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Kenshin
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Hellhounds 2: Eu vim ver o Macaco. Dom Nov 28, 2021 8:36 pm
Hellhounds 2: Eu vim ver o Macaco.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Caçador de recompensa Shiori Miyamoto, Sasha Sparks, Shimizu D. Akira e Às E. Volkerbäll. A qual não possui narrador definido.

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Hellhounds 2: Eu vim ver o Macaco. J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
Sasha
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Re: Hellhounds 2: Eu vim ver o Macaco. Dom Nov 28, 2021 10:26 pm


Rainbow
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Eventualmente Sasha iria acordar e certamente o descanso era uma parte vital da recuperação pois do momento em que eu acordei, senti muito menos dor do que eu estava sentindo antes, de modo que eu acreditava que já dava pra me mexer bem, desde que eu ainda não exagerasse por mais um tempinho. Era o que permeou minha cabeça um pouco antes que um beijinho havia me feito abrir os olhos, ainda com bastante sono, visível pelo modo como eu já abria a boca pra bocejar um pouco - Barco? Hm… Pode ser- Eu teria dito sem entender muita coisa, mas ia ter barco na história.

O carinho aos poucos ia me fazendo superar o grande impacto que era acordar me fazendo acordar muito mais tranquila e até mesmo eu poderia dizer mais disposta, especialmente depois de ficar abraçada um tempinho a mais com a minha Shiori e então aos poucos me levantaria, me esticando bem, em relação as costas e braço, tal como uma boa gata faria, provendo inconscientemente ótimos angulos, sem me importar muito. - Vamos.- Comentei ao fim do espreguiçar onde enfim me levantei de verdade.

Segui a minha Shiori, me mostrando grata também - Obrigada pelos cuidados, Sasha tava precisando mesmo. Daria um sorriso bem largo e então daria um tchauzinho quando tudo tivesse certo por ali, com uma das mãos, enquanto com a outra segurava a mão de minha Shiori com afinco.

Hellhounds 2: Eu vim ver o Macaco. Astolfo-fate

Com todas as minhas coisas já posicionadas, eu teria olhado para o meu escudo, me lembrando que apesar de meu corpo caber perfeitamente por detrás , ainda houve como pedras passarem, mesmo Sasha se considerando boa em sua reação… - Sasha vai refazer esse escudo, depois de carregar coiso ruim, vai dar até azar se Sasha não arrumar ele. - Comentaria, e então quando chegássemos ao barco eu teria dito a minha Shiori - Parece uma boa ideia, acredito que Sasha consegue fazer algo melhor, só me fala o que você tem na cabeça que eu torno realidade!- Teria dito animada, apesar de saber que daria trabalho, era algo que eu podia fazer após umas boas compras.

- Sasha não entende muito sobre como é a região daqui mas, a primeira vista pareceu que aqui tem mais materiais pra quem sabe fazer coisa com planta… Mas, pelo solo é capaz de ter algum canto que dê pra minerar, só não sei se tudo. - Comentei, me baseando nos meus conhecimentos em uma análise, ainda que pequena, eu podia estar errada e haver uma mina propriamente dita mas, talvez só o mapa pudesse nos dizer ou não, por isso eu olharia pras figuras, eu não sabia ler um mapa mas, minha Shiori era mais apta que eu.

Se eu visse no entanto algo que parecesse uma forja antes de minha Shiori, já que talvez minerar fosse difícil, eu apontaria pra ela - Podemos ir aqui talvez. - Diria isso e então, tentei ver se me sentei um pouco pra poupar um pouco a coxa, esperando a decisão de minha Shiori.

- Comida? Òtimo, Sasha tava com fome mesmo, Sasha topa! - E com isso eu aguardaria me deitando um pouco na cama, olhando pra cima, enquanto tentava desenhar no ar o meu próprio escudo, e tentando imaginar como eu o mudaria, gostava do fato dele ser grandão, sabia que não precisaria de muito mais metal pra fazer os reparos, mas a imagem do que eu queria ainda não estava totalmente formada na cabeça e com isso, abaixei a mão e me estiquei abrindo os braços e fechando os olhos.


Quando minha Shiori veio falar, logo levantei-me erguendo a cintura pra ficar sentada, com os olhos curiosos, onde eu teria repartido um pedaço do meu pão e levantado para cima pra perto do meu cabelo - Nimya mya meowth Pack mew nyaw mew! ( Pãozinho Pack, acorda e come alguma coisa!)- E então, quando ele pegasse eu o puxaria pra ele não comer na minha cabeça e sim na cama, era mais fácil de limpar do que a cabeça, pegando então a minha parte e começando a comer, bem tranquila.





Histórico:


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Shiori
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Re: Hellhounds 2: Eu vim ver o Macaco. Dom Nov 28, 2021 10:27 pm
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Depois da luta e o cansaço, mesmo naquela cama de hospital dormir foi inevitável, apenas relaxei ao completo sono profundo naquela hora, então quando me acordasse iria erguer os braços para cima e aos poucos observar melhor o local, enquanto iria organizar tudo para partirmos dali pro barco.

Então só depois de organizar minha mochila daria um beijinho na testa de Sasha, acordando ela com calma, sem me preocupar muito.-Ei, vamos voltar pro barco. Lá a gente pode até descansar mais se quiser.- tocava no ombro dela enquanto chamava sua atenção para que ela fosse despertando devagar.

Então começaria fazendo carinho na cabeça dela passando a mão devagar, afagando bem de leve o topo. Era um bom jeito de dar bom dia, penso eu. Por fim abraçaria ela ficando mais um tempo deitadinha com ela ali depois da resposta até que finalmente levantaria estendendo a mão pra Sasha, pra que ela pegasse.-Vamos?- e então quando ela segurasse minha mão sairia dali.

Por fim, procurei a médica que tratou dela na saída onde questionaria o preço do tratamento. -Estamos indo de volta pra casa. Obrigada pela ajuda. Há é quase esqueci… Quanto custou?- e quando ouvisse o valor pegaria ali no bolso e entregaria a ela antes de sairmos dali completamente.

Daria um sorrisinho acenando  e segurando na mão de Sasha voltaria tranquilamente para o barco. Chegando lá iria caminhar para o quarto onde guardaria as lanças deixando elas amarradas direitinho na lateral da cama, a minha mochila no entanto manteria comigo sentando um pouco.-Foi uma luta bem complicada, eu acho que vou querer mais algumas armas,  uma manopla e uma bota pra completar bem meu arnsenal.- e com a fala dela era verdade que ela poderia me forjar alguma coisa.

Mas quando paro pra pensar nisso… Bem eu não sei se essa ilha vai ter algo de qualidade pra a gente realmente forjar.-Será que tem algum ponto de mineração por aqui? Não sei se eles vendem bons metais.. hmmm… bom vou checar o mapa.- então escutando Sasha, parecia ser lucido comprar metais mais simples dessa vez e deixar essas coisas para algo diferente no futuro. Mas logo abri o mapa para olhar junto dela.

Deixando que ela pudesse olhar pra ele junto, mas imaginava já que talvez não tivesse alguma informação útil. No caso algo como uma forja ou coisa do gênero. Era tudo que estava procurando por ali-Sim, quando você estiver completamente recuperada, a gente pode ir atrás disso, mas por agora vou fazer algumas coisas pra a gente aproveitar. Vou fazer bebidas e comida simples.- e então caminharia para a cozinha onde faria uma vitamina de banana com pequenos pedaços de morango.

Uma batida simples, onde para o conjunto faria ovos mexidos e prepararia alguns pães, que levaria num pratinho pra o quarto. Todas comidas rápidas, porém fortes e que poderiam ajudar muito a forrar o estômago.-Trouxe comida pra gente aproveitar.- falei já sentando do lado dela pegando meu pão e um copinho de vitamina, começando a comer.

Eu estava com fome, depois daquela correria toda fui devorando e bebendo com muita vontade, até por que não tinha dado tempo se alimentar muito após a batalha, então era muito importante pra me manter firme.



Historico:


Última edição por Shiori em Ter Nov 30, 2021 1:48 pm, editado 1 vez(es)

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Yami
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Re: Hellhounds 2: Eu vim ver o Macaco. Seg Nov 29, 2021 11:33 pm

Hellhounds 2 - Eu vim ver o Macaco
- Falas | ~ Pensamentos



O desgraçado era rápido, o que fazia com que Rango subisse ainda mais em meu conceito. Sabia que não deveria hesitar nem por um segundo nas capacidades de meu irmão, e ele mostrava com clareza o motivo de eu colocar tanta confiança em seus ombros peludos. Quando achei que receberia uma saraivada de tiros, Rango era cirúrgico no contra-ataque para enfim finalizar com o oponente persistente. — Nunca duvidei, GHYAHAHAHAHA! — Sorriria animado, enquanto observava meu irmão se aproximando com alguns ferimentos chamativos.

Meu ímpeto era de correr para socorrê-lo imediatamente, mas ao ver o impacto que Às gerava em sua adversária me fazia repensar por um instante em quem seria a maior emergência. Disparava em direção de minha irmã com a maleta já sendo aberta, até ver as figuras se aproximando e falando num idioma estranho. — Sem tempo, irmão! Ela tá machucada abeça. — Comentava, já me aproximando de Às e lhe dando suporte para ela se apoiar em meu ombro.

