todo o plano, será que ele nos guiou até aqui para encontrarmos algo necessário? Pois bem, so saberei se entrar para descobrir o que este lugar guarda, entretanto, não havia sinal de meu companheiro por ali... Ele estava demorando e a preocupação começara a aumentar, será que fiz a escolha certa em deixar o mesmo se virar sozinho? O que me restava era esperar que ele chegasse bem até aquele local, mas enquanto isso...


- Chloe meu amor, aposto que tem coisas muito interessantes aqui dentro... – Diria dando toques na parede de tijolos tentando localizar um ponto de sustentação. Por mais forte que algo possa ser, em algum ponto de sua estrutura as forças se apoiam de maneira dependente, em outras palavras, é um ponto necessário para que toda a estrutura permaneça firme e não sucumba a gravidade. No caso de eu ter sucesso em achar este ponto, eu iria falar com altura suficiente para que minha esposa pudesse me ouvir. – Mas a porta está trancada... O que fazemos quando uma porta trancada bloqueia nosso caminho? – Diria sorrindo e sacando minha espada. – Me sinto na liberdade de abrir outra entrada. – Dito isso iria fincar com força minha espada na estrutura bem no ponto encontrado, bastava apenas um ligeiro dano para que o próprio peso da parede terminasse meu trabalho e após uma reação em cadeia, parte da parede poderia estar no chão e nesse caso eu iria me afastar rapidamente para que não fosse pego pelos escombros e indicaria para que os demais fizessem um mesmo. Uma vez com a passagem livre eu entraria com cuidado vendo sempre onde pisava visando identificar rapidamente algo que pudéssemos usar.


Minha estratégia poderia ser eficaz, mas certamente não muito discreta, principalmente no meio da noite. Por isso se eu achasse algo importante como vestimentas, polvora, explosivos, iria usar toda minha força para poder carregar o maximo que pudesse e rapidamente tentaria correr do local antes que os marinheiros pudessem chegar. – CORRE CAMBADA!! – Gritaria para Chloe e as crianças, ali poderia ficar um lugar perigoso e até o momento era eu a patroa e as crianças, Saru iria entender quando visse tudo destruído que havíamos passado por lá, nosso ponto de encontro sempre foi o navio e para lá que eu iria tentando ser discreto e usando o máximo da escuridão a meu favor.


Mas caso de eu não conseguir derrubar a parede iria ver se Chloe teria uma ideia melhor, caso contrário, esperaria Saru ali, mas ainda de guarda alta e com atenção a tudo a meu redor. Se visse algo suspeito me esconderia por qualquer beco ou sombra que me proporcionasse isso, assim analisaria se era ou não uma ameaça. Se em todo caso algum combate fosse inevitável, iria desviar com rolamento e saltos, principalmente se fossem ataques a distância, no entanto, se houvessem confronto corpo a corpo eu poderia usar de um bloqueio enquanto mistrava movimetos como pulos e agachamentos ao tempo que tentava empurrar o inimigo para trás para ter uma chance de contra-ataque. No caso de serem múltiplos inimigos e com armas variadas, daria o meu melhor para me afastar em direção a escuridão de becos ou sombras da noite, qualquer coisa que pudesse me ajudar em camuflagem, poderia prejudicar nossos inimigos, e com Chloe, planejar um plano melhor para a ocasião.



Histórico:



Resumo da Ficha:




Objetivos
● Proeficiencia Escultura (  )

● Proeficiencia Marcenaria (  )

● Preficiencia Discurdo (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )







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Chloe Kaminari
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Chloe KaminariEstagiário
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Casais e historias
Mostrando a liberdade a todos
As crianças em muito me lembravam a mim e Diego na infância. Era quase cômico como o Destino brincava com a gente, mas apenas esperei um pouco para saber mais das crianças — Belos nomes — falei um tanto baixo com um sorriso no rosto, porém o sorriso não durou muito nos lábios. Conforme a criança falava, tentava me aproximar da mesma para dar-lhe um cascudo na parte frontal da cabeça a fim de abaixar seu rosto em direção ao chão — Eu não sou velha. Eu nasci assim! — havia me exaltado um pouco, mas caso não conseguisse acertar a criança, iria apenas dar a bronca na mesma.

O ato… a brincadeira… a pureza daquela criança…Aquilo acabou me levando a um momento nos primeiros dias do orfanato de madame Kinds, onde Ofélia, uma menina morena de traços delicados havia feito uma brincadeira igual, entretanto nossa discussão havia terminado de forma muito diferente do que com apenas um cascudo ou bronca.

Flashback
a chuva batia forte na janela, era como se todos os deuses do mar estivessem bravos naquele momento. As crianças brincavam em suas camas esperando que a tormenta passasse o mais rápido possível para que a alegria voltasse aquele lar. Escondida num canto, eu tentava me abrigar em uma coberta maltrapilha repleta de retalhos e remendos que a muito haviam sido feitos. Tentava aquecer meu corpo e de meu irmão naquele frio, ainda estávamos nos acostumando com aquele novo lar.

Vai ficar tudo bem… Vamos nos manter aquecidos até amanhã… você não vai ficar doente maninho… — a voz que saia era preocupada. Sempre fomos fortes, desde muito pequenos, mas aos poucos até mesmo a montanha mais alta começa a ceder ao vento ea chuva. — Nós vamos ficar juntos como sempre…

— Você quer uma coberta extra?— Era a ofélia que se aproximava. Nas mãos um ursinho branco… um coelho remendado com a orelha cortada pela metade — Senhor fluffy disse que é mais importante ajudar um amigo do que deixar ele passando frio— Sua generosidade desde pequena poderia ter a transformado numa mulher muito mais madura do que a maioria. Naquele momento me lembro que havia aceitado com um sorriso o cobertor, mas ao ver os cabelos brancos que ostentava a garota começou a gritar de medo e sair correndo. Ela gritava “ velhaca… Velhaca…” mas naquele momento tudo que eu desejava era conseguir ajudar meu irmão a me aquecer.

Flashback off


Se me chamar de velha novamente ofélia… — o nome acabou escapando como uma lembrança muito esquecida por uma mente cansada. Balancei levemente o rosto tentando esquecer daquele pensamento e apenas tentei andar com a criança, enquanto suas dúvidas surgiam de forma graciosa.

