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Kenshin
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KenshinDesenvolvedor
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Os Monarcas - I Efeito Borboleta Seg Maio 10, 2021 10:03 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Os Monarcas - I Efeito Borboleta

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civil Daisuke Ito, Saori Ito e Alexander Lancaster Cavendish III. A qual não possui narrador definido.

_________________

Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 15 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

DarkWoodsKeeper
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Ter Nov 16, 2021 8:49 pm
Badar Alluartie
Efeito Borboleta




Enquanto nós falávamos com Elliot, eu percebi que Haru ainda tratava de Shinto e parecia conversar com um homem. Parecia que Shinto seria levado para outro lugar. "Será que ele vai ficar bem...?"


Quando Elliot terminasse,eu iria até ele antes que o levassem e diria mesmo que ele não pudesse me ouvir:


- Força, amigo... Vai dar tudo certo...


Alexander então pediu para falar conosco e eu me aproximei, mantendo Balto ao meu lado. Eu me sentia aflito com tudo que estava acontecendo. Ainda assim, prestei atenção nas palavras do rei. Ele nos agradecia, mas dizia que o perigo real estava chegando agora. Ele falava da possibilidade de morrermos e aquilo me assustou.


Morrer... Eu ainda não havia pensado nisso no meio dessa confusão... Tudo começou como um jogo, uma competição. Mas agora eu temia pela minha vida, pela de Balto, e pela dos meus amigos...



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Alexander então falou que agora éramos um grupo: os Monarcas. Algo naquelas palavras me cativaram novamente. "Eu sou parte de alguma coisa...", esse pensamento ficou gravado em minha mente. Eu nunca me senti parte de algo. Eu sempre estive com alguém e, sem saber, pertenci a alguém, mas agora diziam que eu era um integrante... eu ERA alguém, e eles me viam assim.


O rei também mencionou que seríamos um grupo de piratas, de foras da lei. Mas aquilo me deixava confuso. Essas pessoas eram consideradas bandidos, mas me acolheram e me aceitaram... Qual seria o problema de ser como eles então? Eu e Balto éramos Monarcas agora, e era só isso que importava.


Alexander então desenhou uma bandeira. Um símbolo que serviria para nos unir. Ali começava nossa jornada como um verdadeiro grupo.


Com isso, agora bastava eu pensar como eu poderia ajudar. Eu não era o melhor lutador, mas minha visão e o olfato de Balto poderiam ser ótimas ferramentas. Nós poderíamos fazer o papel de sentinelas ou algo assim. Meu terceiro olho ainda era um segredo, eu tinha medo de assustá-los ou de chamar atenção indesejada, mas eu com certeza teria essa vantagem.


- Alexander, você acha que nós podemos ajudar? Eu tenho uma visão muito boa e o faro de Balto nunca me deixou na mão! Eu também sei arremessar facas, mas só tenho duas adagas e aquelas lâminas que comprei... - eu diria para o rei, querendo ser útil de alguma forma - E... você não vai deixar ninguém morrer, né?




Eu esperaria a resposta do ruivo, mas como uma ironia do destino, logo após alguns desconhecidos chegarem, ouvi um baque pesado e seco ali perto. Maximus havia caído e agora se contorcia no chão. Eu corri na direção dele e da mink, gritando:


- O que houve?! Haru, o que... - eu me interromperia ao perceber que a coelha estava em choque.


Eu então fiz algo que me faria ser consumido pela culpa. Eu fugi daquela cena. Corri para longe, deixando mais um amigo na mão. Eu ficaria sentado em um beco ou outro lugar escondido logo ao lado do esconderijo e junto a Balto. Eu sabia do risco de ser visto pelos mafiosos, por isso não fui para longe e me mantive escondido. Ainda assim, eu havia abandonado o grupo que me recebera de braços abertos.


- Desculpa, Balto... Eu...




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Eu tentaria me distrair com algo, tentaria esquecer o que estava acontecendo ali naquele momento. Eu então lembraria do livro que havia encontrado antes. Comecei a folheá-lo para tentar interromper as lágrimas que desciam pelo meu rosto.


Treino de pesca

Era um livro descrevendo as partes de uma vara de pescar, como usá-la e como fazer sua manutenção. Lá também explicava sobre iscas, locais ideiais para pesca e como se comportar durante uma pescaria. A parte do silêncio me encomodou um pouco, mas não parecia algo impossível. Eu li também como fazer para evitar a fuga do peixe, permitindo que ele levasse um pouco da linha para então puxar novamente. Parecia um jogo divertido de cabo de guerra contra um peixe!

"Lembro de já ter comido peixe, mas eu nunca pesquei... Parece bem difícil..."

Um outro capítulo então chamou minha atenção, ele contava como pescar usando lanças e facas. Amarrando-as à linha e arremessando-as nos peixes, um pescador com uma boa mira poderia pegar vários peixes em um dia usando essa técnica. Era incrível! Pescar parecia algo que eu precisava tentar.


Fim do treino de pesca



Enxugando o caminho que as lágrimas traçaram no meu rosto, eu me sentia um pouco mais calmo. Caso ninguém tivesse vindo atrás de mim e de Balto, eu me levantaria e voltaria para dentro.


"Espero que Maximus esteja bem. Vou perguntar se conseguiram ajudá-lo"




Informações

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  • Falas
  • Pensamentos

  • Posts: 22

  • Ganhos: Masuku Kitsune (presente do evento), adaga da Shiranai, livro de pesca.
  • Perdas: Calçados com lâminas






Objetivos


  • Aprender pesca
  • Aprender zoologia
  • Ensinar um comando de caça a Balto
  • Encontrar o resto do bando
  • Adquirir uma arma principal (Lâminas da lua crescente) e facas (adagas) de arremesso
  • Adquirir uma flauta (ou ocarina ou outro instrumento de sopro)
  • Fazer uma performance (e tentar ganhar uns trocados hehehe)




"Só as feras estão além da mentira"     -Rexxar

▲ Thanks, Frankie @ Graphic Dreams ▲

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AoYume
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Qua Nov 17, 2021 8:46 am



POST

19


1º Capítulo
Efeito Borboleta




BLESSED BY THE KING


Meus braços cruzados desentrelaçam-se enquanto meu corpo avançava através da tração de minhas costas, sutilmente, afastando-me da parede e fitando aquela cena com certa surpresa. Se não era suficientemente conturbado o fato de Shinto estar mal, para contribuir ao choque do emocional de alguns de nossos membros, Max, o tal dom Juan e também irmão de Alexander entra em completo choque. Meus lábios entreabrem como se fosse dizer alguma coisa, observando a médica que nutria sentimentos pelo ruivo, e, com quem eu havia conversado antes. Tsc. Avanço estalando a língua e rangendo os dentes enquanto me ajoelho em frente a mink coelha de olhos rosáceos.

Ergo a mão em sua direção um pouco trêmula, duvidosa, vislumbrando de canto o corpo em agonia que já é socorrido pelo mordomo do magnata de antes. Respiro, incerta, não por temê-la, felizmente a sombra do meu passado já não me acometia tão forte e Haru tampouco tinha traços que remetiam as desagradáveis lembranças. O motivo era diferente, a ausência da experimentação mútua trazia consigo a inexperiência de como confortá-la. O que tinha era aquela angústia compartilhada, o vislumbre mais claro do que provavelmente também era o que acontecia com o monarca que jurei proteger, e, que por alguns momentos, conseguia ver sobreposto ao corpo do Dom Juan sofrendo os mesmos pesares.

