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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

Ato II — Tiro, Porrada e Água

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Achiles
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Achiles
Pirata
Ato II — Tiro, Porrada e Água Sex Jun 24, 2022 4:00 pm
Relembrando a primeira mensagem :



Ato II — Tiro, Porrada e Água


Nymeria Nymph [Caçador de Recompensa]

não possui narrador definido.
Aberta

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subaúma
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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Qua Set 21, 2022 12:24 pm






Jungle D. Palomero
x Turno 18 x



-AAAAAAAAAAAA!!! SOCORRO!!! EU TÓ PRESO! - Gritava em desespero pedindo ajuda, e, assim que fosse puxado, puxaria Pacha junto. Depois de ser puxado para fora da tubulação, olharia constrangido para os demais. Abaixaria a cabeça, mas não muito.

- Desculpem... e... obrigado por salvar a gente....

Kako,o macaco me deu um puxão de orelha. Faz muito tempo que não recebia uma dura assim…Até me lembrei da mamãe…

-Tudo bem... Mas por favor, não queimem nenhuma árvore. O fogo se espalha como uma peste e espalha a morte de quem não tem culpa…

Timidamente, afirmei com a cabeça ao ouvir o questionamento do símio sobre o porquê das minhas ações - Foi... - falei envergonhado.

Mas o sorriso não demorou em brotar na minha face, assim que ouvi as reais intenções daquelas pessoas eu me animei - Eu estou em busca do meu primeiro Mascote de batalha!! - olhei para Pacha - Você não conta. Somos família, lembra? - e ai voltei a atenção para Kako - eu vim pra essa ilha pra isso pois ouvi falar que tinha uma grande floresta, mas parece que não vou poder explorar a mata por agora... Então... Já que vocês vão proteger a floresta, eu quero ajudar vocês!! - Mas ai eu me lembrei que o macaco me falou para perguntar as coisas antes - Quer dizer, eu posso ajudar?

A resposta do símio era possitiva. Dizia ele que estava montando um novo grupo com a Sada-chan…a bruxa…. e até se disponibilizou a me ajudar capturar meu primeiro mascote

-ZaZaZaZa!!! Ouviu isso, Pacha? Parece que fazemos parte de um novo grupo agora!


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Shiori
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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Qui Set 22, 2022 10:47 pm



Kako, Sada & Palomero

Nosso garoto bode era certamente inacreditável, ele fazia coisas que não eram esperadas, e certamente seriam lembradas por muito tempo. Sada logo havia percebido onde o garoto estava metido, e também sabia que precisava tirar seu tempo.

Aquilo era demais pra mente de todo mundo ali, mas logo Kako ajudou ele enquanto Sada se retirou do local para ir atrás do seu professor. Enquanto isso o Mamaco e o Bode batiam papo, enquanto Pacha respirava mais aliviado estava deitado no chão de barriga pra cima como se tivesse quase morrido.

Ele logo berrava se comunicando com Palomero. Vitrus se mantinha rindo da situação ainda.-Béeeeee Béeee Béeeaa (A vida é curta, quero comer)- ele parecia ter fome depois de sentir que poderia morrer de uma forma tão facil, o nosso pequeno bode estava num momento reflexivo.

Sada

Sada então se movia pelo lugar e via Aegon, que ela usava pra questionar sobre a existência de um ferreiro por aquelas bandas, algo que era certamente importante para a situação subsequente.-Ferreira em? Segue pra aquele corredor que você acha.- Disse ele apontando para um corredor bem longo que ia pra uma sala bem isolada.

E se ela seguisse por ali iria chegar a uma sala aberta, onde veria a fornalha acesa, os foles para aumentar a temperatura do fogo, os moldes das mais variadas armas, martelos e pinças, todo tipo de material de forja possível. Do outro lado da sala, separada por uma paredinha mas dando pra ver tudo, tinha material e mesas de costura, pra trabalhar com esse tipo de serviço.

