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Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio

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Achiles
Pirata
Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Sab Fev 05, 2022 9:02 am
Relembrando a primeira mensagem :

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Pirata Subaé A qual não possui narrador definido.

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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Seg Abr 11, 2022 10:54 am

23: Pandemonium


-Ei, ei, ei, ei… seus desgraçados! - Falei enfurecido ao final da salva de palmas - Palmas não enchem o meu copo. Quem é que vai me pagar uma bebida? Isso é realmente revoltante, fazer uma bela apresentação pra esse bando de cornos pra receber só umas palminhas. Um artista merece rum!!!

Durante toda a minha infância em Mandacari Vis eu via os trovadores e os farristas fazendo diversas apresentações para serem pagos com goró e comida, mas esse povinho sem cultura deste fim de mundo parece não saber dar valor à uma boa música.

Então eu observaria as pessoas no bar, fitando uma por uma, à espera de que alguém tivesse a decência de valorizar a minha canção, mas se ninguém se prontificasse a me pagar uma bebida eu entregaria o acordeão para Ratatá, iria até o balcão e pegaria a primeira colher que visse na minha frente, depois iria até a mesa mais cheia e chutaria a mesma para o alto na direção dos clientes que estivessem usando-a.

Musiquinha marota:


-EU ME APRESENTEI E AGORA É A HORA DE VOCÊS ME PAGAREM UM GORO!!!!!

Rapidamente eu seguraria o pescoço da pessoa mais próxima de mim e então enfiaria a colher pelo canto inferior do olho direito do indivíduo, por fim inclinaria a alça da colher para baixo fazendo o olho saltar para fora.

Se alguém tentasse me atacar nesse momento, eu saltaria para trás a fim de me afastar um pouco dos oponentes e estenderia o sujeito pelo pescoço, colocando-o na minha frente feito um escudo. Depois de ter bloqueado o golpe com o refém, jogaria o mesmo contra os seus companheiros.

Caso eu não aguente carregar o refém para usá-lo como escudo, depois de arrancar o seu olho eu saltaria para trás e puxaria uma cadeira ou banco para me proteger.

-Eu dei a chance de fazermos isso de uma forma mais tranquila, mas parece que só sabemos conversar através da violência, não é mesmo?

Então daria dois tapas estrondosos no balcão para chamar a atenção daqueles que ainda poderiam estar me ignorando. Durante a fala eu pegaria o cantil com a outra mão e já começaria a girá-lo em preparação para o combate iminente.

-ISSO AQUI É UM ASSALTO, TODOS VOCÊS PODEM IR PASSANDO A GRANA!! - olharia para o taverneiro e piscaria o olho - menos você,cara… Você é gente boa… MAS VOCÊS TODOS AÍ PODEM IR ESVAZIANDO OS BOLSOS!!

Se alguém tentasse avançar em minha direção, ou caso alguém tentasse correr para fora do bar, eu iria aproveitar a rotação exercida desde antes para arremessar o cantil (sem soltar a alça) na direção do espertinho.  Inclinaria o corpo para frente se fosse necessário para alcançar o meu alvo, e assim que o cantil golpear a cabeça do indivíduo eu puxaria a alça para retomar a posse do meu cantil.


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-Não tente bancar o espertinho se quiser viver…- diria para quem fosse golpeado.

Por fim, olharia para Zuba, Ratatá e Kupuna-wa.

-Não fiquem aí assistindo!! É hora de trabalhar, esvaziem os bolsos desse povo!!


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Ter Abr 12, 2022 5:22 pm

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio




Narração - 03

O Bar

Os clientes mantinham-se em silencio durante o discurso de Subaé, que ia percebendo a infelicidade daqueles que o ouviam, assim como a do Barman e possivelmente dono, que ia se aproximando já de saco cheio daquele papinho.

Porém, ele parava no caminho, respirando fundo, deixaria que a cabra, continuasse seu show, uma mesa era jogada sobre alguns clientes, logo o barman, partia para cima de Subaé, que saltava para trás, pegando o pescoço firmemente o pescoço do mesmo, ele com a colher na mão vaga, enfiava sem piedade a colher no olho do barbudo, puxando, o olho saltava para fora, não parava por aí, sendo pego e feito de refém o homem estava desesperado.

Porém a reação era bem diferente, todos os presentes no estabelecimento, sacavam suas pistolas, apontando para Subaé e companhia, eram em torno de trinta pessoas com pistolas e rifles.

Em uma mesa no canto escuro e vazio do bar, levantava um homem, com pele de coloração verde, ele chupava um pirulito conforme se aproximava de Subaé, com sua espalhafataria gargalhada, — Zegueguegue... acalmem-se rapazes, o companheiro só quer uns trocados, não é mesmo?

Com uma boina com símbolo de caveira, uma pele esverdeada e um rosto de quem não dormia a dias, o pequeno de um metro e setenta, estendia a mão em um cumprimento com Subaé.

— Morgan vê se para de fazer escanda-lo Zeguegue esse teu olho a gente bota no lugar rapidinho...

Os clientes abaixavam as armas, mas não completamente, logo surgindo da mesma mesa, mais duas pessoas, os três usando uma mesma boina, a mesma cara de sono e a coloração da pele variando entre o verde musgo e um amarelado.

— SuuuuBaBaBa... vendo de perto teu olho Morgan... acho que ta com probleminhas.

— Porque não deixa comigo os cuidados, chefe...? Afinal, eu preciso de uma nova cobaia.

— Zeguegue, eu acho interessante a ideia, mas Morgan é um companheiro, não podemos trata-lo assim.

O barman nesse tempo todo, parecia nervoso em contraste com as lagrimas que escorriam de seus olhos.

Historico Subaé:


Última edição por Jean Fraga em Sab Abr 23, 2022 1:02 am, editado 1 vez(es)

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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Qui Abr 14, 2022 1:39 pm

24: Vamos jogar?