Essa sensação era o suficiente? Não sabia, mas, tinha uma punição à cumprir e apenas palavras não deviam ser o suficiente. Meus dedos tocavam seu pescoço a desta e a cintura pela oposta, deslizando conforme tomava mais coragem para alcançar a sua nuca e as suas costas antes de puxá-la para perto. Não sabia bem o que dizer, e, nem se deveria dizer algo. Minha feição era séria, meus olhos marejados não permitiam que sequer uma lágrima escapasse, não era o meu momento de chorar, era o dela. - Você... Penso, olho na direção dos demais e de Alex, voltando minhas palavras à um tom mais baixo enquanto sussurro em seu ouvido. - ... É claro que você pode, pode bem mais do imagina, eu nem sequer posso supor ou ajudar com os medicamentos daquele que tento proteger tolamente. Já você por outro lado é quem os mantém vivos.

Não sabia se minhas palavras eram duras ou mansas, boas ou ruins, muito menos se ajudariam, como poderia saber. Apenas encosto a cabeça dela sobre meu ombro deixando-a afundar-se sobre as penas macias na ombreira, cobrindo seu rosto para deixá-la permitir-se livrar-se de todo mal sem preocupar-se com mais nada. Aperto minha mão em sua pele, e, fecho meus lábios com rigidez, para que ela não sinta o quanto estou tremendo, e, para que ela não perceba que estou ofegante pela ansiedade. Como uma rocha, inerte, como o alento de um leito, cálida e silenciosa, era tudo que eu podia oferecer.


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Info:






CRÉDITOS Roevs

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Ex-Panda
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Qui Nov 18, 2021 3:30 am

GODS BLESS THE KING ♕


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Badar parecia deveras preocupado com o que de fato nos aguardava, ele realmente se preocupava com todos ali mesmo que nos conhecíamos a tão pouco tempo, ele era puro, uma criança...

— Não te preocupes Badar, eu jamais deixaria algo acontecer conosco, o dever do rei primeiro é proteger seu povo e então só após isso seu reino, afinal não há um reino sem pessoas para morar certo?

Dizia afagando sua cabeça com um largo e gentil sorriso no rosto, olhava para Shinto que nesse momento provavelmente era carregado pelas pessoas para ser levado ao hospital, fique bom logo, meu padre.

Mas claro que essa noite não me daria paz, eu só não imaginava que ela traria águas tão tortuosas, Max meu irmão caia no chão em agonia, eu imediatamente corria em sua direção por já imaginar o que estava acontecendo? Mas porque ele não conseguiu se controlar? Max sempre foi tão sutil, mas não dessa vez...

Quando levantavam sua blusa eu ficava pálido, sem reação por alguns segundos, meu deus... Via até Badar correndo para longe, eu tinha que pega-lo mas não conseguia me afastar...

— Como ela pode estar tão grande assim? Max... Porque você não me contou.... Tu ainda vieste nessa viagem conosco mesmo sofrendo tanto? DROGA MAX.

Socava o chão com muita força e não ligaria se constasse meu punho ou algo do gênero, mas nem um momento de paz eu poderia ter, eu não era permitido fazer isso agora, precisava ser frio e tomar uma decisão dura com meu querido irmão, e muito mais para mim mesmo.

— Mordomo consegue faze-lo dormir? Algum remédio ou mesmo uma porrada em sua cabeça, acredite isso será para o melhor, a dor que ele sente agora é indescritível, ele tem que descansar...

Haru chorava ao meu lado e ficava em um transe completo de amargor e arrependimento, Shiranai vinha e a confortava, eu afagava as suas cabeças e por um segundo me permitia sofrer, mas logo após esse pequeno momento pedia para Shira a soltar.

Pegava suas duas mãos as juntava e então batia nas duas a prensando com força

— HARU! Não te esqueças o motivo dessa viagem, porque deixamos tudo o que amamos para trás, porque eu deixei o meu trono e meu povo! Nós iremos encontrar o que procuramos e assim meu irmão vai poder ficar em paz, mas eu preciso de ti comigo! Sem ti eu não vou conseguir chegar lá!

Eu sei que dói minha medica, ver teu amado no chão e ficar impotente, eu sei que dá vontade de gritar, porem eu não posso deixar fazer isso agora, eu também quero gritar, mas Shiranai não pode saber disso, pelo menos não ainda.

Olharia para meu irmão no chão mais uma vez, ah Max quanta dor deves estar sentindo agora? Se apenas com a marca do meu tamanho eu não sei como descrever imagina sua situação...



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Me levantava, pegava um papel e uma caneta e então escrevia uma carta pedindo para dois guardas reais de confiança virem buscar meu irmão e levar novamente para Ravenwatch, o local certo de onde deveria nunca ter saído, ao lado de sua irmã e em uma cama confortável com médicos competentes ao lado.

Chamava algum dos soldados e então enquanto entregava a carta para ele dizia:

— Entregue isso ao correio, mande enviar para Ravenwatch e leve meu irmão ao hospital o mais rápido possível, pinte o cabelo dele ou algo assim para a máfia não o reconhecer também por favor... Ele ficara lá até virem buscar ele de volta.

Me dirigia novamente a minha medica e então pedia a ela.

— Haru não te preocupes, já mandei pegarem ele e levarem ele de volta ao reino de Ravenwatch, agora por favor vá atrás de Badar e traga ele novamente para cá por favor...

A verdade é que eu queria chorar e apenas ficar deitado o resto da noite, porem eu me lembrava de algo... Hipnose! Se alguém no local soubesse e me ensinasse eu poderia me fazer ficar focado até tudo isso terminar.

— ALGUEM AQUI SABE A ARTE DE HIPNOSE E PODE ME ENSINAR?

Se alguém respondesse que sim então iria até ela e começaria o meu aprendizado sobre essa arte que a muito tempo eu já havia lido em um dos meus livros de psicologia, mas nunca tinha aprendido de fato.

Treino de Hipnose

— Primeiro de tudo obrigado por me ensinar sobre isso, pode me explicar os conceitos básicos por favor?

Ouviria a pessoa atentamente sobre tudo, era quase uma ferramenta para se tratar depressão, traumas e várias coisas do tipo, porem a medida que me explicava eu ficava ainda mais atento a tudo, a verdade é que essa arte podia fazer uma pessoa até a seguir comandos específicos depois que ela entrava em transe.

O transe nada mais é do que um estado onde sua mente entra em um círculo sem fim deixando tudo de lado apenas para tentar resolver aquele enigma que foi criado, tem varias formas de se entrar em um transe.

A mais conhecida delas é quando alguém procura algo que está em sua mão como chaves de casa, olha em seus bolsos, ao redor, mas não percebe que ela está ali em sua mão, sua mente fica tão focada em achar a chave que ela esquece que segura algo.

A medida que me explicava ainda mais ficava ainda mais fascinante, era interessante ver a mente humana quase que de uma forma “magica”, mas a verdade é que o subconsciente é muito mais forte do que o consciente, então criar uma experiência já vivida ou mesmo tirada da imaginação era possível com a hipnose

Vinda de duas palavras de línguas bem antigas e esquecidas, (Hipnos = sono) e (osis = ação ou processo), então nada mais era do que um estado da mente onde seu consciente dorme e seu subconsciente acorda...

Mas era corrigido, na verdade não é uma espécie ou forma de sono os dois estados são claramente distintos de acordo com meu professor, já que ambos têm estímulos cerebrais diferentes um do outro.

Para um teste pratico pedia para ele me hipnotizar e via claramente o que ele tinha me explicado, se no meu estado de transe ele desse uma ordem para meu braço não me mover então ele não moveria mesmo que eu quisesse.

Depois de muitas tentativas fazendo ele entrar em transe eu finalmente conseguia e entedia o conceito, com ele já nesse estado era fácil dar uma ordem.

