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IV - You'll never see me cry

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Shiori
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IV - You'll never see me cry Seg Ago 08, 2022 4:38 pm
Relembrando a primeira mensagem :



IV - You'll never see me cry


Lyosha Bulgakov [Pirata], Caitlyn G. [Pirata] e Jyundee Kujoh [Pirata]

Não possui narrador definido.
Aberta

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Re: IV - You'll never see me cry Qui Nov 17, 2022 1:23 am

令 和 Reiwa


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Pôs-se no vislumbre do instrumento, contemplando uma engenhosidade que não compreendia ao certo, talvez nem mesmo Mica pudesse me dizer como, exatamente, aquele eixo se configurava de acordo com um plano magnético diferente “mas que diferença faz afinal” retumbou o pensamento, não é como se fossem precisar ajustá-la no caminho, no que deu a entender, uma vez configurada a rota, seria aparente e imutável até a próxima ilha, então encontrei alívio na certeza d’um terra firme adiante.

Este silêncio que fez então procedeu até o outro dia, reservada ao destino de rumar até o quarto e então tirar um descanso, não tinha sido ainda atingida pelo punho da fadiga, só que, eventualmente no meio da noite, durante algum levante involuntário, fosse agraciada por alguma enxaqueca ou dores musculares, mesmo que não fossem frequentes afinal, praticava exercícios com regularidade, o cenário de levar o corpo ao extremo com toda certeza não era cotidiana.

Ao alvorecer, com toda certeza recusei ao impulso de juntar-me aos outros, mesmo que fosse o ponto de partida para uma próxima estadia, aquele corpo manso não quisera responder aos impulsos do levante, então assim fez, já se dobrando para o lado afagando os cabelos ou os pelos de Furu, caso este viesse ao meu encontro logo cedo, mesmo que sua energia fosse bem disposta, não seria, inicialmente, o bastante para me fazer mover fora daquela cama.

Komi teria tempo o suficiente para trabalhar em seus projetos, o Capitão com todo seu ouro para contar, Alesya provavelmente o acompanharia nos intervalos entre as refeições, Mica teria tempo para seus devaneios e atos maquiavélicos, afinal estava em mar aberto com toda sua euforia e fantasia pelo sobrenatural, restando apenas a mim e a Felina como expoentes sobressalentes na tripulação, o que fazer para ocupar a mente? Foi daí então que me peguei fitando o teto, sem muito propósito, já que aquele mimo dos travesseiros logo se tornou tédio.

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Re: IV - You'll never see me cry Sab Nov 19, 2022 12:26 am



Gigipeto, Lyosha & Jyu

Tudo deu certo, e eles foram dormir, cada um do seu jeito para o descanso esperado, quando finalmente o dia passou, e era hora de zarpar, o sol havia nascido no farol e as coisas pareciam corretas. A navegadora foi a primeira a levantar e dar as ordens.-Vamos todos!! Preciso de alguém para levantar a âncora, e outro pras velas!!- Alesya levantou ali, mas ela estava indo pra cozinha.

Ela foi a segunda a levantar e logo começou a fazer um café da manhã, não demoraria para que todos começassem a sentir o cheirinho de bolo assando no forno. E tudo estava tranquilo, o barco começaria a avançar no oceano em direção a ilha que eles tinham que chegar.

Após alguns instantes a navegadora trava o Leme, com o barco preparado para avançar. Nesse momento, Alesya chamava todos.-O café da manhã está pronto, podem vir comer.- E quem fosse veria a comida, havia ali bolo de leite, bolo fofo, e um formigueiro. Queijo de manteiga já fatiado, suco de morango, café, e chocolate quente, três opções de bebida.

A última pessoa a chegar ali era Komi, que demonstrava cansaço, ela tinha dormido muito, mas o desgaste físico ainda estava junto dela. Ela caminhava esfregando os olhos com as mãos com o caderninho debaixo do braço, encostado na lateral. Ela sentou a mesa ainda meio lenta colocando café pra si mesma, um pedaço de bolo e comendo, o primeiro gole no café parecia despertar ela.

Que logo escrevia um texto no caderninho e mostrava pra todo mundo que estivesse ali na cozinha.

Bom dia todos

Enquanto isso furu vinha ali pra cozinha, já ficando pela região, passando entre as pernas de todo mundo, ele fazia um circuito entre as cadeiras e a mesa, o que devia ser sua animação matinal, doguinhos tem dessas.

