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IV - You'll never see me cry

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IV - You'll never see me cry Seg Ago 08, 2022 4:38 pm


IV - You'll never see me cry


Lyosha Bulgakov [Pirata], Caitlyn G. [Pirata] e Jyundee Kujoh [Pirata]

Não possui narrador definido.
Aberta

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Re: IV - You'll never see me cry Ter Ago 09, 2022 11:43 am

Além da Montanha!


A montanha tinha sido ótima! HAHAHA! Muito divertida! A emoção de subir e confiar nas capacidades da nossa navegadora havia sido ótimo! Era muito incrível ter algo daquele tipo em nosso mundo e meus pelos se arrepiavam por completo com a eletricidade percorrendo por todo o meu corpo de uma forma que nunca tinha sentido antes, era até estranho minhas capacidades terem aumentado de forma abrupta recentemente.

- Então é aqui que a Grand Line é... – Sorria com uma empolgação em meu rosto que poderia ser vista de qualquer direção, não tinha como não estar feliz naquele momento e sentia minha eletricidade cada vez mais escapando em direção as águas do mar conforme eu me aproximava da amurada. – Hey Mihaela! Mandou demais! – Apontava na direção dela e então voltava para ver o Farol ao nosso lado.

- E aí? Vão explorar? O maluco de bandana ali parece que tá esperando nós! – Gritava para a tripulação ainda meio surpresa como que este lado do mundo parecia e era o que me deixava ainda mais animada já que haveriam diversas coisas para serem exploradas e eu não poderia aguentar a emoção de ir e a minha curiosidade misturada com ansiedade estava toda atacada.

Ainda esperava pelo Capitão já que normalmente era ele que dava essas decisões e eu não tinha muito o que fazer até chegarmos na primeira real ilha deste lado do mundo. Assim que o primeiro ser desse barco descesse, desceria logo atrás, empolgada com o continente e vasculhando cada ponto daquele minúsculo ponto de terra.

Nesse meio tempo, me aproximaria mais um pouco de Mihaela e perguntava um pouco referente a ela já que a partir dali, meu conhecimento era nulo e quem era a navegadora era ela. – A partir daqui, tem um mapa? – Perguntava com curiosidade querendo saber um pouco mais do que aguardava por nós desse lado.


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Re: IV - You'll never see me cry Ter Ago 09, 2022 3:16 pm

令 和 Reiwa




D’uma trova épica e garbos minuciosos, o que se sente ao estar diante daquele fenômeno sobrenatural é puramente contemplativo, no que se refere a uma experiência pessoal, acredito que muito do que se diz é quase como um consenso, pois se fez não estou mais aqui para proferir coisas óbvias e vazias - tal sensação de voar ou os pelos se arrepiarem do corpo - mas diferente das outras vezes eu me senti verdadeiramente assolada pela verdade, n’uma discussão sem argumentos, de apresentações sem falhas, fez-se a ruína de minha própria noção, o mundo que conhecia se desconstruía aos poucos, desde o sustenido momento da manifestação dos poderes místicos do capitão.

Como qualquer outra, agarrei-me não só na realidade de forma metafórica, afinal a descida embora naquele pico muito bela, guardava uma imensa pressão que parecia querer arrancar as almas de vossos corpos, enxergava os esforços de Furu para se manter, foi quando neste instante soltei uma exclamação um tanto repentina - Cachorro! - Com as coisas rodopiando no meio da minha cabeça, saltei tentando manter o máximo de segurança pautada  nos objetos mais firmes do convés -como por exemplo o mastro - querendo alcançar o canino e mantê-lo mais seguro ao meu lado para aguentar o tranco, ele podia morder forte uma corda para se manter firme, mas eu tenho polegares opositores, um a zero.



- Urh, ehr, alma é? Fale por você. Não tão seguros… Onde estamos exatamente? - Não era bem uma tentativa pífia de simular uma perda de memória, mas depois de uma insana viagem se torna comum desacreditar dos momentos e experiências há pouco vistos, muito embora de certa forma também flertava com a genuína proposta de assustar Mica para fora daquela tamanha confiança e prepotência, tínhamos vencido a correnteza e a canalha iria se gabar disso por um bom tempo, felizmente, Lyosha era quem teria seu cargo posto à prova dentro da embarcação, não eu.

- Mica você viu o Lyosha durante a descida? Acho que ele se afugentou para dentro da cabine quando o frio bateu entre as pernas - Seu sorriso sádico voltava a desenhar abaixo das maçãs do rosto, como um passe livre para a eterna gozação, regozijava das murmúrios que proferira antes da volta do mesmo ao assoalho já salgado pelo tanto de água que voou durante a passagem. Novamente a loira tinha êxito em suas assombrosas prosas, fisgando supostamente o melhor de nós nas superstições. Na calmaria era bom verificar os demais, Furu e Komi como minhas prioridades já que não tinha os visto desde então.

- Tudo certo menor infrator? - Começava pelo cão delinquente, ao menor sinal de movimento, iria questioná-lo sobre a vontade de repetir a viagem - Quer descer a montanha outra vez? - De uma animação não tão contagiante, esperava que ele respondesse positivamente, parecia fazer o tipo dele aquele tipo de emoção de cunho duvidoso - Vai pedir pra tia Mica então - Optando por não dizer nada caso o mesmo reagisse de forma negativa com a sensação de descer.

