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Sasha
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Relembrando a primeira mensagem :

Is it Wrong to pick up girls in a Marine fleet?

Aqui ocorrerá a aventura dos Marinheiros Rael Kronin, Ravena Mancini, Luciferanna Von Brilliant, Snow e Yura Kyoufu. A qual não possui narrador definido.

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Shiori
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Trio - Marinheiros



Todos

As moças iam andando pela mansão enquanto a Loira fazia perguntas para a mulher, sobre a suposta moça que elas tinham de proteger, afinal era importante de certo modo conseguirem resolver isso com o máximo de dados possível.-Algo para saber? Nada que acredite ser importante para a missão que receberam.- e era algo simples, ela não sabia exatamente ao que Luci se referia, então era difícil fugir de alguma coisa pessoal.

Mas ao mesmo tempo o papo entre elas surgia muito rapidamente sobre o processo de seleção dos empregados.-Os donos são cuidadosos. Mas não entendo o que isso realmente seria importante. Nada da casa sumiu, estão ocorrendo problemas na região, mas não houveram atentados contra a mansão ainda, apenas alguns poucos locais até distantes. É uma prevenção, não deve se preocupar com os empregados, creio eu. Até por que se fosse o caso teria sido feito uma vistoria interna na mansão, e contratariam detetives particulares para o processo.- explicou ela deixando claro como ela acreditava ser aquela situação, então isso era algo que ela parecia ter bastante convicção em relação aos seus amigos donos da casa.

Então ela prosseguia a fala para clarificar o que acreditava ser importante para com o que eles queriam saber.-A razão de terem sido chamados é a possibilidade de uma ameaça externa. Se algum empregado fizesse algo, teríamos de investigar internamente, e pra isso precisariam dos donos da casa, além de alguém focado em conhecer todos os suspeitos, seria um árduo trabalho, mas claro se descobrir algo informe. Apesar de eu duvidar, os salários são muito generosos, assim como as cargas de trabalho.- disse ela explicando como essa situação seria problemática pra achar qualquer pista, um ataque de dentro, eles nem saberiam o que que sumiu, qualquer coisa poderia desaparecer e por falta de conhecimento eles não saberem.

E então quando chegava a despedida era onde a coisa desandava, a garota queria que ela ficasse por ali, ao mesmo tempo que agradeceu pelo tempo que lhe fora cedido, a mulher sorriu levemente falando-Não se preocupe, tenho certeza que farão um bom trabalho. E eu tenho uma carruagem lá fora, esperando por mim, não irei caminhar por muito mais que alguns instantes até o portão. haha… É claro que teria uma carruagem não é? Então não precisa se preocupar, estarei no meu destino antes que bata o horário de almoço.- disse ela olhando para o relógio de pulso que carregava, um bem chique que tirou da bolsa e colocou no pulso durante a caminhada, era de ouro, não dava pra saber se banhado ou puro, mas dado os muitos nomes que ela tinha, talvez fosse de puro ouro.

Ela saiu dali de qualquer forma, não havia muito que desse pra resolver sobre ela. Então era focar nas coisas que estavam diante deles, nesse ponto, Rael, Luci e Ravena ponderavam, analisando sua situação no momento. Todos os levantamentos eram pertinentes, mas Rael tomava as rédeas da situação, explicando seu modelo de trabalho, para que todos tivessem melhor ideia do que fazer em cada cenário. Snow se ofereceu pra seguir cuidando da zona lá fora.

Enquanto isso, Ravena e Rael ficavam por conta própria enquanto Luci e Yura iam pra parte de fora. Ali as janelas eram muito firmes, precisaria-se de uma força muito descomunal pra quebrar elas, as paredes eram muito resistentes, e dificilmente uma pessoa comum poderia quebrar, talvez na Grand Line essa casa não fosse tão segura. Mas para os blues, o ponto mais frágil era a porta da frente.

Era uma boa análise do local por fora. Mas realmente não tinham muitas maneiras de entrar, nem de sair fáceis, elas viam a porta dos fundos, quando caminhavam nos arredores, algo que não tinham visto antes, mas ela assim como da parte de cima era um portão de ferro grosso, e que não tinha tranca por fora, nem chave, por dentro eram alguns ferrolhos.

As dobradiças também não ficavam ali fora, o que complicava para ele ser removido por fora, por exemplo. Enquanto toda a avaliação de Janelas tinha acabado, Yura ia para o cemitério, onde ela agora podia ver as covas, eram muitas, provavelmente centenas de gerações, o sobrenome da família é Heinz. O homem que ela olhou o túmulo era estava escrito “Capitão Matthew von Heinz”

Enquanto que o que estava escrito embaixo era uma frase simples “Morto em combate protegendo civis inocentes, todas as famílias agradecem”, aparentemente a família tinha combatentes nela, talvez muitos deles tivessem morrido em tragédias. E se fosse olhando só túmulos, veria que alguns deles tinham honoríficos de alguma organização, parecia que muitos haviam morrido em serviço, outros já eram diferentes, alguns pareciam ter mortes naturais, e outros pareciam ser empresários e coisas do gênero.

Alguns dos fantasminhas apareciam, ali soltando umas lágrimas ectoplásmicas.-É triste não é? Eles parecem ter morrido de um jeito bem difícil, deve ser dureza ser soldado, ainda bem que não sou você.- disse a criatura do outro mundo ponderando a situação naquele momento.

Flake e Snow tinham um momento tranquilo ali, eles estavam apenas tranquilos na parte de cima, mas dava pra ver que logo eles teriam de dar outro jeito, afinal, a coisa iria ficar bem complicada. Mas por hora era apenas um tranquilo momento, até que ele via o portão se abrindo e uma carruagem entrou ali, de onde uma moça bem apessoada, mas certamente muito jovem.

Assim que a porta da carruagem abriu ele podia ver ela, uma loira, com oculos, vestindo um casaco vermelho certamente feito pra aquele dia frio, e uma calça longa, usava luvas e trazia consigo uma taça de algum líquido vermelho vinho? Será que nessa idade tudo bem? De qualquer forma era difícil julgar, seu corpo era extremamente desenvolvido. Enquanto que ela pisava pra fora da carruagem.

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Ela tinha uma chave em sua mão e ia abrindo a porta, pronta para fazer sua entrada, deveria ser a filha que estava fora da mansão até então. Ela abriria a porta e daria de cara com Rael e Ravena, nunca tendo as visto, ela fechou o guarda chuva em alerta, com olhar de espanto, mas logo notou as fardas.-Vocês devem ser as marinheiras responsáveis pela proteção da mansão certo?- disse observando as duas. Dois caras musculosos saiam da carruagem logo atrás dela, ambos de terno, provavelmente eram os seguranças pessoais dela.

Histórico:


Legenda:



Última edição por Shiori em Qui Abr 07, 2022 10:32 am, editado 1 vez(es)

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Jean Fraga
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Liderança



Sorria com as palavras de Rael, sentindo que até certo ponto, estávamos conectadas nos mesmos sentimentos, ainda que houvesse coisas mal acabadas? O que ela teria escondido sobre sua história? De toda forma eu não queria forçar a barra.


— Tudo bem, assim que voltarmos para o quartel você me conta, o que acha? E não se preocupe com minha reação desde já, todos nós temos nossos fantasmas do passado.


Essa ideia um pouco que caótica, deixava minha cabeça viajar entre possiblidades, iria ela dizer sobre seu passado? Quem sabe com OUTRAS GAROTAS?! Não... E se ela gosta de outra? Que é de Illusia – Chacoalhava a cabeça, afastando esses malditos pensamentos que atrapalhavam minha missão.


— Talvez eu também tenha algo para te contar... Meu passado, ficou muito mal contado, então seria bom te explicar algumas coisas... – Tentava de certa forma me reconfortar, aceitando que todos teriam seus passados mais secretos em alguma parte... Afinal, ela não sabia sobre meu pai e muito menos sobre minha mãe.


Era quando ouvia o som da porta se abrindo, cerrava os olhos e fechava os punhos, esperando da forma mais amigável possível a pessoa que havia chegado.


A moça parecia espantada, em sequencia já se acalmando a perceber quem nos éramos, provavelmente pelas fardas, responderia com convicção a moça.


— Prazer senhorita, eu me chamo Ravena e essa– com a mão, apontava para minha companheira – É a Rael, sim, seremos as responsáveis pela proteção da mansão nas próximas horas...


— Para que a senhorita não se assuste futuramente, além de nós duas, vieram mais três marinheiros conosco, duas meninas que estão fazendo algumas checagens externas, como nosso companheiro anão, que está vigiando a parte externa da casa...


— Se me cabe a saber, qual seria o seu nome? – Havendo espaço para isso, estenderia minha mão buscando cumprimenta-la.


— Esperamos que nossa estadia aqui durante as próximas horas não atrapalhe diretamente seu dia... faremos tudo para que nossas presenças sejam imperceptíveis, certo Rael?


Jogava a bola para Rael, depois desse longo discurso que não estava acostumada em fazer, um certo nervosismo havia dominado meu corpo, afinal, tomar a liderança não era algo que fazia a um tempo, então caso tivesse errado algo em minhas falas, teria tempo para que Rael me ajudasse.


Luci aparecia segundos após a dona da casa ter aparecido, o que me acalmava mais ainda, já que ela poderia logo se apresentar , assim, faltaria a Yura, se bem que não tinha certeza sobre Snow.


— Ótimo! Eu gosto disso. – Dizia ao ouvir as falas de Luciferanna sobre o perigo de proteger esta área. Não gostava muito da ideia de trocar as funções, sentia que eu e Rael éramos capazes de cuidar dessa área.


— Não vem ao caso Luci, vocês têm a patrulha de vocês e nos iremos fazer a segurança da entrada, afinal... – Flexionava o braço, mostrando meu bíceps tensionado – Eu treino pra bater em bandido então não se preocupe... eu protejo todos nos deles... – Sorria com convicção, mantendo sempre meu rosto alto.


Por fim, novamente a Luci parecia bajular a Rael, o que atacava minhas inseguranças, ainda mais depois de Rael dizer que precisava conversar comigo... e se ela já teve ou tem um caso com a LUCI??


Novamente fechava meus punhos e meu rosto ficava sério, assim que a dona da casa partisse com os guardas e novamente, nos voltássemos a ficar a sos, faria questão de virando-me para Rael, eu gentilmente movia minha mão até seu rosto, a beijando na frente de Luci.


Afastando-me diria, — Você pra mim já é mais legal que a Tenente... – Virando-me para a frente da casa, voltaria a observar o local com o maior cuidado.


