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Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio

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Achiles
Pirata
Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Sab Fev 05, 2022 9:02 am
Relembrando a primeira mensagem :

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Pirata Subaé A qual não possui narrador definido.

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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Sex Jul 29, 2022 3:01 pm

45:Ervas


Zuba pareceu ter se irritado com a confusão de Bobby e Jaeger sobre sua idade, aquilo me gerou muitas gargalhadas. Entretanto, fiquei boquiaberto ao descobrir o verdadeiro motivo do capitão John usar aquela máscara. Ele não estava com vergonha das suas cicatrizes, aquela máscara é um suporte para o seu maxilar… Que cara incrível!! agora eu entendo o porquê dele falar dessa forma tão esquisita.

Mais surpresa ainda foi descobrir que Sabrina era uma moça bonita!. Sendo sincero, eu estava esperando ver uma baranga mais feia do que briga de foice, ou talvez uma boca com dentes de tubarão, sei lá… mas olha, que mulher bonita ein!

-ZeBeBeBeBeBe!!! Vocês dois são esquisitos pra caramba!!

Eles me deram uma roupa super estilosa e então a gente foi embora. Nesse momento Zuba comentou sobre a beleza de Sabrina Jaeger.

-Olha isso, Mono!! Nossa criança está aprendendo o que é o amor! - olharia para o garoto e bateria minha cabeça contra a sua em um gesto de afeto - aproveita a festona que vamos fazer daqui a pouco, chame-a pra dançar e se conte as suas histórias pra ela.

Em seguida, pousamos no convés de um rapaz albino com vestes religiosas. Ele parecia estar interessado em minha recuperação.

-Eu estou bem melhor, veja! - então chutaria a caixa ou barril mais próximo a fim de espatifar-lo sob o chão. Feito isso estenderia o braço direito como um gancho para mostrar os meus músculos pífios, - Eu tenho o corpo fechado, não vai ser um faroleiro de meia tijela que vai me matar.

Iria até a mesa e comeria um pouco daquela erva - Isso por acaso é maconha? - perguntei - Sabe, eu pergunto pois sofro da síndrome da terra-seca, tanto eu quanto o Zuba precisamos tomar doses constantes de remédios canábicos.

Afastaria as ervas para um canto da mesa a fim de abrir espaço, então eu sentaria na mesa.

-Mas chega de falar de mim. Quem é você e qual é a sua história?



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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Sab Jul 30, 2022 10:48 pm



- Eu vou mostrar o que é amor! Na verdade não vou mostrar não, mas se eu soubesse eu ia mostrar! Zuba pareceu injuriado a levantou os punhos fazendo pose pra parecer mais maneiro, no fim mono riu e colocou a mão sobre sua cabeça - Se for, que não machuque hahaha. O velho comentou e com o repouso da mão em sua cabeça o pequeno se desarmou, desistindo da briga que ele nem sabia porque queria comprar, era visível sua confusão mental.

Já no barco do salvador, o teriam visto com uma expressão tranquila mesmo em meio ao agitar de Subaé - É bom ouvir isso, no entanto me preocupei que seu quadro piorasse, você demorou bastante pra acordar, não haviam sinais de ferimentos que justificassem. Ele parou e levou uma das mãos a cabeça como se forçasse um pouco a memória, em uma expressão pensativa.

Quando aproximou-se das ervas o médico teria dito São mudas de triangulo sazonal, uma erva cultivada por nosso herbalista que contem propriedades curativas, muito bom para estancar sangramentos, tratar queimaduras e fornecer alívio imediato pra área dolorida. Ele então parou e observou ele comendo, o gosto era similar a um hortelã bem forte que o deixou com um hálito extremamente gélado e refrescante. - Pode ser usado como pasta de dente também, a ingestão não faz mal hehahaha. O médico explicou, Subaé teria de lidar com o bom hálito por sua impulsividade, pelo menos por um tempo.

- Sinto dizer que não em fase adulta, estamos começando a cultivar e esperamos que em algumas semanas tudo já esteja pronto pra ser usado… Perdemos muito do estoque no farol. Era notável uma expressão de lamento. - Eu? Sou um mero homem da fé, alguns poderiam me chamar de salvador, outros de demônio, mas não sou mais do que um homem convicto de principios. Ele não pareceu se enaltecer, era bem humilde, enquanto recostou sobre uma das bordas do navio.

-Posso lhe falar por horas sobre Zegaia mas, como humilde servo, apenas fui incubido de espalhar suas palavras, de remover a dor dos aflitos… No entanto, se tiver dúvidas de como me tornei um pirata… Bem, estava no lugar errado, tentando fazer a coisa certa. Eu estava em meio a um resgate de uma batalha que havia acontecido no porto de Loguetown, tinha uma criança em meus braços, a batalha era de um bando pirata gigantesco e bem… Eu tive que defender a criança de ambos os lados enquanto cruzei o meu caminho, um caminho que tornou-se escarlate quando todos aqueles que entraram na frente se uniram como poças. ele olhou para a própria mão, respirou fundo e fechou os olhos fechando o punho e a levando ao peito pegando o rosário de sua mão como em oração.

- Essa criança era o meu filho, eu não consegui abrir o caminho a tempo de salvá-lo… Minha clinica havia sido queimada pelo mesmo bando pouco antes e… Eu suspeito que no conflito de forças ele tenha levado um disparo perdido. Ele novamente ficou quieto de olhos fechados por mais um tempo, como se buscasse na fé a força.

