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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

2° - De Dawn a Shells - Uma viagem para conhecimento.

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Sasha
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Sasha
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Relembrando a primeira mensagem :

2° - De Dawn a Shells - Uma viagem para conhecimento.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Diego Kaminari , Chloe Kaminari , Kuro Tempest  e SIlver D Saru. A qual não possui narrador definido.

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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário
E vamos as compras!
Ou ao menos procurar nossos alvos
Uma entrada... uma saída... era tudo o que tinha naquela maldita loja. Uma pequena chance de sair intacta do local, oito balas dentro do pente da arma; mas ainda não seria o momento para grandes estardalhaços dentro daquela ilha.  O dinheiro no fundo da loja, uma enorme gama de vestimentas das mais variadas e apenas uma maldita porta protegida por alguém que definitivamente não parecia querer estar naquele lugar.

Da porta o segurança parecia não querer muito falar sobre o lindo galeão que estava agora em frangalhos, mas o sorridente vendedor soprava em meus ouvidos as doces informações a fim de saciar minha curiosidade. O que me irritou bastante ao ponto de produzir uma meia careta disfarçada foi o fato do homem “forçar” que sua segurança era a melhor daquele mar... ” Pobre alma perdida.... " o pensamento logo deu um lugar a um sorriso com a bela resposta a enaltecer a embarcação — E que batalha deve ter sido. Quando cheguei aquele belo monumento marítimo estava em seus piores dias. — As informações iam despertando minha curiosidade. Aquele homem era como um livro belo a ser lido e se pudesse iria desbravar cada suave linha até saciar meu desejo de conhecimento — Que infame criatura a querer roubar em um lugar tão bem armado e protegido. Só pode ter sido um louco mesmo, espero que esteja preso "Ou morto... " Sua língua solta ia tecendo as tramas do jeito desejado, mas uma pergunta me pegou de calça arriada — Bem, na verdade eu sou cozinheira em um pequeno navio. Vivemos eu e meu irmão e alguns amigos. Queríamos conhecer as maravilhas de outras ilhas, assim como as maravilhas culinárias. — com a ultima palavra, lentamente passava a língua por entre os lábios de forma sensual a fim de mostrar uma luxuria existente apenas pela cozinha.

Terra e Jacobi conversavam sobre as roupas e logo senti certa hostilidade quanto ao nome de meu amado irmão — O que foi mona? Está enjoada? Ou só com ciúmes que ainda não conseguiu o saruzinho pra você — brincava a ponto de deixar o afeminado sem graça.  O homem falava sobre o preço e logo fiz um biquinho suave e sensual para o mesmo — Poxa, nenhum desconto para uma moça bonita? Ou duas? Ou um rapaz bonito? Vai que você não goste de moças..., mas seu amigo pode gostar... — Começava a gargalhar sozinha pegando as peças femininas do balcão — Será que tem um lugar onde eu possa me trocar? — perguntava olhando bem séria para o homem. Caso houvesse iria trocar de roupas calmamente, caso contrário, iria apenas guardar as peças — Olha, se não quiser fazer um desconto, eu posso lhe convencer da melhor forma que eu conheço... — dava uma pausa dramática de forma proposital — Com comida é claro. Eu preparo algo delicioso para o senhor e seu segurança e com essa nota você me dá um desconto, o que acha?   — Em caso de negativa por parte do homem iria tentar uma segunda vez o pedido de desconto, em caso de nova negativa, iria apenas pagar o combinado e sair da loja de cara fechada — Nossa... que senhor ruim. Vou falar para todas as minhas amigas de Dawn e Tequila Wolf não virem aqui. Essa é a pior loja de todo East Blue que existe.

Se a resposta fosse positiva, a fala seria completamente diferente — Nossa... Que ótimo homem, que roupas mais bem feitas. Vou dizer a todos que conheço que essa é a MELHOR loja de todo East Blue que existe. — a entonação de grandeza conforme falava seria na intenção de enaltecer a loja em toda sua simplicidade. No fim das compras, meu foco agora seria uma livraria ou biblioteca onde pudesse ler algumas coisas e comprar outros livros de ambas as listas que me foram dadas.


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Subaé
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Subaé
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Uma viagem para conhecimento




Narração - 04

Chloe

O vendedor contou toda a situação do Vivácia para Chloe que demonstrava-se bem curiosa quanto ao conflito que houve naquela embarcação. A mulher comentava sobre a falta de discernimento do cujo ladrão em ter roubado uma embarcação tão bela e protegida.

-Oh sim, aquele grupo de ladrões certamente não tinham a menor noção do perigo! Ouvi dizer que as peles que tentaram roubar vieram de Tequila Wolf, sabe, lá é muito frio e por isso os tecidos são de altíssima qualidade! Mas eu vou te falar, viu, o povo daquele lugar  me dá arrepios!!

Chloe contou sobre si e sobre a viagem que ela e seus companheiros estão fazendo, sem expor o fato de que são aspirantes à piratas, obviamente.

-Oh, que maravilhoso!! eu acho a gastronomia uma profissão tão maravilhosa!!! HaHaHaHa!! Quando eu era mais jovem eu sonhava em ser cozinheiro, mas acabei tendo que tomar conta da loja da minha família…Não é mesmo Steeve? - falou ao olhar para o segurança careca.

Steeve olhou com desdém para o vendedor e então disse - Não me envolva nessas conversinhas sem sentido…Só estou aqui para arrebentar a cara de ladrões descarados - E então virou a cara e observou Chloe com um olhar tão penetrante que poderia vir a incomodar a mulher.

Quando Jacob e Terra trouxeram as roupas, o vendedor anotou a conta e mostrou a nota fiscal para Chloe que quase infartou ao ver o preço salgado. A mulher até tentou chorar um desconto, prometendo fazer propaganda gratuita da loja pelos mares. Mas infelizmente a falta de experiência em barganhas e o pouco domínio da lábia não deram os resultados esperados.

-Desculpe, meu bem. Mas o preço é esse aqui mesmo! - o vendedor falou ao fechar a cara pela primeira vez - Isso aqui é uma loja séria e temos impostos para pagar. Não posso ficar fazendo descontos a torto e a direita!

Chloe reclamou mais ainda sobre aquele preço abusivo, pagou, pegou as roupas e se vestiu no provador. Depois, foi embora jurando falar mal do estabelecimento para todas as suas amigas.

-VAI LÁ MONA! PODE FALAR MAL! MINHA LOJA TEM GLAMOUR E FAMA A ANOS, NÃO É A RECLAMAÇÃO DE UMA COZINHEIRA POBRETONA QUE VAI ME FAZER PERDER CLIENTES!!!
Saru

Os gritos roucos do garoto empolgado faziam os ouvidos de Silver D. Saru doerem. Sendo assim, o jovem não teve outra alternativa a não ser pedir para que o garoto parasse de gritar…Mas quem disse que o garoto se importou com esse pedido?
Enquanto isso, Tsuki ria por conta da “dica” dada por Saru.

-Vou anotar isso aí. HaHaHaHa!! Ouviu né, Ryumaru? Nada de café ou açúcar para você!!

-MAS EU NÃO GOSTO DE CAFÉ MESMO!! TÔ NEM AÍ! - falou em resposta enquanto praticava os pulos de uma caixa para a outra - OLHA MOÇO!! EU TÔ CONSEGUINDO!!- falou ao pousar na caixa.

Quando Saru notou as inscrições de advertência no caixote, foi até Ryumaru e perguntou onde havia encontrado os mesmos.

-EU ACHEI ELES LÁ DO LADO DO GALPÃO DOS FUNDOS - e então apontou para um galpão de cor azul escuro - MAS NÃO FALA PRA NINGUÉM QUE EU PEGUEI ELES LÁ, TÁ BOM?

Ao analisar os caixotes, Saru poderia notar que eles estavam vazios (O que é meio óbvio né? afinal, marinheiros não deixariam mercadorias à toa por aí). Entretanto, ainda havia um tal de pó preto que estava impregnado nas frestas da madeira do caixote.