A figura de um outro homem, entretanto, roubava a cena. O observando com um olhar preocupado, notava que o senhor conhecia Tommy, o que me fazia suspirar aliviado. — Pelo jeito encontramos o conhecido do Tommy. Consegue andar ou precisa duma muleta, mana? — Comentava com Às, lhe dando o suporte necessário para sairmos dali. Observando Rango, também me aproximaria e ofereceria meu outro ombro para ajudá-lo. Ao notar minha irmã adormecendo, dando alguns últimos suspiros antes de perder a consciência, a colocaria em meus braços, erguendo seu corpo cansado. — Acho que isso é um não... — Entretanto, o que me pescava a atenção era sobre um tal livro ou escritas, que me fazia observar nos arredores em busca de algo que batesse com a descrição. Caso encontrasse, me abaixaria e pegaria, colocando em seu colo para irmos adiante. Olhando para trás e todo o caos que havíamos feito até ali, gritaria para o velho para que não deixássemos nossas recompensas para trás. — Er, velhote! Será que eles poderiam trazer os corpos também? Precisávamos entregar eles depois na Guilda, sabe? — Diria sem muitos rodeios, não imaginando que eles teriam o interesse que nós havíamos naqueles corpos.


Caso escutasse os receios de Rango em seguir as pessoas dali, sorriria de modo a tranquilizá-lo. — Eles apareceram no exato momento que finalizamos tudo. Estavam de olho o tempo todo. — Diria, olhando nos arredores. — Estaríamos mortos se eles quisessem que assim fosse. E, além do mais, eles são convidados da minha festa, se lembra? GHYAHAHAHA! — Diria, conseguindo vislumbrar que estava mais perto do que nunca de me tornar a ponte que uniria aqueles dois peculiares grupos.



  • Posts: 1
  • Ganhos:
    Derrota de dois procurados - Robs (42kk) e Fopp (???)
  • Contagem Caçador: 24.750.000 B$
  • Posts Desvantagem: 11/20
  • Players/NPCs:
  • Localização: Kephar Nicos - 6ª Rota - Grand Line



PdV: 28980
STA: 700

Força: 500 +80 +280 +500 = 1360 [Talentoso]
Destreza: 400 [Regular]
Acerto: 2330 +80 +280 = 2690 [Perito] +5%
Reflexo: 0 +280 = 280 [Regular]
Constituição: 400 +80 = 480 [Hábil]

Agilidade: 1485
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0

Qualidades:

Defeitos:

Primeiros SocorrosVocê sabe tratar ferimentos externos, de gravidade simples ou moderada, além de ser capaz de ministrar o tratamento inicial de qualquer tipo de ferimento. A proficiência primeiros socorros contempla ações como: parar sangramentos, fazer curativos, mitigar danos e similares.

CirurgiaVocê é capaz de tratar ferimentos graves e internos, desde que esteja em posse dos instrumentos apropriados.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

DiagnoseVocê conhece diversas doenças, sabendo identificar seus sintomas e quadro de evolução, além disso, sabe ministrar os tratamentos para frear ou erradicar a doença, se existentes.

AcrobaciaVocê possui um corpo flexível e é capaz de dar saltos elaborados e piruetas, além disso, consegue equilibrar-se em várias superfícies, fazer malabarismo e sabe como amortecer suas quedas.

FarmáciaCom os instrumentos corretos, você é capaz de criar e manipular remédios, seja através de ingredientes orgânicos ou químicos..


Profissão:
MédicoOs médicos são especialistas em saúde humana e/ou animal, sabendo preservar a saúde de seus companheiros e sendo capaz de tratar os mais diversos ferimentos.

Bônus: Jogadores médicos são extremos conhecedores do corpo humano, assim sendo, são capazes de aplicar e encerrar condições por meio de tratamentos, criações e técnicas, além disso, podem tratar qualquer ferimento.


Arma: BubblesArma: Bubbles
Descrição: Um par de manoplas cuidadosamente forjado para garantir uma boa proteção, com a base de tungstênio puro, mostra-se extremamente resistente ao calor, seu design parece carregar consigo alguma característica hidrodinâmica, sendo pensada para um tritão usar.
Tipo da Arma: Manopla
Qualidade: Forjada
Durabilidade: Alta
Dano: 500
Estado: Nova


Maleta Médica
Kit de Bandagens: Contém 30 bandagens para tratamento de feridos e 10 talas junto deles para caso haja necessidade.  
Espaço no inventário: 2 por unidade
Bisturi: Extremamente afiado e fino, feito para uso cirúrgico.
Espaço no inventário: 0.5 por unidade
Kit de Agulha Esterilizada: 10 agulhas pré esterilizadas para facilitar tratamentos rápidos, são vendidas num pacote lacrado e com invólucros as separando...  
Usos: 10 usos.
Espaço no inventário: 0.5 por unidade
Álcool: Uma garrafa de 2l de álcool para fins diversos.
Usos: 20 usos.
Espaço no inventário: 1 por unidade
Estetoscópio: Um instrumento usado por médicos para ouvir as batidas do coração entre outros barulhos internos.
Espaço no inventário: 0.5 por unidade
Medidor de Pressão: Um medidor de pressão arterial para fins médicos.
Espaço no inventário: 1 por unidade
Remédios: Remédios de uso comum,  antigripal, antiinflamatório, remédio para tosse e Soro fisiológico.
Usos: 5 usos. (um uso para cada um)
Espaço no inventário: 0.5 por unidade.
Sedativos: Aqui se encontram sedativos, como morfina e afins. Especifique qual o sedativo na hora da compra. (Morfina)
Usos: 5 usos
Espaço no inventário: 0.5 por unidade
Matéria Prima para Criação de Remédios:
Itens diversos para a produção de fármacos.
Usos: 9 usos.
Espaço no inventário: 1 por unidade


Insígnia da PurezaDescrição: Essa insígnia emana um brilho colorido, como uma espécie de aura que envolve o portador. A aura pode assumir qualquer cor que o usuário escolher. Porém, é apenas visual, não sendo capaz de causar condições ao utilizar disso.





Última edição por Yami em Ter Nov 30, 2021 12:12 am, editado 1 vez(es)

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Re: Hellhounds 2: Eu vim ver o Macaco. Ter Nov 30, 2021 12:01 am




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- Às Volkerbäll -


Ж

Um lampejo de segundos, punho firme e determinação sem medida em face da brutalidade irracional de Queen, a pirata não tinha nenhuma chance, mas embora minha confiança não fosse transbordante a quem observasse, bastou o contato para perceber a plenitude de minha vitória. Por mais que sentisse os ossos da mulher se quebrarem, era como se fosse acometida pela mesma dor que ela sentisse, o ranger dos dentes era a sinfonia para um olhar furioso carregado do mais puro empenho, que logo deu lugar a uma constatação amarga. Apesar da vitória, havia algo no momento que me tirava o prazer de desfrutar aquilo como se deveria, um último insulto era o sopro de vigor, que havia até aquele momento resistido à dor e ao cansaço. Podia ouvir a voz de Akira bem fraca e tinha meu olhar tanto em Tommy quanto em Santina. - O livro… - poderia gritar, mas somente pensava naquilo, esboçando um primeiro passo antes de sentir meu corpo desabar.

Não haviam mais inimigos, talvez fosse justo relaxar um pouco, mas o fazia a contra gosto enquanto sentia-me apoiar nos ombros do ruivo. Ali, lembrei-me do último ataque e como num lamento de treinamento, sussurrava. - Merda...o ataque não saiu como eu queria. - reclamava, deveria? Não me importava, não havia conseguido outra vez e aquilo incomodava e me cansava cada vez mais. - Não deixe que eles peguem...os escritos… - continuava falando, cada vez mais baixo, cada vez mais cansada, incapaz de responder adequadamente. Queria estar de pé e firme, mas havia chegado em meu limite, ou mesmo passado dele. Assim desmaiava, a contragosto, vencida pelo cansaço e pelas feridas. Dormia com a tranquilidade de quem havia feito mais que o suficiente. E ficaria assim, até despertar, talvez melhor do que quando havia desmaiado.










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Hellhounds


Sasha e Shiori

O despertar ocorreu de maneira tranquilo, os resquícios do dia anterior ainda estavam presentes no corpo da nossa querida Felina, já que carregava sinais da batalha fervorosa contra o temido Grask. Tanto ela quanto sua companheira estavam tranquilas, imaginavam algumas coisas para o futuro, como a remodelagem do escudo e novas armas para Shiori, que viu a necessidade de portar tais itens facilitadores em um combate, no qual dada suas habilidades podia mesclar entre a lança e um combate corpo a corpo, usando também sua característica única relacionada a eletricidade. Ao sair do lugar perceberam que a mulher da noite anterior não estava mais lá, deixando apenas um pequeno bilhete – ”Espero que acordem bem e que a gatinha se recupere com cuidado! Como fazem parte dos Caçadores, meu primeiro serviço é uma cortesia para mostrar meu trabalho.” – Algo simples e feito com certo carinho.

