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四 - Morte e Sangue

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Achiles
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Achiles
Pirata
四 - Morte e Sangue Qua Abr 20, 2022 10:33 am
Relembrando a primeira mensagem :

四 - Morte e Sangue

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Johnny Jersen. A qual não possui narrador definido.

Koji
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Koji
Avaliador
Re: 四 - Morte e Sangue Qua Abr 27, 2022 8:42 pm






Morte e Sangue



O quarteto de estranho naquele bar enfim se juntava para causar suas devidas peripécias. Não demorava muito para que a breve interação resultasse em um estardalhaço total: partindo de uma informação falsa, Zayn assediava a atendente que todos odiavam pela sua felicidade exagerada. Assim que descobria a verdade, cobrava-a da mulher que havia o enganado, sendo agora acompanhado por Liu Feng e Ophelia Jester. A discussão escalonava até o ponto que os civis se incomodavam e eram ameaçados, e daí, o aparecimento repentino de marinheiros importunando aqueles que prezavam pela diversão à todo custo.

Zayn, em um surto de raiva e impulso, jogava a garçonete no colo dos marinheiros. Esta gritava mais ainda enquanto voava, como uma borboleta desgovernada, pelo ar. O loiro que utilizava as clavas dava então um passo à frente, encarando com uma carranca o autor daquele feito hediondo; enquanto isso, a moça caía em segurança nos braços dos três, que imediatamente a colocavam no chão para correr para a própria segurança. Naquele momento, tudo estava empatado novamente, até que o tritão se deslocava para desferir um de seus golpes mais poderosos.

Sua perna se erguia no ar imponentemente, visando cair como um meteoro sobre a cabeça daquele loiro orgulhoso. Este, porém, pegava sua clava em ambas as extremidades e era capaz de segurar o poderoso golpe que certamente o destruiria sem muito esforço utilizando seu armamento. Seu corpo inteiro atuava na contenção do ataque desferido, porém, era quebrado por mais uma incógnita naquela igualdade. Liu Feng, sem perder seu tempo, partia em prontidão diretamente ao alcance do brutamontes, executando sua nova postura de combate para, então, socar com toda sua força a boca do estômago do homem.

De súbito, sua defesa era quebrada, e ele caía no chão após receber dois ataques distintos. Impetuoso e nada misericordioso, Feng subia nas costas do marinheiro, prendia suas mãos com o joelho e desferia uma saraivada de socos. Suas mãos se enchiam de sangue enquanto o líquido se esvaía do corpo robusto daquele homem que parecia uma montanha; claramente derrotado enquanto jazia no chão em uma situação de quase morte. Por ali, ele não parava com suas contribuições no campo de batalha; por algum motivo, sentia ter aptidão e deveria liderar aqueles membros naquela empreitada.

Ao mesmo tempo desses supracitados acontecimentos, Jhonny atirava o garfo que havia pegado no olho do atirador, antes que esse pudesse reagir. A súbita dor intensa o fazia gritar, enquanto ele sentia o sangue morno descendo suas bochechas e atingindo o chão sob o qual estava seus pés. Sem hesitar, colocava a mão no ferimento, e com a outra atirava sem parar contra a mulher que havia lhe causado a deficiência. Esta, para escapar com vida, não hesitava em se esconder atrás de algumas mesas, recolhendo todos as facas que pudesse para continuar atirando no homem em fúria.

Enquanto isso, Ophelia não ficava parada. Partindo para o chicoteador, usava mesas e cadeiras para defesa como forma de escudos. Quando os trocava, saltava ou se agachava para não ser pega pelo ardil daquele chicote que certamente não atacava de forma descuidada. Apesar de seu cuidado, o cérebro inimigo pensava em estratégias não previstas pela contorcionista: ao amarrar seu chicote no pé de uma das mesas que usava como escudo, ele puxava, trazendo consigo Ophelia e sua defesa improvisada. O momentum adicionado naquela corrida, junto do peso do próprio móvel, trazia a garota ao chão, à mercê daquele marinheiro inescrupuloso.

Um sorriso malicioso se formava no rosto daquele agente da lei, enquanto o mesmo levantava o chicote para punir Jester por seu descuido. Sua própria falta de cuidado, no entanto, viria a ser seu fim, quando Zayn desferia mais um chute mortal naquela batalha. Dessa vez, havia acertado, e mais que isso, liquidado seu oponente. Era a oportunidade perfeita para a contorcionista se recompor e, fazendo isso, não hesitava em roubar o chicote do infeliz que estava agora caído, à beira da inconsciência. Como retorno pelos males, proferia algumas palavras que remetiam a seu pai, antes de tomar a vida daquele homem por asfixiamento.

Embora muito da situação naquela área principal estivesse resolvida, ainda restavam umas pendências. Liu pedia para que Jhonny ateasse fogo naquele bar, e esta redirecionava a ordem a Ophelia, que saía de cena naquele momento. Atrás dela, intocado, partia o marinheiro com suas soqueiras. Antes que pudessem fazer qualquer coisa, o atirador retirava o garfo de seu olho, revelando um buraco sangrento e tenebroso. Sem medo, começava a mirar em Liu Feng, que se escondia atrás das mesas e cadeiras que estavam dispostas pelo arredor. Vendo isso, aquele rapaz não hesitava em, com suas últimas forças, ir para cima de Jhonny para um duelo que se afastava da trocação de projéteis.

No outro cômodo, mais especificamente na cozinha do estabelecimento, Ophelia acendia um fósforo na esperança que ele pudesse acender todo o lugar em chamas. Deixando-o cair no chão, via que se apagava antes mesmo de começar qualquer fogaréu; sua dúvida latente seria contínua, se não fosse interrompida por um poderoso soco que acertava em cheio sua cabeça. A mulher, atordoada e com partes de seu rosto deslocadas, não previa mais um golpe, com as mãos sobrepostas, em seu estômago. Automaticamente, de sua boca, sangue jorrava como uma fonte para fora, espelido pela energia. O autor desse ataque, sem mostrar remorso, preparava mais um daqueles baques, que certamente deixaria a garota mais em maus lençóis que já estava.


Histórico:

Legenda:

Considerações:

 Code by Arthur Lancaster

   
 

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Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
Ex-Panda
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Ex-Panda
Pirata
Re: 四 - Morte e Sangue Qua Abr 27, 2022 10:50 pm
Zayn



O loiro de merda era melhor no combate do que parecia, mas bom isso não importava agora, Liu estava cuidando dele e eu havia matado um que estava abaixo de meus pés agora todo esmagado.