Se Saru cheirasse aquele pó negro, perceberia que o cheiro era o mesmo de…pólvora.

-Não… o único galpão habitado é aquele lá onde a gente vive… e ele só é havitado porque o dono deu ele pra a gente depois que a parede caiu - a garota respondeu quando Saru perguntou sobre os galpões - Todos os outros devem estar cheios de mercadorias ou trecos estranhos, mas não dá pra saber porque eles sempre estão trancados.

Por fim, Saru perguntou sobre as duas torres azuis que se destacavam no centro da ilha.

-ISSO MESMO, ELES SÃO PRÉDIOS DA MARINHA!!! UM DIA EU VOU TRABALHAR LÁ - mas quando Saru perguntou o motivo de serem duas torres a resposta foi simples e curta - EU SEI LÁ! PERGUNTA PRA QUEM FEZ.
Diego

O farmacêutico ouviu as palavras de Diego sem esboçar nenhuma expressão. Mas quando o rapaz estava saindo pela porta da farmácia, o velho disse - Não te julguei pela aparência, meu jovem. Mas já vivi tempo demais para saber quando alguém está escondendo algo de mim! Espero que tenha sorte em conseguir a sua licença, caso contrário, este velho caquético aqui terá prazer em te enxotar para fora…A prefeitura fica logo em frente àquelas duas torres azuis, boa sorte.

O sorriso do velho era maldoso e irônico. Talvez aquele homem não tenha nada melhor para fazer do que pirraçar os próprios clientes…A velhice é um porre.

Diego seguiu por Shells Town, subindo as ruas da cidade até chegar na alta-shells, onde as torres gêmeas da marinha estavam. Lá encontrou uma bela construção branca de quatro andares, aquela era a prefeitura, e de dentro dela saíam três filas descomunalmente grandes.

Lá, no lado de fora, havia alguns atendentes com crachás, responsáveis por designar cada civil para o setor onde seria melhor atendido. Um dos atendentes notou a aproximação de Diego e então foi até ele sem demora.

-Olá senhor, o que você deseja?

O jovem Kaminari “explicou” (ou melhor, mentiu sobre) o seu plano para o atendente, que se emocionou bastante por conta da história nobre que Diego lhe contou.

-Nossa! O mundo precisa de mais gente igual a vocês! É tão lindo ver gente boa assim nesse mundo infestado de piratas sujos e cruéis! - O homem sorriu genuinamente diante daquela mentira deslavada - Venha, eu vou te guiar até a fila de regulamentação de drogas e químicos.

O atendente levou Diego para a fila que ficava mais à esquerda, e para o alívio do aspirante à pirata aquela era a menor fila, havia apenas umas 23 pessoas na sua frente.

-Isso será rápido, o homem falou, essa fila nunca costuma ficar parada então pode ficar tranquilo, okay?

Mal o homem havia terminado de falar, quando um estrondo foi ouvido dentro da prefeitura.
As vozes da multidão na fila abafaram a confusão que ocorria lá dentro, impossibilitando que Diego pudesse entender o que estava acontecendo.

Por fim, uma pessoa saiu voando pela janela do térreo que se espatifou com o choque do corpo.

Era um velho, todo ensanguentado e com os dois olhos roxos. As pessoas berravam e suspiravam, assustadas com tudo aquilo. e para o espanto de Diego (e de todos os outros presentes) quem saiu pela porta da prefeitura foi um marinheiro de cabelos negros que vestia uma farda com a inscrição “mau” em suas costas.

O marinheiro andou diretamente até o velho ensanguentado que já estava de pé. Quando o marinheiro chegou próximo ao velho, deu um peteleco em sua testa que foi tão forte que o arremessou no chão novamente.

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-Escute bem, desgraçado! Essa foi a última vez que você assediou aquelas garotinhas do parque - e então começou a surrar a cara do homem sem parar.

-Me perdo….ai… você é um marinh…ui…não pod…fazer iss..aaaah.

O marinheiro não parou de esmurrar o velho em momento nenhum, tanto que suas mãos já estavam totalmente vermelhas de tanto sangue.

-Eu não posso fazer isso? tome mais então!! - e bateu mais ainda, até que o seu punho afundou na cara do velho, literalmente quebrando sua face,dentes e nariz - Se você faz o mal, não espere que eu seja misericordioso - então cuspiu no chão, ao lado do homem morto.

Para a sorte de Diego, toda aquela confusão fez com que a fila diminuísse drasticamente, já que muitas pessoas correram para longe dali… restando apenas três pessoas na frente de Diego.
histótico Narrador:

Ponto situação:





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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário
Compras parte 2
Alvos Estabelecidos
Sabe, a sociedade e uma grande merda. Uma loja pomposa de família aqui e bem na esquina pessoas passando fome e pedindo esmola. Era tão nojento que dava vontade de gastar cada mísera bala pra afundar o corpo de um engomadinho em meio ao mar e gritar "Hora da comida!" Para as enormes feras do mar. Uma pena não poder fazer isso agora, ainda precisava manter as aparências naquele maldito lugar.

Tentava manter o sorriso ao ouvir sobre os tecidos de Tequila Wolf — Dizem que as melhores carnes vem de lá — não sabia se isso ainda era verdade. Me lembrava um pouco de madame Kinds falando sobre isso nas aulas de culinária básica, mas as lembranças eram muito vagas em minha memória. Ao menos naquele derradeiro momento.

Saber que o homem era um amante da gastronomia poderia ser um enorme ganho, as suaves informações pouco a pouco temperavam ainda mais aquele dia — Uma pena não ter seguido tal profissão. Espero um dia ser uma das melhores de todos os Blues — soltei ante a animação do homem. Já o outro… seu olhar era tão penetrante e as palavras tão ácidas que a impressão é que não desejava de forma alguma estar naquele lugar, mesmo que suas palavras dissessem o inverso a isso. Deixei o careca de lado voltando a atenção ao outro.

Toda a negociação subsequente havia dado errado, havia algo que ainda faltava em minhas palavras e precisaria aprimorar com velocidade estrondosa. Batia o salto do novo calçado contra o chão, por ser novo incomodava um bocado, mas era o preço a se pagar pela beleza. O homem gritava sobre não ter medo e logo o sorriso se abriu em meus lábios — ESPERO QUE ESSA LOJINHA MEQUETREFE CAIA AOS PEDAÇOS TIJOLO POR TIJOLO — talvez as palavras saíssem um pouco mais altas do que o planejado. Estava irritada. Em minha mente apenas a imagem de uma bala sendo disparada contra a cabeça de ambos os homens bem entre os olhos.  Os passos eram dirigidos agora para a loja outrora indicada pelo engomadinho da loja de roupas, precisava recarregar as provisões do barco até tequila — Terra… Jacobi — tentei chamar ambos de forma calma e doce — Vocês se importariam de levar os alimentos para o barco? — respirei fundo enquanto esperava a resposta de ambos — Depois daqui eu preciso estudar… acalmar a cabeça… Terra, quem sabe você possa encontrar o Diego e dar nosso presente a ele — brinquei de forma a tentar deixar a mulher sem graça ao meu lado. — A propósito… depois precisamos falar com o capitão o que houve… Não vou deixar isso barato — a última frase era falada bem baixo apenas para que a dupla me ouvisse.

Caso a resposta de ambos fosse positiva ou negativa iria andar até a "Jerry's Food" a fim de comprar os devidos mantimentos para a embarcação. Tentaria não demorar muito ali. Caso eles aceitassem levar as coisas para o navio, iria em seguida para a livraria ou loja de revistas mais próximas tentar achar os itens mais importantes das listas, caso contrário iria voltar para o navio com os dois e após isso faria a voltando sozinha.




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Diego Kaminari
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Diego Kaminari
Estagiário




Figura Interessante






Eu juro que vou arrebentar esse velho antes de sair desta ilha miserável, o desgraçado não parava de me ofender e desconfiar de mim, ele tinha razão sobre minhas intenções? Sim, claro! Mas isso não o dava o direito de me julgar o esfregar na minha cara seus achismos! Eu vou conseguir aquela licença e vou esfregar a mesma naquele caquético de merda. A prefeitura não era longe e rapidamente cheguei nela, no entanto, o tempo que ganhei no caminho era certo que perderia na fila daquele maldito lugar... Já falei para vocês que eu odeio esperar, penso que se tiver um inferno ele se resume em uma única e longa fila que você pega apenas para ir para o final dela quando chegar a sua vez.


