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Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio

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Achiles
Pirata
Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Sab Fev 05, 2022 9:02 am
Relembrando a primeira mensagem :

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Pirata Subaé A qual não possui narrador definido.

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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Ter Mar 01, 2022 12:59 pm

8: Retorno


-ZeBeBeBeBeBeBeBe!! - gargalhava equanto os tripulantes do capitão falecido deixavam seus tesouros para mim - Que saque maravilhoso!!

Recolheria todo o dinheiro e as jóias, guardando-os no bolso da calça. Depois, pegaria as duas garrafas mais vazias e encheria o  cantil metálico. Pelas contas, ainda sobraria um uso na garrafa quase esvaziada e esse eu beberia para molhar a garganta. Por fim, jogaria a garrafa vazia no mar e ficaria com dois cantis cheios, uma garrafa pela metade e uma garrafa cheia de whisky em mãos.

Iria até Zuba e Monoliso - Ei Mono, leve essas garrafas para mim. E NEM PENSE EM BEBER, OUVIU? - entregaria as garrafas para o macaco velho e depois tomaria Zuba em meus braços para carrega-lo até o Lamento de Caronte - Você mandou muito bem Zuba! gostei da sua bravura, mas tu ainda é fraco… amanhã treinaremos mais.

E então seguiria com meus companheiros para a nossa embarcação, onde poderíamos descansar depois de tanta confusão.

Quando chegasse ao Lamento, deixaria Zuba na minha cama, pois o meu aposento também é a ala médica do navio. Lá eu também guardaria a minha garrafa de whisky em cima da escrivaninha que ficava ao lado da minha cama..

- Obrig…CoF! CoF!! CoF!!.. Obrigado, Monoliso… - O meu corpo estava fraco e a vertigem fazia tudo à minha volta girar sem parar. Minha respiração estava fraca e as dores em meu peito estavam insuportáveis - CoF! CoF!! - cuspi mais sangue no chão do convés.

Esse combate me fez atingir o limite das minhas capacidades físicas e agora uma crise da doença-da-terra-seca estaria prestes a começar.

Enfiaria a mão na cueca para recolher o frasco de remédios canábicos, pegaria um comprimido, enfiaria na boca e engoliria o mesmo no seco, sem ajuda de qualquer bebida.

- Mono… busque um médico para o zuba…- foi o que consegui falar antes de cair desmaiado no chão por conta da exaustão.




Quando despertasse, sabe-se lá quanto tempo depois, iria até Zuba para ver como ele estava.

-Ei garoto, você está melhor?

Escutaria a resposta do moleque sem olhá-lo nos olhos, pois estaria a vasculhar com o canto do olho  todos os lugares visíveis do navio enquanto isso. Um bom marujo sempre está atento ao estado de sua embarcação, então eu deveria estar a par de qualquer tipo de coisa que esteja fora de ordem.

-Fico feliz que tu num tá morto, mas… - e então socaria sua cabeça mais uma vez - VOCÊ É UM ESTÚPUDO QUE TENTA DAR O PASSO MAIOR DO QUE AS PERNAS!! PARE DE SER TÃO INCONSEQUENTE, NEM PARECE QUE PUXOU A MIM!!!

-ZeBeBeBeBeBeBeBe!! - Independente da resposta do moleque, eu gargalharia bastante antes de afagar a sua cabeça chifruda com a mão direita - Mas não se preocupe, sei que você se tornará um cara fortão igual a mim! Agora eu quero que você e Monoliso tomem conta do Lamento, tenho umas coisinhas pra resolver antes de começarmos nosso treino.

Então desembarcaria no porto mais uma vez e partiria para a cidade dos destroços em busca de um bom ferreiro.


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Ter Mar 01, 2022 5:28 pm
Farol


Cabra da Peste, vol. 4 - Interlúdio

- Sim, senhor! - Missão dada, era missão cumprida para Mono, e por mais que fosse tentador, o macaco seguiu as ordens de seu capitão sem provar da bebida. Zuba por outro lado apenas abriu levemente sua boca expondo um sorriso amarelado e banguela com o elogio de seu pai que era seguido por uma lição de moral.

Em posse de novos tesouros do grupo caído, o cangaceiro e sua trupe voltaram tranquilamente para o Lamento, onde todos agora poderiam descansar. Mono fora atrás de um médico para que cuidasse dos ferimentos de Zuba, enquanto a cabra sofria com os efeitos colaterais de sua terminal doença, onde lhe obrigava a tomar da droga que apenas amenizava sua dor e atrasava a morte que era certa.  

O apagão era inevitável, e assim, Subaé caiu inconsciente por... um mês.

...

Despertando sobre o leve balançar do Lamento que ainda estava atracado no Farol, Subaé despertava novinho em folha – com exceção dos cortes em seu corpo que ainda cicatrizavam com certa lentidão. O tempo mais nublado costumeiro do local trazia consigo uma fina e fraca chuva que batia com delicadeza sobre a madeira da embarcação.

Sem saber quanto tempo havia se passado, o cangaceiro se levantou e a primeira coisa que pensou em fazer foi ir atrás de seu filho, Zuba. O garoto estava no convés do barco comendo um pedaço de pão com o velho Monoliso escutando as lições de seu pai.

- Estou excelente pai, mas e você? Achei que não ia acordar mais! - Comentava o garoto enquanto mastigava sua comida. - AI, AI , AIIII! PRA QUE ISSO! - O garoto coçava sua cabeça dolorida pelos socos de seu pai. - Não esquenta, sou outra pessoa agora! - Dizia o garoto todo confiante. - Depois de um mês dormindo você já quer sair? - A dupla olhava atentamente para Subaé esperando ver qual seria a sua reação ao saber o tempo que havia passado desacordado.    


