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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

IV - You'll never see me cry

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Shiori
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IV - You'll never see me cry Seg Ago 08, 2022 4:38 pm
Relembrando a primeira mensagem :



IV - You'll never see me cry


Lyosha Bulgakov [Pirata], Caitlyn G. [Pirata] e Jyundee Kujoh [Pirata]

Não possui narrador definido.
Aberta

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Pirata
Re: IV - You'll never see me cry Qui Set 29, 2022 10:54 am

Além da Montanha!


- Se tu não tivesse corrido novamente eu falava na cara... – Balançava a cabeça negativamente, embora os meus sentidos se estranhavam. A minha frente, não conseguia ver nada, mas estipulava sua posição há alguns metros de mim devido a minha audição, entretanto, era estranho...

E era quando a espada era puxada que tudo ficava ainda mais estranho já que o aço começava a flutuar em meio ao ar e meus olhos pareciam me enganar, contudo, isso era apenas uma parte do que acontecia e as estátuas, que antes pareciam paradas, agora se moviam preparadas para nos acertar. Além disso, a água do mar começava a inundar o salão com as nossas saídas bloqueadas. – Merda. – Meus pelos se arrepiavam e eu respirava fundo, toda aquela energia que antes eu soltava de forma involuntária, agora era presa para dentro do meu corpo, comprimindo-o a segurando para que não saísse. – Minha eletricidade é inútil nesse ambiente!

Água do mar é um péssimo local para querer energizar, se eu estivesse sozinha não era tão problemático, entretanto, com tantos aliados a chance de feri-los por uma descarga dispersada era o pior dos casos. – Eliminar as estátuas e depois partir para o portão?! – Sugeria, já com a minha adaga em mãos e olhando para cima, as flechas que ainda caiam em nossa direção e então usando da minha agilidade para me manter em um ponto em que elas não caíssem em cima de mim. Caso percebesse alguma companheira que fosse ser atingida e ainda não tinha percebida, puxaria ela em minha direção procurando mantê-la segura.

- FOCO! – Diria, se fosse o caso. Todavia, minhas habilidades combativas diminuíam um pouco a minha liberdade já que atacar usando da eletricidade era uma das minhas maneiras de acabar rápido com as coisas. Eu focaria na estátua mais perto de mim e então correria na sua direção usando da minha adaga para realizar um corte em sua cabeça. – Você deve ser um autômato, né... Fico curiosa de quem criou tamanha engenhosidade... – Para mim, era a única resposta lógica embora nunca tivesse sequer visto um ou imaginado que algo assim poderia ser real.

Focaria meus golpes sempre em um ponto específico já acertado antes para que o seu material fosse fraquejando até que tivesse a oportunidade de decepar uma parte de seu corpo usando principalmente da minha força nesses golpes. Se sentisse que minha adaga era inútil contra aquele material e fosse preciso algo mais contundente, então usaria das minhas mãos e pés para aplicar golpes mais pesados naqueles pontos.

Se houvesse uma oportunidade de me segurar em um ponto aberto dessa estátua e a água estivesse há mais do que cinco metros de mim, usaria de garras elétricas (como o Wolverine) para rasgar por dentro de seu material. O comprimento da garra seria mínimo, coisa de um metro, apenas o suficiente para passar e aplicar um dano sem ter a chance de dispersá-lo após o impacto.

De toda forma, assim que efetuados os golpes, focaria sempre em neutralizar minha eletricidade e focar em esquivar dos ataques quando possível usando do ambiente para passos rápidos e do tamanho das estátuas para conseguir me locomover de forma acrobática pelos seus corpos e evitar um contato com a água que me deixaria mais pesada. Se não houvesse outra escolha a não ser bloquear para defender do golpe, procuraria usar da minha adaga ou dos meus braços para evitar o impacto daquele golpe fixando firmemente meu pé no solo para não ser jogada para longe.


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Re: IV - You'll never see me cry Dom Out 02, 2022 11:40 pm

令 和 Reiwa




Atendendo às súplicas silenciosas de meu cerne, este procedeu arrancando para fora a lâmina que nada de mais tinha senão só trazer mais problemas inconvenientes, embora quase tão claro quanto águas marinhas cristalinas, o arrasar de suas posturas imóveis ainda chacoalharam meu estômago, como quando sempre se espera o melhor das situações, ponderando apenas um receio bobo, suspirei em alívio, não sabendo dizer ao certo se isso era um sinal de que estava tudo bem, afinal fá-lo-ia independente do resultado.

As comportas surpresas exibiam um senso de humor um tanto mórbido do criador deste salão, a este ponto ninguém além do velho falastrão que teceu rios de promessa para a cabeça frágil de nosso capitão, onde se ia até o fundo de uma sarjeta para alguns punhados de coroas dourada. A indagação da felina me trouxera alguns questionamentos, com tamanha convicção tratando de suas próprias capacidades, não pensei em duvidar de que talvez não fosse a melhor ideia, mesmo que possivelmente um plano pudesse ser arquitetado para que conseguíssemos ficar seguros durante algum tempo, neste então estando liberado para seu livre uso de habilidades, até a água chegar em níveis preocupantes.

O que me fez relutar ao tornar de costas àquele instinto genuíno de prosseguir com a brilhante construção trovadoresca daquela aventura fora um questionamento bobo, a água descia lenta, como se o principal objetivo fosse mesmo ter tempo o bastante para uma luta, não que fosse a maior das revelações, por algum motivo me fez questionar se derrubar a última das estátuas cessaria o fluxo, afinal, as estátuas também ficariam submersas, a menos que seus mecanismos não fossem danificados pela água, uma grande surpresa para a Grand Line.