- Komi você ainda está inteira? Consegue escrever? Piscar? Quantos dedos eu tenho aqui? (fiz o número três com os dedos) Sem ferimentos? Dores? Náuseas? Enxaquecas? Braços funcionando? Mais perfeito estado? Melhor impossível? Lyosha correu para se esconder com medo? Mica deveria ser a nova capitã? - As perguntas eram deferidas de forma rápida, mais preocupadas, mesmo que no fim elas tomavam um teor diferente, de alguma forma fazendo ela se acostumar a repetir tantas vezes o “sim” de forma mecânica.  No fim, nos restava seguir em frente então, eu acho - Simão o fantasma bundão, o que faremos agora que descemos a grande montanha? - Enfim questionava as vontades de Lyosha, já que era uma planejamento próprio, não existia muito bem uma noção por minha parte do que exatamente tinha adiante, mesmo que não inteiramente a mercê de suas vontades, era bom saber que tipo de mar era este.


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Re: IV - You'll never see me cry Qua Ago 10, 2022 9:12 am
We carry a new world here, in our hearts



O espadachim não fazia nenhuma questão de observar, a partir do convés, aquele fenômeno natural insólito, que, segundo Mihaela, já havia ceifado a vida de uma grande quantidade de piratas ousados e ambiciosos. Na verdade, não fazia questão de observar essa travessia audaciosa por nenhum prisma, o ideal seria que tudo ocorresse de forma suave, de tal maneira que ele não pudesse nem sequer notar essa manobra, e acabasse chegando ao outro lado.

A realidade não podia ser mais distante disso. Mesmo que os seus olhos não acompanhassem os acontecimentos, os solavancos que acometiam a embarcação não eram nem um pouco suaves e, como se isso não bastasse, a sua navegadora bradava aos quatro ventos, narrando todos os acontecimentos como se fosse uma doida varrida e se vangloriando por isso.

Assim que sentisse que as águas estavam mais calmas, a primeira coisa que faria era percorrer os aposentos com seus olhos, em busca de Alesya. - Você está bem? - Perguntaria, mesmo se não notasse nada de anormal na aparência de sua companheira.

Após conferir, abandonaria os seus aposentos e gastaria alguns instantes observando a comemoração de sua navegadora. Esboçaria um sorriso de canto de boca, antes de dar início a dinâmica de relação já estabelecida dentre eles. - Você não fez mais que obrigação. Sabe disso, não sabe? - Sabia que uma resposta mordaz provavelmente o esperava, mas isso não o impediria.

Ao escutar as provocações de Jyundee, que parecia estar muito mais atrevida nos últimos tempos, brincaria de volta. - Eu estava aqui o tempo todo, só você não viu. - Não precisava ser um gênio para perceber que todos ali esperavam que ele tomasse uma decisão, então não hesitaria. - Mica, atraque no primeiro lugar que puder, estamos a muito tempo em alto mar. Esticar um pouco as pernas vai fazer bem para todos nós. - Estava em um território completamente desconhecido, então o melhor que podia fazer nesse momento era se situar.


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Re: IV - You'll never see me cry Qui Ago 11, 2022 6:58 pm



Todos

A descida era dureza, enquanto Jyuu segurava firme o doggo ia simplesmente mordido na corda, girando nos arredores, e certamente aquela era uma cena fofa e engraçada mas muito maneira. E de certo tinha sido uma experiência surreal para todo mundo naquele lugar.

Mihaela estava na empolgação ainda naquela chegada, e fazia um toca aqui pra Gigi, dizendo-keke foi maneiro, toca aqui!!- e levantava a mão pra fazer o highfive, e desse modo as coisas começavam a progredir. Lyosha verificava nesse momento se sua garota estava bem, afinal o momento foi bem intenso para eles dois.

Alesya que parecia ainda meio tonta, se recompunha, e batia duas vezes tirando a poeira do vestido, então respirava profundamente enquanto olhava para os lados e só então respondia.-Eu estou bem, acho que, só fiquei meio tonta, mas não me machuquei- disse levemente envergonhada com as bochechas coradas, coçando a parte de trás da cabeça.

Afinal, eles dois tinham compartilhado um momento de covardia um tanto quanto constrangedor, apesar de que provavelmente nenhum deles iria falar nada sobre isso. Enquanto isso, do lado de fora, Jyu questionava onde estava Lyosha, algo que ninguém sabia direito, mas o sorriso da loira deixava claro que ela estava bastante empolgada nessa situação.

Provavelmente pra poder cobrar o capitão frango, de sua presença ali pra comandar a tripulação, algo que não ia levar muito tempo. Mas por hora Jyu checava a sua fera fofa, que estava super empolgado girando e girando, e suas respostas eram bem claras, latidos longos de empolgação WOOF WOOF WOOOOOOOOF era como se ele dissesse VAMOS VAMOS, DENOVO DENOVO VAAAMOOOS.

Ele tinha ficado bem agitado desse tempo pra cá, realmente era algo que as pessoas mais aventureiras poderiam aproveitar, enquanto isso Komi estava no chão, sentada com seus olhos parecendo duas espirais, ela estava meio tonta, enquanto balançava a cabeça em círculos, aquele era um KO na pobre arqueóloga. Mas aos poucos ela ia se recuperando, e começava a vomitar na lateral do navio, ela levantava fazendo um gesto com a mão e pedindo para esperarem.

