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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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Porradaria, confusão e fuga. [1]

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Kenshin
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Kenshin
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Porradaria, confusão e fuga. [1] Sab Jun 26, 2021 9:23 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Porradaria, confusão e fuga. [1]

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Joe Sins. A qual não possui narrador definido.

_________________

Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 4 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Formiga
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Formiga
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Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Qui Set 23, 2021 8:54 pm




Parou a calmaria! De volta a putaria.

Bater em crianças ou se aventurar no porto? Eis a questão.


Dia 01 || Shells Town - Baixa || Clima: Quente || Manhã
N° de Postagens do Narrador: 11



A trupe estava devidamente curada, Joe ainda carregava os incômodos dos ferimentos em seu corpo, contudo, sua baixa sensibilidade à dor o proporcionava um certo alívio. Após algumas palavras trocadas, o grupo continuava sua fuga pelas ruas da Baixa Shells, inclusive, ao chegar na praça, notavam que as ruas à sua esquerda o levavam a um lugar um pouco melhor. A ladeira acabava em uma espécie de bairro colorido, com as estruturas feitas de concreto e um clima agradável parecia reinar naquela região, aquela era a Média Shells. Essa área da ilha era formada em sua maioria por residências, principalmente dos marinheiros, já que em sua arquitetura carregavam com orgulho as cores típicas da marinha. Inclusive, uma grande placa de madeira existia no começo da rua, indicando que seguindo aquela caminho, levaria a Academia Punhos de Dragão.

O mapa não era muito difícil de entender, tomando a direita levaria para Média Shells. Já a esquerda eles continuariam na baixa, indo para proximidades do porto, após quebrar algumas esquinas mais a frente. Bem no meio, uma estrutura grande o bastante para que Viola andasse em pé era visível, o mercado da baixa Shells. Local onde pescadores e pessoas mais pobres compravam e vendiam seus produtos, ele estava movimentado, repleto de gente circulando por ali. Logo a frente era possível ver cerca de seis quitandas, onde vendiam as mais variadas frutas e alguns produtos típicos, como queijo artesanal, mel artesanal e até mesmo algumas ervas exóticas, capaz de levantar até os mais velhos orgãos genitais que pudessem existir.

A praça estava relativamente cheia, algumas pessoas chegavam da rua que dava para baixa Shells, eram pescadores em suas carroças carregadas por peixe. Por conta da forte brisa, não demoraria para que o odor chegasse até as narinas do quarteto. Aliás, voltando a eles era possível ver seus passos largos, dois deles estavam posicionados de maneira que defenderiam o capitão de qualquer ataque, enquanto um pouco atrás, Viola estava a proteger todos os três dos marinheiros que continuavam a sua ferrenha perseguição. Não demorou para que a dupla de marinheiros avistaram a chamativa gigante, vendo em seguida o trio de criminosos, já que haviam recebido o aviso pelos seus rádios.

A dupla partiu no momento que viu, estavam dispostos a pará-los ou a capturar todo o grupo, contudo, eles não contavam com o exímio domínio que o Espadachim carregava. Em um movimento rápido, ele cortou, interceptando os movimentos iniciais da dupla, causando danos severos ao ponto deles caírem no chão sem esboçar mais nenhuma reação. Agora que eu faço a pergunta que vale um milhão de reais: Para onde eles iriam? Seguiram para média shells? Iriam rumo ao porto? Parar para enfrentar o batalhão no seu encalço? Uma coisa estava clara, independente da ação tomada, a porradaria iria startar gostoso.  



Histórico Geral:

Legendas:

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Magma
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Magma
Pirata
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Ter Out 05, 2021 1:41 am
The Only Thing They Fear is You...





Isso ai! — Abriria um sorrisão de orelha a orelha e jogaria o polegar direito para cima, enviando o sinal para Boris como uma aprovação pela sua impecável atuação derrubando os marinheiros.

Joe precisava pensar rápido se quisesse sair dali com vida, e é claro além disso, precisava tomar a decisão certa, algumas dúvidas e curiosidades tinham se formado na sua cabeça, coisas que ele precisava descobrir o que eram.

De qualquer forma, os olhos viajariam pelos arredores até é claro tocarem a imagem do dragão na placa de madeira, isso mesmo, aquela placa de madeira, o que na verdade deveria ser um aviso, para Joe que não sabia do que se tratava, aquilo era um convite, um convite para a pancadaria.

O sorriso selvagem se abriria suavemente e ele daria um passo instintivo na direção do símbolo.

Tenho quase certeza que aquela direção é o caminho certo! — Apontou com a mão direita na direção da placa e sorriu, ambos globos se moveram em conjunto e avaliaram a sua futura tripulação.

Ele deu dois passos vagarosos na direção da rua que foram pegando velocidade aos poucos, até que ele começaria uma mini corrida como se quisesse apostar com seus companheiros quem chegaria primeiro.

Assim que Boris chegasse ao seu lado a voz de Joe soaria suavemente, algo bem incomum.

Fica atento ai, aquele grupo de antes ainda ta sumido. — Os olhos cruzariam com os do imediato e ele voltaria a atenção ao caminho que estava seguindo.

E ainda tem aquele cara esquisito. — Referiu-se ao velho maluco, apesar de não ter conseguido pegar a feição dele e a aparência por completo, tinha certeza que Boris tinha conseguido captar alguma coisa que poderia utilizar mais a frente.

Ser cauteloso também é Badass crianças.

Joe seguiria o caminho todo com o sorrisão no rosto, como se não quisesse confusão com ninguém.

Mas é claro, se algum marinheiro o acompanhasse com uma atitude hostil, ele avaliaria o golpe, jogaria o corpo para o lado oposto ao do golpe e tentaria desferir um cruzado contra o rosto do inimigo para tentar nocauteá-lo com um único porradão.

Ele esperava que aquela rua iria o levar até algum lugar, um lugar ainda mais interessante.
To be Continued.



Joe Sins
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Vício:02/10
Compulsão:00/10

Posts:12
Surrados:13.


Ganhos:
02 Perfurações no Abdômen - Lado Esquerdo - 01/04 [TRATADO]
Escoriações e Hematomas pelo corpo - 03/04 (Devido a queda da Taberna)
Perfuração na Região da Clavícula Esquerda - 01/04 [TRATADO]
Corte Mediano na Testa (Vertical) - 01/03 [TRATADO]
Escoriações - Hematomas - Cortes/Perfurações superficiais pelo corpo - 02/05

Perdas:
Pequenas Escoriações pelo Rosto - 02/02 [CURADO]

OBJETIVOS:
1. Ser foda.
2. Conhecer o Boris
3. NPC ACOMPANHANTE.
4. Brigar no Bar, porque eu quero.
5. Arrumar mais confusão enquanto a rapaziada chega.
6. Conhecer o resto da futura tripulação.
7. Descer o cacete em uns almofadinhas de um dojo aew.
8. Fugir depois de descer o cacete neles.
9. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
10. Despistar a marinha de um jeito doido.
11. Ir pra Loguetown pra descer o cacete em mais gente.
Van
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Van
Pirata
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Qua Out 06, 2021 12:08 am

Now stop… Hammer time!

Acompanhar Joe Sins era uma experiência indescritível e ao mesmo tempo problemática. As suas escolhas eram sempre inconsequentes, atraindo naturalmente uma energia caótica incontrolável. Embora ele optasse conscientemente por esse estilo de vida, os cenários eram mirabolantes demais para serem obras do mero acaso. Não, era uma tensão perfeita entre escolha e destino. O moreno não facilitava e buscava sempre o caminho mais difícil, ao ponto que a natureza fazia o resto do trabalho fechando o quebra-cabeça de sua vida turbulenta.

Boris não negava sua atração pelo capitão, contudo, não era de vinho sexual, longe disso. Sentia-se hipnotizado pela bagunça e pelas aventuras. Um antigo ocidental diz que "quem anda com porcos, farelos come" e basicamente significava que estar perto de Sins acabaria trazendo as consequências para o Loiro. Entretanto, o espadachim estava preparado para assumir a responsabilidade de sua própria escolha e retalhando a força de segurança da ilha Shells, representada pelos dois marinheiros, o navegador mandou um recado para todo o mundo. Ele não seria um simples espectador nessa grande jornada do pirata Joe Sins.

— Fica atento ai, aquele grupo de antes ainda ta sumido. —

hahaha, não se preocupe, capitão… esse é o meu grande segredo… estou sempre atento!

Respondeu com os olhos fechados enquanto sorria alegremente. Skalovski amava aquele clima de aventura e estava no auge do seu bom humor. Ignorava os perigos que a Marinha oferecia, focando nas possibilidades de uma vida de pirataria ao lado dos novos nakamas. Ainda não havia decorado o nome de todos, mas já eram importantes para o futuro maior espadachim do mundo.

