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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

Ato II — Tiro, Porrada e Água

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Achiles
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Achiles
Pirata
Ato II — Tiro, Porrada e Água Sex Jun 24, 2022 4:00 pm
Relembrando a primeira mensagem :



Ato II — Tiro, Porrada e Água


Nymeria Nymph [Caçador de Recompensa]

não possui narrador definido.
Aberta

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Formiga
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Formiga
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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Dom Set 04, 2022 11:20 am





Kako, O Macaco
x Turno 15 x



O tiro comeu no centro e aquilo se tornava perigoso, pelo menos jogar merda elétrica deu certo... será que deveria virar rotina? Não, posso usar de adubo para minhas plantas, é a decisão mais sensata. De qualquer forma, finalmente aquele macaco me levava até o lugar onde a figura azul estava, um pouco longe da floresta, tendo uma espécie de mansão bem regida - Uh ah ah ah uh (Quanta gente, assim vai ser complicado) - Falava em direção ao macaco, mas, sem tirar os olhos dos homens parados, aqueles que faziam ronda e também as janelas do lugar, na verdade, estava vendo o ambiente como um todo - Uh ah ah uh uh uh ah ah (Ei, tá afim de algo divertido?) - Indaguei ao meu semelhante - UUUH AH AH UUUH (O que acha de chamar a atenção deles? Jogando merda e correndo pro lado de lá?) - Apontava para o lado oposto de um dos homens parados, o que estivesse mais próximo de uma janela aberta ou algo do tipo, precisava unicamente de uma distração para que pudesse entrar naquele lugar.

Caso meu amiguinho aceitasse a “brincadeira”, apenas esperaria que ele fizesse o serviço, jogando merda e tirando um ou mais homens que estivessem parados, mas, só daria o “sinal” para que ele iniciasse, quando observasse que a ronda já tinha passado por ali, certamente teria uma pequena janela de tempo antes que eles voltassem. Como eu entraria? Seria bem simples! Usando o Soru para me mover com velocidade, cortava o caminho até a passagem que tivesse mais fácil, torcendo para que eles estivessem indo atrás do macaco. O que faria ao entrar por uma das janelas ou portas? Tentaria me esconder no melhor lugar possível, seja atrás de uma cortina, algum móvel ou me pendurando em algum lugar alto, aproveitando das minhas habilidades físicas para fazer aquilo com velocidade.

E no caso o macaco negar meu pedido? Bem, eu tinha que chamar a atenção deles de alguma forma. Me moveria lateralmente até encontrar uma das janelas ou portas abertas, quando encontrasse, voltaria para o lado oposto, ficando escondido em uma das árvores, rochas ou o mais longe que eu pudesse, só precisava “esconder” minha face. Claro, buscava estar no alcance necessário para que minha eletricidade fosse útil, então, logo reuniria uma quantidade exacerbada de energia em ambas as mãos, apontando em direção a lateral oposta a janela/porta aberta e então, disparava uma, duas, três, quatro vezes naquela direção, visando unicamente chamar a atenção para aquele lado.


Ato II — Tiro, Porrada e Água - Página 4 Bleach-anime


Os disparos eram fortes e mandaria mais alguns antes de usar o Soru com o máximo de velocidade possível, para cortar o caminho – dando a volta – até o local que estivesse aberto ou simplesmente atravessaria uma das janelas com um único movimento, pouco me importando se chamaria ainda mais atenção. Lá dentro procuraria me esconder em um primeiro momento, afinal, o interior da mansão podia contar com ainda mais inimigos, nesse caso – se fosse impossível me esconder – lançaria alguns disparos elétricos na direção de quem estivesse por ali, com uma verdadeira torrente elétrica. E depois? Bem, correria pela mansão gritando – TRITÃO AZUL DE DREAD, CADÊ VOCÊ? MANDA UM SINAL DE VIDA! - Sim, ser direto e reto naquela situação era a melhor opção, precisava encontra-lo, mata-lo e dar o fora dali.


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Sadakiyo
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Sadakiyo
Revolucionário
Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Dom Set 04, 2022 4:22 pm






Sada Kiyoshi
x Turno O7 x



Tudo isso não era nada bom. Fui como que encurralada até um ponto onde a superioridade de minha adversária era claramente visível, o que nunca é bom em um combate. Eu poderia, ou melhor, deveria fazer alguma coisa para diminuir a velocidade daquela mulher. Ela era ágil, percebe-se pelos destros esquivos, além disso ela era mais forte. Bem, não poderia apenas depender de minhas habilidades físicas, no sentido de força bruta, naquele embate.

Notei que em todos os movimentos ela saltava e desviava. Isso mostra que não adiantaria nada sempre atacar ferozmente sem um movimento cautelosamente preciso. Deveria diminuir suas brechas e atacar. Isso sim, talvez, seria bem mais assertivo do que apenas o rápido balançar do machado.

Meus olhos borbulhavam de raiva após aquela provocação baixa. Quem ela pensa que é? Me chamando de masoquista? Jamais! Meu corpo não pode ser marcado. — ... — Engoli seco, pelo menos por enquanto, e novamente parti para cima.

Corri, tentando me aproximar, e durante o avanço tentaria emular dois tipos de movimentos diferentes. Usaria das manhas de briga de rua para fingir um tipo de golpe, o chute rotatório a média altura, até mesmo elevaria brevemente minha perna direita para isso. Porém, a partir de então, executaria o segundo movimento, o principal. Firmaria minha perna direita, após o breve elevar, para conseguir apoio suficiente e mirar o lado oposto ao qual eu havia fingido atacar. Tentaria realizar um corte bruto na horizontal da esquerda para direita, mirando o lado de seu abdômen.

Em caso de falha, já que eu estaria indo na direção da mulher, eu tentaria permanecer com o ímpeto de velocidade e, a uma certa distância, colocaria o machado a frente do corpo em uma tentativa de impedir movimentos mais livres da saltadora como bloquear ataques diretos. Ela era rápida, então provavelmente saltaria para os lados, o que me daria a oportunidade de girar o corpo em sua direção e desferir um corte transversal contra ela, justamente aproveitando seu movimento defensivo e provável abertura de guarda.

Se mesmo assim minhas tentativas fossem falhas, bem, teria de apelar para táticas mais diretas e, torcer, para uma falha dela. Quem sabe em um movimento de rápido impacto de nossas armas, com meu bloqueio, eu poderia tentar virar o cabo do machado contra seu rosto e arrebentá-lo. Ou até mesmo aproveitar o impacto das armas para realizar um rápido movimento para baixo e subir, utilizando da energia propulsora da flexão dos joelhos, e executar uma cotovelada contra seu queixo e/ou região próxima.

Em ambos os casos apenas confiaria em uma brecha para sinalizar a fuga das mulheres e crianças, mas, naquela situação, seria bem difícil. — Tsc..., por que você foi aparecer justo agora, imbecil? — Falaria para a mulher saltadora.

Estávamos, de qualquer modo, cercados, então deveria pensar em outras alternativas o mais rápido possível. Como sairíamos dali? O que faríamos se mais guardas estivessem chegando? Eram todas teorias que, logo, poderia se tornar fatos.

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subaúma
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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Dom Set 04, 2022 4:38 pm






Jungle D. Palomero
x Turno 11 x



As habilidades de Eririka eram especialmente incríveis. Eu nunca tinha visto alguém lutar de uma forma tão magistral como ela, mas ainda assim, ela parecia não estar indo tão bem na luta antes de que eu chegasse para ajudar. Ainda bem que a gente decidiu voltar.

