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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line!

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
Relembrando a primeira mensagem :

3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line!

Aqui ocorrerá a aventura dos Marinheiros Thorkell Dragnar Godheim e Pippos Vitaminado. A qual não possui narrador definido.

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3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! - Página 2 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Sasha
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Ambos marinheiros tinham suas devidas preocupações, era sim uma missão fácil ainda que tivessem de gerenciar e exercer um pouco de liderança e a dúvida do soldado não queria dizer necessariamente que em algum momento Thor explicou-se mal ou algo do tipo, haviam pessoas que tinham mais dificuldade de entender mesmo e assim que tudo se fez mais claro o marinheiro sorriu e comentou - Acho que eu havia entendido algo errado, obrigado!- Havia energia em sua voz, também havia um forte e firme tom que era reflexo de uma postura mais militar do treinamento.

Havia em Pippos uma séria preocupação sobre a segurança, algo que levantou alguma dúvida por parte dos soldados que outrora estavam bem tranquilos, quase como se o ruivo soubesse de algo ruim que estava por vir ou coisa do tipo, era um sentimento ruim que não fora expresso am pelavras mas, com olhares que se entreolharam e seguiram em um silêncio aterradoramente barulhento, até que a piada feita por Thor havia quebrado um pouco do clima ruim fazendo com que as pessoas apenas pensassem que talvez ambos tivessem vindo de um lugar excessivamente perigoso.

Com a papelada resolvida, não havia realmente mistério no transporte e como os gigantes haviam se oferecido para dar uma mão, o que era pra acabar sendo um trabalho pesado e uma missão difícil de se completar caso fossem apenas chefes e não lideres de fato para por a mão na massa e guiar os soldados, provou-se como na verdade um caminho muito tranquilo para o sucesso já que nem mesmo eles se cansavam ao dividir as tarefas como decidiram fazer.

Ao termino da missão, o ultimo carregamento havia sido feito e no caminho não havia nenhuma dificuldade como um ataque ou qualquer coisa do tipo, o braço maior da marinha estava na Grand Line e mesmo grandes piratas evitavam um confronto direto, por ser um sinal de grande dor de cabeça, não era exatamente uma missão de escolta também, pelo mesmo motivo, já que não se esperava qualquer movimentação estranha, poucos soldados foram alocados para o trabalho o suficiente para que tivessem completado tudo.

Ao fim, o mesmo homem havia os recebido no QG, olhando para o estado de cada um dos soldados e averiguando - Certo, Certo parece que a missão foi um sucesso. Cuidadarei da papelada e do deposito na conta de vocês, porque não tiram o resto do dia? Ouvi falar que os planos pra vocês são grandes para o restante da semana.- Ele teria comentado, e logo teria dito aos soldados - Vocês, em tres horas os espero no campo de treinamento! E com isso, completou o que tinha a dizer, dando as costas e já seguindo para o campod e treinamento.

Histórico:


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Pippos
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Pippos
Sargento




3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! - Página 2 Shuuma10

Finalizando missão...
Puts, achava que seria mais complicado, VITATATA!


3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line!
Toda aquela minha baita preocupação com a segurança e a organização de toda a estrutura de soldados parecia ter sido em vão, mesmo, em cada ida e vinda eu sempre me manter de olhar bem fixados ao meu redor, pois imaginava que esse problemático grupo pirata poderia resolver acabar dando as caras. Mas, de todo modo, correu tudo muito bem. – Bom trabalho, pessoal!Faria questão de parabenizar minha equipe por confiar em mim e ir de cabeça no que havíamos indicado.

Tudo bem que, como uma patente superior a deles, eles teriam a obrigação de fazê-lo, mas eu não acredito muito que um comando apenas por patente irá fazer os com comandados darem o seu máximo, mas sim uma excelente relação interpessoal, pois, desse modo, além de ter a intenção de dar o seu melhor à frente de um superior, também seria uma reciprocidade para com um amigo. Exatamente. Essa era a maior motivação que os soldados poderiam ter e que eu imaginava também ser a melhor situação.

Colocando uma mão reflexiva em meu queixo, pude analisar brevemente: Interessante... Então, ao menos, por aqui na Grand Line, a Marinha é verdadeiramente respeitada. Nos Blues, inclusive já fomos atacados em mar aberta, VITATA.Entendi. Mas ainda comecei a analisar alguns outros pontos que poderiam Sr fundamentais na explicação dessa teoria. O que mais fazia sentido era: Mas qual a razão da Marinha ser tão respeitada por aqui?!Me questionei.

Mas parece que eu já sabia a resposta, e assim acabei me questionando retoricamente: Será que os marinheiros por aqui são tão fortes assim?! VITATATA! Espero que sim. Deve ser por essa razão que eu também estou aqui, não é/ Um cometa divino que só vai para os céus!Concluí minha análise. Assim que chegávamos no QG, o nosso superior logo indicava que teríamos uma conversa em algumas horas, então, antes disso estaríamos livres.

À medida que me despedia do pessoal, Eu ainda me sentia desconfortável, pois apesar de ser bem ágil em meus movimentos, não tinha tanta habilidade assim em manobrar saltos e fazer diferentes tipos de acrobacia, mas, claro, não é? A cada salta e rodopio, vai fazer um terremoto por aqui, VITATATATA! A não ser que possa existir algum modo menos barulhento para executar esses movimentos defensivos, ou algo assim. Quem sabe? Aproximar-me-ia do Thork para tentar fazer-lhe algumas perguntas, afinal, como um homem mais experiente e mais vivido do que eu, ele poderia entender bem disso, ou então eu teria que procurar alguém por ali. – Ei, Thork, por acaso tu entende de acrobacia? VITATA. Queria saber aprender um pouco mais sobre essa arte.Tentaria deixar em aberto, porque minha estrondosa e parcialmente grave voz já poderia chamar a atenção e, quem sabe, alguém pelo QG poderia me ajudar com isso.

