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Relembrando a primeira mensagem :

Is it Wrong to pick up girls in a Marine fleet?

Aqui ocorrerá a aventura dos Marinheiros Rael Kronin, Ravena Mancini, Luciferanna Von Brilliant, Snow e Yura Kyoufu. A qual não possui narrador definido.

_________________



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Scylla
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Twin Souls




Conversar com Argus havia sido uma agradável maneira de passar o tempo fora da patrulha, aquele homem não era só uma montanha de músculos atraente, também possuía uma intrigante história a ser contada e eu ficava bem contente por ter tido a chance de conhecê-lo um pouco melhor. - Tenho certeza de que você seria um formidável marinheiro, possui valores os quais eu admiro em alguém. - Tinha um olhar afável para o segurança suspirando em alegria e chateação. - Mas entendo seu sentimento em relação a aventuras, ou deveria dizer liberdade? - Argus estava a muito tempo confinado ao trabalho de proteger pessoas e suas residência, pensando dessa forma fui capaz de compreender melhor o seu sentimento, e talvez por isso ingressar na marinha estava fora de seus planos, enquanto houvesse um caminho para ele viver sua própria sem estar preso em alguma organização.


Teria me recomposto não deixando que minha opinião pessoal intervir na conversa ou na decisão de Argus. - Mas acho bom você retornar em segurança para os seus irmãos. - Enchia as bochechas de ar enquanto cutucava e pressionava o abdome do segurança com o dedo. - Ou nunca vou te perdoar, e não se esqueça de mandar notícias para eles, fui clara? - De baixo para cima o encarava furiosamente afiando os grandes olhos esverdeados como os de uma coruja, eu não estava verdadeiramente irritada ou pretendia ameaçá-lo, porém estava falando bastante sério. Depois disso lhe mostraria um grande sorriso, acenando em concordância a respeito de seus comentários sobre nos encontramos novamente, afinal eu não possuía razões para acreditar que esse reencontro seria ruim.


Na cozinha o pequenino me surpreendia com o gesto de afeto. - Ohh… Que galanteador. - Comentava num arzinho de provocação sem deixar muito claro se havia gostado ou se era uma advertência. Em todos os casos após terminar o almoço. - Devo dizer que essa garota ficou impressionada. - Tecia o elogio brincando com a nossa troca de implicâncias que ocorreu minutos antes.


As respostas de Yura só me geraram maiores dúvidas ao invés de proporcionar algum esclarecimento. - Então existem outros tipos ao invés dos poltergeists? - Perguntava inclinando parcialmente a cabeça para o lado, a fala de Yura havia dado a entender que existiam mais "classes" de fantasmas ou algo desse tipo. - Então tivéssemos sorte que não haviam poltergeists dessa vez, mas se algum deles aparecer eu conto com você para cuidar de nós. - Sorria divertindo-me bastante com o rumo da conversa. - Mas você parece gostar deles, mesmo sendo pestinhas. - Entendia que o mundo visto por Yura não era necessariamente ruim, considerando o fato dela se referir aos espíritos baderneiros com certo apreço, talvez não fossem muito diferentes de crianças arteiras, assim conclui.


Entretanto o mais impressionante ainda estava por vir. - Você também conversa com os mortos? - De olhos bem abertos pisquei duas vezes observando Yura fixamente sem saber como deveria reagir diante a garota que parecia ter vindo diretamente de um livro de terror, talvez ela de fato possuísse o dom da mediunidade, ou então podia ser algo que só ocorre dentro de sua cabeça, independente da resposta à situação por si só era bem intrigante, principalmente porque ela demonstrava acreditar naquilo.


Assim ocorria as idas e vindas entre um turno e outro, por ser de manhã dificilmente eu conseguiria dormir, então teria iniciado a leitura de algum livro de fantasia na enorme biblioteca, dando atenção a Yura caso ela quisesse conversar.

>><<



Sabe aqueles dias que se você pudesse não acordava ou muito menos levantaria da cama? Pois eu estava num dia desses, ou no caso noite, tanto faz, fato é que eu não tinha a opção de me trancar no quarto até esse pesadelo passar. - NHMMMMMMMMM… Chaaaaaaaaato…. - Resmungava de forma barulhenta reclamando com a fala arrastada assim como meus passos totalmente desmotivados, mais parecia um zumbi cambaleante com os braços caídos e o olhar direcionado ao solo. - Porque Pandinha? Por que? - Me escorava na porta pois tal estrutura seria a única coisa que me manteria de pé dada a completa apatia. - De todas as missões, tínhamos de ser enviadas para executar a mais entediante? Limpar todas as latrinas do QG não parece tão ruim agora… Pensando bem, lavar privadas seria ruim pra caralho né? É, esquece essa última parte. - Tudo bem, existem coisas mais desagradáveis do que ficar de vigia, porém isso não torna o trabalho menos broxante. - E pensar que lá fora existem tantas gangues e organizações criminosas aguardando ansiosamente para terem o expurgo de seus pecados… Eu até consigo escutar os gritos horrorizados implorando misericórdia enquanto a mais genuína dor purifica os corpos e almas corruptas… Porém estamos confinadas nessa mansão, onde nada acontece, é como se minha razão de existir no plano terreno perdesse todo o sentido… - A medida que as palavras eram proferidas maior se tornava meu estado de apatia e depressão, comigo estando a desabafar todas essas tristezas com Yura, não esperava que ela entendesse, mas eu precisava falar mesmo sem ninguém escutando.


Caso a garota comentasse a respeito do apelido. - Bom você é piquititinha, também muiiiito fofa com essas olheiras e pele branquinha, me lembrou um pandinha vermelho, eu gosto deles, são bonitinhos… Mas prefere Guaxinimzinha ou Tanukizinha? - Claro que eu estava falando sério, como poderia brincar quando o assunto são criaturas fofas e adoráveis? - A propósito, que tal sairmos para fazer compras qualquer noite? Seria legal ter companhia de alguém com gostos parecidos. - Logo mudava de assunto, e julgando completamente o livro pela capa eu supus que Yura tinha um estilo gótico trevoso para roupas, e não nego gostar de vestes mais escuras.


Em uma das patrulhas noturnas eu ficaria observando a chuva cair, indo até o exterior da mansão me sentando abaixo da varanda do segundo andar, e caso Yura se aproximasse. - Eu quase me sinto humana em dias assim, nada contra vocês humanos, mas quando chove o céu é igual, seja de dia ou de noite, a mesma chuva que cai mim também cai nela, é uma das poucas experiências que compartilhamos. - Comentava em relação a dualidade desse corpo, não gosto de pensar nas semelhanças, tenho certo receio de me contagiar com a humanidade de Luci, isso iria atrapalhar meu propósito na terra, mas não consigo evitar a melancolia em noites chuvosas. Entretanto, após alguns minutos voltaria para a mansão, estando satisfeita com a pequena dose de temperatura congelante.


Terminando o turno. - Pandinha, bom descanso, eu não vou te carregar no colo só porque você não conseguiu dormir direito. - Brincava com Yura antes de adentramos nos quartos disponibilizados para dormir entre os turnos de patrulha e descanso. - E se algum poltergeist otário não deixar você dormir me avisa, que ai quando eu regressar ao inferno mando minha rapaziada vim aqui chutar a bunda dele. - Estalava os dedos apertando o punho cerrado contra a palma da mão oposta, depois invertia o processo, mais parecendo uma delinquente juvenil querendo assustar os espíritos malignos… Talvez eu deva parar de ler livros sobre mafiosos viajantes do tempo… Mas eu não fazia isso só porque havia gostado minimamente de Yura a ponto de querer o bem dela, eu apenas não suporto a idéia de que possam existir fantasmas vagando pela terra enquanto deveriam estar sofrendo no inferno para terem os pecados expurgados, é apenas isso.


Assim o tempo passou e eu sofri calada, não pra tirar o tédio do pensamento, até que o sol nasceu né. Maldita Luci roubando todo o tempo de tela

>><<



Outro dia começava assim como a aventura de acordar num lugar novo sem saber como cheguei ali, não demoraria até que eu fosse capaz de reconhecer a mansão e de imediato iria atrás de minha parceira de vigília. - Yura! Ainda bem que você está aqui, ocorreu tudo bem nas patrulhas? Sofremos ataques? Alguém se machucou? - Diria assim que avista-se a morena ou qualquer outro colega, atropelando-o com perguntas consecutivas.


Ao ser perguntada sobre o comportamento da minha outra metade eu coçava os cabelos provavelmente estando mais confusa do que o Snow. - Hm… Isso somente ela pode responder. - De fato eu não fazia ideia dos ocorridos no interior da minha outra metade, então era impossível responder de forma satisfatória.