A dupla então traçava alguns planos e observava no mapa em busca de alguns itens, encontrando apenas uma forja marcada próximo ao porto, que poderia ser usada dependendo do seu dono e da abordagem realizada pelas garotas. No fim, partiram em direção a embarcação que trouxe-as até Kephar, caminhando pelas ruas movimentadas do vilarejo. O lugar estava repleto de trabalhadores que carregavam caixas e mais caixas com itens simples, como alimentos, roupas e até mesmo armas, como uma espécie de abastecimento. Shiori ficou responsável pela alimentação, como uma cozinheira de mão cheia que realizou preparo de um café da manhã reforçado, enquanto Sasha brincava e comia com seu pequeno gato.

De maneira tranquila se alimentaram calmamente, após alguns minutos escutaram alguns passos pesados vindo do convés e se aproximando cada vez mais – Bom dia pessoal! – Bradou Luna com um sorriso em seu rosto e uma cara cansada – Tem pra mim aí também? – Indagou olhando para comida preparada pela Loba.


Às e Akira

A presença de Zabuza levantou algumas suspeitas em Rango, que estava ferido, com marcas de tiro em seu corpo. Tanto ele, quanto Às estavam fracos e o único responsável pela conexão entre os caçadores e aquelas figuras estranhas era Akira. No entanto, antes que pudesse de fato interagir com as novas faces, ouviu as palavras de sua irmã e buscou por um item no chão, o que se mostrava bem difícil por conta do ambiente e também das marcas de batalha espalhadas pelo lugar. No entanto, um despertar súbito servia como uma luz guia para o jovem homem-peixe, a garota de cabelo curto e óculos parcialmente quebrado recobrava sua consciência e se assustava com o velho homem próximo a Tommy – Calma mocinha! Estou aqui para ajudar e pagar uma dívida. – Não dava para entender muito bem o motivo da divida, mas pelo que foi dito anteriormente pelo homem, os caçadores ao derrotarem aquele grupo de criminosos ajudaram os selvagens de algum modo.

Sam respirou fundo e recobrou o controle das suas próprias emoções, vendo o estado de Tommy seus olhos encheram-se de lágrimas ao lembrar dos momentos de tensão vividos por ela, a cena do jovem enfrentando o grupo de malfeitores passava pela sua mente como um disco repetido, porém, a face de Volkerball a fez recordar dos momentos antes de perder a consciência e vendo todo o estrago, para alguém inteligente como ela não foi difícil entender o que tinha ocorrido – Você é o Zabuza, correto? – Indagou a mulher com um olhar sério em sua face, mas que não passava hostilidade – Pelo visto me conhece, sim, sou o próprio... Acredito que esteja procurando por isso. – O velho entregou um pequeno item, uma espécie de conjunto de páginas de um antigo livro. A garota tirou do interior das suas vestes um livro ligeiramente grosso, para Akira tudo agora fazia sentido e o objeto que sua irmã almejava estava em posse da mulher.

As palavras de Akira cortavam o “clima” de comoção que tomou conta de Sam, seus olhos marejados estavam felizes em finalmente encontrar o que faltava para que pudesse entender e conquistar aquilo que desejava – Sim, cuidaremos dos feridos também. – Bradou o velho observando a maleta nas mãos do homem-peixe – E você pode ajudar com isso, pelo visto. – Completou a frase com um sorriso tranquilo em sua face. O próprio deu a ordem em uma língua estranha e aqueles soldados estranhos pegaram os corpos com vida e também os sem vida existentes ali, incluindo o do próprio Tommy e até mesmo ajudavam Rango a se locomover, deixando a responsabilidade do tritão unicamente com Volkerball.

A caminhada se iniciava sem muitos problemas, o grupo se movia como se estivessem seguindo uma trilha, porém, não existia nenhum indicativo de algo como aquilo em meio a mata. Não demorou mais que quarenta minutos para que chegassem a um lugar exuberante, um imenso portão feito de ouro e rocha, que era completado por um muro nas mesmas proporções, cercando o que parecia ser uma espécie de vilarejo. O portão foi aberto por um maquinário estranho, de certa forma aquele lugar parecia ter um desenvolvimento singular. Um grupo de pessoas pareciam estar à espera ou eram apenas curiosos em ver faces novas acompanhando o grupo que havia saído anteriormente – Sua irmã conhece isso? – Perguntou Sam ao homem-peixe um pouco confusa, já que aquele livro não parecia ser algo de amplo conhecimento aos demais seres vivos. Antes mesmo que pudesse continuar suas questões, era interrompida por uma voz feminina e imponente – Agariko Uanami (Esperem, quem são esses?) – Bradou a figura selvagem.

O velho rapidamente tratou de tomar a dianteira no falatório, explicando o ocorrido e apontando para Akira e seus irmãos, que poderiam ficar um tanto quanto constrangidos ou ter suas suspeitas levantadas pelas ações do homem em outra língua. No fim, a mulher se aproximou e o homem-peixe pode ter a visão total da mesma, tendo a noção do tamanho avantajado aquela mulher que parecia ter no mínimo seus cinco metros – Você pequeno enfrentar eles? – Perguntou sem uma concordância clara em suas palavras – Vocês bem vindo são, cabra-mulher e animais falantes destruir, roubar, nosso povo. – Continuou a mulher dando um “joinha” para Akira – Estou ensinando a eles o dialeto comum, como podem ver alguns ainda não entendem muito bem como funciona. – Disse o velho se aproximando do grupo – Vamos, primeiro precisamos tratar estes ferimentos e depois conversamos. – Disse caminhando e sendo seguido pelo grupo.

No caminho os caçadores puderem notar os olhares curiosos daquele ovo estranho, assim como as estruturas ricas em ouro e outros metais brilhantes, algo que parecia ser comum naquele lugar. Casas, pequenos comércios e outras construções semelhantes ao mundo real existiam ali, não sendo muito diferente de uma vila normal. As pessoas usavam roupas simples, panos que cobriam o tronco e as partes íntimas, sendo que algumas pessoas pareciam não ligar em andar literalmente peladas por aí. Não demorou para que o grupo chegasse em uma espécie de galpão, um lugar bem construído e com várias janelas abertas para que o ar circulasse, dando um clima fresco ao interior do ambiente. Algumas camas feitas com folhas e outros materiais encontrados na floresta estavam dispostas, não era um conforto de um hotel cinco estrelas, mas dava para descansar tranquilamente. Akira podia cuidar dos ferimentos da sua irmã, enquanto uma velha que mais parecia uma múmia começava o tratamento de Rango, usando algumas folhas e pastas naturais existentes por ali. O coiote olhava para Akira com um olhar de “me salve”, mas sabia que não podia fazer uma desfeita para os anfitriões.

Assim que Às recobrasse a consciência veria a figura de Sam sentada em sua frente, abraçando o livro contra seu peito e com um olhar que exalava ansiedade – Você conhece? – Esticou o livro em direção a caçadora, aguardando ansiosamente a sua resposta.


Histórico:


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Sasha
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Por um momento eu admito que eu esqueci que mais pessoas poderiam vir ao nosso navio, até mesmo me mostrando um pouco surpresa ao ver Luna apesar de ela já estar acompanhando a gente a algum tempo - Bom dia uma Luna nyan - Teria comentado enquanto continuei a comer de maneira despreocupada, até que por um momento eu teria parado, quando terminei e perguntei - Faz mesmo um tempo que não vejo a minha Às e o meu Akira… Por falar nisso, será que vamos ter que ficar muito tempo na ilha?- Perguntaria como algo aleatório que talvez Às tivesse comentado com ela.

Eu não esperei de modo algum que ela tivesse uma resposta real sobre isso, mas de toda forma perguntei, só pra não guardar no pensamento e expor isso de alguma forma - Faz sentido…- Respondi independente da resposta dela ali, onde então teria dito - Minha Shiori, vamos comprar as coisas? - E então quando minha Shiori respondeu, eu teria olhado para a minha própria coxa e dito -  Acho que andar esta Ok, acho que já esta quase cem por cento nyan, Sasha se recupera rapido! - Teria dito fazendo um joinha com um sorriso para que ela não se preocupasse.

- Perfeito, podemos usar o meu carrinho pra levar as coisas, Ahh, Uma Luna, se você ver Ás ou Akira, avisa que a gente ta legal, que a chefinha pode dar mais detalhes qualquer coisa - Teria dito me arrumando pra ir, onde eu ainda usaria o escudo como uma espécie de muleta enquanto andava pra forçar mais o braço com o meu peso do que a perna, cuidado as vezes não era demais, enquanto planejei ir até onde era a tal forja com a minha Shiori.


