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Kenshin
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KenshinDesenvolvedor
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Os Monarcas - I Efeito Borboleta Seg 10 Maio 2021 - 22:03
Relembrando a primeira mensagem :

Os Monarcas - I Efeito Borboleta

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civil Daisuke Ito, Saori Ito e Alexander Lancaster Cavendish III. A qual não possui narrador definido.

_________________

Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 13 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

DarkWoodsKeeper
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Dom 10 Out 2021 - 21:52
Badar Alluartie
Efeito Borboleta




A música parecia ter surtido efeito! Todos estavam dançando e se movendo no ritmo da melodia. Shinto puxou palmas compassadas com a batida da canção e tornou o momento ainda mais evolvente para o público! Eu toquei a todo o vapor com Elliot, que havia me desafiado para acompanhá-lo, algo que encarei como um jogo divertido.


Quando terminamos, recebemos uma salva de palmas, algo novo para mim. Eu nunca havia recebido aplausos de uma plateia tão grande. Na verdade, eu nunca havia me apresentado para uma plateia como aquela. Eram sempre as mesma performances para os Rare Hunters, e elas nunca eram musicais.


Tantas experiências novas juntas me deixaram extasiado, e eu devia aquilo a Elliot, que tocou de bom grado comigo. Ele parecia ter ficado nervoso no início quando eu chamei atenção, mas sua desenvoltura provou o quão bom músico ele era. Fui até Elliot após o final da nossa apresentação e falei:


- Você foi incrível, Elliot! obrigado por ter tocado comigo! Nunca vou esquecer da nossa apresentação! - lembrando da sua timidez, eu acrescentei - E não fica envergonhado. Você é um músico muito bom e todo mundo precisa te ouvir! Mas você só vai conseguir mostrar isso se tocar para os outros sem medo! Confia em mim, eu passei por isso também!

Eu então estenderia minha mão para um aperto de mão e, caso ele permitisse, eu o transformaria em um abraço. Enquanto isso, algumas pessoas contribuiram com dinheiro para Elliot. O que me fez comentar:


- Não se preocupa! O dinheiro é todo seu! - falei, esboçando um sorriso no rosto.


Antes que a atenção do público se dispersasse, eu diria:


- Obrigado a todos por ouvirem! Não se esquçam desse garoto! - apontei para Eliott- Ele é um músico incrível! Ahem... Mas eu vim aqui pra fazer mais do que só tocar música... E eu não vim sozinho! - Usei essa deixa para chamar Balto, Shinto e John para perto. - Tem outra coisa que vocês precisam ouvir! - me virando para Shinto e John, eu então sussuraria - Agora é com vocês.


Eu voltaria para perto de Eliott e perguntaria:


- Ei! Você topa tocar mais uma música? Podemos tocar algo suave para acompanhar a fala dos meus amigos! E eu não acharia ruim tocar contigo de novo!


Caso ele aceitasse, nós tocaríamos uma sonata para inspirar a plateia prestes a ouvir um discurso.


Música tocada: Isabella´s Lullaby


Informações

  • Falas
  • Pensamentos

  • Posts: 18

  • Ganhos: Masuku Kitsune (presente do evento), adaga da Shiranai
  • Perdas: Calçados com lâminas




Objetivos

  • Aprender pesca
  • Aprender zoologia
  • Ensinar um comando de caça a Balto
  • Encontrar o resto do bando
  • Adquirir uma arma principal (Lâminas da lua crescente) e facas (adagas) de arremesso
  • Adquirir uma flauta (ou ocarina ou outro instrumento de sopro)
  • Fazer uma performance (e tentar ganhar uns trocados hehehe)



"Só as feras estão além da mentira"     -Rexxar

▲ Thanks, Frankie @ Graphic Dreams ▲

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Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 13 3lcCq0g
Jean Fraga
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Créditos : 05
Jean FragaEstagiário
https://www.allbluerpg.com/t1620-liu-feng#17327 https://www.allbluerpg.com/t1586-morte-e-sangue
Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Qua 13 Out 2021 - 18:24


Efeito Borboleta


- O Começo Do Fim  -

A forma como me direcionava ao homem não parecia ser a melhor, ponto a ser anotado para uma próxima aproximação.

Ainda assim, Kaplya parecia salvar nossa conversa comentando sobre a bebida do mesmo, assim como a existência de uma leve cordialidade no minerador.

— Tens certeza? – Dava uma tapinha sobre o ombro de Sveta – Nunca vi Kaplya perder em um campeonato de bebida, será... minimante interessante.

Vendo o primeiro copo sendo enchido, ia ao ouvido de Kaplya, — O primeiro eu tomo, porém se prepare para as próximas rodadas... – Erguendo-me, sorria pegando com a mão o copo.

— Temos um acordo então, prepare-se para ouvir o que temos a dizer! – Levando ao centro, esperava por um brinde, então caso fosse um copo médio/grande, tomaria em goles moderados, já no caso de um copo pequeno, tomaria de uma vez.

Com o sabor forte da bebida, faria uma cara amarga, porém que aos poucos se normalizava, — Vocês aqui não brincam hein... – Gargalhando ao fim, cumprimentava os demais mineradores que teriam se aproximado.

Ficando levemente animado mesmo com apenas um shot da bebida, eu envolvo Kaplya com meu braço, abraçando-o, — Certo... Tenho agora uma aposta pessoal com você Kaplya... - Apontando a garçonete, esperava que ela enchesse meu copo, assim, tomando mais uma dose, fazendo novamente uma careta, diria ao meu amigo - Se eu beber mais que você, tu não poderás reclamar deu sair com sua filha. - Torcia que a ideia funcionasse, visto que precisava ganhar tempo e acreditava ser uma boa forma de convence-lo a falar menos e beber mais.

Assim pegando a garrafa com minha mão, encheria tanto meu copo novamente como o copo de meu companheiro, fazendo assim até que estivesse tonto o suficiente para sequer notar que não estava em alto mar.


HistóricoInfo
Nº de Posts: 13
Ferimentos

  • N/A

Ganhos:

  • ฿S 2.000.000 - Roubado em jogo de apostas

Perdas

  • N/A





Última edição por Jean Fraga em Seg 1 Nov 2021 - 7:24, editado 5 vez(es)
Madrinck
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Créditos : 11
MadrinckEstagiário
https://www.allbluerpg.com/t323-john-doe https://www.allbluerpg.com/
Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sex 15 Out 2021 - 21:32
John Doe o Confeiteiro
Ascensão de um novo grupo



Eu estava bem alegre, que local incrível, e aquela musica que corria por todos os cantos da praça era magnifica, estava claro que o pequeno Badar tinha talento para aquilo, e aquele outro que estava a tocar junto com ele era juntamente esplendido, eu tinha até um pouco de inveja já que se o John não tivesse nascido escravo ou algo do gênero talvez ele desse um ótimo bailarino, músculos e sutileza em um só corpo, isso! Eu dava uma risada com um pensamento, seria interessante ver um fenômeno como aquele. Mas foco, temos um objetivo aqui e não só curtir o momento, eu ficava até um pouco feliz vendo que o Lobo estava a me seguir, mesmo eu ainda conseguisse lembrar com clareza aquela atitude fria de modo amargo em minhas memorias, urgh.

Eu aproveitava o momento, incentivava as pessoas a chegarem mais perto e achava engraçado o fato da mulher da comida para o Lobo, se eu fosse ela eu ficaria era com medo de uma criatura daquele tamanha MYAKAKAKA - Esse grandão mal humorado? Meu? Quem me dera, ele aqui é do garoto de cabelo branco que ta tocando musica juntamente ao outro- eu falava olhando a multidão que parecia estar achando bastante agradável a musica, eu também estava, a vontade de dançar ali era grande, mas acho que eu chamaria a atenção pro local errado, apreciando do começo até o fim, ouvindo o discurso de Badar e captando o recado, ele queria que eu e Shinto tomássemos as rédeas. Bom, eu não sabia como, Shinto claramente era o mais capacitado dali, mas acho que eu dar uma palavra ou duas não é de todo mal.

Passando pelas pessoas com calma e educação eu vou até o ponto aonde Badar estava, começando a falar num tom de voz alto e carismático - Caham, agradeço a todos que ficarem aqui para escutar, a musica foi boa não é? Alias, vocês dois estão de parabéns- eu dizia as ultimas palavras para a dupla de músicos - Oque será dito aqui é algo sério, não me aprofundarei em detalhes, mas deixarem nas mãos de meu outro companheiro falar sobre esse assunto com vocês, por favor o escutem com atenção- eu falava esperando assim então Shinto vir para fazer seu pronunciamento.




Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico:
[/quote]

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Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 13 UvhbRwr
O Taverneiro
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Imagem : Não me incomode...
Créditos : 14
Localização : Fleavance - North Blue
O TaverneiroEstagiário
https://www.allbluerpg.com/t304-kaplya-sveta#877 https://www.allbluerpg.com/t301-os-monarcas-i-efeito-borboleta
Segura minha pinga.

O zé pinguço maluco por alguma coisa queria me enfrentar em um campeonato de cachaça. Era a coisa mais insana que eu já tinha ouvido. Pelo menos desde o dia em que cogitaram que Haru sentia um carinho por Max.

Eu olho para o homem o medindo de cima abaixo. As regras dele eram estranhas, mas condizentes. Ele sabia o que bebia, conhecia sua fraqueza e certamente acreditava que um mink, pequeno, com cara de tonto fosse um oponente bobo. Bem...Era a hora da verdade.

Max toma a frente e toma um gole.

”Afinal de contas,quantos amigos você fez, Lukas?...