Podia acabar dando certo, não é? VITATATA. De qualquer forma, logo perguntaria ao Thork sobre os interesses dele nesse breve momento livre: – Mas e aí, tu tas pensando em melhorar ou adquirir alguma habilidade nova agora? Sei lá, eu já estou buscando por aqui alguém que possa me ajudar com acrobacias, VITATA. Já imaginou uma série de terremotos quando eu estiver me esquivando?Brinquei no final, mas, no fundo, até acreditava que poderia ter um pouco de verdade, a não ser que eu aprendesse alguma forma menos barulhenta de executar essa habilidade.


Histórico:

Objetivos:

Personagem:





Vitaminado Pippão

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Narração
Pensamento
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Tenente



~~ A Fortaleza Imortal ~~


Sargento

Após concordar com Pippos sobre o revezamento dos soldados, não estando muito preocupado devido meus instintos não me alertarem sobre nenhum perigo eminente como de costume, no fim, a viagem havia sido tranquila.

O segundo carreamento havia finalizado e os mesmo procedimentos concluídos de antes, ajudando na descarga e mobilizando a troca dos soldados. Havia se passado um tempo, mas logo o ultimo carregamento dava-se inicio. Estava alerta, apesar de não sentir nenhuma hostilidade durante nossa vinda e ida.

O último carregamento era o mais importante, já que, armas e entre outros estavam sendo transportados. Todavia, permaneceria imutável com os procedimentos, visto que, só havia mudado a carga. Era evidente que os materiais nessa leva eram mais importantes, mas não sendo um empecilho no final. Muito pelo contrario, era uma ótima oportunidade dos marinheiros obterem experiência em grupo. “Essa serenidade chega a ser suspeita, Thorororo!” Pensava comigo durante o trajeto, não negando que um ataque inimigo gerando uma luta seria uma boa oportunidade para drenar o tedio.

Por outro lado, ter uma missão como essa não era algo ruim. Talvez seja por sempre estar rodeado de tempestades que uma mera chuva se torna irrelevante. “Quem disse que ser promissor não é trabalhoso?! Thorororo!” Pensava comigo após entregar o último carregamento. ~ Bom trabalho meus jovens! Proferia de forma carismática como de costume. ~ A missão foi fácil, mas em grande maioria é o contrário. Tenham isso sempre em mente, Thorororo! Indagaria para os marinheiros que sempre estivessem preparado para o pior, não almejando isso, mas adaptados a possíveis situações desfavoráveis.

Durante nossa volta para o quartel com objetivo de informar que havia terminado a escolta, Vitaminado perguntaria se eu era perito em manobrar acrobáticas. ~ Acrobacia!? Báh! Tá aí algo que não manjo nem um pouco, Thorororororo! Responderia para o garoto de forma sincera, pois, não era arrogante ao ponto de dizer que sabia de algo sem possuir o menor conhecimento sobre tal.

Após chegar no quartel general de Altai, já avistando o Tenente Bunker, o marine viria nos abordar sem delongas. Ouvia o marinheiro superior falar e logo lhe respondia. – Realmente a missão foi suave como uma pluma. Thorororo! Riria amigavelmente. ~ Ora, ora... parece que de fato essas bandas se agitaram. Proferia concordando com Bunker enquanto coçava a barba do queixo. “E eu estou com ansioso por isso, Kekeke!”

O tenente havia nos dado um tempo de descanso para desfrutar o que é que fossemos fazer, apesar de não possuir nada em mente, Pippos por outro lado parecia empolgado para aperfeiçoar suas aptidões, o que realmente era um boa ideia.

Por sinal, o garoto fazia um trocadilho sobre aprender acrobacia. ~ Thorororo! Desde quando se um graveto cair no chão causa terremoto?! Olharia e falaria provocando Vitaminado como de costume,. ~ Enfim, talvez seja útil aprender algo sobre essa cidade. Expressaria estar pensativo e até mesmo interessado naquela enorme construção de Oirat. “Quando for criar meu reino, será muito útil conseguir entender sobre os fundamentos das construções e a forma de molda-las. Afinal, isso me abrira um leque de possibilidade para criar da forma que desejar. Como grande parte dos reinos eu vejo, mas que poderia melhorar em muito.”

Olhava para Pippos e então comentaria com ele. ~ Acho que entender como Alvenaria funciona seria uma boa forma de passar o tempo, já queria estudar isso há algum tempo. Pontuaria meu interesse, logo aproveitando para perguntar a Bunker se conheceria algum especialista. ~Ah propósito Tenente... sabe se tem algum perito nessa cidade? Consideraria que ele ainda estava lá.

Caso ele viesse a se despedir com intenção de fazer suas tarefas, antes de concluir o dialogo, perguntaria a ele. ~Antes de ir, Tenente Bunker, sabe se tem algum perito em Alvenaria em Altai? Não sabia se ele estava a bastante tempo nessa ilha, mas não custava perguntar. Assim que ouvisse sua resposta, positiva ou negativa, responderia da mesma forma. ~ Certo, agradeço sua ajuda amigo! Caso fosse indicado algum marinheiro, o que facilitaria, rumaria pelo quartel com intuito de encontrar a pessoa.

Se houvesse conseguido alguma sugestão de algum civil/morador, em seguida que agradeceria o marine, olharia para Pippos e indagaria. ~ Aí cabeça de beterraba... nos vemos mais tarde! Boa aula de pirueta, Thororororo! Daria um tapa no ombro do parceiro e começaria a deslocar até o local sugerido por Bunker.

