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Ato II — Tiro, Porrada e Água

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Achiles
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Achiles
Pirata
Ato II — Tiro, Porrada e Água Sex Jun 24, 2022 4:00 pm
Relembrando a primeira mensagem :



Ato II — Tiro, Porrada e Água


Nymeria Nymph [Caçador de Recompensa]

não possui narrador definido.
Aberta

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Shiori
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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Seg Set 12, 2022 12:39 pm



Kako & Sada

Agora a garota tinha companhia e não iria deixar barato, mas eles também não iriam ficar ali lutando, isso não tinha propósito agora que Vitrus estava ali. Mas ainda iriam ter de se livrar dos que perseguiam a moça, onde rapidamente Kako disparou uma gigantesca rajada de raios seguida de outra e outra enquanto macacava pelo ambiente.

Vitrus também rapidamente disparou um chute com a rajada de ar cortante, seguido de um Soru e um golpe veloz jogando outro amontoado pra longe, enquanto Sada, bloqueava com seu machado os que estavam mais em cima dela, e os empurrava para trás durante seu processo defensivo.

Aquilo abria espaço para o Macaco finalizar eles com uma rajada enorme. Nesse momento o homem liderando a missão se pronunciava.Vamos, eles não vão parar de vir, e as crianças fizeram barulho, eles vão circundar essa região, então temos de ir logo, não adianta ficarmos batendo cabeça com esses caras.- Ele disse começando a seguir agora que os inimigos estavam distantes e os mais proximos tinham sido derrubados.

E com isso seguiam floreta adentro até se aproximarem do grupo.

Palomero

Para o rapaz as coisas estavam tranquilas, onde ele conhecia agora sua nova amiguinha, que conversava com ele entendendo de onde ele tinha tirado aqueles titulos.-São nomes legais, eu me chamo Tassa. Oii- completava ela cumprimentando Pacha, que estava agora mais tranquilo após o afago de Palomero e respondia ela como o seu amigo tinha instruído, mandando um grande Bééééé- Era só um oi animado.

Apesar disso, o bode estava preocupado com a situação dado o fato de que ele ainda caminhava com desconhecidos, mas mais calmo e tentava seguir sem tantas preocupações. Enquanto isso a pequena começava a explicar o que sabia sobre ter vindo parar naquele lugar.-Não sei não, tava andando pra padaria, aí apaguei e acordei aqui.-Explicou ela que foi algo pelo mais completo acaso.

E Pacha naquele momento estava animado com a ideia de que eles poderiam ser irmãos, marchando felizão agora que ele pensava que era bem verdade, chifres e chifres, nariz e nariz, pelo e pelo, só podia ser isso, eles eram definitivamente irmãos, e por isso se davam tão bem.

E era aí que o grande robô surgia ela ficava maravilhada com ele, era um brinquedo que aos olhos dos adultos poderia parecer pouco, mas aos dela era mágico.-Posso mesmo? Ele parece bem incrivel!!!- E então ela o receberia brincando com ele, enquanto caminhava junto da galera. Então enquanto isso ia acontecendo Palomero incentivava as crianças para voltar para um tunel que ele conhecia, ele certamente tinha esquecido que o túnel estava cercado da última vez que viram e sendo investigado e Eririka ainda fez um desabamento nele para evitar que eles chegassem de volta ao topo rápido pelo outro lado.

Kako, Sada & Palomero

E no momento que Palomero ia fazendo sua sugestão um Macaco que Palomero via pela primeira vez, um homem que vestia a roupa da organização comedora de criancinhas, e a “Bruxa” que protegeu ele surgiram ali, Vitrus logo já ia dizendo.-Voltar não, precisamos chegar na base, rápido, aceleramos o máximo que der. Aegon, puxe a frente já que está ferido, vai ditar o ritmo.- Ele dava as ordens de certo modo tomando as rédeas da situação.

E logo ele começava a falar também com Eririka.-Então finalmente vai se juntar conosco Eririka? Ou o acaso te trouxe aqui?- ele parecia claramente interessado em recrutar a mulher, que sorria de leve apenas com os lábios respondendo ele, que mantinha a atenção nos arredores.-Foi meramente acaso, mas calhou bem.-Disse ela de forma bastante sucinta.

Dada a situação ele comentava mais algumas ordens para a situação, antes de se aproximar do pequeno e do bode.-Cuidado, eles podem vir de qualquer direção, caminhem sempre de olho qualquer problema nos apontem e resolveremos o mais rápido que pudermos. Sada, tenha cuidado, sempre com o machado preparado.- E assim ele ia até o pequeno garoto caprino.-Você tem bom traquejo social, se puder tente acalmar um pouco mais as crianças, elas vão te ouvir mais fácil que a mim.- era o modo de contenção de danos com o barulho.

Por fim, ele falou com o hosmi mamaco.-Escuta, você está interessado mesmo em ser um revolucionário? Se estiver, podemos oficializar isso quando chegarmos à base.- Disse fazendo uma confirmação com a cabeça nesse ponto.


Spoiler:

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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Seg Set 12, 2022 3:02 pm





Kako, O Macaco
x Turno 19 x



Golpes foram distribuídos e a interação ocorreu com certa clareza, mesmo que a situação não fosse uma das melhores. De qualquer forma, pelo jeito aqueles caras eram diferentes dos revolucionários que encontrei no passado, aparentemente não são tão extremistas como ele, algo que de fato me incomodava pra caralho. Aliás, aquele era um momento em que eu estava apenas seguindo o fluxo, já que precisava entender no que tinha me metido e principalmente, tentar descobrir o que tinha rolado entre o tritão e aquele ferreiro, sério, eu estava curioso.

De qualquer forma, não demorou muito para que encontrássemos aquelas crianças de antes, inclusive, haviam algumas figuras bem caricatas por ali. Mas, o principal não era isso e sim as ordens que aquele revolucionário passava, ele era de fato um líder e aparentava ser alguém justo, já que deixou o ritmo para quem estava ferido, evitando que ele fosse deixado para trás. Não tardando para me questionar sobre meu interesse — Bem, essa pergunta é difícil.— Talvez ser um revolucionário fosse meu destino, porém, algumas experiências do passado me deixavam com um pé atrás, uma má impressão do caralho — Como falei antes, compartilho dos ideias, mas me deparei com algumas figuras extremistas e bem, aquilo não acabou da maneira que imaginei. Sei que generalizar é algo feio, no entanto, a experiência que tive deixou essa marca. — Sinceramente não queria entrar em detalhes — Vocês não parecem ser que nem eles, pelo que vi, posso dar um voto de confiança. — Aquela era uma das poucas vezes que me veriam sério — Último caso eu pulo fora e faço a revolução da maneira que acho correta, acredito que não tenha problemas quanto a isso. Preciso assinar em algum lugar? — Brincava no final.

Minha aparência chamava a atenção e já esperava captar a atenção das crianças, independente de quem fosse a primeira a vir, tentaria dar um susto — BUHAHAHAHAHHAHA! — Daria um grito ligeiramente alto para tentar assustar — Tá achando que sou um cachorro pra tá cheirando mão? Tá maluco, meu pequeno bezerro? — Dava uma gargalhada logo após a frase, enquanto ouvia o restante das suas palavras — Estilo é meu sobrenome, você tem um visual maneira, falta ousar um pouco mais! — Continuava iniciando a interação com aquele pequeno selvagem — Ei! Assim como você sou um incrível Mink! Mas, eu sou um pouco mais incrível que os demais, pois, no futuro serei o Rei dos Primatas. — Falava em um tom amigável, continuando a ouvir as palavras do garoto — Tá muito básico! Cadê as cores? Cadê sua identidade? Veja isso em mim. — Apontava primeiramente para o chapéu — Confortável, protege do sol e contém um estilo único. — Era isso, uma pessoa foda precisa de vestimentas adequadas — Jaquetinha verde seguindo o estilo que gosto, afinal, sou apaixonado por plantas! Bananas de decoração, sou um macaco afinal de contas e tenho que honrar as raízes. Pequenos espaços para minhas futuras criações e veja, meu corpo visível para todos, ostentando essa pelagem exótica de cor rosa. — Continuava apontando para o shortinho e também a bota — Shortinho confortável, que me permite ser flexível ao extremo. — Mostrava um pouco das habilidades, dando alguns saltos e rodopios no ar — Botinha para proteger a sola do pé, confortável para não dar calos! Esse sou eu, não tem como me confundir com outra existência nesse vasto mundo, deixo minha marca registrada em qualquer um que me ver! — Finalizava levando ambas as mãos na altura da cintura, com o queixo levemente erguido, uma verdadeira pose de “maioral”.