Spoiler:





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Re: IV - You'll never see me cry Sab Nov 19, 2022 12:26 am
O membro 'Shiori' realizou a seguinte ação: Rolagens


'Sorteio da rota' :
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Re: IV - You'll never see me cry Seg Nov 21, 2022 10:20 am

Além da Montanha!


As coisas tinham seu fim da maneira que era o desejado, prosseguíamos com a embarcação navegando em alto mar as ordens de Mihaela que foi a primeira a acordar e mandar todos fazerem suas tarefas. Alesya, aparentemente, assava um bolo em seu forno que ficava pronto pela manhã e meu estômago rugia de fome após sentir aquele delicioso cheiro.

Komi parecia abatida do dia anterior, mas eu não entendia bem o porquê, suas ações tinham sido iguais a nossa e ela apresentava um cansaço ainda maior, talvez estivesse doente?! Mas quem sou eu para fazer um aparecer, não sou médica.

Com tantas opções para o cardápio, não tinha muito bem o que eu escolher e sim aproveitar tudo. Rapidamente eu pegava uma bacia ou um grande pote onde ia cortando pedaço por pedaço dos bolos e colocando lado a lado, pegando uma xícara de cada coisa e indo para um dos meus cantos me alimentar como o monstrinho em meu estômago desejava.

- Bom apetite a todos! – Sorria começando a comer com as próprias mãos cada pedacinho de bolo e tomando gole das bebidas quentes primeiro para depois, quando já estivesse toda satisfeita, colocaria a bacia de volta a pia e então lavaria as minhas mãos e sairia para o lado de fora da embarcação procurando olhar pelo convés o horizonte e ver como que era os mares da Grand Line e se havia alguma diferença dos Blues.

Aprendizado: Toxicologia

Com o tempo disponível até a chegada até a próxima ilha, pegava dos meus pertences, um livro em relação a Toxicologia, começando a folheá-lo e quando pegasse alguns pontos chaves, começaria a realmente entende-lo e focar naquela arte gastando todo o tempo necessário para aprender aquela proficiência.

Fim do aprendizado: Toxicologia

Após entender um pouco melhor sobre toxicologia, tomaria o tempo para ver como que estavam os meus colegas e a primeira pessoa da qual eu começaria uma conversa era Mihaela, procurando entender um pouco melhor sobre as suas habilidades marítimas. – Hey Mihaela, como que está por aí? – Diria, me aproximando da amurada e descansando um pouco. – Consegue ver algo diferente do mar daqui para o do outro lado da montanha? – Tentava entender quais eram as reais diferenças além de maiores forças desse lado, algo talvez mais perceptível.



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Re: IV - You'll never see me cry Ter Nov 22, 2022 4:16 am

令 和 Reiwa


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Com trejeitos matutinos, aquela força que puxava para baixo a cada levante escoou-se num levante, com as interrupções atípicas e um ardor no peito, caminhei por entre os cômodos tentando ignorar a tentação culinária disposta à mesa, onde os requintes de uma confeiteira jaziam ao banquetear dos demais, tratei de perseguir a besta canina entre quatro patas pelo convés, temendo pelo pior, por quantas vezes iria confrontar os tripulantes com sua carinha de pidão, quase que implorando por um pedaço de doce.

Ao invés dos flagelos que a solidão de uma mente agitada, busquei erguer-me por cima da amurada, ainda afagando os pelos de Furu e observando o que havia pela frente, o caminho vasto e vazio não traziam sensações tão boas assim quanto pensei, até se estar completamente à deriva, optando por ficar ali mais algum tempo, possivelmente até conseguir ver um pedaço de terra, ou cansar o bastante de ver o hipnótico véu azulado para tombar de costas sob o convés.

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Lyosha
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Lyosha
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Re: IV - You'll never see me cry Ter Nov 22, 2022 6:22 pm



Acordava com os gritos de Mihaela, mas permanecia deitado em sua cama, apesar de notar Alesya se levantando. Não duvidava da seriedade das ordens da navegadora, mas mesmo assim não atendia esse chamado, não se dava bem com trabalhos manuais e ser o capitão tinha que ter algum benefício, como ficar minutos a mais na cama. Após criar coragem para levantar-se não teria pressa para fazer sua rotina matinal, que claramente incluía um belo banho, antes de abandonar seus aposentos e sair para o convés.