Assim que Luci partisse, curvaria minha cabeça se despedindo e voltaria meu foco em minha missão, inclinando-me de lado até Rael, dizia em seu ouvido, tentando quebrar o gelo, — Me sai bem? Com a dona da casa...


Última edição por Jean Fraga em Qui Abr 07, 2022 9:44 pm, editado 4 vez(es)
Scylla
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Twin Souls



 Indo para a área externa da propriedade na companhia da morena e seus longos cabelos eu decidia puxar um pouco de conversa. - Ei Yura, você não tem que cuidar da mansão sozinha após o anoitecer, é um terreno bem grande e nosso time está para dividir o peso do trabalho. - Como antes ela havia se prontificado a ficar patrulhando a noite inteira eu achei bom tentar desassociar esse pensamento de cabeça, mesmo afinal se tratava de um fardo que não deveria ser carregado sozinho. - Então, apesar de você ter problemas com o sono, tente descansar quando for o momento  para não forçar seu corpo além do limite, talvez até possam nos dar algum chá que ajude a recuperar as forças. - A missão lembrava bastante um teste de resistência nos cobrando foco e stamina, sendo assim acreditava que os horários de pausa deveriam ser muito bem utilizados pois se tratava do momento em que poderíamos recarregar um pouco das energias. - E eu sou sua dupla não sou? Estarei aqui para te cobrir quando houver necessidade. - A fitava com o canto dos olhos comigo estando exibir um pequeno sorriso lembrando-a novamente de que ela precisava assumir toda a responsabilidade, porém, me recordava de um mero detalhe, coisinha pouca. - Bem… Talvez seja exatamente eu, e sim a minha outra metade… - Coçava o topo da cabeça meio sem jeito de explicar a situação sobre respeito a minha "troca de turnos" durante a missão. - Mas com certeza ela é uma pessoa muito mais confiável do que eu para lidar com a noite. Kaskaskas! - Mesmo sem conhecer direito a minha contraparte eu acreditava no que havia dito, pelo simples fato de que ela só conhece o céu noturno assim como eu só vivo os dias, com os olhos fechados virei meu rosto sorridente exibindo os dentinhos para Yura ao mesmo tempo que deixava a risada serelepe escapar.


Depois disso eu e Yura tínhamos ideias diferentes sobre o que fazer do lado de fora da mansão. - "Cemitério… Poltergeist… O que ela vai fazer?" - Observava as pequenas costas da morena se afastando conforme ela se aproximava do cemitério familiar, me causava um pouco de estranheza ver o quanto ela parecia confortavel com a idéia de explorar as lápides principalmente após me recordar do comentário sobre os espíritos poltergeists, parecia o enredo ideal para um livro de terror, porém eu também tinha tarefas a cumprir e me focava nisso para não ficar pensando muito no que Yura poderia aprontar no meio do cemitério.


Terminando de inspecionar as janelas e a porta do fundos iria de encontro a Rael e Ravena na entrada principal relatar as descobertas, imaginando que me encontraria com Yura durante o caminho. Se ao chegar lá me deparasse com a loira chegando em sua morada apenas acenaria simpática. - Senhorita, pode me chamar de Luci. - Diria se ela perguntasse meu nome.


Porém… Não era exatamente a presença da loira muito desenvolvida que se destacava aos meus olhos mas sim aqueles dois corpos musculosos lhe fazendo companhia. - Ohhh… - Me escapava um longo suspiro silencioso. "...Luci gosta…" Apertava os olhos para dar uma boa inspecionada na disposição daqueles músculos imaginando se eram bem definidos e durinhos. "...Luci gosta muito…" E o fato deles estarem de terno e mesmo assim o traçado ser possível enxergar o traçado de seus corpos até me faltava o ar por causa do "calor", mas logo pisquei os olhos os pressionando com força antes de abrí-los, pois apesar de olhar não arrancar pedaço infelizmente atrapalharia a missão ficar pensando nessas besteirinhas…


Quando restasse apenas nós marinheiros na entrada principal. - As janelas são bem reforçadas e mesmo com a construção sendo antiga as grades estão em ótimo estado, não seria fácil quebrar elas. - Começava relatando dando as boas notícias sobre a resistência das grades o que particularmente me tranquilizava pois era um detalhe a menos para nos preocuparmos. - Também a uma entrada nos fundos da mansão, e assim como as grades o portão é bem resistente, então acredito que se mantivermos alguma dupla circundando os arredores da mansão os criminosos não terão tempo de arrombar, na verdade eu fico até feliz por nossa missão ser proteger e não invadir essa fortaleza em formato de casa. - Dizia em meio a suspiros de alívio porque a própria construção tinha uma defesa bem forte.


Porém não havia apenas boas notícias a serem relatados, meu semblante descontraído se fechava numa expressão rigorosa. - Sendo assim o ponto mais vulnerável da casa é esse onde estamos. - Comentava apontando em direção a porta atrás de Rael e Ravena. - Tomem muito cuidado, quem estiver fazendo a guarda daqui estará correndo riscos reais de sofrer um ataque surpresa então se mantenham sempre atentas. - Não havia como dizer essas palavras de maneira doce gentil, vigiar a entrada principal parecia ser o ponto mais importante da missão e falhar nessa etapa colocava muita gente em perigo. - Também não abandonem o posto na primeira suspeita, os criminosos podem criar distrações para fazê-las se afastarem da porta e adentrarem sem serem percebidos, ou podem atacar pelas costas enquanto estiverem com o foco em outro local, bom, pelo menos é isso o que eu faria se estivesse do outro lado. - Terminava de relatar a descobertas e deduções de como poderíamos sofrer os ataques observando atentamente as expressões de Rael e Raven, pois apesar de conseguir falar dessas coisas com tranquilidade meu interior se enchia de receios, as pontas dos dedos tremiam, a qualquer momento poderíamos ser vítimas de emboscadas somente essa angústia era capaz tornar a situação estressante, e para piorar a não possuíamos a iniciativa apenas poderíamos reagir e tentar da melhor forma nos defender-mos. "Por esse lado atacar parece bem menos estressante do que defender." Refletia sozinha com meus pensamentos, depois sacudia a cabeça para não acabar sendo consumida pela enxrruda de ideias pessimista e acabar ficando estressada por estar antecipando os fatos.


Depois de plantar as sementes da aflição na cabeça das colegas eu me sentia na obrigação de tentar fazer algo para amenizar esse sentimento. - Podemos eventualmente alternar a função das duplas, assim o estresse de ficar aqui parado observando tudo com atenção deve diminuir. - Fazia a sugestão para o time, na minha cabeça a dupla que estivesse patrulhando teria maior cansaço físico enquanto quem estivesse de vigia ficaria mentalmente estressado, então para mim ficar alternando as funções seria como equilibrar esses fatores.


A reação confiante de Raven me arrancava um sorriso satisfatório sendo parcialmente escondido por meus dedos dispostos em frente aos lábios. - Eu não duvido, tenho certeza de que seus braços são fortes o bastante para nos proteger. - Comentava de forma elogiosa observando o corpo da morena de cabelos curtos. - Mas não se trata apenas de poder ou força, os invasores podem usar de métodos sorrateiros para conseguir vantagem antes do confronto direto, também penso que as patrulhas devem nos causar diferentes tipos de cansaço e estresse, então alternar a função pode ser menos exaustivo. - Tentava explicar meu ponto de vista para Ravena. - Me desculpe se eu fiz parecer que não tinha confiança em vocês. - Sorria fechando os olhinhos num semblante amável.


Ainda falando com a morena de mesma altura que eu. - Mas sabe Raven, se você ficar muito focada nos inimigos à sua frente pode acabar deixando as pessoas que realmente importam vulneráveis a emboscadas. - Terminava de dizer indicando com a cabeça na direção de Rael, não duvidava que a marinheira do espadão pudesse se proteger sozinha, fazia isso pois Raven me dava a impressão que só pretendia confrontar os inimigos e assim talvez ela possa ponderar melhor sobre quais lutas valem realmente lutar sem pôr em risco a vida das pessoas que amamos.


Terminando de fazer as devidas observações eu seguraria o ombro de Rael pressionando gentilmente com os dedos. - Antes, você se saiu muito bem. - Comentava encantada observando o tom azulado nos olhos da marinheira. - No futuro tenho certeza de que você vai ser uma tenente tão legal quanto a Tenente. - Como não havia tido oportunidade de demonstrar minha estima por sua capacidade de nos organizar tomava a liberdade de fazer isso agora, enfatizando com diferentes tonalidades a palavra "tenente" ao comparar positivamente Rael e Kat.


Eu morri de fofurice vendo aquele selinho praticamente me engasgava para não soltar um gritinho escandaloso após testemunhar uma atitude tão amorzinho por parte Raven que está sempre mantendo a pose de durona. - Owwwwwwwwwwwwnnnnnntttt!!!!! - Apertava a boca com a ponta de todos os dedinho de ambas as mãos tentando abafar ao máximo o volume de minha reação exagerada. - Vocês já estão fazendo esse tipo de coisa em público… Pelos céus… Elas crescem tão rápido hoje em dia… - Continuava cobrindo a boca admirando-as com os olhos bem abertos tendo um brilho especial de meiguice, era tão lindinho ver o casal junto. - Mas não se deixem levar pelos hormônios e o calor da paixão durante o trabalho. - As avisava por mera formalidade, afinal elas com certeza sabiam disso melhor do que ninguém. - Ou… Kukuku… - Forçava uma "" risada maligna"" - Terei de me intrometer no meio do casal. - Acabava não resistindo e fazia uma provocação de duplo sentido para as duas. - Pfff…. Kaskaskas. Foi uma piada. - Porém logo começava a rir como de costume, deixando alíngua no canto da boca numa expressão arteira.


Em seguida realizaria uma breve pausa na patrulha. - Agora se me dão licença gostaria de beber um pouco de água e logo retornarei para continuar com as rondas. - Dito isso caminharia até a cozinha para pedir por um copo de água a algum empregado porque minha garganta etária implorando por hidratação de tão seca. "Será que Silvanna chegou bem?" A imagem da prestativa ruiva surgia em minha cabeça, ela tinha um meio transporte seguro e companhia para lidar com a chuva porém o sentimento de zelo acabava vencendo a racionalidade, mas nada que fosse perturbar meu foco no trabalho.


Terminando de beber água logo buscaria por Yura e assim poder passar um tempo com ela durante nossa pausa. E se pudéssemos ficar no interior da residência. - Quer que eu te guie pelos corredores da mansão? Agora a gente pode apreciar melhor a decoração. - Gentilmente me oferecia para realizar outro tour com a morena pois antes ela ficava olhando mas não tinha tempo de contemplar. Assim iria guiar Yura para ver as obras de arte que mais haviam chamado sua atenção conforme eu ia me lembrando do caminho pelos corredores.