Sabe Tsuki… Eu amo muito meu irmão. Mais do que o tamanho de todos os Blues e isso me fez querer proteger ele. — tentava entender o que se passava na cabeça da pequena menina, não me lembrava de tudo quando tinha sua idade, mas ainda sim entendia que a pureza era um dom dos sentimentos. Sua indagação sobre pecado me fez rir um pouco  — Pecado é só uma palavra que as pessoas usam para mascarar o que acham que é errado. Você acha que seu sentimento pelo seu irmão é errado? — perguntei enquanto olhava na direção da pequena — Pecado foi eu ficar anos longe do meu irmão… Pecado foi o que a marinha fez… Queimar um orfanato cheio de crianças por simplesmente não gostar delas. — Mantive a voz um pouco mais forte agora — Se você ama seu irmão mais do que tudo, vá atrás dele Tsuki. Diga seus verdadeiros sentimentos por ele, e esqueça o que os outros falam. A moralidade… aquilo que outras pessoas acham certo, pode não ser para você, e tá tudo bem. Mas não deixe esse sentimento guardado sabe, não deixe que outras pessoas mandem no que você sente… — agora olhava para meu irmão com carinho e afeto — Mesmo que você precise se tornar um pirata para isso, pois eles sim sabem o que é a verdadeira liberdade. — Me abaixava um pouco para falar apenas para que a pequena ouvisse — Se vocês forem para o mar, podem ter certeza que iremos festejar com vocês a verdadeira liberdade.

Após o término das palavras, segui as crianças até o local, com calma para não fazer muito barulho. A dificuldade do momento agora era abrir aquele local. Diego aparentemente tinha um plano e apenas esperei o mesmo para seguir suas ideias — Espero que tenha algo bem… explosivo lá dentro —  brinquei enquanto o olhava em ação . Caso algo desse errado, ser achados por marinheiros ou algo cair na nossa direção, iria segurar as duas crianças e correr para longe me escondendo


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Saru
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O tal cara de oculos e cabelos brancos me respondia e parecia que esta clinica era dele, mas ao mesmo tempo o outro de cabelos pretos criticava ou zoava a clinica, na qual era reprendido, pareciam ser conhecidos.


Apos agradecer eu ouvia ele a falar que foi o outro cara de cabelos pretos que me teria salvado, eu olhava para ele e logo olharia de volta para o médico -Não, não prefiro agradecer a ti, além disso tu que tratou dos ferimentos. Acenaria mais uma vez.


O maluco falaria sobre como teria me encontrado e o meu estado e, ao mesmo tempo perguntava sobre meu avó. — Malditos recrutas… oh meu avó? É marinheiro sim, Zeno, ele é de uma patente bem alta, maior do que a tua, eu esqueci o rank eu não prestei muita ao estudo de hinerquia apesar que ele ta meio aposentado, ah pera tu não tens mais patente foi mal. Dizia passando mao na cabeça ao ter me esquecido que ele foi expulso.


O cara de oculos falava meio que por cima de mim e do outro cara. O capitão Borba te deu um chute na bunda e agora você não vai ser um marinheiro nunca mais. Eu ouvia isso e me perdia nos pensamentos um pouco onde acordava ao ouvir o barulho do soco na parede, ao ver o buraco logo me chamava a atençao.


— Ohh forte, forte, interessante. -Dizia meio fascinado.


Eu sentia uma intençao ruim vinda do médico na mesma hora que teria comentado sobre o ocorrido, eu via uma aproximaçao hostil com um bisturi perto do meu pescoço, mas, não sei se seria meio instintivo por treino ou apenas por não ser um idiota, meu pe estaria no peito dele como se fosse para encortar a distância dele em mim, mas ainda assim daria para sentir a lâmina na minha pele, ele falava com tom de ameaça.


E eu dava um gole em seco, e me surpreendia — Uhh Perigoso, perigoso, parece que as pessoas nesta ilha são meio nervosinhas, não é por nada, mas creio ser de conhecimento publico, que marinheiros que não estejam exercendo sua funçao se tornam civis, certo? —Olhava para um e olhava para outro — Faz sentido? Não? Ta bom eu explico, respondendo a sua humilde e nervosa pergunta, eu peguei roupa emprestada da ilha de onde vim dawn, prenda do meu avó, ele sempre quis que eu fosse marinheiro, mas infelizmente, quero conhecer o mar e outras ilhas melhor, então que tou de marinheiro minhas roupas estavam meio com sangue sabe, minha mochila tinha elas entao eu coloquei por cima.


Minha perna fazia força quase como se tivesse a segurar o corpo dele para não avançar mais.— Não sei se lhe agrada, ou não, mas talvez minhas palavras possam agradar ao seu neto, tu falaste que não tem como ele voltar a ser marinheiro, bom isso não e totalmente verdade, se esse tao de capitao é corrupto, entao eu pergunto sera que já ouviram falar em “Prisao com justa causa”. Olhava para o neto e para avo tentando ver se notava algum conhecimento deles — Serio que so eu estudo ou leio, resumidamente se aquele, cabeça de galinha, tiver provas ou testemunhas de corrupçao, ele pode prender ou derrubar o tal capitao e entregar ele para a marinha, e sendo assim ele deve receber uma bela recompensa, que possivelmente pode ser o cargo dele, e assim ele recebe dinheiro tu recebes dinheiro e todo mundo feliz.—


-Desculpe mas me da licença, mas podias te afastar. Impulsionava minha perna e empurrava o tal de médico e ficava mais atendo, se ele tentasse atacar eu pulava para o lado para evitar o ataque, se ele ficase quieto eu ficava apenas atento na defensiva e limpava o fio de sangue no pescoço — Não sou marinheiro, não sou um civil bom mais ou menos, sou apenas um jovem arqueologo aventureiro, não posso pagar com dinheiro, mas posso pagar com silêncio, ou melhor, ainda com conhecimento, e isso que eu falei é meu pagamento se quizer aceitar, porque sinceramente odiaria lutar contra quem me tratou, embora seu neto parece forte, mas eu dou desconto, além que não estou a tentar convencer ninguem, literalmente alguem que tenha o minimo de estudo saberia isso.


Eu mexia minha perna um pouco para ver se sentia algo ruim, mas pelo contrário ela parecia melhor, uma tremida e dorzinha, mas tava boa.— Se ainda assim quiser me atacar, então por favor não o faça… não serio mesmo não faça, preciso recuperar, não seria justo lutar ferido, além que se ele quiser realmente voltar para a marinha eu posso ajudar, então meio que seria bom eu ficar recuperado. Olhava para o Sano. -Tu és lutador nê, cade honra em se lutar com um ferido? Bom como vai ser, podemos falar tranquilamente ou esta clinica vai virar um ringue?


