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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

Ato II — Tiro, Porrada e Água

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Achiles
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Achiles
Pirata
Ato II — Tiro, Porrada e Água Sex Jun 24, 2022 4:00 pm


Ato II — Tiro, Porrada e Água


Nymeria Nymph [Caçador de Recompensa]

não possui narrador definido.
Aberta

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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Dom Ago 07, 2022 6:04 am






Kako, O Macaco
x Turno O1 x



- AH! Que merda. - A reclamação daquela criatura de pelagem rosada era audível para aqueles ao seu redor - Quem me colocou como Caçador? Que merda. - Resmungou novamente chutando o que estivesse em sua frente, como uma pedra, uma lata de lixo ou simplesmente o vento - Sabia que capturar aquele cara não era totalmente uma boa ideia. - Prosseguiu com as lamúrias enquanto seguia caminhando, seja lá em que ponto da Ilha ele estivesse. Inicialmente Kako não contava com um rumo definido, na verdade, ele ponderava se deveria ou não prosseguir no caminho de caçador, mesmo que estivesse claramente descontente com toda situação - Eu ainda vou pegar o filha da puta que fez isso comigo, deve ser aquele marinheiro de merda, capacho do governo. Infeliz, filha de uma égua! - O rosado continuava proferindo todo o tipo de ofensa para com os homens da lei, isto é, na visão da sociedade é claro.

Por mais descontente que estivesse, a criatura ainda precisava de dinheiro e para isso só restava continuar na sua busca por grana, dessa vez, caçando novamente - Eu vou beber, é isso. - Pensou enquanto seguia seu caminho, caso não fosse atrapalhado por nada em seu caminho - NÃOOOOOOOOOOOOO, POR QUE DEUS? - Labatut simplesmente gritou aos céus, caindo de joelho no chão enquanto lágrimas escorriam pelo seu rosto - Fodam-se os caçadores. Vamo nessa merda então! - Ele mudou de humor em fração de segundos, colocando seu corpo esguio de pé e partindo rumo ao único lugar onde ele poderia afogar as mágoas: uma taberna. Sim, o símio caminhava de maneira pomposa a partir desse ponto, com o peito ligeiramente estufado e o queixo levemente para cima.

O que ele buscava? Um lugar que não se parecesse com nada chique ou muito refinado, ele buscava o básico, um antro de pessoas simples e arcaicas. Ele perguntaria para alguém? É claro que não, com dois olhos bons como aqueles em sua face, o macaco simplesmente andaria pelas ruas de Clamoris em busca do seu objetivo, olhando cada pequeno estabelecimento existente no lugar. Ao encontrar o primeiro estabelecimento que ele julgasse do seu gosto, entraria em um único movimento, pisando com força enquanto caminhava ignorando a presença de terceiros, chegando no balcão ou no lugar onde o atendente estivesse, batendo com toda sua força enquanto bradava em alto tom - A maior caneca de cerveja que você quiser, escorrega uma pro pai aqui. - Seus olhos demonstravam a vontade de ingerir uma gelada e os mesmos passavam pelo ambiente que estivesse, dando uma boa olhada nas figuras existentes por ali.


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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Sex Ago 12, 2022 3:15 pm



Revoltado o Mink caminhou pelas ruas de Clamoris, um local ao qual muito poderia se ascender desejos revolucionários ao qual tal como na vilania prontamente eram sufocados, não lhe dando espaço algum para que respirassem. Estava naquele momento em um ponto medianamente movimentado, haviam pessoas passando por ele ou em sua direção mas pareceram naquele momento muito ocupados com suas próprias vidas para interferirem nas lamurias do macaco.

Ao fim quando se jogou ao chão revoltado por ter de continuar a caçar como meio de adquirir dinheiro, viu que alguns o olharam, havia cochichos, mas haviam aqueles que eram claramente descarados com clássicos como Que cara esquisito ou… mamãe porque o moço tá chorando? Ele fez dodói? que variavam nas possíveis reações que o simio poderia ter.

uma moça Androgina, devido ao longo chapéu que vestia que escondia seus cabelos parece que aproximaria-se para ajudá-lo mas, fracassou quando o homem já com destino certo só  andou na direção da taverna mais próxima.  Sim, convenientemente o destino fez com que o local com que ele procurava fosse fácil de achar, as vezes Deus tem seus preferidos, fazer o que.

