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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

Ato II — Tiro, Porrada e Água

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Achiles
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Achiles
Pirata
Ato II — Tiro, Porrada e Água Sex Jun 24, 2022 4:00 pm
Relembrando a primeira mensagem :



Ato II — Tiro, Porrada e Água


Nymeria Nymph [Caçador de Recompensa]

não possui narrador definido.
Aberta

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Sadakiyo
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Sadakiyo
Revolucionário
Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Qua Ago 31, 2022 10:47 pm






Sada Kiyoshi
x Turno O3 x



Fui conduzida para um lugar completamente inesperado. A muralha, que surgiu aos meus olhos, era enorme e não tive tempo de repará-la visualmente já que simplesmente pisquei e apareci do seu outro lado. E agora era uma floresta, também bem diferente de qualquer uma que eu já tenha visto. Era densa e de árvores de altas copas. As raízes se entrepunham aos meus pés e, junto com a mulher que me tocou, constatei de fato que não era o destino final. Seu toque mais uma vez me alcançou. Chegamos, então, a um labirinto. Era quente, as entranhas de uma montanha. Me senti como uma formiga operária. — Hahah. Quem diria... — Pensei como forma de me aliviar comicamente.

Alcançamos, através de um complexo labirinto que tive o prazer de ser poupada, a um tipo de base. Um rapaz me recebeu, ele era bonito e charmoso. Sua voz tomava conta da sala. Me concentrei no que ele estava falando, ou pelo menos tentei, mas consegui enfim a resposta que ansiava: Base Revolucionária. — Finalmente! — Era hora de agir! Ele me instruiu sobre uma vindoura missão e, sem titubear, respondi à altura.

Eu só preciso de um machado. — Sorri, deixando clara minha confiança em habilidades físicas de combate. Minhas mãos como que formigavam, esperando para empunhar um machado, clava ou grande estrela-da-manhã. Queria esmagar, rasgar e destroçar quem ousasse se interpor em nossos planos. Sou uma mulher prática afinal! — E qual seria a missão, senhor Vitrus? — Indaguei. Logo, comecei a pensar nas várias possibilidades.

Pensei a princípio em uma missão de reconhecimento, talvez em entender um certo perímetro e encaminhar o mesmo para nossa equipe de inteligência. Sabia claramente que sou apenas uma revolucionária em seus primeiros dias. Estou aqui para fazer o trabalho por baixo dos panos para que os nossos superiores consigam executar as missões efetivamente. Não quero esse tipo de glória.

Também imaginei, talvez como sendo algo mais inescrutável, alguma missão de conquista de informação e afins. Um agente estava na ilha? Marinheiro com informações importantes, talvez? Enfim, era uma possibilidade clara, porém um pouco mais difícil.

Por fim apenas aguardaria e me atentaria às informações da missão. Daria o meu melhor, claro, além de contribuir com o possível para o bem discorrimento de tal para com meus camaradas.

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Formiga
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Formiga
Desenvolvedor
Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Qua Ago 31, 2022 11:04 pm






Kako, O Macaco
x Turno 11 x



Se mover pelas árvores era algo bem primitivo, mas, que de certa forma era interessante. Permanecer na natureza era algo que eu gostava, ainda mais com aquele acervo de plantas existentes por ali, com certeza ali tinha coisa nova! Mesmo que desejasse seguir por esse caminho, estava ali por um trabalho e tinha gasto dinheiro com isso, algo que não foi tão agradável assim, no entanto, com certeza eu tinha gasto menos com o ingresso do que gastaria nesse arco - Muito grande, como vou achar uma porrinha azul aqui? - Bradei observando o ambiente em busca do homem-peixe - Porra! Uma coisa azul não deve ser complicado de encontrar no meio desse verde. - Conclui continuando a observar a floresta onde estava.

- AAAAAAAAAAAAAH! CADÊ ESSE CARA? - Gritei puxando a pele embaixo do rosto, estava quase revirando meus olhos quando ouvi um linguajar familiar - MACAQUINHOS! - Voltei minha atenção a eles com os olhos brilhando, nitidamente feliz em estar interagindo com criaturas tão incríveis como aquela - UH UH AH AH AH AH AH AH AAAAAAAAAAAAAAH UUUUH (Contemplem seu Rei, o DEUS DOS PRIMATAS!) - Falei dando um sorriso logo em seguida - UH UH UH UH AH AH AH AH UUUUH AAAAAAAAAAAH (Estou procurando homens de pele azul!) - Continuava fazendo algumas gesticulações - Uhhh Uh Uh Ah AH Ah AH (Pele azul que é do mar, homem-peixe) - Perguntava na esperança que eles pudessem me dizer pelo menos um caminho para seguir - Uh Uhhh Ah aH aH aH aH aaaaah (Tem banana aí, estou com fome) - Finalizava passando a mão na barriga, dando dois tapinhas no final.

Se por acaso fosse indicado um caminho, seguiria sozinho ou na companhia dos pequenos macacos, pulando pelos galhos de maneira “selvagem”, simplesmente para acompanhar os meus aliados. Seguindo essa linha de raciocínio, observaria por algum tempo onde quer que eu estivesse, tentando encontrar a figura com as características citadas pelo ferreiro anteriormente - Dread, tritão de dread... - Falava baixinho continuando a observar toda situação, puxando uma das flechas da aljava e preparando no arco - Vamos ver, cadê você... - Continuava mirando com um único olho, passando por cima dos possíveis alvos ali presente. Claro, existia um mundo onde aqueles macacos não me levassem a lugar algum, torcia que ao menos eles tivesse conseguido alguma banana ou outra comida que pudessem me trazer - uh uh uh ah ah ah aaaah! (Tem outras pessoas por aqui?) - Finalizava a última tentativa de conseguir informações com meus semelhantes.


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subaúma
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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Qui Set 01, 2022 12:19 pm






Jungle D. Palomero
x Turno O8 x



-Não fale dele no passado…- Falei ao ouvir a fala da menina sobre seu pai - Ele está vivo… eu sei que está!

Então, depois dela me pedir para fugir se desse merda, a gente se despediu - Eu não vou correr do perigo, pois eu e o Pacha somos grandes guerreiros do mar!!!!! - e ai a gente foi embora.

Eririka é uma pessoa muito especial. Assim que eu e ChaCha nos despedimos ela já estava pronta para seguir a jornada, e ainda por cima me trouxe um suquinho de laranja - OBA!!! EU TAVA REALMENTE MORRENDO DE SEDE, OBRIGADO!! - graças ao presente, comecei a saltitar feliz durante o caminho -Calma amigo, só me deixa tirar esse canudinho de plástico… isso não faz bem pra ninguém - diria quando terminasse de beber todo o suco. Jogaria o canudinho na lixeira mais próxima e depois daria a caixa para Pacha. Afinal, ele adora comer essas coisas - E aí, gostou do sabor de laranja?

Em certo ponto, Eririka me chamou para perto de uma grande rocha e nos explicou como faríamos para adentrar a floresta.

-Pode deixar! Eu e o pacha não temos medo desse tipo de coisa! - falei, mas quando olhasse para o túnel escuro sentiria as minhas pernas travarem. Assim como Pacha, ficaria congelado, olhando para o bréu do abismo que também estava a me olhar. - E…eu já vou pular… calma... só não me apressa....- diria fingindo ter a coragem que me faltava. Olharia desesperadamente para os lados a fim de encontrar uma segunda opção ( uma estrada de tijolos dourados talvez?) - Sa…sabe… Acho melhor a gente voltar pra lanchone… - A desgraça aconteceu. quando fosse me afastar do buraco, o meu pé escorregaria na grama ou em algum musgo esverdeado (na falta de alguma dessas duas coisas, eu apenas iria tropeçar na pedra). Sem conseguir terminar a frase, eu caíria no buraco e seguraria a coleira de Pacha em uma tentativa desesperada de não caír.

Se Pacha aguentasse o meu peso, eu iria sorrir - Ufa, essa foi por pouco.

Entretanto, se por acaso Pacha também se desequilibrasse e caísse junto comigo eu faria a única coisa que uma criança normal (e medrosa) faria. Eu iria gritar.

-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!

Ato II — Tiro, Porrada e Água - Página 3 Giphy

Ficaria abraçado com Pacha até que Eririka aparecece e iluminasse tudo. Se avistasse qualquer outra pessoa que não fosse Eririca eu sairia correndo e berrando na direção oposta da pessoa

-CORRE PACHAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!! ERIRIKAAAA SOCORROOOOOOOOOO!!!!


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Shiori
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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Qui Set 01, 2022 2:53 pm



Palomero

Depois de mostrar sua coragem pra mocinha, ele seguiu seu caminho, onde bebeu seu suco, descartou o canudo corretamente e deu a caixa pra Pacha que comeu ela muito feliz. Ele comeu bastante animado, enquanto as coisas caminhavam normalmente até que deram de frente com o túnel..

A coragem do nosso caprino se foi quando ele viu que o buraco era mais embaixo ele até mesmo perguntava se não deveriam voltar para trás, talvez para a barraquinha de suco, algo que certamente lhe faria melhor. Então Eririka respirou fundo e já ia concordar.-Tá, podemos volta…- e antes dela completar, ela via Palomero escorregando no musgo e se agarrando em Pacha.

