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5º Capítulo: Ainda Altaizando! Qua Mar 02, 2022 1:19 pm
Relembrando a primeira mensagem :

5º Capítulo: Ainda Altaizando!

Aqui ocorrerá a aventura dos Marinheiro Pippos Vitaminado. A qual não possui narrador definido.

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Re: 5º Capítulo: Ainda Altaizando! Ter Mar 29, 2022 12:12 am


Narração

Haviam chegado na ilha, apesar de não haver muito conforto em ter de fazer a baldiação, ao menos poderiam aproveitar um pouco da passagem antes de embarcarem novamente, enquanto caminhavam uma das falas de Thor havia chamado a atenção de Valvatore que teria lhe dito - Existem várias ilhas do céu, não só uma, mas não se tem o registro de todas, o povo penoso é bem bonito geralmente, suas bebidas são bem delicadas e doces, então é fácil se perder e acabar bebendo demais HAHAHAHA- É o que ela diria enquanto eles caminharam. - Em certos pontos da pra encontrar esses itens no mar azul, mas geralmente eles se escondem muito bem. - Ela concluiu

Não havia muito além disso para fazerem, eram recepcionados por uma tenente bem bonita de cabelos Azuis - Sejam bem vindos, grandões, meu barco não é tão preparado pra pessoas do tamanho de vocês mas, a gente da um jeito, junta umas camas, montamos uma barraquinha pra vocês não tomarem chuva e daremos um jeito de servirmos as refeições pra vocês. - Ela teria dito logo liberando o caminho e assim que embarcaram o barco começaria a se movimentar , seria uma longa e cansativa viagem até Dragora.

Ao fim de alguns dias que se passariam desde o seu embarque ambos marinheiros que logo poderiam ver de longe uma ilha completamente vulcanizada, sendo visível inclusive a lava escorrendo por alguns desfiladeiros feitos para lidar com aquele tipo de situação em que a lava começava a escorrer pro mar sendo imediatamente resfriada. As construções eram trabalhadas e altas, havia muito trabalho em ferro de modo que um ferreiro poderia se encantar na magnitude da qualidade de seus companheiros artesãos, o símbolo do dragão logo se fazia vísível naquele que era o lugar onde apenas os fortes tinham vez.

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Re: 5º Capítulo: Ainda Altaizando! Ter Mar 29, 2022 2:09 am





~~ O Titã Bélico ~~

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“A força de um guerreiro está na sua resistência”

Estávamos prestes a chegar na ilha de Dragora quando Pippos berrava ter finalizado suas forjas. “Hoo. Esse frango até que é rápido quando o assunto é forjaria, Thororororo!” Pensava comigo, logo manifestando minha copia dentro da fortaleza. ~ Ora, ora! Vejamos o que você preparou para mim, garoto. Proferia logo apanhando a lança em forma de dragão. ~ Heeeh! Isso sim é um visual dos mais belos, tanto quanto um par de seios naturais. Thororororo! Diria ao tocar suavemente sua haste, entrelaçando os dedos até chegar a sua lâmina e suavemente testar sobre a ponta do dedo, para sentir a qualidade da afiação. “Eita! Mais afiado que língua de sogra, Thororororo!” Não nego que meus olhos brilhavam ao sentir a qualidade e visual da lança, pois, esta sem duvidas era a melhor que Vitaminado havia feito para mim.

Alguns balanços para testar seu equilíbrio, junto da ativação de sua função, a arma duplicava seu tamanho e sentirá o peso sobre o corpo, mas nada que viesse a atrapalhar, muito pelo contrário. ~ Porra! Da pra sentir seu espirito forjado nela!!! Mais alguns balanços até aterrissar sua lâmina no chão, estremecendo com a queda. ~ Esplêndido! Ótimo trabalho, irmãozinho! Thororororo! Proferia para o garoto enquanto apertaria o botão e retornaria a lâmina ao seu formato original.

Uma vez que Pippos havia saído da fortaleza, centralizava minha atenção ao exterior. Vitaminado começava a falar sobre a ilha do céu, ao qual haveria dito anteriormente, comentando sobre existir um Deus e sobre os princípios em que acreditava. ~ Hah! Deixa de falar abobrinha, seu pateta! Se existe um Deus, ele certamente deve ser cego. Diria com um tom um pouco sério. ~ Diferente dessa divindade... os Gigantes Primordiais foram humanos que ascenderam ao topo deste mundo... estes sim alcançaram o ápice do poder e glória! Logo mais será minha vez, é só uma questão de tempo. Falava expressando um convicção resoluta e obstinada.

A capitã Valvatore haveria ouvido nossa conversa e se pronunciava ao explicar sobre realmente existir uma ilha no céu, não só uma, mas como muitas outras. ~ Hoo. Me pergunto que tipo de batalha seria contra esses seres, Kekekeke! Seria impossível evitar o desejo de brandir minha lâmina contra esse povo tão misterioso. ~ Não é algo que me surpreende. Afinal, já cruzei muitas léguas e transitei por muitas ilhas... já vi de tudo um pouco, ainda que este mundo possa oferecer muito mais mistérios. Todavia, contos assim quase sempre tem uma base de origem verdadeira. Apesar do que muitos dizem, toda história tem seu ponto de partida. Mesmo que seja dita pela boca de um velho bêbado, Thororororo! Indagaria de forma sábia, já que, minhas décadas de vida não foram desperdiçadas. A experiência estava cravejada em cada fibra deste corpo, tão visível quanto os peixes no oceano.

Enquanto caminhávamos e papeávamos, nós buscava um outro navio para servir de carona até a próxima ilha. “Uffs. Realmente preciso de um navio, seria mais fácil se houvesse um próprio. Apesar de que comprar um custaria bem caro. Por outro lado, talvez a marinha pudesse dar um. Mas como nem Valvatore tem um, só posso imaginar o que tem que ser feito para se conseguir pelo menos um caravela.” Refletia por alguns instantes, até acharmos uma carona.

A jovem que nos recebia era uma garota bastante simpática. ~ Thororororo! Cama? Não se preocupe com futilidades, menina. Qualquer canto serve para nós! Afinal de contas, já temos nossa própria estádia, apesar de que provavelmente você não entenderá. Thorororororo! Riria amigavelmente sendo carismático como de costume, já que, a garota não compreenderia que eu portava um monstruoso castelo de luxo dentro de meu corpo. Só almejávamos por uma locomotiva, nada mais que isto.

Por outro lado, a cordialidade da menina havia sido bastante notada por mim. ~ Mas agradeço sua hospitalidade, Sargento Thorkell. Diria ao tocar o topo da cabeça da menininha de forma amistosa, quase como um pai mimando sua filha. ~ Vê se não pisa nas pessoas, garoto. Diria para Pippos como se referisse a ser educado pela forma que estavam nos recebendo.

A viagem havia sido tranquila, havia servido de Sentinela durante o velejar. Como de costume, um bom guardião tem que guarnecer sua tripulação. Estava ansioso para chegar em Dragora que mal havia pensando em lutar contra algum navio pirata, talvez houvesse passado rapidamente pela minha cabeça, mas o desejo em ver de perto a ilha de Dragora havia me instigado demasiadamente.

O visual rustico da ilha já era possível ver, mesmo a várias léguas de distância. ~ Ora, ora, ora. Parece um ambiente meio hostil, meu sangue chega estar fervendo para pisar sobre essa terra. Kekekeke! Proferia enquanto estava de braços cruzados avistando o horizonte. O sorriso largo e animado estava bastante visível no rosto. ~ Fazia um bom tempo que não via um vulcão, que nostálgico. Diria lembrando brevemente os tempos em que viajei por algumas ilhas com tais fenômenos naturais.

“Hmm. Pelo que sabemos não há quartel da marinha na ilha. Porém, em contrapartida tem alguns postos militares. Talvez seja interessante tirar a farda e nos adaptar no local até entendermos melhor como são as coisas por lá.” Coçava a barba um pouco pensativo. ~ Hmm... talvez fosse uma boa ideia trocar de roupas, não sabemos como é a ilha ou suas normas, o que acha capitã? Até nos situarmos com a ilha. Diria de forma persuasiva, caso a marinheira achasse uma boa ideia, puxaria um traje de festas que estava em meu estoque dentro da fortaleza e vestiria, era uma roupa típica de bárbaros e guerreiros, extremamente confortável e propicia ao local. Logo guardando em seu lugar o uniforme da marinha.

