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Relembrando a primeira mensagem :

Is it Wrong to pick up girls in a Marine fleet?

Aqui ocorrerá a aventura dos Marinheiros Rael Kronin, Ravena Mancini, Luciferanna Von Brilliant, Snow e Yura Kyoufu. A qual não possui narrador definido.

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Scylla
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Twin Souls



As palavras do anão começavam a fazer algum sentido agora que eu tinha tempo para pensar melhor a respeito do assunto. - Hoje… Provavelmente você se encontrou com a minha outra metade. - Dizia com o olhar distante deduzindo como o anão podia ter tinha tanta certeza que me conhecia enquanto eu não tinha lembranças dele. - É meio difícil de explicar, é como se ela fosse minha gêmea igual você mencionou, mas nós dividimos o mesmo corpo, porém nunca ao mesmo tempo. - Observava o pequenino aguardando suas reações, entretanto eu acreditava que minha explicação resultaria em mais dúvidas para a cabeça de Snow.


As coisas pareciam acontecer bem rápido na vida da tenente, primeiro o café sendo devorado num instante e agora saia uma marinheira encharcada de sua sala, e isso havia ocorrido no tempo em que demoramos para terminar o desjejum, certamente a tenente é uma mulher fascinante. Fiz uma continência para a marinheira que deixava a sala como forma de cumprimento e respeito, deduzindo que ela possuísse uma patente superior à nossa pelo uso da saia no uniforme.


Como de praste Rael fazia "Raelzices" assim que adentramos na sala de Kat, eu já devia ter me acostumado, mas as deduções dela eram sempre inusitadas e imprevisíveis. - Rael, isso foi indelicado, o fato da tenente está toda molhada a ponto de precisar enxugar o rosto não nos diz respeito, se fosse algo que precisássemos saber com certeza a tenente nos informaria. - Chamava a atenção de Rael comigo mantendo uma entoação serena, mesmo sabendo que ela não fazia mal, apenas se expressava sem pensar, mesmo assim não me parecia correto fazer esses tipos comentários principalmente se tratando de uma pessoa hierarquicamente superior.


O questionamento de Raven me dava um nó na garganta, tirar a vida de alguém era algo que só de pensar fazia meu estômago revirar, mas eu conseguia entender, porém se dependesse isso não ocorreria, apesar de que infelizmente é impossível salvar a todos. Porém a sugestão da marinheira do espadão era muito exagerada, não havia como eu só escutar tudo aquilo ficando calada. - Mas isso é muito cruel, mesmo que sejam criminosos não acho correto torturá-los dessa forma, e também a marinha como organização não deve primeiro inspirar paz e proteção ao invés de medo? Os civis podem até ficar traumatizados se verem essa cena. - É só depois de falar tudo isso que eu iria parar e olhar meio receosa na direção de Kat, talvez eu houvesse passado por cima dela ao tomar palavra, em todo caso ficava aguardando alguma possível atitude por parte dela.


Durante a explicação de nossa eu escutava quietinha cada palavra dita pela tenente, minha cabeça se enchia de dúvidas e preocupações, nós cinco deveríamos garantir a segurança da mansão durante um dia inteiro sem ninguém para nos comandar, se alguma coisa fugir do controle afetará diretamente uma família afortunada com toda a sua influência, internamente me perguntava se aquele era um trabalho que cinco soldados poderiam realizar, então me restava confiar na decisão na tenente, acreditando que ela não nos enviaria em uma missão que fossemos incapazes de cumprir.


Ainda me restavam algumas dúvidas mesmo após as coleguinhas terem realizados suas perguntas. - Tem alguma lista de suspeitos para nos atentarmos? - Invadir uma mansão também não é algo tão simples, imagino que para chegar nesse ponto os envolvidos teriam feito algum planejamento, dessa forma ficaria mais fácil lidar com a proteção se soubéssemos quem poderia realizar os ataques. Por fim, só restava outra dúvida em relação a segurança da mansão. - Foi disponibilizado alguma planta ou mapa da construção? - Meu interesse nessa pergunta era em conhecer o local, e assim já poder pensar em como eu faria faria a invasão seguindo a lógica de "pensar como seus inimigos" para em então planejar maneiras de dificultar o provável ataque e fortalecer as defesas.


Com as principais dúvidas sanadas eu só tinha mais algumas coisinhas para perguntas, mas eram apenas comodidades que poderiam facilitar o trabalho do grupo. - Podemos levar capas de chuva e também lanternas? Acredito que elas possam ser úteis durante a patrulha noturna. - Agora sim, não haveria mais nada que eu gostaria de perguntar à tenente.


No mais ficaria aguardando até que a superiora no dispensasse para então me dirigir até o almoxarifado a fim de apanhar alguns guarda-chuvas, capas, e também às lanternas caso Kat autorizasse, em seguida entregaria uma capa e uma lanterna para Rael, Raven e Yura, pois provavelmente não haveriam esses itens no tamanho do Snow. Tendo feito a entrega me restava apenas acompanhar a tropa até a mansão.


Ex-Panda
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O Grande Snow





Flake parecia estar bem cheio, o que me deixava feliz, eu preferia quando ele comia coisas preparadas por mim, já que dessa forma eu poderia controlar melhor sua alimentação, porém não era ruim o ver feliz e satisfeito.


No ombro de Luci ela começava a talvez parar de brincar e me explicava algumas coisas que inicialmente era difícil de eu acompanhar, mas aos poucos eu tentava imaginar o mesmo acontecendo comigo.


Mas uma coisa que meu velho amigo humano tinha me ensinado era, quando você não entender a situação que alguém passa na pele, não julgue ela, ajude-a superar seu problema com suas ações, já existem pessoas demais para criticar...

Eu abraçava sua bochecha e fazia um leve carinho e então dizia a ela:


— Bom eu não posso dizer que entendo, mas acho que entendi que conheci outra pessoa ontem e vocês são diferentes apesar de serem iguais, acho que é isso, mas eu gosto de vocês duas então está tudo bem! Ah mas não conta para outra que eu falei isso, se não ela vai ficar de gracinha...

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Quando chegávamos na sala da tenente, uma outra marinheira saia de lá toda suada, e ela também estava assim, mas é claro que em segundos eu já havia compreendido tudo o que havia acontecido ali.


A tenente boazinha como sempre provavelmente estava ensinando acrobacias ou coisas assim para nossa colega, como ela fez comigo! Como ela era tão gentil.... Sem pensar muito dava um joinha para a menina e a tenente.

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Rael entrava e fazia alguns comentários bobos, mas talvez ela não soubesse que a tenente fazia esse tipo de treinamentos, então eu não poderia julgá-la. Mesmo no ombro de Luci eu fazia a posição de continência mostrando meu devido respeito.


Kat já nos explicava rapidamente nossa próxima missão, eu ficava bem mais animado do que a primeira vez já que dessa vez eu poderia trabalhar em equipe, bom antes eu já fazia isso com Flake mas agora seria com mais aliados!


Eu sinceramente não havia pensando em nenhuma pergunta, mas à medida que minhas amigas perguntavam eu lembrava que não sabia dessas informações, ainda bem que elas não eram apressadas como eu...


Depois que saíssemos da sala da tenente eu ficaria em pé e então falaria para o grupo todo.


— Bom como todos devem ter reparado andar pelo chão não é muito a minha especialidade já que eu perco um tempo fazendo isso, se eu for andando no caso, mas com Flake meu falcão eu posso voar pelo céus!


Apontava para meu Falcão provavelmente sentado com uma enorme pança em algum lugar, não passava exatamente um ar de confiança mas eu tinha certeza que ele iria voar comigo, ou quase certeza...


— Então eu posso sobrevoar toda a área e manter todos vocês informadas e a troca de informações também será bem rápida, só precisamos adotar um sinal para que eu saiba que vocês querem que eu pouse para conversar!


 De toda forma deixava Flake fazer a digestão se alguém estivesse carregando ele, caso ele já estivesse voando sairia do ombro de Luci, agradeceria ela e então montaria em Flake pronto para voar por perto até a mansão.

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Milabbh
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恐怖



Apesar do fantasma rolando no chão, tentava ignorá-lo da melhor forma possível para não esquecer de responder nenhum vivo em minha frente, inclusive um falcão enorme que mais parecia um tio gordo no final de um churrasco de família.