Zuba começou achando a história engraçada, pelo nome zegaia, mas logo olhou para o alvo com um misto de pena e medo. Mono por outro lado teria agora dito - Espero que não carregue com você o peso como se fosse sua culpa, nenhum pai teria feito menos do que o máximo pra salvar sua prole. Com um sorriso gentil, um olhar com pouca luz em seus olhos o salvador diria - Obrigado pelas palavras. No fim, havia sido bem educado.

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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Dom Jul 31, 2022 12:01 am

46:Lágrimas


-Aquele velho do farol tem um poder estranho demais mesmo... ele me surrou sem nem se mover! Me pergunto que tipo de poder era aquele?

Assim que mordi aquelas ervas medicinais pude sentir um delicioso gosto gélido tomar conta de minha boca. O problema é que aquele ardor frio não é algo que eu esteja muito acostumado, e por isso, não demorei até ficar incomodado com aquele gosto natural. Torci a cara de desgosto antes de enfiar o dedo na boca e recolher todas as ervas que estavam sob minha língua, esconderia a massa verde na palma da mão e, quando o capitão religioso estivesse distraído, colocaria tudo de volta na mesa com o resto das outras ervas.

-Isso aí é ruim demais! Eca!! - reclamei ao beber um gole do rum em meu cantil metálico - ia ser melhor se fosse maconha…

Amakusa estava contando para nós três sobre a sua história - Zagaia?? Isso é de beber?? - Percebi que Zuba achou o nome da deusa daquele homem bem divertida, mas logo aquela história se tornou uma catástrofe digna de uma peça de teatro. Durante a fala do salvador eu engoli seco só de imaginar se fossemos eu e Zuba naquela situação… bom, eu acredito que teria conseguido surrar todo mundo e ainda teria salvo o garoto, mas não é esse o caso… abracei o cabrito forte para tentar conter a minha tristeza, mas, assim que Monoliso falou suas palavras de consolação eu tentei fazer o mesmo, e foi aí que notei que eu já estava chorando como um bebê.

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 7 Franky-crying

-Buaaa!!! isso… Isso é algo triste demais para um pai!!! - As lágrimas escorreriam pelo meu rosto junto do catarro e da baba, descendo como uma cachoeira pelos pelos de minha barba, até que por fim caíssem no topo da cabeça do jovem Zuba. Soltaria o meu filho e então abraçaria Amakusa - Vem cá que eu quero te dar um abraço, vem!!

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 7 Gifs-de-abracos-em-anime-8

Aproveitaria o abraço para limpar o meu rosto na túnica negra do homem.

-Sabe, padre. Eu não poderia te conseguir outro filho nem se quisesse. Afinal, eles são insubstituíveis… e eu sou homi… Mas eu te prometo que ninguém mais vai tocar em nossos companheiros. E se tocarem, vai ter retaliação!! - Minha feição estava séria. Os olhos ainda estavam encharcados por conta do choro, mas as lágrimas não mais caíam. A tristeza pela história já havia passado, deixando apenas o espaço fertilizado para que a raiva e o rancor pudessem brotar - Somos mais do que uma frota, nós somos uma família.

Abraçaria Amakusa pela segunda vez e então daria as costas.

-Padre, a gente tá com muita pressa então posicione o seu navio ao lado no nosso, em breve vamos celebrar o início da nossa jornada com um festão!!

E então, sem esperar que Zuba e Monoliso se despedissem, agarraria os dois e iria embora saltando pelos ares em direção ao próximo navio. Se um dos dois perguntasse o motivo da pressa eu responderia sem cerimônias.

-Aquela história deixou um climão tenso no convés… Eu não sabia mais o que falar pra um homem na posição dele então só preferi me fazer de ocupado. ZeBeBeBeBeBe!! Aquele cara é um homem bom.. Tomara que ele consiga superar esse vazio…

E então pousaria no próximo convés.

-ALOOOOOOOOOOO, SUBAÉ-SAN NA ÁREA!!!





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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Seg Ago 01, 2022 1:26 am



- Zegaia é a deusa da fertilidade, da cura e da boa vontade, como seu seguidor fiel, me apoio que na fé  ao espalhar em ações suas palavras, eu vou conseguir encontrar a minha própria paz. Ele explicou, em um tom que soou um pouco pesado e melâncólico mas, que se aliviou até que ele contou sua história. - Foi péssimo… Quando perdi a minha esposa eu havia dedicado a vida ao meu filho e bem… O mundo é grande, eu encontrei boas pessoas, não preenche o vazio mas faz a gente sorrir as vezes né? Ele dizia em um tom que era tão maduro sobre algo tão doído que era de se espantar uma aparência jovem como a sua, havia muita sabedoria no rapaz.

Zuba enquanto isso colocava a língua pra fora, porque seu pai havia o abraçado de um jieto que ainda que lhe faltasse força, tinha potência e jeito pra passar a intenção de seu amor, e com um sorriso Amakusa aceitou o abraço de Subaé,o homem era bem alto agora que via de perto notava que ele er abem baixo ao seu lado, ou seria a sua aura de tranquilidade e acolhimento que davam essa impressão?