Assim que atracássemos no porto, antes de descer pela rampa, me aproximaria da jovem menina de madeixas azuladas. ~ Agradeço pela viagem. Se cuida, mocinha. Diria expressando um sorriso carismático ao tocar no topo de sua cabeça. “Sua fofura é um charme, mas sinto que tem uma fera aí dentro. Heh! Talvez poucos possam sentir isso, não é a toa que é uma navegadora.” Pensei comigo, mas optei por não dizer nada.

Havia pisado na rampa, mas logo pulado do navio como uma orca salta do mar. Logo ao aterrissar no por de forma bruta e extravagante, já calculando num ponto onde não houvesse ninguém, contraia o corpo pelo impacto e em seguida soltaria os braços para cima ao respirar o ar com intensidade. * Fiuusssss. Soltaria com força. ~ Ta sentindo, Pippos!? Diria para o garoto com um olhar bastante sedento. ~ O cheiro da supervivência??! Diria em voz alta, devido sentir os músculos rugirem e minha intuição farpar.

Estalava o pescoço e os punhos. ~ Vambora fazer uma expedição! Thorororo! Já tomando a frente começaria a caminhar rumando a primeira entrada para a cidade, ignorando olhares apedrejadores ou comentários ofensivos. Estava animado, o espirito rugia para desbravar e ver quais forças opositoras colidiriam conosco.


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Re: 5º Capítulo: Ainda Altaizando! Ter Mar 29, 2022 9:20 pm




5º Capítulo: Ainda Altaizando! - Página 3 Shuuma10

Chegada em Dragora?!
O que esse lugar tem de magnífico para nos oferecer?
O calor ardente já me vigora, VITATA!


5º Capítulo: Ainda Altaizando!
Observando a admiração de meu parceiro pela minha impecável forja, eu ficava mais do que animado, afinal, era muito bom ser reconhecido como um incomparável ferreiro, o melhor. Ele logo tentou fazer comparações esquisitas como a seios femininos, mas eu apenas ignorei porque não entendi bem a razão para tal: – VTATATA! Pode ficar impressionado mesmo. Vindo de mim, trata-se de uma forja divina.Me gabei, enquanto sorria de forma plena. – Afinal, você sabe quem é que está forjando por aqui, não é?Transbordei minha confiança.

5º Capítulo: Ainda Altaizando! - Página 3 Wy6cybl

Para tentar impressioná-lo ainda mais, logo estendi meu braço esquerdo, onde havia equipado meu mais novo acessório, a pulseira que representava o Eisenma Project. Com o braço estendido, eu faria questão de demonstrar: – Então você vai me atacar?! Eu defendo, VITATATA!Pressionaria o primeiro botão, botão este que logo manifestaria um escudo de extensão interessante. Eram 4 metros quadrados para ser mais exato, e sequer era um material pesado, seria minha ferramenta surpresa dentro de um confronto. – Ficou surpreso? VITATA.Gargalharia um pouco, logo finalizando pressionando o primeiro botão novamente, pois pressionar duas vezes, seguindo as orientações da função que ativei, significava que eu não precisaria mais.

Ele não demorou para esboçar uma reação bem impresionada, como se sentisse parte do meu espírito sobre essa criação. – É minha forja, não é? VITATA.Me enalteceria um pouco mais. De todo modo, já estava mais do que na hora de sair daquele Thorcastelo. Apreciando o novo horizonte que nos encontrávamos, logo me apresentei, antes de ver quem, sequer, se tratava, afinal, saber quem eu era é de mais valia. Ao fim, observando com mais sensatez, logo pude avistar Valvatore pontuando um pouco a respeito de ilhas no céu e cada uma de suas particularidades. – Então quer dizer que isso é sério mesmo, VITATA! Esse Dial é dos céus. Até que seria interessante encontrar algum dos deuses que me moldaram por aqui para trazer a paz à esse planeta.Pontuaria.

Em pouco o Thork parecia ir contra minha filosofia, encarava minha ideologia como uma ‘abobrinha’. – Abobrinha?! VITATATA! Abobrinha é acreditar que um pífio humano é capaz de derrotar um semideus como eu. E quem dirá um deus de verdade?! VITATATA!Acrescentaria. Mas de todo modo, a conversa de tornava cada vez mais interessante. – Seria interessante enfrentar seres nos céus, talvez hajam alguns outros semideuses capazes de ser derrotados, VITATATA! Seria bem interessante para auferir minha capacidade.Salientaria.

Mas era uma tarefa impressionante. Por que motivos não tentar alcançar os céus?! Será que já estaríamos prontos para tal? Eram indagações que só o tempo poderia responder, mas que eu ficaria ansioso em seguir até uma ilha no céu, isso era verídico. – Toparia depois ir comigo enfrentar um caminho de encontrar os céus? Eu preciso e quero em algum momento conhecer os deuses que me moldaram e me forjaram, como verdadeiros ferreiros, para eu me desenvolver sozinho longe de meus pais.Adiantaria uma melhor explicação para formular minha história de vida.

De toda forma, logo éramos recepcionados por uma pequenina de madeixas azuladas. Ela parecia ser bem fofinha e parecia nos prestigiar com muito respeito e admiração. – Olá, pequena flor azul. Muito obrigado pela recepção, eu sou o Vitaminado Pippão, o fruto de uma vontade divina, VITATA. O mais forte ferreiro do North Blue, e futuro ser mais forte desse planeta. Muito prazer.Fazia questão de sempre que possível, perpetuar minha apresentação, afinal, quanto mais pessoas soubessem de mim, melhor.

A jovem em questão era bem simpática e fazia questão de tentar nos prestigiar com o melhor conforto possível. – Pode ficar tranquila, pequena, bravos guerreiros do mar como nós, conseguimos lidar com qualquer tipo de contratempo. Mas agradeço muito por sua honrosa hospitalidade.Indagaria educadamente. Mas ao ouvir mais provocações do cabeça de bagre, logo responderia sem pestanejar: – Fica tranquilo pô, só existe a possibilidade de eu esmagar os inferiores, e de inferior aqui só tem você, VITATATA.Tentaria responder suas provocações à altura.

Observando com mais intensidade, pude entender melhor o quão diferente era o ar daquele espaço. Um calor de magma parecia sombrear as redondezas que nos acaloravam. – Esse lugar parece ferver minha essência. Tenho certeza de que há pessoas bem fortes pelas redondezas.Talvez meus instintos divinos começassem a me alertar de possíveis ameaças, como também interessantes diversões. Claro que eu estava a fim de enfrentar inimigos cada vez mais hostis.

Em pouco, o meu parceiro logo se comunicou à respeito de talvez ser mais favorável trocarmos de roupas, afinal, além de estarmos com vestes da marinha, já parecia ter um pouco de calor, e meus instintos pareciam não me apontar que haveria algum QG na referida ilha. Seguindo esse raciocínio, logo faria questão de retirar minha blusa, e manter-me em sã consciência sem camisa, demonstrando, claro, meus vigorosos músculos invejáveis ao meu parceiro. Analisando bem a pergunta do meu companheiro à capitã, sua respostar já deveria sanar também qualquer possível dúvida minha no vigente momento.

Sem delongas, faria questão de saltara para fora da embarcação, afinal, além dos marinheiros a bordo, qualquer pessoa que estivesse ali pelo porto também poderia apreciar meus invejáveis músculos superiores. Mas, tudo, claro, tomando cuidado para n~çao acabar pisando ou caindo em cima de ninguém, como fora a dica do meu irmão de outra mãe, VITATATA. – Estou...Concordaria com meu irmão. – Essa ilha tem cheiro e ardência de pessoas fortes... Esse lugar é bem interessante.Finalizaria, concordando veementemente com meu parceiro.

Em uma rápida alongada de ombros e alguns leves giros de 90 graus em meu tórax, eu estava pronto para uma nova aventura. – Vamos nessa, VITATATA!Concordaria em mais um bom planejamento para que fôssemos conhecer melhor Dragora. Com o meu vigor reluzente, faria questão de analisar as pessoas a nosso redor, talvez muitos impressionados com a magnitude de meus músculos divinos, mas nada de muita importância no atual momento. Faria questão de olhar para bem para a frente, afinal, apenas os fracassados vivem com medo e olham demais para trás.