Pensei que teria que esperar aquela quantidade descomunal de pessoas, mas um atendente gente boa acabou por me acudir. Contei minha “linda” história para o mesmo e emotivo o mesmo acabou por me guiar para uma fila menor, com apenas vinte e três pessoas. É por isso que as pessoas comentem crimes e viram criminosos, eles tentam fazer as coisas da maneira correta e são submetidas e torturas infernais! Todavia a cena que se seguiu foi algo que modificaria a minha vida drasticamente, primeiro que fez com que vinte pessoas repensassem suas prioridades e fossem embora deixando apenas três pessoas na minha frente, mas o que aconteceu? Uma confusão foi ouvida por mim, mas como cego em tiroteio não conseguia identificar o motivo, entre tudo minha alma fofoqueira poderia ficar mais calma, pois da janela do térreo surgiu um homem arremessado por um curioso marinheiro que usava uma farda com a inscrição “mau”. O velho se espatifou no chão, seus olhos roxos me faziam perguntar se havia algum merecimento naquilo, ele já estava de pé quando o tal marinheiro desferiu um peteleco forte o suficiente para derrubar seu alvo no chão novamente.


- Temos o marinheiro mau, falta agora o marinheiro bom. – Diria baixo para mim mesmo enquanto sorria. O mesmo acabou deixando claro suas motivações, menininhas do parque? Eu sou a favor da liberdade incluindo qualquer gosto sexual, porém estupro é um ato não consensual que priva de liberdade sua vítima e tudo piora quando ela não pode se defender... Tá bem, então o velho merecia.


Entretanto, o que mais me deixou intrigado foi quando o assediador acabou por questionar seus deveres e citar o que podia ou não fazer em relação ao seu posto ocupado, ele cagou para isso. Temos um marinheiro que ignora as regras da marinha para fazer o que julga certo sem medir suas ações em regras ridículas e controladoras... Acredito que sem saber esse marinheiro segue meu código pirata e isso me fazia rir muito. Ele apenas se sente livre para fazer o que quer e o que acha justo e necessário.


- HAHAHA! Você ganhou parte do meu respeito marinheiro, para ser sincero é a primeira vez que vejo um oficial da marinha fazer o que é necessário para cumprir o que acredita. – Falei gargalhando. – No final ser livre é o melhor proposito que existe, não é mesmo? – Perguntei retoricamente com altura suficiente enquanto via o homem cuspir do homem morto a socos no chão. – Uma pena que você não foi totalmente eficiente... Ainda tem três pessoas na minha fila. – Diria apontando para as mesmas com o polegar.


Se nada me fosse dito iria esperar minha vez chegar sem me importar com o corpo ali estirado ao chão como se todo aquilo fosse algo comum e de pouca relevância para mim, ao chegar o momento de meu atendimento iria entrar e passar a mesma história com todas as mesmas palavras para quem estivesse a atender, por motivos óbvios e torceria para ser uma mulher e nisso acrescentaria um tom mais sedutor a minha voz... Bem se por acaso fosse um homem que se sentisse atraído por mim, faria a mesmíssima coisa. Usaria de gatilhos de expressão corporal que aprendi nesta bela arte, assim identificaria antes mesmo de conversar se o alvo me via com “bons” olhos ou não. No entanto, independente da obtenção de meu objetivo iria virar para o indivíduo que me atendeu e falar.


- Antes de partir, havia um marinheiro que causou uma confusão lá fora, tem escrito “mau” em suas roupas... Poderia me dizer quem ele é? – Perguntaria com calma em minha voz apenas desejando saber uma curiosidade. Todavia voltando a possibilidade da curiosa figura falar algo que necessitasse minha resposta eu iria então esperar para analisar a melhor réplica para a situação, mas se de alguma forma eu precisasse me colocar em posição de combate iria me focar incialmente em bloqueio ou esquiva, não queria enfrentar ninguém naquele momento, entre tudo mostraria que eu não era uma pessoa comum que sucumbiria a um peteleco de merda. Se bloquear não fosse possível iria então desviar para a direção que tivesse com a menor concentração de pessoas, sem efeitos colaterais ou qualquer coisa que chamasse a atenção para mim antes do tempo. Se nada acontecesse e tudo desse certo e eu tivesse a merda da licença voltaria no homem para então ver se agora ele me venderia o inferno da nitroglicerina e esfregar na cara dele o fato que eu estava autorizado.



Histórico:


Resumo da Ficha:





Objetivos
● Proeficiencia Escultura (  )

● Proeficiencia Marcenaria (  )

● Preficiencia Discurdo (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )







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Saru
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Ryumaru respondia sobre café, mas gritando e, ao mesmo tempo, ele chamaria minha atenção para os pulos na caixa. - Estou a ver, não precisa de gritar. – Perante a minha pergunta das caixas ele respondia eu dava um leve sorriso. - Não te preocupes, eu não ouvi nada nem sei de nada.


Notava um pó preto nele eu passava com o dedo e levava ao meu nariz a qual notaria cheirar a pólvora, o qual de imediato olharia para os galpoes, enquanto a Tsuki falaria sobre. - Entendo, treco estranhos.– Dizia pensativo, minha atenção voltaria para Ryumaru que gritando respondia sobre as torres. - Ah sim, entao é melhor começares a treinar e praticar. Ele respondia sobre serem duas torres na qual eu olharia para elas. - É faz realmente sentido.


Visto que os caixotes não pareciam ter nada parecia ser seguro ele usar, mas eu queria dar uma olhada nos galpoes antes de ir para algum lado, e sendo assim eu logo caminharia ate um dos galpoes. - Isso ai continua a treinar, eu já volto. – Seguindo ate um dos galpoes, eu olharia para ele ver o tamanho.
- Sera que consigo saltar até la - dizia para mim mesmo - Bom posso sempre tentar.


Dava umas alongadas nas pernas, e depois olhando para cima eu dava um pulo ate ao telhado do galpao, assim que eu subisse nele, eu procurava ver se teria algum buraco, janela ou algo parecido para eu poder olhar la para dentro se não tivesse eu teria de pensar em um jeito de fazer um buraco.
- Espero que não tenha que socar isto. – dizia olhando pelo telhado, caso não achasse nenhuma abertura para olhar, eu batia no teto do galpao como se tivesse batendo a porta - Hm ok vamos tentar. – Fecharia meu punho de volta e tentaria socar o teto para ver se faria algum buraco ou algo parecido para eu poder espreitar, se não desse muito dano eu teria que desistir e tentar outro jeito.




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Subaé
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Uma viagem para conhecimento




Narração - 05

Traçando planos

A dama de cabelos brancos pegou suas comprar e foi embora da loja depois de ter respondido o vendedor com tanta agressividade quanto o homem pomposo havia falado outrora. O vendedor ficou vermelho de tanta raiva ao ouvir tal ameaça, mas foi a reação do segurança que chamou atenção. O careca gargalhou, pela primeira vez no dia, ao ver o desconforto e estresse do vendedor.

-Mona! que arerê foi esse lá na lojinha? - Jacob perguntou enquanto caminhavam em direção ao “Jerry’s Food” - Se aqueles homens desconfiassem que somos piratas, nós estaríamos ferradas agora! Eu fiquei todo arrepiado só de pensar na confusão que poderia começar!

Quando chegaram ao armazém, as compras foram feitas sem nenhum grande problema. Chloe usou seus conhecimentos de administração de recursos para pegar tudo o que certamente precisaria para a próxima viagem. Pegaram um pouco de tudo: carnes, bebidas, grãos, farinha, açúcar, sal e frutas.

Depois, recolheram todas as compras e dividiram-nas em dois caixotes cheios de mantimentos e sacolas de roupas.