Porém se a pequena morena ainda estivesse no cemitério eu optaria por caminhar sozinha pelos interiores da mansão, observando as peças de decoração para passar o tempo e me desligar um pouco da preocupação causada pelo trabalho, confiando que Flake, Rael, Ravena e Snow cuidariam de tudo até o meu turno começar. E se por acaso... Alguns daqueles seguranças gostosos encorpados estivessem por perto eu certamente iria admirar a beleza dos "ornamentos robustos" no interior da mansão. "Relaxar com essa vista é bem mais fácil..." Soltava um ou outro suspiros deixando esses pensamentos bem guardados dentro da cabeça, enquanto os fitaria discretamente, fingiria estar olhando os ornamentos da mansão mas com o cantinho dos olhos eu devoraria o(s) segurança(s). E se eu sentisse que também estava sendo encarada, como não quer nada eu colocaria os cabelos dourados por trás da orelha deixando verem meu rosto delicado com um tênue sorriso desenhado nos lábios, revelando um pouco da pele de meu pescoço esguio, aos poucos iria me aproximando mas ainda com a atenção falsamente direcionada a decoração da mansão.


Após a expedição artística eu pediria permissão a algum funcionário para levar um pouco de água até o quarteto que havia ficado de vigília. E se ainda restasse algum tempo me manteria próxima a entrada principal para caso minha presença se fizesse necessária. Quando fosse nossa vez de vigiar ficaria atenta aos transeuntes mais próximos da construção principalmente aos que carregasse maletas ou vestes capazes de esconder ferramentas, seguindo com a desconfiança de Rael, até dar o horário da próxima pausa e seguir nesta rotina, pausar, patrulhar, pausar patrulhar, até o dia acabar e torcer para ninguém atacar a mansão.


Última edição por Scylla em Qui Abr 07, 2022 9:55 pm, editado 1 vez(es)
Milabbh
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恐怖



Eu e a loira simpática saíamos da casa sob a chuva e começávamos a contornar a construção. De repente, ela puxava assunto, fazendo-me olhá-la com um espanto agradável. - Não seria ruim para vocês? É que eu já estou acostumada a ficar acordada... E sozinha. - Dizia a última parte em voz baixa antes de prosseguir. - C-Certo! Obrigada Lucy, conto com vocês! Até tentarei descansar também.


Um sorriso sincero e cansado surgia em meu rosto enquanto eu caminhava. As falas da moça me deixavam um pouco confusa, mas rapidamente entendia. Talvez ela tivesse um obcessor, por isso se portava como outra pessoa de vez em quando. - Ahh, então você é duas em uma? Que legal! Eu sou muitas em uma também, mas não mudo muito quando os fantasmas aparecem... - Dizia com a mão no queixo.


A risada de Lucy aquecia meu coração naquela noite gelada. Era... Reconfortante falar com alguém que parecia não sentir medo de mim. Devolvia seu sorriso da melhor forma possível, mas logo alcançávamos o limite da construção. A partir dali nos separávamos.

{...}


Ao chegar nas lápides, podia ler o nome da família: Heinz. As dedicatórias eram muitas, e pareciam especificar os trabalhos que os falecidos levavam em vida. Tinha até um capitão, talvez ele seja importante para a ilha. Deveria perguntar para a tenente depois.


Algumas figuras surgiam por ali, e conversavam entre lamúrias. Me aproximava devagar e então dava um sorrisinho simpático. - Oi! Eu sou a Yura... Desculpem invadir a propriedade de vocês. Juro que é por uma boa causa, estou trabalhando! - Exclamava apontando para meu uniforme da marinha. - Sinto muito pela antiga vida de vocês. Quais são seus túmulos?


Não sentia muita dificuldade em falar com os fantasmas como quando o fazia com os vivos, por isso, esperava que formasse uma rápida amizade. Afinal, nada como ancestrais para me ajudar em uma missão sobre uma decendente.


Se eles não me dessem bola, no entanto, voltaria para a mansão, chutando pedrinhas e sentindo lágrimas se formarem em meus olhos avermelhados. Lidar com a rejeição dos vivos era uma coisa, mas a dos mortos? Era demais para mim. Uma vez lá, procuraria por Lucy para saber se ela precisava de algo.
Ex-Panda
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O Grande Snow





Flake e eu estávamos tendo um tempo tranquilo, já fazia um bom tempo desde a última vez que isso aconteceu, não era nada mau, nada mau mesmo, mas nossa paz era interrompida pelo o que parecia ser a senhorita da casa, a que a gente deveria proteger.


— Olha Flake! Será que deveríamos deixar uma menina de menor beber? Talvez isso não seja da nossa conta né? Hmm, bem vamos lá nos apresentar e ver se Rael e Ravena precisam de ajuda com algo!


Pulava do telhado e então montaria em Flake que viria logo atrás provavelmente, ia diminuindo a velocidade à medida que chegasse perto e aproveitaria a deixa de Ravena que citava um anão.


Chegava dando um mortal para frente e cairia de pé em frente da senhorita e esperava que Flake me acompanhasse em meu pouso triunfal, afinal o que fica é a primeira impressão, abria meu sorriso e colocava as mãos na cintura.

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— Soldado Snow se apresentando senhorita! Como ela disse nós estaremos responsáveis pela segurança do local, ah e se quiser eu posso até fazer nossa comida mais tarde quando não estiver patrulhando, pode não parecer, mas eu sou o melhor cozinheiro anão que você vai ver hiehiehiehiehie.


— Bom acho que você pode beber já que está com uma bebida em mãos, mas eu também sou Mixólogo, então drinks também são comigo!


Talvez eu não deveria ter saído do meu posto, mas a tenente não estava aqui para me repreender então acho que ia ficar tudo bem, mas eu já estava querendo voltar, então após escutar tudo o que tivesse de ouvir de todos ali eu voltaria.


— Bom acho que já sai tempo demais do meu posto, então se me dão licença, Rael e Ravena conto com vocês duas a segurança dessa parte, se eu ver algo eu avisarei vocês ou lidarei com o problema eu mesmo se for algo urgente.


Assoviava para Flake, montava em suas costas e apontava para onde queria ir, a sensação de voar era tão boa, eu realmente era uma pessoa de sorte por ter meu tamanho e ter essas experiências que os grandes demais jamais teriam.


Quando estivesse lá em cima pensaria em duas coisas, a fome que sentia, quase como sempre e que era bom deixar Flake descansar um pouco agora, mas bom, sabendo de como Flake era intenso sabia que poderia contar com ele caso algo acontecesse, então me restava apenas continuar observando tudo de longe.

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Última edição por Ex-Panda em Sex Abr 08, 2022 7:32 am, editado 1 vez(es)

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Garota Cavalo
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Ken no Yuusha



Ravena parecia bem receptiva em querer ouvir minha história, aquilo me deixava contente, a cada dia que se passava meu peito pesava mais ao ponto de que já estava começando a doer, ter alguém para desabafar não era algo tão ruim assim, dito isto, sua resposta me deixava contente e ansiosa para o fim da missão. — Sim! Eu adoraria ouvir mais sobre você — demonstrava um sorriso meigo em sua direção, adoraria abraçá-la agora, mas tínhamos que nos manter vigilantes.


Com a chegada de uma estranha, não possuía uma reação tão exagerada, apenas segurava com a mão esquerda o punho de meu sabre na cintura do mesmo lado. Mas ao observar que se tratava apenas de uma garota, eu relaxava os músculos tensos e colocava uma expressão mais tranquilizadora no rosto, não queria assustá-la. Pela sua aparência, a chave em suas mãos e os guarda-costas descritos pela Tenente Kat, aquela certamente era a filha de nosso contratante.


Mais uma vez deixava que as apresentações fossem feitas por outra pessoa, dessa vez Raven, que também sabia se portar muito bem. Quando chamada pelo nome, eu colocava a mão esquerda atrás das costas, levando a direita de punho cerrado até o busto, e me curvando brevemente em uma mesura, ainda mantendo contato visual apesar da postura baixa.


Certo — Respondia a afirmação de Ravena num tom mais calmo e seguro — Por favor tente não se incomodar muito conosco e siga sua rotina normalmente, estaremos partindo amanhã pela manhã — Complementei.

[...]


Com a chegada da loira e seu relatório eu não ficava muito surpresa com os resultados, pelo que pude ver antes as barras de ferro eram de fato bem sólidas, e da mesma forma reagia quanto aos seus receios — Vestir esta farda traz todos estes riscos a todo momento — Respondia a loira, mantendo uma feição plena — Estávamos cientes disso quando nos alistamos. Mas agradeço a preocupação, vocês também tomem cuidado quando trocarmos de posto no decorrer dos turnos — Lembrava a todas de nosso plano acordado, que pareciam ter esquecido que todas eventualmente vigiarão a entrada principal.


Ficava muito contente com o elogio de Lucy, aquilo limpava um tanto minha insegurança de mais cedo, mas antes que pudesse responder Ravena atacava de novo, e a este ponto eu acho que já deveria estar acostumada com isso. Após o ato, dava dois passinhos ínfimos para trás enquanto fitava o chão, e envergonhada, entrelaçava os dedos das duas mãos.


R-Raven, na missão nã… — Era difícil dizer aquilo pois praticamente soava como uma mentira, mas antes que pudesse concluir era surpreendida com seu elogio, levantava o olhar com um rosto surpreso, observando primeiro Ravena e depois Lucy, não conseguia deixar de sorrir enquanto coçava atrás da cabeça meio embaraçada — Vocês duas me elogiam demais, ainda tenho muito o que aprender pra começar a me comparar com a Tenente.


Mas aquele momento dócil logo era quebrado pelas provocações de Lucy, que me faziam fechar a expressão em um rosto mais sério tentando esconder a frustração — C-chega Lucy! Você está distraindo a nossa vigília.


Por fim voltava a prestar a devida atenção ao meu posto, dando prosseguimento à missão. Quando perguntada por Raven sobre seu desempenho, a resposta era óbvia — Eu não teria feito melhor.
Shiori
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Trio - Marinheiros



Todos

Rael e Ravena estavam curtindo seu lance, onde as duvidas dominavam a cabeça da moça, que se perguntava sobre o passado da espadachim em talvez clubes noturnos de garotas dançando como uma dominatrix? Longe demais? Sim, fui longe demais… Retomando… Se preocupava com a possibilidade de outra mulher na vida dela, ou algo parecido.

Luci e Yura tinham seu momento assombrado, sobre os tais poltergeist, algo que poderia afetar elas em probabilidades… Eles eram agressivos, os mortos podem ser duros as vezes… Mas nesse ponto tudo estava funcionando bem entre elas, era uma interação tranquila, onde a loira deixava ela ali por algum tempo, quando finalmente todos podiam ver a moça que chegou a belíssima loira, com bastante classe.

A primeira a recepcionar ela era Ravena que logo explicava toda a situação, a moça então ouvindo o que ela tinha repassado respondia.-Compreendi. Faz sentido, é uma mansão bem grande, com um território ainda maior cercando ela, então é bom que tenham enviado 5 pessoas.- disse ela quando a próxima chegava ali.

Aquela era Luci, que nesse momento ia chegando enquanto a mulher dizia seu nome para as duas ali, já que uma delas tinha questionado.-Me chamo Elizabeth von Heinz, podem me chamar apenas de Eli, é mais facil de lembrar.- disse ela e quando a outra loira se aproximou ela viu a farda e já concluiu que fazia parte do grupo.-Você é?- e então, a garota se apresentou, quando nessa hora Snow conversava com flake.

Os dois chegaram a conclusão de que uma boa apresentação, Flake fazia um gesto positivo com a cabeça, preparando as asas, e deixando que o rapaz montasse descendo junto com ele para a parte de baixo. Onde logo em seguida ele falava com a nobre moça, que assim que via o pequenino abria um sorriso grandão, ela parecia encantada com ele, e com o falcão por assim dizer.-Que rapaz bonitinho!! Você também é marinheiro então. Há esse falcão é seu parceiro?- Ela se agachava olhando o Flake e o Snow, parecia ter toda sua atenção voltada para ele.

E quando ela imaginava que ele poderia cozinhar algo era um momento que ela ficava completamente extasiada, ela não conseguia imaginar que tipo de comidas ele poderia fazer, e como isso poderia trazer sabores desconhecidos.-Cozinheiro e Mixologista? Eu adoraria provar sua comida, aliás, esse é o horário de almoço, passa do meio dia. Gostaria de fazer um prato pra mim e pra seus colegas marinheiros? Assim podemos almoçar. Traz o amiguinho de pena também, faz algo legal pra ele.- Então ela iria caminhar pra a cozinha com certa ansiedade.

Ela nunca tinha comido nada preparado por um anão, e tinha muita certeza em sua mente que poderia ver algo único vindo do pequenino. Ela de certo modo interrompia sua volta ao seu posto, afinal, o almoço era sagrado. Enquanto isso as moças debatiam os métodos de contenção de problemas, até que Luci se retirava dali, indo em busca de uma bela paisagem.

Não demorou pra ela encontrar os dois homens, que compunham perfeitamente sua imaginação, os ternos colados, com o tanquinho marcando bem no centro, um deles parecia ser mais jovem, devia ter seus 25 anos mais ou menos, o outro não era muito mais velho, devia estar na casa dos 30, apesar disso pelo tamanho elevado, eles pareciam bem mais adultos do que normalmente deveriam.

Já que o primeiro tinha dois metros de sessenta centímetros, e o segundo media dois metros e oitenta. Eram verdadeiros golias, os músculos de seus braços, realmente se destacavam dava pra ver as marcas, até mesmo o pescoço era bem detalhado, onde dava pra ver ali as marcas dos treinos. Eram homens muito robustos.

E seu charme dava certo, quando ele batia o olho na pele dela, e analisava os cabelos, ele via uma razão para puxar assunto, um sorriso surgia no rosto dele, enquanto ele começava a falar com a Loira.-Você vem de uma origem nobre não é? Digo, pela aparência, modo de caminhar, imaginei que viesse talvez de alguma família grande, o que te fez entrar na marinha?- disse com um tom de curiosidade, e também tecendo aquele início de conversa como um elogio.

Enquanto tudo isso acontecia, a interação do outro mundo começava nos túmulos ali presentes. Onde ela questionava quem eles eram, o fantasma apontava pra um tumulo escrito “Frank von Heinz, Morto com bravura, protegendo o quartel na grande linha”, então ele começava a falar sobre sua vida.-Eu era conhecido como Frank, O Azarão!! Eu tive muitas coisas na minha vida, eu recebi quatro tiros de fuzil e saí vivo, eu, depois tive meu braço arrancado por uma bomba salvando uma garotinha, e perdi uma perna em uma luta de espadas contra o pirata, mas venci, foi um sucesso, eu acabei então tendo de virar um Cyborg, depois que enquanto enfrentava um grupo enorme eu lutei por 10 dias e acabei sendo cyborgado de tantos danos.- ele falou mostrando ali mais de perto sua sepultura, ele parecia mesmo ter sido um bravo guerreiro do mar.

Então ele completava sua história, para contar como foi sua morte.-Fui morto por um pirata chamado alma negra, ele tinha uma fruta capaz de enferrujar tudo, ele acabou com todo o metal do meu corpo, mas eu atravessei o coração dele com um lazer, fui morto, mas levei ele comigo. -Disse ele fazendo um sinal de disparo com o dedo, como se segurasse um revólver. Então outro ia ali e mostrava seu tumulo também, ele apontava pra outra lapide “Henry von Heinz, filho amado e querido”.-Eu morri por que comi tomate num prato de Estanho, então o tomate fez o chumbo passar pra comida e morri envenenado. Foi um triste fim, eu tinha 18 anos, mal deu pra viver. Aliás você é uma moça bonita, gostaria de passear comigo pelo lugar?- nem os mortos pareciam perder tempo naquele lugar, são tempos sombrios, fazer o que né…


Histórico:


Legenda:


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Ken no Yuusha



Já estávamos lá há quase duas horas? Na minha cabecinha que funciona a mil o tempo todo, parecia mais quase dois dias — Waaaah… Essa missão vai ser longa se não acontecer nada… — não conseguia evitar de bocejar seguido pelo comentário em aberto — Deve ser bem desapontador pra quem treinou só pra bater em vagabundo né? Gishishishi — Brincava com o comentário anterior de Ravena, já que estamos fadadas a ficar de guarda paradas por um longo tempo, não havia nada a fazer senão conversar.


Foi bem bacana a forma como você falou, confiante, alguém te ensinou a combater? — Escutava a resposta de Raven antes de complementar com a minha própria — Minha mãe sempre me proibiu de sequer olhar pra uma arma gishishishi… Toda a técnica que conheço foi praticando sozinha, lendo livros ou copiando os guardas do castelo, sempre tive uma boa saúde e aptidão, mas eu nunca tive… Sabe… Uma experiência de verdade — Coçava a cabeça e começava a sorrir — Fico até um pouco envergonhada em dizer isso, mas não consigo deixar de ficar nervosa em imaginar o que fazer caso algo realmente aconteça no meio dessas missões.


Raven não só me orientava no assunto como também me servia de incentivo, e por isso eu mantinha um sorriso leve no rosto enquanto escutava o doce som de sua voz — Não por isso — Respondi ao seu pedido de desculpas — Gosto de te ouvir falar, então não se desculpe.

[...]


Ao chegar da hora da troca de turnos com Lucy e Yura, não conseguia deixar de expressar contentamento e alívio — Finalmente! Eu mataria por um prato de comida agora — Partiria imediatamente junto de Ravena até a cozinha, esperando encontrar a culinária do anão — Será que o Snow cozinha bem? Deve ser bem complicado pra ele… — Perguntava despretensiosa durante o caminho, alguém daquele tamanho cozinhando, o melhor que consigo imaginar seria o pequeno montar na cabeça de alguém e puxar seus cabelos como um mestre de marionetes fazendo a pessoa maior cozinhar por ele, eu acho que já li uma história dessas antes…


Obrigada pela comida! — Agradecia pelo prato e devorava o almoço feito pelo anão, o veredito? Terei que contar mais tarde, mas não espero nada menos do que algo agradável. Apesar do tédio combatido bravamente pela presença de Raven, a vigia em si ainda não havia me cansado, continuava disposta a andar pela mansão e explorar um pouco mais.


O que quer fazer agora? Ainda há tempo até a próxima troca — Perguntei a Raven com uma feição animada, depois de uma boa refeição e uma boa companhia era difícil não me manter feliz. Se ela não surgisse com nenhum plano, apenas sugeriria andar pela mansão por um tempo — Tem aquela biblioteca de mais cedo — comentava — talvez tenha algum bom título — Acabava seguindo Ravena até um dos quartos, a princípio sem entender exatamente o objetivo, deixando tudo bem claro com sua proposta de descanso.


Relutante, olhava para a morena deitada imaginando se aquilo realmente era uma boa ideia, segurava sua mão e me deixava ser puxada naquela posição envolvente, não deixando de pensar que talvez eu estivesse caindo em uma armadilha mortal. A gratificação por aquilo tudo, no entanto fazia meus questionamento sumirem por um tempo, fechava os olhinhos enquanto envolvida e relaxada com o calor de seu toque.


Estava realmente tão confortável ao ponto de quase pegar no sono, porém logo era desperta com o súbito movimento e avanço de Ravena, e sinceramente aquilo me assustava um pouco. Apesar de seu toque, o calor de sua respiração, e o desejo incontrolável de alcançar aquela boca, não conseguia deixar de me sentir nervosa, não só por minha inexperiência ou preocupações de antes, como agora havia o fato de estarmos em missão. E se formos descobertas e Raven seja punida por minha culpa? Eu não sei o que faria…


Não… — Falava bem baixinho, quase inaudível, enquanto meu próprio corpo contradizia minhas palavras, me insinuando um pouco para frente e puxando Ravena para perto, finalmente podia alcançar seus lábios sem deixá-los ir por um bom tempo. Mas logo minha consciência voltou a falar mais alto, e eu nos separei um pouco com as mãos — Não! Na missão não… você vai se prejudicar por minha causa — Naquela posição, de respiração ofegante e com Raven em cima de mim, nunca me senti tão vulnerável.


Talvez… talvez se a gente ficar abraçadas como antes esteja tudo bem… — a vergonha de fazer uma proposta tão indecente era tamanha que eu tinha que cobrir os olhos com o antebraço, esperava que Ravena não se chateasse, ainda assim, por mais que parecesse errado, queria ficar juntinha ali por mais um tempo, pode não parecer muito, mas para mim já é grande coisa.


Última edição por Garota Cavalo em Dom Abr 10, 2022 11:23 am, editado 2 vez(es)
Milabbh
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恐怖



Por sorte, os fantasmas não me ignoravam, pelo contrário, começavam a conversar comigo de forma amigável. Suspirando aliviada, encarava aquele que se chamava Frank. - Nossa, senhor Frank, sua vida parece ter sido incrível! Fico feliz que tenha conseguido sua vingança e uma morte tão triunfal.