Mesmo que esse estranho pensamento não tivesse utilidade alguma, decidi apostar em algo mais palpável do que meras especulações, postava uma estátua de modo que os arqueiros ficassem sempre com a visão ofuscada, ao menos de mim e, sucessivamente, conduzia Furu ao fazer o mesmo, dessa forma não corríamos um risco de tomar uma flecha desavisada no meio de outro movimento, não só de más notícias vive uma guerreira, o que me fez pensar que talvez isso pudesse me fazer aproveitar daqueles golpes contundentes.

A mover-me em direção a porta antes aberta, selada com prelúdio do combate, conduzindo a atenção de ao menos um combatente, não sendo o pior dos mundos caso mais também viesse. Por vezes checando a mira dos arqueiros de lá atrás. Meu plano resumia-se em forçar golpes conta a parte em um momento oportuno para a esquiva, mesmo que a grande sucessão não fosse n’um mesmo ponto, eventualmente poderia criar rachaduras, na pior das hipóteses, danificar as armas daqueles e tornar nossas vidas mais fáceis, muito embora, este plano também tivesse outro objetivo principal, galgando imprevisibilidades maiores.

A atenção sendo chamada para baixo de seus pés, queria forçá-los a golpear o chão com as solas ou as armas, pouco antes (ou depois) de um movimento armado contra a parede, afinal, seria muito fácil acabar encurralada só por atraí-los em direção ao portão, por fim definindo minhas ações em dois importantes momentos. Esquiva e Contra-ataque.

O momento de esquiva seria o mais apropriado para abrir brechas nas defesas, não tão confiante assim no poder de minha espada, tampouco n’uma abertura para fazê-lo, estaria posicionada de costas para os inimigos mais do fundo, consequentemente de frente para o portão, isso iria servir para atrair aqueles meu inimigos de volta para longe da porta, me abrindo mais espaço para correr para lá noutro momento, mas agora que exibia a retaguarda para possíveis projéteis vindo de um ponto cego, posicionaria-me perto aos pés, ainda seguindo aquela ideia de instigá-los a pisotear o solo ou produzir uma tremulação muito alta neste canto inferior, ao passo, que também me atentava para os sons vindo de trás, querendo realizar uma esquiva saltando para o lado ou para trás das penas do soldado de última hora e fazer com que o golpe atingisse um de meus oponentes, a julgar pelo tamanho deles, seria mais fácil acertá-los por acidente, contava com essa falta de sensibilidade e companheirismo entre as estátuas.

Antes de adentrar no outro momento, é importante entender o que me levava a acreditar que produzir barulhos no chão fosse prudente, mesmo antes de tomar ao punho de Lyosha aquele cabo mirrado, me preocupava com a segurança das meninas por conta de um pequeno imprevisto pelo caminho, seu lar era muito distante dali, mas com muita força talvez o movimento do solo pudesse chamar sua atenção de tão longe, e eu duvido muito que ele não queira uma revanche, mesmo que fosse mais um inimigo para lidar, ele com toda certeza nos ajudaria quanto ao inevitável alagamento, possivelmente também o único que conseguiria abrir passagem por entre aquelas rochas.

Já se ia rolando por entre as pernas das estátuas, novamente ficando de costas para a porta, agora sendo meu momento de Contra-Ataque, ironicamente sendo este o qual mais tinha tempo para respirar e desacelerar o ritmo e buscar pontos danificados ou aberturas para algum golpe horizontal com a espada, nenhum plano mirabolante, apenas a boa e velha ofensiva, dando prioridade para os instantes que sucedesse os golpes daqueles em direção a porta, como antes pensado, mesmo que não danificasse o suficiente para nos abrir passagem até o outro lado, poderia comprar tempo e danificar aquelas armas, mas dessa vez meus saltos ficariam restritos a mantê-los sempre na linha de visão entre mim e os outros que vinham por trás disparando projéteis.

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Lyosha
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Lyosha
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Re: IV - You'll never see me cry Seg Out 03, 2022 3:18 pm
Fool’s Gold



O que aconteceu após Lyosha retirar a espada da pedra era algo completamente previsível. Mesmo com todos os indícios dados, no fundo, o homem ainda torcia para que as estátuas permanecessem inertes, a esperança definitivamente era o pior pecado da humanidade. Ao ver as figuras inanimadas ganharem vida, suspirava, deixando clara a sua decepção com aquela situação, e encarava a felina. - Viu? Isso é o que acontece quando a coragem vem antes do cérebro. - A coragem desmedida era o pecado dos tolos, esperava ter provado isso.

A água que as poucos tomava conta da sala fazia com que tivessem que correr contra o tempo, mas não deixaria tal fato fazê-lo mergulhar em desespero, tinha certeza de que eram capazes de lidar com essa situação. A primeira coisa que tinha de fazer, e talvez a mais importante, era sobreviver à chuva de flechas. Manteria a calma e olharia para cima, tentando prever a trajetória projéteis, daí então, tentaria desviar deslocando-se o mínimo e assim evitando o contato.

Como sabia que precisavam lidar com todas aquelas estátuas rapidamente se quisessem sobreviver, julgava que trabalhar em equipe seria a solução mais rápida para esse problema, então agiria dando suporte para seus aliados. Analisaria a espada que tinha em mãos e, se julgasse boa o suficiente, usaria-a nesse combate, mas estando pronta para substituí-la caso algo desse errado.