-Boa idéia Mona!! - Jacob assentiu ao pedido feito pela dama - Eu sinto que o quanto antes demos o fora desse lugar vai ser melhor pra a gente! Pena que temos que ir pra aquele lugar amaldiçoado chamado Tequila!! Eu já falei que aquele lugar é um cemitério de viajantes, né?

-Deixe de ser medroso, Jacob!- Terra falou um pouco irritada com o medo explicitado pelo seu irmão - Tequila Wolf é um lugar normal como qualquer outro! O perigo real sempre são as pessoas!

Terra foi andando mais rápido para alcançar Chloe e então falou - Eu gostei muito da sua ideia! Mas não acho tão justo dizer que esse presente também é meu…Enfim, depois que deixar as coisas no barco irei entregar os sapatos e o sobretudo para o Dih!!

Perto dali havia um homem parrudo com uma roupa militar de cor mostarda e boina vermelha. Ele observava atentamente o trio conversando, Ainda mais, olhava para Chloe com muita admiração…parecia até que ele estava apaixonado por aquela mulher de cabelos brancos, mas não se aproximou. E então Chloe seguiu seu caminho rumo à uma livraria enquanto os irmãos partiram na direção do pequeno barco atracado no cais.

Caminhando pela cidade, Chloe poderia ver muitas lojas de roupa e alguns alfaiates que consertam fardas de oficiais; avistou lojas de armas, armazéns e supermercados, mas livraria que é bom, nada! A dama não desistiu facilmente e continuou a busca por algum lugar onde pudesse comprar os livros solicitados por seus companheiros.

Depois de andar um bocado encontrou um sebo, uma pequena loja sem porta cheia de livros de segunda mão. No balcão havia uma bela mulher de óculos, ela olhou para Chloe e sorriu.

-Olá! Tudo bom? O que deseja?

A curiosidade é um prato cheio

Saru deixou as crianças brincando com os caixotes e seguiu rumo ao galpão indicado por Ryumaru. As crianças, entretanto, deixaram o treino de pulos para lá e seguiram o jovem pirata enquanto se escondiam debaixo dos caixotes.

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-Shiu! você tem que ser discreto para que ele não perceba que estamos seguindo ele!!

-EU SEI!! QUEM TÁ FAZENDO BARULHO AQUI É VOCÊ!

Se Saru olhasse para trás, poderia ver dois caixotes andando sozinhos, seguindo o mesmo para onde quer que fosse.

O galpão em questão não era muito alto, tinha apenas 4 metros de altura e por isso Saru não teve muita dificuldade para alcançar o telhado usando suas novas habilidades acrobáticas.

Não havia nada no telhado do galpão, nem uma caixa, nem nenhum outro objeto qualquer. Apenas a laje lisa de pedra. Saru buscou, mas não encontrou nenhuma porta ou janela; a única entrada possível era pela porta frontal do galpão, que estava trancada.

Mas para o alívio de sua curiosidade, encontrou no telhado uma pequena grade  de 30 centímetros de altura e 70cm de largura que fechava um buraco da mesma dimensão.
A grade estava parafusada no próprio galpão… e aquele era um duto de ar.

Saru se aproximou do buraco e observou por entre as barras de ferro para o interior do galpão.

O que Saru viu, poderia ser considerado para algumas pessoas como um tesouro:
Dentro do galpão havia vários caixotes, repletos de pólvora; alguns outros caixotes estavam cheios de dinamites vermelhas; mas infelizmente não havia nenhuma farda de marinheiro por ali, que é o que Diego lhe pedira.

Um marinheiro diferente

Para a surpresa de Diego a resposta do marinheiro para as suas palavras foi um olhar fixo seguido de um largo sorriso.

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- É isso ai cara! As pessoas são livres para tudo, menos para acabar com a liberdade dos outros!

Diego fez piada do fato do marinheiro não ter espantado todos da fila, e aquilo fez o marinheiro rir muito, mas logo então ele fechou a cara, entristecido, e falou - Mas vou te falar viu… eu fico triste em ver as pessoas se assustando ao ver a justiça ser executada - então chutou o corpo do velho - esse velhote era um lixo e recebeu o que merecia!

Então o marinheiro pegou o velho em seus ombros e depois se voltou para Diego - Eu me chamo Sanosuke Sagara! E você cara, como se chama?

Sanosuke ouviria a resposta de Diego e por fim se despediria.

-Tenho que dar um fim nesse cara aqui… Até mais, nós veremos se o mar assim quiser!

E então Sanosuke foi embora e adentrou em uma das torres azuis.

A fila não demorou muito, para falar a verdade não durou nem mesmo vinte minutos, e quando percebeu, já era a sua vez.

A mulher que atendeu Diego era uma tritã velha, rabugenta e gorda que não esboçava nenhuma reação à sua história comovente.

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-Aham…Que história bonita…Muito comovente, mas não me importo…

A velha arrumou um amontoado de documentos e pegou uma caneta presa à mesa por uma correntinha.

-Não são histórias que eu preciso…Quero sua assinatura… e os impostos… A licença vai custar 2.000.000 B$...

Então estendeu a caneta para que Diego pudesse usá-la para assinar os papéis.

-Vai assinar… ou não?
histótico Narrador:

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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário
Um admirador ou psicopata?
Procura pelo livro perdido

"Eu vou destruir tijolo por tijolo da porra daquela loja!!" O pensamento era alimento suficiente para a raiva e ódio que aquele vendedorzinho de merda havia me causado. A única coisa diferente e que o homem pomposo havia se irritado e o segurança agora gargalhava como uma criança vendo um show no circo.

Inundada de pensamentos desejando o sangue daquele que havia me ridicularizado chamando de "cozinheirazinha" minha mente viajava entre imagens até ser indagada por Jacobi quanto ao que havia acontecido — Aprendi uma coisa em meus anos em Tequila… ou você barganha, ou você é chamado de pobretão… e ali foi basicamente o que aconteceu. — falei dando de ombros com os olhos meio irritados e ardendo — Eles não iriam desconfiar porque eu sabia exatamente o que dizer. E vocês dois fiquem de boca fechada quanto a isso por favor.

A caminhada até a "Jerry's food foi feita em sua maioria, no completo silêncio. Tinha o costume de ficar quieta como um rato quando preciso ficar em algo ou acalmar as emoções. Não houveram dificuldades, mas também já tive emoção demais naquela tarde; fiz questão de comprar tudo o  que precisávamos, o restante poderia ser reabastecido em tequila. Jacobi e Terra haviam gostado da minha ideia sobre eles voltarem para o bar o, mas o afeminado havia conseguido despertar uma raiva que não havia sentido antes — Pelo amor de Deus Jacobi. Tequila não e esse monstro que você diz ser! — as palavras saiam mais exautadas agora — Talvez se não fossem… eles, eu provavelmente teria virado cinzas no mar! — era notória a raiva. Tequila Wolf foi a ilha da segunda chance na minha vida, um lugar onde eu pude recomeçar do zero após aquele acidente e ver as pessoas julgando a Ilha por motivo A ou B me deixava irritada.  

Após nos separarmos, segui o caminho até a loja final, no caminho havia de tudo, mas o que eu desejava… bem… uma sensação de cócegas me pegou na nuca, como se alguém observasse. Encarei o homem por alguns segundos enquanto andava, seu olhar parecia apaixonado e aquilo foi deveras repulsivo ao ponto de causar uma careta bem feia. Sua imagem não me era familiar de nenhum modo, talvez uma das antigas crianças do orfanato?  Se quisesse falar comigo iria me encontrar de alguma forma.