Então começava a despejar o vomito pela lateral e então escrevia no caderninho depois de vomitar.

Vou ficar bem, só foi um pouco intenso.

Mostrou o caderninho escondendo seu rosto levemente envergonhado pelo momento que havia acabado de passar, de qualquer forma, enquanto isso, o capitão frango saia da sua sala com Alesya e se colocava novamente de pé provocando Mihaela que respondia assim que ele chegava lá.-Ao menos um de nós dois fez a função corretamente né?- disse soltando a farpa com um sorriso de orelha a orelha, aquela era uma pontada forte com toda certeza, e ele ainda tinha de lidar com uma piada a mais de Jyu.

Enquanto isso a felina notava o que estava de errado ali, falando que tinha realmente um cara que parecia estar esperando, e Mihaela respondia tanto a felina quanto o capitão.-Sei quem é ele não viu!! E já atraquei, agora só precisamos descer, mas aquele cara ta vindo pra cá mesmo.- disse ela pegando sua mochilinha a foice e se dirigindo a saída.

Naquele momento eles tinham que tomar suas decisões de rumo, e Mihaela era a primeira a ir saindo do barco em direção ao estranho cara de bandana que estava vindo em direção a eles do farol.-E é isso, sejam todos bem vindos a Grande Linha, o cemitério de piratas.-Lembrou dos espíritos que poderiam estar naquele farol, e teve um leve arrepio, mas não podia deixar de dizer algo assim quando fossem saindo daquele barco.

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Re: IV - You'll never see me cry Qui Ago 11, 2022 8:12 pm

Além da Montanha!


Era óbvio que algum de nós não tinha o mesmo espírito aventureiro que eu e por isso agradecia por ser um tanto parecida com Mihaela naqueles quesitos já que ela sabia se divertir assim quanto eu o que era um alívio e também uma alegria. Lyosha saia de sua cabine atordoado assim como sua companheira e aparentava que o capitão era ótimo em desaparecer no momento exato que alguma coisa perigosa ia acontecer. – Cemitério de piratas? – Parava, pensava e então percebia que atualmente isso poderia me definir já que uma recompensa tinha sido lançada em relação a minha cabeça, o valor? Pouco me importava, mas agora eu era uma pirata e ainda não tinha me acostumado com esse título. – Poderia explicar mais? – Curiosa como era, uma informação como essa não poderia ser deixada de lado.

No entanto, nosso foco rapidamente mudaria conforme o velhote se aproximava com sua vara de pesca já que adentrávamos o seu território ou o que parecia ser. – Pescaria tá boa hoje? – Cumprimentaria com um sorriso no rosto ignorando um pouco do que tinha pensado antes em apenas deixar o nosso capitão falar. – Os peixes desse lado são muito diferentes? – Perguntava com uma leve excitação em descobrir quais tipos de animais eram diferentes quais não. São mais perigosos? Mais gostosos? Mais feios? Ah! Cada detalhe. – Eles são melhores? Mais feios? Mais fortes?! – A empolgação me fazia lançar perguntas quase como um questionamento e independente de ser nosso primeiro contato, pensava que aquele homem poderia suprir informações como aquela.

Assim que todas as perguntas fossem respondidas ou esquivadas, aproveitaria para ver alguns detalhes mais simples como a sensação de tocar com os próprios pés a grama ou terra do ambiente fazendo toda uma análise a respeito dele e se havia realmente alguma coisa diferente assim como a água do mar. Claro, sempre mantendo minhas orelhas atentas ao que estavam conversando com minha audição aguçada.

Apenas quando minha curiosidade tivesse sido completamente saciada que focaria nos pontos mais importantes de nossa viagem até ali, o conhecimento para seguirmos em direção a próxima ilha já que duvidava muito que Mihaela estivesse com um mapa debaixo de seus braços e por isso me aproximaria do grupo para entender melhor o que faríamos a partir de agora.


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Re: IV - You'll never see me cry Sex Ago 12, 2022 12:00 pm

令 和 Reiwa




A algoz voracidade com qual questionava a mulher possivelmente a deixou ainda mais tonta, não é por acaso que uma leve culpa recaiu-me sobre os ombros ao vê-la na lateral do barco, mesmo que uma reação natural e bem mais comum àquele tipo de fenômeno tão intenso quanto uma descida pela montanha vermelha, ao fim, integridades intactas postaram de seus demais tripulantes, o Samsara havia atracado n’um mirrado farol ao que se pôs muito longínquo e decrépito - Errm, Tem certeza de que não morremos mesmo? - A clara confusão se fez na minha fala, contemplava algo que não correspondia bem com as lendas, embora muitas aparências enganam, a quebra entre expectativa e realidade, uma dor advinda como a de um soco a fustigar-lhe a barriga - Esse lugar parece tão… Não vida, onde estão as maravilhas dessa tal Grande Linha… Mica você nos matou, isso aqui é o purgatório - Carregava o escárnio em sua prosa.