Se por acaso o Tenente não houvesse sugerido alguém, sairia rumo a cidade de qualquer forma com intuito de encontrar algum estabelecimento de mercadorias, seja qual for. ~ Tem alguém aííí! Bateria na porta do local, pois, provavelmente não suportaria meu tamanho. Assim que avistasse o dono, ou empregado, perguntaria. ~ Saudações guri(a)! Sou Sargento Thorkell da marinha. Colocaria os dedos no chapéu para ganhar credibilidade devido meu tamanho e músculos quase sempre assustarem as pessoas. ~ Estou buscando um especialista em Alvenaria, poderia me indicar alguém dessas bandas? Seria carismático enquanto mostraria um sorriso amistoso.



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Enquanto ambos estavam a disposição e em destaque em meio ao QG seria possível ver uma figura masculina se aproximando, o homem não trajava uma veste na parte superior do corpo, a segurando pela lateral sendo notável que haviam alguns cortes em sua roupa, que também estava manchada de sangue, no entanto o homem não tinha marcas além das próprias tatuagens em seu corpo, sinalizando que aquele não era o seu sangue onde o homem aproximou-se do ruivo que falou sobre acrobacia e comentou - Heh, acrobacia, é útil pra um cara grandão, chega ai que eu te dou umas dicas. - Ele apontou para o lado de fora, era visível que o homem havia voltado a pouco tempo mas, não pareceu que havia cansaço o suficiente no homem para que não ajudasse o outro, onde ele se apresentou - Sargento Miro e você rapaz?- e na resposta do ruivo caso enaltece-se o próprio cargo ele teria dito - Heh, novato né? Nunca te vi por essas bandas. Bora lá, sem corpo mole - Ele teria dito com um sorriso cheio de dentes no rosto.

Enquanto isso, Thork tinha um objetivo claro a alvenaria, podendo presenciar inclusive todo o dialogo até que ambos fossem pro próprio canto para treinar, Bunker responderia - Alvenaria, há a Shindou-san… Não é parte da organização, mas tem uma boa relação com a marinha, fale com ela que ela deve ajudar. Seguindo na direção do templo, você vai ver que terá um armazem no caminho, é onde ela mora e trabalha. - E então se despedindo ele seguiu seu caminho.

Quando Thor seguisse o caminho indicado ele poderia ver o armazem sem muitas dificuldades, lá havia uma moça alva com algumas marcas no rosto carregando alguns materiais pesados como se não fosse nada, parecia trabalhar sozinha e havia cansaço em sua feição, pois parecia estar lidando com aquilo sozinha a algum tempo, quando tivesse se aproximado mais, poderia ver que de fato era uma aparência de respeito., apesar de muito única e exótica que quando o notou o perguntou - Algum problema oficial? - Seria possível a ver olhando sem muita discrição para o lado exterior, como se procurasse sinais de violência ou perigo.

No entanto, caso o rapaz demonstrasse algum interesse em aprender alvenaria ela teria dito - Posso te ajudar com isso, a marinha é gentil conosco. Mas, vou precisar de ajuda pra terminar de carregar os materiais do fundo para frente antes, tudo certo por você? - A moça teria perguntado e indicado, não havia tanto mais lá para que ele ajudasse, era possível ver que ela já havia transportado pelo menos 90% das coisas e era uma quantia respeitável de material que já estava alocada.

Histórico:


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3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! - Página 2 9g2joTh

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3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! - Página 2 Shuuma10

Missão tranquila até demais...
Vamos focar em melhorar nossas habilidades!


3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line!
Ao fim da missão, de maneira fácil, assim por dizer, Eu comecei a fazer alguns planejamentos mais à frente, onde dedicar-me-ia a melhorar minha mobilidade e desenvolver melhor maneiras de esquiva. Todavia, eu perguntei ao Thork, apenas por questão de opinião, pois eu sabia bem que ele não saberia fazer esse tipo de manobra no ar, VITATA. – É um inútil memso, VITATATATA!Brinquei. De qualquer maneira, ele não demorou para logo vir também tirar brincadeiras, falando de meu tipo físico ser magro demais. – Ah, seu maldito! VITATA.Respondi rindo um pouco. Eu sabia que, desde novo, realmente sempre fui meio magrelo, e nesse quesito, não tinha como refutar sua resposta.

Ele não demorou para me contar de um interesse em saber um pouco mais de Alvenaria. – Puts, cara, até que é interessante. Não é aquelas paradas que envolvem um tipo de construção? É bem útil mesmo.Analisei o quanto seria verdadeiramente útil essa proficiência. Ele não demorou em logo me responder e fluir bem o iniciar de sua busca para encontrar alguém que dominasse essa habilidade. – Boa sorte na busca!E, falando nisso, eu me liguei que também tinha de correr atrás de alguém que desenrolasse bem essa arte de fazer bons movimentos de esquiva e de locomoção no ar.

Aprendizado ~ Acrobacia

Todavia, à medida que eu buscava uma solução mágica para encontrar alguém que pudesse me ajudar a aprender essa capacidade , um homem de longas madeixas capilares, assim como eu, se aproximava sem blusa. Era uma blusa levemente rassgada e manchada de sangue, todavia, o homem sem blusa não possuía em seu corpo nenhum arranhão sequer. Fascinante...Pensei. Pois estava claro de que o sangue sequer era dele. Ele parece ser bem forte.De toda forma, ele logo se aproximou de mim, e indicou que poderia me ajudar com o que eu precisava. – Por favor, agradeceria muito, VITATA!Agradeci com a possibilidade de ajuda.