Caminharia a passos lentos, aproveitando a brisa marítima, se houvesse, e tentando perceber as condições climáticas no limite das capacidades de um leigo. Já se dirigiria para a cozinha esperando encontrar algo delicioso, afinal, já que sua companheira havia acordado tão cedo devia haver algo lá. Sua dedução se mostrava correta e, ao ver o desjejum, comprimentava todos com um largo sorriso no rosto. - Bom dia a todas! Espero que tenham dormido bem. - Falava com uma animação maior que o normal, já que deixar o farol para trás lhe agradava bastante, podia dizer que não guardava boas memórias de lá.

Serviria-se com um pedaço de bolo e, se possível, chá para matar a sua fome, substituindo a bebida caso fosse preciso. Comeria de forma comedida, sem ter pressa e agradeceria a Alesya ao final de sua refeição. - Muito obrigado, estava delicioso como sempre. Mica falou quando devemos chegar? - Não via problema nenhum em passar semanas no conforto do navio, mas os suprimentos eventualmente iriam acabar e também estava um pouco ansioso para saber o que o futuro lhe guardava.



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Re: IV - You'll never see me cry Qua Nov 23, 2022 11:30 am



Gigipeto, Lyosha & Jyu

Caitlyn aproveitou a boa comida se retirando em seguida para ir ler, ela pegou o livro de Toxicologia e começou a estudar. Enquanto isso Lyosha perguntava quanto tempo de viagem eles teriam de ficar por ali, isso depois de agradecer pela refeição. Alesya então começou a falar em seguida.-Ela disse que não sabe exatamente, mas que vão ser alguns dias de viagem.- e isso já era uma notícia ruim certamente.

Enquanto isso a felina perguntava pra navegadora que estava de olho no timão, já que agora ela estava ali perto.-Não tem nada pra olhar, devemos ficar dias no mar. A terra vai demorar e demorar, e demorar.- e era mais uma que tinha uma noção de que agora estavam numa viagem longa.

Jyu apenas contemplou o mar, e ficou vendo a imensidão azul e às vezes um peixe ou outro surgindo. O que não ajudava muito no tédio. E disso o dia foi passando, almoço e janta foram servidos, e foi tranquilo, o mesmo se seguiu nos próximos dias, um mar calmo e tranquilo, com apenas alguns almoços e tempo livre.

E finalmente no último dia, a ilha podia ser vista ao horizonte com aviso de Mihaela.-TERRA A VISTA!!- era provavelmente a frase mais naval que eles ouviriam depois de tanto tempo. Ela pareceu empolgada saindo começando a ajustar as velas, preparar as coisas.

Eles poderiam ver agora era uma cidade enorme, várias pequenas luzes, já que eles estavam chegando lá a noite. A arquitetura tinha um tom Gótico e dava pra ver que tinha sido construído com um estilo bem impactante. O que mais chamaria atenção é que as pessoas que eles viam estavam sempre mascaradas, máscaras de todos os tipos iam aparecendo, será que estava acontecendo um baile?

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Achiles
Pirata
Re: IV - You'll never see me cry Qui Nov 24, 2022 9:38 am

Além da Montanha!


O semblante de tristeza era claro em meu rosto quando percebia que não teria nada para olhar pela frente, algo triste e com toda a certeza que me incomodava profundamente por não notar algo diferente, será que nós estávamos mesmo na Grand Line e não era apenas um mar diferente e toda aquela história de que novas coisas surgiam por aqui eram tão interessantes e completamente mais perigosas?!

O farol tinha sido legal e pá, tínhamos encontrado coisas que nunca tínhamos visto nos Blues, mas foi apenas um acaso específico já que não dia depois ainda não tínhamos visto mais nada diferente.

Os dias foram passando e minha frustação ficando cada vez maior. – Aaaaah! Tô entediadaaaa! Não chega nunca?! – Gritava, com uma grande intenção de ficar batendo a minha cabeça na amurada da embarcação para ver se conseguia me distrair um pouco e era quando o grito de Mihaela puxava toda uma animação, toda uma vontade, todo um desejo de continuar existindo!

- Viva! É ISSO, CARALHO! – Me empolgava rapidamente subindo até Mihaela e lhe dando um abraço. – Bora lá! Porra! Vamos! Acelera essa joça aí! – E então corria até a ponta da embarcação para tentar ver com maior precisão o que essa ilha aguardava. – Ninguém tem uma luneta aí não?!

