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As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Maka Jabami e Draken Nostrade. A qual não possui narrador definido.

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As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 3 J09J2lK

Maka
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As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo
Conversa - Aprendizado - Caça
A sacada lentamente ia se esvaziando, um sinal de que provavelmente não nos perceberam vindo até essa casa abandonada, ou pelo menos, não desconfiavam de que essa fora nossa fuga. Euntae parecia determinado em seguir com meu plano e todos os detalhes que havia proposto, tentando passar certa confiança, coisa que nunca tinha visto nele antigamente. Não que ele fosse um “bundão”, mas pelo menos, nunca o vi nessa pré-disposição para fazer algo desse tipo.

- Lee, aqui! - Apontava para o local onde encontrava o que parecia ser uma velha caixa de eletricidade, onde canos saiam por ele, e que em seu formato e material, pareciam suficientes para causar um belo estrago, desde que fosse usado corretamente. – Isso vai servir por hora. – Dizia enquanto retirava um deles. Procurando um caminho que pudéssemos seguir sem sermos percebidos pelos homens que restavam na sacada, chegava à conclusão de que o melhor caminho seria tomar rumo pela porta dos fundos, onde a vista não daria para a sacada.

Com passos leves e calmos, seguíamos colados a parede do terreno que se conectava ao hotel, e avistando um pedaço de concreto caído, caminhava até lá evitando não ser vista pelos homens da sacada, procurando encontrar uma vista para o térreo do Gran Giorgio. Aos poucos me recobrava da noite anterior, onde havíamos ficado naquele mesmo espaço de hotel e, analisava então cada canto e coisa que fosse útil, a fim de encontrar meios de entrar ali e pegar cada um deles. Contudo, tinha um ponto cego em minha visão que atrapalhava de ver o terceiro homem que eu sabia que estava ali, mas não tinha informação do seu posicionamento pela falta de visibilidade.

Além dele, ainda tinha o dono do hotel que parecia estar com medo devido a toda aquela situação, estando em uma cadeira com as mãos apoiada em sua cabeça e suando frio. “Tsc... como esperado, eles estão guardando a saída! Puffhaha” A ansiedade em pensar como prosseguiria me deixava um pouco empolgada, pois era algo que mexia com meus nervos, e se tinha uma coisa que eu nunca abri mão em tantos anos era de uma boa briga, mas mais do que isso, eu odiava perder, então não podia deixar uma falha se quer passar ali. – Um deles está guardando a porta de entrada pro hotel, e o outro está rondando as mesas... – Pausava por um momento. – Mas o terceiro eu não consigo ver! – Isso me frustrava um pouco, pois criava muitas chances de furo no meu plano, e o risco seria um perigo. – Vamos ter que improvisar. – Notava que apesar da aparente confiança de Euntae, um certo medo de prosseguir talvez rondasse em sua cabeça. – Lee! – Colocaria minha mão esquerda em seu ombro. – Não se preocupe, porque a partir de agora as coisas ficarão bem interessantes! – Era possível ver a anomalia de meus caninos brotarem do meu sorriso com toda a adrenalina que sentia com o fato da ação estar prestes a começar.

- Irei te pedir algo que preciso que você confie em mim. – Respondia sua pergunta enquanto voltava a olhar dentro do hotel. – Preciso que você chame a atenção do cara que está na porta... – Era um pedido arriscado, mas talvez funcionasse pelo fato de não o conhecerem, além do alvo ser eu, o que não traria tanto perigo para Euntae. – A única chance de eu entrar ali é pela janela, mas o espaço de tempo é muito curto pra que não me vejam, então preciso dessa distração. – Eles pareciam confiar em suas retaguardas, então tinha que aproveitar esse espaço em que os dois estejam de costas um pro outro, e me manter entre eles. “Mas e quanto ao terceiro?” – Talvez da janela eu consiga ver onde exatamente esteja o terceiro engravatado. – Não tinha como esperar por mais tempo, porque logo haveria gente nas ruas, e chamar a atenção de alheios talvez seria um problema.

- Façamos assim! – Prosseguia com as palavras. – Nós entramos pela janela no exato momento em que tivermos a liberdade de não ser pegos, e então, eu pego aquele que estiver rondando as mesas, você acaba com o que estiver na porta, então não se preocupe. – Piscava para Euntae e começaria a caminhar com cuidado até a janela que me desse a chance de entrar, mas procurando não ser vista por quem ainda estivesse na sacada.

Assim que chegasse lá, tentaria observar ainda pela janela se conseguisse ver onde o terceiro homem estaria. Pensando na possibilidade de ele estar a frente da escada provavelmente guardando quem quer que descesse de lá, analisaria se ele se manteria fixo no local ou andaria por ali, tomando cuidado sempre com a ronda do segundo que andava pelas mesas para que não nos avistasse pela janela. Guardado todos os momentos que se mostravam livres para entrar, escolheria em minha cabeça aquele que nos daria mais tempo e, antes que começasse o plano de uma vez, faria um comentário importante para o Euntae. – Antes que eu me esqueça Lee, acerte o gogó dele com toda força que tiver, assim eles ficarão sem ar e com bastante irritação. – Com os olhos brilhando, encerraria. – O resto você sabe... é só fazer o que eu sempre fiz de melhor. – Seguraria o riso para não chamar a atenção. Esperaria o momento certo e daria um sinal para o Euntae, e então invadiria o local o mais rápido possível, mas de forma que não desse alarde, e depois transitaria por entre as mesas sem perder tempo, aproveitando o momento em que eles estivessem de costas um para os outros.

E no momento exato para o ataque, tocaria com uma das mãos nas costas do homem para que ele se virasse para mim, seguraria o cano com as duas mãos e estando de frente, aplicaria uma pancada forte diretamente no gogó que estava exposto, com a intenção de deixar a irritação corroer sua garganta. Em seguida, sem deixar espaços para ele se recuperar, bateria três vezes com o cano em sua cabeça, sendo dois golpes laterais, um da direita e o outro da esquerda, e por fim, bateria de cima para baixo na vertical buscando atingir a parte mais frágil de sua cabeça, onde fosse possível amassar, mesmo que ainda não tivesse toda a força para isso, mas a intenção era de deixá-lo inconsciente.

Com toda a zona armada, e as nossas ofensivas feitas, o terceiro seria a sobra – daquela parte é claro, - e usando de minha prontidão, correria em direção a ele, com base nas informações que tentei adquirir antes de invadirmos, partiria para um contra um, pois não sabia da situação de meu irmão, e nem queria complicá-la mais. Pensando nisso, ao me aproximar, ele provavelmente estaria na defensiva, e seu corpo forte seria uma enorme parede, por isso precisaria de usar das minhas capacidades acrobáticas e de meu conhecimento sobre anatomia, assim, estando próxima dele, agacharia ao chão colocando minha mão esquerda como apoio, e desferiria um chute de direita em sua junta da perna esquerda – o joelho, - para tirar a sua base, e ao menos causar um pouco de dor. Conseguindo desestabilizá-lo por um momento, me ergueria com o cano em mãos, desferindo um golpe de baixo pra cima buscando seu queixo, e se acertasse, aplicaria uma sequência de pancadas laterais em seu rosto até deixá-lo atordoado e incapaz de prosseguir.

