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Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio

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Pirata
Relembrando a primeira mensagem :

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Pirata Subaé A qual não possui narrador definido.

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Subaé
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38:Não vou parar


Soundtrack:

A chama da determinação não queimava apenas em meu coração. Durante o discurso eu pude sentir que todos os presentes sofreram tanto quanto eu havia sofrido naquele ano, e agora, todos vibramos pela mesma ambição. Derrubar o farol e ensinar uma lição para o velho faroleiro que arruinou nossas jornadas.

Então seguimos pelas ruas da Cidade dos Destroços em uma procissão formada pelos desamparados, revoltosos e sonhadores, seguimos até o farol onde por fim pagaria minhas promessas em prol de todos aqueles que me seguiam.

Por fim, quando atravessei a janela do farol lá estava ele na minha frente, olhando para mim com o seu desdém costumeiro. A sua imponência era majestosa, e, a simples pressão de seu olhar fez com que muitos atrás de mim desabassem….Aquilo foi louco… Era como se ele tivesse golpeado a todos de uma só vez!! Mas não… Ele ainda não havia nem se movido… Então, como é que ele fez isso?


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O seu olhar tinha um peso diferenciado. Quando ele me olhou eu senti um formigamento tremendo, como se algo do além estivesse tentando me desacordar. As minhas pernas tremeram levemente e pude sentir o suor frio escorrer pelos meus pelos.

“Mas, o quê? Então esse é o poder de uma fruta do Diabo?” pensei.

Para ser sincero, sinto que se fosse em outra situação eu teria desmaiado, mas ver o rosto daquele homem me fez acordar daquele pseudo-transe. Assim que ouvi suas palavras minha vontade se inflamou em meu peito e, subitamente, respondi em meu tom de voz agreste.

-Nem um, e nem outro!! EU VIM PRA ESPELUNCA AQUI TE DAR UMA LIÇÃO!! - Enquanto falasse, abriria o cantil metálico e beberia duas doses para ficar um pouco bebum e melhorar a performance de meus movimentos evasivos. Fitando o homem, continuaria a falar - Você tem audácia de falar sobre tolice, né não? Mesmo sendo fortão tu gasta os ultimos anos que ainda te restam aqui nesse fim de mundo lutando contra uns "piratinhas-meia-boca" ao invés de conquistar algo…. Sinceramente, o único tolo aqui é você… E eu?...eu sou o cabra que vai acabar com essa tolice!

Então eu avançaria em disparada na direção de Faust com a mão dentro do barril, então eu faria exatamente aquilo que você pensou: Arremessaria o projétil de bosta no chão, bem na direção dos pés do faroleiro, a fim de que o mesmo pise na merda, e consequentemente, caia em um possível escorregão.

Neste instante contornaria o velho e pularia na direção da estante ou mesa de cabeceira mais próxima que houvesse ali.

Pousaria no assoalho com as mãos para impulsionar o meu próximo golpe. Inclinaria o corpo na direção do móvel e usaria a força das mãos para arremessar o meu corpo contra o móvel, desferindo um forte coice no mesmo, fazendo-o atravessar a parede de madeira e voar para fora do farol a fim de chamar a atenção de todos.


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-NÃO PAREM AGORA, PIRADAS!!  - gritei para que todos ao lado de fora pudessem me ouvir - AVANCEM!! TIREM A FORÇA DE SEUS CORAÇÕES E ATIREM NESSE MALDITO FAROL!!!!


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Se Faust investisse contra mim no momento da corrida, eu tentaria saltar para longe do homem a todo custo. Mas se ainda assim ele me alcançasse, usaria o meu cambalear característico para tentar confundir a atenção de meu adversário. Andando para trás, tropeçaria em meus próprios cascos o que me faria cair para trás repentinamente (e desviar de algum possível golpe). Assim que caísse, usaria as mãos para me apoiar em uma posição de “ponte”, então, tentaria abraçar uma das pernas de Faust com as minhas. E caso eu conseguisse, usaria as mãos para girar o meu corpo verticalmente a fim de derrubar o faroleiro. Feito isso, usaria o barril para rolar para longe do velho.

- Eu não estou aqui pela sua aprovação!! Eu vim aqui botar um fim nessa era de testes!!

Caso o faroleiro tente  me dar uma rasteira, eu saltaria por cima dele, e, giraria o corpo com a perna esquerda esticada para golpear o casco contra a nuca do homem. Fazendo o mesmo cambalear para frente, e me dando a brecha necessária para me afastar do mesmo.


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Sempre que tivesse a oportunidade, pegaria qualquer objeto do cenário (livros, logposes, garrafas, pratos, copos etc) e arremessaria na cara do homem para feri-lo, ou apenas desviar a sua atenção.

Em último caso, se fosse inviável permanecer no aposento, seja por conta de fogo ou sérios danos à estrutura, eu usaria um dos buracos feitos na parede (janela quebrada ou por onde a estante passou) saltando com o geppou para fora do aposento.


Off.:


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- Você tem algo pra me ensinar? Eu já estive junto na maior das conquistas pobre moribundo, não há nada no mundo que eu possa conquistar mais, minha diversão é ver vocês tentarem fazer o mesmo. - O homem deu um passo na direção do caprino e a pressão aumentou consideravelmente, Subaé  sentiu que suas pernas lhe abandonariam nesse momento e ainda que houvesse uma calmaria irritante na voz do homem havia imponência, poder.