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Última edição por Pippos em Qua Mar 30, 2022 7:11 am, editado 1 vez(es)

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Re: 5º Capítulo: Ainda Altaizando! Ter Mar 29, 2022 10:52 pm


Narração


Valvatore teria respondido - Ardente sem dúvidas! O estilo de luta dos celestiais manifesta seus espiritos como chamas capazes de queimar quase tudo em seu caminho, Pippos deve manjar do que estou falando, eu li os relatórios hahahaha. E Ah, quando digo ardentes, espere amantes fogosos, apesar das penas, nenhum deles vai ter nenhuma quando as coisas esquentarem ahahahahahah, falo sério, papo de noite sem dormir e tudo mais.- Ela teria dito de maneira despreocupada e sem preocupar-se com nenhuma formalidade enquanto falava - Mas se realmente vocês tem interesses em lugares assim, alcancem postos mais altos, o mundo é grande, a marinha abre portas, especialmente para pessoas com grandes titulos. - Ela fez um joinha enquanto apontava para si mesma indicando que era exatamente como ela vivia livre mesmo como marinheira.

A viagem havia sido moderadamente tranquila, especialmente quando Thor poderia fornecer o maior dos confortos ao companheiro ruivo de modo que poderia se quisesse até ter se enturmado mostrando seus poderes caso quisesse a tripulação, eram homens e mulheres bem trabalhadores mas de grande espirito, maior até do que seus corpos. E gentileza gerou gentileza pois a humildade dos gigantes garantiu a eles ótimos pratos preparados para impressionar visitantes.

O barco aportou de modo que logo se desceu as ancoras e era possível descer de maneira convencional - Trocar de roupas? Pode ser interessante, como marinheiros não teremos tratamento especial mas, não seremos hostilizados por aqui, então fica a cargo de vocês. Eu tenho um favor ou dois pra cobrar por aqui para conseguir um teto sobre a cabeça, posso deixá-los livres para explorar ou vocês podem acompanhar a minha jornada, é com vocês, sou bem de boas com isso, posso inclusive arrumar uns trampos por meio desse caracolzinho ai que vocês tem.- Valvatore teria dado a eles uma escolha sobre o caminho que seguiriam ali bem clara, ela arrumaria um teto pros três eles querendo a seguir ou não.

Valvatore teria adentrado, despedindo-se do povo da embarcação com um - Valeu galera, se Deus não pagar, eventualmente eu pago hahaha. - Era possível ver que o restante dos marinheiros além deles estava se direcionando a troca de carregamento de materiais, provavelmente como uma troca comercial já pré-estabelecida.

Enquanto caminhavam pela cidade, poderiam ver que as vestimentas usavam majoritariamente tecidos leves, os homens variavam entre pouca roupa superior com o uso de adornos a até roupas mais tradicionais como Kimonos, não haviam olhares agressivos direcionados a eles, era como se a população ali já estivesse mais adaptada a receber visitantes e marinheiros geralmente não eram um sinal de dor de cabeça. Passando por uma rua doméstica parecia que logo mais adentrariam a uma zona mais comércial, onde poderiam procurar por mais coisas enquanto pensavam em sua resposta pra Valvatore que por hora, estava explorando tanto quanto eles.


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Re: 5º Capítulo: Ainda Altaizando! Qua Mar 30, 2022 8:24 am




5º Capítulo: Ainda Altaizando! - Página 3 Shuuma10



5º Capítulo: Ainda Altaizando!
Em pouco, a nossa superior citou um pouco a respeito de meu embate contra um anjo, quando enfrentei um lacaio divino. – É... eu enfrentei um desses seres celestiais que foi enviado até mim pelos deuses para testar meu potencial.Falaria em um tom de orgulho, por sinal, tentando demonstrar que fui forte o suficiente para vencer um embate contra um servo divino. Claro que ainda tenho muito a oferecer! Por isso, faço questão de, mais pra frente subir aos céus e mostrar o meu verdadeiro potencial, VITATA.Pensei.

Mas, de toda forma, eu deveria continuar de onde havia parado: – Ah, sim. Esses celestiais tem um esquisito poder com fogo. Lembram até o poder de uma Akuma no Mi.Esclareceria, afinal, eu realmente até me confundi um pouco em meio ao embate, sobre as habilidades de meu antagonista emitir chamas em meio a seus explosivos ataques. – VITATATATA! Mas pode ter certeza que é isso mesmo. Não entendo muito ainda desses anjos, mas eles parecem ter habilidades de esquentar demais as coisas em pouco tempo. Minha luta contra esse estilo diferenciado foi um desafio.Esclareceria um pouco de meus conhecimentos a respeito desses lacaios divinos.

Mas então... isso quer dizer que existem mais celestiais sob ordens divinas nos céus?! VITATA! Preciso logo melhorar minhas habilidades para ter condições o suficientes de embarcar nessa jornada.Analisaria com aptidão toda essa ideologia. – Pode ter certeza de que iremos, sim, crescer na marinha! Logo você conhecerá um Capitão Pippos Vitaminado por aí, VITATA!Brinquei um pouco.

Por sorte, segundo a Capitã, nós não teríamos problemas com os nossos trajes por ali. Claro que eu, ao menos, imaginava que isso poderia ser um problema, pois ilhas ser um QG da Marinha podem ser, deveras, mais turbulentas para qualquer infrator da justiça que vê a liberdade em aplicar suas fracassadas ações que visam justapor a maldade.

A Valvatore havia sido bem ampla e nos deu uma tremenda liberdade para que nós pudéssemos decidir o transcorrer de nosso caminho pela ilha. Claro que, de fato, seria muito interessante acompanhá-la e conhecer de forma mais branda cada espaço do supracitado território. Mas, todavia, claro que, assim que chegamos o nosso vigor físico e nossos músculos exclamavam a favor de uma expedição mais calorosa e até mesmo vivenciar de forma mais intensa esse lugar. – Ah, acho que vamos explorar um pouco mais esse lugar primeiro, VITATA! Acredito que nossos músculos anseiam muito por isso desde o nosso desembarque.Entonaria com calma e tranquilidade.

Mas você sabe que pode se comunicar com a gente em qualquer necessidade pelo comunicador. E, claro, se possível, basta indicar algum lugar mais fácil para nos encontrarmos, VITATA! Pois, como sabe, ainda não conhecemos muitos lugares nessa ilha.Esclareceria. Mas estaria sempre disposto a acompanhar o meu parceiro para onde quer que ele fosse.


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Re: 5º Capítulo: Ainda Altaizando! Qua Mar 30, 2022 11:13 pm





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“A força de um guerreiro está na sua resistência”

Após uma boa prosa com a capitã, a marinheira havia narrado um pouco sobre a ilha e sobre disponibilizar missões durante nossa jornada em Dragora, o que seria bom de certa forma. Havia concorda com as palavras da mulher, logo após sair do navio; inclusive de forma bem extravagante.

Enquanto estávamos caminhando pela cidade vulcânica, observava as pessoas que lá habitavam. Admito que parte de mim ansiava demasiadamente por uma boa luta. Já a outra parte estava centrada em relaxar durante nossa expedição. De qualquer forma, aproveitaria o que viesse a acontecer, mais cedo ou mais tarde. “Afinal de contas... estamos aqui para desfrutar desta ilha, seja por consequência das coisas boas ou ruins.”

O povo da ilha parecia não se importar muito com nossa presença, o que era um bom sinal. Poderíamos andar tranquilamente, apesar de que prevaleceria atento. Havia notado o quão bela as construções eram na cidade, inclusive pareciam ser bem reforçadas suas estruturas. Podia entender bem isso já que era perito em alvenaria.

Vitaminado havia interagido com a capitã, em razão da mesma optar por perseguir alguns afazeres pessoais, não havia perguntado, pois, não era da minha conta. ~ Qualquer coisa é só dar um toque. Enquanto isso, capitã... assim que terminar suas coisas, se houver alguma missão é só falar. Diria para a marinheira, logo após as palavras de Pippos, seguido de uma piscadinha amigável.

