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Cap 3 - Uma gloriosa evolução

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Achiles
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Achiles
Pirata
Cap 3 - Uma gloriosa evolução Sab Jun 25, 2022 11:45 pm
Relembrando a primeira mensagem :



Cap 3 - Uma gloriosa evolução


[Piratas]Deep Cutt e Tensei

não possui narrador definido.
Aberta

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Radgar
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Vahahahahahaha!
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Re: Cap 3 - Uma gloriosa evolução Sex Jul 15, 2022 12:44 am



 

     
Cap I  
       
Shin'en no Same!

     

 

 


Não que eu fosse muito exigente com locais para dormir, mas aquele beco era um abacaxi no rabo. Porém, já estive em piores, então não dava pra reclamar muito. Principalmente por não ter gastado um tostão. – Maldita ressaca. Dizia coçando a cabeça por estar com uma leve dor de guampas.

Olhava para o mendigo de merda que havia abocanhado e cuspirá nele com nojo. – Seu lixo. Diria mesmo que a simpatia dele houvesse trazido sua morte, mas não me importaria menos. – Bora ver que tá rolando nesse suruba. Diria logo então notando uma porta velha, mas decidia ignorar a mesma.

Havia agarrado o corpo do mendigo e então usaria o mesmo para pular a cerca de arame farpado. Por sinal, provavelmente não seria difícil devido meu tamanho e capacidade flexibilidade. Após fincar o corpo do mendigo na cerca, agarraria nele e pisaria na sequência para então saltar para o outro lado, tocando o foda-se e deixando lá mesmo o velhote.

Assim que houvesse aterrizado, com uma pose estilosa só para tirar onda, deixando os braços bem aberto e as pernas bem juntas. Em seguida, olharia ao redor com intuito de ver o que estava rolando na cidade. “O fedorento ali disse que os porcos tão atrás de alguém? Hmm!” Ponderava comigo enquanto apoiava as mãos na cintura e inclinava o corpo para frente tentando entender o que estava acontecendo.

Assim que avistasse um dos porcos (marinheiro), olharia para o mesmo e perguntaria. – Fala aí senhor defensor da lei... tá tudo bem? Proferia com minha lábia expressando um sorriso amistoso. – Que tá rolando aí? Se o marine acabasse sendo arrogante e/ou me desdenhasse, me aproximaria mantendo o sorriso com as mãos no bolso. – Poh meu parceiro, parece que está com as bolas cheias, ein?! Diria e assim que estivesse pouco menos de um metros daria um violento chute em seu saco, de forma bem ordinária e imprevisível.

Eu não era louco, só apreciava causar dor. Seja em quem for; qual hora for; qual ilha for. A dor era meu prazer, muito mais em alguém do que em mim, lógico. Era insano demais gostar disso? Ou insano era alguém não gostar disso? De qualquer jeito, aquele porco merecia morrer. Apesar de que a maioria que eu conheço merece uma morte bem ordinária.

Caso ele tivesse me ignorado ou tentasse correr para algum lugar, chutaria seu calcanhar para que ele viesse cair de boca no chão. – Ahhh, foi mal. Esbarrei em você sem querer, Vahahaha. Em seguida, me aproximaria para esticar a mão e ajudar o mesmo a se levantar. – Deixa que eu te ajudo, já que a culpa foi minha... honrável soldado. Expressaria um rosto bastante amigável, apesar de ser um tritão ele não recusaria uma gentileza, não? Afinal, ainda que a maioria odiasse espécies hibridas, nem todos tem preconceito com tritões. Da mesma forma que nem todos tritões odeiam humanos.

Assim que ele agarrasse minha mão, expressaria um rosto diabólico e puxaria ele para desferir uma cabeçada no seu crânio. O impacto faria ele retroceder, porém, não soltaria sua mão e novamente o puxaria para abocanhar sua garganta de forma violenta e impiedosa. Tentaria arrancar sua traqueia e cuspiria seus restos nele mesmo. *Cusp. – Mehh, mesmo gosto que o mendigo fedorento. Diria ainda segurando a mão do marine e passando a palma da mão no queixo para retirar o excesso de sangue.

Caso houvesse mais marines, antes que viesse me atacar, giraria o corpo de forma acrobática e jogaria o marine nos outros para derruba-los, e/ou atrasa-los. – Falou aí, otários! Faria um gesto de continência e em seguida daria no pé descaradamente. Não havia nenhum local em especifico, simplesmente fugiria dos mesmo enquanto gargalharia. – Vahahahahaha!

Caso tentassem atirar em mim com armas de fogo, saltaria entre as pessoas e construções, com intuito de dificultar suas miras. Para agravar a situação ainda mais, agarraria qualquer civil que estivesse dando sopa e usaria de escudo de forma perversa. Soltaria assim que fosse atingido, ou não, para continuar correndo.

Assim que criasse distância, talvez pela tentativa de eles ajudar o civil atingido, ou pela agilidade acrobática que detinha, dobraria em uma das ruas e me posicionaria em qualquer parede para me camuflar. Controlaria a respiração e permaneceria imóvel para me adaptar e rapidamente esconder minha presença. “Ahhh foi muito bom ver a cara de surpresa do porco em ser devorado vivo, uauuu... que delícia.” A cena do marine sendo mastigado me excitaria muito e eu apreciaria na espreita, como um predador na espera de sua presa.

 
     


     
     

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              • Comprar uns charutos
              • Ganhar uma recompensa
              • Matar uma galera
              • Juntar com  a trupe
     

     

     

     

 


Última edição por Radgar em Ter Jul 19, 2022 5:10 am, editado 1 vez(es)
Rex
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Re: Cap 3 - Uma gloriosa evolução Sex Jul 15, 2022 10:45 am



F u g ado Hospício




”Isso! ― Pensou inutilmente enquanto notava a efetividade de suas ações, pelo menos, naquele momento inicial. Quando tudo parecia estar correndo bem para o lado de Rex, a maré virou totalmente para o brutamontes que se colocava em seu caminho, por mais fodido que ele estivesse ― ”Que desgraça é essa? Ele não chora? Ele não sente do? ― Se perguntava mentalmente enquanto sentia a pressão do corpo robusto de Charles, era impossível sair dali e o cão sentia em sua própria pele o sentimento de impotência retornando como uma verdadeira tempestade ― ”Fraco! Fraco! Fraco! O Rex ainda é muito fraco! ― Ele brigava consigo mesmo em sua mente, enquanto na parte exterior as lágrimas não demoravam para sair, sendo momentaneamente interrompidas pelo golpe pesado vindo do antagonista, que espalhou aquela dor fina pelo tronco do protagonista ― DECEPAR NOSSOS NÍVEIS? ― Gritou o cachorro enquanto as lágrimas voltavam a escorrer pelo seu rosto ― VOCÊ TEM PÓ? CADÊ? ― Indagou com os olhos arregalados, sua expressão era um misto de tristeza com euforia.

Era possível para Charles escutar as “fungadas” pesadas que o cachorro deu assim que entendeu que ele falava de pó, mesmo que não fosse isso o que tinha sido dito pelo homem, mas convenhamos, Rex não escuta direito. O selvagem parecia perdido em sua própria mente em um mix de emoções, as lágrimas continuavam a escorrer como uma cachoeira, algumas até mesmo paravam no seu fino bigode de cria, as fungadas pareciam cada vai “maiores”, será que o nariz do cachorro tinha vida própria? Por uma pequena fração de segundos ele havia viajado em sua própria mente, voltado aos momentos onde pegava um prato, fazia a linha e dava um tiro na farinha, antes de se meter em uma boa briga. Mas, a força de Charles o trouxe ao mundo realmente novamente e no momento que se viu preso e sendo esmagado, Rex teve uma das ações mais hilárias da sua vida ― EU QUERO MINHA MÃEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE! ― Gritou com toda sua força enquanto aquele líquido viscoso de cor amarela escorria pelo seu nariz, se misturando com suas próprias lágrimas e sendo “comido” pelo selvagem ― TÁ DOENDOOOOOOOOOOOO! Hum, gostoso, salgadinho.... QUE DOOOOOOOOOOR! FILHA DA PUTAAAAAAAAAAAA ― Charles conseguia sentir o cachorro tentando sacudir seu corpo, no entanto, era impossibilitado pela falta de espaço.

A dor imensa fazia os olhos do cão reviraram em alguns momentos, mas logo ele voltava a si e continuava a chorando cada vez com mais intensidade ― ME...SOL...TAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! ― Ele gritou com toda sua força, deixando que a eletricidade provindo do seu estilo de combate se espalhasse pelo seu corpo, talvez, pudesse até mesmo afetar de alguma maneira o seu oponente. No entanto, aquilo não eram as únicas ações de Rex, na verdade, em meio ao seu choro, raiva e uma quantidade exacerbada de catarro que escorria pelo seu nariz, ele voltou a fazer a única coisa que passava pela sua mente: morder! Sim, ele tentava morder a mão do homem onde fosse possível, forçando sua mandíbula para que seus dentes pudessem perfurar ainda mais a carne de Charles. Como supracitado, ele não tinha espaço para fazer outras ações, então, ele fez a segunda coisa que passou pela sua mente: comer! Sim, enquanto mordia e buscava arrancar parte da carne do homem, Rex não perderia tempo e comeria aquela carne, criando assim um espaço – caso ainda não tivesse sido solto – nas mãos do homem.

O gosto de sangue seria algo agradável ao seu paladar, como dito, ele não era um canibal ou nada perto disso, no entanto, o gosto ferroso do líquido carmesim era um sabor que ele tinha aprendido a apreciar, talvez, estivesse seguindo um caminho sem volta. Rock pararia em algum momento? Não! Arrancando ou não um pedaço de Charles, ele continuaria mordendo e mordendo, enquanto tentava forçar seus membros para criar um espaço ou pelo menos, se opor ao “apertão” que estava tomando, afinal, seu tronco não parecia está em um bom estado, ele não podia deixar que aquilo piorasse. Seus bracinhos eram finos, mas a força existente em seu corpo era algo que já tinha assustado muitas existências que passaram pelo seu caminho e o cachorro confiava em suas próprias qualidades. A eletricidade ainda envolvia seu corpo como um todo, enquanto o selvagem continuava a morder e buscar arrancar cada vez mais pedaços da mão do seu inimigo, focando – se fosse possível – em seus dedos, imaginando que aquilo pudesse ser mais útil ao seu objetivo.