- Komi, estamos com todos os preparativos prontos para começar o grande mapa? Hora de começar nosso grande e planejado projeto, talvez eu tenha acabado de inventar, de construir os mapas! - Quer fosse este nosso grande objetivo desde o começo, não existia uma linearidade própria para sua execução, na verdade consistia em um longo e duro trabalho através de meses, quiçá até mesmo anos, mas como uma grande boa aventura tudo começa com um pé direito - e muitos entorpecentes naturais - Temos de documentar tudo pelo caminho, quer começar por essa coisa bem ali na frente? - Mirava o farol, já designando mentalmente uma equipe de reconhecimento - Cachorro! Garota com Problemas com a Lei e Garota com problemas de Comunicação! Juntos para explorar a imensa maravilha que é… Esse grande negócio gigante e pontudo na entrada do mar das maravilhas e mistérios - Forçava uma voz como a de um trovador, heróico e dramático, narrando o início de uma estória.

- Ei capitão, que tal darmos um mergulho no mar para dar sorte? - Sua colocação era ríspida para alguém de orgulho ferido por não mais conseguir nadar, mas considerava que Lyosha não seria assim, na verdade esta realmente era uma passagem genuína sem qualquer malícia em suas entrelinhas, realmente acreditava que tomar um banho de mar ajudava a tirar algumas impurezas da alma, mas é claro que flertava com a condição da fruta do demônio que este carregava.

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Re: IV - You'll never see me cry Sab Ago 13, 2022 9:51 am
In a world of diminishing mystery, the unknown persists



Sentiria um frio percorrer a sua espinha quando Mihaela decretasse a chegada do grupo ao cemitério de piratas. Cemitérios eram sinônimos de infortúnio e até mesmo o maior dos tolos saberia disso. - Obrigado por sempre me deixar mais tranquilo, Mica. - O agradecimento sarcástico acompanhava um sorriso, claramente zombeteiro.

Assim que escutasse a pergunta de sua companheira felina, não hesitaria em explicar o motivo daquele título, afinal, já tinha ouvido a justificativa antes. - Aparentemente, as pessoas dessa região, em média, são mais fortes que as dos outros mares. Muitos caçadores de recompensas gananciosos, marinheiros confiantes demais e piratas arrogantes embriagados com perspectiva de fama acabam viajando até esse mar por conta disso, apenas para encontrar a sua própria morte. O “cemitério de piratas” acaba tendo esse nome devido a grande quantidade de piratas, que superam os outros grupos se proliferando como pragas, além de serem obrigados a cruzar essa maldita montanha para chegar até aqui, certo, Mica? - Se fosse indagado sobre onde havia adquirido tal conhecimento, responderia de forma breve. - Qualquer bêbado em qualquer porto de cada um dos Blues costuma anunciar aos sete ventos que já navegou por esse mar, além disso, nasci aqui. - Não faria questão de entrar em mais detalhes.

A aproximação do estranho geralmente lhe causaria preocupações, já que não fazia ideia de suas intenções, mas Mihaela e Caitlyn avançavam em direção a ele, de tal forma, acreditava que elas seriam capazes de lidar com qualquer problema que ele pudesse tentar causar, já que não eram do tipo que fugia de uma briga, e ficava mais tranquilo. Não precisava manter sua guarda alta o tempo todo.

A sensação de segurança permitia que Lyosha fosse capaz de observar Jyundee lidando com seu cachorro de estimação e Komi, que, como sempre, não conseguia se comunicar. Devia ser horrível ter acabado de atravessar essa montanha e não ser nem capaz de reclamar. O homem apreciava a empolgação da ex-caçadora de recompensas, parecia que o ânimo de todos havia aumentado depois da travessia, bem, quase todos, já que ele mesmo não sentia nada além de alívio e a historiadora era uma eterna incógnita. As palavras da espadachim eram uma piada, que faziam que um sorriso mordaz aflorasse em seu rosto. - Para dar sorte ou para que as almas que descansam aqui puxem meus pés em direção às profundezas enquanto eu sou incapaz de reagir? Sinto falta de quando Mica era a única que tentava me matar. - Responderia, num tom de humor ácido.

Parecia que todos estavam bem, então começaria a se dirigir até o homem desconhecido, esperando que suas duas tripulantes mais estressadinhas ainda não tivessem causado nenhum acidente diplomático antes que adentrasse na conversa. - Chamo-me Lyosha, sou o capitão dessa embarcação. - Cumprimentaria-o, de forma cortês e amigável. - Não desejo ser invasivo, mas poderia, por favor, explicar-nos onde estamos exatamente? - Contava com a colaboração do homem e esperava que pudesse ao menos dormir em terra firme e reestocar seus mantimentos antes de ter de seguir viagem.



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Re: IV - You'll never see me cry Sab Ago 13, 2022 9:39 pm



Todos

Há como era bom escutar palavras reconfortantes, sobre tudo isso não é? Cemiterios eram realmente a pior coisa que poderiam pensar nesse momento, e a resposta da loira era igualmente Sarcastica.-Haaa Disponha.- Disse com o tom de voz claramente provocativo enquanto dava um sorriso bem de canto demonstrando toda a sua petulância naquela situação.

Enquanto isso a felina tinha suas questões respondidas por Lyosha, que era também complementado por Mihaela.-Nem só isso, esse lugar é cheio de energias e forças inexplicáveis, que regem o universo, a história dos grandes começa e termina aqui. Nem mesmo o rei dos piratas teve sucesso, dizem que ele conquistou tudo mas no fim, está enterrado aqui também.- disse ela comentando o que ela entendia daquele mundo, claro que, na verdade era uma história um tanto desanimadora, até por que o maior que existiu acabou sendo enterrado no cemitério de piratas.