Ao chegarmos na sala, não fomos recebidos imediatamente, ao invés disso, a tenente nos mandou esperar e pouco tempo depois uma moça saía lá de dentro. A hipótese da moça de cabelos azuis fazia perfeito sentido. - Tem raz.... - Já ia concordando com Rael quando Lucy lhe dava um sermão pela fala. Rapidamente me encolhia, parando de falar e entrando na sala.


Sem perder tempo, a não ser para limpar o suor do rosto, a superior começava a explicar o motivo de nossa visita enquanto carregava papeis. A missão era simples o suficiente... Talvez simples até demais.


Rapidamente minha mente divagava, ponderando sobre a natureza da moradia. Fazer a segurança, inclusive NOTURNA, de uma mansão cercada por um jardim enorme, cuja única habitante atual é uma criança solitária... Assombrações! Só pode ser isso. Começava a repassar todos os rituais e bestiários de ocultismo que já havia lido em minha cabeça.


Estava completamente absorta quando murmurei em voz baixa. - Hmmm... Talvez poltergeists? - Balançando a cabeça, voltava a olhar ao redor, prestando atenção nas possíveis dúvidas. Logo surgia uma, algo sobre matar. Um arrepio gelado percorria minha espinha e um sorrisinho se abria em meu rosto.


- A mansão é antiga? Tem algum cemitério lá? - Esperava um momento para falar e perguntava casualmente. Ouvindo todas as respostas, sairia com meus novos companheiros de missão. Snow até dizia que podia voar com seu amigo falcão. - Uau, você seria uma atração incrível no circo! - Dizia sem pensar muito.


Pegávamos capas de chuva e lanternas com Lucy, que parecia ser bastante precavida. Sorridente, andava pela chuva, apreciando a água gelada que respingava em meu rosto. Ao chegar na mansão, olharia toda a construção com cuidado, bem como o jardim. Geralmente, onde tem fantasma, tem ectoplasma.


Última edição por Milabbh em Qui Abr 07, 2022 12:12 am, editado 1 vez(es)
Shiori
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Trio - Marinheiros



Todos

Rael naquele momento que viu o falcão gorducho não pode deixar de conversar com ele o chamando, o bicho foi caminhando com a pançona e pousou no braço dela, ele ainda tava meio desconfiado, mas batia continência quando perguntava se ele conseguia voar, mesmo que o barrigão dele parecesse dizer o contrário. Ele aceitava o carinho da moça bonita, ficando no braço de Rael, e se encostando mais pra cima, onde ele fazia um movimento com a asa que parecia um polegar levantado para Snow, como quem dizia “Conquistei” e estava bem tranquilo por ali.

Não demorou tanto para as perguntas começarem, onde Ravena era a primeira a falar, ela questionava sobre o que poderiam fazer com invasores e tudo mais, algo que era pertinente, mesmo que no passado Kat tivesse dado uma resposta mais geral para isso, a pergunta era valida.-Como marinheiros é o de sempre. Vocês devem tentar resolver os conflitos de maneira a prender os criminosos, no entanto se por consequência eles morrerem, são ossos do ofício.- ela então deixava o protocolo um pouco mais explicado também.

Para exemplificar a situação e como agir em cada uma delas, ela aproveitou a pergunta pra de certo modo dar uma pequena base para o grupo todo, em principal Snow e Yura, que não tinham ouvido muito sobre o assunto anteriormente.-Em geral não devemos ser violentos com civis, mas se eles ameaçam a integridade a autodefesa não é errado. No entanto, quando falamos de criminosos a coisa muda de figura. Vocês claro sempre devem emitir voz de prisão, mas já devem começar a agir com medidas de contenção, praticamente nenhum deles se rende, é algo tão raro quando achar um diamante dentro de um monte de feno.-Disse ela coçando a parte de trás da cabeça naquele momento, já que esse tipo de informação era complicada, ela sabia que tinha de instruir eles a tentarem não passar do limite.

Mas era difícil estabelecer um limiar entre manter a segurança dos soldados e agir de forma branda, e por isso ela estava tentando estabelecer isso.-Então se os bandidos fugirem, ou tentarem atacar vocês, podem agir com violência. De preferencia contendo, mas se matar eles é necessario pra manter a segurança podem matar. Ou mesmo que eles venham a falecer de forma natural em meio a um combate,, às vezes acontece, a vida de vocês e dos civis é prioridade.-complementou ela deixando claro como funcionava os combates que eles iam travar dali pra frente, matar não estava fora de questão, só não devia ser tratado como foco.

Apesar de ela saber que nem todo marinheiro seguia isso, o número de piratas mortos costumava ser grande, principalmente no começo de carreira dos marinheiros, onde o ímpeto por justiça e fúria ultrapassa o bom senso.-Então é isso, podem usar toda a força que tiverem quando entrarem em um confronto, eles não vão ter piedade, nem medo, a maioria dos criminosos vai atacar para ceifar suas vidas, então protejam-se. Deem a voz de prisão e avisos antes, e depois vão com o que tem. Sobre a mansão, sim, a missão é de proteger o local, então tem acesso, mas a anfitriã pode dar limites, não acho que ela vá fazer, mas se fizer respeitem o que ela disser, afinal é propriedade privada.- disse ela dando de ombros para com a situação atual do que ela havia perguntado, por fim a última questão dela envolvia na realidade a personalidade da garota, e idade.

A Tentente então acaba por explicar a situação, onde nesse caso era tudo vago.-Não temos muito sobre ela, chuto 15 anos, mas tirei isso do nada, pode variar 10% pra mais ou 25% pra menos. Algo por aí.- ela comentou pensando apenas na base da idade dos pais dela, mais ou menos quantos anos ela poderia ter sem uma base de data de nascimento.

E novamente as ideias de Rael sobre morte eram bem mais sinistras que matar alguem, algo que fazia a tenente mais uma vez sair do tom sério pra gargalhar.-DAHAHAHAHAA não não, não aplicamos punições após a captura, se estão imobilizados o trabalho foi feito. A morte é algo acidental, se morreram foi por que não era possível conter. Depois de capturados vocês apenas trazem eles pro local HEHE E aí eles vão ser julgados em corte marcial, e aí podem pegar de prisão ou morte é claro baseado em todos os crimes e agravantes que eles cometeram.- explicou ela para essa situação logo voltando a questão da proteção da menina.

Onde era uma questão delicada, como a maioria das questões até ali havia sido.-Eles não cobraram proteção extra pra ela, tem dois seguranças com ela, no entanto sim protejam ela. A razão é que se ela se ferir, mesmo não sendo essa nossa missão, vai dar ruim pra gente, pessoas influentes assim costumam se enfurecer se algo dá errado. E sim vão ter empregados lá também.- comentou de maneira branda o que ela achava dessas pessoas, provavelmente ela tinha opiniões bem mais duras, mas não precisava revelar isso para os soldados novatos.

E por fim tinham as perguntas esquisitas, que vinham da moça dos fantasmas, era com toda certeza algo que ela não esperava ouvir, ainda assim ela olhou com certa estranheza para a situação, mas logo retornou com a fala.-A mansão certamente é antiga, já cemitérios eu não tenho certeza. Mas gente rica costuma ter sim um cemitério familiar no próprio terreno. Mas não estou certa sobre essa propriedade.-A ideia de serem poltergeist foi algo que ela achou estranho também, mas não dizia nada sobre, já que não podia provar que não eram, então bem, estranho mas quem sabe.

E quanto às capas de chuva no fim a Tenente acenava positivamente com a cabeça explicando essa possibilidade.-Sim, estão na parte de baixo do barco, mais ao fundo, podem pegar lá com o rapaz e depois devolvam.- disse ela para que todos pudessem se preparar.

Lá mais ao fundo quando chegassem encontrariam capas brancas com símbolo da marinha, eram bem voltadas pra organização, mas certamente funcionais apesar do abuso do marketing. O rapaz deu baixa em uma capa pra cada, incluindo o anão que levou alguns minutos pra ele achar.

O Falcão alçou voo com Snow, que foi o primeiro a chegar na propriedade, ele ia tranquilo por ali sobrevoando e observando, era um gramado amplo e de fato mais afastado tinha um cemitério familiar, de resto era bem como a tenente descreveu, uma mansão muito longa, com dois andares, e provavelmente dezenas de quartos, um lugar certamente bem difícil de vigiar.