Mas, sabendo que no combate de um contra um seria mais parelho, pois ele me teria em sua vista, ao me aproximar, se visse que ele tentaria um chute rasteiro, saltaria por cima dele impulsionando meus pés, aplicando uma pirueta para cair atrás dele, e em seguida aplicar golpes laterais com o cano em sua cabeça. Se os golpes viessem de cima, usaria da prontidão para agachar e escapar de seu ataque, para em seguida usar de uma estocada em sua parte íntima, criando uma abertura para o acertar com pancadas na cabeça que faria da mesma forma.

A felicidade estava estampada no meu rosto, meus olhos tremiam de excitação com o momento, e se visse sangue saltar pela minha frente, eu não conseguiria parar com aquilo enquanto não pudesse ver mais e mais, porque um lado que não tinha tanto apreço estava voltando depois de um bom tempo... o meu sadismo.



Histórico:
N° de POST: 9
Ganhos:
Perdas:
- 2,5 mil guarda-chuva (post 01)
- 7,5 mil (divisão com irmão) diária do quarto (post 03)
Vício: Dependente - Álcool 5/15
Ferimentos: -
Informações:
Proficiências:
• Anatomia
• Atletismo
• Acrobacia
• Estratégia
• Briga
Qualidades:
• Destemido (1 Ponto)
• Prodígio (2 Pontos)
• Prontidão (2 Pontos)
• Mestre em Haki (4 Pontos)

Defeitos:
•  Dependente - Álcool(1 Ponto)
• Sadista (2 Pontos)
• Furioso (2 Pontos)
• Leal (2 pontos)
Arthur Lancaster:
Maka sempre foi uma valentona no orfanato em que vivia, e por ser assim, ninguém tinha coragem de bater de frente com ela. Isso até Arthur chegar e ser o único que não teve medo, e ainda por cima sempre aguentou as porradas.

Após muitas brigas, os dois criaram um grande respeito um pelo outro, consequentemente se tornando irmãos no orfanato, jurando então lealdade a ele após dizer quais seriam seus objetivos, e como cada um de seus irmãos resolveram seguir ele, Maka também optou por assim fazer, mesmo que custasse agora ser perseguida pela organização Sakura ao qual passou 5 anos.

• Inimigo (2 pontos)
Organização Sakura:
A organização Sakura é um grupo mercenário que atua no submundo. Antes seus trabalhos eram feitos no West Blue, porém, agora se mudaram para a Grand Line.

Maka nunca soube com o que exatamente no submundo o grupo Sakura trabalhava, e nem mesmo pra quem, pois foi treinada junto com várias outras pessoas durante 5 anos, e isso era a única coisa que acontecia lá treino e treino todos os dias. Até onde ela sabe, a organização tem três pessoas de muito poder e que comandam o que acontece lá, sendo eles o líder do grupo, chamado de Yoshindo Yoshihara. Além dele, o grupo ainda tem 2 mestres que trabalham diretamente para Yoshindo.

Date Yuuma, um mestre marcial em Taekwondo, e Wu Bjorn, um bárbaro que também é mestre em combate.
Objetivos:
- Conseguir um tempo para adquirir os conhecimentos do menino Kani sobre Zoologia
- Começar o aprendizado da qualidade Ambidestro
- Caçar Pirata vagabundo
- Comprar 2 machadinhos (mesmo que eu ainda não tenha Ambidestro)
- Virar oficialmente um CR
Legenda:
Fala
Pensamento

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As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - 09
06:30 / Sirarossa



Maka e Euntae conseguiam, enfim, sair daquele quarto que estavam, descendo logo em seguida pelos canos levando a um terreno baldio. Lá, havia uma casa abandonada em todos os aspectos da palavra, onde puderam planejar a retaliação e adquirir armamentos improvisados. Passando despercebidos pelo mato alto, os irmãos eram capazes de chegar ao muro que fazia divisa com o Gran Giorno, marcando o plano de ação para facilmente derrotar os três soldados presentes no térreo, para então cuidar dos quatro últimos.

Em meio a todo aquele pensamento para alguém que logo iria agir com os instintos primitivos, a leoa notava seu irmão com medo de agir, mas não baqueando na missão. Suas mãos encontravam os ombros dele, frio e suada; causas da ansiedade e terror que sua mente vivia diante a situação. Imediatamente com suas palavras de alívio, ele respirava fundo e focava no que deveria fazer, acenando positivamente para sua salvadora. A tremedeira parava por um momento, e ele continuava com os planejamentos, ouvindo sua irmã sem perder uma palavra sequer.

Diante de todas as palavras que ela dizia, uma frase em específico lhe chamava a atenção mais do que o usual. Sua tarefa, naquele momento, lhe fora dada, mas ao invés de tremer em medo, ele apenas acenava quietamente, mas, com uma determinação inabalável pelo apoia de Maka anterior. Ele não abria sua boca por receio de ouvirem, portanto, passava a resposta positiva em ações que eram rapidamente interpretadas pela mulher, que agora passava a revisar tudo o que fariam, determinando a própria parte.

Finalizando então a reunião, ela passava a caminhar até seu destino com uma piscadela, dizendo para seu irmão onde acertar o capanga que ficava na frente da porta. Nesse momento, ambos se separavam para seus caminhos, sem medo do que o destino os poderia trazer. Das janelas do pequeno bar e lanchonete, Maka ficava atenta ao terceiro capanga, podendo ver o meliante ao lado da escada, virado para a porta onde Euntae se dirigia. O criminoso em questão andava de tempos em tempos, cobrindo a parte da frente da escada e o lado do térreo. Partindo daí, ela não demorava para pegar o tempo dos movimentos daqueles homens, para então arrombar a janela e adentrar o local. O senhor que os cobrara anteriormente ainda suava frio naquela situação, porém, seus olhos viam uma pequena faísca de esperança com o desenrolar daquela cena.

Sem delongas, ela partia para o ataque. Andando calmamente em direção ao seu alvo, Maka tocava levemente em suas costas assim que se aproximava suficientemente, levando-o a uma reação rápida.

— Idiota, vá rondar o seu lug... gasp! — ele se virava, achando que seu colega saíra de formação. Para sua surpresa - e infelicidade - quem o abordava era o inimigo, lhe dando um forte golpe no pomo de adão, o derrubando, atônito, enquanto agarrava seu próprio pescoço em agonia e desespero. Sua voz não saía enquanto ele tentava seu máximo gritar por ajuda, sendo rapidamente levado ao sono com três golpeadas fortes no crânio. O barulho da cabeça em contato com o chão fazia um ruído que chamava a atenção do terceiro capanga, prestes a ver Euntae. Ele se virava e dirigia para a fonte do barulho, encontrando a leoa e seu porrete ensanguentado.