Finalmente — brinquei sorridente ao encontrar uma pequena loja. A mulher do local parecia ocupada — Oi moça… então — coloquei as listas de Diego e Saru sobre o balcão — Pode me ajudar a achar algum dos livros dessas listas… além de algum sobre química e explosivos… eu pretendo seguir um ramo familiar forjando… mas ainda tenho muito a aprender pelo caminho — Constantemente olharia para os lados buscando a figura esquisita. Se fosse um sinal de perigo iria correr para o canto mais distante para proteger minha vida sem ao menos ter interferência da Marinha. Com o acelerar do coração, um aviso seria mandado de alguma forma para a aliança de meu irmão e talvez fosse o suficiente para alertar o mesmo de algum possível perigo…


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Diego Kaminari
Estagiário




O Sistema é Uma Merda






- As pessoas se assustam porque temem o que foge do padrão e de sua falsa e ilusória segurança. As pessoas temem aqueles que tem determinação para fazer o que é necessário, a verdadeira liberdade meu amigo... Assusta as pessoas de mente fraca. – Diria rindo satisfeito com que estava ouvindo, aparentemente havia pessoas com pensamentos bem variados daquela maldita organização controladora. – Me chamo Diego Kaminari! Certamente nos encontraremos novamente Sonosuke Sagara. – Diria ao tempo que via o mesmo levando o que um dia foi um velho assediador.


De todas as coisas que poderiam me acontecer naquele dia, aquela era uma que nunca me passou em mente. Todavia eu ainda tinha uma fila para pegar e... Santo Deus, eu odeio fila! Apesar de meu drama, a espera não se alongou rapidamente chegou minha vez. Eu esperava que a marinha fosse uma instituição com mulheres fortes e bonitas, mas pelos deuses desde que coloquei o pé na ilha so ne encontrei com megeras e certamente a atendente não escaparia dessa regra. Deparei-me com uma tritão fêmea, e te falar um negócio... Eu até me considero uma pessoa com gostos amplos, mas puta que pariu… Sinceramente aquele navio cheio de buraco que vi mais cedo parecia mais atraente. – Esse lugar deveria se chamar Monstros S.A... – Diria baixo o suficiente para que somente eu pudesse escutar. Após alguns segundos explicando minha situação eu agradeci minha sorte por meu charme não ter funcionado com ela, certamente eu descobria um novo sentido para cheiro de bacalhau velho. Entre tudo o que mais me assustou não foi a aparência da funcionária, mas sim o valor... Governo é uma merda seja lá aonde você for, são todos um bando de ladrões que querem lucrar com qualquer coisa de maneira injusta e sem motivo aparente.


- DOIS MILHÕES? – Gritei indignado. – ISSO JÁ VEM COM UMA BUNDA VIRGEM INCLUSA? Eu quero somente a licença não quero comprar a farmácia toda não! – Minha raiva era bem expressa ali e a única certeza que eu tinha era que não iria assinar merda nenhuma. – Pega esse papel e sua taxa e enfia... Pela sua cara nem sei se você deve ter cu, ahh foda-se...


Meu surto provavelmente poderia ter chamado a atenção, mas eu tentaria ser rápido e sair da prefeitura antes que marinheiros, ou seja, lá quem for resolva tentar me parar. A passos rápidos iria para o centro comercial da ilha, meu intuito era me encontrar com Chloe. Aquele velho iria ter o que merecia, mas tudo ao seu tempo, para ser pirata não precisamos ser retardados, eu agiria da melhor maneira possível. Tendo isso em mente a melhor opção era atualizar Chloe e ajuda-la para poder então me encontrar com Saru e ver se o mesmo conseguiu o que lhe foi pedido. Todavia se algo me parasse na prefeitura meu primeiro movimento seria de tentar escapar utilizando como vantagem a quantidade de pessoas no local, entretanto, se não fosse possível eu então iria me preparar para a luta primeiramente bloqueando ou desviando de ataque, ou tentativas de captura. Uma vez recuado analisaria minha situação e planejaria novos movimentos.


No caso de eu conseguir sair da prefeitura sem muitos problemas eu iria procurar por Chloe, eu sabia que a mesma estaria buscando uma biblioteca por isso pediria tais informações para transeuntes ou mesmo obter tais localizações por placas, mas o que me ajudaria em abundantemente era nossa aliança de casamento que iria me informar quando a mesma estivesse próxima. Caso eu conseguisse a encontrar iria diretamente para e a beijaria como se estivesse ficado longe da mesma por meses.


- Finalmente te encontrei irmãzinha! Estava com saudades já... – Diria e logo a abraçaria. – Eu não tive muita sorte, única coisa que descobri foi que a prefeitura extorque mais que piratas e uma farmácia que certamente merece nossa visita antes de partimos. – Naquele momento minha expressão passou a mostrar o descontentamento e frustração que crescia a cada tentativa falha. – E você meu amor? Conseguiu alguma coisa boa?


Mas na possibilidade de não conseguir encontrar minha esposa iria então direto para o navio esperar pelos demais como o combinado.



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Ao subir no galpao eu ouvia um barulho nítido e olhava para trás e via dois caixotes, olhava com olho meio cerrado, e continuaria andando no telhado. Ao subir no galpao eu ouvia um barulho nítido e olhava para trás e via dois caixotes, olhava com olho meio cerrado, e continuaria andando no telhado. - Ora bem espero ter algo para onde eu possa olhar. – Acharia logo de imediato uma espécie de grade ela não parecia muito grande para dar para passar, mas dava para pelo menos olhar dentro.


Parecia um duto de ar, e não parecia ser uma coisa de muito tempo, pois tinha parafuso e tudo mais o que tinha la dentro parecia ser importante. - Ohh entao era isso que eles guardam aqui, agora faz sentido a polvora nas caixas. – Dizia apos ver que dentro do galpao tinha polvora uns dinamites entre outras coisas que puderiam ter por la, puderia imaginar que talvez ate balas, mas isso seria so uma suposição.


Dava um leve suspiro e coçaria a cabeça – Bom acho melhor ver um pouco mais da ilha, o quartel pode ter coisa por la talvez. – Sem dificuldade eu dava um pulo para o chão, para descer do telhado.


Olhava para os dois caixotes e meio que dava um empurrão com o pé no caixote do Ryu.- Eii isso não é um grande esconderijo se tu ficares a gritar. – Pegava nos caixotes e tirava de cima deles e me sentava em cima dos caixotes. - Olha se tu queres ser um bom marinheiro deves moderar na voz, senao seria complicado fazeres algo sem ninguem saber. – Logo me levantaria. – Bom eu vou explorar a ilha e ver um pouco mais de perto o tal quartel parece ser alto.


Olharia para o Garoto - Eii fica aqui a treinar e tomar conta desse galpao, eu depois te trago uma recompensa… para os dois se quizerem. - Começaria por caminhar até parar por um pouco. - Pensando melhor, já que gostam de se esconder e seguir alguem, tenho uma tarefa, uma pequena brincadeira de perseguiçao. - Olhava em volta para ver se conseguia observar o lado da cidade.- Eu conheço duas pessoasinhas viajantes, tem cabelo branco igual eu, uma rapariga chamada Chloe e um rapaz chamado diego vai ser facil reconhecer, eles devem estar pela cidade, na verdade, a Chloe foi comprar coisas entao deve dar na parte comercial. - Pensaria um pouco.


Em seguida continuaria a falar - É tipo uma brincadeira pique e esconde, eles tao na cidade e voces tem que achar, e eu me perdi um pouco deles, e preciso da vossa ajuda para achar encontrar eles enquanto eu exploro a floresta e vou ver mais de perto os edifícios da marinha parecem legais, e, ao mesmo tempo, voces brincam de detectives. - Dava um sorriso para eles


E para incentivar um pouco antes de eu ir embora eu falaria. - A chloe é cozinheira, ela pode cozinhar algo bom para voces aqui e tudo. - Dito isso eu logo me ia embora, e acenaria a mao enquanto caminhava para longe – Vamos ver quem volta primeiro voces ou eu. – Dizia rindo e logo ia embora, indo em direçao aos predio da marinha para ver um pouco de perto.




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Subaé
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Subaé
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Uma viagem para conhecimento




Narração - 06

Vamos brincar?

Em cima do telhado, Saru bisbilhotou o interior do galpão e encontrou um monte de pólvora e explosivos, mas infelizmente não encontrou nenhuma farda.

O jovem arqueólogo era esperto e sabia o valor daquele achado, mas sabia também que não havia nada que pudesse fazer naquele momento para recolher toda aquela pólvora, sendo assim voltou ao chão e foi de encontro para com as duas crianças.