Uma vez que estivéssemos lá, se a forja estivesse aberta, adentraria e olharia nos meus arredores, eu tinha uma boa ideia do que eu queria, então não deveria ser lá muito difícil me localizar, onde eu aceitaria sim ajuda caso ela fosse oferecida e então diria após analisar se havia o que eu precisava comentando - acho que aqui é um bom lugar, opa, tudo bem Nyan? Você liga se a Sasha pegar as coisas que vai levar  pra por no balcão e a gente acertar? - Respondi tanto a Sasha quanto ao dono/a a real é só que eu gostava se sentir e analisar o material que eu iria trabalhar e com isso, se fosse possível, já teria separado alguns lingotes, entre os lingotes separei um menor de ouro enquanto peguei uma quantia maior de aço inoxidável e tungstênio se houvesse, na falta do mesmo, procurei por um metal resistente similar, meu objetivo era comprar o suficiente para a nova lança de minha Shiori, manoplas e botas e para reformar o meu escudo, que já precisava mesmo de um cuidado. - Sasha vai querer essa quantia aqui, quanto fica? - Teria dito após separar cuidadosamente cada material que eu gostaria de selecionar e se o preço fosse justo, eu apenas teria pego o dinheiro, respirado fundo e o entreguei, receber era muito mais fácil do que ceder, quando tratava-se do dinheiro mas, o que eu estava adquirindo, em minhas mãos valia muito mais.

- Vamos? Quero brincar um pouco na nossa forja no navio.- Com as coisas em mãos, eu teria acompanhado a minha Shiori até o navio, mais especificamente até a forja do Navio, onde aos poucos separei sobre a bancada os materiais e também deixei o escudo separado, me apoiando sobre a bancada e não mais sobre ele no momento, enquanto tomei ar e comentei.  - Minha Shiori, você poderia fazer um suco pra  gente ir tomando enquanto forjo?  Ajuda demais nyan! - e então a bracei ali também, junto a um beijinho que eu teria dado  na bochecha de volta, a deixando ir, a real é que eu poderia já estar fazendo tudo mas, decidi começar o dia mais devagar.



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Última edição por Sasha em Ter Nov 30, 2021 8:10 pm, editado 1 vez(es)

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Shiori
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A comida estava sendo deliciosa, e uma visita inesperada chegou, quando ouvi o questionamento não negaria comida, peguei um dos pães e a entreguei no mesmo momento.-Claro, temos comida por aqui sim.- E assim deixaria que ela se servisse com a vitamina, já que nesse caso a quantidade que ela queria era com ela.

E não pararia de aproveitar minha parte, comendo até me satisfazer.-Achei que você fosse estar com a Às- comentei de forma despretensiosa, no fim eu não conhecia muito ela, e nem tive um contato elevado, apenas algo superficial.

Então a colocação de Sasha me fez pensar que a gente conheceu pouco do lugar, mas não tinha pressa de sair, nem de ficar, a ilha em si não tinha me instigado tanto, exceto pela selvagem sensação que a floresta me passava.-Há? sim, isso é uma coisa que da pra a gente fazer, mas você já está bem pra andar?- questionei dando uma olhadinha na perna dela.

Com o comentario dela fiquei ainda com aquela duvidazinha na cabeça, será que já dava mesmo? Bem, ela dizia que sim, então não ia questionar muito, eram só compras.-Certo, vou usar o carrinho então, podemos usar ele pra trazer tudo.- então com isso me levantei ali, e comecei a me esticar, fazendo alguns alongamentos para poder sair.

Iria até minha mochila denovo jogando ela nas costas e pegaria o carrinho para colocar ele em movimento.-Vamos logo então.- e com isso com tudo pronto me despediria de Luna junto com Sasha caminhando para a tal forja.-Até mais tarde, toma conta do barco.- falei isso acenando e me dirigindo finalmente até a forja.

Iria seguir corretamente as instruções do mapa para que pudesse alcançar o lugar, e finalmente podermos ver do que se tratava, eu entraria no lugar e já perguntaria ao dono se ele poderia nos mostrar quais metais ele tinha disponível por ali, pra que Sasha avaliasse.-Opa, você sabe dizer se é aqui mesmo a forja? E aliás se for, você tem que metais por aqui?- e caso ele confirmasse positivamente prosseguiria.-Pode mostrar pra a gente avaliar a qualidade?- e com isso esperaria que ele o fizesse.

E se fosse o caso, olharia para Sasha com um sorrisinho no rosto comentando.-E aí o que acha?- quando ela avaliasse os metais ali pra saber se valia a pena trabalhar com os metais daquela ilha ou não. Então quando ela tivesse acertado as coisas, eu logo comentaria com ela eu já acenaria positivamente com a cabeça falando.-Certo, vamos nessa.- e com isso pegaria o carrinho empurrando ele até o barco, onde levaria para a forja todos os materiais.

Quando terminasse de colocar tudo no chão, já iriai me organizar por ali mas com o pedido de Sasha, não deixaria de preparar algo legal pra ela.-Claro, faço suco e mais comida pra gente.- comentei dando um beijinho na bochecha dela, e um abraço antes de sair dali indo pra cozinha denovo.



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Re: Hellhounds 2: Eu vim ver o Macaco. Ter Nov 30, 2021 11:32 pm

Hellhounds 2 - Eu vim ver o Macaco
- Falas | ~ Pensamentos



A pequena menina que estava por lá aparentava estar ligada de alguma maneira aos escritos que minha irmã estava procurando. Não fazia a menor ideia do que se tratava aquilo, mas se Às fez questão de mencionar momentos antes de seu apagão, com toda a certeza era algo relevante. — Ah, acho que essa daqui tava procurando por isso. Fiquei curioso para ver o que é também. — Comentava no caminho, ajeitando minha irmã em meus braços. E, quando questionado sobre minhas capacidades médicas. Olharia para a bolsa presa em meu ombro e, em seguida, sorriria para o velho que se chamava Zabuza. — É, eu sou o médico desses doidos aqui. Deixa comigo que vai ficar tudo bem! — Diria enquanto expressava meu singular sorriso.

Com a breve caminhada pela mata, notava o quão caótico era o lugar e a facilidade que seria para alguém como eu se perder por ali. Apenas ao vislumbrar as cores brilhantes do ouro que me fazia perceber que havíamos chego em algum lugar diferente. Os olhos curiosos passavam pelo estranho lugar, imaginando a vida que ali havia e sua cultura tão complexa. — Huh? Bem, ela mencionou ele… — Comentava com a menina até ser interrompido por uma figura imponente. Após uma breve interrupção e uma tentativa de falar o idioma comum, abriria um largo e amigável sorriso para ela, inflando o peito para falar. — Eu e meus irmãos chutamos a bunda deles pra valer! GHYAHAHA! — E, quando enfim escutava que era bem-vindo por conta disso, meu sorriso ampliava ainda mais. — Fico feliz de poder ajudar! Talvez possamos comemorar o fim disso com uma grande festa, o que acha?! — Mas, ao ouvir o som de minha irmã gemendo de dor, eu voltava para a situação atual. — Bem, antes deixe-me cuidar disso e podemos ver o que faremos! — Dizia, levando seu corpo e de Rango para um local mais apropriado.

No caminho, acabava por conhecer ainda mais a cultura daquele povo recluso, que parecia viver uma vida completamente diferente do povo que vivia nas margens da ilha. Me pegava pensando, entretanto, que possivelmente ocorreria muitos conflitos por todo aquele ouro e pedras preciosas se o povo de fora descobrisse sobre aquele lugar. Por fim, chegávamos ao local onde eu apoiava Às numa cama improvisada, servindo bem para tratá-la apropriadamente. — Eu vou só precisar de um petisco. Estou faminto e não vou conseguir pensar direito com esse buraco no estômago. E um pouco de álcool para essa daqui também seria bom, já que ela vai acordar sedenta também. — Diria para quem pudesse me auxiliar.

Dando início aos ferimentos mais intensos, me preocupava ao notar os danos internos causados à minha irmã. Seria algo que não bastaria apenas uma medida paliativa, mas sim haveria a necessidade de uma incisão para uma cirurgia de baixa complexidade. Aproveitaria que ela estava inconsciente para realizar o procedimento, talvez lhe aplicando alguns fortes analgésicos para lhe diminuir a dor. Tentaria fazer todo o tipo de procedimento necessário para interromper complicações internas, buscando aproveitar brechas em suas feridas para não precisar criar mais uma cicatriz desnecessária. Por fim, após costurá-la onde deveria, começaria a tratar dos cortes e concussões externas, enrolando-a em bandagens e talvez gesso para manter tudo no lugar. — Já disse que não precisa se quebrar toda assim só pra ter minha atenção, idiota. Tome mais cuidado se quiser continuar inteira. — Diria para ela após despertar, lhe dando alguns comprimidos para que utilizasse em combate à dor. Riria de sua tentativa fajuta de amenizar os seus dados, reagindo comigo bagunçando seus cabelos em uma carícia. — E eu sou seu médico, não precisa ser durona pra cima de mim. Descanse, pois mereceu.

Entretanto, o que me chamava de fato a atenção em todo o momento era o procedimento realizado pela idosa em Rango. Apesar de meu irmão clamar por ajuda, sua técnica era fascinante demais para ser ignorada, me fazendo manter o olho nela em praticamente todos os momentos. Após o fim de todo o procedimento, deixando que minha irmã descansasse, me aproximaria da senhora com um sorriso simpático no rosto, acenando enquanto me aproximaria. — Poderia me ensinar a usar isso também? Sabe, as plantas, ervas… Essas coisas. — Diria da forma mais simples possível, desejando aprender através daqueles séculos de experiência as técnicas necessárias para dominar os segredos do herbalismo.