Eles ao chegar no recinto, logo começavam a se apresentar ali onde a moça que recebia começou a falar do assunto.-Oh claro, por onde querem começar, pela zona principal, ou de empregados.- questionou, esperando resposta antes de iniciar a ação. A mulher vestia um vestido de cetim de coloração preta, usava brincos de cor dourada, não dava para saber se era ouro verdadeiro ou não, seus sapatos eram finos, salto alto bonito, devia ser uma roupa de sair. Talvez ela tivesse parentesco com a família, ou apenas iria se ausentar do local, talvez alguém de cargo alto que não fosse está ali por muito mais tempo, seus cabelos ruivos estavam com um permanente perfeito, penteados com maestria, sua maquiagem impecável, e aquele batom era certamente o que se usa nos campos de batalha do amor, suas unhas tinham um esmalte vermelho que contrastava belamente com a cor do seu vestido, um vermelho vinho, mais escuros. Era uma mulher de classe talvez a dona ainda não tivesse saído, a mulher era de alta fineza, apenas por suas roupas era difícil dizer a qual classe pertence, mas poderia ser uma empregada de saída, não era claro quem ela era sem uma pergunta pertinente que revelasse essa questão.

Histórico:


Legenda:



Última edição por Shiori em Dom Abr 03, 2022 7:23 am, editado 1 vez(es)

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Milabbh
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恐怖



A marinheira explicava calmamente cada uma das perguntas, enfatizando principalmente a de Ravena, sobre matar. Era uma pena que ela não soubesse dos fantasmas, talvez não tivesse tanta resistência com a morte assim, afinal, a punição de Rael seria muito mais eficaz, pois causaria um sofrimento bem maior do que voar por aí...


Prestava atenção em todas as informações, que eram bem esclarecedoras. Em especial, me atentava a uma das últimas falas da tenente. Ela tinha razão, uma propriedadde grande e antiga geralmente tinha um cemitério. - Muito interessante... - Dizia absorta em pensamentos.

{...}


Ao chegarmos no local da missão, logo me deparava com a morada em questão. Era grande e de aparência antiga, mas não decrépita. Parecia se estender infinitamente aos meus olhos simplórios, mas o que mais me chamava a atenção era o enorme jardim que a cercava, bem como o que jazia em seu fim.


Pequenos relevos acinzentados se destacavam no horizonte verdejante. Meu olhar brilhava com excitação. Imagine as histórias guardadas ali, os mistérios que pairam sobre essa casa... Um prato cheio para uma arqueóloga ocultista!


Infelizmente, meus devaneios eram interrompidos pela pessoa que nos recebia. Lhe tecia um sorriso simpático falho, que provavelmente pareceria o de alguém que está passando mal. Com a pergunta da moça, rapidamente exclamava sem pensar. - Empregados! - Eram sempre os trabalhadores que conheciam de fato as casas e seus patrões.


Pigarreava e olhava ao redor, tinha me esquecido que agora estava em um grupo e com mais gente precisávamos nos organizar primeiro. - Errr... Os empregados podem saber mais sobre a casa... Mas é só se vocês quiserem, claro. - Dizia sem graça, esperando uma resposta.


Última edição por Milabbh em Qui Abr 07, 2022 12:12 am, editado 1 vez(es)
Scylla
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Twin Souls



Durante o caminho até a mansão as palavras ditas pela tenente a respeito da pouca idade da filha desencadearam uma série de pensamentos receosos dentro da minha cabeça, a garota nem havia atingido a maioridade e precisava ficar sozinha naquela mansão, como ela deve estar se sentido agora, será que sente falta dos pais, ela estaria com medo? Por que os parentes a deixaram sozinha mesmo tendo conhecimento a respeito dos crimes nas proximidades, eram tantas perguntas, eu devia estar focada na missão mas não podia evitar a preocupação por aquela menina. Todos esses questionamentos teriam me deixado bastante introspectiva até chegarmos na residência em questão.


Aquele ambiente tão familiar e que trazia conforto agora era motivo de aflição, toda a extensão da mansão, o jardim, seriam motivo de admiração se não fosse pelo fato de eu e meus colegas termos de garantir a segurança daquela enorme morada, fechei os olhos inspirando profundamente tentando afastar os pensamentos mais pessimistas e me focar apenas em cumprir com o dever, mesmo que fosse difícil pois quanto mais eu olhava para a mansão maior parecia seu tamanho.


Fitei rapidamente a aparência da moça que nos recebia antes de tomar a palavra. - Bom dia, eu me chamo Luciferanna von Brilliant, estes são meus colegas Rael, Ravena, Snow, Yura. - Antes de tudo me apresentava fazendo o mesmo com meus companheiros de trabalho indicando cada um ao dizer seus nomes. - Ah claro, e este é o Flake. - Não poderia esquecer do falcão e sua ilustre personalidade. - Como devemos nos referir a sua graça? - Aproveitava o momento das apresentações para tentar o descobrir o nome da senhorita que estava a nos recepcionar. - Acredito que se começarmos pela ala dos empregados causará incômodos menores, pois assim haverá tempo de preparar a zona principal para nos receber. - Compartilhava do mesmo interesse que Yura apesar de nossas intenções provavelmente serem diferentes, imaginando que durante o tempo gasto na região dos empregados a responsável pela mansão poderia se organizar melhor, ou até mesmo acordar e realizar seus afazeres matinais caso ainda estivesse a dormir.


Confesso que esperava ser recebida por alguém da criadagem mas a senhorita em questão estava muito bem vestida, com trajes um tanto apelativos, se fosse para um evento noturno não me causaria tanta estranheza mas ainda era de manhã e aquela donzela estava vestida como se fosse para ir em uma festa ou em um encontro. - Se não for comprometer seus compromissos poderia nos guiar até a o local onde os empregados residem? - De qualquer modo a jovem não parecia estar trabalhando na residência naquele momento, o que me fazia tomar mais cuidado para não tratá-la como alguém da criadagem, e pelo palpite da tenente Kat eu não suspeitava que a ruiva fosse a filha dos nobres considerando a extravagância das vestes e maquiagem tudo isso me parecia bem exagerado para uma garota de quinze anos, também havia um certo interesse de minha parte em mantê-la dentro da mansão até de fato sermos apresentados a filha do casal nobre.


Contudo se viessemos a descobrir que aquela moça era filha dos donos da mansão seja pela forma como ela se apresentou ou caso alguém estivesse a sua procura e acabasse por revelar tal informação. - Perdão senhorita, mas não podemos deixá-la sair desacompanhada. - Tentaria não soar hostil mesmo sendo meio contraditório visto que tal situação exigia uma entoação com maior firmeza e autoridade de minha parte. Se assim ocorresse provavelmente os dois seguranças mencionados pela tenente acompanhariam a chefe, porém mesmo nesse caso eu só me sentiria plenamente satisfeita se alguém do nosso time também fosse junto.


E bom… A gente deixou de um pequeno detalhe escapar… Ninguém lembrou de perguntar o nome da garota…Nem ao menos o sobrenome… Fiquei tão absorta na ideia reforçar a segurança da mansão e proteger seus moradores a ponto de esquecer algo tão trivial… Que credibilidade vamos passar se nem sabemos o nome daquela que devemos proteger, isso é no mínimo preocupante… Sendo assim tentaria descobrir o sobrenome da senhorita em questão sem precisar perguntar diretamente, talvez houvesse escrito na fachada da mansão, numa caixa correio, ou então buscaria na memória elementos capazes de me fazer recordar tal informação, algo como a foto da mansão em algum jornal que acabei lendo durante minha estadia em Las Camp e na matéria poderia haver o nome da família, em último caso ficaria atenta às conversas paralelas dos empregados quando estivessemos fazendo o reconhecimento da zona onde habitam, algum deles poderia acabar mencionando o nome ou sobrenome da jovem nobre.

Jean Fraga
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Jean FragaEstagiário
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Ossos do ofício



“São ossos do ofício “. O final da fala de Kat, ficava presa em minha mente, caminhava pensativa, recordando-me das coisas que já passei com bandidos e o amargor que naquele dia surgiu em minha língua, logo retornava.


Apertava as mãos firmemente, conforme as lembranças de Jonathan iam se potencializando, era quase que melancólico para mim lembrar dele em um dia chuvoso como este.


— Ossos do ofício né... Tsc... – Não conseguia guardar totalmente minha angustia para mim, proferindo algumas palavras, porém logo me calando.


Chegávamos finalmente na mansão e wow, ela era gigante, deixando-me certamente preocupada com a vigia que teríamos que fazer, ouvia a duvida da moça, que até agora, não tinha certeza se era uma moradora ou somente uma empregada.