Mas ainda faltava alguns vivos, acreditava que como dois estavam aqui se visse o homem correndo atrás de Ophelia para a cozinha eu também iria em sua direção, ainda dançando todo o trajeto enquanto me movimentava até para esquivar dos tiros loucos do marinheiro.

Quando visse o porco socando a cara da palhaça, ficaria com bastante raiva, correria em sua direção e saltaria e usando meus dois braços direito eu daria um soco em seu pescoço e outro em seu rosto, na parte de sua têmpora.

— SOCO DO POLVO GIGANTE!

Se ele esquivasse olharia para a contorcionista vendo se meus próximos ataques não iriam colidir com os dela, e se caso ele caísse eu o continuaria socando incansavelmente até sentir que ele já não estava mais nesse mundo.

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Mas caso ele tentasse me atacar eu esquivaria dançando, e caso fosse possível encaixaria um golpe no meio de meus giros, daria um chute em sua nuca o jogando para Ophelia, talvez ela pudesse encaixar algum golpe no meio do meu empurrão para gerar mais força para o impacto dela.

Se tudo na cozinha estivesse bem finalmente eu olharia para o saguão onde estava e verificaria se tudo por lá também já tinha acabado, se sim, eu olharia para o corpo do marinheiro e cuspiria em cima dele.

— Ei maluquinha, vamos queimar essa espelunca, afinal eu não quero que esse uniforme de merda volte para as mãos da marinha.

Procuraria com ela qualquer coisa que nos ajudasse a queimar o local, pegaria vários papeis e quebraria as cadeiras e faria um grande monte, o óleo da cozinha e qualquer coisa inflamável e depois acenderia fogo.

— Acho melhor sairmos daqui, esse lugar vai virar um inferno na terra Oktopaspaspaspaspas!

Antes de que saíssemos do bar eu pegaria o par de luvas que o maldito marinheiro usava, já lá fora, olharia para Liu e responderia sua pergunta de antes.

— Desculpa não responder na hora, estava com raiva dos vermes fardados, mas bom eu iria adorar uma água agora, e seria bom lavar o sal da pele, eu tava dormindo no mar sabe como é Oktopaspaspaspas

Olharia para a moça que antes estava encapuzada com um sorriso no rosto.

— Então você era uma mulher! Bonita e boa de briga, gostei de você, devo te carregar como fiz com a garçonete? Oktopaspaspaspas.

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Esperava que ela entendesse o tom de brincadeira, que não era tão brincadeira assim, e caso estivéssemos tranquilos seguiria quem conhecesse o caminho para a casa de banho, isso se a marinha não estivesse atrás de nós.

Caso ela estivesse vindo, olharia ao grupo e diria:

— Por mais que eu odeie a ideia de fugir e não matar todos eles, não acho que a gente seria capaz de derrotar todos, então que tal corrermos? Oktopaspaspaspas

Depois disso seguiria quem estivesse na frente e iria olhando de vez em quando a pequena que havia armado para mim antes, será que ela tentaria pregar mais uma peça em nós? Bom era melhor eu ficar de olho nas suas curvas... Digo nas suas ações!

Histórico :

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Zayn & suas gostosas!
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Milabbh
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Milabbh
Pirata
Re: 四 - Morte e Sangue Qua Abr 27, 2022 11:10 pm
Quem disse sangue?!... Pera, era meu?!
Quatro
As coisas não saiam como planejado, mas ei, isso é parte do show biz, não é? De qualquer forma, era hora de atear fogo na porra toda... Suponho que eu tenha mais afinidade com isso, então assumi a responsabilidade. Novamente, algo deu errado. Será que a divindade que dita os acontecimentos me odeia?

Enquanto ponderava seriamente sobre isso, sentia um poder de inércia absurdo. Um choque potente contra meu rosto angelical e belo. Imediatamente, um estralo ressoava em meus ouvidos, aquele som tão característico que me acompanhara durante toda a vida. Uma luxação.

Segurando o maxilar, olhava para o agressor, ainda perdida nos acontecimentos. - Vofê fá mavufo?! - Exclamava com dificuldade, sentindo a boca completamente torta. Com violência, encaixava a articulação no lugar certo, mas sentia outro soco, agora no estômago. Cuspia sangue por todo o chão e limpava meus lábios com as costas da mão. - Cof... Cof... Onde já se viu? A marinha agride mulheres?

Com um sorriso sarcástico e, por sorte, sem dores, me preparava para atacar. Contudo, ao dar um passo, sentia que o mundo ao meu redor girava e minhas pernas não queriam responder. - Por quê tá tudo girando?! - Notava um brutamontes se aproximando, e não podia deixar de sorrir. - Zayn! É Zayn teu nome, né? - Continuava encarando a cena parecendo confusa. - Tu já tinha quatro braços mesmo ou eu que to vendo dobrado? HIHIHI.

Aproveitando a distração e o empurrão do polvo para atacar, pulava no pescoço do homem e fincava as unhas dos polegares em seus globos oculares, afundando-as com força. Equilibrada em cima dele, esquivava-me lateralmente de qualquer golpe que ele tentasse me dar. Por fim, com um movimento teatral, quebrava seu pescoço. - E mais uma vez, a plateia vai a loucura!!! Ela fez novamente, matou mais um, ganhou de novo, a maravilhosa Ophelia!

Aproveitava a queda magnífica do corpo inerte para mandar beijinhos no ar. Ao cair, porém, continuava tossindo sangue e segurando a barriga. A coisa não parecia muito boa para a palhacinha... - Aí... Amigo grande. Uma mãozinha? - Encarava Zayn com o rosto todo sujo de maquiagem borrada e sangue.

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No caso de não conseguir subir no homem, usaria o chicote para ifligir dor apenas, daria vários golpes em locais aleatórios de seu corpo até que começasse a ver sangue. Quando ele estivesse incapacitado, finalizaria da mesma forma já descrita acima.

No fim, com o babaca da marinha morto, era hora de queimar tudo. Com ajuda do azulão, procuraria novamente os fósforos, mas dessa vez também iria atrás de algo para espalhar o fogo, como álcool, gás ou qualquer coisa inflamável. Ateávamos fogo em tudo e eu concordava com o polvo. - HIHIHAHAHA. O fogo tem uma cor linda... - Ficava séria de repente, encarando as chamas.

Sacudindo a cabeça, corria atrás do tritão, encontrando com os outros dois estranhos. Encarava o gostoso, digo, Feng e sorria de forma brincalhona. - Parece que não consegui deixar o rostinho intacto... Mas aceito consolo! - Massageava a articulação temporo mandibular e olhava para eles de novo. - Mas vamos sair daqui! Vai explodir tudo! HIHIHIHAHAHA. - Gargalhando, saía aos pulinhos dali.