Me preparava para qualquer ataque, e em caso de ataque se o médico viesse para mim com o bisturi em frente, eu já pularia para o lado para desviar e segurava o braço dele e metia já uma joelhada no queixo dele para jogar ele para tras voando, e me preparava para os proximos movimentos, se o neto tentasse algo, eu tentaria tomar uma distância dele o maximo que desse e tentaria me desviar se tivesse um ataque dele.




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Subaé
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Uma viagem para conhecimento




Narração - 13

Negócios ilegais

Saru é um bocudo, essa é a verdade. A resposta excessivamente longa do jovem cansou os ouvidos do médico sádico que se afastou com o empurrão feito com o pé, pois esperava apenas ouvir choro e lamentações.

-Que chatice essa história toda…- falou enquanto coçava o ouvido com o seu mindinho - …Tá vendo, Sano, até o neto de Zeno largou mão da marinha e você aí com esses sonhos estúpidos de justiça!

Mas Sanosuke não se importava nem um pouco com as palavras de seu avô, apenas ficou olhando o jovem Saru, com uma feição maravilhada. Era como se estivesse vendo algum ator ou cantor famoso.

-UAU!!! VOCÊ É MESMO O NETO DO GRANDE MARINHEIRO ZENO?! QUE INCRIVEL!!!!! - O ex-marinheiro agarrou Saru pelos ombros e começou a balançá-lo de um lado pro outro de tanta empolgação. Faltou só abraçar e beijar o seu rosto - O seu avó é o grande herói da marinha do East Blue! Foi ele quem derrotou os irmãos Zangyinaf, e ele também prendeu o bando de Maronbun! Tudo isso quando era apenas um recruta!! Sabia que eu tinha a carta dele da antiga coleção do all blue collection, quando eu era criancinha? Era a minha favorita!!

-CALE A BOCA, SANO!! - o seu avô gritou ao socar a mesa, enfiando a ponta do bisturi na madeira - Você se esqueceu que foi esse tal de Zeno que acabou com os meus dias de pirataria?

-Mas não foi ele também que te conseguiu uma carta de indulto? Você hoje é livre graças a ele!

-Aquele merda só me prendeu fora das celas! Era para eu e minha tripulação termos conquistado a grande rota…

Então Saru comentou sobre a expulsão de Sanosuke, e aconselhou o mesmo em relação ao que poderia fazer para reingressar na marinha.

-Você é um jovem muito inocente… tá na cara que é neto daquele marinheiro! As coisas não funcionam assim em Shells Town, sabe, a corrupção da marinha está tão impregnada nesta ilha que seria preciso expulsar todo mundo antes de fazer alguma coisa contra o Capitão Borba…Parece até ironia, mas esperar qualquer tipo de justiça nessa ilha é loucura!

-E é por isso que eu costumo fazer as coisas do meu jeito. Não me importo com quem seja, marinheiro, civil ou piratas…se for alguém ruim de verdade eu vou atrás e desço a porrada!

-Porra, Sano!! Sai com esse papinho torto pra lá!! Você tem a mente de um pirata e ainda não percebeu… Kyahahahah!

O clima que antes estava tenso, voltou a ficar descontraído. Saru poderia notar que nem o velho e nem o jovem tinham intenções de feri-lo, sendo assim, seguiram a conversar mais tranquilamente. Saru então falou que não tinha dinheiro, e propôs pagar tal ajuda com os seus conhecimentos. Mas antes de ouvir alguma resposta vinda do médico, três batidas fortes ecoaram da porta.

TOC-TOC-TOC

-Sano, atenda a porta por favor.

O jovem abriu a porta, revelando do outro lado uma figura alta e musculosa com roupas militares da cor amarela, e uma larga cicatriz que percorria todo o seu rosto.

-Boa noite, senhores! - Theodor falou ao adentrar o local, sentou-se no sofá e olhou com uma cara desconfiada para Saru - o que um marinheiro faz aqui?

-Não se importe com ele - falou, o velho - é só mais um jovem sonhador dessa nova era…e além do mais, ele prometeu ficar de boca fechada quanto ao que ver aqui dentro. Não é mesmo, Saru? - Saru notou, pelo sorriso malicioso do doutor, que aquela frase simples indicava o grande perigo em contrariar aquela afirmação.

-Muito bem, ótimo! Sendo assim, vamos aos negócios - o militar foi até a mesa ao lado da cama onda Saru estava e pegou o frasco de vidro cheio das pílulas coloridas - Essas são as drogas inibidoras?

-Exatamente, essas são as “B-Trip”, minha última invenção!! Basta uma única dose para dissipar as emoções e as vontades de alguém por uma semana! Coloque isso na bebida de seus marujos e eles trabalharão feito zumbis!! Kyahahahah!

-Perfeito!! Vou levar este frasco inteiro, assim como combinamos!

Theodor retirou um envelope de papel grosso e pesado e o colocou em cima da mesa, depois o velho doutor abriu-o e contou as cédulas em silêncio.

-Tudo em ordem.

-Agora vou embora antes que alguém note a minha presença aqui!

Então, Theodor atravessou a porta e foi embora sem nem se despedir dos outros.

-”Trabalhar como zumbis”? Que história é essa velhote, você está traficando drogas? - Sanosuke perguntou, incrédulo com o que ouvira.

-Os meus negócios não lhe dizem respeito, moleque! - olhou para Saru mais uma vez - E você, nem um piu sobre o que viu e ouviu aqui!

Sanosuke parecia muito irritado com toda aquela situação, pegou a larga espada negra e se preparou para sair da casa.

-Ei, arqueólogo. Eu vou pro bar tomar umas e abstrair toda essa história de merda, quer vir comigo?
Quatro irmãos

Enquanto isso, nos subúrbios da cidade baixa, Chloe explicava para a jovem garota o significado de pecado, assim como contou a história do orfanato, que compadeceu a jovem garotinha. Enquanto isso, Diego contava para Ryumaru sobre a sua história, e aproveitou para dizer ao garoto as verdades que acreditava sobre a organização da marinha. Ryumaru, entretanto, enfureceu-se ao ouvir tais palavras, e cortou a fala de diego com um berro.

-CALA A BOCA!! VOCÊ NÃO SABE NADA SOBRE A MARINHA, NÃO SABE O QUE TÁ FALANDO!! O MEU PAPAI ERA UM MARINHEIRO BOM, E ELE NUNCA MATOU NENHUMA CRIANÇA!!!