Um mink tem que se portar diferente, não digo que somos melhores, mas temos que nos orgulhar! Aliás, aquela criança era engraçada, principalmente quando começou a tentar imitar meus movimentos — Perfeito! — Respondi sem pensar duas vezes, tentando mostrar toda minha animação que caiu morta rapidamente — Espere, você não sabe?! — Aquela fala era acompanhada por um salto repentino, pois, a pergunta do garoto foi como uma flecha perfurando meu coração, como ele não sabia? O que ele tinha sofrido até os dias de hoje? — Calma, agora você está no meu time, nunca mais irá sofrer. — O afago em sua cabeça acompanhava minha fala, enquanto pequenas lágrimas escorriam pelo meu rosto — Vamos continuar e preste bastante atenção, irei lhe contar algo incrível! — Era isso, ele precisava saber quem realmente era.

No mundo existem várias raças diferentes, por exemplo, existem os humanos que você já conhece, os tritões, sirenos e homens-peixes, que nem aquele cara azul, esses vieram do mar, mas vivem em terra firme também. Aliás, tem pessoas gigantes por aí! E também figuras minúsculas que cabem na palma das nossas mãos, o mundo tem muita, muita, muita coisa mesmo! — Tentava ser enfático em certos momentos, tentando criar uma espécie de clímax — E por fim, temos os Minks, como eu e você. Existem minks macacos, caprinos, felinos, caninos e várias outras espécies! Pelo que sei, nossa raça tem história em um mar muuuuito longe chamado Novo Mundo, claro, não sei ao certo todos os detalhes de lá. E bem, não tenho certeza de todas as raças que existem por aí, talvez tenha um mink crocodilo? Um mink ave? Talvez, aliás, seria maneira ser um mink ave e ter asas grandonas... voltando, você é uma raça única e do caralho, digo, extremamente pica, porra! Ignore essa última parte. — Não precisava xingar na frente da criança, meio desnecessário não é? — Somos homens feras, mas com consciência. Normalmente podemos falar com animais da nossa espécie, acredito que isso você já saiba! — Continuava olhando para o mascote que acompanhava o garoto — Nunca te contaram nada sobre isso? — Ainda estava incrédulo com tudo aquilo.

Continuei ouvindo o que ele tinha a dizer e bem, as coisas faziam mais sentido agora que sabia um pouco mais da sua história — Não, vocês não melhores que irmãos... vocês não família! — Aquilo fazia sentido? Pouco me importa, meu instinto dizia que precisava deixar uma frase de efeito no final de tudo aquilo, principalmente para me fazer parecer ainda mais foda. De qualquer forma, estava com eles agora, um grupo ligeiramente estranho, mas que aparentava ter os ideias certos — Aliás, preciso saber de algumas coisas. — Falava em direção aos adultos ali — Que porra são aqueles caras lá atrás? Governo? Marinha? Vocês sempre resgatam quem eles capturam? — Eram perguntas simples, mas, que precisavam ser sanadas eventualmente.


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subaúma
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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Seg Set 12, 2022 4:09 pm






Jungle D. Palomero
x Turno 15 x



Justamente quando eu pensei ter despistado os adultos, eles voltaram. “ferrou de vez!! Agora a gente morreu mesmo” pensei, mas eles não estavam mais com os perseguidores.
“talvez eles não sejam canibais… e a Eririka é legal…” pensei.

-Me desculpa por ter duvidado de você!! BUAAA!! - chorei ao correr na direção da mulher. Chegando perto dela iria abraçá-la carinhosamente - Que bom que você está bem…

Foi aí que o homem me explicou o perigo da situação e me pediu para acalmar os pequeninos chorões. - EI, MENINOS-PERDIDOS!! ME ESCUTEM!!! - gritei na esperança de que eles cessassem seu xororó e me escutassem calados - ESSES ADULTOS AQUI SÃO TÃO AMIGOS DA MATA QUANTO EU, E POR ISSO ELES VÃO NOS AJUDAR!! Mas para isso nós temos que ser silenciosos como gatos, ou os canibais vão nos encontrar - colocaria o indicador na frente da boca e assopraria o mesmo - SHIU!! se não a gente morre!! Agora vamos seguir esse moço até o esconderijo deles.

Depois disso, iria até Tassa e sussuraria em seus ouvidos - Eu não confio muito neles… Mas eles são a nossa melhor opção… Fique atenta para se a gente precisar fugir, mas não assuste os outros com os meus medos, tá?

Em meio a todos os tantos afazeres, e a fuga que estava acontecendo, uma coisa não pôde ser ignorada por minha pessoa. Junto com o grupo de adultos apareceu o animal mais estranho e magnífico que eu já vi na minha vida! era um macaco alto com bermudinha e roupas de navegador!! UAU!!Iria até o macaco e estenderia a mão para que o mesmo cheirasse.

-Oi amigão, tudo bom?? - diria apreensivo, visto que não conhecia ainda os hábitos daquele símio - Você é um macacão muito estiloso, sabia?

Foi então que ele me respondeu.

-GYAAAAAAAA!!!! o mamaco falou!!!!!!! - iria correr para trás de Pacha a fim de me esconder - vo...você me achou maneiro mesmo? - perguntei. Estava tão feliz com o elogio que já estava esquecendo do medo inicial que senti ao ver o macaco falando. - e como você acha que eu deveria ousar mais?

A resposta foi longa, mas muito bem explicada. Diante de uma apresentação tão fabulosa eu não consegui conter todo o esplendor que eu sentia. - REI DOS PRIMATAS... QUE INCRÍVEL!!!!

Ato II — Tiro, Porrada e Água - Página 5 Sugoi-japanese
Vou julgar q Pacha também ficou tão maravilhado quanto eu.

O que se seguiu foi engraçado. A presença do animal estiloso e inteligente me fez perder todo o medo que tinha do resto dos adultos, afinal, se um macaco confia neles eu também posso confiar! Andando ao lado do símio, eu iria tirar a camisa para deixar os pelos à mostra. Ergueria as barras da minha calça até em cima dos joelhos para que ficasse parecida com a bermudinha do macaco, e por fim, caminharia imitando o seu modo de andar.

Ato II — Tiro, Porrada e Água - Página 5 C5d2642cae4cb68bdbf2d3fc5c63c3cd

-E ai? Tô fazendo certo?

Durante o percurso, pegaria folhas grandes e gravetos que usaria para decorar meu black power.

Então cutucaria o braço do símio. - Moço... O que é que é um mink?- e então ele me respondeu. - Nossa... Então tem tanto tipo de gente assim no mundo? - Visualizar na minha mente a figura dos gigantes e das pessoas pequeninas que ele havia citado era quase que impossível para mim - Que estranho... Mas até que faz sentido, né não, Pacha?

As palavras do símio eram incríveis, e ele era muito inteligente, pois sabia com maestria sobre tudo aquilo que se dispunha a falar - PORRA!! EU SOU PICA PRA CARALHO!! - falei imitando as palavras que ele usou - A gente deu sorte de nascer na melhor raça do mundo inteirinho!! Somos animais e humanos ao mesmo tempo! - Então voltei a atenção novamente para Kako - Não - disse em resposta a sua pergunta - a minha mamãe era uma humana, uma pastora de ovelhas que viveu por muito pouco tempo. Já o meu papai é um pirata, mas eu nunca conheci ele na vida toda... Talvez ele seja mink também...

O problema é que aquela explicação elucidou minhas dúvidas de mais cedo. Olhei triste para Pacha e falei - Você não é um mink, então não somos irmãos...- falar aquilo foi triste, e eu chorei, mas o macaco falou algo incrível que logo me fez alegrar novamente.