O bode começava a por força, para não deixar ele cair e a moça ia acudir ele, mas logo em seguida o bode escorregou e ela passou direto por os dois, já que ele e o bode caiam em velocidade pelo túnel o que dava para ouvir era os gritos do rapaz e um grande-BEEEEEBEEEEEEEEEAEBEEEEEEEEAA-Até o pacha gritou alguma coisa inteligível enquanto caia junto dele.

A garota naquele momento levava a mão ao rosto se jogando no túnel e o fechando enquanto descia pelo tobogã de terra, chegando ao fundo e dizendo.-A gente ta ferrado.- e acendeu a tocha na mesma hora, dando pra ver que além de tudo o lugar era cheio de insetos, aranhas, carrapatos, centopeias, caminhavam por ali.-Vamos logo, temos que ir pra saida, o tunel foi comprometido, temos de cavar outro pra sair, ou achar outro meio, vamos rápido. - ela parecia mais assustada que brava naquele momento.

Ela até teria ficado brava com o rapaz, mas precisava sair dali o quanto antes e por isso não tinham tempo hábil, ela não sabia agora com quanto tempo achariam aquele túnel e podia ser o fim pra ela e pro pequenino talvez. Claro ela não passava esse medo pra ele, afinal, ele era uma criança, não tinha responsabilidade por isso.-Não se preocupe vamos sair rápido daqui.- ela dizia fazendo um sorriso levemente forçado no rosto, mas que o proprio escuro fazia não ser tão perceptível.

Sada

Enquanto isso na base revolucionária depois de ter seguido para o destino e evitando ter de sofrer naquele labirinto ela conversava com seu superior naquele momento. Ela clamava que tudo que precisava era de um machado e bem, era uma arma bem diferente do que ele esperava mas muito interessante por sinal.-Pois bem, vamos providenciar o machado, já sobre a missão ela é um tanto complicada, por isso você vai ter auxílio.-Disse ele de forma bem direta em relação ao que iria acontecer, mas claro não era tudo que ele tinha para falar.

Agora que começaram as explicações e espaço para as perguntas acontecerem nesse espaço de tempo.-A missão é a seguinte, como já deve saber aqui em Clamoris dentro das muralhas existe a caçada humana, eles caçam todo tipo de ser senciente ali dentro, humano, tritão, mink, anão, qualquer um deles vira alvo dentro daquelas muralhas.- ressaltou ele sobre a situação da qual eles estavam combatendo naquela ilha. Não era algo fácil, certamente se tratava de problemas culturais que iam além do que eles sozinhos podiam imaginar.

E feita a primeira pausa, para que ela confirmasse o conhecimento ou fizesse alguma pergunta, ele prosseguiria, explicando mais informações sobre essa missão.-Acontece que um dos nossos infiltrados foi capturado, um tritão com dreads na cabeça, seu nome é Aegon, ele é um bom revolucionário. Precisamos libertar ele, e temos uma noção da sua localização. Mas apesar de ser muito importante estar armada, precisaremos usar de diplomacia. O ideal era conseguirmos nos infiltrar sem termos um combate direto. Ouvi dizer que você é habilidosa com as palavras certo?- Questionou ele buscando entender de forma mais completa se ela realmente seria boa com esse tipo de coisa, ou apenas havia escutado algo falho por parte da outra base revolucionária que contactou.

Então ele iria prestar atenção antes de prosseguir falando o que era importante para pensar.-Eu tenho dois uniformes, de funcionários da caçada, isso via nos permitir andar por lá, sem que façam perguntas ou nos ataquem de cara. Mas vamos precisar chegar até os caras que estão nas celas. E pra isso temos duas opções, enfrentar centenas ou convencer eles de que deveríamos estar ali. Se algo der errado eu vou segurar os inimigos, fuja, e traga reforços caso algo assim aconteça.- ele repassou mais dados importantes do que iria acontecer por ali, provavelmente as coisas iam esquentar e ter bastante problemas por a região.

Ele colocava logo a foto do tritão na mesa, onde ela poderia ver ele, um tritão de pele azul com dreads, uma roupa vermelha chamativa na foto, apesar de provavelmente ele não estar usando essa roupa.

Ato II — Tiro, Porrada e Água - Página 3 DQX2R8Y

Por fim tendo explicado mais ou menos qual era o plano ele completava.-E claro talvez tenhamos que improvisar algumas vezes, alguma duvida?- e abria espaço pra ela fazer todas as perguntas que seriam válidas nesse tempo, até por que certamente ele não tinha explicado nos máximos detalhes, apenas o grosso.

Kako

Os macacos entendiam bem como era a situação, e respondiam logo em seguida.-AH HU HA HUUU AU HA HUU HUAAAA AAAAA HGAAAAAA HU AAA HU HUI (Sabemos sim, o cara azul, temos banana também, vem com a gente.)- e eles iam saltando de galho em galho até chegarem numa zona mais aberta onde tinha uma pedra, e assim pegavam algumas bananas.

Ele logo convidava caco pra sentar e comer um pouco antes de seguir viagem.-Ah HU A HUAAAA AAAA HUUAAA HAAAU HAA UUU AAA UUA AA HU AHAAAA (Senta aí vamo comer!! Depois jogar caca ao alvo!!)- disse ele pra o rapaz que poderia querer ir embora depois de comer, mas no fim ele não tinha recebido a informação e caso ele insistisse nessa questão, bem tinha uma resposta para isso.

Então caso ele pensasse em só ir embora, o macaco logo iria começar a fazer outra fala, para convencer ele a jogar.-AH HUU AAAAAA HU AAAA UUU AA HU AA HU AA HUAAA HUAA (Eu posso te dar a informação se jogar caca ao alvo com a gente, uma competição!!)- ele parecia querer mesmo jogar com o mink, parecia que era algo que eles gostava bastante.

Então nesse ponto em diante, se ele se interessasse pela informação de fato iria começar a explicar o que era essa tal competição.-Ah uh ah uh AH UH AH UH AAAA AH AH AH UH UH UH AH UH AA UH (Se eu ganhar quero esse negócio maneiro, se eu perder você fica com a informação.)- disse apontando pro corpo, ele queria as roupas de Kako, assim ele seria o Deus dos símios, certamente era assim que virar deus funcionava.

Então por fim era hora de explicar o jogo pra dizer como que seria esse tal jogo de caca ao alvo.-AH UH AH UH AH AH UH AH AH UH UH AH AH AH AH UH AH UH AH AH UH AH AH UH UH AHAH HUU AAAAAA HU AAAA UUU AA HU AA HU AA HUAAA HUA AA AH AH (O jogo é assim, jogamos três bostas por rodadas, em alvos escolhidos, de preferencia cabeça de humanos, quem acertar mais em 5 rodadas de bosta, ganha!! Se empatar mata mata, a gente joga bosta um no outro, o primeiro que acertar o outro ganha!!)- Um jogo bem interessante e complexo por sinal, a sociedade simia era incrivel.



Spoiler:

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Formiga
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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Qui Set 01, 2022 3:12 pm






Kako, O Macaco
x Turno 12 x



- ”Ok! Com certeza eles têm a informação que preciso.” - Essa era a primeira coisa que invadia minha mente após ouvir as macaquices daquele macaco, com certeza tudo havia se tornado mais fácil.

Seguir o macaco não foi difícil, por menos costume que tivesse em pular de árvore em árvore, eu tinha habilidades que supriam tal “deficiência”, que no fim das contas, não era algo de fato complicado de lidar. De qualquer forma, não demorou para que chegássemos a uma área relativamente aberta, tendo finalmente recebido a bendita da banana - UH UH UUUH (Valeu) - Era simples e direto em meu agradecimento, aproveitando a banana e também da paisagem peculiar.

Eu sabia que tudo estava indo bem demais para ser verdade, aquele pequeno canalha não demorava em mostrar suas garras, querendo fazer uma aposta comigo? Na verdade, ele estava me desafiando e eu jamais iria correr de uma disputa! - UH UH AH AH AHHHHH AHHHHHH (Você tem coragem? Eu nem preciso pensar para aceitar!) - Gritava em “macaquês” enquanto gesticulava com fervor, talvez meu grito pudesse até mesmo chamar alguma atenção, mas não passava de um macaco berrando - UH UH UH AH AH AH UH AH UH AH AH AH UH UUUUUUH (Se você perder quero que vire meu guia nessa floresta, até que eu me sinta satisfeito) - Não daria toda a diversão de mão beijada pro macaco, precisava tirar uma lasquinha também.

Ele não demorou para falar as regras de toda aquela disputa, no fim, precisaria por minhas habilidades de atirador à prova, mesmo que a munição não seja algo que já usei na vida. Espera… não existe alguém que já faça isso? Bom, não importa - UH UH UH UH AH! (Podemos começar? Ou vai desistir?) - Falei já ficando de pé, pegando mais algumas bananas e colocando para dentro, afinal, munição nunca é pouco! A partir daqui seguiria o animal para onde quer que fosse, observando os locais, buscando identificar quem estava por ali, afinal, poderia muito bem encontrar o meu alvo durante o percurso.