O avanço ocorreu, ainda que quase bambeando  o caprino realizou seu ato  nojento contra Faust que indignado com a atitude do caprino havia feito uma expressão de nojo e até que ele fizesse seu movimento, nenhum teria sido notado por parte de Faust, que apenas observou com o olho o que mais o imundo caprino tinha a fazer, a cabeceira voou na direção da porta a arrebentando e o permitindo alcançar a todos e seu grito ecoou como se fosse ali a determinação que precisavam para voltarem a se mover  quebrando o “transe”  barulhos de disparos começaram a ser ouvidos disparados contra o Farol e quando isso aconteceu…

Era simplesmente um pouco cruel a diferença que havia entre ambos, ainda era distante demais, como a distância da terra ao Sol, quando Faust resolveu se mover, os olhos do caprino eram incapazes de acompanhar, seu corpo? Sonhava em reagir mas o homem já estava perto demais, em sua mão havia um log pose, enquanto na outra havia uma mão em formato de palma, o primeiro movimento veio quando o homem lançou a mão segurando o Logpose o posicionando acima do chapéu de Subaé, enquanto com a outra…  Junto a própria vontade do rei que intensificou-se a um nível absurdo ele poderia sentir sua consciência piscar, mais de uma vez enquanto o homem fez um movimento que o teria levado a voar para trás sentindo o impacto com violência e velocidade…

Como isso havia acontecido?  O homem sequer havia encostado a sua mão! Em meio ao som de homens clamando pelo seu nome enquanto caia do céu na direção de uma embarcação, sentiu a luz abandonar seus olhos e a consciência que tanto lutou para manter o abandonar com a mesma firmeza com que ele havia a mantido até então, onde algumas palavras puderam ser ouvidas antes que a escuridão lhe tomasse - Garoto tolo, volte quando for o rei, quando isso acontecer eu irei lutar a sério com você. - E pela promessa do faroleiro  os doces braços de morpheu teriam enfim lhe envolvido, com ele havia o log pose e diante daquela situação, os barcos reunidos após o ataque começaram  rapidamente a seguir seus rumos, agora que tinham um.

Subaé não acordaria até que seu barco já estivesse longe, com um circulo de pessoas ao seu redor, a lua estava no céu e ele não saberia quanto tempo já havia passado mas uma coisa era verdade, ele se levantou contra o homem que nenhum outro  fez  duas vezes! E ainda que com um gosto amargo na boca, havia a ele uma promessa, uma que ele havia de cumprir se quisesse a sua redenção.


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Última edição por Sasha em Sex 17 Jun 2022 - 21:56, editado 2 vez(es)

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39:Rei


-Tenho uma coisa pra te ensinar sim. - falei em resposta - Ah se tenho… Humildade meu amigo…

E então avancei contra ele, mas, a luta não durou nem metade do que eu pensei que aguentaria. Mais uma vez esse velhote se mostrou ser muito superior a mim.

Os seus movimentos eram muito rápidos, de maneira que eu sequer conseguia acompanhar com os olhos, e muito menos com os meus punhos. No fim dessa tentativa inútil de confrontar o faroleiro, ele me derrotou sem ao menos encostar em mim… Ele não encostou mas eu pude sentir a sua força… Naquele momento eu pude sentir a sua determinação….


Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 6 Tenor


Me pergunto o que ele conquistou quando era jovem.

E então eu fui arremessado para longe. O meu corpo estava tremendamente dolorido, mas não era a dor que me fazia apagar. O que quer que fosse, era algo que vinha daquele homem. Eu pude sentir a intensidade de seu poder me apertar conforme ele chegava mais perto.

O meu corpo não se movia e a visão estava cada vez mais escura, mas eu consegui ouvir e entender as suas últimas palavras.

“...volte quando for o rei, quando isso acontecer eu irei lutar a sério com você ...”

Então quer dizer que ele não lutou a sério? O quão forte são as pessoas que navegam na Grande Rota? Será que eu vou conseguir sobreviver a esse mar? É claro que eu vou!! Eu vou ser o melhor pirata de todos!!

Não sei dizer ao certo qual foi o sentimento que tomou conta de meu corpo naquele instante, mas por um segundo eu consegui juntar toda a minha determinação para soltar um grito convicto a fim de selar aquela promessa.

-POIS ENTÃO EU VOLTAREI COMO UM REI!!!

E então, eu apaguei.


……………………………………………………………………………………………………



Mandacari Vis, South Blue
(36 anos atrás)


-Seu bode canalha!! - Gritou o Sete-Oréia no meio daquela noite - Você pegou toda a minha bebida de novo!! Traz ela de volta já!!

-Eu já estou farto d’ocês! E eu sou uma cabra!! - Falei emburrado ao recolher a minha trouxa de “coisas úteis”. Olhei para o homem caolho e apontei a língua para o mesmo demonstrando meu desrespeito - Eu vou pra vila da Pedra Alta! Lá eu com certeza vou ter a vida e o respeito que eu mereço!!


Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 6 SUBAE8


Sete-Oréia era o braço direito de meu pai. Ele foi o primeiro cangaceiro que se uniu ao bando quando os dois ainda eram uns moleques e desde então trabalharam juntos nessas terras secas e esquecidas pelo mundo. A gente costumava chamar ele assim por causa das sete orelhas que ele usava penduradas em um colar. Aquelas eram as medalhas que ele carregava das suas batalhas. Além de ser um ótimo cozinheiro, era ele também quem sempre tomava conta dos mantimentos que a gente saqueava.

-Ocê pode ir pra onde quiser, Eu mesmo num me importo! Mas num rela no meu goró! O intão tu vai virar vitela!!

-Vai se lascar, seu caolho!! - respondi - Tanto tu quanto esses outros trouxas aí!


Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 6 Cangaceiros


-Gyahahahahahaha!!! - Essa risada estridente e chata é do Beleira, um vagabundo insolente que nunca fez nada certo na vida e que constantemente só pensava em sacanagem. O maior prazer desse palerma era encher o meu saco - O que é que foi dessa vez, ein cabrito? O seu pai te deu uma bronca por perder as botas de novo? - falou rindo.

-Não é da sua conta, seu cabeludo… e vê se toma um banho, você tá fedendo!!

-Gyahahahaha!! É, parece que o capitão deu mais um sermão nele - Agora ele já nem estava mais falando comigo, mas com Tieta,Sua mulher e também a única mulher do nosso bando - Daqui a uma semana ele volta com uns quilinhos a menos e umas cicatrizes a mais! É sempre assim!

-Não fale assim do subazinho, ele é só uma criança. E além do mais, eu acho ele tão fofinho.

-Aquele muleque lá só serve pra espantar o gado!

Eu estava remanchando para ir embora do acampamento, então, obviamente eu conseguia ouvir toda a conversa.

-EU AINDA TÔ AQUI SEU NARIGUDO!! VEM FALAR QUE SOU FEIO NA MINHA CARA!!

-Tá bom - falou ao se levantar e ir ficar frente a frente comigo - tu é mais feio que trepada de lacraia…. Ei!!

Sem esperar o fim da frase, saltei em cima do narigudo e comecei a bater no mesmo enquanto mordia o seu nariz. Ele também começou a me bater e aí foi um pega pacapa, mas ninguém deu a mínima. Nem Tieta, a madame-satã.