DetalhesFalas
*Histórico:
Ganhos:
-100 B$ (esmolas)
- Chicotin
Perdas: N/A
Ferimentos:
HP: 2600/1896    
- Sangramento II
- Atordoado

*Objetivos:
- Roubar uma arminha tops

- Sair em uma aventura
- Me divertir <3

PoeminhaNarrador
Narra dor
Ele narra a dor
A dor que é narrada
Sem receio
Teu cu na reta
Meu pau sem freio

De Ophelia para Proto, com amor.

ps: Vamo 5 min de porrada sem perder a amizade?
É brincadeira, amo tu <3

@mm
Jean Fraga
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Re: 四 - Morte e Sangue Qua Abr 27, 2022 11:21 pm


A Era do Dragão



A cada soco no rosto do papai porco, eu botava mais força, animando-me conforme notava minhas mãos se encharcando com o sangue dele. — Naõoo! Não!! Você já cansou meu porquinho? – Dizia levantando do homem.

— Eu quero mais, parece que sobrou pros seus colegas... – Olhando para o campo de batalha, Zayn parecia ter ido com Ophelia, Jhonny estava em um embate e pera... ele ta mirando em mim?

Pulava para trás de uma mesa, — DraDraDra... vagabundo, malditos atiradores... – Dizia respirando fundo olhando a minha volta, se encontraria algo útil no chão.

Buscaria pegar algum talher, não havendo, torceria para que ao menos tivesse uma cadeira, conseguindo o item.

Tentaria olhar para Jhonny, entendendo sua situação, sorria agraciando aquele momento, depois de tanto tempo na busca, eu finalmente havia encontrado meus aliados e não poderia deixar que as coisas fossem pro brejo.

— AHHHHHHHHHHH EU TO TÃO ANIMADO CARALHO! – Com o item em mãos, jogaria ele em uma direção, tentando criar uma distração contra o atirador

Porém não pararia por aí, a mesa que antes me protegia, a carregaria, arremessando-a de frente para o atirador, fintaria uma movimentação, mostrando levemente meu pé na direita dele, como se fosse partir por lá.

Com minha prontidão, trocaria de direção, indo pela esquerda da mesa que era jogada, assim que me aproximasse o suficiente, usando do meu tronco e braço, daria um explosivo soco no rosto do homem.

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Acertando pegaria ele pelo pescoço e o levantando no ar, finalizaria jogando-o contra o chão.

— Culpe seu companheiro que não foi capaz de me divertir, seu verme.

Olharia por cima do meu ombro para Jhonny, — Creio que o inimigo era seu... então não pretendo finaliza-lo.

Chutando por fim a arma para longe das mãos do atirador, levando as mãos vermelhas de sangue até a nuca, andaria assobiando, então me lembraria de um fator bem interessante.

Buscaria encontrar a garçonete, não podia deixar que ela saísse impune, então encontrando-a, correria em sua direção se necessário, assim que me aproximava, olharia com um sorriso sádico e pouco amigável.

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— O que temos aqui? A sobremesa? DraDraDra... Vadia. – Com meu rosto voltando a ficar sério após a risada, acabaria com ela dando um chute em seu maxilar, buscando não somente quebra-lo, mas com o impacto, desmaiar a garota.

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Com a garota desmaiada, agarraria ela, botando sobre meu ombro e caminhando lentamente até a porta.

Encostava-me em uma das paredes, esperando que os outros tivessem acabado, assim que tudo ali tivesse acabado, diria completando a ideia de Zayn.

— Sim, por mais que minha vontade fosse lutar... Temos que sobreviver hoje para desfrutar o amanhã...

Antes de sair, tentaria olhar por uma janela o espaço de fora, procurando encontrar algum marinheiro.

— Talvez eles já tenham cercado o local... Eu vou abrir a porta e sair correndo, seria ótimo se continuássemos juntos... Quando propício eu explicarei tudo...

Passando pela porta, diria a Zayn, — Ótimo! vamos sair dessa ilha e ir para outra! Eu conheço uma casa de banhos bem boa, sigam-me.

Com a Moça em meu ombro, correria em direção a casa de banhos que conhecia, um lugar mais quieto e pouco visitado, por ser numa parte mais... afastada da cidade.

Durante a caminhada ou corrida, comentaria o motivo de estar trazendo a garçonete, — Eu preciso de uma cozinheira e se ela saber cozinhar... assim pagará pelos seus erros.

Olhando para Ophelia, sorria vendo sua animação apesar dos machucados sofridos, — Oh docinho... parece que te machucaram hein... Pode deixar que eu vou fazer uma massagem em você mais tarde...

Caso, durante o percurso, fossemos interceptados por marinheiros, ou até mesmo se começassem a atirar contra nós, correria pelos becos mais escuros e vazios, tentando sair dos pontos principais de procura.

Chegando na beira da ilha, apontaria para a ilha a nossa frente, — Lá fica a terma! Tentem encontrar um barco! – Buscaria no mar algum barquinho que estivesse atracado e coubesse todos nós.

Havendo essa opção, pularia dentro dele e caso tivessem civis lá, os jogaria para fora do barco com um braço.

— Agora... alguém me diz que sabe navegar... – Soltaria a moça no chão momentaneamente, porém faria questão de manter meus pés acima de seus cabelos, quase que prendendo-a no chão por meio disso.


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AoYume
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Re: 四 - Morte e Sangue Qui Abr 28, 2022 10:27 am







If it's not about me...


4
Meus olhos, ou, melhor, meu olho... Bem, não importa, na verdade, o que vejo diante de mim é até uma satisfação, o vislumbre do sangue verberando pela face daquele homem após um primeiro disparo com sucesso. O segundo porém mal consigo fazer, o homem entra em um frenesi intenso atirando em qualquer lado enquanto se desespera por um olhinho perdido. Lidei com isso boa parte da minha vida, pra que o escândalo. "Tsc". Estalo a língua por trás daquele móvel enquanto espero uma brecha entre vislumbres curtos do que acontecia para efetuar outra investida.

Homens caíam e a luta era generalizada, a minha volta à ativa quando o homem resolve arrancar o item para desistindo de um confronto à distância avançar contra mim. Vai me dar coronhada é? Penso com certo sarcasmo imaginando que aquele tipo não entendia que este tipo de aproximação não fazia diferença para mim. Virando a mesa na vertical, minhas mão se movem para a única coisa que aquele velho decrépito me deixou. A busca pela sobrevivência. A mesma que não me permitiu ficar parada e me fez aprender a lutar de forma mista. Longe, perto, isso não importava. Sorrio em descontentamento, posicionando um braço sobre o outro com uma faca em uma das mãos enquanto a outra fica com dedos abertos.

