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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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四 - Morte e Sangue

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Achiles
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Achiles
Pirata
四 - Morte e Sangue Qua Abr 20, 2022 10:33 am
Relembrando a primeira mensagem :

四 - Morte e Sangue

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Johnny Jersen. A qual não possui narrador definido.

Aki
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Aki
Pirata
Re: 四 - Morte e Sangue Qui Ago 04, 2022 9:25 pm


morte e sangue

Sobre a cobertura da joalheria mais rica, ela se move em silêncio taciturno


Enluarada pelos feixes zenitais que pendiam sobre o cômodo sem forro ou cobertura, a pele lívida como o astro noturno refletia a exuberância de uma beleza mística e irresistível. Um brilho nebuloso e fascinante.

Sua nudez era beijada pela lua. Aki sentiu-se invencível naquele instante.

À primeira aproximação de um dos homens, os olhos carmim refulgiram. Ela o recebeu com os braços abertos, pronta para repousá-lo em seus seios. Queria vê-lo se deliciar em seu corpo. Perder-se em suas curvas. Beber de seu suor...

Até que fosse a última coisa que o marinheiro fizesse em sua vida medíocre.

Ergueu o queixo e encarou o céu da noite. Fitou a lua. E seu sorriso tornou-se mais afiado do que qualquer lâmina que já empunhara. Ela estava prestes a gargalhar, mas não o fez...

Não, não ainda.

Aki queria aproveitar muito mais: sugar todo o prazer que aqueles dois patéticos poderiam lhe oferecer. Drenar até a última gota de felicidade que seus corpos seriam capazes de produzir.

Então, só então, ela gargalharia.

Só assim eles poderiam saciá-la de alguma forma. Só assim a assassina atingiria seu ápice. A abrupta e vertigina queda do prazer ao pavor; do gozo de vida ao desespero inevitável que só a morte certa seria capaz de provocar.

Isso, paixão — diria Aki com sua voz enfeitiçada e sussurrante. — Pode relaxar.

Pousaria a mão sobre a nuca do homem para conduzi-lo. Aproveitaria de sua intensa perdição para mergulha-lo em seu colo, fazê-lo cruzar seu abdômen, e encontrar o visco que deveria sorver no meio de suas pernas abertas.

Saboreie, querido — incitaria Aki. — Saboreie como se fosse a última vez.

Lançaria seu olhar vermelho e incisivo para o outro que, até o momento, era o mais receoso.

Aki lhe estenderia a mão. — Não tenha medo, meu amor. Venha.

Foi logo que, repentinamente, a porta se abriu assim que o ranger de madeira ecoou pelo quarto. Ophelia adentrou o ambiente. Mas antes que Aki pensasse ou tomasse qualquer atitude, observou como a arlequina dava corda à situação.

É claro, minha amiga — responderia Aki. — Façamos isso todos juntos.

Assistiu Ophelia render o segundo marinheiro. E viu como ela o envolvia com maestria. Perceberia, no entanto, a sutileza com que a circense poria as garras para fora — o modo como o chicote se transformava de um acessório para uma arma.

Quando o segundo homem já estivesse totalmente preso, e quando o primeiro já estivesse tão mergulhado entre suas pernas a ponto de parecer um cão desajeitado e sedento num pote d'água, a assassina agiria.

Puxaria uma das facas anteriormente disfarçadas no coque, e, com um golpe rápido e preciso, a fincaria na coluna do marinheiro.

Como reação, ele poderia tentar mover os braços. Mas Aki já haveria preparado o terreno: antes mesmo de desferir a punhalada de faca, teria colocado as pernas sobre os braços do homem para segurá-lo nesse momento. E, dessa maneira, senti-lo se debater abaixo de si.

Não seria, porém, um golpe para matar. Seria apenas para afogá-lo ainda mais. Incapacitá-lo a fim de atingir seu propósito: consumir o pavor dos olhos daquele patético marinheiro.

Sabe, amor. — Ela o fitaria enquanto o sangue começasse a jorrar. Puxaria a faca ensanguentada e a pousaria sobre a língua enxarcada dele. — Você é tão... esfaquiável!

Misturando sangue com saliva, Aki arrancaria a língua do marinheiro.


Considerações
Tudo tentativa.

O resultado da personalização da roupa/disfarce foi este aqui.

Objetivos:
[/color][/b]
  • Conseguir dois punhais
  • Adquirir as proficiências Anatomia e Psicologia
  • Roubar umas joias
  • Matar marinheiros


Ganhos:

  • Chave desconhecida [Roubo] - (Turno 1 individual, Turno 9 em grupo)
  • Colar de Brilhantes [Roubo] - (Turno 03 Individual, Turno 11 em grupo)
  • Livro de Anatomia [Roubo] - (Turno 05 Individual, Turno 13 em grupo)
  • 2 facas (talher) de metal [Roubo] - (Turno 05 Individual, Turno 11 em grupo)
  • Proficiência Anatomia - (Turno 06 Individual, Turno 14 em grupo)






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Aki Kurosawa
Jean Fraga
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Re: 四 - Morte e Sangue Sex Ago 05, 2022 1:04 am


Aki e Ophelia


Dominado pelo amor, o jovem marinheiro acabava de se despir e ainda que envergonhado, com as bochechas rosadas, ele tentava transparecer confiança, lentamente ficando por cima de Aki.

Ele começava a toca-la, nesse momento sequer se lembrando do porque estava ali, a dama da noite o tinha em sua palma da mão, a corrente que o prendia era muito invisível, uma mix de adrenalina com amor.

Com todo seu vigor, ele obedecia a cada comando dado por Kurosawa, com sutis toques sobre o corpo esguio do marinheiro.

A lua se intensificava e uma fina neblina dominava aquele quarto quente que contrastava com a noite fria e úmida da ilha.

Enquanto tudo aquilo acontecia, o segundo marinheiro entrava em um estado de choque, ele sabia de sua missão, duvidada dos motivos daquelas duas, mas, um dos instintos mais primitivos dominavam aos poucos sua razão.

O chão amadeirado rangia conforme o salto de Ophelia entrava em contato, tudo era silencioso naquela noite que estava apenas começando.

Tão silencioso que para Ophelia, o tempo parecia ter parado, mas o calor da vida ia aumentando a cada passo mais perto do único quarto iluminado da casa, era como se inconscientemente ela já soubesse o que há esperava.

O rangido macabro da porta pesada chamava a atenção do primeiro marinheiro, aquele que estava em cima de Aki, enquanto que o segundo, havia travado na posição que estava.

Ophelia conseguia notar o suor que escorria pela nuca do moço, assim como seus músculos que pareciam estar tensos, ombros altos, mãos fechadas apertando com firmeza o rifle.

Tomava um susto e arrepiava, até cogitava prender as moças, mas seu tempo havia acabado, o toque quente de Ophelia que tirava o moço do seu estado de inercia era suficiente para que confuso ele soltasse a arma ao chão.

As palavras eram o tiro final que faltava e a vontade de se provar quebrava o jovem, ele virava-se para a moça, olhando-a com um olhar profundo, como se desse pra ver dois pequenos corações surgindo em suas pupilas.

De forma desengonçada ele tentava responder aquele beijo, com toques fortes e desajeitados, sequer notando que a partir dali, não tinha mais como voltar atrás.

Tudo se tornava muito intenso e na cama, Aki podia decidir quando acabaria com a vida do cachorrinho, seguindo o tempo de sua companheira, ela sutilmente pegava uma das facas.

Uma nuvem ia surgindo cobrindo a lua e como um eclipse a escuridão dominava o quarto, o marinheiro sobre a cama quase que de forma indolor era atingido nas costas, enquanto que o outro, caído de joelhos e dando fracos gemidos, ia vendo a luz da lua voltar a emergir.

O cachorrinho ia lentamente desacelerando, tocando em suas costas e agora com o mínimo de iluminação, via seu próprio sangue.