Sua ideia de dar suporte consistia em acelerar o ritmo em que suas companheiras derrotariam seus inimigos, de tal forma, olharia rapidamente ao seu redor para compreender a disposição do campo de batalha e então ficaria invisível. Movimentaria-se de forma a dirigir-se até aliados já engajados em combate, daí então aproximaria-se pelas costas da estátua e, usando toda velocidade acumulada para chegar até lá, executaria o golpes veloz e brutal, traçando um corte horizontal e rasteiro no lugar onde ficariam os calcanhares das estátuas. O golpe tinha por objetivo quebrar a base das estátuas, desestabilizando-as e fazendo com que pudessem ser finalizadas rapidamente. Se não fosse capaz de quebrar pedra com seus golpes, esperava ao menos se capaz de derrubá-las com o impacto.

Tentaria realizar esse movimento toda vez que percebesse um combate ao seu redor, mas também ficaria atento para proteger suas companheiras bloqueando golpes das estátuas ou empurrando suas aliadas para que saíssem das trajetórias dos golpes, observando especialmente Furu e Komi, que pareciam menos versadas em combate.


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Re: IV - You'll never see me cry Ter Out 04, 2022 5:37 pm



Gigipeto, Lyosha & Jyu

Gigi se via numa situação complicada mas era a primeira a agir, não por sua velocidade ser superior a de algum dos presentes ali, mas por que ela foi a que teve a proatividade naquele momento, avançando de uma vez pra cima da estátua com um golpe potente que fazia uma rachadura na parte da cabeça da estátua, mostrando que sim ela era capaz de destruir elas.

Aquele movimento ao mesmo tempo que era um ataque serviu como esquiva passando através das flechas, algo que Jyu fez igualmente, indo para partes mais próximas de outras estátuas e usando esse momento para tal feitio. Enquanto isso, Alesya foi para perto da fonte e rolou puxando Komi com ela, para evitar que a arqueóloga sofresse com as flechadas.

Enquanto Mihaela no meio do salão não se moveu, puxando sua foice, ela tentava a sorte, dando uma grande pancada contra uma das flechas que vinha em sua direção, batendo contra a flecha em sua lateral e defletindo ela para o lado.-Certo, acho que posso competir com isso aqui KEKEKEKEKE.- E se preparou para começar sua corrida contra as estátuas.

Lyosha nesse momento observou rapidamente a lâmina em suas mãos, e como espadachim experiente, ele tinha uma certeza, essa lâmina é melhor que qualquer coisa que ele portou até então. Como era uma mera olhada rápida, ele não sabia definir o quão melhor mas certamente lhe seria útil para a empreitada.

Ele olhava o cenário e rapidamente tomava sua decisão, ele via Caitlyn mais próxima dele, e rapidamente ele golpeava o calcanhar do bicho, o golpe era forte o suficiente para quebra o calcanhar de uma dessas estátuas. E dessa forma, a felina também continuava saltando e atacando a “ferida” quebrando o ombro da estátua.

Jyu começava então fazendo sua vigarice, ela batia com tudo contra o chão, ela chamava atenção de um dos construtos, que rapidamente batia no chão de volta em sua direção, abrindo uma venda ainda maior naquela situação. Furu fazia sua parte também ele latia para as estátuas, e atraia algumas flechas pra perto do portão, a Arqueira mirava o pobre dog, que ia correndo e fazendo as flechas bateram no portão, algo que parecia eficiente.

O portão agora tinha alguns danos, algo que Jyu também conseguiu, já que enquanto girava e se defendia por entre as estátuas uma delas bateu com força contra a estrutura. Isso talvez pudesse ser a luz que elas esperavam, afinal, as estátuas não pareciam raciocinar em relação ao portão. Outra coisa que Lyosha e Gigi podem perceber é que conforme em sua ação conjunta eles destruíram o braço e a perna de uma estátua que se prostra agora de joelhos atacando, a entrada da água foi acelerada.

Danos no portão tinham efeito similar, então talvez eles tivessem que acelerar sua chance de fuga nesse meio tempo, claro que isso não era certeza, mas talvez fosse uma luz de como lidar com todo aquele problema.

Spoiler:

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Pirata
Re: IV - You'll never see me cry Qua Out 05, 2022 7:02 pm

Além da Montanha!


- A água tá acelerando, galera! – A destruição dos construtos era eficaz, estávamos ganhando tempo batendo neles o máximo que podia e o mesmo que eu atacava era acertado por outra pessoa, embora não soubesse quem. – O portão não parece ser tão resistente quanto é. Foquem em um ponto! – Minha atividade diante daquela empreitada era acabar com os maleditos o mais rápido possível e meus golpes eram eficazes, minha força era superior a resistência deles.

Manteria o meu planejamento anterior similar ao atual, minha adaga atingiria os pontos já atingidos anteriormente, seja por mim ou por meus aliados, na tentativa de destruir aquela parte o máximo possível. Aproveitaria da destreza de meus movimentos para me manter acima do nível da água pulando em destroços, flechas ou nas costas dos construtos para que não ficasse mais pesada e principalmente, molhada.

Minhas pernas eram o principal foco de minha movimentação e esquiva, sendo bastante ágil para manter a mira daquelas criaturas o mais prejudicado possível e pensando bem em meus passos para ter certeza que não tropeçaria. Se fosse o caso de ter que bloquear algum golpe, manteria firme meus braços para redirecionar a força para longe e não a confrontar diretamente.

Se houvesse um tempo em meio aos meus ataques para identificar como que eles eram construídos, quais eram seus circuitos ou como que suas hidráulicas funcionavam, aproveitaria. Minha curiosidade era despertada por aquelas máquinas que de alguma forma, usando algum tipo de energia do qual desconhecia, movimentavam-se, pensavam (mecanicamente) e conseguiam atirar sem qualquer intervenção física.