O local tinha um público variado, dois tritões em uma mesa conversando, uns esquisitos rindo alto enquanto falavam besteira e pediam porções e um velho que estava no balcão só afogando as mágoas, com um uniforme da marinha

Quem o atenderia seria uma moça de cabelos curtos expressão fechada que apenas pegou um copão e o preencheu com a cerveja de um dos barris, jogando ela escorregando até que o macaco pudesse a pegar ela parava exatamente em sua posição, o que denotou que já trabalhava no lugar a algum tempo.

Um atendente simpático teria lhe oferecido um acompanhamento, mas  não era o caso, havia ao alcance no entanto uma vasilha com amendoins queimados salgados, que acompanhariam muito bem a bebida e não parecia que era algo cobrado.

A movimentação parecia devagar e hora ou outra algum garçom levaria um pedido a alguma das mesas, parecia que era um dia de boa até então.


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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Sex Ago 12, 2022 3:53 pm






Kako, O Macaco
x Turno O2 x



Labatut não tardava para chegar ao céu ao destino, pelo visto, os deuses tinham ouvido suas preces, mesmo que ela não tenha pedido ajuda para tal situação. De qualquer forma, ao entrar no bar carregando seu ímpeto inabalável em seu peito, ele foi apresentado a um ambiente ligeiramente tranquilo, com algumas figuras espalhadas por ali, inclusive, uma dupla de tritões. O símio recusava a oferta do atendente com gesticulações negativas, optando por forrar seu estômago com os amendoins - Gostoso e de graça, do jeito que eu gosto. - Comentava enquanto enchia suas mãos pegando uma quantidade considerável de amendoim, que a partir daquele momento, tinha virado seu prato principal - Meu patrão, você que deve conhecer bastante gente por essas bandas, sabe onde consigo descolar umas… - Bradou em alto tom, cortando sua fala sem chegar ao final, completando com alguns movimentos de mãos que simbolizavam diferentes armas, até mesmo uma bazuca - Algo nesse estilo, entendeu? - Questionou com uma expressão mais séria, pegando uma nova porção de amendoins.

Kako esperava ouvir uma resposta enquanto observava o ambiente como um todo mais uma vez, era como se ele estivesse procurando algo - ALGUM FERREIRO POR AQUI? - Gritou antes mesmo de ter uma resposta do atendente ou logo após a fala do homem - Ok, ok! Só queria confirmar mesmo, os Deuses, Deus ou sei lá, essa galera não seria tão boa comigo assim. - Falaria caso não obtivesse uma resposta do pessoal espalhado pelo bar.  O macaco voltava sua atenção para os amendoins, ponderando todas as informações que tinha obtido - ou não -, mas, aproveitando para comer ainda mais daquela comida grátis - Bota mais que acabou. - Bradaria com uma certa pressa, empurrando a vasilha em direção a um dos atendentes - Bota! Bota! Bota! - Continuaria batendo com seu punho fechado no balcão, olhando para os lados - ou para as mesas - na tentativa de puxar algumas pessoas em sua busca por mais amendoim, isto é, se tiver acabado.

De qualquer forma, a estranha figura rosada necessitava de mais informações para prosseguir, ajeitando seu chapéu característico em sua cabeça, um item que ele carregava com orgulho, mesmo não sendo de fato um pirata para usar algo como aquele.

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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Sex Ago 12, 2022 4:01 pm



- Na rua de trás há pelo menos três, contorna pelo beco… O Dono do bar geralmente compra com o Kaioh, por serem amigos ele consegue bons preços,  ele também é bem conhecido por oferecer bons serviços que pagam bem,  mas são serviços pra quem gosta de brigas geralmente. A moça respondeu com pouca ou nenhuma vida em sua voz, continuando a limpar o balcão, apenas seguindo com a sua vida.