Fim do treino de Hipnose

Me sentava e então respirava, era satisfatório aprender algo novo e tão complexo, seria mentira dizer que meu estudo em psicologia não tenha me ajudado muito, porém ainda era bom.

Agora se de fato tivesse aprendido tentaria meu teste final, me auto hipnotizar para essa noite, não sentir tristeza pelo meu irmão e Shinto e apenas me focar na missão, me imaginava caindo de um precipício, e eu era minha consciência, cada vez que caia mais entrava mais profundo no transe...

Quando achasse que já estava suficiente me daria a ordem:

— Alexander Lancaster Cavendish III até tudo com a máfia acabar não está permitido em chorar por seu irmão ou Shinto, ou mesmo ficar triste por isso, você vai ficar focado e ira completar sua missão!

Agora esperaria todos os outros se resolvessem e o mapa estar pronto, pois pelo menos agora eu já queria ir destruir a máfia de uma vez por todas.



Histórico :
 
Objetivos:

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Madrinck
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Créditos : 11
MadrinckEstagiário
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Qui Nov 18, 2021 9:26 am
John Doe o Confeiteiro
Ascensão de um novo grupo


A Situação ia se amornando e aquilo era ótimo, eu me perdia levemente entre oque ou não fazer e aquilo me era preocupante, talvez só fosse a atmosfera da situação que dava a impressão de capacidade de fazer oque eu mais gosto que era animar as pessoas, no fim era realmente difícil animar a situação e talvez fosse melhor assim, todos nós iriamos para uma batalha em que muitos morreriam, talvez naquele momento eu estivesse imitando melhor do que Nunca John e eu não sabia se aquilo realmente era bom, por que eu fico no controle somente nessas situações que não me trazem nenhuma vantagem ou oportunidade? Nem mesmo cozinha algumas guloseimas poderiam entrar na minha cabeça por estarmos naquela casa abandonada e que se tivesse ingredientes para alguma coisa, provavelmente estavam vencidos... Eu passava a mãos nos meus cabelos ficando angustiado, Shinto ter ficado daquele jeito era extremamente desconfortante e preocupante, por que coisas tão horríveis tiveram que cair tudo em um dia só?

Dando alguns tapinhas em meu rosto eu respirava fundo e mesmo que continuasse do mesmo jeito de antes esperando ordens como John iria fazer, eu abria um sorriso por que em meu ponto de vista, estar sorrindo independente da situação era aliviador... Bom, era aliviador até que mais desmaiasse repentinamente, que tipo de doença maldita que estava contagiando todos para que ficassem caindo no chão? De Shinto pelo menos foi apenas um desmaiar, algo sutil com toda certeza, mas Maximus? O Cozinheiro? O Pobre parecia que ia morrer ali mesmo no chão, eu me levantava assustado e com os meus olhos arregalados enquanto meu sorriso já tinha sido desfeito a alguns segundos. Eu me aproximava do Modormo enquanto analisava Maximu vendo aquelas manchas, eu não podia entender de medicina ou doenças, mas aquilo claramente era muito mal.

Eu em seguida me afastava quando o Rei se aproximava também, eu precisava dar espaço a realeza para que ela mesma se preocupasse com pessoas de seu sangue, eu tinha que esperar alguma ordem para poder agir, mas todos estavam muito aflitos com o desmaio repentino do Ruivo. Eu me virava para Haru afim de ver oque ela iria fazer, como ela poderia auxiliar o Mordomo, era ela que carregava todo o conhecimento médico entre nós e claramente poderia auxiliar... Mas ver a pobre menina coelho em lagrimas seguido de Badar fugindo era desesperador, eu fazia, eu fazia o meu melhor para suportar aquelas emoções nauseantes que faziam eu ter a vontade de vomitar. Eu nunca vi coisa tão terrível assim acontecer, além do mais quando eu pegava o controle eu sempre ia para lugares alegres e não ficava muito tempo no sótão dos escravos para tentar ignorar seus gemidos de dor e fome, mas naquele momento era diferente, eu não tinha local para escapar e tinha que ver aquela situação horrível, o grupo que antes começou grande estava diminuindo muito rapidamente.

Eu queria reconfortar meus amigos, mas John faria isso? Eu queria ser eu mesmo, mas John gostaria disso? Eu queria fazer algo para ajudar, mas alguém tinha me dado uma ordem?... Minha cabeça doía enquanto eu via todos indo até Haru a consolar ela, eu não conhecia Maximus a tanto tempo então o seu desmaio repentino não me afetava mais que o necessário, mas pelo que parecia para muitos ali, Maximus era realmente alguém muito próximo e importante. Que seja, eu estava somente piorando ficando ali dentro - Irei me retirar momentaneamente para seguir Badar e garantir sua segurança- eu dizia tentando agir o mais "John" possível, a verdade é que eu queria respirar um pouco de ar fresco, mas eu estava preocupado com o garoto, Flevance estava um local muito perigoso para uma criança ficar sozinha, mesmo tendo Balto ao seu lado.

Saindo do esconderijo não sem antes averiguar a área para ver se estava tudo seguro, eu saia calmamente ainda carregando minha espada, caso eu ou Badar fossemos emboscado, eu poderia me defender e dependendo da situação defender o pequeno garoto também. Eu o procurava primeiro em locais óbvios e próximos da região do esconderijo, Becos, buracos aonde um garoto como Badar conseguisse se enfiar. Quando eu o encontrasse eu tentaria meu melhor para me esconder e simplesmente observar se ele estava seguro ou não. Sabendo disso eu continuaria escondido e perto do local para servir como um guarda costa do pequeno, eu sabia que ele precisava de um tempo, além do mais ele era uma criança, claramente eu não iria duvidar que Balto me encontrasse com o seu faro, mas para mim tanto faz sinceramente.

Quando Badar começasse a sair do local, e eu espero que já um pouco melhor e estabilizado eu o surpreenderia - Buh!- saltando em frente dele fazendo uma careta ignorando Balto com precisão caso o mesmo me mordesse em reação ao susto que eu tentava impor. Caso eu conseguisse o assustar eu daria uma boa risada, caso não, eu continuaria imóvel com um sorriso constrangido, será que tinha passado muita vergonha? - Olá pequeno Badar, se sentindo melhor?- eu perguntava enquanto começava a andar em direção ao esconderijo a passos lentos - Eu só estava aqui pra garantir sua segurança... Sinceramente eu não sabia oque fazer ali dentro- eu fazia meu melhor para não me aprofundar muito no assunto e não fazer o garoto reviver as memorias de Maximus caído e se retorcendo, ele era só uma criança no final.




Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico:
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O Taverneiro
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Seg Nov 22, 2021 9:24 am
Mas e o meu parceiro?

Esse porra tá é metendo o louco!


Estava tudo resolvido, eu li apenas duas páginas e já tivemos que sair dali para começar a caminhada. Saindo dali nos despedimos de todos, eu precisava aprender logo a mexer com aquelas bombas, explosivos em geral, assim seria mais eficaz que apenas cortar canos de gás…

Os passos meus levam meu corpo até a porta, não olho para trás, pois queria resolver logo aquela situação, e seguir o que precisava seguir. Assim que passo por Max que se despedia de Haru falo:

- Vamos, você tem muito tempo para isso…

Então ouço um grito. Max parecia ter sido atingido por algo, olho ao redor já pronto para o ataque, mas não. Era a doença. A maldita doença do rei…
Alexander curvava-se para atender ao irmão, Haru chorava e eu ainda não conseguia entender como ele havia chegado a tanta evolução da doença sem demonstrar.