No exato momento, retirava a soqueira presente em seu bolso interno, e as posicionava na mão, enquanto ajustava sua postura. Arqueava de leve sua coluna, flexionando bem seus joelhos e posicionando seus punhos de forma a proteger os pontos vitais do corpo. Maka não perdia tempo e ia até ele em velocidade, o chutando na junta da perna esquerda antes mesmo que pudesse reagir. Sua base era desfeita momentaneamente, mas a mulher não deixava apenas por isso. Rapidamente, ela desferia um golpe de cima para baixo visando o queixo do mesmo.

O capanga, agora mais esperto, virava sua cabeça para cima evitando o ataque iminente, jogando seu corpo para trás logo após e realizando uma cambalhota para a mesma direção, se levantando com o impulso dado pelo giro no chão. Sem demoras, ele ia até a oponente e a golpeava na boca do estômago, retirando todo o ar de seus pulmões e a fazendo cuspir a saliva em sua boca. Era impossível não notar um sorriso na boca do atacante após ser sucedido, seguido por um comentário que poderia definir a batalha.

— Com você eu posso lidar sozinho. — dizia, evitando chamar seus amigos por enquanto. Ele rapidamente ajeitava sua postura e posição de combate, enquanto Maka sentia algo que não a tomava há muito tempo, a fazendo rir em excitação e mostrar seus caninos diferenciados. Seu sadismo retornara após um longo período de férias, e agora seria mais bem-vindo do que nunca.


Histórico:
Maka:
N° de posts: 09
Ganhos: -
Perdas:
- 2,5 mil guarda-chuva (post 01)
- 7,5 mil (divisão com o irmão) diária do quarto (post 03)
Ferimentos: -
Vício: 5/15

Legenda / Npc's:
— NPC's aleatórios
Onomatopéias e sons
— Euntae Gun Lee Jabami - Aparência
— Inimigos

Considerações:

Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

   Code by Arthur Lancaster

     
    

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As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 3 FObIUiu


"Assume the position to get down on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
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Conversa - Aprendizado - Caça
”Talvez seja pressão demais para el...” Me impressionava ao ver que meu irmão apesar do aparente medo, não dava um passo atrás em desistência. Naquele momento ele ficava mais calmo após as minhas palavras, mesmo que eu estivesse prestes a pedir para que ele voltasse para a casa abandonada e ficasse por lá.

A ansiedade por uma batalha me tirava um pouco a noção do perigo as vezes, colocando em risco quem eu não deveria, e naquele exato momento, não pensava em nada mais a não ser entrar naquele lugar e surrar um por um. Mas antes, todo o planejamento estava feito, e por sorte, Euntae compreendia minhas ideias e acenava positivamente, e assim estávamos finalmente preparados para a invasão.

Como uma última observação antes de invadir o local para analisar onde exatamente estaria o terceiro inimigo, e ainda passar uma última instrução para Euntae, nos preparávamos para o nosso ataque, e após avaliar todas as chances daquela investida funcionar, tomei a frente das ações adentrando o local me usufruindo dos detalhes para não ser percebida inicialmente. E como planejado anteriormente, o primeiro ia ao chão, reduzindo a leva de inimigos, onde de surpresa eu o levava ao chão deixando-o incapacitado de continuar. E como esperado, o terceiro se direcionava a mim, que sem perder tempo, avançava contra ele tirando sua postura de combate. Contudo, ele conseguira escapar de meu segundo golpe de forma acrobática, conseguindo um impulso que me fizera sofrer com aquele doído soco no estômago.

- Guooh!... – O ar me fora tirado no forte impacto que já não sentia á um bom tempo. – Tsc... Você é durão hein... puffhah... – A dor ainda me incomodava um pouco até que o ar voltava em mim lentamente. Devo admitir que não esperava tomar aquele soco, mas sentir aquela adrenalina me deixava em êxtase, e ao ouvir tais palavras, meu sadismo tomava conta de mim enquanto observava a presa que estava a minha frente. – Sozinho? – Meus olhos tiniam ao baterem com o corpo dele. – Puffhah... – Como uma gargalhada silenciosa, voltava a falar. – Eu vou... Eu vou... Eu vou te arrancar cada pedaço... – Minha mão direita segurava o cano extrema força, meus dentes rangiam entre o sorriso enquanto meu corpo se inclinava lentamente. – Pare-me se puder!... PUFFHAHAHA –

Avançaria buscando a carga máxima de minha velocidade, e com o cano em mãos, desferiria golpes horizontais pesados tentando ter o máximo de força alternando as laterais, primeiro do lado direito, depois do lado esquerdo, e a cada execução dos dois lados, atacaria de forma diagonal pela direita, e assim sucessivamente alterando os lados sem criar um padrão fixo. Minha intenção era abrir a sua guarda, lhe pressionando com o intuito de conseguir uma abertura na sua parte superior, e se conseguisse um espaço suficiente para acertá-lo, fosse na região do tronco, ou na região do rosto, aplicaria um chute com a sola do pé direito para enfraquecê-lo aos poucos. Repetiria essa sequência deixando-o cada vez mais fraco e sugestível a tomar golpes, aproveitando sempre qualquer abertura para atingi-lo.

Usufruiria daquilo que estivesse a minha volta, como as mesas, cadeiras, móveis e até garrafas que ainda estivessem paradas lá, para jogar em direção a ele sem parar, procurando uma brecha para golpeá-lo com força utilizando o cano. Se essas investidas fossem conclusivas, e garrafas estivessem por perto, quebraria alguma delas para deixar uma ponta de vidro que fosse útil para furar e esfaquear o corpo dele, visando qualquer parte de seu rosto.

Evitando uma possível investida dele, me aproveitaria de acrobacias com mortais, piruetas e cambalhotas a fim de dificultar a capacidade de acerto dele, usando das mesas e cadeiras como apoio, contudo, sempre mantendo uma distância de dois metros. Se em uma das esquivas mais acrobáticas visse uma oportunidade para contra-atacar com algum chute no ar, aproveitaria do momento usando o peito de meu pé direito para acertar. Caso o espaço fosse reduzido e eu não conseguisse terreno suficiente para as acrobacias mantendo a distância sobre ele, usaria o cano para evitar possíveis ataques que viessem da cintura para cima, colocando sem ele de forma lateral evitando os socos.

Se os chutes fosse suas tentativas e viessem na região do tronco, bloquearia com o cano, se viessem na região inferior de meu corpo, saltaria e em seguida usaria a sola de meus pés para dar uma voadora em sua barriga a fim de afastá-lo de mim. Caso viessem na altura de meu rosto, sempre abaixaria flexionando meus joelhos.



Histórico:
N° de POST: 10
Ganhos:
Perdas:
- 2,5 mil guarda-chuva (post 01)
- 7,5 mil (divisão com irmão) diária do quarto (post 03)
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• Anatomia
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• Acrobacia
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Qualidades:
• Destemido (1 Ponto)
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• Prontidão (2 Pontos)
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•  Dependente - Álcool(1 Ponto)
• Sadista (2 Pontos)
• Furioso (2 Pontos)
• Leal (2 pontos)
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Maka sempre foi uma valentona no orfanato em que vivia, e por ser assim, ninguém tinha coragem de bater de frente com ela. Isso até Arthur chegar e ser o único que não teve medo, e ainda por cima sempre aguentou as porradas.