O homem deu um abraço que muito remeteu ao sentimento de um abraço caloroso materno ou paterno, aquele que lhe trouxesse o maior conforto na lembrança, era puro e tranquilizador, até que fosse dado o espaço para o caprino, que com suas palavras conquistou uma risada sincera por parte de Amakusa - Eu tenho pessoas incríveis mesmo ao meu lado e pode ter certeza de que desde aquele dia, nunca mais me verá não sendo veloz o suficiente. Ele teria dito  respirando fundo, com algum pesar, seu jeito de tentar aliviar a situação era  desviar o foco, talvez isso of izesse mais confortável e Subaé ali entenderia, Amakusa provavelmente tornaria-se o homem mais rápido que teria sobre  sua aliança, provavelmente.

Com o segundo abraço, a pergunta poderia até pairar, Subaé subiu em seu desafio e instigou muita gente interessante, muita gente diferente e ainda que não tivesse conhecido ninguém além do capitão daquela frota, sentiu que conheceu a todos que o seguiam, pois deveriam ser pessoas como ele.

- Uma festa?, não seria melhor você manter o repouso mais um pouquinho?  Mas tudo bem, eu avisarei às minhas crianças que você fará uma festa.  E com o sorriso que deu, ficou claro que ver sua frota como uma família, era algo que ele já fazia. Monoliso aproximou-se e deu um forte aperto de mão em Amakusa e Zuba como em uma reação atrasada derramou algumas lágrimas, virando de costas pra que ninguém visse ele secá-las.

Faltavam poucos capitães para que ele visitasse e  quando foram para a próxima embarcação teriam visto o Mink treinando com uma espécie de bastão, cheia de halteres de peso ele treinava movimentos simples, golpes diagonais de cima para baixo, assumindo com a outra mão em golpes ascendentes e então empunhando com as duas, fazendo um giro que subiria em um pulo similar a um Shoryuken, estocando os céus, quando seus pés tocaram novamente o chão o barco até deu uma tremidinha ali na região do convés.

- É o homem que decidi seguir! Bom, Bom, você é corajoso! Admiro isso! Ele teria dito então  repousando sua ferramenta de treino em um canto, estendendo a mão para um cumprimento.
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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Seg Ago 01, 2022 2:48 am

47:Cão


Amakusa era realmente um homem incrível. Além de ser um excelente médico ele também era bondoso e muito maduro. Ver o seu sorriso genuíno ao abraçá-lo foi algo que me fez muito feliz. Sem que eu saiba ele cuidou de mim quando eu estava desacordado, e agora sou eu quem irá cuidar dele, como um capitão faz.

Mesmo gostando muito daquele rapaz, a sua história era muito triste e desconcertante para se ouvir antes de um festival pirata. Sendo assim eu tive que inventar uma desculpa e ir para o próximo navio a fim de manter os ânimos festivos…

…Se eu não fizesse isso, provavelmente ficaríamos bebendo e chorando pelo resto da madrugada…

Foi quando eu avistei um cabra peludo com cabeça de cachorro. “Bladewulf?” pensei. Enquanto ele praticava aqueles exercícios eu só fiquei olhando para o mesmo tentando entender se ele era mesmo ou não o filho de Blade. “Será mesmo o filho de BLade? Esse miserável me deve 2.000.000 de bellys…” observei as características caninas do mesmo “Não é ele não… o Bladewulf era branco… Mas vai que ele trocou de pelo, as cobras fazem isso, né??"

PLOM!!

O fim do exercício fez o chão do convés tremer e junto do silêncio, os meus pensamentos também se esvaíram. Em seguida ele veio me cumprimentar e estendeu a mão. Apertei a sua mão em cordialidade, e abri a boca para cumprimentá-lo, entretanto, as palávras que saíram de minha boca foram totalmente sem querer.

-Eu quero meu dinheiro, viu? Seu caloteiro!!

Ficaria com cara de bunda ao notar o que acabara de dizer. Olharia em volta, olharia para o capitão cachorro e começaria rir.

-ZeBeBeBeBeBe!! Era uma pegadinha!! Queria ver qual ia ser a sua reação…. Né galera? A gente combinou tudinho…

Vai que cola.

Caso ele pergunte, eu seria sincero e contaria o que havia se passado em minha mente.

-É que eu conheço um cachorro igualzinho a você que me deve dois milhões de bellys. Desculpa por te confundir com aquele safado.

Então eu estenderia a mão para cumprimentá-lo uma segunda vez. Só que agora, certo.

-Muito prazer, eu sou o capitão Subaé e esses dois aqui são Monoliso e o meu filho Zuba. Quem és tu?

Enquanto o cão se apresentasse eu exploraria o convés do mesmo. Pegaria os bastão com pesos e tentaria simular os movimentos que ele estava fazendo.



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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Seg Ago 01, 2022 11:59 pm



- QUEE Dinheiro? Ta maluco doido!? Ele pareceu ter se exaltado, as veias de sua testa começaram a saltar e deu pra entender que seu titulo não era por menos, já que ele já ia começar a se aproximar a passos pesados, quase como um cachorro doido. E então quando ouviu que era uma piada ele parou, pareceu estar pensando por um tempo e então após quase 1 minuto da fala ele entendue e começou a rir - AHH muito boa HAHAHAHA… Ele não entendeu, mas ficou feio fingir que não.

- Eu sou um sacerdote com muito amor e compreensão pra dar. Ele teria mostrado o primeiro punho e dito - Amor e então o segundo - compreensão. E então ele riu um pouco enquanto dizia - Eu acredito nas palavras do Dragão! A força trás o respeito, então eu resolvo meus problemas na porrada! Mas, são poucos os que acreditam nas palavras do Dragão aqui, onde eu nasci resolvia tudo! Queria casar com moça bonita? Batia no pai dela! Queria beber mais? Batia no cervejeito! Ah que lugar bom, que saudade do dragão.