-Nheeeehehehe… O bacuri num ta puto por nenhuma bronca não. Ele ta é irritado com o homi.

-Como assim, Xeréu?

Xeréu Trindade, o violeiro do bando, assobiou o final da música que estava a tocar antes de deixar a viola de lado. Sentou-se na rede onde estava deitado e olhou no fundo dos olhos de Tieta.

- O menino descobriu a alcunha do patrão e agora está inconformado com tudo.

Tieta torceu a cara pois achou aquela conversa muito estranha.

-E quem foi que te falou isso, ein violeiro de merda?

-Ele mesmo… o cramulhão.

Nenhum de nós sabíamos se isso era fato ou pura conversa fiada, mas era do saber de todos que Trindade vendeu a sua alma para o Diabo, que o acompanhava como um velho companheiro fofoqueiro.

-Tá repreendido!! - Tieta respondeu batendo cinco vezes na madeira.

-Se tu duvidas, pergunte pro homi, ou pro capeta-mirim. Mas o que eu digo num é conversa - sorriu - é saber.

-JÁ CHEGA DE CONVERSA FIADA!

A voz relinchante de meu pai tomou conta do acampamento, e então o silêncio se fez. Eu e Beleira paramos de nos estapear no mesmo instante que Xeréu e Tieta calaram a boca. Sete-Oréia olhou para toda aquela situação e deu risada enquanto o capitão saía lentamente da cabana.O homem era realmente peculiar, pois três tranças proeminentes surgiam do topo de seu chapéu, e, na ponta de cada trança havia um tufo de chamas acesas. Em suas mãos, havia apenas um cachimbo cheio de um fumo de cor verde e cheiro doce, na outra, um fósforo queimado que havia terminado de usar para acender o fumo.


Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 6 VIRGULINO


-O que diabos está acontecendo aqui?? - Virgulino, o meu pai, olhou para mim por cima de seus óculos de meia-lua, franziu a testa e torceu a boca demonstrando seu desdém pela ocasião. - Ei, Subas, que bagunça é essa?  Eu exijo uma explicação.

-Se tu quer uma explicação, toma aí sua explicação - respondi irritado ao andar em sua direção. Durante o percurso, puxei um cartaz de procurado de dentro de minhas calças e estendi o mesmo na frente de meu pai - Os urubus brancos trouxeram os novos cartazes de recompensa… Olha isso ai!!

-Ah, então é só por isso? - Virgulino recolheu o cartaz com a sua foto e o analisou. - Três, trinta, trezentos…Três mil… Trinta mil… Trezentos mil…. UAU TRÊS MILHÕES!!! Que maravilha, a minha recompensa aumentou!!

-NÃO É ESSE O CASO!! - bradei em fúria - Como assim você é um “REI”?!?

-Eles me chamam de rei porque eu sou o cabra mais arretado dessas bandas.

-MAS UM REI NÃO É ARRETADO!!! Um rei é rico e tem uma vida cheia de luxo!!!

-Gyahahahaha!! - Beleira gargalhou com a minha questão - Mas ele não é um rei nobre igual esses outros que tem por aí, seu bacuri mimado! O chefinho é o rei do cangaço!!!

-Então ele não é rei de NADA!!! Se ele… - Percebi que estava ignorando o meu pai, então me voltei para o mesmo - …Se você fosse mesmo um rei a gente não ia passar tanta fome quanto passamos, e você também devia ser respeitado igual um coroné, e não ser perseguido por esses macacos!!!

Virgulino sorriu achando graça de minha inquietação, então afagou a minha cabeça chifruda e se sentou ao lado da fogueira, no chão, entre eu e Beleira. Antes de sequer dizer qualquer coisa, o homem acendeu mais um fósforo e incendiou o fumo que jazia em seu cachimbo, Tragou a fumaça doce e depois soltou-a em um suspiro.

-Veja bem, meu filho - falou seriamente - Ser um rei não tem nada a ver com essas coisas materiais. Riquezas, posses, hierarquias seculares… Tudo isso é ilusão. Nada disso importa para a alma ou para o coração das pessoas…

-Ei papai, como é que dinheiro num importa? Cê num tá falando nada com nada.

-Shiu!! Cala a boca e escuta o homi!!

-Zehahahaha!!! Parece maluquice né? - gargalhou ao fitar o seu bando. Nós, estávamos todos atentos ao que aquele homem dizia - Mas o fato é que esse mundo está faminto por liberdade! Não importa aonde nós formos, sempre vai ter algum bunda mole dizendo ser o dono daquelas terras. Não importa qual seja a ilha, sempre existirão aqueles que possuem e aqueles que só sonham. Mas eu te pergunto, Subas, quem você acha que é mais livre nessa história toda?

-A GENTE! COM TODA CERTEZA OS CANGACEIROS SÃO OS MAIS LIVRES!!

-Sabe por que você pensa assim? Porque antes de você nascer eu conquistei essa liberdade, e pago o preço disso até hoje. Mas eu não sou o único e sei que vão surgir, em outros lugares, muitos outros “reis” de verdade além de mim  para acabar com essa bagunça que é esse mundo! Um rei de verdade não é aquele que governa, um rei é aquele que tem a liberdade de sonhar tanto os seus sonhos quanto o dos outros.

-Isso não faz sentido nenhum - Falei com cara de idiota, sem entender nada do que ouvia - Então, se é assim, qual que é a diferenca de um rei e de um mendigo bêbado?

-Para falar a verdade… - coçou a cabeça sem graça - ...em certos casos, Nenhuma… ZeHaHaHaHaHa!!!

-Eu ein… Então eu não quero ser um Rei!!

Essa foi só mais uma noite, entre tantas e tantas noites, que passei com aquelas pessoas abaixo daquele belo céu estrelado. Eu nunca esqueci das palavras de meu pai, mas para ser sincero, acho que nunca as entendi tão bem como nesse instante…

Assim como meu pai, eu reascendi os sonhos daqueles que me seguem. Posso não ser um rei em alcunha, mas eu carrego o peso da jornada deles em minhas costas. Eu sou aqueles que vai guiá-los nesse mar de incertezas…. É isso que o meu pai queria dizer. É isso que o velho faroleiro também queria dizer… Então eu não posso parar! EU VOU CONQUISTAR A GRANDE ROTA!!!