四 - Morte e Sangue - Página 8 3c30fe81afd2a4bf7c610bd54b757237

A Lua tomava conta do céu novamente e apavorado, ele voltava seu olhar ao seu companheiro, o qual, chorava conforme a vida se esvaziava por completo, seu pescoço não aguentava a pressão e um seco som de ossos quebrando percorria a casa, ele ia ficando mole até cair de lado no chão.

Amedrontado o sobrevivente até tentava se levantar, mas o golpe nas costas era preciso e ele sequer sentia o movimento das pernas, da vida a morte, lagrimas corriam seu rosto e ao abrir a boca para quem sabe pedir por misericórdia, sua língua era cortada.

Ele gemia em agonia, se empurrando com os braços, caia da cama, seu sangue ia seguindo-o conforme se arrastava tentando se aproximar da arma ao chão, entre gemidos de dor e gritos de pavor, a peça era aplaudida pelos espectadores fantasmas.

Jhonny e Zayn


O chefe daqueles homens, não parecia ter intenções de fugir e começava a encurtar a distancia entre os dois, a passos pesados, movimentação freada pelo tiro que o acertava no joelho.

Ele parava momentaneamente, olhando para ela com raiva e arrastando a perna debilitada como se não fosse um problema, um segundo tiro o acertava e seu sangue escorria pelo buraco no pescoço, ainda que tampado por uma das mãos, de forma ineficiente, o homem parecia ainda ter vida para tentar um último golpe.

Não esperando que ele teria forças para atacar, sua guarda estava baixa, o suficiente para que o homem conseguisse dar um ultimo disparo para cima da assassina sanguinária.

Ele tirava seu cinto enrolando sobre o pescoço da mulher e a puxando para perto, parando de uma vez e girando o tronco, ele levantava a perna incapacitada e acertava um chute no maxilar de Jhonny, por instantes tudo ficava escuro e ela logo retornava à consciência.

Caída alguns metros de distância, o velho caia de joelhos no chão, engasgando em seu próprio sangue ele até tentava rastejar em quatro apoios, mas caia morto.

Zayn virava a esquina encontrando toda aquela cena, Jhonny ao chão sem danos significativos e um corpo completamente perfurado como uma peneira a sua frente.

Xingamentos eram ditos e o homem peixe naquele momento guiava sua companheira até o corpo do atirador, ela encontrava uma shotgun e uma carabina de precisão, ambos em um bom estado.

Encostado sobre a parede de uma das lojas, Zayn parecia ter tomado banho no sangue e agora falta forças para continuar seguindo, era hora do outro lado de Jhonny dar as caras.

A lua era linda, o céu ainda que com nuvens, continha inúmeras estrelas que brilhavam em intensidades diferentes, o polvo tinha um momento de iluminação, quase como se algo maior abrisse um caminho a sua frente.

Quase que em um terceiro plano, era possível ouvir o som de varias pessoas marchando em direção a onde estavam, assim como as chamas das tochas ia iluminando o chão.

Históricos:

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Milabbh
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Milabbh
Pirata
Re: 四 - Morte e Sangue Sex Ago 05, 2022 10:20 am
Quem disse sangue?!... Pera, era meu?!
Vinte e Dois
Matar sempre havia sido um passatempo preferido meu, desde que senti o prazer de assassinar aquele que me fez tanto mal, ou admirar a dança caótica do fogo que engolia meus companheiros circenses... Tudo isso corrobora para quem sou hoje.

No entanto, a sensação que acabara de experimentar era nova. Ver Aki daquela forma, brincando com sua presa antes de matá-la me atiçou a fazer o mesmo e agora eu entendia a motivação da assassina. Sentir o total controle sobre uma vida humana antes de tirá-la cruelmente e assistir a confusão e agonia no rosto da vítima... Ahhh Aki, você realmente é uma artista!

Sem cerimônia, puxava o chicote do corpo inerte ao meu lado, e com um sorriso sugestivo, me dirigia à cama onde minha companheira se encontrava. - Realmente é um espetáculo, senhorita Aki. - Tal qual um apresentador com sua assistente, lhe estendia minha mão de forma cortês. - Uma performance digna dos grandes teatros... Devemos protagonizar o Grand Finale?

Alcançava suas roupas e entregava para ela. - Não me entenda mal, ficaria feliz de ser o pobre porco morto, sem a parte da morte, claro. Mas ainda temos assuntos a resolver. - Apesar da fala, continuava encarando o corpo nu de Aki com intenso desejo, e só parava quando girava em meus calcanhares e fitava a porta. - Sim... Sim, assim deve ser mais fácil! - Exclamava erguendo um dedo, como se tivesse uma ideia.

Uma vez que estivéssemos prontas e devidamente vestidas, era hora de fazer o tão sonhado churrasco de marinheiro. Como a lamparina ainda estava com a assassina, apenas apontava seu "palco". - Gostaria de fazer as honras? - Uma vez que tudo estivesse em chamas, ofereceria meu braço para que a dama usasse de apoio durante nossa caminhada até a saída. Com as chamas explodindo atrás de nós, agora já distantes da cabana onde tanto horror havia sido protagonizado, eu parava.

- Ei, Aki... - Virava-me para ela, ostentando um semblante sério, quase não visto em meu rosto. - Sei que não nos conhecermos há muito tempo, mas realmente gostei de você... Não tenho ninguém no mundo, mas você é como se fosse a metade da minha laranja, a tampa da minha panela... O clímax da minha peça!! - Pegava suas mãos e colocava entre as minhas, agora sorrindo de forma exagerada e animada. - Podemos ficar juntas?! Imagine as aventuras que vamos viver. Os gados que vamos matar!!

Parada ali, sob a luz da lua e imersa nos barulhos de crepitação do fogo e possíveis gritos de agonia, esperava por sua resposta. Não sabia o que faríamos depois, mas aquele momento na cabana... Aquilo sim era arte e era esse tipo de momento que eu queria em minha vida!!

DetalhesFalas
*Histórico:
Ganhos:
-100 B$ (esmolas)
- Chicotin
Perdas: N/A
Ferimentos:
HP: 2600/2500    
Escoriação de Bala (Raspão - 2/2) [Não precisa de tratamento] - Desconto de 100 HP.
- Hemorragia interna no estômago [4/4]
- Deslocamento da articulação Temporo Mandibular [3/3]

*Objetivos:
- Roubar uma arminha tops
- Sair em uma aventura
- Aprender Proficiência Armadilhas
- Aprender Proficiência Avaliação
- Me divertir <3

@mm
AoYume
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Re: 四 - Morte e Sangue Sex Ago 05, 2022 4:01 pm







If it's not about me...


21
Aquele era um rato bem resistente e se debatia até o fim de sua vida entre disparos e solavancos que culminavam por fim em uma poça de sangue e várias dores que percorriam meu corpo de forma desagradável por vários golpes. Não parecia nada terminal, ao contrário, o estado de Zayn parecia bem mais intermitente que o meu quando chegava banhado em seu próprio sangue de tal maneira que talvez chamá-lo de vermelho ao invés de roxo parecia mais sábio.

Arfo, me revirando e me levantando para observá-lo. Aquilo já tinha durado de mais e a noite já ia fazendo-se. - Bom, eu imaginei que não, mas, é bom que pelo menos tenha uma arma. Quando pego as armas não há expressão. Haveria algum sorriso se a situação fosse melhor? Não sei... Para falar a verdade o simples fato de que minha capa estava em pedaços e que meu rosto estava a mostra já era bem desconfortável. Poderia vesti-la novamente, mas, provavelmente mantê-la daquele jeito em trouxa com meus pertences era melhor já que tinha mais coisas para carregar sem coldres apropriados ou algum armazém, quarto, quiçá um barco para ir deixando-as.

- Tsc, porra, olha o tamanho desse corpo, não é um sanguesinho desse que vai te matar. Para com esse drama de merda... Digo abrindo a tal trouxa para colocar as armas e pegar os itens recém "adquiridos" de primeiros socorros para fazer alguma coisa superficial de modo que pudéssemos sair logo daquele local. Sentia calafrios sobre movimentações e mesmo sem isso, ficar ali parecia uma ideia idiota. Tiro as balas mais superficiais enquanto enrolo faixas em torno dos ferimentos. O do peito que parecia mais profundo por uma sorte também parecia possível de retirar e fazia o mesmo. Repentinamente bato uma palma rápida em frente ao seu rosto vendo se ele reagia por instinto, como testando seus reflexos. Se ele reagisse apenas balbuciaria. - Viu, vivasso. Ao mesmo tempo ia revirando os olhos.