Dado algum tempo, acabaria sugerindo para Pippos. ~ Bora ir numa taverna!? É um bom lugar pra ouvirmos algumas histórias junto de uma breja bem gelada, Thororororo! Até porque o calor daquele lugar era bastante intenso; apesar de que para mim não seria desconfortável.

A taverna seria um lugar bem lógico para se procurar informações, já que, estávamos em uma ilha sem muitas informações, exceto as poucas de Valvatore. De qualquer forma, estava apenas passando o tempo. E qual forma melhor do que bebendo e papeando em um lugar nada descente. Não sabia exatamente em qual cidade estávamos, mas provavelmente a taverna sanaria nossas dúvidas.

Ainda não havia avistado muita coisa, neste curto período de tempo, mas já poderia perceber um local bastante prospero. ~Hmm. Sinceramente esperava um local mais... violento e bárbaro. Bom, os olhos de uma alma nobre podem se enganar. Havia dito em um tom baixo, pois, em minha expectativa aguardava uma zona de conflitos intensos e desordem por toda parte. Para minha surpresa, Dragora até o momento parecia bastante calma e civilizada; não que seja algo ruim.

Os olhos procuraria uma taverna, ou algo que pudesse sugerir ser uma. Todavia, caso não encontrasse, acabaria perguntando algum habitante da ilha. ~ Saudações camarada! Inclinaria o tronco para baixo para ver mais de perto o humano. ~ Poderia indicar para este gigante matar sua sede uma boa taverna? Expressaria um sorriso junto a palavras carismáticas, se assim obtivesse as informações, deslocaria até o estabelecimento. ~ Háh! Agradeço pela ajuda, até mais. Acenaria com a mão e em seguida daria um tapa no ombro de Pippos. ~ Bora, cabeça de rabanete! Segue o pai! Proferia de forma amigável enquanto provocaria o garoto como de costume.

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Re: 5º Capítulo: Ainda Altaizando! Qui Mar 31, 2022 1:30 am


Narração

- Beleza, pra vocês se guiarem, estamos em Davos, o local onde nós temos um teto é em Dracar, é a capital, vai um tempo de viagem. Rua do Dragão verde número 332, vou deixar a chave debaixo do tapete, se não tiver um tapete lá eu improviso. Vou tirar um ronco em uma cama de verdade, assim que eu acordar dou uma sondada pra achar alguma confusão pra gente resolver hahaha Comentou a capitã, deixando livre para eles seguirem seus caminhos dali.

A fala da capitã exclareceu a posição em que estavam, aquela não era uma ilha com uma só cidade, mostrando assim uma maior magnitude. Apesar de ser um lugar dominado pela força, justamente por isso não era comum ver a selvageria acontecendo a torto e a direito, pareceu que para algumas pessoas talvez, evitar o conflito fosse sábio e Thork Poderia reparar isso especialmente quando um homem esbarrara com ele, ajoelhando-se mil vezes pedindo desculpas, inclusive o Rapaz teria sido aquele que indicaria - Senhor, a taberna do Dragão sorridente é bem próxima, o senhor segue por essa direção e perto das casas termais o senhor via encontrar. Ele teria dito logo picando a mula.

Caso caminhassem até o local, poderiam ver uma enorme taberna de mais de três andares, o símbolo do dragão era estampado em ornamentos, moveis e até no balcão, sendo visível que a figura lhes era bem importante. Havia uma moça baixinha por detrás do balcão bem bonita Mas também haviam mesas grandes e individuais, as cadeiras eram como tronos para humanos enormes mas para gigantes como eles? Era apenas uma cadeira confortável. Uma música começou a tocar de fundo e se via todo tipo de gente por lá.


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Re: 5º Capítulo: Ainda Altaizando! Qui Mar 31, 2022 11:42 pm




5º Capítulo: Ainda Altaizando! - Página 3 Shuuma10

Nos aventurando em Dragora...
Beber?! Só se for agora!
VITATATATA!


5º Capítulo: Ainda Altaizando!
A capitã havia confirmado todos os detalhes e agora já sabíamos um endereço para puxar um repouso mais tarde, e até informações significativas à respeito da localização das chaves para abrir a porta. Eu não teria nada para discordar, apenas a agradecer toda a disponibilidade e suficiência de uma superior que visa garantir uma boa estadia à seus subordinado. – Ok, muito obrigado, capitã! Mais tarde passaremos nesse endereço.Pontuaria com todo o respeito e afeição.

Eu mal parei para pensar, inicialmente o fervor daquele lugar animava o suficiente meus músculos buscando fúria e devaneios que envolvessem uma peleja. O ar de quentura e calamidade me dava toda uma impressão de ilha com confusões e brigas, afinal, tratava-se de um espaço sem qualquer poderio da Marinha. Ao menos é o que eu imaginava, não é? A cada passo e a cada fitada por aquele lugar, sequer notei muita diferença de qualquer espaço comum, até mesmo por entre pessoas que sequer presenciavam alguma defesa à seguridade do povo. Era bem estranho, mas todos pareciam se respeitar de forma bem organizada.

Mais do que estranho, mas à medida que eu analisava tais detalhes, o meu parceiro logo me chamou a atenção para irmos até uma taverna e para ouvir histórias, conversar e tomar uma. Ir numa caverna e ... tomar uma.Era basicamente o que eu entendia em sua frase. – Boa ideia, VITATATA!Só de imaginar uma bebida com qualquer teor alcoólico, nem que seja mínimo, eu já começava a salivar em ânimo a tal possível acontecimento.

Todavia, em meio à esse cativante momento, um esquisito aleatório acabou por esbarrar no Thork. Minha feição logo tornou-se sério e a marreta foi bem empunhada. Como que um aleatório da ilha acaba por se esbarrar em um gigante de sete metros e não enxerga?! Ele é débil?!Mas, em pouco, ele logo fez questão de se desculpar uma inúmera quantidade de vezes, talvez mostrando o quão respeitosa era aquele espaço quando se tratava de uma possibilidade de haver brigas. Talvez, realmente, fosse um lugar em que o respeito apaziguava o espaço, mas não por obrigação nem anda, mas pelo nível de sua força, e, evidentemente, ele deve ter percebido o quão forte nós somos, VITATATA!

Apesar dele merecer uma boa ameaça para melhor se ligar nesses espaços diferenciados com desconhecidos, ele até que foi bem útil quando se tratava de, ao menos, conhecer a ilha, afinal, ele nos indicou um bom lugar para beber e descontrair. – Muito obrigado, meu bom. Até mais.Fária questão de agradecer pela prévia ajuda e seguiríamos o indicado caminho, mas, de toda forma, eu ainda mantinha um certo receio quanto a esse esquisito. Quem, deveras, não enxerga um gigante no meio da rua?!Questionei-me.

Enquanto caminhávamos até o indicado espaço... – Ow, pera um instante.Faria questão de utilizar de meus bons conhecimentos em anatomia para olhar melhor o corpo de meu parceiro e tentar encontrar qualquer tipo de ferramenta estranha que pudesse ter sido deixada no Thork, afinal, isso foi estranho demais. Caso encontrasse algo estranho, faria questão de retirar e perguntar ao meu irmão o que era. Mas, por outro lado, apenas: – Ah, esquece, vamos logo nesse bar... digo, taverna, VITATATA!Gargalhei.

Caso entrássemos de forma plena no bar, havendo ou não a possibilidade deste espaço ser plausível à nosso tamanho, eu logo faria questão de pedir por bons barris de cerveja, barris estes bem compatíveis ao nosso colossal tamanho. – Eu pago para nós dois, VITATA! Mas a próxima fica por tua conta.Brincaria um pouco com a situação, mas, sendo um alcoólatra nato, faria muita questão de ter um retorno plausível quanto às boas doses de bebida. Sem pestanejar, eu logo faria questão de dar duas belas goladas na supracitada cerveja, ou o que quer que me servissem. Precisava aprovar o gosto local.

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Re: 5º Capítulo: Ainda Altaizando! Sex Abr 01, 2022 2:14 pm





~~ O Titã Bélico ~~

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“A força de um guerreiro está na sua resistência”

O cabeça de rabanete havia concordado sobre minha proposta para irmos em uma taverna, teria ele concordado mais rápido que uma flecha em direção ao alvo, provavelmente por causa da bebida. ~ Thororororo! O calor já começou a te afetar!? Mexeria com Pippos de forma amigável, já que, a temperatura da ilha era bastante elevada. Provavelmente humanos normais estariam desidratados.