Após muitas brigas, os dois criaram um grande respeito um pelo outro, consequentemente se tornando irmãos no orfanato, jurando então lealdade a ele após dizer quais seriam seus objetivos, e como cada um de seus irmãos resolveram seguir ele, Maka também optou por assim fazer, mesmo que custasse agora ser perseguida pela organização Sakura ao qual passou 5 anos.

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A organização Sakura é um grupo mercenário que atua no submundo. Antes seus trabalhos eram feitos no West Blue, porém, agora se mudaram para a Grand Line.

Maka nunca soube com o que exatamente no submundo o grupo Sakura trabalhava, e nem mesmo pra quem, pois foi treinada junto com várias outras pessoas durante 5 anos, e isso era a única coisa que acontecia lá treino e treino todos os dias. Até onde ela sabe, a organização tem três pessoas de muito poder e que comandam o que acontece lá, sendo eles o líder do grupo, chamado de Yoshindo Yoshihara. Além dele, o grupo ainda tem 2 mestres que trabalham diretamente para Yoshindo.

Date Yuuma, um mestre marcial em Taekwondo, e Wu Bjorn, um bárbaro que também é mestre em combate.
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As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - 10
06:39 / Sirarossa



O plano de Maka para adentrar o hotel era bem-sucedido, e ela já conseguia o primeiro abate enquanto Euntae batalhava pela entrada. Não demorava muito, então, para que ela engajasse na primeira das lutas reais que ocorreriam naquele recinto. O oponente, assim como todos eles, se mostrava forte e inabalável, com um orgulho que perfurava o céu. Essa atitude poderia ser sua queda, mas no embate, ele começava com o pé direito, acertando um golpe na leoa que mostrava seus dentes em sadismo.

Da sua boca saíam ameaças que refletiam em sua personalidade mais instintiva e sanguinária. O homem, confiante de sua vitória após o primeiro acerto, apenas ouvia o que ela tinha a dizer, dando um sorriso de canto de boca um tanto vicioso. Seus olhos estavam atentos na lutadora, e sua mente já maquinava como derrotar a meliante. Porém, para ele, não sobrava tempo algum, já que Maka não o deixava quieto. Com suas mãos firmes naquele cano, ela o utilizava de maneira não tão experiente, mas destrutiva, enquanto o balançava de um lado para o outro aproveitando das diagonais para formas padrões aleatórios.

O homem apenas grunhia enquanto se esforçava ao máximo para se defender dos golpes poderosos. Ele abria a palma da mão e deixava o metal encontrar sua soqueira, que defendia o ataque, mas ainda machucava de certa forma. Durante suas inúmeras investidas, a mulher tentava encontrar aberturas para enfraquecer o inimigo, mas ele era mais rápido nisso ao, no meio de um dos movimentos da lutadora, utilizar de uma rasteira que a levava ao chão sujo e cheio de itens daquele bar em decadência. O capanga não hesitava nem um minuto em levantar sua mão para a inimiga caída, que sem pensar duas vezes pegava uma das garrafas do chão e jogava na cara do rapaz.  

— Argh!!! — resmungava enquanto limpava seu corpo e seu rosto dos pequenos cacos de vidro que se espalhavam pelo local enquanto Maka se levantava. Sua raiva era elevada aos céus, e sem pensar duas vezes, o homem partia para a investida. Seus socos eram poderosos e ágeis, movimentando o ar em volta de seus punhos enquanto passavam raspando pela acrobata, que desviava dos golpes com maestria usando das mesas como apoio. Assim que ela pousava no chão, ele novamente tentava uma rasteira, esperando dar certo como da última vez ao pegá-la desprevenida.

Infelizmente, para ele, esse não era o caso. No mesmo instante, ela saltava e cravava a sola de seus pés no peito do homem, o jogando contra os móveis e cadeiras do bar com a força exercida pela voadora. O impacto o deixava atordoado e ainda mais raivoso. Sangue escorria pela sua testa, e seu uniforme já estava uma bagunça e sujo como nunca. O barulho da sua queda, para piorar a situação, alarmava os capangas do andar de cima, que eram ordenados pelo superior sem muita demora.

— Alguém vai ver o que tá acontecendo lá embaixo! — exclamava ordenando. Era possível ouvir dois passos acelerados pelo corredor superior, rumando até a escada. No mesmo instante, Euntae aparecia na visão da irmã com um rosto alarmado e espantado, receoso do que estava por vir naquela batalha pela vida de um colega e autonomia do grupo.


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Vício: 6/15

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Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

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Conversa - Aprendizado - Caça
“Isso... é tão... bom...” Essa excitação pela batida de carne, e o urrar de dor... Como essa sensação era tão incrível? Mas não podia parar... Precisava de mais, muito mais. Aquela primeira vítima não era o suficiente, e o estourar de miolos precisava acontecer, e como já esperado, um combate um contra um era inevitável, e que de começo se mostrava equilibrado, porém toda aquela provocação me deixava ainda mais sedenta por ele, me fazendo perder a linha atacando-o de forma voraz.

Em uma sequência de golpes e contragolpes, toda a minha capacidade atlética e acrobática me dava a vantagem para jogá-lo longe naquele instante de abertura. – PUFFHAHAHA!!! SEU FILHO DA PUTA! – Por um momento, ignorei a presença de meu irmão, mesmo vendo sua expressão preocupada e desesperadora, apenas pensava em causar dor naquele homem, porém, pude ouvir os passos acelerados que vinham dos andares acima de nós. “Vamos... vamos... ACABA COM ELE DE UMA VEZ!” Com meus olhos um pouco vermelhos de raiva, pegaria a mesa ou a cadeira mais próxima para jogar na direção do homem, para ganhar poucos segundos de vantagem sobre, pois assim que jogasse o móvel, usufruiria do máximo de minha velocidade para me aproximar dele e, caso ele quebrasse o móvel se defendendo, bateria com o cano fortemente em seus dois joelhos, tentando coloca-lo ajoelhado na minha frente, e depois bateria de cima para baixo na direção de seu crânio a fim de amassá-lo, e bateria então mais três vezes sem parar até que visse algum sangue jorrar.

Caso ele não se defenda, e o móvel apenas quebrasse ao bater em seu corpo, usaria a ponta do cano em seus olhos com duas estocadas, e o deixaria ali agonizando, para depois finalizar com uma batida forte na vertical em seu crânio. – Arf... Arf... – Estaria um pouco fadigada, mas totalmente satisfeita com a primeira vítima. Sabendo da sua chance de se defender, me afastaria dele se percebesse que ele me atacaria de cima para baixo, saltando para trás, mas se o ataque viesse do chão, saltaria por cima dele com um mortal, e em seguida aplicaria os mesmos ataques anteriormente pensando nas duas possibilidades de um ataque dele.