TODOS!
… Puta merda, Lukas…”


- Certo, Kaplya tomar os outros. Max, acende cigarro para Kaplya. Eu vou encher o meu traseiro de cachaça… Já pede um balde de água gelada para homem. Ele precisar.

Dou um tapa na mesa, puxo o papel e começo a montar o meu cigarro com o fumo, papel e muito cuidado. Coloco-o na boca e então deixo no canto direito. Olho para o homem e Max bebendo.

- Só uma coisa a mais… - Olho fixamente ao barman. - Tem amendoim?
Ousado Max fazia uma aposta comigo. Era claro que ele queria minha filha, mas em uma disputa dessas...

- Deixa a garrafa, moça... Vou ensinar uma lição a esses dois...

Descendo quente pela garganta era como passar um tempo com o genro que a gente não gosta. Era até interessante.

Entre um copo e outro olhava para ele, para o homem e para minhas mãos. Vamos lá, corpo... Você aguenta.

DetalhesFalas Kaplya
"Pensamento Kaplya" - Lukas
- Falas Lukas
*Histórico: POST 18 (10/10 - LUKAS)+(8/10 - KAPLYA)
Ganhos:2 espadas profissionais - durabilidade: média (+60 em força ou destreza por nível)+ 2  Rifles + 1 Espada, Roupa maneira, Máscara maneira - Presentes do Amigo Secreto, Perícia Investigação.
Perdas: 800.000 + (arma da Haru) 250.000 = 1.050.000 ฿S + Livros ( Investigação, Cartografia, Criptografia, Psicologia, artes de interrogatório, artes da lábia, artes da sedução e Falsificação) 1.000.000 - trocado pelos rifles = Total de gastos 1.050.000 ฿S
4 usos de fumo / Fósforo
Ferimentos: To benzão
*Objetivos:
- Comprar uma Espadinha
- Livros: Cartografia e Investigação
- Aprender as perícias Investigação e Cartografia
- Sair em uma aventura
- Me divertir


Kaplya Sveta
Nenhum caminho me assusta, nenhum desafio me impede.





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Kaplya / Lukas Sveta
Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 13 The_Death
Hoyu
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Imagem : Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 13 GX67lHH
Créditos : 04
HoyuNarrador
https://www.allbluerpg.com/t378-leonheart-valentine https://www.allbluerpg.com/t419-here-comes-the-sun

OS MONARCAS – I EFEITO BORBOLETA



  • Alexander, Shiranarai e Haru


Theodore parecia estar gostando do caminho que as negociações tomavam, e enfim dizia sua exigência principal para ajudar naquela empreitada: um diamante. Conseguir algo assim seria muito bom para o grupo do monarca, mas naquele momento firmar o acordo estava em primeiro lugar na lista de prioridades, levando Alexander a aceitar o pedido. - Não me importo com as outras posses daqueles infelizes. Todas as outras coisas que me tomaram foram bens insignificantes, nada que realmente me preocupasse, mas esse diamante... Sofri muito para pôr minhas mãos nele. Pertenceu a um antigo rei da Grand Line, e é único no mundo. Se puder tê-lo de volta, não me preocupo com o resto. - Enquanto conversavam, ambos terminavam suas refeições, e empregadas começavam a recolher a mesa.

Mais ao lado, enquanto o rei cuidava da negociação e Shiranai ficava atenta aos arredores, Haru decidia conversar com o mordomo, que logo percebeu suas intenções e pediu que fosse direto ao assunto, enquanto ambos observavam o desjejum dos dois poderosos homens. - É um tanto audaciosa em perguntar sobre a origem de todo esse dinheiro. Meu senhor viajou muito em sua juventude, e fez negócios com muitas pessoas importantes. Digamos que, naquela época, ele fazia parte de um lado mais sombrio do mercado. Mas hoje em dia está aposentado, decidiu encerrar suas viagens pelo mundo e voltar para sua ilha natal para esbanjar da riqueza. Apesar de não lidar mais de forma tão direta em seus negócios, ainda é dono de uma franquia de artigos de luxo, em especial joias. - O mordomo contava sobre Theodore de forma contida, evitando propositalmente detalhes que pudessem ser comprometedores, e Shiranai, com seus ouvidos atentos, conseguia escutar a conversa inteira.

Ao tentar descobrir também sobre a estranha cicatriz do mordomo, ele virou-se novamente para ela e esboçou um sorriso de canto de rosto quase imperceptível. - Eu também tive minha cota de aventuras na juventude. - Em seguida virou novamente seu rosto para frente, como se aquela resposta fosse o suficiente. Com aquilo Haru entendeu que sua conversa com Alfonse havia sido encerrada ao mesmo tempo que o rei e o nobre se levantaram da longa mesa. - Meia noite? São realmente apenas algumas poucas horas. Até lá devo conseguir... Hmmm... Cerca de 100 homens. Se tivesse mais tempo poderia reunir um número maior, mas infelizmente nas condições atuais será apenas o que conseguirei reunir. Quanto as armas, não se preocupe, cuidarei de tudo. - Entretanto, logo em seguida soltava uma gargalhada. - Mas devo dizer, estou surpreso. Estava me questionando se, para uma pessoa como você, não seria mais prático conversar com o rei Lawriett e trazer parte do seu exército, mas se estão sendo caçados, isso explica muita coisa. Algo assim não seria rápido.

Logo Alexander comunicava que algum homem de confiança viria tratar sobre o acordo comercial e, após um aperto de mão para firmar um acordo, o ruivo deixava um papel indicando onde deveria enviar os homens. Com todo o acordo firmado, o trio finalmente deixava a moradia do nobre, sendo levados novamente pelo mordomo até a saída. Do lado de fora Alexander avisava a mink que não precisaria mais dela ali, o que até era estranho, mas não estava em posição de ir contra uma ordem, e logo se retirou, deixando o ruivo e Shiranai sozinhos. Os dois seguiram primeiro para uma agencia dos correios, que para sua sorte estava aberta 24h, e Alexander depositou uma correspondência na seção destinada à Ravenwatch, mas sua parada seguinte foi mais pessoal. Chegou até uma loja de arma, uma das poucas ainda aberta, e entrando sozinho, encontrou um senhor de óculos quase dormindo, mas lutando para vencer o sono. Ao se aproximar ele acordou com um susto.

- Opa. Ah, sim, bom dia. Digo, boa noite. O que vai querer? - Com o pedido do homem, o velho pegou um bloquinho e uma caneta, analisando em seguida o desenho meio bruto feito, já que o rei não tinha muito conhecimento em desenho ou pintura. - Acho que tenho algo parecido com isso sim. - Entrando por uma portinha nos fundos, logo voltou com uma bela foice que, na junção da lâmina com o cabo, parecia possuir um olho roxo esculpido com pedras preciosas. - Acho que é bem parecido com o desenho. Sai por B$ 1.200.000. - Pagando o preço, logo saiu e a deu de presente para sua acompanhante, gerando um momento bastante pessoal para os dois, que logo começavam a retornar para o esconderijo, tomando cuidado pelas ruas que passavam para não chamar atenção.

Separando-se dos outros mais cedo, Haru seguiu pelas ruas escuras de Flevence em direção à casa abandonada que usavam como base, mas no meio do caminho precisou parar. Uma movimentação à frente chamou sua atenção, e ao se esconder pode ver um grupo de homens da máfia fazendo patrulha pela região, como se estivessem rondando a ilha através do grupo que havia os desafiado. Sozinha, não havia como comprar aquela briga, então precisou fazer um desvio no seu trajeto, dando uma volta para não ser vista, e logo começou ouvir uma música. Seguido em seu desvio, acabou chegando na praça central, onde Badar, Shinto e John havia ido, e pode ouvir o fim da apresentação de Badar junto de outro garoto.


  • Badar, Shinto, John e Haru


Com o fim da melodia que a dupla havia tocado, os aplausos logo vieram, e o jovem de cabelo branco virou-se para sua dupla para o agradecer por ter-lhe acompanhando na canção. - Não é pra tanto... Não foi tão memorável assim... - Ele parecia tentar desviar dos elogios, puxando seu capuz mais para frente para se esconder, mas o comentário seguinte o fez ficar vermelho, sem saber como reagir. - Q-quem tá com vergonha? Eu não to com vergonha, tá legal? É só que... Você é muito despreocupado, não consigo ser assim. - Pessoas começavam a colocar dinheiro para o chapéu no chão de Elliot, que retribuiu com um sorriso diante do comentário de Badar, como que agradecendo por ficar com o dinheiro. Pela situação dele, parecia que realmente precisava daquilo, e parecia bem feliz com o que havia arrecadado. Sem perder tempo, Badar logo chamou a atenção de todos mais uma vez, primeiro elogiando mais uma vez Elliot, que se escondeu no capuz, mas em seguida pediu que ouvissem seus companheiros. Haru, que havia chegado a pouco, sabia que os outros não tinham noção de sua presença, e pode ver que, estranhamente, apenas John respondeu ao chamado do jovem.

O grande homem seguia para perto dos outros, anunciando que precisavam falar algo sério, e repassando a palavra para Shinto, mas o padre não tomava a dianteira, e logo as pessoas começavam a murmurar, preocupadas. Com um pedido de Badar, Elliot logo se preparou para tocar outra música. - Ah, claro. Algo suave, né? Puxa aí que eu acompanho. - Os dois começavam a tocar uma melodia delicada, como que convidando as palavras que tocariam aquelas pessoas, mas o padre não dava as caras, e sabiam que se demorassem muito para aproveitar aquele momento, tudo daria errado. Mesmo sem a ajuda de Shinto, que tinha experiencia nesse tipo de coisa, precisariam dar um jeito ali e agora, senão a oportunidade seria perdida. Tudo que precisavam era que algum dos outros três ali tivesse coragem para iniciar o discurso.