Guiada pela apresentação de Luciferanna, eu preferia por me manter calada, prestando mais atenção no local e tentando a cada cômodo, fazer uma rápida inspeção, de por exemplo, entradas e saídas, tamanho geral dos cômodos e objetos que chamassem minha atenção.


Cumprimentaria todos os empregados, tentando gravar seus rostos, assim como suas funções, afinal, os problemas nessa missão podem vir de dentro também.


Mantinha-me durante todo percurso, ao lado de Rael, cochichando em seu ouvido, — Se formos patrulhar depois... vamos juntas. – Voltando minha atenção novamente para a pequena excursão que fazíamos pela casa.


— Senhorita, se possível, você teria uma planta da construção da casa? Ou algo do tipo, seria ótimo para que pudéssemos analisar e em seguida, formular nossas rondas pelo recinto, seja externo, como na parte interna... – Ficava alguns segundos em silencio, completando rapidamente – Obvio... se não for pedir demais.


Seguindo Rael, manter-me-ia em silencio conforme ela tomava as rédeas da situação, somente acenando com o rosto em forma de confirmação ao que era dito.


Era quando ouvia seu papo sobre se dividir em duplas que logo grudava no braço dela, indicando que já éramos uma dupla formada. Não havia reparado ainda, mas me recordava das falas de Snow e finalmente dava mais atenção a Flake, que parecia ser um amigo de longa data do pequeno.


— Já que Snow e Flake vão ficar lá em cima, nos podemos revessar entre as rondas externas e internas, o que acham meninas?




Última edição por Jean Fraga em Seg Abr 04, 2022 8:32 pm, editado 1 vez(es)

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Garota Cavalo
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Ken no Yuusha



Talvez fosse efeito da chuva, ou talvez estivessem nervosos com uma missão para alguém tão importante, mas nossa caminhada até o local parecia ser feita em baixa moral, o único que consigo imaginar aparentemente feliz era o falcão - Flake - que podia voar livremente pelos céus.


Já eu estava tranquila, não havia nada me incomodando e me mantinha apenas pensativa tentando entender o por quê de minhas sugestões punitivas serem consideradas tortura pelos outros… Quero dizer, tortura é algo muito mais pesado e de fato muito errado e cruel, mas estaria eu errada em pensar que minhas sugestões são coisas levianas? Como esperado, o mundo exterior realmente é muito confuso, muito diferente daquelas páginas surradas e amareladas.


Caminhando lado a lado com Ravena, ao ouvir seu comentário consigo mesma imediatamente olhava para ela, sem dizer nada ia segurando sua mão, e se olhasse para mim mostraria um sorriso leviano porém reconfortante - estou aqui - era o que aquilo significa.

[...]


Entrar em uma mansão assim me trazia um pouco de ansiedade junto com algumas memórias ruins, e agradecia mentalmente por Lucy tomar conta das apresentações, ainda não tinha muita certeza que qual nível de etiqueta deveria usar, ou se sequer ainda preciso me preocupar com isso, afinal de contas, desde ontem sou apenas a Soldado Rael, de sangue vermelho e normal, nada mais nada menos.


Depois de conhecer todos os funcionários podemos ver o interior da mansão e por fim as áreas externas — Complementava tanto Lucy quanto a garota Yura — Seria a senhora a proprietária ou filha do dono? — Perguntava por curiosidade, em especial pela forma que se apresentava.


Na hora de entrarmos na mansão, removia minha capa de chuva e a colocava num cabideiro ou qualquer outro lugar indicado — Vocês façam o mesmo — comentava — será ruim de molharmos a casa toda.


Seguia com o grupo pela mansão, focando em observar por onde seria melhor entrar caso eu fosse alguma ladra furtiva, só pra depois perceber que eu nunca fiz isso então… Não faço ideia, mas tentava imaginar! Ao escutar a cochicho de Ravena, ficava um pouco vermelhinha, olhava em sua direção, e sem responder verbalmente, voltava minha atenção para nossa guia enquanto sorria e afirmava positivamente com a cabeça.

[...]


Depois que nos fosse mostrado tudo, empregados, casa, jardim, mausoléu talvez… agradeceria nossa guia pedindo licença — Muito obrigada pela assistência, a partir daqui iremos nos reunir para definir alguns detalhes e então daremos início à proteção, por favor tente não se incomodar tanto com a nossa presença pela casa, faz parte do nosso dever manter tudo seguro.


Puxaria então o grupo para uma sala mais reservada ou para o pátio/jardim exterior — Nosso grupo é relativamente grande então acho que dá pra cobrir quase tudo, ainda assim é bom mantermos turnos tanto pelo dia quanto pela noite, assim sempre vai ter alguém descansado. Como vocês preferem definir os turnos? — Não tinha muito certeza de como prosseguir na missão, mas como a descendente de um guarda-real, posso ou não estar parafraseando o que eu já li na biblioteca da família, gishishishi…


Também é bom que façamos sempre duplas, assim fica mais difícil de sofrer um ataque surpresa — Olhava para o falcão bem nos olhos, gritando com energia — Flaaake! Posso lhe considerar um Soldado e parceiro que protegerá o Snow? — Esperava por um sinal positivo da ave da mesma forma que havia feito de manhã, estava encantada pois nunca vi um animal tão esperto — Muito bem! Gishishishi… Agora temos três duplas para contar.
Ex-Panda
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O Grande Snow





A pobre da tenente tinha bastante perguntas para responder, mas era melhor ser chato agora do que depois se fizéssemos coisas erradas por não saber exatamente o que fazer na missão.


Eu apenas prestava atenção nas respostas para responder minhas dúvidas que as vezes eu nem sabia que tinha, depois disso íamos nos equipar com algumas capas de chuva, tinha uma de meu tamanho, só era difícil achar, mas eu conseguia depois de um certo tempo procurando.


Eu e Flake voávamos por cima da propriedade, realmente era uma mansão bem rica, não parecia ter nenhum problema a vista então poderíamos ficar tranquilos, pelo menos por enquanto.


Descíamos quando todos chegavam, uma senhorita abria a porta sendo de bastante ajuda se oferecendo para mostrar a mansão, Lucy nos apresentava a ela e claro que Flake também não era esquecido, eu inicialmente ficava quieto já que seria mais fácil apenas um falar.


Ela pedia para ir para a zona de empregados, mas eu ficava na dúvida se deveria os acompanhar ou talvez olhar as coisas lá de cima, mas decidia ficar e entrar na mansão, mas como ainda ficava preocupado olhava para Flake e pedia:


— Flake amigão, será que você pode ficar sobrevoando e qualquer coisa vim nos avisar? Eu ficaria mais seguro sabendo que tem alguém de confiança nos ares.


Se ele aceitasse eu pularia no chão e deixaria ele ir, dessa vez andaria ao lado de minhas companheiras, mesmo que tivesse que apertar mais o passo para isso, afinal, não podia ficar o tempo todo pedindo para elas me carregarem.

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Depois de algum tempo acompanhando todos eu tentava reparar em lugares que talvez só eu fosse possível de explorar com facilidade, talvez dutos de ar, ou lugares que o bandido pudesse entrar.


Depois de averiguar toda a área da mansão acompanhado pela senhorita de mais cedo eu ouviria o que Rael tivesse a dizer quando ficássemos sozinhos com o grupo, assoviava pela janela para que Flake também se reunisse.


— Ehh bem eu não acho que seja uma boa ideia eu dormir, eu tenho um sono um pouco pesado hiehiehiehie, então eu ficarei acordado a noite toda! E eu acho que o melhor local que eu posso ficar será lá em cima olhando tudo.


Se todos achassem tranquilo minha decisão eu colocaria minha capa e então levantaria voo com Flake até o pico da mansão e lá pousaria, olhando cada centímetro dos muros e quintal da propriedade.

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Shiori
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Trio - Marinheiros



Todos

As apresentações começaram cedo na mansão, onde Luci questionava o nome, da mulher em questão, onde naquele momento recebia em retorno a resposta de maneira bastante limpa.-Me chamo, Silvanna Alekseeva Petrov Sidorov Vasilieve Pavlova von Ivanov, mas podem me chamar apenas de Silvanna, ou Alekseeva. Começaremos pela área de serviço então.- era certamente um nome composto bem grande. Luci poderia reconhecer alguns daqueles nomes, dois deles, Vasilieve e Ivanov, onde por sua vez, tinha visto brasões em festas de nobres. Sabia que eles não eram comuns em Illusia, mas ao menos uma ou duas vezes cruzou com alguma dessas duas famílias.