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Qui Mar 03, 2022 4:26 pm

9: Um mês depois


Eu já estava pronto para descer do Lamento quando Zuba me informou o tempo em que fiquei desacordado - UM MÊS?! - Que informação…inacreditável.

Levei a mão ao queixo e percebi que minha barba estava bem mais volumosa do que o normal, os pelos de meu bigodinho também estavam mais crescidos. Uma mudança inesperada diante dos meus ferimentos que ainda estavam tão mal quanto a um mês atrás.

Não satisfeito, levei a mão até a boca e soltei o meu bafo na palma para conferir o hálito. Quando senti o cheiro quase caí de costas, mas consegui aguentar porque estou acostumado com meu fedor…mas nossa, estou me superando.

-Se eu fiquei um mês inteiro dormindo, o que é que vocês dois andaram aprontando? - perguntaria ao fitar o velho e a criança. Escutaria suas respostas e então diria - o Barco está em ótimo estado, sempre fico tranquilo por poder contar com vocês dois. Mas vamos deixar de cerimônias pois já fiquei neste barco tempo demais! Viram alguma nova tripulação chegar por aí? - Enquanto respondessem minha fala, recolheria os três anéis e os colocaria em meus dedos “ficarão melhor aí” ao me certificar que estava com os dois cantis e com a cimitarra de petra yuni, saltaria para o porto usando uma das cordas que ficam penduradas no mastro.

-Escute bem Zuba, eu vou dar uma volta para ver o que tem de novo por aqui, já aproveito e vou atrás de um ferreiro pra pegar uma espada boa para você e umas ferraduras para mim. Quer que eu te traga alguma coisa em especial? E você velhote, quer algo?

Depois de me despedir, iria para a cidade dos destroços onde buscaria por algum ferreiro e durante o percurso ficaria atento para não deixar nenhum vagabundo ter a chance de me roubar ao se aproximar demais de mim. Olharia os pedestres com um olhar intimidador para que pensem duas vezes antes de se aproximarem.

Quando eu encontrasse um ferreiro, iria até o mesmo e chamaria sua atenção.

-Ei mermão, eu quero uma espadas dessas bem afiadas que samurais costumam usar, e vou querer também um par de ferraduras para esses cascos velhos ZeBeBeBeBeBe!!!! Quanto custa? - então colocaria a Cimitarra e a minha caneleira em cima da bigorna do ferreiro -Veja bem, eu tenho essa caneleira de Taekwondo e essa cimitarra, acredito que você fará um melhor uso desses metais do que eu, o que acha de pegar essas duas armas e me dar um desconto?




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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Sab Mar 05, 2022 7:49 pm
Farol


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A informação de Zuba fazia com que seu pai se surpreendesse com o tempo em que passara inconsciente, mas ainda mais incrível talvez, seria pensar em como os dois haviam cuidado do barco durante o tempo em que ele estava dormindo. - Pode ficar tranquilo, capitão! Zuba é um garoto forte, e não tivemos problemas durante esse mês, parece que o povo tem medo do senhor! -  

A luta havia se espalhado pelo Farol, e principalmente na cidade dos destroços criando certa fama para a Cabra. - Muitos chegaram e já saíram. Inclusive teve uma briga a alguns dias atrás entre uma ruiva e um meio gigante que deram uma surra em uns irmãos piratas como se não fossem nada, mas já foram embora. Melhor a gente ficar esperto porque tem muita gente forte chegando, capitão! Tenha cuidado na cidade. - Mono passava um pouco das informações do que havia acontecido durante aquele mês. - Não vou querer nada, senhor! -  

- A espada pra mim tá ótimo, já que essa sua espada não tá no meu nível! - Zuba sorria e se retirava do local junto com Mono deixando Subaé sozinho para seguir rumo.

As encaradas do cangaceiro deixavam alguns cidadãos um pouco mais atentos as ações de Subaé, preocupados com possíveis movimentos hostis vindos dele já que a sua fama era espalhada pela cidade. Mais adentro da cidade, uma simples loja de armas era vista bem ao centro daquele quarteirão, com uma ferragem quase caindo aos pedaços com um garoto de aparentemente uns 12 anos vestindo um macacão cinza e todo sujo por conta do trabalho árduo no local.

- Oi, moço! - Tímido, o garoto tentou ser amigável. - A-a-a... hum... tem uma espada de... B$2.400.000,00 q-q... é muito... hum... boa... - O garoto caminhava para dentro e voltava com uma espada que seu cabo era branco com detalhes em dourado e bainha branca, quando colocou sobre a mesa, o garoto desembainhou a mesma mostrando a lâmina negra com traços em forma de raios dourados. - N-n-nunca fizemos... hum... cascos... m-m-mas a gente pod... hum... tentar... -  

Antes mesmo que o garoto pudesse dar algum valor na cimitarra e na caneleira da cabra, uma hiena enorme surgiu tomando a espada para si e acertando um tapa na cabeça do menino. - Pirralho! Como cê sai oferecendo as minhas coisas sem o meu consentimento? É só eu sair por alguns minutos e cê passa a perna em mim? - A hiena virou para Subaé analisando a cabra de cima a baixo. - O que cê tem pra me oferecer? Só essa espada mal gastada e a caneleira velha não vai ser o suficiente... hum... - Coçava os dentes com um palitinho de madeira aguardando alguma proposta maior do cangaceiro. - D-d-desculpe... - Dizia o garoto que agora deixava o seu aparente chefe a frente das negociações.     