Então vinha o questionamento dos peixes, que poderia ser algo bem diferenciado, e é por isso que ela levantava levemente a sobrancelha pensando na resposta adequada para esse assunto.-Bem, certamente vão ter espécies únicas, e bem, existem peixes mais fortes em alguns lugares provavelmente.- ela não era zoologa então dessa vez Alesya quem respondia, não com conhecimentos de Zoologia, mas de uma cozinheira.

Ela começava a falar um pouco melhor sobre o que era esperado da grande linha em relação a alimentação.-Aqui vamos encontrar carnes, temperos, e sabores únicos, espécies que só tem em ilhas específicas, ou zonas específicas do mar, então podemos provar sabores exóticos-Ela lambia os lábios, como se tivesse o desejo de caçar, e conseguir capturar criaturas de sabores exóticos, para servir seus pratos para a tripulação e quem sabe produzir receitas novas.

E nesse momento ela seguia respondendo as perguntas de Jyuu que eram claramente bem fundamentada, parece que as coisas mágicas não eram lá muito como todos tinham pensado, afinal era um farol fodido, e um homem esquisito que estava ali.-Não é lá o melhor dos começos, e isso aqui certamente não é uma ilha comum, não achei que fosse ter algo aqui, aliás, deixa eu ver pra onde podemos ir.- ela puxou sua bússola e começou a usar ela e percebeu a pior coisa que poderia acontecer, o ponteiro tava doidão.

Ele girava e girava, e não dava pra lugar nenhum, o rosto dela ia ficando roxo, e parecia perder toda aquela confiança.-QUE??? Acho que você ta certa Jyu… EU MATEI A GENTE!!- e até komi se assusta, começando a tremer levemente, e dois latidos vem do chão de furu WOOF WOOF era como se ele tentasse dizer pra se acalmarem e ele protegeria eles.

Então Mihaela respirava novamente mais alivia.-Há é o cachorro, todos os cães merecem o céu, então… Não podemos estar no purgatório nem no inferno… Talvez essa seja a colina do Yomotsu!! Ainda não fomos despachados pros nossos destinos, deve dar pra voltar.-Disse ela coçando o queixo e tentando pensar em como fazer, ela pegou então dois ramos de capim santo, fez uma cruz, água benta, sal e fez um círculo no chão.

Ela começou a proferir algumas palavras, disparando água benta com o capim santo enquanto sentava no centro do circulo.-Yu Mo Gui Gwai Fai Di Zao, Yu Mo Gui Gwai Fai Di Zao, Yu Mo Gui Gwai Fai Di Zao, Yu Mo Gui Gwai Fai Di Zao-Aquilo realmente tava meio sinistro. Komi então escrevia no caderninho falando algo tentando ser positiva mesmo que estivesse tremendo um pouco.

Ao menos ninguém deve ter até hoje feito um mapa do mundo dos mortos. Vendo pelo lado bom é uma oportunidade unica.
E então o cara da boina falava.-Vocês morreram mesmo, e estão no inferno e eu sou o diabo MUAHAHAHAHAAH- Ele claramente estava brincando com as espectativas de todo mundo, e foi nesse momento que Mihaela jogou três golpes de água benta nele. -Ataque EXORCIZANTE- E tacou sal na boca dele, uma boa quantia de sal.

Então o cara começava a cuspir o salto todo e puxava seu cantil e falava.-KAKAKAAKA TA MALUCA MENINA? TA PENSANDO EM QUE? ME PEGOU DE BOCA ABERTA.- E ele tacava sal na boca de Mihaela também. -aAAAAA O CARA TENTOU ME EXORCISAR!!- e ele então colocava a mão na testa e dessa vez ele deixaria passar só com aquela vingança rápida, ele provavelmente tinha se deixado acertar pra poder fazer aquilo em retorno, talvez fosse parte de um senso de humor muito especifico e sádico.

Ele então começaria a falar.-Tá, dessa vez foi eu quem provoquei, Ok ok, ninguém morreu não, Ainda… Esse lugar é só, estranho e vazio. Eu me chamo Faust Burton, pode-se dizer que sou o dono desse farol, é um prazer.- E bem era nesse ponto que eles parava pra prestar atenção em todos, seus olhos fitavam um por um enquanto avaliava eles de cima abaixo.

Desse modo ele começava a falar sobre onde exatamente eles estavam de uma forma bem simples.-Estão na entrada da Grand Line. Por isso essa bússola ali não funciona, pra navegar aqui vocês tem de ter um desses.- disse ele sacando de sua manga um Log Pose, era um globo de vidro com uma agulha de duas pontas, uma branca e outra avermelhada, que parecia calibrada para uma direção específica.

E disso vinha a parte tenebrosa da explicação: eles estavam numa péssima posição dessa vez.-Escute bem, aqui só se viaja se tiverem um desses, sem isso não vão poder. - e com isso o globo sumia, como se tivesse entrado de volta pra manga dele de forma que ninguém foi capaz de perceber, parecendo apenas magia, ou truques, mas não dava pra saber do que se tratava.

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Re: IV - You'll never see me cry Seg Ago 15, 2022 10:20 am

Além da Montanha!