Conforme nos aproximávamos, percebíamos algumas máscaras e as luzes da cidade indicavam que poderia estar havendo algum baile ou coisa do tipo, entretanto, para o meu azar, era noite. Meus olhos, percorriam somente o solo e no máximo o torso das pessoas evitando por completo olhar para cima, meu semblante, mantinha uma leve ansiedade que fazia com que um suor gelado escorregasse levemente pelas minhas costas.

Havia um grave problema de segurança para os meus companheiros de viagem e eu entendia isso, entretanto, me encontrava em uma situação em que não poderia ignorar a minha ansiedade e minha vontade de bisbilhotar o que estava na minha frente, era incrível ver tantas pessoas com máscaras andando por todos os lados e era por isso que eu puxava a minha capa para cobrir grande parte do topo de minha cabeça. Isso me ajudaria a manter uma concentração e evitar qualquer contato visual com a lua. – Pessoal, foi uma boa viagem até aqui. – Olhava para os colegas de viagem.

- Acredito que seja o momento em que nos despediremos por agora, irei atrás de meus objetivos e tenho certeza de que vocês tem os seus. – Me aproximaria do capitão, estendendo a minha mão para ele. – Obrigada pela carona, até a próximo, Mister Invisible. – Sorria, mostrando uma empolgação.


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Re: IV - You'll never see me cry Sex Nov 25, 2022 12:56 am

令 和 Reiwa


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Com o brado elevado, corri para encostar à amurada uma outra vez, por tantas horas estive esperando pela silhueta d’um pedaço de terra, seu mero vislumbre, abaixo do véu estrelado, fez-se uma surpresa agradável, deixando escapar um contorno de felicidade em meu rosto, puxei para cima do cão, segurando-o por baixo das patas dianteiras, erguendo o bastante para que também conseguisse ver sob o convés. Com o anúncio de Mica, logo todos estariam ali dispostos, Komi teria um mero vislumbre da próxima parada, provavelmente já àquele ponto tivesse terminado seus preparativos, dando início a uma nova série de pedidos e planejamentos.

- O que conseguimos? - Temendo ser confundida com um ato protervo, continuei antes que ela pudesse, num aprume, escrever-me deduções - Uh! Não quis… bem… te pressionar com isso, está tudo bem se ainda estiver trabalhando no que conseguimos - Fosse talvez muito cedo para deixá-la decidir os próximos passos, além das evidentes bombas relógio que tínhamos a bordo, era um local totalmente diferente.

Naquele aperto, encerrou vossa trova épica, ao menos, um de seus personagens mais alegóricos, quando a Felina fez seu aceno, não pude deixar de cortar o horizonte perseguindo-a com o olhar, muito embora mal pudesse lembrar seu nome, afinal eu nunca de fato o perguntei - um grande desrespeito de minha parte. Mesmo no momento oportuno, hesitei - Talvez eu o encontre em algum cartaz por aí - Murmurei, e resoluto se deu aquele problema, já consternada pela notícia, tentei sorrir, uma boa companhia de combate era digna de uma respeitosa despedida.

Juntar-me-ia à convenção dos mascarados, puxando a aquisição que tinha feito pouco antes de subir ao Farol, não era de longe a mais completa, já que a parte superior das maçãs de meu rosto ainda ficariam expostas, mas acredito que a ideia por trás disso tudo - ironicamente, era somente estar trajando uma - Convenção de anônimos? Conveniente para um punhado de procurados estar em lugar como esse, é quase aconchegante - Ou talvez quase, já que o mais valioso de nós podia ficar invisível, máscaras sendo apenas uma mera formalidade para este então. Eu me sentia correndo atrás de algo que não sabia bem ainda o que era.

- Mica me disse que leva tempo até o instrumento reconfigurar para o próximo destino, então podemos reabastecer antes de decidir o que fazer, a menos que optem pelo plano de fuga às pressas como foram os últimos incidentes - Esta comédia dramática tornou-se um tanto repetitiva, porém não tão incômoda como fiz parecer, embora embevecia um aspecto criminal que ainda maculava minha honra. Por mais que pudesse ser difícil de ignorar meus contornos e um vívido brilho magenta dos cabelos, tentaria me movimentar com furtividade pelo cais, à frente dos demais no desembarque, na penumbra sob a silhueta projetada pela lua de algum prédio ou edifício distante.

