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Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio

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Achiles
Pirata
Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Sab Fev 05, 2022 9:02 am
Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Pirata Subaé A qual não possui narrador definido.

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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Ter Fev 15, 2022 3:20 am

1: Despertar


Abertura


Quando meus olhos abriram percebi que estava em minha cabine, a ala médica do Lamento de Caronte. Tentaria me levantar, mas as dores por todo o corpo impediriam o meu feito, obrigando-me a permanecer deitado na cama por mais algum tempo.

Levei a mão até as costelas, massageei a parte dolorida e comecei a me lembrar pouco a pouco do que havia acontecido.

Depois de uma perseguição afoita, atravessamos a montanha reversa e finalmente entramos para a Grande Rota. Depois, enchemos o Lamento com mantimentos e fomos para o farol pegar um “lognose” com aquele cara…

Lembrei então que fui o primeiro a partir pra cima do faroleiro, e da mesma maneira, fui o primeiro que tombou.

Não consigo me lembrar de mais nada depois disso…Minto. Lembro que acordei no meio do lixo também, foi justamente quando Zuba e Monoliso me encontraram.

-ZeBeBeb..CoF! CoF!! Parece que levei uma surra.

O meu corpo estava todo enfaixado e o braço esquerdo engessado,  sinal de que alguém teve a decência de ter me oferecido tratamento médico. “Será que foi o lobo?” pensei “espero que sim, aquele material dele me custou caro!”

A dor no torso era imensurável, ainda assim eu não me daria ao luxo de ficar de pernas para o ar só porque levei uma surra. Juntei toda a força que tinha para conseguir resistir a dor, e então me levantei com certa calma.

Enfiaria a mão nos bolsos para ver se tudo estava lá. Felizmente estava, mas os bolsos estavam tão cheios que pareciam querer rasgar a qualquer momento.

-Parece que eu preciso de uma mochila nova…

Buscaria pela minha garrafa de rum e por meus dois cantis de ferro com alça de couro, penduraria ambos em meu pescoço e daria um gole no rum, que carregaria com o braço bom. Sabe, a bebida me ajuda a aguentar a dor.

Quanto ao chapéu, deixaria ele na estante ao lado da minha cama pois não irei precisar dele por enquanto.

Caso encontre alguma bengala, ou algo que possa usar para esse fim, pegaria para poder auxiliar o meu caminhar.

Sairia da minha cabine para ter um vislumbre de meu maravilhoso convés, inspiraria o ar com cheiro de salitre para me sentir vivo mais uma vez e então caminharia pela embarcação em busca de meus companheiros.

Lembrei-me do lixão, e… eu estava sozinho naquela hora…

O silêncio do Lamento apenas confirmaria os meus temores, não havia cheiro de comida gostosa, assim como eu não estaria ouvindo as brigas sem sentido entre a guria e o lobo…

“Será que eles morreram?” pensei ao deixar a garrafa cair no chão e se espatifar “Será que eles me abandonaram?”

Iria até a proa, onde me apoiaria ao lado da carranca e observaria o farol.

Caso Monoliso ou Zuba venham falar comigo, estenderia a mão direita fazendo sinal para que não se aproximem.

-Encosta não… ainda tô todo fudido… Os outros apareceram por aqui?

A resposta, independente de qual fosse, certamente me deixaria amargurado. Pela segunda vez a morte atrapalha os meus planos sem me matar. E agora estamos separados mais uma vez…

-Mono, cuide do Lamento enquanto estou fora - daria a ordem ao macaco velho.

-Ei guri!-Chamaria o meu filho, Zuba - eu vou buscar informação sobre os outros. Quer vir comigo?

Voltaria para a cidade dos destroços, com ou sem o meu filho, e perguntaria para os pedestres e mercadores locais sobre meus tripulantes

-Você viu um baiacu mais gordo do que uma baleia andando pelado por ai? - Ei homi, tu num viu uma guria doida de cabelo azul atirando em ninguém não? - Sabe, tem um lobo branco que tá me devendo 200.000 bellys e um pouco mais. Se você viu ele me fale de uma vez!!!!

Provavelmente as respostas não seriam tão boas, neste caso eu iria para o boteco onde peguei o abastecimento do meu navio. Me sentaria no banco próximo ao balcão e bateria no balcão para chamar o atendente.

-E ai denovo - Diria sem esboçar um sorriso - eu quero duas doses! uma pra mim e outra pro moleque… quer dizer, me vê uma garrafa inteira! - Pegaria a garrafa e encheria três copos. O meu, o de Zuba, e o do atendente - Vamos fazer um brinde aos mortos!

Caso alguém tenha algum tipo de informação quanto às perguntas, eu olharia feliz para Zuba -Vamos lá encontrar eles!!- e então seguiria pelo rumo da informação que me fosse passada.


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Olhe os Spoilers

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Última edição por Subaé em Sab Jul 02, 2022 12:39 am, editado 2 vez(es) (Motivo da edição : Youtube derrubou minha pagina então eu reupei a abertura e editei o post pra botar o link novo pra ficar bonitinho na hora da aval!)

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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Qua Fev 16, 2022 12:40 am
Farol


Cabra da Peste, vol. 4 - Interlúdio

Quebrado, abalado e quase desfalecido, o capitão do temido bando pirata recobrava aos poucos a sua consciência, e com certa dificuldade se levantava da cama em que estava já reconhecendo que aquele lugar era nada mais nada menos do que a sua querida embarcação.  

Aos poucos se acostumando com as lesões da surra que havia tomado, Subaé pegava seus utensílios mais importantes, porém deixando um de seus bens mais preciosos para trás, - o seu chapéu. Apoiado em um pedaço de cabo de vassoura quebrado que havia por ali, a cabra seguiu até o convés de seu navio se perguntando se fora o imenso lobo que havia cuidado de si.

O silêncio, a brisa levemente gelada, e o sútil balançar de Lamento trazia na mente de seu capitão o medo de estar mais uma vez sozinho depois de anos. Zuba, seu filho tentou abordar seu pai, mas fora interrompido por ele que precisava pensar e refletir no que fazer dali em diante.

Sua pergunta era respondida com apenas um aceno negativo por parte de seu filho que se manteve em silêncio. Zuba aceitava o convite de seu pai enquanto Monoliso acatava a ordem de seu capitão que voltava sua atenção agora para a garrafa espatifada no chão.

Já na cidade, a dupla ainda com grandes esperanças de encontrarem o paradeiro de seus amigos não se negavam a perguntar para os cidadãos que seguiam suas vidas naquela velha e imunda cidade. - Desculpe, amigo. Não sei de quem você está falando. - E por mais que existisse insistência por parte de Subaé, as respostas se mantinham sempre negativas quanto ao paradeiro do trio. - Tenha fé, pai! A gente vai achar eles. - Zuba tentava de alguma forma consolar ou criar esperanças em seu tristonho pai, mesmo que Subaé acabasse por não ser atingido pelo carinho de seu filho que pegava em sua mão enquanto caminhavam até o boteco que já haviam visitado anteriormente.

- Fala, cara! - O rapaz logo atendia ao pedido da cabra que esticava seu copo para brindar o luto. - Não fale assim, pai! São seus companheiros! Se não fossem fortes como o senhor, não fariam parte dos Cabras da Peste! - A preocupação do garoto com o estado de seu pai era notória, já que não parava de incentivá-lo.

Todo brinde e conversa entre o trio era interrompida pela chegada de um grupo bem extravagante no local do qual aparentava serem um bando pirata. O primeiro a frente do grupo que se mostrava ser o capitão, despido na parte superior de seu corpo enquanto usava um óculos de sol bem maneiro, se aproximava do balcão ficando bem ao lado de Zuba. - Oi, meu bom homem. Descobrimos que precisamos de um Log Pose pra seguirmos pela Grand Line. Sabe me indicar onde consigo um? - Indagava o líder pirata para o responsável, que logo tinha sua resposta. - Procurem pelo farol! Lá vocês dão um jeito de conseguir um. - Terminava sua resposta enquanto se virava para ajeitar alguns pratos que estavam sobre a pia.

- Hmm! Obrigado por nada. - O homem se virava para sair do local, mas por acidente trombava em Zuba, derrubando o pequenino do banco em que estava sentado. - Ops! Foi mal pirralho. Você devia tomar cuidado e não ficar no caminho dos outros com essa cara feia. Vou deixar passar. - Nem ao menos uma ajuda era dada pelo homem, que deixava Zuba no chão enquanto se levantava para tomar seu rumo para fora dali.


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Qua Fev 16, 2022 2:17 pm

2: Uma piada

Conforme brindávamos pelos outros a minha moral foi ficando cada vez mais deprimente, em contrapartida Zuba parecia ainda ter esperanças de encontrá-los.

-Ei Zuba, parece que você ainda não entendeu a situação. Ja faz quanto tempo desde que a gente foi no farol? cinco dias? duas semanas? Se eles estivessem vivos já teriam aparecido… ou isso… ou me abandonaram.

Bateria o copo no balcão após ter bebido todo o seu conteúdo e recomeçaria a enchê-lo. Neste momento, um grupo deveras chamativo entrou no boteco querendo informações sobre o “Lognose”

-ZeBeBeBeBeBeBeBeBeBeBe!!! - gargalharia debochadamente ao ouvir a conversa do capitão com o taverneiro.

O capitão, ansioso pelo começo de sua jornada, derrubou Zuba e ainda por cima deu uma de machão. Mas eu não me preocupei pelo garoto, sei que ele daria uma surra nesse desajeitado se assim quisesse.

-ZeBeBeBeBeBeBeBeBeBeBe!!!- continuei rindo, ainda sentado de frente para o balcão - Quer dizer que você quer conquistar a Grande Rota, ein? ZeBeBeBeBeBeBeBeBeBeBe! QUE PIADA!!

Só então me levantaria, pegaria a garrafa do balcão e beberia todos os usos restantes de uma só vez.

Olharia nos olhos do capitão…quer dizer, tentaria,né? O miserável tem óculos escuro, mas vc entendeu o conceito…. e então, olhando nos olhos do Capitão eu perceberia que já estava totalmente enraivecido.

- um humano fraco igual tu não tem a capacidade de conseguir um lognose, a prova disso é que eu, um cabra estúrriado e mal acabado, vou descer a desgraça na sua cara e na sua tripulação inteira!

Minhas costelas estão quebradas e o meu braço esquerdo inutilizado, mas a verdade é que eu já estou acostumado a lutar morrendo por causa dessa doença maldita que fode minha vida. Vale lembrar que minha cabeça, minhas perninhas e meus casacos estão em bom estado.

Colocaria a garrafa na boca e então , com o braço direito, arremessaria o banco em que eu estava sentado na direção do cabra de óculos escuros.  Logo atrás do banco, eu dispararia em corrida avançando contra o capitão (sempre atento para poder me esquivar saltando para longe de algum possível ataque) e então,quando estivesse próximo do homem, me jogaria no chão e apoiaria o corpo sob meu braço direito para me impulsionar para cima novamente, passando por dentro de sua guarda para desferir um chute vertical em seu queixo, erguendo-o junto com o impulso de meu casco.

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Caso o chute tenha sido efetivo eu rapidamente pegaria a garrafa em minha boca e  saltaria o mais alto que conseguisse. A minha intenção seria utilizar minhas habilidades atléticas para alcançar o capitão lá no alto, e então, interceptaria a sua subida dando-lhe uma forte cabeçada em sua testa que jogaria-o ao chão.

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Ao pousar no chão, eu cuspiria um pouco de sangue por conta de minha hemorragia. As minhas pernas tremulariam e então eu cairia sob um dos joelhos. Ma se meus movimentos tiverem sido efetivos, o outro capitão também estaria caído ao chão na minha frente.

Entretanto, caso ele tenha se esquivado de meus golpes, eu avançaria contra o mesmo, só que desta vez, tentaria dar-lhe uma rasteira, para então pisar fortemente em sua cabeça diversas vezes. Quando estivesse no chão, rolaria para os lados caso precise me esquivar.

Ao fechar meus olhos, bateria a garrafa de vidro contra o meu chifre para que a mesma quebre. Voltaria a ficar de pé para ir na direção do humano de óculos escuros. Puxaria seus cabelos para erguer sua cabeça e então enfiaria de uma vez o bocal quebrado da garrafa em sua jugular.

-Arf…arf… - cansado, olharia para o resto da tripulação e perguntaria - quem vai ser o próximo?


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Qua Fev 16, 2022 6:27 pm
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Cabra da Peste, vol. 4 - Interlúdio

O silêncio do garoto após as palavras de seu pai já mostrava que mesmo que Zuba ainda buscasse ter fé, no fundo, ele também não acreditava que algo de bom poderia ter acontecido com o trio desaparecido. Subaé por sua vez ria consigo mesmo ao presenciar a conversa entre o capitão e o taverneiro, já lembrando de tudo que passara a dias atrás quando chegou no Farol em busca da mesma coisa.

E agora nem mesmo a trombada em seu filho o fazia se preocupar, continuando com o seu deboche ao pirata sendo bem direto em suas palavras. Mas, por alguns segundos o silêncio se fez naquele boteco, até o momento em que o pirata começou a rir, e todos os seus tripulantes que eram num total de quatro pessoas que o acompanhavam também começaram a rir. - Não esquenta, irmão. A gente sabe o que tá fazendo. - O rapaz colocava um de seus braços sobre o ombro da cabra, ignorando todo o seu discurso.

Mas nada mais importava para Subaé, que entornava o resto do álcool e sem pestanejar, partia para cima do homem, pois jamais deixaria aquele discurso apenas em palavras, mas o mostraria com os punhos, - ou melhor, a cabeça.

Desprevenido para o combate, o capitão pirata fora jogado pelos ares com um chute certeiro da cabra que, com suas capacidades limitadas, saltou até o homem desferindo uma cabeçada violenta que jogou seu adversário no chão.

Em outras circunstâncias, o cangaceiro já estaria em cima do homem findando com sua vida, mas as suas contusões não só lhe faziam sangrar pela boca, como também lhe tremiam as pernas, tirando por breves três segundos de imobilidade, ao qual fora suficiente para que um disparar ecoasse pelo local, um disparo do qual Subaé sentiria em atravessar a sua panturrilha, deixando a cabra agora de joelhos, impossibilitada de se mover.

- Tsc. Que bicho arisco! Como você tá capitão? - Se as coisas já estavam difíceis para Subaé, agora estariam ainda piores, pois um resmungo sutil era ouvido pelas suas costas, e ao se virar, notaria que Zuba agora estava nos braços do atirador que havia disparado contra ele sendo claramente usado como refém. - Ai, ai... Não se esquenta comigo. - A voz do capitão ressoava enquanto o mesmo se levantava do chão rachado pelo impacto do golpe e de seu peso.

Toda aquela investida de Subaé parecia não fazer tanto efeito no rapaz, já que apenas uma pequena gota de sangue escorria pela sua boca que logo ele já limpava com seu punho. Era nítido o quanto a cabra ainda estava debilitada, seus golpes ainda não surtiam efeito. - Você é um carinha bem teimoso, hein? - Dizia o capitão enquanto parava ao lado de Subaé que estava incapaz de se mexer, pois seus danos pareciam ter se intensificados com toda ação de antes.

- Eu não costumo ter tanta paciência, amigo. Mas vou deixar essa passar, você provavelmente deve ter passado por uns bucados. Está num estado deplorável. - O homem se afastava de Subaé, caminhando até a saída. - Pode soltar o garoto, Zoldi. Não tem com o que se preocupar. - Zuba era deixado no chão ao lado de seu pai.

O garoto esperou os homens saírem do local para finalmente ver como seu pai estava. - PAI! Você tá bem? Onde foi o tiro? Porque você fez essa loucura? - O pequenino se segurava nas lágrimas enquanto tentava chamar a atenção de seu pai. - Você... você... você é um idiota! - Aquelas palavras faziam cortar seu coração enquanto o menino se levantava e corria para fora do bar deixando o solitário capitão para trás.


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Qua Fev 16, 2022 8:47 pm

3: Medo

Tudo estava indo conforme os meus planos, até que aquele tiro acertou a minha panturrilha.

-ARGH!! -gritei ao tombar de joelhos no chão. Instintivamente olhei para trás para ver o que havia me acertado e foi então que vi aquele atirador enfaixado fazendo o meu filho de refém.

Se fosse outro tempo, avançaria contra o mesmo sem me importar com a segurança do garoto, mas depois de ter perdido tantos companheiros eu senti algo que fez o meu corpo travar. Eu senti medo de perder mais alguém.

-Não ouse…- falei em tom de ameaça.

Permaneceria de joelhos e em silêncio durante todo o decorrer da situação. Observaria aliviado quando Zuba fosse liberado pelo atirador e então cuspiria no chão ao ver o Capitão musculoso ir embora com a sua tripulação.

Zuba parecia enfurecido por conta de minhas ações, mas eu não lhe responderia nem uma palavra. Apenas ficaria deitado no chão, observando o teto e me sentindo um completo inútil.

“A que ponto eu cheguei” pensei “Isso que eu senti foi medo? eu realmente estou no fundo do poço”

Depois de alguns minutos, voltaria a me sentar e então, mesmo não tenho conhecimentos de medicina, enfiaria os dedos na ferida da panturrilha para tentar retirar o projétil.

-ARGH! QUE MOLÉSTIA DA PESTE!! - gritaria por conta da dor - Tem algum médico por aqui? eu pago uma bebida pelo tratamento.

Caso alguém se disponha a me dar tratamento, eu ergueria a perna e observaria o trabalho do enfermeiro em questão.

-Oh rapá! -chamaria a atenção do taverneiro - entregue uma bebida para esse cabra e ponha na minha conta.

Então me voltaria para o médico(ou médica) e perguntaria - Qual é o seu nome, coisinha?

Não puxaria mais conversa do que o necessário, afinal, não estava com ânimo para me relacionar com ninguém. Para falar a verdade, eu estava um pouco preocupado com Zuba  e então fiz esforço para me levantar.

-Ei taverneiro - Chamei-o ao me debruçar no balcão - Quanto estou te devendo? -perguntaria - bem, eu ficarei aqui por um bom tempo, sendo assim, acho melhor te pagar tudo de uma vez, pode ser? Tome! -falei ao entregar um dos brincos luxuosos que roubei em Baterilla - Que isso sirva de empréstimo para os nossos futuros negócios.

Obviamente aquele brinco custava muito mais do que duas garrafas de rum sem qualidade, mas se eu quisesse barganhar com um ganancioso precisaria fazer seus olhos brilharem.

-pegue e me consiga mais uma garrafa - caso ele aceite a proposta, entregaria o brinco e pegaria a garrafa cheia - Agora vou ver se encontro aquele moleque imbecil!

Sairia do boteco mancando, olhando ao meu redor para tentar encontrar Zuba,e ao encontrá-lo iria para próximo do mesmo para dar-lhe um soco bem dado no topo de sua cabeça.

-Nunca mais me chame de idiota, ouviu? E preste bastante atenção, você é pequeno e fraco, ou seja, é facilmente capturável. Sabe quantos escravocratas estão ansiosos em poder vender um mink criança? - Minha expressão seria tomaria conta de meu rosto durante o sermão - Se quiser continuar sendo o dono de seu próprio nariz é melhor que não saia andando sozinho por aí!

-Agora vamos voltar para o Lamento, não tem mais nada para fazermos aqui.

Assim que chegássemos ao barco, iria até o batente do convés e arremessaria alguns dos livros que estavam comigo e os arremessaria ao mar.

-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAHH!! - Arremessava os livros para externar toda a raiva e frustração que sentia. Arremessaria um, e depois o outro,depois o outro até que não sobrasse mais nenhum. Só então eu perceberia que não me restava mais nada.

Algumas gotas de lágrimas escorreriam por meu rosto por conta de tudo que estava acontecendo.

-MONO, ZUBA! - chamaria meus dois companheiros - Me desculpem por isso, mas parece que eu não passo de um fracasso ambulante… Se quiserem ir embora,vão. Se quiserem ficar, fiquem… Mas a partir de hoje eu não sou mais o capitão de vocês - Evitaria olhar no rosto de meus companheiros e nem deixaria que eles vejam o meu, apenas ficaria de costas observando o horizonte enquanto as lágrimas jorravam por minha face - A partir de hoje, os Cabras da Peste estão desfeitos!

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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Sex Fev 18, 2022 10:50 am
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Cabra da Peste, vol. 4 - Interlúdio

A atitude agressiva de Subaé devido aos seus últimos malditos dias que o deixavam cada vez mais para baixo havia terminado pior do que ele imaginava. Bastou um tiro para que a derrota o alcançasse, deixando impossibilitado de reagir e ainda recebendo a misericórdia do pirata, o que seria humilhante para o capitão cangaceiro.

As coisas ficavam ainda mais irritante com o drama de Zuba que o deixava sozinho no boteco. - Ei, ei! Para de mexer no ferimento ou isso vai piorar. - O taverneiro o alertava enquanto se aproximava da cabra já com um pequeno kit de primeiros socorros. - Eu vou cuidar disso pra você. - Apesar da bagunça que o própria Subaé havia criado em seu estabelecimento, o homem ainda agia com cordialidade não se importando com os danos do bar.

O homem encerrava o curativo e ajudava Subaé a se levantar respondendo a sua proposta enquanto analisava o par de brincos e o colocava no bolso do avental. - A bebida eu ia deixar passar, mas o dano no meu chão? B$ 6.000.000,00 pela bagunça. - O homem voltava ao seu balcão entregando uma garrafa de rum para a cabra.

Do lado de fora, Zuba estava sentado no chão com um olhar sério e irritado, o choro de antes já não existia mais. O garoto não respondia ao sermão de seu pai, apenas se mantinha em silêncio, nem mesmo o soco em sua cabeça lhe causava algum tipo de reação, e assim ele permaneceu no caminho de volta até o Lamento.

A impotência que Subaé sentia o fazia descontar em seus livros que se afundavam no mar irritado com cada consequência que o atingia por suas escolhas, e toda a frustração o fazia tomar a decisão mais difícil de sua vida. Acabar com os Cabras da Peste. - Capitão!? -  Mono estava confuso, nunca esperaria tal atitude de seu velho amigo, e isso o frustrava também. Zuba por outro lado olhava para os lados incrédulo com tudo aquilo, seu semblante era cada vez mais fechado e irritado. - Você não é nada do que mamãe dizia. Tsc... -

Zuba se retirava da sala batendo a porta com força deixando os dois para trás, nem mesmo seus passos se eram mais ouvidos dentro da embarcação. Monoliso brigava internamente para encontrar palavras que reconfortassem seu capitão, mas nada lhe parecia ser útil naquele momento, e com pesar se retirou dali, deixando Subaé sozinho por horas em seu próprio lamento.

O fim de tarde se acabava, ao longe pela janela se poderia ver o Sol já se esvaindo enquanto a noite densa se aproximava, e passos apressados e pesados poderiam ser ouvidos na embarcação alertando o capitão que se mantinha em silêncio no local. - CAPITÃO! - A porta se abria com extrema força revelando ser Mono que estava ofegante e quase sem forças para falar pela corrida desesperada. - O-o... Zuba. Aaaaaaah! - Desesperado tentava recuperar o folego, puxando todo o ar que tinha para enfim conseguir falar. - O Zuba! Ele pegou a sua espada no quarto e correu pra desafiar um grupo de piratas no farol. - Finalmente encerrava suas palavras ofegante e aliviado.

Dependendo da reação de Subaé, Mono pegaria uma de suas espingardas e caminharia com seu capitão até o farol onde ao chegarem lá, veriam Faust sentado sobre a escada que levava até o farol. No pé da escada estava Zuba todo surrado nas mãos do mesmo o homem que havia atirado em Subaé anteriormente, o jovem enfaixado chamado Zoldi. Junto dele estavam os outros companheiros piratas e o seu capitão, o mesmo bombado quase pelado de óculos de sol maneiro.

Nas mãos do capitão estava um Log Pose, indicando que o mesmo agora partira para o mar da Grand Line, algo que o cangaceiro agora era incapaz de fazer. - Muleque desgraçado. Querendo roubar o nosso Log Pose. Shihahahaha! Levou uma surra igual o seu pai, seu bichinho de merda. - Zoldi jogava Zuba para longe bem próximo a espada que estava caída no chão, ficando entre Subaé e o atirador. - Ora, ora. E não é que seu pai veio, muleque!? Shihahahaha! - Zoldi zombava da presença de Subaé, enquanto seu capitão nem se quer dava a mínima para a situação.


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Sex Fev 18, 2022 1:56 pm

4: Ah Moleque!

Mesmo com toda a angústia e tristeza que estava sentindo naquele momento, não posso negar que senti um pouco de paz. A calmaria do balançar das ondas e o brilho fraco do sol do anoitecer faziam com que eu tivesse um pequeno vislumbre do que a minha vida poderia ser daqui em diante.

-Talvez eu vire um pescador… ou quem sabe eu mate aquele mercenário careiro e tome conta de seu boteco…- a minha conversa era comigo, e apenas comigo mesmo - Seis milhões por aquele chão de madeira inchada? até parece que vou pagar…

Aproveitaria o momento de tranquilidade para encher o cantil metálico que estava vazio com o rum que o taverneiro me deu, depois eu descartei a garrafa vazia ao mar.

Então, Monoliso apareceu preocupado e avisou que Zuba foi até o farol com a minha espada.

-OQUE?! VAMOS LOGO MONO, AQUELE MOLEQUE ESTÁ EM PERIGO!! Pegue suas armas!

Seguiria mancando o mais rápido que pudesse até o farol. Monoliso também iria comigo e desta vez levava consigo sua espingarda.

-Ai, ui, ai -gemeria a cada passo dado com a perna ferida - Moleque teimoso do estopô!! Parece até que nem puxou pra mim! - não julgue minha hipocrisia.  Por saber que o farol era um local perigoso, entornei 5 usos do cantil mais vazio enquanto percorria as ruas até o farol.

Ao chegar no local, eu estava tão bêbado que minhas pernas mal aguentavam manter o meu peso fixado em um ponto, e por isso estava a cambalear mais do que o normal.

-ZUBAAAAA!!!!

A cena que vimos ao chegar me deixou enfurecido. Zuba estava novamente nas mãos do homem enfaixado que desdenhava da situação. Já seu capitão estava pleno, com o Log em mãos.

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio 68

-Monoliso… - falei baixo para que apenas o macaco me escutasse - atire no lognose que aquele fortão está segurando!

Tão rápido quanto o disparo do macaco, iria enfiar a mão direita dentro da minha calça para fazer aquilo mesmo que você está imaginando. seguraria o toletão recém cagado em minha mão e, ao avançar contra o atirador inimigo, jogaria todo o conteúdo fecal em seus olhos.

-SAIA DE PERTO DO MEU FILHO! SUA MÚMIA DESGRAÇADA!

Me aproveitaria da visão prejudicada do atirador para me aproximar do mesmo em uma corrida cambaleante.  Correria mancando em ziguezague por conta do álcool, e caso alguém dispare contra mim, eu me assustaria com o som e tropeçaria (abaixando o corpo, sem querer, para me esquivar).   Saltaria na direção do enfaixado para desferir um forte soco no meio de sua face.

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio 69

Caso o homem desvie do projétil de merda, meu avanço não visaria atacar o homem, mas sim chegar perto dele o suficiente para pegar o colarinho de Zuba e jogar o guri para trás, para longe daquele combate. Neste caso, eu não faria nenhum esforço para frear e minha velocidade de investida seria usada como impulso para o choque de minha testa na do enfaixado.

Com a perna boa, chutaria a mão do homem visando arremessar a arma da múmia para longe, na direção do mar.

-ZUBA, LEMBRA QUE FALEI QUE TE TREINARIA? A HORA É AGORA, ERGA SUA ESPADA DESÇA O SARRAFO NESSES MERDAS! - Diria quando o garoto estivesse seguro.

Não focaria em atacar mais ninguém, deixaria que Zuba tentasse combater alguém (e por isso me manteria perto do mesmo). O meu foco seria esquivar dos diversos tipos de golpes que certamente focariam em mim. Quando Zuba corresse perigo de receber algum dano, eu o puxaria para longe do ataque.

Sem me afastar de Zuba, observaria o capitão, meu verdadeiro oponente, esperando que venha pro mano a mano.




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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Sex Fev 18, 2022 4:18 pm
Farol


Cabra da Peste, vol. 4 - Interlúdio

Com a noite sobre sua cabeça, Subaé conversava consigo mesmo pensando no que faria de sua vida daqui pra frente. Pescador? Dono de um boteco? As opções eram escassas de certa forma, porém, a única certeza que o cangaceiro tinha era a de que não pagaria toda aquela fortuna para o taverneiro.

Toda a sua reflexão fora interrompida pela chegada abrupta de Monoliso que o alertava dos problemas que Zuba estava passando, o que fez com que Subaé saísse em disparada até o farol já preparado para o combate, por mais que não estivesse em totais condições disso.

A cabra chegava finalmente no farol totalmente alcoolizado, e a bebida apesar de certa forma anestesiava suas pernas, o fazendo não marcar mais por um período em que Subaé deveria aproveitar. Logo o cangaceiro tomou a frente e passou as ordens para Mono que rapidamente mirou no capitão adversário disparando sem pensar duas vezes.

Contudo, Zoldi surgia na frente de seu capitão tirando uma adaga de dentro de seu casaco e partindo a bala ao meio. - Bela tentativa, mas o velhote aí é muito lento. - Mas o que Zoldi não esperava era que enquanto o Monoliso disparava contra seu capitão, Subaé estava preparando um de seus ataques mais geniais e surpreendentes em todo o seu arsenal. Um toletão de bosta atingia os olhos do rapaz.

- AAAAAAAAAAAAAH! POOOORRAAAAAA! ISSO É BOSTA NA MINHA CARA! - Zoldi se desesperava tentando de todas as maneiras arrancar a merda em sua cara e esquecendo da adaga que estava sua mão, o que acatou em um longo corte em seu rosto ao tentar limpá-lo. - Ai... ai... tá fedido... tá doendo... - O desespero e o choro se misturavam com a bosta que escorria de sua cara.

Tudo isso fora o suficiente para que o cangaceiro jogasse Zuba para trás, eliminando mesmo que temporariamente o primeiro adversário eu estava no chão envolto de seu próprio drama. Subaé passava as instruções para que seu filho se levantasse e reagisse enquanto a cabra encarava o capitão do bando que em poucos segundos ordenou que o resto do grupo atacassem Zuba e Monoliso, deixando a cabra para ele.

- Bem sujo o que você fez com o meu imediato. - O homem retirava de dentro do bolso uma pílula vermelha a engolindo logo em seguida. - Eu fui bem cordial com você hoje mais cedo, mas infelizmente você não sabe a hora de parar, não é!? - Em poucos segundos seus músculos começavam a inflar, veias saltavam de sua pele, mostrando que o homem agora estava um pouco maior do que antes e com ainda mais força.

- Vou ter que resolver isso de uma vez. - O capitão encerrava suas palavras olhando fixamente para Subaé, lhe dando a abertura do combate. Ao fundo, Faust ria de toda a situação, principalmente o atirador que estava no chão chorando com a bosta na sua cara.  


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Dom Fev 20, 2022 8:06 pm

5: Não me importo!

-É isso mesmo Zuba, aguarde eles abrirem a guarda e ataque! - diria para encorajar o garoto em seu primeiro combate real.

Caso ele corra o risco de receber algum golpe eu o puxaria para perto de mim, ao desviar - Você não é o Deep pra levar bala na cara e ficar tranquilo, tem que se esquivar das coisas se quiser viver seu bocó!! tome, beba um pouco de meu goró!! - ofereceria o rum para o garoto.

Continuaria perto de meu filho para auxiliá-lo caso fosse preciso, mesmo quando o capitão da tripulação viesse até mim.

Por falar no capitão, o homem tirou do bolso um doce que fez os seus musculos dobrarem de tamanho. Lembrei-me que o Deep tinha uma receita muito parecida em seu arsenal de guloseimas.

-OH RAPÁ, ONDE É QUE VOCÊ CONSEGUIU ESSAS BALAS AÍ? - perguntaria ao pensar que talvez eles tenham encontrado o tritão.

Aguardaria o avanço do homem e deixaria que ele desferisse o primeiro golpe. Minha intenção neste primeiro momento seria apenas me aproximar do capitão utilizando a brecha de sua postura para me esquivar de seu golpe.

Quando ameaçado de apanhar, inclinaria o corpo para o mais longe do ataque possível, cambaleando para os lados. Aproveitaria a brecha aberta pela esquiva para desferir golpes velozes. Se ele tentasse me socar, inclinaria-me para o lado oposto e bateria com a palma de minha mão em seu gogó; Se tentasse me chutar, saltaria por cima do chute e bateria ambas as mãos ao mesmo tempo, dando um tapão em seus ouvidos, Caso ele tente me dar uma cabeçada ou um agarrão, eu iria rolar uma cambalhota por entre suas pernas e ao me levantar, chutaria as suas bolas.

Quando próximo do capitão, pisaria em seu pé a fim de lhe causar dor, e também para desviar a sua atenção para baixo. Em seguida, puxaria Zuba rapidamente pelo colarinho de sua roupa. Erguendo-o com força igual um martelo para bater a cabeça da criança na lateral do rosto do homem musculoso.

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Zuba_head

Ao golpear o homem, largaria o garoto e se a sua espada tivesse caído ao chão eu pegaria a arma e rapidamente e iria até o capitão.

Saltaria por entre os braços do homem e escalaria suas costas ao enroscar as minhas pernas em seu tronco e então fincaria a espada no seu ombro ombro igual uma bandeira (do braço que está segurando o Pose) para tentar imobilizá-lo. Então eu chutaria o Long pose, fazendo o mesmo de destroçar com o choque de meu casco.

Se o homem estivesse caído no chão, eu puxaria seus cabelos, erguendo a sua cabeça só para golpeá-la contra o chão mais uma vez.

Depois de destruir o pequeno objeto esférico, saltaria para trás executando uma “estrelinha” a fim de ganhar distância de meu oponente, e então devolveria a espada para Zuba - Tome!

Observaria o capitão inimigo antes de dizer.

-Não me importo com o julgamento daquele bossal de merda! - diria ao apontar o dedo indicador para Faust, que tudo observava - Ele te deu um lognose? NÃO IMPORTA! Pessoas fracas como vocês não tem o direito de navegar por esse mar!!




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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Seg Fev 21, 2022 10:52 pm
Farol


Cabra da Peste, vol. 4 - Interlúdio

As coisas esquentavam cada vez mais, e como um grande pai deveria ser, Subaé dava o melhor da educação para Zuba, lhe ensinando a como bater em vagabundo. Orientando e ajudando o garoto que mal conseguia ficar em pé depois da surra que havia tomado de Zoldi a minutos atrás, Subaé puxava seu filho para lá e para cá, reforçando sua esquiva já que parecia um completo inútil, mas por sorte, Mono estava em condições excelentes, e aos poucos ia mudando o rumo daquela batalha ao lado de Zuba – que ainda continuava um completo inútil.

- Capitão! Pode deixar o garoto comigo. Vá fazer teu nome! - Mono indicava a Subaé que ali estaria tudo sobre controle e que a cabra deveria voltar suas atenções para o grandalhão que logo se aproximava irado por ter sido ignorado por Subaé. Porém, o homem não esperava que tudo fazia parte de um plano minucioso do chifrudo que aguardava sua investida, usando de seu estilo mais sujo e violento para escapar com facilidade de todos os golpes que eram contra atacados.

- AAAAAUUUUU!!! - Esse era o grito inesperado de alguém que acabara de receber um chute muito maldoso em seus bagos, onde o som do “crack” poderia ser ouvido. - Seu...  Aaaaaah... - Suas pernas entortaram levemente, na tentativa de afastar a dor agonizante daquele chute.

Mas a cabra não pararia por aí, já que sua arma mais poderosa estava por ali, e assim tomou pela sua mão o poderoso Zuba, usando de sua forte e dura cabeça para golpear o rosto do grandalhão o fazendo cambalear para trás. O garoto que nada podia fazer, apenas desmaiava em um canto qualquer do qual não seria incomodado, e ao fundo Faust continuava a rir de toda a situação.

O capitão dos falecidos Cabras da Peste tomava para si a espada de Zuba com a intenção de fincá-la em seu oponente, que ao sentir a aproximação de Subaé por cima dele, pegou rapidamente o braço da cabra e o arremessou para longe. - Não tão rápido, sua cabra nojenta! Você não levar meu Log Pose. - Subaé por sua vez, atacava Faust com suas palavras, deixando bem claro que não se importava com a opinião do homem.

- Kihihihihi! Você deve ser um cara muito frustrado, não é!? Ver que tem gente muito melhor e mais forte do que você podendo navegar por esse mar, enquanto se olha no espelho todos os dias e vê o quanto é um merda que nem se quer consegue um Log Pose? - O grandão se levantava aparentando não ter recebido todo o dano de antes. - Me diga uma coisa. Cadê os seus amigos? Aposto que você tinha um grupo andando contigo, mas que caíram na real que você não valia de nada e deram o fora! Kihihihihi! E agora fica aí, cuspindo toda essa frustração nos outros! Mas é... é sim... eu vou enterrar toda essa sua frustração junto com você, e o seu navio de merda. E AINDA VOU ARRASTAR ESSE FILHO DE MERDA, E ESSE VELHO DESGRAÇADO!!! -  

Toda a calmaria e cordialidade com que o homem tratava Subaé anteriormente pareciam desaparecer, enquanto uma segunda personalidade muito mais violenta e raivosa tomava conta do rapaz, e a cada segundo que passava seus músculos pareciam inflar com toda a raiva que o homem sentia.  

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio 2ebe3c78c9705b74e39cb7c99a210113

Em seguida, usando de sua mão direita, o capitão pirata afundou a sua mão no chão, tirando um bloco do terreno arenoso, arremessando sobre Subaé, Monoliso e Zuba que estava quase que inconsciente sem conseguir se mexer. Um dano tão grande, que ele não se importava com o fato de que aquele bloco também mataria seus companheiros.   


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Qua Fev 23, 2022 7:36 pm

6: Água mole em pedra dura…


Soundtrack:


O homem bradava com fúria que eu não roubaria o seu Log Pose.

-Oxe - respondi - e quem falou que eu quero seu Lognose? Eu vou é destruir essa bússola estranha pra te mostrar o quão fraco você é!

Em resposta, o musculoso iniciou um discurso no qual tinha o intuito de me humilhar. Falou de minha força, de minha aparência e dos meus companheiros; O pirata de academia me escaldou dos pés a cabeça, mas nem que eu quisesse teria me dado ao luxo de respondê-lo.

Acontece que ao final de suas palavras o homem enfiou a mão no chão e ergueu um bloco enorme do terreno arenoso. Nesse momento só consegui comentar uma coisa ao segurar meu espanto.

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio CARA

-Caralho!! Vai chover pedra é?

O homem estava pronto para arremessar o bloco em nossa direção, sendo assim, precisaria agir rápido!

Pegaria a alça do cantil mais vazio e giraria a mesma antes de arremessá-la na mão direita (que erguia o bloco de chão) para fazê-lo soltar o bloco por conta da dor, e consequentemente derrubar o peso todo em cima do mesmo… Mas não existe a certeza de que essa ação funcione, Por isso faria o possível para tirar Zuba de perigo.

-MONO, PEGUE O ZUBA AGORA!!!

Depois de olhar rapidamente para meu filho, correria com todas as forças até o bloco arenoso, tomando a frente de meus companheiros para poder usar toda a minha destreza em uma medida desesperada. Iria golpear o bloco arenoso com meus punhos, desferindo uma barragem tão rápida de palmadas que criaria a ilusão de ter múltiplos braços.

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Tumblr_pluyyzlgZM1s15h3qo1_500

Não me importaria em receber todo o impacto, mesmo que isso me derrubasse de uma vez por todas. Aqueles dois que estão atrás de mim são tudo o que me resta, eles acreditam em mim e na minha força, por isso eu preciso superar os meus limites e os meus medos.

Golppearia o bloco arenoso até que o mesmo se desmanche em pedaços, sem me importar com quantas palmadas fossem necessárias. O sangue que poderia escorrer por minhas mãos feridas apenas me daria mais força para continuar a proteger aqueles que amo.

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio WellwornDemandingArawana-max-1mb

-WHOOOAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!! ESSA É A MINHA CHIVISCADA!!!!!

Pode ser que minha defesa ofensiva não funcione, mas vamos supor que funcionou.

-Ufa… arf.. arf.. essa foi por pouco! - Diria caso conseguisse desmanchar o pedregulho.

Caso a minha tática tenha sido efetiva, recolheria três pedregulhos no chão e avançaria contra o musculoso arremessando uma pedra depois da outra em sua face para fazer o mesmo se distrair com os projéteis arremessados durante a minha aproximação.

E então, quando chegasse perto o suficiente do homem, golpearia seu estômago usando as palmas de minhas mãos (mesmo que estejam quebradas eu as golpearia com todas as forças de meu ódio).

Em seguida, saltaria o mais alto que conseguisse e pousaria meus cascos com força e velocidade em cima do homem.

-Arf… arf… - Olharia para trás visando analisar o estado em que Monoliso e Zuba se encontravam e então voltaria a encarar o bodybuilder - Vou te dar uma ultima chance... me entregue esse lognose de uma vez para que eu o quebre, ou morra insistindo em navegar na Grande Rota!!


Caso eu receba o bloco de chão arenoso em cheio na fuça, eu tentaria manter a consciência. e caso ainda consiga, me levantaria teimando em continuar o combate.


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Qui Fev 24, 2022 8:11 pm
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Cabra da Peste, vol. 4 - Interlúdio

A cabra respondia o capitão pirata com ímpeto, mostrando que o homem estava completamente errado sobre os seus reais motivos. Mas todo o discurso pesado e chulo feito pelo homem não dava a chance de Subaé se quer respondê-lo a altura, pois o pirata sentia um estresse enorme, talvez pela pílula que havia tomado, ou apenas pelo que o cangaceiro havia feito com o seu bando.

O bloco enorme do chão era jogado contra o grupo, tirando uma expressão emblemática e cômica do pirata cangaceiro que de início se impressionava com tamanho absurdo. Contudo, apesar de desfazer os Cabras da Peste, Subaé tinha um nome a honrar, além de ter ciência de suas capacidades.

Com isso, a cabra agiu rápida arremessando o cantil mais vazio na mão que segurava o bloco, mas obviamente aquilo se fez inútil, fazendo com que ele fosse obrigado a pedir a retirada de Mono e Zuba do local enquanto de costas, o bloco vinha em sua direção.  

Um último olhar passou certo medo em Zuba por acreditar que aquilo seria o fim de seu pai, lhe fazendo lembrar da vez em que foi mal com Subaé. Mas impossibilitado de falar ou agir naquele momento sendo carregado por Mono, acabou por se entristecer por não conseguir pedir desculpas.

O bloco se aproximava enquanto a dupla corria, e Subaé de peito estufado, socorreu a sua última alternativa, e com força e determinação se virou na direção do bloco e aplicou a poderosa... CHUVISCADA! Seu grito de guerra aumentou a adrenalina em seu sangue lhe fazendo suportar a dor pelo tempo necessário em que pouco a pouco ia destruindo o bloco que caia na sua frente.

Pedaços quebrados batiam com força no corpo do cangaceiro que se rasgavam e deixavam marcas, derramando sangue sobre seus punhos, braços, pernas, tronco e rosto.  

Estava ali de pé, cambaleando e quase sem forças, apenas o momento em ver que Mono e Zuba estavam a salvo já fazia de Subaé uma cabra feliz, que cumprira mesmo que por um instante em sua vida algo que um capitão faria. Salvar seus companheiros.

Subaé não queria parar por ali, e tremendo agarrava algumas pedras quebradas no chão e arremessava contra o grandalhão, mas elas não iam mais do que dois metros a sua frente, mostrando que sua chuviscada talvez fora a sua última cartada, já que o enorme bloco deixara grandes danos em seu corpo.

- Já chega disso! - Faust descia as escadas até a direção dos capitães que se mantinham em pé. - Admiro a sua coragem e força, cabra! Salvar o garotinho foi digno de honra, e ela existe mesmo entre nós, piratas. - O homem passava pelo bombado enquanto caminhava até Subaé, parando na sua frente e esticando as duas mãos.

Mais uma vez, Subaé tinha a sua escolha, na mão esquerda uma garrafa de vidro contendo uma pequena embarcação, e na sua mão direita, o famigerado Log Pose. - O que me diz? Será que dessa vez você é mesmo capaz de seguir pelo mar dos fortes? - A cena se repetia, e o que Subaé faria dessa vez? - KIHIHIHIHI! Como se essa cabra fedida fosse sobreviver! - O capitão pirata parecia não se cansar dos insultos e continuava a falar enquanto seguia rindo durante sua caminhada até Zoldi, o seu imediato parecendo desistir de continuar com a luta.    


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Sab Fev 26, 2022 4:55 pm

7: Eu não sou um pirata


-Arf…. Arf… - o meu corpo estava a cambalear de um lado para o outro, mas não por conta de bebida, agora era a exaustão e fraqueza que me deixaram neste estado. A chuviscada é um de meus golpes mais poderosos, mas o meu corpo velho sente assim, fraco, depois de usá-la - Cof cof coff… - o sangue escorreu por minha boca, sinal que a uma crise da doença está prestes a atacar… tudo culpa dessa tecnica.

Mas não posso negar que ver Zuba e o velho Monolizo sãos e salvos me deixou muito aliviado, eu até quase sorri mas o faroleiro se intrometeu na minha briga e veio todo pomposo falando sobre honra, pirataria e escolhas. Aquilo me irritou muito.

Me acercaria de Faust e bateria meu dedo indicador duas vezes em seu peitoral antes de começar a resmungar - Vo deixar claro de uma vez que é pra ver se tu entende. Eu não sou um pirata, SOU A PORRA DE UM CANGACEIRO! e eu não tô nem aí pra o que tu acha honrado ou não, então pode enfiar a garrafa e o lognose no baú de Davy Jones! Agora, licença…

Me viraria de costas e ignoraria o faroleiro, iria até a minha espada e a recolheria e depois iria mancando até o Bodybuilder - Ei maromba - então cutucaria seu ombro duas vezes para que se virasse.

Caso ele tente me socar, eu faria o possível para me esquivar do golpe inclinando o corpo para baixo contornando o seu braço e acercando o meu rosto do dele.
Caso ele tente me chutar, saltaria a fim de me desvancilhar do chute e me aproximar de seu rosto.

Então eu soltaria um arroto asqueroso bem em sua fuça, fazendo com que o homem respire todo o fedor pútrido do meu Bafo de Cabra.

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Bafoo1

Em seguida, me aproveitaria do momento de tontura do homem e ergueria a cimitarra enfiando-a no seu estômago. Pegaria o cabo da espada com as duas mãos e forçaria a arma para dentro usando a força de meu andar e o meu (pouco) peso para me certificar que a cimitarra entre no bucho do infeliz até o talo. Por fim, giraria a mesma para os dois lados, que é pra fazer estrago.

Seguraria o corpo do homem, erguendo-o como um escudo para usá-lo como proteção contra qualquer tiro que fosse disparado em minha direção. Aproveitaria a situação para vasculhar os bolsos do homem em busca de dinheiro, jóias, ou qualquer outra coisa interessante.

-DESISTAM DE UMA VEZ E ACEITEM A DERROTA, SEUS LIXOS! - diria caso o capitão esteja morto em meus braços - AGORA ME ENTREGUEM  TODO O DINHEIRO QUE VOCÊS TEM…CoF CoF CoF… E SUAS GARRAFAS DE BEBIDA TAMÉM!!!!

Caso os homens se rendam, recolheria o dinheiro e a bebida que me dessem, pegaria o Log Pose do falecido capitão e o devolveria para o faroleiro -Tome, e pare de dar essa merda pra qualquer um!

Depois, iria até meu cantil caído no chão e o recolheria também… não deixo minhas armas para trás.



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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Ter Mar 01, 2022 10:21 am
Farol


Cabra da Peste, vol. 4 - Interlúdio

Mono e Zuba estavam a salvos graças ao grande poder que a cabra cangaceira tinha, sendo capaz de destruir um enorme bloco atirado pelo seu inimigo com uma de suas técnicas, mesmo que isso lhe custasse uma quantidade enorme de cortes e machucados pelo corpo.

Mas antes mesmo que Subaé pudesse sorrir por ter protegido seu velho companheiro e também seu filho, Faust interrompia a batalha se apresentando mais uma vez para a cabra, lhe oferecendo novamente uma escolha, o que mais uma vez irritava o capitão do Lamento, deixando bem claro em suas palavras que não aceitaria o Log Pose.

Faust deu de ombros, indignado com a teimosia do ser que caminhava a passos lentos e cambaleantes até o seu adversário que tentava de alguma forma acalmar o seu imediato que estava desmaiado no chão por conta do toletão de bosta que ficou na sua cara por um bom tempo.

Com sua espada em mãos, chamou a atenção do capitão pirata que agora estava mais murcho do que antes, mostrando que o efeito da pílula havia passado, e agora nem mesmo seus músculos normais existiam, pois estava só o pó seco. Não se importando com a situação, Subaé tomou conta do território, deixando o homem completamente inútil com sua fétida técnica bocal e o apunhalando com a espada, levando o homem a óbito.

Tapeou os bolsos do rapaz e encontrou um maço de 1 milhão de berries e uma caixinha vazia, provavelmente o recipiente das pílulas que aparentavam ter acabado. O cangaceiro anunciou aos subordinados do capitão que, temerosos com suas ações entregaram todo o dinheiro e joias que carregavam consigo.

No total com os subordinados estavam um colar de pérolas não muito valioso, três anéis de prata sendo um no formato de bússola, o outro de caveira, e um com tridentes, duas garrafas de rum meio cheias, uma de uísque fechada, e uma quantia em berries de 4 milhões. Os homens deixaram as coisas no chão e se afastaram, se aproximando de seu capitão e imediato após Subaé pegar o Log Pose do homem e se retirar dali, caminhando até Faust que assistiu tudo sem mover um dedo se quer.

O faroleiro pegou o Log entregue por Subaé, escutou suas palavras, mas não respondeu, apenas permaneceu em silêncio e no fim, subiu as escadas se retirando dali, deixando a cabra com suas armas, conquistas e companheiros.     


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