Era sensato entender que dentro do QG não teríamos liberdade para fazer um treinamento dessa proficiência, dessa forma, logo fomos para fora desse fabuloso estabelecimento. A meu ver, o único que fazia mais algum sentido aqui em Hasagt. Ele havia chegado há pouco tempo, mas não demonstrava muita exaustão. Talvez fosse compreensível de que ele tivesse uma impetuosa resistência física, ou então de que não havia se cansado muito, com sua saída. Mas pela roupa rasgada e pelo sangue, é mais provável que ele apenas seja resistente mesmo ao cansaço.

Em uma formidável apresentação, eu tinha de fazer a minha parte: – Muito prazer, Sargento Miro, eu sou o Sargento Pippos Vitaminado, o fruto de uma vontade divina. Aquele que nasceu moldado para combater o mal e que se tornará o ser mais forte desses mares, VITATATA!Esclareci com todos os possíveis argumentos para indicar que eu seria digno de aprender Acrobacia. – Sim, cheguei aqui em Altai há pouco tempo.Confirmei a hipótese do Sargento, pois, por sua experiência por ali, ele demonstrou conhecer bem todo o pessoal do QG. Mas pronto para iniciar o treinamento, logo fui recíproco e também abri um sorriso bem saudável em meu rosto.

3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! - Página 2 Thor-anime

De início, ele logo pontuou a necessidade de um bom preparo físico para ter fiéis condições de aguentar o peso do próprio corpo na execução de manobras. Nesse mesmo instante, eu logo posicionei minha grande marreta no chão e não podia perder a chance de me amostrar com meus músculos impecáveis e bem definidos. – Ser forte o suficiente para aguentar o meu peso?! Pode ficar tranquilo quanto a isso.Finalizaria o argumento abrindo bem o meu tórax e flexionando bem os meus bíceps, para tentar exibir bem minha força ao cidadão em questão.

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Mas já deu a hora da brincadeira, eu deveria me concentrar em prestar atenção nos detalhes que me fossem passados para flexionar bem os meus músculos e torná-los cada vez mais elásticos. Tudo bem que tudo isso ainda seria um processo em longo prazo, mas me dedicando cada vez mais, isso se tornaria natural para mim. De início, eu comecei a fazer pequenos saltos, para tentar me acostumar com o fato de ir contra a gravidade, mas sempre tentando manter o meu corpo deliberadamente leve, e na hora de pousar, iniciando justamente com uma descida na ponta dos pés, tudo para aliviar a tensão e fazer o menor barulho e impacto possível.

Admito que não era nada fácil, mas, ao meu ver, tudo era possível! Bastava ter empenho e dedicação. Em menos de uma hora, ao acostumar essa massa acobertada por músculos o necessário para fazer uma plena descida, eu estava pronto para dar continuidade com movimentos no ar. Mas, claro, nada era assim tão fácil. O Miro me passou uma lista de exercícios para melhorar meu controle físico e ter cada vez mais elasticidade na abertura de meus membros. Algo como uma séria de bons alongamentos, desde alguns de ombro, até mesmo de peitoral e quadríceps. Exatamente, e isso seria apenas o começo.

E com o passar das horas, comecei a aplicar a perpetuidade de movimentos mais acrobáticos no ar, com rodopios e rápidos movimentos que seriam bem úteis em necessárias esquivas. Não demorei para logo pegar meu grande martelo e o deixá-lo em mãos para especificar ainda mais cada um de meus movimentos, pois aplicando movimentos Pippesados no ar aliando o impulso ganho pela força Peso de minha arma com belos movimentos no ar, no caso, as acrobacia, seria um processo bem útil para também ter o vento com um companheiro de impulso em qualquer perpétuo salto, tanto para me esquivar, como para eu atacar.

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Ainda tive a chance de acrescentar uma dúvida, a respeito do meu peso, e poder acabar causando um breve tremor a medida que eu saltasse e pousasse ao solo, afinal, não seriam todas as vezes que eu teria condições de pousar de ponta de pé no chão. Claro que isso seria um problema tanto para mim, como para aliados ao meu redor em alguma missão, mas ele foi bem sereno e me respondeu com muita plenitude e convicção: - “Sabe o solo e todo o terreno que você vai usar no seu combate? Não o enfrente. Na verdade, você precisa se unir a ele, onde, à medida que você estiver saltando, e pousando, como uma pluma, você terão todo o solo como seu aliado, e assim, no lugar de atrapalhar, apenas vai te auxiliar a se manifestar com esplendor. Use o vento muito bem à seu favor e siga sempre o seu fluxo. Isso ajudará bastante.” – Muito obrigado, Miro. Pude aprender muito com você, e essa habilidade só melhorará com o tempo!Finalizei.

Fim

Ao fim do sagaz treinamento e do agradecimento ao Miro, o cumprimentaria com esmero, afinal, eu ficaria mais ou menos em dívida com ele. Tá, não é uma dívida em si, mas caso eu pudesse ajudá-lo em algo, faria questão de cumprir essa obrigação. Todavia, de volta ao QG, minha boca já parecia seca demais, e eu precisava me aliviar, mesmo tento prometido fazer isso logo após a missão, mas algumas coisas me atrasaram um pouco. Pegando em mãos a bela garrafa de rum que estava entre meus acessórios e logo dei uma boa virada para ter um pouco de álcool aliviando qualquer tipo de tensão em meu corpo, e, inclusive, tornando-me mais calmo e bem mais tranquilo.