Perguntou aos céus se algum ferreiro estava na região e justo entrando na porta havia um moreno de vestes azuis - Opa, tá contratando? Não tenho uma loja mas tenho um estoque. O rapaz teria dito já sentando do lado e fazendo um sinal de  um para que pudesse beber também cerveja, que lhe era entregue rapidamente.

Em algum momento o amendoim acabou e com isso com as palavras do macaco ela o olhou, seu olhar era tão gélido que nem o zero absoluto poderia ter um coração mais frio, ela então fez um movimento súbito que deu pra ouvir ela agarrando um saco de plástico bem barulhento, Kako poderia jurar que ouviu o estralo de um quebrar de pescoço, mas poderia ser só sua imaginação sendo muito fértil, a moça pegou o saco de amendoins e despejou enchendo  uma vasilha três vezes maior, tomando a vazia e  partindo para a pia, lavando o recipiente e botando pra secar.

Era algo cotidiano, mas esquisito, bem esquisito. - Vish, não queira ficar do lado sombrio da Sorena, dizem que seu olhar de raiva é capaz de dar 10 anos de azar em um homem! Não sei em um Mink....Não é uma lenda muito explicativ....

- Desculpa! Desculpa! É uma história idiota! O homem separou um dinheiro como gorjeta no susto, ele realmente acreditava naquilo e o semblante da moça aliviou um pouco.

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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Sex Ago 12, 2022 4:20 pm






Kako, O Macaco
x Turno O3 x



O símio recebeu algumas informações bem interessantes, que o fizeram ponderar por alguns segundos seus próximos passos - Kaioh… - Falou levando mais alguns amendoins em direção a sua boca, fazendo um “joinha” com sua mão para a moça, como uma forma de agradecimento - Vou dizer que sou amigo do Dono do Bar, talvez consiga algum desconto. - Comentou o macaco jogando mais alguns amendoins para dentro. Coincidências acontecem? Sim! No entanto, Kako não era muito adepto a tal crença - FERREIROOOOOOOOOOOOOO! - Gritou o selvagem batendo com o punho fechado repetidas vezes no balcão - FERREIRO! FERREIRO! FERREIRO! - Continuou gritando e acertando o balcão no ritmo da sua fala - Tá contratado! - Falou sem pensar duas vezes em direção a figura de roupas azuis.

O clima parecia bom naquela taberna e Kako estava cada vez mais animado, eu arrisco a dizer que por alguns instantes seu corpo foi tomado por uma euforia única. Porém, as ações daquela mulher fizeram o macaco erguer uma das suas sobrancelhas, enquanto era fuzilado com aquele olhar gélido - Eita! - Disse enfiando uma mão cheia de amendoim na boca, ouvindo as palavras do seu ferreiro particular - Tu é retardado? - Disse dando um tapa de leve na nuca do homem - Não sou um Mink, eu sou aquele que vai ser o Rei dos Primatas! - Labatut não era uma figura que externava seus pensamentos daquela maneira, pelo menos, não aqueles que ele julgava a necessidade de manter em particular, mas, aquele não era um desses casos - Onde está seu estoque? - Questionou o selvagem continuando a comer do amendoim que agora tinha em grandes quantidades, ele até mesmo puxava aquele grande pote para perto dele - Preciso de uma pistola, na verdade, duas pistolas! E… uma bazuca, não tão grande, preciso de algo que dê pra carregar nas costas. - Falou o símio com um olhar ligeiramente sério em sua face - Se for ruim eu não irei pagar, já esteja avisado. Farei alguns testes também, se eu ver que é uma merda, vai dar merda, entendeu? - Suas palavras poderiam não fazer tanto sentido assim, mas, o macaco não ligava para isso.

No caso do homem falar que não estava longe dali, o símio daria um salto de onde estava sentado - Levante e mostre o caminho, ferreiro! - Bradava com ambas as mãos na cintura, na maior pose estilo super-man. Kako não iria em hipótese alguma na frente, deixaria que a figura de roupas azuis mostrasse e o caminho e ele andaria um passo ou dois atrás - Trabalha como ferreiro a muito tempo? - Perguntava no caminho.