Se em algum momento fosse solto, ele não perderia tempo e unindo suas habilidades com acrobacia e seu conhecimento em atletismo, ele avançaria no momento em que seus pés tocassem uma superfície – mesmo que fosse o corpo de Charles –, buscando ir de encontro com a parte mais sensível do corpo do homem - em sua concepção -  a garganta. Sim, como um verdadeiro cão selvagem, ele tentava ignorar a dor existente em seu tronco, estando imerso na frenesi do combate. Seu objetivo? Dilacerar por completo a região citada anteriormente, utilizando suas garras unidas a eletricidade e também seus dentes afiados, mordendo e rasgando a garganta do brutamontes. Por mais que fosse atacado, Rex voltaria a posição ofensiva sem pensar suas vezes, isto é, até seu corpo sofrer danos que impedissem tais ações. Se não pudesse atingir a garganta, ele buscaria acertar o local que fosse mais fácil, seja o tronco, pernas, virilha ou até mesmo os braços de Charles, mordendo como um verdadeiro louco e puxando com toda sua força, para arrancar de uma única vez o montante de carne que cabia em sua boca. Ele repetia o processo até que Charles ou ele próprio estivessem mortos, era literalmente um tudo ou nada com requintes de pura selvageria. Se durante aquele processo Rex conseguisse arrancar algum membro do seu antagonista - ou parte dele - o Pinscher simplesmente usaria aquele pedaço como arma, atingindo repetidas vezes a face do seu dono.


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Rex D. RockUm homem sensato fugiria... Mas não é o meu estilo.

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Terry
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Re: Cap 3 - Uma gloriosa evolução Sab Jul 23, 2022 7:26 am



Rex

A pressão exercida em Rex pelo corpo massivo do médico era imensa, porém, por mais que aquela força fosse o suficiente para fazer qualquer pessoa normal desmaiar de dor, o pequeno mink canino era tudo menos uma pessoa qualquer. Devido a sua hipoalgia, embora seu corpo estivesse de fato sofrendo sérios danos, o pequeno conseguia resistir muito bem à dor provocada por aquele aperto devastador. Mas isso não faria muita diferença caso ele não conseguisse se libertar logo, pois sua pequena ossada já estava prestes a trincar.

Depois de ter uma séria crise emocional, ele logo começou a espernear, gemer e se debater. As lágrimas e o catarro que secretavam de Rex logo respingaram nas vestes do grandalhão, coisa que apenas o irritou ainda mais. - Seu merdinha! Como ainda pode estar consciente depois de tanto tempo!? Ninguém deveria ser capaz de suportar tanta dor! - O médico tentava aplicar mais e mais força enquanto via seu inimigo engolindo as secreções nasais.

De repente, ao soltar um berro estridente, o mink emitiu uma poderosíssima descarga de eletricidade de todo o seu pequeno corpo, e por ele estar em contato direto com seu inimigo, o grandalhão sofreu instantaneamente os efeitos do choque, gritando de dor. Charles, porém, era durão o suficiente para conseguir manter o agarrão firme apesar da descarga.
O mink, por sua vez, ainda não tinha desistido.

Com toda a força, Rex abocanhou violentamente o peitoral do médico, que mais uma vez urrou de dor. Com o pequeno saboreando o gosto de sangue, ele logo arrancou um generoso pedaço de carne, e após cuspir fora aquele naco, continuou mordendo e mordendo sem a menor piedade. O médico gritava descontroladamente, e não viu outra opção além de desistir do agarrão e libertar o mink. Rex então aterrissou no chão, a tempo de ver seu inimigo recuando vários passos para trás, seu peitoral derramando sangue pra tudo quanto é lado.

A expressão no rosto de Charles era de puro ódio enquanto ele rasgava rapidamente o que tinha restado de seu paletó e camisa. - Não acredito que eu esqueci que seu corpo tem alta resistência a dor! - Disse ele, depois de lembrar-se subitamente daquela informação crucial. - Da próxima vez vou esmagar logo essa sua cabecinha asquerosa! - O médico então começou a se preparar para atacar, porém, quando se deu conta, o mink já avançava em sua direção pronto para o bote. Como um faminto cão de caça, Rex avançou sobre o pescoço do homenzarrão e fixou-se sobre sua garganta com uma mordida, ficando suspenso no ar apenas pela sua mandíbula presa na carne daquele pescoço. Isso, porém, não durou muito tempo e logo o pequenino enterrou também suas garras naquela massa enorme de carne.

Como uma criatura selvagem dos infernos, Rex brutalizou totalmente o pescoço do humano, mordendo, arrancando pedaços, arranhando e eletrocutando-o sem misericórdia. Inicialmente o homem gritava desesperadamente, mas logo os berros cessaram e tudo que restou no recinto foi o barulho da devastação que o cachorro infligia sobre aquele corpo. Em pouco tempo, o cadáver do médico caiu no chão, de bruços. Rex, coberto de sangue, se deparava com aquele enorme corpo sem vida bem na sua frente. As paredes em volta dele já estavam quase mais vermelhas do que brancas, e uma grande poça de sangue se formava debaixo de Charles devido ao líquido carmesim que vazava de seu pescoço e peitoral. No meio dela, Rex conseguiu identificar um objeto: a chave que ele havia usado para trancar por dentro a porta do quarto. Caso ele usasse a chave para sair do quarto, veria que o corredor estava quieto e sem qualquer tumulto, provavelmente porque a sala abafou o barulho da luta.

Cap 3 - Uma gloriosa evolução - Página 2 TF79hT1

Radgar

Após cuspir no mendigo que tinha acabado de matar, Radgar logo colocou o cadáver do mendigo sobre o arame farpado da cerca e o usou para pular o obstáculo sem se ferir, caindo no chão com uma pose bem estilosa. Curioso para saber o que estava causando todo aquele alvoroço na cidade, o lutador logo foi percorrer as ruas de Sirarossa em busca de respostas. Depois de alguns minutos andando por uma rua deserta, o tritão deu de cara com um marinheiro solitário, era um jovem segurando um mosquete que parecia ser de baixa patente. O jovem olhava para todos os lados enquanto andava, como se tivesse em busca de algo.

Sem demora, Radgar aproximou-se dele e fez sua pergunta. - Você não tá sabendo? Tem um assassino deixando uma trilha enorme de cadáveres aqui na ilha. Alguns dizem que é um demônio. - O marinheiro respondeu meio a contragosto, claramente não muito feliz de ter que interagir com o tubarão. - Agora vaza logo daqui e vá pra casa. Tô no meio de uma operação séria e não tenho tempo pra ficar de papo furado, ainda mais com um tritão. - O marinheiro concluiu, em um tom de claro desdém.

A resposta do tritão foi simples e direta, e após fazer um pequeno comentário, desferiu um poderosíssimo chute bem no meio das pernas do jovem, imediatamente fazendo-o sofrer uma dor imensa e insuportável em sua virilha. Com o resto de suas forças, o marinheiro tentou correr mas foi facilmente derrubado no chão por Radgar com um chute no calcanhar. Nessa altura, o rapaz já tinha deixado seu mosquete cair no chão e sua expressão era de pura dor e medo, por isso, não teve outra escolha a não ser agarrar a mão do tritão que aparentava estar oferecendo uma trégua.

Mas o tritão não planejava deixar que o rapaz saísse dali vivo, e assim que ele agarrou sua mão, ele desferiu uma potente cabeçada na testa da vítima, nocauteando-o. Não satisfeito, Radgar continuou a brutalizar o corpo do jovem, arrancando uma parte de seu pescoço com uma mordida, matando-o de vez. Enquanto se limpava usando o próprio corpo do marinheiro, o lutador observou a chegada de um pequeno grupo de mais três marinheiros todos parecendo ser da mesma patente que sua vítima.

O trio entrou em choque ao ver aquela cena, todos claramente horrorizados com o destino cruel do seu companheiro e a selvageria exercida pelo seu executor. O choque fez com que eles demorassem mais do que o normal para levantarem as armas, o que deu ao tritão tempo suficiente para arremessar o cadáver na direção deles, derrubando todos no chão. Após um último deboche, Radgar escapou gargalhando pelo labirinto de ruas desertas que era a cidade de Sirarossa naquele momento.

Deep

A velhinha gritava de agonia enquanto tinha seu corpo lentamente derretido pelo ácido expelido por aquele demônio. O resto da família havia ido ver o que estava acontecendo, e assistiram apavorados enquanto sua patriarca era dissolvida. Deep, porém, estava focado em derrotar Dingo, e tal como um foguete, ascendeu daquele buraco usando seus poderes de akuma no mi. Uma vez no ar, acima da altura dos telhados, o demônio logo avistou o caçador em alguns telhados de distância. Dingo não perdeu tempo e voltou a arremessar seus projéteis contra seu inimigo, que habilmente desviou-se de todos eles usando suas cabeças de coala para manobrar no ar. Ao presenciar aquele feito bizarro, o cão percebeu que havia se metido em uma situação bem mais perigosa do que imaginava e bateu em retirada. Começando a pular de prédio em prédio, buscando abrir ainda mais distância entre ele e seu adversário. Nesse meio tempo, o assassino já aterrissava em um outro telhado próximo.

Gargalhando, Deep entrou em perseguição, ateando fogo em todos os telhados e prédios que via pela frente. Enquanto o demônio corria no encalço de sua presa, as chamas se alastravam mais e mais entre os edifícios de Sirarossa, pouco-a-pouco gerando um incêndio de proporções preocupantes. O inferno de fogo acabou por encurralar Dingo, que se via entre as chamas e seu perseguidor. Desesperado, o cão ergueu sua arma de gancho para tentar uma última fuga, mas não foi rápido o suficiente. Deep avançou contra ele e, usando sua ascensão, não só acertou-o em cheio no peito com uma facada, mas também irrompeu para o alto como um foguete, levando o seu oponente até a altura mais alta que conseguia, para só então aplicar sua mais poderosa técnica: inferno. A explosão furiosa de raios devastava tudo ao redor do assassino, destruindo telhados e ateando fogo em ainda mais edifícios. Dingo, por estar muito próximo, sofreu o impacto total da técnica, tendo seu corpo totalmente devastado por ela.

Enfim, ambos entraram em queda. Usando sua ascensão, Deep conseguiu aterrissar tranquilamente no meio daquela rua deserta. Dingo, porém, não tinha acesso às mesmas habilidades e entrou em queda livre, caindo em cheio de costas no chão. Imediatamente cuspindo um jato de sangue, seu corpo incrivelmente ferido, com ossos claramente quebrados em diversos locais. Nuvens de chuva tomavam conta do céu graças ao incêndio que se alastrava descontroladamente por cada vez mais prédios e casas, e enquanto isso, o assassino se via triunfante, mais uma vez de frente a um inimigo derrotado e muito provavelmente morto.