Mas certamente a coisa que mais chamava atenção na sala era a ferreira, uma mulher de cabelos longos pretos, usando um top preto, e exibindo um abdômen bem torneado, ela provavelmente tinha em torno de dois metros. Ela exibia uma musulatura belissima essa certamente estava em forma.

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Suas mãos tinham uma energia vermelha em volta que ela ativava pra mexer no fogo sem se queimar aparentemente, mas era incerto o que se tratava, e então ela se virou para Sada percebendo sua entrada.-Bem vinda garota, o que deseja aqui?-Era seu questionamento para ela, que poderia finalmente pedir para realizar seu aprendizado naquele momento.

A mulher era observadora, ela parecia prestar bastante atenção em Sada, tentando delimitar bem quem era ela, apesar de tudo tratava-se de uma desconhecida e ela não teria aquele nome na memória ainda.

Palomero & Kako

Enquanto isso a conversa era sobre ir lá pra fora ou se Vitrus precisava de ajuda já por agora, algo que bem, ele de fato ia precisar em algumas horas.-Temos muito trabalho, mas por hoje, para não colocarmos essas pessoas em risco, vamos esperar a poeira baixar. Entretanto, se forem pra floresta, tomem cuidado, e tentem não se envolver com ninguém da caçada. Outra coisa a floresta é cheia e armadilhas, cuidado para não serem pegos.- Explicou ele para a situação ao qual eles buscavam.

Além disso ele fez outra sugestão que poderia ser válida ou interessante para eles.-Mas se não quiserem ir tão longe, essas montanhas tem outras cavernas e animais por elas, se quiserem podem achar animais legais na caverna. E nos arredores da montanha.-Era uma ideia honesta e menos perigosa até então, ainda assim, não dava pra se saber qual o nível de interferência que eles fariam de forma geral.

Spoiler:

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Sadakiyo
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Sadakiyo
Revolucionário
Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Qui Set 22, 2022 11:15 pm






Sada Kiyoshi
x Turno 15 x



Agradeci ao tritão. — Obrigada, Aegon. — Em seguida segui pelo caminho. Me atentaria, caso houvesse, nas batidas de ferro e o provável calor. Era um ferreiro então o que mais poderia haver era ferro e calor. O corredor me levou a uma sala isolada, o que definitivamente é bom para todo mundo, afinal quem gostaria de ouvir o som de batidas e sentir o calor emitido pela fornalha? Bem, somente o ferreiro, claro. E foi justamente neste pensamento, no de encontrar um ferreiro que fui até a sala.

Porém fui completamente surpreendida pela figura que ali estava. Ela chamava sim atenção. Seu corpo, escultural, parecia ter recebido pincelada de deuses e os retoques dos mais renomados artistas. Era perfeito nos mínimos detalhes. — Uau... — Deixei escapar. Ela era muito atraente, tinha um porte físico que me arrep... digo, me chamava muito atenção.

Me chamo Sada, queria aprender um pouco da arte da forja. — Disse, com os olhos fixos no dela. Queria me aproximar também, isso se o calor abrasador não me incomodasse ao ponto de me sujar, ou coisa do tipo. Minha roupa estava impecável e deveria ser mantida assim. Também me importava com meu cabelo, lavei-o depois da batalha enquanto descansava e cuidava de mim. Também não queria que o cheiro da fuligem se impregnasse em mim. — Por favor, me instrua no que envolve ser um ferreiro. — Dei uma pausa e olhei seu local de trabalho. Olharia os instrumentos, ela, a fornalha, ela, olharia também a mesa de costura, os olhos dela e terminaria olhando suas mãos em ação. — Um bom ferreiro. — Sorriria.

~~ INÍCIO DO APRENDIZADO DA PERÍCIA FORJA ~~

Prestaria atenção em cada detalhe por ela apresentado. Não deixaria escapar nem mesmo uma única sílaba de suas falas, nem uma direção, instrução e nem orientação. Daria total atenção a como ela falava, por que ela falava e principalmente o motivo daquelas instruções, principalmente as mais detalhadas e específicas.