Por fim, esperava ser levado até a presença dos felizardos a sentir o mais puro odor da morte, continuando a observar e tentar analisar o melhor local possível, além de claro, me certificar da firmeza dos galhos, afinal, eu ia lançar aquela bosta com toda minha força - UH AH AH UH (Você primeiro!) - Finalizava incentivando meu oponente a iniciar a disputa.


Histórico:

Sadakiyo
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Sadakiyo
Revolucionário
Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Qui Set 01, 2022 8:47 pm






Sada Kiyoshi
x Turno O4 x



Ver o Vitrus falando, explicando apropriadamente cada detalhe que contornava nossa importante tarefa, era animador. De fato, eu reconhecia a importância substancial daquela missão. Ora, era um dos nossos que foi capturado. Estava sendo mantido cativo naquela chamada “Caçada” e seria um alvo nas mãos dos malignos opressores. Sabia também, desta vez de modo sólido, por assim dizer, que tal missão não seria resolvida com tapas, chutes e socos. A diplomacia, como fui instruída e, agora, orientada, teria um papel vital.

Entendi perfeitamente, senhor Vitrus. — Respondi. — Já tenho o cerne da missão claro em minha mente. — Finalizei.

Esperava receber então o machado, tão aguardado, e as roupas para me trocar. Esperaria a direção de um lugar privado, onde poderia vestir o uniforme de funcionário da caçada. Então, após fazê-lo e me armar com o instrumento de fio curvo, estaria preparada para partir. Daria, antes de sair, uma breve olhada para a moça que me trouxe até ali. Faria um aceno e rápida piscadela para ela, como um agradecimento por me guiar.

Logo, com tudo pronto, sairia assim que possível junto de minha ajuda para tal tarefa.

Queria, instintivamente, me certificar de detalhes muito importantes. Dividi-los-ia em pequenas partes onde, tais, me dariam direções e opções para agir.

Primeiro e mais importante seria com relação aos eventuais encontros com outros funcionários. Estes, talvez por pura ignorância, deixariam com que passássemos sem problema, ou era isso que eu esperava. Caso contrário surgiriam indagações e inconveniências por parte deles. Infelizmente nem tudo se resolvia na lábia, mas faria assim como ordenado. Sou bem difícil de se lidar, óbvio, mas também sei que deveria manter minha postura mesmo que me custasse alguns insultos. — Estamos fazendo uma manutenção pelo local. Vai ser rápido, não queremos estragar o “show”, não é mesmo? Hahah. — Diria, tentando ludibria-los. Ou talvez poderia tentar. — Estamos nos certificando de que tudo esteja nos conformes. Queremos ver estes presos lutar por suas vidas. —  Sorriria, se possível, tentando ser mais convincente.

Também estaria preparada para perguntas, caso surgissem. É claro que não saberia responder a maioria delas, mas faria o possível para contorna-las com as informações que tivéssemos. Daria espaço, sempre que possível, para meu parceiro responde-las. Ele saberia, muito provavelmente, de mais coisas do que eu. Sendo eu apenas um auxilio necessário em momentos oportunos.

Outro problema, sendo o segundo em uma lista hipotética de importância, seria com que nós fossemos descobertos. Isso seria algo terrível! Manteria a postura até o fim, não entregando detalhes da missão. Seria sorrateira, oportunista e acima de tudo discreta. — Somos funcionários, claro! — Reagiria a altura. — Fomos designados a algumas tarefas nesta área. — Insistiria se necessário.

Em ultimo caso, como combinado na breve reunião, partiria para o dispensável combate. Fora alertado sobre a desvantagem numérica que sofreríamos. Sabia também que, como o próprio Vitrus ordenou claramente, deveria buscar reforços. Manteria o mesmo padrão de tentar guardar na mente os locais por onde passamos. Enfim, tentaria fazer o possível para encontrar uma brecha e escapar. Buscaria reforços, como ordenado.

O machado estaria seguro em ambas as mãos, firme e rígido. Manteria uma postura de abertura de guarda, com a arma frente ao corpo. Os olhos atentos a qualquer brecha para uma eventual, quando viável, fuga. Traçaria também alguns movimentos, como breves saltos e impulsos para me esquivar de movimentos ofensivos frontais e laterais. Bloquearia com a parte chata da lâmina qualquer impacto direto, seja um soco, chute ou assalto armado. E, com o reflexo necessário, tentaria revidar com cortes diagonais de baixo para cima, ou inversamente, contra o tronco do adversário menos preparado defensivamente.

Meus golpes seriam breves e ligeiros, não tomaria todo um preparo para fortalece-los até então, afinal, meu foco era fugir e encontrar reforços. Seria interessante, quando possível, executar movimentos sorrateiros como rasteiras extremamente baixas e socos entre os rápidos movimentos de machado focando em regiões sensíveis, como nariz, olhos e pescoço. Seria um artifício a mais na hora de encontrar oportunidades para fuga com o eventual, em caso de sucesso, atordoamento do adversário.

Enfim, no caso de tais circunstâncias se provassem reais, correria pelo caminho inverso a fim de buscar ajuda na base anteriormente encontrada. — Preciso de ajuda, fomos pegos! — Resumiria ao encontrar com outros confederados.

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subaúma
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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Sex Set 02, 2022 3:13 pm






Jungle D. Palomero
x Turno O9 x



Para a minha surpresa, o buraco do túnel não era tão fundo assim. Ok, Eririka já me havia avisado isso, mas eu realmente havia pensado que ela só estava diminuindo o perigo com a sua fala para me acalmar. De um jeito ou de outro, eu mal começara a gritar e já havia caído de bunda no chão com Pacha em cima de mim.

-Eita… isso machucou o meu bumbum… Você está bem, Pacha?

A escuridão era cegante, e isso me amedrontava. Mas Eririka desceu rapidamente e, como se fosse um anjo salvador, iluminou a gruta com sua tocha. Eu estava esperando ver algo assustador e tenebroso (tipo um guarda mal encarado) mas assim que o fogo iluminou o cenário, eu fiquei maravilhado.

Haviam milhares de insetos… eram tantas espécies, de todos os tipos e cores… alguns, inclusive, eu nunca tinha visto na vida.

Ato II — Tiro, Porrada e Água - Página 3 2kNR

-Uau… Olha isso amigão… encontramos o reino dos insetos!! - O perigo iminente que a pouco me fora alertado já não era mais tão importante assim, pois, aquele tipo de visão era tão espetacular que para mim valia muito mais que qualquer quantia em ouro. Iria então me afastar da mulher e caminharia na direção dos insetos. Estenderia a mão e deixaria que os mesmos caminhassem por meu corpo.

-ZaZaZaZaZa… faz cosquinha…. ZaZaZaZa!! - E então seguraria na mão direita o maior besouro que eu encontrasse - Eririka, olha que legal!! é um besourão!!!

Insetos são legais, o único problema são as pessoas que estragam a natureza, e as pessoas dessa ilha transformaram a floresta em um palco cheio de perigos… Eririka sorriu para mim e falou que tinhamos que ser rápidos para sair de lá em segurança. Então eu sorri para a mesma -VAMOS LOGO ENTÃO!! - Então seguiria a mulher para onde quer que ela fosse.


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Shiori
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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Sex Set 02, 2022 5:06 pm



Palomero

Apesar do primeiro momento de medo, tudo valia apenas quando ele viu os insetos, eles eram bonitos e interessantes, de formas bem comuns, era possível dizer que eram até diferentes de tudo que ele viu, e Pacha também gostava concordando com ele com a cabeça, mas preferindo não tocar nos bichos, já que ele não os conhecia, e não queria machucar também, já que ele não tinha mãos, apenas cascos.

De toda forma, logo Eiririka via que ele tinha pegado uma centopeia enorme, quase do tamanho do seu braço todo, ela era realmente um inseto enorme, ela deixava que ele o fizesse mas alertava.-Cuidado pra não estressar elas, elas mordem se se sentem estressadas ou incomodadas, mas tirando isso são inofensivas.- era apenas um alerta para que ele não a manipulasse descuidadamente.

E logo tudo se voltava para a caminhada eles rapidamente começavam a andar para sair do túnel, algo que levou em torno de quarenta minutos a tocha estava quase acabando mas eles saíram do túnel, entretanto, a saída era o maior problema, assim que eles chegavam, Eririka dizia.-Sobe no Pacha, eu vou dar um calço e vocês dois saltam pela saída e eu salto em seguida tudo bem?- disse ela preparando as mãos pra o Pacha ser o realizador do salto.

E com isso se eles topassem ela ajudaria eles dois a subir os lançando pro alto, onde Pacha pousaria do outro lado com Palomero nas costas em um salto radical, e logo em seguida Eririka pousaria logo ao lado deles fechando a entrada. Mas… Agora vinha o problema, o tempo de comemoração era curto. Logo três caras fardados, vestindo uniformes pretos, com toucas da mesma cor, e um símbolo vermelho paravam ao redor deles.

E um cara enorme careca dizia.-Olha só o que temos aqui!! Finalmente pegamos você peluda, achamos seu túnel sua desgraçada, já tem outros vindo pelo outro lado não adianta voltar para trás.- O rosto da mink ficava pálido, eram 10 homens ao todo, e ela rapidamente dava um ataque com o pé para trás, fazendo com que a porta da toca que eles acabaram de passar desabasse assim, os que vinham por trás demorariam cavando ou teriam que voltar.