Buscando por um folhetim ou contos locais, buscava uma livraria ou biblioteca, a princípio, buscando com os olhos atentos uma fachada bem óbvia quanto a isso. Daqueles breves resumos como os quais se encontram em catálogos de viagem, queria brevemente conhecer um pouco da história da ilha em que acabei de pisar, seus costumes e trejeitos, quem sabe isso pudesse ter alguma explicação para o tal “festival das máscaras” caso isto fosse mesmo uma espécie de sarau ou evento sazonal. Não conseguia ter bem uma dedução destes princípios, mas o trabalho investigativo já tinha se tornado bem engenhoso pela regra, e eu estava contente com o desafio, qualquer um que pudesse apenas confiar no estilo rebuscado iria se perder facilmente nesse lugar, sendo então uma boa hora para tornar esse desafio mais interessante - O cachorro precisa ficar mascarado também? - Seria minha primeira pergunta indiscreta para quem estivesse disposta a ouví-la. Caso já tivesse encontrado o local para ler sobre aquele pedaço de terra, incluindo, conhecer seu nome, questionaria o funcionário sobre uma outra questão em aberto - Sabe de algo que trata com o “Século Perdido” ? Escrituras, pergaminhos, livros de colecionador, cantigas/boatos ou até meros charlatões, qualquer coisa serve - Minha apresentação seria casual, não demonstrando estar tão desesperada pela informação, afinal eu ainda tinha que repassar os pormenores com a Komi, mas ela provavelmente viria cuidar desse tipo de pesquisa em campo, então eu estava apenas agilizando o processo.

- Vejo aqui uma boa oportunidade, Furu. Vândalos com disfarces tendem a ser mais devassos, já que não podemos contar com a mera descrição visual ou impressos contendo seus rostos, mesmo que saibamos seus trejeitos, aparência verdadeira ou vestimentas estas não passam de provas circunstanciais, daí então nós estamos encarregados de encontrar algo mais incriminatório, está então se torna de fato, a parte divertida - Regozijava-se daquela ideia de um jeito honesto, estas eram as partes mais interessantes do meu trabalho, diria que ainda melhor que vê-los sendo postos na cadeia pelos tiras.

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Lyosha
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Re: IV - You'll never see me cry Sex Nov 25, 2022 3:23 pm



Ao saber que a viagem ainda tomaria uma boa quantidade de dias, o capitão abria um largo sorriso. - Se esse é o caso, não vai ser um problema. Diria que, apesar de termos algumas companheiras exóticas, nosso grupo é bem agradável. - Estava cerceado por pessoas que gostava, tinha um bom lugar pra dormir, sabia que teria boas refeições e conseguia pensar em diversas maneiras interessantes de passar o tempo.

Estava no convés quando escutou os gritos de Mihaela, anunciando a chegada iminente na nova ilha. A reação da mulher era caricata, de forma que não podia evitar deixar que alguns risos escapassem. - Você parece um pirata de história infantil, alguém já disse isso para você? - Faltavam, é claro, os acessórios característicos, uma perna de pau, um tapa olho e uma papagaio, mas o espírito piratesco se fazia presente.

A imagem do cenário no horizonte animava o espadachim, as luzes faziam com que a cidade parecesse um lugar cheio de vida, além disso, sua arquitetura, ao menos à primeira vista, faziam que a cidade parecesse ser um lugar charmoso.

Serviria-se com um pedaço de bolo e, se possível, chá para matar a sua fome, substituindo a bebida caso fosse preciso. Comeria de forma comedida, sem ter pressa e agradeceria a Alesya ao final de sua refeição. - Muito obrigado, estava delicioso como sempre. Mica falou quando devemos chegar? - Não via problema nenhum em passar semanas no conforto do navio, mas os suprimentos eventualmente iriam acabar e também estava um pouco ansioso para saber o que o futuro lhe guardava.

Apoiado na proa do navio, enquanto se aproximavam, encheria seus pulmões de ar para gritar e chamar a atenção de sua tripulação. - Senhoritas, eu gostaria de pedir um favor a todas vocês, mas especificamente para você também, Mica. - Daria ênfase na última parte. - Faz um tempo que não passamos em uma boa cidade e eu, particularmente, amo a civilização. Boas lojas, boas bibliotecas, bons hotéis, bons bares, bons restaurantes e, especialmente, bons teatros. - Olharia para Alesya após essa parte, com um sorriso um tanto quanto malicioso. - Estão, se possível, gostaria de que vocês evitassem se meter em qualquer confusão, vai acontecer inevitavelmente, é claro. - Daria de ombros. - Mas só peço um ou dois dias de calmaria em terra livre. - Encerraria o pedido com um sorriso, esperando que seu pedido pudesse ser atendido.