Depois de resolvidos os assuntos citados acima, eu me lembro de que ainda passaríamos por um treino rigoroso, como havia dito a Capitã. Tudo bem que ainda fico meio curioso com o tipo de treinamento que ela quer falar, pois esses músculos divinos aqui.Pausaria a prévia análise para dar uma boa flexionada em meus músculos, isso para que qualquer um que estivesse de bobeira no QG pudesse presenciar essa demonstração de poder divina.


Histórico:

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Vitaminado Pippão



Última edição por Pippos em Qui Jan 13, 2022 10:12 am, editado 1 vez(es)

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~~ A Fortaleza Imortal ~~


Sargento

Após dialogar um pouco com Vitaminado sobre meus interesses, não tardou para o garoto conseguir arrumar um tutor. “Huuh. Isso sim que é sorte hein!” Pensei comigo quando ouvi um dos marines se aproximar e falar com Pippos.

Em seguida que teria falado com Bunker, o tenente havia me direcionado a um local cuja dona possuía um bom relacionamento com a marinha e que ela poderia me instruir. Não demorei para seguir as coordenadas do marinheiro, chegando a um tipo de armazém.

Assim que havia olhado para Shindou, os olhos fixaram em seus grandiosos e maravilhosos peit... digo, cabelos brancos. ~ Saudações senhorita Shindou. Começaria me apresentando de forma amigável, apesar de estar difícil manter contato visual devido, bom... a bela mulher. ~ Sou Sargento Thorkell e me foi dito que você é qualificada em Alvenaria. Gostaria de saber se estaria disposta a passar seus conhecimentos para esse gigante de bom caráter. Expressaria um sorriso enquanto alinhava o chapéu para mostrar sutileza nas palavras; mesmo não sendo meu ponto forte.

A linda mulher havia concordado sem relutância, o que era algo bom. Porém, exigido um pouco de ajuda braçal para terminar seus afazeres. ~ Mas é lógico! Deixe que Smash e Baki lhe ajudaram de bom grado! Falava para ela os nomes que chamava meus bíceps, efetuando algumas contrações dos músculos, um certo hábito que tinha algum tempo. ~ Descanse um pouco, sua beleza certamente deve requerer isso. Thorororo! Naturalmente não perderia a chance de lhe dar uma boa cantada. Afinal de contas, o tubarão sente sua presa apena com cheiro.

Após algum tempo carregando as caixas, cujo esforço seria ínfimo para alguém dotado de vigor físico, logo terminaria de proporcionar ajuda a bela mulher. ~ Acho que acabamos, Thorororo! Proferia amigavelmente, ainda que os olhares teriam uma malicia descarada.

~~ Aprendizado Alvenaria ~~

A mulher havia feito um sinal para que eu me sentasse, durante o tempo que ela viria a sentar em uma das cadeiras que estavam na varanda da loja. ~ Sente-se, irei te passar agora algumas informações teóricas sobre Alvenaria. Ainda que não houvesse uma cadeira apropriada para mim, sem formalidades, sentaria no chão mesmo de braço cruzado. ~ Prossiga, senhorita airosa. Expressava um sorriso carismático, tentando toda hora evitar de olhar para os estupendo e graciosos melões de Shindou; se mostrando uma tarefa bastante árdua.

~ Alvenaria é a construção de estruturas e de paredes utilizando unidades unidas entre si ou não, por argamassa e/ou materiais semelhantes possuindo uma espécie de grude. Estas unidades podem ser blocos de cerâmica, de vidro, de concreto, pedras, tijolos entre diversos outros. Alvenaria gorda é a alvenaria cuja argamassa é feita com abundância de cal, em contraposição à alvenaria magra, cuja argamassa é feita com pouca cal ou com pouco cimento. A alvenaria pode servir tanto como vedação ou como estrutura de uma edificação. A mulher então viria a fazer um sinal para segui-la.

Após levantar-me, caminhava junto da moçoila até dar a volta no armazém e perceber uma pequena construção aos fundos de seus estabelecimento. ~ Podemos usar essa construção para que eu possa te ilustrar adequadamente e ainda pode me ajudar a terminar. Ela dizia durante o tempo que mostrava o local.

Haviam duas paredes terminadas, duas quase prontas e uma faltando. ~ Preste atenção, sargento. Pode ser construída também com blocos de cerâmica, que são conhecidos pelo seu isolamento térmico. A alvenaria é, comumente, usada em paredes de edifícios, muros de arrimo e monumentos, como está vendo aqui. Os blocos mais comuns são os cerâmicos e os de concreto. Os blocos cerâmicos, também conhecidos como tijolos, podem ser maciços ou vazados. Os blocos de concreto são, sempre, vazados. Ela então explicava e exibia os tijolos caídos próximo de uma parede, sendo exatamente como ela proferia.

~ Veja bem, cada tijolo se completa a partir do momento que você une eles junto ao material propicio a dar colagem. Como pode ver nesse caso o cimento que estou usando, vamos pegue ele. Shindou pegava uma pá e então viria a virar a argamassa junto de água e cal para salientar o que dizia. ~ Hoo. Entendo! Abaixava o tronco e olhava mais de perto para prestar bastante atenção nas palavras da tutora. ~ Então os tijolos e concretos, que pelo visto são os mais comuns, formam a parede que por fim formara a casa. Entretanto, havendo indispensavelmente essa argamassa para dar liga na junção deles, criando assim uma união duradoura entre os tijolos. Apontaria com dedo em etapas para ver se havia entendido corretamente, o que não era muito difícil de acompanhar com a explicação bem detalhada de Shindou.

A mulher acenava com a cabeça de forma positiva ao mesmo tempo que viria falar. ~ Está corretíssimo! Se você levantar uma construção, ou até mesmo uma parede, sem usar algum material especifico que grude harmoniosamente, basta um tapa ou até mesmo um vento forte que desabara. Ela então juntava alguns tijolos rapidamente e formava uma altura de meio metro de altura e largura. Bastou apenas um leve empurrão dela para que toda a pequena parede caísse.