四 - Morte e Sangue - Página 8 Unknown

- Como se eu já não tivesse puta o bastante por aquele merda fugir... Falo em um tom mais ignorante me levantando quando ele faz a tal da proposta. - Eu sinto que respondi isso lá atrás, ou será que foi um delírio. Eu não sou de ninguém, nem quero ser. Vou falando enquanto não perco tempo em reajeitar as coisas para seguir caminho. - Pra falar a verdade não me importo onde você põe o pau com as outras, apesar de que o gosto do sangue da palhacinha talvez me deixou exigente quanto à quem eu torture ou mate... É prazeroso, mas meio decepcionante, quando eu coloco na língua, você entende?

A pergunta que soa uma afirmação lógica um tanto estranha segue com um movimento levando o sangue na mão após tratá-lo à boca. - Apesar de o seu ser meio gostoso também... Olho pra lua tentando retomar minha linha de raciocínio antes do devaneio. - Voltando à parte de onde você põe o pau, como naquele restaurante eu até te ajudaria à colocar pra dentro, se, uma dessas aí que você fale eu preferisse é enfiar uma bala na cabeça. Meu olho vira na direção do homem de forma impassível, sem um movimento sequer que indicasse qualquer mudança de humor. Não à toa, por dentro o pensamento era tão leviano e raso e a mudança de opinião era tão sutil que sequer desfazia-se das falas anteriores, mas, um complemento surgia.

- Bem, eu preciso meter o pé desse lugar. Jhonny, um homem, um fantasma, não importa como me veja... Talvez como alguém que um dia pode acabar se virando contra você ou as tralhas que você junte no caminho... Meu pensamento naturalmente tomava forma da garota esnobe. - Eu não gosto de promessas assim como não gosto de muita coisa... Então não espere uma de mim, mas, não me chamando de sua, nós podemos seguir nessa tal jornada... Estendo a mão para ajudá-lo a levantar já contando aquilo como uma resposta. Nunca ganhei nada de bom em que me viu como uma propriedade, então, aquela era a minha condição.

四 - Morte e Sangue - Página 8 Thumb-10

- Por sinal, a condição em si também é o meu desejo já que eu não tenho nenhum... Eu vivo cada dia como uma pessoa que vai morrer à noite. Quanto à forma que provavelmente já nos conhecem... Pelo jeito que o marinheiro nos chamou eu to fodas desde que você entenda. Como disse, me considere um fantasma ou sei lá, um quinto braço. Em outras palavras eu vou fingir que quando falarem aquela merda de novo eu sou uma parte da primeira palavra pra tentar não meter uma bala aleatória... Considere essa exceção como um pagamento pelo meu equívoco no bar, na próxima vou atentar acertar as putas certas.

Se ele já tivesse se levantado e a conversa tivesse fluído positivamente, daria suporte à ele enquanto tentaria sair dali apressadamente para algum lugar em que pudéssemos nos esconder ou refugiar enquanto ele se recuperasse. - Minha cabeça dói, acho que nunca falei tanto na vida...

Histórico:

Just die, i don't care!


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Aki
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Aki
Pirata
Re: 四 - Morte e Sangue Sab Ago 06, 2022 1:04 pm


morte e sangue

Sobre a cobertura da joalheria mais rica, ela se move em silêncio taciturno



A autopercepção de que ela mesma era a fonte da dor e da morte irremediável daquele marinheiro, propiciou-lhe o prazer mais conflagrado: a amálgama de poder e vingança.

Aki soltou a gargalhada que outrora sufocou. Uma risada lunática e cheia de deleite que, viajando em sua voz extremamente doce, soava como uma orquestra de suspense.

Seus olhos — àquela altura, dois orbes de vermelho fulminante sob a meia-luz da lua — se fixavam no homem se arrastando.

Aki pisou sobre as costas ensanguentadas dele.

Pressionou, com seu pé tão delicado e alvo que se assemelhava a uma peça de porcelana, o corpo do marinheiro contra o chão gelado daquele quarto apodrecido.

Ela riu novamente, observando o quão patético ele se tornava visto de cima.

De repente, Ophelia interferiu na cena — Aki percebeu que ficou tão focada ali que havia se esquecido do resto. A gatuna olhou a circense de cima a baixo. É, ela tem razão. Temos de sair daqui ainda, pensou. Então se voltou para o homem.

Abaixou-se, montando no marinheiro como se ele não passe de um animal de sela. Puxou-o pela garganta enquanto achegava seus lábios bem próximos da orelha do homem.

Foi tão bom pra você quanto pra mim? — sussurraria Aki. Ele não seria capaz de responder, porém. — Ué, o gato comeu a sua língua?

Os dedos de Aki contornavam a traqueia do quase-morto. Dedilhava o local e, de imediato, vasculhava nos filmes de sua memória o livro de anatomia que lera há pouco tempo. Ela fez isso até achar a página e a figura que queria: como funcionava a garganta.

Aki encontraria as passagens de ar e, com seus dedos, as fecharia.

Ela o deixaria morrer, afogado no sangue da própria língua e sufocado pelos dedos lívidos, ao som das deliciosas gargalhadas  que dava bem na beira de seu ouvido.

Largaria o corpo quando não sentisse mais pulsação.

Obrigada, benzinho — diria Aki, recolhendo a roupa trazida por Ophelia.

Depois de se limpar do sangue de marinheiro, iria se vestir enquanto observava a circense. Pensativa, notaria que o modo como encarava Ophelia haveria mudado. Não mais a enxergaria como uma qualquer, uma boneca de pano no meio de seu caminho, prestes a servir de fantoche e ser descartada em seguida...

Não! Aki agora a observava com certa admiração.

Quando Ophelia fez a última referência ao grand finale, indicando o palco de atuação, a Kurosawa lançaria a lamparina para ela.

É toda sua! — diria com um sorriso cheio de malícia.


[...]


Abaixo do luar radiante daquela noite, a inesperada dupla vagaria com as costas iluminadas pela luz laranja de labaredas dançantes — o incêndio do mausoléu que se afundava nas chamas da lamparina.

Em dado momento, Aki seria pega de surpresa por uma declaração esquisita e, de certo modo, cômica de Ophelia.

Olhos nos olhos, a ladra fitaria a circense.

Eu não sou de ninguém, docinho — diria Aki. — Mas podemos considerar novas aventuras juntas, é claro.

Aki sorria e puxaria Ophelia para um beijo intenso e cheio de paixão. Desceria uma das mãos, apalpando as curvas da arlequina, enquanto roçaria seu corpo no dela.

Eu ainda quero aquele roxão — completaria Aki, interrompendo o beijo. — Vamos domá-lo...

Com a sutileza de suas mãos, Aki pegaria o chicote de Ophelia para envolver-se junto a ela numa amarração simbólica e fatal.

Juntas.

E selaria o acordo com mais um beijo.


Considerações
Tudo tentativa.

O resultado da personalização da roupa/disfarce foi este aqui.

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  • Conseguir dois punhais
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  • Matar marinheiros


Ganhos:
  • Chave desconhecida [Roubo] - (Turno 1 individual, Turno 9 em grupo)
  • Colar de Brilhantes [Roubo] - (Turno 03 Individual, Turno 11 em grupo)
  • Livro de Anatomia [Roubo] - (Turno 05 Individual, Turno 13 em grupo)
  • 2 facas (talher) de metal [Roubo] - (Turno 05 Individual, Turno 11 em grupo)
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Aki Kurosawa
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Re: 四 - Morte e Sangue Dom Ago 07, 2022 11:59 pm
Zayn



Jhonny não parecia exatamente feliz, ela reclamava de meu “drama”, mas eu estava todo baleado! Não entendo as mulheres, elas não deveriam ser mais inteligentes e sentimentais do que a gente? Se bem que muitas amigas prisioneiras minhas eram mais “machos” do que eu...