  • Kaplaya e Maximus


De frente para o líder dos mineradores, a oportunidade de trazerem aqueles homens para lutarem contra máfia estava depositada em uma estranha garrafa de bebida alcoólica com um tentáculo suspeito dentro. Certamente não era uma bebida normal, e a dupla até tinha a vantagem naquela disputa, podendo revezar entre as doses, mas o minerador parecia confiante. Tomando o primeiro copo em uma golada só, ele cerrou os dentes com força, suas veias saltando, mas logo bateu o corpo de novo na bancada. - Essa beleza é o que chamamos de Tentacachaça. Vão ver o quanto ela é especial. - A mulher, que parecia ser a dona do bar, pegou a garrafa da bebida suspeita e encheu outro copo, colocando-o na frente de Max, que se propôs a tomar primeiro, logo após firmar uma aposta paralela com o pai de Haru, deixando-o mais focado naquela disputa. Com o pedido do mink, a mulher colocou uma porção de amendoim pra ele, e Max deu o primeiro gole.

Assim que aquela bebida invadiu sua garganta, o ruivo achou que ia morrer. Era como se estivesse bebendo lava, enquanto a bebida ia queimando sua garganta por dentro. De longe, era a bebida mais forte que havia tomado em toda sua vida. Com a reação do homem, Jordan soltou uma gargalhada. - Dizem por aqui que tomar Tentacachaça é igual jogar roleta russa: a cada copo você tem 10% de chance de ir direto pro caixão. Vamos ver quanto vocês aguentam. - Após o minerador tomar sua segunda dose, foi a vez do velho mink, que assim como Max sentiu a bebida o queimando por dentro, diferente de qualquer outra bebida que havia tomado. Assim, os três prosseguiram a disputa, revezando entre si cada dose da bebida que parecia os rasgar por dentro, sentindo como se seus corpos estivessem pegando fogo, e logo começaram a suar sem parar, tendo a vista tonta, mesmo com poucas doses. Os três se viam completamente bêbados, e todos olhavam com cuidado quem seria o primeiro a cair.

Kaplaya fazia de tudo para que seu corpo aguentasse, mas sua visão ia ficando nublada, ia se distorcendo, lutando para não desmaiar, até que Jordan tomou mais uma dose, quase caindo do banquinho, e encheu o corpo do mink. Ele sabia que estava por um triz, e ao beber aquela dose, sua visão ficou escura. Os outros dois puderam ver o primeiro que caiu: o velho mink tomou para o lado, caindo com a cara bem em cima dos amendoins e não levantando mais. - Um já... hic... Foi. Quantas mais você... Hic... aguenta? Uma? Duas? - Max também estava em seu limite e sabia disso. Aquela bebida não era brincadeira, mas tudo que precisavam era que aquele homem caísse antes dele.

Jordan pegou sua dose e bebeu, mas logo que engoliu segurou o balcão com força, como se tentando aguentar com tudo que tinha, e passou o corpo para Max. Levando o corpo a boca, o ruivo duvidava que passasse daquela dose, já vendo a vista escurecer. - Haha. D-duvido que passe dess... - Enquanto o minerador cantava vitória, vendo a aguardente descer a garganta do seu adversário, repentinamente seu corpo ficou mais mole, e tombou para o lado. Todos os mineradores levantaram de repente, chocados, o levantando do chão quase que ao mesmo tempo que Max também caiu, vendo sua visão se apagando. Quando Kaplaya e Max acordaram, sentiram um banho de água gelada. Puderam se ver todos molhados, caídos no chão de madeira no bar, enquanto os mineradores os ajudavam a se levantar novamente, dando baldes a eles caso quisessem vomitar. Jordan já parecia ter acordado, e estava sentado em um dos bancos.

- Tomem isso, os dois. É uma mistura que faço que alivia o alcolismo. - A mulher que atendia os clientes no bar colocou na frente de ambos um pequeno copinho com um liquido marrom. - O gosto é horrível, mas depois de tudo isso, duvido que ainda sintam algo. - O minerador, por outro lado, parecia confuso, virando-se para a mulher. - Ai, minha cabeça. E aí, quem ganhou? - Entretanto, recebeu uma resposta grosseira. - Eu lá tenho cara de quem vai prestar atenção nisso? Só estava preocupada que vocês fossem sujar meu bar todinho. - Entretanto, um dos mineradores se manifestou. - Não foi dessa vez, chefe. O ruivo aguentou um pouquinho mais. Você tomou 13 doses, o peludo tomou 6 e o ruivo tomou 7, mas você caiu um pouquinho antes dele. - O homem cerrou os dentes, insatisfeito. - Bom, trato é trato. Venham pra nossa mesa, vamos ouvir vocês. - Com dificuldade, ele se levanta, seguindo com os outros mineradores de volta para a mesa onde estavam, a espera que os dois venham também.


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Ex-Panda
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GODS BLESS THE KING ♕


Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 13 Ju8TseF


Ficava feliz que Shiranai supostamente havia gostado do meu presente, eu ainda não tinha certeza de como poderia me aproximar mais dela, afinal agora eu tinha reparado em meus sentimentos, mas o que fazer? Não era como se eu tivesse tido muitas experiências antes... Me pergunto como era a vida amorosa de Shiranai.

Andando com o devido cuidado para voltarmos para nosso esconderijo eu ficava um pouco pensativo nisso, tomando coragem então eu finalmente perguntava mesmo receoso com a resposta.

— Uhmm, ehh Shira... Co... Como é a sua vida amorosa? Já namorastes antes? Ou quem sabe já foi casada talvez? Ah tu não tens que responder se não quiser...

Que forma estranha de perguntar a ela Alexander seu boçal imundo, mas bem pelo menos eu fiz a pergunta certo? Mas e se ela já tiver tido vários namorados ou quem sabe já foi casada? Argh droga agora tenho medo da resposta.

Ela me respondia de forma não muito agradável o que me fazia ficar incomodado de fato, pelo visto Shiranai talvez já tivesse sido assediada ou pior, estuprada.... Isso fazia eu instintivamente fechar meus punhos e ficar em raiva, porem ela não tinha culpa de nada e eu não acharia quem fez isso com ela.

— Desculpe por perguntar... Mas não se preocupe ainda somos novos teremos muitas experiências ao longo de nossa vida.

Respondia ela de forma mais fria, agora nesse momento não sabia se Shiranai um dia me veria como um homem, talvez meu fardo seja andar com a mulher que eu ando e ela apenas me vendo como um rei.

Provavelmente chegaríamos logo no local e veria que estaríamos sozinhos, porem se tivesse com alguém vasculhando o local, puxaria Shira para longe e ficaria por perto para ver quando deixariam o local, porem se estivesse tudo limpo então iria para dentro do prédio.

— Quem diria que conseguiríamos 100 homens tão rapidamente.... Fico feliz que me ajudastes nessa minha empreitada com o nobre. Agora só temos de lutar e ganharmos, mas antes de tudo...

Ficava em sua frente e então conversaria mais próximo dela.



Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 13 D3ad8b0da64d1b030b63ca8f91adb03a

— Tens que me prometer que não vai morrer na luta, na verdade está mais para guerra, sinceramente não me importo o que vai acontecer comigo, mas tu tens que se cuidar certo? Protege a minha retaguarda e eu irei fazer o mesmo por ti fechado Gramona? Parando para pensar agora, o nome que pichavas nas paredes de Ravenwatch é o nome de sua deusa hm? Não te preocupes não fico bravo por ti ter outra religião sei que não é nativa de meu reino.

Ela me corrigia de forma mais severa sobre o meu comentário o que fazia eu ficar levemente surpreso porem eu então dizia.

— Mil perdões, então Leyka conto com suas laminas da punição.

Coçava um pouco o pescoço meio envergonhado, fazia um bom tempo desde que nós não ficávamos sozinhos então eu estava levemente perdido sobre o que falar para aliviar o clima, mas então eu pensava em algo.

— Bem da última vez eu fiz perguntas sobre ti, agora nada mais justo de fazeres o mesmo certo? Vamos não se acanhe pode perguntar o que quiser, caso tenha algo que queira saber é claro.



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Sentaria em algum lugar que desse e ficaria de pernas de índio sorrindo para ela, com sua presença eu não era tão rei assim, sentia que podia ficar mais tranquilo, sinceramente estava curioso para ver quais seriam as perguntas, sentia que Shiranai era muito fechada comigo, talvez saber mais sobre mim ajudasse.

A pergunta dela me deixava um pouco apreensivo, mas o que vinha depois me deixava com raiva, ela me pedia para eu usar ela como uma arma, um objeto, quando ela ia entender? Parecia que não importava o que eu faria ela sempre se veria assim, sempre serei um rei usando sua espada hm...

— Se quer tanto ser usada como um objeto por mim então assim o farei, se está satisfeita com algo tão pequeno então tudo bem, mas eu sou um homem ganancioso, sempre almejarei por mais.

Dizia de forma fria e direta para ela, meu sorriso já não estava mais em meu rosto, me incomodava profundamente esse tipo de pensamento, porém não a julgava, Shiranai tinha uma vida antes de me conhecer com traumas, alegrias e deveres então não podia saber o que se passava por sua mente.



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— De fato está certa, eu tenho algo sério, não era minha intenção mentir para ti, porém ainda não deve saber, não sei como reagiria e eu tenho medo e raiva da minha condição, mas um dia eu mesmo lhe contarei.

Mais uma vez ela era rígida e fria comigo, me estendia a mão como alguém a baixo de mim faria, quando tu vais entender que é mais que um peão para mim, quando vais ver que eu não sou um rei quando estou só contigo, quando vais ver o que eu sinto por ti?