Encerrando aquele pequeno combate de forma positiva, havia de lidar agora com aquele que vinha de forma apressada até o térreo do bar, e se percebesse que ainda houvesse tempo para perguntar algo ao dono do hotel, falaria. – Seu gorducho de merda, tem alguma arma? – Se fosse positivo. – Me dê essa merda carregada... ANDA DE UMA VEZ! – Pegaria a arma, e olharia para a saída da escada aguardando aquele que estava por aparecer. É claro que eu não era nenhuma atiradora, mas uma arma de fogo na mão de uma louca serviria de alguma coisa naquele momento. Sem pestanejar, ficaria no pé da escada, apontando para aquela direção, e quando ele aparecesse, atiraria nele até que as balas acabassem, sem a intenção de mirar em um lugar específico, apenas dificultaria a vida dele com aquilo. - PUUFFHAHAHA!!! ISSO É DIVERTIDO! – Exclamaria com a animação de atirar pela primeira vez.

Contudo, se observasse que não havia tempo se quer para fazer aquela pergunta para o dono, e visse que o homem estava por aparecer, pegaria a garrafa mais próxima, mesmo que já estivesse quebrada, e em seguida correria pela escada, porém tentando saltar pelo apoio dela, com a intenção de chegar o mais rápido possível lá em cima, e assim que ele aparecesse, usaria a ponta que tivesse na garrafa – caso fosse quebrada - para cravar no meio da testa do inimigo, e com o peso de meu corpo sobre ele, tentaria derrubá-lo e, ficando sobre ele, tiraria e cravaria a garrafa inúmeras vezes, pois toda aquela situação me parecia muito divertida. Se a garrafa não estivesse quebrada, trataria de fazer isso antes mesmo de chegar lá em cima, batendo o lado de baixo na parede ou até mesmo na própria escada. – PUFFHAHAHAHA! SUA CABEÇA TA ESPIRRANDO! – Com sorriso largo, me empolgava com o conhecimento de que havia mais por vir.



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- 2,5 mil guarda-chuva (post 01)
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Proficiências:
• Anatomia
• Atletismo
• Acrobacia
• Estratégia
• Briga
Qualidades:
• Destemido (1 Ponto)
• Prodígio (2 Pontos)
• Prontidão (2 Pontos)
• Mestre em Haki (4 Pontos)

Defeitos:
•  Dependente - Álcool(1 Ponto)
• Sadista (2 Pontos)
• Furioso (2 Pontos)
• Leal (2 pontos)
Arthur Lancaster:
Maka sempre foi uma valentona no orfanato em que vivia, e por ser assim, ninguém tinha coragem de bater de frente com ela. Isso até Arthur chegar e ser o único que não teve medo, e ainda por cima sempre aguentou as porradas.

Após muitas brigas, os dois criaram um grande respeito um pelo outro, consequentemente se tornando irmãos no orfanato, jurando então lealdade a ele após dizer quais seriam seus objetivos, e como cada um de seus irmãos resolveram seguir ele, Maka também optou por assim fazer, mesmo que custasse agora ser perseguida pela organização Sakura ao qual passou 5 anos.

• Inimigo (2 pontos)
Organização Sakura:
A organização Sakura é um grupo mercenário que atua no submundo. Antes seus trabalhos eram feitos no West Blue, porém, agora se mudaram para a Grand Line.

Maka nunca soube com o que exatamente no submundo o grupo Sakura trabalhava, e nem mesmo pra quem, pois foi treinada junto com várias outras pessoas durante 5 anos, e isso era a única coisa que acontecia lá treino e treino todos os dias. Até onde ela sabe, a organização tem três pessoas de muito poder e que comandam o que acontece lá, sendo eles o líder do grupo, chamado de Yoshindo Yoshihara. Além dele, o grupo ainda tem 2 mestres que trabalham diretamente para Yoshindo.

Date Yuuma, um mestre marcial em Taekwondo, e Wu Bjorn, um bárbaro que também é mestre em combate.
Objetivos:
- Conseguir um tempo para adquirir os conhecimentos do menino Kani sobre Zoologia
- Começar o aprendizado da qualidade Ambidestro
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- Comprar 2 machadinhos (mesmo que eu ainda não tenha Ambidestro)
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As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - 11
06:48 / Sirarossa



A luta que acontecia no meio daquele hotel se intensificava, e a troca de socos entre Maka e aquele capanga orgulhoso passava a se tornar obsessiva e sangrenta. O lado sádico de Jabami logo vinha a tona, sua sede de sangue queimando dentro de seu peito enquanto seus olhos se avermelhavam e suas veias saltavam, transformando-a na última imagem de vida de alguém. O homem que lutava contra ela, apesar de estar um tanto amedrontado naquele momento, segurava seus nervos para não perder aquela luta tão pateticamente, mas era distraído, assim como todos, pelo chefe daquela operação ordenando alguém para descer até a origem do som inexplicável.

Aquele pequeno tempo de distração que o guarda tinha era o suficiente para que Maka pegasse um dos inúmeros móveis do bar e jogasse na direção do seu oponente. O instinto do sujeito era incrível, fazendo com que ele conseguisse bater na cadeira antes que ela pudesse acertar em cheio sua cabeça. Esse golpe de sobrevivência, porém, novamente dava tempo mais do que o suficiente para que Maka, em um ímpeto, ir até sua direção e esmagar seus dois joelhos com o cano que usava como arma. Um alto e expressivo grunhido de dor era ouvido do homem, que agora suportava uma dor nunca sentida.

O som que saía da boca dele era o suficiente para acelerar os passos de seu colega que corria em direção ao térreo, inclusive seu chefe. — Se apresse! — a sua ordem era clara, mas por um momento, parecia estar quieto, como quem parasse e pensasse sobre a situação como um todo. De qualquer forma, o massacre que Maka produzia não chegava a um fim, partindo agora para a finalização de sua caça. Ainda com o pedaço de cano em mãos, liberava investidas de cima para baixo em sua cabeça, que logo começava a sangrar, e sua consciência eclipsava daquela realidade.

Em seguida, sem dó nem piedade alguma, batia contra seu crânio mais três vezes, totalmente amassando a cabeça do homem. Sangue jorrava pelos cortes e ferimentos abertos, além de diversas fraturas expostas que transformavam a cena em uma carnificina. Como se tivesse esquecido do perigo em que estavam, Euntae olhava para sua irmã coberta em sangue de outra pessoa logo após seu ato que libertava o espírito animal que residia dentro da moça. Seus olhos bruxuleavam, e sua expressão quase deixava uma face de medo e pena escapar. O homem, como quem tentasse calcular o que estava acontecendo antes de "cair a ficha", apenas encarava sua irmã, sem fala alguma.

Ele saía daquele transe não muito após, quando ouvia os passos do próximo capanga mais próximos do térreo. Ele imediatamente passava a agir, segurando mais forte o cano em sua mão e tentando esquecer momentaneamente o que ocorrera ali. Antes de mais nada, precisavam sair daquele lugar vivos, o resto seria história. Maka, mesmo parecendo estar possuída, pensava logicamente e decidia que não havia tempo para pedir uma arma para o dono do bar que tremia de pavor. Pegando a garrafa do chão que havia anteriormente jogado na sua última vítima, ela começava a subir aqueles lances de escada, pretendendo se encontrar com a próxima caça do dia.