~ Huum. Realmente faz sentido. É que nem arroz puro com batata cozida e carne assada. Se não houver um feijão, um molho branco por cima da batata ou um copo de água, a comida desce a seco. Thororororo! Faria uma comparação meio estranha sobre o que ela estava explicando, porém, cotejando as instruções para mostrar que havia compreendido.

~ Bem, você usou um exemplo distinto, mas que corresponde um pouco com o que expliquei antes. Então sim, é mais ou menos isso. Ela se mostrava um pouco sem jeito, pois, certamente seria a primeira vez que ouviu tal comparação. *Wrooooom! O estômago acabaria emitindo um som grotesco. ~ Opa, Thororororo! É a fome, perdoe este gigante sem modos. Colocava a mão na barriga ao mesmo tempo que expressava um sorriso extrovertido.

~ Tudo bem. Agora veremos se entendeu bem a parte técnica, pois, a teórica foi fácil. Está faltando uma parede e com seu tamanho e força, juntar os tijolos será fácil. Ela mostrava uma pilha de tijolos e um resquício de argamassa que havia sobrado.

~ Vambora então! Thorororo! Começava a pegar os tijolos, empilhando em cima dos braço para leva-los até mais próximo da casa. Em seguida, havia pensado em pegar a pá, mas como era muito pequena, optava por pegar a argamassa com a mão mesmo e por dentro do balde. “Um homem deve sujar suas mãos, se almeja crescer!”

Havendo o balde com cimento e tijolos, começava a passar o dedo cheio de cimento na lateral do tijolo e calçar ele no seguimento da parede. Observando as outras, usava um por vez sem muita pressa. Pegava com dedo mais cimento e colocava no cimento e em seguida assentando-o ao lado do outro; exerceria isso repetidamente. ~ Isso mesmo, coloca toda a linha de baixo primeiro e depois sobe para a próxima fileira. Cuida bem para que fique bem unidos e assentados. Shindou diria enquanto examinava a eficiência do que estava fazendo.

Fileira após fileira, sendo corrigido em alguns detalhes como a quantidade de cimento que as vezes exagerava, a parede logo tomou forma. Não estava tão idêntica as outras, mas já era alguma coisa. ~ Héh! Jurava que seria tão fácil quanto imaginava. Thorororo! Proferia terminando de revestir a parede toda com cimento e, com a mão mesmo, assentando de forma parelha e retirando o excesso do material. ~ O que achou? Perguntava para Shindou após terminar, havia passado mais tempo do que estimei.

A mulher expressava um sorriso e acrescentaria. ~ Nada mal, começou com uns erros, mas pude ver que a agilidade e eficiência na colocação é boa. Fazendo mais algumas vezes você verá que será mais fácil e cada vez mostrara maior aptidão. Meus parabéns! Ela cruzava os braços e dava para ver que seus belos e fartos seios ficavam estacionados. ~ Agradeço sua ajuda. Falava e em seguida lavaria as mãos num tanque com água próximo.

~ Se estiver disposta podemos tomar uma boa bebida, o que me diz? Galantearia a mulher na maior cara dura, como poderia deixar passar aqueles sensacionais pães-de-açúcar. “É como aquele velho ditado: E peitos, não se esqueça, eles movem o mundo! Thorororo!” Para algumas pessoas sobreviver na selva com várias feras famintas seria difícil; sobreviver a incessantes ataques piratas ou até mesmo enfrentar um rei do mar sozinho. Coisas que já passei e suportei sem problemas. Entretanto! A um par de peitos... bom, ta aí algo que era bem difícil.

~ Já se passou algumas horas. Não tem compromisso? Comentou que só tinha algum tempo. Ela ficou um pouco sem jeito, entretanto, não havia negado meu pedido. ~ Merda. Verdade, talvez uma outra hora então! Airosa Shindou. Thorororo! Piscaria para ela de forma máscula, exibindo um largo sorriso. ~ Até mais. Dizia rumando de volta para o quartel, pois, se continuasse lá certamente isso terminaria eu e ela na cama. Já se foi esse tempo de prazeres inconsequentes. “Ainda que algumas vezes acabe fazendo. Thorororo!” Pensei comigo mesmo, acabando falando em voz alta. ~ Ora bolas... estes músculos foram forjados na guerra, mas ainda são de carne! Afinal, eu sou um homem viril. Não concordam comigo, Saitama e Atlas!? THORORORO! Gargalharia falando com meus músculos, um certo mal hábito que uma hora teria que perder.

~~ Final do Aprendizado ~~

Assim que tivesse voltado para o quartel, tentaria avistar o cabeça de legume ou o Tenente Bunker. Caso avistasse algum deles, faria um sinal com a mão e então me aproximaria. ~ To com um fome monstro, que horas vai sair a boia? Perguntaria enquanto estaria com a mão no estomago. “Aquela mulher me deixou mais faminto que um bando de lobos, Thorororo!”




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O treino para ambos marinheiros havia sido árduo no sentido de que exigiu muito de seus corpos, levando também assim um tempo respeitável até que dominassem suas habilidades mas ao fim a recompensa havia vindo, suas novas habilidades estavam cravadas em seus músculos e corpos e em principal em suas mentes. Thorkel ao voltar ao QG com fome perguntou sobre a comida a um dos marinheiros ao qual lhe respondeu - Não deve demorar muito na verdade, as refeições são preparadas com alguma frequência já que os horários variam bastante entre a chegada dos marinheiros, trabalhar na cozinha sempre é bem agitado Kekeke , vem comigo o Rapaz então o teria guiado até o refeitório .