E o careca então ficava puto, franzindo o cenho e arregalando os olhos ele tava tão puto mas tão puto, que ele até mudou de cor.-SUA MERDINHA!! NÃO IMPORTA VAMOS PEGAR VOCÊ AGORA.- E com isso a coisa estava prestes a começar a esquentar. A moça não sabia bem o que fazer, eram muitos e talvez proteger Palomero não fosse possível.

E então ela falava com um sorriso enorme estampado no rosto, ela dizia para Palomero.-Tome isso e corra, naquela direção. Eu vou manter eles aqui te alcanço, mas se não te alcançar entregue isso para alguém.- disse ela pegando um tipo de insígnia e entregando para o pequeno, enquanto parecia se preparar para uma luta da qual ela não tinha certeza se poderia ganhar. Aquela insígnia parecia ser algo importante, e sua voz foi em baixo tom para que apenas o Palomero ouvisse.

Então ela se erguia novamente e começava a emanar eletricidade de seu corpo, muita, começando até mesmo a fazer sons que lembravam os de uma tempestade em alto mar, ela parecia forte, mas será que seria capaz de lidar com todos? De qualquer forma, havia pouco que o rapaz pudesse fazer.

Sada

Assim que ela terminava de ouvir, o machado chegava até ela, era um bom machado, é claro, se testasse seu balanço ele seria eficiente, certamente aquela não era a melhor arma da qual ela já empunhou, ou viu por aí, mas ela era muito bem feita e conseguia servir perfeitamente para o propósito do combate. Quando tivesse a arma em mãos, Vitrus traria o uniforme que eles teriam de vestir.

Eram roupas bem grossas, calças pretas grossas, botas, e uma camiseta preta de mangas longas colada, mas dava pra ver que o material era rígido, ele não seria cortado ou perfurado por espinhos, até mesmo seria difícil cortar aquela fibra com uma faca comum, só facas de combate deviam atravessar mais facil, ou facas usadas por alguém forte de verdade, era uma roupa de exploração, e mais ela era leve, o que indicava que fora feita para o ambiente de floresta.

Ela também contava com luvas, para poder abrir a mata com elas, a touca era opcional, mas estava presente no conjunto, e logo o rapaz explicava.-Você pode se trocar, logo ali fica o provador. Pode se trocar lá, irei para a outra sala colocar o uniforme. A touca é opcional.- E assim, ele se preparou colocando o uniforme, luvas, e se equipando, colocando um cinto talvez aquele fosse um cinto de utilidades.

E com tudo pronto ele então finalmente começava a guiar a moça pra fora com ajuda da moça que atravessava os locais, e teleportou eles dois duas vezes até que eles estivessem na floresta onde ela retribuía a piscada da moça com um sorriso apenas se mantendo em silêncio sempre, talvez ela não fosse muito de falar.. A caminhada era dura, eles passavam pelo terreno acidentado de novo, galhos, espinhos, por sorte a roupa ajudava, já que dessa vez não tinha ajuda da moça do teleporte que ficou pra trás depois que eles começaram a adentrar a floresta.

Dentro da floresta eles passavam por alguns dos homens do lugar, usando o mesmo uniforme, e eles estavam irritados, nem olhavam pra eles direito, e nesse momento viam eles cheios de merda reclamando as falas eram Macacos filhos da puta, jogaram merda na gente que ódio. Um dia pego eles. e era isso até que finalmente eles chegavam à central, uma grande casa branca que aparentemente tinha um segundo andar pra cima, e talvez alguns níveis subterrâneos, algo que poderia ser chutado pelo alçapão do lado de fora.

Então quando eles adentravam, um homem grande abordava os dois, ele era careca, tinha provavelmente três metros e meio de altura, seu tronco dava dois homens, era extremamente musculoso mas também um tanto gordo.-Opa opa, o que tão fazendo por aqui?- seus dentes amarelos ficavam à mostra quando ele falava, e seus olhos tinham um olhar penetrante e desafiador. E era nesse momento em que a moça fazia seu papel dizendo o que vieram fazer por ali. Ele franzia o Cenho e falava.-ha mas que crime o meu não me lembrar de uma moça tão bonita, mas me diga. Vai fazer algo quando sair daqui hoje?-Ele ficava com as bochechas coradas, ele nem parecia o ogro de segundos atrás que caminhou até eles, depois de alguns passo, e claro essa era a pergunta dele pra ela, algo que apenas ela poderia responder.

No fim o que iria acontecer a partir dali dependia desse momento. Para que caminho eles iriam depois dali, e claro, tudo poderia ter muitas resoluções variadas, a pensar nos resultados que estavam por vir.

Kako

Kako aceitava a proposta da guerra de caca, desde que o macaco fosse ser o guia pessoal dele naquela floresta caso perdesse, algo que o macaco ali aceitava estendendo a mão para Kako apertar como forma de fecharem um acordo.-AH UH AH UH AH AH AH UH AH AH UH UH UH AH (Tudo feito amigo, que vença o melhor lançador de caca, e só vale jogar com a mão e pé viu!!)- disse ele finalizando os termos da jogatina, era algo que certamente iria fazer eles dois gastarem algum tempo ali.

Então depois da preparação final dos dois comendo mais algumas bananas eles seguiam floresta a dentro a busca de humanos, eles logo encontraram alguns humanos fardados. O macaco então se posicionava e disparava, três tiros de caca, um ia no peito de uma mulher loira que passava ali e ela logo gritava MAS QUE PORRA É ESSA MEU DEUS? os outros ficavam atentos mas a careca do maior não era perdoada, e ficava totalmente suja de caca.

E por fim o ombro do cabeludo ficava totalmente melado, enquanto o careca começava a gritar também.SÃO OS MALDITOS MACACOS DE NOVO, UM DIA PEGO ESSES MALDITOS.- E ele fazia um sinal positivo pra Kako, fazendo ele seguir ele até o proximo grupo de humanos, o que levava alguns minutinhos de galho em galho, cada macaco indo no seu ritmo.

Até que achavam um grupo de 5 humanos, 4 mulheres e um cara, uma ruiva, uma morena, uma loira, e uma moça de cabelo de três cores. O cara era grandão e tinha um corte militar. Todos eles eram alvos, mas Kako só podia usar tês cacas, então poderia escolher entre eles ou fazer algo mirabolante.



Spoiler:

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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Sex Set 02, 2022 5:44 pm






Kako, O Macaco
x Turno 12 x



Por um momento acreditei que não iria conseguir conter aquela gargalhada, sério, ver esse pequeno miserável atirando merda nos outros é muito hilário - AH UH AAAA AH AH (Eles sempre ficam irritados assim? - Perguntei logo após a rodada daquela cagão. Aliás, grupos fardados entrando por ali era algo ligeiramente estranho.

Logo após o careca ficar puto e gritar ameaças contra minha espécie, fomos até um outro grupo de humanos, que eram compostos por quatro mulheres e um cara - ”Será que consigo jogar em um e melar o outro também? Ai são dois coelhos com uma porrada só!” - Aquele pensamento era ousado, mas, se já estava naquele momento tão arcaico como esse, eu iria aproveitá-lo da melhor maneira possível. Bom, a princípio me moveria com certa cautela, indo pelos galhos mais altos, para que minha presença não fosse revelada. O que eu buscava? É simples! Uma posição bacana, onde pudesse ter a visão mais ampla possível, afinal, estava tentando melar dois com uma merda só.

No momento em que encontrasse um bom ângulo, simplesmente prepararia toda a munição, colocando a mão por dentro da calça, abrindo as pernas e flexionando os joelhos, para dar espaço pra merda deslizar. Aquilo era nojento? Um pouco, mas já passei por coisa pior. Enrolaria as fezes na mão formando uma bola consistente, mas mantendo a maciez do meu cocô - É hora do show, baby! - Mandava uma frase nada a ver enquanto esticava meu braço o mais para trás possível, girando a cintura e levantando ligeiramente uma perna, deixando a outra firme como um apoio sólido.

BANG! O primeiro tiro marrom era dado na direção de uma das mulheres que estivesse mais próxima possível da outra, visando que aquela merda a atingisse como um verdadeiro míssil, explodindo em sua cara e respingando em quem estivesse do seu lado. Onde mirei? Óbvio que foi no rosto! O segundo disparo era seria feito em uma mulher também, afinal, comigo não tem essa de homem e mulher, todos pegam na minha com igualdade. O segundo tiro foi carregado com a mesma técnica que o primeiro, usando a rotação da cintura para intensificar o meu movimento. E o terceiro? Bem, esse certamente foi direcionado ao grandão com corte militar, bem no meio da sua fuça, para que pingasse chuva marrom para todos os lados! Aliás, os movimentos teriam sido realizados com o máximo de velocidade possível, abusando do uso das duas mãos para não dar tempo, colocando pressão à todo momento.

Com os tiros feitos, me moveria com velocidade usando o Soru para alguns galhos mais altos ou mais longes, fazendo uso do Geppou se fosse necessário - UH AH AH AH AH (ISSO É HILÁRIO!) - Gritava – após me esconder – para que meu comparsa pudesse escutar.