Antes de partirmos iria agachar em frente a jovem loira ficando na mesma altura que. - Senhorita Von Heinz, se vossos parentes atrasarem o retorno não hesite em solicitar uma nova escolta, ok? Eles têm uma filha encantadora e com certeza prezam pela segurança dela. - Não queria ter de sair da mansão sem o retorno dos proprietários, então ao menos entregava um conselho para Eli, desejando evitar um cenário ruim, se ela permitisse lhe faria afagaria brevemente os cabelos num gesto de carinho.


Retornar ao quartel general estando a pé após uma noite mal dormida não era exatamente a minha maneira favorita de começar o dia, mas tinha de ser feito, não é como se uma carruagem luxuosa fosse parar e nos oferecer carona, triste. E durante o relatório só tinha mais um detalhe que eu desejava acrescentar. - Ao deixarmos a mansão os pais da Senhorita Elizabeth não haviam regressado. - Avisava mais para que o quartel pudesse ficar atento a um novo pedido de vigília caso o retorno dos donos da mansão demorasse além do previsto.


Prostrei as mãos na cintura vendo o descaramento do pequenino. - Este foi um pulo bem alto para alguém sem forças… - Arqueava uma sobrancelha questionando o anão num tom bem humorado. - Eu tenho algo que gostaria de falar com a tenente, Flake! Poderia fazer a gentileza de levar o Snow até o quarto? Se ele ficar de pirraça pode comer a parte dele no almoço. - Fazia um sinal de joinha para a ave ao mesmo tempo lhe daria uma piscadela compliciosa sem o anão ver, revelando ser apenas uma inocente brincadeira.


Como Rael também possuía algo a pedir para a tenente, eu a deixaria falar antes de mim, e quando fosse minha vez. - Quando a Tenente me ensinou as técnicas de investigação eu notei que nem todas as descobertas eram feitas com base em conhecimento de vida, a maioria dos casos foram desvendados seguindo as pistas nas cenas de crime, mas tinham situações tão complicadas que eu não consigo deduzir como alguém fez para chegar naquela conclusão, teria alguma dica para ajudar a melhorar minha capacidade de dedução e raciocínio? - Apoiava o dedo nos lábios ao fazer o questionamento, na verdade eu mesma tinha dúvidas se a pergunta havia ficado clara.


Milabbh
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恐怖



Arregalava os olhos arroxeados com aquela incrível demonstração de poder. Sentada sobre uma lápide, aplaudia o show. - Foi incrível senhor Frank! Os requintes de crueldade realmente dão um toque a mais.

{...}


Por sorte, o Henry não ficava chateado comigo por rir, na verdade, continuava me elogiando, o que me fazia corar. - Você fala de um jeito tão... Antigo e bonito. Não imaginava que alguém falaria isso sobre mim. - Brincando com as mãos, esperava que ele começasse o passeio.


Enquanto passeava com ele, respondia seus comentários e fazia breves observações sobre cada local que lhe parecia importante. Por fim, acabávamos chegando na mansão, onde encontrava todos sentados em uma mesa, inclusive nossa protegida.


Sentando-me, apontava um local próximo para que Henry pudesse ficar também. Apreciava as expressões de prazer ao meu redor e me servia de alguns dos cubinhos de alimento. O sabor explodia em minha boca, fazendo meu rosto se contorcer em um sorriso macabro e olhos bem arregalados.


-Isso está divino!! - Exclamava em alto e bom som, enchendo a boca com mais cubinhos, até o ponto de não caber mais nada. - Vofê é muifo falenfoso Fnow! - Lutava para me comunicar enquanto mastigava cada pedacinho do céu.

{...}


Após a refeição, eu, Luci e Henry fomos para a porta principal, onde a loira perguntava sobre minha empreitada. Henry rapidamente saciava minha curiosidade, então eu podia encarar a moça novamente e continuar. - O Henry só morava aqui, mas morreu depois de comer um tomate... A comida do Snow não tinha tomate, ou tinha...?


Ficava preocupada, mas rapidamente esquecia disso com a pergunta de Luci. - Ahh, claro! A maioria são apenas fantasmas daqueles que já morreram. São bem simpáticos, mas solitários... - Dizia em um misto de animação e tristeza antes de prosseguir. - Buuuhuhuhu. Realmente! Eles com certeza teriam feito uma bagunça aqui... Mas se aparecerem, pode deixar que dou um jeito! - Dizia sorridente enquanto segurava o braço.


Abrindo os olhos em surpresa, alternava meu olhar entre a loira e Henry. - Consigo sim, eles são meus amigos... Acho que você não consegue vê-los também, não é? - Me sentia levemente frustrada mas continuava. - De qualquer forma, o Henry está do meu lado. Ele é jovem e já morou aqui antes, me mostrou a casa e não se importa com nossa presença aqui. - falava animadamente, era muito raro alguém se interessar pelo meu "dom", então nem mesmo sabia como explicá-lo, mas era bom tentar.


Após nossa conversa, trocávamos de turno algumas vezes, sendo embaladas pelo som estrondoso da tempestade. Não havia conseguido dormir nenhuma vez, mas ficava conversando com Henry no meio tempo. Finalmente Luci acordava, mas ela não parecia muito contente. - Pandinha...? - Perguntava sem entender, mas com a explicação, meu rosto se iluminava em um sorriso largo. Ela realmente estava falando assim comigo? - Ninguém me achou fofa antes, as pessoas geralmente têm medo de mim... Mas pode me chamar como quiser, eu gostei de todos! E adoraria fazer compras... Eu nunca fui antes. Deve ser divertido!


Falar com Luci estava se provando uma tarefa bem mais fácil do que eu havia imaginado, ela até tinha me dado um apelido e me chamado pra sair! Eu precisava manter a conversa da melhor forma possível! - É, lavar privadas deve ser horrível. - Um arrepio gelado percorria minha espinha só de imaginar aquele trabalho.


- Uhhh, isso parece bem divertido! Eles ficam bem mais mansos quando morrem... É patético! - Ria imaginando as pessoas maldosas que vi morrer antes. - Quem sabe nossa próxima missão não seja mais emocionante!... Digo, se ainda formos ficar juntas. - Meu rosto esquentava e eu encarava o chão após perceber que tinha me animado demais com aquela possibilidade.


As conversas na varanda se tornavam esclarecedoras quando eu notava que aquela Lucy com quem eu estava falando não era a de mais cedo. Não entendia muito bem sua condição, mas ambas estavam sendo muito simpáticas comigo. Sentando-me perto dela, encarava o céu também. - Eu gosto da chuva... Sabia que eles dizem a mesma coisa? Os fantasmas, quero dizer... Eles falam que é quase como se pudessem se molhar... Uma espécie de memória da vida. - Sorria para ela, esperando ter feito sentido.


Nosso turno terminava quando estávamos prestes a entrar no quarto. Sorrindo, respondia a loira uma última vez aquela noite. - Ahh, se eles te ouviram com certeza não aperecerão por aqui hoje buuhuhuhu.... Obrigada Luci! - Com isso, deitava na cama, pensando em quão estranho esse dia havia sido. Eu até tinha feito uma amiga!... Eu acho.


Com a chegada da manhã, não sentia o cansaço bater, mas definitivamente, Lucy sim. Um pouco surpresa, me levantava e conversava com ela, mas logo entendia a situação. Ela não devia lembrar de sua parte não humana... Não é? - Oi Lucy! Não se preocupe, está tudo bem... Você foi ótima ontem de noite, até me protegeu dos Poltergeists! Mas ninguém apareceu causando problemas, vivo ou morto. - Sorria para ela e então descíamos para nos despedir.


Ficava chateada em ter que deixar o senhor Frank e Henry sozinhos de novo. - Bom... Já vou indo agora. Obrigada pelo tour Henry... E bem... Pelas palavras bonitas. - Sorria sem jeito tentando encará-lo. - Se despeça do senhor Frank por mim também! - Dizia me afastando até alcançar a mocinha que deveríamos proteger. - Tchau madame, foi um prazer trabalhar com você e sua família. Espero que tenha uma boa vida... E morte no futuro!

{...}


Durante o caminho, Snow se aproximava de mim e perguntava sobre meu sono. - Ahh, não, eu raramente durmo. - Dizia apontando para minhas enormes olheiras antes de continuar. - Hmmm... Você pode tentar fazer amigos do outro lado! Eles não dormem também, então ficam conversando com você o tempo todo, inclusive de noite! - A animação em minha voz era nítida, afinal, estava me lembrando de meus novos amigos da família Heinz.