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  • Ganhos: B$ 20.000.000 (entrega do pirata Logan no post 2),
  • Contagem Caçador: B$ 25.500.000 - Rank D
  • Posts Desvantagem: 12/20
  • Players/NPCs:
  • Localização: Kephar Nicos - 6ª Rota - Grand Line



PdV: 28980
STA: 700

Força: 500 +80 +280 +500 = 1360 [Talentoso]
Destreza: 400 [Regular]
Acerto: 2330 +80 +280 = 2690 [Perito] +5%
Reflexo: 0 +280 = 280 [Regular]
Constituição: 400 +80 = 480 [Hábil]

Agilidade: 1485
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0

Qualidades:

Defeitos:

Primeiros SocorrosVocê sabe tratar ferimentos externos, de gravidade simples ou moderada, além de ser capaz de ministrar o tratamento inicial de qualquer tipo de ferimento. A proficiência primeiros socorros contempla ações como: parar sangramentos, fazer curativos, mitigar danos e similares.

CirurgiaVocê é capaz de tratar ferimentos graves e internos, desde que esteja em posse dos instrumentos apropriados.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

DiagnoseVocê conhece diversas doenças, sabendo identificar seus sintomas e quadro de evolução, além disso, sabe ministrar os tratamentos para frear ou erradicar a doença, se existentes.

AcrobaciaVocê possui um corpo flexível e é capaz de dar saltos elaborados e piruetas, além disso, consegue equilibrar-se em várias superfícies, fazer malabarismo e sabe como amortecer suas quedas.

FarmáciaCom os instrumentos corretos, você é capaz de criar e manipular remédios, seja através de ingredientes orgânicos ou químicos..


Profissão:
MédicoOs médicos são especialistas em saúde humana e/ou animal, sabendo preservar a saúde de seus companheiros e sendo capaz de tratar os mais diversos ferimentos.

Bônus: Jogadores médicos são extremos conhecedores do corpo humano, assim sendo, são capazes de aplicar e encerrar condições por meio de tratamentos, criações e técnicas, além disso, podem tratar qualquer ferimento.


Arma: BubblesArma: Bubbles
Descrição: Um par de manoplas cuidadosamente forjado para garantir uma boa proteção, com a base de tungstênio puro, mostra-se extremamente resistente ao calor, seu design parece carregar consigo alguma característica hidrodinâmica, sendo pensada para um tritão usar.
Tipo da Arma: Manopla
Qualidade: Forjada
Durabilidade: Alta
Dano: 500
Estado: Nova


Maleta Médica
Kit de Bandagens: Contém 30 bandagens para tratamento de feridos e 10 talas junto deles para caso haja necessidade.  
Espaço no inventário: 2 por unidade
Bisturi: Extremamente afiado e fino, feito para uso cirúrgico.
Espaço no inventário: 0.5 por unidade
Kit de Agulha Esterilizada: 10 agulhas pré esterilizadas para facilitar tratamentos rápidos, são vendidas num pacote lacrado e com invólucros as separando...  
Usos: 10 usos.
Espaço no inventário: 0.5 por unidade
Álcool: Uma garrafa de 2l de álcool para fins diversos.
Usos: 20 usos.
Espaço no inventário: 1 por unidade
Estetoscópio: Um instrumento usado por médicos para ouvir as batidas do coração entre outros barulhos internos.
Espaço no inventário: 0.5 por unidade
Medidor de Pressão: Um medidor de pressão arterial para fins médicos.
Espaço no inventário: 1 por unidade
Remédios: Remédios de uso comum,  antigripal, antiinflamatório, remédio para tosse e Soro fisiológico.
Usos: 5 usos. (um uso para cada um)
Espaço no inventário: 0.5 por unidade.
Sedativos: Aqui se encontram sedativos, como morfina e afins. Especifique qual o sedativo na hora da compra. (Morfina)
Usos: 5 usos
Espaço no inventário: 0.5 por unidade
Matéria Prima para Criação de Remédios:
Itens diversos para a produção de fármacos.
Usos: 9 usos.
Espaço no inventário: 1 por unidade


Insígnia da PurezaDescrição: Essa insígnia emana um brilho colorido, como uma espécie de aura que envolve o portador. A aura pode assumir qualquer cor que o usuário escolher. Porém, é apenas visual, não sendo capaz de causar condições ao utilizar disso.





Última edição por Yami em Qua Dez 01, 2021 1:47 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Hellhounds 2: Eu vim ver o Macaco. Qua Dez 01, 2021 12:11 am




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- Às Volkerbäll -


Ж

Podia sentir em meio a escuridão um odor suave, perdida em meus devaneios, presa ao sono do cansaço, não podia acordar mesmo que quisesse e nesse dilema, ser perceber me deixava conduzir, sendo levada para um infinito de sensações. No entanto uma delas se mantinha presa a minha percepção, aquele cheiro de jasmim, suave como campo. Aos poucos a escuridão deu lugar ao brilho fraco do sol, como se enfim despertasse, quando na realidade parecia lembrar de uma ocasião específica. Pouco a pouco os detalhes ressurgiram, o toque da seda em minha pele, o sopro sutil de uma brisa fria, o sol tímido por entre as janelas e aos poucos uma suave melodia. Eu sabia bem de quem se tratava aquela voz e aquele cheiro e por alguns instantes, senti-me segura, compreendendo que deveria descansar.

Abria os olhos novamente, para o mesmo local, captando novamente mais detalhes e observando melhor onde estava naquela lembrança. Um sofá repleto de almofadas suaves, o cheiro de uma boa comida na panela e a mesma melodia, cantando a perfeição seguida do compasso de uma pena a rabiscar papel, podia observar cabelos cor de neve e perceber seu perfume, estava novamente em casa, novamente a observando com atenção. Em dado momento, no entanto, meu olhar focou-se no papel e na voz, era como gastava meu tempo de descanso, observando-a escrever enquanto ela cantava talvez, para que me fizesse dormir, tal como havia me acostumado. - Preciso levantar… - dizia, chamando sua atenção antes de notar tudo escurecer mais uma vez.

Aos poucos recobrei minha consciência, despertando já ao fim de meu tratamento, com Akira ainda próximo de mim. - Meus Deus que dor de cabeça… - reclamava, claramente de maneira irônica, deixando as palavras se arrastarem sem cerimônia, incomodando-me levemente com a dor que sentia em meu corpo. - Não se preocupe… - olhava para meu corpo antes de relaxar um pouco. - ...foram apenas lesões superficiais. - o tom embora cansado era claramente descontraído, esperando tudo terminar para pelo menos tentar me sentar, onde imediatamente observaria Santina, enquanto o ruivo me entregava os comprimidos. Observar a mulher me fazia prontamente recordar os momentos finais da batalha, à medida que meu olhar se fixava no livro em suas mãos. Pegava os comprimidos e colocava todos em minha boca, como se quisesse fazer passar toda aquela dor de uma vez, à medida que olhava a mulher com seriedade.

Podia notar sua ansiedade, mas por alguma razão não conseguia corresponder aquilo, meu olhar se enchia de receio e com este mesmo sentimento, lentamente esticaria minha mão de encontro ao livro, como se tentasse sutilmente tirá-lo dela, ou mesmo não permitir que ela o puxasse para si. O receio estampado no olhar, aos poucos se transformava em um misto de expectativa e raiva, embora nada disso fosse intencionalmente direcionado a ela. Tentava falar algo, mas sempre que abria os lábios, forçava-me a fechá-los enquanto parava de encará-la até ter o livro em minhas mãos, onde o colocaria em meu colo para ler. - Se importa? - diria, talvez meramente por educação, até folhear suas páginas. - Onde você conseguiu? - o questionamento vinha como um suspiro, com uma centena de coisas a passar em minha cabeça no exato instante em que reconhecesse a letra naquelas páginas. - Não com eles… - pensava, de maneira aparentemente desconexa. - Não com o governo! - sentia minhas mãos doerem de maneira incontrolável, havia uma decisão da minha parte, com ou sem resposta.

Você não deveria estar com isso. - diria em um primeiro instante e bastava observar meu semblante, para perceber que ler aquele livro havia mexido profundamente com a minha pessoa. - Nenhum de vocês deveriam estar com isso. Não a marinha e nem o governo mundial… - tentaria me levantar, mas a dor me cortaria o ímpeto de forma cruel, colocando-me novamente sentada na cama. - Aaahh! - talvez gritasse alto demais, mas pouco importava. - Este livro não deveria estar com a marinha, ele deveria estar com revolucionários. - olharia para ela. - Santina não é? - engoliria a seco a dor. - Eu vou repetir mais uma vez, onde você conseguiu tudo isso?










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Hellhounds


Sasha e Shiori

A mulher começou a se servir de maneira calma, enquanto ouvia as palavras da dupla animalesca – A última vez que a vi foi ontem, depois dela me pedir para colher algumas informações sobre a Ilha. Mas conhecendo ela, deve está bem e batendo em alguns criminosos por aí. – Respondeu Luna passando tranquilidade, afinal, era de Volkerball que estavam falando. Por fim, após mais um pouco de conversação Luna saiu do lugar indo dormir, pelo que parecia havia passado a noite em claro.