Assim que possível, saltaria do navio em direção ao solo da nova ilha e, apesar da despedida da felina não ser surpresa, despedidas nunca eram fáceis. Estenderia sua mão livre para ela, com um largo sorriso no rosto. - Foi um prazer, Cait. Não morra por aí e, se precisar de ajuda, pode contar conosco. E não se esqueça do que eu falei, considere me deixar ter férias por dois ou três dias. - Diria, num tom bem humorado.

Após a saída da felina, viraria-se para seu grupo. - Vou procurar um lugar para dormirmos, quem quiser me acompanhar será bem-vinda. - Após isso, dirigiria-se até Komi. - Komi, tenho um favor para lhe pedir. Imagino que você esteja ansiosa para ir até algum lugar cheio de livros, se for o caso, poderia trazer um livro de armadilhas e de ilusionismo para mim? Ficaria imensamente grato. - Após isso, despediria-se das que não fossem lhe acompanhar agora e sairia em busca de um estabelecimento que pudesse abrigar o grupo.



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Re: IV - You'll never see me cry Seg Nov 28, 2022 9:50 pm



Gigipeto, Lyosha & Jyu

Enquanto que Lyosha parecia alguém despreocupado em relação ao tempo passado, apenas aproveitando bem suas refeições, enquanto a felina parecia só querer deixar aquele barco, estava entediada. Furu já tinha rodado aquele convés centenas de vezes mas não se cansava disso, ele era provavelmente o membro mais tranquilo daquela embarcação.

Mas logo chegou o dia e o barco aportou, Lyosha não pode deixar de comentar sobre atitude de Mihaela, rindo da maneira como ela às vezes parecia caricata, algo que ela retrucava dizendo.-Alguem tem de fazer o papel, quando o capitão deveria estar atento.-Disse brincando com o fato que nessas histórias, é geralmente o capitão que anuncia a chegada. E claro o velho tom de acidez, que ela carregava sempre.

Enquanto isso Jyu falava com Komi, sobre o que elas poderiam ter conseguido, algo que certamente era uma questão que estava forte para as duas, e apesar disso deixava claro sua intenção que não era a de pressionar, mas de ensinar. A moça então pegou o caderninho e começou a explicar. Ela começou dizendo o que viu nos primeiros rabiscos o que ainda era pouco, mas já dava resultados.

A primeira parte fala sobre engrenagens, ela descreve a montagem de algum tipo de máquina, talvez ela esteja exemplificando mecanismos, ainda não traduzi tudo, por que ela está cheia de termos técnicos, mas agora que percebi que são relacionados a maquinas talvez fique mais fácil. Por hora isso é tudo, desculpa, nenhuma descoberta mirabolante ainda.

Ela parecia ter progredido, mas isso ainda estava em estágio inicial. De qualquer forma, teriam tempo para pensar nessas coisas, Furu, estava por ali, passeando entre as pernas das duas, e naquele momento cobrou sua ração, dando dois latidos e ficando de barriguinha pra cima no chão. Ele queria mesmo era uma boa comidinha naquela hora.

Então a Felina nessa hora chegou ali e agradeceu pela viagem, falando que iria sair e não poderia ficar muito mais. A loira sorriu e ofereceu um aperto de mão dizendo.-Se cuida, a gente se vê por aí, cuidado com os espíritos malignos no caminho.- disse com uma sinceridade tamanha naquela situação. Enquanto Lyosha começava a falar.

Ele fazia um pedido para todas que era de não arrumarem uma confusão tão cedo, algo que a Loira logo fez um bico.-Por que eu? Eu sou a pessoa mais tranquila aqui, eu nunca procuro confusão!!!- disse convicta da situação, e logo Alesya olhou pra ela com um olhar que demonstrava perfeitamente seus pensamentos, era um olhar que mostrava uma duvida tremenda sobre aquelas frases.

Somada a uma clara ironia para com a situação.-Sei não viu, da última vez que a gente virou as costas, você vinha correndo perseguida por uma multidão e caçada junto da inimiga do reino.- ela comentou achando graça do que tinha acontecido, não era como se aquilo tivesse prejudicado eles, mas era engraçado que ela não percebesse essas ações mais específicas e pequenas que estavam dentro do parâmetro de visão pessoal dela mesma.