Alguns instantes se passaram enquanto Deep recuperava o fôlego e se preparava para retomar sua ida até o manicômio. Porém, ele logo observou algo bastante peculiar nos arredores. De repente, homens vestindo trajes táticos pretos e máscaras de gás saíram de becos e janelas, todos portando mosquetes pintados também na cor negra. Os seis rapidamente cercaram o assassino e apontaram seus mosquetes para ele, agindo claramente como um esquadrão muito bem treinado.

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Deep e Radgar

Enquanto andava por Sirarossa, depois de ter conseguido aparentemente despistar os marinheiros, Radgar saiu de dentro de um beco e deu de cara com uma cena bastante peculiar acontecendo a alguns metros de distância. Vários telhados da região estavam em chamas, e no meio daquela rua estava uma figura bizarra, com várias cabeças de coala no corpo, cercada por um esquadrão de seis homens armados, usando máscaras de gás e roupas táticas. Nenhum deles, pelo visto, havia percebido a presença do tritão.

Um homem enorme de mais ou menos três metros surgiu de uma outra esquina, vindo na direção do demônio. Diferentemente dos outros seis, ele trajava um longo sobretudo bege e um quepe militar da mesma cor. Em seu rosto, usava um par de óculos muito peculiar e vestia uma expressão de claro deboche. O enorme homem andava calmamente, aparentando não portar nenhuma arma, sem a menor pressa ou afobação até chegar onde Deep estava cercado por aqueles seis, ficando bem na frente do cadáver de Dingo.

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- É um prazer conhecê-lo, demônio. - Ele cumprimentou, cruzando suas mãos atrás das costas. - Fui eu que mandei esse verme aqui atrás de você, minha intenção era apenas testar sua força e ver do que é capaz. - O homem sorriu maliciosamente enquanto pisava no que restou da cabeça de Dingo, esmagando-a sem a menor dificuldade. - Sou Bask Om, chefe da equipe de segurança do manicômio local. Meu trabalho é ir atrás de “pacientes em potencial” e trazê-los para o Sr. Strange. Custe o que custar. - Ele fez uma pequena pausa antes de continuar.

- Nós observamos a luta inteira, e agora sabemos exatamente como lidar com você. - Bask então acendeu um charuto e deu um pequeno trago. - E então? Vai se render e vir em paz para o Manicômio, ou vai tentar a sorte contra todos nós? - Seu tom era de pura confiança, beirando a arrogância. Os seis subordinados mantiam seus mosquetes apontados para o assassino, todos eles extremamente focados nele e nada além disso. Radgar havia conseguido ouvir a conversa por inteiro, porém, ainda não tinha sido notado por nenhum dos presentes, muito provavelmente devido ao fato de que o foco deles estava concentrado em Deep.



Off:

Histórico Deep:

Histórico Rex:

Histórico Radgar:

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"The soon-to-be Empress of the Underworld"

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Deep
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Deep
Novato
Re: Cap 3 - Uma gloriosa evolução Sab Jul 23, 2022 5:02 pm

Uma gloriosa evolução

Cápitulo 3




O cão logo percebia que estava numa situação preocupante e se colocava a fugir, não que a velocidade dele fosse superior a minha, mas ele iria lutar pela vida e isso que era o que dava sabor pra matar as pessoas… O quanto elas lutavam à toa para tentar sobreviver.

O prazer de estar matando mais era muito grande e simplesmente esse enorme poder que eu possuía agora era simplesmente magnífico, não importa o que ocorria eu nunca me cansava dele, era maravilhoso e me dava muita liberdade. O prazer de matar enchia minha mente em pleno ar após usar meu inferno contra o cão, em queda livre eu apenas começava a gargalhar em queda livre.

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Estava tranquilo, feliz, não corria perigo, não importava o tamanho daquela queda, minha ascensão era mais que o suficiente para chegar são e salvo no chão… E assim o fiz, aterrissando antes do corpo do meu alvo.

Sabe… Eu nunca provei carne de cachorro…

Dizia olhando o corpo quase morto de meu alvo logo antes de mais pessoas aparecerem.
Eles pareciam estarem com roupas táticas escuras e muita vontade de falar, seu chefe chegava com um discurso sem fim sobre como haviam me estudado e estavam prontos para todos os meus truques enquanto seu grupinho me rodeavam, a insinuação levava um sorriso enorme a todas as minhas bocas.

As cabeças em minhas costas se viravam para trás para observar todos que estavam nas minhas costas enquanto os olhos normais e da barriga observavam os da frente.

Sabe, o que fará se eu me entregar? Vai se aproximar pra me prender? Eu acho que não… Vocês sabem muito bem o rastro de sangue que eu deixei nessa ilha e assistiram essa luta… Se vocês ainda acham que estão no controle, são mais loucos que eu… mas eu acho isso fofo… Mas sabe, eu ainda não comi hoje e toda situação está me dando fome..

Eu diria, mas não normalmente, faria minha voz reverberar e ecoar pelas paredes ao meu redor, para parecer que vinha de todas as direções e faria o mesmo com a risada de minhas outras cabeças que ficariam como voz de fundo para minha fala.

Spoiler:

Rapidamente usaria minha habilidade, inferno, usando meu fogo azul gélido, a ideia era tirar aquela rodinha de perto de mim e resfriar suas máscaras, as quais eu esperava que devido ao calor dos incêndios, acabasse por ficar embaçada com o vapor condensado de suor, assim como esperava que o poder destrutivo das “chamas” empurrasse as armas para atrapalhar as miras, dessa forma meu movimento de pulo que faria durante a ativação do inferno poderia ser rápido o suficiente para desviar dos tiros de resposta, assim como com o resfriamento, os canos das armas provavelmente reduziriam de tamanho, dificultando a passagem das balas que provavelmente estariam ainda expandidas pelo calor em que estavam, atrapalhando tiros futuros.

Durante o uso da técnica, iniciaria um pulo mirando a parede mais próxima, na qual daria um passo seguindo na horizontal e pularia de volta ao chão, de onde voltaria a pular na parede, de forma a continuar de movimento rodeando o grupo  e a cada pulo  cabeça das costas mais próxima da rodinha, cuspiria elementos nos homens, frio, ácido, raio e então voltaria ao frio. A ideia era me manter sempre me movendo e atrapalhando a visão dos atiradores com os elementos para que dessa forma conseguisse me esquivar o máximo possível de projéteis. Não só isso, mas a ordem de elementos era específica, a chama fria atrapalha suas armas e equipamentos, a névoa ácida derrete e queima enquanto tampa a visão tudo isso para terminar com o raio, já que ácidos conduzem eletricidade muito bem.

Se eu visse em algum um dos humanos correr pra fora da nuvem de elementos, pularia em sua frente e miraria uma facada em sua barriga, a qual eu forçaria de forma a tentar o arremessar de volta para dentro dos elementos e continuar minha “brincadeira”.
Durante todo esse ataque, faria minhas gargalhadas reverberarem nas paredes do lugar, variando entre fazer parecer que vinham de lugares diferentes e de todos os lugares, para tentar confundir a audição de todos e causar confusão.

Se eu percebesse algum ataque que fosse me acertar apesar da locomoção, faria a boca no meu estômago cuspir fogo em grande quantidade para tentar me parar e empurrar para trás, mudando minha direção de forma incomum para tentar desviar do ataque.

Se eu acabasse por ser segurado em algum momento, cuspiria chamas da boca da barriga, tentando lançar a mim e quem me agarrou contra qualquer fosse o primeiro obstáculo que estivesse atrás de mim.








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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

Cap 3 - Uma gloriosa evolução - Página 2 TbTEfdK
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Re: Cap 3 - Uma gloriosa evolução Seg Jul 25, 2022 12:18 am



 

     
Cap I  
       
Shin'en no Same!

     

 

 
– Será que aquele puto imaginou que hoje seria o dia que a morte cairia sobre ele? Proferia extremamente animado e excitado por ter prestigiado a dor e a morte do porco (marinheiro). – Nehhh... se bem que ele nem pode reclamar, foi até uma morte rápida demais. Diria com um sorriso bastante diabólico no rosto.

Estava sentindo um cheiro de queimado quanto mais eu andava por aquele beco, chegava até conferir meu corpo para ver se não vinha de mim. Até porque não estava afim de virar um peixe-assado. – Hoje é dia de tocar fogo em cu de virgem?! Dizia logo que me deparava com uma cena bastante incomum; e olha que eu sou um tritão com quatro olhos. – Phewwwww! *Clap-Clap-Clap. Assobiava e batia palma enquanto admirava o local pegando fogo. – Tá parecendo o inferno aqui! Vahahahaha. Diria soltando uma risada eufórica.

Apesar do cenário ser bastante agradável aos meus olhos, inclusive todos eles, diferente da maioria, o caos me completava e me satisfazia mais que uma trepada com uma viúva. Mas foi quando meus olhos fintavam um ser... único, cativou minha total atenção. – Ehhhhh! Isso sim que eu chamo de bizarrice... Gostei! Diria andando mais alguns passos a frente e notar a criatura cercada por porcos(marinheiros). – Será que esse bicho é um Deus dos koalas? Acho que deveria chamar dele de: Deualas. *Pfth. Segurava o riso até em seguida soltar ele. – Vahahaha, nem fodendo que isso é divino, tá mais pra infernal. Proferia já simpatizando com a criatura aberrante. – Ahh velho... que inveja de poder ter varias cabeças de koalas, imagina quantas mordidas eu poderia dar em sequência? Os olhos cintilavam em inveja, cortejando a forma daquele ser.

Em outro beco saia mais um daqueles soldadinhos de merda, parecia leilão de marine. – Mas que naba! Haja dinheiro pra bancar tanto inútil como eles. Diria coçando a cabeça até vir me sentar no chão e ficar olhando por mais algum tempo. Afinal, não era como se tivesse algo melhor para fazer.

Ouvia um pouco da conversa, apesar de ter que prestar bastante atenção, era possível ouvir em partes. – Se render? Arregalava os olhos pelas frases idiotas do porco (marinheiro). – Esse cara é muito otário se tá achando que esse Deualas vai dar sua cabeça de bandeja... suas cabeças no caso. Dito isto, a criatura em seguida começava a se impor e utilizar habilidades incríveis. – Uaaahhhhhh! Isso sim que eu chamo de modo fodão ativo! Vahahahaha. HAHAHAHAHA! Diria até rir no final batendo em minha perna mostrando estar animado com a cena que observaria.