Me levantava e ouvia o seu pedido, cerrava meus dentes levemente, sinceramente tinha medo de que essa posição a deixasse mais longe ainda de mim, porem eu jamais a forçaria me ver de uma forma que eu não sirvo para tal, então não tinha motivos para não deixar.

Será que deveria talvez deixar de me apaixonar por ela? Talvez Shira nem goste de mim de fato, quem sabe ela só me use para um objetivo, para a calmaria de seu próprio coração, uma viga que sustenta uma construção vazia, nada mais e nada menos, talvez eu seja apenas isso para ela...

— Se é o que desejas então será feito, mas saiba que minha guarda pessoal são a elite da elite, homens e mulheres que fariam qualquer coisa a qualquer momento por mim, estaria disposta a isso? De dar a sua vida e qualquer outra coisa que eu desejar? Esse é o nível de comprometimento que eles têm comigo.

A verdade era que eles de fato faziam isso, porem eu nunca precisei dizer a nenhum deles algo assim, mas eu queria testar ela, queria ver sua convicção arder em seus olhos, se ela queria que eu a usasse como um objeto ela deveria estar pronta, eu não sou um rei benevolente.

Saco a minha espada e ela se ajoelha a minha frente, me doía ver ela fazendo aquilo, não era meu desejo pessoal, a verdade é que eu queria que ela sentasse ao meu lado, se apoiasse em mim, mas isso nunca seria possível certo?

— Eu Alexander Lancaster Cavendish III rei de Ravenwatch agora clamo por sua proteção e sua sabedoria Luminis e peço a ti grande Hemoris deus do poder, do sangue, coragem para essa guerreira que jurou me proteger.

Com a ponta de minha espada cortava a ponta de nossos dedos e misturava nossos sangues, a partir daí já estaria completo mas queria fazer mais uma coisa, ficava coerente a sua altura de joelhos e encostava a minha testa na dela por um instante, minhas preocupações me atormentavam, mas por esse momento elas se aliviavam.

— Agora tu és uma cavaleira, uma nobre em meu reino. Na verdade, eles que deveriam vir até nós, aqui é o ponto de encontro.

Sorrio para ela, mas provavelmente ele se mostrava um pouco melancólico, me sentava em sua frente novamente, mas dessa vez não como eu tinha feito antes e sim como um rei faria na frente de uma cavaleira.



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Última edição por Alexander III em Seg 25 Out 2021 - 16:04, editado 3 vez(es)

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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Dom 24 Out 2021 - 23:46
Efeito Borboleta
Décimo Nono Pulo
Enquanto andava sozinha pela noite, avistava mais patifes da máfia. Apesar de ser boa em combate, não arriscaria comprar briga sem reforços, ainda mais em território desconhecido que, poderia facilmente pertencer ao grupo que nos perseguia. Me esgueirando pelas sombras e evitando olhar para a lua, contornava as ruas pálidas da cidade alva.

Em meio a becos e ruelas, algo chamava minha atenção. Uma melodia doce e animada enchia minhas longas orelhas, guiando-me até a praça da cidade. O tom alegre da apresentação arrancava-me um sorriso, e ao colocar meus olhos nos donos da melodia, tinha um misto de surpresa e felicidade.

Meus companheiros estavam naquela praça, John conversava com alguém e tinha a companhia de Balto. Badar também estava acompanhado, parecia incentivar o jovem músico que o ajudou. Já Shinto... Bem, ele sempre foi excêntrico, mas naquele momento parecia completamente desligado do mundo ao seu redor, tanto que não respondeu ao chamado de Badar e John.

O povo começava seu burburinho, e alguns pareciam estar perdendo o foco. Respirando fundo, eu emergia das sombras, abrindo caminho por entre a multidão e rumando até meus companheiros. Antes de chegar até eles, entretanto, fazia sinal de "figuinha" com os dedos, rezando mentalmente por sorte para aquele momento.


Aos alcançá-los, parava ao lado de Shinto e começava com aquilo que dominava. - Bom povo de Flevance, ouçam todos! Sei que esperavam que este homem santo vos falasse, no entanto, como bem podem notar, ele não está em suas melhores condições. - Propositalmente mostrava os ferimentos ainda feios de Shinto. - O nome desse pobre coitado é Shinto, e ele é meu bom amigo, além de um homem religioso. Agora vocês devem estar se perguntando... Quem, em sua sã consciência, faria mal a um homem religioso? A um homem bom?!

Exagerava o tom e subia em qualquer local mais alto. - Como podem ver, ele nem consegue se pronunciar. Suspeito que tenha sofrido traumas severos em seu cérebro. E sei disso pois, além de sua amiga, sou sua médica. - Olhava ao redor, tentando captar qualquer esboço de reação na plateia, só agora notando a música de fundo, que deixava tudo mais impactante. - Agora eu respondo senhores... Quem teria coragem de fazer tal barbárie. A máfia Yakuza! Sim, eles nos bateram, nos humilharam, nos perseguiram e agora querem nos matar... E tudo isso por quê?! Pois cansamos de suas injustiças! De seus maltratos e, principalmente, de seus abusos!

Respirando fundo, dava uma pequena pausa para que a semente da discórdia pudesse ser semeada nos olhos atentos que me observavam. - Meus caros, sei que todos sofremos. Eu fui traída por meu próprio povo. John e Badar foram escravizados e Shinto tratado de forma brutal. - Dizia apontando para cada um deles à medida que falava sobre seus passados, omitindo, em maioria, quem teria feito tais atrocidades com meus companheiros, esperando que deduzissem ter sido a máfia em questão. - E sei que todos aqui já tiveram seu sofrimento, e é por isso, bom povo de Flevance, que eu não peço para que lutem por mim, peço que lutem por vocês! Por suas famílias! Por seus direitos! Por sua liberdade! - Com a plateia concordando, ergueria o punho e gritaria em alto e bom som pela praça. - Lutem por Flevance!

Ofegante, olhava ao redor, realmente esperando que tivesse conseguido convencer ao menos uma parte daquele pessoal.

DetalhesFalas
*Histórico:
Ganhos:
- Receita de remédio
- Livro sobre Medicina Tradicional
- Kit Médico (Bandagens {2/30 usos}; Talas {0/10 Usos}; 1 bisturi; Agulhas Esterelizadas {0/10 usos}; Estetoscópio; Morfina {1/5 usos}; Álcool 70% {2/20 usos}
- Botas Profissionais de Durabilidade Média (+60 em Força)
- Katana Clássica de Durabilidade baixa (+40 em Força)
Perdas:
- 400.000 Berries (Botas Profissionais) + 850.000 Berries (Kit Médico)
Ferimentos: N/A

*Objetivos:
- Comprar uma arminha tops
- Comprar suprimentos médicos
- Sair em uma aventura
- Aprender Farmácia
- Aprender Herbologia
- Me divertir <3


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Segura minha pinga.

As doses vem e vão, a bebida forte queima a garganta. Era como tomar fogo puro.

A língua formiga, a boca se enche com saliva para aliviar o sabor temporariamente. O copo bate a mesa e faço uma careta enquanto levo minhas mãos ao pote de amendoim. Olhava para a cara de Max e já parecia mais distorcida.

”Mas que merda de bebida é essa?”

Respiro fundo, olho para os lados. O homem continuava a beber e assim foram mais algumas doses.

“Uma, duas...três...catgo...xinco...çeiz”

Até que senti meu corpo saindo da órbita do mundo e fui visitar Urano. Em minha viagem eu vi o planeta como um todo, maravilhosamente belo, todas as suas nuances de cores, o gélido frio tomava conta de meu corpo.

Minha mente parecia estar tornando-se líquido, cada vez mais até que eu sinto. Era como se fosse real… ESPERA!

’Alguém jogar água em Kaplya?”

Chacoalho o corpo todo retomando a pose, estava tonto ainda com a cabeça doendo e completamente sem entender o que estava acontecendo, mas a vitória era nossa…

Tomamos uma bebida horrível com gosto de … bem, era ruim.

Arrumei os cabelos, passei a mão na cara e então chegando perto do homem com a mão na tempora falo:

- Kaplya admirar sua pinga. Ser boa, faria sucesso onde moro. Agora Kaplya vai deixar Max falar com você, eu ser melhor com mãos que com conversa, ou bebida…

Pegando mais um pouco de amendoim encho a mão e enfio de uma vez na boca, precisava me recuperar.

Sento perto de Max e fechando a cara digo:

- Sem gracinhas… E você sabe do que falo.

Puxo a cadeira mais para trás, caso precisasse sair, teria uma rota mais rápida.

“Espero que quem tem coroa não perca a majestade… Se não lascou-se…”

DetalhesFalas Kaplya
"Pensamento Kaplya" - Lukas
- Falas Lukas
*Histórico: POST 19 (10/10 - LUKAS)+(9/10 - KAPLYA)
Ganhos:2 espadas profissionais - durabilidade: média (+60 em força ou destreza por nível)+ 2  Rifles + 1 Espada, Roupa maneira, Máscara maneira - Presentes do Amigo Secreto, Perícia Investigação.
Perdas: 800.000 + (arma da Haru) 250.000 = 1.050.000 ฿S + Livros ( Investigação, Cartografia, Criptografia, Psicologia, artes de interrogatório, artes da lábia, artes da sedução e Falsificação) 1.000.000 - trocado pelos rifles = Total de gastos 1.050.000 ฿S
4 usos de fumo / Fósforo
Ferimentos: To benzão
*Objetivos:
- Comprar uma Espadinha
- Livros: Cartografia e Investigação
- Aprender as perícias Investigação e Cartografia
- Sair em uma aventura
- Me divertir


Kaplya Sveta
Nenhum caminho me assusta, nenhum desafio me impede.