Aproximo-me de Alex, com os olhos marejados. Era claro que tínhamos nossas desavenças, mas ele é um bom homem. Não merece passar por isso.

Olho para Alex e digo:

- Abandonamos a investida por ora? Afinal de contas, seria daqui uma hora. Eu acho interessante eu ir avisar o grupo Ômega sobre as alterações. Não acha, majestade?

Eu fico ali, em pé enquanto acaricio o cabelo de Haru e fico perto de todos. Olhava pra Alex buscando a confirmação ou próximos passos. Sim, era um amigo, era um aliado, mas durante a minha vida como espião acabei sofrendo muitas baixas e isso cria uma casca. Precisamos terminar a missão, depois choramos nossas perdas…

Caso tivesse tempo, eu procuraria aprender mexer nos explosivos, mas precisa saber sobre os próximos passos antes.




DetalhesFalas Kaplya
"Pensamento Kaplya" - Lukas
- Falas Lukas
*Histórico: POST 22 (12/15 - LUKAS)+(10/10 - KAPLYA)
Ganhos:

  • 2 espadas profissionais - durabilidade: média (+60 em força ou destreza por nível)
  • 2 Rifles  
  • 1 Espada
  • Livros ( Investigação, Cartografia, Criptografia, Psicologia, artes de interrogatório, artes da lábia, artes da sedução e Falsificação)
  • Roupa camuflagem amigo oculto
  • -Pericia investigação



    • Perdas:
  • B$ 800.000  
  • -B$ 250.000 (arma da Haru)  
  • -B$ 5.000 (whiskey)
  • -4 usos de fumo / Fósforo
  • -B$ 100.000 (amendoim)

Roupa maneira, Máscara maneira - Presentes do Amigo Secreto, Perícia Investigação.

*Objetivos:
- Comprar uma Espadinha
- Livros: Cartografia e Investigação
- Aprender as perícias Investigação e Cartografia
- Sair em uma aventura
- Me divertir


Lukas Sveta
Nenhum caminho me assusta, nenhum desafio me impede.





_________________

Kaplya / Lukas Sveta
Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 15 The_Death
Hoyu
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Créditos : 04
HoyuNarrador
https://www.allbluerpg.com/t378-leonheart-valentine https://www.allbluerpg.com/t419-here-comes-the-sun
Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Qua Dez 01, 2021 9:38 pm

OS MONARCAS i - EFEITO BORBOLETA



A queda repentina de Max pegava todos de surpresa, com Alfonse junto de Alexander até o corpo saído para verificar seu estado, enquanto Haru olhava paralisada a cena que se desenrolava à sua frente. Shiranai tentava acalmar a coelha, e Badar saia correndo, sendo seguido logo atrás por seu companheiro lupino, deixando para trás o esconderijo em completo caos. Enquanto Alexander se via em choque e fazia um pedido à Alfonse, o mordomo dava sua opinião sincera sobre os desejos do monarca. - Posso sem duvidas cuidar da carta, mas... Eu nunca vi uma doença como essa, e me orgulho de ser conhecedor das artes medicinais. Se virem algo assim no hospital de Flevence, com toda essa paranoia médica após a doença a doença do chumbo branco, certamente haveria uma comoção. No pior dos casos, podem acabar decidindo realizar uma quarentena, e ele não poderá ser levado de volta para Ravenwatch. O levarei para a mansão do sr. Lemont, posso garantir que terá bons cuidados com equipamento de ponta, até que seus enviados possam o levar de volta. - Explicando a situação, dava um rápido golpe na nuca do jovem, que desmaiava imediatamente.

John corria atrás de Badar para que não ficasse sozinho, temendo que pudesse ser encontrado pelos mafioso. Sozinho em um beco próximo, o garoto tentava digerir tudo que havia acontecido, em choque, e pegava um livro que carregava para tentar distrair a mente, aprendendo sobre pesca enquanto John olhava tudo mais de longe, ficando de olho nos arredores e garantindo a segurança do seu companheiro. Após um tempo, tendo lido o conteúdo do livro, Badar levantou-se repentinamente pra sair, acreditando já estar mais calmo, e Balto correu mais a frente, cheirando de forma estranha uma das esquinas que davam no beco, logo onde John estava escondido, e quando aproximou-se, o grande homem apareceu tentando dar-lhe um susto, apesar de sua posição ter sido comprometida pelo olfato do lobo. Bem sucedido ou não em assustar seu pequeno amigo, logo os dois iam retornando para o quartel general improvisado.

Ainda lá, Kaplaya parecia preocupado quanto a operação, mas Alexander se via ainda mais decidido que antes, como se quisesse apressar aquilo tudo, lembrando a médica do motivo de estarem ali e fazendo-a se recompor, junto das palavras de conforto de Shiranai. Mesmo parecendo focado, Alexander não estava bem, mesmo que suas dores houvessem sumido após tomar o remédio, e logo buscou alguém que pudesse o ajudar com hipnose. - Sorte sua, estudei bastante psicologia, posso te ajudar com isso. - Respondeu um dos homens que haviam vindo com o mordomo, e logo ambos foram para a cozinha, um canto mais isolado para que o monarca pudesse aprender sobre aquilo tudo. Foi difícil, mas logo conseguiu compreender o que precisava. Após todo o conhecimento ser repassado, entretanto, Alexander tentou uma última coisa: se hipnotizar para não cometer erros após tudo que havia ocorrido, mas enquanto tentava, o mesmo homem que o instruiu se aproximou. - Devia imaginar que iria tentar isso. Infelizmente, tentar se hipnotizar não funciona. Mas posso te ajudar com isso. - Realizando um rápido processo hipnótico raspando um garfo pelo balcão de mármore, o homem logo deu o comando. - Está noite, você será quem eles precisam que você seja. você fará o que precisa fazer, e só quanto tudo estiver feito, você se deixará sofrer. - Terminando a indução, ele se levantava e colocava a mão em seu ombro. - Sei que é difícil, mas você, mais do que qualquer um, precisa ser forte.

Na sala ao lado, Enquanto Alexander saia, Alfonse se aproximava da mink que já havia conversado antes. - Ah, então você quer saber sobre herbologia? Haha, acho que posso te ajudar com isso. Preciso de ajudar para levar o tal Max até seus aposentos na mansão, então se me ajudar e levá-lo para um local apropriado, te ensino uma coisa ou outra com o que temos no jardim da mansão. O sr. Lemont está velho, afinal de contas, e odeia comprar remédios. - O mordomo parecia entender o que ela estava sentindo, e oferecia uma forma dela se sentir ao menos um pouco útil, após ter recobrado a consciência. Juntos, levaram Max até a mansão, colocando-o em uma espécie de enfermaria montada em um grande quarto, com cerca de 4 empregadas cuidando dele como enfermeiras, para em seguida irem até um jardim onde plantavam plantas medicinais. Alfonse ajudou a mink com tudo que sabia, mostrando-se um tutor rigoroso, fazendo questão que aprendesse tudo com extrema precisão, enquanto vez ou outra grupos de homens seguisse para o quartel general, como ele havia avisado que fariam. Após um tempo, Haru sentia que havia aprendido tudo, e os dois se poram a retornar para a casa abandonada, juntos de 5 outros homens que seguiam para lá também. Em meio ao caminho, entretanto, Alfonse decidiu fazer uma pergunta à sua aprendiz. - Quando falou comigo em meio a reunião de negócios, pareceu tão focada e destemida, mas naquele momento... Entendo que deve ser difícil, não sei qual era a relação de vocês e não vou fingir que entendo, mas se tem uma coisa que sei, é que eles dependem de você. E quando dependem de você, não pode deixar-se abalar tão facilmente. Aquele ruivo nitidamente sabe disso, estava se segurando com tudo que tinha para manter a compostura. Se, como dizem, você é a única que pode ajudá-los com aquela terrível doença, não os deixe na mão novamente.