Ela começava a responder o meu convite, não era exatamente a resposta que eu imaginava/queria, mas tudo bem, eu já imaginava como contornar essa situação, respirava fundo enquanto me levantava lentamente.

— Bem eu não entendo essa parada do sangue não, eu nunca fiquei bebendo o sangue de ninguém, mas se você gosta.... Posso dar um pouco do meu as vezes oktopaspaspaspas.

四 - Morte e Sangue - Página 8 7522aa73673d233bcae808f98a97c911

Dava de ombros sobre esse fetiche meio estranho, ficava um pouco incomodado sobre o que ela dizia sobre meter o pau, talvez eu tivesse dado uma impressão errada.

— Ei, espera aí, eu posso ser mulherengo, mas eu tenho meus princípios, eu só quis foder com aquela garçonete porque eu não tenho uma mulher! Mas quando tiver uma ou várias não irei transar com ninguém além dela ou delas!

四 - Morte e Sangue - Página 8 U23VKaa

Falava com toda convicção do mundo, esperava que assim ela entendesse que não estava para brincadeira ali! Mas eu continuava já que precisava ainda explicar mais coisas.

— Mas então que tal começarmos como amigos? Bem eu já te considero dessa forma, e então no futuro eu serei um homem que você irá querer se tornar minha mulher por vontade própria! E não porque eu pedi oktopaspaspaspas.

Ela me ajudava a me locomover, não queria colocar todo o peso sobre seu frágil corpo, mas aceitava a ajuda, ouvia tudo o que ela tinha a dizer enquanto andava lentamente ao seu lado e depois a respondia.

— Não se preocupe Jhonny, você é importante para mim, e nada que é importante para mim eu deixo morrer ou se machucar a troco de nada, e sobre a dor de cabeça, é um poder meu! Eu sempre fui muito chicoteado na prisão porque os guardas diziam que eu era muito tagarela e não calava a boca, a prisão sempre ficava barulhenta OKTOPASPASPASPASPAS, bons tempos...

四 - Morte e Sangue - Página 8 C9e68de7c1f8123068206e799561a396

— Sei que talvez você não vá gostar da ideia, mas aquela casa próxima da onde o bote estava seria um local perfeito para a gente se esconder, e bem eu queria encontrar aquelas duas de novo, preciso fazer delas minhas mulheres! Não se encontra mulheres como elas todos os dias sabe...

Se ela não fosse fazer muita picuinha sobre e concordasse começaria a me dirigir para lá me apoiando em partes sobre ela, eu não estava sentindo dor de fato, mas sentia meu corpo pesado e fraco, então aquela ajuda viria a calhar.

四 - Morte e Sangue - Página 8 NWk9Qsj

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Re: 四 - Morte e Sangue Seg Ago 08, 2022 3:39 pm


Aki e Ophelia


Todo o espetáculo parecia ter sido minimante orquestrado, o marinheiro ao chão que agora berrava em desespero, tinha seu papel de importância no ambiente.

Ele tornava as gargalhadas de Aki ainda mais maléficas, num porto até então calmo e silencioso, o jovem era prensado contra o chão e incapacitado de responder à pergunta de Aki, seus olhos faziam todo o trabalho, eles pediam por ajuda, como se buscassem uma ultima gota de bondade naquela moça.

Até tentava se mexer, ou usar da pouca força que ainda tinha nos braços, mas quando tinha as passagens de ar bloqueadas, a vida do marinheiro se despedia do mundo

Aos poucos ia se acalmando, até que finalmente ele morria, de olhos abertos o vazio olhava para Kurosawa, que podia ver friamente tudo que havia feito naquela noite.

Ophelia era pilar essencial para que tudo aquilo tivesse sido como foi, perfeito. Ela se deliciava com as cenas finais do marinheiro, enquanto era pressa pelo corpo magnifico de sua aliada.

Uma dupla interessante que em pouco tempo demonstrou uma química e entrosamento diferenciados, elas pareciam se complementar na maldade.

A lua ia se escondendo entre as madeiras conforme a noite ia passando, já não estávamos mais no ápice da madrugada, porém aquilo tudo não poderia acontecer sem um bom final.

Com a lamparina em mãos, Ophelia jogava-a sobre a cama, o fogo se alastrava rápido entre as madeiras mofadas da casa, a umidade ia diminuindo e o local começava a parecer mais um fogão.

Elas iam saindo da casa, que era consumida pelo fogo, logo começando a cair em pedaços, a circense tinha seu lado mais melancólico? Ou quem sabe estava também caidinha pela companheira?

A dama da noite ainda que correspondendo aos sinais de Ophelia, dando um apaixonado beijo, tinha outros objetivos em mente e seu próximo cachorrinho a ser domado era Zayn.

Alguns mendigos que moravam nas redondezas da casa, começavam a correr, amedrontados com tudo que haviam ouvido e visto, um grupo de marinheiros que entrou e não voltou, assim como uma dupla nem um pouco amigável.

O porto era quieto e escuro, um recinto ainda parecia de pé, era um bar que ficava duzentos metros de onde estavam, poderia quem sabe ir para lá ou talvez, ir atrás de Jhonny e Zayn.

Jhonny e Zayn


Enquanto isso, Jhonny tomava os primeiros cuidados, estancando aquele sangue enquanto Zayn começava com suas propostas, cabia a moça ouvir enquanto operava o homem, tirando as balas mais superficiais e estancando o sangue, por hora, o homem peixe seguiria vivo.

A conversa entre os dois caminhava enquanto eles se afastavam dali, utilizando em alguns momentos de fraqueza o apoio de Jhonny, a dupla conseguia se distanciar do mar de sangue que havia deixados.

Entre becos eles ouviam a movimentação de marinheiros no caminho que faziam até a cabana sugerida por Zayn, talvez do outro lado da cidade as coisas também não teriam acabado muito bem.

A cidade era tomada pelo caos naquela noite, não somente um problema a ser resolvido pelos marinheiros, mas dois, Zayn e Jhonny iam vendo pelo topo das casas chamas altas.

A fumaça com um odor nem um pouco agradável começava a se dissipar pelo ar, fazendo uma camada de fumaça que também dificultava a visão.

Jhonny com seu sentia algo passando por eles e eram virando o rosto que percebia um pequeno anão com traços animalescos se afastando do local com queimaduras graves.

— Eu não sinto nada... Elas vão pagar pelo o que fizeram. – Dizia a criatura que era tão rápida que fugia sem deixar rastros.

A frente deles o beco dava visão para o porto, a cabana que Zayn almejava estava tomada pelo fogo e em sua volta diversos marinheiros com equipamentos adequados entravam e saiam.

Tirando aquilo e quase que vivendo um universo paralelo, do outro lado da rua, uma taverna parecia estar viva com vários clientes bêbados entrando e saindo a cada minuto, talvez ali teriam se escondido as duas?

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Re: 四 - Morte e Sangue Seg Ago 08, 2022 5:56 pm







If it's not about me...


22
Ele não conseguia entender sobre o sangue e eu não o julgo. Tal qual nem todos podem degustar vinhos como verdadeiros somelier, o sangue também tem um charme que nutre apenas os paladares mais devidamente apurados para tal. Sobre a sua proposta dou de ombros, balançando a cabeça negativamente. - Não, não, normalmente é mais saboroso quando não se há o desejo de perdê-lo pra começo. Qual seria a graça se a uva se oferecesse assim, na verdade, o vislumbre de uma uva se fazendo é meio perturbador.

Tal qual ele não entende meu raciocínio, eu também não entendo muito sobre o dele. Inclino a cabeça sobre a afirmação dele de só as mulheres dele ou sei lá. - Tá... Sei lá, se você diz. Deslizo a mão pelo rosto cobrindo minha boca e parte do queixo o olhando dentre frestas de dedo. - Acho que está bom assim... Eu não sei o que amigos significa na prática. Essa palavra vem com traições, mortes, punhais nas costas e... O que mais? Mentiras? Bem, eu certamente não ligo de um relacionamento assim... Mas, vou entrar na onda e considerar a falácia sobre esse sentimento de amizade aí que você diz... Ao menos, eu posso dizer que se eu atirar em você vai ser de frente.