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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Seg 25 Out 2021 - 13:59



POST

19


1º Capítulo
Efeito Borboleta




BLESSED BY THE KING


O que ouvia naquela reunião era bastante reflexivo. Era como se a realidade daquela luta soprasse aos meus ouvidos, cem pessoas e com o tempo poderia fornecer mais, o que, facilmente queria dizer que nosso oponente também dispunha de um número similar de pessoas, ou até mais. Cem pessoas por uma joia. Penso silenciosamente, inquieta por aquelas coisas ao meu redor que ainda me frustravam, e, não pareciam ter importância alguma aos olhos de Alexander. Me pergunto, no vislumbre daquela joia que parecia tanto com os olhos que perturbam os lapsos de minhas lembranças, se este era então o caminho certo? Era necessário escolher o valor das vidas em busca da justiça?

Sorrio, melancolicamente, desviando o olhar ao solo quando volto à mim por sua pergunta um tanto peculiar. - Casada, ainda sou na verdade. Respondo com as mesmas feições tristes que desfazem-se em um novo sorriso fraco de canto demonstrando que partia de uma piada meio sem jeito. Ergo minha desta trêmula à frente de meus olhos ponderando qual seria a resposta que o satisfaria sobre aquele assunto. Ele provavelmente não aceitaria apenas um "não", apesar de ser a verdade, ou era o que acreditava. - Bem, nunca tive nenhuma experiência que eu desejasse, então nunca houve um namoro ou qualquer coisa próxima disso para mim. De fato, nada voluntário aconteceu comigo, mas algumas coisas aconteceram.

Ele retomava o assunto sobre os homens conseguidos confirmando a realidade do que alcançou os meus ouvidos. Fitava-o com certa curiosidade, sondando suas opiniões e pensamentos, apesar de não ser tão capaz neste aspecto. Ele interrompia, me olhava frontalmente, e, após alguns momentos de silêncio me fazia um pedido consideravelmente longo. Meus lábios se abrem surpresa ao ouvir um nome, "Gramona", apesar de eu já não mais adotar aquele pseudônimo. Aquilo me lembrava que eu tinha uma nova meta, e, meus olhos tornavam-se mais firmes. Eu não tinha de me preocupar mais com o número dos que seriam levados em vão, mas, com quantos pagariam seus pecados com as suas vidas através das minhas lâminas. - Não sou mais Gramona, sou Leyka! Não carrego comigo as correntes da redenção, mas as lâminas da punição.

Minha resposta era firme, e, ignorava até certo ponto o que ele disse sobre o fator religioso. Era verdade que eu não nutria da mesma fé que eles, e, apesar de ele dizer sobre não importar-se, não tinha tanta certeza sobre Shinto, Haru, ou outros mais fiéis. Ele falava sobre eu ter o direito de fazer também uma pergunta para ele como eu lhe respondi. - O que exatamente você tem... Começo a falar, aos poucos perdendo o tom até que torna-se um sutil balbuciar. - Não, ao invés de uma pergunta, me permita fazer um pedido. Se preserve mais, não sei o que tem, mas sei que é sério. Sou uma lâmina e você um rei, me empunhe da maneira correta, não me golpeie da forma errada, não me deixe enferrujar, me use para protegê-lo e permita que meu fio encontre a carne daqueles que merecem e estarei satisfeita. Com isso, quero dizer que quero que você preserve a si mesmo primeiro, pois como você mesmo disse, é uma guerra e eu estarei no meio da luta e do sangue.

Minhas palavras eram tão rígidas que as funções monárquicas pareciam invertidas, era ríspido e alto o tom utilizado. Aproveitava-me de que havia aquela troca concedida para que pudesse ter maior chance de conseguir o meu pedido, já que ele parecia preocupar-se de mais por suas falas e isto poderia torná-lo vulnerável. Também não tinha mais tantas ambições naquele momento, apenas queria genuinamente ser útil. Ser capaz de levá-lo até o lugar onde ele pudesse me mostrar os resultados de sua promessa comigo. Vê-lo sentado ali com as pernas cruzadas também era um pouco estranho, me fazendo me sentir um pouco desconfortável. Levava a mão em sua direção como um verdadeiro cavaleiro, de certa forma lhe apoiando para levantar-se. - Se permitir essa tola fazer mais um pedido, você poderia me permitir fazer as honras de uma cavaleira e me abençoar como tal como rei?

Minhas memórias iam sobre livros que vi e costumes quando estive em ravenwatch, apesar de não saber se eles tem realmente esses costumes. Essa incerteza me fazia ficar um pouco corada, virando meu rosto de lado. - Se é que vocês tem essas coisas por lá. Eu não tenho certeza apesar de ter morado ali um tempo. Se ele fosse favorável, me colocaria sobre meus joelhos com o punho para baixo, a canhota sobre meu peito, olhos fechados e cabeça baixa em sinal de respeito. - Eu não conheço como é o texto no seu país... Mas, bem, juro solenemente servi-lo como com minha vida como sua lâmina e escudo. Enquanto restar forças neste corpo, minha lealdade será sua. Algo assim? Eu deveria dizer em nome de deus ou algo assim? Bem, seria hipócrita se eu disse em nome do seu, então, em nome de Leyka e Gremona. Ficaria aguardando um toque de suas espada em meus ombros ou coisa do tipo.

Se tudo corresse bem por ali, reforçaria que deveríamos voltar ao encontro dos demais. - Grata, deveríamos voltar, devem estar preocupados com você.












Info:






CRÉDITOS Roevs

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DarkWoodsKeeper
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Seg 25 Out 2021 - 22:18
Badar Alluartie
Efeito Borboleta




Shinto não apareceu no meio da multidão... Estávamos tocando sem objetivo naquele momento... Aflito, eu me virei para Eliott, lançando-lhe um olhar de preocupação.



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Eu estava prestes a parar de tocar quando vi Haru abrindo caminho na multidão e começando a discursar no centro da abertura que tínhamos feito na plateia. Sua voz me motivou a continuar tocando e, com um sorriso, eu olhei novamente para Elliot e voltei a tocar com vontade.






Ela falou sobre as atrocidades feitas pela máfia e incitou um sentimento de justiça na população. Ela expôs o que eles fizeram com o Shinto e aquilo abriu os portões da minha memória e eu novamente o vi chegando com um osso exposto na casa em que estávamos. Meu coração doeu, mas eu não parei de tocar... Tínhamos que mostrar para aquelas pessoas que aqueles mafiosos não deviam continuar com suas maldades... E a única forma que eu sabia ajudar era com a música.


Eu e Elliot tocaríamos em harmonia, elevando a emoção nas palavras de Haru e tornando seu discurso mais cativante. Quando ela terminasse de falar, eu pararia de tocar com Elliot e completaria a fala de Haru com uma frase que martelava minha cabeça naquele momento.


- E-eu... Eu e meu amigo vivíamos num lugar que eu achava ser bom pra nós... até uma coisa muito ruim acontecer e eu perceber que eu éramos apenas prisioneiros... - eu engoli em seco e chamei Balto para perto para poder abraçá-lo e me sentir melhor. Eu então elevei um pouco a minha voz - Não esperem uma coisa ruim acontecer com vocês para vocês perceberemque algo está errado... Todos nós merecemos viver seguros e felizes!



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Eu sabia que John e Haru teriam escutado o que eu falei e talvez se questionassem sobre o meu passado. Mas ajudar aquelas pessoas era mais importante do que encobrir minhas pegadas.


Mais uma vez me virei para Elliot para agradecer, mas dessa vez mantive um tom um pouco mais sério na minha voz.


- Obrigado por tocar comigo de novo, Elliot. Espero que possamos tocar juntos de novo algum dia. Boa sorte!


Por fim, fui até Haru e, sem pensar, a abracei tentando segurar as lágrimas. Porpem, logo me afastei pois lembrei de seu jeito mais sério... Talvez ela não ficasse feliz com aquela demonstração de afeto.


- Er.. Obrigado, Haru! Você nos salvou! Eu o Balto e o John estávamos fritos sem o Shinto! Aliás... Cadê ele?


Informações

  • Falas
  • Pensamentos

  • Posts: 19

  • Ganhos: Masuku Kitsune (presente do evento), adaga da Shiranai, livro de pesca.
  • Perdas: Calçados com lâminas




Objetivos

  • Aprender pesca
  • Aprender zoologia
  • Ensinar um comando de caça a Balto
  • Encontrar o resto do bando
  • Adquirir uma arma principal (Lâminas da lua crescente) e facas (adagas) de arremesso
  • Adquirir uma flauta (ou ocarina ou outro instrumento de sopro)
  • Fazer uma performance (e tentar ganhar uns trocados hehehe)



"Só as feras estão além da mentira"     -Rexxar

▲ Thanks, Frankie @ Graphic Dreams ▲

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Madrinck
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John Doe o Confeiteiro
Ascensão de um novo grupo



Eu respirava fundo, eu estava com o meu coração palpitando, eu nunca tinha ficado na frente de tantas pessoas, era meio estranho na verdade ficar no centro das atenções, eu não me sentia importante mas só encarregado de fazer tudo ficar o mais agradável para todos ali que se encontravam, tínhamos com sucesso pegado a atenção do publico com certa facilidade eu achava até então, Badar e seu amigo estavam fazendo um trabalho ótimo com a musica de ambos e eles mereciam ser recompensados depois, bom, o garoto já estava sendo recompensado com uma boa quantia de dinheiro, talvez eu faça alguns cupcakes para Badar, será que ele gostou dos últimos? Espero que sim por que eu vou fazer mais uma fornada só pra ele quando eu puder e ele vai ter que comer ela fazendo careta ou não, quero dizer, por favor eu, pare de desrespeitar sua arte na confeitaria, tudo que você é uma delicia, claro que ele vai gostar.