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Se o homem não fosse interceptado à tempo pelo maluco de fios negros, procuraria um movimento rápido quando ele tivesse perto de um chute espalmado contra seu joelho buscando quebrá-lo enquanto deslocaria a arma pro lado com a mão aberta. Assim, tentaria interromper a sua movimentação e limitar suas retaliações. Concomitantemente a outra mão se moveria de forma a cravar a faca em sua jugular violentamente e arrancá-la dali de forma voraz para liberar a mais intensa vazão de conseguisse afim de abatê-lo. Diferente dos outros, não tinha muito interesse em espancar um cadáver, então, o máximo que faria era conferir sua morte para evitar surpresas.

Se o homem o interceptasse antes e tivesse sucesso em trancar sua movimentação e abatê-lo, daria de ombros e assistiria calada até vê-lo levantar-se antes de conferir o homem. Caso interceptasse mas precisasse de ajuda, seguiria com o primeiro plano de ataque. Ao fim, ele morrendo por um meio ou outro, iria conferir seus bolsos à procura de itens de valor, munição, dinheiro, qualquer coisa, além de pegar a ou as pistolas para mim. Com alguma pressa enquanto os outros se mobilizavam para queimar o local ia tentar também fazer a mesma coisa com os outros, inclusive pegando equipamentos que foram largados. Podiam ser vendidos afinal. E, é claro, daria mais uma olhada para ver se havia algum caixa para saquear.

Não me prenderia muito à isso tudo, se notasse que os outros fossem sair antes de eu ver tudo, me daria por satisfeita com o que conseguisse e abandonaria o local junto com eles. Seguiria o fluxo e correria com eles. Tentaria me esquivar se houvesse mais alguém ali, ou, algum ataque sendo feito para não sofrer nenhum dano e tentaria avistar um barco como pedido. Se o visse, o mostraria de forma menos enérgica que os demais, mas daria de ombros sobre navegar. Me sentia... Um tanto observada? Me pergunto o que tinham perdido em mim, mas o mais imediato era preservar-se e sair dali.

Histórico:

Just die, i don't care!


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Re: 四 - Morte e Sangue Sex Abr 29, 2022 10:31 pm






Morte e Sangue



O caos estava instaurada naquela cidade que diziam ser segura. Os marinheiros, embora enfrentarem os ditos vilões com todo o seu poderio, sucumbiam, um a um, ante suas forças esmagadores e ações terminantes. Apesar disso, o ímpeto daqueles que restaram foram apenas elevados a um maior grau, dando-os a força necessária para lutar por seus ideais contraditórios aos dos protagonistas daquela luta. Ophelia, nessa maré de força súbita, era levada ao pior de seus estados em um grande tempo. Já no saguão principalmente, a história tentava se repetir com a ira do atirador que parecia querer uma luta em curta distância.

Focando na contorcionista, como supracitado, seu estado não era dos mais agradáveis. O rosto, antes refletindo o próprio ideal de beleza, agora se encontrava torto de uma maneira um tanto quanto horripilante. Suas entranhas seguiam o mesmo caminho, embora não estivessem visíveis, eram claramente sentidas pela mulher que agora mal se mantinha em pé após apanhar de maneira sem misericórdia pelo marinheiro. Zayn, vendo isso, não gastava esforços para alcançar a dupla que estava no meio de uma luta totalmente injusta.

Seu instinto quase imediato era a proteção da mulher. Ao ver o porco de costas para ele, não hesitava em correr em sua direção, seguindo por um salto com o objetivo de socá-lo com todas as suas forças. No entanto, seu peso e seu tamanho faziam ser fácil sentir sua presença, até mesmo para aquele soqueiro lutador marcial. O golpe que antes era direcionado à Ophelia, virava com o tronco do Marine para acertar o inimigo que estava em suas costas no ar, sem possibilidade de desvio. Acertando o maxilar do tritão, este caía no chão por um breve momento. Apesar disso, virar as costas para a circense havia sido um claro erro.

Mesmo estando atordoada, Ophelia colocava de volta ao lugar o seu rosto que antes se encontrava deformado, partindo para cima do lutador que se encontrava de costas para ela. Agarrando em seu tronco, fincava suas unhas no globo ocular do rapaz, o fazendo exclamar um grito quase ensurdecedor na cozinha antes de mover suas mãos até os olhos em profunda agonia. Esse momento de abertura era o suficiente para que a contorcionista, com um movimento um tanto quanto dramatizado, quebrasse seu pescoço e caísse no chão com o corpo sem vida do homem.

A comemoração era imediata, apesar de seu estado ainda deplorável. Sangue ainda saía da sua boca enquanto ela apertava a barriga sentindo algo claramente estranho ali. Pedindo ajuda para Zayn a levantá-la, este parecia mais preocupado com a situação no saguão, que deveria estar positiva para que ele finalmente pudesse fazer o que queria desde o começo junto a Liu Feng: queimar o lugar inteiro até o chão. A visão que tinha, no entanto, era do começo da briga entre o atirador que preferia curtas distâncias e a dupla recém-formada.

Enquanto o marinheiro avançava na direção de Johnny, Liu Feng, animado com a reunião de seus "aliados", usava uma cadeira para avançar até o oponente, jogando-a em uma direção em razão de distraí-lo. Não estando certo do sucesso de seu movimento - não importava para ele -, partia para cima agora com a mesa em sua frente, atirando-a em direção ao atirador para realizar uma finta por trás do grande objeto. Colocando seu pé levemente na direita para poder enganar o seu inimigo, não demorava até que movesse seu corpo para a esquerda como uma maneira de enganá-lo.

Apesar disso, os sentidos do marinheiro eram acima do esperado por Feng. Sem hesitar, este puxava a arma disparava contra o pé à mostra do homem, causando uma súbita corrente de dor que aliviava o soco vindo da canhota. Este, no entanto, era suficiente para que a mulher caolha também tivesse um papel importante naquela luta: em sua nova posição de combate, chutava o joelho do Marine, o desestabilizando ainda mais que o murro. Com sua mão livre, afastava a arma de fogo, e com a outra, enfiava uma das facas que havia roubado na têmpora dele.