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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Sex Set 02, 2022 6:27 pm






Jungle D. Palomero
x Turno 1O x



Aquela certamente era a maior centopéia que eu já vi na minha vida! Ainda bem que ela parece ter gostado de mim. - Tá bom, eu vou tomar cuidado. - falei quando Eririka me advertiu sobre os perigos das centopéias - Mas pode ficar tranquila, eu já cuidei de algumas centopéias que viviam embaixo de uma das pedras da fazenda da mamãe… Elas só não eram tão grandonas como essa aqui… Qual nome você acha que eu devo dar pra ela? - olharia para o inseto e depois de muito analisar, lhe perguntaria - Você gosta do nome “pernuda”?

Pelo resto do caminho eu transportaria a “Pernuda” com muito cuidado, sempre dando liberdade para que ela pudesse passear à vontade pelo meu corpo, Assim como deixaria ela ir embora quando quisesse.

Quando chegamos no fim do túnel, eu montei em Pacha e com a ajuda de Eririka a gente foi para fora. Eu estava muito ansioso para ver as maravilhas da floresta! Se uma grutinha tinham tantos insetos incríveis, imagina a floresta em si? Esperançoso eu pisquei os olhos algumas vezes para me acostumar com a nova iluminação, e ai….

Ato II — Tiro, Porrada e Água - Página 3 One-piece-chopper

-GYAAAAAAAAAAH!!!!! Er….ER…..ri…ri…kaa…

A gente estava cercado por uns caras muito assustadores. Eu não conseguia nem respirar de tanto medo. A unica coisa que se passava na minha mente nessa hora é “Eles vão me matar, não tem jeito…. vao me matar e pendurar a minha cabeça em cima de uma lareira…e ainda vão comer o Pacha no jantar com purê de batata…a gente tá ferrado demais….”.

Aparentemente, Eririka já conhecia aqueles homens. Eu não sei dizer muito bem o porque, mas ela já estava sendo procurada por eles… “Ela falou que nasceu aqui… Será que quem nasce aqui dentro é tratado igual criminoso também?”

Em uma ação heróica, ela bloqueou o caminho dos ajudantes deles e me entregou um tipo de insígnia que eu deveria proteger… e aí ela me mandou correr… Eu nem agradeci, nem respondi, e nem sequer olhei para trás. Apenas corri para longe dali com Pacha como se não houvesse mais nada a se fazer.

-Vamos Pacha!!!

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Correria muito sem nem me importar com tropeços ou com a fadiga, apenas correria - Vamos!!!… arg… af… af… A gente não pode morrer aqui… arf… arf… Temos que honrar o sonho da mamãe….- Ao pensar em minha mãe, lembrei da mulher boa que ela era e de como ela queria ver um mundo justo onde a natureza e as pessoas vivam em comunhão. Mas foi a lembrança dela quase morrendo em uma cama que tomou conta de minha mente por inteiro. Um simples tropeço me faria caír de joelhos. As lágrimas começariam a escorrer, mas não era por dor, muito menos por medo… Era a pura tristeza de não ter conseguido fazer nada para protegê-la… -Snif…A mamãe morreu por que a gente não conseguiu salvar ela daquela doença…e agora…. agora todo mundo vai morrer por que eu quis vir pra ca… Buaaaaaa!!! ….

Ato II — Tiro, Porrada e Água - Página 3 Tony-tony-chopper-chopper-crying

E ai, pensaria em Eririka sorrindo para mim, pedindo para que eu fugisse - … Ela ainda não veio… ela…ela… ela vai morrer? …Ei Pacha… Ela vai mesmo morrer por nossa culpa …

Começaria a socar o chão sem muito jeito ou força, só por puro descontrole de choro, e no meio do balançar o meu estilingue iria escorregar do cinto e iria cair entre minhas pernas.

-Pacha… - esfregaria o rosto com o braço para limpar as lágrimas e os catarros - …Eu não quero mais ficar sem fazer nada… Você quer lutar comigo?

Por fim, decidiriamos retornar todo o caminho, correndo muito mais depressa do que na hora da fuga. Durante o percurso eu iria recolher o máximo de pedrinhas pontudas que conseguisse carregar nos bolsos. Também aproveitaria o momento para fazer um pedido - Ei Pacha, você não quer fazer um pouquinho de cocô em formato de bolinha não? - Se ele fizesse o cocô-bolinha, eu pegaria o cocô com muito nojo, mas determinação.

Ato II — Tiro, Porrada e Água - Página 3 Usopp-one-piece

Quando chegássemos perto de Eririka e os guardas, eu iria escalar uma árvore e me posicionaria em um galho. Colocaria o cocô-bolinha no estilingue e atiraria dentro da boca do oponente que estivesse mais próximo de minha amiga.(Na falta do cocô, iria atirar uma das pedras bem no meio de sua cara, entre os olhos)

Ato II — Tiro, Porrada e Água - Página 3 Unknown

-JÁ CHEGA!!! - iria gritar para chamar a atenção. Mesmo com as pernas trêmulas, eu iria lutar - E..EU NÃO SOU UMA CRIANÇA, SOU UM GRANDE HOMEM… E…E EU NÃO VOU DEIXAR TOCAREM EM MINHA AMIGA!!!

Logo em seguida Começaria a atirar várias pedrinhas nos inimigos para dar suporte à Eririka.

Se por acaso Eririka estivesse sendo imobilizada ou presa por algum dos oponentes eu iria assobiar para que Pacha entendesse do que se tratava. Era a ordem de comando para que ele corresse na direção do oponente e o atropelasse com velocidade máxima.

Caso algum dos guardas tente me acertar eu pularia para outros galhos a fim de me esquivar. Também optaria por essa tática no caso deles tentarem me alcançar escalando as árvores.

Em último caso, iria saltar lá de cima tentando cair sentado nas costas de Pacha, igual o Zorro faz.


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Sadakiyo
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Sadakiyo
Revolucionário
Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Sex Set 02, 2022 9:23 pm






Sada Kiyoshi
x Turno O5 x



Conseguimos uma vitória importante. Chegamos até uma construção que parecia fundamental, fui guiada até lá e, mesmo encontrando grupo de outros guardas, nós conseguimos passar por eles. Porém havia um detalhe que não pude deixar passar desapercebido: eles estavam cobertos por... fezes? Que nojo! Franzi a testa em preocupação, porém, lá no fundo, não pude deixar de torcer o nariz com o cheiro. — Eca! — Falei sem perceber. Alguns passos depois fiz uma breve pergunta, logicamente após me certificar de que não estávamos sendo seguidos nem ouvidos. — Senhor Vitrus, se me permite, que tipo de prisioneiros eles mantem aqui? — Perguntei na mais pura inocência.

Enfim. Chegamos então na estrutura final. Era uma casa branca e bem grande, com andares superiores e possivelmente inferiores também. A floresta já havia consumido um pouco da minha paciência. De fato, a roupa ajudava e muito, mas ainda era um saco ter de lidar com aquele aglomerado de plantas, árvores e raízes que mais me atrapalhavam a andar; fora dizer sobre os possíveis insetos e, talvez, calor. — ... — Olhei a casa de cima a baixo. Queria me certificar de sua aparência, pelo menos, já que pela localização seria impossível. — A habilidade daquela mulher de transportar é muito interessante e conveniente. — Pensei. — Porém poderia ela nos trazer direto para cá, né? Talvez tenha um limite de distância... — Continuei a linha de raciocínio.

Tudo estava bem, até que nos conformes, se assim fosse possível pensar, mas tudo quebrou com a chegada daquele nojento ogro deforme e esquisito. A voz me dava repudia e a cantada barata, como que feita por velhos tarados de boteco, também me deixava bem desconfortável. Manti a postura, claro, mas não pude deixar de retrucar a altura, após o “elogio”. — A é? Pois saiba que a gatinha aqui é bem selvagem. — Falaria, com uma suave voz, bem seduzente, se possível, enquanto me aproximava lentamente de seu ouvido. Tentaria também colocar minha mão em alguma gola, barra ou coisa do tipo de seu uniforme. Queria formar um tipo de contato bem íntimo naquele momento. Em seguida o soltaria, caso conseguisse o segurar, e continuaria o caminho. Esperava as direções de Vitrus para dentro da casa.

Imaginei que aquilo fosse suficiente. Bem, ele é bem medíocre ao bater os olhos, mas não poderia ficar com a guarda baixa. Manteria a arma sempre, ainda que de modo diminuto, prestes a ser sacada. Seria breve nos movimentos ofensivos e defensivos, com bloqueios e reflexos esguios entre os ataques contra mim direcionados. Esta opção seria apenas em casos extremos, já que, ainda que não suportasse muito mais do que a floresta já me fez passar, eu deveria priorizar a conclusão da missão de resgate de nosso confederado Aegon.

Em caso de sucesso. Ufa! Respiraria fundo e também esperaria religiosamente não me encontrar com aquele brutamontes de gordura e músculos novamente. — Essa foi por pouco... — Suspiraria para Vitrus.

Com nossa passagem aberta e entrada na casa branca estaria nas mãos de meu superior. Provavelmente os prisioneiros eram mantidos ali. Surgiriam algumas hipóteses em minha mente como a localização estratégica da casa na floresta, a guarda feita por aquele monstro feio e também a constante ronda de outros funcionários no perímetro – ainda que o fato daqueles outros mantenedores estivessem cobertos de merda não saísse de minha cabeça. — Vamos procurar? — Perguntei. Notei também que, instintivamente, me tornei bem mais “falante” naquele momento que pendia a furtividade.