Já no quartel, ao ouvir Ravena, finalmente descobria o nome da tenente, mas esperaria que os outros falassem e só então expressaria minhas dúvidas. - Tenente, eu conheci alguém e gostaria de mais informações... Existe algum registro sobre a família Heinz na marinha?... Talvez um ciborgue chamado Frank! - Estava interessada em aprender mais sobre história, seja da ilha ou do mundo.
Garota Cavalo
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Ken no Yuusha



Ficar ali deitadinha realmente era muito agradável, se antes havia me assustado com Ravena, agora ela fazia eu me sentir segura, e aos poucos ia me aninhando em seu abraço até chegar na posição perfeita — Eu também poderia me acostumar com isso — Respondia ao seu comentário com uma voz baixinha e sonolenta, típica de extremo conforto.


Poderíamos ficar ali o dia todo e eu não me importaria, mas como havia salientado antes, é importante que levemos um dever como nossa missão a sério. Me levantava arrumando as roupas e ajeitando o cabelo com as pontas dos dedos — Tem razão, é melhor irmos.

[...]


No final de contas minhas preocupações e nervosismo de antes pareciam ter sido fúteis visto que não encontrávamos nenhum problema no decorrer do dia e noite, apenas a boa e velha troca de turnos de tempo em tempo, devo admitir no entanto que ficar de guarda dentro da mansão era muito mais confortável do que o lado de fora. Passava o tempo todo conversando com Ravena e observando o exterior pelas janelas.


Nem me fale, ainda mais depois das histórias sobre fantasmas da Yura — respondia o comentário de Ravena sobre o clima mais ameno — Você acredita nessas coisas? Digo espíritos e assombrações? — Só de pensar me dava um calafrio na espinha, e talvez um pouquinho de medo.


Que bom que temos um bom teto sob nossas cabeças — Respondia o comentário da garota Elizabeth que passava por nós eventualmente, me lembrando da quantidade incontável de goteiras que havia na forja de Baldur, era simplesmente impossível de fazer algo durante a chuva — Tenho certeza de que a tempestade espantou qualquer um mau intencionado, ela mais nos protege do que qualquer coisa — Dizia aquilo como forma de tentar tranquilizar a garota que parecia um pouco acuada com o barulho dos céus.

[...]


Na manhã seguinte, me preparava para partir, junto de todo o grupo me despedia de nossa “anfitriã” fazendo uma breve mesura — Se precisar de qualquer coisa não hesite em nos chamar.


Durante o caminho, em especial com o desvio de rota para Ravena comprar seus livros, eu ficava atenta procurando por uma padaria ou confeitaria — Vocês querem algo daqui? — Comentaria com o grupo caso encontrasse, e então entraria pedindo quatro cupcakes embalados e mais um para comer no caminho ou qualquer iguaria similar a isso. Pretendia entregar alguns doces para Marcus como agradecimento por ontem, por mais que ele diga que não é necessário, ainda assim não faz mal! Pagaria também pelo lanche dos outros caso quisessem.

[...]


Na sala da Tenente, me mantinha calada enquanto Raven, Snow e Lucy tomavam conta de reportar tudo, enquanto os dois últimos falavam, eu sorria para Ravena fazendo um sinal de “bom trabalho” — Acho que isso conclui nosso relatório — Finalizava ao observar que todos se calavam. Esperava pela resposta da Tenente assim como quaisquer outras coisas que ela tenha ou precise de nós, e aproveitando a deixa de Ravena diria logo:


Vocês podem ir na frente, mais tarde nos vemos — Esperaria que Yura terminasse seus questionamentos e que os outros se retirassem, sobrando apenas Lucy que também parecia querer algo, ficava um pouco hesitante em falar aquilo sem ser a sós com nossa superior, porém respirava fundo e falava o que tinha em mente.


Tenente Kat, ontem quando chegamos lá sem uma cadeia de comando ou ordens específicas, eu achei que poderia tomar a iniciativa e nos organizar… — Pausava olhando brevemente para Lucy que havia me elogiado mais cedo, e então logo voltava o meu foco à Tenente — E por mais que as coisas tenham dado certo, não consigo parar de pensar se a minha escolha teria sido a melhor em uma situação de invasão… O que eu quero dizer é… Não sei se pareço presunçosa em dizer isso mas… Eu estava pensando se a senhora não poderia me ensinar a ser um pouco mais... como você— nesse final minha voz saía um pouco mais baixinha de vergonha.
Shiori
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Trio - Marinheiros



Todos

Luci havia se sentido bem com o papo, era provavelmente um momento bem relaxante para ela. No entanto tudo estava seguindo bem, onde ela falava mais um pouco antes de sair do lugar, onde ele acabava por responder tranquilamente.-Na verdade é porque paga mais, mas você está certa, sair de segurança pra marinha, só trocaria meus mestres. As vezes é bom ser dono de si mesmo.- ele disse piscando o olho pra ela naquele momento, e começava a se despedir também, falando sobre sua própria saúde.-Não se preocupe, comparado as tentativas de assasinato organizadas, e atentados contra a vida dos patrões, bater em alguns piratas, sem precisar me preocupar com algo a proteger, vai ser bem menos ameaçador.- disse ele com um sorrisão, como se estivesse tendo uma ideia muito boa. Claro podia mesmo ser bem mais tranquilo, a questão era que provavelmente ele nunca conheceu outro tipo de vida.

Então depois disso todos tinham provado a boa comida, onde Snow, dava uma dica importante pra moça, parecendo uma cena saída de He-manum homem bastante responsável.-Eu tenho uma alimentação bem restrita, prescrita por nutricionista, e toda uma rotina de treino administrada por Argus, sou bastante saudável pra minha idade.-e de fato só de olhar pra ela não era possível chutar 15 anos, ela parecia ter seus 20 ou mais, por conta do corpo bastante desenvolvido, a questão era que seus treinos ajudaram bastante no desenvolvimento e crescimento.

Era um papo que não ia muito além nesse momento, onde enquanto isso a Yura lidava com os flertes do fantasma, chamando ele de antigo, era um elogio, mas ele se sentia meio retrógrado. Mesmo assim ele aceitava que seus dias na terra tinham chegado ao fim. Luci e Yura tinham sua vigília, ao mesmo tempo que Ravena e Rael tinham seu próprio momento pessoal.

Ouvindo o que as duas papeavam o fantasminha não deixava de falar algumas coisas, sobre o assunto.-A chuva é realmente bela, acho que quando vejo as gotas escorrendo, escorrendo pelos corpos, me lembro do passado, às vezes penso sobre como a vida é em vão, e como muito do que fazemos passa em branco, como lágrimas na chuva.- era um breve comentário sobre o que elas estavam falando, de resto ele até que ficou mais estudando a situação ali, aprendendo o que elas queriam dizer com tudo isso, algo que as duas malucas pareciam ter chegado a um consenso.

A hora da despedida chegou e todos se prepararam pra sair, a moça na porta acenava pra eles, confirmando que se precisasse de algo procuraria sim.-Espero que tenham um bom trabalho, se precisar algum dia, irei recorrer.- Disse ela deixando que todos se afastassem, e a caminhada para o QG era bastante tranquila. Ravena fazia uma pausa, onde ela pegava emprestado os dois livros que queria, um sobre lógica e outro sobre estratégia.

E finalmente eles estavam de volta no Quartel, entrando lá, eles já iam direto para falar com a Tenente, a porta dessa vez estava aberta, e ela estava sentada lendo o que parecia ser o jornal, ela ia virando as páginas, quando viu as pessoas entrando, então, nesse momento, ela guardou o que estava lendo, falando com eles.-Bem vindos, como foi a missão?-e quando todos começaram a relatar ela foi ouvindo, logo em seguida respondia.-Muito bom, vocês conseguiram resolver mais uma missão Estão de parabéns, aqui está o salário de vocês.- ela pegava envelopes com os nomes de cada um deles naquele ponto.

Ela ia entregando pra cada um, todos tinham o mesmo valor já conhecido por eles, então ela nem falava em voz alta os valores, com isso apenas havia deixado que aqueles que não quisessem ficar pudessem ir.-Entrarei em contato com vocês assim que surgir mais uma missão, por hora estão dispensados.- Entretanto apenas Ravena e Snow sairam dali, Snow no caso, foi carregado pelo Flake.

Luci entregou ele nas garras do passarinho, que já parecia esperar que isso fosse acontecer, então ele agarrou o anão pelo tronco fechando os pés com cuidado em volta dele. E saiu voando dali, ele levou o anão para deitar, colocou ele na cama, e aninhou na cama também, depois de cobrir o rapaz com o lençol puxando ele com o bico, era um bicho esperto, e aproveitou pra tirar seu cochilo também.