-Ouviu isso Pacha? Não importa se somos irmãos ou não, somos uma família e ninguém vai mudar isso!- Aquele macaco era alguém realmente incrível


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Sadakiyo
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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Seg Set 12, 2022 8:04 pm






Sada Kiyoshi
x Turno 11 x



Os reencontros foram suficientes para nos revigorar por um tempo. Era hora de colocar a cabeça no lugar e focar nas próximas etapas da missão. Agora devemos prestar bastante atenção e cuidado com os detalhes que poderiam nos rondar e, a partir disso, agir.

Kako conversava com o pequeno caprino que havia me chamado de “Bruxa”. Me esquentei na hora, mas preferi me abster. Eles estavam se dando bem e eu deveria dar um crédito ao Kako por ser um auxílio no momento certo e agora também. Ele era um líder admirável, se assim poderia eu dizer. Vitrus nos orientava muito bem e eu seguia suas ordens de perto: — Claro, estarei atenta! — O machado em mãos preparados para cortar e rasgar qualquer alvo inimigo. Estaria também bem precavida aos arredores. Olhos atentos em arbustos, entre as árvores e a possíveis locais de emboscadas. Era um ambiente que, pelo menos para mim, era desconhecido, então a atenção estaria dobrada.

Não pude deixar de observar Eririka mais uma vez. Ela é bem bonita, me chamou atenção além do fato de que ela havia cuidado do pequeno caprino, o qual não podia negar a fofura em sua postura e ação em imitar Kako. — Fofos... — Deixei escapar. Me aproximaria de Eririka, aos poucos, e com um sorriso simpático iniciaria uma conversa. — Você cuidou bem do caprino..., parabéns, vejo que é uma mulher corajosa. — Diria, era claro que estaria um pouco tímida a princípio, principalmente com relação a sua resposta. — Me chamo Sada, e você? — Perguntaria, mesmo já sabendo a resposta. Gostaria de ouvir sua voz. — Obrigado por nos ajudar e confiar em nós, quem sabe possamos trabalhar juntas mais uma vez. — Novamente diria, desta vez aproveitando os dizeres de Vitrus sobre sua possível admissão.

De toda e qualquer forma estaria sempre pronta para agir. Momentos assim, como que descontraídos, eram deliciosos. Conversas com pessoas agradáveis, novas amizades e laços, além de é claro uma oportunidade enorme para aprendizado. Kako me surpreendeu com suas habilidades de combate e principalmente sociais, Vitrus, nem se fale, era lindo e poderoso, uma pena ter aparecido a Eririka na equação, e Eririka, que bela, aos poucos ia tomando conta das rédeas de meu coração.

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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Ter Set 13, 2022 8:36 pm



Kako, Sada & Palomero

O Mamaco claramente estava ainda pensando na possibilidade de se juntar, ele não sabia bem se iria ou não, mas ele então acabava brincando que no pior dos casos ele vazava e deixava a organização pra lá. Vitrus naquele momento dava risada da última brincadeira dele, mas logo em seguida explicava.-Você não tem exatamente que assinar, mas eu tenho que te oficializar quando chegarmos lá. Então vou fazer mais umas perguntas lá. - disse ele dando de ombros pra a situação.

Então vinha a segunda pergunta: se eles salvaram todos aqueles e quem diabos eles eram, se eram gente do governo ou qualquer coisa assim.-Na verdade não conseguimos salvar todos, e em geral não sabemos quem realmente é de bem ou não, então se recebemos qualquer um eles se infiltrariam na base. Mas salvamos os que conseguirmos, e principalmente gente indefesa como essas crianças. - Explicou ele sobre essa situação, que não era mesmo das melhores.

A caçada dominava a ilha e infelizmente eles não tinham tanto poder quanto ela, mas ainda assim ele tinha muito a dizer sobre a situação.-Eles eram civis, eles não tinham ligação com o governo, são subordinados de nobres locais, e de outras ilhas, nobres fazem turismo. Apesar do governo simplesmente escolher proteger o interesse dos nobres, eles não estavam ali hoje, se estivessem, teríamos tido bem mais trabalho.-Explicou ele sobre a casa que ficava por lá, ela não se tratava de algo do governo, por mais que eles tivessem interesse na situação.

E pra finalizar o assunto ele explicava as implicações que isso eventualmente teria na situação.-Mas certamente eles vão fazer um esforço depois dessa investida, e queira ou não seu rosto vai estar num cartaz em pouco tempo. E agora eles vão mandar os agentes, a CP6 vai tentar conseguir nossas cabeças.- e era isso, e depois dessa breve conversa estava ali Palomero ajudando as crianças.

Ele conversava com elas, que ainda estavam fazendo barulho, ele era assustador mas convincente, elas tentavam chocar mais baixo ou em silêncio, o que reduzia os ruídos, não resolvia completamente mas repudiava. E então os dois minks entravam em sintonia, falando sobre suas origens, quem eles eram de onde vinham, algo que deixava o pequeno caprino fascinado.

E Pacha que ia ouvindo estava ainda feliz deles serem parentes, e com a explicação do garoto ele respondia.-Bééééé béééééé(Mas a gente é irmão)- ele tinha tomado isso como verdade e fazia parte desse momento feliz com eles, o que certamente era uma bela coisa.

E Sada observava isso se aproximando de Eririka, que parava e ouvia o que a mulher tinha a dizer. Ela parecia desconfiada ainda da moça de cabelos brancos, então mantinha sempre uma postura alta, algo que ela tinha desculpas pra fazer afinal não estavam seguros de qualquer forma.-Me chamo Eririka. Não me lembro de lhe ver por essa floresta antes, ou por a ilha também. Parece ser de fora. De onde vem?- Não era que ela conhecesse todos da ilha, mas a postura, e o modo de se portar denunciavam um pouco, pra uma moça observadora como a mink isso era muito.

Ela conseguia pescar no ar os pequenos tons de perdida, que as pessoas passavam, como se estivessem ali pela primeira vez, mas no fim também estava jogando verde, afinal, ela não poderia falar com a mais absoluta certeza, tratava-se de boa observação ativa, suposição e uma pitada de confiança em suas próprias habilidades de observação. -Pra ser honesta não confio totalmente em vocês, mas também é parte da razão de eu estar caminhando junto. Não desgosto de vocês só sou cautelosa- Explicou ela sorrindo apenas com os lábios, parecia ser um sorriso social.

Ela tentou ser o mais agradável que conseguia depois de toda essa situação complicada, mas ela ainda estava tendo seu primeiro momento de contato com uma completa desconhecida, não era lá o pior que poderia acontecer. E era nesse momento que eles chegavam à montanha, e todos simplesmente pareciam ter atravessado, e iam sumindo e aparecendo em zonas diferentes. E finalmente todos estavam numa area grande com varias salas, todas elas com macas e portas de vidro.-Todos se organizem quem se feriu faça fila aqui as moças irão guiar vocês para macas, temos alguns médicos, irei providenciar a equipe por favor sejam cuidadosos.- diria ele dando as ordens enquanto as enfermeiras iriam se movimentando, e aos poucos tomando conta de cada um ali presente.

E aos poucos todos iam sendo acolhidos nas macas, e médicos vinham chegando pelos corredores na ausência de Vitrus que parecia estar organizando a equipe médica. As coisas certamente estavam indo cada uma para seu lugar.


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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Ter Set 13, 2022 9:30 pm






Sada Kiyoshi
x Turno 12 x



A caminhada à base parecia tranquila até então. A interação e instrução de Vitrus nos dava algumas direções e o eventual alistamento de Kako também era algo digno de se considerar importante. Como bem observado, ele seria um excelente aditivo no exército e em nossas causas.

Algo também a ser considerado, com muito mais importância, eram as consequências futuras de nossas ações. No calor do combate e da fuga da missão não consegui pensar direito nisso, mas além de que outros prisioneiros foram deixados para trás havia a eventual chegada de agentes do governo para “limpar” aquela sujeita que fizemos. Sujeira bem fedorenta, por sinal.