Os meus disparos de caquinha não pareciam causar muito dano nos oponentes, mas eram muito eficientes para a distração. Continuei atirando até que um dos guardas ameaçou fazer exatamente o que eu estava com medo…Ele ameaçou comer a minha carne… e a do grover também.

Ato II — Tiro, Porrada e Água - Página 4 One-piece-one-piece-usopp

-Que SINISTRO!!!! SAI FORA SEU ESQUISITO!!!!! - Então daria uma sequência de tiros em sua face.

Mas foi quando o outro guarda contou vantagem que tudo mudou. Ele dizia que não venceriamos por sermos poucos, e foi aí que Pacha preparou a grande bomba fecal, fedida e nojenta.

A minha reação ao ver aquilo foi de puro nojo. Sim, eu quase vomitei, mas vomitar é melhor do que morrer…né?

-Pacha, atropele qualquer um que venha na minha direção!!! - ordenei antes de pular do galho para perto do bode. Obviamente, antes de saltar eu iria me pendurar no galho com as duas mãos e iria me balançar na direção desejada para conseguir um maior impulso.

Tendo conseguido chegar perto do toletão, eu iria retirar a minha camisa. Pegaria o cocozão usando a mesma como luva, e, quando o cocô estivesse envolto pela camisa eu começaria a girar para fazer a camisa ganhar velocidade. Depois de alguns giros, soltaria uma das pontas da camisa para que o cocozão voasse na direção do rosto do guarda mais próximo de Eririka.

Correria até a moça e puxaria sua roupa.

-Não vale a pena lutar com eles… Bora fugir!! VEM!!!

E aí, se ela aceitasse fugir, sairíamos correndo para longe daqueles malditos. Durante a fuga eu montaria em Pacha, mas ao invés de estar sentado para a frente, eu iria estar sentado para trás (o que me permitiria ter uma boa visão dos perseguidores). E aí eu não deixaria de atirar cocozinhos e pedrinhas (em seus olhos, joelhos, virilha… e no caso da munição-cocô, iria atirar na boca) para atrapalhar o avanço dos mesmos.

Entretanto, existe a possibilidade de Eririka não aceitar fugir. Nesse caso eu sentiria mais uma vez a vontade de começar chorar, mas eu faria um pequeno esforço para engolir o choro. Olharia para os adversários e (enquanto estivesse tremendo igual um bambu) apontaria o estilingue na direção dos mesmos.

-Então tá… Mas eu não vou deixar você sozinha de novo!

Se em algum momento existisse a chance de alguém mirar algum projétil em mim, eu iria saltar para trás de algum tronco de árvore, ou alguma pedra, para me proteger. Se tentassem me socar ou me agarrar eu iria correndo para trás de Eririka. - ME SALVAAAA!

Em nenhuma hipótese eu deixaria de atirar nos oponentes, entretanto, caso eu esteja em combate, iria mirar em seus rostos, armas e em seus punhos.

Estando em fuga ou em combate, iria sempre vasculhar o cenário em busca de mais itens que possam ser usados como munições. Se eu encontrasse cascas de banana iria recolher todas que pudesse (se encontrasse bananas inteiras, pegaria apenas suas cascas e jogaria a polpa na direção de Pacha para que o mesmo coma).

Arremessaria as cascas de banana (usando o estilingue) no chão, mirando sempre no lugar mais próximo a frente dos pés dos oponentes para que eles tombem ao escorregar.


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Shiori
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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Seg Set 05, 2022 9:51 pm



Palomero

Palomero se assustava afinal o homem ameaçava realmente comer ele e o bode, então ele começava a disparar contra ele, o que é uma atitude bem aceitável, quando alguém ameaça te jantar.-SEU MERDINHA!! QUANDO EU TE PEGAR VOU MOER SEUS OSSOS E POR NO PÃO!!-E quando ele terminou de falar, uma bolinha de bosta caiu na boca dele, e aquilo foi o que fez várias caírem de uma vez.

Ele simplesmente caiu de joelhos no chão derrotado, não por que tinha tomado qualquer tipo de dano físico, na verdade ele estava saudável, mas o dano psicológico fez ele vomitar, vomitar muito, ele colocou uns cinco almoços pra fora, deixando uma poça no chão. Enquanto ele não parava de tossir agarrando a garganta. E nesse momento, outro que vinha correndo escorregava naquele vômito, e caia por cima dele.

Depois disso o garoto bode, desceu ao ver a obra prima fedorenta, ele não tinha coragem de tocar naquilo com as mãos nuas, mas… Ele enrolava aquilo na camiseta e girava jogando aquela merda gigante no outro cara que se aproximava da garota, a bosta caia do céu sobre seus olhos e ele recebia uma joelhada de Eririka bem no umbigo.

Ele então descia de onde estava e começava a se aproximar da Mink chamando ela pra fugir com ele. Algo que ela hesitou por um momento, mas vendo que eles estavam atrapalhados aquele parecia o momento.-Muito boa garoto, vamos.- Disse ela afagando sua cabeça e dando um sorriso sincero, dessa vez ela não estava mascarando medo ou insegurança. Ela apenas sentia…

E começava a correr deixando o garoto ditar o ritimo daquela fuga, indo aos poucos olhando para ver se os homens os perseguiam, e eles iam entrando na floresta enquanto ela dava uma instrução.-Pacha não se perca, me siga, vamos dar uma enganada neles.-O bodinho não entendia tudo mas ele confirmava com a cabeça. E assim, tiro após tiro, eles iam pegando distância. Mas então…

Eles davam de cara com um segundo grupo de pessoas, não uniformizadas, caçadores dessa vez.-Garoto vá pras árvores, vamos lutar o suficiente pra fugir.- Ela parecia mais confiante, pois lá, eles apesar de perto da floresta, era um campo mais aberto. Aqui as árvores tinham pouco espaço entre elas, e seria mais dificil para muitas pessoas baterem em uma, ela poderia usar o espaço ao seu favor.

Sada

Sada precisava colocar seu coração em chamas para lutar aquela batalha, uma que não podia ser facilmente vencida dessa vez, ela precisava extrair tudo de si, pois só a sua força não seria nenhum pouco eficiente naquela situação. Por isso ela se moveu com intenções específicas sobre aquela situação.

Ela começava fazendo um chute como finta, enquanto movia o machado como se fosse atacar de um lado, mas foi para outro, o que fez sua inimiga esquivar dando um salto para trás, o que gerou um espaço de tempo onde a mulher simplesmente atacou finalmente. Nesse momento a sua inimiga pela primeira vez bloqueou ao invés de esquivar, erguendo a lâmina da uma das mãos para parar o movimento do machado, batendo contra o fio e o erguendo para cima, enquanto ela deu uma estocada em direção a barriga de Sada.

Que acabou por receber o golpe da segunda espada da garota, mas teve tempo para girar o cabo do machado e acertar o rosto dela, fazendo ela se mover para a lateral. Mas nenhuma das duas tinha tempo de continuar a trocação, Sada estava sentindo o golpe na sua barriga naquele momento, a perfuração foi superficial, já que a garota tinha uam arma de curto alcance comparado ao machado da Bárbara.

Entretanto aquele talho havia doido, e ela não poderia esquecer a roupa de exploração que ela estava usando, tinha ajudado a salvar, já que a proteção era forte naquela região. Algo que ajudou a ela não ter uma perfuração profunda. E sua oponente se recuperou mais rápido, saltando na grande ao lado e girando 360º acertando um chute giratorio no rosto de Sada.