Um nativo da ilha havia esbarrado em mim. “Quem é que esbarra acidentalmente em um gigante? Só um cego um mongol.” Pensava comigo ao olhar para o fedelho. Até parecia ter sido de proposito, mas para minha surpresa o garoto pedirá desculpas desenfreadamente. ~ Está tudo bem, levante-se rapaz. Diria ao apanhar pelo ombro e por de pé o moleque.

Após perguntar para o habitante da ilha Davos, o garoto logo nos informava sobre a taverna do Dragão Sorridente. Inclusive, informava também de um local com fontes termais. “Heh! Um banho nas fontes termais até que não seria uma má ideia. Apesar de que... talvez fosse uma sugestão boa para criar uma câmara em meus castelo com tais luxos.” Divagava comigo sobre a possibilidade de criar algo semelhante em minha fortaleza, talvez uma área de lazer para os cansados.

Quando estávamos seguindo até o local, Vitaminado viria a me frenar com suas palavras e ações. ~ O que ta procurando? Perguntava erguendo os braços. “Será que aquele moleque era um patife?! Pensava comigo. ~ Thororororo! Aé mesmo! Todos meus pertences estrão dentro da fortaleza, então é quase impossível ele ter tentando me roubar, Thorororororo! Diria risonho, pois, se houvesse ocorrido tal tentativa era louvável a audácia do gatuno. ~ Vamos, esqueça isso. Proferia para Pippos e em seguida retornaria a caminhar.

Quando havíamos chegado em frente a taverna, que portava um belo símbolo em forma de dragão, logo em seguida adentraríamos no local. “Nada mal... um símbolo que representa poder, Thorororo!” Refletia comigo ao tempo que teríamos entrado na taverna.

~ Que música agradável aos ouvidos. Proferia ao tempo que buscava uma cadeira para sentar-me. ~ Saudações minha jovem e bela estrela! Traga para nós sua melhor bebida! Afinal, este desgramado merece algo bom! Diria ao dar um tapinha no ombro de Vitaminado devido a ele ter criado uma excelente lança outrora.

Vitaminado havia se oferecido para pagar, o que me surpreendeu por um instante. ~ Háh! Veja só! Parece que tem alguém de bom humor hoje, hein! Thororororo! Gargalharia batendo a palma da mão em minha coxa enquanto estava sentado.

Assim que a moçoila trouxesse os barris, começaria a matar a sede e lubrificar a garganta com sua bebida. ~ Uffs. Bom, muito bom miúda! Largava o barril em cima da mesa ao tempo que olhava para a garçonete e diria de forma amigável. ~ Então... mulheres tão lindas quanto você são frequente por essa cidade? Cortejaria um pouco a mulher para iniciar uma conexão cálida. ~ Ah! Somos recém chegados em Davos. Qual seu nome, pequenina? Puxaria papo com meu carisma e cativante sorriso.

Caso ela perguntasse o meu, tomaria mais um pouco da breja e responderia a seguir. ~ Thorkell ao seu dispor. Limparia os resquícios de bebida da boca, não possuía nenhuma etiqueta, mas certamente ela já estaria acostumada com esse tipo de comportamento em Dragora, senão bem pior.  Retornaria a falar. ~ Então senhorita, o que pode nos contar das cidades de Dragora? Visitantes devem ser bem informados para não fazer merda, não é verdade?! E quem melhor do que uma bela garçonete de uma taverna tão renomada. Mexeria a sobrancelha de forma carismática enquanto usaria minhas palavras recheadas com persuasão e discurso. “Apesar de que as informações são para nós sabermos onde fazer as merdas, Thororororo!”

Dado algum tempo ela elucidando nossas perguntas, chegaria o momento que acabaria falando o que havia ouvido de Valvatore. ~ Há alguns boatos de que uma guerra pode acontecer em Dragora, isto é verdade... minha linda jovem? Finalizaria o barril após as palavras e largá-lo-ia em cima da mesa vazio. Estava atento com as palavras da garota, mas por outro lado atento ao nosso arredor. Nunca se sabe o que pode acontecer em uma taverna, talvez muitas brigas, negócios e contos de fabulas.






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Re: 5º Capítulo: Ainda Altaizando! Sab Abr 02, 2022 11:39 am


Narração

Ambos gigantes haviam encontrado um bom lugar para se sentar, não era distante demais da música tão pouco perto demais, a movimentação era o suficiente para entreter os olhos mas não pertubar a paz. A garçonete então teria lhe entregue um sorriso e dito - Tudo bem, já aviso a bebida é forte!- Ela teria dito no automático pois provavelmente teria de avisar isso mais algumas vezes.

Era possível ver a pequena ir instruir o povo da cozinha e logo ela voltaria carregando com ajuda barris enormes vermelhos junto a grandes canecas para serví-los. No primeiro gole que fossem dar seria possível entender o que ela havia dito como bebida forte, era uma bebida que estava tão gelada quanto o inferno mais gelado, no entanto aquilo trazia um calor muito grande ao se tomar, não só isso como também parecia dar um ânimo e uma energia completamente diferente da lentidão comum ou do efeito letárgico de bebidas alcólicas.

- Os senhores vão querer algo pra comer junto a bebida? - Ela teria dito e seria possível ver seu rosto corar com o elogio, o respondendo - As mulheres de Dragora sempre são muito cortejadas por viajantes. - É o que ela diria, pela sua surpresa talvez ela nem fosse tão acima dentro do padrão nacional e se isso fosse verdade, Dragora era um lugar maravilhoso. - Sobre as cidades… Estamos em Davos, todos viajantes chegam ou passam por aqui em algum momento, todos em Dragora seguimos o grande Deus dragão, pois ele foi quem nos deu nossas terras e expulsou todos os males da ilha. Seguindo seus ensinamentos, não tememos o fogo mas sim o domamos através das ferramentas que nosso Deus nos deixou como herança.- Ela pausou um pouco antes de continuar explicando.

- Nossa grande nação, graças ao Dragão é forte, mesmo crianças a partir de seus 7 anos são treinadas e sigam elas uma carreira militar ou não, você não encontrará um homem ou mulher fraco pois ao dragão a força significa estar certo ou errado.- Ela concluiu e então complementou - Não somos bárbaros no entanto, disputas de força devem ser sempre em igual termo, você deve sempre oferecer algo tão bom quanto aquilo que almeja conquistar por meio da força e isso pode ser desde vencer uma discussão a até tomar alguém como seu marido ou esposa caso ambas partes concordem.- Ela então teria dado um belo sorriso, puxando uma cadeira em meio ao expediente mesmo.

- Nós temos também Lucerna, que é uma cidade mais voltada a nossa agricultura, que é muito boa devido ao solo vulcanizado e nossa grande capital Dracar, onde repousa o nosso líder o grande imperador dragão Noah o invencível. - Ela diria com plena admiração em seu olhar e em suas falas, dando a ela um charme e uma vida inegualáveis.

Ela olhou pros lados respirou fundo e disse - É, recentemente passamos por um grande combate de uma tripulação pirata gigantesca ao qual tentou tomar Lucerna a força mas, outro pirata os reprimiu completamente junto a sua própria tripulação… Se o dragão não me falha a memória Seu sobrenome é Sunwizer e sua alcunha é o bom de guerra, rapaz ruivo forte… Conheço muitas mulheres que lutariam por ele na situação certa. O general Soren lutará contra ele em uma luta valendo a liberdade de Klaus, caso ele perca ele se tornará um soldado nosso e mesmo o governo não nos tirará um soldado poderoso mas, se ele vencer, ele se tornará o novo responsável pela regência de Lucerna, boatos correm que este é um passo para que Noah aceite seu desafio…. E que o Dragão traga a vitória ao mais poderoso. E quanto ela falou isso se ouviu pela taverna inteira uma repetição “ Que o Dragão traga vitória ao mais poderoso.”.

Ela então se levantou e falou -Ah sim, meus generosos rapazes precisam de mais alguma coisa? Ela teria pego sua prancheta e caneta novamente. Uma ligação no Dendenmushi começou a ser feita nesse momento.