Caso algum deles fosse atacado, usaria sua agilidade e reflexos para atuar em proteção aos companheiros. Utilizaria sua nova katana para retalhar qualquer inimigo, usando de cortes rápidos e eficientes sem muita técnica, focando especificamente em força e rapidez de maneira eficiente. Tentaria também bloquear possíveis ataques recebidos usando sua lâmina. Seria o batedor do grupo e fonte primária de combate enquanto o wrestler se recuperava. Ele precisava de descanso e naquele momento, o capitão estaria ao melhor estilo shaggy "can't touch this".

Boris Skalovsk:
Silent
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Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Seg Out 11, 2021 11:40 pm


Slightly Hangover



Devido a sua visão mais ampla ocasionada por sua estatura, enquanto o líder do grupo ponderava sobre o rumo do bando, Viola olharia ao redor, absorvendo um pouco da cultura mundana que a cercava. ”Orgulho, de fato, é um pecado capital, huh? Até mesmo suas moradias essas pequenas criaturas querem deixar registrado que pertencem a marinha. Milênios passam e continuo não entendendo essa necessidade mortal de pertencimento a algo maior que eles. Seja uma organização, religião, até mesmo amor, algo que deveriam jurar apenas a nós, Deuses. Distraída em sua mente retorcida, quando finalmente voltava a prestar atenção ao redor percebia que seus companheiros iniciavam a caminhar novamente, tomando velocidade aos poucos.

*Sigh*

Suspirava, enquanto uma pequena fração de veia se perpetuava em sua testa. ”Mas que porra! Não posso nem ter uma reflexão em paz sem que esses dois decidam algo. Argh… Essa impaciência humana é realmente uma falha. Com o polegar e o dedo médio massageando carinhosamente pequenas rugas que surgiam na região entre suas sobrancelhas e o começo do nariz, suspirou novamente, sem perceber a duplicidade de sua reclamação ao indicar a falta de paciência “humana” enquanto ela mesma se mostrava ainda mais impaciente. Voltaria a caminhar, correria se fosse preciso, mas apenas até que ficasse a uma distância próxima dos dois a frente, ainda se mantendo atrás como um escudo de carne gigante em caso de ataques vindos por trás. Caso, por alguma infelicidade do destino e devaneio de alguma entidade carismática que observava o desenrolar dessas desventuras do grupo, algum marinheiro resolvesse atacar o grupo, Viola pararia sua debandada dando um pequeno pulo à frente e deixando com que seus calcanhares arranhassem o chão, fazendo com que perdesse velocidade, mesmo que não tivesse tão veloz assim. Aproveitaria da possível poeira que isso geraria, afinal, não importa quão limpa fosse uma rua, quando algo de algumas toneladas pula sobre ela, certamente geraria uma quantidade considerável de dejetos poluentes, e então virar-se-ia na direção do ataque, sem glamour, técnica ou algo parecido, simplesmente um ímpeto furioso direcionado a seus perseguidores, dando chutes vagos na direção do ataque, apenas parra irradiar sua fúria

-Parem de interromper meus pensamentos, PORRA! Humanos inúteis!

Claro, pra qualquer um que ouvisse aquilo e o possível alvo(s) de seus ataques, soaria apenas como uma loucura sem fundamento, mas Viola não poderia ligar menos para isso, dando zero fodas para a opinião alheia. Afinal, é uma Deusa! Independente de ter acertado ou não alguém/algo que tivesse atacado, rumaria na direção do restante do bando, ajustando sua velocidade para se manter próximo a eles enquanto ainda permaneceria atrás.

-Hey, lutador, loiro. Algum dos dois sabem cozinhar? Tô começando a ficar com fome e o cheiro de peixe ali atrás não ajudou…


E então, como se nada tivesse acontecido momentos antes, a gigante falaria num tom aconchegante em direção a dupla que acompanhava. Era apenas sua histeria dando um "olá'' novamente. Para os menos atenciosos, aquela fala soaria apenas como algo normal, mas para quem conhecia a gigante, poderiam perceber nuances de mudança em sua fala em relação ao grupo, como o fato de não mais chamar eles como mortais/humanos com tanta frequência. Sem perceber, a gigante ia lentamente abrindo espaço em seu peito para o resto do grupo. Embora, momentos antes, tivesse literalmente aberto espaço em seus protuberantes airbags para os dois.

Legenda
-Fala-
”Pensamento”

Histórico:

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Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Qui Out 14, 2021 12:59 am




A Chegada dos Professores.

A aula infernal começa


Dia 01 || Shells Town - Baixa || Clima: Quente || Manhã
N° de Postagens do Narrador: 12



A perseguição não tinha acabado, os marinheiros cortados por Boris caíram no chão, chamando a atenção daqueles que estavam no encalço da tripulação. O capitão continuava guiando todo o grupo, seus olhos estavam atentos e perceberam a necessidade de decidir um caminho, foi assim que ele encontrou aquela chamativa placa. Do retângulo de maneira, uma figura chamou a atenção de Sins, uma espécie de Dragão cravado em toda sua extensão, imponente como um ser lendário deveria ser.

O grupo então correu, como crianças eles apostavam uma espécie de corrida, na verdade, era essa visão que percorria a mente do líder daquele bando de degenerados. Viola e Boris seguiam o direcionamento de Sins, diferente do rapaz de cabelos rosados, que quebrou na direção contrária ao trio. As ações do loiro como dito, chamaram a atenção das pessoas ao redor, criando uma confusão generalizada naquela pequena praça. As pessoas corriam desesperadas pedindo por socos, outras aproveitando a situação para furtar alguns objetos existentes nas barracas em frente ao mercado. A última coisa que – principalmente Viola – pode ver, era o rapaz de cabelo rosa descendo o soco nos marinheiros que surgiram à sua frente, captando toda a atenção para si, dando chance para que o trio adentrasse em uma das áreas mais seguras da cidade.

Aquela região não diferia tanto assim da anterior, na verdade, era bem semelhante. Brincadeira, era como se eles estivessem acabado de chegar em uma outra ilha, dentro de Shells! Ruas limpas, casas que tinham a tonalidade da marinha: o azul e branco. Arquiteturas bem construídas, detalhadas e espaçadas umas das outras, trazendo um conforto surreal para os moradores daquela região. Além disso, a estrutura que mais chamava a atenção era a escola marcial existente na área: O lugar era grande, o portão principal alto o bastante para que Viola passasse em pé, algo novo para ela naquela ilha arquitetada para pessoas com uma estatura menor que a gigante. A face frontal do empreendimento contava também com alguns pilares cilíndricos, que sustentavam o dragão de mármore existente no teto daquela escola.

Ao chegarem perto, um marinheiro avançou na direção de Sins, contudo, não era um avanço que carregava hostilidade – Olá senhores! Estão um pouco atrasados. – Bradou o homem corpulento, seus músculos arredondados ficavam em evidência mesmo por baixo do uniforme apertado – Soldados Killins, avise ao professor principal que os professores novos chegaram e que trouxeram visita. – Falou o mesmo homem, olhando de uma maneira estranha para Viola, pelo jeito, ela era a tal visitante. Se o trio aceitasse entrar, veriam que o lugar conseguia ser ainda mais belo por dentro. Contava com um enorme pátio repleto por grama baixa, alguns brancos adornados em metais brancos e uma área ampla com piso amarelado, onde contava com algumas crianças treinando suas respectivas artes marciais – Acredito que a tempestade atrasou a viagem de vocês e acabaram se machucando também? Que perigo está o mar nos últimos tempos. – Disse o mesmo soldado que recepcionou os três.

No momento em que Viola entrasse, veria que o imenso portão do lugar se fechava e um sino no alto de uma torre tocada. Crianças e adolescentes se reuniam no pátio, alguns adultos estavam ali também, cerca de quatro deles – além dos dois marinheiros – Professor Steppender e Robins! É um prazer tê-los aqui conosco, só nos falamos por ligação, é uma honra para mim e essa escola, ter dois renomados artistas marciais aqui. – Disse um homem franzino, de cabelos azulados e pele pálida – E essa com vocês deve ser uma outra professora? Não fui avisado da sua vinda. – Disse um pouco confuso, observando Viola com seus olhos atentos – Vamos poupar tempo, acredito que possam dar uma palinha da aula que farão com as crianças esse fim de semana, certo? – Falou se aproximando de Joe.



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Magma
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Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Dom Out 17, 2021 5:40 am
Godzilla





Teatro, de fato era um ofício interessante, na mente de Joe a capacidade que um ator tinha de dissimular informações era uma das maiores se não a maior, acontece que mesmo quando era criança o wrestler não havia frequentado com frequência teatros e assistido peças, quem sabe se ele tivesse tido mais contato quando criança hoje ele não estaria em um lugar diferente e com menos hematomas, entretanto não foi isso que aconteceu com nosso querido amigo e ironicamente, apesar de não ter frequentado teatros, ele havia passado a maior parte da infância em dojos de artes marciais, ele entendia como tudo aquilo funcionava, e é por isso que a maneira como ele foi recepcionado trouxe uma nostalgia e tanto, de fato, alguém do calibre de Sins deveria ser recebido assim em um dojo de artes marciais, na verdade, ninguém além dele deveria ser recebido tão calorosamente assim.