Sasha e Shiori tinham algumas coisas para fazer ainda na Ilha, após uma olhada no mapa a localização ficou clara, afinal, o vilarejo local não era muito grande. Levando o carrinho, a dupla começou então a jornada até o seu destino, indo em passos tranquilos. O porto estava movimentado e as garotas puderem notar a presença de mais embarcações atracadas no lugar, contudo, nenhuma carregava uma particularidade interessante a se notar, todos os barcos eram bem comuns. Como citado anteriormente o vilarejo estava movimentado e com a chegada de novas figuras isso só aumentou, faces curiosas cortavam as ruas de terra em passos rápidos, entrando em estabelecimentos simples construídos com madeira e barro, espécies de cabanas que serviam como lojas com conteúdos variados. Não apenas isso, estruturas um tanto quanto modernas para o lugar abriam suas portas, como o bar do Tonhão, com um design um tanto quanto arcaico, levava um grande T luminoso na parede frontal do estabelecimento.

O lugar visto no mapa não ficava mito longe, cerca de dez minutos de caminhada foram o bastante para que as garotas chegassem ao estabelecimento. O lugar ficava próximo a floresta, quebrando um pouco o ciclo de comércios lado a lado. A estrutura era feita de blocos com alguns entalhes formando a palavra “Ferraria” na placa suspensa por duas correntes, que estavam presas e duas vigas bem espaçadas uma da outra. O lugar contava com um único andar, tendo um teto de madeira tomado pelas folhas secas que caiam sobre ele diariamente, assim como o verde do musgo ocasionado pelo ambiente propício a isso. Um rapaz estava na parte frontal do lugar, colocando algumas ligas metálicas em cima de uma tábua grossa de madeira. Sua aparência era comum, cabelos pretos, olhos castanhos e um físico notável, claramente alguém que trabalhava com a forja há muito tempo, dada sua musculatura acentuada – Bom dia! Bem vindas, do que precisam? – Falou com um sorriso no rosto, mostrando sua arcada dentária com dentes faltando e manchas pretas naqueles que lutavam para permanecer em sua boca.

O homem escutou as palavras da loba e rapidamente entrou no lugar, voltando com um molho de chaves – Por aqui, vou mostrar todos os materiais que tenho. – Disse caminhando em passos curtos e rápidos. Alguns metros ao lado da cabana uma espécie de galpão grande dava suas caras, na verdade, ficava alguns metros na diagonal da “casa” do homem, um tanto quanto dentro da floresta, cerca de sete ou dez metros a fundo. O galpão era grande, não tanto quanto o barco das garotas, mas não perdia em muito no tamanho, ganhando na largura. O rapaz começou a procurar nas chaves aquela que seria responsável por abrir o cadeado metálico e grande que trancava o lugar, no entanto, o som das marteladas atingindo o metal soavam como uma canção aos ouvidos de Sasha, que era uma ferreira de mão cheia – Ahn? Agatha, você está aí? – Gritou o homem que observava com clareza o cadeado aberto na base da força bruta e “fechado” de maneira que era difícil notar olhando inicialmente – Vamos, entrem! – Disse o rapaz um pouco sem jeito, pegando o cadeado e jogando no chão tomado pela grama.

O interior do galpão era grande e contava com diversos itens, aquilo mais parecia como um paraíso para os ferreiros de plantão. Logo à direita da entrada, um amontoado de ligas metálicas dava suas caras, estando todos devidamente organizados pelos seus tipos e também por suas cores – Ouro – Aço – Ferro – Niquel – Vanádio e Promécio – em quantidades variadas dependendo do material. O som das marteladas eram mais altas naquele ambiente e as garotas podiam ver uma espécie de brutamontes, mas, que ainda sim carregava a feminilidade em seus traços. A mulher era alta, músculos definidos, arredondados e cintura fina, dando um aspecto em “V” ao seu tronco. Seus seios eram grandes e o pior de tudo era a força que o botão de sua camisa fazia para contê-los no interior das suas vestes surradas. Ela usava uma calça preta e seus cabelos selvagens estavam livres, sendo estes de cor cinza – Desculpe maninho! Estava com preguiça de voltar para pegar as chaves. – Disse a mulher de voz melodiosa.

A felina observava os materiais e encontrava o que queria, pelo menos parte dela – Espere, chegou este carregamento hoje. – Falou a mulher enquanto Sasha analisava as ligas metálicas que tinha à disposição. Sem qualquer tipo de dificuldade a máquina de músculos trouxe um amontoado de tungstênio, carregando todo aquele peso como se não fosse nada – Esse é o melhor material que temos para hoje, na verdade, dependendo do seu objetivo. – Disse com um sorriso, mostrando seus dentes alvos, diferente do teu irmão. Enfim, após analisar cautelosamente a nossa querida protagonista pegava um pack, digo, quatro packs de materiais distintos, pagando o devido valor para o homem e deixando o lugar sem mais delongas.

A volta durava o mesmo tempo que a ida e o local permaneceria da mesma forma. A movimentação de pessoas carregando caixotes, sacos e os mais variados tipos de objetos davam uma cara comum ao lugar, parecia que as coisas estavam mudando pouco a pouco em Kephar Nicos, mas algum tempo e aquele vilarejo teria uma nova cara.


Às e Akira

Se de um lado temos um tritão louco por uma boa festa, do outro temos uma garota que só estava no pó da rabiola. Rapidamente o médico começava o seu trabalho, lidando com a série de ferimentos que sua irmã tinha ganhado na batalha anterior. O cuidado foi feito com cautela, atenção e técnica, remendando todo o corpo e tratando dele como um todo, auxiliando na recuperação da mulher com uma maior velocidade. Contudo, mesmo focado em seu serviço, o homem-peixe não deixou de observar o tratamento que seu irmão recebia de Mun Rá, tendo como itens principais compostos criados com ervas, algumas folhas grandes que utilizava como bandagem e também alguns outros materiais encontrados na própria floresta, um estilo de medicina que chamava a atenção do ruivo. Sem mais delonga, logo após cuidar da sua irmã e receber a sua comida – um mix de frutas, folhas e alguns vermes de aparência apetitosa – voltou sua atenção para a velha decrépita – Ensino sim, se em troca você me ajudar em uma coisinha. – Disse a velha erguendo as sobrancelhas como se quisesse dar a atender alguma espécie de segundas intenções, contudo, não parecia que iria revelar o pedido antes que o mesmo fosse aceito.

A acabada da Às acordava com dor, tomando alguns medicamentos que a auxiliavam a sentir um pouco menos das dores acumuladas em seu corpo, no entanto, ainda sim sentia fortes fisgadas pelo seu corpo. Sam estava perto e ouvia as palavras da mulher com atenção, arqueando sua sobrancelha em alguns momentos e ajeitando seu óculos em outros, mas, não tirava sua atenção da mulher ou interrompia seu falatório em momento algum – Tenha calma, não deixe que seu emocional atrapalhe sua recuperação. – As palavras da garota carregavam sinceridade, era nítido o débito que ela sentia para com a caçadora, já que ela foi a responsável por salvar sua vida e também a do jovem Tommy - Eu encontrei isso a muito tempo atrás, mas não estava completo. Todas as informações que obtive são de extremo valor. – Suas palavras poderiam fazer Volkerball se sentir receosa, mas a quatro olhos continuava sem dar tempo para uma réplica - Porém, o bem mais valioso que encontrei foram as histórias dela. Pesquisei incansavelmente sobre está revolucionária que mudou a minha vida, mesmo que não conseguiu quebrar todas as amarras existentes em minha vida... – Pausou sua fala por alguns segundos mostrando a tristeza estampada em sua face - Não precisa ter medo ou receio, na verdade, meu objetivo é justamente usar esse conhecimento, unido a minha própria tecnologia para mudar o mundo, não é do meu desejo que isso caía nas mãos erradas... por isso mesmo que fiz toda minha busca em segredo. – Santina continuava a externar seus anseios e motivações de maneira simples e direta - Como a conhecia? A imperatriz de Prata. – Indagou a jovem.


Histórico:


Legenda:


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Com a boca ainda cheia de frutas, sorria para a senhora que parecia disposta o bastante para me ajudar. Seja lá qual fosse a ajuda que ela precisaria, estaria contente em poder contribuir, me fazendo imediatamente acenar positivamente com a cabeça. — Conta comigo, baa-chan! — Diria, indo junto a ela para a mesa de aprendizado.