E a Loira retrucou aquela situação.-Ow ow ow não é bem assim, é impressionante como eu nunca faço nada!!! A confusão que vem correndo na minha direção!! Vocês que não entendem isso.- Aqulo fazia Alesya acabar por dar risada da situação, não tendo muitas escolhas que não fossem essa, dada a situação que se encontraram durante esse tempo.

E depois disso vinha o segundo pedido de Lyosha, esse era direcionado a Komi, ele pedia por dois livros que ela assentiu com a cabeça que iria conseguir os livros para ele nesse caminho que fizesse. E daí era onde ela escrevia no caderninho algo importante.

Você pode comprar uma máscara para mim Jyundee? E Aliás, não é prudente sairmos sem máscaras num lugar com todos mascarados não acham? Não conheço exatamente a história dessa ilha, mas sei que existem leis específicas que podem ser estranhas na Grande Linha.

Daí esse era o momento onde a ex-caçadora encaixava sua questão sobre o que iam fazer também, e se a fuga seria às pressas, algo que Mihaela fez uma negativa com a cabeça dizendo.-Não… Aquilo não é fuga às pressas, chama-se despedida em grande estilo. - falou com uma convicção tremenda nessa situação.

Ela brevemente levantou o aviso, mas Jyu tinha sua máscara e foi a primeira a deixar a embarcação já se colocando no baile de máscaras que eles imaginavam. Ela foi diretamente em uma busca pessoal, indo para a biblioteca mais próxima, o que não levou muito tempo para achar. Sua pergunta foi de cara, algo que deixou a pessoa confusa.-Perdão, o que disse? Século perdido? Nunca ouvi falar. Mas a história da ilha, posso te entregar.- aquele livro que ele entregou era meio curto.

E o que dizia no resumo era o seguinte: A ilha pede obrigatoriamente pelo uso de máscaras, algo imposto pela nobreza como uma medida de igualdade, para que todos possam se julgar pelo caráter. Só se pode tirar máscaras em momentos de intimidade, andar sem máscaras pela ilha será de punição gravíssima. Esse papo de igualdade certamente não colava, tinha algo por trás da ilha… Isso era muito certo, e Jyu podia sentir que tinha algo que não estava ali, provavelmente o livro deturpava um pouco o que se tratava a situação.

Spoiler:

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Johnny Bear
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Re: IV - You'll never see me cry Ontem à(s) 12:51 am

令 和 Reiwa


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A passagem se deu breve e direta, ao qual respondi com um aceno, a linguagem que ela utilizava não me era estranha - Está tudo bem por enquanto, ainda posso ajudar a procurar por mais coisas, mas falando de termos técnicos, a mulher gato ali não estava perguntando ao faroleiro quanto à constructos ou coisa desse tipo? Talvez ela saiba algo quanto aos termos técnicos e saiba te explicar para qual finalidade, ajudar a decifrar nomes, embora já esteja de saída, se for de vosso interesse, creio que podem seguir na procura por enquanto - Imaginei que talvez fosse demorar um pouco para que a mulher encontrasse um novo rumo para além daquelas fronteiras aquáticas, lá já-se-ia, mas caso fosse da vontade de Komi, abordaria aquela n’um último pedido - Espere um momento senhorita Cait, temo que deve ser do seu interesse -

Apenas replicando o nome ou apelido pelo qual o capitão havia chamado, dando fim a um drama noviço. Puxei um biscoito do pacote, reconhecendo já a necessidade por comprar mais um punhado, se traduzindo em mais trabalho já que eu havia cedido de bom grado minha parcela anterior para a manutenção da embarcação - Ei Furu temos que pegar outro pirata, mas como iremos receber por isso é outra história completamente diferente e complicada, talvez possamos capturar algum criminoso e pegar os pertences e vender em algum mercado negro, não seria tecnicamente roubo já que, naturalmente, eles seriam confiscados… -Diluía em um tom mais irônico, completamente fora dos planejamentos dali em diante, só que biscoitos para cães também podiam entrar na lista de compras dessa nova parada, quem cuidava disso possívelmente era Alesya, já que era quem fazia os pratos, Mica e eu buscamos algumas caixas da última vez, mas duvido muito que a loira saiba algo de ingredientes além dos básicos para fazer espécies rituais malucos.