Eu abria um sorriso bem alegre contando como vitoria, além do mais eu tinha um tempo para pensar enquanto Shinto discursava para todos os cidadãos, alguns minutos só de eu e minha mente era bem bom!... Shinto... Por que eu não estava ouvindo a voz dele? Eu olhava para os lados com o meu sorriso ainda, vendo que Shinto não estava nem sequer abrindo a boca e todo o publico que nós cativamos estava já murmurando coisas que eu tinha medo de saber oque seriam, esperava que não sejam murmúrios de impaciência. E agora? Oque eu poderia fazer, meu rosto tinha perdido aquele sorriso alegre para um de completo desespero interno, se o Padre não tinha ido fazer seu discurso... Tinha restado eu, Badar e Balto, o Lobo claramente não iria conseguir discursar, o pequeno era muito jovem para fazer algo que prendesse o publico, restaria eu então? Teria eu que tentar socorrer aquela situação? Eu não estava duvidando de minhas capacidades, mas era claro que eu estava com um pouco de medo de falar algo que não satisfaze-se o publico e cumprisse o nosso objetivo ali.

Eu balançava a cabeça e dava um passo a frente, estava preparado para falar, mas então eu via um ponto rosa se aproximando entre a multidão, até ela chegar próxima o suficiente para eu conseguir distinguir quem era, era a Coelinha rosa! Mas oque ela estava fazendo aqui? Não era para ela esta com outro grupo lidando com outra coisa? Será que deu algo de errados nos planos deles? Eu tinha claramente de fazer algumas perguntas para ela depois sobre o do por que dela estar ali, mas naquele momento eu só estava aliviado que ela estava nós socorrendo, ela com certeza era mais confiante do que eu, discursava sem medo e suas palavras eram tão boas quanto eu esperava. Para um publico que já estava com os seus corações abertos para ouvir, oque a Coelinha falava seria mais do que o suficiente para conseguirmos cumprir nossos objetivos, só esperava que o Rei não achasse que nos fomos incompetentes e tivermos que ter ajuda da Médical.

No fim, eu estava contente por ela ter salvo a cena, talvez um pouco magoado por que eu queria falar também, mas com certeza Haru tinha mais conhecimento do que falar do que eu, nem tinha me passado a cabeça de usar os ferimentos do caro Shinto como arma para moldar o ódio e desgosto dos cidadãos e direcionar ela contra a mafia, ela estava fazendo um bom trabalho. Eu achava até interessante o querido garoto lobo dando sua própria opinião, mesmo feita por um criança, aquele mesmo fator era algo que intensificava o impacto para os ouvidos dos espectadores, bom, acho que eu devia falar um pouco também - Vocês acham certo um grupo criminoso continuar sujando a historia do local a qual vocês vivem a tanto tempo, deixar que no futuro pessoas que vocês conhecem terem isso em suas costas?- eu falava me virando nas costas mostrando todas as cicatrizes da escravidão do John verdadeiro, bom, eu nunca falei como obtive aquelas cicatrizes nas costas, iria deixar que o publico julgasse quem tinha feito aquilo - Lutem! Defendam seus parentes, amigos, a historia do local que vocês vivem!- eu falava num tom alto de voz, esperava que o mais novo trio tivesse feito um trabalho bom o suficiente, olhando para Haru eu sussurrava para a mesma - Valeu- eu logo depois dava uma piscadela para ela.





Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico:

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Jean Fraga
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Ter 26 Out 2021 - 22:33


Efeito Borboleta


- O Começo Do Fim  -

Acordava com o susto da água batendo em meu rosto, olhando a volta assustado e arrumando o cabelo que cobria em parte meu olhar perturbado, respirava recobrindo a consciência, notando que era um sonho o que havia passado.

Empurrando para longe o balse que era me entregue, ia até o banco onde Jordan estava, — Por quanto tempos ficamos dormindo?! – Poderia ter sido horas, o que atrapalharia completamente os planos.

Ouvindo as instruções da mulher, ingeria o liquido sem perder muito tempo, apesar do gosto não muito convidativo, o quanto antes estivesse cem por cento, seria suficiente para passar por esse problema.

Por sorte havíamos ganho, fato que não tirava um sorriso ou sinal de felicidade de mim, ganhar em um jogo tão besta como este não deveria ser motivo de felicidade, pelo menos não agora.

Seguia então juntamente com os demais, indo até a mesa, logo pegando uma cadeira, sentava juntamente dos outros, ouvindo Kaplya, logo o respondia, — Não se preocupe, somente usei deste gatilho para motiva-lo, o tempo está indo em direção contraria a nossas necessidades... e tu sabes disso.

Virando meu rosto para o grupo, relaxava os ombros e levava minhas mãos a mesa, mantendo-as pela conversa toda, — Pois bem... – olhando para Jordan, perguntava – Estamos seguros aqui? Para falar de tal assunto? Mal ouvidos não seriam bons agora. – Esperaria sua resposta e diria cochichando no ouvido de Sveta, — Fique atento as saídas, caso nosso plano seja interceptado, alguém daqui de dentro sairá e com suas habilidades creio que saberá dizer se fomos descobertos pela a pessoa ou não... sendo necessário eliminarmos tal problema.

Com a resposta do minerador, explicaria a situação, — Temos um inimigo em comum... Ele no nosso caso, machucou pessoas as quais gostamos e... que sofreram na mão deles.

— A Yakuza. – Esperava alguns segundos para que a primeira parte fosse processada - Eu sou Maximus Cavendish Ito IV, Príncipe de Ravenwatch, um reino um pouco distante daqui.

— De toda forma, eu e Kaplya fazemos parte de um grupo maior, comandado por meu irmão, Alexander, ele, o rei e no caso, o chefe desta operação.

Ficaria atento as demais mesas e ao arredor, procurando por olhares e focos suspeitos em nossa conversa, assim continuando, — A Yakuza, machucou pessoas de nosso grupo e falando com residentes da ilha, descobrimos a grande lista de problemas que eles vêm causando, até por isso estamos agora aqui, nesta mesa com os senhores.

— Qual é exatamente o problema que vocês têm com eles? Se for cabível eu saber... – Esperando assim pela resposta dos mesmos continuaria – Queremos acabar com isso... se a marinha não toma as rédeas da situação, será nos que iremos, porém com o atual numero de integrantes, não seria possível combater uma máfia.

— Assim como eu e Kaplya, os outros integrantes se dissiparam para conseguir formar um exército, suficiente para acabar com essas injustiças.

Apertando firmemente minhas mãos e demonstrando certa raiva dizia, — Não cansaram de sentir a angustia? A angustia que se vem com a impotência perante a Yakuza? Eles devem pagar pelos atos que cometeram, não podemos mais ficar calados enquanto sofremos na mão deles.

Acalmando meus ânimos, finalizava o que tinha para dizer, — Porém não se enganem, não deixem os sentimentos falarem mais forte que a razão, toda a operação está sendo orquestrada e planejada, não somos um grupo que quer arriscar todas as fichas e falhar miseravelmente, a emoção pode nos dar força, mas com o intelecto acabaremos com eles de uma vez por todas. – Usava do silencio para aos poucos fomentar a chama que buscava criar.

— Por isso pergunto... Vamos acabar com esse pesadelo juntos?! – Desde o começo, com as mãos sobre as mesas e os ombros relaxados, tentava demonstrar estar leve, sem deixar-me ser levado pelos sentimentos, ainda assim, criava um contraste com o que havia sido dito e com a raiva que antes foi exibida, tentando criar uma chama, forte o suficiente para motiva-los a aceitarem o convite.


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Hoyu
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OS MONARCAS – I EFEITO BORBOLETA

 


  • Alexander E Shiranarai  



Em meio àquela noite escura e fria, Alexander e Shiranai retornavam com cuidado para a base após uma negociação frutífera com o nobre, e após uma compra que ajudaria sua acompanhante na batalha que se desenrolaria madrugada adentro. Só faltava então voltarem e se encontrarem com os outros, mas no caminho se depararam com um pequeno grupo de mafiosos em patrulha. Pareciam estar procurando por eles, e por mais que não fossem tantos, eram pelo menos 7 homens, e lutar naquelas condições, com eles podendo chamar reforços, não era uma boa ideia, o que levou os dois a se esconderem, esperando os mafiosos passarem, antes de retornarem seus trajetos. Os outros talvez estivessem passando pelo mesmo problema, esgueirando-se pela noite para não perderem a iniciativa naquela guerra, mas felizmente se haviam visto mafiosos ali, significa que os outros não haviam sido encontrados, do contrário seriam chamados para acabar com os rebeldes descobertos.

Após uma caminhada cuidadosa, finalmente retornaram para casa abandonada que usavam de base, enquanto o rei ainda digeria a resposta de Shiranai, que havia lhe dito ainda ser casada. Aquilo havia encerrado a conversa abruptamente, enquanto retornavam, e assim que entraram na residência Maria veio os recepcionar. - Vocês foram os primeiros a voltar! Cadê a coelha? Conseguiram algo? - Ela parecia entusiasmada, pela quantidade de perguntas, mas pelo que haviam visto de sua postura antes, provavelmente a atitude atual da garota se dava pela esperança de terem arrumado alguma forma de não serem unilateralmente massacrados pelos mafiosos. Entretanto, antes que pudessem responder, Catherine se aproximou logo atrás, trocando olhares com Alexander.  