Caralho... — Ele diria com sua voz ríspida, palavrões não eram tão comuns assim quando se tratava dos militares do mar, entretanto, Joe não era ator, então ele estava pouco se fudendo, só seria ele mesmo.

Os olhos do grandalhão cruzaram o grupo, avaliando um por um de cima a baixo como se estivesse avaliando os portes físicos de cada um dos alunos e dos aparentemente “professores” que os haviam recebido.

Como diria o filósofo Piton, uma oportunidade desperdiçada é uma oportunidade perdida!

Joe abriu um largo sorriso, mais caloroso do que o comum sorriso ameaçador, bom, ele gostava de crianças.

Desculpem, é que meus métodos são meio diferentes, eu acredito que, para ter um bom desempenho em combate é importante que você esteja por completo leve, por isso, as vezes é bom soltar um palavrão ou outro, no meu caso, eu falo toda hora e isso me deixa sempre pronto pra porrada. — Balbuciaria, ele não estava nem um pouco nervoso diante de tantos olhos, sabia que se quisesse arregaçava todo mundo ali na porrada.

Os olhos cruzariam o ar e tocariam o rosto de Boris, assentindo na sua direção.

Bom, eu poderia dar uma palhinha do que vou passar para vocês, mas vamos começar com uma coisa importante, preciso que todos estejam com o físico em dia pra receber a pancada. — Ele continuaria, caminharia com passos pesados e calmos, observando o grupão.

Quando eu quero dizer pancada, eu estou me referindo, literalmente a uma pancada. — O seu sorriso se abriu mais, ele assentiu e trocou olhares com os quatro adultos.

Coloquem a turma para correr por vinte e cinco minutos. — Diria de forma inflexível e logo em seguida negaria com a cabeça.

Não! trinta minutos! é o ideal. — Assentiria, como se estivesse lembrando de um antigo método de treinamento.

Ele olharia para o homem franzino que havia se aproximado dele e daria um sorriso sem graça.

E outra, não foi só a tempestade que nos atrasou... — A expressão de Joe aos poucos se fecharia, os olhos desceram na direção do seu torso onde ainda haviam ferimentos.

Nós fomos atacados ao chegar na ilha, não lembro ao certo o lugar, mas gerou uma comoção, foi um grupo esquisito, eu me lembro de uma mulher, cabelos vermelhos, e um cara grandão, do meu tamanho assim, você conhece alguém assim? — Ele olharia com certa raiva na direção do marinheiro, raiva que aparentemente não parecia direcionada a ele, olharia pra cima como se estivesse tentando lembrar-se de mais detalhes, esse filho da mãe do Joe não era nenhum idiota apesar de ser analfabeto, ele tinha sobrevivido muito tempo nas ruas e sabia que tinha que ser criativo e de certa forma estratégico para contornar situações. E é claro que tudo girava em torno de bater nos outros! não pensem que nosso amigo franzino aqui vai escapar.

Antes que o franzino ou qualquer um pudesse esboçar reações, estapearia o rosto suavemente. — Droga! como eu pude me esquecer disso?!

Os olhos arregalados girariam na direção de uma das crianças, apontaria na direção da primeira que entrasse em seu campo de visão.

Jovem, vá até a entrada, avise que nós vimos o grupo de bandidos subindo a ilha, depois volte, não fica perdendo tempo lá com eles, os marinheiros resolvem. — Esboçaria a urgência em sua voz.

Ele olharia sem graça na direção do homem franzino.

Foi mal, costume de mestre. — Um sorriso sem graça.

Enquanto falava Joe não conseguia deixar de lembrar de um de seus mestres, Eddie, um grappler e tanto que “maltratou” muito Sins quando o wrestler ainda era uma criança aprendendo a como quebrar alguns dentes.

Apontou com o polegar na direção de Viola — Essa grandona é uma pessoa que eu tenho uma grande dívida! Não é professora, mas é uma grande amiga, membra da minha tri.. meu grupo, juntamente com meu irmão Lobins aqui. — Assentiria, apesar de perder um pouco o controle da fala ainda estava despreocupado.


Eu prometi que conseguiria um martelo de batalha para o tamanho dela, você deve saber de alguém na ilha, eu imagino. — Deu-lhe um sorriso animado, assentindo, ele gostaria de cumprir com a promessa a Viola o quanto antes, prometido por Joe, cumprido.

Antes de eu dar uma palhinha, acho que preciso descansar por alguns minutos, ainda estou um pouco machucado da batalha anterior, ela foi realmente feia. — Joe fez uma cara feia, ele queria passar que a destruição causada pelo combate realmente havia sido grande.

Por que não nos apresenta a Academia? vai ser bom para que eu me ambiente com o que possuo para trabalhar aqui, quero tornar esses garotos grandes lutadores. — Um sorriso selvagem brotaria repentinamente de Joe, era a sua presença animalesca tomando conta dele, ele não se parecia nada com um marinheiro, mas quem ligava.

Ele acompanharia o grupo ou o homem caso ele os levasse para uma caminhada, enquanto aos poucos começaria a estabilizar a sua respiração, puxadas leves e soltadas de ar pesadas entre os dentes, como uma panela de pressão.

Sins permaneceria atento durante toda a sua apresentação, caso ele notasse algum ataque na sua direção, uma das mãos seria rápida, mas não para bloquear ou contra atacar, ele faria uma sinal na direção de Viola e Boris, e receberia o golpe em cheio.

Os olhos viajariam o ar suavemente e se prenderiam aos do atacante como a mira de uma sniper, a voz ameaçadora surgiria do próprio abismo e a postura se encheria consequentemente.

O que você está fazendo?! — A besta bufaria e observaria o futuro defunto.



Joe Sins
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Surrados:13.


Ganhos:
[*]02 Perfurações no Abdômen - Lado Esquerdo - 02/04 [TRATADO]
[*]Pequenas Escoriações pelo Rosto - 02/02 [CURADO]
[*] Escoriações e Hematomas pelo corpo - 04/04 (Devido a queda da Taberna) [CURADO]
[*] Perfuração na Região da Clavícula Esquerda - 03/04 [TRATADO]
[*]Corte Mediano na Testa (Vertical) - 03/03 [CURADO]
[*] Escoriações - Hematomas - Cortes/Perfurações superficiais pelo corpo - 04/05


Perdas:
[*]Pequenas Escoriações pelo Rosto - 02/02 [CURADO]
[*]Corte Mediano na Testa (Vertical) - 03/03 [CURADO]

OBJETIVOS:
1. Ser foda.
2. Conhecer o Boris
3. NPC ACOMPANHANTE.
4. Brigar no Bar, porque eu quero.
5. Arrumar mais confusão enquanto a rapaziada chega.
6. Conhecer o resto da futura tripulação.
7. Descer o cacete em uns almofadinhas de um dojo aew.
8. Fugir depois de descer o cacete neles.
9. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
10. Despistar a marinha de um jeito doido.
11. Ir pra Loguetown pra descer o cacete em mais gente.
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Pirata
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Dom Out 17, 2021 11:16 pm

Lucky


Uma vez Boris ouviu seu avô dizer que sorte era a junção entre oportunidade e ação. Mesmo o homem mais sortudo do mundo não ganharia o prêmio da mega sena caso não jogasse. É preciso uma atitude para que o universo trabalhe de modo a fazer acontecer. Demorou muito tempo até o loiro entender o significado desta frase, mas ao ver Joe em ação, toda uma interpretação surgiu num estalar de dedos. O moreno, mesmo machucado e cansado, não hesitou ao ver uma oportunidade se apresentar. A situação não era das melhores e parecia bem suspeita, porém, o wrestler exalava confiança e sua determinação era tão grande que seria muito difícil de algum marinheiro não acreditar em suas palavras. Ele não precisava ser um bom ator para iludir aqueles rapazes, posto que o cenário foi apresentado por eles próprios, portanto, bastava o lutador não estragar tudo sendo suspeito e as chances de serem bem sucedidos permaneceriam nas alturas.

Alguém tem um isqueiro?

Perguntaria mostrando um de seus cigarros. Estava há algum tempo sem fumar e uma tragada o ajudaria a relaxar diante daquele cenário desconfortável. Em seu coração não sentia o menor pingo de desconfiança para com o ato de Joe, contudo, aquela recepção era muito suspeita e o espadachim não se sentia confortável, para isso o cigarro: Um mecanismo antiestresse de grande eficácia. Bastava um momento de simples incômodo para o seu corpo pedir pelo tabaco. Um vício problemático!