O chute não marcou o rosto, mas fez a garota girar e ir para o lado, ficando ainda de pé, mas aqueles dois golpes certamente a machucaram.-Não se preocupe eu não vou te matar. Mas vou fazer você virar meu brinquedo de apanhar, por muito tempo, espero que não quebre rápido ZWAHAHAHAHA- disse ela completamente histérica rindo da situação, ela não tinha gostado de ter recebido o golpe com o cabo do machado.

Nesse momento vendo toda a situação o lider daquele grupo finalmente decidiu fazer o que ele não queria por algum tempo, ele saltou mais para trás tomando a frente de tudo e até mesmo a frente de Sada, não por que ele achasse que ela ia perder mas por que eles tinham que priorizar a vida das pessoas.-Escutem bem, eu não queria usar esse movimento secreto mas… Quando eu terminar ele, vocês vão ter vinte segundos, corram com tudo que tiverem.- Ele disse dando um sorriso, e com um enorme brilho no olhar.

Ele começava a esquivar dos golpes parado onde estava, seu corpo se movia como se ele fosse uma folha de papel, enquanto ele fazia um monte de movimentos com as mãos parando elas na frente do corpo, apontando elas abertas fazendo um símbolo…

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Os indicadores grudados e os polegares também… Pera isso era uma…

Kako

Kako então propunha uma brincadeira com seu Amigo mamaco, que aceitava a ideia, pegando então varias merdas e começando os disparos, enquanto acertava alguns dos homens que ficavam putos, enquanto ele virava a bunda pra eles e dava varios tapas como se os provocasse. E dava uma piscadela para Caco, enquanto os caras putos começavam a ir atrás dele.-Dessa vez ele não escapa, MACACO FILHO DA PUTA, VOCÊ HOJE QUEIMA NO INFERNO SEU MERDINHA, VAMOS TER SOPA DE MACACO PRO JANTAR.- E muitos deles começavam a correr atrás do bicho, deixando espaço suficiente para que Kako entrasse.

Entretanto assim que estava lá dentro bem, ele se viu obrigado a fazer os disparos, muitos homens olharam e vendo o macaco entrando correram em sua direção.-Macaco com roupa, peguem ele!!- e foi assim que a desgraça começou os disparos iam jogando homens para todo lado enquanto ele avançava por dentro da mansão, e ele estranhamente notava muitos homens indo para uma mesma direção e esses não estavam ligando pra ele.

Pareciam ter um problema mais importante em mãos, mas um deles viu Kako e ficou pra trás enquanto os demais começavam a descer uma escadaria, ele fechou a porta.-Há eu não sou burro, você é um Mink, não é um Macaco comum. Reconheço pelo jeito, tamanho, você é esquisito!! Mas daqui você não passa não vai ajudar seus amiguinhos Revolucionários.- e quando ele menos terminava de falar, boooom um disparo elétrico jogava ele com tudo contra a porta.

Quebrando ela e fazendo ele descer de tobogã pela escada enquanto Kako simplesmente descia por ali… E era agora que…

Kako e Sada

Sada e o Lider Vitrus que faziam um símbolo com a mão que parecia uma… Não… Deve ser outra coisa… Simplesmente viam um cara caindo por cima de varios outros como uma bola de boliche. Kako descia vendo o símbolo feito pelas mãos de Vitrus, e via o tritão de Dread logo atrás do homem.

Ele fazia essa coisa com as mãos apontando pra frente mais tinha parado pois, o macaco havia derrubado alguns dos homens ali. A moça das duas espadas se recolheu, correndo entre as centenas de celas do pavilhão e ficando grudada no teto, esperando um momento propício pra ataque, já que naquela hora ela sentiu a presença estranha e um poer elevado se formando nas mãos do revolucionário. Além disso sua oponente estava fora de alcance momentaneamente.

Algo estava certamente para acontecer ali, mas o que exatamente estava para acontecer? Essa era uma pergunta que eles teriam de responder por si.

Spoiler:

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Sadakiyo
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Sadakiyo
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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Seg Set 05, 2022 10:41 pm






Sada Kiyoshi
x Turno O8 x



A mulher era habilidosa, disso eu já tinha certeza. Ela conseguia bloquear meu golpe e também retrucou a altura de forma que não pude me defender. Ainda bem que aquela roupa havia me salvado. Foi um corte, porém não foi fatal, ufa! Pude ao menos acertar em cheio o nariz daquela meretriz, isso foi bom. — Hahah. — Ri sem perceber.

Porém fui surpreendida pela apresentação completamente extravagante daquele símio esguio e com as mãos repletas de fezes. — Hã? — Fui tomada pelo inconcebível. — Que merda é essa? — Falei e, por pura ironia, isso não se referia às mãos do macaco.

Bem, não pude deixar de perceber aquela como uma oportunidade. Vi o grito do macaco, após sua entrada estonteante, e logo assinalei. — Vitrus! Cuidado, temos companhia. Ele parece não ser da Caçada! — Repreenderia o líder. Bem, talvez isso declarasse abertamente que nós não fazíamos parte daqueles funcionários de péssima índole. De fato, aquela poderia ser a abertura necessária para fugir. Além disso, com a entrada do mink, eu também poderia ter uma finalidade maior quanto à nossa missão, ou melhor, dar uma finalidade definitiva. — Aegon, vamos fugir! Tente puxar o máximo de crianças! Aproveite a oportunidade! — Bradaria enquanto correria em direção às mulheres e crianças, puxaria o máximo que conseguisse.

Após isso buscaria a saída. Com o machado a frente do corpo desferiria cortes diagonais da direita para a esquerda e vice versa, como que abrindo caminho ante a qualquer inimigo que aparecesse à nossa frente. Tentaria, principalmente, me colocar como escudo humano, protegendo então os reféns. Bloquearia com o cabo e a parte chata do machado ofensivas diretas, não obstante, qualquer disparo eu interceptaria com rápidos movimentos elusivos de reparo.

Buscaria uma saída clara da casa, inclusive, já pensando no “Golias feio”, buscaria interpor meus movimentos para tirar ao máximo seu alcance das crianças e mulheres. Os guiaria para longe da casa e, por consequência, levando para nossa base até segundas ordens.

É claro que Vitrus poderia, ou não, nos seguir, mas a entrada daquela peça fundamental foi essencial para nossa escapada. Esperaria, então, dar tudo certo e fugir com aqueles reféns resgatados e, principalmente, meu companheiro de armada.

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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Seg Set 05, 2022 10:42 pm





Kako, O Macaco
x Turno 16 x



O pequeno macaco cumpria seu papel com excelência, fazendo com que alguns dos homens ali o seguissem, me dando brecha para realizar minhas ações com maior segurança. Tudo aconteceu bem? Nem tanto, meu plano de entrar na furtividade no lugar tinha ido por água baixo, já que outras pessoas pareciam ter negócios por ali também, o que me fazia erguer uma das sobrancelhas com certa preocupação - ”Que merda tá rolando aqui?” - Não era como seu me importasse em que caminho a vida vai me levar, no entanto, não queria me meter em uma confusão grande e desnecessária.

Ei! Que merda tá acontecendo aqui? Putaria do caralho! Quem são vocês? — Gritei sem pensar duas vezes ao ver toda aquela cena, analisando de maneira rápida o que estava se passando por ali — “Crianças? A caçada também usa crianças?” - Aquilo me irritava um pouco, mesmo sabendo que o mundo real não era um conto de fadas, coisas como aquela me enojavam um pouco, pior mesmo é saber que o Governo passa pano para tais ações — Que porra tu tá tentando fazer com essa mão aí? Vai me acertar também? Porra! Só tem maluco nesse caralho. — Minha voz saia alta o bastante para que todos ali pudessem ouvir, eu conseguia até mesmo sentir a dor na garganta.