Eririka me parecia meio distante. Eu queria me aproximar dela. Meus olhos sempre estavam fixos nos delas, à medida que conversávamos, além de que eu me atentava a cada palavra por ela dita. Meu peito estava quente e coração disparava. — A sim, claro..., sou de Centaurea. — Falei como que me perdendo em sua voz, voltando à realidade no último segundo daquela linha de raciocínio. — Fica no... fica no South Blue. Centaurea. E você? — Perguntei no automático. Sinceramente eu só queria ouvir sua voz e que ela continuasse olhando pra mim.

Cala a boca um pouco, Vitrus! Pensei enquanto ele falava e falava e não deixava minha amada, digo, minha futura paixão se expressar. — Venha conosco, Eririka, será uma excelente companheira. Certamente suas habilidades serão muito bem aproveitadas comigo, digo, com o exército. Hahah. — Falaria como incentivo. Seu sorriso seria como que meu farol para prestar atenção em sua fala, ainda que não totalmente direcionado a minha pessoa em específico.

O ambiente mudava e nós estávamos sobre o poder daquela mulher do transporte. Eu estava sempre ao lado de Eririka e, talvez como reflexo, esperava eu que correspondido, deixaria minha mão tocar a dela. — Sigh... — Suspirei e a olhei após isso.

Daria um tempo esperando sua reação, mas tentaria me desculpar com um sorriso simples e simpático e um olhar direto. Ok..., não posso ser tão direta assim, afinal estaria assustando-a, mas deveria deixar um belo de um sinal e uma porta aberta sobre algumas “possibilidades”, se é que ela fosse entender.

Buscaria tratamento médico. Queria descansar bem e tratar de minhas feridas. Aquela mulher saltadora das lâminas havia me causado um pouco de cansaço, não lutei com ela, como extensão, mas foi o suficiente para perceber que deveria melhorar ainda mais minhas técnicas de combate. Kako me salvou, junto de Vitrus, e pude ser mais ativa na fuga das crianças e mulheres.

Esperava eu que aquela missão, ou pelo menos a primeira parcela dela, estava sendo um sucesso. Aegon fora recuperado junto de vários outros prisioneiros, então é algo bem positivo ao meu ver. Agora, com a mente e corpo descansados, deveríamos pensar em eventuais complicações e nos nossos próximos movimentos. Para onde iríamos, já que aquela base seria um alvo logo em breve. O que faríamos com aquelas crianças? Retornar aos seus familiares e responsáveis seria um grande alerta de suas localizações e colocaríamos, agora, até mesmo suas famílias em perigo, talvez. E os que ficaram para trás? Eram várias hipóteses, mas que teriam seus devidos tempos a serem findadas.

Queria, pelo menos agora, me alimentar e estreitar os laços com os novos conhecidos. Tentaria puxar assunto com Kako. —  E então? Como veio parar aqui? — E ao caprino também. — E você, jovenzinho, percebeu que eu não sou uma bruxa, não é? — Sorriria simpática. Sua segurança era algo que me alegrava. — Me chamo Sada, e você? Como se chama? — Perguntaria com o maior carinho possível. Daria até mesmo um afago em seu afro com galhos e folhas.

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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Ter Set 13, 2022 10:29 pm





Kako, O Macaco
x Turno 20 x



Certo, aquele cara falou algumas coisas interessantes sobre o que ele fazia e quem eram aqueles caras na mansão, tudo estava ocorrendo bem, até a parte em que ele citou o cartaz — O QUE? UM CARTAZ? — Não pude conter o grito, levando as mãos na altura da cabeça e logo em seguida caindo de joelhos no chão, fazendo a maior cena possível — SERÁ... Sim, será? Eu espero muito que eles não tenham... — SERÁ QUE ELES IRÃO CONSEGUIR REPRODUZIR TODA MINHA MAGNIFICIÊNCIA? — Sinceramente eu não sabia o que significa aquela palavra, mas, me parecia algo relacionado a magnitude, beleza e afins — Se eu sair feio no cartaz farei questão de ir até o governo e entregar uma foto. — Continuava resmungando — Eu nem vi ninguém com uma câmera por lá, será que tiraram uma foto? Espero que eu saía em um ângulo foda. — Sim, uma cena lançou o raio ou algo do tipo me bastava, sinceramente, isso seria do caralho — Se é assim não tem muito o que pensar, como falei, qualquer coisa sigo meu caminho. — Reforçava meu ponto.

O trajeto por sua vez pareceu ligeiramente longo, mas, a companhia era agradável. Em determinado ponto chegamos ao que entendi como a base da revolução, já que o pessoal começou a ser cuidado, levado em macas e aparentemente haviam médicos por ali também, algo bem estruturado. O homem de antes se ausentou, o que me deixou por um momento perdido, mas ainda existia aquela pequena cabra e outras pessoas por ali — Então é isso, revolucionário. — Deixava escapar com certo orgulho — Ajudar pessoas, salvar vidas e foder o governo, esse vai ser o negócio da família. — Continuava mantendo o olhar ao meu redor, entendo melhor onde estava. Uma coisa parecia amargar minha garganta, um pensamento relacionado a tudo aquilo — ”Eles ficaram aqui? Não me parece sensato. Será que eles tem algum mecanismo para transportar os resgatados? Seria bom um lugar onde eles pudessem viver com tranquilidade.” — Sinceramente, não pensei que um dia teria esse tipo de pensamento, mas, é algo racional se for pensar bem.

Rapaz, longa história. Para ser sincero, até hoje não sei o que fazer da vida. Pouco tempo atrás capturei um criminoso aqui mesmo em Clamoris, porém, entregar ao governo me deu um gosto amargo na boca, principalmente com eles passando pano para o que acontece na caçada. — Aquilo era verdade, não que deixar um criminoso solto no mundo fosse algo bom, mas, trabalhar enquanto os marinheiros defendiam tudo isso, era complicado — Agora pelo menos tenho algo palpável para fazer, estive pensando durante a viagem, mas guardei para mim. — Devo falar? Talvez seja algo bem acima das nossas capacidades? — Acho que devemos tentar acabar com a caçada, liquidar diretamente quem à protege. Eu sei que é arriscado, é algo complicado para ser sincero. Isso também me leva a um outro ponto que acho que pode beneficiar a todos aqui: Dinheiro. — A revolução não era conhecida por ter mundos e fundos de dinheiro, então, adquirir isso era algo importante — Eu preciso de dinheiro para por algumas ideias em prática, acho que podemos matar três coelhos com uma só porrada. Desativar a caçada, eliminar a marinha e ainda conseguir uma grana extra. — Estava sendo sincero, por mais que seja adepto a revolução existem coisas que coloco na frente de tudo aquilo, precisava conquistar minha ambição e entendia o caminho que precisava percorrer até concluí-la — Pode parecer loucura, mas duvido que eles esperem um ataque. — Concluía o pensamento dividindo com aquela mulher de cabelos longos e o pequeno caprino, se ele continuasse por ali.


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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Qui Set 15, 2022 5:46 am






Jungle D. Palomero
x Turno 16 x



A caminhada foi longa. Andavamos por entre as árvores enquanto o moço humano falava um montão de coisas que eu não tinha ideia sobre o que realmente se tratava. Continuei ali ao lado de Kako, ouvindo tudo na tentativa falha de conseguir entender aquela situação desesperadora.

Durante o caminho, busquei em vão por pistas ou rastros de animais. “que estranho” pensei “parece que a vida selvagem desse lugar é escassa… tanta floresta e tão poucos bichos”. Pode ser um julgamento errôneo, mas até então eu não havia avistado nenhum animal naquele local, apenas canibais e insetos.

Em boa hora, chegamos em um lugar que mais se assemelhava a um grande salão. Lá haviam muitos outros salões, portas de vidro, e muitos médicos.

-Uau! Que lugar legal!! - falei quando adentramos. Obviamente, compartilhava meus comentários com Tassa, Pacha e as demais crianças. Não com os adultos, chatos, que só conversavam sobre problemas políticos.