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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Qui Dez 02, 2021 1:32 am

GODS BLESS THE KING ♕


Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 15 Ju8TseF


Meu professor me ajudava com a hipnose já que eu não conseguia fazer isso sozinho, o que era muito bom, naquele momento era tudo o que eu precisava, no fundo eu sabia disso.

— Obrigado por tudo, sua ajuda foi muito útil.

Com meu treinamento terminado eu voltava para o salão, Kaplya se aproximava de mim fazendo uma pergunta e uma sugestão, eu tinha ficado tão abalado antes que nem tinha me tocado, porem agora eu estava focado novamente.

— Por hora sim Kaplya, iremos logo, imagino que cerca de trinta minutos a uma hora iremos começar a investida, sim seria bom avisá-los das mudanças, posso deixar isso contigo? O plano permanece, precisarei de sua ajuda para explodir a base deles enquanto a luta desenrola certo?

Dava um tapinha em seu ombro com um olhar serio, Kaplya era um pilar nessa missão extremamente importante, e eu não poderia me dar o luxo de perde-lo.

Me lembrava de algo, precisava também antes da batalha aprender a fazer acrobacias, afinal eu luto com as pernas, saber mais um movimento ou outro era importante, como já havia visto nos nossos dias de justiceiros, Shira sabia fazer todos os tipos de acrobacias.

— Shira, você poderia me ensinar a fazer acrobacias? Preciso disso para o bem da missão.

Apesar de eu querer falar de forma mais delicada, parecia que tinha alguma coisa me bloqueando, possivelmente era a hipnose imagino eu. Se ela concordasse então a levaria para um local mais afastado e ficaria em sua frente.

— Então porque você não me ensina o básico?

Ela enfatizava que tínhamos pouco tempo, e de fato era verdade, porem acredito que com um direcionamento eu conseguiria pegar pelo menos a base da coisa.

Treino de Acrobacia

Começo a observa-la meticulosamente, ela sai em disparada a uma parede por perto e então faz uma acrobacia complicada para alguém leigo como eu entender, mas tentava ver cada musculo e passo que ela usava para fazer aquilo.

Era de fato incrível usar seu corpo daquela maneira, ela basicamente havia feito com que seu corpo parecesse não ter peso usando apenas técnica, assim que ela mostrava a primeira ela começava a me explicar então o conceito “básico” da coisa.

Manipular minha massa corporal de acordo com a movimentação que eu irei fazer, usando força nas pernas, braços, abdômen, costas, cada um musculo para cada movimento ou até mesmo todos eles juntos.

— Certo de fato parece algo complicado para se pegar em tão pouco tempo, o conceito e como tu usastes teu corpo foi algo magnifico porem difícil de acompanhar, mas sua explicação me ajudou um pouco, bom acho que não tem outra forma a não ser tentar certo?

Corria em direção a parede com tudo o que eu tinha tentando lembrar de todos os movimentos que ela havia feito antes, bom a verdade é que eu já ia preparado para cair de cara no chão, mas ao menos eu ia tentar fazer isso sem me machucar muito.

Caindo eu logo me levantaria com dor e passando a mão onde estivesse doendo, porem analisando o que eu havia feito de errado, a cada queda eu ficava mais confiante e com menos medo da queda e então ficava mais ousado.

Finalmente depois de muitas quedas analises e dicas pedidas para Shira que estava me observando, correria para a minha última tentativa.



Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 15 B78e43084fa4ea702b150eabcd12ff54

Usava meu pé na parede para me projetar para cima, porém sem me inclinar demais para eu não deslizar na parede ou cair de costas, na medida certa, mais lá no alto agora eu precisava projetar meu corpo usando o teto para ficar de cabeça para baixo.

Dava um passo curto sem força apenas para redirecionar meu ângulo e então quando estivesse caindo para o chão eu encolheria minhas pernas e daria uma “cambalhota” no ar para cair em pé.

Bom se eu conseguisse apenas metade disso no fim eu também ficaria feliz com o resultado final em tão pouco tempo.

Fim do treino de Acrobacia

— Arf, arf tenho que admitir que isso cansa muito, estou todo suado.... Que nojo, quero tomar um banho e me vestir melhor argh... Mas bom acho que não posso fazer muita coisa já que vou para uma ”guerra” agora

Olhava então para a minha professora que havia me ajudado bastante neste momento e dizia:

— Obrigado mestra, fico feliz em ter tido alguém paciente para me ensinar como me movimentar de forma correta. Depois eu irei lhe agradecer de forma devida.

Esticava minha mão com um sorriso bem leve no rosto, agora me lembrava mais uma vez que estava na hora de irmos para a luta. Ia na frente de todos que estavam lá, provavelmente Kaplya já havia chegado e passado a informação então estaríamos prontos para ir porem esperaria a confirmação de alguém que estivesse sendo o porta voz do “exercito”.

E caso finalmente estivéssemos em partida então eu chamaria a todos e iria em direção ao o QG, era o momento, eu tinha que estar pronto para ele quer eu queira ou não, apenas rezava para que Kaplya fizesse o que eu havia pedido...

Caso ainda não fosse o momento apenas me sentaria e colocaria minhas mãos no rosto e respiraria fundo pensativo por algum tempo, será que tudo ficaria bem? Eu estava nervoso, mas com certeza a hipnose estava me ajudando muito.



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Última edição por Alexander III em Qui Dez 16, 2021 8:15 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sex Dez 03, 2021 12:37 pm
Efeito Borboleta
Vigésimo Quarto Pulo
Seguia com o mordomo para a casa de seu patrão e nosso novo aliado, lá deixávamos Max em um quarto que parecia ter o suficiente para ajudá-lo até voltar para Ravenwatch.

Vê-lo deitado na cama sem se mover ou fazer suas brincadeiras me dava uma enrome sensação de angústia. Mas como Alex e Shira tinham dito, eu conseguia fazer isso, eu dei a ideia da expedição e era a única que poderia achar a planta e fabricar o remédio com ela, não podia me dar ao luxo de falhar.

Com isso em mente, fazia das tripas coração para aprender tudo o que o rigoroso Alfonse me ensinava, e apenas quando ele se dava por satisfeito nós íamos embora. Durante o percurso, meu tutor me dava um pequeno sermão e, apesar de não conhecê-lo, me sentia muito mais motivada.

- Eu entendo senhor Alfonse, foi apenas um momento de fraqueza que não irá se repetir... Afinal, o passado está morto e enterrado há muitos anos. - A imagem de Sakura desaparecia tão rápido quanto vinha à minha mente. - Não deixarei ninguém mais passar por isso, e o senhor ainda verá meu nome por aí.

Sorria de forma fria, tentando ser simpática mas não sabendo exatamente como. De qualquer forma, acenava com a cabeça em forma de agradecimento e continuava meu caminho até nossa "base".

Chegando lá, via Alexander e Shira treinando juntos. Papa tinha saído para avisar nossos aliados e Badar e John se encontravam ali parados. Me aproximava deles e tentava dar um sorriso empático para o pequeno músico.

- Badar, você não parecia muito bem antes. Está tudo bem? - Ao receber a resposta, olhava para John. - Obrigada pelas ajudas médicas e sociais, John. - Estendia minha mão para ele, em forma de cumprimento.