Zuba não se conteve e comentou baixinho para Monoliso - Esse Dai é pinelzinho. E monoliso teria dito pra consertar - Ele gostou dos seus músculos, quer ciar igual. E então sorrindo o canino dizia - Eu posso te treinar todos os dias! E você vai ver que esse, vai ficar igual esse! Ele teria apontado pro braço de zuba e então pro próprio, exibindo um triple biceps!.

- Mas ai, eu quero voltar para a minha terra natal com algo grande! O suficiente para eu desafiar o invencível! Ele teria dito então completando - E que a vontade do Dragão seja feita! Ele comentou por fim.

Subaé poderia tentar, haviam pesos que ele pegando com jeito conseguiu erguer com técnica, e nem todos eram ultra pesados. Ele parou e ficou olhando por um tempo.

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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Sab Ago 06, 2022 1:31 pm

48:Dragão


O mink se enfureceu ao ser cobrado pelo dinheiro que não me devia, mas minha atuação pareceu ter feito um nó em sua mente, confundindo o mesmo ao ponto de fingir ter entendido uma piada que sequer existia - ZeBeBeBeBeBeBe!! Muito boa mesmo, né? - fingi a risada para fazer tudo parecer mais real - Eu sou o maior “comicozinho” do South Blue!

Em seguida, Kehl se apresentou e contou sobre si. Falou sobre sua terra natal e a tal “vontade do dragão”. Assim que ouvi sobre a lagartixa mítica voadora eu larguei os pesos e olhei incrédulo para o capitão mink. Nesse mesmo instante uma forte tosse me pegou de surpresa.

-Cof… Cof…Tu tá fumando banana podre é? Dragões não existem não! Até uma criança qualquer sabe disso. Cof… Cof… - diria ao ponderar sobre as palavras do mink - Mas tirando esse papo doido de dragões, a sua terra natal parece ser um lugar incrível!! …“Um lugar onde tudo é resolvido na base da força"... Sei lá, esse lugar me parece ser divertido, ZeBeBeBeBe!!

Zuba elogiou o físico de Khel e em resposta o mink ofereceu treinar-lhe. Olhei para Zuba, e, com um largo sorriso, falei.

-Olha isso aí!! Cof… Cof… Aproveite a chance para treinar com o cachorro dragão! Ele é muito forte e vai te tornar tão forte quanto ele é! - Então olhei para Khel e crizei os braços - Né? Cof… Cof…

Por fim, Khel falou sobre sua ambição. Retornar para a sua ilha natal e derrotar o invencível.

-hummmm… Cof… Cof…Cof… Cof… E por acaso… Cof… Cof… que ilha é essa que tu tanto fala? e quem é esse tal “invencível”?? - ouviria atentamente a resposta do mesmo - Momo, anotou direitinho o nome do lugar?? Já estou empolgado pra ir pra lá!! - perguntaria ao meu imediato, depois olharia de volta para Khel - Cof… Cof… E quando chegarmos lá, eu vou te ajudar a derrotar esse cara aí!

Sentia o meu peito apertar junto com um imenso desconforto que pouco a pouco fazia o meu corpo ficar mais fraco. Aquela era a maldita síndrome da terra-seca. Levei a mão aos bolsos para pegar um comprimido canábico, mas notei que estava com uma roupa nova. O antigo macacão não tinha bolsos… então….

Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio - Página 7 EachBountifulLamprey-size_restricted

-MERDA!! Cof… Cof… EU DEIXEI OS MEUS REMÉDIOS NA MINHA CABINE!!! Cof… Cof…Cof… Cof… ESPEREM UM POUCO!!

Em uma medida desesperada, saltei para o céu e fui saltitando com o geppou até o convés do Lamento. - Cof… Cof…Cof… Cof…- Se alguém viesse falar comigo, eu ignoraria o mesmo. Apenas iria até meu aposento e pegaria as coisas mais importantes (dinheiro, remédios, Log Pose e jóias), o resto eu deixaria na cabine. Obviamente, meus dois cantis de bebida sempre ficariam comigo. Depois, iria até a cozinha, encheria um copo com água e tomaria um comprimido. Feito isso, voltaria para o convés de Khel

-Desculpem a demora, precisava tomar meu maldito remédio.

Feito isso a conversa ali estaria terminada. Afinal, aquilo não era uma visita, mas sim um convite para um festival pirata.

-É um prazer te conhecer, cão. Mas agora vamos ao que importa… Posicione seu navio ao lado daqueles outros que estão se amontoando junto do Lamento de Caronte… A gente vai fazer um puta festão com direito a dedada no toba e porradaria!!!!

E então, após me despedir, agarraria Monoliso e Zuba, e juntos partiríamos para o penúltimo navio da frota.

-A NOITE TÁ ACABANDO E A VONTADE DE BEBER SÓ AUMENTANDO… então… LICENÇA QUE TÔ CHEGANDO!!!!!



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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Dom Ago 07, 2022 11:43 pm



- CLARO QUE EXISTEM!… Existiram! Toda a fundação de Dragora é feita inclusive pela fundação do esqueleto do grande dragão! Respondeu o sacerdote enfuriado Mas tudo esfriou quando o elogio a sua ilha natal veio de modo a tranquilizar o seu coração que fervia em orgulho só não mais do que sua cabeça quente que parecia que poderia explodir a qualquer momento.