-EI, COMO É QUE VOCÊ ME ACHOU? - Ryumaru reclamou indignado quando o seu caixote foi chutado. Saru pegou os dois caixotes e amontoou-os para se sentar, Então propôs para as crianças uma brincadeira um tanto quanto tendenciosa.

As crianças adoraram a idéia da brincadeira e logo já estavam empolgadas, chamando-se de a maior dupla de detetives de Shells Town!

-Uma moça bonita de cabelos brancos que é irmã de um moço de cabelos brancos ne? - Tsuki falou - Eu vou achar eles rapidão!!

-SÓ PORQUE EU VOU AJUDAR!! - Ryumaru falou.

Então as crianças partiram correndo em busca dos irmãos Kaminari. Saru deu meio volta e então partiu na direção das torres.

Saru percorreu boa parte da cidade enquanto saltava pelos telhados, até que em certo ponto avistou Chloe parada na frente de um Sebo.
Amor à primeira vista

A atendente do sebo pegou a listas e deu uma boa olhada - Você quer isso tudo? - perguntou enquanto comparava a lista com o relatório de exemplares em estoque -Que bom! - falou sorridente - parece que temos todos esses exemplares em estoque!! Todos são de segunda-mão, mas garanto que você não vai conseguir coisa melhor nessa ilha…é tão triste viver em um lugar que não valoriza a cultura…Enfim, vai custar 6.750.000 bellys…espere um segundo que vou buscar os livros.

A mulher foi para o fundo da loja, onde ficavam as prateleiras cheias de exemplares e começou a recolher um por um; Neste mesmo instante, o homem que outrora olhava apaixonadamente para Chloe se aproximou lentamente enquanto andava de uma maneira muito sedutora. O homem olhou para a mulher como se fosse um garanhão no cio e sem pedir a devida permissão, puxou a sua mão e beijou as costas da mão da moça em um gesto de cavalheirismo.

-Olá monamour! Saiba que você acabou com a vida de um homem, pois não sei mais viver sem ter você por perto!!

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O homem sorriu enquanto encarava Chloe cara a cara, era possível notar que o mesmo tinha uma grande cicatriz que cruzava toda a extensão de seu rosto.

-Qual é o seu nome, meu amor? - o militar perguntou - Desculpe pela intromissão, mas eu vi você e seus companheiros conversando lá atrás, vocês também são de tequila? Eu e meus homens viemos de lá em busca de recrutas que queiram trabalhar no plano de unificação de East Blue,  me chamo Theodor e estou aqui totalmente ao seu dispor!! - falou ao voltar a beijar a mão da dama de cabelos brancos.
Burocracia e cia

Diego soltou um grito ao ouvir o valor daquela maldita licença - Você acha dois milhões muito caro? - a velha tritã perguntou -  Esse é um documento super importante… que regulamenta a compra e venda de compostos químicos… por todo o East Blue…

Mas quem disse que Diego se importava com toda aquela etiqueta? o jovem Kaminari estava prestes à explodir diante de tanta burocracia, ele é do tipo de pessoa que tende a resolver as coisas de uma maneira bem diferente, mas pela primeira vez na vida tentou resolver as coisas de uma maneira mais cordial…Pois é, é por isso que as pessoas vão pra vida de crime! maldita burocracia!!

Todos os trabalhadores e clientes arregalaram os olhos quando ouviram os berros furiosos de Diego. As pessoas o olhavam e o julgavam em voz baixa, comparando o mesmo ao baderneiro da marinha de mais cedo. Ninguém ousou entrar no caminho do Kaminari, que andava furioso para longe daquele lugar dos infernos.

Ao sair da prefeitura Diego estava disposto a ir ao encontro de sua irmã, sendo assim seguiu pelas ruas em busca de uma livraria, pois sabia que Chloe estava em busca de livros também. Pelo caminho, o jovem verificava vez ou outra a aliança de caranguejo  para ver se via algum sinal de que sua amada irmã estava próxima, o caranguejo por sua vez batia as pinças rapidamente pois ela estava próxima sim, mas como ele não apontava uma direção não foi tão fácil assim encontrar-lá.

Depois de alguns minutos de busca, Diego encontrou Terra vindo sorridente na sua direção carregando uma sacola.

-Oi Dih, finalmente te encontrei!! A chloezinha pediu para eu te entregar isso… ela falou que é um presente para você!- Então entregou a sacola para Diego. Quando abrisse o saco, Diego veria um belo sobretudo carmesim e um par de coturnos negros.

O anel de caranguejo voltou a bater as suas garrinhas cada vez mais forte. se olhasse para frente, Diego poderia ver Chloe no sebo enquanto um homem musculoso e cheio de testosterona estava beijando sua mão.
Off- importante:

histótico Narrador:

Ponto situação:





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Diego Kaminari
Estagiário




Mãos Imundas






Por isso que estamos na era dos piratas, a porra do mundo todo parece que faz reunião de como deixar as coisas mais complicadas para os cidadãos comuns e de bom coração! Eu não sirvo para essa vida cordial e “honesta”. As pessoas me olhavam e me julgavam, engraçado que era o mesmo olhar que deram para aquele marinheiro, se esse é o olhar que dão para a pessoa que luta pela liberdade e pelo que acha correto e necessário, então sim! Estou muito orgulhoso de compartilhar aquele tipo de opinião pública. Meu estresse estava em um nível altíssimo que a muitos anos eu não havia vivenciado, agora entendo porque aquele velho é um porre, ter que aturar regrinha burocrática... Pro inferno com essa merda.


Para minha sorte ninguém havia entrado em meu caminho e pude me afastar daquele lugar, eu precisava ficar mais calmo eu preciso da minha esposa, abraça-la, beija-la... So de pensar na mesma eu já começava a esboçar um sorriso novamente. A informação de que ela estava perto eu tinha, mas a direção era completamente desconhecida. – Esse anel poderia ter vindo com uma bússola acompanhando. – Disse para mim mesmo enquanto observava as garrinhas abrindo e fechando conforme os batimentos de minha irmã, o mesmo também estaria acontecendo com o par que ficou com Chloe, todavia, ela poderia perceber que as garras de seu anel começaram a bater bem mais fortes, pois adiante em minha visão eu pude reconhecer minha doce Terra.


A garota vinha correndo em minha direção toda animada e sorridente, é por isso que eu mato as pessoas, para ver o sorriso de minhas garotas vindo em minha direção. “Diego você estava pensando na Chloe não faz nem dez segundos”, ouvi dentro de minha mente, mas espera quem é? “Sou sua consciência, por incrível que pareça eu existo! Mesmo você dando todos os motivos para pensarem que você não tem.”


- Mas que merda… Porque parece que estou fazendo algo errado... – Pensaria e receberia a linda jovem com um beijo. “Sério isso?! Na moral desisto de você...” – Merda de hábito maldito!! – E com esse pensamento percebo que minha raiva havia voltado.


Rapidamente comecei a ouvir o que a garota tinha a dizer e então me foi explicado que o que a mesma carregava era um presente para mim, na sacola estava um sobretudo maravilhoso e um par de coturnos pretos... Meu Deus como eu amo essa mulher. – Terra obrigado por trazer, esse foi o melhor presente que recebi em anos... Como eu amo essa mulher! – Diria abraçando a menina e chorando comicamente de emoção pela sorte que eu tive de reencontrar Chloe que mesmo longe se preocupava comigo, por fim eu vesti as roupas que couberam e combinaram perfeitamente em mim. – Vamos Terra, quero agradece-la pessoalmente.