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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Sab Ago 13, 2022 11:54 pm


As atitudes empolgadas e excentricas do símio levaram muitos olhares negativos ao seu encontro, pois no ambiente em que estavam seria o mais natural a se alcançar no entanto quanto ao moreno, seria possível vê-lo suspirar,  tomando então um longo gole de sua caneca - Rei dos primatas? Heh, é, tem desejo pra tudo nesse mundo. Ele teria achado engraçado mas não caçoou do desejo, só achou esquisito.

- Esta no meu navio, tenho ele aportado não muito longe daqui, os rapazes devem estar cuidando dele no momento. Sua fala mostrava que ele fazia parte de um grupo mas, não necessariamente era o seu líder. - Pistola? Huh… Realmente a gente tem que aprender a não julgar pela aparência, eu jurava que você desejaria um bastão ou coisa do tipo… Mas, eu tenho sim algo que possa te agradar. Ele então terminou sua bebida e olhou em direção a moça - Estava ótimo como sempre! E então ele teria já deixado pago também pelo macaco, ele cobraria isso no preço de sua arma afinal, não ficaria no prejuízo.

- Eu não faço  armas ruins, se estão a venda é porque eu sou previnido e faço a mais. Ele teria coçado o ouvido com o mindinho enqaunto guiou o caminho em direção ao porto. - Deve fazer 5 anos desde que comecei a trabalhar mas, eu estudo desde muito pequeno. Ele comentou de maneira despreocupada - Desculpe a indelicadeza mas, porque uma pistola e não um bastão? Ele ainda tava encucado com aquilo.

No navio teria visto duas figuras, que estavam conversando entre si, provavelmente amigos do ferreiro, era uma garota e um rapaz bonito, se prestasse atenção poderia ouvir eles falarem sobre um trabalho complicado.



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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Dom Ago 14, 2022 12:10 am






Jungle D. Palomero
x Turno O1 x



O oceano é realmente imenso! Bem que a mamãe sempre falou que era impossível contar o número de ilhas que existem nesse marzão sem fim! Por falar na mamãe, sinto saudades dela e da vida tranquila que a gente tinha antigamente, antes dela morrer… Pelo menos eu não estou só, pois Pacha sempre está comigo.

-Vamos logo, Pacha! Parece que o navio já chegou no porto! - Falei para chamar a atenção do bode esfomeado, que provavelmente estaria saciando sua fome com qualquer papel, toalha ou muda de roupas. - Lá fora você come grama… Você não está empolgado para ver como é esse novo lugar que a gente chegou?

Depois de pegar o meu estilingue na mesa de canto da minha cabine eu e Pacha sairíamos daquela embarcação junto dos demais passageiros. Olharia para trás a fim de ter uma última vista daquele cruzeiro maravilhoso com a cabeça de um homem bonito estampada na figura da proa - Será que esse homem aí é o tal Rigel? - era uma dúvida cuja resposta eu jamais saberia.

Agora eu me encontrava no porto daquela ilha desconhecida, observaria os arredores em busca de algum resquício de flora densa (florestas, bosques, montanhas) - Tomara que aqui não seja um lugar chato igual Briss… Lá a gente nunca encontrava nenhum outro animal legal né? Só cachorros, gatos, pombos e ovelhas…. e você! ZaZaZaZaZa!!! VAMOS!

Então saíria caminhando pelas ruas na direção que eu notasse ter mais mato. Entretanto, caso não aviste nenhuma área pouco urbanizada eu buscaria alguma moça e lhe perguntaria - Ei moça, onde é que fica o bosque nessa ilha? Eu e meu amigo Pacha estamos procurando por novos companheiros!

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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Dom Ago 14, 2022 9:26 am






Kako, O Macaco
x Turno O4 x




Os olhares negativos pouco me importavam, literalmente estava cagando para opinião de terceiros e sinceramente, está tudo bem! Claro, isso é, se eles se manterem no âmbito visual, afinal, se partirem para algo mais físico eu irei trucidar qualquer um que se coloque diante de mim. As palavras daquele homem me deixaram ainda mais animado e também com um pé atrás, já que eu estava seguindo um completo desconhecido para um local onde não teria só ele, mas sim, um grupo provavelmente - ”Piratas? Um Ferreiro-Pirata que oferece seus serviços? Piratas do bem?” - Não podia deixar de pensar naquela hipótese, mesmo que fosse estranho e bem atípico os piratas realizarem boas ações, no entanto, existiam as exceções por aí.