Então na sala da Tenente três das moças tinha ficado por ali, cada uma delas queria saber algo, Rael e Luci algo por igual, então ela teria de arquitetar como iria ensinar elas.-Eu posso ajudar vocês, vamos começar assim, primeiro, vou falar um pouco sobre o Frank. Ele foi um vice-almirante bem famoso, a maioria dos dados sobre ele se perdeu, por conta das circunstâncias, que ele participou de um projeto secreto, ele morreu em combate contra um supernova de 800.000.000 de berries . Era um cara admirável- ela disse coçando colocando a mão no queixo, onde pegou um livro, que tinha um titulo chamtivo.

Era um que era muito diferente, na capa estava escrito "História do Mundo Segundo a Marinha, de Marinheiros para Marinheiros.” parecia realmente muito específico, um livro sem nenhum forte viés ideológico, certamente bem imparcial, não é mesmo.-Primeiro comece lendo os capítulos iniciais enquanto vou criando alguns exercícios com as meninas e depois volto e vou te ajudando novamente.- Então ela se voltou para Luci e Rael, one ela começaria a explicar a forma de estruturar o pensamento.

Ela pensava na melhor maneira de dizer isso, e trazer ali a informação.-Lógica é algo que todos nós já temos um pouco dela intrinsecamente dentro de nós. Ela se trata de ser capaz de interligar pontos, observar os dados e saber ler eles, você observa algo, e consegue entender melhor como aquilo funciona. Todo sistema tem uma lógica por trás por exemplo- e então ela pegou um caderno para elas, onde ela começou a fazer alguns traçados então escreveu um pequeno texto que envolvia os pontos.

Ela então voltou a falar.-Questões intelectuais podem surgir de qualquer coisa, como por exemplo isso aqui, são vários pontos que parecem sem nexo, mas na verdade eles formam uma palavra se eu passo uma linha entre eles. Então vamos começar.- e assim ela explicaria e tiraria a dúvida das moças, ensinando elas o que fosse perguntado, também colocando alguns exercícios num caderninho, problemas intelectuais para que elas resolvessem.

E assim, quando elas parassem pra responder algo no caderninho ela voltaria até Yura, para falar com ela nesse momento, começando a falar sobre historia.-Vamos lá, a historia do mundo se divide em muitas partes, vamos começar pelo primeiro capítulo, vamos fazer um mapa mental.- Ela iria lendo junto da moça dos fantasmas, e pegando palavras chave e deixando que Yura escolhesse suas próprias palavras.

Iria em cada capítulo destacando e fazendo comentários, enquanto tecia informações fora dos livros, adicionando coisas extras, coisas novas para toda aquela história, aqueles detalhezinhos sórdidos fora dos livros. E assim ela iria variando, entre as atividades que passasse para Yura e para as outras duas, articulando uma aula diferente para cada uma, falando informações, ensinando e tirando dúvidas com todas elas na mesma sala.

Histórico:


Legenda:


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恐怖



Após receber o envelope, o guardava com cuidado em minhas vestes. Nunca imaginei ter tanto dinheiro assim. De qualquer forma, depois poderia pensar nisso, era hora de falar com a tenente, ou esperar que ela terminasse de falar com as outras.


No entanto, como Luci e Rael pareciam querer a mesma coisa, Kat começava por minha pergunta. Olhava para ela atentamente, os olhos carmesim brilhando em excitação. Então o senhor Frank era realmente da marinha e talvez eu soubesse de coisas que ninguém mais sabia sobre ele.


Eu estava encantada enquanto pegava o livro em minhas pequenas mãos alvas. A capa era chamativa e o conteúdo parecia ser sobre a marinha. Erguendo meu olhar novamente, voltava a encarar a tenente, agora ostentando um sorriso bizarro no rosto. - Obrigada tenente! Vou ler agora mesmo! Mais tarde volto.


Saltitante, saía da sala em busca de um lugar calmo. Uma janela com vista para o mar seria o idea, ainda mais se chovesse novamente. Sentada ali, respirava fundo e abria o livro lentamente, como se ele guardasse os segredos mais profundos daquela organização.


Cada parágrafo enchia meus olhos e cabeça com informações novas, várias curiosidades sobre a marinha e seus fiéis trabalhadores. Não me admirava aquele fantasma ter me falado para entrar na organização.


Não precisava ler muito para achar a página que falava sobre o senhor Frank. - Ahh, aqui está!... Morto em combate contra uma supernova... Só isso?! - Folheava as páginas seguintes em busca de mais informações, mas aquilo parecia ser a única coisa que encontraria. Por um momento, me pegava sorrindo após a frustração, por causa de meu dom, eu sabia mais do que um livro sobre a vida daquele homem.


Continuava lendo o livro até que ele terminasse e o fecharia com uma só mão enquanto encarava o horizonte. Quantas histórias que ninguém sabe eu poderia descobrir nesse mar? Dizem que os mortos não falam nada, que os segredos dos vivos estão seguros... Mas e se isso não fosse verdade? Eu poderia ser a voz dos mortos, descobrir as histórias e segredos daqueles que se foram.


- "Dead men tell no tales", huh? Que piada! - Ria sozinha com bastante felicidade, segurando o livro contra o peito e andando em direção ao escritório da tenente de novo. Uma vez lá, bateria na porta e entraria. - Tenente, li tudo! Podemos revisar? Não vai acreditar no que descobri... Buuuuhuhuuu. - Dizia animada e em tom misterioso.


A mulher se aproximava e já começava pelo primeiro capítulo do livro novamente. Tudo o que eu já havia lido parecia se tornar cada vez mais claro quando ela explicava. Acenava rapidamente com a cabeça enquanto traçava as linhas do mapa mental em uma folha. Quando estava me aproximando do fim, me impressionava ao ver que tudo parecia estar ligado.


Parava o que estava fazendo e me afastava um pouco, tendo uma visão melhor do papel. - Uauu... - Olhava para a tenente com uma expressão de alegria genuína em meu rosto. - Tenente, você acabou de me mostrar um novo mundo! É incrível... Parece um quebra-cabeça! - Ao terminar de estudar, porém, sentia que sabia bem menos do que antes, uma vez que a história sempre exigia mais de quem a estudava, as viagens que me aguardem!
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O Grande Snow





Fazia um bom tempo desde que tinha uma noite de sono tranquila sem ter que me preocupar com nada, então era reconfortante me sentir seguro naquela cama imensa do quartel.


Eu sonhava com algo bem legal de se imaginar, eu era um rei, mas não qualquer rei, eu havia me tornado tão forte que a marinha tinha me dado o posto mais alto de todos, o dono da marinha, mas me sentia vazio ainda assim, será que era porque no fundo sabia que era um sonho?

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Quando eu acordasse provavelmente Flake estaria ao meu lado e eu não faria ideia de que horas eram, eu realmente estava cansado da noite anterior, e a baba no meu travesseiro provavelmente confirmaria esse fato, não acordaria meu companheiro, o deixaria descansar por hoje, ele merecia.


Quando estivesse finalmente de pé e acordado eu iria a biblioteca do QG e pegaria dois livros se eu os achasse, um de ilusionismo e outro de teoria da música sobre vários instrumentos, gostaria de entender mais sobre esses dois assuntos.


Subiria nas prateleiras escalando lentamente, depois empilharia um livro sobre o outro e então levaria eles até uma mesa, e os jogaria em cima dela, precisava de uma posição um pouco acima para ler com mais facilidade então pegaria qualquer coisa em cima da mesa ou mesmo outros livros para me sentar em cima.


O que será que os outros estão fazendo agora? Eu dormi tão rápido que não posso nem me lembrar do que aconteceu, mas bom, agora era momento de aprendizado então se tudo estivesse pronto logo começaria a ler, mas antes eu precisava comer algo já que estava faminto.


Iria correndo rapidamente até a cantina e iria até os cozinheiros e pediria um prato ou dois.


— Não sei o que é o menu de hoje, mas por favor me dê uma porção generosa por favor!


Depois que devorasse tudo voltaria para a biblioteca para então de fato começar a minha leitura dos livros que eu havia pego.

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Garota Cavalo
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Ken no Yuusha



Ver a naturalidade com o qual Lucy e Yura pediam orientação da Tenente me deixava um tanto envergonhada por ter feito todo aquele discurso de antes, talvez um simples pedido impessoal tivesse sido mais fácil, mas agora já é um pouco tarde demais Gishishishi… Acabava por ter um interesse similar à própria loira, então de certa forma era bom aprender junto de alguém e não sozinha.