No caso de perceber que o portão tinha sido danificado e havia algum buraco nele ou coisa do tipo, procuraria aumenta-lo com um ataque em suas bordas com a adaga ou usando da própria força dos meus braços para retorcer o material e ser o suficiente para que todos pudessem passar. Ainda evitaria utilizar a minha energia, mantendo ela concentrada em meu interior e não dispersando-a através de minha ansiedade como era de meu costume.


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Re: IV - You'll never see me cry Qua Out 05, 2022 9:02 pm

令 和 Reiwa




Suspirava algumas vezes antes de colocar-me de pé outra vez, não era a falta de fôlego que tornava ofegante, nem mesmo gotas de suor me riscavam a testa até este ponto, tampouco a preocupação pelo fluxo acelerado da água entrando na sala. Novamente deixava que alguns pensamentos fugissem à cabeça, preocupando-se demais com a segurança do restante, de alguma forma esse tipo de condição me afetava, ora em meio a uma luta ou no seu epílogo. Furu, Komi, Alesya, podia vê-los nos pontos periféricos, mas era arriscado dizer se estariam completamente bem, lidando bem ou não com os constructos, a quantidade e tamanho dos quais me impedia chamar a atenção de todos ao mesmo tempo, queira isso significasse um aumento considerável de problemas na hora de esquivar.

Limpei os respingos que caiam ao rosto, não estávamos completamente inundadas, coisa que poderia mudar em breve quanto mais estátuas partirmos ao meio, pensei em sugerir para desacelerar o ritmo, seguir outro plano e focar nos portões, porém isso iria tirar a concentração de todos, os maquinários não encontravam qualquer contradição ou distração, sua saraivada implacável de ataques robustos, corpos vazios e portanto, imunes a qualquer fadiga. Mas como sempre, Mica tinha uma genialidade completamente insana, por mais que suas frases deixassem de fazer qualquer sentido em grande parte das vezes, a inconsequência dela fazia enxergar pontos estupidamente simples, escondidos bem debaixo de nossos narizes.

- Ei Mica, você é uma boa rebatedora, poderia mandar umas flechas pra cá?! - A minha estupidez talvez não fizesse nenhum sentido para ela, por qual outro motivo você iria querer que seu companheiro desviasse flechas enormes de pedra em sua direção? Bem, eu estava próxima demais do portão para saber onde estavam os pontos frágeis da estrutura, mas de nada adiantaria sem um planejamento melhor. hei de enfileirar-los lado a lado, com a ajuda de Mica e, com sorte, a atenção de outros arqueiros mais ao fundo, iria construir uma linha de pontos com as flechas, mantendo uma distância considerável de meio metro entre elas.

- Fazendo uma linha desse jeito deve ser o suficiente - Apenas perfurar até metade do portão já seria suficiente, mas se tivesse a oportunidade de prosseguir até o fim, manteria o esforço, isto é claro até um ponto onde a água já não atrapalhasse tanto assim minha movimentação a ponto de não conseguir desviar dos ataques das estátuas que também viriam me golpear corpo-a-corpo.

- Não é necessário esperar a oportunidade perfeita para golpear o portão, Mica conseguiu defletir as flechas, talvez vocês dois consigam fazer o mesmo com as espadas e lanças - Comentava aos dois combatentes que andavam de um lado para o outro derrubando os gigantes em vossa épica trova, quanto a mim? Neste interlúdio, postei-me em repouso físico, a este ponto não havia mais muito o que se fazer além de aguardar a água ajudar o processo de derrubada, caso não haja mais nenhum orifício pelo qual ela possa sair, a pressão exercida nas paredes junto aos danos causados no portão, tudo ocorrendo bem, de forma bem distribuída, seria o suficiente para fazer aquelas rachaduras dispostas lado a lado de forma conivente fizesse a estrutura ceder, somado ao peso de sua própria extensão.

Caso ainda fosse necessário, ainda iria manter uma prontidão para cuidar dos golpes, dessa vez focando em manter as costas viradas para o portão na maior parte do tempo, realizando salto para frente, querendo passar por entre as pernas dos guerreiros, aproveitando para dar um golpe horizontal com as costas da espada na panturrilha da perna de apoio, isto com o intuito de derrubá-lo de encontro com o portão, exercendo ainda mais peso sob a estrutura.

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Lyosha
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Re: IV - You'll never see me cry Qui Out 06, 2022 7:15 am
Greed Island



Pelo ritmo em que a água preenchia o cômodo, julgava que teria tempo de sobra para lidar com todas as estátuas e escapar. Não contava com aumento da intensidade do fluxo, embora já devesse estar acostumado com revezes, a dama da sorte certamente não havia sorrido para ele hoje. A urgência que surgia mudava completamente o paradigma e sua forma de agir, afinal, existia algo ali que chamava sua atenção. É claro que sobreviver e concluir a tarefa dada eram os objetivos mais importantes, mas o gato não foi a única vítima da curiosidade.

Abandonaria completamente a invisibilidade e faria seus olhos percorrerem pelo campo de batalha até encontrar sua parceira de crimes predileta, Alesya. Chamaria a atenção da mulher e, quando seus olhos se encontrassem, abriria um lago sorriso. - Essa não é a ocasião mais apropriada, mas gostaria de convidá-la para mais um roubo. - Declarava, de forma pomposa e satírica. - Você pareceu se divertir da outra vez e não quero deixar nosso relacionamento cair na rotina. Me siga. - Viraria-se então para o sentido contrário da porta, afinal já pareciam estar lidando com esse problema, e começaria a correr, alcançando a maior velocidade possível e saltando ao ar enquanto começava a girar seu corpo, pronto para utilizar sua técnica “Sussurro espectral: sisyphus”. Atingiria a primeira estátua que bloqueasse o seu caminho, usando o segundo salto da técnica para evitar as demais.