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Última edição por Maka em Sab Mar 05, 2022 8:34 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Sab Mar 05, 2022 8:26 pm

10: Trato feito?


Quando Zuba desdenhou da qualidade de minha espada eu não consegui conter meu sorriso. Parece que esse mês fez bem ao garoto.

Melhor ainda foi caminhar pelas ruas e ver as pessoas intimidadas com a minha presença. Parece que finalmente estou recebendo a notoriedade que eu mereço “ZeBeBeBBeBeBe! isso mesmo” pensei “ temam o grande capitão Subaé… ah é mesmo! eu não sou mais um pirata”

Na loja, o garoto que estava me atendendo levou um tapão da hiena que surgiu tomando conta da situação. Pensei que era um ladrão e quase soquei o coitado, mas logo percebi que estava de frente para o verdadeiro dono do estabelecimento. E para falar a verdade, respeitei-o por não ter se intimidado por mim.

-Escute bem meu camarada, acho melhor trocar de ajudante porque esse ai não tá pra nada,viu? Onde já se viu um aprendiz de ferreiro que não sabe fazer ferraduras?! ZeBeBeBBeBeBe! Ainda assim, o preço da espada é salgado demais meu chapa… 2.500.000 por uma espada!! Você sabia que se eu quisesse poderia te roubar,ne? mas não quero te roubar porque estou com preguiça.

Andaria pelo local, observando tudo e vez ou outra pegaria alguma ferramenta em mãos para bisbilhotar mais de perto.

-Antes de tudo eu quero saber se você sabe fazer ferraduras - observaria a hiena nos olhos - Aposto que sabe, mas quem vai fazer as ferraduras vai ser o moleque! - diria determinado.

-Vamos fazer assim. se o garoto conseguir fazer ferraduras boas o suficiente para alguém do meu nível eu vou pagar os 2.500.000 e as armas velhas pela espada e pelas ferraduras.

Ainda observando os dois ferreiros, beberia três usos de meu cantil.

-Mas se ele fizer uma ferradura ruim, eu mato ele e levo a espada. E se você achar ruim te mato também! Dizem que o valor de um homem está na qualidade de suas lições. E ai, vai apostar no seu aprendiz?

Se ele aceitasse o combinado, sentaria no chão e aguardaria o resultado da forja.

Caso ele não aceite a proposta, escutaria a sua.


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Seg Mar 07, 2022 10:13 am
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Cabra da Peste, vol. 4 - Interlúdio

O cangaceiro se vangloriava com a sua aparente fama que se espalhava pela cidade, andando com toda a pompa pelas ruas encarando os cidadãos que reconheciam o ser que vagava por ali em busca de um ferreiro. Já no local, a cabra se surpreendia por um momento coma chegada da hiena, até ameaçando atacá-la, mas logo percebeu que a criatura era o dono do local, e por isso não perdia tempo em persuadir o mink abrindo negociações.

- Cê não pense que roubar algo de mim vá ser tão fácil assim! Eu vou além de criar armas... - A hiena encarava a cabra fixamente nos olhos, mas não agia de forma abrupta, apenas continuava a escutar a tal proposta enquanto seguia o cangaceiro arrumando as coisas que a cabra pegava para fuçar. - Não seja idiota! Eu posso fazer qualquer coisa... - Continuava a encarar.

Subaé colocava o desafio na mesa, enquanto a Hiena nervosa encarava o pequeno garoto. O mink já havia se tocado no golpe sujo que a cabra queria aplicar em si, e ele poderia simplesmente dizer não e partir para uma briga, ou fazer qualquer outra coisa, mas havia um lado da hiena que era muito competitivo e apostador. - Eu aceito! Moleque! Prepare a forja, vamos esfregar na cara dessa aberração. - E assim, a hiena entrava no jogo do cangaceiro.

A criatura se aproximava do garoto após arrumar toda a forma, ferramenta e lingotes para passar as instruções. O pequenino caminhou até Subaé para tirar as medidas da cabra para criar as ferraduras. Com tudo pronto, a hiena sentou-se ao lado de seu desafiante enquanto suava frio aguardando o trabalho do garoto.

Longos minutos se passaram entre muitas batidas do martelo sobre o metal enquanto o silêncio dos dois se imperava, e a única coisa que se ouvia eram as pancadas de metal do garotinho. - T-t-terminei... hum... - O garoto de cabeça baixa caminhava a curtos passos até os dois. - A-a-aqui... hum... está... - Uma ferradura torta e amassada se mostrava presente na mão do garoto, a hiena ao lado baixava a cabeça em desaprovação do serviço, mas se colocava a frente do garoto antes que Subaé pudesse fazer alguma coisa.

- Cê não encoste um dedo nele. O garoto é novo ainda e chegou faz pouco tempo... Ainda tá aprendendo. - Dizia em forma de proteção ao pequeno, mas já continuava com outra proposta. - Vamos fazer o seguinte. Eu te dou a espada em troca da sua caneleira velha e dessa cimitarra desgastada. E, ainda te faço a ferradura. - A hiena coçava seu queixo pensativo e concluía. - Eu faço a ferradura, mas cê paga B$ 200.000,00 para o garoto seguir a vida dele, e eu viro seu ferreiro, já que os boatos dizem que cê é um pirata. Vai precisar de alguém como eu... hum... - A hiena fazia sua proposta esperando que a cabra concordasse.    