- Maria! Preciso da sua ajuda ali na cozinha! - Rapidamente ela arranjou uma desculpa, percebendo que o rei queria ficar sozinho com sua acompanhante, arrastando a garota para longe enquanto ela protestava. Sozinhos novamente, Shiranai aproveitou o momento para dar um ultimato a Alexander em relação à sua condição, recebendo em troca uma resposta vaga, mas que confirmava que o rei possuía algo. Mesmo que a contragosto do rei, a conversa entre os dois se tornou um pedido para que ele a tornasse uma cavaleira, e assim foi feito, mesmo que o ruivo quisesse que fossem algo mais. Naquele momento, era tudo que podia fazer. Assim que terminou a oficialização, com as testas coladas, como se sentindo o aperto no peito que o rei sentia com toda aquela situação, começou a sentir um real aperto no peito. Uma pontada forte de dor, fazendo-o gemer de dor, junto de uma dor de cabeça repentina, que ele sabia que era a Ruína dos Rei atacando seu corpo. Um golpe rápido e imprevisível, e até mesmo sua acompanhante pode perceber a agonia que seu rei começou a sentir de uma hora para outra.


  • Kaplaya e Maximus  



Após tomarem da bebida de gosto horrível que a proprietária os oferecia para aplacar os efeitos da aguardente, Kaplaya e Maximus se viam despertos, prontos para seguirem as negociações. A cabeça ainda doía pela grande quantidade de álcool ingerida, mas pareciam estar se recuperando rapidamente devido ao que haviam bebido. O mink se portava de forma carrancuda após o desmaio, principalmente por ter perdido o desafio com o ruivo, e se empanturrava com os amendoins. Após um elogio rápido à bebida que o havia nocauteado, logo se calou, deixando o trabalho de falar com o príncipe que o acompanhava. Seu trabalho ali, a pedido do ruivo, era de ficar atento aos arredores e garantir que nenhum dos outros clientes era um mafioso bisbilhotando-os.

Sentando-se todos juntos em uma grande mesa redonda, eram cerca de 15 mineradores ali, mas entre eles Jordan tinha uma posição de destaque, claramente sendo o líder deles. - Vá em frente. Mas saiba que não é porque vamos te ouvir que vamos aceitar a proposta. São coisas bem diferentes. - O líder dos mineradores parecia impaciente, mas não se mostrava tão fechado quanto antes, e um dos homens logo respondia à pergunta do ruivo. - Ah, foi só uns 2 minutos, não se preocupa. - Felizmente isso significava que não haviam perdido muito tempo. Com isso em mente. Maximus logo começava a falar, tentando fazer um discurso apaixonado para inspirar aqueles homens, e apesar de não parecerem estar dando muita bola, quando se apresentou e comentou sobre Alexander, repentinamente pareceram surpresos. - Ta, por essa eu não esperava. Realeza? Eu fiz um príncipe beber até desmaiar? HAHAHAHAHA! - Jordan gargalhava alto ao perceber o que havia acontecido.

logo, recebiam a pergunta de qual era a rixa que tinham com a máfia. - Nós mineradores não ganhamos muito, e o pouco que temos trabalhamos duro para sustentar nossas famílias. Mas aqueles ladrões desgraçados vieram, dizendo que a região perto das minas é insalubre e com alto risco. Obviamente depois da pandemia do chumbo branco isso não pode ser verdade, todos nos esforçamos ao máximo para ser o mais seguro possível, mas se alguma palavra de dúvida surgisse, seria o caos. Nós precisamos morar perto da mina para trabalharmos, mas se eles fizerem algum alarde desnecessário, seriamos obrigados a nos mudar, e poderíamos até perder nossos empregos. - Jordan falava com ódio e rancor na voz, como se amaldiçoasse os mafiosos a cada palavra. - Sabendo disso, eles começaram a fazer cobranças para ficarem de bico fechado, nos obrigando a pagar todo mês uma quantia do nosso trabalho duro para não sermos despejados sem motivo.

Com esse novo conhecimento, Maximus prosseguia, finalizando seu discurso com um apelo àqueles homens, mas Jordan apenas balançava a cabeça em uma negativa. - São palavras bonitas, garoto, mas não é assim que o mundo funciona. Pode ser uma situação merda pra gente, mas estamos nos virando. Se formos com vocês, alguns de nós podem morrer, isso se não todos nós, e se isso acontecer, quem vai sustentar nossas esposas e filhos? Todos aqui têm família, garoto. Se algo acontecer conosco, já era. Espero que entenda o que isso significa. - Os outros mineradores abaixavam a cabeça, em concordância, mas um deles levantava o rosto, como em contraste com os outros. - Mas e se não fizermos nada? Esse mês já está difícil de pagar as cobranças, e no próximo? Esses caras tem bastante dinheiro, se der certo, mesmo que aconteça uma fatalidade, conseguiríamos reunir dinheiro o suficiente pra sustentar as famílias dos que caíssem. Eu não quero continuar assim, vendo minha família lutando pra viver na miséria. Se eu posso dar uma vida melhor para a minha filha, mesmo que tenha que morrer por isso, estou disposto a arriscar. - Os outros mineradores falavam uns com os outros, até Jordan se manifestar. - Bom... Então quero saber de vocês. Estariam dispostos a se comprometer a nos fornecer dinheiro de auxílio para os que caíssem? É o mínimo que vamos exigir pedir para nos juntarmos nessa empreitada maluca.


  • Badar, Shinto, John e Haru  



Badar e Joe se viam sem chão em meio a tantos olhares direcionados a eles. Haviam feito tudo aquilo para que Shinto pudesse discursar, mas assim que era sua deixa, o padre nada fez, parecendo sentir as dores dos ferimentos que possuía. Sem um orador, se viram sem ter o que fazer, e até Elliot percebeu a inquietação da sua dupla. - Você tá bem? Parece nervoso de repente. - O garoto estranhava a mudança repentina de postura de Badar, ficando preocupado, mas logo, como um farol na escuridão, Haru surgia, tomando o palco que deveria ser do padre iniciando seu próprio discurso. Vendo naquilo sua salvação, Badar logo voltou a tocar de forma animada, mas dessa vez era Elliot que parecia meio aéreo, ainda tocando com perfeição, mas atento às palavras da mink.  

Entretanto, ao contrário do que esperavam, as pessoas não pareciam retribuir suas palavras. Enquanto diziam o quanto haviam sofrido, em vez de instigar um sentimento de resolva, parecia mais que as pessoas ali temiam sofrer o mesmo, se mantendo caladas, uma reação oposta à que imaginavam que ocorreria. Mesmo John e Badar tentaram intervir, ajudando Haru, mas a visão daquelas três pessoas, que se prostravam no meio da multidão pedindo ajuda após sofrerem não instigava confiança, e um silencio mortal se instaurou na praça. Repentinamente, algumas pessoas começaram a se levantar, dando esperanças para o grupo, mas apenas cerca de 5 homens se ergueram, enquanto todos os outros se mantinham sentados, quietos. Cinco pessoas não era nem de perto o suficiente para o que iriam fazer. - Ei, eu não sei o que exatamente vocês pretendem, mas se não forem só vocês três, a gente tá dentro. - Um dos homens que se aproximou se manifestou, mas não era o suficiente para lhes dar esperança, principalmente para Haru, que sabia que Alexander havia arrumado 100 homens para a sua causa. Naquela situação, pareciam sair quase de mãos abanando.

Elliot, mais atrás, havia parado de tocar, e puxou levemente a roupa de Badar para chamar sua atenção. - É... É verdade que vocês querem lutar com a Yakuza? - ele parecia meio inseguro, mas ao mesmo tempo determinado. - E-eu quero ajudar! Deixe-me ir com vocês! - Mesmo com a ajuda de Elliot, seriam apenas 6 pessoas. Precisavam de alguma forma de reunir mais gente, de tocar o coração da população, mas infelizmente não teriam tempo. Enquanto pensavam em como contornar a situação, do lugar em que estavam, podiam ver claramente um grupo de mafiosos surgindo em uma entrada da praça, provavelmente atraídos pelo silencio repentino. - Alvo encontrado. Solicitando reforços. - Mesmo a distancia, devido ao silencio podiam ouvir claramente as palavras de um dos 9 homens que haviam surgido. Se reforços chegassem, não teriam a menor chance. Ao perceberem que a mafia havia dado as caras após aquele discurso, muitos começaram a se desesperar, e um tumulto se instaurou, com pessoas correndo para todos os lados. Era a chance perfeita para o quarteto e os recém recrutados fugissem, sumindo na confusão sem serem vistos.


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GODS BLESS THE KING ♕


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Estavamos finalmente conversados, bom em partes ao menos, agora Shiranai sabia que eu tinha algo, mesmo que não exatamente, ela não sabia o que esta condição faria comigo ou que provavelmente seria o motivo de minha morte no futuro.

Com nossas testas coladas umas nas outras, eu sentia algo vindo do fundo de meu ser, era ela, minha velha inimiga, a ruina dos reis mais uma vez se mostrava, mas porque agora? Logo na frente dela e tão próximos assim.

Apertava minha blusa na área de meu coração e começava a ficar tonto, tentava ainda assim fingir que estava tudo bem e me “levantava”, mas no momento em que chegava na metade do trajeto desabava em cima de Shiranai.



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— Arghh...... cof cof

Ficava de joelhos no chão e me encolhia em uma posição um pouco fetal, aquilo não era digno de um rei mostrar a um cavaleiro, e eu não queria que ela me visse assim, porem como sempre a ruina me destruía internamente e externamente.

— E... Eu estou bem... É apenas um incomodo vai passar



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— Tu podes... cof cof, pegar aquele frasco ali para mim? Rápido por favor...