De qualquer forma, o rapaz continuava falando sobre suas armas e pelo caralho do bastão - Um macaco precisa andar com um bastão por aí, caralho? Vai falar que eu preciso disparar bananas por aí também, cuzão. - Sim, aquilo já estava enchendo a porra do saco, esse maluco tá tirando onda comigo? Ah! Ele está falando sobre aquelas lendas, contos antigos sobre o Deus Macaco - Ou você deve ter lido muitos contos e histórias antigas por aí, tá me achando com cara da personificação do Deus Wukong? - Resmungava no meio do caminho, que seria percorrido com toda calma do mundo e obviamente, me mandando um ou dois passos atrás daquela figura. Sim, se ele parasse de andar para me esperar eu simplesmente pararia também, fazendo sinal para que ele continuasse.

- Cinco anos? Então estou falando com a porra de um prodígio! - Falava em um tom de brincadeira, dando uma pequena gargalhada no fim de tudo - Eu sei atirar, sou bom de mira e então uma pistola é algo que caiu bem. Mas você tá insistindo tanto assim que estou quase tentando aprender a lutar com um bastão e mudando meu nome para Kakong. - Que cara chato viu? Estava dando vontade de dar uma “cacetada” nele, porém, ele falou tão confiante das suas armas que meu desejo estava apenas em ver com meus próprios olhos. Bom, ao chegar no navio dava pra ver duas pessoas ali, uma mulher e um rapaz - Seus amigos? - Perguntava de maneira bem sucinta - Agora que chegamos, o que tem pra mim? - Concluía enquanto continuava a caminhar, seja para entrar no navio ou simplesmente esperar por ali, não falando com a dupla existente ali, apenas dando um “joinha” se fosse necessário.

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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Seg Ago 15, 2022 3:01 pm



Subaé
Palomero após sua viagem havia chegado até a bela ilha de Clamoris, lá ele poderia presenciar uma ilha pequena, ainda que não pudesse vislumbrar o seu todo se passou um sentimento de estar em um lugar apertado ao qual ele não poderia explicar. Próximo da região portuária ele poderia ver que lá havia uma grande cidade bem murada em meio a um território muito montanhoso.

Pacha se colocou a frente, olhou para os dois lados e bradou BIEHHH! ( Muita montanha maneiro!) E polamero, como Mink poderia entender o sentimento de seu companheiro e o que ele queria dizer com aquilo, por ser uma área densamente urbanizada em territórios que não fossem a mais pura pedra montanhosa, encontrar a saída pra floresta não seria intuitivo e por isso, acabaram por parar para perguntar para uma moça muito bonita com um decote não muito discreto - Você é novo por aqui né? Onde estão seus pais? Quer ajuda para achá-los? Hm… Evite a zona florestal, não é como na maior parte dos lugares, o perigo não são os animais, são os homens. A única floresta desta ilha é destinada a caça de caras malvados… Ela teria dito de modo gentil e explicativo, ao reparar mais em seus detalhes, por suas orelhas e coloração, poderia notar que apesar de bem ralo, tratava-se também de uma mink como ele e isso talvez o fizesse se sentir mais confortável, mesmo que a moça estivesse com a espada bem fácil de se ver e com um cinto que certamente tinha ferramentas para batalhas em seus bolsos.

Formiga

As atitudes empolgadas e excentricas do símio levaram muitos olhares negativos ao seu encontro, pois no ambiente em que estavam seria o mais natural a se alcançar no entanto quanto ao moreno, seria possível vê-lo suspirar,  tomando então um longo gole de sua caneca - Rei dos primatas? Heh, é, tem desejo pra tudo nesse mundo. Ele teria achado engraçado mas não caçoou do desejo, só achou esquisito.- Bananas não mas os grandes macacos da histórias usavam bastão! Igual na história de Gon Soku! Ele  juntou as mãos, como se aquela fosse uma preciosa lembrança de história de sua infância, se sentia a nostalgia quando ele falou. - Prodigio? Hehe, eu não ouço muito essa. Mal soube ele mas já tinha caído na lábia do macaco.