~ Aprendizado de Proficiência - Herbalismo ~

~ INÍCIO ~

As folhas e pastas naturais que haviam sido utilizadas para o tratamento de Rango ainda estavam dispostas na mesa em perfeita ordem. A mesa de madeira maciça era espaçosa o bastante para que tivéssemos local o bastante para poder espalhar as plantas que iam sendo trazidas pela velha. Observava toda aquela variação de verde sem entender exatamente sobre o que precisava entender, até que a velha erguia algumas ervas para próximo de meu nariz. — Sinta o cheiro. E mastigue. — Ela dizia, sem dizer exatamente o motivo para tal. Como um bom aluno, fazia o que ela me dizia, sentindo um aroma forte e cítrico. O gosto, entretanto, era um misto de amargo e picante, quase me fazendo colocar as frutas para fora. Durante o breve momento de ardência, sentia meu corpo agitado, olhos esbugalhados e uma energia emanando de mim, como uma dose de adrenalina alta que me fazia ficar atento. — Cada planta tem propriedades únicas e você precisa saber quando e como utilizá-las. Você acabou de experimentar uma erva que utilizamos para evitar que os feridos desmaiem. — E ela tinha razão. Aquilo ali levantava até defunto!

Acabava sendo levado para uma plantação próxima daquele galpão, onde o cultivo por parte daquele povo recluso demonstrava ser algo exemplar. Não conhecia bem outras formas de cultivo, mas aquela ali parecia ser bem única, assim como todo aquele vilarejo. A variedade de ervas, frutos e plantas que ali haviam viabilizaria um apanhado geral de todos os tipos de propriedades interessantes que seriam possíveis de extrair delas. Sabendo que meus irmãos estavam tratados e que precisam de tempo o bastante para se recuperar, acabava passando o tempo que viesse a ser necessário por ali, absorvendo e aprendendo tudo o que meu cérebro de peixe era capaz de captar. Para isso, tentaria me manter focado nas palavras da senhora, experimentando aquilo que me fosse entregue e fazendo anotações mentais em relação a tudo.

Saíria de todo aquele aprendizado com o corpo todo coçando e cheio de protuberâncias na pele, aprendendo da pior maneira que não seria inteligente resolver mastigar plantas venenosas para ver como funcionavam. Ao menos, havia sido capaz de usufruir dos meus talentos em farmácia para produzir um antídoto natural a partir de um mix de ervas, que neutralizaria os efeitos em poucas horas.

~ FIM ~

Retornando para o galpão, sentia meus ouvidos saindo fumaça, assim como o estômago roncando novamente como se exigisse uma recompensa após tanto tempo sem resmungar. — Você é a melhor, baa chan! Agora devo checar meus irmãos e conversar com o povo daqui. Queremos fazer uma enorme festa e convidar todos vocês! — Começaria a andar, mas pararia no meio do caminho e olharia para trás, sabendo que havia esquecido de alguma coisa. — Ah, claro, eu lhe devo uma. Com o que vai precisar de ajuda, baa chan? — Perguntaria com o espírito de aventura ainda em chamas, esperando ser algum desafio que eu precisaria cumprir para ficar quites com ela.



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  • Localização: Kephar Nicos - 6ª Rota - Grand Line



PdV: 28980
STA: 700

Força: 500 +80 +280 +500 = 1360 [Talentoso]
Destreza: 400 [Regular]
Acerto: 2330 +80 +280 = 2690 [Perito] +5%
Reflexo: 0 +280 = 280 [Regular]
Constituição: 400 +80 = 480 [Hábil]

Agilidade: 1485
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0

Qualidades:

Defeitos:

Primeiros SocorrosVocê sabe tratar ferimentos externos, de gravidade simples ou moderada, além de ser capaz de ministrar o tratamento inicial de qualquer tipo de ferimento. A proficiência primeiros socorros contempla ações como: parar sangramentos, fazer curativos, mitigar danos e similares.

CirurgiaVocê é capaz de tratar ferimentos graves e internos, desde que esteja em posse dos instrumentos apropriados.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

DiagnoseVocê conhece diversas doenças, sabendo identificar seus sintomas e quadro de evolução, além disso, sabe ministrar os tratamentos para frear ou erradicar a doença, se existentes.

AcrobaciaVocê possui um corpo flexível e é capaz de dar saltos elaborados e piruetas, além disso, consegue equilibrar-se em várias superfícies, fazer malabarismo e sabe como amortecer suas quedas.

FarmáciaCom os instrumentos corretos, você é capaz de criar e manipular remédios, seja através de ingredientes orgânicos ou químicos..


Profissão:
MédicoOs médicos são especialistas em saúde humana e/ou animal, sabendo preservar a saúde de seus companheiros e sendo capaz de tratar os mais diversos ferimentos.

Bônus: Jogadores médicos são extremos conhecedores do corpo humano, assim sendo, são capazes de aplicar e encerrar condições por meio de tratamentos, criações e técnicas, além disso, podem tratar qualquer ferimento.


Arma: BubblesArma: Bubbles
Descrição: Um par de manoplas cuidadosamente forjado para garantir uma boa proteção, com a base de tungstênio puro, mostra-se extremamente resistente ao calor, seu design parece carregar consigo alguma característica hidrodinâmica, sendo pensada para um tritão usar.
Tipo da Arma: Manopla
Qualidade: Forjada
Durabilidade: Alta
Dano: 500
Estado: Nova


Maleta Médica
Kit de Bandagens: Contém 30 bandagens para tratamento de feridos e 10 talas junto deles para caso haja necessidade.  
Espaço no inventário: 2 por unidade
Bisturi: Extremamente afiado e fino, feito para uso cirúrgico.
Espaço no inventário: 0.5 por unidade
Kit de Agulha Esterilizada: 10 agulhas pré esterilizadas para facilitar tratamentos rápidos, são vendidas num pacote lacrado e com invólucros as separando...  
Usos: 10 usos.
Espaço no inventário: 0.5 por unidade
Álcool: Uma garrafa de 2l de álcool para fins diversos.
Usos: 20 usos.
Espaço no inventário: 1 por unidade
Estetoscópio: Um instrumento usado por médicos para ouvir as batidas do coração entre outros barulhos internos.
Espaço no inventário: 0.5 por unidade
Medidor de Pressão: Um medidor de pressão arterial para fins médicos.
Espaço no inventário: 1 por unidade
Remédios: Remédios de uso comum,  antigripal, antiinflamatório, remédio para tosse e Soro fisiológico.
Usos: 5 usos. (um uso para cada um)
Espaço no inventário: 0.5 por unidade.
Sedativos: Aqui se encontram sedativos, como morfina e afins. Especifique qual o sedativo na hora da compra. (Morfina)
Usos: 5 usos
Espaço no inventário: 0.5 por unidade
Matéria Prima para Criação de Remédios:
Itens diversos para a produção de fármacos.
Usos: 9 usos.
Espaço no inventário: 1 por unidade


Insígnia da PurezaDescrição: Essa insígnia emana um brilho colorido, como uma espécie de aura que envolve o portador. A aura pode assumir qualquer cor que o usuário escolher. Porém, é apenas visual, não sendo capaz de causar condições ao utilizar disso.




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Hellhounds 2: Eu vim ver o Macaco. V8upj2D

Hellhounds 2: Eu vim ver o Macaco. YDNzcDa
Shiori
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Imagem : Hellhounds 2: Eu vim ver o Macaco. CSDlXWh
Créditos : 05
Colors


A aparência da vendedora me era familiar, eu tinha certeza que ela era praticamente idêntica a moça que eu prendi algumas horas atrás. Entretanto não iria fazer perguntas sobre isso, mas tinha ficado com essa impressão na mente durante toda a negociação, se as duas tivessem uma do lado da outra, diria que seriam gêmeas.

Então na volta quando estávamos no local Sasha comentou sobre ter em mente como fazer as coisas, e eu particularmente confiava nela para decidir como iria montar tudo isso.-Certo, confio no seu senso pra criar algo legal.- e então já fui diretamente pra cozinha resolver as coisas.

Lá era algo simples, eu iria pegar algumas uvas e fazer um pouco de suco geladinho, uma batendo todas elas no liquidificador. E ia fazer um almoço simples pra todo mundo. Preparar um vinagrete simples, com algumas verduras, em principal, alface, tomate e cenoura ralada. Junto disso um pouco de purê de batata.

E como prato principal, arroz branco preparado junto de frango desfiado para que o molho desse gosto integral ao prato, algo simples porém nutritivo, eu poderia dar mais enfoque na receita, mas nesse momento buscava algo básico. Eu faria quantidade o suficiente pra todos do barco, ou seja, quando Akira ou Às chegassem, já poderiam desfrutar do almoço.

O suco deixaria na geladeira pra eles aproveitarem ele geladinho, uma jarra pra a galera, e uma menorzinha pra mim e Sasha. Então com tudo preparado iria até a forja, onde já chegaria com aquele sorrisão no rosto, entregando a Sasha o copo dela cheio e repousando a jarra longe de onde ficava a caldeira é claro.

Queria manter o suco geladinho até terminarmos de beber.-Cheguei, ta aqui o suquinho.- comentei pegando agora que entregasse a ela o copo, pegaria o meu bebendo alguns goles. Então quando ela falou das armas, logo acenei positivamente com a cabeça, que sim. -Era isso sim, obrigada.- e já dei um beijinho na bochecha dela assim que comentei.

Com isso iria checar as armas dando uma espiada em tudo, pareciam bem confortáveis de usar e isso era muito bom aliás.-As armas ficaram bem legais, eu gostei. E te ajudo com o banho sim, mas vamos almoçar na cozinha, lava as mãos comemos rapidinho e depois vamos pra o banho.- comentei por que haviamos gastado certamente muita energia indo e voltando, e consequentemente tempo.