[Início do Aprendizado de Lógica]


Sentar na mesa cheia de exercícios certamente me trazia memórias dos meus momentos de estudo sob tutorial, e devo admitir que não era lá agradável, minha cabeça já começava a dar um nó só de pensar no passado antes mesmo de começar os exercícios propostos. A postura da Tenente e sua boa vontade me fazia olhar para aquela atividade com outros olhos, sua explicação era concisa e eu podia sentir uma certa gentileza em suas palavras.


Então a gente só precisa… Pensar? — O conceito de se ensinar lógica era algo que eu não via muito como possível, mas aos poucos a Tenente Kat ia mostrando que não se tratava de sua capacidade de raciocínio e como você faz ele. Um pensamento lógico não pode ser feito a partir de achismo, sentimentos ou intuições, deve-se ter a frieza de analisar os fatos e chegar à uma conclusão plausível.


Os exercícios eram divertidos, era como brincar de detetive ou enigma, embora eu tivesse errado a maioria dos primeiros, de modo que batia até a vontade de “colar” as respostas de Lucy, com o tempo finalmente ia entendendo o processo que eu deveria seguir.


Mas a forma lógica de se pensar não era o bastante, depois de muitos exercícios e com a certeza de que nós duas havíamos pêgo ao menos o conceito da coisa toda, Kat explicou que a lógica deve se aplicar a tudo, em especial para mim que havia pedido uma ajuda de como liderar - digamos assim - ela demonstrava que não só as decisões em uma missão devem ser feitas de forma lógica como também a forma de expressar isso e as ordens devem ter uma certa coerência.


Pela próxima hora a Tenente me explicou a forma correta de falar e passar instruções, como não me contradizer com minhas próprias palavras e também mostrou que ordens ou explicações devem conter informações claras e precisas, não dando brecha para falsas interpretações e consequentemente um resultado inesperado. Por outro lado ela também me mostrava que não bastava dar ordens como se fosse uma receita culinária, que às vezes é necessário dar um pouco de autonomia e deixar as pessoas seguirem e improvisarem com seus próprios pensamentos, como quando ela mesma nos deixou decidir como prosseguir na mansão e isso nos deu espaço para crescer.

[Fim do aprendizado]


Até então eu havia passado pouco tempo com a Tenente Kat, mas depois de passar as últimas horas com ela e ouvindo seus pensamentos, pude confirmar que realmente se tratava de uma pessoa admirável.


Muito obrigada pela orientação Tenente — Em meu olhar, brilho expresso com nada mais do que pura admiração — Espero poder contar com sua ajuda também no futuro — Assim, tendo agradecido e com um sorriso no rosto, eu me despedia e me retirava da sala.


Ainda estava com os equipamentos da missão, então descia novamente até o andar mais baixo do QG para devolver a capa de chuva e todo o resto emprestado. Imaginando que havíamos acabado de voltar, me perguntava quanto tempo livre eu teria antes da próxima missão… Não tinha conseguido comprar os bolinhos, mas decidi passar na oficina de qualquer forma e ver se o Marcus estaria lá.


Alôôô? Alguém aqui?


Última edição por Garota Cavalo em Seg Abr 18, 2022 12:36 am, editado 2 vez(es)
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Momento dos Estudos



Demorava alguns minutos até que decidia começar pelo livro de estratégia, queria melhorar minhas capacidades de liderança e tomada de decisões e talvez com estes ensinamentos, eu finalmente conseguiria empenhar um papel melhor


[Aprendizado da proficiência: Estratégia.]


O livro tinha uma introdução bem metafórica, falando da guerra entre países e sua importância, é o campo onde, a vida e a morte são determinadas. É o caminho da sobrevivência ou da desgraça de um Estado. Assim, o Estado deve examinar com muita atenção este assunto antes de buscar a guerra.


Começando com ideias pontuais, definindo a análise sobre inimigões e em nossa própria condição, baseado em cinco fatores.


Eu acabava adorando ler e tomaria uma grande carga de tempo do meu dia para ler aquele livro lentamente, passando por todos seus capítulos, apaixonando-me de formas diferentes em cada um.


Ele era bem direto em dizer fatores que te levariam a uma derrota ou não, chegando a adentrar levemente na área mental do ser humano, algo que amava estudar, principalmente depois dos meus estudos em psicologia, a mente humana era brilhante e as formas de controla-la era no mínimo interessantes.


Dando formas de agir com os diferentes tipos de inimigos, se for orgulhoso, provoque-o, se for humilde, encoraje sua arrogância, estando descansado, desgaste-o e por fim, estando unido, estimule a cizânia entre suas tropas.


O capitulo seguinte, já mais especifico, adentrava mais no gerenciamento de uma guerra, ‘O princípio geral da guerra é: "manter o estado do inimigo intacto, dominar seu o exército e forçá-lo à rendição é melhor do que esmagá-lo".’


Era assim que se iniciava o terceiro capitulo, Estratagemas, assim, mantinha-me entretida durante toda a leitura, por sorte o livro não era tão extenso, então podia ler cada capitulo com calma, passando por posições táticas, vantagens e adversidades, terreno, as nove situações.


Tomaria o tempo necessário, mas faria questão de ter certeza que havia indexado todos pontos importantes da leitura, assim, fechando o livro e sorrindo contente pela leitura.


[Fim do aprendizado da proficiência: Estratégia.]


Olhando pela janela, procuraria ver quais horas eram, seria difícil ter uma certeza, mas ponderava tentando entender quanto tempo havia passado ali.


Por fim, levantava-me, momentaneamente lembrando-me de Rael e a conversa que teríamos num futuro não tão distante, mas chacoalhando a cabeça, tirava aquilo da cabeça, me alongando, após horas sentada, estaria pronta para começar o aprendizado do último livro.



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Twin Souls




Meu coração se acalmava com as palavras, era uma ótima notícia descobrir que a noite havia sido tranquila para todos. - Realmente é um alívio e tanto saber disso. - Apoiava as mãos por cima do busto respirando agora com mais calma. - Fico feliz em ter lhe ajudado com os… Espera! Eu te protegi do queee!!? - De todas as coisas que eu havia escutado sobre os feitos da outra Luci, certamente proteger alguém contra espíritos malignos estava no topo da lista de situações inusitadas, a única coisa se passando por minha cabeça naquele momento era "Como diabos eu fiz, ela fez, nós fizemos isso?"


Já no quartel eu sorria e acenava com a cabeça em afirmação para Rael no intuito de demonstrar o meu apoio e incentivo após ela ter feito o pedido para a tenente.


Ficava impressionada escutando a resposta de Kat a respeito do que Yura perguntava. - Você conheceu alguém incrível assim? - Se me contassem eu dificilmente acreditaria, mas aquela pequena marinheira havia mesmo feito amizade com um ex vice almirante morto em combate, e não se tratava apenas de imaginação afinal a tenente confirmava a história, isso me deixava ainda mais encantada com as habilidades da morena.


Assim a tenente nos dava uma breve introdução sobre o que era lógica e como deveríamos aplicá-la, e tal explicação me ajudava a compreender melhor o assunto, por se tratar de um método palpável ao invés de palavras lúdicas, em seguida Kat nos entregava os exercícios porém antes de começar a resolvê-los. - Tenente Kat, eu posso ir ao refeitório pegar um pouco de café para nós? - Sentia-me levemente cansada devido às poucas horas de sono na noite anterior, por isso decidia recorrer a cafeína que poderia nos ajudar a manter o foco no aprendizado. Com a permissão da tenente eu iria rapidinho até o refeitório pedindo pelas xícaras de café de preferência tendo pouco açúcar e logo retornaria carregando as xícaras numa bandeja entregando o café para as coleguinhas e também para a tenente caso ela desejasse.

[Início do aprendizado: Lógica.]



Com ou sem cafeína sentava minha bunda na cadeira e começava a solucionar os exercícios, resolvendo um de cada vez pois não pretendia correr o risco de ler todos os questionamentos e acabar embolando todas as perguntas dentro da cabeça sem conseguir manter o foco.


Kat havia organizado as perguntas de maneira bem didática, as primeiras eram mais simples, até mesmo intuitivas, com um pouco de tempo e uma linha de raciocínio foi possível chegar na resposta.


Porém as coisas começaram a complicar quando os questionamentos aumentaram o nível de complexidade, alguns dele tinham enunciados enormes e poucas informações a respeito da principal, eu até acreditei que algumas perguntas não tinham solução, mas foi o tempo de relaxar um pouco, respirar fundo e insistir, claro que a Tenente também foi muito solícita em ajudar e tirar dúvidas, nos incentivando a seguir um raciocínio diferente do que estávamos acostumados, ou então focar em pequenos detalhes dentro de cada pergunta, entender a estrutura por trás dos questionamentos e como eles foram planejados.