Indo até o local, podia ver o capanga que Euntae havia derrotado, estirado no chão, porém, sem qualquer gota de sangue saindo de seu corpo. Ela parecia não se importar muito com isso naquele momento, já que, em passos pesados, subia freneticamente os degraus. Não demorava muito para que os inimigos se encontrassem em uma reunião não tão amigável. Maka, como se tivesse nascido pronta, pulava em sua direção o "esfaqueando" com aquele pedaço de vidro. Ela agora se encontrava no segundo andar, em cima de um dos capangas, constantemente perfurando sua cabeça como se fosse um mero manequim.

A cena do assassinato que ocorria ali não era das mais bonitas, enquanto sangue jorrava por todos os lados, voando no rosto da mulher e encharcando seus cabelos. Seu corpo inteiro parecia ter sido pintado com uma tinta rubra forte, e o cheiro que saía daquela bagunça não era dos mais agradáveis. Euntae chegava alguns segundos depois até a cena, presenciando o fim do que parecia ter sido o jantar de uma fera da selva. Nem ao menos se esforçava para criar a cena do ocorrido, já sabendo dos detalhes por tê-lo visto anteriormente. Nesse momento, um silêncio constrangedor subia sob aquele lugar. Todos os capangas restantes que atormentavam a vida de Maka e o chefe deles estavam naquele andar, olhando atônitos ao que acabara de ocorrer. Todos sabiam o que ocorreria não muito depois, mas ninguém ousava fazer o primeiro movimento.


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Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

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”Aaaaah... esse som.... por que eu amo tanto?” Esse som de dor, é como se ele me implorasse por mais, e a cada vez que eu batia com força naquela cabeça, e sentia o peso dela amaçando, me deixava em completo êxtase.

Esse sabor em machucar alguém de forma incansável, me fazia querer mais, de forma insaciável, eu deveria ir em busca de mais, e esse novo prazer estava a poucos metros de distância, com passos acelerados suplicando para que eu lhe causasse sofrimento. Sem demora, tomei-me a atender aquela causa, e subi de forma apressada pelas escadas com a velha garrafa quebrada em mãos, pronta para dar um fim em mais um ser inferior.

De frente agora para a minha presa, o golpe fatal era dado, e num passe de mágica, mais uma vida era ceifada mediante a minha sede incontrolável de sempre querer apreciar aquele momento ao máximo. – Arf... Arf... Arf... Arf... – Puxava o ar a minha volta buscando me recuperar daquela sequência de puro deleite, enquanto era estampada do mais proveitoso sangue. Percebia então que Euntae se achegava ao andar em que eu estava, e junto dele, os homens restantes que estariam justamente atrás de mim, apareciam vindo dos andares acima. – Puff... hah... aha... – Me levantava lentamente tirando a garrafa fincada no corpo, enquanto olhava para o homem morto ao chão, bem embaixo de mim. – Puf... fha... hahah... ha... – Segurava firmemente o cano em uma mão, e a garrafa em outra. – PUFFHAHAHAHA!!! – Você já teve um momento excepcionalmente feliz? Pois é, aquele era o meu...

De braços abertos enquanto ria da situação, tornava a falar. – Yoshindo anda muito “mole” pra mandar um bando de “gatinhos” amedrontados... – Inclinava minha cabeça para o teto estando de olhos fechados. – Por que vocês estão aí parados? Vamos! Venham de uma vez! Não sou eu quem vocês querem? – Abria meus olhos, fitando cada um deles que estavam ali, mostrando naquele olhar o desejo de fúria que cairia sobre cada um deles. – Por favor, eu preciso de mais! – Sorriria para eles deixando meus caninos anormais a mostra.

Com ímpeto, jogaria a garrafa naquele que estivesse a minha frente, e em seguida saltaria na direção deles, com a intenção de assustá-los com um movimento rápido, e assim, pegar um deles desprevenido e sem reação para se defender ou contra-atacar. E se positivo fosse essa ação, ao me aproximar do que tivesse mais aberturas, me agacharia para aplicar uma rasteira com a perna direita tentando derrubá-lo, e na sequência, usaria o cano para atingir seu rosto com a intenção de deixá-lo inconsciente no chão. Se fosse negativo, e ele conseguisse se defender de minha rasteira, apoiaria então minhas mãos no chão, soltando o cano para em seguida bombardeá-lo com chutes na altura de seu tronco jogando-o para trás, e afastando ele dos demais.

Deixando-o fora de combate, me atentaria aos demais, sempre me esquivando para trás, usando de mortais e piruetas para me esquivar de cada um deles, procurando manter uma distância de aproximadamente dois metros deles, enquanto ainda buscava olhar ao arredor daquele andar procurando coisas que me pudessem ser úteis para quebrar a desvantagem em que estávamos.

Naquela hora não pensava no que Euntae faria, nem mesmo me dava a preocupação de falar, queria apenas me divertir com toda aquela luta. E mesmo que minhas ações custassem algo, àquela altura, meu sadismo me impedia de parar.



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Após muitas brigas, os dois criaram um grande respeito um pelo outro, consequentemente se tornando irmãos no orfanato, jurando então lealdade a ele após dizer quais seriam seus objetivos, e como cada um de seus irmãos resolveram seguir ele, Maka também optou por assim fazer, mesmo que custasse agora ser perseguida pela organização Sakura ao qual passou 5 anos.

• Inimigo (2 pontos)
Organização Sakura:
A organização Sakura é um grupo mercenário que atua no submundo. Antes seus trabalhos eram feitos no West Blue, porém, agora se mudaram para a Grand Line.

Maka nunca soube com o que exatamente no submundo o grupo Sakura trabalhava, e nem mesmo pra quem, pois foi treinada junto com várias outras pessoas durante 5 anos, e isso era a única coisa que acontecia lá treino e treino todos os dias. Até onde ela sabe, a organização tem três pessoas de muito poder e que comandam o que acontece lá, sendo eles o líder do grupo, chamado de Yoshindo Yoshihara. Além dele, o grupo ainda tem 2 mestres que trabalham diretamente para Yoshindo.

Date Yuuma, um mestre marcial em Taekwondo, e Wu Bjorn, um bárbaro que também é mestre em combate.
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As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - 12
06:54 / Sirarossa



A luta dentro do hotel precário passava por um clímax, assim como as emoções sádicas de Maka, que finalmente se mostravam, devastando seus inimigos e quem quer que estivesse em sua frente. Seu corpo atlético e treinado ficava encharcado de sangue e pedaços do que antes eram meros capangas de um criminoso. A atmosfera ficava densa e carregada por uma névoa rubra acompanhada por um cheiro de morte, nauseando aqueles ali presentes; enchendo-os de um medo primitivo e um instinto de sobrevivência primal. Seu irmão, Euntae, não ficava fora daquilo, surpreendendo-se com as atitudes da sua irmã, mas preferindo focar na sua própria sobrevivência naquele momento.