As lágrimas escorriam pelo rosto do jovem garoto, afinal, ouvir aquelas palavras frias de Diego fizeram a imagem que tinha de seu falecido pai virem à tona, só que desta vez maculadas por tal discurso. Por fim, quando Diego falou que eram um grupo de piratas, Tsuki correu até Ryumaru e o abraçou como se tal ato protegesse-o dos criminosos.

-Então vocês são piratas? - a garota perguntou com medo nos olhos - Os piratas mataram o nosso papai…Fiquem longe de meu irmãozinho!!

Diego finalizou o seu discurso, convidando os dois irmãos para que se unissem à jornada, mas as crianças sequer responderam. Apenas se afastaram em silêncio e ficaram observando de longe os irmãos Kaminari.

Ambos choravam silenciosamente por conta das lembranças despertas, evitavam olhar diretamente para os Kaminaris por conta das novas revelações, mas, lá no fundo, ainda sentiam algum tipo de admiração por aqueles adultos estranhos.

Depois de trocar algumas palavras com Chloe, Diego foi até o galpão e começou a analisá-lo mais de perto dando alguns soquinhos aqui e ali em busca do ponto mais frágil da estrutura.

TOC-TOC-TOC-TOC

Bateu um pouquinho em todas as laterais até que, assim que bateu no canto da parede lateral esquerda, ouviu um som um pouco mais oco do que o comum

TOOC-TOOC

Aquele era o ponto mais frágil das paredes. Então Kaminari man enfiou a sua espada com força na parede e rasgou a mesma abrindo um buraco de destroços. O buraco não era muito alto e nem muito largo, mas era totalmente possivel se esgueirar para dentro com um pouquinho de esforço… Felizmente ninguém do grupo é gordão, senão nem passava.

Quando olhassem para dentro do buraco, poderiam ver caixas e mais caixas cheias de um pó preto que chloe poderia reconhecer de longe, aquilo era pólvora.
histótico Narrador:

Ponto situação:





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Chloe Kaminari
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Um tapa bem dado
Às vezes todos precisam de um
Contar aquela parte da minha história era quase como me despir inteira frente a um estranho. Era notável ver que a garota havia entendido a gravidade da história, mas ainda sim havia algo que parecia incomodar um bocado ali; Sua atitude de correr e proteger o outro que berrava como uma gazela com meu irmão era até fofo, mas ainda sim fez a raiva subir como um fogo brando em uma floresta.

A passos lentos, direcionei minha atenção para Tsuki, a destra se elevou calma como a bruma marítima da manhã, mas a tentativa de acertar o rosto da menor seria tão pesada quanto o chicote ante o couro de um cavalo teimoso. Caso contrário, não a atingisse por algum motivo, iria encarar a mesma com completa frieza, como se tudo de ruim que sentisse pela marinha fosse voltada para aquela jovem alma— Você diz que existem marinheiros bons… Mas também existem piratas bons. — a fala saia fria em direção a garota, meus olhos, por mais irados que pudessem parecer, estavam sem emoção alguma voltada para aquela garota. — Marinheiros são a escória da humanidade. Por causa deles eu fiquei longe do meu irmão por muitos anos, e vocês querem dizer que existem “marinheiros bons”? — Havia escarnio completo na frase — Boas eram as pessoas que morreram. Boas e Inocentes.

Deixando as crianças de lado, fiquei observando o que meu irmão fazia nas paredes do prédio até ouvir um barulho estranho — Diego? — chamaria de forma calma esperando obter resposta. Se não obtivesse resposta, iria correr em direção ao barulho. Caso contrário iria andar calma em direção ao mesmo — Ok… o que temos aqui? — andei devagar até o buraco feito pelo mesmo e acabei por lembrar de suas palavras de mais cedo. — Meu amor, você quer realmente explodir esse lugarzinho? — perguntei de forma calma acariciando seu braço  — Eu acho que podemos ter um alvo muito melhor…. Muito maior para isso — esperava o mesmo falar algo e continuaria com um sorriso — Loguetown, a ilha do início e do fim — Tentava contar quantas caixas havia dentro daquele depósito.

Podemos pegar toda essa pólvora…. Levar até Tequila e pedir ajuda para fazer explosivos muito maiores. — Ria com a ideia de rever a família e ainda pedir uma ajuda para destruir a marinha — E com isso podemos ter um renome ainda maior. Mas, existe um lugarzinho de merda nessa ilha que eu gostaria muito de explodir antes de ir embora… Sabe… apenas como uma concretização do meu aviso. — Se fosse indagada sobre o lugar continuaria a falar com um sorriso felino no rosto — Uma loja mequetrefe de roupas na média shells. Você me ajudaria, meu amor?





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Diego Kaminari
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Uma Grande Mulher






Criança abusada aquela, porque um pivete pensa que tem o direito de dizer que eu não sei nada da marinha? - Eu sei muita coisa daquela merda de organização cheia de cachorros sob coleiras do governo mundial! Sei que eles os matariam se fossem ordenados para os fazerem! – Diria para os dois que nutriam agora um medo pelo fato de sermos piratas, era justo? De maneira alguma. – Vocês me mandam calar a boca e dizem que nem todo marinheiro é ruim por conta do pai de vocês, mas abrem a boca da mesma forma para fazer a mesma coisa conosco? Porque vocês podem fazer como os outros, aquilo que não querem que façam com vocês? – Diria sério e logo voltaria a andar ao lado de Chloe. – Nem todo pirata é mau, assim como nem todo marinheiro é bom... A diferença é que ser pirata te dar a opção de escolher por si mesmo o que é bom e o que é ruim.