A situação estava complicada como um todo, parecia que eu tinha caído de cabeça no meio de um furacão de assuntos aleatórios — “Tem muita gente por aqui e tem mais lá fora, isso vai dar uma merda do caralho.” — Não podia deixa de pensar naquilo, que se foda! Eu dou um jeito. Estava prestes a meter eletricidade em todo mundo ali, porém, parei por uma pequena fração de segundos ao ver uma criatura que se encaixava perfeitamente com a descrição do ferreiro — VOCÊ AÍ! VOCÊ MESMO, AZUL E DE DREAD! TEMOS ASSUNTOS A TRATAR! — Falei o mais alto que pude apontando em direção ao tritão — SÓ QUERO ELE, NÃO ME IMPORTO COM O ASSUNTO DE VOCÊS. — Completava a fala vendo toda aquela cena, ouvindo as figuras presentes ali, incluindo uma mulher com curvas interessantes e um cabelo mais ainda — “Fugir? Estão salvando ele e as crianças? Bem, foda-se, vou dar um fim nele e sair daqui.” — Era isso, porém, a problemática daquele cara com as mãos em uma posição estranha não diminuía.

A princípio eu não queria me meter naquela confusão como um todo e obviamente não podia ficar no raio de ação daquele cara, seja lá o que ele esteja preparando. Deixei a eletricidade fluir pelo meu corpo e avancei com velocidade na direção do rapaz com as mãos estranhas, mas não visando um ataque direto, na verdade, em determinado ponto – milésimos após o início da corrida – daria um salto seguido do uso do Soru em pleno ar, para mudar de posição em uma velocidade fora do comum, buscando aparecer próximo ao tritão. Se estivesse perto o bastante, não tardaria a lançar um chute na altura do abdômen, lombar, nuca ou na própria face. E as crianças? Bem, faria sinal para que quem estivesse por ali seguir seu caminho, afinal, eu só precisava do homem-peixe — Você deve ter feito algo muito ruim mesmo para aquele ferreiro. - Deixava escapar tendo acertado ou não a criatura do mar.

De qualquer modo, teria alguns movimentos defensivos na manga! O primeiro deles era usar o Soru e Geppou para sair do raio de ação, seja indo em direção ao tritão ou para ouro lado qualquer, na verdade, seria capaz até mesmo de usar algum dos presentes – quem estivesse mais perto – como escudo, me movendo para trás do mesmo e segurando em ambos os braços – ficando por trás – e esperando a pancada da possível habilidade do homem. Se fosse algo físico, não perderia tempo e usaria o Tekkai para enrijecer o corpo e ser capaz de resistir, mesmo que fosse pouca coisa, minha ideia era mitigar qualquer dano tomado. Por fim, se em algum momento entrasse em um combate real, optaria por movimentos velozes de esquiva, usando o giro da cintura para tirar meu corpo da frente do golpe, liberando pequenas rajas elétricas em quer quem fosse meu oponente.


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subaúma
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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Ter Set 06, 2022 12:10 pm






Jungle D. Palomero
x Turno 12 x



Os brutamontes fardados começaram a cair um por um diante da exímia combinação de forças entre uma cabra, um bode, e uma mulher. Não foi fácil, mas foi isso que nos deu a brecha necessária para meter o pé daquele cenário amedrontador.

-ZaZaZaZaZaZa!!! - gargalhava conforme fugiamos, como se estar ao lado de Eririka fizesse todo o perigo ser menos perigoso - Parece que mais uma vez o dia foi salvo poe Palomero e seu fiel pangaré, Pacha!! ZaZaZaZa!!!

Mais uma vez, uma ova! Até onde eu me lembro, essa foi a primeira vez que eu participei de uma luta de verdade… mas me deixe cantar vantagem,vai.

Em certo ponto, chegamos em um lugar onde a mata era muito mais densa do que anteriormente. As árvores mal tinham espaço entre uma e outra “ufa, eles não vão nos encontrar nunquinha aqui’ eu estava pensando aliviado, mas parece que se existe um deus, ele não se importa nem um pouco com o meu bem estar. Os brutamontes ainda estavam atrás da gente, e agora Eririka estava disposta a retomar o combate.

PIOR!

Ela e Pacha estavam tramando algum tipo de plano… Um plano que, diga-se de passagem, eu não entendi culhões. Olhei para a mulher e para o bode. Ambos pareciam estar dispostos a terminar a luta ali mesmo, então eu só engoli a vontade de chorar mais uma vez -Tá bom então - Falei confiante - Dêem um jeito neles! - e corri para o tronco mais próximo, onde iria escalar até o galho mais alto - Eu confio em vocês!!

Estando em cima do galho, iria continuar a mesma estratégia de outrora. Atirar nos oponentes para atrapalhar seus movimentos. O resto Eririka e Pacha iriam resolver. Sendo assim, iria garantir minha integridade física.

Acontece que por conta da fuga desenfreada, a munição poderia vir a acabar. Afinal, eu não parei em nenhum momento para recolher mais pedrinhas ou cocozinhos. Se isso acontecesse eu iria procurar por QUALQUER coisa que sirva para ser atirada (desde que eu não precise descer dos galhos).

Ainda assim, existe a chance de que não se tenha mais nada para usar de munição…

Buscaria por algum cipó ou algum outro galho que seja fino e mole. Saltaria na direção do mesmo (mesmo sem a certeza de sucesso) e tentaria agarrá-lo. O resto seria consequência da gravidade. Deixaria que meu corpo balançasse velozmente na direção dos brutamontes, inclinaria o corpo da maneira correta (posicionando a cabeça na dianteira do movimento) a fim de desferir uma cabeçada no oponente.

-AaAaaaAaAaaaaAaAaAaAaaaaa!!!!

Ato II — Tiro, Porrada e Água - Página 4 George-of-the-jungle-watch-out

Isso poderia dar certo, ou poderia não dar. Mas eu só sei que, se eu conseguisse correr depois disso, eu iria correr para longe a fim de me afastar dos inimigos (e quem sabe isso até faça com que os mesmos se dispersem, já que nosso grupo de dividiria em dois).

ANtes de correr, entretanto, eu olharia para eles e mostraria a lingua ao mesmo tempo que puxasse as pálpebras inferiores de meus olhos para baixo - BLERG!!! Vocês são uns bundões mesmo!! Aposto que não conseguem me alcançar!!!!!

E ai, pai. Pernas pra que te quero!!! VRUUUUUM!!!!!!


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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Qua Set 07, 2022 4:31 pm



Palomero

Palomero contava vantagem de sua vasta experiência que não existia, mas ele agora se via novamente no meio de um problema, onde ele acatava a ideia e subia na árvore voltando a fazer seus disparos. E inicialmente ele ia conseguindo, acertando os oponentes que vinham aos montes. Não demorou pra as bolinhas acabarem, e ele precisar catar galhos e pequenas frutinhas e sementes, enquanto Eririka ia aproveitando as brechas e batendo neles aos montes.

E era aí que na sua grande coragem, vendo que não tinha mais o que atirar ali em cima ele pegava um cipó e saltava grudado nele batendo contra seu inimigo com uma cabeçada e indo ao chão junto dele. Ele conseguiu saltar de cima do oponente após a queda e começar a correr, enquanto que Eririka também se colocava em fuga.