- Com licença Alesya, será que poderia incluir um pacote de ração para cães na lista da próxima compra? Biscoitos também, ele é um pouco viciado nesses petiscos…- Conduzi o olhar dela em direção à besta descontrolada que ascendia toda vez que ouvia a palavra “Petisco”.

Mica passava por uma série de atentados maquiavélicos a respeito de sua imagem - os quais não pude deixar de rir a respeito. O capitão cleptomaníaco propunha exigências bem severas, estas quais me fizeram contornar todo o convés com o olhar, procurando alguém além daqueles três que tivesse algum repertório de se envolver com roubos ou confusões já explicitadas - Isso também vale para você, né?! Mãos fofas - Seu delator era então somente o homem com capacidade de esgueirar-se por qualquer propriedade e apossar-se de qualquer coisa material completamente invisível - Sabe que seu poder seria muito útil me ajudando a caçar? É um bom hobby -



Concordei com a cabeça, dando um rumo inicial diferente do planejado. Como estabelecem-se regras locais cujo qual refere a um modo específico de traje, é fácil de imaginar que então lojas de máscaras facilmente pudessem ser encontradas naquele porto, afinal, reservada ao direito de refletir sobre questões de localidade e logística, concentrei os esforços em buscar algum que fosse atraente, mas ao mesmo tempo neutra e pouco chamativa, possivelmente o ideal para uma pessoa com problemas de comunicação - Uma más… Na verdade, gostaria de duas máscaras de Kitsune, uma delas em tamanho menor - Procurava por aqueles que cobriam só metade do rosto, bem como um preço não tão exorbitante, sem relutância para dar o dinheiro quando fosse necessário.

A maior logo parti para entregar à Komi, já a outra pequena é claro que seria para o meu cachorro - Pronto, está a caráter - Aguardei a empolgação habitual, compreendendo que Furu fosse gostar desse tipo de interação boba.



- Sim, século perdido…- Não conseguia deduzir nada daquela reação, tampouco suspeita ou desdém, dificultando uma interpretação melhor sobre aquele ser ou não um tópico existente, mas por via das dúvidas, resolvi elaborar um pouco, dando pistas do que possivelmente pudesse assimilar o(a) atendente a sinônimos - História de um velho Faroleiro, pode ser que seus neurônios já tenham corroído pela maresia, ou apenas a solidão o fez ter apego por contar estórias, fábulas e afins. Diz viver por lá há muito tempo, mas não sai por que tem duvidas sobre um tal Século Perdido, aparentemente um tempo da história que veio antes de nós, mas foi apagada por algum motivo, heh! Talvez eu encontre algo parecido na sessão infantil - Desconversa no intuito de captar alguma reação, fosse de total descrença ou mera ocultação suspeita, como antes, ainda estava aberta para meros “boatos” sobre alguém na cidade que soubesse de algo a respeito ou conhecido por devaneios semelhantes.

O monólogo da monarquia - outra, diga-se de passagem, não se traduzia n’um tédio completo, mas as restrições pareciam galgar um objetivo inalcançável - O que acontece quando alguém se recusa a utilizar máscaras? - Um destino trágico, divaguei, mas pouco sólido - Conhece alguém que tenha passado por esse tipo de situação? - Era covarde em dizer, já que não estávamos em um interrogatório, portanto, compreenderia completamente caso fosse desconversado, continuei lendo em ambos os finais, fechando o livro pouco antes de conferir o prólogo, lá nos folhetins onde se iam nomes dos responsáveis pela narrativa.

Com um nome, iria buscá-lo, compreendendo que talvez esse tipo de informação viesse com alguma pista para o percurso, se não, solicitá-lo-ia. Com dois nomes, então eu teria de decidir por onde começar. Possivelmente à procura primeiro do sobrevivente que teve o cruel destino da punição máxima, entender um pouco melhor sobre aquelas leis. Este trabalho investigativo me pegava um pouco desprecavida, surpreendentemente já me fitava cruzando ruelas e questionando lojistas locais em busca do “marginal”, sem nem mesmo compreender onde tudo aquilo podia levar ou sequer o que faria com aquelas informações.

Quanto ao autor, reservei o direito de buscá-lo por último, na falta de nomes e melhores informações sobre o tal “Século Perdido”, este tinha as menores expectativas, já que talvez os esforços me guiassem até uma lápide com seu nome gravado e alguém muito distante para conversar, mas talvez a editora pudesse me dar mais informações sobre os familiares que ainda estão vivos.

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Dados:

Objetivos: