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Capitulo 2 - Ticket To Ride

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Achiles
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Achiles
Pirata
Capitulo 2 - Ticket To Ride Sex Jun 17, 2022 8:16 pm
Relembrando a primeira mensagem :



Capitulo 2 - Ticket To Ride


[ Caçadores de recompensa]Kimberly Deshayes, Leonheart Valentine, Matteo Martini e Myriam Leuchten

não possui narrador definido.
Fechada

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Kekzy
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Kekzy
Narrador
Re: Capitulo 2 - Ticket To Ride Sex Jul 22, 2022 5:38 am



Próximo ao Centro Científico, em uma fornalha das quentes, Matteo ministrava a sua primeira aula sobre forja. Eram bons alunos que o rodeavam, olhando bastante atentos ao seu método, como crianças que descobriam um brinquedo novo - assim também agia a ruiva. Às vezes se aproximavam um pouco demais ao procurar um bom ângulo para acompanhar, causando algum possível incômodo. Escutavam com toda atenção do mundo às instruções do ferreiro, assentindo com a cabeça e guardando as perguntas ao final para não distrai-lo do processo. E o mais convincente de tudo eram as peças produzidas, de altíssima qualidade, diferente das produzidas ali, que davam para o gasto, mas o processo focava na quantidade e celeridade e não no primor de cada criação.

O chefe iria pirar se visse essas armas! - a ruiva fazia menção a lança, ao chicote e a espada forjadas pelo loiro. — Se conseguissemos fazer armas assim poderiamos atender a pedidos únicos e isso eleveria muito o nosso valor agregado - ponderava, com a voz exultante. Essa animação a levava a aceitar o pedido do rapaz, auxiliando-o a criar as peças de sua pistola, por fim exaurindo todos os materiais de forja que tinha consigo.

De quebra, ainda ensinava a mexer na máquina de forja e sobre os processos preparatórios, que em muito envolviam moldeiras - que tiveram que confeccionar, inclusive -, alavancas, água e vapor, pistões e roldanas. Nesse processo não era necessário temperar manualmente a arma, já que o ativar de uma alavanca simulava as batidas de martelo. Não era necessário manusear a matéria prima para deixá-la ao ponto do metal incandescente, bastava que se inserisse os materiais para que logo em seguida os retirasse para próxima fase. Era muito assim, a condução para a próxima etapa e a supervisão do processo era onde a força humana entrava.

Nisso, a tarde tinha passado e adentrava-se um pedaço da noite.

[...]

A ida ao psicólogo talvez fizesse Kimberly sair precisando de um. Era assim que Jin Meow mantinha seus clientes! Brincadeira, na verdade, Jin era uma psicóloga surpreendentemente séria quando atendia outros clientes. A reação com Kim com certeza tinha sido uma resposta à sua proposta inusitada. Felizmente, Kim era muito centrada e saiu quase ilesa dessa. — Você está de saída?! Como imaginei! Você é perfeita para ser a minha sucessora. Kimberry, eu te nomeio a próxima grande psicóloga fenomenológica, seu nome será mais famoso que o meu, porque além de carregar o meu, terá o seu! Não podia ser mais genial! - exclamava, nada cínica. — Quando você for rica, lembre-se de quem te deu a oportunidade de crescer e dividia um pouquinho, essa é a formula para a felicidade! - reivindicava, com uma risada espalhafatosa.

Capitulo 2 - Ticket To Ride - Página 2 Satania-laugh

Terminado suas lições de Psicologia que duraram uma tarde, saindo daquela clínica hospício, Kimberry voltava para a livraria de outrora, que ganhava um nome: NBR 6029. Inclusive, não era estranho que os locais de comércio fossem titulados de maneira que lembrasse uma codificação. Combinava com a estética da ilha, visto que os próprios robozinhos também tinham uma numeração de letras e números.

Para a sua sorte, ao voltar ao local, Valentine já estava tirando um descanso deitado com as pernas em cima do sofá no andar abaixo. Estava mentalmente cansado e superando o episódio anterior em que o gerente gostoso não tinha dado muito bola para o seu apelo visual. Entretanto, tinha conseguido um indicio ao perguntar como poderia retribuir: um convite para uma reunião quando pudesse. Bastava procurá-lo mais tarde ou outro dia. — Já que comentou, se puder me procurar mais tarde em minha sala, tenho algo a pedir, fica no segundo andar - tinha sido a sua fala, sem muita cerimônia, que antecedeu a sua saída enquanto a corujinha virava a cabeça em 180º para olhar para trás, em direção a Leon; o homem parava em frente a porta, esperando a coruja revirar a cabeça para frente para que seguisse adiante em seus passos. Ele estava ou não estava na dele? Infelizmente não tinha ninguém por perto para dizer "cara, ele tá tão na sua".

Só o tempo traria essa resposta, ou melhor, quando fosse encontrá-lo. Em relação ao horário, Leon podia ver pela janela de um dos lados do edifício que ao longe existia um grande relógio, de ao menos doze metros de altura, com ponteiros surpreendentemente grandes e pesados. E do centro do relógio uma cachoeira d'água caia e desaguava em canais fluviais que cortavam a cidade. Já eram 19h32. A tarde tinha sido bem aproveitada com um intenso estudo sobre forja especializada, uma das razões para o seu cansaço. Já era hora de comer alguma coisa e um lanchinho cairia bem antes do encontro com Myr.

Voltando para a cobertura, Leon e os demais, ou seja, Anais e Kimberly, se deparavam com uma cena quase mística. Naquele lugar alto, tinham um vislumbre de centenas de pontos luminosos amarelados ao redor do céu da cidade. Em cada nuvem de poeira/fuligem/sujeira vários desses pontinhos rondavam. Podia-se até pensar que eram estrelas em um primeiro momento, mas a poluição não deixava ver o céu com clareza. Era, na verdade, parte da fauna específica da ilha, uma espécie de vagalume que tinha se adaptado a se alimentar dos restos materiais expelidos pelas milhares de chaminés de Stevelty. Esse fenômeno era conhecido como céu de Stevelty. Valentine não sabia que eram vagalumes, logo insetos, e estava distante o suficiente para não perceber esse fato, podendo aproveitar a beleza peculiar da cena.

Comendo o seu sanduíche natural de B$ 3.000, Leon aproveitava junto a Kimberly, que aproveitava para comer uma Pasta Térmica de B$ 10.000 dessa vez. Talvez o seu momento de paz tivesse acabado, já que estava frente a frente com Leonhart, em lados opostos da mesa.  De alguma forma, no entanto, a cena podia trazê-los um pouco de calma diante do cenário turbulento que era a cidade. Era um pequeno milagre da natureza que embelezava uma paisagem urbana tão morta para quem não era entusiasta de tecnologia.

[...]

Longe dali, Myr esperava os seus companheiros para o jantar que o seu pai tinha preparado. Há algumas horas tinha deixado a livraria após estudar bastante sobre Mecânica, levando consigo cinco outros livros para casa, ao custo de B$ 1.500.000 ao todo. Uma coletânea inteira era chamada comicamente de Como ser notado pelo Governo sem ser preso, dividida em partes, Interrogatório, Investigação, Coerção e Rastreio, dentre outros volumes que não tinham sido comprados, do autor que escrevia sob o pseudônimo de Mister Low. Fora esses, a garota também tinha comprado um livro sobre Lições de Canto e outro sobre Lições de Instrumentos Musicais, ambos de autoria de Lady Huang, uma musicista local que costumava se apresentar em restaurantes chiques da ilha e em grandes eventos em datas comemorativas, como na virada do calendário.

Horas atrás, Myr encontrara-se com seu pai, um tanto tardiamente para o almoço, mas o seu velho tinha preparado uma prévia do jantar para o seu grupo de amigos, fazendo-a provar de seus pratos que envolviam uma pasta deliciosa e uma carne que lembrava em muito chorizo. Se tivesse a aprovação de sua joia preciosa, com certeza seria servido, do contrário o pobi teria que se virar nos trinta para arranjar outra coisa para que comessem. — Minha filha, que horas eles vem? Será que eles não esqueceram do horário? - questionava, com um certo cansaço e preocupação, arrumando as coisas que utilizaria para receber visitas em sua casa.¹

Noutro lugar, o pessoal já estava desocupado, tendo terminado seus afazeres a não muito tempo. Poderiam lembrar de supetão sobre o compromisso firmado com Myr e ir correndo ou caminhando até a sua casa.