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Seg Mar 07, 2022 3:56 pm

11: Um novo seguidor


Depois de algumas marteladas na bigorna, o garoto trouxe para mim a pior ferradura que eu já vi na vida. Olhei para o garoto com um olhar de pura crueldade e ao sorrir maldosamente me levantei para esganar o garoto, mas a hiena se intrometeu antes que pudesse fazer qualquer coisa.

-Como é que eu num vou encostar nele? Trato é trato! E essa ferradura não é digna de se botar nem nos jegues de minha terra…

Sem dar importância às minhas reclamações, o ferreiro continuou a sua proposta em prol da vida de seu aprendiz.

Observaria a hiena, pensativo, torceria a cara ao pensar ficando ainda mais feio, e após ponderar um bom tempo, assobiaria antes de começar a falar.

-Não vejo mal em aceitar a sua proposta, amigo peludo. ZeBeBeBeBe!! Gosto de gente com visão igual a tu… CoF… CoF… - a tosse conseguiu soltar o pigarro de catarro que estava preso em minha garganta e então eu o cuspiria no chão do estabelecimento, perto do pé do garoto - Faça as minhas ferraduras então!

Iria até o garoto e entregaria os 200.000 Bellys - Tome, e vê se vira homem!! - diria ao dar um tapa (desses que faz mais barulho do que dói) em sua nuca -tu foi salvo pelo gongo.

Aguardaria até que a forja das ferraduras estivesse pronta e então, depois de analisar a qualidade do objeto, entregaria a espada e as caneleiras de uma vez. Feito isso, deitaria no chão e ergueria as pernas para apoiá-las em cima da mesa (ou qualquer outra superfície alta) para que a Hiena pudesse colocar as ferraduras em seu devido lugar.

-Ai!! AiAiAiUIIII!!!  - Gritaria e gemeria, segurando a dor fudida de ter ferraduras sendo cravadas em meus cascos - Santa Maria de nossa senhora e Padim Ciço… ajuda na hora dessa moléstia meu pai!! - As lágrimas que escorreram do meu rosto não podem ser comparadas à dor do ferro e pregos no próprio corpo. Mas é aquilo, “sem dor, sem ganhos”.

Ao final do processo, voltaria a ficar de pé - Hu hu hu!! Que belezura ein!! - diria feliz ao observar os cascos com as ferraduras novinhas.

Daria dois tapas leves no ombro da hiena - Qual é o seu nome, camarada? Eu sou o grande Subaé, então lembre desse nome e da sua promessa. A partir de hoje você trabalha pra mim!! ZeBeBeBeBeBeBeBe!!! Mas pode continuar nessa espelunca pois não tenho planos de voltar para o mar por agora.  

Iria até a espada prometida e depois de recolhê-la, colocaria a mesma presa em minha cintura.

-Agora que tudo foi resolvido da melhor forma possível, eu vou dar uma voltinha por aí - Diria ao caminhar na direção da porta, mas antes de atravessá-la eu cessaria a andada.

Uma forte lembrança tomou conta de minha mente e por alguns segundos eu voltei para o tempo em que eu era apenas um garotinho festejando com os outros cangaceiros de Mandacari Vis em volta de uma fogueira. Lembrei do som do choro musical que ecoava pelo anoitecer fazendo todos dançarem em duplas sem se importar com a falta de mulheres do bando.

Olhei para a hiena e perguntei com os olhos cheios de lágrimas saudosas.

-Você teria algum acordeão por ai? - Caso o ferreiro não tenha ou não saiba o que é isso eu diria - é um instrumento musical composto por um fole, palhetas livres e duas caixas harmónicas de madeira… faz um barulho tipo assim... NHEEEE NHEEE NHUU NHÃÃÃÃÃ!!!- caso o homem não tenha o instrumento em seu estoque, perguntaria - Com quem eu posso conseguir um, então?


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Ter Mar 08, 2022 12:30 pm
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Cabra da Peste, vol. 4 - Interlúdio

A cabra aceitava a contra proposta feita pela hiena, concordando em aceitá-lo para o seu bando de cangaceiros e assim deixando que o garoto saísse dali com vida. O pequeno pegou o dinheiro e com um olhar de “me desculpe” para o seu mestre de forja, se retirou do local.

A criatura mesmo desapontada, respirou fundo e começou a trabalhar, levando muito menos tempo que o garoto, mas realizando um trabalho impecável. - Aqui tá a sua ferradura... - Uma peça prateada e brilhante se colocava a frente de Subaé, mostrando que a Hiena tinha de fato grandes habilidades.

- É sério?... - Retrucava ao ver a cabra de pernas pro ar esperando que o mink colocasse as ferraduras para ele. Bufando de raiva e já arrependido da decisão tomada anteriormente, tratou de colocá-las já que não tinha muito o que fazer. - Cê pare de gemer e vire homem! - Exclamava com os gemidos de dor que Subaé sentia. - Pronto! Agora para de chorar, desgraça! - Encerrava o trabalho e corria para uma torneira lavar as suas mãos da sujeira dos cascos da cabra.

Subaé contente com seu novo visual, saudava seu novo companheiro o fazendo se lembrar de sua promessa. - Virgulino... E eu não me esqueci dessa merda! - Dizia sem dar tanta moral para a cabra que já estava prestes a se retirar do local.

Mas antes mesmo que saísse de lá, o cangaceiro foi tomado por lembranças de sua infância que traziam lágrimas incontroláveis ao relembrar de toda a cantoria e dança de outrora. - Eu não tenho ideia do que é. Mas, se for um instrumento mesmo, cê vai tê que ir até a arena e procurar pelo “Bola de Gato”. Esse cara é o mais próximo que tem de música nesse lugar. - Virgulino indicava o próximo passo que a Cabra deveria dar se quisesse encontrar um acordeão.   


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Ter Mar 08, 2022 3:30 pm

12: Em busca de um lugar


A hiena me disse o seu nome e eu me espantei ao ouvir - VIRGULINO?!?! Caramba, você tem o mesmo nome do meu pai!! ZeBeBeBeBe!! Que coincidência!!

Quando perguntei sobre o acordeão, Virgulino orientou que eu procurasse um tal de “bola de gato” em uma arena.

-Uma arena? Tá certo, não deve ser difícil encontrar uma coisa dessas por aí. Até a próxima!

Seguiria pelas ruas da Cidade dos Destroços intimidando com olhares furiosos todos que ousarem entrar em meu caminho. Seguraria de forma descontraída a espada de bainha branca mantendo-a apoiada em meu ombro direito.

TEC

TEC

TEC

O som metálico de minhas ferraduras ecoariam conforme o proceder de meu andar rumo a arena.

Caso não encontrasse nenhum lugar que aparentasse ser uma arena, seguraria o colarinho da roupa da primeira pessoa que passasse por meu caminho e perguntaria.

-Onde é que fica essa tal de arena? desembucha logo!!

Então seguiria as orientações que me fossem dadas até chegar no local desejado, ao encontrar a entrada abriria a porta do local com um chute e, como de costume, anunciaria minha chegada.

-ZeBeBeBeBe!! EU SOU O GRANDE SUBAÉ!!! Agora me digam de uma vez, quem aí é o “bola de gato”?


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Ter Mar 08, 2022 11:10 pm
Farol


Cabra da Peste, vol. 4 - Interlúdio

A cabra se surpreendia com o nome da hiena, mas a criatura não pareceu gostar tanto assim. - Que mané seu pai! Eu não sou seu pai não! Vai lá resolver suas coisas... - Virgulino indicava o local que deveria ir, não muito contente ao saber que o pai de seu mais no capitão tinha o mesmo nome.

O barulho dos cascos novos fazia a cabra encher o peito de felicidade e ego por estar mais do que estiloso, mas um verdadeiro galã. Um galã esse que tentava botar medo em qualquer um que olhasse torto para si, deixando bem a mostra que andava armado e, num ímpeto chamou a atenção de alguém que passava por ali já que não conseguia encontrar a tal arena.

Talvez lhe faltasse alguma atenção, já que a pessoa agarrada nas mãos do cangaceiro apontava para o lado esquerdo onde um enorme coliseu de madeira poderia ser visto. O local ficava bem no centro da cidade, tinha um bom tamanho e algumas pessoas adentravam a arena naquele momento.

Com toda a sua pompa, a cabra metia o pé em uma das portas anunciando a sua chegada, algumas pessoas que estavam ali o reconheciam, mesmo não se assustando tanto, outras praticamente ignoravam a presença do cangaceiro, porém uma delas se aproximava do animal.

Uma garota alva com uma forte maquiagem e trajando roupas sociais, analisava a cabra de cima a baixo antes de falar. - Ouvi falar de você. Um homem forte que derrotou um bando pirata inteiro sozinho... Muito promissor. - Sorria a garota enquanto mordiscava seu lábio inferior. - Você procura o “Bola de Gato”? Eu posso te levar até ele. Me siga por favor! - A garota se retirava dali esperando que Subaé a seguisse.

Caminhando por dentro do coliseu, Subaé notaria certa agitação nas arquibancadas que ficavam a cima de onde eles estavam, e que perto dali havia vários vestiários com inúmeras pessoas ali dentro de todos os tipos. Na frente dos vestiários havia uma porta para que cada e, de repente cada uma delas se abriam, fazendo com que aquelas pessoas caminhassem para dentro da arena.

Da mesma forma, a garota abria a porta que estava bem a sua frente, e assim que o cangaceiro atravessasse a mesma, notaria que agora seria o centro das atenções juntamente com os outros dez participantes que entravam naquela arena. - Me desculpe, mas não vai ser tão fácil assim chegar no “Bola de Gato”! Você vai ter que merecer... - A garota trancava a porta deixando a cabra solta dentro do coliseu.

- VAMOS LÁ, GALERA! ESTÃO PRONTOS PRA UMA BOA E VELHA PORRADARIA? - O público que se ajuntava nas arquibancadas gritava ensandecido com o enorme número de pessoas dentro da arena prontas para lutar pela sobrevivência. - TEMOS AQUI UM NÚMERO DE PARTICIPANTES NUNCA ANTES VISTO! - Continuava a anunciar a garota que surgia de uma das partes altas da arena. - E NO MEIO DESSA LOUCURA, TEREMOS A PRESENÇA DE UM DOS NOSSOS CAMPEÕES! O “BOLA DE GATO”! - Do meio da arquibancada, um enorme rato vestindo o que parecia ser uma roupa de presidiário saltava no canto direito da arena, ficando ao lado de uma corrente prendendo a mesma a sua perna esquerda, e presa a essa corrente também havia uma bola de ferro enorme.

Todos os competidores olhavam fixamente para o rato, como se ele fosse o prato principal. - E HOJE TEREMOS UM CONVIDADE ESPECIAL! A CABRA ASSASSINA DE PIRATAS! - Ao ouvirem o anúncio da garota, o público começava a vaiar o cangaceiro, atirando até mesmo copos de bebida e outras coisas mais repugnantes. - NÃO SE ESQUECAM! SÃO 5 MINUTOS ATÉ O SOAR DO GONGO. E AQUELES QUE SE MANTIVEREM VIVOS ATÉ LÁ, SERÃO OS VENCEDORES! - Um enorme gongo tocava sem parar ao lado da mulher. - QUE COMECE A CARNIFICINA! - A briga começava, e bem ao centro da arena havia um buraco circular que dava para algum lugar não muito agradável. Os 10 participantes que estavam próximo do centro se dividiam entre pegarem o "Bola de Gato", e atacarem o capitão cangaceiro.   


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Qui Mar 10, 2022 2:41 pm

13: É hora do pau!


soundtrack:

A mulherada deste fim de mundo não perde tempo, foi só eu entrar no coliseu que uma bela moça de cabelos brancos veio na minha direção me analisando de cima a baixo enquanto mordiscava o lábio de uma maneira sedutora.

-Isso mesmo xuxuzinho, eu sou o primeiro e único Subaé! gostasse, é? - lhe responderia ao piscar o olho de maneira cafajeste.

A mulher falou que me levaria até o “Bola de Gato” e então eu decidi segui-la.

Fui guiado para debaixo das arquibancadas, onde haviam muitos vestiários e alguns cantos escuros “hmmmm ela tá é querendo…danadinha” eu poderia jurar que ela estava me levando para um cantinho particular onde ela poderia usufruir dos prazeres que só uma cabra suja pode proporcionar, mas quando vi o Bola de Gato surgir na arena eu percebi que ela estava só sendo “gentil”.

-Oh mulher, você é tão gentil!! muito obrig…


CLAM!!


Boazinha é o caralho, a mulher fechou as grades da arena, me prendendo junto dos outros lutadores.

-OQUE!!! EI, que história é essa? SUA CACHORRA!!! EU NUM VIM LUTAR!!! ABRA ESSA GRADE SUA VAGABUNDA!!!!!

O público ia à loucura, urrando em vibração pelos combatentes que adentravam a arena enquanto a voz da mulher reverberava potentemente pelas caixas de som ao apresentar os participantes da batalha que estava prestes a começar.

-Cabra assassina de piratas?? Ôh MUIÉ, TU FALOU MINHA ALCUNHA ERRADA!!! EU SOU O CABRA DA PESTE!!! repita comigo…CA-BRA-DA-PES-TE!!!!

E então o gongo badalou revelando o início do combate.


BENG!! BENG!!!


-Agora não tem mais jeito e reclamar não vai me levar à lugar algum…ZeBeBeBeBeBe!! Tá na hora de surrar uns restolhos.

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Seguraria a espada com a mão esquerda, mantendo-a horizontalmente estendida, e puxaria a bainha com a direita - Contemplem meu novo modo supremo!! o cangaceiro espadachim!!!

Avançaria contra os oponentes que se aproximavam de mim. Saltaria fazendo uma pirueta por cima de qualquer pessoa projétil ou golpe que tentassem desferir em mim, ao voltar pro chão, avançaria abaixado contra o oponente mais próximo para golpear a ponta da bainha com tudo em sua traqueia, empurrando-o (e batendo a costa da espada em seu peito) até que o mesmo caia no buraco. Apenas interromperia o empurrão se precisasse desviar de algum golpe, neste caso eu daria uma cambalhota para trás do inimigo que eu estava empurrando e ao me levantar, guardaria a espada na bainha, puxaria-o pelo braço e depois de usá-lo como escudo o arremessaria no buraco.

Permaneceria na beira do buraco central, aguardando que avançassem contra mim para que eu pudesse saltar por cima dos mesmos, e ao pisar em seus ombros para ganhar impulso, jogaria os mesmos para trás, no buraco.

Caso algum inimigo esteja mais próximo do buraco do que eu, avançaria contra o mesmo e quando estivesse perto, saltaria com a perna estendida para desferir uma voadora no seu estômago. Minhas mãos agiriam rapidamente e ao desembainhar a espada, cravaria a mesma no chão para que eu não caísse se o oponente desviasse.

Usando a espada me puxaria de volta e rolaria pelo chão para evitar possíveis ataques. De pé, quando não desse para esquivar, usaria tanto a lâmina da espada quanto a bainha para bloquear os golpes.

Caso em algum momento muitos inimigos me cerquem, arremessaria a espada para cima e jogaria o meu corpo para trás, passando a estabilidade para as minhas mãos. Podendo assim girar em alta velocidade para chutar a cara de cada um dos infelizes.

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 2 Zabumbada_estoica

-ZABUMBADA ESTÓICA!!!  

Ao final da técnica, recolheria a espada e a bainha.




Zabumbada Estóica:

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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Sab Mar 12, 2022 11:22 am
Farol


Cabra da Peste, vol. 4 - Interlúdio

Pois é meus amigos, não é fácil ser um cara apaixonado demais. Não pode ver um “rabo de saia”, que já fica com o bichano nas alturas, criando mil e uma ideias de como ser ainda mais safado, principalmente ao ser levado a cantos mais escuros. Mas no fim, a cilada está aí para nos mostrar o quanto a nossa cabra foi “gado” nessa história.

A confiança exacerbada na garota e em si mesmo fez com que a traição fosse mais rápida que o pedido de namoro, levando o nosso cangaceiro ao centro de uma batalha de vida ou morte. Os insultos a bela donzela eram inúteis, e para piorar ela ainda anunciava o seu título da forma mais cruel e sem graça possível, o fazendo se irritar em busca de corrigi-la.