- Bom, então não é lá muito diferente dos Blues ou da própria vida. Normalmente, todo mundo se fode no final ou carrega um grande arrependimento como um grilhão durante o resto dela. – Complementava aquela informação que sinceramente apenas afirmava que o melhor espírito é sempre se divertir com independente da ocasião que esteja e era assim que eu vivia.

Mihaela era uma completa louca! HAHAHAHA! Me gargalhava de rolar pelo gramado de um lado para o outro conforme as coisas aconteciam envolvendo demônio e obviamente um ritual que não tinha dado certo com alguém que não estava possuído! Era interessante que esse lado do mundo já mostrava algumas coisas das quais jamais imaginaria e dentre uma delas era que realmente encontraríamos coisas diferentes desse lado e que atiçavam a minha curiosidade cada vez mais querendo saber como que elas funcionavam e o homem que claramente não era o diabo mas se parecia com um mostrava uma espécie de bússola mágica que apontava para uma direção. – Mas aí, como é que isso funciona?

No momento em que começava a me levantar do gramado e limpar os meus pelos, sentia a minha energia tomando caminhos mais diferentes do que o costume. Minhas orelhas disparavam mais eletricidade de uma para a outra assim como sentia estar perdendo um pouco do controle do eletro. Para mim, ele era tão natural quanto tomar água ou comer, por isso senti-lo realmente como algo diferente do que estava acostumada era estranho.

- E qual o pedágio? – Para aquele homem se divertir com uma informação daquelas, ele queria algo, era impossível ele simplesmente dar por boa vontade até mesmo porque já escondia o objeto como se fosse o passo de uma mágica ou seja lá o que ele realmente queira.


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Re: IV - You'll never see me cry Seg Ago 15, 2022 4:29 pm

令 和 Reiwa




Geez, sua percepção não estava a de modo tão deturpada ainda como queria, embora a enorme movimentação da embarcação tivesse mexido com a percepção de todos, não era o bastante para fazê-lo aceitar sem questionamentos dar um mergulho, muito embora já me fosse esperado, inegável se deu a entristecida reação que se fez nos olhos - Mica quer nos matar e eu nos prender, podemos fechar de tal maneira? Quanto a vossos planos daqui em diante, marinha e caçadores ficarão sabendo de cada passo a ser tomado, um pouco de adrenalina a mais, não? - Suas intenções mesclavam um pouco da clara intenção de tornar toda essa vida de pirataria um caos, embora um traço importante da sua personalidade tenha se perdido lá atrás, era como perceber uma genuína mudança na forma de encarar as coisas, compreendia que o que fazia era errado, mas não suficientemente forte para entregar-se de peito aberto, daquela escolha então uma sucessão de provocações se fez.

Entendia a perspectiva positiva de Komi, mas as interações sobrenaturais de Mica se estendiam um pouco mais do que o previsto, com o olhar de estranheza, me desenhou um tímido sorriso no canto do rosto, talvez até mesmo Furu tivesse considerado a ideia de estarmos n’outro plano astral, ou o que quer que seja esse tipo de manifestação da alma em um plano parecido com o anterior - Os cães merecem o céu, hmm, talvez então ele seja nosso guia para a redenção? Como o cargueiro que vos leva ao inferno, ele está aqui para o caminho reverso, nos tirar do eterno sofrimento ou sei lá o que deve ter aqui, tá mais pra eterno tédio… -

- Uh! Isso soa interessante, Komi, uma projeção real de como seria o mundo dos mortos, não ironicamente isso parece mais tangível e aceitável do que aquela doida bem ali - Apontava para a loira atirando sal na boca do próprio demônio - Como você espera que acreditemos que você é o próprio tinho se você usa boina? - A colocação era ríspida, se perguntado com melhor clareza, iria disfarçar com um leve assobio como quem não tivesse dito nada, uma mera constatação da veracidade daquele relato não me cabia, mas tampouco deixava de lado a ideia de que talvez, só talvez o senhor do submundo não usaria uma boina ou uma pochete.

Os assuntos referentes à navegação continuavam para os profissionais, mas conseguia brevemente entender um pouco do que era dito, exigia um instrumento específico para andar pelos mares da Grande Linha, o que era entendível, dado ao fato de que a qualquer momento poderíamos nos deparar com o Calm Belt navegando à deriva


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Lyosha
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Re: IV - You'll never see me cry Ter Ago 16, 2022 5:07 am
Bizarre Adventure



Abriria um largo sorriso após escutar a provocação de Jyundee, aquela mulher certamente tinha mudado desde a primeira vez que se encontraram no porto de Minion Island, era nítido que, agora, a espadachim portava-se de forma mais livre e espontânea. - Sim, faça isso. Talvez, com vocês duas nos sabotando, as coisas tenham ao menos um pouco de dificuldade. - Apesar de achar que sua jornada tinha sido de fato fácil até o presente momento, a declaração era muito mais uma troça que arrogância.

Não seria exagero afirmar que, nesta altura do campeonato, Lyosha já estava acostumado com o bizarro. Seu contato com Mihaela fazia com que ele já tivesse perdido a sensibilidade com relação a várias esquisitices, além do mais, quando se é um homem invisível você tem que estar disposto a aceitar certas coisas que não é capaz de compreender.