Após chegarmos ao local rapidamente comecei a executar meu plano, se tem uma coisa que é melhor que construir algo forte, é mostrar que conseguimos destruir esse mesmo objeto. Umas palmadas lá, uns toques aqui... E pronto. Finquei minha espada e rapidamente vi parte da estrutura indo a baixo, o buraco não era largo ou alto, era apenas o necessário e nas condições que estávamos o necessário era o suficiente. Chloe andou e olhou por dentro do buraco e sua expressão era tão satisfatória que mais parecia que a marinha fizera um estoque de fotos minhas. Suas palavras se seguiam como a música mais bela, não somente por ela ser o ser mais incrivelmente lindo deste mundo, mas, porque continham um sentido inegável. Loguetown era a cidade que esteve sempre em holofote e nosso atentando seria muito mais visível se fosse feito lá do que nessa ilhazinha... Eu estava afobado em minhas ideias e criam uma situação sem pensar em melhores opções. – Você tem razão meu amor... É por isso que dizem que por trás de um grande homem tem sempre uma grandiosa mulher. – Diria a abraçando e selando seus lábios com um beijo. – Mas olha o que temos aqui... Isso é mais pólvora que precisamos para nosso plano futuro, creio que podemos usar para explodir esse lugar... Então, claro que te ajudo! Mas também tenho outro lugar que gostaria de mandar pelos ares. – Diria então lembrando de toda a merda que aquele velho farmacêutico me fez passar. – Pegamos essa pólvora e levamos tudo que pudermos para o navio, depois e so separar um pouco e partimos para a tal loja. Após roubarmos tudo que pudermos, nos explodimos o que chamara a atenção para aquele ponto da cidade e assim poderemos ter mais chances de chagar a farmácia e fazer o mesmo com ela. Por fim é so voltar para o navio e partir rumo a Tequila, tudo certo? – Perguntaria para minha irmã sorrindo e ansioso para que tudo que imaginei se tornasse realidade.


De início tentaria então entrar pelo buraco e ir passando pelo mesmo o máximo de caixas de pólvora que conseguisse. Ficaria com todos os meus sentidos ligados para que não fossemos descobertos antes de estarmos bem longe daqui, caso alguém entrasse no galpão iria tentar me esconder entre as caixas e se me fosse dado a oportunidade, tentaria apagar a pessoa batendo o cabo da espada em sua cabeça. No entanto, caso não tivesse problema iria terminar de atravessar as caixas e então partiria para o navio carregando tudo que conseguisse da maneira mais discreta que conseguisse, caso fosse parado iria me passar por um funcionário do porto que estaria fazendo o serviço pesado para algum marinheiro preguiçoso.


- Desculpe-me, somos apenas viajantes que aceitaram um serviço de um marinheiro aparentemente cansado demais para realiza-lo. Estamos recebendo umas moedas em troca para podermos passar a noite de maneira mais confortável. Você pode confirmar tudo isso indo no quartel principal, era para lá que ele me falou para ir buscar o pagamento...


Se até o momento tudo tivesse dado certo até aquele ponto, iria então rumo a loja de roupas juntamente a minha irmã, claro que usaria de becos e lugares escuros para disfarçar que carregamento usaríamos em nosso show de fogos. Se chegássemos ao local iria então buscar uma porta dos fundos, janelas, ou qualquer coisa que servisse de entrada para então adentrar o local. Sempre iria ficar de olha em alarmes, ou seguranças, caso contassem com isso por lá, meu foco era achar o máximo de dinheiro que conseguisse.



Histórico:



Resumo da Ficha:




Objetivos
● Proeficiencia Escultura (  )

● Proeficiencia Marcenaria (  )

● Preficiencia Discurdo (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )







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Saru
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Apos afastar o médico doido eu estaria preparado para caso desse para o torto, mas ouvia ele a comentar sobre a história enquanto coçava o ouvido -Ahh tu acha, imagina para mim, pessoa me ajuda com ferimentos e depois me aponta um bisturi. Logo de imediato ele comentava de meu avô para seu neto. -Tu conheces meu avô? – Comentava porque a forma como falou, pareceu que conhecia, olhava para Sano e ele parecia estranho


— Alo tu estas bem? Do nada ele pegava em mim e gritava sobre eu ser neto do Zeno quase com ânimo.— O que pensas que tas a fazer, não sou nenhum boneco, me larga. Dizia com o pe na cara dele até me soltar. Ele não reclamava pelo pe na cara, apenas seguia falando do meu avô e os feitos dele — Quê? Existe cartas de coleçao, eu sabia dos feitos dele, mas que existe cartas não sabia.


Em seguida apos eu falar o Médico gritava para o neto, quase que me sentia em casa rs, mas foi então que o velho do Sano falava algo que me deixou supreso. — Ihh tenho nada a ver com isso não… pera tu era pirata.


Olho para Sano (ex-Marinha) e olho para o médico (ex-pirata) e coloco a mao na cara -Oww familia reversa, que familia mais estranha. Dizia de braços cruzados olhando para os dois.O velho me chamava inocente e criticava meu avô, ao mesmo tempo que ele falava da ilha e da corrupçao — Não precisa expulsar todo mundo, apenas precisa de desacrebiltar esse capitao, e fazer eles virarem contra, além disso como tu falaste que tem corrupçao, e eu respondo quem não gostaria de virar capitao.


Sano rebatia o seu velho e ele respondia de volta e eu ficava assistindo eles se auto argumentando os dois, até que o clima deixou de ser tenso e ficou um clima tranquilo de papo e de repente tinha barulho na porta, e Sano teria ido abrir.Ai entrava um homem tinha roupa estranha, mas ao mesmo tempo, tinha um estilo militar, mas nunca vi antes, ele tinha uma cicatriz na cara, ao dar boa noite eu logo respondia — Como assim boa noite, já é de noite? Ele olhava para mim meio de canto quase como desconfia se e questionava — Isto por acaso não é uma clínica? Respondia.



Mas o velho respondia ao cara com cicatriz e tambem falava sobre eu ficar de boca fechada — Tenho nada a ver com isso, so quero descansar. — Me deitaria na cama de volta, colocava a minha venda nos olhos que tava escondia no chapeu.Eu ouvia eles a falar, tal como ouvia o frasco a ser pego, logo imaginei ser as dos comprimidos coloridoa assim que o militar comentou sobre as drogas eu falaria — So não toma a azul. Eles seguiam falando entre si.A explicaçao do médico foi bem explicita, embora fosse ruim dar tal coisa para as pessoas.


Ele pagava e ia embora, e sem demorar ouvia Sano questionando o velho, e velho falava para mim na qual eu estaria calado, e eu respondia -Eu não vi nada nem ouvi nada, mas tenho uma pergunta, já que tens negócios estranhos, tu não terias por ai sla, talvez mais 2 ou 3 uniformes da marinha por ai, ou conseguires uns. Dizia meio atirando para o ar como se fosse um pedido em forma de pergunta, se ele tivesse eu pedia para ele guardar para mim, se ele não tivesse eu perguntaria se daria como ele arranjar, se não tivesse nenhum jeito ou ele quisesse tambem não teria problema eu tentaria de outra forma.