Os Vasilieve tinham muitos duques na região da Grande Linha, alguns ligados a castas de sucessão real, mas nenhum descendente direto como rei, já que eles eram oriundos do North Blue. E os Ivanov, eram uma família que tinha suas terras próprias na região de Stelvelty, e apesar de serem famosos por lidar com máquinas e construção de fábricas, eles eram donos de muitas delas, um povo de ciência, que também se espalhava pelo North. Resumindo eram de castas elevadas, mas que não se encontravam normalmente ali pelo West, dificilmente seriam nativos daquela região.

Os outros nomes não eram familiares, mas provavelmente pelos títulos, se tratassem de uma somatória de linhagens nobres, talvez uma quantidade muito grande de linhas de sucessão e sobrenomes geraram essa monstruosidade de nomes. E desse ponto surgiu a curiosidade de Rael, sobre o que ela fazia naquele lugar, se vestia bem, falava bem, talvez fosse filha dos proprietários, ou a proprietária.-Não, eu não possuo parentesco com as pessoas dessa casa, apenas cultivo grande amizade com a dona. Conheço bem a mansão, e posso lhes mostrar os locais antes de sair.- afirmou com convicção sobre o assunto em questão.

E quando estavam iniciando a exploração Ravena pedia uma planta da casa algo que a mulher responsável por guiar-lhes logo dizia.-Infelizmente, essa casa é tão velha quanto parece. Não temos plantas do local, entretanto não sei dizer se elas nunca estiveram aqui, ou se perderam com o passar dos anos.- ela comentou começando a guar as pessoas pelas salas, para que todos entendessem a arquitetura do lugar.

A casa tinha muitos corredores, esses aos quais era fácil se perder, esquecer onde davam, eles tinham muitas portas, e mesmo quando chegavam em alguma sala, davam em ouro corredor, provavelmente a única capaz de memorizar aquilo corretamente era Luci, já que ela não esqueceria nada mesmo se quisesse. Para a cozinha, que era o primeiro lugar visitado, se tratava de um grande são.

Havia uma mesa enorme, com diversas cadeiras, uma mesa que certamente era usada para jantares de famílias grandes. Haviam janelas nos dois lados da sala, mais ou menos 4 janelas em cada local, que davam pra fora do ambiente, ou seja, a cozinha era um possível local para invadirem, mesmo que as grades fossem de ferro em todas as janelas, o que fazia com que mesmo abertas não fosse algo tão fácil de entrar.

Colada nessa sala ficava o local onde eles faziam o preparo dos pratos, era um lugar gigante, diversos fogões diferentes no lugar, várias pias, várias chapas usadas provavelmente para fazer hambúrgueres e coisas desse tipo. Diversas mesas de trabalho para puxar massas, e claro um armário enorme grudado na parede que servia certamente para guardar os nutrientes.

Mesmo o pequeno Snow não parava pelas grades com seus 15 centímetros, talvez um animal menor conseguisse, mas ele por si só não era conseguia passar, as barras eram bonitas o ferro era moldado em formato de flores ligadas ao centro por uma barra, e dentro delas várias linhas de ferro saiam, lembrando uma lotus. Apesar da beleza era isso que dava eficiência, tanto passava a luz, como era fácil ver lá fora, como ao mesmo tempo seria difícil que animais maiores entrassem ou pessoas.

Depois ela levou pro almoxarifado, era um lugar cheio de prateleiras perfeitas para se esconder por trás, mas não tinha janelas, ele era completamente fechado, um retângulo enorme cheio de caixas, prateleiras e coisas desse tipo. No fundão tinha uma enorme porta de aço que ela abriu para eles verem, era um frigorífico amontoado de carnes penduradas pelo teto.

Eram todas presas a ganchos grandes. Esse lugar soltava muito ar frio quando fosse aberto lá dentro também era completamente fechado e com paredes de ferro, seria difícil invadir por ali. Então foi quando começou o labirinto de corredores para apresentar os quartos dos empregados. Eles eram todos parecidos e ficavam nas portas ao longo dos corredores da parte de baixo da mansão.

Dentro dos quartos a parte importante era a estrutura, a maioria deles tinha uma janela, os que ficavam ao lado direito, com grades como as da cozinha, uma cama de solteiro, uma penseira, uma escrivaninha e uma cômoda. Todos tinham isso, e alguns eram decorados pelos funcionários, porém, nada que interessasse aos investigadores/protetores da mansão. Os da direita eram iguais mas sem janelas, já que não davam para o lado de fora da mansão.

Então nesse ponto ela levava eles para os outros corredores, que sempre tinham estrutura de quartos similar, e provavelmente abrigava muitos funcionários mesmo. Ela então mostrava a zona dos banheiros, eram muitos banheiros com box duplo sem janelas, eles ficavam na parte interna mais aos fundos, eram ali os banheiros de serviço, que os funcionários usavam, tinham alguns que eram coletivos, bem grandes, que podiam abrigar entre 20 a 30 pessoas fácil, com armários na parte de fora, onde eles podiam se trocar, todos definidos por masculinos e femininos.

Entretanto tinham banheiros individuais, esses eram em boa quantidade, provavelmente para usos mais privativos, ou algo do gênero, não dava pra ter exatidão nas razões de eles terem sido criados.

Caminhando dali para o salão de festas, começaria a área nobre da casa. Era um salão gigantesco, que tinha quase quarenta mesas espalhadas por ele, e ainda um grande espaço livre para dançar, assim como um palco de apresentação, ele era cheio de janelas, sempre mesma estrutura da cozinha, essa era a padronização da casa, e ficava ainda na parte de baixo da casa, mas esse não era o único.

Então ela levava eles para o salão de lazer onde os donos ficavam para curtir, tinha um carpete vermelho no chão, poltronas muito confortáveis, elas ficavam todas perto da lareira, havia uma mesa que poderia ser usada para jogos provavelmente de tabuleiro, era fácil imaginar isso pela grande estante, que ficava ali cheia de jogos desse tipo, incluindo xadrez e damas.

O próximo cômodo era subindo a escada, onde ela levava eles para o outro salão de festas no topo da mansão, esse tinha saída para a grande varanda que dava uma bela vista do alto, de resto ele não tinha diferença do anterior, exceto que havia essa saída para olhar o lado de fora, os portões eram de aço, mas quando abertos podem mostrar bastante.

Então mostrou os quartos principais da parte de cima, quartos de hóspedes, e quarto da família, todos com camas king size, extremamente bonitos, carpete no chão, que até era macio de pisar descalço, vários armários, e claro, uma área de trabalho enorme pra quem gostasse disso. As janelas eram grandes mas sempre gradadas. Em todas as salas sempre tinham alguns funcionários passeando, exceto pelas próximas duas que estavam por vir.

Como penúltimo cômodo, mostrava o escritório que era provavelmente do homem da casa, um local cheio de brasões, enfeitado com espadas antigas nas paredes, uma mesa e cadeira acolchoada giratória. Muitas gavetas e prateleiras, e uma sala fechada a qual ela não abria explicando.-Aquela sala só ele tem a chave, mas não há janelas ali, nem métodos de entrar, nem diz respeito a nós.- disse ela saindo e fechando a porta.

Então o último lugar era a biblioteca, prateleiras e prateleiras de conhecimento, um lugar maior que o salão de festas, cheio de livros, com algumas mesas e cadeiras para leitura, todas acolchoadas e confortáveis.-Essa é a biblioteca, ela é aberta aos funcionários, então podem ler algo se quiserem, mas não esqueçam de devolver os livros ao final..- explicou e fechou as portas descendo para o salão de recepção por onde eles entraram.

Com tudo apresentado ela então dizia.-Tome cuidado, e se precisarem de mais alguma coisa procurem os funcionários. Estou de saída a chuva vai ficar forte, é provável que venha uma grande tempestade. A jovem moça vai chegar daqui a pouco, saiu com os seguranças antes que chegassem para comprar alguma coisa.- e então ela pegou o guarda chuva e abriu a porta e saiu, deixando eles agora por conta própria na mansão.

O plano depois disso era traçado por Rael, onde ela até mesmo falava com nosso herói da história, o falcão Flake, que batia continência no momento exato que ouvia, com olhar completamente confiante. Os dois saíram dali indo pra parte de fora e ficando no topo, onde o falcão ficava escondido dentro da capa de chuva, olhando o lugar junto do Anão. Afinal nem pra ele seria saudável tomar tanta chuva assim.