Um sorriso macabro se formava em meu rosto enquanto encarava o túmulo. - O senhor era marinheiro? Eu sou uma também, olhe! - Apontava o uniforme toda orgulhosa, em seguida, olhava para suas roupas espectrais, tentando identificar o símbolo da marinha. - O senhor ainda consegue... Atirar lasers? - Perguntava com bastante seriedade antes de ouvir o outro camarada.


Ele tinha uma aparência bem jovem, não muito mais velho que eu, chutaria. Seu fim foi no mínimo... Trágico, para não dizer cômico. Sem conseguir controlar, começava a rir de forma contida e, aos poucos, a risada tomava proporções levemente escandalosas. - BUUUUHUHUHUHUHU. VOCÊ MORREU COM UM TOMATE?! - Batia em meu joelho e segurava a barriga, tentando controlar minhas emoções.


Respirando fundo e limpando as pequenas lágrimas que se formaram em meus olhos arroxeados, olhava para ele de forma tímida. - Me perdoe Henry, não queria te ofender. Tem uns dias que não durmo bem, eu acabo ficando um pouco animada... - Corada, olhava para o túmulo do rapaz. - Mas espera... V-Você me acha bonita?! - A incredulidade em minha voz era quase palpável.


O rosto, antes pálido e sem vida, ruborizava bastante. - Devo estar vermelha como um tom.... Caqui? - Balançava a cabeça e olhava para ele de novo. - Apenas me ignore. Ainda quer passear? Eu adoraria conhecer a mansão com você, deve saber de tudo aqui! - Começaria seguindo o rapaz e ouvindo tudo o que ele tinha a dizer e, após algum tempo, falaria animadamente. - E a mansão? Podemos ir lá? Preciso encontrar minha parceira, vamos vigiar a madame da casa!


Faria meu caminho de volta para a mansão, onde provavelmente encontraria Lucy. Abriria um sorriso sincero para ela, afinal, a moça havia conversado comigo de forma bastante amigável antes. - Ahh sim, esse é o nome, eles não eram Poltergeists no final, se fossem, você veria alguma comoção no cemitério, são bem problemáticos. - Ria imaginando um encontro com um dos pestinhas. - Eram apenas antigos moradores. Conheci o Senhor Frank, que era um ciborgue, e também o Henry... - Olhava em volta, procurando o fantasma que provavelmente teria me acompanhado até aqui. - Você era o senhor da casa quando estava vivo? - Perguntava encarando o espectro.


Última edição por Milabbh em Dom Abr 10, 2022 11:39 am, editado 2 vez(es)
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O Grande Snow





Ficava extremamente feliz que a senhorita me permitia cozinhar, nada melhor do que você ver alguém apreciar sua comida, meu velho amigo sempre me dizia isso, mesmo ele sendo o melhor chefe dos blues em sua época de ouro ele nunca abriu um restaurante, já que não poderia ver o rosto de seus clientes saboreando sua comida.


— Não se preocupe senhorita, farei um prato a altura dessa grande mansão e você!


Minha feição ficava seria, cozinhar era algo sério para mim, não poderia haver desperdícios ou erros bobos, afinal uma pitada de um ingrediente e muita comida ia para o lixo, então tudo tinha que ser perfeitamente executado.


Lembrava de meu velho amigo que havia me ensinado tudo o que eu sabia hoje sobre várias coisas, mas com certeza a que ele mais dominava era a culinária, seus pratos ainda estavam em um patamar acima do meu, mas eu irei chegar lá algum momento!


Quando chegava na cozinha poderia ver todos os equipamentos e já começava a montar o mise em place em minha cabeça, eu precisaria de uma comida fina, muito nutritiva e “eletrizante” e divertida de se comer.


Parado um tempo com minha mão no queixo eu finalmente me decidia, pegava os utensílios para começar e procurava os ingredientes.

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O que eu iria fazer hoje era um prato de meu antigo mestre, “bombas surpresas” basicamente trouxinhas de comidas com vários tipos de recheios e temperos por dentro, o que torna divertido comer e ainda é bastante nutritivo.


Fazia o arroz primeiramente, como ele demoraria mais enquanto ele cozinhava eu preparava o resto dos ingredientes, peixes, carnes, ovas de peixes, vegetais, folhas decorativas, temperos, tudo devidamente passado pelo “olhometro”.


Era difícil me acostumar a uma cozinha nova, e trabalhar sem nenhum ajudante carregando coisas mais de duas vezes o seu tamanho não era fácil, porem era gratificante a medida que as coisas começavam a tomar forma.


Como os recheios e o que segurava a “trouxa” eram totalmente diferentes um dos outros demorava um pouco para fazer tudo, mas correndo de lá para cá e arrumando várias panelas era possível.


Quando terminava tudo pegava um pote que pudesse os separar devidamente, talvez um obento grande, afinal a apresentação de um prato chique era importante, depois de separar os doces dos salgados eu levava a mesa.


— Desculpem a demora, mas está pronto, bem se me dão licença eu vou explicar o prato, basicamente se tem de tudo um pouco, são “sushis” ou “trouxinhas” o sabor eu não irei contar a vocês, cada um é totalmente diferente do outro, e isso torna divertido comer esse prato.


— Mas basicamente se tem, carnes, peixes crus que são seguros para comer dessa forma, vegetais, pastas de vários tipos de alimentos, arroz e os sabores em geral são: Salgados, apimentados, agridoces, azedinhos, amarguinhos, doces e umami que é basicamente o sabor de coisas que tem maior teor de proteína.

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Apesar de ser um prato difícil eu havia preparado o suficiente para todos comerem bem, e claro alguns para Flake e eu também.


— Comam e aproveitem! Hiehiehiehiehie.


Esperava a reação de todos e da senhorita da casa, talvez por morar em uma mansão tão luxuosa meu prato não era divertido ou bom para seus padrões, mas eu tinha confiança no prato de meu velho amigo.


Ravena parecia gostar do prato, com os elogios eu ficava vermelho, ter sua culinária apreciada é um ótimo sentimento de satisfação, com um sorriso no rosto eu a respondia feliz.


— Hiehiehiehiehie, fico feliz que tenha gostado, pode deixar que cozinharei ainda muitas vezes no futuro! Se nos ficarmos juntos como um grupo poderá comer de novo quantas vezes quiser, mas não se preocupe eu posso proteger você também.

Colocava a mão em meu braço contraindo o bíceps, logo após isso Luci começava a implicar comigo, mas nesse caso eu não ficaria tímido já que minha intensão desde o inicio era de fato impressionar as garotas dali.


— Bem na verdade, eu queria impressionar todas vocês sim! Então espero que tenha funcionado.

Era meio vergonhoso falar isso abertamente, mas era verdade pura nessa vez, afinal quem não faz um prato para outra pessoa se não para agradar e impressionar, minha culinária servia para nutrir, e trazer a felicidade a seus corpos.

Com seus elogios eu ficava tímido, porem feliz e satisfeito, mas o que me deixava intrigado era com sua proposta, ficava pensativo mas na verdade era uma ótima maneira de agrada-la, rapidamente subia em seu ombro e falava no seu ouvido enquanto fazia um carinho em sua orelha para agradece-la já que sabia que ela ia gostar.


— Obrigado pela ideia, eu gosto de quem aprecia a culinária também.

Dava um beijinho em sua bochecha e saia rapidamente para a cozinha enquanto eu falava para a dona da mansão.

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— Espera só mais um pouquinho que eu vou cozinhar mais uma coisa para você!

Chamava Flake com um assovio e então pedia uma coisa para ele.


— Amigão será que você poderia ficar de guarda enquanto eu termino isso? Não queria deixar nosso posto vazio tanto tempo.

Quando chegasse na cozinha colocaria a mão em meu queixo e começaria a pensar no que cozinharia dessa vez, qual seria uma sobremesa a altura de uma senhorita rica?

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Última edição por Ex-Panda em Dom Abr 10, 2022 3:10 pm, editado 1 vez(es)

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Jean Fraga
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O Sentido do Amor



Mantinha-me focada depois de toda aquela conversinha com Eli, Luci e Rael, queria prestar o serviço a qual me foi mandado e apesar de entender as falas de Luci, eu realmente torcia levemente para que bandidos aparecessem.


As palavras de Rael, tiravam-me da pose seria, com um sorriso seguido de uma risadinha mais contida, eu a respondia, — Para ser sincera sim... Gihihi, apesar de parecer brincadeira, eu falo sério quando eu estou aqui para proteger vocês...


— Dizendo um pouco da minha história, apesar de eu vir de uma família rica de Las, certos problemas em casa me fizeram desde pequena, sair na rua para brincar com outras crianças.


— Então digamos que eu passava mais tempo nas ruas brincando do que recebendo uma educação de etiqueta por exemplo, foi nessa vivencia que eu aprendi a me defender e não sei, mas eu sempre tive essa confiança de mim mesma.


Respirando, dava atenção ao passado da moça, — Nossas infâncias e mães eram bem diferentes até hein... – Dizia um pouco mais cabisbaixa, porem com um sorriso ao rosto, tentando esconder meus traumas.


— Eu acho que não sinto muito esse nervosismo porque como disse, desde pequeno brincava nas ruas com outras crianças e assim, você foi na tourada, viu como a coisa pode ser violenta, ainda mais quando você para pra ver a história de Las... onde a arena já foi um coliseu de luta entre gladiadores...


— É doideira e talvez esteja no sangue de nos nativos essa confiança e ânsia pela luta, eu sei que a maioria das brincadeiras que tive em minha infância consistiam em lutas, obvio sem perder a amizade.


— Mas não se preocupe, acredite nas suas capacidades e tenha em mente o que a tenente falou, um criminoso não vai pensar duas vezes no meio de um combate em matar para sobreviver... não abaixe a guarda contra pessoas más intencionadas....


Voltando ao silencio, me sentia palestrinha demais, envergonhada, falava coçando a nuca, — Acho que dei uma palestrada aqui gihiihi, desculpa...


O tempo passaria e quando estivéssemos na hora do nosso descanso, — Nem me fale, eu espero que o anão realmente saiba cozinhar... – Caminhava junto dela, indo até a cozinha.


Para a minha surpresa, que achava que iriamos comer algo mais simples, Snow parecia ter se dedicado bastante na execução e somente por ver o prato e sentir seu cheiro, minha boca salivava, juntando às mãos em forma de oração, dizia, — Obrigado pela comida! Vamos comer!!


Sem mais nem menos, não me seguraria como sempre, comendo até me sentir satisfeita e sim, Snow realmente era bom no que fazia, — Wowwww... você é incrível garoto! – Dizia comendo com entusiasmo.


Ao fim, sentia-me bem cheia, — Obrigado pela comida Snow, você é top! Pode deixar que independente do machucado, eu vou estar aqui para te cuidar! – Sorria dando um joinha para o garoto.


Antes de sair dali, faria questão de lavar os utensílios que havia usado, assim como os de Rael.


O soninho após uma deliciosa refeição batia, eu logo pensava em uma coisa e somente essa, — Vem comigo... – Guiando Rael, tentaria me lembrar onde ficaria o local com os quartos, procurando mais especificamente por um quarto de visita que estivesse vago.


Chegando na frente, olharia para os lados, vendo se ninguém estava nós olhando, disfarçando caso estivessem, inspecionando alguma pintura, então, sorrateiramente entraria no quarto puxando pelo braço Rael comigo.


Havendo tranca na porta, logo a trancaria, senão, pegando uma cadeira, a apoiaria sobre a maçaneta, para travar a porta.


Deitando na possível cama no quarto, esticaria bem meus braços e pernas, — Vem... vamo relaxar um pouco... só, cinco minutinhos, deita comigo...


Estendia as mãos a frente, chamando Rael para deitar comigo, sendo assim, faria a concha maior, a abraçando com carinho, sentindo o aroma de seus cabelos.


Porém não aguentava aquela situação, sentia minhas bochechas rosadas e o sono subitamente sumindo, um calor ia crescendo dentro de mim e era neste instante que eu, com a mão esquerda puxaria o ombro de Rael, deitando de barriga para cima, só para então, subir e sentar de pernas abertas em seu colo.


Inclinava-me apoiando as mãos na cama, olhando-a profundamente em seus olhos, — Se não fazermos nenhum barulho, ninguém vai ficar sabendo... - Esse sentimento explosivo era aquilo que nos livros chamava de hormônios a flor da pele?  


Sentia seus macios lábios e naquele momento, estava em outro plano material, viajando e curtindo aquelas sensações.


Porém com seu afastamento posterior, sentia vontade de beija-la de volta, contudo, as falas de Rael faziam minha consciência falar mais alto.


— Você tem razão... desculpa. – Lentamente descia do colo da garota, acenando com o rosto em confirmação a sua ideia, falar não seria a melhor coisa naquele momento tão constrangedor, onde me sentia rejeitada.


Era quando abraçando-a por trás, sentindo seu calor e seu coração batendo, que remexia meu rosto contra suas costas, entendendo que talvez, amor não seja somente em atos libidinosos, estar ali naquela posição era algo impagável e que deixava meu coração ainda mais quente.


— Queria dizer nada não, mas, se eu me acostumar a dormir com você já era... não vou mais conseguir dormir sozinha... Gihihi...



Última edição por Jean Fraga em Dom Abr 10, 2022 3:10 pm, editado 2 vez(es)
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Twin Souls




 Não escondia o contentamento ao ver que um dos grandões musculosos vinham de encontro a mim, tendo um sorriso consideravelmente maior nos lábios voltava meus olhos as peças de arte até que a voz dele me alcançasse, assim me erguia virando o corpo na direção do segurança, enquanto ele falava meu olhar ia percorrendo aquele corpo todo definido de baixo para cima comigo não tendo pressa nenhuma em analisar todos os traços dos músculos minuciosamente esculpidos, pelo menos o que era possível admirar por cima do terno, eu já estava com o rosto erguido e mesmo assim não encontrava a face do homem, então levantei ainda mais a cabeça como se tentasse enxergar o teto. - Você… tem bons olhos… Kaskaskas. - Dizia com nitidez alongando a última sílaba de algumas palavras estando a apreciar os pedacinhos deixando fluir uma suave risada. Quando nossos olhares se encontrassem eu colocaria a franja por trás da orelha lhe revelando ambos os olhos verdinhos. - Eu sou Luciferanna Zahara, filha da família Brilliant Éden de Illusia, de fato é uma casa grande. - Me apresentava com a devida formalidade esperada pelo grandão. - Mas prefiro ser chamada de Luci. - Comentei num ar amistoso.


 A diferença de alturas era inegável, ele era um metro mais alto, talvez? Ele era maior do que minha cama e sendo tão robusto faz meus ombros parecerem bem pequenos mesmo estando abertos. "Se eu fosse envolvida por esses braços iria praticamente sumir no meio de toda essa virilidade" O pensamento tentador me tornava mais atenciosa em relação ao segurança. - Eu sou a mais velha de quatros filhas, e sempre me senti responsável por minhas irmãs, queria poder ficar sempre ao lado delas para que o mundo não as machucassem, mas isso é algo impossível né? - Apesar da atmosfera melancólica trazida pela frase eu estava a sorrir, já havia aceitado tal fato, só se eu mantivesse dentro de bolhas para as deixarem sempre longe de todas as ameaças, e elas seriam da liberdade além de não as permitirem crescer, graças a isso conseguia sorrir, era o melhor para as minhas caçulas, eu gostando ou não.


Tomava um pouco de ar antes de prosseguir e o soltava numa longa lufada. - Os infortúnios deste mundo me alcançaram mesmo em uma casta socialmente elevada, seria mais fácil seguir com a vida apenas fechando os olhos para essas coisas, fingir que não existem, mas elas me afetam e dói, dói muito. - Meu semblante ia se desmanchando numa face entristecida com os olhinhos caindo, eu apertava as mãos entrelaçando os dedos tentando extravasar esses sentimentos pesados. - Dói aqui. - Erguia a mão direita apoiando o indicador no busto onde fica o coração. - E aqui. - Agora colocava o dedo na testa. - Ser marinheira me pareceu o caminho correto para levar proteção a quem precisa, se eu crescer dentro da organização e ganhar influência talvez eu consiga fazer desse mundo um mundo melhor para as gerações seguintes, mesmo que seja só um pouquinho. - Verbalizar essas ideias que normalmente ficam bem guardadas dentro da cabeça fazia meu rosto se avermelhar comigo sentindo as bochechas arderem um pouco, e um sorriso bobo parecia ter sido colado na face pois eu não conseguia contê-lo. Apanhava uma mecha loira por entre os dedos e cobria parte do rosto ruborizado com os fios dourados, como se tentasse me esconder, falar de um sonho tão abertamente fazia eu me sentir muito infantil, por isso a timidez aparente. Assim encolhia os ombros torcendo para que o grandão não ria muito da minha cara por ter um objetivo tão fantasioso.


A vergonha rapidamente seria contida porém a sutil vermelhidão facial se manteria. - E isso significa que… - Dava alguns passinhos na direção do segurança encaixando a região dos seios em seu corpo. - ...Se algo de ruim acontecer… - Possuía uma doce impertinência nas palavras, agora com as mãos tocando-lhe no abdômen. - ...Estarei aqui para cuidar muito bem de você. - Ficava agora na pontinha dos pés pressionando o busto contra o grandão e iria deslizar a palma das mãos de sua cintura até o peitoral, ou pelo menos até onde eu conseguisse alcançar, olhando sempre para cima. - Kaskaskaskas! - Começava a rir desinibida, porque a situação era no mínimo cômica, um brutamontes com quase três metros exalando masculinidade e eu na frente dele toda pequenina e magrinha dizendo que vou protegê-lo, havia dito em tom de brincadeira, mas de fato pretendia garantir sua segurança no pior dos cenários, assim como poderia "cuidar" dele de diferentes maneiras. "Os tanquinhos como esse certamente precisam ser protegidos como se fossem patrimônio histórico." Estava convicta de tal idealismo.


Se não houvesse hesitação ou resistência do grandalhão eu continuaria ali me apoiando nele, com as garrinhas de fora atracadas no macho, tirava uma casquinha daquele corpo apetitoso sem dó nenhuma, eu hein, não sou de ferro. - Mas eu estaria mentindo se dissesse que não sinto falta da comodidade ou do luxo de minha antiga vida. - Nem tentava disfarçar as intenções maliciosas, espalhava os dedos pelo tórax do segurança e pressionava as mãos para sentir os relevos da geografia corpórea. - Como após ter um farto almoço me deleitar com uma taça de vinho encorpado… - Devagarinho ia descendo as mãozinhas pelas costelas do segurança aproveitando para ir ajeitando possíveis dobras e amassados em sua veste sem conter um ou outro suspiro admirado. - ...Daqueles que tem um sabor bem.. For..te. - Agora com as garras posicionadas no abdome daquele enorme mar de músculos eu ia apertando um dedinho depois "contando" os gominhos da barriga trincada, imaginando que nesse ponto ficaria bem óbvio o tipo de "vinho" responsável por me agradar. Estando na ponta dos havia me inclinado  para ficar encaixadinha acabando por deixar a raba muito bem e empinada no processo. - Só que beber durante o trabalho é muito problemático. Nhmmm! - Apoiava canto do rosto no abdômen do segurança como se estivesse deitada num travesseiro e dizia resmungando ao mesmo tempo que fazia beicinho toda emburrada com os olhinhos levantados, em mim ainda residia uma menina mimada que gosta de ter as vontades atendidas, no momento era como se eu estivesse numa loja repleta de doces chamativos e eu só tinha dinheiro para comprar uma bala, isso é super frustrante... Mas não o soltaria, ainda.


Contra a vontade me empurraria para trás demorando a desgrudar os dedos do tanquinho trincado. - Mas e você grandão? Eu ainda não sei seu nome ou como terminou aqui? - Comentava animada segurando as mãos na frente do corpo enquanto balançava a cabeça levantada de um lado para outro expondo o quão eu estava me divertindo passando aquele tempinho.


E para meu descontentamento o dever chamava, provavelmente a barriga teria me lembrado disso. - Agora eu preciso ir, almoçar e depois ficar de guarda. - Desviava o olhar meio cabisbaixa meio pensativa apoiando uma das bochechas nos dedos. - Por duas horas. - Jogava no ar a informação para ele fazer o que bem entendesse quando eu trocasse de turno. - A conversa que tivemos foi muito estimulante. - Falava amigavelmente aproveitando para dar uma última admirada na paisagem. - Definitivamente… estimulante. - Suspirava toda eriçada colocando a ponta do dedo indicador no cantinho com os olhos cobiçando o corpinho grandioso daquele homem, e o sorriso que estampava minha face tivesse se fosse uma placa escrito "SAFADA" na frente, só de devaneando sobre como seria por baixo de tanta roupa. Depois disso me recompunha acenando toda meiga antes de virar de costas e caminhar até a cozinha.