Eu não precisei ir muito longe, seque precisaria olhar ao horizonte, pois bem diante de mim Chloe estava em uma loja de livros usados, no entanto, o ódio que me consumia ainda mais tinha outros motivos. Um homem de porte grande e cheio de amor para dar, beijando... Não, não, não! Estava OUSANDO beijar a mão de MINHA mulher... Rapidamente com fogo no olhar e com minha espada em mãos iria me aproximar de ambos. Assim que próximo iria dar um tapa na mão do homem e me colocar entre Chloe e defunto, minha espada estaria apoiada em meus ombros e então falaria. – Tire essa sua boca e todas essas intenções desta mulher. – Não revelaria ainda que a mesma era minha esposa, pois eu queria ver a possível reação do mesmo ao crer que teria uma chance, tudo isso para eu poder cortar todas as suas esperanças e o fazer ficar destruido internamente afundado em frustração. Eu iria estar preparado para um confronto se o mesmo ocorresse, afinal era com Chloe que ele estaria mexendo. Iria primeiramente tentar bloquear qualquer ofensiva, mas caso fosse impossível iria tentar desviar e recuar, neste caso não atacaria ainda, queria destruir ele psicologicamente primeiro. Se me fosse perguntando o meu nome rapidamente iria responder.


- Meu nome é Diego Kaminari, posso saber quem te deu a liberdade de se aproximar de minha esposa desta forma? – Diria com minha mão no cabo da espada mostrando que seu porte ou cicatriz não iria me intimidar, por minha irmã eu me colocaria na frente até de um almirante se fosse necessário. – Chloe, meu amor. – Diria, mas sem tirar os olhos do homem. – Este indivíduo tocou em você de maneira abusiva?


Para o Avaliador:


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Última edição por Diego Kaminari em Sex Abr 01, 2022 6:13 pm, editado 3 vez(es)

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Chloe Kaminari
Estagiário
A PORRA DE UM STALKER
Procura pelo livro perdido
O sebo era um tanto caidinho, mas era melhor do que não ter achado lugar algum. A mulher tinha certo entusiasmo, talvez poucas pessoas passassem naquele lugar e sua fala foi o que salientou ainda mais tal percepção — Uma enorme pena não haver muitos amantes de livros — falei em tom de pesar enquanto terminava de ouvir o preço de todos os livros — E bem acima do que eu pensei… ei calma aí! — não pude expressar exatamente quais daqueles livros seriam mais importantes em ambas as listas, mas também pudera, eu havia falado completamente pela metade a informação para a moça.

Enquanto esperava… sabe aquela sensação? Aquela maldita sensação de estar sendo observado pelo inimigo e os pelos da nuca arrepiando? Como um sexto sentido? Bem, era exatamente o que eu estava sentindo desde o momento que troquei um leve olhar com o "homem babão" antes de chegar no sebo. Mas a sensação virou realidade antes de a mulher voltar a me atender " Puta que pariu… sozinha e com apenas oito balas…. Preciso correr se der merda" o pensamento foi mais rápido do que qualquer reação meu instinto de proteção era muito mais forte quando estava sozinha… talvez um dos defeitos que adquiri em tequila com meus "irmãos". O homem ostentava uma cicatriz enorme, seus trajes não me parecia muito familiares, mas naquela hora tudo que eu desejava era apenas uma ajuda… "Mas que caralho…uma ajudinha celestial seria ótima nessas horas" meu coração batia numa frequência tão acelerada demonstrando o medo e susto que sentia ao mesmo tempo — Você não deveria assustar uma dama dessa forma. As flores mais belas tem seus espinhos guardados — havia ouvido aquela frase de uma de minhas " irmãs" a muitos anos, mas a guardava com enorme carinho. A tonalidade da voz era suave sem demonstração ofensiva ou de medo; era completamente neutra naquele momento. As perguntas continuavam e com elas a neutralidade era mantida, mas diferente do que tentava passar por fora, mesmo em Pânico e com as pernas tremendo, precisava saber as informações sobre aquele homem — Me chamo Chloe Kaminari — respondi sentindo ainda o desconforto do toque dos lábios do mesmo em minha mão. Sua fala seguinte quebrou completamente toda a tentativa de me manter neutra na conversa, tequila era um lugar importante demais, apenas a menção do lugar trazia muitos sentimentos à tona. Mas aquele homem era A PORRA DE UM STALKER! — Na verdade eu morei em tequila por alguns anos. Os outros são de Dawn Island e são grandes amigos meus. — não sabia exatamente quais amigos o homem falava, mas apenas iria me referir a Terra e Jacobi na informação.

Eu tinha um enorme problema… não sabia como me desvencilhar daquele homem… mas … "Clap…clap…clap… que merda é essa? Pera… o anel!?" De relance olhei para a aliança em meu dedo e antes que pudesse perceber, uma enorme espada estaria a se enfiar na minha frente. O tecido carmesim e os fios platina trouxeram um enorme sorriso junto — Se acalme, me favor… — dizia olhando para Diego com carinho. Por nossa proximidade meu coração havia agora acelerado de alegria e isso seria nítido vindo da aliança em seu dedo— O senhor Theodor é de Tequila. — a entonação na última palavra era notável por qualquer pessoa ali presente — Talvez ele conheça um dos meus amigos e pode nos ajudar… e você ficou belíssimo na roupa que eu e Terra escolhemos. Gostou do nosso presente? —conforme falava, passaria ambas as mãos pelos ombros do maior, tomando cuidado com a espada, caso não fosse possível, passaria por seu peitoral o abraçando pela frente fazendo questão de deixar visível a aliança em meu dedo; tentaria manter a conversa em um tom normal e amigável. — Meu amor, eu preciso de ajuda com os livros… eles passaram um pouco do meu orçamento atual. Tenho o dinheiro do Saru,mas eu não vou conseguir comprar os meus nesse momento — informava a diego deixando-o ciente da situação atual.

Caso houvesse qualquer disputa, iria dar cobertura total a meu irmão focando em pontos não vitais do inimigo. Caso a mulher voltasse antes do combate, iria dar total atenção a mesma

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Última edição por Chloe Kaminari em Qui Mar 31, 2022 7:58 pm, editado 2 vez(es)

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Saru
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Parecia que as crianças ficaram animadas com a brincadeira, então eu deixaria elas irem ao mesmo tempo que ia embora, já que são da cidade não deve ser difícil eles acharem os dois.


Andaria pelos telhados sem muito esforço, a certo momento eu via de canto ao longe uma silhueta, parava por momento e olharia melhor e notaria ser a Chloe parada.- Hm sera que ela ainda ta as compras.


Pouco segundos depois um homem chegava perto dela e parecia falar com ela, não parecia suspeito, notava ele a pegar na mao não entendi bem porquê. - Ihh isso não é bom. -Pouco depois notava o que parecia a ser diego chegando e a minha expressao logo mudaria do tipo vai dar merda. - Acho que esta pode ser a minha deixa para ir embora, nem consegui arranjar nada do que ele pediu, vai que sobra para mim. -


Eu dava uns passos e parava por momentos. - Qual das crianças vai achar eles, sera os dois. - Pensaria um pouco alto apesar que ninguem iria ouvir. Sem demoras eu seguia meu caminho, assim que eu chegasse perto do caminho das torres do quartel, eu pararia em cima do último predio e tentaria olhar de cima para o quartel, se conseguisse eu tentaria olhar para o ambiente em volta do quartel, os muros ou ate mesmo se teria possiveis marinheiros ao redor do quartel, ou não.


-Uuuuauu que incrível, tanto azul parece um mar de pe. -Dizia olhando para as torres supresso. -  Acredito que não tem problema, se eu descer e ver mais de perto. - Pensaria alto para mim mesmo e logo em seguida eu pulava para o chao, e caminharia para mais perto, tentaria subir no muro como se me tivesse pendurado nele para olhar la para dentro se não tivesse ninguém por perto. - Sera que é aqui que treinam, será que eles fazem uma tour pelo quartel.




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Uma viagem para conhecimento




Narração - 07

Encontros e Descaso


Chloe Kaminari estava tranquila no balcão do sebo à espera dos livros quando o militar de traje amarelo mostarda se aproximou e declarou todo o seu amor pela dama. Chloe, obviamente ficou intimidada com a aproximação invasiva do assediador. Suas pernas tremiam e um nó se fez em sua garganta, mas ainda assim respondeu-lhe, demonstrando que poderia, assim como as rosas, ter os seus espinhos também.