Mesmo tendo adquirido certa resistência em relação ao bizarro, os próximos momentos ainda o surpreendiam. Uma hora estavam vivos e bem, logo em seguida mortos, passaram pelo paraíso dos cachorros, depois encontraram um demônio e o homem presenciou um ritual duplo de exorcismo. Era tudo tão caricato e sem nexo que Lyosha nem foi capaz de reagir até que tudo aquilo tivesse acabado, se encerrando em uma bússola mágica que, surpreendentemente, era mais crível que todo o resto.

Apesar da tal bússola supostamente ser algo vital para o andamento de sua jornada, tinha algo que lhe chamava mais atenção. Olharia para Mihaela, depois para Faust, depois para Mihaela mais uma vez, retornando sua atenção para Faust antes de fazer uma pergunta para a sua primeira tripulante. - Mica, você conhece seu pai? Seus tios? Seu avô? Esse homem é novo demais pra ser seu avô pensando bem, não é? - O espadachim tinha suspeitas de que aquela insanidade que os dois compartilhavam podia ser algo genético.

Após o momento de espontaneidade, Lyosha desapareceria em pleno ar e rapidamente se aproximaria de Faust, sem nenhuma intenção hostil, reaparecendo atrás dele. - Gostei do truque de fazer a bússola desaparecer, como você fez isso? Ah, e se não for pedir demais, como podemos arranjar uma dessas? - Perguntaria de forma amistosa, torcendo para que o homem resolvesse cooperar com eles. Não planeja passar o resto da vida ali, então, se essa história fosse verdade, arranjar uma daquelas bússolas era a prioridade.




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Re: IV - You'll never see me cry Qua Ago 17, 2022 7:42 pm



Todos

Eram muitas coisas para a mente do pobre capitão, mais loucas e insanas do que ele jamais havia visto até ali, algo que o fez simplesmente deixar as coisas irem acontecendo, e no final, toda a insanidade era notada até pela outra maluca que era a felina. E as farmas entre a caçadora e o capitão pareciam se manter.

E claro as falas dele para com Mika pareciam ser farpas mas dessa vez ela não encarou como tal, fazendo uma cara pensativa e dizendo.-Pensando bem… Eu não lembro muito dele, eu era pequena quando ele disse que voltaria e sumiu, será em?? Será que tem um cabelo loiro embaixo da bandana?- falou coçando o queixo e tentando levantar a bandana do cara, que deu um tapinha no braço dela, como quem diz, sai daqui…

Na verdade ele não falou essas palavras mas, disse algo diferente.-Eu não acho que você é minha filha não, tá maluca.- e com isso as coisas continuavam avançando com a pergunta da felina sobre como diabos aquilo funcionava, talvez, fosse algo específico, e que qualquer um dos mais plausíveis devesse ter perguntado.

Mas felizmente a moça dos choques foi a responsável por ser a responsável naquele momento.-Uma ótima pergunta. As ondas magnéticas aqui são diferentes, então é preciso que um Log Pose como esse se regule a cada parada. Ele aponta para a próxima ilha, e consequentemente a próxima denovo, mas para tal é preciso ficar algum tempo no campo magnético da ilha em que se está, para poder fazer com que ele se ajuste.-Disse de modo bem simples e pratico como aquilo ali funcionava, apenas relatando essas questões.

Mas inesperadamente não era o sal na boca ou uma das malucas que causava o tal acidente diplomático. Mas sim a frase mais simples e boba, sobre ele estar usando uma boina… Aquilo fez ele parar o que estava falando e então se aproximar da caçadora dizendo-Primeiramente isso aqui é uma bandana entende B-A-N-D-A-N-A, e segundo olha quem fala cê quer parecer mais pirata usando tapa olho, aposto que nem tem nada ferido abaixo dele.- falou de modo levemente áspero com a caçadora naquele momento, ele parecia estar em seu domínio, e não temia os números que estavam à frente dele.

E só depois disso ele voltou-se a pergunta do jovem espadachim, começando novamente a falar com todos de uma só vez, de maneira a querer explicar em que situação eles se encontravam afinal.-Há, sim tem um jeito de conseguir e é comigo, eu sou a única forma de alguém sair desse farol. E sabem, a primeira coisa que quero saber é o que vão fazer quando sair daqui? Vocês têm mesmo a determinação para andar por esses mares? Por que se não tiverem viver aqui pode ser um destino mais piedoso.- disse ela com um sorriso faceiro no rosto enquanto ele subia novamente numa pedra próxima, e se sentava começando a girar uma adaga na ponta do dedo girando sua ponta no indicador, enquanto a equilibrava.

Ele era claramente habilidoso fazia isso sem nem mesmo olhar pra adaga e misteriosamente não se feria com isso, e nem se preocupava, tendo atenção completa na tripulação de Lyosha. Komi ficava levemente assustada, com a situação o medo de ficarem presas ali, mas tentava não demonstrar tanto ficando a olhar pra uma direção diferente tremendo e fingindo assobiar, mesmo sem soltar nenhum som. Furu ficava procurando o que Komi estava olhando.

E a primeira a se pronunciar era a Loira maluca.-É claro que tenho coragem, determinação de sobra, ta brincando, a gente vai viajar a porra do mundo todo, e ainda vai fazer um mapa, se duvidar eu volto aqui pra esfregar ele na sua cara. Mesmo que você não seja realmente meu pai… Eu posso provar algo pra alguem.-Ela falou bastante orgulhosa de si mesma, sobre todo esse assunto, mas o que será que os outros tinham a dizer diante daquela figura?