Palomero cantava sua vitoria dizendo que eles não eram de nada que nenhum deles o pegaria, e o homem respondia.-A MAS EU VOU E QUANDO EU TE PEGAR EU VOU FAZER UMA BUCHADA, DE VOCÊ E DESSA BICHO!!- Disse ele com toda a raiva que tinha começado a se levantar ainda com a cabeça dolorida.

E estava na comemoração de sua fuga, zuando eles até que ele dava de cara com uma mulher, vestindo as roupas daquele negocio, ela estava cheia de crianças atrás dela, junto de um tritão!! Será que eles comiam mesmo crianças?? MEU DEUS ELES IAM MESMO MOER OS OSSOS DE PALOMERO!!

Kako & Sada

A situação era caótica pra dizer o mínimo e Sada por um momento tomava as rédeas da situação, para poder criar um cenário minimamente viável, ela começava a juntar as crianças, e chamava o tritão, que começava a fazer o mesmo eles começavam a correr desviando pela direita entre as celas, mas o Macaco simplesmente iria ficar com o tritão segundo ele mesmo.

Vitrus sorriu naquele momento, ele olhou para o mink e disse.-Sinto muito mas no meu turno nenhum soldado vai ficar pra trás. Existe parceria de verdade na revolução, e não existe espaço para traições como essa.- dizia ele com firmeza, para ele sua vida era como a de qualquer companheiro, e não iria deixar o Macaco se aproximar de Aegon.

Assim que o primata avançava, Aegon protegia as crianças cruzando os braços à frente do corpo enquanto eles eram revestidos de água fazendo uma camada extra, para a defesa. Então Vitrus se interpunha na frente, cobrindo os braços de Haki e parando o avanço do Mamaco. ele puxou uma adaga daquele cinto cheio de coisas.-Parece que vou testar hoje a predadora de raios, um presentinho vindo de Dragora. Mas sob medida pra mim. Dizem que o novo imperador produz em massa. Não é tão eficiente quanto as armaduras de lá, mas dá pra fazer o que quero.- e assim ele deu espaço para Aegor, poder correr junto da mulher.

Mas antes disso Aegon respondeu completamente no instinto.-Ferreiro? Eu não fiz nada com ferreiro nenhum, talvez algum que não paguei porque tô preso.- Ele ficou sem entender mas simplesmente vazou dali. Correndo rapidamente, enquanto as pessoas que iam enfrentar ele e o macaco começavam a se levantar. E com isso eles podiam ver os inimigos, se juntando para começar a vir um por um atrás deles.

Sada e Aegon simplesmente vazaram dali, correndo o máximo que dava, o tritão ia abrindo o caminho com jatos de água disparados, enquanto se aproximavam da porta. Do lado de fora, ainda não tinha guardas, o que era estranho, talvez tivesse haver com o macaco. E então eles corriam rapido, entrando na floresta e começando a fuga.

Sada & Palomero

Sada correu junto do tritão como se não houvesse amanhã, e em seu muito movimentar pela floresta, eles traziam consigo mães e crianças, e foi nessa hora que após a corrida, ela dava de cara com mais uma criança, um menino bode, junto de uma Mink. Aegon, erguia as mãos para se comunicar.

Mas por sorte ele conhecia Eririka.-Eririka o que ta acontecendo aqui?- Disse ele vendo muitos homens vindo daquela direção e correndo para junto deles. E a mink também não fazia ideia de por que ele estava com aquelas crianças, e com alguém da caçada?

Porque uma das pessoas de uniforme estava junto dele. Aquele momento provavelmente tinha sido confuso para todos.-Eu quem te pergunto… Por que está com alguém da caçada??- Tudo parecia ser um grande mal entendido, mas a tensão havia se iniciado antes de uma explicação ser dada. E ainda mais quando uma buchada de Palomero está em jogo.

Spoiler:

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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Qua Set 07, 2022 10:22 pm





Kako, O Macaco
x Turno 17 x



- REVOLUÇÃO? - Nem fodendo! Não acredito que aquele ferreiro desgraçado tinha me pedido para matar um revolucionário! Não, isso eu não faço de jeito nenhum - Nem precisamos lutar então amigo, não bato em revolucionários. - Bradava em um tom tranquilo - Ainda não sou um por puro capricho do destino, sei que parece estranho, mas foi tudo um grande mal-entendido. - Continuava observando a figura e todo o seu preparo, porém, não podia baixar a guarda de forma tão banal assim. Tendo espaço, daria um salto para trás para manter uma certa distância, observando as outras figuras que – talvez – estivessem por ali - Então você, o tritão e a mulher são revolucionários? Esqueci de mais alguém? - Claro! Ainda tem os guardas da mansão.

Eu sabia que o homem provavelmente não acreditaria em mim, afinal, se estou no lugar dele também não acreditaria - SENHORES! - Gritava virando para os guardas da mansão, aqueles merdas - VOCÊS ESTÃO ENCRENCADOS. - Finalizava com um sorriso no rosto, deixando que a eletricidade dominasse meu corpo. Caso o revolucionário resolvesse me atacar, a princípio evitaria revidar, afinal, eu era adepto as ideias da revolução e não iria contra ela. Esquivas básicas, aproveitando do Kami-e para intensificar esses desvios, optando por não fazer movimentos muitos longos, já que ainda não tinha uma real noção de todo espaço existente ali - Porra! Para com isso, vou precisar repetir? - Diria em meio aos movimentos.

Entretanto, existia um mundo onde ele acreditasse em mim ou simplesmente me desse espaço suficiente para ir contra os guardas ali presente, já que precisava me redimir de alguma forma, mesmo que eu não tenha feito nada muito grave. Nesse caso, com a eletricidade percorrendo apontaria ambas as mãos na direção dos meus antagonistas – exceto do protetor do tritão – acumulando uma quantidade considerável de energia – o mais rápido que me fosse permitido – e então disparava com toda minha velocidade, sem um alvo específico, tentando atingir a maior parte deles de uma única vez.


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Continuaria disparando as rajadas até que meus oponentes caíssem, algum deles se aproximasse ou eu fosse atacado a distância de alguma forma. Nesse caso, saltaria para trás e/ou lado, saindo do alcance ou raio de ação de tal figura. Ainda com a eletricidade em meu corpo – assim que meus pés tocassem o solo – puxaria o arco e uma flecha, puxando a corda com toda força existente em meus músculos – sem quebrar, pelo amor de deus! – e então disparando a primeira flechada no inimigo mais próximo, repetindo esse processo na direção de outros que estivessem por ali - ”Mesmo querendo ajudar, não posso ficar aqui dentro da base deles...” - Pensava entre os disparados, tentando nesse meio tempo observar o caminho que iria me tirar dali.

Independente do que acontecesse, meus movimentos de esquiva sempre estariam engatados para o momento de necessidade, principalmente, a utilização do Soru para me mover em extrema velocidade para longe do ataque. Mas, a principal ação feita após o ataque com as flechas, seria partir em velocidade para o caminho que me levasse para fora - Bora vazar que aqui tá ruim! - Falaria caso passasse pelo revolucionário ou simplesmente aproveitaria sua ida, para segui-lo, isto é, se ele fosse embora dali também. Tentaria não entrar em um combate físico por enquanto, fazendo proveito da minha arma para disparar flechas a distância e também a própria eletricidade, que seria feito com uma das mãos, enquanto a outra iria segurar o arco.

Se em algum momento dessa sequência de ações eu encontrasse o homem-peixe que estava buscando anteriormente, diria com um sorriso amarelo estampado - Não sabia que era um revolucionário! Porra, aquele ferreiro vai me pagar por não explicar as cosias direito! - Falaria com uma certa tranquilidade - Depois converso melhor, pelo jeito, iremos ter trabalho para sair daqui. - Completaria tentando analisar a situação em que eu estava, novamente, fazendo uso do arco e flecha para disparar na direção dos meus inimigos.