……………………………………………………………………………………………………



Alto mar, Grande Rota
(De volta ao presente)
A partir de agora começam minhas ações.



E então, eu acordei… Abri os olhos levemente e notei que havia uma multidão de curiosos à minha volta. Já era de noite então levei a mão para a testa, usando-a para tapar parte do meu campo de visão para que eu não olhasse para a lua sem querer e então analisaria a embarcação em que eu estava.

-Esse é o Lamento? - Perguntaria para mim mesmo - Meu amado navio, estou de volta! - diria se realmente estivesse no Lamento de Caronte.

Me levantaria evitando olhar para cima e nesse instante o Long Pose que estava em meu peito rolaria para o chão, sem quebrar.

-Ué, um “lognose”? Por que o velhote me deu um? - então, todas as últimas lembranças brotariam em minha mente - ah é, a “promessa do rei”!! Pode deixar velhote!! ZeBeBeBeBeBeBe!!

Ao me levantar, percebi que os navios dos náufragos estavam junto do lamento. Começaria a contar os barcos para saber quantos eram.

-Uau, tudo isso!!

Olharia em volta em busca de meu imediato.

-Monoliso, venha cá!! Quero um relatório de tudo que aconteceu!! Cadê o Zuba? E quem são esses outros que estão nos seguindo? Reúna a tripulação inteira e agrupe os navios. Quero conhecer nossos novos companheiros!!



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Quando Subaé despertou, sua visão ainda turva demorou a lhe entregar mas estava sobre seu próprio barco, estava em meio ao convés sobre um céu estrelado em que nuvens cobriam a lua, o clima era agradável então, não sentiria frio mas o frescor da noite ao seu lado, tratava-se de Blade, mas teria sido possível ver que outros já estavam dormindo, o que o fez entender que já era madrugada. - Sim e que susto cara! Achamos que você não acordaria mais mas o rapaz ali insistiu que você era teimoso e que não iria fácil pro outro lado. Ele apontaria pra Zuba.

Quando ergueu-se viu um total de 6 navios ao seu redor, sendo o seu o 7º e com isso buscou pelo símio ao qual babando, até assustou quando acordou e viu Subaé tão próximo, levando a mão ao peito e respirando fundo para que o coração se acalmasse do susto por um segundo e então diria - Deixa comigo, ué não tava com você? Ele ficou os 3 dias te olhando e afastando passáros, moscas e coisas que quiseram te tomar enquanto você dormia… Talvez… ah. Ele olhou para um dos lados e teve a resposta - Ele deve ter aceitado trocar de turno O velho dizia levando a mão a barba.

- Você esta dormindo a três dias, nós tivemos que sair do farol de forma compulsória, o log pose que você conseguiu foi a base pros navegadores chegarem até um lugar estável e estavamos esperando você acordar para decidir os próximos passos, devolvendo também o que você conquistou. Ele parou para respirar e então pegou consigo alguns Cartazes ao qual ele apresentou a Subaé.

- Estes são os capitães de cada barco, alguns deles tem recompensa bem alta… Eu vou levar um tempo até reunir todos, o que acha de irmos de barco em barco? Assim você conhece a tripulação de cada um, seu estilo. O Simio sugeriu de forma a aguardar a resposta antes de uma ação, diferente de subaé que era amplamente conhecido por todos os outros capitães e suas tripulações, o vermelho teria todo um trabalho de explicar o porque ele não deveria ser furado em cada um dos chamados se não encontrasse direto com o capitão.

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40:Recomeço


Assim que Monoliso me mostrou os cartazes eu tomei os papéis de suas mãos e comecei a folheá-los para analisar cada qual.

-CARAMBOLAS!!! Tem muita gente fortona aqui!!! - Dentre os tantos cartazes, um em específico chamou a minha atenção - Olha esse tal de Ford… Ele tem a recompensa maior do que a minha, Que magnífico!!!

Monoliso se propôs a ir comigo de barco em barco para que juntos conhecêssemos todos os outros seis capitães.

-ZeBeBeBeBeBe!! É uma ótima idéia, meu amigo macaco!! - Então olhei para Zuba e gritei - Ei moleque, venha cá!! Eu você e o tio Mono vamos dar um passeio por esses outros barcos… Cof cof cof…

Então, quando Zuba chegasse perto de nós dois eu devolveria os cartazes para Monoliso.
Por fim, agarraria os dois pelos colarinhos de suas camisetas e saltaria usando o geppou até o navio mais próximo do Lamento.

-Ô de casa!! Cheguei!!!


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Reunindo Monoliso e Zuba, decidiu que juntos iriam explorar sua nova frota de companheiros, os barcos estavam moderadamente próximos e o mais próximo barco havia sido o de Ford, fosse uma força do destino ou não era o que aconteceria.

O navio tinha uma madeira mais escura, em um tom levemente esverdeado que lembrava musgo mas, não era sujo, havia uma estrutura similar a um trono negro, formado a partir de madeiras diferentes rejuntadas para formar um único constructo, Subaé poderia notar que por haver algumas letras que tratava-se de um pedaço de cruz, normalmente utilizado acima de túmulos e não havia ninguém sentado nesse trono mas a sua frente, Ford tinha suas mãos juntas como se estivesse rezando levando a ideia similar a de um idolo formado naquele trono.

O homem levantou-se após terminar suas orações e levantou a mão, acenando a Zuba, Monoliso e Subaé, o pequeno parecia confuso tentando espiar por detrás do rapaz sobre o que se tratava aquilo que estava atrás de ford. - É um pouco tarde, meus companheiros devem estar dormindo a esta hora mas, tenho chá pronto, gostariam se se juntar a mim? E ah, pequeno, este não é um trono de se sentar, é uma lembrança por todos aqueles que acreditaram em meu caminho a nos deixaram, é um modo de nos lembrar de não mais cometer os mesmos erros, para respeitar suas memórias. Ele explicou a Zuba, aguardando a resposta de Subaé, que poderia ou não ter aceitado seu convite.

histórico:

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41:Hora do chá


Assim que pousei no convés do primeiro navio avistei o humano cego de mais cedo rezando de frente para um trono vazio. Fiquei em silêncio, mas em dúvida, sobre o que diabos estava acontecendo lá.