Cobria a boca abafando a risada divertida vendo que Rael tentava bisbilhotar minhas respostas. - Eu posso te dizer o que escrevi, mas não deve ajudar muito, bom, o mais importante aqui não acho que seja saber a resposta, mas sim o método de como encontrá-la. - Eu poderia causar uma impressão de que estava dominando o assunto, porém fazia pouquíssimo que eu havia alcançado tal compreendimento. - Na verdade eu também estou me confundindo em algumas partes. Kaskaskas. - Apesar de ser uma falha eu não tinha muito problema em rir da situação, afinal foi minha forma de dizer para Rael que ela não era a única tendo dificuldades.


Aos poucos fui resolvendo os exercícios um a um, diferente de investigar o objetivo ali não era descobrir as respostas, mas entender as perguntas e nos induzir a ter uma forma racional de pensamento, não bastava só decorar as perguntas e esperar que elas fossem servir para todas as situações, era sobre enxergar o mundo forma coesa e entender que cada elemento tinha sua razão de racional existir e também uma função, e com essa leitura de mundo se construía um raciocínio lógico.


Claro que falando pode parecer fácil, mas as perguntas que a tenente fez não eram, algumas tinham diversas camadas de raciocínio, e para descobrir uma coisa eu tinha que deduzir outra antes, e antes dela havia outra e mais outra… Mas no final apesar do cansaço mental eu consegui entender o que a tenente queria nos ensinar com as perguntas.

[Final do aprendizado.]



Descansava as costas na cadeira deixando os ombros caírem seguido de um longo suspiro, ficava um pouco em silêncio só observando Kat num ar amável. - Se algum a Tenente se cansar da marinha ela pode se aventurar como professora. Kaskas! - Fechava os olhos abrindo um grande sorriso dizendo o que se passava em minha cabeça, nossa superiora era paciente, atenciosa, dedicada, e parecia gostar muito de ensinar, com certeza seria uma ótima professora, até mesmo parecia que estávamos em uma escola.


Depois de descansar um pouco. - Se a tenente possuir disponibilidade… Tem outras coisas que eu gostaria de aprender...  E eu ficaria feliz se fosse a Tenente quem me ensinasse… - Desviava o olhar com as bochechas tingidas de vermelho, sentia-me envergonhada por estar a fazer o pedido. - Mas eu vou entender se a Tenente não puder… - Na minha cabeça eu estava abusando de sua boa vontade, pedir dois favores em sequência, ela poderia ter outros compromissos não e também haviam outros subordinados para ela cuidar, por isso me encolhia e fazia rodeios antes de ir direto ao ponto, não queria causar problemas ou ser um estorvo, mas ao mesmo tempo, desejava ficar mais um pouquinho na companhia da atenciosa superiora.


E quando a respeitável marinheira me permitisse fazer o pedido. - Nas missões dos últimos dois dias não foi fácil conseguir informações com os civis, imagino que a marinha tenha métodos para extrair a verdade das pessoas, é isso que eu gostaria de aprender, mas não precisa ser agora. - Me sentia um pouco cabisbaixa, afinal a maioria das vezes que falei com a tenente foi para pedir ajuda pois estava tendo dificuldade com um determinado assunto e ter percebido isso me deixava um tanto chateada comigo mesma. Além do que talvez esteja chegando o horário do almoço ou ela possuísse algum compromisso, eu também precisava devolver a capa e guardar o salário, diversos fatores poderiam atrasar ou impedir o aprendizado, me restando somente aguardar pela opinião e resposta de Kat.

Shiori
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Trio - Marinheiros



Todos

Os aprendizados começavam, Yura pegava o livrinho e ficava mais distante enquanto as outras duas começavam a aprender lógica. Rael encontrava o grande desafio da vez, ela só precisava Pensar? Bem, a luta era grande e a derrota certa. Mas ainda assim, se esfoçava para entender. Aos poucos sua mente foi clareando.

Mais dados iam sendo entregues, enquanto Luci que já estava inserida nesse mundo de raciocínio complicado, tinha mais facilidade. Ainda assim, as duas levavam tempos parecidos pra chegar às conclusões terminando seus aprendizados quase a o mesmo tempo.

Levou umas horas, então ela respondeu as duas que haviam completado o que buscavam.-Muito bom, é isso mesmo, vocês conseguiram. Agora claro, vocês vão se desenvolver cada vez mais com o passar do tempo. É bom terem se interessado por coisas como essas.- disse ela, enquanto que a loira novamente questionava sobre coisas que ela gostaria de aprender.

A tenente então comentou.-Provavelmente posso lhe ajudar por agora mesmo, no entanto, preciso terminar de ensinar a mocinha sobre história, só um instante.- disse ela sorrindo, enquanto ia até onde estava Yura. A menina estava entretida com os conceitos, ainda mais sobre o fato dos mortos não contarem história.

Esse ela realmente sabia que não era verdade, ela falou com um monte deles, e eles falam pra caramba.-Mas que ultraje!! É claro que eu posso contar ótimas histórias!!- Disse o fantasma ofendido. E a tenente então revisou tudo com ela, levando mais alguns minutos, o que ajudou bastante a deixar mais resultados claros.

E por fim ela falava.-Acho que era isso o principal, muito bom, é uma matéria bem complicada de aprender. São muitos dados, mas acho que você aprendeu o principal, com o tempo vai sempre descobrir mais coisas.- disse, depois que o aprendizado terminou, onde ela ia voltando para a própria sala, deixando a moça dos fantasmas poder escolher pra onde gostaria de ir.

Voltando para a sala, ela chamava a Loira para continuarem os aprendizados, ela queria saber o que mais exatamente a garota gostaria de saber.-O que exatamente você gostaria de saber? um método de Persuasão?- questioou ela, buscando mais informações sobre o que exatamente a Loira desejava aprender.

Então enquanto isso, Ravena leu seu livro, aprendendo todos os detalhes, apesar de algumas vezes algo trazer alguma dificuldade, seu espírito autodidata era forte, onde ela aprendeu tudo que precisava saber nesse tempo. Demoraram umas três horas mas havia finalizado.

Snow, depois do seu desmaio, levantou e pegou dois livros de seu interesse, deixando eles separados para sua leitura, colocando na mesa de serviço de seu quarto, enquanto que foi fazer sua maior vontade, comer pra caramba. Chegando lá ele pouco ligava pra qual fosse o cardápio, ele queria comida.-Mas é claro, colocarei bastante no seu prato.- disse sorrindo, e colocou duas porções enormes de arroz de leite, quase do tamanho dele.

E com isso, três pedaços generosos de bife frito, acompanhado a tudo isso um suco de laranja, algo que certamente poderia encher bastante a barriga do pequenino, algo divertido certamente. Flake entrava voando por ali, e pousava, onde ele ficava do lado de Snow, parecia feliz depois da missão, estava bem animado no começo do dia, onde ele esfregou a cabeça no ombro do rapaz, pedindo carinho.

Rael foi devolver as coisas que pegou emprestado, levando tudo para o local de antes, onde o careca recebeu ela.-Opa, pode me entregar, vou colocar na dispensa como devolvidos.- Ele pegava então da mão dela, e levava para pendurar, enquanto colocava no caderno como devolvido. Ele então voltava a talhar madeira, ele tava fazendo uma cadeira bem bonita aparentemente-Que que acha? Essa cadeira está bem firme?- Disse ele passando uma das ferramentas que estava usando pra fazer o acabamento.

Então ele olharia pra ela e falaria.-Quer testar comigo? Senta nela pra a gente ver se tá regulada.- Era um belíssimo trabalho em madeira, marcenaria era uma arte bastante peculiar e interessante, ele parecia ser bom naquilo, o velho careca de capa era mesmo eficiente.

Histórico:


Legenda:


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Jean Fraga
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O plano Mirabolante!



Durante meus devaneios ao fim do aprendizado, pensava em uma ideia que com certeza Rael, iria amar.


Os livros poderiam esperar, pois a ideia podia se esvaziar caso não a botasse no papel, saia correndo do quarto, procurando pelo quartel uma folha, um lápis, uma borracha e uma caneta, caso não encontrasse nada dia.


Caminharia para a cidade, em busca de uma conveniência onde pudesse comprar tudo isso, dessa forma, prosseguindo com minha ideia, voltaria para o quartel, indo para um local silencioso, mas que tivesse uma mesa e uma cadeira.