Kako estava exaltado, falando sobre algum tipo de cartaz e sobre a sua magnificência. Eu ri da sua reação mesmo sem entender o teor da conversa, mas antes de retornar para perto das outras crianças, a moça de cabelos brancos veio até mim e se apresentou.

-Desculpa por ter te chamado de bruxa - falei - É que a mamãe sempre falou que os bruxos e bruxas tem cabelo branco, pele pálida, e olhos amarelos…. - Olhei nos olhos da mulher e vi que ela não tinha olhos amarelos - …Eu me chamo Palomero, e esse aqui é o Pacha! A gente veio lá de Briss à bordo do expresso Rigel!

Kako começou a explicar o seu plano, mas algo desviou a minha atenção. Observava o tritão azul e sentia que ele me era um tanto familiar.

-Tenho certeza que eu já vi esse moço em algum lugar - Comentara com Pacha - Você também não tem essa impressão?

Um relance de lembrança passou pela minha cabeça, e, puxei o desenho que Chacha fez de seu pai. Analisaria o desenho e o tritão, hora olhando para o sujeito, outra olhando para o papel.

-Ih, acho que é ele mesmo, oh - e aí mostrei o desenho para meu irmão bode.

Sem dar importância para os planos que estavam sendo travados, iria até o tritão e cutucaria timidamente suas costelas para chamar sua atenção. - mo..mo..moço - Falei com medo - Você por acaso conhece uma garotinha chamada Chacha?

-Ela é minha amiga!! olha! - Diria caso ele afirme conhecer a minha amiga, e aí eu lhe mostraria o desenho - Conheci a Chacha antes de vir pra cá, e ela me pediu para te avisar que ela sente sua falta…

Seria um momento lindo, se não fosse o resto de minha fala

-...Você não tem vergonha na cara não? Abandonar a sua família para ficar lutando em uma floresta! - Eu estava com raiva. Poderia até não entender a causa daquela briga de grandes proporções, mas conhecia à muito, a dor de ser abandonado por meu papai - A Chacha está sofrendo com saudades, e você nem liga, SEU IDIOTA!!


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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Qui Set 15, 2022 9:16 pm



Kako, Sada & Palomero

Sada havia realmente gostado da moça da floresta, mas ia ter de conquistar ela, afinal, apesar de sua beleza, isso não parecia afetar tanto assim Eririka, que tinha sentido o toque da moça, ela olhou de volta para a mulher, e apenas não ligou tanto pra a situação dizendo.-Sem problemas keke- disse dando uma risadinha pela reação da moça de cabelos brancos.

Mas logo o assunto se estendia ao fato de ela poder ajudar os revolucionários, e ele naquele ponto parecia desviar de leve o olhar, começando então a sua resposta a essa questão.-Sobre o que disse mais cedo e acabei não respondendo na hora, eu não pretendo me filiar a revolução, não agora, a menos que me deem um bom motivo pra isso, eu normalmente trabalho melhor na floresta por conta própria.- ela então olhava de cima a baixo a garota.

Como se observasse os detalhes nela, ela achava Sada bonita certamente, mas não parecia reagir como a maioria das pessoas que Sada lidava, ela não parecia cair de amores a uma primeira vista já de cara, muito provavelmente por ser desconfiada de tudo.-Mas e você por que está aqui?- Questionou ele sobre os motivos dela, para seguir esse grupo em específico.

Enquanto isso Kako perguntava sobre o cartaz, ele não fazia ideia do que era, e de forma bastante humorada ele descrevia o que imaginava, Vitrus acabava rindo levemente então explicando a ele o que era.-Então, se trata de um tipo de oferecimento pela sua cabeça, eles colocam sua cabeça a prêmio por um valor em berries, e saem colocando sua foto por aí com esse valor embaixo.- Explicou de forma bem simples e direta pra que que esses tais cartazes eram usados.

Então ele era recebido ali de braços abertos, quer dizer na verdade era um aperto de mãos, onde Vitrus oficializou ele como membro da revolução.-Pois seja muito bem vindo!!- e assim estava o primeiro acordo feito ali entre eles, agora o mamaco era um revolucionário.

Palomero achava estranho não ter muitos rastros de vida onde ele passou, algo que certamente acontecia por que eles estavam numa zona cheia de gente, e muito certamente os bichos tinha sumido dali, e os rastros cobertos por humanos, caçadores da caçada e mesmo eles que estavam passando, correndo, pisando, enterrando, levantando poeira e assim por diante.

Ele preferia conversar com as crianças até que ele viu Aegon, o tritão que logo disse.-Oh pequenino, algum problema?- ele abaixava olhando pra o caprino, ainda mais por que ele tinha dois metros e uns quebrados de altura, o que certamente faria ele ter de abaixar um pouco pra observar.

E não demorou até que a primeira pergunta fosse respondida.-Chacha em? Eu tenho uma filha com esse nome, mas pode não ser quem você pensa, ou talvez sim, ela tem mais ou menos a sua idade.- e então o caprino iniciava com palavras bonitas, que poderia ter feito aquele momento ser bem fofo, mas… Na verdade bem… Ele acabava indo longe.

O que fazia o tritão gargalhar na mesma hora com a situação.-FWAAAAAAHAHAHAAHAH você é valente, olhando pra alguém da minha altura em? Mas não deixei ela por querer, eu fiquei preso lá dentro da mansão, não tinha como voltar.- disse ele ainda achando o pequeno engraçado, o achava valente porém não deixava de ter seu tom cômico, já que ele era bem pequenino perto do gigantesco tritão.

E nessa hora que Kako chegava, o momento se situava pouco depois de consertar o mal entendido da bruxa e a fala do tritão, onde ele ia aos poucos trazendo as informações que ele imaginava pertinentes para seus companheiros, quase um discurso do que ele achavam que deveriam fazer? Mas o que será que viria da bru…Cof cof quer dizer, Sada, e do Palomero.


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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Qui Set 15, 2022 10:35 pm






Sada Kiyoshi
x Turno 13 x



Depois de toda conversa, principalmente com certos respeitos que se dirigiam aos revolucionários e ao alistamento de possíveis novos membros, eu pude agir com mais clareza. Eririka havia me dado um balde de água fria, o que era nada além da pura realidade, afinal, quem em sã consciência se derramaria de paixões por alguém que acabou de acontecer? Não é? Eu mesma não sou uma dessas pessoas... ou sou? Amor à primeira vista é coisa de livros de romances, oras. Ou eu estava..., enfim, era melhor me concentrar em outras coisas.

Bem, Kako agora era um dos nossos. Eu certamente queria cumprimenta-lo e dar boas vindas à nossa causa. — Seja muito bem-vindo! —Falaria enquanto dava alguns leves tapinhas em suas costas peludas. — Sua força e motivação será nossa fagulha de esperança. — Comentei, deixando bem claro sua importância em nosso exército.

Daria abertura para eventuais conversas, caso ele quisesse, e em seguida prosseguiria para Eririka. Ela havia me feito uma pergunta que eu meio que tinha uma resposta um tanto quanto incerta, é verdade. Por que eu estou aqui? Ou melhor, em suas próprias palavras, o que eu estou fazendo aqui?

Pensei nisso por alguns segundos. Inclusive me lembrei de meus pais, minhas motivações quanto à causa. Eles me davam uma luz em certas situações e essa fora uma delas. Sempre pensei que minha maior missão fosse ajudar aos outros, mas também pensava que a liberdade, a verdadeira liberdade, parecia ser mais um sentido abstrato de algo inalcançável. Por anos, enquanto bem jovem, invejava isso nos piratas e em como suas vidas simples, sem o mínimo de esmero pela simples empatia, dava uma consciência leve e tranquila. Mas..., eu não era assim! Por que eu não era assim? Me questionei mais uma vez.

Estou aqui por que eu não consigo me ver almejando algo que não seja a verdadeira justiça. — Respondi definitivamente. Agora o que seria essa “verdadeira justiça” eram outros quinhentos. Não queria, de fato, entrar neste assunto agora, porém essa interrogação ficou marcada em minha mente e talvez não sairia por um bom tempo. Qual é a justiça que eu busco?