DetalhesFalas
*Histórico:
Ganhos:
- Receita de remédio
- Livro sobre Medicina Tradicional
- Kit Médico (Bandagens {2/30 usos}; Talas {0/10 Usos}; 1 bisturi; Agulhas Esterelizadas {0/10 usos}; Estetoscópio; Morfina {1/5 usos}; Álcool 70% {2/20 usos}
- Botas Profissionais de Durabilidade Média (+60 em Força)
- Katana Clássica de Durabilidade baixa (+40 em Força)
Perdas:
- 400.000 Berries (Botas Profissionais) + 850.000 Berries (Kit Médico)
Ferimentos: N/A

*Objetivos:
- Comprar uma arminha tops
- Comprar suprimentos médicos
- Sair em uma aventura
- Aprender Farmácia
- Aprender Herbologia
- Me divertir <3


@mm
DarkWoodsKeeper
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sex Dez 10, 2021 4:51 pm
Badar Alluartie
Efeito Borboleta




Depois de me levantar, segui em direção ao esconderijo, agora um pouco mais calmo. Ser parte de um grupo significava que eu tinha pessoas que me protegeriam, mas eu também deveria protegê-as. O tempo de fugir já havia passado. Agora eu precisava ser forte e ajudar aqueles que me ajudavam.


- Vamos, Balto. Temos que parar de fugir dos nossos problemas.


Enquanto voltávamos, Balto se aproximou de um beco e o farejou, abanando levemente sua cauda... Alguém conhecido estava ali, me observando, o que confirmava meu pensamento anterior de que eles sempre me protegiam.


Ao me aproximar da esquina, vi John pular naa minha frente e tentar me dar um susto, mas sua presença já havia sido revelada pelo lobo. Eu sorri amigavelmente e ei um leve soco na coxa do gigante:


- É difícill pra um rinoceronte ser sorrateiro como uma coruja! Mas se não fosse o Balto, acho que eu nem saberia que você tava aí! - falei para John, tentando convencê-lo que sua furtividade era impressionante.


- Tô melhor sim! Você está nos olhando faz muito tempo? Obrigado por ficar aqui com a gente! - respondi o homem, que completou dizendo que não sabia o que fazer lá dentro - É... Eu também não... Mas a gente é uma equipe agora, né? Temos que cuidar uns dos outros! - completei dando outro soco amistoso no homem (que provavelmtente não sentia nada)


Sorri mais uma vez para John e o acompanhei para dentro do nosso abrigo. Lá dentro, Haru se aproximou e perguntou para mim se eu estava bem:


- Tô sim, Haru! Eu... só precisava colocar a cabeça no lugar. Como você tá? - respondi, evitando perguntar sobre Maximus para a coelha devido ao choque pelo qual ela já havia passado. Eu sorria para coelha e ouviria sua resposta, mas depois tomaria um ar mais sério e seria tomado por um pensamento:



Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 15 1934bfd9bd2b12fe0323c288753696fb


"Estou pronto para fazer a minha parte. Vamos derrubar as pessoas que feriram nossos amigos." - pensei, focando na imagem de Shinto e Maximus.





Informações

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  • Falas
  • Pensamentos

  • Posts: 23

  • Ganhos: Masuku Kitsune (presente do evento), adaga da Shiranai, livro de pesca.
  • Perdas: Calçados com lâminas






Objetivos


  • Aprender pesca
  • Aprender zoologia
  • Ensinar um comando de caça a Balto
  • Encontrar o resto do bando
  • Adquirir uma arma principal (Lâminas da lua crescente) e facas (adagas) de arremesso
  • Adquirir uma flauta (ou ocarina ou outro instrumento de sopro)
  • Fazer uma performance (e tentar ganhar uns trocados hehehe)




"Só as feras estão além da mentira"     -Rexxar

▲ Thanks, Frankie @ Graphic Dreams ▲

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AoYume
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Ter Dez 14, 2021 2:52 pm



POST

19


1º Capítulo
Efeito Borboleta




BLESSED BY THE KING


[size=13]As coisas pareciam irem acalmando-se e a coelha parecia um pouco mais calma, então também permito me dar algum alívio caminhando até um canto do local. Há tantas pessoas tentando descobrir coisas de última hora que me faz rir, apenas um breve momento, interrompido por mais daqueles momentos que não queriam me abandonar. Eu consigo ver um lapso de uma memória, algo sobre fazermos algum dever de última hora, sorrisos que me angustiam, por que? Não tenho tanto tempo para pensar nisso pois Alexander logo retoma sua busca por mim pedindo para que eu o ensinasse algo.

O acompanho conforme solicitado apesar de meio duvidosa sobre tudo aquilo. - Bem, vai depender da sua proficiência para pegar o básico em... Meia hora, foi o que disse certo? Falo observando o ambiente ao redor, olhando uma parede que pode ser usada. Em uma passada veloz salto na direção do meio dela, colocando de forma leve o primeiro pé que apenas vai amortecendo a queda antes do segundo tocar lançando-me mais acima girando meu corpo em pleno ar para dar dois passos semelhantes aos de antes no teto de cabeça pra baixo. Desta vez, os dois seriam leves apenas para por meu corpo em parafuso sem acelerar tanto o que a própria gravidade já faria. No meio do movimento sacaria a adaga alvejando uma grande viga de madeira onde a adaga poderia fincar-se.

Logo em seguida ia até ali pegar ela de volta enquanto explicava. - Tudo na acrobacia é sobre como você manipula sua própria massa corporal em relação aos objetos que toca, acelerando ou desacelerando os movimentos da própria inércia ou não, e, ao mesmo tempo, controlando seus próprios centros de gravidade. Como não temos muito tempo, diria que o melhor jeito vai ser tentando... Falo olhando pra ele enquanto jogo a adaga para cima com um único giro pegando-a de volta pelo cabo. Depois, jogo e pego pela lâmina sem giro. - Assim como a adaga, sinto onde é mais pesado e onde não é, tente manipular a posição e a intensidade de seus pousos em alguns saltos. E... Bem, vá sendo mais ousado, só você para conseguir sentir o seu progresso aqui.

Ficaria atenta para dar qualquer dica que fosse necessária ou algum toque, correção, mas, bem, restava confiar nele. Ele era um homem bastante perspicaz e inteligente, não me estranharia se ele realmente conseguisse e até seria divertido presenciar a forma como um gênio vê as mesmas coisas.












Info:






CRÉDITOS Roevs

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O Taverneiro
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O TaverneiroEstagiário
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Qua Dez 15, 2021 10:53 am
Seguindo o Rei

A caminho da luta


Com a conversa com o Rei ficava claro que precisávamos manter os pés no chão e a cabeça no lugar. Era hora de fazer algo muito maior, algo que mudaria nosso caminhar a partir de então.

Visto minha roupa e usando as sombras ao meu favor parto sem pestanejar. Enquanto me esgueirava entre as sombras pensava em todos os problemas enfrentados por essa família.

”Seria uma maldição para a família real essa doença? Pois Alexander a tem, e pelo visto Max quase foi levado, se já não o foi por conta dessa maldita mancha estranha. Se Haru ainda pudesse fazer algo, tivesse o conhecimento para combater essa doença de forma derradeira teríamos ao menos a chance de ter um grupo mais firma, mais forte. Pelo visto meus netos com cara estranha ficarão para uma próxima”

A ira de Kaplya chega a pulsar em meu corpo, mas rapidamente ele é dispersado. Sou Lukas agora e claramente essa presença dele é uma constante que ambos sabemos lidar.

A caminhada era razoável até a chegada no ponto de encontro. Olhava para todos os lados para buscar evitar qualquer provável inimigo, fosse a marinha ou mais Yakuzas.

Assim que chegasse até o grupo Omega, falaria:

- Senhores, olá. Max não pode vir, ele acabou indo resolver outra questão. Porém devo avisar que temos um acordo quanto ao pagamento de vocês, e ele será efetuado quando a situação for resolvida. Eu agradeço a presença de cada um de vocês e acredito que temos muito a crescer.