Histórico:


Legenda:


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Twin Souls



 Eu removia a capa antes de adentrar na residência e estava prestes a dizer para que meus colegas fizessem o mesmo quando Rael parecia roubar as palavras de minha boca, confesso que fiquei um pouquinho surpresa pois a marinheira do espadão não parecia ser do tipo que se atenta a tais detalhes assim me aproximei dela a passos curtos. - Certos costumes são difíceis de perder. Kaskas. - Comentava num volume baixo ao pé de seu ouvido deixando um riso divertido fluir, ficava contente e ao mesmo tempo orgulhosa por ela ter demonstrado tal cuidado. Isso me fazia lembrar de Raphy a mais arteira de minhas irmãs, ela provavelmente teria entrado na mansão e depois iria sacudir a capa molhando o chão, as paredes, até mesmo o teto se estivesse empenhada.


Durante o reconhecimento obviamente eu me atentaria a observar o ambiente, tentando imaginar como os prováveis invasores atacariam a morada, porém enquanto estivéssemos a caminhar pelos longos corredores da mansão aproveitaria para tirar algumas dúvidas com a ruiva. - Senhorita Alekseeva, confesso que estou curiosa a respeito da pessoa que devemos proteger junto desta casa, para ser mais exata, existe algo que devemos ter cuidado ou dar atenção em relação a ela? Bom, se não for algo íntimo e que irá atrapalhar nosso breve tour. -  Fazia uma pergunta bem ampla apenas com o intuito de conhecer um pouco melhor a filha dos proprietários e talvez algum detalhe que Silvanna julgasse como importante eu e os outros companheiros de time termos conhecimento, por exemplo a filha poderia ter uma veia rebelde com o costume de fugir, mas este é apenas um exemplo de algo que seria bom nós sabermos a respeito dela além de auxiliar na missão.


Deixando a área dos empregados uma infeliz dúvida pairava sob meus pensamentos, teria aguardado até que estivéssemos a caminhar por um local com menor quantidade de serviçais. - Senhorita… Não gosto de perguntar isso mas, você saberia dizer se é feito algum processo de seleção com os empregados antes deles serem contratados? - Essa pergunta me causava desconforto era como se a garganta fechasse e ficasse difícil de respirar, eu não qualquer pretensão de desconfiar dos empregados, mas pela quantidade de quartos e o número de banheiros conseguia ter uma noção do quão numerosos eram os serviçais, então mesmo desgostando de minha própria atitude eu sentia que precisávamos nos certificar a respeito da confiabilidade dos funcionários, e não seria estranho se um ou outro empregado houvesse aceitado o trabalho naquela mansão estando mau intencionado desde o início. - Mas está tudo bem se não quiser responder. - Minha voz naturalmente baixa parecia ainda mais fraca não sendo apenas para evitar que algum funcionário escutasse mas também porque se tratava de um assunto delicado e até mesmo controverso, afinal quem colocaria pessoas suspeitas para praticamente morar dentro da própria casa, sendo assim eu não seria incisiva com o questionamento além de ficar nítido o desconforto em meu semblante após a pergunta feita.


No mais eu dedicaria a maior parte de minha atenção em Silvanna escutando tudinho que ela tinha para dizer, além de ter tentado ser útil de alguma forma, por exemplo ajudando-a abrir a porta de aço do frigorífico que poderia ser pesada para ela, ou oferecendo minha mão para ajudá-la a subir o último degrau das escadas apenas por cortesia. E bem… na medida do possível eu faria uma rápida contagem nos integrantes do time afim de ter certeza que ninguém se perdeu naquele labirinto de corredores ou não estivesse distraido observando as decorações.


Terminando a etapa de reconhecimento. - Senhorita, você foi de grande ajuda para nós. - Agradecia a ruiva lhe exibindo um grande sorriso alegre, certamente ela tornou nossa primeira etapa da missão foi muito mais fácil pois a ruiva havia agido como uma experiente guia nos mostrando o interior da mansão. - Como forma de agradecê-la por ter cedido parte seu tempo eu darei o meu melhor para cuidar de sua preciosa amiga. - Apertava o punho cerrado contra o busto ao mesmo tempo que encarava a ruiva diretamente em seus olhos tentando lhe transmitir alguma confiança com a fala, comigo tendo um brilho obstinado nas orbes verdejantes ornando a face.


Porém antes que a ruiva deixasse o recinto meu instinto super protetor decretaria ALERTA VERMELHO!!!. - Senhorita Alekseeva! Me perdoe pela ousadia mas você pretende sair assim nessa chuva!? Você pode ficar resfriada se não usar um agasalho. - Dizia em tom de repreensão mesmo que sem ter esse nível de intimidade. Não é porque a não fazia parte da missão cuidar da ruiva que eu deixaria de me importar com ela, principalmente após ter sido tão gentil conosco. - E também seria ruim se a chuva e vento forte molhassem suas roupas ou desmanchasse o penteado antes do encontro. - Nessa parte eu teria me aproximado de Silvanna cochichando as palavras baixinho e bem pertinho assumindo que ela esta indo para um date, e como se trata de um assunto mais pessoal eu não queria que os outros escutassem. - E também… Se ventar muito forte… - Ainda mantendo o volume baixo na fala eu apenas desceria meus olhos do rosto da ruiva até o comprimento curto vestido, esperando que ela entendesse a mensagem, afinal rajadas repentinas de vento são inimigos mortais de saias e vestidos curtos. Bom, no mais. - Por favor, tome cuidado durante o trajeto. - Mesmo que eu tivesse vontade não poderia prendê-la dentro de casa até a chuva passar ou ter alguém para acompanhá-la, sendo assim restava apenas me despedir dela com um sorriso simpático desejando que nada de ruim acontecesse com Silvanna, como cortesia teria me oferecido para abrir e fechar a porta para ela.


Certo, certo, agora foco na missão. A caixinha de surpresas de cabelos azuis vulgo Rael me pegava novamente desprevenida ao tomar as rédeas do planejamento, ela até mesmo parecia alguém responsável durante o breve monólogo o que me fazia apoiar as mãos no queixo e sorrir acreditando que ela se tornaria uma boa marinheira no futuro, do tipo que transmite confiança só de estar ali presente, mesmo com ela talvez não percebendo essa aptidão. Depois que a mulher de cabelos safira terminasse de falar eu erguia a mão sinalizando que também possuía algo a comentar, e quando todas ficassem em silêncio. - Acredito que o jeito mais óbvio de invadir a mansão seria por alguma janela, porque são muitas, mas para isso seria necessário cortar as grades ou de algum jeito se livrar delas, e imagino que essa abordagem faria os invasores gastarem algum tempo, então se mantivermos a patrulha externa ao redor da mansão podemos interceptar os criminosos antes que consigam se livrar das grades e entrar na casa. - Pausaria a fala tomando um pouco de ar e dar tempo para o time acompanhar meu raciocínio. - Porém eu gostaria de pessoalmente checar todas as janelas pelo lado de fora, como se trata de uma construção antiga talvez alguma janela possa estar enferrujada ou o local de fixação na parede esteja comprometido, porque dessa forma seria possível puxar a grade inteira com um gancho, uma corda e alguns braços fortes o que agilizaria bastante o acesso para o interior da mansão. - Nesse momento eu puxava uma corda imaginária para ilustrar a idéia. - Mas se eu fosse escolher como realizar o ataque certamente seria pela varanda, porque mesmo estando no segundo andar é muito mais fácil arrombar uma porta do que cortar ou destruir grades de metal, além do que o segundo andar é onde ficam os quartos principais e também o escritório do dono, provavelmente é nesses locais onde estão guardados os bens mais preciosos. - Não me surpreenderia se as coleguinhas achassem que eu estava planejando invadir a mansão após falar de tais abordagens bastante propriedade e confiança nos métodos, porque de fato eu estava fazendo esses planejamentos desde o momento em que cheguei, justamente para pensar em formas de dificultar e impedir o possível ataque.