Quando terminou de rezar, o rapaz explicou sobre aquele tal ídolo e a sua importância para com as lembranças dos companheiros que já se foram - Agora eu entendi! Isso aqui é tipo um túmulo sem caixão, né? - Aquela explicação de alguma forma trouxe paz para o meu coração, então eu me aproximei do trono vazio e me ajoelhei de frente para o mesmo.

-Deep… Blade… Nix… Bladewulf… Me desculpem por não ter sido forte o suficiente para proteger vocês, mas obrigado por acreditarem em mim! Eu agora vou seguir pela Grande Rota para conquistar tudo o que sonhamos! ZeBeBeBeBe!!!

Ao proferir aquelas palavras, senti que um ciclo de dor e rancor era curado em meu coração.

Então voltei a atenção novamente para o rapaz cego.

-Você falou sobre chá? Manda ver!! - aceitaria o convite e seguiria o homem para onde ele fosse nos servir.

-E então, Qual é o seu nome e quais são os seus objetivos? Me conta sua História! - Perguntaria para iniciar a conversa - Esses dois aqui são Zuba, meu filho; e Monoliso, o meu principal intendente. Lembre-se, a voz dele é também a minha voz! e o moleque... bom, ele é uma criança e não está aqui para trabalhar, então deixe ele curtir a juventude fazendo o que ele bem entender!

- Você por acaso teria um cantor em seu bando? - Questionei. Aproveitaria o chá e todos os quitutes que o meu anfitrião servisse, e, ao final da conversa daria a minha primeira ordem - Faz o seguinte, acorde todos os seus homens e deixe a sua embarcação lado à lado com a minha, ao amanhecer a gente vai fazer uma festança!!!

Ao me levantar eu agradeceria pelo chá mas não recolheria nada - Vamos logo vocês dois, ainda temos muito o que fazer antes da festa!!

Então pegaria ambos pelo colarinho mais uma vez e iria direto para o próximo navio.

-EEEEEEI, CAPITÂO CHEGANDO!!!!!!

.......................................................................................................................................................

Entretanto, caso Ford tivesse um cantor em seu bando eu pediria para conversar com o mesmo antes de ir embora.

-Ei Ford, vai lá acordar ele!! o meu músico é mudo e por isso ele não te como me ensinar cantar!!! Eu só preciso de umas diquinhas de nada, e nada mais.


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Ford, sorriu como se ao entender e respeitar a sua crença, ele sentisse que seguir o bode havia sido a decisão correta naquele momento tal como ele sentiu anteriormente que era aquela a sua chance de seguir junto a alguém que fosse lhe somar.  Dado o tempo para que  o mink se despedisse ele apontou em direção  a uma cozinha, era moderadamente espaçosa,  tendo organizados utensilios como fogão, geladeira e uma mesa ao qual dez poderiam se sentar ao mesmo tempo, algo muito bom para um barco  daquele porte, haviam também mesas dobradas, indicando que provavelmente em grandes refeições eles montavam mais mesas por ali ou no exterior , deixando claro que ele tinha mais do que dez pessoas para sentar-se junto a ele.

Ford pegou Xicarás, deixando  na mão de todos o idoso sorriu enquanto Zuba, ficou um pouco confuso mas não viu porque recusar então manteve uma expressão confusa, o bule então foi pego e nele havia um chá quente com um cheiro doce e agradável ao qual lembrava jasmim e erva doce quando colocassem o chá na boca, sentiriam algo agradável como uma infinita calmaria percorrer através de sua boca e seus sentidos, não era um chá que propriamente dava sono mas, seria perfeito para relaxar após um longo dia.  - Temos dois irmãos que cantam bem juntos, são jovens e eu sinto que o mundo perde muito de tê-los como piratas e não como artistas em um holofote mas são brilhantes. Era possível ver que nele havia um sincero respeito, apesar de ser o líder, sua postura era muito humilde e diferente do que se esperava.

- Sobre a minha história… Bom, não sei se é algo tão interessante mas vim de uma família conhecida em uma ilha do céu conhecida como Sahkar, eles eram conhecidos por alcançarem grandes feitos com sua visão e como um todo eram considerados profetas capazes de guiar  nossa nação ao qual era regida por um imperador. Eu no entanto? Nasci cego, minhas  asas são tão pequenas e deformadas que você não poderia dizer nunca que sou um celestial mesmo que eu lhe mostre. Ele parou a respirou um pouco servindo-se um pouco de chá, puxando levemente com uma das mãos a faixa que cobria seus olhos de modo que ficou claro que a luz, nunca havia atingido seus olhos.

- No entanto, eu fui abençoado, ainda que eu tenha sido mandado para longe para que outro criasse eu nunca senti que enxerguei menos do que qualquer um, apenas de modo diferente e com o que eu senti, acabei reunindo muitas pessoas que também eram consideradas como casos perdidos de alguma forma desde muito jovem, alguns me tomam como um homem santo mas, carrego em minhas mãos manchas de sangue que não se apagarão, manchas daqueles que não salvei, manchas daqueles que para que eu fosse salvo se sacrificaram. Meu objetivo? Eu quero continuar o que faço, seguindo o meu próprio senso moral pelo mundo enquanto  junto pessoas e lhes dou um lugar, lhes dou um futuro ao qual talvez, diferente delas eu enxergue hahaha. Ele comentou dando um tom animado  mesmo para a história triste.

Frente aos pedidos ousados, Ford cruzou as pernas, respirou fundo e então sorriu - Parece que meu destino me guiou como companheiro de alguém voluntarioso não? Hahaha mas pode deixar, vou chamá-los.

Zuba literalmente dormiu depois do chá, como se seus músculos jovens fossem extremamente sensíveis a sensação de relaxamento profundo, nesse momento ele segurava consigo a xicara meia caida deitado de forma toda inapropriada de perna aberta e babando, monoliso por outro lado ouviu com interesse tudo aquilo e quando Ford levantou-se ele diria - Você pode ser jovem mas sua alma é velha. Diria o simio que obtia a resposta - Você não é o primeiro a me falar isso hahahaha. Com isso, ele teria ido  em direção a um dos quartos e logo ele voltou acompanhado de Duas figuras

- Sou Asano Shirayuki Falou o rapaz mais velho, enquanto a jovem irmã  comentou - Sou Ichigo Shirayuki  Ambos acenaram, Ford pareceu já ter lhes deixado um pouco explicado em sua situação onde ambos agora falaram juntos - Como podemos ajudar? e como um pai orgulhoso Ford encostava-se em um canto observando aquela interação.