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Sadakiyo
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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Qua Set 07, 2022 10:55 pm






Sada Kiyoshi
x Turno O9 x



Conseguimos sair, mas ainda não chegamos no destino final: a base de operações. Aegon foi muito útil e fez um serviço excepcional de proteção. Fiz minha parte, claro, mas também é digno de nota tudo o que Vitrus havia feito no subsolo da mansão. Realmente aquilo só destacava como eu sou fraca e bem abaixo dos nomes da Grand Line. — Não é hora de pensar assim. Tenho que salvar essas crianças e mulheres. — Sussurraria durante a corrida.

Em determinado local do percurso fomos interceptados, na verdade mais encontrados, por um pequeno caprino e uma linda mulher. Bonita mesmo. O caprino é uma graça, mas isso foi por água abaixo, pelo menos até então, depois de seus dizeres. Tudo seria uma resposta para suas investidas infantis e completamente sem nexo.

Esse bodinho me chamou de bruxa? — Retrucaria completamente fora de si. Inadmissível! Olharia para o pequeno corno e retrucaria. — Pra sua informação eu não sou bruxa nenhuma! — Não levaria esse tipo de ofensa pra casa, oras. — Eu sou uma dama e não uma bruxa! — Continuei. — E trate de sair daqui rapazinho. Tem muito perigo nessa selva pra você ficar por aqui.

Após isso bradaria com os olhos em fúria após aqueles dizeres do pequeno mink. — Aegon, vamos continuar! Vamos aproveitar a oportunidade. — Eu sei que não sou nem um pouco, ou nem próximo a um líder, mas a situação me fez ficar eufórica.

E isso escalou ainda mais quando eu vi quem estava chegando. Um homem grande, parrudo e que certamente estava atrás da criança e da linda mulher. — Vão! Eu vou ganhar tempo e depois acompanho vocês! — Diria enquanto buscava coragem do âmago da alma.

Ergueria o machado a frente do corpo. Queria fazer exatamente isso: ganhar tempo. Qualquer combate estendido seria inútil. Então trataria de traçar ações que sempre me mantivessem livres deles e com a possibilidade de fácil escape.

As mãos estariam firmes em uma posição quase que defensiva, com exceção das pernas anguladas para conseguir impulso e preparo em possíveis fugas. Além disso estaria preparada para bloquear movimentos diretos com o metal do machado. Socos, chutes e bancadas armadas seriam bloqueadas e, com um rápido movimento, tentaria contra atacar com um chute baixo na direção das pernas, a fim de tirar o equilíbrio, ou um golpe com o cabo da arma contra a face do adversário. Após isso, em caso de sucesso, finalizaria com um fatal movimento vertical de cima pra baixo contra o corpanzil daquele caçador que estaria me enfrentando ao meu alcance corpo a corpo.

Em possibilidades mais complexas tentaria então correr para trás de árvores e arbustos, como que conquistando cobertura e, entre os movimentos, saltaria a fim de golpeá-lo com o machado em golpes curtos e rápidos. Evitaria movimentos pesados, já que não compensariam o trajeto de fuga e muito menos eventuais mudanças de direção.

Em todo e qualquer caso queria dar tempo para o caprino, Eririka, Aegon, as mulheres e as crianças fugirem, e então eu correria também.

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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Dom Set 11, 2022 3:20 am






Jungle D. Palomero
x Turno 13 x



O perseguidor estava realmente com muita vontade de me transformar em churrasquinho de vitela. Talvez ele não seja um humano, mas sim um ogro ou um tritão… Já ouvi histórias de marinheiros distantes que diziam sobre as bruxas, ogros e tritões selvagens da grande rota que se alimentam de criancinhas… Nunva pensei que essas histórias fossem verdadeiras, mas pelo visto são! Bem, pelo menos ele não é um tritão e certamente não é uma bruxa… então ele é um ogro, e ogros são burros, para a minha sorte.

Continuei correndo em meio aos pensamentos das histórias amedrontadoras, até que por fim eu me deparei com o que eu mais temia. Um tritão e muitas criancinhas seguindo uma mu..mu…mulher….

-BRUXAAAAAAAAAA!!! - Eu estava realmente apavorado com as novas figuras que surgiram em minha mente. já não bastava estar sendo perseguido por um maníaco, agora apareceu uma bruxa comedora de crianças com um rebanho de criancinhas e um tritão de capataz .

Perceberia que Eririka e o homem azul se conheciam. Talvez ele não seja um capataz etalvez a bruxa devesse comer homens adultos também… Ou então Eririka também é uma bruxa…

Pegaria uma pedrinha no chão e apontaria o estilingue para todos os adultos presentes - So...So..Soltem essas crianças a... agora, ou eu atiro em vocês!

A bruxa pareceu não gostar de ter sido chamada de bruxa. Ela reclamou e falou que era uma dama, depois me mandou sair dali por ser um lugar perigoso.

-Eu sei que tem muito perigo!! - Respondi de imediato. - AQUELE CARA LÁ QUER ME COMER!!! - diria quase chorando de medo ao apontar para o brutamontes atrás de mim.

Certamente, naquela altura do campeonato, todos os adultos estavam se surrando. Provavelmente eu finalmente estava “seguro”, olharia para os lados em busca de Pacha, e, chamaria-o para perto. E se fosse preciso, iria até o mesmo para puxá-lo ou auxiliá-lo no que fosse necessário.

-CRIANÇAS-PERDIDAS!! - gritei para que todos os outros baixinhos prestassem atenção em mim - NÃO PODEMOS FICAR AQUI PARADOS, ESPERANDO QUE A SORTE NOS ABENÇOE - meus olhinhos pequenos e fugazes buscavam uma rota de fuga, ou algum sinal de trilha, capaz de suportar o contingente de tantas crianças - TEMOS QUE DAR O FORA ANTES QUE ELES FAÇAM CALDO DE CRIANCINHA PARA O JANTAR!! SIGAM-ME, EU SOU AQUELE QUE OS BICHOS ACEITARAM, SOU O AMANTE DAS FOLHAS, O SONHADOR QUE NUNCA DORME… E AGORA SOU AQUELE QUE VAI TIRAR A GENTE DAQUI!!!

Se tivesse encontrado algum caminho bom, apontaria para o local e com a outra mão faria o movimento que ordenasse o início de tal procissão. Caminharia até me posicionar na ponteira do grupo, e, motivaria as crianças para que fugissem junto comigo.

-Não percam tempo!! Eles até podem parecer legais, mas só estão nos levando para uma casa feita de doces, onde tem um fogão que faz torta de criancinhas! Eu já ouvi muitas histórias sobre esse tipo de gente aqui da grande rota… FUJAM!!

Seguiria a rota com as crianças. Para onde estávamos indo? Não importa, desde que estejamos longe daqueles canibais sinistros.


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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Dom Set 11, 2022 7:27 pm



Kako

Por destino ou mera coincidência, o homem era um revolucionário, o único grupo que o macaco respeitava, o que facilitava em muito aquela situação aliás.-Sim somos revolucionários, mas essa galera aí em volta né não.-Disse apontando pra galera que levantava e era aí que o show deles dois começava.

Kako iniciava seu ataque disparando uma forte torrente elétrica que afetava toda a area que estavam os oponentes que levantavam enquanto que Vitrus soltava um grande Rankyaku na direção da porta. E com isso várias rajadas seguidas eram disparadas em direção aos oponentes.