-Oho…É exatamente isso que me atrai, mulheres fortes e perigosas!! - O homem sorria de maneira cafajeste - Quando eu te vi, logo soube que não era uma mulherzinha comum…Certamente, você tem a graça das mulheres de Tequila!! BAAAAHAHAHAHAHA!!!

Neste momento Diego se aproximou de Choe e Theodor, tão rápido quanto um raio, e apontou a sua espada para a fuça do militar ao ordenar que se afastasse.
Saru conseguiu avistar, de cima de um telhado, boa parte de toda aquela confusão, mas para falar a verdade nem deu bola para tudo o que estava acontecendo. A sua exploração estava muito divertida, e além do mais, ainda não havia encontrado os uniformes que Diego lhe pedira. Sendo assim, seguiu seu caminho rumo à Alta-Shells.

-Quer que eu me afaste dela, é? E quem é você para me pedir isso? - o homem largou a mão de Chloe e puxou uma tonfa de seu cinturão enquanto andava na direção de Diego, que ergueu a espada ao se preparar para o combate - Eu vou te ensinar com quem é que você está falando…

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Terra, que chegou logo depois, olhava muito preocupada para a confusão. Mas não deu bola para os homens, foi direto até Chloe e a abraçou de maneira acolhedora - Calma amiga, estamos aqui agora!

Diego então respondeu a pergunta feita diretamente para ele, falou seu nome e se identificou como o esposo de Chloe; O militar cessou o avanço e desmanchou a sua cara brava, transformando-a em uma feição boba.

-BAAAAAAHAHAHAHAHAHA!!! Oh ,me perdoem!! Parece que eu estava instigando um adultério, não é mesmo? - então cutucou Diego umas quatro vezes com o seu cotovelo - BAAAAAHAHAHAHA!!!

O homem guardou a sua tonfa no cinto e olhou para Chloe mais uma vez.

- Não deveria estar andando com pessoas tão sem graça como esses macacos de Dawn. Se ficar cansada de brincar de casamento e quiser ir ao encontro de seus antigos companheiros compatriotas vá me encontrar no porto. Estarei nesta ilha até amanhã e ficarei feliz de te oferecer uma carona para Tequila se você quiser.

Então o homem se afastou, mas não sem antes olhar para Diego e se despedir.

-Até mais,baixinho. Se eu fosse você não deixaria a minha mulher a toa por aí, vai que ela se perde… BAAHAHAHA!! Adeus!

E então foi embora rumo ao porto, deixando o casal e Terra para trás.

Momentos depois a vendedora trouxe uma caixa cheia de livros. A mulher cambaleava de um lado para o outro por não aguentar erguer o peso daquela caixa cheia, mas conseguiu levar a mesma até o balcão e a ergueu, apoiando-a em cima do mesmo.

-Aqui estão os 28 livros que você pediu… vai custar 6.750.000 bellys.

Os soldados das torres gêmeas

Saru seguiu o seu passeio, pulando feito um macaco pelos telhados, enquanto se perguntava qual das duas crianças seria a melhor detetive.

Saltou, e saltou até que por fim chegou no local onde as duas torres azuis ficavam. O jovem olhou admirado para as construções de cor azul, e estava comparando as mesmas com a magnitude do oceano quando ouviu uma voz que vinha da rua, logo abaixo do telhado onde estava.

-Ei mermão!! Sai de cima desse telhado!!! - um marinheiro grita ao brandir a sua espada na direção de Saru - Ta achando que essa cidade é bagunça, é?

Ao lado do marinheiro havia uma bela jovem loira que também trajava o uniforme da marinha.

-Isso mesmo!! - ela falou - Se você insistir em ficar depredando os bons costumes, a gente vai ser obrigado a te prender!!!

-E..ei, pessoal… calma um pouco ai! - Um jovem zelador loiro com cara de bobo se aproximou dos marinheiros - Não acham que estão exagerando um pouquinho?

-De jeito nenhum!- a mulher falou.

-Você que é mole demais, por isso ainda é só um zelador!

-Tem razão…- o zelador respondeu cabisbaixo.

Por fim, os três marinheiros olharam para Saru e bradaram com convicção.

–Pelos poderes concedidos à nós pela marinha, VOCÊ ESTÁ PRESO!!!
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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário
A Isso vai dar merda
Briga… disputa… problemas
Nojento! Essa era a ÚNICA palavra que me vinha à mente enquanto o homem se vangloriava e lançava investidas a minha imagem "Eles não aceitam um não como resposta!?" O pensamento rondava a mente enquanto ainda sozinha. Minha ajuda celestial havia chego e com ela o conforto foi tão grande que não podia expressar em palavras; enquanto os via se afastar para um embate, Terra havia me abraçado, era a primeira vez que senti o abraço da mesma — Obrigada … Desculpa ter feito você ir atrás dele Terrinha — sorri dizendo de forma carinhosa o apelido usado tantas vezes pelo afeminado em Dawn.

Durante o abraço senti meu corpo tremendo, não costumava estar sozinha, sempre tive apoio de uma ou duas pessoas enquanto andava em Tequila… mas agora … estava apenas eu , meu irmão e nosso pequeno bando. Sentia a destra tremer, se necessitasse atirar por algum motivo provavelmente teria tamanha dificuldade para tal fato, mas ainda sim… ainda sim precisaria defender quem me era importante — Você precisa aprender um pouco de cavalheirismo. Sequer notou a aliança em meu dedo antes de investir! E mesmo sendo GENTIL e mostrando não estar afim você veio em cima! — os nervos já estavam exaltados, sentia todo meu corpo tremer de medo. O coração palpitava freneticamente, era estranho o que estava sentindo em meio aquele pequeno possível embate entre os dois homens. Meus olhos estavam vidrados em ambas as figuras, mas logo se desmancharam — Eu não vou perdoar… — soltei mais baixo do que deveria, esperava que nenhum dos dois ouvisse tal comentário.

Seu comentário seguinte foi um gatilho… um estopim para tantas explosões de raiva que senti o corpo ficando quente por isso — Macacos de Dawn!? Primeiramente eu peço respeito para com os meus! Segundo eu jamais em minha vida largaria um homem decente e honesto, além de lindo, como meu esposo para sequer cogitar ficar com um decrépito como você! — conforme falava iria me colocar à frente de Diego — Sou ex integrante do grupo 178 do exército revolucionário. — liberei a informação pela primeira vez até mesmo para meu amado irmão. — Se eu algum dia desejar ajuda, eu farei questão de pedir aos meus. Agradeço por sua " boa vontade". Mas volto a frisar, de forma alguma eu deixarei meu marido por alguém que eu sequer senti qualquer tipo de atração. Você é repulsivo aos meus olhos.

Sim, eu estava tremendo. Tentando manter toda a pose diante do homem, mas sentia todo o colapso vindo pouco a pouco. Com a saída do homem, deixei o corpo cair, mas não sem antes tentar apoiar em meu amado para não cair no chão — Eu odeio… de verdade… esse tipo de homem. — tentei me recuperar e ir em direção ao balcão onde a mulher aguardava com uma caixa enorme de livros — Se não se importar, eu gostaria de ver alguns antes. Até porque irei levar alguns comigo em uma longa viagem e não quero que os mesmos acabem se danificando ou se desfazendo durante o caminho. — sorri tentando colocar a mão dentro da caixa para retirar pouco a pouco os livros — Se importa de eu folear? Por serem exemplares que aparentam certa idade, algumas palavras podem ter apagado com o tempo e manuseio.

Caso a mulher negasse, iria focar em separar os livros os livros de Explosivos, Química e Anatomia para mim e daria espaço para Diego escolher os dele — Meu amor, porque não separa os mais importantes? Eu não tenho muito dinheiro para os meus… — separaria os livros da lista de Saru e entregaria o dinheiro para a mesma caso não houvesse nenhum problema entre a quantidade de dinheiro dado e o valor dos livros, caso contrário não os compraria agora.

Se a mulher não se importasse de forma alguma, iria folear e estudar inicialmente os que seriam mais importantes para mim e compraria mixologia, diagnose e confeitaria, caso meu dinheiro desse.

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Objetivos:

Ficha Resumida:

Histórico:

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