Os elementos colidiriam com todo o ambiente, deixando mais infernal que antes. Os humanos lixos corriam como baratas tentando fugir dos raios solares. – Que esforço inútil. Diria apoiando a cabeça no punho e enquanto me deitando no chão. – Humm, to começando a me animar ainda mais. Diria isso, apesar de não aparentar visualmente. – Então tá! Eu vou ajudar esse Demoniala a foder com tudo isso! Expressaria agora um rosto bastante malévolo. – Sem contar que posso me fartar com aquelas expressões de dor, ahhhh!! Como eu amo ver um porco se foder legal, Vahahhaha! Terminaria de proferir ao tempo que já estava com minha camuflagem ativa.

Quando a criatura houvesse parado de usar seus elementos, obviamente seria alvejada pelos pequenos porcos e pelo porco maior. – Como eu sou um cara legal, vou deixar o prato principal para ele. Em seguida, usaria minha camuflagem natural para me misturar no ambiente até me aproximar dos porcos. Aproveitaria da oportunidade criada pelo Koala para tentar pegar o grupo de marinheiros desprevenidamente.

– Ahhhh que medo!! Por favor, me ajude? Proferia através de minha lábia com intuito de instigar a atenção dos porcos em prol de tentar salvar quem estivesse clamando por ajuda. Afinal, se eles são honrados, justos e heroicos... é natural priorizar as vítimas.

Eu estaria próximo, deitado no chão e misturado ao ambiente de forma furtiva. – Que bando de otário! E então saltaria no alvo mais próximos e me agarraria igual uma lula. Olharia de frente para a vitima e com a camuflagem desfeita, expressaria um sorriso bastante maligno. – Mas que homem nobre você é, que inveja. Agarraria ele em um abraço mortal cuja força seria extremamente elevada, aproveitando do cenário ao qual era minha arena pessoal. – Quem disse que tritão só sabe lutar no mar... foi bem estupido. Terminaria de dizer e abocanharia a garganta do porco (marinheiro), em seguida de outra potente mordida para finalizar o soldado.

Uma vez que ele houvesse morrido, não antes de eu desfrutar disso por alguns segundos, seria suficiente para usar seu corpo de escudo para tiros, lâminas e golpes dos seus próprios colegas. – Uauu que peninha... o seu amigo morreu, acho que vocês devem seguir junto dele. Afinal, vocês são uma equipe, não é?! Expressaria um tom dramático e bem debochado. Jogaria o corpo contra os outros e correria para atacar o mais próximo.

Saltaria em direção a ele, mesmo que chegasse a ser atingido, simplesmente centralizaria meus esforços para ceifar a vida daquele porco. Colidiria como uma besta após fugir de suas amarras. Como de costume, atacaria a garganta do alvo com propósito de matar o mais rápido possível, desde que pudesse desfrutar daquele ínfimo momento entre a vida e a morte que as presas exibiam em seus olhos e exalavam em sua pele. – Wooow!! Delicia... isso é bom demais. UUUHHUULLLL! Diria excitado o sangue em minha boca ao mesmo tempo que soltaria um grito bastante alto.

Caso tentasse me atacar, usaria meus reflexos para tentar esquivar para os lados de ataques como tiros, usaria o próprio corpo do porco se necessário como escudo outra vez. Considerando ataques como lâminas e golpes marciais, simplesmente jogaria o sague de minha boca com um balançar de mão sobre o meu rosto contra o rosto do inimigo. Em seguida, recuaria para o lado e deixaria passar por mim durante seu ataque frenético. – Que animação toda é essa, ein? Me achou bonito? Diria zombando do oponente sem um pingo de honra ou preocupação.

Aquele cara com diversas cabeças de koalas poderia falar alguma coisa pra mim ou achar que eu poderia ser um inimigo, considerando isso eu diria para ele em voz alta. – Aí Koala dos infernos! O que você acha pior... ter 4 olhos ou 2 cus? Vahahahaha. Puxaria papo com ele sem me importar com a situação em si. – Você parecia estar se divertindo bastante... espero que não se importe de dividir um pouco comigo. O tédio é pior que um abacaxi no rabo! Responderia a criatura caso viesse comentar sobre o motivo de eu estar lá.


 
     


     
     

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              • Ganhar uma recompensa
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Re: Cap 3 - Uma gloriosa evolução Seg Jul 25, 2022 9:15 am



F u g ado Hospício




Rex havia saído vitorioso daquele combate, o gosto ferroso do líquido rubro ainda estava em sua boca, o que lhe proporcionou um mix de sentimentos. Ver o corpo do Brutamontes no chão enchia o peito do Pinscher com um sentimento de vitória, algo que teve poucas vezes em sua vida, mas, aquele sentimento era claramente viciante. O selvagem olhou para o corpo do seu antagonista, se aproximando do mesmo e desferindo alguns chutes tomados por rancor, já que Charles não era flor que se cheirasse e todos ali sabiam disso - Seu merda! - Proferiu logo após desferir um pisão contra o pescoço do Brutamontes, observando uma última vez o troféu estendido no chão. Por um momento ele sentiu uma pequena vontade emanando do seu interior, ele queria mordiscar mais um pouco, mas, aquilo era nojento - Eca, que porra é essa? Eu tô virando um vampiro? - Disse passando a língua pelos lábios.

De qualquer forma, ele sabia que não estava bem, afinal, por mais resistência à dor que tivesse, ele não era imune e sabia disso, sentia em seu próprio corpo. Ele precisava continuar com seu plano de fugir dali, e no corpo morto encontrou as chaves daquela porta - "E se…? - Pensou observando as chaves e procurando outras no corpo de Charles, ele buscava chaves dos outros quartos, para libertar parte dos internos existentes naquele manicômio. Independente se encontrasse ou não mais chaves no corpo de Charles, a criatura sairia do quarto lentamente, colocando apenas sua cabeça para fora e assim observando o ambiente, botando que o corredor estava quieto. O primeiro passo para fora do quarto fazia o Mink ter um sorriso largo em sua face, obrigando o mesmo a levar ambas as mãos até sua boca e conter a gargalhada que estava prestes a sair.


Bom, a partir daqui ele caminhou pelo corredor um tanto quanto pomposo, com o peito estufado e os braços balançando, como um verdadeiro marombeiro após um treino de peito. Sua baixa estatura lhe dava uma certa vantagem, mas Rex não era do tipo que bolava planos absurdos ou pensava muito nas consequências dos seus atos, mas, se tivesse com outras chaves em mãos, abriria todas as portas possíveis. A criatura caminhava pelo corredor como supracitado esperando encontrar alguém e assim que encontrasse, correria com o máximo da sua velocidade, saltando em direção ao pescoço para abocanhar aquela área mais uma vez, pelo jeito, aquilo já estava virando uma rotina - As chaves! - Ele mostrava que não era totalmente imbecil, afinal. O Pinscher raivoso atacaria as pessoas na sua frente, procurando chaves pelos seus corpos e também em prateleiras ou qualquer coisa visível.



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Rex D. RockUm homem sensato fugiria... Mas não é o meu estilo.



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Re: Cap 3 - Uma gloriosa evolução Ter Jul 26, 2022 2:04 am



Rex

Após ter conquistado sua vitória, e depois de profanar o cadáver de seu médico, Rex vasculhou o corpo do Dr. Charles, e depois de alguns minutos de procura, achou um outro maço de chaves que aparentemente serviam para outras celas. Tendo conseguido o que queria, o mink canino logo saiu daquele quarto quase vermelho e se viu em um corredor super tranquilo. Por enquanto ninguém suspeitava do crime que ele tinha cometido, o que lhe dava a vantagem do elemento surpresa para ajudar em sua fuga.

Enquanto fazia seu caminho por aqueles corredores silenciosos, deixando para trás um rastro de pegadas de sangue no chão, Rex deu de cara com um enfermeiro carregando uma bandeja de medicamentos. Ao ver o pequenino correndo por aí coberto de sangue, ele deu um grito de puro horror e derrubou no chão a bandeja de alumínio. Antes que pudesse fugir, no entanto, foi atacado pelo mink com uma violenta mordida em seu pescoço, algo que o matou imediatamente e fez seu corpo cair pra trás como um saco de batatas. Sem perder tempo, o canino achou mais um maço de chaves nos bolsos do enfermeiro. Enfim, depois de percorrer mais alguns corredores, Rex finalmente chegou na área do hospício onde ficava a “população geral”, ou seja, aqueles pacientes que não precisavam ficar isolados de todo o resto.

Cap 3 - Uma gloriosa evolução - Página 2 HV3tICB

Imediatamente, Rex começou a tentar passar as chaves uma por uma na primeira porta que havia encontrado. Ao ver que tinha alguém tentando soltá-los, os pacientes começaram a vibrar de alegria, encorajando o pequenino. Apesar de sua iniciativa, eram muitas chaves e ele não tinha que saber qual chave abria qual porta sem olhar com muito cuidado, o que atrasou bastante o processo todo. E essa demora foi tempo suficiente para três figuras usando roupas táticas e mosquetes pretos adentrarem o lugar, avistando o mink. - Então foi você que matou aquele enfermeiro! - Eles apontaram seus mosquetes para o mink, provavelmente tendo sido alertados pelo grito de antes e a trilha de pegadas de sangue nos corredores. - Coloca suas mãos pro o alto e joga essas chaves pra cá!

Deep e Radgar

A voz reverberante de Deep fez os soldados estremecerem um pouco, claramente intimidados. Bask, porém, ainda fumava calmamente seu charuto enquanto assistia toda aquela cena. - Ele é só um maluco com uma fruta do diabo, demônios não existem. - A explicação do líder fez com que os outros novamente se acalmassem, logo a tempo da ofensiva de Deep ter início. Usando sua habilidade inferno, o assassino começou a disparar fogo frio para todos os lados, no intuito de afastar a roda de inimigos dele ainda mais. Porém, assim que ele fez isso, a equipe de segurança abriu fogo, mirando o chão perto dos pés de Deep ao invés de seu corpo. E surpreendentemente, o que saiu de seus mosquetes não foram balas, e sim pequenas bombinhas, bombinhas essas que levantaram uma enorme nuvem púrpura ao atingir o chão. Devido às ações do demônio, nenhum deles acertou exatamente onde estavam mirando, mas isso não importava, afinal, seu objetivo aparentemente era apenas levantar aquela nuvem.