Ambos haviam acenado para Kako, pareciam habituados aos clientes de seu amigo que produzia mais do que usava de fato. Quando adentrou ao  barco, veria que era uma escuna pequena mas aconchegante e havia uma sala destinada a forja muito bem ajeitada pro espaço que lá havia. Havia exposto em pequenos murais diferentes tipos de arma, não muitos mas haviam espadas, Pistolas, Bazucas e manoplas, armas ao qual pareciam ser super comuns e que podiam vender bem. Haviam também barris cheios de arma de menor qualidade como carabinas, armas usadas  que ainda deviam ser consertadas como espadas, lanças e até um bastão, mas este parecia estar perdido por lá, era ornado em ouro e destoava dos mal acabados.

- Estas são as que eu tenho prontas, houve uma época que eu trabalhei por encomenda mas, com o pouco espao que eu tenho não é lá tão viável sem que os pedidos sejam grandes. Concluiu de forma simples o moreno, que o teria levado em direção as armas de fogo, por estarem meio altas na parede penduradas, discretamente chutou uma escadinha  para que o Simio pudesse subir sem que percebesse quando tentasse alcançar alguma delas, ele teria feito esse malabares quantas vezes Kako decidisse ir e trocar sua escolha, sendo incrível como funcionou o disfarce daquilo que ele fez.


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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Seg Ago 15, 2022 3:23 pm






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- INCRÍVEL! - Não consegui conter a animação ao ver todas as armas disponíveis - Isso me parece um parque de diversões! - Continuei sem conseguir externar toda minha animação, dando pequenos saltos de alegria e me movendo com extrema velocidade, olhando cada pequena peça que fosse possível e estivesse ao meu alcance, isso é, antes das escadas descerem. O que eu buscava? Bem, gostaria de uma bazuca bem grande que disparasse balas de canhão, mas, tinha noção que aquilo provavelmente seria impossível. Na verdade, meu objetivo real era criar algo diferente, mas, ainda não tinha o conceito real do que eu precisava, para ir em busca dos materiais necessários - Belas armas você tem por aqui. - Bradei tentando levantar o ego do homem e não era uma mentira total, afinal, realmente existiam boas peças por ali.

Continuei a pesquisa, observando arma por arma sem ter nada realmente definido em mente, claro, eu tinha convicção que queria uma arma de porte menor, como um revólver por ser mais prático - ”Eu ainda preciso ver aquilo das plantas, vou pegar algo simples por enquanto.” - Era um pensamento ponderado e ligeiramente mais seguro, algo realmente inteligente - "Talvez um mosquete? Armas de longo alcance são interessantes e úteis, nem sempre vou precisar entrar de fato em combate como da última vez." - Aquilo também era algo bom e eu sabia disso, porém, ainda sim armas de fogos fazem muito barulho, talvez possa encontrar algo mais viável a essa ideia - Você tem alguma arco e flecha? Besta? - Perguntava observando ao redor em busca de um daqueles itens.

No caso de não existir, voltaria meu olhar carregado de tristeza em direção ao homem - E você não consegue fazer? Você me prometeu uma boa arma! - Ele tinha me prometido? Não faço a mínima ideia, mas agora já estava triste o bastante para acreditar que sim - Eu espero! Um arco ou uma besta, o que você tiver de melhor e mais bonito. - Beleza era algo necessário e com muito peso na minha escolha, já que estilo é tudo - "Preciso procurar sobre as Pop Greens depois aqui, tenho certeza que consigo criar e cultivar essas plantas, pelo menos, eu acho que sim." - Estava devidamente focado em me armar ainda mais - "Ainda mais com essa eletricidade." - Estava imerso em meus pensamentos, o que podia me impedir de escutar possíveis respostas do ferreiro - Repete aí, viajei aqui. - Bradaria nesse caso enquanto enfiava o dedo mindinho bem fundo no ouvido.