Enquanto isso o outro limpava o caminho atrás para que ambos pudessem ter passagem livre, e concordava rapidamente com Kako, eles deviam fugir logo.-Tá falado, vamos vazar, objetivo concluído sem perdas.- e assim eles iam correndo pelo corredor e disparando em frente, alguns inimigos surgiam, mas facilmente eram contornados pela dupla, que logo deixou a mansão.

E agora eles partiam em direção a floresta onde eles precisavam ser rapidos e talvez achar os seus companheiros no caminho e ajudar se fosse necessario, ao menos de forma que desse para não ter problemas.

Sada & Palomero

Tudo tinha começado como um pequeno mal entendido entre os dois, onde Palomero deixava bem claro que iria acontecer ali, ainda mais com agora a “Bruxa” e até mesmo ameaçava sujar ela toda. E claro, algo que desescalou quando ela se ofereceu para ficar. Aegon ficou preocupado inicialmente ele não achava que era uma bargatela justa deixar ela ali.

Ele então dizia.-Moça, tenha muito cuidado, eu mandarei reforços o mais rápido possível, não tente ser um mártir, se a coisa apertar, corra como se não houvesse amanhã, o mais importante é podermos tentar denovo, enquanto estivermos vivos, podemos ir mais uma vez.- disse ele mostrando que eles deveriam valorizar suas vidas acima das missões ou do heroísmo propriamente dito, já que eles poderiam sempre buscar melhorar e melhorar, desde que estivessem vivos.

Enquanto isso o pequenino convencia as crianças, anunciando quem ele era, o homem amado pela floresta, senhor dos animais, amado por tudo, aquilo atraia olhares curiosos e admiração, onde todos ficavam bem de olho nele, mas ainda desconfiados, mas o que pegava de seu discurso era o fato de que eles podiam ser jantados!! Logo em unissono as vozes começaram a ecoar por todo o lugar.-BUUUUÁÁÁÁÁÁAÁÁÁÁÁ A GENTE VAI VIRAR JANTAR!! VÃO MOER NOSSOS OSSOS E POR NO PÃO BUUUUÁÁÁÁ- Ele conseguiu totalmente a atenção.

E agora eles estavam todos muito determinados a fugir. Assim, Eririka, Aegon e Palomero, partiram pela floresta correndo o mais rápido que podiam para alcançar a base assim que desse. E com o máximo que dava tendo pessoas feridas também é claro, Pacha estava claramente preocupado, ele não gostava da ideia de ter tanta gente desconhecida por perto, e estava desconfiado, mas ainda assim era muito intrigante.

Kako & Sada

Kako entrou na floresta junto do homem e a primeira coisa que ele ouviu foi o grito das crianças chorando alto, algo que o revolucionário também ouviu, era algo bem claro que dizia “BUUUUÁÁÁÁÁÁAÁÁÁÁÁ A GENTE VAI VIRAR JANTAR!! VÃO MOER NOSSOS OSSOS E POR NO PÃO BUUUUÁÁÁÁ” e naquele momento Vitrus se perguntava o que foi que aconteceu.

Mas animava-se porque ele agora tinha uma direção.-Noticias boas e ruins, sabemos onde eles estão, mas o inimigo também sabe, deve ta cheio de gente lá, já prepara esses relâmpagos que a gente vai ter de desmantelar eles.- disse ele enquanto os dois avançavam, de vez em quando viam um grupo no caminho ao qual, Vitrus disparava suas lâminas de ar devastando alguns deles.

E então lá no local Sada começava, posicionando seu machado enquanto era cercada por cinco homens, o primeiro atacou ela e ela conseguiu defender-se posicionando o machado, mas enquanto se defendia do primeiro, o segundo rapidamente chutou sua coxa diminuindo o equilíbrio. Então ela teve tempo ainda assim de cravar com força o machado no ombro de um deles, que teve um corte bem profundo.

Era bem claro que a desvantagem era grande, mas também ainda tinha causado danos apesar de receber alguns, e nesse momento, era quando chegavam Kako e Vitrus, que estavam ali para nivelar o jogo. Já que seus ataques em area seriam de grande utilidade para o momento.

Palomero

Enquanto isso na corrida mais a frente uma garota bonitinha se aproximava de Palomero, ela parecia bastante admirada com o que ele tinha feito, e seu olhar mostrava de forma muito perfeita como ela parecia querer saber mais sobre as historias.-É verdade mesmo, você é o escolhido dos bichos como é isso?- ela perguntava na mais pura inocencia.

Era uma garotinha de cabelos brancos olhos vermelhos, que naquele ponto estavam esbugalhados em admiração, ela vestia uma camiseta rosa, shorts jeans e uma rasteirinha, provavelmente devia ter sido capturada a pouco, dado que suas roupas ainda estavam em boas condições e diferente do resto das crianças, sua pele ainda tinha uma cor mais vivida.

Enquanto a maioria tinha um tom amarelado que parecia lembrar algo mais anemico.-E quem é ele?-Disse ela apontando para o Pacha em seguida. Como se tivesse achado muito interessante o animalzinho.

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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Dom Set 11, 2022 8:14 pm






Sada Kiyoshi
x Turno 10 x



Erguia o machado por pura raiva e determinação. Meus olhos flamejavam em fúria. — Desgraçados... — Era impressionante como a imagem das crianças feridas e maltratadas não saía da minha mente. Eu me sentia, de certo modo, impelida a acabar com tudo aquilo.

O Governo Mundial me enojava a cada dia e suas permissões pior ainda. Onde estão suas verossímeis ações justas? Onde estão os soldados da lei? Onde estão os que buscam a união pacifica entre os povos? Isso tudo me fazia ficar louca, insana. Parecia com que aquela “caçada” fora apenas o estopim para a explosão de uma bomba há muito guardada, ou pior, escondida.

Venham seus vermes, ratos imundos. —Xingava em bom tom contra aqueles homens que me cercavam. — Venham para sua derradeira perdição e o fim de suas vidas. — Ergui o machado, mesmo após ter recebido alguns golpes diretos, mas me satisfazia o sangue escorrer pela lâmina.

A batalha era árdua, mas me motivava àquilo. Ganhar tempo para que Aegon guiasse as crianças para longe. Meu trabalho estava sendo feito ali, mas..., aquele macaco de novo? Vitrus? Os vi chegando no local e, pelo que parecia, ao meu auxílio. Me senti renovada e, com a chegada deles, pude aproveitar uma possível oportunidade para dilacerar em um corte pesado algum alvo desatento. — Morra, desgraçado!

Eles se posicionariam e eu dialogaria durante o embate, sempre priorizando responder as perguntas e pontuações feitas pelo macaco e Vitrus: — Não se preocupe. Só quero me livrar logo destes ogros e salvar aquelas crianças. — Diria em resposta. — Me chamo Sada, e você? — Perguntaria, mas entre cortes e rasgos tentaria formular: — E o que te fez ficar do nosso lado?

Olharia ao meu redor, tentaria me colocar em uma posição de combate mais prática. Estava ferida, claro, mas deveria priorizar, pelo menos agora, movimentos mortais. Um corte de machado que focava áreas vitais, uma decapitação direta ou até mesmo um corte que imobilizasse o oponente. Usaria de minha agilidade para fazê-lo e, com sucesso, abriria mais oportunidades para meus novos aliados de batalha.