E então com a ideia fixada em minha mente, começaria a desenhar, uma lembrança em especifico que não saia da minha cabeça, tentava botar o máximo de detalhes que pudesse, tentando dar vida para o desenho.


Mas sem tentar inventar demais, afinal, não era minha área de maestria desenhar, ao fim, finalizaria com a caneta e escreveria uma frase em especifico no topo esquerdo do desenho.


Esta que definia basicamente o que era aquele relacionamento, pensando em mais uma ideia, esconderia o desenho debaixo de meu travesseiro, então correria de novo para a cidade, buscando uma rosa, somente uma, a mais vermelha que conseguisse, também pagando o valor necessário, assim como nos matérias.


Voltava ao quartel, corria para que não fosse vista pela garota e entrando no quarto, esconderia a rosa atrás do travesseiro, sentia-me meio suada, então ia para o banheiro, tomando um breve e completo banho.


Cheirosa e botando as minhas roupas casuais, ficaria sentada na cama de Rael, esperando ansiosamente por sua chegada.




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恐怖



- Não é?! Será que estou trapaceando a história assim? Buuuhuhuhu.-  Perguntava sorridente para o fantasma, na esperança de amenizar sua reação.

A tenente vinha ao meu encontro e terminávamos o aprendizado. Naquele momento eu estava feliz, Luci parecia acreditar em mim de verdade, a Tenente tinha me ensinado sobre várias coisas novas e eu tinha acabado de descobrir minha vocação. Para completar tudo isso, a loira ainda tinha me dado um cafézinho, amargo como as almas que vagam pelo mundo.

Inspirava profundamente o aroma da bebida, tomando um gole logo em seguida e concordando com a fala de Luci ao balançar a cabeça positivamente. - Ótima, de fato. -  Erguia a mão fazendo um joinha, mas logo notava que outra aula estava prestes a acontecer.

Com um pulinho, erguia-me de meu assento e arrumava minhas roupas. - Vamos devolver a capa de chuva! -  Falava com o fantasma que antes havia falado comigo.

Serelepe como sempre tentava ser, caminhava pelos corredores dando pulinhos, cumprimentando vivos e mortos no trajeto. Após algum tempo, esperava ter alcançado o local onde Luci havia conseguido as capas de chuva. - Oi, bom dia! Soldado Yura! Vim devolver essa capa de chuva... Só está... Bom, molhada. Buuhuhuhu. - Sorria e entregava o objeto ainda úmido para o encarregado.


Última edição por Milabbh em Ter Abr 19, 2022 5:25 pm, editado 1 vez(es)
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O Grande Snow





Enquanto eu devorava a comida que estava em minha frente Flake chegava e me pedia carinho, com a boca ocupada enfiando muita comida eu soltava rapidamente minha faca e então o acariciava gentilmente.


— Você ta meio dengoso em Flake, mas tudo bem eu não me importo hiehiehiehiehie!

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Falava isso meio que zoando meu amigo, depois de terminar de engolir toda a comida eu iria novamente para a biblioteca, me sentava e por algum tempo eu lia os livros porem me entediava, e saia andando pelo quartel procurando alguém para conversar, e qual lugar melhor do que a sala da tenente.


Se a porta estivesse aberta eu entraria olhando se estivesse tudo bem, pularia rapidamente no ombro de Yura e comentaria em seu ouvido:


— Como está indo as aulas? A tenente explica muito bem né?


Se Lucy não estivesse ocupada no momento também falaria com ela perguntando as duas em vez só de Yura, a tenente como sempre estava bem bonita, ela era tão gentil de tirar parte do seu dia só para ensinar eles.


Ficava ali em silencio vendo as aulas delas sentado no ombro de Yura, por algum motivo sentia que esse seria um dos nossos últimos momentos juntos, talvez eu fosse ser transferido ou algo assim...

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Ken no Yuusha



Olhava para a cadeira com um certo encanto no olhos, se ele me dissesse que a pegou da mansão que acabei de voltar eu provavelmente acreditaria, pois era tão bem trabalhada quanto os móveis de lá — Woooaah! Deu muito trabalho fazer isso? Ficou muito bonita — aceitava sua indagação e já me sentava na cadeira, confesso que minha traseira já estava doendo um pouco por ter ficado tanto tempo sentada estudando na sala da Tenente, mas aquela ali era diferente, aliviava o stress.


Aaaaa… Que cadeirinha boa — Ia derretendo a postura aos poucos, logo percebendo e voltando a ficar de coluna ereta, estávamos testando o assento então eu me balançava um pouco para ver se estava tudo bem nivelado — Acho que tá balançando um pouquinho, será que é uma perna maior ou… Ah, não, é só o balanço do barco mesmo, gishishishishi.


Me levantava da mobília, observando-a  um pouco mais de longe, imaginando que deve ser uma atividade legal para passar o tempo, o careca parecia muito entediado nesse serviço de balcão aqui embaixo — Você ainda vai fazer mais? Deixa eu te ajudar, deve ser mais divertido com alguém gihsihishi… [...] Err… Não, eu não sei fazer trabalho com madeira, mas não pode ser muito diferente do que metal! Você me ensina!


Caso minha proposta fosse aceita, ajudaria Marcus com seus móveis enquanto tentava absorver um pouco daquele conhecimento.

[Aprendizado de Marcenaria]


Sinceramente, sendo um trabalho manual eu tinha muito mais facilidade do que as lições de antes. O processo inicial pro trabalho com madeira não era muito diferente da forja, onde começamos com o desenho da peça. O objetivo era outra cadeira, mas Marcus aproveitava para me explicar outras coisas do assunto, ele parecia empolgado em, novamente, compartilhar seus conhecimentos que me parecem pouco reconhecidos por aqui.


O próximo passo era medir a madeira, marcar, serrar e lixar, e realmente aquilo era divertido para passar o tempo, no final era como aquele brinquedo de criança onde você tem que juntar os blocos. Juntar as peças em si era fácil, porém deixar bonito era outra história, em seguida, enquanto fazíamos, Marcus me explicava como se fazia o bom acabamento de uma peça: Entalhamento, lixar, pintura e até mesmo uma técnica chama laqueamento, para manter a pintura bem conservada e aquele brilho.

[Fim do aprendizado]


No final, agora tínhamos duas cadeiras! — Só falta uma mesa pra nós dois tomamos um chazinho. [...] Poxa eu bem que queria ter passado numa padaria e trago algo mas não encontrei no caminho.


De qualquer forma algumas horas já teriam se passado, era melhor eu ir descansar antes que fosse chamada novamente — Mais uma vez obrigada por hoje Marcus, foi bem divertido montar a cadeira com você. Da próxima vez a gente decora o meu dormitório, gishishishishi.


Me despedia do marinheiro careca e partia logo para o vestiário, tomando um banho merecido e me trocando para roupas limpinhas, já havia dado um tempo então me perguntava se Ravena já teria terminado de ler seus livros. Voltava até o nosso quarto à procura dela.


Última edição por Garota Cavalo em Qua Abr 20, 2022 1:03 pm, editado 1 vez(es)
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Twin Souls




Somente acenei positivamente com a cabeça quando a tenente disse que terminaria de ensinar Yura, não conseguia esconder o sorriso meio bobinho em meu semblante e os grandes olhos admirados fitando a superiora. - Nós realmente tivemos sorte. - Dizia a Rael se ainda estivesse na sala apesar de minha atenção estar voltada na direção de Kat. - A tenente é gentil e confiável, de fato uma pessoa que dá vontade de se espelhar. - Imersa em devaneios comentava relembrando o pedido de Rael para a tenente, lógico, são pessoas diferentes, mas me agradava saber que a marinheira do espadão seguia um bom exemplo.


Antes que a tenente me chamasse. - Espera.. Eu tenho uma dúvida que preciso compartilhar. - Chamava a atenção de Rael ao mesmo tempo ia me aproximando para cochichar. - A Eli dona da mansão era bastante desenvolvida para a idade, talvez por causa dos treinamentos e alimentação restrita, a tenente também é muito desenvolvida provavelmente por causa da vida de marinheira, então será que se nós treinarmos também vamos crescer igual a elas? - Era apenas uma curiosidade corriqueira sem qualquer importância mas por puro acaso acabei pensando nisso, nessa hora eu colocava ambas as mãos em frente ao busto segurando o ar como se ali houvesse duas frutas enormes, simulando o tamanho dos seios crescidos após os treinamentos. - Se isso acontecer vamos precisar de roupas novas… - Gostava dos meus pãezinhos da forma que eram, mas não podia ignorar a possibilidade deles eventualmente crescerem durante a rotina na marinha.