Sano parecia irritado e ele pegava na espada negra, na qual me deixava curioso porque ele carregava ela se ele parecia um lutador forte.— Ei, arqueólogo. Eu vou pro bar tomar umas e abstrair toda essa história de merda, quer vir comigo?Levantava a minha venda e espreitava com o olho para o Sano, e já que eu estaria recuperado eu me levantava, colocava a minha fenda de novo para cima e me levantava da cama.— Preciso tirar esta roupa de marinheiro primeiro, senao pode dar ruim.Rapidamente tirava a roupa e procurava pela clínica alguma mochila sacola e se tivesse eu pegava ela e guardava a roupa se não tivesse eu guardava debaixo da cama e dizia que logo vinha pegar.


Chegando perto da porta eu logo falaria para o Sano -Ok vamos ao bar beber algum, conversar um pouco, mas tu paga, e depois queria que viesses comigo a um lugar para te mostrar uma coisa.Dito isso eu sairia da clínica e iria ao bar junto com o Sano, ora enquanto iamos a caminho do bar eu ia meio vendo ele carregando a espada — Hm porque andas passeando com isso por ai, tu pareces ser um bom lutador, não era mais facil usar as maos? Comentava sobre.


Chegando ao bar eu esperava que Sano pedisse algo para nois, ao pedir eu pegaria e bebia até brindaria com Sano, pouco depois eu falaria — Vamos tem um lugar que tu precisas de ver. Esperava que ele me seguisse, e eu não levaria ele nada mais nada menos que para o lugar dos armazens.— Achei curioso a semelhança entre sua familia e a minha, e sinceramente eu mais do que ninguem sei que nem todos são ruins, é facil julgar, marinheiros, piratas, bons e maus, mas nem sempre todos entendem, tu neto de um pirata, eu neto e filho da marinha ambos herois da marinha de alto rank, e dizem que marinheiros são ruins alguns são, fui criado e ensinado para seguir digamos o negócio da familia, mas sabes porque não segui? Bom eu sempre ouvi historias e lendas pela minha mae e avo, e eu quero descobrir tudo isso se é realmente verdade ou se são apenas historias e lendas, e apesar que meu avo não entende, na marinha acho que não ia conseguir explorar tudo pelo mundo.


Eu falaria tudo meio olhando para o ceu -Mas isso e um sonho ou desejo, mas eu tambem tenho uma ambiçao ou digamos um desejo diferente, me tornar um ou o melhor lutador dos mares, e te conhecendo eu decidi que vens comigo e com uns companheiros explorar o mundo, alem que tou curioso em saber como tu lutas ou quao forte es.Se ele falase algo ou reclama- se pela deciçao sem perguntar a ele eu logo responderia. — Calma calma, uma das razoes por virmos aqui e para um desafio, se eu perder tu vens comigo, navegar junto com uns amigos se tu ganhares eu te ajudo com a marinha a  outra é para tu conheceres depois umas pessoas. Eu sorria porque para a pessoa podia ser estranho ai caso ele se questiona se sobre ou se não faria sentido eu respondia — Bom é simples, se tu quizer voltar é so ser derrotado, e se não quizer é so me vencer é sua opçao, apesar que eu tenho 100% certeza que tu não me ganhas em combate entao ta tudo certo ne.


Eu ria ele poderia achar meio estranho ou arrogante em estar me achando e talvez ele se achava que ganharia alem disso quem não ia se achar ne, entao afirmava -Ok concordas, tens a certeza, queres tentar? Assim que ele concordase eu fazia uma encarada bem seria -Vamos la entao que comece a lutar. Eu fazia pose de luta e assim que ele desse sinal de ataque eu levantaria a mao -Ok eu desisto tu ganhaste eu perdi, agora vamos temos mais que fazer, aposta é aposta perdi vamos navegar ta decidido.
Eu ria -Agora serio, existe muita coisa por ai, nem tou tentando te convencer, mas tu parece admirar meu avo ne, nao gostarias de saber tambem se as historias dele ou lendas quais sao verdade, eu posso te mostrar isso, alem disso tu ganhou entao combinado é combinado tu concordou agora vamos, tens umas pessoasinhas  que eu te queria apresentar.




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Tanaka
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Depois de ouvir as palavras da garotinha Chloe é tomada pela raiva e caminha em direção aos dois dando a passos firmes, a medida que ia se aproximando a garotinha ia ficando cada vez mais acuada e apertava seu irmão com mais força, mas Ryumaru encara a mulher com raiva e o olhar cheio de lagrima como se a desafiasse não se intimidando pelo olhar frio da pirata, é quando vem o tapa, o som é agudo e um completo silencio toma conta do local, Tsuki leva sua mão ao rosto e fica perplexa com o que aconteceu e seus olhos começam a lagrimejar, Ryumaru se enfurece ainda mais e tenta avançar contra Chloe, mas é segurado por sua irmã que agora só esperava que os piratas fossem embora.

As palavras de Diego em seguida só servem para deixar o garotinho ainda mais irritado que começa a gritar – VÃO EMBORA!!, PIRATAS MALDITOS. – E é o que eles fazem, após encontra uma quantidade de pólvora bastante significativa os depois comemoram com um beijo e em seguida carregam o que podem consigo, o plano era levar os barris par ao navio e de lá praticar alguns atentados em busca de renome, os dois então conseguem sair do lugar sem problemas deixando os dois irmãos para trás.

O caminho dos dois até o navio é tranquilo e sem obstáculos, eles chegam ate o navio para em seguida então ir ate seus alvos.

Enquanto isso Saru e Sano vão para um bar para ter uma boa conversa, ao chegar Sano já pede 2 canecas de cerveja para os dois mostrando dois dedos para a garçonete que sinaliza positivamente com a cabeça, ela trás as bebidas e os dois brindam e bebem rapidamente, Sano pede mais duas, mas dessa vez não daria tempo pois Saru já pede para que o homem o seguisse a outro lugar.

- Mas...mas acabamos de chegar, eu ainda to com sede. –

Sem entender nada e meio que resmungando por não poder ter bebido mais um ele segue Saru ate a parte de trás do bar onde só havia os dois, lá o jovem começa explicando sua vida e seus objetivos, Sano somente coça a cabeça de olhos fechados enquanto escuta tudo, ele somente abre os olhos e encara o rapaz quando o mesmo sita que queria ver o quão forte ele era.

- Como assim? Se você perder eu vou com você e se eu ganhar você me ajuda com a marinha? É o mesmo diabo de coisa, você está propondo que eu ganhe em ambas, mas oferece propostas diferentes, o quanto você bebeu? –

Saru tenta explicar melhor, mas só confundi ainda mais a cabecinha de Sano e a minha também, mas mesmo sem entende direito o ex-marinheiro concorda com o embate, ele segura sua espada firmemente e se prepara para a luta, ambos estão em posição de combate, mas quando Sano avança Saru levanta suas mãos e desiste.
- Ouxi?? O que diabos é isso?