Com um brado retumbante, a leoa provocava as suas presas, que tomadas pelo medo inicial desse encontro, se encontravam - durante um breve momento - paralisadas. A visão que eles viam era no mínimo infernal: uma mulher, coberta por sangue e entranhas, posta sobre um de seus colegas e parceiros completamente morto e espalhado pelo chão. O choque inicial era grande, mas não os paravam por muito tempo. Sem demoras, os três capangas vinham atrás da mulher e Euntae, raivosos e determinado a acabar com a vida daquela moça.

Sem rodeios, ela também reagia. Usando o resto da garrafa ensanguentada, ela jogava o projétil no mais próximo dentre os três: um capanga que parecia ser uma montanha de músculos, ainda mais que seus companheiros. Usando apenas o antebraço e cotovelo, se defendia do vidro e dos estilhaços que saiam após sua quebra, não parecendo se incomodar com dor alguma. Atrás de si, vinham os outros dois, como se usassem o brutamontes como um escudo de carne. No fundo daquele corredor, na retaguarda de todos eles, estava o chefe, usando um terno branco com gravata vermelha. Seus cabelos eram negros e brilhavam com a luz que vinha de fora da janela ao seu lado. Em sua mão, duas pistolas de cano longo carregadas e prontas para disparar.

Nesse momento, Maka não desperdiçava sua chance e saltava em direção do brutamontes que recebera a garrafada. Usando seu corpo flexível e atlético, se agachava para investir em uma rasteira para derrubá-lo e acabar com o homem. Este, porém, saltava levemente evitando a perna que varria o chão com sua força. Do ar, preparava um soco descendente que mirava no rosto dela, prometendo doer como nunca. Em um ímpeto, ela se esquivava acrobaticamente do punho que encontrava apenas o ar, saltando logo em seguida e se dirigindo ao homem novamente em um contra-ataque.

Em seu peito, a moça direcionava diversos chutes que eram bloqueados com as mãos. Nesse momento, dos dois lados, os punhos dos "guerreiros" restantes aceleravam em direção ao seu rosto e barriga. Um dos golpes era bloqueado por Euntae, que rapidamente e com garra segurava o braço do meliante que mirava sua barriga. Eles trocavam olhares por um momento, antes que o homem lhe desse uma bela cabeçada no nariz. Sangue imediatamente jorrava das narinas do capanga, que ainda atordoado, tentava lutar para sair de sua situação. Não satisfeito, Lee desferia mais uma cabeçada ao mesmo ponto, que agora derrubava o homem, atordoado e sangrando.

Sem se importar com a situação de seu irmão, Maka acabava por receber um soco direto em seu zigomático, perdendo sua postura e caindo no chão levemente atordoada. Em sua frente, o grande capanga e o último atacante se punham imponentemente, como quem desafiasse a mulher. Haviam perdido o medo inicial, e esse sentimento era perigosamente sobreposto por uma confiança que não deveria ser tão confortável. Durante toda essa situação, a leoa não se prendia apenas à violência, também recorrendo à sua análise do ambiente para obter uma vantagem que sobrepujasse àquela numérica. Seus olhos escaneavam os corredores, vendo apenas o que via anteriormente na noite de sua estadia. Lamparinas velhas, madeiras podres e velhas, janelas sujas e diversos quartos postos em linha.


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Conversa - Aprendizado - Caça
O cheiro fétido do sangue banhado em meu corpo se espalhava por aquele ambiente, criando o ar mais amigável possível para mim. A diversão do puro massacre era o que tomava os meus sentimentos mais primitivos, e ver mesmo que por um breve momento os olhares assustados de cada um deles me trazia um conforto e admiração própria que era indescritível. Aquele era sim o meu lugar, por mais que eu passasse certo tempo de minha vida tentando esconder aqueles sentimentos, essa era a Maka que eu sempre quis ser.


E como feras brigando pela sobrevivência do mais forte, aquele embate final começava mostrando-me todo o descuidado que tivera com tais criaturas, e por um instante me fazendo lembrar da presença de meu irmão, que me surpreendera com suas habilidades. Contudo, fora apenas por um instante, pois minha cabeça estava perdidamente focada nos dois trastes a minha frente.


- AAAAAAAH!! - Urrava como alguém que tentasse afastar a dor pelo soco tomado. Seus semblantes de confiança me deixavam “mordida” de raiva. - Não fiquem tão bobos assim! Eu vou arrancar essa confiança de vocês, da mesma forma que eu arranquei a vida dos seus amiguinhos! Puff..hahaha! - Atordoada pelo golpe, mas ainda de pé e em condições de continuar aquela batalha, me posicionava como uma verdadeira lutadora. Pernas levemente flexionadas, estando à esquerda atrás, e a direita na frente. Dedos juntos e braços na altura da cintura, ficando assim em uma postura lateral, porém, de frente com o maior dos capangas, mantendo-me sempre em movimentos leves, como pequenos saltos com as ponta dos pés.



~FLASHBACK~


- CARALHO MAKA!!! - Os gritos de Date Yuuma eram sempre os mais exigentes. - QUE PORRA VOCÊ TÁ FAZENDO?! JÁ TE FALEI! MANTENHA DISTÂNCIA, E PROCURE ABERTURAS! NÃO SEJA PRECIPITADA, OU VOCÊ VAI LEVAR UMA SURRA DELES TODA VEZ! - O sangue perdido já pesava meu corpo, quase me fazendo desistir de continuar aquele treino. - VAMOS! LEVANTA E ACABA COM ELES! - Mesmo assim, a motivação nunca faltava. - LEMBRE-SE, PASSOS LEVES E RÁPIDOS! VOCÊ É UM FERA, E UMA FERA NÃO ACABA COM A SUA PRESA DE FORMA PRECIPITADA! UMA FERA É CALCULISTA, CAUTELOSA, E ESPERA O MOMENTO CERTO! - A força de seus braços me ajudava a levantar da surra de antes, me motivando a continuar. - AGORA VÁ LÁ, E EM ENGULA ESSES “ARROMBADOS”! MOSTRE QUEM MANDA NESSA SELVA, PORRA!!! -


~FLASHBACK~



O antigo treino se dissipava dos meus olhos, enquanto me tomava da realidade equivalente aquele dia, e dos incansáveis e dolorosos dias de treino, que me levaram a assumir quem eu era hoje... UMA BESTA ENJAULADA! A visão mais analítica do local não me dava muitas alternativas, a não ser por hora, contar meu aprendizado intenso do Taekwondo.


Permaneceria em uma distância confortável, que me desse tempo suficiente para me esquivar principalmente dos golpes do capanga maior, pois sua envergadura lhe dava uma boa vantagem com os socos. Com a visão rápida de antes, mas suficiente para perceber o homem armado ao fundo, buscaria me manter sempre a frente de um dos dois capangas de forma que atrapalhasse a visão do aparente líder, e assim usá-los como escudo para o caso dele resolver atirar.