Diferente do Capitão, o navegador não era carismático e não fazia muita questão de ser. Sua personalidade era forte, embora possuísse fraquezas para com seus companheiros - principalmente o líder. Era capaz de quebrar toda a postura e agir como um monstro se alguém estivesse em perigo. Não somente por laços e sim pela honra herdada de seu avô. "Um homem que não luta pelos companheiros é pior do que lixo'', lembrou do ensinamento.

Tentando manter a calma, ficaria alerta sem levantar a guarda. O grupo havia diminuído momentaneamente o que facilitava na hora de proteger os demais. Menos alvos, menos pontos, menos distrações. Simples. Confiava em Joe, porém, sabia que o capitão precisava de algum tempo até estar em suas melhores condições e o loiro esforçar-se-ia para garantir a recuperação do nakama. O mesmo valia para Viola, a grande mulher era deveras interessante e possuía conhecimentos inesperados aliado a uma personalidade exótica. Aos poucos o bando tomava forma e Skalovski mal via a hora de zarpar pelos mares.

Boris Skalovsk:
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Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Qua Out 20, 2021 6:50 pm


Kids...



A primeira reação de Altamira perante a situação foi de surpresa. Poucas vezes em sua vida tinha encontrado um lugar que a coubesse, nem mesmo em sua “própria” casa na qual havia crescido cabia a gigante direito. ”Será que tem outros gigantes por aqui? Além do mai, fazer algo desse tamanho só parece um desperdício de dinheiro do contribuinte pra mim… Obviamente deveriam investir num templo para o grande Eu e não numa academia pífia qualquer como essa, humpf.” Ouvia as apresentações e, apesar de suspeita sobre toda a cena, não ligava o suficiente para perder tempo pensando mais a fundo sobre a ocasião, então apenas ignorava o falatório e se perdia em pensamentos novamente.

”Crianças, huh? Infância parece algo tão abstrato e distante pra mim que nem sei o que dizer para essas pequenas criaturas hoje em dia… Uma gafe enorme, considerando que os mortais buscam direcionamento em nós, deuses. Hmm…”

Se o mundo girasse em torno da gigante como ela tão fielmente acredita, certamente estaria chovendo nesse momento. O que é isso? Pela primeira vez desde sabe se lá quando a grande Viola Altamira, reencarnação do deus Kaminari estava admitindo uma falha?! Ultrajante, mas não menos veríssimo. Ela podia tentar fazer todo o contorcionismo intelectual que quisesse, mas não conseguiria sair desse labirinto que lhe mostrava que sua principal função como uma suposta deusa, a de guiar seus fiéis, era falha. Não por vontade própria, mas por ter tido boa parte de sua infância negada, como poderia servir de farol para esses jovens navegantes no mar da vida? Era como tentar pedir dicas de higiene para uma e-girl, você não pode opinar sobre aquilo que não possui. Por sorte, embora não tivesse prestando tanta atenção assim, a palavra “Martelo” dito por Sins a trazia de volta de seu transe e instantaneamente colocava um sorriso involuntário em seu rosto. Não falaria nada ainda, mas mostraria um sorriso genuíno, pois estava feliz no momento.

”Esse Sins é uma criatura curiosa… Esta sendo caçado por boa parte da ilha e ainda pensa em manter sua promessa. Curioso, realmente curioso…

A atitude do rapaz, mesmo não intencional, o fazia ganhar bons pontos no score com a gigante. O loiro também não ficava muito para trás, Viola tinha sua audição aguçada, então mesmo sem querer acabava ficando alerta a tudo e todos ao seu redor, apenas escolhia ignorar as pessoas em boa parte do tempo, mas o loiro era alguém que atraía sua atenção pelo simples fato de não ligar para o seu arredor, assim como ela, mas, ao mesmo tempo, estava pronto para reagir a qualquer inesperado. Como uma raposa sonolenta que nunca se deixa ser pega por qualquer predador. ”Uma pena ele ter esse vício incômodo… Mas bem, ele é apenas humano, não posso julgá-lo tanto assim. E pela segunda vez no dia Viola tinha um pensamento humanamente normal! Em algum lugar dessa ilha provavelmente estava caindo uma tempestade nesse momento ocasionada por estes eventos únicos. Caso alguém respondesse a pergunta de Sins sobre seu armamento, questionaria a seja lá quem tivesse respondido. -Poderia me dizer em detalhes como chegar até essa pessoa, humano? Claro, apenas perguntaria isso caso a pessoa já não tivesse dito a direção em sua reposta, se já tivesse apenas permaneceria calada e, após alguns instantes, direcionaria sua fala para seus companheiros. -Olha, eu estou tentando achar uma arma digna de mim desde que cheguei aqui, então se não se importarem eu vou até onde esse mortal disse que posso encontrar uma. Eu encontro vocês depois. Em um tom incrivelmente baixo, quase imperceptível ao ouvido humano, continuaria, enquanto suas bochechas coravam levemente. -Isso claro, se ainda quiserem uma deusa ao seu lado… Não esperava que os dois tivessem ouvido a última parte de sua fala, a não ser pelo fato de que ela era uma fodendo gigante e mesmo quando fala mais baixo, ainda é naturalmente mais alto que os humanos normais devido ao seu tamanho! Seu tom de voz era naturalmente mais alto devido à distância natural que tinha em relação aos humanos. Esperaria pela resposta dos companheiros antes de prosseguir na direção indicada, se é que tivesse uma, caso ninguém tivesse indicado lugar nenhum ao responder de forma negativa a pergunta do lutador, apenas suspiraria e seguiria o grupo, com um claro desapontamento na cara.

Legenda
-Fala-
”Pensamento”

Histórico:

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Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Qui Out 21, 2021 1:03 am




A Chegada dos Professores.

A aula infernal começa


Dia 01 || Shells Town - Baixa || Clima: Quente || Manhã
N° de Postagens do Narrador: 13



O trio se encontrava imerso em uma falcatrua descarada, bom, pelas ações rápidas e inteligentes de Sins, eles estavam seguros por hora. O capitão com seu palavreado totalmente fora dos padrões chamava a atenção dos membros do lugar, contudo, alguns deles estavam perdidos nas proporções exacerbadas que a estrutura física de Viola representava, já que alguns deles com toda sua experiência, nunca tiveram um vislumbre de um gigante. A avaliação de Joe trouxe resultados, alguns dos homens – professores e guardas – tinham corpos dignos de artistas marciais, já outros, eram velhos e magros, contudo, poderia ser um mestre marcial do mais alto dan – Tudo bem, acontece! Vejo que estão realmente cansados. – Disse o anfitrião com um sorriso amarelo estampado em sua face.

As palavras que saíram da boca do homem logo após causaram um certo burburinho, principalmente entre os alunos que se perguntavam como que aguentar pancada seria útil – Caros alunos, como falei com vocês na reunião de terça feira pela manhã, existem um número inimaginável de artes marciais espalhadas pelo mundo. – Disse o homem que recebeu o grupo – Steppender é um artista marcial de mais alto nível, pouco se sabe sobre sua luta, já que aqueles desafortunados que o enfrentaram, não tiveram chances de espalhar os boatos. – Ele riu com a situação, Sins conseguia entender um pouco mais de quem era o verdadeira Steppender – O mistério é um ponto positivo para um artista marcial, alguém sabe me dizer o motivo?[b] - Indagou o rapaz. Logo uma das crianças ergueu sua mão –[b] Quando não sabe contra quem está lutando, fica mais difícil de criar uma estratégia! – Respondeu a criança.

O anfitrião de cabelos azuis bateu palmas e um sorriso largo ficou visível em sua face – Excelente Jonny! É exatamente isso! Agora vocês percebem o quão agraciados vocês são de poderem aprender com um homem deste calibre, assim como Robins ali atrás. – Apontou para Boris que pedia por um isqueiro – Talvez na cozinha ache um fósforo, mas não fume dentro do território da escola, pelo menos não deixa que ninguém veja. [b]– Disse o marinheiro que abriu a porta momentos atrás. Antes que pudessem falar as palavras de ordem de Sins foram atendidas com uma prontidão incrível, já que os próprios alunos iniciaram a corrida pelo campus, afastando-se cada vez mais do pequeno grupo deixado ali.

–[b] Mulher de cabelos vermelhos e um cara grandão…
– Repetiu pensativo o homem de pele pálida – Samael, conhece alguém com essas características? – Indagou a um dos professores. Samael era um homem alto, de cabelos grisalhos – porém, não era velho -, seu corpo aparentava ser duro como uma rocha, músculos torneados e rígidos – Não, mas posso procurar se o senhor quiser. – Disse o homem com sua voz rouca – Por favor, não podemos deixar nossos convidados sem respostas. – Disse com firmeza o azulado. Uma criança retardatária havia sido o alvo de Sins, rapidamente o pequeno correu com suas pernas curtas até a entrada do lugar, passando o recado para um dos guardas que rapidamente sinalizaram seus companheiros da marinha.