Que possamos trabalhar bem juntos então! — Falaria. — A revolução tem os verdadeiros motivos justos, Kako. Não existem verdades nas mentiras do Governo. E isso, essa tal "Caçada", é apenas mais uma de suas armações corruptas e malévolas. — Rasgaria o ar em busca de carne e sangue dos inimigos. Os olhos sedentos e a boca formigando de excitação. Me arrepiava só de sentir o grito de dor daqueles homens. — Heh, venham... Venham todos!

Abriria bem os olhos, buscando aberturas para eventuais contra ataques. O machado, frente ao corpo e seguro por ambas as mãos firmemente, estaria preparado para bloquear avanços diretos e frontais. Confiaria minha retaguarda ao Kako e ao Vitrus, que me surpreendiam cada vez mais com suas impressionantes habilidades. Emularia movimentos rápidos e até mesmo, se fosse possível, sujos e baixos, para tanto nocautear como executar os oponentes. Socos, chutes e rasteiras estariam no leque de ações que eu executaria durante a luta.

Era hora de lutar de verdade agora, matar e matar, afinal eu não aceitaria morrer.

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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Dom Set 11, 2022 8:18 pm





Kako, O Macaco
x Turno 18 x



A situação tinha dado uma reviravolta como um todo, já que a alguns momentos atrás, eu tinha certeza que apenas faria um serviço em troca do outro, mas porra, dei cara com a revolução! - ”Já tive minhas diferenças, mas, normalmente lutam pelo certo.” - No passado já entrei em atrito em alguns momentos, mas, sempre tentei manter o respeito por essa organização, já que diferente do governo, ela agia da maneira que eu julgo ser correta - Tranquilo então. - Falava de maneira descontraída, enquanto as ações eram realizadas com certa extravagância, principalmente as habilidades usadas por mim e pela outra figura que estava comigo.

Não demorou para chegarmos na floresta e pude ouvir uma voz infantil chorando por lá, bem, provavelmente eles estavam sendo atacados? Sim, era a única opção naquele momento - Caralho! Vocês irritaram esses caras mesmo, em? - Diria em direção ao homem que acompanhava. No momento que avistasse o furdunço na floresta, não pensaria duas vezes antes de saltar dando alguns pisões no ar – Aliás, quem são esses caras? Porra! Isso aqui tá muito doido. - Gritava enquanto estava no ar em meio ao rodopio, liberando rajadas de energia que visavam acertar os inimigos próximos - Sei que são revolucionários, mas esses caras não parecem do governo. - Finalizava ao cair no chão, tentando ficar próximo a figura feminina que portava o machado - Aliás, foi mal àquela hora lá atrás, não sabiam quem vocês eram. - Diria de maneira tranquila, sem tirar os olhos dos inimigos.

Existindo alguma resposta não demorava para continuar a interação com aqueles membros da revolução - ME CHAMO KAKO! - Gritava repentinamente - ESSES PORRAS NÃO PARAM DE APARECEEEEEER! - Continuava mantendo o tom enquanto puxava a pele debaixo dos olhos - Não gosto do governo, já a ideia por trás da revolução me é mais agradável... claro, já tinha alguns problemas com vocês no passado, até por isso não tenho tanta confiança assim na causa, digo, nos membros. Mas, não deixo de ajudar quando tenho oportunidade e bem, o destino me trouxe até aqui! - Era simples e direto em minhas palavras, não parando de me mover em nenhum momento, liberando rajadas de eletricidade pelas mãos que visavam acertar os inimigos ali presentes.

As bases dos meus movimentos naquele momento seriam o uso da acrobacia, com pequenos saltos, rodopios, não parando em nenhum momento, enquanto é claro,  continuava com as rajadas de eletricidade na direção dos antagonistas – Essa caçada é foda mesmo! – Fazia uma “poker face” logo em seguida, afinal, aquela coisa horrenda me dava nos nervos - Então vamos lá, vê se não morre! - Brincava com a mulher antes de explodir contra meus inimigos, visando uma luta corpo a corpo - ”Talvez... talvez esses não sejam escrotos.” - Era o pensamento que cortava minha mente no trajeto até o inimigo mais próximo.

A partir daqui utilizaria da selvageria existente em meus genes e a eletricidade que carregava em meu interior, unindo o estilo ligeiramente mais selvagem as rajadas de energias. Eram golpes com as mãos fechadas e também abertas, sem técnica ou qualquer tato marcial, era puramente a brutalidade de um macaco selvagem. Claro, meus pés também trabalhavam com chutes, pisões e até mesmo a cauda servia para puxar os pés dos inimigos, que a todo momento – cada golpe acertado – receberiam a descarga elétrica do Mugetsu, seja para fritar seus cérebros ou criar pequenas “explosões”, visando lança-los para longe. Claro, tomaria cuidado para nenhuma daqueles disparos irem na direção dos meus aliados, afinal, não queria acabar com o pequeno “vínculo” criado no momento de necessidade, já que eles pareciam ser pessoas boas.

Se tivesse visão de algum destacamento vindo em nossa direção, não hesitaria em reunir uma quantidade maior de energia, disparando logo em seguida como uma única e densa rajada do elemento, tentando acertar todos de uma vez ou pelo menos atrasá-los de alguma forma. Em momento algum pararia de me movimentar, usando o cenário à minha volta como uma arma, aproveitando-me de árvores ou o que estivesse por perto como base, usaria até mesmo meus próprios inimigos para isso.


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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Dom Set 11, 2022 9:49 pm






Jungle D. Palomero
x Turno 14 x



Felizmente, eu consegui abrir os olhos das outras crianças e agora todas estavam totalmente cientes de sua real e assustadora situação. Estávamos em um grupo grande, e, aquele número exacerbado de pessoas parecia não agradar muito o meu grande companheiro. Aproximei-me do animal e afaguei sua cabeça enquanto corríamos - Calma, parece que conseguimos despistar aqueles canibais.

Dentre todas aquelas crianças perdidas e assustadas, uma parecia não ter noção do perigo ainda. Ela veio até mim com os olhos vermelhos esbugalhados de tão brilhantes. Aparentemente, os títulos que inventei durante as brincadeiras no quintal da mamãe a havia impressionado um bocado.

-Esses são os títulos que eu e o Pacha inventamos durante as nossas aventuras - Falei, sendo sincero - é meio idiota, né?… mas eles não são mentirosos! Os animais são o maior tesouro que existe nesse mundo, e um dia eu vou ser o maior treinador de animais que existe! E o primeiro é o Pacha, ele é meu fiel escudeiro… Diz oi amigão.

Estendi a mão para apresentar o caprino e sorri então para a garotinha - A gente se conheceu no berço. Na verdade, ele nasceu no mesmo dia que eu, na mesma hora… - olhei para o bode e uma idéia curiosa brotou em minha mente, fazendo-me gargalhar - pensando bem, a gente até podia ser irmão se eu fosse um bode também, né? ZaZaZaZaZaZa!!

Percebendo que ela gostava de coisas radicais, eu peguei o robô de papelão que ChaCha me deu e entreguei para a mesma - Toma, ele é o Vulcan 3000, é o robô com bumbum de foguete que uma amiga me deu… Pode ficar pra você se quiser, Vai ser bom você ter um escudeiro também… Por sinal, Eu me chamo Palomero. Qual é o seu nome e como você veio parar aqui? - Escutaria a resposta da garota atentamente - A partir de agora você vai ter o título de "a protetora dos choramingueiros"! Me ajude levar os outros pra fora daqui. Olha, eu não sei se vai dar certo, mas eu sei de um túnel que a gente pode usar pra sair daqui.

E ai, montaria nas costas de Pacha, ergueria um galho torto e seco, e depois, cavalgaria guiando as crianças para o núnel das centopéias


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