Zuba então olharia para como mono havia arrumado a situação e então para subaé, vendo que pagaria a sua língua com esforço, suspirando vendo que não teria para onde escapar, seu destino estava selado.

- Relaxa pequenino, a gente começa amanhã, por hoje só fique tranquilo. E as palavras do sacerdote não ajudavam, apenas confirmavam o temor de Zuba. - Dragora é a ilha que o grande dragão permitiu que nós nascessemos! Qualquer outro teria pensado que nossa ilha é inóspita por ser formada por tantos vulcões, mas a nós fora dada a sabedoria, as ferramentas e a base para que se tornasse o maior exército independente da primeira parte da Grand Line! Nem mesmo a marinha mexe com a gente Kehahhahaha.

Ele batia no peito com orgulho antes de voltar a explicar - Noah é um cara esquisito, ele é o homem invencível, a benção do dragão transborda no homem, pois sua força o fez juntar o povo como um, pois não havia mais disputas! Digo… Não haviam mais disputas pelo poder, isso deu segurança pra crescermos. Ele explicou bem mais didático dessa vez.

Mono parecia bem interessado no lugar, apesar de pensar que poderia ser um lugar perigoso, não é como se na jornada fossem pra um lugar tranquilo. - Anotei. E na anotação de Mono havia em um bloquinho : Lugares perigosos para se tomar cuidado: Dragora. - NÃO! Eu aceito ajuda para conseguir os recursos para o desafio mas profanar o escolhido do dragão? Não! Se alguém vencer tem que ser sem ajuda! Ele então teria negado parcialmente a oferta de Subaé, lhe dando uma dica sem querer de como conquistar fácilmente sua lealdade.

Com a volta de Subaé após pegar e tomar seu remédio, o canídeo buffaria e pode se ver uma ponta de rubro em sua face - Não é como se eu não fosse convidado a festas ou coisa assim, vou atender dessa vez o pedido, mas isso não quer dizer nada!! E… É, o cachorrão era um Tsundere de marca maior!


E quando chegou ao penultimo návio, teria visto [url=https://i.imgur.com/xWmktoF.png] Troy o Galanteador rodeado por rapazes bonitos, todos no entanto eram tão androginos, que aquele que descobrisse isso sem abaixar uma calça seria um herói, eram figuras lindas como anjos, que escondiam suas asas por baixo de sua graça. Dois estavam ao seu lado deitados apoiados sobre seu ombro, enquanto outros dois dormiam sobre seus pés, enquanto o moreno sorriu - Olá, Subaé, certo? Sua voz era tranquila, suave a um ponto que sua veludez incomodava.


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Sex Ago 12, 2022 3:27 am

49:O penúltimo Barco


Percebi que aquele cachorro gosta de falar da sua terra natal o mesmo tanto que eu gosto de falar de mim mesmo. Os seus olhos brilhavam enquanto falava sobre a história e as qualidades de sua ilha, e para ser sincero, isso me fez gostar bastante dele. As pessoas tendem a odiar o lugar onde cresceram, e poucos são os que carregam a sua cultura depois de ir embora. Mas ele é um dragoriano até o último fio de cabelo!!

Em contrapartida, Zuba parecia não ter apreciado muito a ideia do treino pois ficou meio cabisbaixo depois de que a gente combinou o início de seu treinamento com Khel. Daria então alguns tapas cordiais em sua cabeça - Treinar é um porre mesmo, mas se quiser ficar fortão você tem que fazer coisas chatas também!

Khel então me explicou a singularidade de sua cultura e as regras para o combate que um dia ele almeja vencer. - Fique tranquilo cara, essa luta é sua então.

Depois disso, deixei todos no navio e fui tomar os meus remédios. Quando voltei e convidei o canídeo, ele ficou rubro e aceitou o meu convite de uma forma que não combinava nem um pouco com o cão que eu havia conhecido até agora.

-Tá certo então… apareça mesmo!!

E então a gente foi.

-Esse cachorro aí é meio esquisito também ne? - comentaria com Monoliso e Zuba - Acho que eu tenho um imã de gente estrana.

Chegando no penúltimo navio, fomos recebidos por um homem simpático de pele morena e cabelos negros e lisos. Ele estava rodeado de outros rapazes bonitos… Tão bonitos que eu até quase me confundi e pensei que eram mulheres.

-Tudo certo sim - falei em resposta ao seu cumprimento - Mas acho que você está bem melhor do que eu, ein!? Estavam fazendo uma festinha erótica, é? - Perguntei ao apontar para os demais com o meu queixo.

Buscaria algum lugar confortável para sentar, e caso não encontrasse nenhuma cadeira eu sentaria no chão ao lado do capitão moreno.

-Você é o…. - pegaria os cartazes em buscaria pelo seu - …Você é o Troy, certo? A gente vai fazer um festão e por isso eu vim logo te convidar e te apresentar o meu imediato e o meu filho… e aí já aproveito para conhecer você e a sua tripulação. Vamos lá, me fale sobre você e os seus objetivos!


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Sab Ago 13, 2022 11:52 pm



- Parece mesmo, parece até de propósito! O mais normal ainda é diferente! Ele teria dito lembrando-se do padre e frente a apresentação nada sutil de Troy, ele teria repousado a mão sobre a cabeça de um de seus seguidores fazendo um cafuné, ao qual com o fechar dos olhos, poderia se sentir que estava amando aquela situação. - Eu diria que estava dando atenção aos meus seguidores, tenho certeza de que não deve falhar também com os seus. Ele não insinuava nada no que ele havia dito na verdade… Era até assustador como não havia malícia nenhuma naquela frase que totalmente poderia ser interpretada do jeito errado.