Ultrapassando a turba de estátuas, pegaria um dos dois baús que havia avistado anteriormente e arremessaria o mesmo na direção de Alesya, esperando que ela pegasse, enquanto carregava o outro consigo. Se tudo desse certo, esperava que as outras já tivessem quebrado a porta, já que assim poderiam planejar sua fuga.


Sisyphus:


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Re: IV - You'll never see me cry Qui Out 06, 2022 7:32 pm



Gigipeto, Lyosha & Jyu

Agora eles tinham uma luz no fim do túnel, e Caytlin tinha perecebido que poderia lidar com aquela situação, e Jyu prosseguiu com suas ideias, repassando uma ideia pra Mihaela, muitas pessoas teriam questionado, se perguntado, feito alguma talvez tentado entender o que exatamente era a ideia, mas a loira, não, as palavras dela definiam.-SEGURA A FLECHA ENTÃO!!- E assim, ela ia defletindo as flechas, uma atrás da outra girando a foice em movimentos velozes enquanto seus pés coordenadamente faziam um jogo de movimentos.

Era quase como uma dança de tão coordenados que eram seus passos, direita, esquerda, giro de 180º, depois mais outro giro, salto, pouso e giro novamente, e assim ela se movia graciosamente, com muita potência nos movimentos de mão. As flechas iam batendo contra o portão, e isso era bom, porque aos poucos ia danificando ele, não eram todas que danificaram, mas com isso agora eles tinham um destino provável. Furu estava correndo pelo campo e fazendo sua baguncinha, passando por debaixo dos pés das estátuas, e auxiliando agora a felina.

Komi se mantinha protegida entre a fonte no centro e Mihaela, que não deixava as flechas chegarem em Komi, mas uma coisa que rapidamente foi percebida por Gigi, é que quando uma das estátuas atacou com a lança, ela até conseguia desviar levemente o golpe, mas o fato da estátua manter uma postura firme e aplicar o peso, era diferente das flechas, eles tinham de ter bem mais cuidado com os ataques corpo a corpo do que com os ataques a distância.

Outra coisa é que as armas, espadas, e punhos eram feitos de metal, eles tinham então de atacar mais os ombros, cabeça, e antebraços das estátuas como ela estava fazendo. Entretanto isso aconteceu apenas uma vez, de resto Gigi mantinha seus saltos alavancando ataques das estátuas que erravam ela e muitas vezes acertavam o portão, algumas o chão, mas fato era que elas estavam bem ativas em seus ataques.

Enquanto isso ela ia atacando os buracos, fazendo com que eles fossem aumentando de tamanho, para quando a pressão batesse a água pudesse fazer seu trabalho. Jyundee ia desviando e tentando também se manter intacta, enquanto a água ia aumentando.

Lyosha por sua vez, viu a oportunidade e saiu de sua invisibilidade convidando então sua companheira Alesya, que estava pouco mais a frente, ele chamava ela para o furto inexplicável, a garota levantou, de onde ela estava pegando cobertura junto de Komi, e atirando em algumas das estátuas as danificando, e começava a acompanhar Lyosha.-O segredo de um bom relacionamento é sempre inovar. Soaria mais sexy se eu não estivesse coberta de lama hehe- disse brincando com a situação de suas roupas, que certamente precisam ser trocadas.

E aceitando a ideia ambos caminhavam pelo salão enquanto se moviam, esquivando, saltando, e passando entre centenas de ataques, Lyosha, alcançava um dos baús, e jogava para Alesya, que agarrava como se fosse uma jogadora de futebol americano, colocava abaixo do braço e começava a correr, para a saída, a qual, depois de muito esforço coletivo, havia finalmente sido aberta, pela pressão da água, e dos golpes coletivos de muitas estátuas que miraram Jyu, Mihaela e Gigi.

Nesse ponto a estátua que sentava no trono finalmente se levantou, e essa fazia algo que até então não havia acontecido, ela começava a correr atrás de todo mundo, pisoteando o que estava no caminho. Mihaela jogou Komi sobre os ombros e correu como se não houvesse amanhã, e quem estava fugindo mais perto da estátua era o Senhor capitão.

Mas na prática o maior problema era que cada pisão causava tremores no chão, o que poderia acabar desequilibrando alguém, mas a hora da fuga havia chegado.

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Re: IV - You'll never see me cry Qui Out 06, 2022 7:57 pm

Além da Montanha!



A situação começava a melhorar para o nosso lado e as flechas começavam a danificar o portão cada vez mais até o momento que a pressão da água foi o suficiente para quebra-lo e dar espaço suficiente para que passássemos. – Portão tá aberto, cambada! Simbora! – Alegrava-me ver que os nossos esforços tinham um fruto e que não morreríamos afogados em uma missão idiota em busca de uma espada.

Esperava que os tesouros fossem o suficiente para que pagasse o tanto de tédio e perigos que tínhamos passado ali e que agora localizavam-se na mão de alguns dos companheiros que corriam da estátua maluca que pisoteava tudo em seu caminho. – Puta merda! – Sentia os impactos de sua pegada prejudicando não apenas nosso caminho, mas nosso equilíbrio.

Para uma felina como eu, manter o equilíbrio não deveria ser um grande problema e usava dos princípios da acrobacia para conseguir manter-me de pé e com estabilidade suficiente para que a corrida não fosse prejudicada. Entretanto, não estava sozinha e o coletivo tinha sido importante, além disso, minha ideia era chegar em alguma ilha da Grand Line e não parar por ali, sem o barco deles, duvidava ser capaz de fazer isso.