Sorrio quando ele se gaba por causar dor de cabeça, apoiando a mão em uma sobrancelha. - Certamente. Bom, nesse caso, eu continuo costurando você. Parece que você vai precisar... E nem preciso me apoiar na minha intuição apurada pra dizer algo tão óbvio. A conversa sobre elas por outro lado remove todo sinal de alegria do semblante para uma olhar frio como o gelo. - Bem, é bom conseguir meios de esconder principalmente... Agora. E, eu acho que eu gosto de comida congelada. Mas lembre-se que eu nunca disse que não apontaria minha arma pra àquela piranha principalmente quando ela escolheu me roubar.

Por outro lado, ao contrário do planejamento um estranho odor irradiava no ambiente através de uma fumaça. O aroma férrico tão vinculado ao sabor que eu apreciava degustar era reforçado por uma pequena criatura correndo abrasada, com seus pelos e carne queimados enquanto praguejava "elas". A palhaça e a puta? Ou, outras pessoas? O vislumbre do beco revelava àquela cabana envolta por diversos marinheiros que pareciam investigar o local.

- Com sorte elas morreram. Digo apoiando a minha mão no queixo com uma feição desanimada virando para Zayn que provavelmente não gostaria. - É uma piada... Com sorte, a puta morreu e a palhaça sobreviveu. Era o máximo que eu iria corrigir aquela frase antes de verificar um pouco as armas enquanto trocava a direção de vislumbre na direção daquele bar. - Elas seriam burras de ir ali? Balbucio um pouco em dúvida se elas iriam tentar algo como se esconder tão próximas do local onde estavam sendo procuradas.

- Olha, por mais que quem matamos sejam mafiosos... Lá atrás a gente pegou uns daqueles peixinhos e fomos vistos então, meio merda, sabe? Principalmente pra você. Eu tava de capuz e não vão me reconhecer agora com outra roupa e o rosto a mostra, provavelmente. Já você... Nem se tacar uma lona em cima passa despercebido. Falo com um tom ácido. - Consegue se mexer o bastante pra lidar com um corpo queimado? Pega o baixinho que passou pela gente e o interrogue. EU vou naquela porra de bar...

As palavras acompanham um toque na cicatriz em uma meia careta, cuspindo pro lado, irritada por ainda estar com o rosto à mostra esse tempo todo. Eu realmente queriam um manto novo... - E carrega essa tralha pra mim, eu vou só com a pistola e a shotgun, o resto vai ser inútil ali de qualquer jeito.

Depois daquilo deixaria as armas e a faca na cintura coberta pela roupa antes de seguir na direção daquele bar ver se descobria mais algo... - Ou faz isso aí... Devolvo o olhar na mesma intensidade na direção dele, logo antes de erguer os ombros. - Eu chamaria de estratégia, mas acho que bom que não goste de ordens assim, eu também não quero que você as dê para mim e a palavra sua já se tornou um tabu mesmo se não estou enganada... Se ele ia, francamente, não tinha motivos para eu ir atrás. Já que vai, vou ficar por aqui. Não quero carregar a tralha pra um lugar movimentado e você não quer carregar, te espero aqui fora, eu vou te ver quando sair...

四 - Morte e Sangue - Página 8 Unknow13

Assim, ao invés de entrar, procuraria algum telhado próximo que eu pudesse subir e deitaria um momento ali, esperando para ver se alguma confusão sairia dali. Se não conseguisse, ficaria no beco em si foliando algum dos livros. Encostaria minha cabeça, contra o telhado ou a parede levando a mão ao rosto em pesado arfar quando ele fosse. Fingir que não estava meio sem ar doía minhas costelas, mas meu rosto doía ainda mais, apesar de não ser nem de longe a primeira vez.


Histórico:


Just die, i don't care!




Última edição por AoYume em Seg Ago 08, 2022 9:30 pm, editado 3 vez(es)

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Re: 四 - Morte e Sangue Seg Ago 08, 2022 7:56 pm
Quem disse sangue?!... Pera, era meu?!
Vinte e Três
Fogo, pequenas explosões, pessoas aterrorizadas correndo e o som das ondas se chocando contra pedras, formando a espuma efervescente... Tudo contribuía para um ambiente mais que teatral, o momento perfeito para um beijo ardente. E assim, como se pudesse ler minha mente, Aki o fazia.

A princípio, atônita, mal me movia. De olhos arregalados e mãos em posição de rendimento, apenas deixava que a assassina conduzisse, afinal, era uma bela moça que me beijava naquele momento. Heheh, boa Ophelia, mas tá perdendo a diversão!

Minhas mãos de pele translúcida deslizaram por seu corpo voluptuoso até encontrarem sua nuca, onde repousaram com firmeza, puxando-a para mais perto. Devolvia seu beijo com um fogo que facilmente poderia se igualar ao da casa que acabaram de incendiar... E assim como começou, abrupto e intenso, também terminou rapidamente, deixando aquele sabor amargo de "quero mais".

- Ahh, o roxão... Tá falando do Zayn? - Dizia levemente emburrada, mas sentia minha própria arma envolvendo nossos corpos mais perto e outro beijo se iniciava. Fogos de artifício explodiam em meu cérebro enquanto devolvia a carícia e quando finalmente nos afastávamos, um sorriso bobo quase me denunciava. - Sim, juntas! - Exclamava novamente oferecendo o braço para a dama da noite.


Cantarolando uma música aleatória, andava com minha bela companheira pela praia. 🎵- E vai descendo, e vai descendo até que fica fora da casinhAAAAaaa... Fora da casinhAAAaaa, de copo em copo a gente vai perdendo a linha 🎶- Balbuciava no ritmo, ainda ostentando um semblante feliz quando avistava uma nova construção, iluminada, barulhenta e com uma clientela de aparência bêbada, meu tipo de lugar!

- Aki... Sei que precisamos encontrar o brijela e a maluca, mas podemos parar aqui antes? É que aquele calor todo me deu sede... E nem tô falando do fogo. - Sorria maliciosamente para a moça e apontava para o bar. - Vai ser rápido, podemos beber e comer algo antes de sairmos procurando, talvez alguém tenha até visto eles e nos diga, afinal, em quantos lugares um gigante polvo roxo pode ter se escondido em uma ilhazinha? - Com cara de cachorro abandonado, esperava sua resposta.

DetalhesFalas
*Histórico:
Ganhos:
-100 B$ (esmolas)
- Chicotin
Perdas: N/A
Ferimentos:
HP: 2600/2500    
Escoriação de Bala (Raspão - 2/2) [Não precisa de tratamento] - Desconto de 100 HP.
- Hemorragia interna no estômago [4/4]
- Deslocamento da articulação Temporo Mandibular [3/3]

*Objetivos:
- Roubar uma arminha tops
- Sair em uma aventura
- Aprender Proficiência Armadilhas
- Aprender Proficiência Avaliação
- Me divertir <3

@mm
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Re: 四 - Morte e Sangue Seg Ago 08, 2022 8:28 pm
Zayn



Os marinheiros pareciam enlouquecidos atrás de nós, bom eu não julgo, fizemos um bom estrago ali atrás, mas já estávamos mais longe então por hora estávamos seguros em relação a marinha.

Jhonny comentava algumas coisas das quais eu havia falado antes, ela falava as vezes de maneira muito dura, bom eu sentia que só levava toco, mas talvez essa era forma dela conversar com todos?

Bem dava de ombros já que não era importante agora, até ela comentar sobre atirar uma na outra de novo.

— Se ela virar minha mulher eu não posso deixar você fazer isso, ce sabe ne? Bem só tenta ficar fria que vai dar tudo certo oktopaspaspaspas

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Olhava para ela meio zangado com a piada, mas bom, elas tinham seus problemas entre si, mas desde que elas não se matassem estava tudo bem.