Meu peito e minha cabeça doíam tanto que eu sentia que se os arrancasse fora com meus dentes eu teria mais alivio, por sorte eu tinha o remédio que antes eu havia pego na clínica, ele provavelmente me ajudaria daqui algum tempo.

Se Shiranai obedecesse meu pedido eu então abriria o frasco e o respiraria o mais fundo que eu pudesse, pegava um lenço ou mesmo minha camisa e molhava com o liquido e então respirava ele profundamente mais uma vez.

O efeito não era imediato, me lembro que da última vez demorou cerca de 30 minutos para fazer efeito porem já estava medicado e agora era apenas esperar.

— V... Viu apenas um incomodo bobo certo? Hahaha argh...

Apertava meu peito mais uma vez suando e me encolhia em reação a tamanha dor, porque ruina? Se queres me matar então me leve de uma vez maldita, não fique me fazendo agonizar até a morte.

A verdade é que estava preocupado com como Shira ia reagir a tudo, ela ia deixar de confiar em mim? Um rei doente e frágil como eu não era nada confiável certo? Eu olhava para ela com olhos meio desesperados por alguma ajuda, mas ainda mais curiosos. Neste momento algo surreal acontecia, ela levantava meu queixo levemente e então seus dedos entrelaçavam em meu pescoço.

Inicialmente era gentil, mas de repente sua força ficava muito grande e então começava a sufocar, então era isso.... Ela não aguentava mais me ver e queria me matar. Afinal seu plano ser frustrado dessa forma, é claro que ela ficaria decepcionada...

Mas então em meio ao seu desespero ela começava a mostrar confusão e um pouco de brilho em meus olhos voltavam, ela não sabia quem estava em sua frente? Afinal ela clamava pelo meu e outro nome, então talvez ela não queria me matar e sim outra coisa...

Levemente eu coloco a minha mão sobre a sua e faço um leve carinho com um sorriso forçado eu digo com o pouco ar que me resta.

— Está tudo bem Shiranai, sou eu Alexander, não sei quem é Gremona mas está tudo bem sou eu.

Não faço força alguma e apenas espero para que ela me solte, se eu usasse força bruta talvez o problema apenas fosse se agravar, quando ela me solta tusso algumas vezes e recobro meu ar.

— Está decepcionada não? Cof cof... Alguém que confiou tanto a sua vida arf arf.... Mal consegue se manter em pé sozinho hmhmhmhmhm que patético, teria sido melhor confiar em Shinto HmhmhmHâhâhâhâ ele ao menos não ia fazer se sentir tão impotente certo?

Aquele gosto de ferro provavelmente viria em minha boca, já que era padrão sempre vomitar um pouco de sangue, mas e então Shiranai, veja... Essa é a verdadeira face de Alexander Lancaster Cavendish III, fraco, praticamente um homem morto, ria como os outros da realeza faziam, faça como as minhas outras pretendentes que sempre tentavam se aproximar esperando que eu morresse logo para se apossar de minhas riquezas... Se for para me abandonar que faça isso logo enquanto ainda tenho formas de me reerguer...



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A verdade é que eu estou cansado, porque eu tenho que passar por tudo isso? Afinal qual é a recompensa? Voltar para Ravenwatch onde todos aqueles velhos apenas esperavam para que eu morresse logo? Quem sabe eu finalmente não me caso apenas para uma qualquer virar a rainha de minhas terras, afinal eu apenas vou morrer logo certo?

Controlava minhas lagrimas o máximo que podia, mas a dor não ajudava, eu não podia ficar assim tinha uma guerra para vencer, mas porquê? Porque ficar perto de Shiranai me deixava tão sem guarda? Frágil, e porque eu apreciava esse sentimento?

Talvez no fundo eu saiba o porquê... Minha mãe era como ela, uma mulher doce, era uma das únicas pessoas que nunca me tratava com segundas intenções, era apenas genuinamente preocupação e amor pela minha pessoa, mas Shiranai era de fato assim ou apenas se mostrava dessa forma?

Ela cuidava de mim após todo o acontecimento, retirava sua blusa e colocava em meus ombros, ela limpava meu sangue em meus lábios com sua própria roupa, ela parecia transtornada como eu estava, mas queria saber, quem raios era Gremona e porque ela me atacou.

Ela falava sobre uma punição e como estava arrependida, de fato nem eu esperava por isso, afinal ela tentou me matar apenas porque eu toquei nela, mas ela não parecia saber que era eu, então apenas uma coisa poderia servir de punição.

— Certo.... Lhe punirei devidamente por tentar matar um rei cof cof... Shiranai este teu medo de toque me atrapalha e lhe atormenta, um cavaleiro que não pode ser tocado ou tocar em outros é simplesmente inútil e patético, não preciso de um cavaleiro assim, então cof cof.

Era duro em minhas palavras, mas eu sei que precisava ou ela jamais iria se perdoar, e este tipo de coisa não poderia acontecer recorrentemente. Respirava um tempo antes de voltar a falar.

— Tua punição será perder seu medo com um tratamento de choque, eu lhe ajudarei já que possuo estudo para tal coisa, sou formado em psicologia caso não saiba, arf arf... A partir de hoje sempre quando for falar com qualquer um do grupo terá de tocar na pessoa para chama-la, porem comigo tu deveras ficar tocando em mim enquanto fala o tempo todo cof cof... Não me importo se seja com sua mão em meu braço, me abraçando, segurando meu dedo, terá de fazer isso.

— Sei que sofres quando me toca, então esta será sua punição, vai ter de passar por este inferno mental todos os dias, até o momento em que este seu medo se esvair de sua cabeça.

— Eu não sou um rei benevolente Shiranai, o que tu tentaste fazer hoje é crime de execução imediata, porem eu gosto de ti então dessa vez terá apenas uma punição “leve”, mas caso tente fugir de sua sina eu não serei tão compreensivo.

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Última edição por Alexander III em Qua 3 Nov 2021 - 15:41, editado 2 vez(es)

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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sab 30 Out 2021 - 19:04
Efeito Borboleta
Vigésimo Pulo
Meu discurso era finalizado e Badar aproveitava o momento para falar sobre sua experiência pessoal. Já sabia que tinha vindo de um lugar ruim, mas ouví-lo dizer aquilo me deixava triste, afinal, ele era apenas uma criança.

John também falava algo, dando imagens para o que eu havia contado antes. Vê-lo machucado de tal forma me fazia sentir repulsa, não pelos ferimentos, claro, já estava acostumada. E sim por imaginar o que ele passou na vida até nos encontrar em Ravenwatch.

Um silêncio sepulcral invadia a praça, afundando meu coração no peito. Eu nunca fui boa com discursos, na verdade, nunca nem tentei discursar... Aquilo era trabalho para o Shinto, mas agora nem mesmo sabia onde ele estava. Desolada, olhava em volta, procurando o padre.

Assim que tudo terminava, o outro músico seguia seu caminho, e o pequeno garoto estranho vinha em minha direção, surpreendendo-me com um abraço. Encarava-o com olhos arregalados, e mantinha meus braços afastados do corpo, sem retribuir o carinho, mas sem afastar o garoto também.

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Talvez tivesse percebido que não era algo costumeiro para mim, pois logo se afastava por conta própria, agradecendo por minha intervenção, seguido por John. Acenava com a cabeça, respondendo suas falas de forma curta e objetiva. - Talvez tenha se pertido na multidão? Só o avistei quando falava dele, depois perdi de vista. De qualquer forma, é melhor nos apressarmos.

Assim que acabava de falar, notava 5 pessoas em minha frente, e por mais que não fossem muitas, ficava feliz por terem sido convencidas por minhas palavras. - Pyonponponpon. Não somos só nós, temos mais 100 homens, somos apenas a faísca. - Apesar de tentar parecer simpática e manter o bom humor, ao falar isso, lembrava que comparada a Alexander, meu fracasso havia sido astronômico.

Felizmente, o rapaz que acompanhava Badar também se manifestava, querendo nos auxiliar. Com um sorriso soturno, acenava para ele. - Será muito bem vindo, precisamos de toda a ajuda possível. - De repente, quebrando o silêncio ensurdecedor da praça, ouvia uma voz ressoando. Solicitava reforços, e ao olhar para o local, identificava 9 homens da máfia.

Por sorte, as pessoas da praça ainda se dirigiam para suas casas, e ao verem os mafiosos, entravam em pânico e corriam sem rumo. - Podemos falar sobre isso outra hora. Agora devemos correr! - Apontava para o caminho contrário aos inimigos, procurando qualquer acesso até o esconderijo. - Fiquem juntos e não parem até chegarmos no esconderijo. Vamos!

Começava a correr pelas ruas de Flevance, sempre olhando para trás para ver se alguém estava faltando. Percorria caminhos escuros e menos utilizados, e estaria sempre pronta para desviar de qualquer ataque. Se notasse que estávamos sem saída ou que tivessem capturado alguém, pararia para enfrentá-los.

DetalhesFalas
*Histórico:
Ganhos:
- Receita de remédio
- Livro sobre Medicina Tradicional
- Kit Médico (Bandagens {2/30 usos}; Talas {0/10 Usos}; 1 bisturi; Agulhas Esterelizadas {0/10 usos}; Estetoscópio; Morfina {1/5 usos}; Álcool 70% {2/20 usos}
- Botas Profissionais de Durabilidade Média (+60 em Força)
- Katana Clássica de Durabilidade baixa (+40 em Força)
Perdas:
- 400.000 Berries (Botas Profissionais) + 850.000 Berries (Kit Médico)
Ferimentos: N/A

*Objetivos:
- Comprar uma arminha tops
- Comprar suprimentos médicos
- Sair em uma aventura
- Aprender Farmácia
- Aprender Herbologia
- Me divertir <3


@mm