Saru declara o fim do embate e diz que agora o sujeito vem com ele, Sano fica novamente embasbacado e sem entender nada do que aconteceu, mas as palavras de Saru parecem ser suficientes para que ele aceitasse pelo menos segui-lo por enquanto para conhecer as tais pessoas que eles tanto fala.

- Ok, mas antes. Quero mais cerveja...que cara doido!!
Diego Kaminari
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Grande Saldão






As crianças ficaram profundamente abaladas com nossas atitudes e com nossos ideais, isso tudo me faz perguntar, o quão profundo esses ensinamentos perversos estão estrados nos jovens de hoje em dia? Eu esperava ouvir coisas parecidas de filhos de nobres, mas jamais de crianças que vivem em condições de miséria e sofrimento... Nunca de dois pequenos seres que se amam, mas que apenas aceitam as barreiras que todos colocam em seus caminhos. Eu realmente espero que eles possam ver a verdade e aproveitar todo o tempo que para mim, foi perdido, eles se amam e nunca serão felizes de verdade enquanto viveram para os outros ao invés de para eles mesmos.


Apesar de meus devaneios sobre tudo, nos chegamos no navio em segurança de maneira rápida que mal vi passar. Todavia minha mente não poderia estar em outro lugar senão em nosso novo plano, o maldito dono da loja de roupas ousou ofender a mais bela mulher dessa ilha? Então me sinto livre para explodir sua “belíssima” loja, os pobres podem não ser bons compradores, mas o fogo... O fogo leva tudo, de fato naquela noite, teremos uma “queima de estoque”.


Iria esperar que Chloe preparasse tudo que precisaria para nosso plano e em seguido partiria para a loja de roupas, iria esconder qualquer coisa incriminadora em minhas vestes e por garantia iria utilizar das sombras para não chamar atenção. Desviaria de todas as rondas da marinha caso encontrasse com alguma no caminho, se fosse necessário iria me esconder para deixá-los passar. Uma vez na loja, tentaria procurar alguma porta dos fundos, janelas, buracos, qualquer coisa que me possibilitaria de adentrar o local, assim como procuraria sinais se o lugar teria alarmes, seguranças, ou medidas de prevenção que poderiam atrapalhar meus planos. Caso encontrasse uma forma, entraria dando preferencia ao que causaria menos dano, mas se fosse necessário iria tentar arrombar a fechadura. Uma vez dentro eu seria rápido e iria direto em busca de todo dinheiro que poderia encontrar, caixas registradoras, cofres, escritórios, minha busca não seria apenas para dinheiro, mas buscaria em igual tesouros como peças de ouro ou coisas que poderia valer algo. Também atribuiria a tarefa para que minha irmã posicionasse os explosivos.


- Meu amor, posicione os explosivos e deixa o dinheiro comigo, tudo bem? - Diria sorrindo animado de estar fazendo aquilo com ela.


Tentaria fugir pelos fundos ou pelo mesmo lugar que entramos e esperava que ambos se tratassem do mesmo lugar, não queria perder meu tempo lutando ali sendo que ainda tinha uma farmácia para explodir. Minha noite estava corrida, mas não posso ignorar que alguém poderia estar lá ou mesmo chegar para nos impedir como os imprestáveis marinheiros. Nesse caso iria desviar com saltos para qualquer um dos lados que melhor fosse, meu intuito era sempre colocar mais objetos entre mim e meus agressores, caso não fosse possível desviar iria então tentar bloquear com minha grande espada na diagonal ou que me daria defesa para a maioria das possíveis direções de ataque. Se me fosse possível iria tentar lançar um contra golpe girando meu corpo e acertando golpes de espada na retaguarda dos inimigos, o mesmo aconteceria caso eu fosse ferido de alguma forma por armas brancas. Caso o problema fosse os atiradores... Bem, aí seria responsabilidade de Chloe, nesse caso iria tentar achar formas de cobrir nossa fuga usando balcões e paredes como cobertura.


No fim de tudo caso conseguisse, seria apreciar um lindo show de fogos de artifício enquanto voltava para o navio para então guardar os espólios adquiridos.



Histórico:



Resumo da Ficha:




Objetivos
● Proeficiencia Escultura (x)

● Proeficiencia Marcenaria (x)

● Preficiencia Discurdo (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )







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Chloe Kaminari
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Chloe KaminariEstagiário
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Uma faísca
Um enorme Kabum
Uma risada suave saiu de meus lábios, nunca havia pensado na possibilidade de ganhar tantos elogios de meu amado irmão. Com calma, coletava toda a pólvora que conseguisse e colocaria em saquinhos específicos para levar até o barco. Se fosse possível, iria pedir para que Diego levasse ao menos um ou dois barris ou caixas de pólvoras para o barco. Ainda estando no local, procuraria outros ingredientes para fazer um explosivo forte o suficiente para derrubar a estrutura desejada, entretanto apenas ela. Não queria que outras pessoas acabassem machucadas no processo. Entretanto não dá para fazer uma omelete sem quebrar alguns ovos.

No barco, iria primeiramente ajudar a guardar a pólvora num lugar seguro onde pudesse ficar seca e longe de qualquer tipo de chama ou faísca. Com isso em mente, peguei alguns dos saquinhos que havia conseguido encher e junto com os demais ingredientes, fui em direção a cozinha para começar os preparativos, já que lá era o único lugar onde poderia fazer minhas pequenas… misturas.

Meu amor, eu vou preparar os explosivos, mas talvez não dê pra usar muita coisa… Precisamos levar para Logue… — brinquei. Com o tempo que ficaria na cozinha, tentaria fazer o máximo de explosivos que conseguisse. Iria pegar um recipiente cilíndrico, caso tivesse achado o mesmo junto a pólvora, caso contrário iria usar papel ou até mesmo garrafas que não estivessem cheias. Iria selar bem as bombas caseiras de forma que nenhum resquício de substrato explosivo fosse desperdiçado. Depois de tudo finalizado, procuraria uma bolsa que pudesse levar os explosivos, fios e fósforos se fosse preciso. Além de garrafas de álcool que havia comprado mais cedo junto aos alimentos que agora abasteciam o barco. Junto a Diego, usaria a escuridão ao meu lado e tentaria andar furtivamente pela mesma, usando a audição aguçada para prestar muita atenção pelo caminho a qualquer pequeno detalhe. Caso não conseguisse chegar sem problemas e precisasse me defender de alguma forma, usaria ainda a escuridão para que não fosse notada pelos algozes e atiraria principalmente em suas mãos para incapacitar os mesmos.