Deveria manter em mente em encontrar o local onde eles estavam sendo mantidos cativos. Jaulas? Gaiolas, talvez? Enfim, de qualquer modo deveria encontrar o tritão com o qual fui incumbida naquela missão: Aegon. Teria seus detalhes de aparência claros em minha mente como sua pele e seu penteado. Além de, é claro, manter a atenção em possível encontros sorrateiros, já que por estarmos em uma situação mais silenciosa, por assim dizer, estaríamos concentrados em não chamar atenção.

Ao encontrar o Aegon sinalizaria para Vitrus o mais rápido possível. — Aqui está! — Falaria contidamente para o revolucionário. — Viemos te resgatar, meu camarada, aguente só mais um pouco. — Neste momento não poderia deixar de averiguar sua situação de saúde. Estaria ele ferido? Faminto ou sedento? Enfim, sejam quais forem as circunstâncias nós estamos ali para resgatá-lo.

Possivelmente com isso algum tipo de embate aconteceria, o que seria ruim. Não obstante estaria esperando por isso também. O machado, sedento por carne e sangue, estaria seguro firmemente em minhas mãos. Os olhos, fixos nos oponentes, também poderiam ditar meus alvos e a ferocidade com o qual avançaria contra os mesmos. E, de modo algum, deixaria de me soltar. Não me conteria em vociferar insultos contra aqueles ridículos e malditos carcereiros. Quem eles pensam que são? — Seus merdas! Essa noite terei muito sangue para pintar meu machado. — Falaria em um tom assertivo e dominante.

Com a arma em riste eu executaria movimentos extremamente violentos. Não pouparia esforços em varrer o ar em cortes pesados e profundos focando o tronco, pescoço e membros como braços e pernas. A situação, caso se findasse, havia subido totalmente a minha cabeça! Não fui criada e nem mesmo educada a aguentar tal situação. Dane-se a discrição! Estou aqui para fazer a justiça! Correria e saltaria por entre possíveis obstáculos, erguendo o machado entre os movimentos, e desceria ele em velocidade e impacto contra o crânio daqueles malditos. Usaria também da parte chata da arma para aparar eventuais contragolpes e, caso fosse atingida de algum lado, executaria um giro semicircular a fim de rasgar ferozmente tudo a minha volta.

Olharia atentamente para as saídas, claro, e assinalaria as mesmas para Aegon e Vitrus. Confiaria que conseguiríamos sair dali rapidamente, mas não sem um derramamento de sangue. Estaria como que possessa naquele momento e, sem pensar duas vezes, queria fazer daquela noite um verdadeiro pesadelo para aqueles miseráveis.

Histórico:

Shiori
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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Sab Set 03, 2022 1:08 am



Palomero

Palomero ficava tranquilo com sua centopeia, afinal, ele já tinha cuidado de outras antes, então apenas mantinha ele no braço com tranquilidade, enquanto ela caminhava para suas costas e passava de um braço pra outro, tendo descido dele quando eles foram pular pro lado de fora.

Mas ali eles tinham encontrado algozes, e com as ordens de Eririka ele e o pequeno bode correram, correram, e correram como se não houvesse amanhã, mas naquele momento uma coisa parou o pequeno. Era algo que vinha do fundo do seu coração, ele lembrava de como sua mãe faleceu.

Aquela memória o fazia pensar no por que ele queria ficar forte, e decidida por sua vez não deixar eririka pra trás, então mesmo que suas pernas fraquejarem e todo seu instinto primitivo lhe dissesse para correr, ele voltava, enquanto combinava com Pacha o que iriam fazer.

O bode confirmava positivamente, começando a colocar força e despejando uma serie de pequenas bolinhas depois de alguns segundos. Quando ele voltava, ele podia ver como era o estado da luta. A mulher era ágil, ela esquivava, saltava pelo ar belamente, quase como se conseguisse voar, eram acrobacias limpas e bem executadas.

Ela usava a eletricidade pra se propulsionar e ganhar velocidade e quando necessário até mudava de direção em suas acrobacias. A tormenta elétrica que saia dela começava a afetar, disparos e golpes de garras enquanto corria e brincava. Mas nem tudo eram flores.

Ele via que a mink já tinha alguns ferimentos, e isso por si só já podia alertar sobre o fato de que apesar dela lutar com múltiplos inimigos, ela provavelmente cederia em algum momento, e era aí que vinha o disparo tolete voador, atingia a orelha de um dos homens que perdia o equilíbrio e quase ia ao chão falando. -QUE PORRA É ESSA? SEU MOLEQUE DE MERDA!!! EU VOU FAZER VOCÊ EM PICA… E antes que ele terminasse levou uma joelhada no queixo que o jogou pra trás com tudo.

Em seguida o outro vinha pelas costas da mulher e quando estava prestes a acertar ela ele recebia uma bosta de cabra no olho, e perdia o foco, abrindo espaço para que a mulher saísse da linha.-SEU MERDINHA, NÃO SE ACHE, VOU ARRANCAR SUAS PERNAS E COZINHAR VOCÊ JUNTO DO SEU BODE SEU DESGRAÇADO!! VOU FAZER UMA BUCHADA COM VOCÊS DOIS!!- ameaçava ele enquanto Eririka começava a se mover entre eles e pegar vantagem, talvez tivesse uma saída para eles.

E aos poucos os tiros e pancadas iam fazendo com que janelas fossem criadas, Eririka não deixava eles passarem levantando linhas e ataques elétricos que impediam eles de chegar no pequeno bodinho. E então um dos homens retrucava.-HAHAHA ESTÃO FAZENDO UM INFERNO AQUI, MAS SOMOS MAIS E VAMOS DERRUBAR VOCÊS PRECISAM DE ALGO MUITO MAIOR PRA ME DERRUBAR.- E ouvindo isso Pacha se colocava em prontidão, ele começava a fazer uma força enorme, maior do que toda força que ele fez até então.

E com isso ele cagava uma grande caca gigante, do tamanho e uma manga.-BEEEE BEEEE BEAAAH (PEGA ESSA É DAS GRANDES!!)- Ele tinha criado a super munição especial, que poderia ajudar naquela situação aquele era o grande momento. Ele teria de descer da árvore pra pegar, e era arriscado, mas aquele ali era a super munição talvez valesse a pena.

Sada

Quando eles estavam chegando a construção era notável que a coisa estava cheirando mal, literalmente, mas o que preocupava Sada era outra coisa, o que eles encontrariam naquela prisão.-Todo tipo de pessoa pra ser sincero. Eles pegam criminosos maus pra valer, e também pessoas que incomodam eles como eu ou você, pessoas normais também podem ser levadas pra cá. Em teoria eram pra ser criminosos, mas como sabemos esse conceito é deturpado. O problema é que não dá pra saber exatamente a índole de todos os prisioneiros.- concluiu ele explicando essa primeira parte enquanto checava os arredores.

Então voltava a falar mais um pouco explicando mais da situação da ilha e o que eles iam fazer com aquelas pessoas ali.-A maioria dos criminosos está nesse exato momento solta naquela floresta sendo caçada por algumas pessoas, aqui eles guardam os exóticos, que vão soltar em um momento específico, geralmente de raças diferentes como é o caso do nosso amigo. Ele seria solto pra ser caçado e morto nessa floresta, e quero evitar que algo assim aconteça.- ele então terminava de explicar a pergunta dela de forma bem verborrágica, tendo deixado muitos detalhes sobre como as coisas aconteceriam ali, e deixando claro que tinham um objetivo fechado.

E então ele colocava mais algumas ideias na mesa, que poderiam ter um efeito controverso na situação, pois bem como ele citou não dava pra saber o que os prisioneiros iam fazer.-Mas talvez seja preciso liberar todos de uma vez, para gerar caos e podermos ter uma fuga bem estruturada.- disse ele complementando uma das possibilidades da situação em questão. E então finalmente eles estavam lá dentro, bem esse era provavelmente o momento de brilho da moça.

Era aqui onde seu momento de sedução começava ela o pegava pela gola e o colocava em uma situação que o fazia delirar, naquele momento as bochechas dele choraram e sua cara ficava completamente bobinha, parecia até uma criança feliz. Ele desmoronava quando ouvia ela falando ficando completamente envergonhado mas ainda assim ele dizia.-Eu eu quero encontrar a gatinha selvagem de novo quando eu sair.- disse ele bobo enquanto ela saia dali começando a seguir Vitrus e deixando o rapaz todo serelepe para trás depois daquele breve momento de interação que havia tido com ele.

Suas buscas não iam levando a muita coisa no começo o que era preocupante, muitos guardas passavam por eles dentro da mansão e as suspeitas estavam começando a acontecer. Eles andavam por muitos lugares diferentes começando a dar brechas de se pensar que estavam perdidos, passando mais de uma vez pelos mesmos guardas, sendo que eles tinham visto em torno de 30 guardas pela região, lutar era uma opção complicada, então finalmente eles encontraram uma escadaria que levava para o subsolo.-Chegamos nas celas. Agora vamos nos dividir, você vai para aquele lado e eu vou pra o outro.- e assim a busca começou.