Off:


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Ceji
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Caçador de Recompensas
Re: Capitulo 2 - Ticket To Ride Qua Jul 27, 2022 8:52 am


TICKET
TO RIDE
Preparações Cautelosas
Parte IV

Após finalmente me livrar daquela furada em forma de clínica que eu mesmo havia me metido, finalmente retornava um mínimo de paz de espírito. Minha mente e meu estômago necessitavam de um pouco de descanso e atenção, especialmente depois de quase o dia inteiro sem comer e fazendo meu cérebro trabalhar a mil. Ao menos a experiência prática havia servido para algo, fixando de vez o conteúdo lido no livro "Mas fora isso, acho que posso me dar ao luxo de ficar nos livros para o resto. Não tenho tempo de ficar gastando dias inteiros pra cada conhecimento que precise absorver. Especialmente meu aprofundamento sobre navegação, preciso saber tudo o necessário para fazer a travessia da Reverse Mountain assim que Myriam estiver com o navio pronto" Reformulava mentalmente minhas propriedades, conforme retornava à livraria-café de antes. Considerando tudo que havia passado em Stevelty, aquele estabelecimento estava sendo um verdadeiro salva-vidas, e eu faria questão de espremer até a última gota benefícios que eu pudesse ter nele.

Embora quisesse ver logo os livros que precisava, minha fome me impeliu a começar minha segunda passagem em NBR 6029 pela parte do restaurante, com a dita Pasta Térmica. Nada naquele restaurante era particularmente atrativo para mim, e os nomes temáticos me pareciam mais uma tentativa fajuta de mascarar a artificialidade e compostos nocivos da composição daqueles pratos; mas depois de algum tempo em Stevelty, sabia também que buscar algo melhor que isso era utópico. Assim, tentava apenas ignorar esse fato enquanto comia o macarrão, assim como ignorava também Leonheart que parecia estar ali desde cedo. Eu não sabia o que ele estava fazendo, e também não me importava em saber, porque a única coisa que eu tinha certeza é que me arrependeria se puxasse assunto com ele para questionar. Para minha sorte, as luzes que pairavam pelas nuvens de poluição do lado de fora atraiam as atenções, e eu torcia para fazerem o mesmo com o meu "companheiro" caótico. Se eu visse ele chamando atenção de alguma forma, porém, reviraria os olhos - Você é fisicamente incapaz de parar por um instante pra apreciar uma paisagem bonita? - Questionaria, incrédula, mesmo que a paisagem não estivesse sequer no topo da minha lista de belezas naturais, dada à poluição.

Após terminar a refeição, que mal compensava o dia inteiro sem comer, decidia me contentar con isso por hora e ir para a área da livraria, onde buscaria pelas estantes por um livro sobre Astronomia, um sobre Geografia, um sobre pintura, e por último um sobre Canto. Mesmo que não estivesse tão tarde, vez ou outra um pouco de sono pairava pela minha consiencia durante a monotonia da busca dos livros; era incrivel como durante a noite meus olhos sequer se fechavam, mas quando não queria ou podia dormir meus olhos flertavam com o sono. Depois de tantas noites em claro por causa dos pesadelos, meu relogio biologico havia se desregulado totalmente, e me restava apenas surpreender-me que isso não havia prejudicado meus estudos antes "De qualquer jeito não pretendia parar pra ler agora..." Pensava comigo mesma, balançando a cabeça assim que pegasse o último livro. Dessa vez não seria mesquinha a ponto de somente ler, até porque não estava com tempo no momento, e levaria os livros à área de compra - Boa tarde, querido(a), gostaria de comprar os quatro livros - E efetuaria então o pagamento.