- Uma festa? É o melhor lugar pra se estar, estaremos todos lá. Ele teria dito agora ajustando-se em sua posição, enquanto olhou para Zuba e Monoliso. - Um filho? Você é corajoso de levar aos mares seu pequeno, há terrores que a noite trás. Ele teria dito fazendo referência ao Sulong dos Minks, isso ficou claro quando ele olhou na direção do céu.

- Eu fui um escravo de um dessses homens que vestem branco e um aquario na cabeça por muitos anos… No entanto um único santo entrou em nosso navio e no meio da noite… Cortou todos os pescoços daqueles que nos prendiam em correntes… Foi silêncioso, assustador… Charmoso? Mas foi o que nos permitiu escapar daquilo. Ele então abraçou o próprio corpo, como se sentisse sujo e quando o fez aquele do cafuné o abraçou, tentando acalmá-lo o terror em seu rosto era imenso como se lembrasse de eventos tão nefastos que não podiam ser nomeados.

Ele parou e começou a hiperventilar um pouquinho antes que voltasse a calma dizendo - Desculpa… Eu quero fazer como fizeram comigo… Quero cortar a garganta daqueles que escravizam os outros. Ele teria dito com um rancor e uma chama vívida em seus olhos, enquanto isso o que estava o abraçando, alisou seu rosto como se faria a uma criança enquanto diria -Sh… Sh… Vai ficar tudo bem. E isso parecia aos poucos o ajudar a lidar melhor com a situação Subaé nesse momento poderia reparar melhor em sua aparência, sendo bem jovial, apesar de certamente estar em idade legal.

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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Seg Ago 15, 2022 12:53 pm

50:Cabeça de Aquário


Troy explicou estar apenas dando atenção aos seus seguidores. Sorri ao ouvir a resposta e fui logo dizendo - Você está certo, temos que dar atenção à nossa tripulação… Mas não espere que eu te dê esse tipo de atenção, ein? - falei ao bater as costas de uma mão na palma da outra repetidas vezes - ZeBeBeBeBeBeBeBe!!! Tu entendeu.- Felizmente Troy estava tão empolgado quanto eu em relação à festa, isso me deu a certeza de que sua presença lá tornaria tudo ainda mais interessante.

-O Zuba? - perguntei involuntariamente quando Troy comentou sobre os perigos de tal decisão - Relaxa, o Zuba sabe se virar. Né não filhote? Além do mais, se ele não estivesse aqui comigo estaria mendigando em uma viela de Petra Yuni… Aqui comigo ele poderá ter a juventude que qualquer amante do mar merece ter.

Entretanto, se por acaso Zuba mostrasse sinais de que olharia para cima por curiosidade de ver o que Troy olhou (a lua) eu levaria minha mão ao topo de sua cabeça e a baixaria usando seus chifres como uma alça. - NÃO É PRA OLHAR PRO CÉU DE NOITE NÃO, SEU BOCÓ!!! TÁ QUERENDO AFUNDAR ESSE BARCO, É? - Obviamente ter um sulong descontrolado não era algo perigoso para mim ou para o Momo, já que sulongs descontrolados não atacam minks, mas certamente ele iria avançar com tudo pra cima de troy e seus companheiros. -Já vou te avisando… Se você virar um bicho tinhoso eu vou ter que te socar até tu dormir…Quer isso? não né? ENTÃO NÃO OLHE PRA PORRA DA LUA!!

Em seguida Troy nos contou sobre a sua vida. Falou que umas pessoas estranhas com aquários na cabeça o fizeram de escravo, e pela sua reação era notável que havia vivido coisas tão ruins que chegavam a ser inimagináveis. Por mais que ele tenha dito como se fosse algo óbvio, eu não tenho idéia de quem são esses caras que usam um aquário na cabeça. Nunca sequer ouvi falar de tal maluquice. Mas a julgar por toda a história eles não são flor que se cheire.

Minhas mãos apertariam os ombros de Troy e então eu o balancearia antes de falar olhando em seus olhos. - SE RECOMPONHA HOMI!! Você não está mais sob o poder daqueles idiotas, agora você é o meu companheiro e eu num vou deixar nenhum cabeça de frasco relar um dedo n’ocê. É uma promessa. Agora se recomponha e foque na festa!

Então observaria o horizonte a fim de verificar se já faltava pouco para o amanhecer.

-Agora a gente vai lá convidar o… - olharia mais uma vez os cartazes - … Esse tal Jeff do Sorriso Sangrento. Espero ver vocês por lá quando retornar. Podem encostar seu barco perto do Lamento.

Então agarraria Zuba e Mono e saltaria pelos céus em direção ao último navio.

-JEFF, CADÊ OCÊ?? SEU COMANDANTE TÁ AQUI!!



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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Qua Ago 17, 2022 7:35 pm





- Ah não, fique tranquilo, mesmo para as noites mais frias, pode ter certeza que eu sempre durmo bem aquecido. O rapaz comentou dando uma pequena gargalhada espirituosa, em que realmente, o que subaé temeu aconteceu… Não é que Zuba esqueceu e iria olhar na direção da Lua mesmo? Tendo o chifre abaixado o pequeno falou - EU ESQUECI! ACONTECE! E então após a bronca de Subaé Mono reforçou - Você não pode esquecer algo assim, pensa nas consequências. Sua fala também era de bronca mas, tinha um tom mais sábio carregado.