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Re: 5º Capítulo: Ainda Altaizando! Sab Abr 02, 2022 5:25 pm




5º Capítulo: Ainda Altaizando! - Página 3 Shuuma10

Bebida formidável!
Mas as informações foram excepcionais...
Esse lugar promete.


5º Capítulo: Ainda Altaizando!
Procedendo positivamente ao meu ânimo e disposição de pagar por amabas as bebidas, o meu parceiro logo soltou de que eu estaria de bom humor, VITATA. – Acho que é isso mesmo, e aproveite, porque não é sempre que eu decido gastar meu dinheiro para dar bebida aos outros.Pontuei, logo entrando em um pleno conflito mental. Perder bebida e dar para os outros??! Álcool é algo sagrado para mim. Bah, ao menos é o meu irmão. Alguma hora ele me compensa, VITATATA!Analisei.

Em pouco, uma pequena garçonete logo nos atendeu e fez questão de salientar que tratava-se de bebida forte. – Uhuul! Gosto assim, VITATATA!Me animei, esboçando um sorriso de orelha à orelha. Todavia, sabendo bem de nosso tamanho, logo refleti: Será que essa pequena é forte o suficiente para aguentar carregar bons barris dessa bebida aí que ela nos falou?Analisei, mas logo pude vê-la instruindo o pessoal para que, juntos, pudessem carregar o supracitado peso. Chamei a atenção do meu parceito com um leve tapa no peitoral: – Ow, acho que essa guria não é somente uma garçonete não, hein, VITATATA! Olha ela ali botando moral no pessoal.Apontei, levemente.

Logo as bebidas chegavam, e eu não demorei para o quanto antes encher minha caneca com o belo líquido que havia no grotesco barril. O primeiro gole foi algo estranho, era gelado. Essa bebida está bem fria...Mas, quase que instantaneamente após minha primeira análise, o líquido era tão frio mas tão frio que logo coloquei a tigela novamente na mesa. – Wow!Esbravejei, enquanto logo posicionei minha palma da mão esquerda à frente da minha boca para baforar e tentar entender se até o meu hálito havia ficado gélido dessa forma.

Parecia uma análise boba, mas eu só queria entender melhor como esse líquido refrescava bem o meu corpo, VITATA. E depois de entender, não demorei para novamente colocar a caneca na boca Gulp.. Gulp.. Gulp...Pausando mais uma vez para tentar manter o equilíbrio e esquentar um pouco mais o meu corpo novamente enquanto conversaria com o Thork: – Cara, essa é das boas, VITATATATA!Elogiaria.

A garçonete em questão logo perguntou se pensaríamos em comer algo para acompanhar a referida bebida. O galante não demorou para logo cortejar a donzela, que parecia ficar corada com o tal elogio. Bah...Invejei o carisma e bom sucesso com as mulheres de meu irmão. – Ei, pequena, o que você sugere para nós?! Eu confio em você e nós vamos querer para acompanhar a bebida o que você sugerir. Talvez o prato mais pedido por aqui? Confio em você, VITATA!Indagaria, respondendo à sua pergunta quanto o que seria para acompanhar a bebida.

Antes de logo se dirigir para pautar nossos pedidos, ela logo iniciou uma revigorada resposta ao Thork, explicando, basicamente, a história de Davos. Em meio à sua fascinante história, ela citou um atípico Deus Dragão. – Deus Dragão?! Ele está vivo e aqui? Gostaria muito de conhecê-lo, VITATATA!Mas logo recordei que eu ainda não havia falado de mim para essa jovem. – Ah, como vão meus modos, VITATA. Eu sou o Vitaminado Pippão, o fruto de uma vontade divina, o mais forte ferreiro do North Blue e estou aqui para eliminar fracassados e fazer a paz reinar na Terra. Muito prazer.Seria claro e fiel em minha apresentação.

Seguindo com sua explicação, ela foi bem clara quanto à força ser o que movia aquele lugar, e até mesmo crianças seguiam esse rumo. Exatamente quanto à igualdade, onde tudo seria resolvido à partir da força entre homens, mulheres e até mesmo crianças. Mas a força ser usada como um fator para tornar alguém marido ou esposa era bem estranho, VITATATA! Todavia, era a cultura local, e quem seria eu para pensar em julgá-la? E ela parecia gostar de discutir à respeito desse assunto conosco, tanto que até puxou uma cadeira para se sentar, mesmo em serviço. Seguindo a lógica, ela deve ser bem forte, VITATA.Pensei.

Em pouco, ela começou a responder mais especificamente sobre uma ‘possível guerra’. – Você fala que esse problema todo na ilha é por causa de uma tripulação pirata?!Minha fúria logo me fez pressionar bem pressionar a base de meu martelo com raiva. Mas, eu sabia que precisava me acalmar, pois não adiantava me irritar cedo demais. Gulp.. Gulp.. Gulp...Essa bebida é boa demais, VITATATA!Me acalmava, já sentindo boas pigmentações do álcool gélido descendo por entre minha garganta.

A dama em questão logo nos contou um interessante acontecimento que havia acontecido na ilha sobre um pirata ter conseguido repreender toda uma tripulação, e, inclusive, ele ainda lutará mais uma batalha agora contra um tal general Soren, valendo sua liberdade e ainda a regência de Lucerna. – Wow! É tão fácil assim ser reconhecido nesse lugar por meio da força?! VITATATATA! Achei meu lugar.Sorri. – Desculpa a pergunta, talvez ela parecendo ser meio óbvia, mas onde e quando acontecerá esse embate entre o Klaus e o general Soren? Eu gostaria de vê-la, VITATATA!Por incrível que pareça, esse nome ‘Klaus’ não me era estranho.

De todo modo, logo estaríamos comendo o tal prato que a mesma houvesse sugerido para comermos, mas, em meio à nossa refeição, o Den Den Mushi tocou e isso só poderia significar duas coisas, ou a Valvatore está com problemas, ou el quer saber nossa localização. Esperava que a segunda fosse a certa, VITATATA! Faria questão de atender o comunicador: – Opa! Sargento Pippos falando!E assim faria questão de ouvir bem as palavras que dele saíssem, pois, minimamente, seria algum superior, provavelmente a Valvatorte, mas como eu não tnha certeza, apenas garantiria ao fim de sua mensagem: – Sim senhor(ora)!Isso se fosse algum comando para irmos fazer algo, mas caso fosse algum questionamento de localização, apenas indicaria nossa localização: – Estamos no Dragão sorridente.Diria.


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Última edição por Pippos em Seg Abr 04, 2022 6:55 am, editado 1 vez(es)

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Re: 5º Capítulo: Ainda Altaizando! Dom Abr 03, 2022 10:19 pm





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“A força de um guerreiro está na sua resistência”

A jovem atendente da taverna começava a responder de forma amigável as perguntas, demonstrando estar acostumada com viajantes. “Bah! Que bebida forte hein! Apesar de que já experimentei piores, Thororororo!” Pensava comigo ao sentir o liquido descer pela língua e garganta queimando suavemente, ainda que matasse a cede, era uma bebida bastante encorpada e rustica; bastante compatível com a ilha.

A história narrada pela mulher era bastante clara, não tão clichê, mas até mesmo interessante. “Hoo... Deus Dragão é?! Que intrigante, Thororororo!” Divaga comigo enquanto ouvia atentamente a jovem.

A descrição dos habitantes e do serviço militar era bastante interessante também, inclusive, aquela sensação desde que havia posto meus pés na ilha agora era desvendada. “Então é uma ilha com uma doutrina militar e credo mítico?! Apesar de parecer ser algo típico das ilhas, na verdade é bem diferente das outras.” Tomava mais alguns goles da bebida enquanto ainda permanecia quieto e audiente. “Eles adoram um Deus Dragão... isso sim é incrível! Dragões são seres lendários e símbolos de poder puro. É uma boa marca para uma ilha como esta.”

A narrativa elucidava bastante, pois, uma ilha que era adepta a “força” acima de tudo, também possuía uma certa evolução. Afinal, eles disputavam na base de quem era o mais forte atrelado a nova era. “Uma ilha que visa o poder, mas com honra e caráter? Hah! Isso sim é uma ilha louvável!” Refletia comigo já contente por ter decidido vir até Dragora junto da capitã. “Meus instintos nunca falham, Thororororo!” Confiava neles, pois, foram eles que me fizeram sobreviver todo este tempo.