Ela via todo tipo de pessoa, raças variadas, tinham meio gigantes, anões presos em pequenas gaiolas, humanos, tritões, minks, tudo que pudesse se imaginar ela podia achar por ali, alguns pareciam muito mal encarados, outros assustados, e levava quase dez minutos de cela em cela, sim, era uma zona gigante no subsolo quase 4 vezes o tamanho da área da casa.

Mas ela encontrou Aegon, ele assim que viu o rosto e a roupa, se colocou em prontidão ao fundo da cela preparando os punhos em uma pose de Karatê como se quisesse iniciar um combate naquela hora. Ele não dizia nenhuma palavra, até ouvir ela chamando Vitrus. Então ele ficava preocupado, mas ao ver um de seus colegas chegando ali um sorriso se formou no rosto do tritão.-Graças a Deus!! São dos nossos, escutem, além de me liberar, tem algumas crianças e uma mulher aqui, precisamos tirar eles daqui, eu estou ferido mas consigo me mover e lutar por um período curto. Elas estão em uma situação complicada, duas delas caíram de cima da muralha tentando escapar. E outras foram punidas como exemplo por compactuar, então precisamos tirar eles daqui em segurança- Explicou ele enquanto vitrus com suas ferramentas rapidamente arrombou a fechadura, abrindo espaço pro tritão sair, e ele vazava pra fora da cela apontando a direção que eles deviam ir.

Assim, eles seguiram para uma cela pequena e apertada que abrigava 15 pessoas amontoadas, sendo 5 mulheres bem feridas, e 10 crianças. Aquilo era uma cena de dar dó, dava para ver marcas de chicote espalhadas, elas foram cortadas por um chicote de couro muito certamente. Os açoites debilitaram os músculos, a maneira como os chicotes batem nas costas e músculos é cruel.

Então Vitrus depois de arrombar a porta respirava profundamente, ele pegava um cantil no bolso e dava um grande gole após deixar a porta aberta, como uma maneira de relaxar mais sua mente daquele momento de tensão.-Respirem fundo e coloquem suas mentes limpas, sair daqui vai ser desafiador, se fossemos só nós seria mais fácil mas… Com todas elas vai dar muito trabalho. Vamos precisar realmente agir de forma organizada.- colocou ele deixando os outros dois cientes da situação, a liberação tinha sido até então a parte fácil, o problema seria conseguir deixar o perímetro, pois se não tinham guardas ali queria dizer que… Eles iriam chegar logo logo, provavelmente se tratava de uma troca de turno…

Depois de tudo isso vinham as instruções de como ele iria agir dali e como eles dois deveriam fazer os próximos passos.-É o seguinte, vamos começar a correr assim que subirmos as escadas, e com isso irei avançar jogando bombas de fumaça, e assim vamos poder sair do lugar e…- antes que ele terminasse todo o plano tinha caído o barulho de largos passos era um homem grande, uma jamanta como o que viram antes só que maior… E esse carregava com ele um martelo de guerra com haste enorme.

Junto dele vários outros homens uniformizados começaram a surgir e todos eles tinham um sorriso no rosto como se tivessem achado um rato engaiolado.

Mas a mais preocupante entre esses dez homens que estavam chegando pela única entrada conhecida para aquele ambiente era a mulher, ágil, que subia nas celas, andava pelo teto com facilidade, ela se destacava dos demais e era a única sem uniforme, se vestia de uma maneira tribal. Tendo pinturas pelo corpo, principalmente no rosto, carregava lâminas em ambas as mãos, duas espadas na realidade.

Seu olhar passava um teor sadico que remetia a situação que se encontravam, ela certamente não iria matar eles, mas iria brincar muito com cada um daqueles presentes naquele lugar.

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A situação era caótica e todos precisavam traçar seu rumo de ações, agora sim, tratava-se do começo de um combate que era iniciado pelas palavras do grandão, que parecia liderar eles.-Ora Ora ora, quem diria não é mesmo. Ratos aqui na ratoeira, vão ser capturados SHWAHAHAHAHAH- era a risada que era puxada por ele que estremecia toda a estrutura.

Kako

Kako diferente de todas as outras situações estava se divertindo, até perguntava pro seu novo amigo se de fato os caras sempre ficavam irritados daquele jeito, e era uma resposta bem direta a do macaco.-UH AH AH AH UH AH AH AH UH AH AH AH AH AH UH UH AH AHAHAHAH(Sim, esses caras não sabem se divertir, são um porre)- disse ele enquanto eles partiam até os novos humanos e agora era a vez do rapaz tomar a vez.

Sem nenhuma piedade o maligno deus dos simios disparou a caca em direção a mulher, ele escolher uma que estava bem perto de outras duas e jogou em sua cara, respingando pra cima e pegando em quase todo mundo e logo a mulher pode ser ouvida AAAAAAAAA NÃAAAAAOOO BUAAAAAA BUAAAAA MINHA MAQUIAGEM, MEU PERFUME AAAAAA POR QUE? POR QUE EU AAAAAA- ela caia de joelhos enquanto a mulher que tinha escapado começou a rir.

Mas elas não sairia impune aquelas risada custou caro, enquanto ela ria seu ouvido foi atingido por merda, a merda entrou no ouvido, respingou nela toda, e ainda melou mais as outras duas.-Ai MEU OUVIDO AAAAAI TO SURDA, MEU EQUILIBRIO AAA VOU AI MEU DEUS VOU CAIR!!- E de fato ela caia, por cima das outras três e embolava-se na merda, onde todas elas estavam sujas, com seus cabelos melecados, olhos sujos, boca, e roupa estragados.

O homem então voltava para trás correndo pra ajudar e dizendo.-O que foi? Aconteceu alguma coi…- Mas o nosso homem macaco não tem alma e nem coração, atingiu o homem que vinha em alta velocidade com um tiro certeiro, derrubando ele por cima das moças e se melando inteiro, e ainda recebendo uma joelhada nas bolas por ter caído com o rosto onde não devia.-MALDITOS MACACOS EU TE PEGO SEU FILHO DA PUTAAAAAAAA-Gritou ele com uma voz fininha, e gasguita depois de tudo.

Eles então vazavam dali para o turno do outro macaco, que admitiu sua derrota na rodada um.-AH UH AH UH AH UH AH UH AH UH AH AH AH AH AH AH UH UH AH AH AH(Essa rodada foi sua, você mandou bem demais muito divertido)-, que achava mais alguns humanos, esses estavam sem uniforme e armados, deviam ser da caçada, deviam ter pagado para entrar ali, mas não existe distinção entre os pagantes e os não pagantes.

Ele então saltou pro alto da árvore e rapidamente jogou a bosta pra cima dando um golpe de karatê nela com a lateral da mão fazendo a bosta se despedaçar e cair chovendo na galera, em seguida ele pegou suas outras duas bostas, e partiu elas começando a rodar e dar chutes fazendo elas choveram em cima de todos os humanos que começavam a disparar os revólveres em direção do macaco que pulava e se escondia nas folhas.-BICHO IMUNDO DO CARALHO, OLHA SÓ QUE PORRA ELE FEZ ODEIO ISSO, ELES ESTRAGAM A CAÇADA.

E depois disso eles passavam a procurar os humanos do Kako, encontrando agora um outro grupo de caçadores, eram 5 homens e 3 mulheres, todos com pistolas, arcos, e coisas desse tipo, era a vez do Kako mostrar seu serviço. Para mostrar que ele era bom jogador de caca.



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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Sab Set 03, 2022 11:37 am






Kako, O Macaco
x Turno 14 x



Toda aquela situação era atípica, nunca precisei jogar merda em ninguém para conseguir uma informação. Claro, não tinha tanta pressa assim para concluir aquele objetivo, senão, já teria buscado outros meios! De qualquer forma, toda aquela cena era realmente engraçada e não conseguia me conter mais, dando uma gigantes gargalhada ao ponto de fazer lágrimas saírem dos meus olhos - UH AH AH AH AH UUUUH (Ei, vamos reduzir de cinco para três?) - Falava enquanto enxugava as lágrimas - AH AH UH UH UH (Tenho que fazer outras coisas também.) - Mentira, não fazia a mínima ideia do que fazer depois daqui, no entanto, precisava limpar logo essas mãos antes que o cheiro ficasse grudado nelas.

Não demorou para ser minha vez de jogar merda nos outros, tendo encontrado um grupo ligeiramente armado, composto por cinco homens e três mulheres. Não optei por uma escolha de ações muito diferentes que a anterior, buscando por um ângulo aberto, que eu pudesse mandar a bola marrom direto na fuça dos meus alvos - ”Dessa vez vou tentar algo diferente.” - O pensamento maligno cortava minha mente.

Não sabia se isso daria certo, porém, queria realizar um movimento relativamente mais complexo, mas sem causar muitos danos, se desse certo. O mesmo processo de produção de criação das munições eram realizados com rapidez, sendo montado uma bola de tamanho médio, macia e “cheirosa”. A princípio levei meu braço para trás, girando a cintura e mantendo o pé de apoio com firmeza - ”Vamos ver se vai dar certo” - Focava minha mente e deixava a eletricidade provinda do mugetsu rodear minha mão, queria tentar transferir aquela eletricidade para as fezes e ver no que dava, logo em seguida, dispara a sequência de três tiros que visavam acertar três dos cinco homens, mas claro, tendo a mesma ideia anterior de tentar espalhar o conteúdo marrom pelo máximo de alvos possíveis.