Zuba ficou meio cabisbaixo por um ou dois minutos mas logo esqueceu e ficou de boa novamente, o lado positivo disso tudo? Ele acabou perdendo grande parte do que não seria bomd e ouvir de toda forma em sua atenção - Obrigado! As vezes o passado faz mais mal do que bem. Pode deixar. Ele teria dito confirmando sobre estar presente na festa.

Com isso, o ultimo capitão era o seu caminho e lá ele poderia ver Jeff, coberto em um liquido vermelho, segurando uma faca na mão também com um tom ruborizado em que com um sorriso nada simpático teria lhes acenado. Até que percebessem alguns outros detalhes pela sua posição, qualquer um suspeitaria que Jeff estava profanando a vida de alguém até então e seu olhar? Não ajudava nem um pouco, era de um completo maluco! No entanto, a luz da lua o preencheu um pouquinho mais e poderia ser visto que ele estava com um Avental de cozinha, provavelmente fazendo um Lanche ou algo assim quando ouviu algo e foi pra fora.

- Shubaé né? Penshei que voshê não iria acordar mais! O médico doido falou que tava demorando demaix! Ele diria em um tom que puxava muito um som perto de um chiado de cobra quando falava algo com a letra S. -SHASHASHA Mash já que eshta aqui! Tou fazendo um Shanduba, vão querer? ele teria apontado pra cozinha… Era realmente uma quebra de expectativa.

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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Sex Ago 19, 2022 9:06 am

51:Lanchinho


Após me despedir de Troy e seus companheiros, eu, Zuba e Monoliso fomos em direção ao navio de Jeff do Sorriso Sangrento. Conforme nos aproximávamos da embarcação surgiu através de uma janela o vislumbre de quem era aquele homem. Iluminado pelas poucas lamparinas, o capitão acenava para a gente enquanto segurava uma faca tão ensanguentada quanto suas vestes. “Aquele lá é barra pesada” pensei. Fiquei me perguntando quem era o pobre coitado que havia acabado de morrer, mas quando as nuvens abriram passagem para a luz do luar atravessar a janela foi possível notar que ele só estava cozinhando em sua cozinha. Fiquei mais abismado ainda… Quanta falta de higiene….

Jeff veio até o convés e me recebeu.

-Pois é, né? - respondi quando ele comentou sobre minha recuperação - Eu também não entendi nada do que aconteceu…- Estenderia a mão na altura de meu rosto e apertaria o punho a fim de sentir as possíveis dores que o corpo ainda poderia vir a sentir. Uma lembrança de Faust e seu poder estranho surgiria em minha mente, e mais uma vez eu me perguntaria como ele conseguiu me desacordar sem ao menos me tocar - … Então esse é o tipo de gente que está aqui na Grande Rota… Você está preparado para isso, Jeff?

Em seguida ele nos convidou para comer um sanduba. Só de ouvir falar em comida o meu estômago iria roncar. Não por eu ser um esfomeado, mas não consigo me lembrar da última refeição que eu tive. Daria um tapa na minha barriga e responderia o convite. - Um lanchinho até que vai cair bem, mas antes mande um de seus marujos conduzir o navio para perto do Lamento de Caronte. Vamos fazer um festival pirata daqui a pouquinho. Só falta a gente lá. - dito isso adentraria na cozinha.

Estando no cômodo, observaria os alimentos disponíveis e analisaria toda a sujeira - um cozinheiro deveria ser mais prendado, né não?- arrastaria o dedo indicador na bancada para analisar melhor tal sujeira - o meu sanduba é sem carne, por favor.

Quando o alimento me fosse oferecido eu juntaria minhas palmas, e, ao fechar os olhos, agradeceria a Nossa Senhora dos Esfomeados. Somente depois iria comer.

Caso Zuba ignorasse a reza, eu daria um tapa em sua cabeça e o olharia de maneira que ele entendesse que precisava fazer o mesmo.

-Nhec.. vushe coshinha gushtuso - falei de boca cheia - Exes agui são Cuba e Bobolixo.

Beberia um gole de rum (do cantil) para ajudar o alimento descer.

-Uau, que delícia!! Mas e aí, meu bom, de onde você veio e o que você tanto almeja nesse mar?


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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Sab Ago 20, 2022 2:25 pm




- Preparado? Eu Nashi pronto! SHASHASHA! Ele teria dito bem tranquilão enquanto riu com sua aparência assustadora e olhos firmes que passavam completamente uma sensação oposta ao que ele verdadeiramente demonstrava. E com o pedido de subaé ele teria gritado - Toth! Encaixa o barco! Mas toma cuidado com os degraush desha vez! E com isso se ouviu a sala do capitão se abrir e uma moça jovem com os olhos enfaixados saiu de dentro segurando uma bussola - Não funciona mais mesmo! Desde que a gente passou pela mintanha eu não ouço a bussola fazer nada além de girar! Ela teria dito surpresa.

- Eu ouvi gente nova… Oi sou Toth! Ela teria olhado e subido a mão para cumprimentar na direção errada - O outro lado! Aqui! E o tritão apontou pra Subaé e seu grupo mesmo que ela não pudesse ver nada ela parecia ter entendido e então diria - Ah, oi! E então ela teria seguido até o timão, Zuba não conseguiu segurar a língua e perguntou - SUA NAVEGADORE É CEGA? e o tritão começou a rir e a própria Toth respondeu - Se você visse algumd os outros tentando navegar ou ler um mapa, você se surpreenderia em como estão bem servidos comigo! Ahahahah. Ela teria dito antes de tropeçar no timão e então tatea-lo para pegar.