Vi os novos se juntando e pude me sentir um pouco motivada a buscar essa verdadeira justiça. Era hora então, agora que estávamos nos recuperando, buscar novas direções. Procuraria Vitrus para as mesmas. — Terminamos essa tarefa, senhor. E agora? — Indaguei. Queria estar com minhas vestes normais, o longo vestido completamente preto, coturnos altos e pesados, e o típico penteado de trança a frente do rosto. Jogar aquelas vestes dos caçadores seria um alívio para mim. — Como o senhor bem sabe eu só preciso de ordens e um machado. — Destacaria.

Em algum momento enquanto estávamos todos ali, vendo um momento ao qual Kako não estivesse ocupado, eu tentaria interagir mais diretamente com o mesmo: — E então? Vi que se alistou. — Falaria apenas para puxar assunto. — O que acha de trabalharmos juntos? Eu admiro você como um companheiro. — Diria. Sou bem sincera nos elogios e em outras coisas mais. — Creio que agora, como um revolucionário, tanto a sua como a minha responsabilidade será bem maior do que apenas libertar estes poucos cativos. — Levantaria tal pensamento. — Devemos nos imaginar como as mãos que agem para fazer o que é correto para todos, principalmente contra esse governo patético que você deve muito bem saber como funciona.

Logo, após seus dizeres, destacaria: — Gostei da ideia, você é bom, hein... — Sorri, meus dentes eram perfeitos e branquinhos. — Bem, devemos seguir a hierarquia e tomar as direções de Vitrus, mas levar essa ideia a ele pode desencadear em alguma tarefa bem mais específica. — Sugeriria.

Após sua interação diria então: — Sendo bem sincera eu só preciso de direções, mas... essa floresta me incomoda completamente. Isso está me dando nos nervos só de pensar em quanto sangue já escorreu aqui. — Chamas erodiam de minhas vistas, como um verdadeiro vulcão. — Eu confesso que não sou tão fácil de lidar, ainda mais quando... — Olharia para o caprino Subas e as crianças. — ...esses vermes nojentos fazem isso com gente inocente. — Responderia de definitivo. A voz, como sempre, era bem direta e pontual. Quase parecia que eu estaria brigando do que em um diálogo entre recém amigos. — Mas em tese temos sempre muito o que fazer contra as informações e principalmente desvio de armas do governo para o exército. É o básico, por assim dizer. — Finalizaria.

Após isso aguardaria tanto novas orientações de Vitrus, uma resposta de Eririka, caso houvesse pelo menos uma, e principalmente uma definição da posição, e caminho, de Kako.

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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Sex Set 16, 2022 9:09 pm





Kako, O Macaco
x Turno 21 x



Entendi, bem, faz sentido. — Comentava com relação ao cartaz, era algo ligeiramente chato, mas, agora não dava para chorar pelo leite derramado — Não vejo problema em trabalharmos juntos, na verdade, é uma excelente opção. — Bradava um tanto quanto pensativo —Sinceramente, não entendo muito da revolução em si, você seria meio que minha guia! — Brincava, mantendo a expressão pensativa — Você foi bem lá atrás, acredito que possamos trabalhar em juntos. — Ela parecia lutar bem corpo a corpo e eu a distância, aquilo era uma boa e óbvio combinação — Tem algum objetivo em Clamoris em mente? Pensando como uma revolucionária. — Perguntava.

Ouvia suas palavras com atenção — Entendo. — Falava com certa tranquilidade em minhas palavras — JÁ SEI! — O grito era seguido de uma cambalhota em pleno ar — E SE QUEIMASSEMOS A FLORESTA? — Espere! Não era bem isso — Não bem a floresta, mas, quem usa a floresta para esses fins. — Tentava deixar mais claro minhas intenções , sendo interceptado pelas palavras do pequeno garoto que não demorava retrucar por conta do meu erro — Calm... Até tentei, mas ele não deixou — Você sabe quem está por trás disso tudo? Podíamos simplesmente dar cabo dessa pessoa, assim a caçada acaba, não? — Era uma ideia simples, direta e com algum sentido, tentava não ignorar o garoto, mas precisava finalizar aquele assunto com velocidade — E sim, enfrentar o governo no processo. O ideal seria expulsarmos eles daqui, mas não sei o quão enraizados eles estão na ilha. Precisamos de informações, sem isso, nada dará certo. — O garoto caprino continuava falando.

INCRÍVEL MINK! Preciso saber algo importante, o que uma criatura tão magnífica como você fará daqui pra frente? — Indagava a criança no intuito de cala-lo, porém, ainda sim era importante saber o que aquela pequena criatura faria daqui pra frente — Não! Sem bombas, imagina se você morre e o mundo perde uma existência fabulosa como a sua? — Calma garoto, não pode ir tão assim... — Espere! Talvez... — Fazia um quadrado com os dedos — Podemos usar tamanho para algo útil! Garoto, você tem certeza que está pronto para ir contra o poder que rege esse mundo? — Questionava ao pequeno, voltando rapidamente minha atenção para a Bruxa — Obedecer ordens, né? Tinha esquecido como isso é chato. — Não era como se eu fosse contra isso, porém, quando se tem o gosto da liberdade é complicado retornar a ser um capacho — Maaas, é o jeito. Acho que podíamos tentar fazer um pouco das coisas por nós mesmos, sabe, criar um grupinho... Isso pode soar estranho, um “novato” querendo algo do tipo, mas, no futuro com certeza. — Sim, liderar um pequeno grupo, agir da nossa maneira e enfrentar o governo era interessante.

Por fim, seguiria em busca de Vitrus, acompanhando do mulherão ali presente — Meu amigo, como você é o chefe aqui, precisamos de um trabalho. Onde precisa de uma mão contra o governo? — Perguntaria ao homem caso o encontrasse.


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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Sab Set 17, 2022 7:52 am






Jungle D. Palomero
x Turno 17 x



Enquanto conversava com Aegon, o miserável ria de minha cara. Eu lá fiz algum tipo de piada? Enfim... Foi durante essa conversa, que, ouvi o macaco e a bruxa conversando sobre os próximos planos. A ideia do Macaco, entretanto, me trouxe arrepios, e muita raiva.


Ato II — Tiro, Porrada e Água - Página 5 Chopper-tony-chopper


-Você ta maluco?! - gritei em fúria - Não importa se essa floresta está cheia de gente ruim, ela também está cheia de vida! Animais, insetos, árvores... Todos os tipos de seres inocentes vivem nesse lugar... - Minhas pernas tremiam de tanto medo por estar indo contra todas aquelas pessoas, mas não poderia deixar que aquele plano nefasto fosse adiante - Nós e a natureza somos como um só... e se essa floresta for queimada, mesmo que derrotassemos os nossos inimigos, seria uma derrota para a humanidade.

Mas quando Kako me chamou de "incrivel mink", eu esqueci a fúria e comecei a sorrir como um bocó por conta do elogio -ZaZaZaZaZa!! Você realmente me acha incrível, é? Seu idiota!! eu não ligo para seus elogios!!


Ato II — Tiro, Porrada e Água - Página 5 Chopper-one-piece-chopper


A pergunta do símio me pegou de jeito, afinal, eu não sabia ainda o que pretendia fazer - Não sei... Eu estava pensando em explorar a floresta em busca de alguns animais... Mas pelo visto isso não vai ser possível enquanto aquelas pessoas estiverem por aqui...

Olharia para Kako, e para Sada, e para Vitrus. Meus olhos estavam úmidos por conta do medo de eles realmente optarem por queimar a floresta. - A gente não precisa queimar a floresta... é só destruir a base deles... né?-  Olharia para Pacha e ao olhar em seus olhos uma ideia surgiu em minha mente - E SE EU FOSSE PRA LÁ? olha! Eles querem me comer né? E se eles conseguissem me pegar eles iam me levar pra base deles! Eu só preciso de uma bomba potente... Aposto que eles não iam me revistar, então, eu vou servir de isca, vou me deixar ser preso....e...quando eu estiver lá, vou implantar a bomba no esconderijo deles!