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42:Aula de Canto


Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 6 Giphy_s

-UAU Cegueta!! Sua cozinha é muito boa!!! - falei empolgado ao ver o número exacerbado de mesas e cadeiras predispostas - Parece que vocês fazem um montão de festas aqui ein!? Ok, Cadê aquele cházinho que tu prometeu?

Ford nos serviu sem demora, e, durante o decorrer da conversa eu pude conhecer um pouco melhor sobre aquele homem calmo e sucinto. Entretanto, eu não consegui acreditar quando ouvi sobre a sua terra natal… Cuspi todo o chá de uma vez em meio à tosse da surpresa pelo que acabara de ouvir.

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-Cof…cof… Queeee??? Pera, pera pera…Tu é um anjo caído, e... EXISTEM ILHAS NO CÉU?! - Aquela informação era tão maravilhosa para a minha mente que eu nem consegui conter a felicidade para demonstrar respeito pela trágica história do capitão. - Ei Mono, Zuba, Vocês ouviram isso??? - perguntei com um sorriso estampado no rosto.

-Zuba? - O garoto estava dormindo por conta do chá e não parecia ter escutado sobre a tal ilha no céu, então eu daria três tapas na cara do moleque para despertá-lo - Ei!! O Ford falou que ilhas no céu existem!! Isso não é incrível?! - Falaria ao erguer o garoto e começar a rodopiá-lo fazendo festa - A GENTE VAI PRO CÉU!! A GENTE VAI PRO CÉU!!

Depois disso o celestial continuou a contar sobre a sua ambição e sobre os companheiros que passaram pela sua história e Monoliso elogiou a maturidade de Ford, que o respondeu com sua humildade característica.

-Olha aí… - Falaria para descontrair - …então somos três velhotes!! ZeBeBeBeBeBe!!!

Felizmente, existia não apenas um, mas dois cantores no bando de Ford. O celestial aceitou a minha proposta e foi acordar os irmãos para que eu pudesse ter as minhas aulinhas de canto que aquele rato mudo não pode me dar.


Início de aprendizado: Canto


-Muito prazer! - Respondi ambos ao me curvar respeitosamente para os mesmos - Eu sou Subaé, o novo comandante de vocês! Agora esperem só um pouquinho que eu vou alí pegar uma coisinha e já volto…

Então eu corri para fora da cozinha e fui saltando para o Lamento de Caronte, recolhi o meu acordeão vermelho e acordei o Bola de Gato.

-Ei ratão!! Acorde de uma vez! Tem uns cantores que eu quero que tu conheça!

O rato mudo tomou um susto quando eu o despertei, mas por ser mudo e estar longe de sua caneta e do seu bloco de notas ele nada “reclamou”. Ajudei o mesmo a encontrar o bloquinho de papel e sua caneta, então, depois retornamos para a cozinha de Ford.

-OLHA EU AQUI DE NOVO!! E DESSA VEZ EU TROUXE O MEU MÚSICO TAMBÉM!!

Bola de Gato acenou em comprimento para Ford e os irmãos cantores que também o comprimentaram cordialmente.

Feito isso, eu e os músicos fomos para o convés tocar música enquanto Zuba dormia e Monoliso continuava a bater papo com Ford.

-Muito bem, Nossa voz é um instrumento como os demais, e como os instrumentos, também temos que afina-la. A diferença é que isso demora um cadinho e precisa de uma frequência de treino. - falou Ichigo - Vamos ver o que é que você sabe fazer com sua voz…

-É isso aí comandante, dá uma palinha pra gente!

-É pra já! - falei enquanto vestia as cintas de couro do acordeão - Vai ratão, me acompanha com o triângulo….

A sanfona balançou com o som rítmico e metálico que o triângulo produzia. O choro do acordeão emanou por aquela madrugada de uma maneira leve, antecedendo a cantoria…

-VaAaAaAaAaAaAaI BOIADEIRO, QUE A NOITE JÁ VEM….

-PARA!! PARA!!! - Asano me interrompeu com um grito ao enfiar os dedos no próprio ouvido - Tu cantando parece uma taquara-rachada! Desse jeito o rato mudo vai conseguir cantar melhor do que você!

Bola de Gato achou graça daquela afirmação, pegou o papel e a caneta e escreveu “ha ha ha ha!”.

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 6 Laugh-usopp

-Ei, ratão! Fica na sua ai…

Ichigo se acercou de mim e falou graciosamente - Veja bem, Subaé-san! Você precisa relaxar os músculos de sua garganta completamente, e é importante também manter uma boa postura corporal, assim como uma respiração controlada!

-Isso mesmo - falou Asano - e lembre-se que a voz não deve sair da garganta, mas sim de seu diafragma - cutucou meu estômago - é aqui que você põe força e pressão!

Enquanto isso, Bola de Gato só me olhava sorrindo igual uma mãe que vê seu filho no primeiro dia de aula.

- Tá certo… Vai lá ratão, mete mão no compasso!!

ting ting ting ting

O triângulo voltou a ser tocado e logo na sequência comecei a tocar o acordeão.

-VAAAAAAAAAAI BOIADEIRO, QUE A NOITE JÁ VEEEEEEM!!!

-Calma, Calma, Calma…  - quem interrompeu dessa vez foi Ichigo

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 6 One-piece-usopp

-Que que foi dessa vez, ein mizera!?

-O senhor está muito afobado… Tente deixar a voz sair mais suavemente… como se fosse um bocejo.

-Tá bom… Vaaaaaai - eu tentei cantar como ela falou mas não aguentei e comecei a bocejar no meio da cantoria - Aaaaaaah… Uoaaaaaaaah…

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 6 Tenor

TOMPT!!

A mão de Ichigo acertou a minha cabeça. Um murrão bem entre o par de chifres.

-NÃO É PRA BOCEJAR, É PRA CANTAR!!

-Desculpa!

Continuamos os treinos por quase uma hora e pouco a pouco eu fui ganhando um pouquinho mais de técnica.

-Tá certo - falei depois de muita prática - Eu agradeço por toda a ajuda mas agora eu tenho que ir visitar os outros navios antes de que o amanhecer comece… Quero que todos estejam cientes da festona que vamos dar daqui a pouco!! Então podem ir tomar um café da manhã e se aprontem!!