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Re: IV - You'll never see me cry Qui Ago 18, 2022 10:38 am

Além da Montanha!


Ahá! Minha mente estava funcionando direitinho e o que me assustava não era o que ele pedia e sim o que o capitão fazia aparecendo como se fosse uma assombração. – Entrei numa trupe de mágicos? Agora todo mundo quer ficar desaparecendo? – Mas tinha que confessar, não tinha ideia como que aquela ilusão tinha sido feita e a capacidade de ele sumir até mesmo com a minha visão o perseguindo e eu sendo capaz de identifica-lo apenas em seus passos.

Faust era um homem estranho, no mínimo, e a sua capacidade de girar a faca em seu dedo era algo que me deixava curiosa já que isso, se manipulado corretamente, iria feri-lo e nada acontecia como se sua pele fosse feita de aço. Mas, claramente era divertido! HAHAHA! Por isso, usava da minha eletricidade para formular uma adaga de eletricidade em meu dedo igualzinho ao que ele estava fazendo e então rodá-la da mesma brincadeira. Mihaela era a primeira a se pronunciar e isso deixava as coisas mais empolgantes. – Determinação e coragem não faltam por mim! Gosto de fazer as coisas da melhor forma possível com o máximo de detalhe e isso se resume a procura pelos meus irmãos deste lado da montanha! Vou reuni-los mais uma vez e fazer um caos tão grande que não venham nos perseguir novamente.

Era naquele momento que minha convicção era tão grande que a eletricidade atiçava os meus pelos de forma a deixá-los espetados e correntes elétricas ficarem passando de um lado para o outro. Isso era empolgante, viajar pelo mundo era interessante e coisas como aquela eram divertidas e minha curiosidade não parava de me deixar ainda mais ansiosa. – Mas fala aí, como que tu faz esse truque com a adaga? Ela está sem ponta? – Minha visão se concentrava no ponto de seu dedo e na faca tentando identificar os mistérios daquele pequeno truque.

Esperaria pela vez dos meus companheiros dizerem as suas reais determinações em que focaria em ouvi-los individualmente e gravar esses pensamentos em minha mente já que até o momento não tinha nenhuma ideia do que eles realmente queriam para este lado e o capitão parecia apenas querer permanecer vivo, embora fosse um fujão até o exato momento que nunca estava na hora correta para os assuntos mais importantes. – Então é assim que vocês são. – Pensava sentada de pernas cruzadas esperando pela resposta pelo dono do pedágio, vulgo gordão do farol.



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Re: IV - You'll never see me cry Sex Ago 19, 2022 1:24 pm

令 和 Reiwa




Ao término da fala, fez-se apreensiva, não compreendendo ao certo se o levava com um mero insulto referente à sua própria imagem como uma pirata, agora deturpada e disseminada - ou se então os breves eventos que sucedem em suma importância para sua mais nova característica, levando como um elogio neste caso, afinal poderia se infiltrar no meio dos tais criminosos, adquirir informações e afins, é neste misto que se pôs, até as colocações mais abrangentes do capitão se iniciarem, não esperando que de fato, dali em diante o velho senhor ainda estivesse prestando atenção em mim, mas fiz o movimento de tirar o tapa olho, revelando que não havia muito além do que um buraco no espaço de antes, acompanhado por um corte já há muito cicatrizado.

Fustigar-me a indagação reflexiva, de forma sucinta, pairava sob um sentimento de dúvida em mim, coisa esta que logo pronunciava para o homem, talvez tomando de volta sua atenção - Com o perdão da palavra, mas eu tenho duas perguntas, elas são mais palpáveis e lógicas do que questionar esses truques com a bússola. Imagino que você deva perguntar isso para cada um que passa por aqui, deve ter ouvido muito, sonhos e aspirações, dada uma certa idade, ahem… Isso realmente importa para você? Creio que já tenha escutado todo tipo possível que soa até mesmo como um clichê, acho que estou entendendo melhor o significado metafórico disso aqui ser um cemitério de piratas -

Quanto à segunda pergunta, não era bem das mais entusiasmantes, ponderei coisas engraçadas para dizer, filosóficas existenciais, mas nenhuma parecia soar bem, no recôndito das frustrações em fazê-lo a tão aguardada, cedi a um interesse ainda mais pífio - Sabe a história desse lugar? - Não me referia somente ao farol, mas todo seu entorno, até mesmo julgando pela montanha vermelha, mas não esperava que ele me fizesse um monólogo explicando exatamente tudo, quiçá nem mesmo ele compreendia tudo aquilo, mas dadas suas inúmeras experiências com outros sujeitos, quem sabe um pouco de conhecimento não tivesse sido trocado durante os séculos que esteve ali - ou décadas.

- Acredito que a montanha vermelha já faça parte de selecionar os mais determinados, afinal acho que eles não chegariam até aqui sem isso - Não era bem um relato íntimo sobre o que era determinação para mim ou se eu tinha ela, não gostava muito da ideia de ter que explicar esse tipo de coisa para um sujeito que não conheço, na verdade, tampouco conseguia colocar em palavras ou exemplos práticos o que era minha determinação, o mais próximo disto era o recorrente sentimento da descoberta.

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