Todo o ocorrido prosseguiu de uma maneira bem inusitada. O taverneiro decidiu me atacar e para o infortúnio dele acabei arrancando o seu olho - Porra cara! Eu não gosto de bater em taberneiros!! Era só você ter ficado fora disso, seu trouxa!

Em instantes todos os quase trinta clientes já estavam com suas pistolas e rifles apontados para mim. Ergui o homem em minha frente para que servisse de escudo, mas antes do combate começar três pessoas bem interessantes se destacaram no meio daquela multidão, eles conversavam entre si com tanta naturalidade que eu nem mesmo entendi o que estava acontecendo.

-Oque? Morgan? Quem é esse cabra aí? - falei ao olhar para o taberneiro sem olho - Teu nome é Morgan, é?

A conversa entre os três esquisitões continuou e o assunto principal era o olho do barbudo… Aparentemente eu e meu assalto fomos deixados de lado por esses malditos que tem tesão em olhos.

Olharia em volta com cara de bobo, largaria o taberneiro e então iria para próximo do trio com boinas de caveira.

-É isso ai, eu quero uns trocados ou algum goró! Mas eu não vou mentir, fiquei bastante curioso com toda essa situação…Quem são vocês? São piratas? Quem é o capitão?

Ouviria a resposta do grupo e caso eles me ofereçam uma bebida, aceitaria. Entretanto, caso nenhum deles me ofereça uma bebida eu recolheria sem pedir, a garrafa que estivesse em cima da mesa e beberia todo o seu conteúdo.

Caso eles sejam piratas, uma grande idéia surgiria em minha mente.

-ZeBeBeBe!! E esses cabras todos aí são da sua trupe? - perguntaria ao abraçar o capitão usando apenas um braço - Parece que o destino decidiu botar frente à frente dois capitães, não é mesmo?  

Me afastaria do capitão e iria até dois dos tripulantes que tivessem pistolas em mãos, ergueria as mãos abertas e fitaria-os olhando por cima de maneira intimidadora - Me entreguem as pistolas! - ordenaria com o soar retumbante de minha voz, mas se ainda assim não me obedecessem, insistiria em pedir - Vamos logo! Se eu quisesse ferir vocês já teria ferido!!

Caso os tripulantes me entreguem as duas pistolas eu iria até o capitão e lhe entregaria uma.

-Já ouvisse falar de um tal jogo pirata chamado Davy Back Figth? É um jogo que foi criado à muito tempo atrás em uma Ilha-Pirata para que os capitães possam melhorar suas tripulações através de duelos.

Sorriria ao fitar o capitão nos olhos, colocaria a mão direita em meu bolso e retiraria três moedas.
-Três moedas serão ofertadas ao mar e isso significa que serão três rounds! As regras são claras: Quaisquer membros da tripulação ou Jolly Roger perdidos durante a Davy Back Fight poderão ser recuperados somente através de uma outra Davy Back Fight / Os tripulantes selecionados devem jurar lealdade imediatamente ao capitão de seu oponente / E se a sua bandeira for tomada e não for recuperada, você jamais poderá usá-la novamente.

Então apontaria a pistola em minha mão para cima e atiraria para o alto.

-Se tem culhão pra jogar, aceite e atire para o alto.



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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Seg Abr 18, 2022 10:35 pm

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio




Narração - 04

O Bar

O taverneiro coberto de dor, somente remexia sua cabeça em afirmação a pergunta de Subaé, ele era o Morgan.

— Zeguegue sente-se conosco, você é nosso convidado, senhor cabra.

O homem que tomava as atitudes, novamente era receptivo com o capitão que havia se estressado antes, os dois ao seu lado já voltavam para a mesa, logo sentando de forma bem solta.

Os outros clientes ainda pareciam meio em alerta, porém com um olhar firme, o homem de antes, parecia aliviar as coisas, — Ei, eles são agora meus convidados, voltem a beber.

Logo todos se acalmando, guardando as armas e voltando lentamente a seus papos cotidianos.

— Quem são vocês? SuuuuuBaBaBa... eu sinto que já vi seu rosto... – O terceiro irmão, ou pelos menos assim parecia, pela semelhança visual, fumava um cigarro, oferecendo um para Subaé.

— Zeguegue somos uma tripulação de piratas... e eu – Apontava pra sí mesmo – Sou o capitão Zeguegue... Me chamo Blade e meus dois irmãos são Mequetrefe um ex marinheiro que viu as sujeiras do sistema e pé-rapado. – Respectivamente primeiro o homem que havia oferecido o cigarro se apresentava como Mequetrefe e em seguida, o que restou era pé-rapado.

Ele voltava ao silencio, vendo as atitudes subsequentes do cabra, dois marujos amedrontados, entregavam suas pistolas para Subaé, o capitão, então ouvia atentamente a proposta de Subaé.

O bar inteiro ficava em silencio e ao fim de sua fala, um sorriso surgia no rosto do homem, logo, todos começavam a gargalhar, — Zegueguegue... você tem certeza? Afinal, você acha que consegui essa tripulação como? E pode ter certeza que não foi só uma tripulação que eu acabei...

— Tem culhões?
Historico Subaé:

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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Ter Abr 19, 2022 5:09 pm

25: Pique-Bandeira


Surpreendente eu fui bem recebido por aqueles humanos de pele estranha que me convidaram para me juntar a eles em sua mesa. Então o capitão falou que me reconhecia e então me ofereceu um cigarro.

-Eu te pareço familiar? Eu já o ameacei? - perguntei enquanto retirava um meleção do meu nariz - Não, obrigado. Eu não fumo - recusei o cigarro enquanto limpava o meu dedo disfarçadamente em baixo da mesa.

Então me levantei e fiz a proposta do Davy Back, e para a minha surpresa o capitão aceitou e se gabou de ser bom nessas coisas, mas foi só de boca.

-Se eu tenho culhões? A vida é para quem topa qualquer parada! Mas agora eu quero ver e se tu é tão bom mesmo quando diz, pega essa pistola e atira pra cima de uma vez, homi!

Se o capitão aceitasse o desafio e atirasse para cima, eu olharia para os meus companheiros e balançaria a cabeça em direção a porta, indicando que colocaríamos o pé na estrada.

-Você quer saber quem eu sou? - diria ao seguir para fora do estabelecimento - Eu sou Subaé, apenas mais um cabra desonesto que vaga pelo ermo do destino incerto. Agora vamos simbora pro porto que temos um jogo pirata para começar!

Iria com todo o grupo até o porto e assim que chegássemos ao Lamento de Caronte eu jogaria as três moedas no mar para avisar Davy Jones que uma partida iria começar.

-Onde está o seu barco? - Perguntaria para o capitão. Ouviria a sua resposta e então, caso o lamento esteja muito longe da embarcação de Blade eu conduziria o lamento para mais próximo da mesma, para que ficassem lado a lado.

-Muito bem, vamos começar a primeira partida então! O primeiro jogo será um pique-bandeira com times de três pessoas. Cada trio começará em seu próprio barco e o objetivo principal é capturar a bandeira no topo do mastro inimigo e levar para o seu mastro antes que o outro time consiga fazer isso. Qualquer tipo de estratégia é permitida, assim como combates e ferimentos não serão penalizados…afinal, somos piratas, não é mesmo?

Ergueria a mão direita para chamar a atenção e finalizaria.

-Dez minutos para as tripulações decidirem quem jogará nesta partida!

Então iria para o convés do Lamento e chamaria todos os 6 tripulantes (Zuba, Monoliso, Bola-de-Gato, Ratatá, Mr Porunga e Kupuna-wa), Olharia todos enquanto caminhava em círculos com as mãos nas costas igual um treinador de time de futebol.

-Eu vou Jogar essa partida para testar esse pulo no ar que o Pururuca me ensinou! - Diria ao agarrar o braço do mascarado - E você também vai jogar viu, Com a gente pulando pelo ar vamos ganhar isso fácil fácil!!

Olharia mais uma vez para o grupo pensando em quem seria de boa ajuda para a partida.

-Mono!! Você vai ser o terceiro membro da equipe!! Seu dever vai ser proteger a nossa bandeira e impedir que aqueles coisinhos a peguem.

Então pediria para que os que não fossem participar da partida descessem do barco e assistissem tudo no porto.

-Já estamos prontos aqui!! e vocês aí?

Se eles estivessem prontos para o início da partida eu repassaria as regras mais uma vez e por fim recolheria uma garrafa vazia e explicaria como a partida teria início.

-Eu vou jogar essa garrafa para o alto e quando ela fazer “tibum” no mar a partida começará!!

Então arremessaria a garrafa e ficaria atento ao momento em que ela caísse na água.

Não perderia um segundo sequer, assim que a garrafa afundasse no mar eu saltaria sobre o batente do Lamento e então impulsionaria os meus cascos contra o ar, e ao pisar no vendo saltaria mais uma vez utilizando o geppou para correr pelos céus em direção à bandeira no mastro dos oponentes. Se tentassem me atacar nesse momento de investida eu tentaria contornar o golpe com mais um salto acrobático onde giraria por cima do oponente para contra atacar chutando o seu rosto com toda a força para baixo.

Caso eu consiga recolher a bandeira inimiga, amarraria a mesma em meu chifre esquerdo e então retornaria pelos ares até o mastro principal do Lamento.


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Qui Abr 21, 2022 2:25 am

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Narração - 05

O primeiro jogo

— Talvez, bom não importa, eu quero é beber porra!! Morgan! Vê se me traz algo e não demore muito...

Morgan ainda estava se recuperando, mas com uma mão sobre o olho caído, ele levava uma cerveja para Mequetrefe, que pegava já dando um longo gole.

[...]

O capitão, sorria, estendendo a mão a mesa, ele puxava uma arma que estava solta por lá e disparava três tiros, algumas galinhas na parte externa, pulavam e piavam com o barulho.

— Subaé... será ótimo quando você decidir ser meu subordinado... – Dizia confiante de si, seguindo o cabra.

Trinta homens se levantavam e aquela tropa, marchava até o porto, chegando em seu quarto, ele fazia o ritual básico, — Está ali! – Ficava cerca de três docas a direita, o barco era grande e colorido nas cores amarelo e verde, até para caber aquele número de pessoas.

Blade sorria, chamando seus dois irmãos, Mequetrefe e pé-rapado, ele dizia, — Eu não pretendo facilitar..

Tomando seu tempo, Subaé se reunia com os demais tripulantes, Mr porunga somente lamentava, ele não parecia ser o maior fã de joguinhos, enquanto Monoliso chegava a pintar seu rosto, com marcas horizontais de guerra, — Vamos nessa!! Nós vamos ganhar!

Blade dava um joinha, sinalizando que estava tudo pronto, a garrafa era arremessada e cada um parecia se preparar de uma forma, Blade se mantinha parado, enquanto Mequetrefe já se posicionava para ir para o seu navio, enquanto Pé-rapado se posicionava em direção ao mar.

No momento em que a garrafa entrava em contato com a água, Blade disparava como um canhão e quase sumindo da visão dos demais, indo diretamente para a bandeira.

Subaé saia pulando no ar sem muitas dificuldades na execução, mas reparava que não conseguia fazer o geppou, motivo? Em sua perna direita, estava grudado Pé-rapado, ele se prendeu tão rápido que foi até difícil de ver.

— Você pulou e nem reparou em mim chegando pela borda do navio... heheh...

Mr porunga prosseguia, mas era interceptado por Mequetrefe, que parava em sua frente, pronto para um combate, o ex marinheiro fumava um cigarro.

Blade também havia sido parado por Mono, que com sangue nos olhos não deixaria aquela bandeira sair tão fácil dali.
Historico Subaé:


Última edição por Jean Fraga em Sab Abr 23, 2022 1:02 am, editado 1 vez(es)

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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Qui Abr 21, 2022 9:00 pm

26: Round 1


Quando a garrafa caiu ao mar eu avancei contra o batente e tentei pular no ar assim como Porunga havia me ensinado, mas para o meu espanto senti alguma coisa puxando o meu pé, impedindo o meu avanço.

Então ouvi uma voz vindo de baixo ao se gabar pelo seu feito surpresa…era o Pé Rapado que estava se agarrando em meu casco.

-Mas que ousadia é essa? desprende vai!! - Ergueria a perna e começaria a balançá-la para os lados a fim de fazer o mesmo se soltar de mim - ME SOLTA, PORRA!!!


Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 4 Sem_Titulo-2


Agarraria o cantil mais cheio e começaria a bater o mesmo no humano para que ele me soltasse, e caso ele ainda assim não me solte, chutaria o batente do tamento com toda a força para fazer a cabeça do mesmo se chocar contra a madeira.

Ele tendo me soltado ou não, eu agarraria os seus cabelos e puxaria a sua cabeça para trás, tiratia a tampa do cantil usando os meus dentes, cuspiria uma catarrada dentro da garrafa e enfiaria a mesma na boca do Pé Rapado, obrigando-o a beber todo o conteúdo do recipiente (9 doses + um catarrão), isso certamente deixaria o mesmo um pouco tonto ou desacordado…depende do quanto ele está acostumado a beber…

-VAI DESGRAÇA, BEBA TUDO… BEBA TUDOOOOO!!!


Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 4 Sem_Titulo-1


Depois de esvaziar o cantil na boca do humano grudento eu giraria o cantil para criar força e arremessaria o mesmo na direção de meu mastro para que acertasse o órgão entre as pernas de Blade.

Depois, faria o mesmo com o outro cantil, mas ao invés de mirar em um dos oponentes, o meu alvo era acertar a base da bandeira no mastro dos oponentes, talvez assim ela caia para o convés.

Pularia em cima da cabeça do Pé Rapado e usaria o mesmo para impulsionar o meu salto rumo ao outro navio. Pisaria no ar duas ou três vezes, apenas o suficiente para alcançar a bandeira (esteja ela caindo, ou no mastro). Com a bandeira em mãos, olharia ao redor para tentar entender o que estaria acontecendo naquela partida.

Caso algum dos oponentes estejam com a nossa bandeira em mãos, eu avançaria contra o mesmo impulsionando o meu corpo com um salto acrobático que faria o meu corpo girar igual a um dardo; Apontaria os cascos na direção do oponente preparando-me para o impacto e daria um forte coice no peitoral do mesmo.


Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 4 Carimbo

CARIMBO DA FLOR DE CACTUS!!


Sem perder tempo, puxaria a minha bandeira de suas mãos , pisaria em seu rosto e por fim saltaria em direção ao mastro do Lamento.



Caso nenhum dos oponentes tenham pego a nossa bandeira, eu apenas retornaria pelo ar para a o meu mastro, mas antes eu iria conferir se os meus pés estivessem livres.

Caso tentem me segurar novamente, eu seguraria o indivíduo pelo pescoço e saltaria pelos ares com a bandeira em uma mão e o pescoço do indivíduo na outra. Então lá de cima, arremessaria o sujeito no mar.


Carimbo da Flor de Cacto escreveu:Nome: Carimbo da flor de cacto
Rank: 2
Descrição: Subaé salta girando seu corpo por uma distância considerável de forma rápida e executa um chute poderoso, enviando o oponente para o ar com brutalidade e causando danos consideráveis em suas costelas, que se quebrarão por conta do impacto. O local acertado ficará com uma marca vermelha que se assemelha à uma flor de cacto.

Componentes: EDC Artista Marcial / Acrobacia / Atletismo
Requisitos: Subaé precisa estar à pelo menos um metro de distância do alvo para conseguir executar o salto giratório
Penalidades: N/A
Aditivos: Sangrando I
Dano: +20% Destreza
Bônus: N/A
Stamina: 168

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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Sab Abr 23, 2022 1:17 am

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Narração - 06

O segundo jogo

— Hehehehe não adianta eu não vou soltar, meu grupo vai ganhar se eu te incapacitar... agora eu, eu... – Bochechava, lentamente fechando os olhos e dormindo abraçado no pé de Subaé.

Os chutes contra o chão de madeira, era fortes e a cabeça de Pé rapado batia repetidas vezes nele, depois de alguns instantes, seus braços pareciam cansar, soltando o cabra.

O cantil era jogado contra Blade, que pulava desviando e continuava sua corria até a bandeira.

Usando a cabeça de pé rapado, o capitão conseguia subir, pegando a bandeira e analisando o campo, de um lado estava Mr. porunga lutando com o ex marinheiro, enquanto Blade, o olhava, em sua mão, estava a bandeira e jogado no chão, Monoliso que parecia estar desacordado.

Blade arregalava os olhos perdendo Subaé de vista, o mesmo que aparecia em sua frente, desferindo um forte e preciso ataque, mesmo sendo um ataque surpresa, o homem de pele verde conseguia juntar os braços, defendendo parte do ataque, porém ele voava alguns metros batendo de costas contra o mastro do barco de Subaé.

A bandeira voava aos céus e pulando, o capitão a pegava, partindo para seu barco, ele chegava abordo, tendo ganhado o primeiro confronto!

Blade levantava limpando a sujeira nos ombros, logo os outros participantes percebendo que a primeira rodada já tinha um campeão, eles cessavam o combate.

— Parece que você será um oponente formidável Subaé... zegueguegue...

— Quem você vai escolher? Eu por sinal, já sei o próximo jogo... Uma disputa de quem aguenta beber mais! Vamos para o bar!!

Tomando a frente, eles voltavam para o bar chutando a porta, Morgan se assustava e parecia não gostar de vê-los ali novamente.

— Morgan, separe toda sua bebida, a guerra está prestes a começar...!

Morgan agora com um tapa-olho, ele trazia vários barris cheios de Rum, dois copos e um balde para cada um, afinal ele não queria sujar o chão.

— Morgan vai contabilizar quantas doses cada um vai tomar e o primeiro a desmaiar ou vomitar perde... vai ser um confronto um contra um e eu escolho Mequetrefe para esse desafio.

Com Subaé decidindo o oponente, os corpos eram servidos e o desafio finalmente começaria, — Já!
Historico Subaé:

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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Sab Abr 23, 2022 5:19 pm

27: Bar do Morgan


Mesmo com algumas dificuldades a vitória da primeira partida foi conquistada pelos cabras da peste! Saltei então de volta para o convés onde todos estavam, e então Blade afirmou que eu seria um bom oponente.

-Eu SOU o seu maior oponente que você já teve!! e agora tá na hora de escolher o meu prémio…- olharia para todos os tripulantes do bando adversário, então iria até Pé rapado e o ergueria pelo colarinho - Vou querer esse cabra aqui!- então olharia o mesmo no fundo de seus olhos vazios - Bem vindo ao bando!

Sem muita demora, Blade anunciou que já havia escolhido qual seria a segunda partida, sendo assim eu recolhi os meus cantis que arremessei e então voltamos para o bar de Morgan onde faríamos uma competição de bebidas.

No bar, eu cruzaria os braços ao olhar para os meus companheiros - Esse jogo é demais pra vocês, o único aqui que talvez beba tanto quanto eu seja o velho Monoliso, mas ele acabou de levar uma surra então eu terei que jogar nessa vez também! - Meu discurso poderia parecer muito bem pensado, e até tinha uma certa preocupação pelo macaco velho, mas tudo não passavam de desculpas para me propor como a melhor opção, afinal, é bebida de graça! - Vou sacrificar o meu rim pelo nosso bando meus camaradas, aguardem e verão.

Então seguiria até a mesa onde o combate de bebidas teria início, encararia Mequetrefe e por fim sorriria de forma maliciosa - que vença o melhor bebum!

Daria então dois tapas na mesa - ô garçom!! pode descer tudo que tiver!!!

Morgan então trouxe inúmeros barris de rum, dois copos e dois baldes - Cada um serve o seu!! - falaria ao erguer um dos barris para encher a minha primeira dose, encheria o copo até que o rum encostasse na beirada do copo. Ergueria o mesmo e beberia tudo em um só gole.

-WHOAAAA!! Que delícia!!!

Olharia para mequetrefe a fim de analisar a sua reação ao beber a primeira dose. Sem tirar os olhos do marujo eu encheria mais um copo e beberia enquanto estivesse fitando-o.

-E ai? aguenta mais uma?

Encheria então mais uma dose e beberia em um só gole, olharia para o humano e encheria mais outra - Vamo que vamo!- então entornaria a quarta dose para dentro.

Depois de beber a quinta dose eu já começaria a me sentir embriagado de verdade, minha cabeça começaria a cambalear para frente e para trás como era de costume sempre que eu bebia demais, mas isso só me fez ficar mais relaxado diante de toda aquela situação.

-ôo MOrgans!! esha bebida é uma delishia!! hic… fash tempo que num bebo um goró goshtozin assim… hic!

Encheria mais um copo e beberia a sexta dose, e depois a sétima, e a oitava… Até que por fim eu me perceberia sentado ao lado de Mequetrefe. O barril de rum em minha mão já não encheria apenas o meu copo, mas eu também estaria servindo as doses de meu oponente

-Vamosh meu amigo!! Beba maish! Beba maish!! - diria ao bater levemente o meu copo no dele, beberia junto do mesmo com um largo sorriso e abraçaria afetuosamente o homem - Voshê é um cara taum legal!!! Sinto como se fossemos amigosh por toda a vida!!

Depois do homem brindar e beber comigo, eu encheria o seu copo mais uma vez sem dar tempo para que o mesmo tivesse tempo de se recuperar…Mas eu não estaria agindo na maldade ou esperteza, era apenas a empolgação de um bebum excessivamente amigável.

-Um brinde pra nosha amisade!! Eu te amo cara!!Eu te amo!! - Brindaria mais uma vez e beberia a décima dose.

11 doses

12 doses

Nesse momento a bebida já estava me fazendo ser mais amável do que eu costumo ser, tanto que eu me percebi piscando o olho para Morgan, fazendo aquele flerte maroto.

13 doses

14 doses

Lá pela décima quinta dose o meu humor mudaria totalmente, por algum motivo inexplicável eu comecei a sentir uma grande tristeza, e nesse momento todos os infortúnios que vivi nessa vida miserável surgiram em minha mente como lembranças que pesavam mais do que aqueles barris cheios.

-BUAAAAAA!!! - as lágrimas quentes saltariam de meus olhos dançando pelas bochechas, caminho abaixo - osh meush amigos morreraaam!! BUAAAAA!!!!

Olharia o copo cheio em cima da mesa e afundaria a testa na madeira, ao lado do copo.

-Que saudade daqueles três idiotash!!

A tristeza fazia eu esquecer daquela competição, dando lugar a uma bebedeira desenfreada em busca da felicidade de minutos atrás. Pegaria o copo e beberia, encheria mais e beberia. Desta vez, sem me importar com o progresso de Mequetrefe.

-Eu.. eu…Eu quero morrer!!! Essa vida é uma merda e o mar me rejeita sempre…snif…BUAAAA!!!

De cabeça baixa, beberia mais algumas doses…

17ª dose - Os pensamentos de Mandacari Vis apertavam o meu peito com a saudade de casa

18ª dose - A frustração por conta da derrota contra Faust reverberava de uma maneira não muito legal em meu coração. Agora a tristeza transformava-se lentamente em raiva.

19ª dose - O choro cessou, dando lugar a fortes bufadas nasais.

20ª dose - Percebi que o choro de antes havia sido um papelão na frente de todos.

21ª dose - Os olhares curiosos dos espectadores da partida começaram a me incomodar muito.

-O que é que cêsh tão olhando hein? BANDO DE CORNOSH DO CARALHO!!! - encheria o copo mais uma vez e beberia a 22ª dose - QUEM CONTINUAR ME ENCARANDO VAI LEVAR UMA SURRA DE CHIFRE!!!

Terminaria a frase arremessando o copo de vidro na parede, voltaria a atenção para o barril cheio de rum ao meu lado e encheria o balde,  começaria beber então usando o balde de copo, acompanhando maldosamente o Mequetrefe, até que o mesmo não aguente mais beber.


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Seg Abr 25, 2022 8:49 pm

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio




Narração - 07

O segundo jogo

A batalha estava prestes a começar e ambos com seus copos cheios, tomava a primeira dose, que descia como um desjejum, esquentando todo o interior de seus corpos.

Mequetrefe tinha um rosto frio e sequer enrugava o rosto ao beber aquele primeiro shot, ele arrotava enchendo mais um copo.

Subaé parecia decidido a ganhar aquele embate, porém seu inimigo era formidável e acompanhava sua velocidade entre cada shot ingerido.

A quinta dose parecia deixar ambos levemente tontos, já tirando sorrisos bobos de Mequetrefe que estava tão concentrado, que preferia ficar em silencio.

O cabra já se embolava nas palavras, mas sua resistência era invejável... Seu filho torcia incansavelmente por Subaé, gritando seu nome repetidas vezes.

Os barris iam acabando e os minutos a cada momento, pareciam passar mais rápidos, a bebida ia subindo para a cabeça, Mequetrefe assim como Subaé, enchia o copo do adversário, não dando tempo sequer para que ele respirasse.

Naquele estagio, até as magoas teriam sido deixadas de lado, brindando era recebido por um abraço de seu concorrente.

Morgan se assustava buscando os cantos escuros do bar para se esconder do Subaé, que naquele momento, se sentia bem o suficiente para flertar com o barman.

As doses iam se passando e o cheiro de bebida só ia se potencializando, mas era na 23 ª que Subaé não aguentava mais, caindo para trás e desmaiando, Monoliso o segurava enquanto ele vomitava.

Mequetrefe sorria, mas não passava nem dez segundo e caia no chão desacordado também.

Blade sorria apontando para Zuba, — É você, eu escolho você! Vem pro seu novo bando garoto. – Triste pela derrota de seu pai, ele remoía a dor e com um semblante emburrado, se juntava a sua nova tripulação, agora dependia de Subaé acordar, então eles esperavam no bar enquanto bebiam.

A noite chegava e quando ele acordasse, Blade gargalharia o recebendo no mundo de volta, — Bem vindo de volta, parece que não foi dessa vez, infelizmente você perdeu e eu peguei como escolha o pequeno Zuba...

— Estou cansando então diga logo o terceiro desafio.
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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Ter Abr 26, 2022 2:33 pm

28: Round 3


Quando acordei já era de noite. Eu me sentia um tanto fadigado por conta da doença que pouco a pouco estava começando a mostrar os seus sintomas, sendo assim peguei um remédio e engoli no seco. Não lembrava como havia caído no sono nem tampouco sabia qual era o resultado da segunda partida. Sendo assim levantei com um belo sorriso na cara, olhei para os cabras da peste e fiz um joinha com a mão direita.

Os cabras entretanto sequer responderam positivamente ao meu sinal, pois estavam todos com cara de cu.

Então Blade veio cheio de si, se gabando do resultado da competição e então anunciou que havia escolhido o Zuba.

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 4 OQUEEEEEE

-OQUEEEEEEEEE!?

Olharia para o cabrito emburrado, junto da outra tripulação, e sentiria um aperto no peito que eu não saberia explicar ao certo o que seria. Eu realmente me importo em perder tripulantes, e aquele melequento é muito mais do que um tripulante qualquer… Ele é sangue de meu sangue, e ele precisa de mim assim como eu preciso dele.

Ainda ébrio por conta das 23 doses, iria até Zuba e depois de me ajoelhar eu afundaria a testa no chão -Me desculpe por isso Zuba…mas eu te prometo que vou te recuperar…

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 4 Sorry-gomenasai

Ao me levantar, a minha feição seria de pura raiva. Afinal, não é por que estamos seguindo as regras que eu não tenho o direito de me enfurecer com uma situação dessas, não é mesmo? Iria até Blade e puxaria a gargantilha de seu casaco.

-Pois então vamo acabar com essa jossa de uma vez por todas! O terceiro jogo vai ser uma corrida entre eu e você até o Farol. Vence o primeiro que enfiar os pés ou os cascos na porta de entrada daquela espelunca!!

Não faria nenhuma pergunta, apenas aguardaria com a cara emburrada pela resposta do capitão adversário.

Sendo ele quem fosse correr, ou não, iria para a frente da taverna onde me posicionaria ao lado do corredor adversário e me inclinaria sobre as pernas dobradas igual os corredores fazem.

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 4 Corpo-heroico-da-anatomia-musculosa-fazendo-uma-pose-de-corredora-em-fundo-branco-ilustra%C3%A7%C3%A3o-d-171332871

-A corrida começará ao som do disparo da carabina de Monoliso…Mono, atire quando quiser…

Observaria minhas pernas e minhas costas para me certificar de que não havia algo a fim de barrar o meu avanço. E caso alguém esteja tramando algum tipo de truque, eu apoiaria todo o meu peso sobre as mãos e impulsionaria as pernas para trás a fim de desferir um coice com os dois cascos no rosto do trapaceiro.


[...]


PLAM!!!!


Quando o disparo de Monoliso ecoasse pela cidade dos destroços a minha primeira ação seria agarrar os cabelos (ou, na falta de cabelos, seu pescoço) do adversário e então puxaria o mesmo, avançando a minha corrida ao mesmo tempo que o puxão o arremessasse para trás.

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 4 Deca-dence-anime

-VAI COMER POEIRAAAA!!!!

Utilizaria o ápice de minhas habilidades atléticas para correr o mais rápido que pudesse, então seguiria na direção do farol olhando esporadicamente para trás para não ser pego de surpresa por algum ataque ou trapaça.

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 4 89uV

Entretanto, se o adversário fosse rápido o suficiente para sair na dianteira eu faria o máximo de esforço para acompanhar a sua velocidade. Sabia que não poderia tentar vencer aquele jogo de forma limpa então enfiaria a mão nas calças, cagaria um toletão na mão e arremessária o mesmo no chão, poucos centímetros na frente dos pés do humano, para que o mesmo pise, escorregue e tome um tombo. Então eu saltaria por cima do capitão e tomaria a dianteira.

Se em algum momento alguém tentasse desferir golpes ou projéteis contra mim, eu daria um “PULO DUPLO” usando o geppou a fim de desviar do golpe. Ainda assim, daria um terceiro “pulo” no ar (só que desta vez para a lateral) se percebesse que o primeiro movimento fosse insuficiente para a esquiva.

Se na rota até o farol existissem curvas, ao invés de contornar as casas pelas ruas eu correria verticalmente pelas paredes das  casas a fim de ganhar impulso para um salto acrobático que me impulsionaria até os seus telhados, usaria o Geppou para me auxiliar no processo se fosse preciso, e então seguiria por cima dos telhados na direção do Farol.

Se em algum momento um gato, cachorro, galo ou galinha cruzassem o meu caminho eu pegaria o animal e arremessaria o mesmo contra Blade.

Se algum civíl estivesse na minha frente, levaria um chutão pra sair do caminho.

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 4 Yoonkk-sanji

-RECEBAA!!

Além do mais, evitaria sempre olhar diretamente para o céu pois a lua é minha inimiga, e eu não quero correr o risco de despirocar durante a corrida. Quando chegasse nas proximidades do farol colocaria mais força e velocidade em minhas pernas, a fim de ganhar ainda mais velocidade. Não poderia me dar ao luxo de perder o Zuba…

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 4 One-punch-man-running

-WHOOOOAAAAA!!!!

E então, mergulharia no chão fazendo um “carinho”. A intenção seria derrubar o adversário caso ele estivesse em minha frente, mas não apenas isso, escorregaria pelo chão sem me importar com as feridas que as pedras poderiam me causar até que os meus cascos se chocassem contra a porta do farol.

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Caso o impulso do carrinho ainda não fosse o suficiente para me aproximar da porta, iria girar o meu corpo por cima de meus braços fazendo uma estrelinha que permitiria impulsionar o meu corpo contra a porta para por fim chutá-la com toda a força.




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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Ter Abr 26, 2022 4:51 pm

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio




Narração - 08

O terceiro jogo

Aquele embate já não era mais algo entre dois capitães, dentro de Subaé, seu sentimento de pai, o consumia conforme descobria o destino de Zuba.

Subaé pedia perdão e seu filho gritava de forma firme, — Recomponha-se abestado! Vá lá e ganhe! – De forma firme, ele não queria que seu capitão cometesse tal erro de revelar suas fraquezas.

Com um semblante decidido com o que seria a terceira e ultima missão, o cabra se aproximava de Blade, que prontamente se esquivava não sendo pego pelas mãos do cabra.

— Zegueguegue... parece que eu encontrei seu pronto fraco... capitão Subaé... – Com desdém na voz, ouvia o que seria a ultima prova, ele sorria animado caminhando para o lado de fora.

Um ficava posicionado ao lado do outro, segundos antes de Mono disparar, eles trocavam olhares intimidadores, seu oponente já havia se provado muito rápido e poderia surpreender até mesmo Subaé.

Monoliso esperava uma gigante nuvem cobrir a lua, as ruas ficavam escuras e eram clareadas pelo disparo da arma, lado a lado eles começavam a correr.

A explosão de Blade era imensa, chegando a ser imperceptível para olhos menos ligados, ainda que Subaé não estivesse muito atrás, eles conseguiam ambos fazer o trajeto.

O homem era baixinho, então era difícil para que enquanto corresse com empenho, ele conseguisse ainda por cima pega-lo e em seguida fazer um arremesso, desistindo da ideia momentaneamente.

Ambos corriam em velocidades muito altas e conforme Subaé se inclinava para a frente, ele sentia um aumento de velocidade, tornando sua corrida mais aerodinâmica.

Com o tolete em sua mão, ele errava a mira, mas acertava a nuca de Blade, que virava olhando enfurecido para o cabra, pouco se ligando com a maciça parede de tijolos a sua frente, acabava arregalando os olhos e chocando-se com força contra a parede.

Subaé já corria por cima das casas, a noite ainda estava escura pela nuvem, mas os poucos postes nas ruas eram suficientes para criar uma rota até o farol.

Era quando ouvia Blade gritar conforme saltava pelas casas, logo atrás de Subaé, ele estava todo sujo e coberto de poeira.

— Você vai pagar pelo o que você fez!!!

A adrenalina batia o estopim, porém era nesse instante que o cabra sentia sua barriga doer, ele acabava parando a corrida, sentindo uma agonizante dor na barriga.

Provavelmente proveniente das rodadas incansáveis de bebida, o corpo agora cobrava sua irresponsabilidade.

Blade passava rindo e o porto estava a poucos metros, a vitória tão perto dos olhos de subáe mas tão longe de seus pés.

Porém, movido pela vontade de vencer, de conseguir seu filho de volta, ele disparava quase que com seu corpo levando-o inconscientemente.

Fato era, ele aplicava uma rasteira no homem de pele verde, que sai pra escanteio, batendo-se contra uma banquinha e Subaé...

Chegava no farol dando um forte chute contra ele, que fazia sua imensidão tremer levemente.

Lentamente Blade chegava caminhando e encontrava Subaé sendo recebido pela parte de sua tripulação que ali estava.

— ZZegueguegue... bom jogo amigo. – Diria estendendo a mão – Parece que eu perdi, então quem você escolhe? Por sinal, precisava do coco?
Historico Subaé:

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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Ter Abr 26, 2022 11:11 pm

29: A semente de um grande plano


Perceberia o pequeno tremor que meu chute causou na estrutura do farol, sendo assim empurraria a parede um pouco só pra ver o que é que acontecia. Depois, me afastaria e analisario o farol um pouco de longe, e então uma idéia brilhante surgiu em minha mente.

-ZeBeBeBeBeBe!!  - Ri conversando comigo mesmo - Essa vai ser a minha maior vigarice!

Depois, olharia para a tripulação rival - ZUBA!! VEM DAR UM ABRAÇÃO NO SEU PAI!!! - gritaria de braços abertos. Abraçaria meu filho e o ergueria aos choros - Não vou te perder de novo!!

Provavelmente o garoto iria odiar aquele papelão, afinal, ele está naquela idade que qualquer tipo de afeto paterno não é nem um pouco bem vindo… mas fazer o que, eu quase perdi o filho que acabei de conhecer… me dê um desconto.

Então olharia para Blade e daria risada ao vê-lo todo sujo de merda.

- Eu não queria acertar a sua nuca, acredite! ZeBeBeBeBeBe!! Por sinal, eu escolhi o Zuba!

Olharia Pé Rapado e então iria até ele e massagearia os seus ombros - Bem vindo ao bando, colega! Agora pode ir se despedindo dos seus irmãos.

Observaria a despedida, e então me aproximaria do trio e passaria os meus braços por cima dos pescoços de Blade e Mequetrefe.

-Ei cambada, não precisamos desse drama todo!! - diria se estivessem fazendo realmente drama. Olharia os três, um de cada vez - Eu sei que é um porre perder a família, então, e se eu dizer que vocês não precisam se separar?  Eu estou me preparando para ir embora desse fim de mundo e traçar um caminho cheio de pompa até o topo!! Vamos começar a jornada com um grande “DON” e para isso eu preciso de marujos bem sincronizados como vocês três!! - o meu sorriso malandro surgiria ao apertar os dois marujos  em um abraço - Eu prometo fama, caos e diversão!! E ai, topam se unir comigo nessa empreitada?


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Qui Abr 28, 2022 2:24 pm

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Narração - 09

O Fim dos Jogos

Zuba corria agora empolgado, talvez diferente do que o pai imaginava, o filho parecia muito contente por sua vitória, somente se desvencilhando do abraço quando Subaé começava todo aquele papo amoroso.

— Ah pai deixa disso... Tsc. – Dizia o garoto de cara emburrada, ainda que feliz com a vitória.

Blade ria com a fala de Subaé, deixando aquele fato para o jogo, não se prendendo demais no assunto, ele mostrava um semblante meio abatido, afinal, iria ser separado de seu irmão.

— Vê se cuida do Pé Rapado, ele pode ser meio complicado as vezes..., mas é um bom homem.

Pé rapado já era mais emocional e abraçava seus companheiros com amor, como se fosse ser a ultima vez que eles iriam se ver.

Porém o destino reservava outras coisas para eles, Subaé se apoiava em Blade e Mequetrefe que mal aguentava ficar em pé depois daquele embate.

Sua proposta era tentadora e Pé Rapado via naquela fala um túnel iluminado, — Veja bem... não temos o costume de seguir ninguém..., mas pelo meu irmão, ok temos um contrato.

Estendendo a mão, buscava cumprimentar Subaé, — Mas olhe, se as coisas ficarem ruins para nosso lado, não iremos pensar duas vezes antes de ir embora...
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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Qui Abr 28, 2022 8:13 pm

30: Farra


Os irmãos aceitaram meu convite, mas não sem antes deixar bem avisado que não pensariam duas vezes em me abandonar se desse merda.

-ZeBeBeBeBeBeBe!! De piratas, eu não espero menos do que isso!! Mas lembrem-se que mesmo que cês vão embora, o Pé Rapado fica! ZeBeBeBeBeBeBe, então agora vamos festejar com nossos novos companheiros!! VAMOS CABRAS!! Vamos para o Lamento de Caronte!!

Iria com todos os meus companheiros para o Lamento e lá eu pediria para que Bola de Gato tocasse uma boa música para que assim pudéssemos curtir um pouco. Iria até a despensa e pegaria quantas garrafas de bebida aguentasse carregar, levaria as mesmas para o convés e daria início à farra com um belo brinde.

Iria então até Blade e cutucaria o mesmo com um sorriso bobo no rosto.-Ei amigo, já que você é tão bom com jogos, você não teria um baralho aí? - Se ele tivesse o baralho, pegaria o mesmo pelos ombros e daria um bitocão em sua boca.

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- Vamos jogar então!! Faz tanto tempo que não jogo cartas que até me esqueci das regras! ZeBeBeBe! Você poderia me ensinar?


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