Quando conseguisse chegar no local, olharia para meu irmão com carinho e sorrindo — Vou colocar tudo nos pontos certos, mas se eu tiver que acender por algum motivo… você tem no máximo três segundos para correr muito. — Avisei de forma calma e coloquei os explosivos usando a escuridão mais uma vez como minha companheira. Colocaria nos quatro pontos da loja e escreveria uma mensagem primeiramente com carvão previamente pego no navio, depois molharia o mesmo no álcool e óleo para que posteriormente pegasse fogo.  A frase escrita ficaria secreta até que as chamas se fizessem presentes.

Após aquilo, entraria na loja com cuidado para não disparar nenhum alarme usando o mesmo local em que meu irmão tivesse usado para entrar. Enquanto o mesmo estivesse buscando o dinheiro e joias preciosas, eu pegaria todo o restante da loja, buscando também bolsas e mochilas para colocar tudo, desde roupas masculinas e femininas e seus sapatos, até qualquer outro adereço ou produto de beleza ( maquiagens… perfumes… etc) que houvesse ali dentro.

Caso indagada por diego, iria sorrir para o mesmo e responderia em um sussurro sensual — Ta achando mesmo que eu iria deixar essas roupas aqui? Eu vou aproveitar para vender… Mas antes vou separar as que eu gostar para mim.   —  Esperaria o tempo necessário, acenderia o pavio dos explosivos e deixaria tudo queimar.

Caso desse certo, a mensagem apareceria pouco depois, mantendo as chamas por um tempo até que o óleo e o álcool fossem consumidos por completo.

Eu avisei… ninguém mais comprará aqui!.

       Ass : Chloe Kaminari. A dama Branca





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Saru
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Eu ria ao ver Sano confuso, o mesmo pergunta o que teria sido aquilo e eu respondia rindo -Se chama paradoxo opcional.


Me preparava para andar Sano parecia ter aceitado me seguir, mas ele queria beber antes. — Ta, Ta vamos ao bar de novo beber mais um pouco, além disso é tu que ta pagando mesmo, mas é so mais 1 depois temos que ir embora, quero te apresentar umas pessoas, além que preciso de ir a um lugar antes entao vamos ser rapidos.


E assim fiz, entrei no bar de novo junto com Sano e bebemos mais um pouco, e passariamos la uns minutos e eu logo falaria para Sano
-Ei ta na hora, preciso pegar a sacola na clínica e vamos num lugar primeiro. Dito isso eu logo me preparava para sair do bar, esperando Sano vir junto, fazíamos duas paragens uma na clínica para eu pegar minha sacola, e outra nos armazéns onde eu esperava encontrar as crianças.


Que no caso assim que eu visse eles eu logo sorria -Chegueii, e aí acharam os manos cade eles?Assim que eles me dissesem ou contassem sobre eles terem ido embora eu logo reagia -O quê?? Já devia esperar. Dizia suspirando.



Eu me lembrava da suposta prenda para Ryumaru e da minha sacola eu tirava o chapeu da marinha -Ohh aqui minha prenda para ti, queres ser marinheiro, tu que sabe eu não aconcelho, mas se é o teu sonho tudo bem, mas pelo menos tenta ser alguem limpo se é que eu me faço entender, se realmente quizeres isso, procura alguem chamado de Zeno, ele vive em Dawn, único que pode te ensinar a ser um marinheiro “limpo” e forte, mas aviso já não vai ser facil meu avô e um treinador osso duro viu.


Disse meio sorrindo, e para finalizar eu daria para a irma dele o lenço da marinha. — Pronto agora vocês ficam a combinar, por favor ve se este idiota berrante não se mete em confusao tentem não se matarem ta, vivam cresçam e quando tiverem preparados visitem Dawn e puderam ter uma vida melhor la seram cuidados e alimentados um pouco melhor.

Olhava um pouco melhor para a irmazinha e falava -Se na altura alguem la perguntar digam que fui eu que mandei voces la a não ser que sejam marinha aí não fui eu não, mas se for alguem chamado Zeno aí sim, podem dizer que fui eu…quero dizer vejam se ele não ta brabo primeiro ok. Eu já teria imaginado meu avô puto e as crianças falarem sobre eu mandar eles -É melhor ver se ele não ta puto primeiro ok.


Olhava para os armazens e para as pessoas la e comentaria para o Sano -Ta vendo, este lugar não e muito diferente de onde cresci, somos parecidos e, ao mesmo tempo diferentes, já viste o mundo da marinha pelo menos nesta ilha agora ta na hora de conheceres o mundo de fora, e para isso eu vou te mostrar.


Eu virava costas as crianças apos dar um cafune aos dois e acenar
-Se comportem e leiam os jornais sempre que puderem, talvez tenham notícias minhas… Vamos Sano temos que ir, quero chegar a hora da Janta.


Caminharia de volta para o barco, esperando não demorar muito no retorno se Sano fala se algo eu ouviria, assim que retorna se ao barco eu já chegaria gritando -Chegueiiii. Se eles falassem algo sobre a demora eu logo fazia e contava o meu drama
-Eu tive um contratempo, fui atacado por subir um telhado injustamente pela marinha, lutei tirei a roupa e chutei uns quantos marinheiros, tentei roubar a roupa deles roubei de dois uma deles era marinheira deixei ela no telhado semi pela...nao pera, onde que eu deixei ela mesmo? Enfim fiquei ferido passei mal perdi sentidos ai o cara me encontrou me levou ao avô que me tratou, quase briguei com o avô dele, porque conhecia meu avo tiveram briga foi pirata e derrotado pelo meu avo, ai teve umas coisas que ele ficou puto com o avo dele ai fomos para o bar.


Dava uma respirada fundo e continuava -Ai bebemos convenci ele a vir comigo e ir com nois viajar ah sim este é Sano ex -marinheiro e neto de um pirata rs. Dizia dando uma pequena risada sobre isso pois eles iriam achar familiar.-Ah e não consegui a roupa, mass achei polvora inclusive voces conheceram as crianças que encontrei e pedi para vos acharem não foi, eu já me despedi deles, meu avo vai adorar elas rs mais duas para ele se distrair, agora estou com fomee cade a janta?. Dizia olhando pelo barco.



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