Avançaria com cuidado procurando sempre manter uma distância cuidadosa, e ao perceber qualquer movimento de tronco que indicasse um soco direto do maior deles que viesse na altura de meu rosto, que era quem eu focava um pouco mais a minha atenção, inclinaria meu tronco para trás, mantendo a perna esquerda como apoio, e em seguida esticaria minha perna direita para pisar no joelho da perna mais próxima, a fim de desestabilizá-lo um pouco, e assim repetiria esse movimento toda vez que ele usasse desse tipo de ataque. Se seus golpes viessem na região do tronco, usaria de minha prontidão para me esquivar ao lado direito, e em seguida, desferiria um chute com o peito do pé direito na nuca com força suficiente para abaixá-lo, e na sequência pegaria sua cabeça com as duas mãos e lhe daria uma joelhada no rosto. No entanto, se os ataques fossem direcionados da cintura para baixo, saltaria com um giro para acertá-lo no ar com a sola do pé direito no rosto do homem.


Atento ao segundo companheiro, percebendo assim mais um de seus socos em meu rosto, saltaria para trás, e aplicaria uma solada na área de seu diafragma, com a intenção de dificultar sua respiração. Se os golpes viessem no tronco, daria um passo rápido para o lado esquerda, o suficiente para que seu ataque passasse raspando, e sendo provavelmente feito com uma de suas mãos, seguraria então o seu braço utilizado, e em seguida chutaria seus testículos usando do peito de meu pé direito, aplicando um chute ascendente. Por fim, se seus ataques viessem da cintura para baixo, saltaria por cima dele com um mortal para cair atrás dele – usaria de suas costas como apoio caso fosse necessário para concluir o salto – depois, chutaria com a sola do pé na coluna dele, buscando criar uma fratura que o impedisse de continuar com eficiência.


Minha fome pela morte de cada um deles era enorme, e meus instintos mais primitivos gritavam dentro de mim pedindo isso, porém, em todo meu período de treino, aprendi a equilibrar minha sede, e a ter consciência de minhas ações, buscando a cautela em buscar a melhor oportunidade para enfincar minhas “garras”.   


Legenda Flashback - Date Yuuma

 

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• Inimigo (2 pontos)
Organização Sakura:
A organização Sakura é um grupo mercenário que atua no submundo. Antes seus trabalhos eram feitos no West Blue, porém, agora se mudaram para a Grand Line.

Maka nunca soube com o que exatamente no submundo o grupo Sakura trabalhava, e nem mesmo pra quem, pois foi treinada junto com várias outras pessoas durante 5 anos, e isso era a única coisa que acontecia lá treino e treino todos os dias. Até onde ela sabe, a organização tem três pessoas de muito poder e que comandam o que acontece lá, sendo eles o líder do grupo, chamado de Yoshindo Yoshihara. Além dele, o grupo ainda tem 2 mestres que trabalham diretamente para Yoshindo.

Date Yuuma, um mestre marcial em Taekwondo, e Wu Bjorn, um bárbaro que também é mestre em combate.

Objetivos:
- Conseguir um tempo para adquirir os conhecimentos do menino Kani sobre Zoologia
- Começar o aprendizado da qualidade Ambidestro
- Caçar Pirata vagabundo
- Comprar 2 machadinhos (mesmo que eu ainda não tenha Ambidestro)
- Virar oficialmente um CR

Legenda:
Fala
Pensamento

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As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - Página 3 94sfShl
Koji
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Créditos : 04
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As Crônicas dos Scavenger: A Leoa, o Louco, e o Mudo - 13
07:03 / Sirarossa



Após um verdadeiro banho de sangue, a luta se deslocava para o segundo andar. O show feito por Maka com o sangue dos capangas assustava inicialmente os últimos restantes, apenas para serem novamente injetados com adrenalina e irem para o combate. Euntae, de maneira similar, ajudava a irmã lutando contra um próprio inimigo, enquanto ela batalhava contra dois deles e o chefe atirador. A luta logo teria um fim, diferente do sadismo da leoa, que nesse ponto, estava em seu pico.

Apesar de levar alguns golpes, Jabami não fraquejava. Sua força era de se invejar, enquanto ela, ainda em pé, novamente chamava a atenção dos inimigos. Seu desaforo de maneira alguma os deixava feliz, fazendo imediatamente com que eles se colocassem em posição de combate, confiantes de uma vitória. Maka, igual a eles, se preparava para o embate inevitável. Braços na altura da cintura e pequenos saltos com a ponta do pé marcavam o início do que viria a ser mais uma surra generalizada, fortalecida ainda pelas memórias de seu treinamento brutal.

O primeiro golpe inimigo vinha do brutamontes, que desejava acabar com tudo aquilo de uma vez só. Seu tronco alertava a leoa de um soco que vinha em direção ao seu rosto, o qual apenas era inclinado para trás para um total desvio. Não satisfeita apenas com isso, contra-atacava, acertando o joelho do meliante e o fazendo cambalear. O mesmo não estava feliz com o resultado que ele tivera, portanto, daquela mesma posição, desferia um gancho contra o estômago aberto da mulher.

Preparada para casos assim, porém, ela deslocava seu corpo para a direita momentaneamente. Aproveitando novamente da abertura, atacava-o com o peito do pé diretamente para sua nuca, fazendo-o arquear seu grande corpo suficientemente para que ela pudesse terminar aquilo com uma joelhada fatal. Seu plano era simples, mas efetivo. O problema, porém, vinha com o mais franzino dos capangas restantes.

Antes que Maka iniciasse seu ataque final, ele se preparava para uma rasteira que deveria mudar o rumo daquela luta, que não ia nada bem para eles. A moça, porém, era esperta. Vendo o intento do homem, ela saltava para trás dele, ficando de cara com suas costas após uma bela acrobacia. Sem hesitar, desferia um poderoso chute contra sua coluna, visando o desabilitar, mesmo que minimamente. O golpe o lançava longe e danificava as suas costas, mas marcava o primeiro dos erros de Jabami.

A mulher, cuidadosa como era, ficara atrás dos capangas até aquele momento, evitando os disparos mortais do chefe. Agora não só estava em sua mira, como também estava de costas. Sem hesitar, e com um sorriso malicioso em seu rosto, ele puxava o gatilho. Por um momento, tudo parecia correr em câmera lenta conforme a bala de aproximava de Maka, que mal teria tempo para se virar. Inevitavelmente, o projétil atingia seu antebraço esquerdo, enviando choques e sinais gritantes de dor intensa pelo corpo da mulher que ainda possuía lutas para serem travadas.


Histórico:
Maka:
N° de posts: 13
Ganhos: -
Perdas:
- 2,5 mil guarda-chuva (post 01)
- 7,5 mil (divisão com o irmão) diária do quarto (post 03)
Ferimentos:
- Escoriações e hematomas na região do zigomático [1/5]
Vício: 8/15

Legenda / Npc's:
— NPC's aleatórios
Onomatopéias e sons
— Euntae Gun Lee Jabami - Aparência
— Inimigos

Considerações:

Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

   Code by Arthur Lancaster

     
    

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"Assume the position to get down on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
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