— Olha eu particularmente gosto de ser visto então deixem me olhar! Oktopaspaspaspas

Um pequeno ser se passava por nós e sumia tão rapidamente que eu nem podia ver para onde ele tinha ido, mas o que me deixava PUTO era como Jhonny falava comigo, ela tinha tentado me dar uma... ORDEM?!

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Me soltava de seu corpo e ficava com um gosto amargo na boca, rangia meus dentes mas tentava não me estressar muito, com um olhar sério e raivoso no rosto eu respondia.

— Nem se eu quisesse eu iria atrás daquele merdinha, e presta atenção em uma coisa, ninguém, nunca mais me dá ordem alguma entendeu, nem tenta fazer isso de novo porra, ninguém nunca mais vai dar uma ordem para Zayn o ex escravo!

Saia andando bufando em direção ao bar, nem mesmo carregava suas coisas, quando chegava na frente da porta entrava chutando com tudo, se eu visse Ophelia e Aki minha expressão ficaria mais leve e eu ficaria menos raivoso, me arrastaria para perto delas e as abraçaria.

— Garotas!! Eu fiquei com saudades, olha só o que fizeram comigo, eu virei uma peneira... Jhonny está logo atrás...

Aproveitando a proximidade e o abraço apertava o peito das duas com uma mão em cada mulher e os outros dois por cima de seus ombros, após isso me sentava levantava a mão pedindo uma bebida para o bar man, a expressão raivosa voltava levemente ao meu rosto.

— Me dá algo forte aí, preciso espairecer agora...

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Aki
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Re: 四 - Morte e Sangue Seg Ago 08, 2022 9:31 pm


morte e sangue

Sobre a cobertura da joalheria mais rica, ela se move em silêncio taciturno



É claro, docinho — responderia Aki, tocando no queixo de Ophelia.

É um ótimo lugar para ir enquanto a poeira abaixa, pensou sobre o convite da circense para que fossem ao bar. Fora que homens bêbados são presas mais fáceis...

De braços dados, a última Kurosawa seguiria junto de sua mais nova companhia para a taverna que se encontrava ali: próxima, porém, ao mesmo tempo, alheia ao inferno que se transformava o antigo mausoléu.

Assim que cruzassem a porta, Aki prontamente varreria o recinto com seus olhos de rubi faiscantes. Ela mapeava o bar em sua mente. E, feito uma ave de rapina, buscava sua próxima presa.

Embriagado, mas ainda com alguma consciência para que eu possa domá-la, pensava enquanto seguia até o balcão. Tentava reparar se alguém já mordia a arapuca que estava sempre armada: seu corpo perfeitamente esculpido e de beleza extasiante.

Ophelia também é muito bela, constatava para si mesma. Vamos, algum desses idiotas deve se atrair por duas beldades sozinhas no bar. Nem que seja o barman...

Revivendo a cena das águas termais, Aki apoiava-se na madeira com os cotovelos.

Os olhos carmim, muito acesos, fitariam o atendente de modo incisivamente cativante. Corpo levemente inclinado. Seios exibidos e entregues sobre o balcão. E as mechas de azeviche  — não mais trançadas — escorrendo sobre os ombros.

Ei, doci...

Subitamente, o estrondo vindo da porta interromperia as palavras de Aki. Ela se viraria rapidamente para a entrada. Seria ele: o brutamontes quatro-braços, seu roxão.

Afiaria um sorriso enquanto Zayn se aproximaria, espaçosamente como sempre fazia. Iria se sentir contornada por aqueles braços fortes outra vez, e soltaria um suspiro quando a mão larga envolvesse seu peito por inteiro de modo nada elegante.

Eu adoro a selvageria desse cara. Me dá vontade de tê-lo numa coleira.

Você voltou, roxão. Veio buscar o que estou lhe devendo? — questionaria Aki, encarando-o, tocando no peitoral de pele lavanda com o indicador. — Mas, infelizmente, você acabou com outro plano de roubo meu. Assim fica difícil, benzinho. Vai ter que ralar para me dar o que eu quero.

O dedo branco e delicado como porcelana desceria. Dedilharia o abdômen do colosso. E pararia centímetros antes de se confinar dentro da calça do tritão.

Mate esses homens pra mim e me dê tudo o que eles têm de valor... — sussurraria Aki no ouvido de Zayn. — Por favorzinho, roxão. Você faria isso por nós, não faria? — A ladra colocaria Ophelia na jogada, queria que o quatro-braços virasse aquele bar ao avesso.

Aki deixaria uma risadinha escapar.

Mas não agora, precisa se recuperar para isso — completaria, observando as faixas que seguravam as feridas do tritão.

Ela se viraria para o barman outra vez, acenando com um sinal de "vem cá" para ele se aproximar.

Ei, docinho, vocês possuem alojamentos aqui?


Considerações
Tudo tentativa.

O resultado da personalização da roupa/disfarce foi este aqui.

Objetivos:
  • Conseguir dois punhais
  • Adquirir as proficiências Anatomia e Psicologia
  • Roubar umas joias
  • Matar marinheiros


Ganhos:
  • Chave desconhecida [Roubo] - (Turno 1 individual, Turno 9 em grupo)
  • Colar de Brilhantes [Roubo] - (Turno 03 Individual, Turno 11 em grupo)
  • Livro de Anatomia [Roubo] - (Turno 05 Individual, Turno 13 em grupo)
  • 2 facas (talher) de metal [Roubo] - (Turno 05 Individual, Turno 11 em grupo)
  • Proficiência Anatomia - (Turno 06 Individual, Turno 14 em grupo)




pdv: 2.480

sta: 100

ilhas organ





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Aki Kurosawa
Jean Fraga
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Re: 四 - Morte e Sangue Seg Ago 08, 2022 11:12 pm


Jhonny e Zayn


As horas juntos iam aumentando e o clima ia piorando, a dupla tinha pontos parecidos, mas os temperamentos e vivencia eram diferentes e não era surpresa que um conflito ali poderia começar.

Dominado pela Raiva, Zayn que já não estava mais se importando em ser visto, ainda que se assemelhando a uma múmia roxa, ele era duro e firme em suas palavras, já havia vivido a ordem de outros, mas isso era um passado que ele nunca iria querer reviver.

A passos pesados ele chegava chutando a porta do bar e deixando Jhonny sozinha no lado de fora.

Era quando, subindo no telhado do prédio a frente, Jhonny tinha uma vista privilegiada, podia ver as tropas de marinheiros indo e vindo, as pessoas que circulavam pelos becos e tudo que acontecia naquela região.

Marinheiros iniciavam as tentativas de apagar aquele fogo que por sorte não se alastrava para outras casas, a umidade do porto era o ponto forte para que isso não acontecesse e Jhonny notava que o beco a sua esquerda era o caminho por onde os marinheiros carregavam os matérias, como mangueiras, roupas e equipamentos em geral.

Pela rua principal que dava caminho para o porto, cerca de vinte marinheiros fariam uma barreira humana para afastar civis e dentro do perímetro, somente os marinheiros trajados com as roupas anti fogo circulavam, o gás dos mofos era toxico e por isso, era muito difícil resolver a situação.

O que Jhonny notava é que uma chama acabava pegando fogo nos fios de eletricidade, que se arrebentavam e cessavam a iluminação dali, demorava pouco para que o bar escurecesse e logo com lamparinas o local voltasse a festejar.

De toda forma, fora daquele ponto de iluminação, muitos marinheiros desorientados ou sem lanternas iam se perdendo entre os becos, estes que em sua maioria era vazio, com algumas caixas de lixo e escadas para subir nos telhados, alguns deles continham bueiros no chão.

Os marinheiros com lanternas eram aqueles mais perto ao fogo, que iluminava bem, mas criava pontos de sombras interessantes para alguém que tivesse a intuição para usa-los.

Aki, Ophelia e Zayn


Chutando a porta e entrando, Zayn como todos dentro do recinto notavam um breve apagão, resolvido por diversas lamparinas que eram espalhadas no bar.