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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Ter Ago 16, 2022 5:11 am






Jungle D. Palomero
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Aquela cidade conseguia ser tão ruim quanto Briss. Era apertada e muito cheia e aparentemente existia um muro separando a cidade da área florestal.

-A gente vai dar um jeito de passar por aquele muro e ir pras montanhas! - prometi para meu companheiro quando ele expressou interesse pelas mesmas. Entretanto, eu não tinha ideia de como chegar do outro lado do muro e por isso fui pedir informações com uma moça muito bonita.

-Isso mesmo, eu acabei de chegar aqui, vim naquele cruzeiro lá ô! - apontei para o Expresso Rigel. Logo em seguida a mulher perguntou sobre os meus pais. Algumas lágrimas escorreriam pelo meu rosto ao lembrar de minha mamãe - a minha mamãe não está mais viva… e o meu papai é um moço pirata, mas eu nunca vi ele na vida… - forçaria um sorriso xoxo para ao menos fingir não estar triste por estar tão desamparado - Mas pelo menos eu tenho o Pacha, ele é meu melhor amigo, e também é a minha família.

Quando a moça bonita nos explicou sobre as caçadas de caras malvados eu senti as minhas pernas começarem a tremer. Meu coração palpitava mais forte só de imaginar o tipo de crápulas sem piedade devem existir por lá. - Sa…sa…sabe de uma coisa, Pacha? Eu nem queria ir mesmo pra aquelas montanhas…. Tô até sentindo uma palpitação estranha aqui…eu…eu…eu…eu tô com medo moça…

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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Qua Ago 17, 2022 12:13 am



Subaé
Quando disse aquilo sobre seus pais a moça teria colocado a mão próxima do centro do peito fechando seu punho, como se sentisse a dor do pequenino, tomando a liberdade de extendê-la depois em um cafuné - O mundo pode ser duro as vezes, mas também pode ser gentil em nos oferecer caminhos gentis. Ela recuou a mão e sorriu quando ouviu sobre Pacha.

- BIEHHHH BEE BÉ ( A moça tem razão, eu sou uma boa família) O caprino teria dito E a reação dele quando ouviu sobre a floresta a teria feito lhe dar uma alternativa - Vamos fazer assim? Eu tou indo comer, você já comeu? Eu posso pagar pra você e seu amigo. Ela teria apontado para um restaurante que tinha um Sanduiche mordido como Símbolo com o letreiro escrito “Nhec” Lanches.

A moça esperou pela resposta do pequeno rapaz, se ele não quisesse ir, ela não insistiria.

Formiga


- Eu me esforço pra ter sempre as mais comuns, ajudam a abastecer o navio pra burro. Orgulhoso o moreno comentou, até que a pergunta o desconcertou - Arcos e Bestas? Rapaz, eu só não falo que é esquisito um macaco sem usar um bastão mais uma vez nessa escolha de armas porque pelo menos a maior parte deles é feita com madeira também! E a história do bastão voltou, ele não tinha superado ainda.


- Ta, a real é que não, eu tenho os materiais pra confecionar, mas arcos são armas que geralmente são feitas sobre medida aos seus usuários, você tem alguma preferência noe stilo? Arco-curto? Arco Longo? Furabruma? Penas ou plástico? Flechas de metal ou de madeira? Ele então teria ido em direção a um armário e diria - Vai pensando ai que vou pegar uma fita métrica. E se perguntaodo ele diria - Independnete de qual tipo você escolher, eu vou ter que fazer de acordo com o tamanho de seu braço, você não vai conseguir puxar mais do que certo ponto a corda a menos que você use o pé junto… Mas ai medir a distância seria importante igual… Ou não vai tensionar. Ele explicou.