O trio continuou naquele ambiente novo, Boris como sempre estava relaxado e mantendo-se atento aos arredores, já que aquele lugar de uma hora para outra poderia representar um nível de hostilidade sem igual. Viola agia de forma semelhante, mantendo sua atenção em todos que estavam no recinto, por conta da sua altura, era capaz de ver as crianças correndo bifurcação abaixo, seguindo as diretrizes passadas por Sins. O papo continuava de maneira tranquila, o espertalhão do Joe aproveitava para conseguir informações sobre o lendário ferreiro – Ah meu amigo! Você está no lugar certo! – Disse de maneira animada o anfitrião. O esguio homem caminhou alguns passos para sua direita, apontando para um grande galpão anexado a escola – Aqui contamos com o melhor ferreiro da região, pode mandar a senhorita ir lá. – Parou por um momento o seu falatório enquanto era tomado por uma expressão pensativa em sua face – Na verdade, Babu, leve-a até lá. – Ordenou o homem ao outro professor que estava ali.

Babu era um homem alto, mas não no mesmo nível que Joe ou Boris, era ato pro padrão comum dos seres humanos. Cabelo curto e preto, assim como seu físico bem pacato, nenhum ponto de destaque existia em sua aparência, na verdade, nem sequer parecia um artista marcial – Vamos, me acompanhe! – Disse o homem na direção de Viola, ouvindo suas palavras e partindo em passos largos na direção do galpão.

O anfitrião, Sins, Boris, dois guardas e um professor começaram a caminhar pelo lugar, indo em direção ao interior da academia. O lugar contava com uma boa aparência, o porcelanato no chão e os adornos de uma cor branca e brilhante eram responsáveis pela decoração do ambiente – Esses materiais vieram diretamente de Flevance, no North Blue. É chamado de chumbo branco, um minério bem interessante pela sua cor e qualidade. – Demonstrou todo conhecimento do ambiente que comandava, é claro, aquele homem de madeixas azuis não era o líder geral do lugar – O prédio conta com cerca de três andares, com uma quantidade considerável de quartos, aliás, já separei o de vocês. – Continuou a caminhar pelo grande salão branco, recheado por quadros que faziam referência aos dragões e membros importantes que foram formados naquela academia – Nesta parede contamos com alguns ex alunos, como pode ver, alguns deles alcançaram patentes incríveis, como o comodoro Stein. E o nosso lendário caçador de recompensas, Coldzera. – Suas palavras carregavam orgulho – No subsolo contamos com uma área de treinamento grande, usada para realizar alguns campeonatos internos. Na parte posterior da nossa academia, temos uma vasta área verde, com dezenas de bonecos de madeira, um antigo galpão que transformamos em um dojo, o anexo à ferraria, por último o refeitório e a cozinha ficam no térreo, basta seguir esse corredor à esquerda. E então, os senhores pretendem descansar em seus quartos ou farão alguma coisa? – Indagou.

Viola

Viola não demorava para chegar no galpão, o lugar era grande o bastante para que ela pudesse entrar de pé, tendo um conforto interessante. A área contava com dezenas de fornalhas e vários homens trabalhavam ali, a fuligem era algo que se espalhava pelo lugar a cada segundo, sujando rapidamente as vestes da gigante e também a sua pele – Ali, aquele é o chefe daqui. – Disse Babu – Ei Yourk! O Coordenador geral mandou essa convidada diretamente para cá, ela quer um martelo que caiba em suas mãos. – O homem se aproximou, ele era pequeno e com antebraços grandes o bastante para trazer uma estranheza para sua aparência. Sua barba ruiva e seus cabelos longos e bagunçados – da mesma cor – definiam a sua aparência – E então, o que vai querer? – Indagou o homem.



Histórico Geral:

Legendas:

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Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Seg Nov 15, 2021 5:10 am
Voodoo Child





A respiração de Joe ficava cada vez mais suave, acontece que ele não teve sequer um minuto de descanso nessa chegada em Shells Town e pela primeira vez ele conseguiria, dormir? bom, isso é o que nós iriamos ver, os olhos dele avaliaram quadro por quadro analisando os dragões um por um. Em algum momento um quadro dele também estaria em algum lugar, seja em um bar ou em uma academia como esta.

Fiu... — Assobiava conforme seus olhos passavam pelas marcas.


Grandes nomes passaram por aqui.. — Um sorriso selvagem começaria a brotar em seu rosto.

Acredito que futuramente vou enfrentá-los em sparrings, meus olhos estão na grande linha. — As duas esferas cravariam-se no ar a frente como os olhos de uma ábdita besta.

Assim que o guia terminasse suas palavras Sins simplesmente concordaria com a cabeça.

Eu ainda tenho algumas coisas a combinar com meu amigo aqui sobre nossa aula e eu também preciso descansar, se puder levar a gente até nosso alojamento. — Ele ainda mantinha o tom altivo.

Quando a dupla estivesse em seu alojamento ele entraria, os olhos vagariam por todo o cômodo, Joe se sentaria no chão mesmo virado na direção da porta.

Caso o homem ficasse no cômodo também a voz de Sins soaria, ríspida.

Se precisarmos de qualquer coisa eu sei onde te encontrar.

Joe cruzaria as pernas em posição de lótus, como se estivesse prestes a meditar, é claro que ele não faria uma merda dessas, mas tinha que ter pinta de mestre né, e ele tinha visto vários dos seus mestres fazer isso, por que não copiar ele na cara de pau.

Assim que a porta fosse fechada, os olhos alcançariam Boris, a boca se encheria de ar por uns dez segundos, era o tempo que ele julgava o suficiente para o homem se afastar, mentira, era o máximo que ele conseguia segurar.

PFFFFFFFFFFFF  ZOYAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA. — Joe soltaria o ar em uma longa gargalhada.

Se jogaria de costas no chão com a gargalhada, rolando no chão como uma criança risonha.

Continuaria. — Merda, essa foi a melhor.

Ele relaxaria no chão e olharia para o teto, aos poucos a explosão de euforia momentânea iria reduzindo conforme o ar entrava e saia do seu pulmão.

Fuuuu. — O Wrestler soltaria o ar suavemente depois de algum tempo, permaneceria deitado.

Boris é melhor ficar ligado. — Ele giraria o pescoço e olharia na direção de Boris onde quer que ele estivesse.

Vamos esperar a grandona conseguir o que precisa e vamos sair daqui, a poeira já vai ter baixado lá fora também. — Ele apertaria os punhos com força, estalando os dedos.

Como eu acho que não vai dar tudo certo, vamos estar prontos pra descer a porrada em quem encher o saco. — Continuaria com expressão meio cansada.

Alias, se perceber alguém “suspeito” avisa, vai ser foda sair daqui se cercarem esse lugar, então precisamos nos adiantar. — Apertaria os lábios, meio chateado e fecharia os olhos.

Apesar de estar cansado ele controlaria o corpo o máximo possível para prevenir um sono “precoce” não se interessava em dormir ainda, mas mesmo assim se ele não conseguisse é claro que cairia no sono.

A mente normalmente arruaceira começaria a trabalhar o mais rápido quanto lhe era permitido naquele estado, ficar com o corpo parado ajudaria na recuperação, mas não significava que ele precisava ficar com a mente parada.

Tentaria lembrar de todas as saídas possíveis que tinha visto antes quando ainda estava em campo aberto, não só eram meios de escapar como eram meios de possíveis adversários entrarem.

Apesar de ser analfabeto Joe não era um completo idiota, ele sabia desde o primeiro momento em que colocou os pés no lugar que seria exatamente como colocar a mão em um formigueiro, era fácil e indolor colocar e provavelmente seria extremamente dolorido ao sair, e marinheiros eram o tipo mais chato de formiga.

Ele tentaria encontrar a melhor saída, é claro que seria aquela mais próxima do Mar, se tivesse apenas uma que não fosse a que eles entraram ele já ficaria satisfeito, se ele não lembrasse de nenhuma, só não pensaria mais nisso.


Ai Boris. — Quebraria repentinamente o silêncio que ele mesmo havia criado.

Não abriria os olhos ou moveria a cabeça, ele sabia que Boris estava ali.

Os caras que estão vindo, será que são fortes? — A frase seria seguida de um longo bocejo.

Se eles forem tão psicóticos quanto o marinheiro cachorro vai ser algo interessante.. — Os lábios se apertariam e aos poucos um sorriso sem dentes se formaria.

Ffffffffff. — O nariz faria um longo som conforme o ar passava por ele e enchia os pulmões do maior porradeiro dos sete mares.

A voz dele era áspera como sempre, e o sorriso selvagem se abriria, Joe relaxaria todos os músculos e esticaria as costas. — Tô sentindo..

Tem porradaria e confusão se aproximando. — Os olhos da besta se abririam e perfurariam o teto do alojamento.

Uma nuvem, ou melhor, uma árvore pairava sobre a Academia, todos ali estavam prestes a presenciar o poder ascendente da Wolhaiksong.












Joe Sins
PDV:4223 (:wing:)
STA:40

Vício:04/10
Compulsão:01/10

Posts:14
Surrados:13.