Diferente de Ford, sua falta sensorial realmente fazia diferença o que os tornava ainda mais loucos. E com isso adentraram a cozinha, a cozinha não tinha moveis muito luxuosos mas, era farta na riqueza de alimentos visíveis como frutas, temperos e molhos. Não era o lugar mais bonito, mas não era feio não. - Shen carne? Ah… Ta! Vou ver o que eu fasho! Ele então buscou montar um Grilled Cheese, com tomate picado junto, algo que ele supos que poderia servir como bom substituto pra carne, o mesmo seria o lanche de todos e então ele ofereceria o seu próprio molho em uma garrafa - Esshee eu que fish! Ele teria oferecido a eles para que experimentassem, era um molho picante que ardia mas aquecia e combinaria perfeitamente com o Lanche.

- Eu vim de uma ilha de peschscadores! Eu vou encontrar o All Blue! E vou montar um lugar que Sherve todo tipo de pessoa! Ele teria dito e inclinou a cabeça levemente ao lado dando ao seu sinistro sorriso uma aparência terrivelmente peretubadora - Mash voshe deve querer saber porque Shou pirata né? ShaSHASHASHA. Ashidente! Toda minha família foi morta e eu fui culpado, por conta do meu Shorriso e minha cara Acharam que eu matei…. Tenho Shó seguido a vida! Batendo em cashador aqui, marinheiro ali, a recompensha sobe um pouco mais SHASHASHA! Ele explicou sobre sua história e como sua aparência determinou o seu destino em uma tragédia.

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Re: Cabra da Peste, vol 4 - Interlúdio Ter Ago 23, 2022 7:18 pm

52:Na direção de nossos Sonhos


Jeff respondeu determinado a minha pergunta, eu gostei muito da sua resposta. Em seguida ele chamou Toth, sua navegadora, e ordenou-a levar a embarcação até o seu navio.

Quando ela apareceu, estava preocupada, com uma bússola comum em mãos. Não sei quanto tempo eles ficaram no Farol, mas pelas suas duvidas eles nunca ouviram falar sobre os “lognoses”. Iria até a mulher e tomaria a bússola de sua mão. - Tá vendo esse trem aqui… Serve mais pra nada. É lixo. Convite de súicídio, ou seja, vai te matar - Dito isso arremessaria a bússola no chão para que a mesma se espatifasse. - Um velho amigo me falou que bússolas normais não funcionam na Grande Rota, para navegar nesse mar a gente precisa dessas bússolas especiais chamadas de “Lognose”. - então mostraria o meu para a mulher. Entretanto, ainda não havia notado que a mesma era cega e por isso só estendi o braço com o mesmo.

Quando ela se apresentou para o outro lado eu consegui notar a cegueira da mulher, então entregaria o log para que a mesma pudesse “ver”. - Infelizmente só temos um Log para seis navios… ZeBeBeBeBeBeBeBeBe!! Mas pelo menos temos um! E além disso, eu sou o melhor navegador do South Blue! Basta seguir o meu amado Lamento que estarão em boa rota. - Depois de terminar de falar, pegaria o Log e prenderia o mesmo no braço.

Quando Monoliso perguntou sobre a cegueira da mulher eu cutuquei o mesmo e falei baixo com o canto da boca - Não seja indelicado…- Mas a julgar pela resposta da mulher, e por seus reflexos, acho que é melhor que eles só sigam o Lamento… Como é que eles passaram pela Montanha?

A cozinha deles era maravilhosamente farta. Diante de uma dispensa tão cheia, não pude deixar de ir para a sessão de bebidas ver o que é que tinha de bom por lá. - hum… vamos ver… - dizia enquanto comia meu sandubão com molho - Será que tem Gim? Vodka? Cachaça? - Apreciaria todas as bebidas, dando um gole farto em cada uma das bebidas.

Enquanto isso, Jeff me falou sobre o seu sonho de encontrar o All Blue. Obviamente eu já ouvi falar desse mar lendário que tem todos os tipos de peixe. Esse era um "causo" comum que os pescadores famintos de minha terra natal costumavam contar. Mas até hoje eu não havia conhecido ninguém que acreditasse que ele poderia existir. - O All Blue, é? - Um mar lendário cuja localização é totalmente desconhecida. Ir atrás de uma coisa assim é quase tão idiota quanto partir em busca do tesouro que Roger deixou para trás a vinte anos atrás… - Sabe, Jeff? Depois dos últimos acontecimentos, eu também estou em busca de um tesouro tão real quanto o seu oceano dos sonhos. Que bom que estamos juntos nessa jornada, vai que ambos estão no mesmo lugar? Imagina que coincidência que ia ser! ZeBeBeBeBeBeBe!

Coloquei a minha mão em seu ombro depois de ouvir a sua história. Olhei em seus olhos, e, com um largo sorriso, falei.

-Olha o lado bom, agora você está na direção do All Blue. Sei que isso não vai trazer sua família de volta, mas talvez você não iria atrás de seu sonho se as circunstâncias fossem outras.

Por fim, voltaria ao convés e sentaria no batente frontal à espera da chegada ao Lamento.



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