Porém se o segurança houvesse impedido minha aproximação mais física, por assim dizer, eu apenas teria falado as mesmas coisas que precisava falar, e na hora de ir embora. "Sniff Sniff… Nem deu para tirar uma casquinha do segurança gostosão." Caminhava toda tristonha. "Sniff Sniff… E ele ainda tava de terno." Triste viu, muito triste mesmo. Entretanto bastaria alguns passos e eu alcançaria a aceitação, até mesmo porque teria sido possível dar uma bela analisada nas esculturas deliciosamente lapidadas.


Só o cheirinho já fazia a barriga doer um pouquinho. - Eu tô amando essa missão! - Não dava para suprimir toda a felicidade irradiando de mim, primeiro havia sido a expedição de arte da anatomia humana, agora me deparava com o menu completo de restaurante dentro de um só prato, seria um sonho se todas as missões fossem assim. - Ara ara… O Snow se empenhou tanto nessa refeição, por acaso está tentando impressionar alguma garota? - Comentava de maneira implicante e ao mesmo tempo elogiosa, segurando o canto do rosto com os dedos ao mesmo tempo que exibia um sorriso ligeiramente malicioso. - Kaskaskas! Desculpa, desculpa, eu não resisti. - Logo me retrataria se Snow ficasse nervoso com a inocente inocente provocação. - Parece estar muito gostoso, e dá para ver que você esforçou, obrigada por cuidar de nós tão bem. - Sorria amavelmente fechando, se o anão permitisse lhe faria carinho na bochecha com o dedo indicador parcialmente flexionado. Depois me aproxima um pouco mais até ficarmos numa distância onde seria possível eu cochichar algumas palavras para o anão sem que ninguém mais escutasse. - Porque você não prepara uma sobremesa bem gostosa para a nossa anfitriã? Tenho certeza de que ela vai gostar de se sentir especial. - Cobria a boca fazendo segredinho, depois fazia sinal de joinha e iria acenar positivamente com a cabeça para o nosso pequeno cozinheiro a fim de encorajá-lo.


Porém vendo a quantidade de cubinhos julgava que era muita comida e me deixaria com bastante soninho depois, sendo assim iria comer só metade das trouxinhas dessa forma poderia provar todos os sabores. - Aqui Flake. - Estendia o talher em direção a ave, deixando-o ficar com a outra metade. - Só não vai exagerar de novo, eu conto com você para tomar conta do Snow. - Ao mesmo tempo "repreendia" e brincava com o falcão. Terminando o almoço apanharia um guardanapo para limpar os lábios, e então ficaria encarando fixamente o marinheiro de cabelos platinados desejando lhe causar uma certa tensão antes do meu veredito.


Por fim, me deslocaria até a entrada principal da mansão, e após iniciar a patrulha com minha parceira aterrorizantemente fofa. - Como foi o encontro com os… Poltergeist? É assim que os chamam? - Eram duas perguntas pelo preço de uma, primeiro porque eu queria entender um pouco melhor aquele mundo que só Yura enxergava, e então tentar lidar com ela da melhor, já que esse tipo de característica não foi abordada no meu manual de "Como ser a melhor Onee-chan de todas." Em segundo porque eu não tinha qualquer conhecimento a respeito dos termos a serem utilizados. Claro que não deixariam as conversas paralelas roubarem o meu foco da patrulha, mas também seria uma tortura passar duas horas em completo silêncio.

Shiori
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Trio - Marinheiros



Todos

Enquanto Rael e Ravena batiam seu papo, Snow, trabalhava na cozinha, ele era um bom cozinheiro e tinha boas capacidades culinárias, ele preparava comida, de forma a criar uma bela divisão de sabores, o recheio era diferente pra cada cubo, e isso fazia com que realmente o nome do prato não fosse em vão.

Era um real show de sabores sendo preparado nesse meio tempo. O homem conseguia lidar bem com a nova cozinha apesar do tamanho ele conseguia articular o uso das panelas, e dos ingredientes. Era algo que realmente poderia se orgulhar eventualmente.

Enquanto isso, o flerte com os robustos homens de preto seguia acontecendo por parte da loira, que contava um pouco sobre si mesma para ele, o rapaz demonstrava um ávido interesse no que estava acontecendo, de modo que poderia apenas aproveitar aquela conversa, não era como se fosse o trabalho mais difícil do mundo proteger aquela casa.

Ele então, ouvindo o nome da família da moça, ele logo comentou.-Hmm… Bem que achei que me era familiar, acredito que vi sua família numa viagem a Illusia anos atrás, era um baile de casa nobre, mas você provavelmente não me viu, estava na parte de cima como segurança, observando. Isso foi a uns 3 anos acho eu.- Ele não era temporalmente preciso, é claro, mas naquele ponto era possível imaginar que ele conhecesse ela apenas por vista.

A memória dele voltou levemente, quando ela falou o nome ele certamente tinha visto os pais dela ou algum membro de sua família, possivelmente até mesmo ela, mais de uma vez, era algo que ele agora tinha como certo na mente, o papo ia com toda certeza o deixando mais interessado, afinal a moça parecia ter grande senso de justiça, e talvez estivesse bem ligada a situação.

A ideia de proteger e cuidar.-Acho que quando somos os mais velhos, sempre queremos cuidar, sabe, a gente acaba virando o responsável por tudo. Eu tenho 12 irmãos, sou o segundo filho, mas meu irmão mais velho foi embora de casa quando eu tinha 3 anos, acabei criando meus irmãos, então eu entendo isso perfeitamente.- Ele era completamente sincero sobre o que ele pensava daquele assunto, ele realmente entendia perfeitamente a situação e era bastante ligado a isso.

E cada coisa que ela aos poucos falavam iam fazendo ele se sentir mais próximo da moça, ainda mais quando ela falava sobre a dor que sentia, quando tantas coisas passaram por ela.-Eu entendo você. O mundo lá fora também foi cruel comigo, entendo como tudo pode cair sobre a nossa cabeça, enquanto a pressão nos esmaga.- e então quando ela o abraçou, ele não pode deixar de se sentir confortável, ele se sentia bem, e retribuiu o abraço em retorno, dava pra ver que ele havia se comovido completamente com a situação.

Encostada em seu corpo ela podia sentir os músculos, seus seios corriam pelo tanquinho claramente esculpido pelas mãos divinas dos deuses do bodybuilding. Os braços dele quando a envolviam também eram deliciosos, cada braço parecia englobar todo o tórax dela, enquanto ela podia sentir a rigidez daqueles músculos. Onde mesmo ele não colocando força nos braços, era possível sentir a pressão do abraço gerada apenas pela contração dos músculos, era delicioso estar naqueles braços robustos que pareciam saído dos livros sobre os Deuses.

E era nesse momento que ele percebeu que jamais tinha se apresentado, quando ela questionava sobre ele quem era aquele golias ali na porta. -Que grosseria de minha parte, esqueci de me apresentar, me chamo Argus Netero. Pode me chamar apenas de Argus.- disse ele nesse ponto inicial da conversa antes de começar a falar sobre sua história.

Ele tinha muito pra falar, mas, escolhia se resumir a pergunta dela, por temer que acabasse gerando um clima chato de ela apenas ficar tendo de ouvi-lo por bastante tempo. -Bem, eu cresci ligado a famílias nobres, meu pai era segurança dos Pavlov. Trabalhava no North Blue. Acontece que meu irmão mais velho abandonou a família e precisava de alguém treinado para assumir o posto, então virei segurança aos 12 anos, fui enviado para Illusia para cuidar da irmã da Senhorita Heinz. E assim que ela nasceu fui designado seu segurança pessoal, sendo mandado para Las Camp. Trabalho pra ela a 15 anos.- explicou ele, o por que estava ali, era algo bem mais de coveniencia do que tudo, no entanto sua jornada de segurança estava chegando ao fim.

Ele então acabava por revelar um pouco de seu interior também.-Mas meu irmão vai assumir o meu posto aqui em poucos dias, voltarei a me aventurar como caçador de recompensas por aí.- Explicou ele sobre o destino que ele escolheu seguir depois de tantos anos, provavelmente iria pegar sua liberdade pra explorar o mundo, depois de tanto tempo servindo para uma mesma mestra.

E então o momento livre chegava ao fim, onde ela precisava trabalhar, tendo de se despedir do rapaz, onde ele parecia ter criado algum tipo de afeição pela loira, e quando ela se despedia ele falava.-Espero que nos encontremos mais vezes, bom trabalho, quem sabe não nos vemos pelas ruas qualquer dia desses.- disse ele dando um sorrisão que tomava sua face inteira.

E para a mulher dos poltergeists, o papo era sinistro, Laseres? Certamente a coisa tava ficando mais e mais doida.-Consigo, mas de um jeito diferente, olha só. RAIO DA MORTE SUPREMA COM REQUINTES DE CRUELDADE!!- Ele com uma das mãozinhas segurava a outra e começava a disparar um raio verde de ectoplasma que atravessava todas as covas, mas ainda assim era impressionante.

Ele então dizia sobre seu próprio disparo.-Mas não é mais como antes, eu disparava com as partes de metal.- e então o papo partia pra morte por comer tomate, uma morte que certamente era bastante, diferente, e serviu de papo de risadas pra a situação, o fantasma se sentiu envergonhado mas ele entendia que aquela situação era algo provável.

Ele então apenas comentava.-É tomates sabe…- disse ele quando a gargalhada ia parando e ela questionava sua própria beleza, era algo que ele sem dúvidas iria dizer algo sobre, afinal era a chance.-Oh sim!! Esses olhos carmesim, que parecem refletir o por do sol meio as marés, a pele branca como a neve, que banha seu corpo, a maciez lembra algodão, eu daria tudo para poder tocar. Além das curvas, desenhadas e esculpidas como as mais belas montanhas, os traços leves do rosto. Eu realmente gosto. Até mesmo as olheiras fazem parte do belíssimo aspecto que se apresenta.- disse ele com convicção e sinceridade.

Ele não jogava da boca pra fora, parecia acreditar naquelas palavras, era um fantasma bem sincero por sinal. E quando ela aceitava caminhar com ele por ali a animação era inegável ele começava a guiá-la pelo local mostrando onde ele brincava, onde ia quando se sentia triste, e apontando esses lugares, até que ela chamasse para ir até a mansão.-Há é claro, você está de serviço. Vamos lá- e assim a volta acontecia mas antes disso lá dentro da mansão era hora da comida.

Há sim Snow servia os pratos e a nobre Heinz estava ansiosa para comer, ela parecia nunca ter visto aquilo e seus olhos se encheram completamente na hora que a comida chegou, todos a mesa podiam ver e sentir o cheiro incrível de cada uma das bombas. A loira colocou a comida na boca e logo se expressou de imediato, a gigantesca expressão de prazer tomava todo o rosto dela.-Nossa!!! Meu Deus!! Isso ta muito bom, preciso provar mais outra!!- E com isso ela levava mais uma à boca, e ia vendo os variados sabores.