Em seguida, caso houvesse uma oportunidade, tentaria replicar seus ditos através de movimentos de mão, olhares e também com ferramentas em mãos. Nunca trabalhei com isso, porém me chamava atenção como ela, e também um jovem ferreiro de uma célula que servi no passado, em como eles tinham tanto cuidado na forja de armas e confecção de características tão únicas.

Ao fim, caso houvesse, terminaria o momento em uma despedida próxima. Um aperto de mãos, se possível, e um olhar mais direto, porém não incisivo. Deixaria meu sorriso também. — Gostei de ser instruída por você. — Diria de um modo simpático. Caso ela respondesse positivamente eu responderia a altura com a despedida de olhares, dando as costas e saindo. Porém caso fosse mais rude, ou de um modo bem menos carismático do que eu imaginava, apenas diria: — Obrigada. — E sairia.

~~ FIM DO APRENDIZADO DA PERÍCIA FORJA ~~

É verdade que aquela nova habilidade me habilitaria em novos caminhos para meu grupo. Inclusive queria coloca-la em prática junto de outras habilidades, principalmente com projetos bem especiais e secretos, se poderiam ser chamados assim planos futuros mais abrangentes e mirabolantes.

Procuraria então Kako e o pequeno Palomero para o desenrolar de nossa situação. — Estamos de saída? — Diria após pegar meu machado onde quer que estivesse e me colocar a total disposição.


Histórico:



Última edição por Sadakiyo em Sab Set 24, 2022 9:25 pm, editado 2 vez(es)
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Formiga
Desenvolvedor
Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Sex Set 23, 2022 4:24 pm





Kako, O Macaco
x Turno 23 x



Tudo aconteceu com sucesso, o pequeno estava livre e posteriormente conseguir uma informação interessante para o mesmo - Entendo, não tem problema. - A missão era algo que me animava, mas fazia sentido não partir em uma naquele momento, precisavam lidar com todos aquelas novas almas - E ai? Quer ir? - Perguntava ao garoto, mesmo que não fosse o que ele planejava, as palavras de Vitrus indicavam a presença de alguns animais nas cavernas, talvez, ele podia encontrar algo de útil pro lá - Não tenho nada para fazer por agora, posso lhe acompanhar se quiser. - Bradava com um sorriso largo na face.

De qualquer forma, ficar por ali me parecia tedioso, porém, não tinha outro caminho para seguir além de esperar aquele dia passar, talvez aproveitar um pouco para descansar fosse interessante - “Não tenho nenhum pertence em outro lugar, acho que não preciso voltar.” - Isso era verdade, podia permanecer por ali independente do tempo - Para que lado? - Perguntava ao homem, ouvindo a resposta e voltando a atenção para o pequeno bode - E o que você procura? Animal grande? Pequeno? Tem algo em mente? - Questionava os objetivos do jovem, caso fossemos mesmo, era bom ajuda-lo a encontrar para não perder muito tempo por lá - Acho maneiro animais grandes, pretendo ter um rinoceronte um dia. O problema todo é alimentar ele, algo grande assim deve comer bastante. E onde ele vai dormir? Não tenho nem casa. Você sabe se eles ficam em celeiros? Não sei se rinocerontes tem uma interação maneira com os cavalos, por exemplo. - Bradava um tanto quanto acelerado.

De qualquer forma, se o pequeno Palomero quisesse ir, não pensaria duas vezes em acompanha-lo - ENTÃO VAMOS! - Falava animadamente já começando a andar na direção recebida por Vitrus, ou simplesmente buscaria visualmente pela montanha - POR ALI, PEQUENINO! - Continuava apontando em direção a montanha, na esperança que as cavernas ficassem por lá, imagina se fica em outro lugar? - Vamos vasculhar as cavernas e fuçar a floresta se for preciso! Está pronto guerreiro? - Comentava - Aliás, cuidado com o brilho da Lua, você sabe como isso funciona na gente né? - Questionava um pouco preocupado, ele sabia né? Não podia não saber daquilo. Bom, antes de tudo, procuraria por Sada, vasculhando o lugar em busca da mulher e a informando - Estou indo com o pequeno mas Cavernas, vamos ver o animais, quer vir? - Falaria ao vera mulher.