Quando a tenente me chamasse a pergunta abria um mundo de possibilidades na minha cabeça imaginativa. - Ohhh.. Técnicas de persuasão com certeza seriam úteis… - Por alguns instantes minha consciência foi longe pensando em quais técnicas uma mulher como a tenente me ensinaria para que eu pudesse me tornar mais persuasiva. Porém o devaneio terminava e eu agitava a cabeça retornando a realidade. - Eu estava pensando em algo mais específico, para conseguir interrogar civis e testemunhas, talvez os criminosos quando for preciso. - Dizia olhando fixamente para a tenente aguardando sua resposta.

Início do aprendizado: Persuasão.



Primeiro a tenente me falou que interrogatórios apesar de serem um método mais direcionado a coleta de informações era também algo de maior complexidade pois a principal função estava relacionada a lidar com criminosos que muitas vezes seriam resistentes ao processo, sendo assim ela achou melhor me ensinar primeiro sobre métodos persuasivos que poderiam ser utilizados em diferentes situações. - Compreendo, então com essas técnicas eu posso além de conseguir informações também serei capaz de mudar a opinião das pessoas. - Fazia uma breve análise apenas enfantizando o que havia sido explicado pela superiora. Em seguida ela comentou persuasão também era uma das técnicas utilizadas nos interrogatórios, sendo mais um motivo para eu aprender persuadir pois no futuro facilitaria o aprendizado do interrogatório.


Kat dava sequência à aula realizando uma introdução sobre persuasão em si, sendo algo bastante comum e usado praticamente por todas as pessoas no dia a dia, pois a persuasão era como uma engrenagem que faz o mundo girar, seja nas negociações, conquistas amorosas, acordos de guerra, de certa tudo podia ser resumido em persuasão e no quão convincente uma pessoa poderia ser para fazer a outra mudar de opinião, nisso existem indivíduos pouco persuasivos e outros muito persuasivos capazes de exercer o poder de convencimento naturalmente.


Em seguida a tenente começou a me explicar a persuasão de forma científica, com base em um livro que havia analisado as pessoas mais assertivas e o que elas faziam para serem assim, trejeitos, forma de falar, postura, tudo isso tinha sua relevância para transmitir maior confiança e deixar a pessoa mais suscetível a ser persuadida.


Kat então começou a me transmitir as principais técnicas de persuasão que assim como algumas dicas. Era importante demonstrar simpatia para conseguir a afeição dos outros logo no primeiro minuto do contato. Conhecer o as pessoas a serem persuadidas era outra etapa relevante, assim era possível entender as motivações, objetivos então iniciar abordagem em torno desses assuntos. - Gentileza e sutileza também contam? - Nessa hora eu tinha uma agradável surpresa pois me identificava bastante com a descrição dada pela marinheira, a respeito de que as outras pessoas tendem a ser mais receptivas a idéias e sugestões quando são transmitidas de maneira sutil.


Na sequência a tenente informava que haveriam situações onde eu teria de lidar com um "público" difícil, pessoas rudes, grosseiras, implicante, quando isso acontecesse Kat então me disse que eu deveria manter sempre a calma sem me deixar abalar, em outras palavras. "Nunca descer do salto 15". Como uma coruja ficava ouvindo e observando tudo que a tenente explicava, Kat então enfatizava a importância de dar espaço para outros pensarem a respeito da idéia transmitida pois assim elas tirariam suas próprias conclusões e concordariam caso o ponto de vista de vista fosse realmente vantajoso, além de escutar os outros pelo simples fato de que as pessoas gostam de saber que estão sendo escutadas e isso pode torná-las mais amigáveis.


Outro ponto era saber o momento de recuar, pois de nada adiantava gastar horas e horas num debate se o objetivo não fosse recompensador o suficiente, era importante ter em mente o maior propósito maior dentro da situação, em um exemplo lúdico às vezes eu precisaria escolher quais batalhas seriam perdidas para ser possível ganhar a guerra, o que convenhamos, é muita responsabilidade.


Kat também explicava sobre como fazer concessões, em resumo se tratava de diplomacia, dar algo para receber algo, criar acordos benéficos para ambos os lados, claro que o ideal era sempre conseguir o maior benéfico dentro da negociação mas as vezes não seria possível. Kat  também mencionava a honestidade, pois diferente da mentira a verdade é eterna, e isso era de extrema importância para que a persuasão seja duradoura. Ao final da aula teórica eu ganhava uma dica, utilizar recursos visuais mesmo que seja simples, é suficiente para explorar a imaginação das pessoas tornando o pensamento em algo mais "palpável" e visível.


Eu gostaria de dizer que havia terminado, mas Kat só havia começado, ela escrevia algumas situações fictícias e me mandava resolver os conflitos ali descritos como se fossem exercícios, porém era uma prova de oral, ops, prova oral, afinal a fala tem maior poder de convencimento em comparação com a escrita. Assim eu repeti, repeti, e repeti, até Kat estar satisfeita, foi no mínimo exaustivo, minhas bochechas doíam de tanto exercício, as soluções teóricas para as situações propostas eu conseguia encontrar com maior facilidade porém o difícil a parte física, manter a postura, entonação, usar palavras que sempre transmitam confiança, manter a calma quando a tenente me confrontava, ou cativar a atenção dela quando demonstrava desinteresse, pois ela estava simulando as pessoas com quem eu teria de lidar no futuro.

Fim do aprendizado.



Eu estava mentalmente exausta e com muita sede, mas ao mesmo tempo ficava toda sorridente por ter conseguido atender as expectativas da tenente. - Tenente Kat. - Endireitei a postura ao ficar de pé na frente da superiora com meus olhos buscando os dela. - Farei você ter orgulho de mim, tentando não parecer muito apática. - Não sabia exatamente o que esperava conseguia ganhar com tais palavras, na verdade minha cabeça estava um tanto vazia nesse momento e eu só falava com o coração, onde uma pequena chama ambiciosa se acendeu, eu me sentia responsável pela superiora ter gasto o precioso tempo dela comigo, então eu me sentia na obrigação de não desapontá-la, além disso estava motivada a conseguir sua admiração após ter recebido tanta dedicação e gentileza por parte dela. Assim me curvei em uma respeitosa reverência. - Eu gosto dessa sensação… Ter alguém cuidando de mim… - Ainda de cabeça baixa me permiti externalizar aqueles pensamentos, por muito tempo era sempre eu quem cuidava, então ter o sentimento esse de que existia alguém zelando por mim era muito acalentador.


Então me erguia dessa vez sorrindo com os dentes exposto. - Acho que cheguei no meu limite… Gostaria aprender mais com a Tenente, porém agora eu preciso de um banho e uma refeição bem farta. Kaskaskas. - Comentava num ar divertido enquanto coçava as costas da cabeça, havia recebido uma tomada de informações e agora precisava de tempo para processar tudo, apesar de que no fundo eu queria mesmo era passar mais tempo com a superiora.


Assim iria até o arsenal onde iria devolver a capa de chuva, e se encontrasse Rael. - Estou indo me banhar agora, você vem? - Faria a pergunta caso a marinheira do espadão possuísse o mesmo interesse e disponibilidade. Em seguida apanharia outro conjunto de uniforme para poder me trocar depois do banho. Terminando o banho iria até o refeito torcendo com todas forças para que ainda tenha comida.


Se depois do almoço eu me encontrasse com Snow e Yura. - Olá vocês dois, a tenente é uma professora e tanto, não é incrível tê-la conosco? Ela é tão bondosa e cativante, que não consigo pensar em ninguém melhor para ser nossa superior. - Diria caso Snow comentasse a respeito da capacidade de ensino da tenente, revelando minha admiração por ela, que com toda certeza do mundo era compartilhada por meus colegas e certamente teríamos muitos bons momentos juntos dela,né? Afinal não tem como os colegas divertidos simplesmente sumirem né?


Porém eu havia outra coisa para comentar com o anão. - Snooow… - Dizia toda manhosa para o pequenino. - A sua comida é mais gostosa do que a do refeitório, será que eu fiquei viciada na sua culinária? - A comida da cantina não era ruim, mas agora parecia meio sem graça após eu ter me deliciado com o almoço preparado pelas mãos do baixinho. - Se for isso mesmo, você vai ter que assumir a responsabilidade e cozinhar mais vezes para mim, você não vai me deixar passando vontade após ter feito aquelas coisas tão gostosas e suculentas igual ontem… Certo? - Fazia um drama de leve apenas brincando de maneira saudável com o Snow para deixá-lo de consciência pesada, mas isso não teria consequências graves, afinal nós ficaríamos um bom tempo juntos no quartel e oportunidade não para ele cozinhar outros pratos não faltariam, né?