- Peço que um dos senhores me ensine a lidar com explosivos, e dessa maneira conseguiremos causar ainda mais impacto. Lógico que será de ampla ajuda.


Treino de Explosivos


Aprendo com um dos homens sobre o explosivo. Onde ele começa me ensinando a base, enquanto ele fala eu vou anotando.

‘Os explosivos foram descobertos na China, no século I, durante a Dinastia Han. Os alquimistas, procurando pelo elixir da longa vida, acidentalmente misturaram carvão, enxofre e salitre (nitrato de potássio) e criaram um pó preto capaz de sofrer explosões ao ser incendiado.’

Ele também fala sobre um que era muito perigoso de manusear, mas com um ótimo resultado: aziroazida azida
Considerado como a substância química mais explosiva já criada, a aziroazida azida é composta por moléculas com 14 átomos de nitrogênio, a maioria deles ligados entre si por meio de ligações sucessivas extraordinariamente instáveis.

Também me disse sobre os tipos: “ALTO EXPLOSIVO: Velocidades maiores que 2000 m/s
BAIXO EXPLOSIVO: Velocidades menores que 2000 m/s”

Por fim ele começou a me apresentar técnicas de criação de bombas, como armar, como preparar os fios, juntar os explosivos e como desarmar.

Ele também me apresentou algumas anotações  que li  para ir aprendendo cada vez mais sobre eles

Por fim, ele me levou até uma bancada e mostrou alguns desenhos dos que eles usavam nas minas. Sorri e disse:

- Então são esses que comprarei.
Fim do Treino de Explosivos




DetalhesFalas Kaplya
"Pensamento Kaplya" - Lukas
- Falas Lukas
*Histórico: POST 23 (13/15 - LUKAS)+(10/10 - KAPLYA)
Ganhos:

  • 2 espadas profissionais - durabilidade: média (+60 em força ou destreza por nível)
  • 2 Rifles  
  • 1 Espada
  • Livros ( Investigação, Cartografia, Criptografia, Psicologia, artes de interrogatório, artes da lábia, artes da sedução e Falsificação)
  • Roupa camuflagem amigo oculto
  • -Pericia investigação



    • Perdas:
  • B$ 800.000  
  • -B$ 250.000 (arma da Haru)  
  • -B$ 5.000 (whiskey)
  • -4 usos de fumo / Fósforo
  • -B$ 100.000 (amendoim)

Roupa maneira, Máscara maneira - Presentes do Amigo Secreto, Perícia Investigação.

*Objetivos:
- Comprar uma Espadinha
- Livros: Cartografia e Investigação
- Aprender as perícias Investigação e Cartografia
- Sair em uma aventura
- Me divertir


Lukas Sveta
Nenhum caminho me assusta, nenhum desafio me impede.






Última edição por O Taverneiro em Qua Dez 22, 2021 9:24 am, editado 1 vez(es)

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Kaplya / Lukas Sveta
Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 15 The_Death
Madrinck
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Créditos : 11
MadrinckEstagiário
https://www.allbluerpg.com/t323-john-doe https://www.allbluerpg.com/
Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Qua Dez 15, 2021 8:45 pm
John Doe o Confeiteiro
Ascensão de um novo grupo



Eu estava okay mesmo tendo falhado em minha tentativa de assustar a criança, mas aquele comentário, aquele pequeno comentário tinha sido como uma flecha perfurando meu peito, murchando meus ombros e olhando pro chão um pouco decepcionado enquanto ia andando junto ao garoto de cabelos albinos - A muito tempo? Poucos segundos que você saiu do esconderijo eu te segui e fiquei ali onde seu lobo me achou, eu ia ficar bastante incomodado te deixando sozinho nessas ruas e bom, quem não quer um Guarda costas bombados? myahahaha, não passa mais confiança e segurança? eu dizia ajeitando minha postura, deixando meus ouvidos atentos não só ao nossos arredores mas também para as palavras do garoto, abrindo um sorriso com aquela fofura - Bom, então estou na linha ainda, estava cuidando de você - eu dizia com um sorriso bem grande enquanto botava a mão nos cabelos do pequeno os bagunçando mal percebendo que ele tinha me socado.

Entrando dentro do esconderijo eu planejava mais ficar quieto na minha até a poeira abaixar e a batalha começar, mas Haru já estava nos recepcionando e eu não podia fazer muito a não ser responde-la, não que eu quisesse evitar ela, eu não queria ignorar ninguém - A Médica do Rei agradecendo um escravo? Que mulher de coração grande- eu falava dando uma risada enquanto apertava o mão da moça, não perdendo tempo em puxa-la e a agarra-la num grande abraço por alguns bons segundos, não deixando Badar escapar e o enfiando no abraço também enquanto tomava cuidado para não exagerar na força para só depois os solta-los - Bom doutora coelha, se precisar de mim já sabe, vou ta num cantinho empoeirado só esperando as ordens, capitche?- eu dizia com um sorriso, indo para um dos cantos da sala, aquilo tudo era eu tentando ser eu mesmo, talvez querendo animar os outros.

Eu estava mais preocupado era com essa batalha, coçando minha cabeça enquanto encarava muitos ali naquela sala, será que estaríamos prontos para uma batalha daquele nível? Será que era o certo levantar uma revolução como aquelas? Quantas pessoas perderiam alguém de suas familias? No fim eu teria que respirar fundo e dar o meu melhor, oque eu mais esperava era que John ficasse em meu lugar, ao mesmo tempo que eu não desejava isso, será que ele protegeria as pessoas ou simplesmente protegeria o Rei e o grupo? Não que o grupo não merecesse serem protegidos, mas e os nosso aliados? Que debate de merda era esse que eu tinha me enfiado.




Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico:

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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Ter Dez 21, 2021 10:56 pm

OS MONARCAS I - EFEITO BORBOLETA



Após levar Max para a casa de Theodore para ser monitorado e tratado até a chegada dos enviados de Ravenwatch, a mink aproveitou aquele momento antes do início da batalha para buscar conhecimento, indo com o mordomo até um local apropriado e sendo instruída rigorosamente em herbologia. Era um assunto difícil, ainda mais para se aprender em tão pouco tempo, mas Alfonse era rigoroso, e aquele conhecimento entrou na cabeça da coelha. Juntos, foram retornando para base improvisada do grupo, e o sermão repentino do homem levou a mulher a responder, agora com mais calma, sobre o que havia ocorrido com a queda repentina do Max, mas dessa vez com muito mais confiança, arrancando-lhe um sorriso singelo. - Esperarei ansioso para acompanhar sua fama.

Na casa abandonada, que já ia ficando cada vez mais lotada de pessoas com os homens contratados por Theodore que chegavam aos poucos, Alexander aproximou-se de Shiranai atrás de uma mentira que o ensinasse a arte da acrobacia, e ela aceitou, de forma que ambos passaram um bom tempo juntos para que a mulher o ensinasse tudo que pudesse. Kaplaya, por outro lado, seguia até o local combinado, no bar, para encontrar Jordan e os mineradores que ele havia conseguido reunir. Aproximando-se cuidadosamente pelo escuro da noite para ter certeza que não estava sendo seguido, ao entrar no bar encontrou muito mais pessoas do que podia imaginar, todas organizadas com os mineradores. Logo que chegou, Jordan foi até ele. - Oi, baixinho. Cadê o ruivo que tava com você? - Jordan olhou ao redor, mas Kaplaya logo cortou o assunto, dando uma resposta meia boca. - De qualquer forma, consegui convencer vários homens meus, somos 38, mas...