No refeitório era possível ver alguma movimentação, havia um aroma presente no ar potente vindo da cozinha de diversas especiarias e tipos de proteina sendo preparados, havia também uma fila com bandeja talheres e guardanapo plastificados em uma espécia de buffet self service com a disposição de algumas coisas como frutas, sucos, frios e pães estes os quais estavam ainda bem quentinhos chegando a sair alguma fumaça deles, na fila haviam alguns marinheiros que pegavam algumas coisas pra enganar o estomago e ainda haveria ali o espaço para ser preenchido com as reais refeições.

Caso Thorkel ficasse por pelo menos dez minutos, poderia ver um verdadeiro esquadrão se preparando para servir os marinheiros que vinham, onde havia uma grande variação de comida, tendo pelo menos quatro variações de carne diferentes preparadas em duas formas, em um guisado cheio de nutrientes ou assada, guarnições como arroz, legumes coziidos, carboidratos como macarrão spagheti entre outros eram também dispostos e servidos com um verdadeiro batalhão.

Não importava o apetite ou quanto repetissem, sempre estava chegando mais e a comida? Cara aquilo botava qualquer restaurante no chinelo, preencheria a energia até mesmo de um zumbi, tamanho era o cuidado da nutrição em tornar aquilo o mais potente possível. A comida no entanto? Não poupava fortes temperos, era uma experiência realmente intensa ao paladar.


- Bora comer alguma coisa, tá doido, esse treino depois da missão, não há corpo de ferro que dure! - O rapaz chamou Pippos o guiando até o refeitório caso ele quisesse ou apenas indo sozinho, onde ele poderia quando chegasse já ver a disposição de tudo que havia sido apresentado antes, no entanto caso não quisesse poderia observar a movimentação do QG que estava sempre bem alta, não só com cartregamentos mas, esquadrões que voltavam, pessoas que carregavam presos e todo tipo de gente.


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~~ A Fortaleza Imortal ~~


Sargento

Assim que havia retornado ao quartel, devido a forme, perguntava para um dos guardas sobre o próximo horário da cantina. Como havia muitos horários divergentes entre os plantões dos marinheiros, quase sempre a cozinha estava a todo favor. “E vai ficar mais ainda quando eu chegar lá! Thororororo!” Pensei comigo por um instante e, em seguida, agradecendo ao marine diria. ~ Héh! Então vou te incomodar com isso camarada, Thorororo! Riria com o marine como se fosse algum amigo de longa data; apesar de que era a primeira vez que havia lhe visto. A verdade era que estava empolgado por ter aprendido algo novo, ter visto uma mulher tão linda quanto Shindou e logo poderia desfrutar um ótimo banquete.

Após chegar no refeitório, que inesperadamente conseguia suportar meu tamanho, notava um tipo de Buffet livre para os trabalhadores de Altai. ~ Hooh! É disso que estou falando. Proferia ao mesmo tempo que olhava para toda aquela comida, chegando a limpar a baba que escorreria pelo canto da boca. ~ Aí cozinheiro! Exclamaria em alto e bom som. ~ Hoje você criará calos nas mãos de tanta comida que servirá, Thorororororo! Brincaria com o marinheiro, sabia que seu esforço era em prol de dar energia aos combatentes, obviamente que faria bom proveito de seu árduo trabalho.

~~ Treino de Ambidestria ~~

Largava minhas lanças e escudo em uma das mesas maiores do local e em seguida, buscava apanhar o maior prato que houvesse com a mão direita, enquanto com a esquerda começaria a colocar os alimentos no prato.

Buscaria arroz, carne, feijão, molhos e etc. Usaria colheres caso houvesse e conchas, devido à falta de destreza com a canhota tentava ser sutil ao pegar os alimentos, mas seria impossível evitar de cair alguns resquícios sobre a roupa ou chão. ~ Opa, não foge não! Falava retirando a calda do alimento da roupa e pegando no chão os pequenos pedaços que haviam caído. “Foda-se! O que não mata, engorda! Thorororo!” Pensava comigo ao colocar na boca, não me importando que havia caído no chão.

Após me sentar em uma das mesas, com dois belos pratos servidos, começaria a usar a canhota para aprimorar minha desenvoltura e maestria com ela, matando dois coelhos em uma cajadada só. ~ Uauu!! Isso sim que é comida! Anunciaria mostrando intensidade e prazer enquanto com os talheres começaria a mandar pra dentro; haveria um pouco de dificuldade devido à falta de coordenação com a mão não dominante, mas exatamente por isso estava aperfeiçoando. “Se minha esgrima com a lança puder ter uma melhoria de 10%, sem duvidas compensará esse esforço.” Pensava comigo, ainda que realmente não fosse algo tão trabalho quanto os outros treinos.

Não demoraria para que meus pratos ficassem vazios, mas logo percebi um batalhão de marinheiros chegando para servir os combatentes. Pegava meus pratos e novamente me serviria. Dessa vez havia mais marinheiros de prontidão para atuar em sua função, mas preferia eu mesmo me servir. ~ Agradeço sua ajuda rapaz, mas pode deixar comigo mesmo. Comentava, pois, eles iria servir porções moderadas equivalentes a eles. Entretanto, sabemos que não faço parte dessa categoria.

Apanhava as conchas com a mão esquerda e novamente começaria a me servir, com um pouco de cautela e sem pressa. ~ Estes músculos precisam de nutrientes! Thorororo! Apoiava os braços no antebraço até a mão, seguido da mão esquerda servindo-os em conjunto. ~ Feito o carreto chefe! Faria um sinal de mão positiva para o chefe de cozinha, caso houvesse lá, e voltaria para minha mesa.