O homem peixe acabava encontrando Aki e Ophelia, elas haviam chegado a pouco e estavam a poucos metros da entrada, a chegada do roxão era de poucas palavras.

Pedia por uma bebida enquanto apalpava suas companheiras? O clima entre as duas já era intenso, então o que aconteceria se entrasse um terceiro elemento na formula?

O barman que trazia a bebida de Zayn, era o mesmo que respondia Aki, — Temos somente um quarto que por sinal... está – Ele checava em um bloco de notas – Vazio! E do interesse de você? Custa 50 mil berries a noite e o pagamento têm de ser antecipado.

— Privacidade é o que você terá, com uma chave para entrar, ninguém sem ela poderá subir e quando o bar fechar, eu só volto no dia seguinte as 17 horas, enquanto tiver clientes, o barulho de cima dificilmente chega no andar de baixo, as pessoas aqui sempre estão bem animadas.

— Vai ser para você e quem mais?
– Ele perguntava conforme pedia um instante e ia atender outras mesas, logo retornando esperando a resposta da Dama.

Caso sendo do interesse dela, o barman rapidamente iria com ela e seus companheiros até o andar de cima, entregando a chave a ela, o quarto era grande, com uma cama de casal gigante ao centro, havia espaço ali para um banheiro com um chuveiro sem parede de separação, podendo ser utilizado por mais de uma pessoa.

Havia ao canto direito da cama uma mesa de madeira com quatro cadeiras, todas de material bom e novas, o chão era de madeira mas tinha um enorme tapete e na esquerda, de frente para a rua, uma janela bem grande que dava vista para o lado de fora, — Caso queiram alguma comida ou bebida, usem esse den den mushi, ele esta ligado na cozinha e instantes as coisas solicitadas chegaram, nesse caso, tudo que for consumido sera pago na hora de ir embora. - O barman ouvia os gritos de clientes e corria para o andar debaixo após fechar a porta.

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Re: 四 - Morte e Sangue Seg Ago 08, 2022 11:55 pm
Zayn



Os peitos delas eram mais macios do que eu pensava, e o melhor de tudo era que elas não pareciam se incomodar, o que me deixava mais calmo nessa noite, virava meu copo com a bebida quando era provocado por Aki

— Eu sempre volto para cobrar minhas dividas Aki.

Pelo visto eu havia feito besteira chegando daquele jeito, mas eu iria recompensa-la de outra forma muito melhor do que com dinheiro, mas isso ela descobriria logo logo, ela pincelava levemente meu corpo o que me instigava facilmente.

Seu pedido era meio inusitado, começava a me levantar já segurando o copo em mãos para quebrar na cabeça de alguém mais próximo, mas pelo visto não era agora que ela queria essa chacina.

— Sim você tem razão, vocês vão cuidar de mim essa noite certo?

Olhava para as duas agora virado para elas encostado com meus cotovelos no balcão e um sorriso no rosto, Aki se aproximava do barman e perguntava sobre um quarto, era tudo o que eu precisava depois de um dia cansativo desses, um quarto e uma transa!

Quando ouvia o valor sacava de minha carteira e então batia com a mão no balcão com a quantia, meio que fazendo um sinal para ele se apressar, normalmente eu carregaria as duas até o local do “abate” mas como estava ferido apenas as abraçava por cima do ombro.

Verificaria se Ophelia estava incomodada, podia ser um bruto, mas não era sem noção, não queria magoar ou ferir uma de minhas possíveis mulheres, mas caso ela também estivesse bem eu acompanharia o barman.

— Ah barman, me dá uma garrafa de algo bom pra gente beber também, depois adiciona na conta que eu pago, ah e se uma Jhonny quiser entrar pode deixar que ela ta com a gente, ela tem o cabelo loiro escuros e é meio baixinha, usa um manto e tal...

Quando chegássemos no quarto eu entrava primeiro e observava o local, era um bom local para passar a noite, retirava a faixa de minha cabeça que sempre uso e então molhava o rosto e cabelo enquanto elas lidavam com o barman.

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— Certas senhoritas, agora que somos só nós e a porta está trancada, quer dizer que vocês são minhas agora!

Me sentava na cama no meio dela encostando as costas na parede, um sorriso sádico aparecia no meu rosto, minhas calças que já eram largas eu deixava mais soltas mostrando minha “seta” do abdômen quase que aparecendo demais.

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— Ophelia, vamos ver se você é realmente tão flexível como diz ser.

Fazia um sinal de força com as mãos, quase como “quebrando” algo, depois disso chamava Aki com o dedo indicador e dizia:

— E você senhorita Aki, estou esperando por isso desde que segurei na sua bunda pela primeira vez, e você ainda me provocou não uma, mas várias vezes hoje, espero que esteja preparada para as consequências de seus atos.

Pegava no pescoço de ambas e as fazia se beijarem enquanto apalpava suas bundas e peitos com meus dois braços livres, apreciava a vista e retirava minhas roupas lentamente, as puxava para mais perto e então também entrava no beijo, que agora era triplo.

Devo dizer que nunca tinha feito algo assim, era divertido ter tantas línguas brincando uma com as outras, meus braços não paravam de trabalhar passando lentamente por seus corpos voluptuosos, arrastando levemente minhas unhas por suas costas e áreas mais sensíveis.

Segurando ambas pelo o cabelo mostrava meu quinto braço bem de perto, eu tinha orgulho pelo meu tamanho e grossura então ficava confiante, e claro, ele já estava no ponto certo.

— Vamos lá, vou deixar as duas gatinhas brincarem agora, eu tive um dia difícil então vou deixar vocês cuidarem de mim, mas não achem que hoje eu vou ser muito gentil, porque não serei.

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Claro que a todo momento cuidaria delas mesmo sendo mais bruto, minha principal função era dar prazer seja pelo toque, boca e o que mais eu tivesse como “arma” ao meu favor, Ophelia por curiosidade era a que eu colocava um pouco mais de força em seus movimentos para ver sua amplitude, afinal eu também era bem flexível.

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Re: 四 - Morte e Sangue Ter Ago 09, 2022 7:36 pm







If it's not about me...


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O luar e o fogo compunham uma dança cintilante enquanto a noite ia caindo. Estico a mão para cima me deitando de cabeça para baixo sobre a inclinação do telado enquanto observo em contrapé os acontecimentos ali. O homem entra furioso e os marinheiros parecem ignorar a sua entrada diferente do esperado. Talvez eu estivesse sendo cautelosa de mais? Mordo uma unha e me arrependo em seguida pela dor que ainda está um pouco presente me deixando ainda mais irritada quando a luz do lugar sofre uma mudança considerável.

Sem postes, o que sobravam eram lamparinas e vários homens desorientados, vários deles. Sozinha com a lua e vários homens que já pareciam mortos em meu imaginário. Havia algum indício por menor que fosse que aqueles que entraram ali voltariam? Para falar a verdade, eu queria que eles voltassem? Eu desejei o mar, e, ele parecia perto e longe ao mesmo tempo. Eu queria que chovesse para que eu pudesse sentir o meu corpo molhado, ou, apenas que pudesse me deitar no fundo do mar enquanto sentia o ar escapando, levando comigo mais alguém para que meus ultimos suspiros fossem contemplando o seu sofrimento. Na verdade,  minha imaginação torna-se ainda mais interessante se colocar a puta nela.

四 - Morte e Sangue - Página 8 Unknown

Com a mão em meu próprio pescoço e frontalmente erguida como se segurasse o dela minha respiração já dificultada compõe o deleite que finda-se no intragável fechar dos dedos que não captam nada além de ar me removendo do devaneio. Não há água e nem sangue, nem morte, nem um fim para esse meu gosto amargo entre os lábios, mas, este último eu poderia resolver.

Rasgo um pedaço do tecido da minha roupa utilizando a faca deixando parte das minhas pernas à mostra onde havia uma longa saia. Bom, ainda há apesar de uma fresta mal feita também existir agora. Enrolo calmamente pelo cano da carabina embasando-me pelos meus conhecimentos sobre explosivos e sobre como abafá-los também. Se fosse o suficiente coberto, você podia fazer uma explosão ou implosão controlada e dependendo conter o som até certo ponto, a explosão da arma também devia funcionar com certas limitações. Além disso, havia um bar barulhento e fogo acontecendo que deviam favorecer.