Mais uma vez saindo do estabelecimento, cada vez mais se aproximava o horário marcado para encontrar-me com Myriam, e isso era um tanto desagradável. Não era como se eu não quisesse ver ela, mas era frustrante pensar que havia gasto basicamente meu dia todo apenas para ler e ter algumas experiências práticas de psicologia. Eu sentia que podia ter organizado tão melhor meu tempo, mas em vez disse tive um mar de desperdício em meio a um pouco de estudo "Se eu continuar nesse ritmo, até o imbecil do Leonheart vai estar mais preparado quando sairmos da ilha. Talvez eh consiga ser mais produtiva se dormir melhor?" Pensava, mesmo que não soubesse se era possível melhorar a qualidade do meu sono. O que eu imaginava, porém, era que uma ilha como essa talvez tivesse algum remédio nas farmacias que me ajudassem, e seria pra lá que eu iria. Buscaria uma farmácia pela região, e ao acha-la, iria até o funcionário na recepção - Boa noite, eu queria uma caixa de remédio para dormir - E se tivessem, efetuaria o pagamento. Conseguindo ou não o remédio, percebendo que já estava tarde, partiria logo para a casa de Myriam, buscando pela moça ou por alguma pessoas com traços parecidos. Quando enfim a achasse, me aproximaria - Espero que essa reunião seja proveitosa, eu tenho coisas pra preparar também - Diria, seguindo-a - Mas e você, alguma previsão quanto ao navio?

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KIMBERLY DESHAYES


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Hoyu
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Hoyu
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Re: Capitulo 2 - Ticket To Ride Sab Jul 30, 2022 9:23 am
Leonheart Valentine


Tentando desenrolar algo com o gerente daquele estabelecimento, o provoquei após ele trazer minha comida oferecendo a salada de frutas de Anais de graça, e qual não foi minha surpresa quando me convidou para ir falar com ele quando pudesse. Normalmente sempre espero negativas aos meus avanços, e secretamente é com elas que mais me divirto, então aquela resposta havia sido inesperada. Entretanto, seu jeito ríspido me passava a impressão de que não era exatamente isso que queria dizer, o que ao menos me daria a chance de pegar ele de surpresa com um avanço não convencional. Toda a cena com a coruja me fazia ter quase certeza agora que ele realmente conseguia ver através dela de alguma forma, o que me fazia pensar sobre meu estado deplorável após ter dormido na rua, percebendo que talvez sua falta de interesse fosse devido a isso. - É, Nana. Tenho que lembrar de vir caprichada e arrumada da próxima vez. – Em seguida, voltei a estudar, mas todo aquele papo de forja e manejo de metais era muito mais cansativo do que eu esperava, definitivamente menos interessante que a confecção de roupas, mas não tinha muita opção se quisesse ficar ainda melhor.

Após um descanso ao fim dos meus estudos, voltei mais uma vez para a cafeteria aberta no último andar, encontrando novamente Kim ali. Não via o meu bofe nos arredores, então assumi o risco, sentando-me com a esverdeada para encher seu saco como sempre. - Kiiiiiim! Quanto tempo! Quer dizer, não tanto tempo assim, mas já sinto que somos tão próximas. – Faria biquinho, me inclinando sobre a mesa em sua direção. - E saiba que estou cuidando muito bem daquele presente que me deu, realmente não esperava que você fosse tão afetuosa a esse ponto. – Nem havia chegado a usar o chicote, então tecnicamente era verdade. Sendo chamado a atenção para apenas aproveitar a vista, não me sentia muito impressionado pelas luzes no céu. - Se não fosse essa fuligem toda, as estrelas no céu seriam muito mais bonitas, tenho certeza. Esse lugar aqui é horrível, cinza, e se contentam com pouco, não duvidaria se isso fosse um monte de luzinhas que penduram pra lembrar como as estrelas são. Ah, se fossem na minha ilha natal veriam o que é bonito de verdade.

Comendo a refeição junto de minha companheira, tiraria uma porção de cerejas das minhas coisas e ofereceria para Anais, como havia prometido. - Aqui, garota. Promessa é dívida. – Como ela não havia arrumado confusão, tendo se comportado o dia todo, precisava cumprir minha parte do acordo. Assim que Kim se levantasse para sair a acompanharia, porque na verdade não fazia ideia de onde a casa de Myr era. Lembrava de falarmos em nos reunir lá, mas estava muito distraído e levemente embriagado, então minha melhor chance de chegar lá era acompanhando Kim. Vendo-a comprar livros, daria uma risada sem o menor pudor. - Pra que comprar esses livros? Só entrar e ler tudo de graça, você tá sendo burra. – Não me importava nem um pouco de dizer isso na frente dos vendedores, pois realmente acreditava nisso. Além do mais, eu possuía outros motivos para voltar ali novamente, então eram duas vezes mais burrice comprar os livros para levar.