Depois disso, de fato os homens deram alguns passos para trás no intuito de evitar o fogo frio. Deep então pulou na parede mais próxima e depois no chão, saindo da nuvem arroxeada e repetindo tais movimentos, rodeando o grupo e disparando vários elementos neles. A tática teve grande sucesso, pois ele imediatamente conseguiu derrubar um dos seis inimigos no chão com um jato de ácido que o acertou em cheio no peito. Apesar de não ter recebido nenhum golpe direto até então, o assassino começou a sentir uma dor intensa nos músculos, uma dor que lentamente se espalhava e cobria uma área cada vez maior de seu corpo. Enquanto tentavam se desviar dos golpes do demônio, os membros restantes da equipe de segurança puxaram facas de combate e se afastaram ainda mais, quebrando totalmente a formação de cerco onde antes se encontravam.

Bask sorriu maliciosamente ao ver tudo isso. - A batalha acabou, agora é só esperar! - Ele deu mais um trago em seu charuto. - Vamos ver quanto tempo você aguenta saltitar por aí depois de ter inalado todo aquele gás venenoso. - Satisfeito, e aparentemente não se importando nem um pouco com a morte de um dos seus subordinados.

Deep gargalhava enquanto continuava disparando elementos nos inimigos, até que um deles saltou em sua direção tendo retirado uma faca de combate. Antes que ele pudesse acertar, porém, foi tragado pelo fogo que saía da barriga do demônio, e então caiu no chão se debatendo com seu corpo ardendo em chamas.O assassino gargalhava enquanto isso, fazendo sua voz reverberar novamente.

Ao presenciar tudo aquilo, Radgar resolveu entrar na briga. Inicialmente ele tentou se camuflar no chão e se fingir de vítima para atrair um daqueles homens que ele achava serem marinheiros. Infelizmente nenhum deles veio, ou por estarem muito ocupados tentando não ser mortos por aquele demônio coala que os atacava com vários elementos, ou por simplesmente não se importarem em ajudar civis. Talvez ambos. Por sorte, porém, um deles aproximou-se bastante do tritão enquanto se esquivava de um jato de ácido, sem perceber sua presença, o que deu ao artista marcial a oportunidade de pegá-lo de surpresa.

Aproveitando-se da distração do seu inimigo, Radgar agarrou-o com força e começou a provocá-lo, apertando-o com toda a força e encerrando sua vida com brutais mordidas em seu pescoço. O rompimento da aorta fazia o cadáver espirrar um jato enorme de sangue no tritão, que planejava usar aquele corpo como um escudo humano. Um dos outros viu o que tinha acontecido e retirou uma pistola do coldre, disparando várias vezes contra o tritão e acertando o seu “escudo”. Com o fim da rajada de tiros, Radgar arremessou o corpo na direção do novo inimigo e pulou pra cima dele, que por muito pouco conseguiu esquivar rolando para trás. O tritão, porém, havia aterrissado bem ao lado de Deep, o que lhe permitiu trocar algumas palavrinhas com o demônio. Ao finalmente perceber a presença do novo elemento, Bask finalmente jogou fora seu charuto e sua expressão ficou um pouco mais séria. Restavam apenas ele e mais três membros da equipe de segurança do manicômio.- Quem diabos é você? - Ele perguntou. - Não sabia que o tal demônio era tão popular, pelo visto vou ter que me envolver pessoalmente nesse serviço. - O grandalhão estalou seus punhos. - Vamos ver se eu consigo acabar com vocês antes daqueles frutinhas da marinha chegarem…

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"The soon-to-be Empress of the Underworld"

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Deep
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Re: Cap 3 - Uma gloriosa evolução Ter Jul 26, 2022 11:39 am

Uma gloriosa evolução

Cápitulo 3



A luta tinha início, mas não como imaginei, o atiradores atiravam para o chão, gerando um gás roxo que saía de suas balas, no entanto meu ataque era tão efetivo quanto e os homens caíam aos poucos, inclusive um tritão aparecia para ajudar, ele parecia querer se divertir com aquela carnificina, normalmente eu iria querer me divertir sozinho, mas meu plano agora era juntar o máximo de degenerados que fosse possível, então ele era nada mais nada menos que um possível futuro membro do meu bando.

Eu diria que o pior provavelmente é ser um humaninho mequetrefe nesse beco… Chega mais, to juntando os que gostam de carnificina para dominarmos o mundo…

Respondia a fala do tritão em tom descontraído.

Mais importante que isso, a dor que se espalhava por meu corpo era preocupante, obviamente era algum agente tóxico, ainda não entendia bem de toxicologia, mas eu entendia bem de química e anatomia, assim como a fala do humaninho concluía minha tese.

Começaria a rir da cara do humano.

Hyahahahaha… Sério humano, vou te dar uma dica, comece a estudar sobre suas ferramentas de matança… O gás não tinha cheiro, então não é um químico que possua anel aromático ou enxofre… Ele não queimou minha garganta quando eu o respirei, então não tem fenol… Sendo assim um químico não-orgânico. Como ele não se condensou em uma pasta perante o frio do meu ataque, suas moléculas são leves e de estrutura aberta pra ter ponto de condensação alto… O que significa que é um produto simples… Pela coloração roxa deve conter bromo, único elemento capaz de fazer uma ligação química desse tipo e nessa coloração… O que explica fazer efeito tão rápido, um elemento químico baseado num metal para ser gás tem de ter uma cadeia molecular em linha espaçada o que faz com que a anatomia corporal absorva rapidamente pois eles atravessam as paredes celulares… A questão de um químico desses é que se são absorvidos rapidamente, também são expelidos rapidamente, o corpo precisa apenas manter uma boa circulação de sangue e suar bastante para extrair o produto… E eu não sei se você está notando, mas estou correndo bastante e estamos no meio de um incêndio… Eu posso não saber o que esse veneno vai fazer em meu corpo… Mas se eu continuar correndo e suando, meu corpo vai se livrar disso antes que eu sequer sinta todos seus efeitos…

Dizendo isso ou caso alguém tentasse gerar ataques contra mim durante a fala, me colocaria a correr novamente fazendo ziguezagues para evitar ataques e cuspindo fogo pela boca na mão esquerda sempre que fosse mudar de direção, mirando sempre a direção oposta da qual eu iria me mover, para tentar usar o poder do fogo para me frear e me jogar na direção que eu queria, por eu ter apenas uma mão para os dois lados, ter que cruzar a mão esquerda para trocar de lado começaria a provavelmente me fazer começar a girar, algo que eu pularia incentivando a continuar para iniciar minha técnica de ascensão com o elemento fogo me circulando.

Cap 3 - Uma gloriosa evolução - Página 2 Tumblr_oru2pjYTS11rsw96uo2_400

Miraria a ascensão nos três aliados do arrogante humano, mas desviaria para a direita deles antes de qualquer impacto, tentando assim os acertar com as chamas laterais da ascensão para dificultar sua visão, virando cento e oitenta graus logo em seguida e tentando os acertar com a ponta da minha ascensão para os levar pro ar e pra cima do prédio num ponto com pouca fumaça, onde terminaria minha ascensão e cuspiria raio neles com todas as bocas, tentando os obliterar. Repetiria esse ataque em diferentes ângulos mantendo a ascensão constante até conseguir os matar.

Se conseguisse os matar começaria a fazer polichinelos no topo do prédio e gritaria lá pra baixo.

Eu preciso suar essa merda pra fora do meu corpo antes que dê bosta, você dá conta de um humaninho sozinho… Correto?

Gritava pro tritão enquanto fazia polichinelos e respirava bem fundo para oxigenar os pulmões.

Se em algum momento o chefe dos guardas fosse me atacar ou acertar um golpe no tritão, me jogaria contra ele mirando a minha faca contra seu golpe, tentando o ferir antes de cuspir ácido nele com a boca do peito antes de pular para longe dele em busca de espaço.








Última edição por Deep em Ter Jul 26, 2022 9:54 pm, editado 1 vez(es)

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-Fala do Deep

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Re: Cap 3 - Uma gloriosa evolução Ter Jul 26, 2022 8:19 pm



 

     
Cap I  
       
Shin'en no Same!

     

 

 
As palavras do Koala eram tão insanas quanto sua aparência, mas diabos! Era impossível não gostar desse tipo de gente. – Vahahahahaha! Dominar o mundo? Tá aí alguém que eu seguiria até os confins do inferno... para dominar ele, lógico. Falava maliciosamente, enquanto os olhos fintavam o homem de óculos próximo a nós.

O arrombado questionava quem eu era, naturalmente responderia. – Sou o amante da sua mãe. Pode me chamar de Papai agora. Gracejava em resposta para o humano, enquanto ostentava um sorriso nefasto. – Se ele é o demônio... então eu sou o abismo! Se você olhar para o abismo, ele te comerá vivo! Proferia com um trocadilho um tanto quanto... diferente do original, mais especificamente dirigindo a mim mesmo.

[color=#DC143C]– Uiii que medinho. Diria balançando as mãos em resposta ao verme. “Esperar pela marinha? Então esse corno não é marinheiro?” Ponderei comigo por uns instantes até notar o Koala se pronunciar. Ele começava a falar sobre químicos e talvez... veneno?! Sinceramente eu não entedia porra nenhuma daquilo. – É o que? Olhava para a criatura enquanto começava a dar aula sobre compostos químicos. Eu não era nenhum jumento, mas aquele papo era bastante complexo ao ponto de eu ficar viajando na maionese. – Na real eu não entendi porra nenhuma, mas foda-se! O que eu entendo é de... Olharia para os três que estavam afiliados a aquele homem. –...mastigar crânios! Vahahahaha! Proferia com uma risada bastante nefasta.

Após ver o ataque do Koala, ao ponto de eu ter que me abaixar para evitar de ser atingido. – Coé meu? Não to a fim de virar peixe frito! Proferia correndo para o lado e deixando a criatura atacar os três humanos. Dado momento, usaria minha furtividade e acrobacia para franquear os vermes e atacar o mais próximo através de uma abocanhada em seu pescoço. – Aceita que dói menos, otário. Diria e em seguida arrancaria parte de seu pescoço com uma mordida voraz.

Assim que houvesse passado pelo primeiro, após desferir uma bocada, partiria para o segundo rapidamente com intuito de socar seu tórax e agarrar quase ao mesmo tempo, para então joga-lo ao chão e pisaria em cima de sua cabeça. – Ahhh, consegue sentir? Proferia para o corpo do humano. – Isso é a dor culminando em todo seu corpo, boa, não é? Expressaria um sorriso diabólico. – Opa! Eu não esqueci de você não, mané. Diria para o último de pé dos três até investir contra ele e saltar por cima de sua cabeça, acrobaticamente, por meio de um mortal, neste exato momento, desferir uma potente mordida no topo de sua cabeça e traze-lo junto comigo para arremessa-lo para longe.