Johnny não possuía a vontade de pisotear o cadáver do homem, portanto, só checava se havia realmente ido a óbito. Tendo certeza disso, passava a vasculhar seus bolsos, não encontrando nada senão a foto de uma mulher que parecia ser sua esposa disposta em um pingente dourado, e pegar a arma do falecido para adicionar à sua coleção. Repetia o ato com os outros cadáveres, saciando sua forme por roubos, mas neles nada era encontrado, apenas as próprias armas que usavam: a clava que havia restado e a soqueira do cadáver que jazia na cozinha. O próximo alvo era a caixa registradora, de onde retirava um total de 100.000 berries livres para seu uso.

Liu Feng, enquanto isso, saía em busca da garçonete que havia ativado seu ódio pela felicidade fora de série. Apesar disso, já havia muito que a moça havia fugido do lugar, além de seu pé não facilitar nenhuma corrida naquele dado momento; por fim, tudo que restava para ele era voltar até o restaurante e ver todo aquele complexo queimar. Tomando nota disso tudo, Zayn não hesitava em pegar todos os materiais inflamáveis, junto de Ophelia, para criarem uma grandioso pilha. Álcool agia como combustível do que em breve viria a se tornar uma gigantesca fogueira, e o fósforo nas mãos era a faísca final para o grande ato. Quando ela caía, em uma grandiosa explosão de calor e chamas, a beleza era criada, hipnotizantes, bruxuleante e devastadora.

Zayn não hesitava em sair daquele lugar logo; junto dele, Liu Feng acreditava na possibilidade de estarem cercados por marinheiros advindos de outras áreas. Essa preocupação, porém, só viria a se concretizar muito tempo depois naquele local, quando o estrago estivesse feito. Ophelia chegava para a conversa um pouco depois, após se deixar levar pela bela visão das chamas. Sem demorar muito, o quarteto, sem hesitar, partia para algum lugar que Liu declarava como seguro. Estando fora de perigo, caminhavam até a aréa das praias daquela ilha, encontrando lá um pequeno bote grande o suficiente para encaixar os quatro em uma viagem até a próxima ilhota do arquipélago, na esperança que algum deles fosse capaz de navegar o pequeno barco. Tudo correndo como o esperado, não demoraria para que relaxassem nas termas prometidas por Feng.


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Última edição por Koji em Qua Maio 04, 2022 4:41 pm, editado 1 vez(es)

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Re: 四 - Morte e Sangue Seg Maio 02, 2022 4:55 pm
Zayn



Tudo acabava bem aparentemente, mas a marinha logo estaria por aqui, o ideal como Liu dizia era sair dali e irmos para um lugar seguro, íamos para as praias e atravessaríamos uma ilha no arquipélago, por sorte encontrávamos um bote ancorado ali.

Meio preocupado Liu perguntava se alguém podia navegar, a verdade é que eu seria bem mais rápido nadando, mas seria mais confortável ir com o bote, então eu ia a frente.

四 - Morte e Sangue - Página 2 0aad83a7c8c9e6df425a7d21dc320f61

— Seria meio patético eu como morador do mar não saber navegar, não se preocupem amigos eu sou um maravilhoso condutor! Oktopaspaspaspas

Iria a frente do bote e esticaria uma mão para cada e a livre ficaria dobrada na frente de minha barriga como um serviçal faria.

— Por aqui senhoritas, por aqui Liu

Colocava cada um em seus devidos lugares e então empurraria o bote para a água, logo depois subiria e me acomodaria, chuparia o dedo e sentiria para onde o vento apontava, colocava a mão na água do mar e sentia a corrente marítima, com um rápido cálculo em minha cabeça eu começava a remar na melhor posição e direção possível.

Provavelmente o percurso demoraria então seria uma ótima forma de nos conhecermos melhor, então como sempre eu era tagarela.

— Hmm bom, agora que somos todos assassinos e fugitivos juntos, que tal falarmos um pouco mais de nós mesmos?

Enquanto eu remava eu começava a contar minha história de forma reduzida a todos que estavam no bote.

— Bom meu nome é Zayn, eu sou um tritão polvo! Tenho 22 anos, fiquei preso pela marinha e governo mundial até meus 21 anos, então pode se dizer que tudo é novo e diferente da minha crença, religião. Às vezes é difícil me acostumar com o mundo aqui fora, mas até agora eu estou gostando bastante!

Coçava meu queixo com um dos braços livres, e pensava em mais alguma coisa para falar.

— Ah! Eu gosto muito de dançar e minha religião, se vocês não me insultarem sobre algo desses tópicos eu dificilmente fico com raiva, também gosto de comer, fuder, lutar e viver sendo livre! Bem acho que é isso, quem é o próximo?

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Re: 四 - Morte e Sangue Seg Maio 02, 2022 7:05 pm


A Era do Dragão



Sentando no barco, sentia o estrese correndo por minhas veias..., não bastava a vadia ter fugido, o porquinho ainda teve a audácia de me dar um tiro... filho da puta.

— DraDraDra Não esperava menos de você Zayn... – Sorria relaxando as costas na beira do barco.

Olhando para a moça misteriosa, dizia, — Obrigado pela ajuda antes... até que conseguimos coordenar os ataques...

Zayn parecia ter todo um ritual a fazer antes de partir, pouco me importando com seus motivos, se chegássemos vivos já seria o suficiente para mim.

Buscando ver a situação de cada um, dizia ao ver os machucados de Ophelia, — Não reparei àquela hora, mas parece que eu também sai machucado... malditos porcos e suas armas de fogo.

— Creio que antes das termas, podemos passar em um médico, de lá, já partindo para o destino final.

Respirava fundo e sentia a dor do tiro se aumentando conforme meu corpo relaxava e esfriava.

Sorria ouvindo a ideia de meu companheiro, gostava muito daquilo, afinal, conhecer meus futuros companheiros seria muito importante, ainda mais conhecer mais de seus passados.

— Sua história me lembra a de um gladiador das minhas terras... Zhang Fei seu nome... ele lutou sua vida inteira pela liberdade de Penglai durante a grande guerra contra os primeiros colonizadores...

— Foi o melhor amigo de meu tataravô, Isshin Ashina... O grande general de Penglai.


Estendia as duas mãos em meus lados, sorrindo e movendo minha visão pelos três, tomaria a sua deixa como gancho para me apresentar.

— Me chamo Isshin Liu Feng, tenho vinte e cinco anos e venho do novo mundo, como já mencionado, minha terra natal se chama Penglai, a ilha dos imortais...

— Isshin Ashina, meu antepassado, trouxe a liberdade para nossa ilha, tornando-se o primeiro imperador, em tese eu nasceria em um berço de ouro, mas na verdade...