Com o comentário, Jordan olhou para trás, para um grande grupo de pessoas que não estavam vestidos como mineradores, e um deles, um jovem de cabelos loiros, se aproximou. - Uma boa noite, me chamo Emmanuel Cordey, e faço parte dos revolucionários dessa ilha. Não pudemos deixar de ouvir sobre a nobre empreitada que desejam realizar, livrando os cidadãos das garras da Yakuza, e não podíamos ficar de braços cruzados. Em nome de Berthold Algernon, eu e meus homens estamos a disposição para os auxiliar. Somos 53 no total. - Aquela surpresa não podia ter vindo em melhor hora, e agora tinham um número bem maior de pessoas para os ajudar da batalha. De forma a matar tempo, o mink pediu que algum dos mineradores que o auxiliasse a aprender sobre explosivos, e logo foi atendido por um deles. Passaram um bom tempo, até Kaplaya finalmente ter compreendido tudo que precisava. - Infelizmente os explosivos das minas ficam no deposito trancado a essa hora, não temos como ir buscar.

Novamente na base, Badar e John retornavam pouco antes de Haru, que questionava o garoto em relação ao que havia acontecido, e recebendo uma resposta genérica, arrancando uma expressão de surpresa do musculoso logo em seguida. Os três pareciam bem, e ao olhar pra dentro, além das várias pessoas de preparando ao redor da casa, conversando ou afiando armas, puderam ver Alexander e Shiranai terminando o aprendizado que o rei havia solicitado, com o mesmo banhado em suor. Finalmente o ruivo havia dado tempo descansar, e Alfonse veio em sua direção. - Creio ser de bom tom avisar que em cerca de 10 minutos os últimos membros de nossa comitiva chegarão. - Realmente, a casa estava ficando bem lotada, com pessoas desconhecidas pra todos os lados que olhavam, bem diferente do vazio de antes. Restava apenas Kaplaya retornar com os homens que havia ido buscar, enquanto Elliot no canto, debruçado em uma mesa e iluminado por um par de velas, parecia dar os retoques finais no mapa improvisado que havia prometido.

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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sex Dez 24, 2021 12:11 am

GODS BLESS THE KING ♕


Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 15 Ju8TseF


Ainda demorava um tempo para de fato sairmos, e eu não sabia se eu ficava mais aliviado ou ainda mais apreensivo com tudo que iria acontecer, mas eu não estava hesitante, eu sabia o que tinha de ser feito.

De toda forma agora eu não tinha tanta coisa para fazer, não tinha nenhuma ordem especifica ou mesmo algo que tivesse que resolver, o que raramente acontecia, acho que desde que me tornei essa é a primeira vez que posso até cochilar fora do horário da cama se eu quiser.

Bom, mas como eu logo estaria em um campo de batalha, nada mais justo do que treinar um pouco e verificar meu equipamento, sacava minha espada e verificava seu estado e afiação, eu nem mesmo a tinha usado ainda então tentava a balançar um pouco.



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Era bom tentar acostumar com a forma de manuseio correta para ela antes de ter que usá-la de fato, não só isso, mas sua limpeza e afiação também era imprescindível ser verificados, então eu assim o fazia.

Como eu havia acabado de compra-la eu imaginava que ela não fosse estar em más condições, mas é sempre bom se precaver, depois disso eu começaria a fazer alguns exercícios de aquecimento, como flexões rápidas, alguns chutes e até mesmo pulos rápidos.

Depois de aquecido e até de certa forma alongado agora eu teria que tentar fazer algo, usar o que eu havia aprendido agora com acrobacia e combinar com minha arte marcial de Taekwondo afinal com certeza seria útil na luta.

Começava com coisas simples com chutes giratórios e aos poucos que fosse pegando o ritmo tentaria ir fazendo coisas mais ousadas, usando as mãos no chão para chutar mais alto e com mais força por exemplo.



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Não queria ficar sujo, suado e fedido porem era necessário agora, depois que resolvêssemos toda essa situação eu iria me lavar e me vestir de forma apropriada novamente, mas eu tinha de passar por isso neste momento.

Fazia meus testes e treinos enquanto não fosse o momento, e quando a hora finalmente chegasse eu iria jogar um pouco de água em minha cabeça para me refrescar e tirar um pouco do suor.



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Finalmente estava pronto, e quando finalmente fosse a hora eu iria guiar todos na frente com um olhar serio no rosto, sem me preocupar muito com a minha aparência no momento, mesmo que antes eu tivesse arrumado meu cabelo levemente com a água...



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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Seg Dez 27, 2021 10:18 am
Seguindo o Rei

A caminho da luta


Enquanto estava por lá percebi a graça que o destino oferecia para nós. Uma das interessantes era aprender sobre explosivos com os melhores. Compreender os efeitos daquilo era o bastante para saber como causar uma explosão que fosse o suficiente para acabar com boa parte do que eles chamam de base, além é claro de toda a distração que seria gerada com ela. Para que ficasse ainda melhor, precisaria comprar um bocado de explosivos. Era claro que não era uma tarefa fácil, porém se encontrasse quem venda a essa hora, deixaria quase uma perna, não?

Além desse ponto, conheci um rapaz intrigante. O nome dele Emmanuel Cordey, um rapaz de cabelos loiros e voz tranquila, porém tinha um ar de autoridade que me fez gostar do jeito dele.

- Quanto mais, melhor, meu amigo! Será uma honra lutar com vocês ao nosso lado!!! Bem, vamos, eu acho que precisamos de algumas coisas. Vocês sabem onde podemos comprar alguns quilos de explosivo? Se sim, vamos até lá que eu comprarei o suficiente para explodir uma área construída de 25m².

Fazia as contas na cabeça enquanto armava mais um cigarro para fumar. Dou uma tragada e falo:

- São então… 91 homens no total. Acho que temos um número razoável sim. Vamos em grupos, do contrário seremos um grupo colossal andando até uma casa. Vamos em grupos esparsos, fiquem de olho em tudo. Não é muito longe daqui, vamos.

Durante o caminho ia pensando em como organizar melhor a investida, porém com tantos homens e a guerra praticamente armada, o que não faltaria seria problema, que bom!

Caso conseguisse uma “loja” para comprar os explosivos pagaria e continuaria a viagem, caso contrário usaria o gás da casa como canalizador.

Bato a porta e aguardo a aparição de alguém:

- Vim avisar que a cavalaria chegou.




DetalhesFalas Kaplya
"Pensamento Kaplya" - Lukas
- Falas Lukas
*Histórico: POST 25 (15/15 - LUKAS)+(10/10 - KAPLYA)
Ganhos:

  • 2 espadas profissionais - durabilidade: média (+60 em força ou destreza por nível)
  • 2 Rifles
  • 1 Espada
  • Livros ( Investigação, Cartografia, Criptografia, Psicologia, artes de interrogatório, artes da lábia, artes da sedução e Falsificação)
  • Roupa camuflagem amigo oculto
  • -Pericia investigação



    • Perdas:
  • B$ 800.000
  • -B$ 250.000 (arma da Haru)
  • -B$ 5.000 (whiskey)
  • -5 usos de fumo / Fósforo
  • -B$ 100.000 (amendoim)

Roupa maneira, Máscara maneira - Presentes do Amigo Secreto, Perícia Investigação.

*Objetivos:
- Comprar uma Espadinha
- Livros: Cartografia e Investigação
- Aprender as perícias Investigação e Cartografia
- Sair em uma aventura
- Me divertir


Lukas Sveta
Nenhum caminho me assusta, nenhum desafio me impede.








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Kaplya / Lukas Sveta
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