Durante os ataques, poderia ser alvejado por disparos, socos e etc. considerando isso, usaria esquivas laterais e até mesmo me jogaria no chão de forma bem esparramada para evitar com total maestria, dando continuidade de meu avanço para matar os vermes.

Caso houvesse finalizado os humanos, sentaria em cima de um deles e olharia a luta do Koala. Se algum deles ainda estivesse vivo, faria um sinal para ele com a mão. – Psiu! Vamos desfrutar um pouco dessa ocasião tão especial, senta ái. Enquanto falaria, sentando em cima de um dos corpos caso morto ou não, apanharia a cabeça do humano e ficaria batendo-a contra o chão enquanto os olhos permaneceriam fintando a luta.

Caso o humano tentasse me atacar, receberia o golpe com intuito de apanhar ele igual uma víbora dando o bote. – Ahhh isso é bom, muito bom! Diria sentindo a dor do golpe, apesar de movimentar sutilmente o corpo para evitar algum golpe vital. – Você não sabe brincar, não é mesmo. Diria ao tempo que desferiria um ataque com ambas as mãos visando atingir a cabeça do humano em suas laterais; um impacto duplo para tentar ensurdecer o alvo e faze-lo recuar.

Durante o tempo que prestaria atenção na luta do super Koala, em algum momento acabaria torcendo por ele de forma bem atrevida e maluca. – Uhuullll!!! Senta a porrada neste imbecil que a mãe dele nem chupar um tritão ela não sabe direito! Gritaria e ao mesmo tempo levantava as mãos para o alto e balançava de um lado para o outro. Gracejaria e provocaria desenfreadamente o inimigo para tirar sua atenção da luta.

 
     


     
     

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              - Acrobacia

              • Saúde: Zero bala.
              • Dinheiro Total: B$ 250.000
             
              Cor da fala: #DC143C
     


     

          Objetivos
         

              • Conseguir umas manoplas
              • Ganhar uma recompensa
              • Matar uma galera
              • Juntar com  a trupe
     

     

     

     

 

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Re: Cap 3 - Uma gloriosa evolução Ter Jul 26, 2022 10:23 pm



F u g ado Hospício




Sucesso! Essa era a palavra que podia definir as ações de Rex até então, já que ele tinha conseguido encontrar até mesmo algumas chaves que seriam úteis mais na frente. Claro, aquilo deixou o pinscher animado, já que toda aquela situação era um puta momento foda em sua vida, ele em breve estaria livre e seus algozes destruídos. Bem, nem tudo na vida é feito do puro suco de sucesso, certo? Já que no momento de abrir as celas, o felino percebeu a dificuldade que era encontrar a chave correta - Talvez tivesse sido melhor perguntar ao enfermeiro antes de descer o dente…e PORRA SEUS PUTOS! FIQUEM QUIETOS, ESTÃO DOIDOS? - Não Rex, eles são doidos.

Toda aquela balbúrdia chamou a atenção de terceiros e o selvagem nem tinha conseguido sequer abrir uma das trancas, o que piorou por completo a situação pro seu lado - ESPEREM PORRA, JOGAR AS CHAVES PRO ALTO E PASSAR MINHAS MÃOS? - Questionou o selvagem com problema auditivo, vendo as armas apontadas em sua direção. Em um rompante o cachorro simplesmente lançou um dos montantes de chave pela grade ou pela primeira passagem mais fácil, sendo que esta fosse em direção aos presos daquela área - VOCÊS NUNCA NOS PEGARÃO! - Gritou o Mink jogando o resto das chaves na boca - sem engolir - e partindo na maior velocidade possível pelo caminho livre existente. Ele estava com medo? Não! Mas não tem como ganhar de uma arma de fogo naquelas condições, não é?

O cachorro como dito partiu correndo da posição onde estava, indo em Zig Zag já que em sua cabeça aquilo dificultaria a mira dos seus inimigos. Ele entraria se jogando na primeira porta aberta ou atrás do primeiro objeto, estrutura ou qualquer coisa útil para lhe dar uma cobertura. Ele iria parar? Claro que não! Continuaria a correr segundos depois encontrar o "cover", mesmo que levasse algum tiro, Rex não pararia de correr. Caso um enfermeiro (a) ou algum médico aparecesse em seu caminho, o cachorro pularia nele sem pensar duas vezes, usando seu corpo como escudo enquanto usava aquele tempo para ver onde estava e observar o caminho que podia tomar. Claro, ele sabia que não sairia dali sem uma boa luta, esperava que jogar as chaves para os outros hóspedes do manicômio tivesse dado certo, afinal, aquilo iria dividir a atenção do trio.

Uma ação seria tomada independente do êxito que ele tivesse e qual seria? Bem, eu explico. Quando Rex se visse no 1v1 ou em uma situação onde pudesse pular em algum dos inimigos armados, ele assim faria. E qual o objetivo do salto? Era o mais doido possível! Sim, o Mink buscava arrancar a arma das mãos do inimigo, com mordidas e usando suas próprias garras nos membros superiores do homem. Caso o antagonista largasse, o cachorro simplesmente pegaria a arma e tentaria disparar uma ou duas vezes, usando como um porrete/clava logo em seguida, já que era uma arma que ele estava habituado a portar. Sim, o cachorro avançaria usando a arma como um porrete e visados a errar repetidas vezes na cabeça do alvo em questão ou os alvos, já que ele não tinha distinção e mataria todos igualmente. E sim, ele faria isso tudo com as chaves na boca, já que precisava delas para abrir algumas portas rumo a liberdade.

E se Rex fosse pego? Ele usaria a eletricidade para tentar se libertar, se debatendo enquanto tentava arranhar e nesse caso, morder! Mas antes cuspindo as chaves ou simplesmente as engolindo, isso pouco importava, afinal, ele iria reaver as chaves de ambas as formas




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Rex D. RockUm homem sensato fugiria, mas não é o meu estilo ou será que é?

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Re: Cap 3 - Uma gloriosa evolução Qua Jul 27, 2022 10:44 pm



Rex

Os presos nas celas vibraram mais uma vez ao ver que Rex tinha jogado várias chaves para perto deles, com eles caindo em cima daquele objeto tão valioso como aves carniceiras em um carcaça fresca. O pequeno mink, em seguida, guardou o restante delas na própria boca e deu no pé em zigue zague, deixando aqueles três seguranças momentâneamente confusos sobre o que fazer em seguida. - Merda! - Gritou um deles. - Fiquem aqui e não deixem esses malucos saírem da cela, eu vou atrás do mink! - Concluiu, correndo atrás do canino enquanto fazia disparos de alerta. Os parceiros assentiram com a cabeça, correndo em direção a cela onde a chave havia sido jogada para tentar conter a tsunami de pacientes ensandecidos prestes a escapar de seu cárcere. Ao ver o caos que estava rolando naquela área, os pacientes das outras celas vibraram ainda mais, proferindo xingamentos horríveis aos guardas e palavras de encorajamento para o pequeno mink canino.

Rapidamente Rex conseguiu esconder-se atrás de uma grande lata de lixo metálica, cobertura essa que protegeu ele dos vários tiros vindos da arma de seu perseguidor, tiros esses que agora não eram mais de alerta e sim direcionados a ele. O canino ouviu tiros e mais tiros, até que de repente eles cessaram. - Droga, acabou a munição! - Falou o guarda, enquanto tentava atrapalhadamente colocar mais balas em seu mosquete. Essa era a oportunidade de ouro, e assim que ele ouviu isso, o pequeno matador saiu de sua cobertura e disparou contra o segurança. O guarda, habilidoso, ainda conseguiu fazer mais um disparo e acertar o canino de raspão no braço esquerdo, mas antes que ele pudesse fazer qualquer outra coisa, Rex pulou em cima dele com toda a raiva e brutalidade do mundo.

O mink canino derrubou o guarda de costas no chão, e enquanto em cima dele, assim como fez com o Dr. Charles, mordeu, perfurou, arranhou e arrancou pedaços do corpo do seu inimigo enquanto fazia dele uma bagunça sangrenta. A dor insuportável fez com que o guarda derrubasse sua arma no chão, e ao perceber isso, Rex não perdeu tempo e logo decidiu se aproveitar. Ele catou a arma do chão e, após errar um disparo, começou a usá-la como porrete, acertando a cabeça daquele homem com repetidas cacetadas violentissimas e impiedosas, não demorando nem um pouco para ceifar a vida de mais um adversário e criar mais uma enorme poça de sangue.

Caso olhasse na direção da cela onde havia jogado parte das chaves, Rex veria que os presos dali já haviam conseguido se libertar e agora enfrentavam os dois guardas restantes, que em pânico e extremamente assustados, começaram a abrir fogo contra os pacientes que se rebelavam. Ao ver aquilo, os outros pacientes ainda presos batiam nas grades enfurecidos, ansiosos para saírem dali e colocarem as próprias mãos naqueles que haviam lhes aprisionado e atormentado por tanto tempo. Além disso, um esquadrão de mais vários guardas, dessa vez portando longos escudos de madeira e tonfas, marchava em formação pelos corredores, prontos para tentar conter a rebelião que se iniciava.

Deep e Radgar

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Depois de demonstrar seus conhecimentos de química para o chefe da equipe de segurança, Deep não tardou a recomeçar sua ofensiva. Os três guardas restantes, em resposta, puxaram suas pistolas e começaram a disparar saraivadas de tiros comuns contra o assassino, que conseguiu evitar a maioria deles devido a sua enorme habilidade evasiva, pulando, ziguezagueando, ascendendo e soltando chamas para confundir e dificultar a visão dos inimigos. Apesar de seus esforços, a dor imensa vinda do veneno, dor essa que só aumentava com o passar do tempo, dificultou um pouco sua movimentação, o que fez com uma das balas o acertasse bem no ombro, felizmente errando qualquer ponto crítico de seu corpo. Por estarem novamente hiper focados no coala, o tritão conseguiu agarrar um deles pelas costas e desferir uma brutal mordida em seu pescoço, arrancando um grande pedaço e matando-o instantaneamente. Após isso, o artista marcial parou por um instante para assistir atentamente a peleja, torcendo pelo coala e gritando provocações para os inimigos.