~ Heh! Há mais de uma cidade então?! Que delícia. Thorororo! Proferia coçando a barba e expressando um pouco de ansiedade para ouvir mais da boca da mulher, apesar de que uma vez que outra as pupilas davam uma boa conferida nos atributos sensuais da jovem garota; certos hábitos são difíceis de perder.

Dado momento, a mulher proferia sobre alguns relatos que incluíam alguns grupos piratas tentando tomar as rédeas da cidade de Lucerna. ~ Isto não é nenhuma novidade, sempre há os que sonham com grandeza, ainda que suas mentes jovens demais lhe façam pecar durante sua jornada. Thorororororo! Olharia de relance para Pippos, apesar de estar me referindo aos jovens que almejam suas ascensões.

~ Opa! Você disse que chamam ele de: “Bom de Guerra”? O sorriso eclodiria de forma larga no rosto. ~ KEKEKEKEKE! Parece ser um jovem interessante! Os músculos já estão cobiçosos por encontrar este garoto! Proferia enquanto encarava a mulher de forma intensa e sedenta, não por ela claro, mas sim por ser capaz de brandir minhas arma contra um forte oponente. “Esse nome me parece familiar... esqueça, tentar lembrar é o mesmo que um porco andar pra trás. Thororororo!” Pensava brevemente, logo ouvindo Pippos falar com a jovem garota.

Após finalizar o barril, soltaria ele em cima da mesa com vigor e me levantaria da cadeira. ~ Certo, certo! Já me decidi! Vambora caçar esse pirat... Foi então que o Den Den Mushi tocaria em meu bolso. “Mas que bagaça! Já estava sentindo o sangue ferver! Afinal de contas, eu ia caçar esse tal moleque bom de guerra. Tsch. Aí, aí, esqueça. Deve ser a capitã, vamos ver o que é então.” Coçava a cabeça por um instante e logo atenderia o den den mushi. ~ Thorkell falando! Em seguida que apanharia o comunicador, indagaria meu nome e ouviria o motivo da marinheira estar ligando, provavelmente alguma missão.


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Re: 5º Capítulo: Ainda Altaizando! Seg Abr 04, 2022 6:01 pm


Narração

 Quando perguntada sobre o que ela sugeriria ela diria - Eu sugeriria uma porção do guerreiro pra vocês, nela contem três tipos de carne cortados em tirinhas com temperos e especiarias, um arroz a moda de dragora como guarnição batata assada recheada pra duas pessoas enormes comerem e uma variação de molhos apimentados pra que vocês usem a vontade enquanto se servem, entre os ingredientes há ervas que cortam o efeito da ressaca enquanto permite que bebam mais sem se embebedar de forma prazerosa. -  A pequenina dava muitos detalhes sobre as coisas, talvez fosse o seu jeito de agir.  E não tardando ela avisou para que começassem a preparar com um sinal pro balcão, enquanto ainda os atendia.

- Existe e ele reside no coração de todos aqueles que carregam sua chama, mas não mais se manifesta de forma física.- Pela explicação dela ficou mais claro que tratava-se  de uma fé por algo que se existiu, não mais estava nesse plano Ela respirou fundo e então respondeu - Sim, uma tripulação pirata que em outro lugar menos preparado teria arrasado a ilha por completo causou problemas. - Ela comentou explicando que não era algo tão simples quanto o gigante fez parecer.

- Sim, aparentemente ele é como um exército de um homem só, capaz de romper frentes de batalha para que seus homens lutem como nenhum outro, o descreveram como uma besta, mal acreditei que fosse humano quando ouvi… Não sei te dar uma data exata mas parece que vai ser entre o final dessa semana e o inicio da próxima. E quando isso ocorreu com os dendenmushis tocando  ambos teriam ficado com um tapa-olho, demonstrando que Valvatore havia ligado usando dois aparelhos pra ver qual dos dois atendia primeiro.

- Hey caras como vocês tão? Então, tenho  umas missões pra vocês se vocês tiverem dentro, é o seguinte, Thorkell,  preciso que você vá até Lucerna e procure por possíveis sobreviventes do ultimo grande embate, sua missão é protegê-los dentro de si para que eles possam ser deixados  em Drakar.  Além disso, há dois remanescentes do bando do devorador de Almas... Eu quero que vocês  reunam informações sobre quem são, Pippos  pra você eu tenho uma missão especial, preciso que você descubra exatamente onde vai ser o combate entre Klaus Sunwizer e Soren! E ai topam? Missões rápidas que podem agregar pras próximas de pra cada um. E então ela aguardaria a resposta de ambos.

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Re: 5º Capítulo: Ainda Altaizando! Ter Abr 05, 2022 2:12 am





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“A força de um guerreiro está na sua resistência”

“Hoo. Um exército de um homem só?! Thorororororo! Isso até mesmo eu posso ser chamado.” Divagava comigo enquanto bebia e comia as carnes. De qualquer forma, estava prestes a caçar este pirata, quando meu ímpeto fora interrompido pela ligação da capitã; não que fosse algo ruim, apesar de que seria em um momento não muito propicio.

~ Salve, salve Valvatore! Tudo na boa, estamos em uma taverna papeando. Prossiga com a situação?! Indagaria e em seguida prestaria atenção nas falas da marinheira, durante o tempo que finalizaria as carnes no prato.

Valvatore comentaria sobre uma missão, pelo jeito seria uma especifica para mim e outra para Vitaminado. ~ Hmm. Lucerna então, positivo mulher! Deixe que estes músculos fortificados serviram como uma fortaleza indestrutível aos refugiados, Thorororororo! Logo então ouviria o nome do pirata e arregalava os olhos. ~ Ei, ei, ei!!! Eu vou salvar uns bocós e o desgramado do moleque vai caçar o Pirata Klaus? Tá de sacanagem comigo, hein! Bateria com o punho em cima da mesa devido a exaltação.

Olharia para a garçonete e perceberia o ato que havia feito. ~ Peço desculpes, pequenina. Proferia meio sem jeito, mas logo retornando minha atenção ao Den Den Mushi. ~ Uffs. Tá certo, tá certo. Deixa que eu vou salvar a bunda dos sobreviventes. Soltaria um suspiro e em seguida coçava a cabeça meio desgostoso. ~ Seu merda... vai ficar com a parte boa da missão, mas vou te perdoar por ter pagado a rodada dessa vez. Thororororo! Terminaria voltando ser carismático e amigável como de costume. Afinal, não se pode chorar pelo leite derramado.

~ Belezura então! Dois remanescentes de um bando chamado de “Devorador de Almas”, que nome mais ridículo. Por fim, salvar alguns civis que sobreviveram após a batalha. Tá na mão! Vambora, vê se cuida hein, cabeça de bagre. Thororororo! Já haveria me levantado e falado para Pippos. ~ Estava ótima a bebida e a comida, senhorita. Até mais! Acenaria com a mão ao tempo que iria sair.

“Perai! Não faço ideia de onde fica essa cidade, pelos bagos dos primórdios.” Antes de sair, retornaria de fininho e me aproximaria da garçonete, inclinando o corpo, e falaria em um tom baixo. ~ Ehhhh... pode me dizer para qual lado fica Lucerna? Coçaria a barba um pouco sem jeito, mas após obter a informação sorriria e agradecia a mulher. ~ Thororororo! Certo, certo. Agradeço sua atenção, dona. Terminaria de proferir e olharia de relance para o garoto, direcionando o punho próximo dele para ele bater em resposta, uma forma máscula entre amigos de cumprimentar e despedir.

Após sair da taverna, estava visando ir até Lucerna o quanto antes. No entanto, ir sem um guia poderia terminar em mim seguindo um caminho mais longo. Admito que não era um perito em geografia ou arquelogo para seguir pistas com exatidão extrema. Mas certas coisas podem ser conseguidas com alguma palavras ao povo. Exatamente por isso começaria a falar em voz alta tentando atrair algum trombadinha ou viajante que estivesse disposto a me guiar até Lucerna na rota mais rápida. ~ Estou contratando um guia para me levar até Lucerna! Alguém está disposto a ganhar uma grana fácil e rápida? Enquanto manejaria as palavras em um discurso rápido, porém, cativando a atenção das pessoas a volta, repetiria alguma vezes, se necessário, pois, acreditava que qualquer um poderia querer almejar um ganho rápido.