Terminando tudo que Kim precisava fazer, apenas seguiria ela, onde quer que ela fosse depois dali, até finalmente chegarmos na residência da espadachim, onde entraria sem pensar duas vezes, trazendo Anais comigo pelo provável curto espaço da porta para um cavalo. - Oh de casa? Como vocês estão? Tem comida e bebida? Onde eu me sirvo? – Olharia ao redor, buscando alguma comida preparada para a nossa reunião. - Ah, tem o navio, né. Já fez ele? – Eu nitidamente não fazia ideia de como era o processo de fazer uma embarcação, entretanto isso não me impedia de perguntar uma dúvida idiota como essa.



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Re: Capitulo 2 - Ticket To Ride Sex Ago 05, 2022 3:29 am


ticket to ride

The girl that's driving me mad is going away, yeah, oh


A tarde trabalhando e ensinando na forja foi longa, mas eu não podia dizer que não tinha sido divertido. Armas não eram o único tipo de coisa que eu gostava de criar, é claro, mas elas com certeza estavam entre as mais interessantes: existem tantos tipos diferentes, e mesmo assim você pode criar vinte espadas e fazer cada uma ser completamente diferente de todas as outras. Eram perfeitas pra deixar a imaginação correr solta, ou pra customizar até ficarem perfeitas nas mãos da pessoa que se tem em mente.

- Não que produzir em massa seja algo ruim. É impossível fazer armas personalizadas assim em quantidades muito grandes, então cada método tem suas vantagens. Mas como você disse, acho que vai ser uma ótima oportunidade se vocês aproveitarem! - respondi à ferreira, certo de que ao menos tinha subido um pouquinho no conceito dela apesar das primeiras impressões. Depois, dessa vez com ela me guiando, eu tive a chance de usar aquela forja automatizada que tinha dado início a toda a nossa interação, e ela era tão incrível quanto eu imaginava. Eu com certeza faria uma parecida pra mim no futuro, mas por enquanto, minha grana tinha outras prioridades.

Com a última arma - minha pistola - pronta, eu finalmente tinha terminado meu trabalho por ali. - Wow, o tempo voou mesmo. - reparei que o céu já vinha escurescendo, e que eu provavelmente não tinha lá muito tempo até o nosso encontro na casa da Myr. Arrumando o restante das minhas coisas, eu me despediria do pessoal da forja, voltando pras ruas da cidade - mas ainda tinha umas paradas antes de ir até a casa da minha nova amiga. O motivo? Digamos apenas que trabalhar numa forja não costuma te deixar limpinho e cheiroso, e eu também me recusava a aparecer de novo com a mesma roupa de sempre. Eu precisava de uma mudança no visual, urgente.

Assim, meu primeiro destino seria alguma loja de roupas, moda, ou qualquer coisa do tipo - a primeira que conseguisse encontrar. Honestamente, eu não entendia muito daquelas coisas. - "Ter o Leon por perto ajudaria bastante agora, lembro que ele tinha dado umas dicas pra Myr da última vez." - eu pensaria, dando uma volta em busca de alguma roupa que me chamasse a atenção. Pediria uma mãozinha pra alguma atendente, se houvesse, porque também não podia perder muito tempo ali: assim que tivesse feito as compras, precisava ir correndo pra algum lugar onde pudesse tomar um banho e me trocar - talvez voltando pro hotel, ou até indo pra alguma casa de banho, o importante era não demorar e acabar me atrasando.

Assim, quando estivesse de banho tomado e de roupas devidamente trocadas, eu finalmente poderia ir até a casa da Myr me encontrar com os outros. Não me esqueceria de levar as armas de todo mundo, é claro, e mal podia esperar pra ver as caras deles quando vissem em primeira mão o que eu sabia fazer. - Hmmm...acho que era por aqui? - eu caminharia pelas ruas de Stevelty com certa pressa, já que a essa altura, podia já estar até atrasado. Quando encontrasse o lugar, bateria na porta: - Myr? Galera? É o Matt! - diria em voz alta - Sigh...tomara que eu tenha chegado na hora. - apesar do suspiro, estava animado pra ver todo mundo. Essa reunião ia decidir os nossos próximos passos como caçadores de recompensas...como um time!

O que será que nos aguardava?



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Stevelty

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