— Seus aliados movidos pelo ego e ódio, decidiram mata-lo, por sorte, meses antes avisado por uma profeta, ele fez uma rápida viagem a sua terra natal, onde eu nasci meses depois.

— O Isshin foi tirado dos meus registros então por lá, me conhecem por Liu Feng.

— Nove anos atrás, depois de treinar por 10 anos com meu mestre, o que antes comentei ser um tritão parecido com você, iniciei um confronto contra o atual imperador.


Meu rosto se fechava e eu apertava minha mão com força conforme olhava para os céus, — Porém... me faltou força! E depois de uma longa luta, fui derrotado, em meu leito de morte, digamos que algo mudou em mim e com a ajuda de meu mestre, consegui sair vivo da ilha.

— Meus objetivos? Retomar Penglai e trazer a liberdade para meu povo... eu não posso ver eles morrendo como se fossem baratas na Dinastia atual, que só se importa com o dinheiro do governo mundial.

— É um prazer conhecer os senhores..., eu sinto que unidos por um proposito maior, os deuses nos juntaram naquele bar...

— Para acabar parecido com Zayn, minha comida favorita é lámen, eu sou um artista marcial apaixonado em lutar e me provar mais forte a cada dia...


Havia palestrado bastante, por isso, voltava ao meu silencio, esperava que minha história ao menos os cativasse, sendo um grande passo para que em um momento, eles decidam lutar também pelas minhas causas...


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Última edição por Jean Fraga em Seg Maio 02, 2022 11:57 pm, editado 2 vez(es)
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Re: 四 - Morte e Sangue Seg Maio 02, 2022 7:29 pm
Quem disse sangue?!... Pera, era meu?!
Cinco
Saíamos do bar sem muitos problemas na hora em que víamos as chamas engolindo a estrutura. Uma pena não ter acarretado na sinfonia confortante de pessoas gritando por suas vidas.... Sigh... Nem tudo é perfeito como Ophelia.

De qualquer forma, não demorava até avistarmos o mar. Era magnífico, realmente. Mal me lembrava, afinal, fazia tanto tempo que fugi da 80ª Filial da Marinha. Mas passado é passado, o que precisávamos mesmo era de um bote... Que surgia convenientemente diante de nossos olhos. No entanto, Feng trazia à tona um questionamento muito pertinente.

- Sou incrível em muitas coisas, no entanto, navegar não é uma delas... Ainda! - Exclamava encarando o bote e pensando na possibilidade de nadarmos até a outra ilha. Talvez o cara com quatro braços pudesse servir de motor?... Ou não, aparentemente ele sabia navegar! E maravilhosamente, ainda por cima!

O gigante tritão embarcava primeiro e oferecia sua mão para que pudéssemos subir em seguida. Sorridente, segurava nele e subida, ainda me sentindo tonta e fraca. Por esse motivo, quase que imediatamente me sentava e ficava observando o tritão.

- Amigo, sei que foi um momento tenso lá atrás... Mas não acha que já é meio velho para chupar o dedo? - Falava um pouco confusa com suas ações. Aquele cara realmente sabia o que estava fazendo? - Ei, cara... - Antes que pudesse perguntar o que minha voz interior dizia, porém, ele começava a mover o barco, e eu não estava muito a fim de virar comida de peixe, então decidia ficar calada.

Feng analisava toda a tripulação e falava comigo. Encarava seu ferimento e massageava o maxilar. - Um médico seria bom, parece que fizeram um estrago na gente.... Minha cara ainda tá torta?! - Me aproximava de forma invasiva, ficando a centímetros de seu rosto, ostentando uma expressão sorridente macabra

O polvo salvava o homão, dando uma sugestão esplêndida e era óbvio que eu não perderia tal oportunidade. Ajeitava a postura e pigarreava olhando para eles com um sorriso dramático, preparando-me para falar. Entretando, Liu falava antes e eu não poderia reclamar com ele, né.

Achei que ficaria entediada, afinal, não estávamos falando sobre mim. Mas até que o tal do xinguelingue tinha uma veia teatral. Assim que ele terminava, batia palmas rápidas. - Uauuuuu, muito dramático. Eu exageraria um pouco mais na parte do tataratataravô, sabe, para trazer lágrimas ao público, mas muito bom para uma primeira vez. - Olhava para Zayn em seguida. - Muito boa sua história Zayn, gostei principalmente do final, é uma lista ótima e precedeu o fim incrível.

Sorridente, encarava a todos como se estivesse preparando um espetáculo. - Mas vamos falar do que realmente importa agora, eu!!! - Com a mão no peito, me erguia altiva, ainda que cambaleando. - Me chamo Ophelia Jester. A filha de um Comodoro maluco da marinha... Sabem, papai me criou para ser um super soldado, mas tudo o que conseguiu foi uma primogenita deficiente, assassina e completamente incrível, não acham?

Rindo de forma bizarra, seguia. - Matei o velho antes que ele me matasse com os treinos estranhos, fiquei presa por alguns anos, ai fugi para o circo, uma história bem dramática! Éramos como uma família naquela tenda colorida... Até o dia que a magnífica deficiente assassina acidentalmente matou sua nova família queimada também... Se for sem querer ainda conta como assassinato?... - Divagava com a mão no queixo e depois sacudia a cabeça. - De qualquer forma, adoro doces, me contorcer e falar de mim. Perguntas?

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Re: 四 - Morte e Sangue Ter Maio 03, 2022 8:22 pm







If it's not about me...


5
Não havia muitos riscos do lado de fora, tampouco reforços e isto me permitia algum tempo para apreciar as minhas novas aquisições, apesar de umas e outras, menos. Um bote pequeno era o meio de transporte, e, não entendia muito bem a lógica de zayn, mas, o que poderia fazer. O próximo passo é ver um pássaro pilotar uma aeronave nesse ritmo. Rio em deboche sem revelar o motivo.

Quando ele oferece a mão para me ajudar a subir não à pego, na verdade até desconfio. Meus olhos passeiam por seu corpo até sua face onde um hematoma encontra-se. Não iria desculpar-me, mas... - Pega! Dizia jogando as soqueiras em sua direção. Eu lutava com punhos abertos e armas ao alcance, então, não fazia questão daquilo... - Quem sabe com isso da próxima protege o maxilar. Aponto no meu rosto a mesma área enquanto me sento em algum lugar na beirada, inclinada com a mão na água.

Escuto os outros sem um foco absoluto e sem comentar, deixando um silêncio frígido no ar quando não restassem mais histórias. - Grr, bem, não há nada de mais para contar além do meu nome que já sabem e que eu sei me virar pra sobreviver. Você é bem rápido, Liu neh? Faço uma observação quase analítica, retomando a sororidade quase solene e ritualística do deslizar cuidadoso sobre a água.