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Ato II — Tiro, Porrada e Água 9g2joTh

Formiga
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Formiga
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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Qua Ago 17, 2022 12:46 am






Kako, O Macaco
x Turno O6 x



- Não! - Gritei já com os olhos marejados ao ouvir a primeira negativa do homem, sem ao menos esperar pelo resto das suas palavras - Eu só queria um arquinho, mas, irei ficar com as… - Antes que pudesse de fato findar minha escolha, o rapaz bradou todo aquele TCC sobre a confecção dos arcos sob medida, algo que seria bem útil - Você é um Deus meu amigo! Um Deus das criações! - Continuei falando esticando meu braço para ele medir ou o que fosse necessário - Sinceramente não sei o que eu quero, pensei no arco pelo fato de ter uma arma silenciosa, tenho algumas ideias em mente que preciso trabalhar mais afinco, antes de sair por aí chutando aleatoriamente. - Não iria revelar minhas ideias, mesmo que talvez ele pudesse me ajudar… mas não, aquilo é algo muito “meu” para que outros possam desfrutar.

Sendo sincero não tenho ideias para arco - Olha, algo bem simples já me basta. - Bradei com uma determinada convicção - Flechas de madeira com pontas metálicas e algumas só de madeira, pode ser? - Indagava de maneira simples e direta - E duas pistolas que vi por ali, afinal, é sempre bom ter algo com maior potência. - A princípio não estava imaginando entrar em um combate corpo a corpo, então, pra que armas a curta distância? Talvez, se eu tivesse um outro estilo de combate - ”Eu deveria ter aprendido a lutar com um bastão…” - Ponderava por alguns momentos, balançando a cabeça negativamente logo em seguida.

Minha escolha tinha sido feita e restava apenas esperar o homem criar um arco sob medida, algo que eu esperava que não demorasse muito - Quanto tempo leva pra tu fazer? - Era uma pergunta que não saía da minha mente - Aliás, esqueci de falar uma coisa. - Tateava minhas vestimentas como se buscasse por algo - Infelizmente meu cartão acabou, mas, sou um faz tudo! Precisa capturar alguém? Eu posso fazer isso pelo valor certo! Tá querendo se vingar de determinada pessoa? Relaxe, eu tô aqui pra fazer isso no seu lugar. Quer enviar uma cartinha para a nobre dama e o pai dela não deixa você se aproximar, confia que eu tô aqui pra fazer esse translado… claro, pelo valor certo. - Eu era alguma coisa daquilo? Claro que não! Até o momento simplesmente capturei um criminoso viciado em leite!

De qualquer forma, esperaria pelo arco e as flechas, assim como perguntaria a bagatela que tudo aquilo custaria.


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subaúma
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Re: Ato II — Tiro, Porrada e Água Qua Ago 17, 2022 4:54 am






Jungle D. Palomero
x Turno O3 x



Eu mal havia chegado naquele lugar e já estava com vontade de voltar para Briss. Só de imaginar o tipo de gente ruim que anda por aí eu sinto um arrepio na espinha. Qualquer um sabe que uma criança não tem chance nenhuma contra piratas…

Mas o que se seguiu foi como música para meus ouvidos. Aquela bela moça nos convidou para ir comer alguma coisa na lanchonete do fim da rua. Olhei de relance para Pacha e sorri ao acariciar minha barriga - Um lanchinho até que vai cair bem né? - Escutaria a resposta de Pacha, e julgando que o bode esfomeado também queira comer, aceitaria o convite.-A gente topa!! Será que eles servem rabanadas??

Montaria nas costas de Pacha e juntos iriamos seguir a mulher pelo resto do caminho - O meu nome é Palomero, e esse é o Pacha. Qual é o seu nome? - Durante o percurso, observaria admirado a beleza daquela mulher que, assim como eu, não era humana.

Chegando na lanchonete eu pularia de cima de Pacha e iria correndo para o balcão. Mesmo que tenha uma fila… Filas são para adultos… Observaria todos os lanches a mostra em busca do doce mais doce e apetitoso que conseguisse encontrar - Whooaa!! Tanta coisa…Eu vou querer esse doce aqui, e você amigão?...Ei moça, a gente vai querer esses dois aqui!!

Já quando estivessemos na mesa, enquanto eu e Pacha estivessemos nos deliciando com nossos lanches, puxaria assunto com a moça -Você tem pelos como a gente... você também é do South Blue?


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