Aparentemente, ninguém foi a favor do meu plano. Kako, Sada, Eririka e o resto dos adultos seguiriam sua discussão sobre o que fazer. Obviamente, subestimando a minha idéia. Sendo assim, se isso realmente ocorresse, eu faria o que qualquer criança faria em meu lugar. Iria com Pacha até as outras crianças e chamaria as mesmas com movimentos de braços, para não chamar a atenção dos adultos. Por fim, falaria meu plano para eles, sussurrando.

-É o seguinte, pessoal. Os adultos são idiotas e eles querem queimar a floresta inteirinha para acabar com os caras maus, mas a gente não pode deixar isso acontecer! Eu tenho um plano para salvar todo mundo, mas vou precisar da ajuda de vocês. Me ajudem a encontrar bombas ou dinamites… Mas não contem nada para os adultos… Adultos não conseguem entender coisas simples, então a gente vai poupar eles disso.

Junto dos outros, iria percorrer por cada uma das salas em busca das tais bombas. Se encontrasse alguma pistola e munições, iria pegar também. Iria levar a arma escondida em baixo da camisa. As munições, eu iria guardar nos bolsos da minha calça. E se eu encontrasse alguma bomba, esconderia a mesma em meu black power. Caso eu não encontre, iria ao encontro dos outros para ver se eles acharam.

Tendo encontrado tudo, Iria me reunir novamente com as outras crianças - Eu e o Pacha estamos indo, mas ninguém pode nem imaginar… Então… Dêm um jeito de fazer parecer que está tudo normal, ou seja, comecem a chorar igual um monte de abestalhados.Isso certamente vai chamar a atenção deles. Confio em vocês!

E ai, quando as crianças começassem o xororó,  eu seguiria sendo o mais furtivo que conseguisse. Passaria por trás de móveis e evitaria ao máximo cruzar o caminho de qualquer adulto que seja.


Ato II — Tiro, Porrada e Água - Página 5 Original


Se a saída principal estivesse sendo vigiada, eu e Pacha adentraríamos em alguma tubulação de ar e seguiríamos por ela até o lado de fora.

Tendo conseguido chegar ao lado de fora, passaria os dedos na terra e faria duas linhas horizontais em cada uma de minhas bochechas. Faria também a pintura de guerra em Pacha, e juntos, seguiremos em busca da base dos canibais. Sempre nos escondendo atrás de arbustos pedras ou árvores. Usaria também de meus sentidos aguçados (audição, visão e olfato) para conseguir me orientar melhor, e, assim, perceber qualquer pessoa ou bicho que esteja vindo em minha direção.

-Vamos irmãozão, é hora de salvar essa floresta!

Se por acaso uma pessoa me encontre, Eu iria gritar e sair correndo para longe.

Se por acaso um animal vier ao meu encontro, eu iria sorrir e acenar para o mesmo.


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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Seg Set 19, 2022 8:50 pm



Kako, Sada & Palomero

Era realmente uma discussão interessante, eles iam pelo topico de derrubar os caras a queimar a floresta, para bombas e base? Mas a floresta toda é uma base… Aquelas muralhas querem dizer alguma coisa afinal. Mesmo assim, era normal que ele pensasse que existia alguma base diferente, algo como um lugar principal, mas o problema era a ilha.

Enquanto isso Sada e Kako seguiam suas discussões, enquanto Palomero se afastava disso e ia até as crianças, algo que poderia parecer suspeito, mas como ele era uma criança também, tinha lógica que ele quisesse apenas talvez ir lá, e brincar um pouco. E na pausa da Conversa a garota se virou novamente para Eririka, dizendo que buscava a verdadeira justiça.

Algo que era um tanto diferente, ela não parecia saber muito além disso sobre seus próprios desejos e conceitos algo que Eririka pareceu perceber, ela então respondeu.-Entendo, bem, se tiver algum objetivo mais claro, me procure, eu posso ajudar se for algo em comum. Mas por hora só quero ajudar a floresta e as pessoas.- Ela sabia que estar presa a organização fazia com que Sada tivesse que agir conforme a organização.

Palomero

Pois muito bem, o homem dos problemas, ou o menino dos problemas, decidiu buscar ele, ele falou pra as crianças que os adultos queriam tacar fogo na floresta, algo que era estranho, e as crianças ficavam confudas.-Tacar fogo na floresta em? Mas por que?- era a primeira questão, mas todas elas acabavam por ouvir ele nesse momento, e então. Eles se viam presos nessa situação.

Então a maioria deles começou a chorar como uma ajuda para seu amigo, e nessa hora nosso garoto maravilha começou a procurar a saída, levou algum tempo, a base era grande e confusa, e ele também não viu dutos de ar nesse primeiro caminho, mas viu seguranças, então ele voltou, e começou a rodar por essa busca.

Nesse momento ele viu um que ficava no alto, então ele e Pacha decidiram adentrar e conseguiram fazer isso, mas logo o primeiro problema aconteceu, Pacha entalou no cano, ele estava preso e Palomero também, a entrada cabia, mas os primeiros movimentos geraram um aperto grande, e nessa hora Pacha acabou berrando alto.

Palomero, Kako e Sada

O rapaz estava entalado com o bicho e quando ouvira o berro, quem vinha ali para ver o que estava acontecendo era Vitrus, o chefe do lugar, justamente por ser o berro da cabra, ele se preocupou, ela poderia ter sido hostilizada por alguém, alguma criança doida, e consequentemente seu dono.

Kako e Sada enquanto isso se moviam em busca de Vitrus e a Cena que eles achavam, era Vitrus olhando para uma tubulação de ar e vendo Palomero entalado os dois viam também.-Ei garoto, que que cê ta fazendo, esses tubos aí vão dar no labirinto.- E era bem verdade os tubos iam dar no labirinto e isso, iria ser um puta problema caso eles passassem.

E ele ainda tinha mais informação.-E ainda mais lá na frente é queda livre, você vai cair de uma altura de uns 10 metros pra o labirinto. Isso se não se entalar mais é uma base secreta a tubulação é fina pra ninguém entrar.- Eles na verdade tinham deixado o espaço proposital pra anões conseguirem passar, mas esse negócio não vinha ao caso.

E os dois perguntavam o que fazer e ele então respondia.-Vem, estica a perna que te puxo de volta. E já repasso a tarefa pra vocês só me ajudem a desentalar o garoto.- ele falou olhando pra situação e pensando que talvez Kako com sua envergadura menor que a de Vitrus, conseguisse se enfiar levemente pra puxar Palomero que não tava tão longe.

A coisa tava sinistra, certamente eles não iam ter paz, e Pacha estava agoniado, berrando bastante, ficar preso o deixou estressado.-BÉEEEEEEEEEEEE BÉÉÉÉEÉÉÉÉÉÉÉ BÉÉÉÉÉEÉEEEEÉÉEÉÉÉÉ (SOCOOOOROOO IRMÃO, SOCOOORROOOO)- Ele não tava em perigo, mas gritava como se estivesse, e a perna dele estava ao alcance de
Palomero.

Spoiler:

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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Seg Set 19, 2022 10:49 pm






Sada Kiyoshi
x Turno 14 x



Era simplesmente inacreditável ver toda aquela cena. O bode gritava desesperadamente por ajuda, ele nem mesmo estava em um perigo tão grande, mas, talvez sendo claustrofóbico, entrou em puro alarde para sair dali. Com toda certeza Palomero havia aprontado das suas. — Mas eu vou te contar, hein... — Disse ao vento. — Não tenho um minuto de paz. — Caminhei até a entrada da minúscula tubulação. O caprino e o bode estavam definitivamente presos e Vitrus tentava ajuda-los. Obviamente eu teria de aprontar das minhas. — A, deixa ele aí. Vamos atrás da floresta, que tal? — Falei, como que instigando o pequeno corno.

Esperava o desespero da criança, claro era uma brincadeira, mas serviria de lição para futuras peripécias. Ele havia me chamado de bruxa, não foi? Então verá a bruxa!