No fim ao soar do gongo, só restava a cabra renunciar de suas reclamações por um tempo e partir para a briga em busca de sobrevivência dentro daquela arena. Apesar de ser jogado em um ninho de morte, não restava dúvidas que o cangaceiro gostava de uma boa briga, e apesar de certa fama ganha pela cidade, ali dentro as pessoas poucos se importavam com isso.

No geral pela arena era possível ver que todos que estavam por ali, aparentavam ser piratas da pior espécie, que pouco se importavam com a fama da cabra, e por isso era inevitável as vaias quando foi anunciado.  

Com a espada em posse, Subaé a desembainhou deixando à mostra a bela lâmina negra com raios retalhados em amarelo que se estendiam por todo o corpo, anunciando o seu novo modo cangaceiro. Um grupo de seis oponentes caminhavam em direção a cabra com espadas, martelos e foices em mãos.

O grupo não brigava entre si, e era nítido que o seu novo alvo seria a cabra. Sem perder tempo, o capitão cangaceiro avançou contra o grupo da mesma forma, que de um jeito incrível escapou dos golpes falhos e sem ódio dos piratas com suas habilidades acrobáticas, trazendo o fim daquele que estava mais atrás, levando-o direto para o buraco e assim podendo notar que ele era apenas um breu de morte onde sabe-se lá para onde levaria, - mas com vida, com certeza não seria.

Outros dois irritados avançavam contra Subaé que com tranquilidade saltava por cima dos fracotes e com suas novas e lindas ferraduras os jogava para o breu da morte, restando três lutadores de pé. Os piratas restantes começavam a rir de empolgação, avançando contra a cabra ao mesmo tempo encurralando Subaé próximo do buraco.

Os golpes eram pesados, e apesar do cangaceiro conseguir usar sua nova arma para se defender dos ataques múltiplos, ao pouco o cangaceiro era arrastado para a beira do breu. E em um dos ataques, o maior que estava ali usando de um martelo, se afastou um pouco para trás e avançou com força desferindo uma marretada no peito de Subaé, que apesar de bloquear, acabou sendo jogado para trás por conta do impacto.

A cabra astuta como era, conseguiu fincar a espada no chão ficando pendurado sobre o buraco criando grande abertura para ser jogado de vez para a morte. Contudo, os três se gabavam do ataque rindo do cangaceiro, o que lhe deu tempo para se forçar para terra firme usando a espada de apoio para rolar pelo chão antes mesmo que dessem o golpe final.

E isso criou a abertura perfeita para que Subaé mostrasse a real força de um CABRA DA PESTE! Com sua incrível técnica conhecida como Zabumbada Estoica, o cangaceiro eliminou completamente seus oponentes os jogando pela arena com seus poderosos chutes, deixando dois deles completamente inconscientes enquanto o terceiro que era o grandalhão com o martelo, encontrou a sua morte dentro daquele buraco.

Mas, por mais incrível que sua batalha havia sido, não era Subaé quem fora ovacionado naquele local. - BOOOOLA, DE GATO! BOOOOLA, DE GATO! BOOOOLA, DE GATO! - Do outro lado da arena, era possível ver corpos completamente espatifados pela chão, e uma quantidade massiva de carne pela parede que estava completamente rachada.

A bola ferro daquele ratão estava tomada por uma cor escarlate. Bola de gato por sua vez olhava fixamente para o cangaceiro enquanto arregaçava as suas mangas prontas para o que seria um combate brutal. Até que o rato, finalmente resolvera tomar a inciativa correndo de quatro na direção de Subaé com a bola de ferro quicando pesada atrás da criatura.

Quando se aproximou do buraco que ficava ao centro da arena, em um impulso o rato salto bem alto passando por cima do breu com tranquilidade, e em um rodopio, virou a corrente presa a sua perna direcionando a bola de ferro como se fosse uma cauda na direção da cabra com a intenção de macetá-lo no chão.  


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Sab Mar 12, 2022 6:31 pm

14: Bola de Ferro


A plateia foi à loucura quando derrotei os oponentes que ansiavam por minha queda. Todos urraram em êxtase e por um segundo até pensei que aquela torcida era pra mim, mas quando começaram a clamar pelo Bola de Gato eu percebi que ainda não sou o favorito de ninguém.

-seus cornos!! É sério que ninguém vai torcer por mim??

Observei a multidão em euforia, e olhei para os corpos destroçados no chão. O mink rato arregaçou as mangas e correndo de quatro avançou contra mim, arremessando a bola de ferro em minha direção ao saltar.

Saltaria para trás a fim de me afastar do impacto que a bola de ferro causará e então giraria o corpo para o lado, contornando o corpo do rato com um salto, para por fim dar-lhe um forte coice nas costas.

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 2 _8XRFF

-Ataque surpresa… - Diria quando estivesse atrás do Mink. Enfiaria a mão em suas calças e puxaria a sua cueca antes de sair correndo para longe na direção da parede rachada. Se o rato for mais pesado do que eu aguente puxar, largaria a cueca bem depois de dar um bom puxão, e na falta de uma cueca eu puxaria a calça do lutador.

-CUECÃÃÃÃÃÃÃO!!!!

Seguiria correndo na direção da parede rachada, sempre olhando para trás para evitar de ser surpreendido por algum ataque covarde.

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Se o rato me atacasse com as próprias mãos eu tentaria bloquear o golpe com a bainha da espada e logo em seguida contra atacaria com um chute de cima para baixo em seu queixo.