Terminando as primeiras observações a respeito da mansão em si eu proseeguiria falando mas dessa vez abordando tópicos mais gerais. - Se vocês acharem necessário minha dupla também pode fazer rondas rápidas pelo interior da propriedade, apenas por desencargo de consciência, creio ter sido capaz de memorizar onde os corredores começam e terminam, além da localização dos cômodos. - Comentava mais querendo saber a opnião do grupo. - Também eu acredito que é mais provável uma tentativa de invasão durante o período da noite, os criminosos podem utilizar a escuridão natural para se aproximarem da mansão sem que nós consigamos percebê-los, e se essa chuva piorar vai ficar ainda mais complicado para detectá-los, sendo assim acho interessante de tempos em tempos variarmos o trajeto que cada dupla vai fazer durante a patrulha para o caso de estarmos sendo vistas os invasores terem mais dificuldade de decorar o padrão de nossa movimentação. - Assim terminava a palestrinha sobre invadir mansões na maciota, e eu só tinha um último comentário a fazer. - Eu também penso observar mais atentamente os arredores da propriedade, procurando por alguma construção próxima, árvores ou alguma coisa assim que os criminosos possam usar para saltar até a mansão. Depois eu passo essas informações para vocês. - Agora sim teria feito todas as observações e comentários que pude pensar, certamente eu soltaria um longo suspiro após tanto falar e precisaria de um pouco de água para hidratar a garganta.


Porém se alguém comentasse a respeito do quanto eu dominava esses conhecimentos digamos, um tanto suspeitos. - Ehhhhhh… - Coçava as costas da cabeça meio envergonhada até porque esse tipo de prática não é nem um pouco bem vista. - Na verdade eu já realizei arrombamentos desse tipo antes… Eu diria que minhas especialidades são invasões e ataques furtivos. - Agora usava a ponta do dedo indicador para coçar uma das bochechas vermelhinhas porque quanto mais eu falava mais suspeito e comprometedor ficava. - Mas antes que vocês possam pensar algo de errado eu nunca fiz essas coisas para cometer crimes. - Fazia um X cruzando os antebraços na frente do rosto acenando repetidas vezes em negação com a face ardendo de tão vermelha.


Após ter falado tudo o que julguei ser importante meu olhar seria direcionado a Rael. - Porque você não decide como faremos as rondas e os intervalos de descanso? - Como a marinheira do espadão demonstrou facilidade para elaborar os primeiros planejamentos e nos reunir, para mim não havia outra pessoa melhor naquela sala para decidir nossa rotina e itinerário.


Dessa forma seguiria a decisão de Rael isso se todos estivessem de acordo, primeiro iria circundar toda a mansão olhando as janelas com atenção para ver se as grades estavam em boas condições e também os arredores buscando por grandes objetos e obstáculos naturais que eu pudesse usar para me aproximar com mais facilidade da morada acreditando que os invasores poderiam ter um raciocínio parecido com o meu, depois iria relatar minhas descobertas ao grupo para então dar continuidade a patrulha.


Por fim iria me atentar a chegada da filha dos donos, e se eu a avistasse entrando na mansão iria correndinho ao seu alcance. - Olá senhorita, eu sou a soldado Luciferanna eu meus colegas marinheiros fomos enviados para garantir vossa proteção e a de sua residência. - Me apresentaria bem rapidinho com um amigável sorriso mais para manter a formalidade lhe informando nossa presença e função no local, depois disso voltaria a patrulhar caso a jovem nobre não tenha nenhum comentário ou exigência a fazer.

Jean Fraga
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Paraiso



Infelizmente a “guia”, não tinha certeza sobre a existência de uma planta da construção, porém não era nada confirmado e preferia por deixar por isso o papo, não havia motivo para pisar mais nesta tecla.


O tour era longo e a casa que aparentava ser grande, era muito mais doque eu imaginava, nunca tinha visto uma residência tão grande como esta o que me fazia ficar bem atenta em todos os cômodos, os namorando de forma diferentes.


A biblioteca que cativa muito, ainda que quisesse fazer uma leitura, não sentia que esse seria o momento certo, no meio de uma missão que a cada detalhe, parecia só ficar mais difícil.


Com a moça a qual deveríamos proteger, estando em outro recinto com seus seguranças, nos sobrava tempo para então comtemplar tudo que havíamos observado e assim, montar nosso plano.


Preferia por me manter em silencio, conforme ouviria as palavras de Luciferanna e de Rael. As falas da garota dos cabelos azulados, em especifico faziam-me a olhar com um rosto bem contente, afinal, eu adorava ver esse lado de Rael, coisa que vi a primeira vez na tourada.


Esperando que o silencio domina-se, eu falaria dando minha opinião sobre as ideias até agora ditas, — Eu acho muito pertinente que a gente foque em proteger as entradas mais obvias, assim como indagado por Luci, as janelas são realmente a forma mais... fácil de entrar e sair.


— Eu antes perguntei sobre a planta da casa, porque me veio a mente que casa antigas como esta, costumavam ter rotas de fuga, normalmente subterrâneas, com uma saída mais afastada da casa, porém... eu não faço a mínima ideia onde poderia ser essa saída/entrada...


— Acho que Luci, você não precisa se preocupar tanto com a parte interna já que a moça estará acompanhada de seus dois guardas, agora se uma breve patrulha na parte interna, for te deixar mais calma, então faça... afinal, de nós provavelmente você é a que mais sabe se mover dentro daquele labirinto que chamam de casa.


Voltando ao silencio e respirando após o discurso, ficaria atenta para ouvir as opiniões dos demais, não me metendo no fato de como seria as patrulhas, duração, descanso, afinal, eu gostava de ouvir a Rael falando.


Luci parecia acabar falando demais e até vazando informações sobre seu passado, — Por acaso você era uma ladra? – A sua primeira resposta criava mais corpo para minha pergunta, preparando minha mão fechada para acertar um soco nela.


Por sorte, a segunda parte era mais esclarecedora, — Hunf... ainda bem.


Com tudo decidido, partiria na patrulha juntamente de Rael, assim que estivéssemos mais sozinhas, olharia a minha volta, procurando ver se realmente ninguém estava olhando para nós.


Era então, que eu a puxava pela cintura, dando um breve beijinho nos lábios da moça, afastando meu rosto momentaneamente, diria, — Desculpa... to me segurando a muito tempo.


Levantando meu rosto e olhando para o céu com as bochechas rosadas, diria, — Se por te beijar tivesse que ir depois para o inferno, eu faria isso... Assim, poderei me gabar aos demônios de ter estado no paraíso sem nunca ter entrado...


Sorria de forma carinhosa, me afastava e durante a patrulha, preferia por andar ao seu lado, mas sem as mãos juntas, afinal, estávamos na hora de trabalho... E pensar isso logo após beija-la, só me deixava boba, sentindo-me uma hipócrita.


Finalmente, focaria minha atenção, sempre olhando o mais longe que pudesse, entre arvores e matagais, procurando coisas fora do lugar ou pessoas suspeitas.

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Garota Cavalo
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Ken no Yuusha



Escutava todos ali com afinco, tanto Lucy quanto Raven não só pareciam ter uma linha de pensamento parecida como também pontos extremamente válidos, e devo admitir que o conhecimento extremamente específico da loira me assustava um pouco, se não fosse por Ravena, eu mesma faria aquelas perguntas. — Eu só espero que se alguém for tentar algo que não seja um especialista tão bom quanto você, Lucy, gishishishishi…. — Mas apesar de concordar com o que diziam, na minha cabeça o cenário era um pouco diferente, e agora todos novamente me fitavam esperando por mim.


Sem nem perceber eu havia me colocado em uma posição um tanto quanto difícil, é tudo muito legal quando se está lendo ou observando alguém traçar um plano e ver a todos confiarem eu seu julgamento, mas ficar ali, no mundo real à frente de todos lhe encarando e esperando as próximas palavras era realmente difícil, me deixava um pouco nervosa, e por isso engolia em seco antes de começar a falar.


Eu acho válido que as janelas possam ser uma vulnerabilidade… — Tocava gentilmente a mão de Ravena para que ela soltasse meu braço, e então andava até uma das janelas, analisando o material das barras de ferro e até fazendo um pouco de força para testar sua resistência — Mas se alguém conseguir passar por isso daqui na força bruta… acho que estamos encrencadas de qualquer forma gishishishi… Além de que, o terreno é muito grande para fazermos rondas em três duplas, as brechas entre cada patrulha me parece a chance perfeita para invasão, e durante à noite, mesmo agora com chuva, a visibilidade é muito baixa.