Me voltei para Bola de Gato e falei

-Quanto a você… Tome conta do meu acordeão e ajude eles organizarem tudo, depois leve-os para o Lamento. Em breve eu, Mono e o moleque estaremos lá com o resto de nossos novos companheiros!

Final do aprendizado.


Depois de me despedir de Bola de Gato, dos irmãos e de Ford eu agarraria Monoliso pelo rabo e Zuba pelo calcanhar. Então, usando o geppou mais uma vez, iria até o próximo barco.

-ALOOOOOOOO!!!! CAPITÃO DE FROTA CHEGANDO!!!!

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Todo o aprendizado havia sido bem agitado, bem animado mas principalmente a noticia de haver sim ilhas do céu mexeu com o coração caprino, também mexeu com o do idoso que arregalou os olhos tanto que eles quase cairam pra fora de sua cabeça, com isso seguiram para a próxima embarcação, a segunda mais próxima haviam moveis arrocheados e pouco organizados, e haviam pelo menos 4 pessoas além de Bobby John ao qual estava com uma garrafa na mão do que pareceu ser rum, destacou-se também a moça que estava ao seu lado que era bem Bonita, apesar da máscara

- BLYAURAR MEW WAGHO MONOMO! SUBWAEE! Dizia o homem em uma linguagem completamente impossível de entender e a mocinha ao seu lado dizia - Seja Bem vindo a minha embarcação capitão Subaé! É o que ele disse. Traduzindo o que ele havia dito, o resto já estava caído de beber e o capitão realmente não parecia falar assim por conta do alcool, sua alcunha tinha realmente algum motivo aparentemente.

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43:Aquele que Subaé foi antropólogo


O segundo barco que visitamos era bem mais desorganizado do que o primeiro. No convés, não havia nenhum tipo de altar, mas era notável os corpos ébrios de alguns marujos qua não aguentariam beber mais uma dose de cachaça sequer.

-Ulalá!! - falei ao pousar no navio - Pelo visto vocês acabaram de fazer uma bebedeira das boas aqui!

Andei com Zuba e Monoliso, e justos nos aproximamos de Bobby John e sua companheira. O capitão me cumprimentou em uma língua esquisita e eu só tive como entendê-lo por causa da mulher mascarada.

-Agradeço pela tradução, mulher. Por sinal, qual é o seu nome?

Talvez a minha ação a seguir seja um tanto quanto desrespeitosa, entretanto, faria o mesmo com a melhor das intenções. Sacaria o chapéu da cabeça e então me inclinaria ao capitão Bobby reverenciando-o.

-Guwar Bamgino Tchucu tchucu baca baga!! (??????????)

A intenção era conseguir acertar a frase “seja bem vindo à minha frota” em sua lingua, mas provavelmente eu não conseguiria acertar. Neste caso, se por acaso Bobby se mostre incomodado com a fala, me desculparia - Monoliso!!! parece que as suas aulas de idiomas são mesmo uma merda, ein! - Isso mesmo, jogaria toda a culpa no macaco velho.

Entretanto, se Bobby risse da minha fala ou se mostrasse feliz pela mesma eu estufaria p peito e continuaria - Gwaba bunga flupy woka! (??????????)

e que seja o que deus quiser…

Depois de alguns erros e/ou acertos, desistiria de tentar falar tal língua. Então me sentaria de frente para o capitão e sua companheira.

-Muito bem, já que vocês também são beberrões, vamos beber um pouco!! - diria ao tomar a garrafa de rum de sua mão para provar uns goles da mesma - E então, Bobby John, Me conte um pouco sobre ocês e as suas ambições!

Beberia mais um pouco com Bobby e sua garota. E escutaria tudo com muita atenção.


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Era possível ver algum descontentamento da moça ao chamá-la pelo seu genero, fácilmente percebido pelos seus olhos, uma vez que o restante de seu rosto estava coberto por uma máscara, ela então suspirou e comentou - Sabrina Jaeger Ela teria dito em um tom levemente seco, até que em uma segunda grande tomada de ar era possível a ver ter um semblante mais tranquilo, notável por suas mãos, que também soltavam o punho que se formava e se relaxavam.

A reação de Subaé era engraçada ao tentar dialogar no idioma de Bobby que assim como a moça faziam uma expressão confusa em seus rostos antes que ambos caissem na risada. No entanto quando o caprino pareceu realmente estar achando que era uma linguagem própria, a Sabrina o cortou - Ele não fala um dialeto próprio, ele não vai te entender se você falar assim, no começo pareceu uma piada e por isso que rimos Ela explicou ao caprino que enfim poderia entender a situação.

- AWEHU BOWA GATHA MAK MAK! ele diria levantando a mão e apontando a Subaé antes de bater na própria coxa e começar a rir novamente e então Sabrina traduziu - Ele disse que gostou de você, que você era esquisito igual a gente. E então era possível ver uma espécie de sorriso, transmitido pelo olhar e pela leveza da fala.

- SOUTB WU Wage SHUP SHEEE! MANAROBO VU VUUU! Ele dizia enquanto fazia um abrir de mãos, como se apresentasse tudo o que conquistou e então apontou para Subaé, enquanto isso Sabrina suspirou e comentou - Ele veio do South Blue, não lembra de muita coisa além de ter sido feito de escravo e terem feito muitas experiências com choque nele, em algum ponto ele perdeu a capacidade de falar de tanto levar choque e ele não consegue ficar mais do que cinco horas acordado direto, precisando de cochilos pequenos, Bobby libertou todos os que seriam feitos de escravos para passar pelo mesmo que ele e hoje deseja mapear o mundo enquanto bate em desgraçado. - Ela diria um longo discurso apesar do homem parecer ter dito pouco - WHIWO WUTA! E então ela fez um gaham com a garganta e comentou - Correção, bater em filho da puta, erro meu. E então ela riu um pouco pegando uma garrafa abrindo levemente a sua máscara para beber mas de modo que não dava pra ver o que havia por baixo dela ainda.