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Re: 四 - Morte e Sangue Qua Maio 04, 2022 6:00 pm






Morte e Sangue



A tormenta dentro daquele restaurante finalmente chegava a um fim, com a morte de quatro marinheiros e um estrago generalizado, antecedendo a fuga do quarteto causador. Com um boom, tudo ia pros ares, chacoalhando a atmosfera do lugar e quase derrubando Liu Feng com seu pé atingido por uma arma de fogo. Para Ophelia, no entanto, aquilo era lindo, como uma verdadeira arte sendo pintada; já Jhonny e Zayn assumiam uma postura mais impessoal diante do espetáculo caloroso, enquanto rumavam para a costa da pequena ilha em busca de um bote.

Convenientemente, um pequeno bote que comportaria todos ali estava disposto, deixado por um cidadão com poucas faculdades mentais, ou até mesmo pouca precaução; talvez só não esperava que lhe fosse roubado um pequeno barco simples. De qualquer forma, sendo o mais adepto dos mares, o tritão pisava primeiro no que seria o convés, prometendo conduzir aquilo em segurança até o outro lado do arquipélago. Com suas diversas mãos, ajudava todos a se colocarem em descanso na embarcação, sendo recusado apenas por Jhonny; dela, suas mãos apenas pegavam a soqueira arremessada como um presente, antes que essa tomasse seu lugar sem qualquer auxílio.

Partindo dali de uma maneira ou outra, todos ficavam mais tranquilos e relaxados com o marasmo proveniente do mar e as ritmadas remadas na água salgada. Embora seu ritual inicial parecesse bizarro para qualquer leigo, o condutor o fazia sem hesitar, indicando certa confiança em suas próprias habilidades; tão boas eram essas, que pela extrema tranquilidade, a adrenalina no sangue de todos começava a se dissipar, e junto desse desaparecimento, a súbita dor proveniente de seus machucados, sejam esses pesados ou não, aparecia.

Evitando que mais silêncio se desenvolvesse, a turma passava então a se conhecer melhor, começando por Zayn com sua história sobre escravidão desde os seus dias iniciais naquele mundo, seguido por seus gostos simples, mas determinados. Ophelia começava a contar a sua, porém, era interrompida por Liu Feng, que se alongava na descrição de sua terra natal e a envolvia em mistérios e misticismo. A acrobata, excêntrica como sempre, não perdia a oportunidade de massagear o próprio ego e tecer comentários que iam além da compreensão de muitos ali; Jhonny, por outro lado, escolhia o silêncio e a esquiva, por algum motivo, não estava afim de contar sua própria história. Talvez, não a quisesse relembrar.

De qualquer forma, para dar um fim àquela dor insuportável e a tentativa de uma aproximação inicial, o grupo finalmente atracava na outra parte do arquipélago, agora mais livres do odor do mar e suas águas salinas, bem como longes do calor ardente do Sol que incendiava o dia com seu fogo sem misericórdia. De lá, partiriam para um próximo passo, este sendo, obviamente, tratar de seus ferimentos excruciantes. O resto, apenas eles mesmos poderiam declarar, talvez o futuro ou o destino guardavam mais aventuras para o grupo recém-formado; uma coisa, no entanto, era clara: eles não seriam normais.


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Milabbh
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Re: 四 - Morte e Sangue Qua Maio 04, 2022 11:30 pm
Quem disse sangue?!... Pera, era meu?!
Seis
O momento de histórias era finalizado com aquilo que eu só poderia classificar como nota dó. A moça com nome de moço matava o ânimo que trabalhamos para construir, eu principalmente, claro.

De qualquer forma, não era como se me interessasse pela vida deles, só me pareciam estranhos o suficiente para terem seu próprio número no circo. Parando para pensar, se Zayn fosse malabarista e Jhonny a mística que lê a sorte... Isso deixaria Liu em qual papel? Bom, suponho que ele poderia ser meu ajudante gostoso? Todo apresentador precisa de um. - Sim, sim... Parece promissor! - Exclamava para mim mesma antes de notar a aproximação da pequena ilha adiante.

Nada chamava muito a atenção, a não ser o calor escaldante que parecia estar tentando nos matar derretidos. Desembarcava do bote e imediatamente pegava um pouco e água do mar e jogava em minha nuca. - Arghhhh.... Agora sim! Aproveitem o show, queridos. Não é todo dia que terão a chance de presenciar tal visão magnífica e molhada! - Ria e logo voltava a sentir tonturas e gosto de sangue na boca.

Revirando os olhos, me endireitava, firmando-me para não cair. - Tá, preciso de um médico. Esse gosto de sangue já tá começando a me irritar. - Cuspia o líquido carmesim na água, limpando a boca com a mão em seguida. - Vou procurar um pelo cais mesmo, quem sabe onde doutores vivem, não é?! Quem vem?

Sem mais delongas, andaria pelo cais à procura de algum médico, clandestino ou não, para que pudesse tratar das feridas. Felizmente, não sentia dor, apenas um leve desconforto, no entanto, aquela fraqueza era o suficiente para me preocupar. Portanto, assim que avistasse um médico, entraria teatralmente.

- Oh, caro doutor, peço encarecidamente que me socorra. - Com a mão na testa, fingia desfalecer, deslizando na parede até cair no chão. - Sinto a vida se esvair de mim a cada segundo que fico sem seu mágico toque da cura... Não deixe esta pobre alma morrer. - Produzindo alguns sons de engasgo, fechava um dos olhos e o espiava com o outro. Quem sabe em uma situação de emergência ele não esqueça de cobrar a conta.

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Re: 四 - Morte e Sangue Qui Maio 05, 2022 2:02 pm







If it's not about me...


6
Todos eram figuras bem estranhas, se abrindo daquele jeito para vários outros assassinos. Me inclinava sutilmente para olhar o pequeno espetáculo que a cirsense ia fazendo em um belo monólogo inicial. A vejo cuspindo na água o carmesim que espalha-se percorrendo meus dedos na águas antes de erguê-los com um sutil sorriso enquanto observo a pasta aquomarinha viscosa deslizar de volta para água e ir embora.

Volto meu corpo completamente ao interior quando estamos chegando em outra encosta. Encaro de novo a, como chama-se... Ophelia. - Relaxa palhacinha, acho que está tudo funcionando normal aí... Digo pegando em seu rosto para olhá-la de perto. Aperto um pouco de forma quase sádica enquanto a inclino e passeio meu único olho sobre suas feridas. - Mas água salina não é boa para lavar suas feridas. Com um pouco de osmose e sem curativos, bem, tanto faz... Dou de ombros soltando-a enquanto me reclino de volta. Meus conhecimentos eram um pouc limitados também.