Me aproximava de volta do grupo, dessa vez comentando nas indagações de Ravena — Minha casa não tinha esse tipo de passagem secreta, mas eu ouvia rumores sobre essas coisas quando visitava o castelo. Ainda assim, mesmo indo lá várias vezes e até mesmo procurando, nunca consegui encontrar nenhuma, eu imagino que pra coisas desse tipo, só os donos ou quem mora a muito tem vai ter conhecimento, e esse for o caso… Então o trabalho de roubo seria interno, o que não temos como impedir de qualquer forma já que os empregados são livres para andar pela casa e podem simplesmente pegar as coisas que nunca saberíamos, então é melhor focarmos em ameaças externas, é o que eu acho.


Cruzava os braços, pensativa e tentando formular algo que parecesse funcionar em minha imaginação, me perguntava o que meu bisavô faria, mas aquilo não me ajudava muito, por mais que ele tivesse sido um guarda real, seu diário contava mais seus tempos de invasor do que protetor.


Façamos assim então… Snooooooooooooooow! — Gritava pelo anão e estendia meu antebraço para que o falcão pousasse ali, que explicar minha ideia de plano para todo mundo — Vamos nos focar em dois pontos, a entrada principal e a sacada do segundo andar, o salão de festas no piso superior será nosso local de descanso, a dupla que estiver de guarda ficará no lado de fora da entrada principal, enquanto a que estiver repousando fica no salão como prevenção caso tentem entrar pela sacada ou andando no interior da mansão, trocamos a cada duas horas. Snow e Flake podem periodicamente sobrevoar o terreno em busca de figuras suspeitas, fique atento à pessoas que estejam carregando ferramentas ou malas grandes, é o único jeito normal de passar pelas grades das janelas.

[...]



Durante a noite nós fechamos tudo, com o portão de ferro a sacada vai estão tão segura quanto as janelas, e mudamos a segurança apenas para a parte interna, o ponto de fora agora muda para Hall de entrada dentro da mansão, também ficando responsável pelo andar inferior, a outra dupla também ficará de prontidão no andar de cima. A pessoa que sobrar ficará de descanso até a troca de turno, onde no final trocará com uma pessoa de uma das duplas, fazemos essa troca a cada uma hora, então à noite será uma hora de descanso e quatro de vigia.


Tentava ser o mais clara e objetiva possível, se todos concordassem, poderia soltar o ar preso um pouco mais despreocupada, agora só precisaria que tudo desse certo. Olhava para Lucy, me lembrando de seu comentário anterior.


Eu e Raven ficamos de guarda na entrada enquanto vocês podem checar vulnerabilidade na janela ou qualquer outra coisa no terreno — Dava uma pequena pausa para depois complementar — Só tomem cuidado, e qualquer coisa gritem, iremos correndo!

[...]


Uma vez que as coisas se decidissem, tomaria meu posto junto de Ravena, seguindo nosso planejamento e me mantendo atenta e vigilante, não só para possíveis ameaças como também para chamados de outros membros do esquadrão, só esperava que aquela chuva acabasse logo e facilitasse nosso trabalho.


Quando pega de surpresa por Ravena, aquele beijo rápido e maudoso mais me deixava na vontade, mas não podia fazer aquilo no meio da missão, ainda não conseguia evitar senão ficar envergonhada, principalmente com suas palavras — Fico muito contente em ouvir isso, estar aqui com você significa pra mim mais do que você imagina — Não era só sobre estar beijando uma garota bonita, toda vez que Ravena fazia aquilo é um lembrete de minha recém adquirida liberdade, mas ao mesmo tempo, não conseguia evitar de me sentir culpada.


Quero conversar com você depois da missão — Dizia após nos distanciarmos um pouco — Nada sério, eu só… Tem algumas coisas que eu escondi ao vir pra cá, e quero te contar tudo — Voltava para a vigília, olhando o horizonte com um sorriso meigo no rosto, apenas esperando que este seja um dia bom.
Ex-Panda
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O Grande Snow





A chuva em cima da mansão estava forte, e Flake se unia comigo para usar de minha pequena capa de chuva também, isso me fazia ficar levemente melancólico já que eu lembrava de meu passado.


— Como nos velhos tempos em amigão hiehie.


Abraçava meu amigo e ficávamos juntos ali por um tempo, apenas observando tudo ao redor da mansão, até escutar o grito de Rael, eu levantava e então pularia nas costas de Flake e iria até seu braço e pousava.


— Certo podem dizer! Me desculpem por sair tão rápido antes, mas eu queria ter certeza que estava tudo bem lá por cima hiehiehiehie.


Escutava com atenção tudo o que Rael tinha a dizer, e ficava calado até a parte sobre o descanso, ficava meio envergonhado de falar sobre, mas eu tinha que avisa-las já que poderia ser algo que as afetaria.


— Ehhh, bem eu não posso dormir.... Uma vez que eu fecho meus olhos é muito, muito difícil de eu acordar até se passar 8 horas.... Meu pai sempre tentava me acordar, mas quase nunca era bem-sucedido, desculpem por isso, mas eu vou tentar me manter acordado!

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— Bom se for só isso eu voltarei lá para cima com Flake, e ficarei vigiando tudo até a hora de fechar tudo, e se tudo estiver bem eu cozinharei nosso jantar se eu puder usar a cozinha hiehiehiehiehie.


Voava novamente, mas antes que fosse pousar no telhado ficaria atendo a todos os arredores da mansão, verificando pessoas suspeitas e carregando grande ferramentas ou coisas do gênero.


Se tudo estivesse bem voltaria para o mesmo local que estava antes, e me aconchegaria com Flake, mas não tão confortavelmente já que provavelmente ficaria com sono, mas por sorte eu já estava com fome de novo e provavelmente não conseguiria dormir de estomago vazio.


— Eh amigão, teremos que ficar aqui por algumas boas horas, só espero que pare de chover logo...


Apreciava um pouco a vista da cidade e da mansão, afinal havia sido recentemente desde que comecei a poder voar pelos céus, então tudo ainda era uma nova experiência.

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Milabbh
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恐怖



Cada nome pronunciado era uma piscada forte que eu dava, não me lembrava nem da metade! E olha que os fantasmas mais antigos também tinham nomes enormes, que nem aquela princesa Isabel. De qualquer forma, era hora de começar a exploração.


Antes disso, porém, com uma expressão de realização, concordava e retirava a capa. Realmente os marinheiros experientes sabiam de tudo! Depois, seguia a deixa de Silvanna, acompanhando-a pelos corredores antigos enquanto olhava ao meu redor, focando principalmente em quadros e bustos. Afinal, nunca se sabe quando algum parente morto pode aparecer.


Confesso que tive dificuldade de prestar atenção em alguma coisa. Aquela casa tinha tantos quartos e corredores que fazia uma sala de espelhos parecer um passeio no parque. Ainda assim, era muito bonita, bem diferente das tendas coloridas do circo itinerante.


Após o tour completo, Rael nos puxava para um canto para podermos decidir detalhes. Ela perguntava sobre turnos e eu, timidamente, erguia a mão e falava em seguida. - É muito raro que eu durma, então se quiserem, posso ficar com o turno da noite. Afinal, alguém precisa vigiar os poltergeists... Eles são muito travessos!


Uma coisa era certa, ficaríamos divididos em duplas. O pequenino e seu amigo falcão, as duas moças que pareciam muito amigas e bem... Acho que isso me deixava com a loira simpática. Não conhecia muito nenhum deles, acho que era uma boa hora para tentar. Podemos fazer dupla então, Lucy?


A moça fazia um grande monólogo sobre as possíveis formas de invadir uma mansão, e meus olhos se enchiam de brilho ao vê-la discursar. - Uauu, você está realmente preparada para tudo! - Mas as falas dos outros também faziam sentido, bem como as suas próprias, que acabavam lhe incriminando.


No fim, Rael tomava as rédeas da situação, designando cada dupla para uma área e definindo os tempos de troca. Snow até mesmo citava cozinhar algo, o que me dava água na boca. De qualquer forma, o plano estava bom, e só nos restava seguí-lo.


Com isso, seguiria a loira para a parte externa, indo na direção contrária. Enquanto analisava as janelas e possíveis entradas, fazia meu caminho para o cemitério, locais com pessoas mortas sempre me atraíram.


Lá, olharia cuidadosamente cada lápide e suas condições, bem como os nomes ali inscritos. - Ohhh, verdade... Não sabemos o nome da família que vive aqui... - Pensava enquanto lia o provável texto clichê que seguia o nome do falecido. Esperaria o aparecimento de alguém por um tempo, mas se isso não acontecesse, apenas voltaria para a casa e relataria qualquer achado ao grupo.