Olharia para trás e localizaria os membros mais pertos da estátua e faria disso o meu objetivo, ajudar os colegas. Se houvesse alguém com mais do que um baú, rapidamente equipararia a velocidade e então pediria por ele. – Me vê um desse! – Colocando-o sobre o ombro e então partindo na corrida em direção a saída.

Não cessaria a minha ajuda apenas na divisão de peso já que se alguém caísse, estaria em um perigo muito maior, por isso, cederia uma de minhas mãos para ajudar o ser a se levantar e então prosseguimos, juntos, em direção ao fim daquele lugar imundo.

Embora desconfiasse ser incapaz de cair em um ambiente como aquele, não julgaria imortal. Se caísse, tropeçasse, fosse arremessada ou qualquer outro fator externo que interrompesse a minha locomoção em direção a saída, rapidamente gritaria por ajuda. – Ajuda aqui! – Esperando o auxílio de uma mão amiga para recuperar o equilíbrio e o trajeto.

Apenas cessaria o meu movimento quando os demais parassem, fosse na saída e no céu aberto ou em um ponto que julgássemos seguros o suficiente para pararmos. – HAHAHA! Esse lado da montanha é muito mais divertido! – Gargalharia de emoção, sentindo a adrenalina pulsar em minhas veias e alegrar o meu coração. De toda forma, a única coisa que realmente tinha me deixado triste foi a incapacidade de verificar como aqueles construtos eram, e que, a essa altura, já estariam afundados na água.


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Re: IV - You'll never see me cry Sab Out 08, 2022 3:40 pm

令 和 Reiwa




Fez-se ruir o grande obstáculo com um pouco mais de esforço, tecendo as mãos pelo cabo daquela Katana ainda podia senti-la firme, quase que em seu esforço final para tornar a caminhada para o caminho de volta, não vacilava a postura como os outros, mesmo com o portão aberto e uma clara oportunidade de fuga, já era hora - seu sorriso eloquente não nos deixaria escapar tão fácil, bem debaixo do seu nariz, pequenos ratos tomam-lhe tesouros e a pesada arma - Haha! - Sorria com aquela provocação, o velho tinha mesmo um senso de humor perverso, muito embora eu nunca fosse chegar perto de sequer conseguir responder àquela provocação - Posso tentar atrasar ele, mas acho que a programação não funcione de forma tão simplista -

Este estaria obcecado em perseguir todos de uma vez? A opção mais clara e óbvia talvez devesse ser separar grupos outra vez, agora caso sua atenção fosse tomada por algo específico, como a espada que lhe foi tirada, requisitava aquela com um pesar franzino - Capitão será que eu poderia? - Como ele mal podia ver meu cenho, não me preocupava em manter uma boa comunicação ou aparência, ninguém que zele pela própria segurança quer ficar para trás, mas não estava bem fazendo isso só por ele - Acho que essa coisa foi feita para seguir quem está com a arma, sei onde pará-lo, é melhor do que fugir -

Bem, esta observação não era algo tão preciso, o tempo para fazê-lo era pouco, portanto, vacilar enquanto ele vinha em minha direção definitivamente estava fora de cogitação, perdi os poucos segundos de liberdade que eu tinha para testar sua atenção, se não com a espada, ao menos desferindo alguns golpes imprecisos antes de tornar à correr. Como a minha visão era boa nesse ambiente, tinha ao meu favor a segurança de não acabar tropeçando no terreno acidentado.

No fim, só haviam duas opções. A primeira, continuar correndo pelo caminho mais seguro, possivelmente o do grupo da Felina, torcendo para que aquela besta acabasse entalada em algum lugar durante o percurso. Segundo, se sua atenção fosse manipulável, me encarregava de seguir junto de Furu para a outra bifurcação, onde lá se ia arrebatar algumas gosmas grudentas pelo chão, a grande arena onde enfrentamos o verme gigante - Cachorro, precisamos fazer ele passar por cima dessa coisa, com sorte isso vai ao menos debilitar a movimentação dele - Neste entanto, sendo um cenário um pouco mais ambíguo, já que uma vez na arena, não sabia bem o que esperar, nem se ao menos as passadas pesadas iriam atrair a criatura para o Hall uma outra vez, no que diz respeito aos meus movimentos, focados em passarem perto das gosmas, dando mais atenção aos objetos pelo caminho do que a própria estátua em si, ou se ela sequer sofria algum dano quanto a isso.


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Lyosha
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Re: IV - You'll never see me cry Seg Out 10, 2022 5:14 am
Faster



Exibiria um sorriso de canto de boca ao escutar as palavras de Alesya. - Você tem razão, eu não vou mentir, as condições definitivamente podiam ser melhores. - Apesar de toda sujeira e confusão, Lyosha estava se divertindo, sentia que havia nascido para viver esses momentos caóticos e descontraídos. Não era um suicida que se sentia bem arriscando a sua vida, é óbvio que as condições podiam ser melhores, mas passar por essas enrascadas com pessoas pelas quais nutre afeto era algo leve e cômico.

O fato de suas companheiras terem conseguido abrir um caminho tão rapidamente era uma grata surpresa, naquela situação não havia outro curso de ação, seus instintos de ladrão eram fortes demais para serem ignorados. Começaria a correr em direção a saída, driblando as estátuas remanescentes, passando entre elas em uma distância segura na maior velocidade possível. Esperava que todos os outros fizessem o mesmo instintivamente, as estátuas não eram mais um problema que precisavam lidar se corressem, nem mesmo a que havia acabado de levantar-se.