Ganhos:
02 Perfurações no Abdômen - Lado Esquerdo - 02/04 [TRATADO]
Pequenas Escoriações pelo Rosto - 02/02 [CURADO]
Escoriações e Hematomas pelo corpo - 04/04 (Devido a queda da Taberna) [CURADO]
Perfuração na Região da Clavícula Esquerda - 03/04 [TRATADO]
Corte Mediano na Testa (Vertical) - 03/03 [CURADO]
Escoriações - Hematomas - Cortes/Perfurações superficiais pelo corpo - 04/05



Perdas:
[*]Pequenas Escoriações pelo Rosto - 02/02 [CURADO]
[*]Corte Mediano na Testa (Vertical) - 03/03 [CURADO]

OBJETIVOS:
1. Ser foda.
2. Conhecer o Boris
3. NPC ACOMPANHANTE.
4. Brigar no Bar, porque eu quero.
5. Arrumar mais confusão enquanto a rapaziada chega.
6. Conhecer o resto da futura tripulação.
7. Descer o cacete em uns almofadinhas de um dojo aew. (Quase.)
8. Fugir depois de descer o cacete neles.
9. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
10. Despistar a marinha de um jeito doido.
11. Ir pra Loguetown pra descer o cacete em mais gente.


Van
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Van
Pirata
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Ter Nov 16, 2021 9:24 pm

Calmaria


A confusão dos marinheiros era mais um ato em meio à todo o caos provocado por Joe em qual o destino paga suas melhores cartas para a progressão do moreno. Ele possuía a sorte de um verdadeiro rei e essa corrente era a melhor possível dentre as possibilidades. Por que ignorar uma aventura imprevisível quando ela parece tão divertida? Boris se via como um marinheiro momentaneamente. A mente viajava em um cenário onde ele possuía estabilidade e ferramentas para treinar e alcançar o melhor estágio possível em sua vida como espadachim. Entretanto, a pergunta que não calava em sua mente nebulosa “Mar calmo faz bom marinheiro”? O ditado que seu avô costumava dizer o contrário e embora tenha fácil entendimento, o loiro interpretava de maneira literal. Bastou a vida lhe mostrar o que uma boa bagunça era capaz de proporcionar para ele entender o que estava tão óbvio esse tempo todo.

Perdido em pensamentos, o espadachim era levado até os dormitórios onde iniciava uma conversa com o seu capitão e pela primeira vez via o lado prudente do wrestler. “Até mesmo Sins pensa nas possibilidades. Heh, quem diria… Ele não é tão inconsequente assim.” Analisaria deixando um breve sorriso escapar de seu rosto ao ouvir as preocupações de seu nakama. Para Skalovski, enquanto estivesse na posse de uma boa lâmina, nada havia a temer. Simples assim!

Não se preocupe, Capitão… Eles foram atraídos pela sua “sorte”. Tenho certeza que são especiais e voltarão em breve… Talvez não tão bem, mas voltarão! Hahahaha

Gargalhava ao lembrar do quanto já se arrebentaram em tão pouco tempo juntos, mas assim como um inseto atraído por uma luminária, certamente os nakamas iriam se juntar em breve. Sua confiança no futuro do bando era inabalável e como participante dessa viagem, não havia dúvidas no potencial do grupo. O que o caos uniu, nada separaria. Era uma lógica existente apenas na mente do loiro, mas o tranquilizava e era responsável pela confiança nos demais integrantes.

— Os caras que estão vindo, será que são fortes?  Se eles forem tão psicóticos quanto o marinheiro cachorro vai ser algo interessante..  Tô sentindo..  Tem porradaria e confusão se aproximando. —

Será?  

Fechou os olhos e cruzou os braços atrás da cabeça. Imaginou um novo inimigo no mesmo nível do anterior. Nas condições atuais e com sua nova lâmina talvez fosse um bom desafio. Um espadachim de verdade era aquele que vivia pela espada. Enfrentar aqueles oponentes usando apenas as pernas gerou um cansaço desnecessário e conseguir a katana após estar machucado só serviu para limitar os seus movimentos, entretanto, portar uma estando 100% era uma outra história. Ninguém colocava medo no loiro, nem mesmo seu próprio capitão, embora o tal não fosse visto como um oponente em hipótese alguma.

Uma coisa que eu aprendi nesse pouco tempo é que o caos te acompanha, então vou descansar e esperar a porta bater. Sugiro que faça o mesmo, Capi...  

Teria o loiro feito uma piada? A resposta não será encontrada tão cedo pois o mesmo colocar-se-ia a dormir. As chances de serem descobertos eram altíssimas e estavam em grande risco, contudo, o navegador simplesmente fechou os olhos e jogou na roleta da confiança em sua sorte e tentaria dormir para descansar e estar bem disposto futuramente. Sabia que poderia ser preso enquanto dormia, mas havia uma mágica diferente em acompanhar Sins e nesse show ele pagava o ingresso cujo valor era sua liberdade e sua vida. Mesmo que o espetáculo fosse curto, Boris aproveitaria cada cena até que as cortinas se fechem e o evento acabe.
Boris Skalovsk:
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Pirata
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Seg Nov 22, 2021 6:47 pm


Hammer Time!.




Viola se alegrava com as palavras do ruivo, sua vaidade fazia com que o fato de fuligem grudar por todo o seu corpo e vestimentas a incomodasse levemente, mas estava excitada demais com a ideia de finalmente ter um armamento para ligar para isso. ”Hmm… O que vou querer… Estava tão focada em conseguir uma arma que nem me toquei de que tipo de arma eu queria… Talvez um martelo ou marreta de combate? É o tipo que tenho mais familiaridade quando ficava brincando com o mjolnir do loirinho…” Com uma das mãos sobre o queixo, ficaria parada por uns instantes ponderando sua resposta, até que finalmente responderia o ferreiro. -Diga, humano, você consegue fabricar um martelo ou marreta de combate? Algo com o que eu possa esmagar alguns insetos que ousaram ficar no meu caminho. Se puder, coloque um símbolo de trovão ou raio em algum lugar, afinal é o símbolo de minha divindade. Algo digno de uma deusa!- Seu tom seria ríspido e direto, lembrando bem um comandante militar dando ordens a seus subordinados. Devido a sua voz melódica, era bem fácil para a gigante adaptar seu tom de voz para passar exatamente o sentimento que queria e, devido a ser quem é, podia até mesmo amedrontar aqueles mais fracos de espiritos, o que ela acreditava não ser o caso com o pequeno ruivo a sua frente, afinal, alguém que passa o dia em uma forja acaba ganhando uma resiliência de uma forma ou de outra.

”Faz tempo que não venho a uma forja… A última vez foi quando visitei a forja de Hefesto para buscar minha arma. Me pergunto como esta aquele careca. Como divindade era uma fraude, mas de fato suas criações eram algo muito além da capacidade humana. Se eu apenas soubesse onde caralhos esqueci meu martelo…”

Lamentava o fato de ter perdido sua arma sabe-se lá onde (Apesar de que isso, supostamente, tivesse ocorrido a milênios atrás em outra encarnação sua). Como não teria nada para fazer enquanto o pequenino fazia seu item, se sentaria em algum canto e analisaria brevemente o local, não procuraria nada em específico, apenas fitaria o local como um todo tentando memorizar onde estava cada coisa, no caso de algo inesperado acontecer. Obviamente, Viola pouco se importaria se um pandemônio acontecesse no local, mas no momento não deixaria nada interromper o trabalho do homem, afinal, aquilo era sua prioridade desde que pisou nesta ilha. -Vou ficar aqui no canto enquanto trabalha, mortal, se precisar de algo… Basta pedir. Não se preocupe, não deixarei ninguém lhe perturbar enquanto trabalha. Ao terminar sua frase, fitaria todo e qualquer um que estivesse próximo com o ódio de todos os reinos celestes em sua face, demonstrando que realmente queria dizer aquilo que acabava de sair de sua boca. Encostar-se-ia contra a parede, sentando em algum lugar que a coubesse. Aproveitaria para checar seus pertences enquanto isso. ”Acho que os humanos usam essa pequena nota de papel para efetuar suas transações comerciais… Tsk, não tenho muito, mas o mortal ali nem deve me cobrar nada, afinal, é uma honra para qualquer ferreiro manufaturar um armamento para a grande Deusa, kikikiki. O senso comercial da gigante não era dos melhores, nem mesmo quando “era” apenas mais uma humana de tamanho anormal. Como fora adotada por uma familia de bens relativamente altos, nunca passou lá muita necessidade, então nunca fez muita questão de dinheiro e, depois de “reencarnar” como uma divindade as pessoas acabavam “dando” as coisas para ela após ela consumir, pois tinham medo da resposta da gigante caso fossem cobrá-la, o que era um equívoco tremendo, pois apesar de ser irracional em muitas coisas, a gigante sabia, apesar de não entender muito bem, que aquele pedaço de papel podia ditar muito bem a vida de uma pessoa, portanto, não se importava de pagar por um serviço, desde que este fosse de seu agrado, claro.