Antes disso, aproveitando o pouco de paz antes da tempestade, Eririka mais me acertava sobre seu posicionamento do que antes. Ela não havia entendido minhas investidas, o que me foi bom, já que seria ainda mais problemas naquele momento, ou melhor, preocupações. — Obrigado por se dispor, Eririka. Com certeza você será de grande valia para o exército. — Disse, tentando encontrar as palavras corretas e, ao mesmo tempo, motivando-a. — Veja, aqui você tem um propósito, claro, mas não deixa de ter os seus caminhos. Não queremos substituir uma jurisdição autoritária e totalitária por outra, mas queremos trazer a verdadeira justiça e liberdade que as pessoas realmente merecem. — Apresentei esta verdade. O que de fato era uma verdade, já que dos objetivos da revolução o que mais cativava seus seguidores era a liberdade e justiça que serviam bem contra o papel do Governo Mundial naquela mentira de trazer paz para todos.

Queria ouvi-la, mas também queria fazer algo logo. Estava bem descansada, minhas feridas foram tratadas e eu estava energética para agir. Ficar parada me incomoda bastante. Detesto isso e, no fim das contas, me dá só mais raiva em não fazer nada. Um ciclo, por assim dizer, de pura energia, raiva e ansiedade.

Basicamente eu queria missões, direções e ordens. Queria também agir para conseguir dinheiro, óbvio, o pouco me fazia ainda mais ansiedade. — Tsc... — Neste ponto já era visível o quão estressada eu estava prestes a ficar.

Preciso de algo pra me distrair. — Falei. Enquanto isso olhei para o machado, olhei também que eu poderia tentar fazer algumas coisas diferentes ali. Lembrei de que na célula onde servi havia um jovem rapaz que modificava algumas armas, em especiais armas de fogo. Ele era habilidoso nisso e eu queria tentar fazer algo do tipo.

Existe algum ferreiro por aqui? — Perguntaria pra algum revolucionário que estivesse próximo. Esperaria pela resposta e tomaria sua direção. Caso houvesse eu tentaria pedir instruções sobre sua profissão. Principalmente, de modo específico, sobre a grande modalidade e, considerada também por muitos, como arte da forja. Queria aplicar isso para minhas armas e, agora como uma equipe, a de meus companheiros também.

Olá, sei que sou nova por aqui, mas queria pedir sua ajuda para aprender um pouco sobre a forja. — Diria para o ferreiro, ou qualquer instrutor com esta habilidade, caso houvesse. Em situação negativa apenas buscaria por outro instrutor, neste caso o de acrobacias. Me interessei no modo com o qual Kako se movia, então tentaria falar com ele sobre isso, caso não encontrasse o tal ferreiro. — Kako, meu recente amigo, que tal me ensinar como você se move tão habilmente assim?

Em ambos os casos eu prestaria total atenção a todos os detalhes, instruções e orientações peritas. Replicaria, a meu modo, seguindo o modelo apresentado, e tentaria me aproximar, aprofundar e entender bem aquela nova habilidade em aprendizado. Queria aprender algo para me estimular a melhoria e especializações futuras, então tais caminhos seriam um bom começo.

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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Ter Set 20, 2022 3:45 pm





Kako, O Macaco
x Turno 21 x



Não creio nisso. — Aquilo realmente estava acontecendo? A gargalhada acompanhava aquela frase, talvez não fosse a melhor das reações, no entanto, eu não era uma das melhores pessoas — O pequeno se meteu em uma cilada das grandes. — Continuava observando e ouvindo as palavras do homem, que deixava claro o problema que seria o garoto continuar naquele caminho, quiçá, pudesse até mesmo leva-lo a morte — Deixa eu tentar! — Falei sem pensar duas vezes, afinal, não iria deixar o pequeno se acabar ali.

A princípio tenta pegá-lo usando as mãos, esticando o máximo que podia para alcançar e puxar, enquanto é claro, ouvia os berros do pequeno “irmãozinho”. Caso não conseguisse, a única opção era usar os membros mais longos do meu corpo, os pés! Tirava as botas com velocidade, enfiando a perna naquele cano – se fosse possível que ela entrasse – e então seguraria o menino com os pés, puxando o mais devagar possível, já que não queria machucá-lo. Caso desse certo, colocaria ele no chão e calçava as botas novamente — ”Não posso perder vocês, queridinhas!” — Realmente, havia sido um trabalho para conseguir algo que combinasse com o look.

Tudo bem, primeira vez ficando preso em algo? — Ouvia as palavras do garoto caso conseguisse tirá-lo daquela cilada, aproveitando para tentar descontrair um pouco o clima — bem, tome cuidado antes de fazer as coisas. De preferência, pergunte antes. — Não era bem uma dura, porém, precisava dar um leve puxão de orelha na criança — Não apenas isso, tome cuidado de maneira geral. — Completava dando um sorriso e uma “joinha”. Bom, a interação provavelmente continuasse — Não, ninguém vai queimar floresta alguma... me expressei errado lá atrás. — Tudo isso foi por conta d oque falei? — A floresta será protegida, para isso, iremos precisar da sua ajuda também! Pessoas fortes e com convicções inabaláveis, assim como você. — Mantinha o sorriso largo, não queria desanimá-lo — Aliás, tem algo em mente para fazer daqui para frente? — Questionava ao garoto.

Ouvia suas palavras e me mostrava de certa forma interessado a ajuda-lo, não tinha um objetivo certo em mente, claro, precisava descobrir como me concluir minha ambição, sentia que talvez estivesse no caminho certo — Bom, posso te ajudar a encontrar um, mas precisamos manter em mente que temos que tomar cuidado, principalmente pelo que aconteceu pouco tempo atrás. — Precisava reforçar aquilo na mente do garoto, ele poderia estar sendo caçado também — Então, por hora fique tranquilo e não se meta em problemas. Vou checar como podemos ir para floresta, assim, a gente procura um animal que encaixe no que você busca, certo? — Era o melhor a se fazer, não podia deixa-lo sozinho, não depois da história que ele contou — Claro que pode! Estou montando um grupo com a Brux... digo, com a Sada! E sim, tem lugar para você também. — Comentava olhando o irmãozinho de Palomero — Para vocês, na verdade. — Aquele era um pacote que vinha em dobro.

De qualquer forma, a partir daquele momento iria caminhando pelo lugar observando o ambiente, tentando talvez até mesmo ajudar da maneira que fosse possível, carregando alguma coisa, ajudando alguém a se locomover. Aquela era provavelmente a essência da revolução, ajudar os outros de todas as maneiras possíveis e bem, já usava aquilo para conhecer o ambiente. Poderia também pegar algo para comer, já tinha um tempo sem colocar nada no estômago, se existisse essa opção, não pensaria duas vezes em ir, mesmo que tivesse que pegar uma fila para isso. Por fim, estava ligeiramente empolgado em fazer um lance para revolução, mesmo que Vitrus tivesse citado anteriormente que “não tinha nada”, eu não acreditava, tinha alguma coisa sim! Pelo menos, era o que esperava.

Procuraria pelo homem em passos lentos, continuando aproveitando o momento para também aprender mais sobre o ambiente e o que tinha por ali. Ao vê-lo, não tardaria a perguntar no momento oportuno — Ei Vitrus! Precisa de mais uma mão para salvar alguém? Acredito que a caçada tenha muitos presos, pelo que ouvi, alguns criminosos também são jogados lá. O pequeno Palomero quer ir na floresta, não sei se é a opção mais inteligente do mundo, mas sinto que ele irá sozinho e não posso deixar isso acontecer. Aproveitando o momento, sabe se tem alguma forma de ir até a floresta de maneira segura? — De fato, eu sabia que ele iria tentar algo novamente, era melhor prevenir. Sabia que não poderia ter nada por ali, nesse caso, perguntaria ao homem onde ficava as acomodações, precisava descansar e principalmente colocar os pensamentos em dia, tinha coisas que eu desejava fazer, algumas criações que também precisariam da floresta, talvez, pudessem fazer duas coisas em uma única ida.

Por fim, caso a Sada retornasse perguntando sobre as acrobacias, não pensaria duas vezes em procurar um lugar livre, que pudesse ensiná-la.


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