- Eu fui uma das pessoas que o Bobby Resgatou e pelo jeito eu sou a única que entende o que ele quer dizer, as palavras não fazem sentido mas eu meio que consigo traduzir as palavras de seu coração, ou é assim que eu gosto de chamar, apesar de ele falar que palavra do coração é coisa de frutinha E então ele teria apontado para o próprio peito e dito - WUTA Grande! E então ela teria comentado - Ele disse que é uma fruta grande, não pequena e… Bem, completado, eu quero conhecer os samurais de Wano! É meu sonho infância! Ela disse cheia de brilho nos olhos e Bobby ficou quieto a olhando e colocou a mão sobre sua cabeça, nesse momento ficou bem claro o tipo de relação que tinham e se não tivesse Bobby Diria - WUA WIR! e então ela diria - Ele disse que é bom ter uma irmã de barco sonhadora Era possível ver que ela parecia ruborizar um pouco, sua tradução não fora 100% honesta mas, era bem uma relação de irmandade mesmo, ele só provavelmente disse algo mais fofo.


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44:Cicatrizes


Quando os dois riram eu realmente achei que tinha conseguido acertar uma piada inteira, mas na verdade eu só fiz papel de trouxa. Sabrina Jaeger me explicou melhor a situação e então eu pude entender melhor o porquê dele falar daquela maneira. Logo, Bobby falou que gostou de mim por eu ser esquisito.

-Esquisito? - perguntei enquanto enrolava a barbicha repetidas vezes com meu dedo, sem entender muito bem tal elogio - Er… Muito obrigado…

Me faria de idiota, e continuaria bebendo o rum todo da garrafa enquanto ambos me contavam as suas histórias. Só devolvi a garrafa quando o capitão pegou-a e bebeu com tamanho cuidado de não mostrar as suas marcas.

Ao final da história olharia para os dois e diria -Você é um cara incrível, Bobby! - pulei para ficar de pé - e você também, Jaeger! - então apontaria para Monoliso e Zuba - Esses dois aí são o meu filhote e o meu imediato ... o imediato é o macaco, viu.

Então olhei para os dois mascarados e olhei no fundo de seus olhos.

-Vocês não precisam se envergonhar de suas cicatrizes, vejam. - Ergueria o macacão-barril e ficaria completamente nu para que todas as minhas cicatrizes e deformidades pudessem ser contempladas.- elas me fizeram mais forte, fizeram vocês mais fortes. Sabem porque? Por que somos incrivelmente únicos, de uma maneira que nenhum facista conseguirá ofuscar.

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 6 Aparen10

-Agora, por favor capitão John, trate de me conseguir alguma roupa digna. - pediria. caso ele tenha alguma muda de roupa para me dar eu vestiria a mesma e me despediria da dupla. - Agora eu vou passar nos outros barcos, preparem o navio de vocês e encostem no meu. Faremos um festival pirata ao amanhecer!!

Agarraria Monoliso e Zuba, e então seguiria para o próximo navio.



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- Buaeniru makamo! e nesse momento a moça e ele arregalaram os olhos - FILHOTE? Quantos anos você tem- Jaeger até se perdeu na tradução mas Bobby parecia ter a mesma reação e nesse momento zuba diria - Ow tia eu tenho cara de velho? Eu sou um filho jovem! Ele só parece acabado! E nesse momento Bobby começou a rir, vendo a reação do menino que tava ali quieto, talvez por estar meio tímido? Sei lá, era algo bem raro de vê-lo tão quieto.


A fala de subaé era gentil, inspiradora mas suas ações contemplavam o fato de Bobby gostar dele por ser esquisito, jaeger botou uma mão na frente do rosto e ficou vermelha, mesmo sem ter visto nada demais antes que desviasse o olhar - Eu me perdi na conversa? QUEE? E então Bobby diria - SHUMAN TOR BERO Subaé

- Ele não usa a máscara por opção, ele consegue ficar pouco tempo sem ela antes de começar a sentir muita dor, ela serve como meio de prender a mandibula dele no lugar, por isso ela é adaptada pra ele poder comer e beber sem ser desconfortável… mas ele falou que te mostra o rosto dele. E com isso Subaé o viria tirar a máscara.

Apesar de bonito, era possível entender o porque ele usava aquilo era algo muito incomodo de se ver, quando sua arcada inteira pareceu cair, ainda que ele tivesse mantido a boca fechada, poderia ver como seu rosto se deformava e dava a entender o porque logo ele começaria a sentir uma dor extrema, ele no entanto sorriu, era possível ver que uma lágrima de reflexo de corpo se formou levemente umedecendo um dos olhos, um sinal de que ele queria mostrar o seu melhor, mas logo ele precisou por a máscara novamente enquanto seus olhos fecharam, o encaixe fazia alguns barulhos de estalo de osso, e o modo como ele grunhiu baixo dava a entenderque era doído. - Ele nunca fica bem quando tenta sorrir sem a máscara… Mas isso quer dizer que ele te aceita como pessoa, se ainda não ficou claro… Sinto dizer que se ele não tem juizo eu vou dar uma surra nele pra ele criar Ela teria dito o empurrando para que ele deitasse as costas contra o chão, aquilo pareceu lhe trazer conforto físico.


A moça tirou então a máscara, e apesar de sua maturidade, deu a entender, ela não devia ter uma idade muito diferente de zuba, apesar do corpo desenvolvido, sua aparência era extremamente fofa e inofensiva Sem a máscara E logo ela botou novamente, se havia dúvida, quando ela mostrou seu rosto deu muito bem a entender que ela era bem como uma irmã mais nova mesmo pra ele.

Quando pediu uma roupa, Jaeger pisou no peito empurrando Bobby pro chão novamente quando ele tentou se erguer - Fica quieto, quando eu voltar você levanta. E com isso ela foi e trouxe algumas roupas que davam pra ver peloe stilo que eram do próprio John eram de um Estilo mais motoqueiro na roupa se incluiam o casaco, o moletom interno e a calça, a calça por ser justa lhe caberia bem mas as roupas de cima lhe pareceriam largas e válidas de um ajuste, mas eram muito confortáveis ao ponto que talvez fosse melhor deixar assim.

E partiram ao próximo navio, Zuba falava - Po, a tia nem é tia, ela é bonita. comentou em um comentário beem adolescente. Veriam que estavam a bordo do barco de Amakusa Ele estava só, com uma mesa em meio ao convés, moendo algumas ervas que serviriam para algum remédio em um Bowl de pedra.

- Oh, você acordou, como estão as feridas? Pela sua fala deu bem a entender que ele participou do seu tratamento enquanto desacordado em algum momento.

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