Em retaliação pelo ataque que havia sofrido, o demônio acertou os dois guardas restantes em cheio com sua ascensão, levantando ambos bem alto no ar e cuspindo poderosas descargas de eletricidade em todos eles, matando-os instantaneamente. Radgar por pouco conseguiu desviar das chamas, se abaixando, mas não teve a oportunidade de atacar mais nenhum dos dois inimigos que tinham restado, pois suas mortes foram muito rápidas. Ao aterrissar no topo do telhado de um dos poucos edifícios da área que ainda não estavam em chamas, Deep deu seu aviso para o novo aliado e começou a fazer polichinelos, contando com que o veneno em seu corpo fosse sair junto do seu suor. Surpreendentemente, o assassino estava certo, e quanto mais ele suava mais a dor intensa que ele sentia diminuía. Se continuasse assim, era questão de tempo até que seu corpo estivesse totalmente livre do agente venenoso, mas será mesmo que ele teria tempo para continuar seus polichinelos quando ainda restava um inimigo?

- Você tem uma boca bem grande, tritão. Em todos os sentidos. - Bask começou a andar na direção de Radgar, sorrindo confiante. - Vou fechá-la a força para que você nunca mais consiga abrir. - Em alta velocidade, o grandalhão avançou na direção de Radgar e aplicou-lhe um violento soco bem no estômago do criminoso, que decidiu receber o ataque de bom grado. O soco foi tão poderoso que empurrou o tritão, ainda em pé, uns bons dois metros para trás e deixou-o sem ar por alguns instantes. Porém, graças a sua sutil movimentação evasiva, o homem peixe conseguiu por muito pouco evitar que o golpe quebrasse suas costelas. Radgar não conseguiu contra atacar por causa da distância que havia sido aberta entre eles, e teve que fazer muito esforço para não cair de joelhos, mas ainda deu conta de proferir uma outra provocação mesmo assim. Bask fez uma risadinha ao ouvir aquilo. - Vai ser bem prazeroso esmagar você igual uma barata, mal posso esperar. Diferente do demônio ali, não tenho ordens para te levar vivo de volta pro sanatório. - Ele então levantou os punhos em posição de guarda, pronto para atacar novamente. Essa realmente parecia ser uma batalha que os aliados recém formados precisariam levar muito a sério. O fogo nos edifícios se espalhava cada vez mais, jogando para o alto uma enorme nuvem de fumaça negra, e a marinha com certeza já estava a caminho daquele lugar. Já era possível ouvir vários gritos de desespero vindos das pessoas em suas casas, já com certeza tendo percebido o incêndio que se alastrava, mas ao mesmo tempo, com medo de sair na rua.

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"The soon-to-be Empress of the Underworld"

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Re: Cap 3 - Uma gloriosa evolução Qui Jul 28, 2022 11:59 am

Uma gloriosa evolução

Cápitulo 3



Qual o tesão desses caras em atirar no meu ombro? já era o segundo hoje e a dor já estava se somando a anterior e a do veneno, se tornando cada vez mais incômoda. um ponto era chegado que eu começava a fazer meus polichinelos com um braço só. A diminuição da dor muscular que o veneno me causava era um sinal de que minha leitura estava correta e provavelmente o pior que aquilo me causaria já havia passado.

Observando o tritão abaixo de mim, ele parecia se divertir de forma mais masoquista na batalha, não era o tipo de coisa que eu gostava de assistir… Aquele tal de Bask estava sangrando muito pouco pro meu gosto. Olhava para meu ombro danificado e pensava que seria melhor ter algum maldito médico no manicômio, assim eu poderia sequestrar ele para me tratar no navio.

Infelizmente não poderia deixar o humano marinando por muito tempo, odeio fazer as coisas rapidamente, mas estava começando a ficar sem opções divertidas pro futuro.

Seguraria a faca com a boca da barriga e com minha mão verificaria a área do buraco de bala no ombro, mexeria um pouco ao redor da ferida para que a mesma sangrasse um pouco em minha mão enquanto faria uma careta de dor.

Simmm…

Resmungava a entidade enquanto isso, ela sabia muito bem o que estava fazendo, estava pegando mais poder emprestado para poder usar minha habilidade de assombrar aquele desgraçado.

Uma vez feito isso, pegaria minha faca com a mão normalmente e esperaria um momento que o tal do Bask não estivesse olhando pra mim, nesse momento usaria meu assombrar e manobraria pulando nas paredes de forma tão rápida e silenciosa quanto meus ensinamentos me permitiam, ao ponto de parecer que eu apenas aparecia atrás do meu alvo já dando meu corte de faca na vertical em suas costas, um corte que se moveria sempre que ele se movesse, um corte doloroso e incômodo. Assim que o corte ocorresse, já usaria minha velocidade do assombrar para sumir e me distanciar uns cinco metros para trás.

Que foi?

Diria caso o homem me olhasse torto.

Não conhece suas armas, não conhece minhas habilidades… Sério… Você está passando vergonha, humano…

Spoiler:

Manteria meu posicionamento referente aos outros dois de forma ao humano estar sempre entre mim e o tritão, assim ele não conseguiria olhar pros dois ao mesmo tempo devido a diferença de cento e oitenta graus em nossas posições.

Sempre que o tritão fizesse algo que chamasse a atenção do humano de forma ao mesmo parar de olhar para mim, usaria a velocidade silenciosa do meu assombrar para me aproximar, cortar seu tronco com a faca e voltar para minha posição inicial como se tivesse simplesmente aparecido do lado do meu alvo por um instante.

Se o humano tentasse me atacar com seu corpo, tentaria bloquear com uma das cabeças das costas, a que estivesse mais perto do golpe, a mesma morderia o corpo do humano para o segurar com minha força, enquanto eu reagiria com a mão livre para esfaquear seu tronco com perfurações diversas mirando a área mole da barriga, onde não teria muito osso a ser acertado que danificaria minha lâmina.

Se em algum momento, estivesse mordendo o humano para o segurar, após o esfaquear, jogaria o mesmo para cima como se fosse um boneco e o assistiria cair no chão, enquanto riria de sua dor.

Caso algum ataque do tritão, errasse seu alvo e viesse contra mim, desviaria rapidamente com um pulo para a parede mais próxima, na qual pegaria impulso e me reposicionaria para rodear o humano.












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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Re: Cap 3 - Uma gloriosa evolução Sex Jul 29, 2022 12:58 am



 

     
Cap I  
       
Shin'en no Same!

     

 

 
Após finalizar um dos homens que estavam atirando no Koala, viria dar uma relaxada ao observar a luta da criatura e o outro cara. Acabava provocando-o, e recebendo uma resposta bastante petulante dele. – Olha aqui rapaz... Erguia o dedo de forma a enfatizar minhas palavras. –...tenha respeito! Sua mãe pode até gritar igual uma puta velha mocoronga, mas pelo menos ela tem cordialidade. Proferia com um sorriso Maquiavel no rosto ao tempo que debocharia descaradamente.

Notava o homem vir em minha direção e ainda portando aquele sorriso zombeteiro, acabaria abrindo os braços e dizendo. – Ahhh! Enfim, você aceitou meu amor! Vem que o pai vai lhe dar um abraço fraternal! A zoeira havia sido boa, mas o seu custo seria cobrado. Afinal, o filha da puta me atingirá em cheio. A força do maldito não era brincadeira. “Ahhhh! Que coisa gostosa. Sim, essa sensação de formigamento. Dor muscular e falta de ar... sempre uma satisfação em recebe-la.” Divagava por um instante enquanto forçava as pernas meio bambas a não tombarem.

- Vahahahaha! Que força dos infernos mané! Que inveja cara. Uma pena que você vai morrer hoje, podíamos ter saído e tocado o terror em algumas pessoas junto, é sério. Diria rindo enquanto cuspiria no chão. – Vamos aproveitar esse cenário infernal... o que você acha de brincarmos de pega-tritão! Diria acenando para ele e então virando de costas e começaria a correr. – Se você me pegar, ganha um prêmio! Provocaria com minha lábia ao tempo que usaria uma isca de forma furtiva. “Esse otário vai cair na minha armadilha igual peixe na minha rede.”

Não seria uma ação tão insana assim. Havia percebido a diferença de minhas forças, mas por outro lado ele tinha dificuldades com o Koala. A matemática era simples, não? Era só eu chamar atenção desse arrombado e deixar o Koala pegar ele de surpresa. Bom, havia a chance do Koala simplesmente fugir e deixar eu me fodendo. Mas isso era só uma hipótese, eu resolvo isso “se” ocorrer.

Durante minha fuga tentaria deixar uma distancia de alguns metros, mas não correndo ao ponto de fazê-lo me perder de vista; considerando que eu fosse mais rápido. Considerando que ele estivesse no meu encalço, pudesse me alcançar antes do Koala fazer algo. Eu simplesmente evitaria isso, de uma forma bem imprevisível, ao me impulsionar para trás com um pulo invertido e agarraria de frente por meio de um abraço com as mãos e pés, aprisionando-o provisoriamente. – Surpresa! Aqui está seu prêmio... otário! Desferiria várias e várias mordidas. Visaria sua face, cabeça e garganta. Talvez eu não o matasse, mas com certeza deixaria incontáveis marcas.

Após as mordidas, analisaria rapidamente a localização do Koala e então soltaria o humano e chutaria o bico de seu estomago para me afastar dele. – Quem diria... eu sou um ótimo cirurgião plástico! Diria gracejando. – Ficou até mais bonito que antes na base da mordida, Vahahahaha! Riria no final enquanto desfrutaria da dor que o inimigo expressaria. “Isso mesmo, fique com mais raiva; me odeie; queira vingança. Ahhh, eu não me canso disso. Sempre é excitante ver a ralé se fodendo.” Colocaria o dedo do meio para ele para incentivar ainda mais seu ódio para comigo.

Caso o humano não tivesse me seguido, com objetivo de chamar sua atenção e fazer ele me seguir, usaria minha lábia para instigar sua atenção em mim. – Então você quer me matar? Poh... entra na fila. Dizem que a dor de pau pequeno é sempre odiar o próximo. E então pegaria o minguinho da mão e colocaria entre o meio das pernas para sinalizar o que estava dizendo para o humano e debochar ainda mais dele.

Caso durante minha fuga, aqueles outros vermes tentasse me impedir ou me atingir com suas armas, simplesmente evitaria ao me atirar para o chão e/ou dar alguns mortais para dificultar suas miras e efetivar minhas capacidades defensivas. Sempre é claro, atento ao humano que estava querendo me caçar. – Espera aí amorzinho... eu já volto. Diria apontando para os outros que teriam me alvejado. Não perdendo o foco de fugir e fazer o humano me seguir e assim possibilitar que o Koala recebesse um relativo descanso.