Assim que algum nativo se aproximasse, colocaria as mãos na cintura e proferia. ~ Chega mais camarada, este gigante não lhe fará mal. Como se chama? Daria uma boa olhada na pessoa, sentindo se não poderia ser enganado, o que traria minha fúria à tona. ~ Estou desejando ir até Lucerna o mais rápido possível! Preciso de um guia que possa me levar pela rota mais rápida, acha que dá conta? Indagaria de forma carismática como de costume.

Se o homem ficasse um pouco com receio ou medo, enfatizaria. ~ Sobre sua segurança já lhe digo... enquanto estiver sobre a presenças destes abençoados músculos, nenhum mal lhe afligirá, tem minha palavra! Thororororo! Olharia no fundo dos olhos do civil, esperando que sua alma fosse nobre e digna enquanto houvesse diante de mim. Caso contrário, seria o maior erro da vida dele escolher ludibriar esse titã.



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Re: 5º Capítulo: Ainda Altaizando! Ter Abr 05, 2022 9:24 am




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Vamos para a missão!
Eu já estou num bar...


5º Capítulo: Ainda Altaizando!
Entusiasmado como nunca, pude aproveitar a vivência daquele sabor apimentado e bem saboroso, aliado à, claro, aquela bebida que parecia me congelar por dentro, VITATA. Tinha que haver um equilíbrio, pois, por um lado, a pimenta aquecia, e a bebida esfriava. De toda forma, depois de tomar algumas boas doses, comecei a sentir falta da minha embriaguez. – Bah, álcool parou de fazer efeito?Olhei para dentro da caneca, confirmando que havia bebida por ali.

Mas logo pude recordar que a garçonete havia dito sobre o preparo ter algum efeito que amenizaria a embriaguez. Tudo bem que muitos não curtiriam muito esse efeito, mas, por outro lado, eu até curtia. De todo modo, eu estaria livre para beber e sentir aquela mistura de sabores, onde, por lado, havia uma gélida bebida acompanhada de um picante sabor. Em pouco, o den den mushi tocou, e eu logo o procurei em meus acessórios, mas, estranhamente, ele não estava comigo. De todo modo, o meu irmão atendeu e pôde dar atenção à Valvatore.

Liquidar com uma tripulação pirata parecia algo mais simples, afinal, era o que já estávamos habituados. Porém, repensando um pouco melhor e reanalisando a situação: Realmente parecia ser algo bem mais complexo, afinal, estamos falando de uma invasão em uma ilha que tem tudo girando em torno da força, e, para uma tripulação tentar dominar um local assim, seus tripulantes e o seu capitão são, minimamente, muito fortes.Pensei.

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A garçonete que ainda estava próximo, acabou por ouvir parcialmente a nossa conversa e concordou com algumas palavras que até nos auxiliaram: – Exercito de um homem só?!Coloquei a mão em meu queixo tentando entender melhor a suposta afirmação. – Sabe me falar se ele teria, por acaso, algum poder de Akuma no Mi? VITATA.Questionaria e deixaria a pergunta no ar, afinal, qualquer um poderia respondê-la.

Prosseguindo com o nosso diálogo, a Capitã fez questão de solicitar esses belos músculos para executar tarefas dignas de um Deus. Thork, claramente, ficou insatisfeito, afinal, ele parecia acreditar que eu estava para enfrentar o tal inimigo sozinho enquanto ele ficaria a dar suporte a sobreviventes, VITATATA! – Calma aí, campeão, VITATA! A minha tarefa não é enfrentar ninguém, apenas procurar melhor as informações para saber onde será, de fato, essa peleja entre Soren e o tal Klaus.Dei uns tapinhas no ombro do cabeçudo para tentar acalmá-lo. – Mas claro que se eu o achar antes, irei enfrentá-lo para encerrar logo a tarefa toda, VITATATATA!Provoquei.

Logo faria questão de pagar pelas nossas despesas e já dar início aos trabalhos. Apesar da dona do lugar ter sido super gentil, ela não tinha tantas informações assim a respeito do local do confronto de ambos os supracitados, afinal, já teria resolvido tudo numa cajadada só. Se por um lado eu tinha esse dever de descobrir o local do tal confronto por fazer parte de uma singela missão, por outro, eu ainda demonstrava um enorme interesse em descobrir o lugar para, de fato, poder confrontar essa batalha. Tudo bem que seria uma peleja entre um pirata e um audacioso general, mas, minimamente, seria uma ótima luta. Na despedida de meu irmão, faria questão de cumprimentá-lo com um singelo encontro de punhos. – Faz essas duas missões e não fique para trás, pois, no porto, de Altai, eu já havia realizado uma missão, VITATATA! Então, faça duas para eu não ficar acima demais de você.Provoquei na despedida, como de costume.

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Reanalisando minha posição, eu já estava num bar, qual seria um lugar melhor do que esses para conseguir informações?! VITATA. Bastava apenas encontrar a pessoa certa por aqui. Pausaria um instante para fitar bem o estabelecimento, talvez pudesse ser visível alguém mais suspeito bebendo sozinho, ou até mesmo algo estranho como bêbados falando alto demais, em conversas com risada. Buscaria detalhes inesperados ou suspeitos, homens ou mulheres que apresentassem alguma característica misteriosa ou então que estivessem falando alto demais, por causa de uma eventual embriaguez. Esse último caso seria o mais favorável, VITATA.

Seguindo com uma aproximação à pessoa que me parecia mais suspeita e quieta, afinal, se esses bêbados que falassem alto soubessem de algo referente ao lugar da tal batalha, a garçonete também saberia. – Opa, tudo bem?! VITATA!Tentaria me aproximar de maneira robusta, mas de forma bem tranquila. – Eu sou novo aqui na ilha, mas já estou gostando de como as coisas funcionam por aqui, VITATA!Nao saberia bem qual seria a reação da tal pessoa, mas eu precisava evitar qualquer rigidez. – Ei, dona! Traz aqui mais duas dessa bebida gelada, VITATA!Fária o pedido, já imaginando que funcionaria como uma primeira boa empatia.

Caso a pessoa já quisesse se levantar, ou se sentisse desconfortável com a minha presença na sua mesa e já quisesse ir embora: – Calma, calma...Tentaria tocar suavemente em seu ombro com a minha mão esquerda. – Olha, eu ainda estou meio perdido aqui na ilha... o meu único parceiro teve de sair para resolver umas broncas. Não custa nada pó, toma essa birita aqui comigo, VITATA!Sugeriria, tentando sempre manter a calma e fazer a boa, e, diante de um bar, aquela forte bebida gelada seria essencial, principalmente pelo fato de meu vigor colossal aguentar beber muito mais.

Para tentar manter um sagaz equilíbrio e tranquilidade na conversa para poder ganhar confiança, eu precisava falar de detalhes que até então eu já sabia: – Acho que, em minha infância, eu gostaria de ter sido abençoado pelo Deus Dragão, sabe? Cresci sozinho e foi a vida quem me guiou, VITATA!Deixei a conversa ficar mais ampla e logo prossegui: – Eu vim parar aqui porque fiquei sabendo do exército de um homem só, VITATA! Vê que fascinante. Fiquei sabendo que ia acontecer uma luta colossal por estas bandas, só queria poder assistir ela, VITATATA! Tu sabe onde vai ser?À medida que fiz minha pergunta, logo acrescentei: – Essa bebida gelada é muito boa, VITATA, vamos virar logo essa que eu peço mais.Falaria, tentando colocar meu plano em ação.

Eu não sabia ao certo quais seriam os motivos para alguém querer esconder o âmbito de uma batalha colossal como essas, e, por isso, logo perguntei rápido. Dificilmente, qualquer pessoa daqui não saberia da localização dessa luta, e o álcool funcionaria apenas como o facilitador para minha pergunta ser respondida de forma plena.


5º Capítulo: Ainda Altaizando! - Página 3 BDvW0tR

Histórico:

Objetivos:

Personagem:




Vitaminado Pippão


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Narração
Pensamento
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