- Acho que vou com ela. Digo de forma repentina enquanto bato repetidamente um dedo contra o rosto. Haviam interesses, dentre eles ver seu tratamento... Não só pelo deleite sádico, é claro. Parecia uma rota mais segura e propícia para informações e aquisições práticas. Além disso, os outros pareciam um tanto protetores com ela e talvez seguissem o mesmo destino, não sabia ao certo. Se chegasse ao mesmo local e entrasse ia começar a procurar por livros ou coisas interessantes para ler e distrair enquanto observaria, se não houvesse nada e fosse vetada ia procurar por algum lugar para vender o que consegui e não usaria ou qualquer estabelecimento interessante nas proximidades do tal médico.


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Re: 四 - Morte e Sangue Qui Maio 05, 2022 5:32 pm
Zayn



Todos contavam suas histórias, menos a Jhonny, o passado de Liu era bem interessante, como o de Ophelia, o que me fazia ficar curioso quanto à o da moça calada, espera.... Se ela era uma mulher porque tinha nome de homem??

Meio preocupado eu atracava o bote na areia e falava com Liu, sobre a sua história.

— Eu acredito no deus नाश Naash, que significa na língua normal, destruição, eu tenho que destruir tudo que é velho e ultrapassado para gerar o novo, minha dança é minha reza e minha força é dada por meu deus, apesar de eu achar estranho pensar que existem pessoas que acreditem em outras coisas se não a minha, acho sua fé bela como a minha.

— E acho que Panglai precise de um pouco de destruição para trazer a nova era, não concorda?

Ia até Ophelia que se lavava na água do mar, ela parecia estar com calor então a refrescaria, entrava na água e com minha dança e Karate do tritão eu criava um golpe que a molharia por completo.

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— Oktopaspaspaspaspas, mais refrescada agora?

Se ela tentasse me bater ou algo assim apenas cairia de costas no mar e nadaria para longe e ficaria a olhando de longe com um sorriso no rosto, e quando ela se acalmasse voltaria para a terra firme.

Era uma pergunta seria, de um “religioso” para outro, logo após isso quando o pequeno bote estivesse devidamente preso eu iria para a moça calada e então lhe fazia uma pergunta que estava presa em minha cabeça desde que eu percebi, e agradecia pelo presente de antes.

— Se você é uma mulher na aparência porque tem nome de homem? Vem com presentinho é isso?

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— E obrigado pelo presente, usarei elas com muita força, é uma pena que ainda falte um par, mas isso é o de menos Oktopaspaspaspas, de toda forma se você tiver mesmo um presentinho, eu não me importo não viu... Okopaspaspaspaspas.

Ophelia como sempre era bem espalhafatosa, mas ela tinha um ponto, precisávamos ir ao médico para curar as feridas de quem estivesse machucado, o tiro no pé de Liu não parecia ser muito agradável, ou o maxilar da “palhaça”.

Seguia quem estivesse na frente, e olharia ao redor, afinal a marinha poderia já estar nos procurando, mas permaneceria calmo de toda forma, quando chegássemos no medico Ophelia fazia uma cena digna de teatro, mas de toda forma eu daria um empurrãozinho ao doutor.

— Ei amigão, é melhor você ajudar eles logo, se não a coisa vai ficar feia pro teu lado.

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Falava isso enquanto olhava para ele com todos os meus olhos abertos, e logo após estralava todos os meus 20 dedos das mãos e meu pescoço.

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Re: 四 - Morte e Sangue Sex Maio 06, 2022 12:43 am


A Era do Dragão



— DraDraDra... você acha? Na verdade, eu estou enferrujado e a adrenalina de hoje foi magnifica... eu estava com saudades disso.

— Não posso deixar de elogiar sua precisão maestral com os objetos arremessados, você parece ter um bom controle entre o peso da arma, trajetória, queda do objeto hein...

— E ainda me diz que não há nada demais para contar? Jhonny conta outra DraDraDraDra..., mas não se sinta pressionada, quando for pertinente, poderemos conhecer mais de você... certo?

Descontraia com a opinião acerca de minha história vinda de Ophelia, seu jeito descontraído e despretensioso era algo legal, eu piscava tendo uma ideia, talvez ela seja o arlequim... que só quer ver o circo pegar fogo... a própria encarnação da desgraça... eu, eu gosto disso.

Ouvia sua história, prestando atenção nos menores detalhes, queria conhecer meus futuros aliados e melhor possível e entender suas mentes seria um ponto ideal.

— Então queimar algo já é algo que você tem pratica? Bom saber... Eu acho sua história bem cativante...

Por fim, me atentava as palavras de Zayn, — Você entendeu perfeitamente o que Penglai precisa... sua religião é no mínimo adorável... O velho tem que morrer para o novo chegar... essa dinastia tem que acabar.

[...]

Olhava a nossa volta, procurando olhares curiosos de pessoas intrometidas, notava que Ophelia também precisava de tratamento e ia sentindo a dor no pé só piorando, — Talvez eu conheça um médico... no máximo conseguimos essa informação de forma fácil, venham comigo.

Caso me recordasse da localização de um médico, me encaminharia até ele, porém não sendo o caso, a primeira pessoa que encontrasse nas ruas não sendo um marinheiro, me aproximaria jogando a mesma no beco mais perto.

Segurando-a pelo pescoço caso conseguisse, diria, — Onde fica o medico mais próximo? E eu não aceito um ‘não sei’ como resposta...  – Olhava com um olhar de poucos amigos, queria tentar ameaça-la e levemente amedronta-la.

Conseguindo o que precisava, bateria a cabeça da pessoa, sendo mulher, homem, criança, contra a parede até que ela parece de gritar.

Limpando minha mão nas próprias roupas da vítima, seguiria para o local indicado, chegando abrir a porta para que todos entrasse e tendo a plaquinha de aberto na porta, giraria indicando que o lugar estava fechado.

Primeiramente tentaria ser cordial, dizendo, — Bom dia amigo... a situação é simples, você tem duas opções, uma nos ajudar e a segunda, nos ajudar, qual você vai querer?

— Comece cuidando dela e depois você checa a nossa situação...


Se assim não funcionasse, tentaria agarra-lo pelo pescoço, levantando-o contra a parede, diria, — Ultimas palavras?! Não estou com paciência para vermes... – Sorriria lambendo meus lábios só em imaginar minhas mãos se enchendo de energia quente e vital do medico.


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