 
     


     
     

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Re: Cap 3 - Uma gloriosa evolução Sex Jul 29, 2022 10:12 am



F u g ado Hospício




Rex tinha feito mais uma vítima e assim seu plano de fuga tinha continuidade, claro, agora com um novo empecilho. Toda aquela bagunça deixava o selvagem animado, afinal, sair dali sozinho era algo claramente improvável e ver os outros presos enfrentando os guardas deixou tudo mais simples - VAMOOOOS FUGIR! - Gritou o cachorro deixando que o sangue - e a chave também caísse da boca - do último antagonista escorresse pelo canto da sua boca e também pelo corpo, que na estava banhado com o sangue de outras figuras. A chave ainda estava com ele? Sim e agora ele iria libertar ainda mais pessoas.

O pinscher rapidamente pegou as chaves e tentou abrir as tranças mais próximas, observando a presença dos novos inimigos que carregavam escudos, algo que chamou a atenção do Mink. Ele tentava uma ou duas vezes, dependendo do quão próximos os guardas estariam dele, já que ele não podia enfrentar todos sozinho. Se tivesse êxito em sua função passaria para outra cela rapidamente, no último caso, jogaria a chave para o interior da mesma, lada que os presos pudessem se libertar por si só. De qualquer forma, tendo libertado ou não outras pessoas, antes que pudesse ser alcançado pelo esquadrão que estava vindo, Rex correria em direção ao primeiro grupo - mas antes, pegaria a tampa da lixeira para usar como escudo - que havia sido libertado, se envolvendo na briga contra os dois guardas que estavam por ali.

Por que ele fez isso? É bem simples! Ele queria acabar rapidamente com aquela dupla, para que os homens ficassem livres para enfrentar o esquadrão que estava a caminho. Os movimentos de Rock eram simples, empunhando a tampa como um verdadeiro escudo o Mink correria com velocidade e então saltaria na direção de um dos guardas, tentando atingi-lo com uma "escudada" em sua face/tronco, visando o derrubar no chão. Sendo efetivo na sua primeira investida, a criatura acertaria a lata de lixo na face do homem repetidas vezes, batendo uma, duas, três e continuando até que seu crânio fosse esmagado ou a tampa destruída. Ele iria parar por aí? Não! Mais uma vez usaria seus caninos para dilacerar o pescoço do seu inimigo, puxando um grande pedaço daquela região e cuspindo logo em seguida.

O Mink esperava que os outros homens e mulheres lidariam com o último guarda, mas, ele iria para cima do mesmo caso tivessem tendo problema, aproveitando da bagunça para grudar em sua perna e morder raivosamente. Claro, ainda restava o esquadrão que estava a caminho - AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! - O Mink gritava segurando seu escudo - ou não - partindo correndo em direção ao esquadrão e literalmente pulando contra quem estava na frente, esperando que os outros viessem com ela. Independente do que estava acontecendo, Rex esperava estar no meio dos inimigos e então ele usaria tudo que estivesse em mãos, sejam suas garras ou o escudo para bater, defender, ferir e até mesmo morder seus inimigos. Ele seria acertado? Provavelmente, porém, enquanto estivesse consciência o cachorro seria um verdadeiro animal selvagem.




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Rex D. RockUm homem sensato fugiria... Mas não é o meu estilo.



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Re: Cap 3 - Uma gloriosa evolução Dom Jul 31, 2022 5:44 am



Rex

Depois de tirar a vida de seu perseguidor, Rex rapidamente voltou a passar as chaves para tentar libertar os pacientes do manicômio. Dessa vez, por sorte, conseguiu de segunda acertar a chave correta e, em meio a uma torrente de urros de satisfação vinda dos presos, libertou mais uma leva de sua cela tão apertada. Os pacientes recém libertos saíram como uma furiosa manada de búfalos  na direção da saída, apenas para se chocarem diretamente com a formação do grupo de guardas que bloqueava o corredor. A massa de pacientes se chocava de forma feroz e brutal contra aquela parede de escudos, mas embora não faltasse determinação naquele grupo sedento por liberdade, seu número ainda era muito pequeno para conseguirem superar aqueles guardas tão organizados. Pouco a pouco aquela disputa se tornou uma disputa de resistência, e se a situação continuasse assim, venceria quem aguentasse por mais tempo.

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Pegando para si a tampa de uma lata de lixo, Rex decidiu atacar os dois guardas com mosquetes que ainda tentavam conter os pacientes da primeira cela, aquela que se libertou sozinha após o mink ter jogado para eles o maço de chaves. Nessa altura, os dois seguranças abriam fogo contra os pacientes e estavam focados totalmente neles, o que deu ao canino a chance perfeita para tentar pegá-los de surpresa. Empunhando a lata de lixo metálica, Rex disparou correndo na direção do mais próximo dos dois guardas, e depois de acertar-lhe uma boa “escudada” no rosto, fazendo-o cair de costas no chão atordoado com o impacto, o mink ainda aplicou nele uma série de cacetadas com o escudo bem no rosto, batendo e batendo sem piedade até que a cara do segurança havia ficado quase que irreconhecível. Por fim, ele ainda arrancou um pedaço do pescoço de sua vítima e o cuspiu fora, gerando mais um banho de sangue e ceifando de vez o que aquele homem ainda tinha de vida sobrando.

O horror de presenciar a morte brutal de seu companheiro fez com que o outro guarda baixasse momentâneamente a guarda, o que deu aos outros pacientes a oportunidade de derrubá-lo no chão e incapacitá-lo com porretadas e pontapés. Agora, restava apenas o grupo de guardas com escudos que bloqueava o corredor e media forças com a outra massa de pacientes recém libertos. Tendo dado cabo dos dois guardas com mosquetes, o primeiro grupo de pacientes partiu para ajudar os seus colegas a superar os guardas que se protegiam com escudos e porretes. Agora com esse reforço, lentamente os pacientes do manicômio começaram a ter sucesso em fazer os guardas recuarem alguns passos, mesmo que nenhum deles ainda tivesse rompido sua formação. Furioso e bestial, Rex partiu pro meio da batalha que ali acontecia, e devido ao seu pequeno tamanho, conseguiu se infiltrar no meio das fileiras inimigas e logo começou a atacá-los sem piedade com arranhões, mordidas e porradas com o escudo. O mink foi vítima de alguns pisões e chutes, mas o dano que infligiu as pernas dos oponentes foi bem maior do que o dano sofrido por ele. A maré do combate parecia estar começando a virar em favor dos pacientes do manicômio, porém, já era possível ouvir também o barulho de um outro grande grupo de pessoas se aproximando por trás dos seguranças, seriam reforços deles ou alguma outra coisa? Isso Rex não tinha como saber ainda.

Deep e Radgar

O incêndio ficava cada vez maior e as labaredas se espalhavam sem controle pelos edifícios de Sirarossa. Nuvens negras de chuva se acumulavam mais e mais no céu da noite graças ao calor gerado pelo fogo. As pessoas, aterrorizadas, já pulavam das janelas e fugiam de suas casas enquanto tossiam por causa da quantidade enorme de fumaça. Um dos pequenos prédios incendiados desmoronava depois de ter tido suas fundações derretidas, gerando um estrondo imenso e levantando também uma densa nuvem de poeira, como se já não bastasse a fumaça.

No intuito de armar uma arapuca para Bask, Radgar bateu em retirada logo após soltar mais uma provocação, passando a correr pelas ruas de Sira para que o seu inimigo o perseguisse e parasse de prestar atenção no coala demoníaco. - Não vai escapar de mim assim tão fácil! - O humano respondeu, entrando em perseguição. Graças a sua iniciativa, o tritão conseguiu manter-se distante do segurança enquanto ambos corriam pelas ruas, mas parecia ser uma questão de tempo até que a velocidade superior do guarda fizesse com que ele alcançasse Radgar. Deep, apesar disso, tinha outros planos. O assassino, ao perceber que o oponente estava focado no artista marcial, usou sua habilidade de assombrar e, com precisos e atléticos movimentos, conseguiu furtivamente se aproximar das costas de Bask, tal como um fantasma, e desferir-lhe uma facada nas costas.

Para a surpresa do coala, o humano estava usando uma camada de armadura por baixo de seu sobretudo, o que fez com o que a facada não fosse tão devastadora quanto poderia ter sido se tivesse acertado uma parte exposta do corpo. A “armadura” parecia ser feita de algum tipo de malha que Deep não reconhecia, mas certamente não era metálica. Bask tentou contra atacar quando sentiu o golpe, mas quando virou para trás seu inimigo não estava mais lá. Aproveitando-se da oportunidade dada pelo demônio, Radgar partiu pra cima do humano no intuito de mordê-lo mirando nas partes superiores de seu corpo. O guarda, porém, conseguiu defender com seu antebraço esquerdo no último segundo. O humano fez uma expressão de dor ao sentir as presas do tritão penetrarem seu antebraço, mas logo respondeu com um poderoso soco cruzado na lateral de sua cabeça, o que mandou-o voando para trás por uns bons cinco metros.

Esse último golpe fez um belo hematoma na bochecha do tritão, mas em compensação, deu mais uma abertura para que Deep conseguisse continuar suas facadas furtivas, cada uma fazendo mais e mais cortes no corpo do humano, que não conseguia se defender bem daquele tipo de ataque e ainda por cima estava com o antebraço esquerdo extremamente ferido graças a mordida que tinha recebido. Nessa altura, o torso e o braço esquerdo do chefe da equipe de segurança do manicômio estavam cheios de sangue e retalhos de roupa. - Heh, vocês tão me dando mais trabalho do que eu havia imaginado. - Falou ele, já não mais tão confiante quanto antes.

Durante a correria antes iniciada por Radgar, os três combatentes foram parar, coincidentemente, bem na porta do manicômio de Sirarossa. Antes que Bask pudesse falar ou fazer qualquer outra coisa, mais um rapaz de roupas táticas e mosquete veio correndo de dentro da grande construção até onde estava o grandalhão, abrindo o portão de metal às pressas com um pontapé.. - Sr. Bask, começou uma rebelião em larga escala no sanatório! - O subordinado avisou, claramente agitado e nervoso. - Não sei se vamos conseguir lidar com isso sozinhos, precisamos de mais reforços! - Ele concluiu. Bask olhou para o seu subordinado, uma fúria intensa em seu olhar. - De todas as horas pra uma coisa dessas acontecer! - O grandalhão cerrou os punhos, e logo em seguida voltou novamente seu olhar para os inimigos. - É, parece que vamos ter que acabar essa brincadeira o quanto antes! - Ele ergueu novamente os punhos, esperando o próximo ataque de Deep e Radgar.

Cap 3 - Uma gloriosa evolução - Página 2 GmZ47Xk


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"The soon-to-be Empress of the Underworld"

Cap 3 - Uma gloriosa evolução - Página 2 UNCo9W5