A garota estava em êxtase, provavelmente ela tinha uma alimentação muito regrada então fugir disso momentaneamente parecia ser algo que ela tinha apreciado deveras, o que realmente era interessante, as outras garotas tinham gostado também, com espaço até para que Luci brincasse com a situação, e nesse momento o pequenino chegava pra Flake, enquanto, fazia um pedido que o falcão não apreciava tanto assim, ele queria ficar ali com as moças, e vendo a reação das pessoas.

Mesmo assim ele aceitava quebrar esse galho, mas fazia um sinal com a ponta das asas, era como se esse fizesse um numero dois com elas ele apontava pra boca, aquilo queria dizer “Comida dobrada” pra me compensar. Então ele levantava voo, indo para uma das saídas para ficar na varanda onde tinha latada, ele não era burro de voltar pra chuva denovo.

As moças após se sentirem satisfeitas saiam do lugar, exceto pela nobre que ficava por ali, onde Ravena e Rael tinham um quase momento íntimo, a garota estava cheia de fogo e parecia que não ia aguentar mais, e era cortada pela outra que relembrava ela para o fato de que estão ali a serviço, e era bastante verdade.

Enquanto isso Luci e Yura, apenas batiam seu papo sobre os possíveis fantasmas enquanto a menina debatia com os seres de outro mundo fazendo questionamentos.-Não, apenas morava por aqui, mas não era o dono.- explicou o fantasma sobre sua posição em relação a casa.

Bem, a missão iria se seguir normalmente, o tempo passava tranquilo, as duplas a cada duas horas teriam suas trocas de posição, até a noite nada havia acontecido demais por ali, uma missão sem muitas implicações problemáticas. No fim das contas tudo iria correr bem pelas próximas horas.

O horário da tarde a partir das 14:00 uma tempestade começava, a chuva era extremamente forte, e era impossível ficar lá fora, mesmo com a capa de chuva os ventos estava a centenas de quilômetros de velocidade, os trovões estremeceram e os relâmpagos apareceram no horizonte. Barulhos mais fortes indicavam a queda de raios a muitos quilômetros de distância.

A tempestade pararia por volta das 18:00h onde as coisas iriam ter uma calmaria maior, a moça nobre nessa hora iria aparecer perto da porta passando para a cozinha.-Que sinistro!! Essa chuva foi muito forte!!- Falou escondendo o medo que sentiu, apenas dando um sorrisinho e passando rápido pela dupla ali, que nessa hora seria Ravena e Rael, então seguindo de uma vez para a cozinha.

Das 18:00 às 22:00 ainda não seria possível assumir um posto alto, agora apesar da redução dos relâmpagos e trovões a chuva ainda caia muito forte. E isso limita um pouco as zonas de vigília, mas ao mesmo tempo, era um clima gostosinho, dentro da mansão não era nem quente nem muito frio, era aquele friozinho gostoso, já do lado de fora estaria congelante.

No fim, com a chegada da manhã todos poderiam voltar ao quartel. Onde finalmente teria terminado a jovem moça nobre iria se despedir deles, em especial para o Snow.-Obrigada a todos, espero que tenham um ótimo dia de trabalho. E obrigada pela refeição estava muito deliciosa. Espero poder comer sua comida novamente- Ela falava se abaixando e olhando ele mais de perto. A chuva do lado de fora teria parado, estava nublado e dava pra ver as poças de água por todo lugar ainda.

Histórico:


Legenda:


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O Fim da Patrulha



Apreciava aquele momento como se fosse ser o último, afinal, não tinha certeza quando iria deitar de novo com Rael... com sorte, hoje... Ainda assim, mantinha minhas mãos bem apertadas, sentindo o cheiro dos seus cabelos, acabava por cochilar brevemente.


Lentamente ia acordando, até que finalmente, abrindo meus olhos, ainda me encontrava ali, — Realmente não era um sonho... Ainda bem.– Contente, dava um leve beijo sobre sua nuca.


Levantando, ajeitaria minhas vestimentas, em seguida, assim que Rael também se levantasse, deixaria a cama organizada igual como quando chegamos.


— Vamos?! Acho que talvez já esteja no nosso turno, seria bom que Luci e Yura pudessem descansar também... – Sorria para a moça, destrancando a porta, seguiria até meu posto.


— Parece que está na hora de vocês descansarem!! Pode deixar que a Ravena e Rael cuidam de tudo por agora... – Sorria animada, tomando minha posição, finalmente voltando minha atenção na vigia.


Não que demorasse muito, já que por causa da tempestade éramos obrigadas a ficar dentro da mansão, ainda assim, manter-me-ia no hall principal.


— Eu gosto da chuva, mas dias ensolarados são tão melhores... eles são mais vivos! Isso aqui ta clima de filme de terror Gihihihi... – Puxaria assunto conforme passariam as horas, afinal, não queria ficar entediada.


Passando as próximas horas naquele ciclo, vigiar, comer e descansar, até que finalmente a manhã chegava, sentia meu corpo bem cansado, mas não poderia descansar por completo ainda, quem sabe mais tarde no quartel.


Passaria na cozinha, havendo café, tomaria um pouco se permitido pela dona da casa, reanimando-me.


Na despedida, sorriria, respondendo Eli, — Obrigado por todo suporte durante nossa estadia em sua casa... Se precisarem de algo, a marinha está aqui para ajuda-los! – Estendia minha mão em um cumprimento final, logo partindo para o Quartel.


Durante o caminho, diria para Snow, — O cozinheiro, a Eli ta tão na sua... acho que você devia voltar depois e chamar ela pra sair, quem sabe... um jantar romântico a dois... Gihihi...


Se avistasse uma biblioteca no caminho, tentaria passar com pressa nela, — Gente eu preciso pegar dois livros pra ler mais tarde, vou passar rapidinho na biblioteca. – Assim, adentrando, iria buscar o que queria, um livro de estratégia e um de logica, se possível, alugá-los-ia, não havendo essa possibilidade, me contaria em compra-los.


Chegando no quartel, me direcionaria para a sala da tenente, batendo três vezes antes de entrar, falaria, — Tenente Kat, voltamos, permissão para entrar?! – Sendo permitido, abriria a porta entrando e fechando assim que todos entrassem.


Prestaria continência para Kat, em seguida, dando um breve relatório, — A missão foi um sucesso! Não tivemos nenhum problema, talvez a chuva forte tenha até ajudado a não acontecer nada... A filha dos donos nos recebeu muito bem e tivemos uma estadia muito boa lá, facilitando muito nosso trabalho...


— Creio que seja isso... – Olhava para meus companheiros, vendo se alguém gostaria de completar minha fala.


Ouviria as considerações finais de Kat, mantendo-me em silencio e recebendo meu salário, com mais uma continência, partia da sala.


— Gente eu tenho dois livros pra ler, então vejo vocês mais tarde, estarei no quarto, Snow e Yura, foi um prazer conhecer vocês, espero que possamos fazer mais missões juntas... até já.


Partindo então para o quarto, pararia no refeitório no caminho, tomando um café da manhã, por fim, chegando no meu quarto, tirava o cinto, assim como o lenço, relaxando os ombros, pensava qual livro iria estudar primeiro.


Ex-Panda
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O Grande Snow





Era satisfatório ver toda aquela alegria na cara da dona da casa, eu ficava orgulhoso de minhas habilidades culinárias, mas também quem não ficaria? Depois de nosso jantar e do abuso de Flake as horas passavam voando.


Minha patrulha era tranquila e não tinha muitas coisas para fazer, então tudo parecia acabar bem em mais uma missão, será que a vida de marinheiro era muito mais mansa do que eu havia pensando? Mas havíamos protegido alguém, mesmo que o perigo nunca tivesse aparecido de fato.


Eu virava a noite em claro, afinal eu não poderia dormir, se não só acordaria muitas horas depois, mas bom, não dava para dizer que eu não estava com muito sono agora, evitava ficar bocejando o tempo todo até sair da área da missão.


A dona da mansão vinha agradecer pessoalmente, eu ficava contente e abria um gentil sorriso no rosto.


— Hiehiehiehiehi, fico feliz que tenha gostado, bom espero poder cozinhar para você novamente um dia, até lá não se esqueça de comer seus legumes e o que os chefes daqui cozinharem certo?

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Bom como eu era um nutricionista falava tudo aquilo com convicção, ela não podia só querer comer a comida “boa” o tempo todo, a comida “ruim” também era importante para ela não ficar doente.


Eu acenava enquanto montava em Flake e então seguia o grupo voando baixinho, tentava me manter acordado já que ainda precisava fazer o relatório, e nossa que fome...

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Ravena então fazia um comentário para mim, eu não sabia se era brincadeira ou não, mas como estava falando sobre minha capacidade culinária eu ficava feliz.


— Bo... Bom ela é uma boa moça, mas acho que ela é nova demais para mim, um dia eu vou voltar a cozinhar para ela Hiehiehiehiehiehie.


Ravena queria comprar alguns livros, eu queria aprender algumas habilidades novas mas acredito que precisaria de alguém para me ensina-las, talvez eu encontrasse alguém disposto a me ensinar por um preço ou pelo QG.


Olhava para Yura que provavelmente estaria por perto e diria:


— Você também não dormiu a noite toda, não fica com sono? Eu estou quase apagando, mas ainda tenho coisas para resolver, alguma dica para ficar mais acordado?


Olhava para Luci e também complementava.


— E você a outra não veio falar comigo ontem, ela está de mau de mim?


Ficava curioso já que provavelmente ela teria ido encher meu saco se tivesse tido a chance, mas talvez ontem ela também estivesse cansada com problemas “internos”.


Quando chegássemos no quartel que entraria com todos, me posicionaria do lado de Ravena e mostraria continência junto com Flake, eu precisava de uma grande xicara de café forte para fazer tudo.


— É o que a Ravena disse tenente, eu fiquei pelos ares a noite toda basicamente e não vi ninguém nem nada anormal, e nada dentro da mansão também, então acho que era um alarme falso!


Depois que fossemos liberados eu saltaria rapidamente para o ombro de Luci que provavelmente estaria aí meu lado.


— Ufa, missão cumprida... Agora eu vou dormir...


Encostaria no pescoço dela me encolhendo enquanto pegava sutilmente a gola de sua roupa e me cobria, fazia um carinho em seu ombro meio que agradecendo o espaço.


— Desculpa eu não tenho forças pra chegar na minha cama...

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