Ao escutar as ideias de Jyundee, encararia a ex-caçadora, incrédulo. - Você tá doida? A fuga é a parte mais divertida de qualquer roubo. - Responderia, com um largo sorriso no rosto e sem parar de correr. - Além disso, se essa estátua perseguir a gente depois de sairmos desse buraco e realmente estiver seguindo a espada, ela vai ser problema do velho e não nosso. - A imagem de ver o velho tomando uma surra pra essa estátua não incomodava nem um pouco o espadachim.

Tentaria tomar a dianteira na fuga e, na bifurcação, seguiria o caminho pela qual não vieram, afinal, haviam dito que por lá havia sido mais tranquilo e não queria trombar com mais uma criatura horrenda e gigantesca. Tentaria voltar para a superfície o mais rápido possível, parando apenas caso uma de suas companheiras ficasse para trás.  


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Re: IV - You'll never see me cry Qua Out 12, 2022 7:51 pm



Gigipeto, Lyosha & Jyu

A corrida da grande fuga iniciava, e todos corriam em direção ao portão, enquanto isso, o capitão e Jyu entravam em um impasse, a espadachim fazia uma sugestão, e era negada por Lyosha, onde ele simplesmente escolhia seguir pelo caminho em teoria mais tranquilo, colocando em panos limpor que bem, foda-se, a estatua ia virar um problema do velho do farol.

Todos corriam, e bem, só tinha um dos baús, mas isso era mais que suficiente, para já ser algo pesado, e para uma atiradora, deixava ela sem armas, então ela aceitou a ajuda de Gigi, jogando o baú pra ela e puxando as pistolas de novo, começando a dar tiros no fundamento, tentando enfraquecer o teto mas sem parar de correr.

Komi, no entanto, ia bem veloz mas tropeçou, e antes mesmo que ela tocasse o chão Gigi passava como um raio e pegava ela no braço, tirando ela dessa situação, e continuando a corrida. Eles finalmente deixavam o local pelo portão, e seguiam para o caminho padrão, já que Lyosha não cedeu a espada, e estava ali no comando da situação.

Eles iam pelo local das armadilhas, mas todas estavam desativadas dado a situação. A corrida era ferrenha e todos iam com o melhor de si, até chegarem no segundo portão, nesse ponto, a estátua maior parecia não seguir mais eles. O que os fazia poder finalmente ficarem mais tranquilos.

Ainda assim, dada a dúvida, todos se mantinham correndo até verem a clara boya, onde Mihaela sorria feliz e dizia.-Nenhum de nós perdeu nenhum braço, nem perna, é um bom começo pro cemiterio de piratas, viu cemitérios, não somos seus moradores ainda!!- Dava o dedo pra trás caçoando da situação que tinham passado.

Agora restava apenas a simples tarefa de subir de volta, algo que teriam de fazer de um em um já que tratava-se de um túnel fino, e uma subida muito íngreme para escalar, mesmo com as pequenas escadas na parte de pedra. Ainda seria chato.

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Re: IV - You'll never see me cry Qua Out 12, 2022 9:42 pm

Além da Montanha!


- É! Chupa essa estátua filha da puta! – HAHAHA! Tínhamos escapado daquela estátua com certa facilidade já que meus movimentos e minha força para ajudar a carregar o baú e ajudar os companheiros que tropeçavam era o suficiente para que ninguém ficasse para trás. O capitão e a ruiva pareciam ter tido uma leve discussão em relação se deveriam parar e lutar contra ela ou não e para minha alegria ou tristeza não tínhamos parado, embora saber quais eram os mecanismos perdidos lá atrás seria de certo interesse no futuro.

De toda forma, Mihaela mostrava o dedo do meio para aquela caverna e com toda a minha energia acumulada e visto que já poderia me distanciar um pouco para não oferecer perigo nenhum para os meus companheiros, esvaziava toda a minha energia em um grande dedo do meio elétrico para aquela caverna se estendendo ao máximo do meu alcance. – Toma essa! Caverna do diabo! Não é hoje que nos levará! – HAAAAA!

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- Primeiro as damas? Suba, senhor rápido o suficiente para eu não ver. – Apontava para o capitão que segurava a espada ainda e ficava bem atenta aos seus movimentos para caso ele resolvesse sumir que nem das outras vezes tentando entender como que ele fazia aquilo e quais eram os seus motivos para fazer tantas vezes. Será que ele já sabia das técnicas que o senhor de antes iria nos ensinar e por isso tinha demonstrado um caso menor de curiosidade? Hmmmm....

Enquanto esperava pela a minha vez, aproveitaria para retirar um dos quadrados da embalagem de chocolate para ir saboreando aos poucos um deles e saciando um pouco do meu vício naqueles quadrados. – Já está cabando, preciso comprar mais logo. – Seria terrível se por qualquer motivo o meu chocolate se estragasse ou eu acabasse ficando sem, torcendo para que chegasse em uma ilha que tivesse CHOCOLATE. :3

De toda forma, quando fosse a minha vez de subir ou eu fosse a última, não fazia muita questão, subiria da mesma forma que todos e então quando estivéssemos prontos para falar com o senhor do farol, rapidamente me aprontaria. – Ô velhão! Voltamo com a espada! Além disso, tu sabia que tinha umas estátua loucona cheia de água lá embaixo?! – A ordem das palavras não importava, mas era claro que eu não estava muito alegre depois de passar tanto tempo debaixo da terra. – Sabe quem foi que as fez? Fiquei bem interessada nesses constructos que estavam lá. – Ainda mantinha um dos baús em mãos já que fazia parte do tesouro compartilhado do bando, não estava tomando para mim.