Caso percebesse que demoraria mais do que imaginava e por estar tão ansiosa, tentaria tirar uma “meia soneca’ enquanto aguardava, isso é, fecharia os olhos mais ainda continuaria ouvindo tudo ao seu redor, principalmente com sua audição aguçada, caso percebesse que estava de fato caindo no sono, abriria os olhos novamente e daria pequenos tapinhas no rosto para despertar, voltando a fechar os olhos logo em seguida e mantendo sua atenção a sua audição, uma cena que podia parecer esquisito para quem visse, mas que a deusa não ligaria de fazer mesmo assim. Se o serviço fosse feito, tomaria em mãos o armamento feito pelo homem, se afastando brevemente de todos ali em um local mais aberto para dar alguns “swings” com a arma e sentir seu peso, forma e tudo mais, adaptando-se a seu novo item. -Hoho… Bem interessante, mortal. Bem interessante mesmo! Vou ficar com ela, ficou do meu agrado! Kikiki. Continuaria balançando a arma contra o ar por alguns instantes, a guardando em sua cintura logo em seguida em qualquer lugar que a prendesse. -O que lhe devo por esse trabalho, humano? Iria novamente na direção do ruivo, questionando-o sobre o valor do serviço prestado. Aguardaria sua resposta e, caso tivesse a quantia solicitada, pagaria sem muita cerimônia, afinal havia gostado do item. Todavia, caso o valor fosse maior do que ela possuía, inventaria algo para o homem que era uma meia verdade, mas não deixava de ser a intenção da moça. -Tsk. Acho que deixei meus pertences com o restante do grupo… Se importaria se eu pagasse outra hora? Não se preocupe, uma deusa nunca quebra suas promessas, pegarei a quantia solicitada com o restante do grupo e voltarei aqui para pagá-lo. Questionaria o ruivo, sem muita cerimônia e, ele concordando ou não, afinal, ela realmente não daria uma foda para a opinião do ruivo, iria na direção do homem que havia levado a gigante até ali. -Me leve até onde esta o restante dos humanos com quem cheguei, pegarei a quantia solicitada e voltarei aqui. Novamente com seu tom autoritário, seguiria o homem caso o mesmo indicasse o que lhe foi pedido.

Se, porém, a arma ainda não tivesse ficado pronta, começaria a ficar impaciente, batendo seus dedos contra o chão um após o outro do indicador ao polegar de forma sincronizada. ”Sério, Hefesto já teria feito umas 15 armas nesse tempo… Tsk. Porcaria de mortais, não prestam nem pra isso! Pensaria, apesar de não dizer nada externamente, pois gostava de respeitar o trabalho alheio, o que não a impedia de ter esse tipo de pensamento.

Legenda
-Fala-
”Pensamento”

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Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Sab Nov 27, 2021 11:44 am




A Chegada dos Professores.

A aula infernal começa


Dia 01 || Shells Town - Baixa || Clima: Quente || Manhã
N° de Postagens do Narrador: 14



Joe e Boris

As apresentações da Academia aconteciam de maneira tranquila, o lugar era grande como dito anteriormente, digno da reputação que carregava em Shells – Claro! Me acompanhe por favor. – Falou o homem com um sorriso largo em seu rosto, subindo as escadas em direção a um andar repleto por quartos – Fiquem a vontade para me chamar! – Bradou o velho antes mesmo que Sins pudesse externar toda sua educação. O lugar era grande, contava com suas camas de casal devidamente arrumadas; duas cômodas com três gavetas – uma para da cama. A janela era grande, a vista dava para o campo florido na frente da estrutura, onde eles estavam anteriormente falando com os alunos. O banheiro era grande, contava com uma espécie de bacia de grandes proporções, feita de porcelanato, com alguns adornos dourados em sua extensão, ou seja, era uma bela de uma banheira dahora.

O tempo passava naquele quarto e a dupla em seu interior trocava algumas palavras, enquanto aproveitavam o tempo de paz para relaxar e recuperar suas energias. Eles sabiam que uma hora ou outra o caos bateria em sua porta novamente, já que aquele grupo de desajustados pareciam mais um imã par a confusão. O sol que estava no ápice do seu calor começava a se mover em seu ciclo normal, mostrando a passagem do tempo e perdendo parte do seu calor no percurso, o meio da tarde dava suas caras de maneira simples e direta.

Toc! Toc! Toc! – As batidas na porta indicavam a presença de alguém do lado de fora, o som era alto o bastante para acordar Boris, que parecia estar em seu vigésimo sono – TOC! TOC! TOC! – As batidas foram mais altas que as primeiras, o que significava uma certa pressa por parte daquele que estava ao lado de fora. Antes mesmo que pudessem de fato abrir a porta, o som metálico da chave penetrando a maçaneta e girando toda a estrutura percorreu o ar, assim como a abertura total da única linha de defesa naquele quarto – Senhores, desculpem... mas temos um problema. – Disse o velho com o cenho franzido, estava visivelmente estressado e com o olhar de poucos amigos – Chegaram algumas pessoas dizendo serem vocês, podem me acompanhar para que possamos resolver esse equívoco? – Indagou o homem com propriedade, que estava acompanhado por mais uma dupla de homens robustos, utilizando trajes da academia – aparentemente alunos em seu último ano.

A situação da dupla era complicada, o caos havia batido na porta mais cedo do que eles esperavam. Quais seriam suas ações? Enfrentariam os homens ali mesmo? Seguiriam o fluxo e tentariam defender suas novas identidades? Pulariam pela janela no maior estilo fuga das galinhas?


Viola

Viola estava no local onde conseguiria sua arma e em meio às palavras do ruivo, percebeu que ainda não tinha definido qual arma iria usar em batalha, optando na verdade pelo armamento usado em suas vidas anteriores, bom, isso é o que ela acha – Certo! Não deve demorar, sou conhecido pela minha técnica apurada e velocidade no mesmo nível. – Respondeu o homem de maneira tranquila, repetindo em sua mente as palavras da mulher sobre o pedido realizado. Ele então partiu mais fundo no lugar, dando algumas olhadas para trás como se estivesse medindo as proporções da garota.

O som das batidas ecoavam pelo lugar, tanto ele quanto outros homens trabalhavam em diferentes projetos. O homem que havia anteriormente acompanhado a mulher permanecia por ali, ligeiramente afastado para que pudesse dar espaço para gigante descansar com tranquilidade. AS batidas ficavam mais altas, o calor aumentava e o som do metal sendo moldado em diferentes forma soavam como um conserto, todos pareciam felizes em exercer suas funções e carregavam nitidamente a maestria em seus movimentos. O suor escorria pelos seus corpos a cada batida, principalmente do ferreiro que estava forjando a arma da mulher, que caso observasse o veria em total imersão no seu trabalho, parecia que estava colocando seu próprio coração naquela criação.

O sol caminhava pelo céu, a passagem de tempo acontecia enquanto Viola dormia, sendo acordada com um pequeno “cutucar” do velho ferreiro – Aqui está. – Disse de maneira curta e grossa, ele estava visivelmente cansado e mostrava ao lado cerca de seis homens colocando o grande martelo no chão, tendo todas as especificações pedidas pela criminosa, que nesse caso estava agindo como uma das professoras que chegaram de viagem – Não, como você é um dos professores convidados, fica por conta da casa. – Falou o homem com um sorriso de satisfação em seu rosto.

Por fim, o homem que havia levado a mulher até ali se aproximava em passos largos – Senhora... com licença! Você está sendo convocada até a entrada. – Bradou mostrando estar visivelmente alterado, como se algo estivesse errado ou alguma complicação tivesse acontecido enquanto Viola dormia tranquilamente.



Histórico Geral:

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Magma
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Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 4 QJl0Vn
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07
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Magma
Pirata
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Seg Dez 06, 2021 4:34 pm
Gangsta Paradise...





É claro que se Gangsta Paradise estivesse começando a tocar, a introduçãozinha, hmm, seria uma cena sensacional devo concordar, mas não era o caso! as palavras despertaram a besta de seu torpor, talvez a região mais frágil de seu corpo, já que suas bolas eram de aço, as pálpebras abriram-se e revelaram os olhos brilhantes, ele observou o homem em silêncio, suas sobrancelhas franziram-se vagarosamente e sua expressão fechou-se tanto quanto a daquele que o tivera indagado.

O que você disse? — Como se não tivesse escutado.

Quem teve essa audácia? — O sorriso selvagem começou a desenhar-se no rosto do lutador, ele abriu-se em um arco assustador e todo o seu rosto respondeu, sua expressão arqueou-se para cima como a de um demônio chinês e sua postura intimidadora cresceu ainda mais.

Levantaria do chão e ficaria de pé alto e reto como uma lança, a única coisa que transpassaria a própria postura era o peito estufado como o de um falcão.