Não sabia se o mugetsu seria eficiente naquela munição, mas valia a tentativa - UH AH AH AH UH UH UH UH (Essa foi foda! Me mostra logo o cara azul) - Gritava se tivesse dado certo a parada da eletricidade, tentando impressionar o símio - UH AH AH UH UH (Foi quase, mas, pensei que seria melhor.) - Diria se desse errado.


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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Sab Set 03, 2022 9:54 pm






Sada Kiyoshi
x Turno O6 x



Puta merda...

Olhei rapidamente ao meu redor. Aegon, Vitrus e todas aquelas crianças e mulheres. Certo, eu tinha de pensar rápido. Deveria estabelecer algumas alternativas para as situações que nos foram impostas. Além disso devemos manter em mente que, mesmo que tenhamos de chocar aquele combate direto, a segurança das crianças, mulheres e Aegon era prioridade!

Olhei bem para aquela mulher. Ela parecia ágil e habilidosa com as lâminas. Além disso, pelo modo como ela se movia pela sala de celas, parecia também ser bem difícil de acertar em cheio. Ela era um dos alvos principais, com certeza. Porém, para nossa infelicidade, havia outro brutamontes. Desta vez este era bem maior e aparentemente mais forte do que o ogro de antes.

Eram nossos inimigos, afinal, então deveríamos enfrenta-los para garantir a segurança daqueles prisioneiros. O futuro de cada um deles era certo, tão certo quanto o que já lhes foi arremetido, da morte. As cicatrizes de maus tratos estavam vivas em minha mente. Uma fúria, bem interna, parecia crescer dentro de mim. Como que chamas prestes a incendiar uma floresta, não ironicamente por conta de onde estávamos.

O machado estava prestes a ser utilizado. Eu também estaria atenta para fazer com que aquele combate fosse rápido e fatal, se possível. Olhei para Vitrus, acenei com a cabeça, e também olhei para Aegon e fiz o mesmo. Isso poderia significar que estamos em sintonia quanto ao plano de proteger a fuga dos civis e, em seguida, fugir também.

Me prepararia para a luta direta da seguinte forma: o machado em mãos, firmemente seguros por ambas as mãos, serviria tanto como interceptador de golpes como contragolpe também. Os movimentos diretos frontais seriam bloqueados pela parte chata do mesmo, como que utilizando aquela “tela metálica” para defender socos, chutes, fincadas e cortes. Com este cenário em específico eu tentaria realizar um giro rápido, e baixo, a fim de passar uma rasteira no primeiro alvo. Isso poderia me dar a oportunidade de rasgar o ar com o machado, de baixo para cima em um movimento diagonal, a fim de executar um corte rápido, mas não obstante também pesado, contra o adversário.

Em situações onde me cercariam eu trataria de agir com mais violência sem tanta precaução, por assim dizer. Giraria o machado, seguro por ambas as mãos no ponto mais ao fim do cabo, para formar um redemoinho verdadeiramente dilacerador. Como que um triturador de carne e misturador de sangue. Não pararia até perceber que não estivesse mais cercada pelos oponentes; estes sim meus únicos alvos.

Em ocasiões de movimentos laterais, e apenas nestas, daria breves bloqueios com o cabo do machado, servindo mais como um aparador do movimento e, com a ofensiva efetivamente bloqueada, daria um chute vertical direto contra o oponente a minha frente a fim de derrubá-lo, ou desequilibrá-lo, e executar uma finalização horizontal de um corte rápido.

É de deixar claro que em todas as ocasiões queria tomar o maior tempo possível de meu adversário. Independente do tamanho e afins queria que ele fosse como que “atraído” a mim para abrir passagem para as mulheres e crianças. Neste ponto eu confiaria plenamente em Vitrus e suas habilidades e Aegon também. Eles conseguiriam se sair bem, mas daria preferência, em uma oportunidade de auxilio, ao Aegon já que ele estava ferido.

Como de costume, em situações adversas assim, não deixaria de falar para aqueles carcereiros miseráveis:

Que venham então.

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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Dom Set 04, 2022 7:47 am



Sada

Apesar de tudo que fizeram, no fim, o combate acabou se tornando inevitável, o que era uma péssima notícia para a garota e para todos ali. Sada apesar de forte estava mesmo preparada para a grande linha? Essa era uma pergunta que não ia ficar em branco.

Pois logo que ela estava se preparando a mulher saltou de cima de onde estava vindo com um chute voador do alto, obrigando ela a se defender e empurrando ela para trás, apesar do bloqueio realizado por sada mitigar os danos, ela era arrastada pelo chão onde seus pés deixavam marcas onde passou, aquilo tinha desgastado o solado da bota.

E vendo que aquela era a primeira oponente a sua frente a garota tentou uma rasteira, na qual novamente a sua inimiga saltou dando um chute rápido para frente de novo, algo que obrigou a garota a ao invés de atacar por o machado na frente para bloquear com sua parte chata.

Ela podia notar que os sapatos de sua oponente tinham metal em algumas partes e ser acertada por aquilo ia doer muito, e também que efetivamente aquele calçado diferenciado que ela usava era uma arma e não tava ali só de sacanagem. Tal questão era percebida pelo barulho do choque entre metais que tilintava quando o pé dela bateu no machado.

Mas logo a garota planejava seu golpe um corte de baixo pra cima, indo rapidamente para cortar sua inimiga um golpe pesado e poderoso mas que ela apenas dava dois passos rápidos pro lado esquivando e dessa vez desferindo um corte duplo, um ataque veloz com as duas espadas.

Forçando Sada a bloquear novamente, onde as duas lâminas chocavam-se com sua arma, fazendo ela sentir o peso da força de sua oponente, que fazia seus braços serem afastados pra trás e ela quase não segurava a potência dos golpes. Se havia algo que ela podia perceber era que sua oponente era claramente mais forte em força fisica.

E após esse golpe pesado, ela via uma brecha e começava a girar o machado com tudo em torno de seu próprio eixo, a maioria dos homens ali, ia afastando-se mas alguns bloqueavam ela deixando que ela batesse continuamente sobre suas armas. Eles tinham força para aguentar os golpes e força centrífuga de Sada.

E era então que sua oponente pulava do teto, assim que o giro acabava, ela que havia se prendido lá, descia girando em torno de seu proprio eixo, e iria realmente pegar a garota, mas um balanço de água atingia ela, diminuindo sua velocidade.

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O tritão havia ajudado a garota e com isso, ela foi capaz de erguer o machado a tempo e os cortes foram contra ele e não seu corpo, ainda assim o peso do golpe vindo de cima, fazia ela dobrar os joelhos e quase ficar de cócoras ao final da rodada.-Ir? Gostou do aquecimento sua piranha? É masoquista por acaso? Se for eu vou te garantir muita dor.- E era assim que havia sido o combate até então.

Enquanto isso Vitrus, lutava contra os outros homens tentando impedir eles de avançar mais e sobra para Sada, que afinal era sua subordinada, e Aegon estava mais para trás, ele funcionava como um tipo de suporte, jogando balaços de agua, para ajudar Vitrus e se necessário a novata.

Kako

Kako gargalhava com a situação, afinal aquele momento havia realmente sido digno de um show de comédia por parte dos homens ali em questão. E ele sugeria diminuir para 3 o tal negócio, algo que era sensato, já que cinco parecia algo que poderia tomar muito tempo dele deixar suas mãos com cheiro impregnado.

O macaco pensava e falava.-Ah Uh Ah (Ah ok ok)- e assim começava a nova rodada, onde dessa vez Kako se elevou para o limite lançando a bosta com eletricidade, ele não só melou todo mundo mas os restos de bosta ainda deram leves choques na galera.

Quando a primeira batia o cara caia, e os outros miravam pra cima na mesma hora.-OS MACACOS DISPAREM, NAQUELA DIREÇÃO.- Ele apontou e os tiros começaram pra lá, onde eles iam as cegas soltando muitas balas em direção às árvores, mas logo outros dois balaços atingiam o grupo, tendo finalizado aquele momento.

Era verdade que agora Kako precisava realmente lavar as mãos depois de tudo isso, mas enquanto os dois saiam dali ele ia pedindo pra ser levado até o homem azul logo. Dessa vez o macaco olhou e avaliou a situação.-UH AH AH UH UH AH AH AH UH UH UH (Ok ok vou te mostrar pra onde levaram ele.)- Disse fazendo um gesto apontando numa direção.

Com isso eles dois se moviam de galho em galho por um longo tempo, até que estavam fora da floresta e agora tinham de andar pelo chão algo arriscado, por que dali eles podiam ver a mansão, e ela estava cercada de guardas de modo que seria até mesmo dificil entrar de alguma forma ali, ainda mais eles odiando macacos, ou mesmo simplesmente impedindo pessoas não uniformizadas.

Tinham 10 homens parados nas portas e janelas e 20 fazendo ronda pelos arredores.-Ah UH AH HU AH AH AH(Foi aqui que eles trouxeram o azulão.)-Explicou ele finalizando a situação que se encontravam, agora o nosso garoto macaco tinha de tomar suas decisões.


Spoiler:

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