Entretanto, se o rato usasse a bola de ferro para me atacar eu apenas continuaria correndo para me afastar, e no pior dos casos eu não tentaria bloquear aquele peso, apenas me abaixaria para que a bola passasse por cima de mim ou pularia para longe da mesma.

-Você é o Bola de Gato, né? Eu quero um acordeão e me falaram que só você poderia ter um. - diria atento à possiveis investidas

Saltaria por cima do rato quando a guarda do mesmo estivesse aberta, e então daria uma série de chutes (em sua fuça, peito e barriga) a fim de arremessá-lo com tudo contra a rachadura da parede.

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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Sab Mar 12, 2022 10:10 pm
Farol


Cabra da Peste, vol. 4 - Interlúdio

Era deprimente para o cangaceiro mostrar toda uma gama de habilidades e ainda criar um espetáculo magnífico para o público e mesmo assim não ser devidamente reconhecido, sendo continuamente vaiado pelo público em geral, enquanto o seu adversário Bola de Gato era constantemente carregado pela multidão.

Tomando a iniciativa, o enorme ratão avançou para cima da cabra desferindo um poderoso golpe com sua bola de ferro presa ao pé que, apesar de poderoso não foi capaz de atingir Subaé que conseguiu escapar com um salto para trás.

Apenas o impacto no chão fez com que o público gritasse de empolgação, e a garota traíra de minutos antes animava-os ainda mais. - UUUUHUUUUUL! BOLA DE GATO TÁ BOTANDO PRA QUEBRAR! - Sua exclamação era acompanhada de gritos ensurdecedores a favor do famoso lutador.

Apesar do desapontamento, o cangaceiro não ficaria parado, pois fazia questão de humilhar seu inimigo na frente de sua torcida. Assim que o rato pousou no chão após seu ataque, Subaé rapidamente girou contornando seu adversário para golpeá-lo com os cascos nas costas do rato o jogando contra a bola de ferro criando uma grande oportunidade.

Oportunidade essa que era seguida de um humilhante puxão em suas calças, deixando toda a dignidade que o rato ainda teria se transformar em um mar de gargalhadas. Isso deixaria o rato completamente corado e sem saber o que fazer diante de tamanha vergonha ao ver os olhares de deboche e os dentes podres a mostra em sorrisos nada aconchegantes que vinham do público.

Ao se lembrar do real culpado por aquilo estar acontecendo, Bola de Gato se virou para o cangaceiro cheio de ódio para começar a perseguição. A cabra já esperando pelo pior disparava pela arena na direção da parede rachada enquanto o ratão corria atrás de Subaé tentando acertá-lo com sua bola de ferro de todas as formas, e se não fosse pela leveza do cangaceiro e o enorme peso que a bola trazia para a criatura, Subaé provavelmente estaria esmagado a essa altura.

Contudo, a cabra por um momento tentou dialogar com Bola de Gato anunciando o real motivo de estar ali. Sua fala fez com que o rato apresentasse um semblante de dúvida ao escutar o que Subaé tinha para falar, dando alguns segundos de brecha que fez com que a cabra usasse do momento para saltar por cima de seu adversário.

E, ainda no ar, o cangaceiro aplicou uma sequência poderosa de chutes contra toda a parte superior de Bola de Gato que o fez ser arremessado contra a parede, ficando inconsciente na mesma hora decretando a completa vitória do cangaceiro.  

A multidão naquele momento se silenciava, apenas o som do vento poderia ser ouvido naquele local, e de forma travada e embasbacada, a garota que apresentava o combate, tentava encontrar palavras para entender o que havia acontecido. - O-oh... T-t-temos... um... vencedor... - A garota engolia em seco já que não esperava que aquilo realmente fosse acontecer. - A CABRA ASSASSINA DE PIRATAS, É A VENCEDORA! - Anunciava a garota enquanto a multidão apenas vaiava sem aceitar a vitória do cangaceiro.   


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Dom Mar 13, 2022 8:57 pm

15: Dividindo Rum


Olhei em volta e depois de olhar a cara de surpresa da platéia que me vaiava, sairia apontando o dedo do meio para todos os lados -CABRA ASSASSINA DE PIRATAS, NÃO!!!! - gritei em resposta ao anúncio de vitória feito pela locutora - o certo é "Cabra da peste"!!! vê se aprende de uma vez!!!

Então eu iria até o rato caído e estalaria os dedos, algumas vezes, perto de sua orelha para chamar-lhe a atenção - Ei ratão!! acorda! oi, oi!! - continuaria importunando o mink, cutucando seu nariz e dando tapas leves em seu rosto até que o mesmo acorde.  
-Até que enfim acordou ein! ZeBeBeBeBe!! toma..- estenderia o cantil cheio para que o ratão pudesse pegá-lo - beba, um pouco de rum depois da luta é a melhor coisa que tem.

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 2 ARENA

-Foi mal pelo cuecão... É o meu jeito pirata de ser - e então estenderia a mão para ajudar o rato a se levantar - Eu vim aqui exatamente para falar com você. Me disseram que você é o mais próximo de um músico aqui, e bem, eu estou atrás de um acordeão... Você não teria um por aí?

Seguiria caminhando na direção do portão junto do "Bola de Gato" - Eu estou vivendo no porto, em um navio com uma carranca na proa. Passe lá qualquer dia para a gente fazer um som maneiro!

Mas o meu bom humor encontrou seu fim quando olhei no rosto da locutora.

-ABRA ESSA PORTA LOGO, SUA PILANTRA!! E EU ACHO BOM RECEBER ALGUM PRÊMIO PELA VITÓRIA!!



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