- Quanto as habilidades, quero que me ensine o da corridinha e o do dedo, são os que eu tive mais interesse por agora. – Me mostrava curiosa em relação as habilidades e quais eram os seus métodos de ensino já que não era muito comuns e cada detalhe poderia fazer a diferença para aprender e então entender o seu uso para um combate e para a movimentação e que, com toda certeza, teriam ajudado naquelas armadilhas.


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Re: IV - You'll never see me cry Qui Out 13, 2022 12:43 am

令 和 Reiwa




- Mas não estamos roubando nada - Exclamou aquela, no que se há de mais ingênuo nas palavras, definhou então o cenho para então prosseguir nas passadas rápidas mais atrás do grupo, quer fosse a vontade dos demais - Não lhe pesa um pouco a consciência deixar que esse tipo de construto perturbe o sono eterno de milhares de almas em perdição por aqui? - De um brando sorriso postou, mas não era bem um sentimento tão bom assim que tinha por dentro. Diferente de uma constante preocupação e é claro, o desconforto de estar sendo seguida por uma coisa que pode esmagar-lhe num instante, regozijava da ideia de poder confrontá-lo em um espaço aberto, mesmo que se tratando de uma pilha de rochas, fugir de uma batalha era vergonhoso, reservava os atos aos ratos e larápios franzinos.



Embora não partilhasse daquela mesma intensidade, deixava me contagia pela emoção das demais, até que então, prestes a apoiar a mãos no joelhos para recuperar o fôlego, lembrei da criatura alada tomada pela agitação, possivelmente já cansado a este ponto - Cachorro! Onde está?! Estamos livres do baú de Davy Jones, mas você não estará livre do seu banho, aproveite os últimos segundos! - O tom retumbante afortunado era sempre recorrente ao se dirigir para com o canino, como uma forma rebuscada deste trejeito, soava interessante.

- Lencinho, Ma'dame?! - Curvando o tronco, gesticulando sutilmente com a cabeça baixa, levantando as pontas do kimono como se fosse uma longa saia de uma refinada dama a cumprimentar vossa alteza, Lyosha, possivelmente enojado com a condição negligente da escada, como é que conseguiria subir sem poder tocar as barras? - Afinal do que se trata vosso tesouro? -

Já para subir, necessariamente precisava levar o cachorro - Menor infrator você vem comigo, precisa de ajuda para subir também, Komi?! - Não sei ao certo como fá-lo-ia mas decerto, se fosse necessária, duas viagens para conseguir levar um de cada vez pelas barras exauridas. Me tomava tempo para algum exercício, até chegar a hora do capitão resolver as pendências com aquele velho.

- Também achamos sua minhoca de estimação, mas tivemos de quebrar o portão pra sala do trono, nosso amigo aqui tem claustrofobia - Dei de ombros, provavelmente encenando um sorriso, mas não podia deixar de questioná-lo sobre o motivo daquela espada, quase como um tom irônico contra minha própria vontade - É alguma edição de colecionador? Não vejo muito bem por qual motivo alguém que chuta lâminas de vento possa precisar de uma espada… A vida solitária não faz muito bem às pessoas daqui - É claro que este final diminuiria o tom, seria rude demais.

- Ahem! Ficaria grata se pudesse me ensinar o truque de desaparecer e o de ficar maleável como uma cobra. E você Komi quer aprender algum? O de ficar no ar é legal, assim a gente pode mapear tudo lá de cima - Dizia com uma empolgação sufocante, apesar de compreender que provavelmente ela não iria concordar muito com a ideia.


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Lyosha
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Re: IV - You'll never see me cry Seg Out 17, 2022 3:33 am
Way out



A convicção demonstrada por Jyundee ao alegar que não estavam roubando nada fazia com que o sorriso de Lyosha se alargasse de forma presunçosa. - Fale por você mesma. Dúvido que essa espada já tenha sido daquele velho, mas, mesmo que seja o caso, apenas digamos que estou levando uma pequena gorjeta para compensar todo o trabalho. - A fuga era de fato divertida e, apesar de alguns pequenos contratempos, não demorou muito para que o grupo deixasse de ser perseguido, tendo em vista que o tamanho da estátua era ao mesmo tempo uma vantagem e uma limitação.

A saída daquele antro subterrâneo imundo era, literalmente, uma luz no fim do túnel. Não hesitou nem um pouco quando foi apresentada a chance de ser o primeiro a sair, ignorando qualquer piada ou alfinetada que viesse com isso. - Obrigado pela oferta, Jyundee, mas creio que nesta altura um lenço não fará nenhuma diferença. Também gostaria de saber sobre o conteúdo desse baú, mas só vou abri-lo quando sairmos daqui. - A felina continuava insistindo no tópico da invisibilidade, mesmo já havendo revelado seus poderes para ela. - Você realmente ficou complexada com isso não é? Supera. - Declarava, um tanto quanto cansado, antes de começar a subir para a superfície.

Assim que se visse livre daquela imunda prisão subterrânea, procuraria pelo velho excêntrico que havia lhes dado essa missão e, assim que o encontrasse, arremessaria a espada em sua direção, para que caísse em seus pés. - Fiz minha parte. Acredito que você me deve uma bússola esquisita, além de me ensinar alguns truques. Aquilo que você fez de se deslocar no ar é particularmente interessante. - Diria, com um sorriso um tanto arrogante. Sabia que ainda deveria esperar que todas as outras subissem, então se sentaria no chão e usaria suas habilidades e ferramentas para começar a arrombar o baú que havia trazido consigo.


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