Quando Sasha concordou peguei minhas novas armas que eu iria testar depois pra fazer toda a nova movimentação, mas antes só deixaria elas ali comigo na cozinha, sentando de frente pra Sasha, começando a comer com ela.-Eu fiz eles pensando em ser algo forte, purê de batata é bem nutritivo, e o frango com arroz tem muita proteína, além de claro as verduras ajudarem bastante, com a digestão e as vitaminas.- comentei claramente empolgada sobre a comida, era sempre divertido falar um pouco disso.

Digo, é um tema que eu entendo bastante então eu acabava empolgando, e ia me deliciando até no fim ficar um pouco esticada na cadeira repousando.-Certo, agora acho que podemos ir- e com isso pegaria na mão de Sasha levando os itens todos pro quarto e pegando a toalha pra podermos ir ao banho.



Historico:

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Hellhounds 2: Eu vim ver o Macaco. YHVeK1M

Hellhounds 2: Eu vim ver o Macaco. VYrwji0
Sasha
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Créditos : 17
Localização : Rota 6 - Piutôv
SashaRank B
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Rainbow
Cat




Sasha nem tinha se ligado muito nas coisas, já que estava concentrada em conseguir o que precisava e já no navio, enquanto disse a minha Shiori sobre o suco, enfim tive bem a ideia de como eu reformaria o meu escudo, na minha ideia eu deveria passar um delicado fio de cobertura de ouro apenas para a melhor condução, enquanto evitar que acidentes como o que ocorreram fossem possíveis de se repetir era extremamente importante e pra isso, retratar o metal também seria importante. - Certo nyan!  Tenho visualizado na minha cabeça como fazer as coisas, vou começar o trabalho minha Shiori!

Coloquei o meu escudo próximo a uma das fornalhas, queria começar pela sua reforma e coloquei então o necessário para que a fornalha começasse a aquecer, já empunhando em uma das mãos o meu martelo que eu usava pra forja, dando uma leve olhada nele e como um todo parecia que daria certo. Uma vez que os preparativos estavam prontos, expus o meu escudo ao calor extremo da fornalha e dada a combinação que eu fiz para a formação da liga dele, eu sabia que demoraria um pouco a mais para que ele ficasse moldável, enquanto isso, também aqueci um pequeno pedaço do ouro,  e um pouco do tungstênio, elemento que viria a reforçar ainda mais a resistência ao calor, tão necessária ao metal do meu escudo.

O processo de retirada de impurezas do metal, junto a nova forma por si só eram um processo que eu sabia que seria mais longo e cansativo do que seria para fazer do zero novas armas, em contraste a minha brilhante espada, meu escudo que já era grande, agora mais pareceria um portão, grande como já era se comparado ao meu tamanho já que eu sou baixa, com uma coloração negra proveniente da adição do metal a liga e ao próprio retratamento do que já havia sido utilizado, não apenas devolvendo a vida ao meu companheiro de batalha, mas, dando-lhe toda uma nova vida. - Você se chamará  Black!- Disse satisfeita comigo mesma com o resultado do escudo de corpo ao qual eu havia reforjado e dado um  visual único.

Para a minha Shiori teria sido mais fácil, eu dediquei o resto do material, utilizando já de minhas formas de auxilio para a preparação apra que se encaixasse ao seu tamanho em muito menos tempo, algo que eu poderia ter feito em massa com alguma facilidade, concluindo assim a criação de uma nova lança, um par de manoplas e de botas dos quais, não imprimi menos esforço ou dedicação, na verdade eu até fiz com mais carinho as coisas da minha Shiori.

Ao fim, eu simplesmente desliguei a forja e me encostei em um banquinho, o calor era difícil de lidar, mesmo que eu tivesse poucos pelos e tornavam a tarefa rapidamente  mais cansativa do que deveria ser.

Quando minha Shiori chegasse com o suco eu teria dito - Obrigada! Sasha tava precisando muito mesmo! - E então me hidrataria com vigor e vontade, não indo com sede demais ao pote, curtindo bem o que ela tinha a oferecer. - Eu terminei as suas coisas minha Shiori, era uma lança, um par de botas e manoplas né? - Confirmei, pois talvez eu tenha feito mais ou menos do que ela pediu, era uma coisa que podia ter acontecido.

- Sasha vai ficar parada mais um pouquinho, você ajudaria ela a tomar um banho antes de voltar pra guilda? Sasha queria perguntar uma coisa pra chefinha que talvez ela saiba - Comentei, já direcionando meus desejos e vontades do que fazer no futuro, a depender de sua resposta.

Com o que minha Shiori comentou eu no fim acabei concordando - Certo, comer parece bom, podemos comer com calma e aproveitar pra ficar um pouco de boa..- E então com isso, pegaria as minhas coisas como meu escudo novo pra levá-lo até a cozinha  e deixá-los em um canto, lavando as minhas mãos e dando uma olhada no que minha Shiori tinha feito - Parece tudo gostoso como sempre,  Sasha vai comer bastante nyan - E então pegaria os talheres para atacar o prato, repor as energias era essêncial para que eu pudesse resistir ao banho, ao qual poderia ser tão bom quanto assustador, tudo dependia do quanto minha Shiori estivesse disposta na experiência, o que eu esperava que estivesse bastante, porque Sasha tinha muito stress acumulado.





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Histórico:



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Hellhounds 2: Eu vim ver o Macaco. WN4Utd7

Às
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ÀsDesigner
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Re: Hellhounds 2: Eu vim ver o Macaco. Qua Dez 01, 2021 10:52 pm




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- Às Volkerbäll -


Ж

Livre da adrenalina, experimentar a dor dos ferimentos era sempre uma experiência profundamente incômoda. Era como se houvesse algo a apertar meus pulmões e tirar-me o fôlego, era igualmente comparada a pisar em vidro em algumas ocasiões e por mais que conseguisse suportar as pequenas dores, o acúmulo de tantos ferimentos acabava por gerar uma situação onde por mais que tomasse cuidado, não evitava de sentir tudo aquilo como uma sucessão de pequenos eventos. Com Santina a minha frente o livro ao meu alcance, agir no impulso, sendo irremediavelmente contida por meu próprio corpo, falava sem ser interrompida, notando no olhar dela sua genuína atenção. Qual era o problema dela? - Falar é fácil! - cortava-lhe de maneira abrupta, as palavras secas no entanto traziam um olhar mais atento aos dela, notando suas intenções e, porque não dizer, me constrangendo à medida que o silêncio se estendeu. - Arrf,,,desculpe. - apesar do receio, ela não havia demonstrado nada que justificasse aquela resposta e por isso o mínimo que poderia fazer era tentar reparar a grosseria.

Sinceramente, não esperava uma resposta direta da parte dela, por isso ouvi-la responder me chamou a atenção. - Você não tem noção do valor delas. - o pensamento corria solto, enquanto as palavras se mantinham presas para não cortar-lhe a fala. No íntimo sabia bem que aquele livro poderia estar em vários lugares, no entanto sabia bem a premissa de sua concepção, ainda que fosse incapaz de compreender seu conteúdo. Um livro para salvar vidas, era esse o sonho dela, ainda que explorasse uma medicina pouco usual, a simples possibilidade de que o conhecimento fosse usado para o bem das pessoas lhe dava a motivação para dedicar-se a ele de maneira paralela às ações como revolucionária. - Poderia estar com qualquer revolucionário...na realidade, ela pode ter encontrado isso em algum local por onde a revolução existiu ou ainda existe. - refletia silenciosamente, suavizando minha face antes de soltar um leve suspiro.

Não preciso? - voltava a encará-la, expressando uma aparente dúvida, antes de suspirar um leve sorriso, claramente irônico. - Lamento, mas eu tenho bons motivos para ter isso. - apertava minhas mãos de maneira suave, antes de balançar minha cabeça com um sorriso sutil. - Sua tecnologia, você diz pernas mecânicas? - falava em referência a Tommy, o próprio rapaz havia mencionado Santina quando o indaguei. - Isso é o que você acha. - lhe rebatia na questão do segredo, se a mulher tinha conhecimento do livro, outros teriam, mas havia nisso uma questão diferente. Quantos teriam competência para compreender e aplicar seu conhecimento? - Sua pesquisa parece não ser eficiente Sam… posso te chamar de Sam? - não havia hostilidade nela, muito pelo contrário, havia muita sinceridade, apesar de que tal situação não aliviasse minhas suspeitas. - Como conhecia? Eu vi esse livro ser feito, eu dormia observando essas páginas. - apontava. - Eu sou filha dela.

As palavras sairiam suaves e tranquilas, ainda que o olhar se voltasse para o livro. - Entende porque não consigo separar o emocional? - dava de ombros. - Eu não consigo deixar de me incomodar com o fato da marinha e possivelmente o governo estejam com isso. Esse incômodo, você não tem noção do quão profundo é. - faria um breve silêncio. - Mas você não me parece ser uma má pessoa, então eu vou pedir com educação. - erguia a mão. - Deixe esse livro comigo, por favor.









Histórico:






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