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Me posiciono, inclinando minha cabeça por detrás da mira sem ligar o laser para não me denunciar pela luz que antecederia o disparo, principalmente por buscaria primeiramente aqueles mais longe do fogo e por consequências mais desorientados e com menos chance de outros perceberem seus corpos caindo. Observo cada um, buscando dentre eles três que estivessem mais isolados, preferencialmente até sozinhos. - Tan tan tan... Cantarolaria com alguma música se houvesse no bar esperando zonas mais barulhentas ainda. Arfo, me concentro.

O dedo esguio move-se pelo gatilho quando tenho certeza que a cabeça dele está na rota do meu disparo visando estourá-la e finalizá-lo em um único tiro. Tufff... O tiro abafado viajaria o meio visando ceifar a vida de um peixinho intrometido. Se o acertasse do jeito que queria abriria um sorriso sutil, pensando que era uma pena estar tão longe que nem poderia experimentá-lo. Se me notassem ou notassem algo estranho, me moveria de modo a tentar me esconder em alguma saliência ou sombra do telhado. Tentaria alinhar uma outra posição de tiro ou trocar de telhado.

Se não notassem ainda, novamente iniciaria mais outro, e, depois mais outro, visando sempre aqueles mais afastados para ir pegando o máximo dos presentes sem que uma balbúrdia fosse iniciada de imediato.


Histórico:


Just die, i don't care!



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Aki
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Aki
Pirata
Re: 四 - Morte e Sangue Ter Ago 09, 2022 9:43 pm


morte e sangue

Sobre a cobertura da joalheria mais rica, ela se move em silêncio taciturno



Zayn pagou pelo quarto.

Aki foi do bar ao alojamento pensando na quantia de 50 mil berries que aquilo estava custando. Embora não fosse originalmente dinheiro seu, a ladra já vislumbrava o próximo furto.

Fitou a mão do barman, até então detentor da chave, abrir a porta e revelar um quarto de aparência muito boa — na verdade, estranhamente boa para um alojamento de bar.

Como de praxe, os olhos vermelhos varreram o ambiente.

Logo tornou a estudar o barman dos pés à cabeça. Fácil de ludibriar, talvez?, questionava-se em sua mente. Então, quando o homem perguntou para quem mais o alojamento se destinava, a ladra tomou à frente e respondeu:

Para nós duas... — Achegou-se. Olhos nos olhos. Pousou delicadamente a mão sobre o ombro do homem. Lábios próximos a seu ouvido. E sussurrou: — E para quem mais quiser nos acompanhar.

Prevendo que Zayn pudesse não entender o que estava acontecendo, Aki pousaria o indicador sobre os lábios arroxeados do tritão.

Vá se arrumar, querido — disse a ladra, e deu uma discreta piscadela para que Ophelia a ajudasse a conduzir a situação. — A noite será longa e recompensadora.

Voltou-se para o barman enquanto o quatro-braços seguia suas palavras. Sorriu para o funcionário com seus lábios perversos. Tocou em seu queixo querendo enfeitiça-lo. Olhou de relance para Ophelia, meneando a cabeça para que ela a seguisse naquele embalo.

Por que não passa aqui mais tarde, benzinho? — perguntaria Aki. — Poderia nos trazer um serviço de quarto especial.

No momento certo, as mãos sutis de Aki — duas delicadas peças aparentemente projetadas para surrupiar — resgatariam a quantia de berries dos bolsos do homem. E quiçá algo mais que seu tato ladino fosse capaz de perceber.

Os gritos lá do balcão se tornariam mais altos. Aki daria um estalo na frente dos olhos do barman, simbolizando a quebra do clima.

Ela soltaria uma risadinha leve e sensual. — A clientela o aguarda, benzinho...

Se tudo ocorresse bem, ao se virar, a gatuna iria se deparar com aquela grande fração de músculos se aprontando sobre a cama. A visão da pele roxa e descoberta, as veias que saltavam sobre a musculatura saliente... despertariam em Aki um desejo genuíno de vontade. Vontade essa que seria como a sede de um lobo por um veado.

O semblante de Aki tornava-se mais amolado do que suas lâminas. Andou até a margem da cama e se despiu ali, desfazendo-se de todos os itens roubados, deixando-os despencar junto de sua última peça de roupa.

Estava sujeita à pressa de consumi-lo.

O corpo da Kurosawa logo se juntaria ao do tritão. Não estava completamente nua, porém. Deixou apenas a peça íntima inferior com o desejo de que ele a arrancasse.

No meio do caminho, ela se deparou com a vontade de Zayn vê-la beijar Ophelia, e o fez com muito prazer.

As pálpebras acobertavam os olhos vermelhos. O tato era elevado.

De joelhos sobre a cama, logo a frente do enorme homem-polvo, Aki abraçou o Ophelia e voltou a provar daqueles lábios tingidos. Suas mãos contornavam suas curvas, desbravando o corpo delicado da circense. E sentiu, em meio aos beijos calorosos, o toque áspero e pesado das mãos de Zayn.

Não se conformando em apenas assistir, o quatro-braços apalpava seu corpo com aquele jeitão selvagem e deselegante que a fazia delirar por dentro.

Aki certificou-se de deixar as pernas ligeiramente abertas para que o homenzarrão fosse capaz de tocá-la em seu íntimo. Ela não iria, de modo algum, restringi-lo. Não ainda. Seu desejo era de deixá-lo aproveitar-se de todo o seu corpo.

O ritmo pesado de Zayn aumentava, até que Aki sentiu-se contornada pelo braço e puxada para ele. Uma terceira língua se misturava em seus beijos com Ophelia.

Mergulhou no novo beijo, e abriu bem a boca para que a língua larga de Zayn provasse de sua saliva e a invadisse.

A gatuna já começava a suspirar. A pele pálida facilmente se encontrava enrubescida. E nas mãos bobas, o tritão seria capaz de sentir o visco que começava a escorrer de Aki e que umedecia a última peça de roupa da mulher.

Foi então que sentiu o puxão abrupto em sua cabeça, dominando mechas de seu cabelo ao passo que desfazia seu penteado. Os fios escuros como uma noite sem estrelas voltavam a jorrar sobre os ombros de porcelana, e Aki deparava-se, frente a frente, com o sétimo membro do tritão.

Os olhos vermelhos faiscaram. Boquiaberta, ela começava a ofegar. Só a ânsia de apossar-se de um membro tão grande já a fazia perder o fôlego.

Olhou para Ophelia, e seu olhar seria a proposta de um novo beijo.

Ajeitando a posição de quatro sobre a cama, apenas com a língua, Aki concederia seu toque quente e molhado na glande do homem-polvo. Já estaria salivando enquanto provava do gosto de Zayn. E esperaria que a circense viesse para que, juntas, suas línguas enlaçassem o membro e o lubrificassem.

Ela estava sedenta com o pedaço de carne em sua boca. Pronta para fazê-lo delirar e depois roubar toda a sua liberdade, fazendo do enorme tritão um mero peixinho de aquário.


Considerações
Tudo tentativa.

O resultado da personalização da roupa/disfarce foi este aqui.

Objetivos:
  • Conseguir dois punhais
  • Adquirir as proficiências Anatomia e Psicologia
  • Roubar umas joias
  • Matar marinheiros


Ganhos:
  • Chave desconhecida [Roubo] - (Turno 1 individual, Turno 9 em grupo)
  • Colar de Brilhantes [Roubo] - (Turno 03 Individual, Turno 11 em grupo)
  • Livro de Anatomia [Roubo] - (Turno 05 Individual, Turno 13 em grupo)
  • 2 facas (talher) de metal [Roubo] - (Turno 05 Individual, Turno 11 em grupo)
  • Proficiência Anatomia - (Turno 06 Individual, Turno 14 em grupo)




pdv: 2.480

sta: 100

ilhas organ





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Aki Kurosawa