A princípio, guiava o garoto em direção a montanha, dando espaço para ele aproveitar do caminho e olhar o que desejasse, mas, sempre mantendo a atenção no caminho e principalmente evitando o céu, caos já fosse noite. Usaria o chapéu para cobrir meus olhos e evitar qualquer tipo de problema - E então, cadê os bichos? - Falaria caso chegasse no lugar, seguindo sempre o pequeno se ele mostrasse um conhecimento do ambiente ou alguma noção de onde procurar.


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subaúma
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Jungle D. Palomero
x Turno 19 x



Felizmente, eu e Pacha fomos salvos da possibilidade de ficarmos presos naquela tubulação para toda a eternidade. Eram o moço chamado Vitrus junto do macaco, mas a moça de cabelos brancos estava indo para longe… “será que ela ainda tá chateada por eu chamar ela de bruxa?”.... Não tive tempo de ponderar sobre isso, pois Pacha já veio reclamando por estar com fome.

-É, depois daquele cagão sua barriga deve estar mesmo vazia né? ZaZaZaZa!!! - dito isso, buscaria por algum monte de papéis ( pode ser comida também) pegaria os mesmos e daria para meu irmão - “Buoné apetitoso”, como dizem os chiques!

Vitrus explicava que não faríamos mais nenhum plano perigoso hoje, e, depois ele falou que existiam algumas cavernas seguras onde poderíamos explorar. Kako pareceu gostar da idéia de ir explorar as cavernas, afinal, ele mesmo propôs tal incursão. Meus olhos brilharam ao ouvir tal convite, abracei Pacha, e, em êxtase, eu respondi - MAS É CLARO!!

Quieto eu observei enquanto o macaco estiloso obteve as direções das cavernas. feito isso, iria seguir o mesmo imitando sua forma de andar.

Quando ele me perguntou sobre o tipo de animal que eu quero, sorri e estufei o peito. Iria levar o dedo indicador até o meu nariz e iria coçá-lo, indicando a modéstia que me faltava.

-Já que você me perguntou, eu irei te dizer, meu amigo macaco. - Respondi com pompa, fazendo uma voz mais grave do que o comum - Dentre os tantos animais incríveis que existem nesse mundo, eu estou atrás do espécime mais belo e útil que existe!! Nem grande e nem médio…- então, aproximaria o dedão com o indicador - … eu quero achar uma abelha rainha pequetitica assim!! Se eu conseguir domar uma dessas, talvez eu consiga criar uma colmeia e aí eu vou ter mel pra sempre….- minha boca começou a salivar - ….melzinho…. beeem docinhoooo….

Acordei de meus devaneios quando ouvi Kako-san falar que queria ter um rinoceronte.

-Uau!! Rinocerontes são tão maneiros!! Eu posso domar um para você! - falei ao bater o polegar no meu peito - Rinocerontes são herbívoros, não gostam de carne… Mas realmente comem um montão assim - ergui os braços o máximo que conseguia - Mas eu acredito que ele não goste de estábulos. Nem cavalos gostam. Os bichos gostam mesmo de poder ir pra lá e pra cá quando quiserem, sabia? É tipo a gente.

-MAS É CLARO QUE ESTOU PRONTO!!! - Respondi quando Kako-san perguntou. Estava empolgado e saltitante, mas quando vi a moça de cabelos brancos senti o meu rosto ferver de vergonha. Eu chamei ela de bruxa e ela não gostou. Escondido atrás de Kako, eu olharia para ela timidamente, por medo de ela estar brava, e, quando ela me olhasse, iria sorrir para a mesma - senhora que não é bruxa … você quer vir com a gente?

Seguiria pelo caminho indicado junto de Pacha e meus novos dois amigos. Durante a caminhada, iria me aproximar da moça e, involuntariamente, pegaria sua mão. Não sei por que eu faria isso… Talvez seja o costume de andar de mãos dadas com a mamãe…


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