Loiro, seja lá quem forem esses malucos, é uma ótima hora para começarmos as aulas não acha? — A expressão de Joe era tão intensa que uma veia pulsante estava claramente destacada à direita da sua feição.

É claro que nós vamos resolver isso, é uma situação muito irritante, diga-se de passagem. — Daria dois passos na direção do homem e em seguida assentiria.

Aproveite e convoque os Alunos de volta ao pátio, eu e meu amigo já estamos em condições de ensinar, vamos aproveitar essa deixa. — Estalaria os dedos de ambas as mãos, em seguida pescoço.

Vamos... — Olharia na direção de Boris e faria um movimento com a cabeça, chamando-o.

Sins não diria nada no seu caminho até o pátio, ele caminharia com sua expressão selvagem do começo ao fim do trajeto, assim que a dupla estivesse frente a frente com os seus falsários Joe cruzaria os braços à frente do tórax robusto e soltaria o ar com força, aos poucos sua expressão ficaria cada vez mais suave.

Ele deixaria que falassem o que quisessem, permaneceria em silêncio até que a gigante entrasse em seu campo de visão.

A mão esquerda escaparia do aperto e se colocaria à frente da boca, o wrestler daria um longo bocejo e logo em seguida um sorriso bem aberto se colocaria em seu rosto, agora curado de suas feridas, da mesma forma que um saiyajin ele com certeza estava mais forte do que antes.


O que você disse mesmo? — De fato, ele não prestaria atenção em nada.

Antes que qualquer um pudesse responder, Joe levantaria a voz e a mão esquerda livre faria um gesto, chamando a atenção de quem pudesse.

Olha, cara, nós dois sabemos quem nós somos e a verdade é que o seu disfarce é péssimo, porque você está se passando por outra pessoa hein? — Ele faria uma negação com a cabeça como se estivesse completamente desapontado com aquela existência.

Só existe uma forma de resolvermos isso... — Um sorriso malicioso surgiria no rosto de Joe, seus passos eram vagarosos e calmos, ele começaria a caminhar ao redor do grupo conforme a gigante se aproximava, isso é se ela já não estivesse lá.

Todos nesta Academia conhecem minha fama e sabem do que eu sou capaz, então, eu não vejo um jeito melhor de mostrar a eles a sua real identidade... — Mais uma negação com a cabeça, ele pararia de caminhar atrás de um dos mestres, de preferência aquele que estivesse sem armas cortantes! Smile

Dizem que, os grandes têm um sexto sentido diferente, você, por acaso sente algo? — Joe sabia quem eram aqueles dois, era lógico, enfrentá-los era algo completamente extasiante para ele, seus olhos se apertaram suavemente.

Está pronto? — Um último estalar dos ossos das mãos anunciaria o início do conflito como um gongo, o combate seria inevitável, atrasá-lo só seria um incômodo.

Quando a gigante estivesse no alcance do combate Joe lançaria uma piscadela na direção de Boris, sem hesitar ele se moveria e abusaria de toda sua prontidão, dois passos para frente em trote para atingir o seu pináculo de velocidade.

Ele não era burro, contra inimigos que ele tinha certeza que podiam lhe trazer algo interessante ele lutaria com tudo de sí e ainda por cima estaria atento, o medo é uma arma para a sobrevivência humana, a existência dele em Joe era meramente para que ele soubesse quando precisava descansar, e nesse exato momento, ele não tinha medo algum.

Quando o adversário estivesse no alcance de suas pernas ele lançaria a perna esquerda em um pisão contra as costas do oponente, caso o adversário tentasse retaliar com um golpe superior ou inferior Joe deixaria o golpe entrar, meramente para sentir a força do adversário, mesmo que isso o lançasse longe, se fosse para fazer um bom combate ele sacrificaria a si mesmo, rolaria pelo chão após o golpe sofrido e quando a energia já tivesse dispersando-se usaria as solas dos pés para travar o recuo.

Preparem-se para ver o poder de Steppender... — Um sorriso selvagem surgiu em seu rosto, ele conteria as próprias dores e começaria a caminhar na direção do professor, a besta tinha saído da jaula, e agora ela tinha noção com quem estava lidando.





Joe Sins
PDV:4223 (:wing:)
STA:100

Vício:05/10
Compulsão:01/10

Posts:15
Surrados:13. VAI TER MAIS JAJA >Smile


Ganhos:



Perdas:
[*]Pequenas Escoriações pelo Rosto - 02/02 [CURADO]
[*]Corte Mediano na Testa (Vertical) - 03/03 [CURADO]
[*]02 Perfurações no Abdômen - Lado Esquerdo - 04/04 [CURADO]
[*]Pequenas Escoriações pelo Rosto - 02/02 [CURADO]
[*]Escoriações e Hematomas pelo corpo - 04/04 (Devido a queda da Taberna) [CURADO]
[*]Perfuração na Região da Clavícula Esquerda - 04/04 [CURADO]
[*]Corte Mediano na Testa (Vertical) - 03/03 [CURADO]
[*]Escoriações - Hematomas - Cortes/Perfurações superficiais pelo corpo - 05/05[CURADO]

OBJETIVOS:
1. Ser foda.
2. Conhecer o Boris
3. NPC ACOMPANHANTE.
4. Brigar no Bar, porque eu quero.
5. Arrumar mais confusão enquanto a rapaziada chega.
6. Conhecer o resto da futura tripulação.
7. Descer o cacete em uns almofadinhas de um dojo aew. (Quase.)
8. Fugir depois de descer o cacete neles.
9. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
10. Despistar a marinha de um jeito doido.
11. Ir pra Loguetown pra descer o cacete em mais gente.
Van
Imagem :
Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 4 350120fla
Créditos :
36
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Van
Pirata
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Seg Dez 06, 2021 8:31 pm
CALMARIA


A aventura do grupo recém-formado passava por altos e baixos constantemente. Os poucos momentos relaxantes eram seguidos por sequências intermináveis de confusão, barulho e porradaria gratuita. Por onde Joe seguisse, seria acompanhado por uma nuvem de acasos e conflitos. Por conseguinte, Boris surfava essa onda caótica como um nascido do Havaí, curtindo cada movimento em sua plenitude e agradecendo ao sol por vivenciar essa experiência. Mas assim como o dia tinha seu tempo limitado, a calmaria na vida dos novos piratas também. Não demorou para os marinheiros surgirem em sua porta reportando um suposto problema de identificação.

Vamos lá…

Responderia com um sorriso no rosto, passando a portar a katana pela bainha com a mão esquerda para que possa desembanhar facilmente com a mão destra, mostrando com pequenos detalhes o motivo de estar sempre de Prontidão. Não bastava ter bons reflexos e intuição, precisava também adiantar-se aos problemas futuros e adequar-se de maneira a potencializar suas ações de modo a atingir resultados positivos com mais facilidade. O loiro trazia em sua personalidade, uma vida repleta de experiências hipotéticas e receios, os quais formavam trechos de sua personalidade hipocondríaca no jeito de viver. Estar preparado para o que possa vir era mais eficaz do que agir sem preparação. Simples assim.

Hora da didática...

Acompanharia o Capitão lado a lado, mas assim que chegassem no lugar apontado pelos marinheiros, buscaria um lugar para se sentar e assistiria o espetáculo promovido pelo companheiro, mas não o assistiria inicialmente. Deixá-lo-ia agir à sua maneira pois Joe era conhecido pelo seu jeito egoísta e exagerado de lutar enquanto o espadachim preferia duelos mais técnicos. Eram estilos completamente diferentes que de alguma forma encaixavam no mesmo grupo. Skalovski sabia que eventualmente precisaria abrir mão e ser menos discreto, pois o título de maior espadachim do mundo não viria apenas com algumas vitórias. Precisaria também ser famoso e reconhecido por todo o mundo. Até nisso a presença de Joe era importante pois o ensinava a abraçar o reconhecimento externo e o glamour oriundo de admiração genuína.

Alguém tem fogo?

Perguntaria puxando um cigarro do maço em meio a toda aquela confusão. A tranquilidade com a qual lidava com a situação seria espantosa, não por ser um bom ator, mas por confiar completamente em seu líder. Conhecia o gênio de Joe e por isso previu que uma grande confusão se iniciaria em poucos minutos e ele como um bom fã, estava se posicionando da melhor maneira possível para curtir de camarote.

Na hipótese de capitão pedir por ajuda, sairia de sua posição confortável e o ajudaria usando sua lâmina para cortar e bloquear possíveis ataques, sempre com movimentos simples e eficazes. A prontidão habitual o deixaria em alerta para agir sem hesitação e sem demora, ou seja, Sins pediu, Sins recebeu. Quanto à sua própria defesa, não havia motivos para se preocupar inicialmente, logo, seu foco de atenção seria apenas o espetáculo prestes a se iniciar.

Boris Skalovsk:



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