Garfada após garfada, colherada após colherada, os pratos seriam esvaziados novamente. ~ Huffs. Bem que poderia ter uns pratos maiores. Diria expressando um pouco de desanimo, mas logo voltando a expressar um belo sorriso. ~ Huum, acho que tive uma ideia! Levantaria o dedo como se houvesse sido iluminado, e de fato teria.

~~ Fim do treino ~~

Havia me levantado e ido até o Buffet uma terceira vez, porém, não havia trazido os pratos. ~ Aí parceiro... foi mal, mas vou ter que investigar essas vasilhas mais de perto! Thorororo! Diria ao agarrar com as mãos nuas mesmo os recipientes de carne e arroz, não ligando se estivesse muito quente. “Agora sim é algo mais digno de meu apetite!” Largaria em cima da mesa as enormes panelas.

Havia usado a própria panela como prato e a concha como garfo. Sem qualquer formalidade, detonaria os recipientes de comida tão rápido quanto um lampejo no céu. Dado algum tempo, terminaria satisfeito, após detonar mais algumas panelas. Colocava a mão na barriga e apoiava as costas na cadeira mostrando estar satisfeito. *Buuuurrrp! Soltaria um belo arroto por estar satisfeito.

Caso avistasse Vitaminado lá, talvez também estivesse com fome, acenaria para o cabeça de tomate. ~ Chega mais arigó! Foi mal, mas não deu tempo de te esperar. Thorororo! Proferia enquanto daria uns tapinhas na barriga exibindo estar empanturrado.




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Café da manhã respeitável!
Mas já está na hora de puxar um ronco, VITATATATA!


3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line!
Finalizando toda aquela série de exercícios que serviriam para tornar-me mais móvel e bem mais flexível, eu estava exausto. Isso mesmo. Eu achando que seria algo leve para quem já é sempre muito bem acostumado a carregar muito peso e fazer árduos treinamentos que envolviam a força, mas nada disso. O cansaço agora parecia dominar boa parte do meu corpo, e, depois de já começar a voltar ao QG, e ter uma boa dosagem de rum, já seria o suficiente para recuperar boa parte das minhas aflições.

Miro não demorou para também me chamar para ir até o refeitório e encher o buxo. Lógico que eu não recusaria esse convite, VITATA. Seguindo adiante e presenciando uma grande movimentação dentre daquele espaço, logo pude ver a grande quantidade de pessoas por ali, marinheiros trabalhando, presos sendo trazidos, um verdadeiro furdunço. Caramba, hoje parece ser um dia bem fora do habitual, VITATATA!Refleti rapidamente ao notar uma movimentação bem mais elevada do que eu havia presenciado nos decorrentes dias.

À medida que me aproximava do grande refeitório, esse forte e saboroso cheiro penetrava cada vez mais forte as minhas narinas. O potente aroma de carne parecia me guiar de maneira esplêndida. Inclusive até parecia que eu estava flutuando até a área que me pudessem ser servidas boas fatias de bife. É, parece que eu estava errado... aqui eles comem carne de animais sim, VITATA.Concluí, não demorando para logo montar um grande prato com grandes quantidades de bife e ovos, pois, dessa forma, com muita certeza, eu saciaria meus anseios e manter-me-ia muita mais nutrido, pois tendo uma excelente quantidade de proteínas e uma sadia quantidade de albumina, seriam mais do que o suficiente para fazer meus músculos vibrarem em satisfação.

Em um sagaz Buffet, estaria claro eu faria questão de além de saciar meus músculos com a comida para nutri-los, também faria questão de procurar por alguma bela jarra proporcional ao meu tamanho para poder enchê-la de Vodka, Rum ou Cerveja, o que quer que eles tivessem para oferecer de bebida alcoólica, VITATA. Como estando em uma espécie de Buffet infinito, onde eu poderia encher meu prato até me sentir mais do que satisfeito, faria questão que buscar o Thork naquele lugar com os meus olhos, afinal, era claro que, também sendo um gigante, seria fácil de encontrá-lo, além de também competir com o mesmo em quem come mais. – Caraca... Is – Nhac Nhac.. – Nha Muito NhomTentei elogiar a o sabor daquela refeição com um ‘Ta muito bom’, que era muito bem feito e os cozinheiros estavam de parabéns, mas, lógico, que, estava de boca cheia.

Eu não demoraria para logo me levantar e mais uma vez encher o meu prato, mas nesse momento procuraria por algum tipo grande de peixe, ou até mesmo alguma estranha carne de monstros marinhos caso houvesse. Seria de um sabor bem curioso do mar da Grand Line, e eu estaria louco para descobrir. Com o prato novamente bem cheio, logo fiz questão de soltar: – Vamos para mais um, não é? VITATATA!Saboreando esse alimento bem preparado por chefes de um QG desse novo mar, o sabor seria, nó mínimo, espetacular, VITATATA! Hasagt Altai parecia me impressionar cada vez mais, e era sempre uma boa impressão. Devorando com força e gosto, eu não demoraria para logo finalizar mais uma vez o meu grande prato. – Magnífico! VITATATA! Sim, eu aguentaria muito mais, mas se eu encher demais o meu buxo, não vou conseguir treinar bem, VITATATA! Obrigado pela refeição!Exclamei, não apenas para os cozinheiros, mas para que todos ali soubessem o quanto eu era grato por toda essa reverenciada ceia.

Direcionando-me até os dormitórios ou a qualquer espaço em que eu pudesse puxar um ronco, eu não pestanejaria para tomar uma atitude para preparar melhor o meu corpo e deixá-lo apto a aguentar mais dedicação e treinamentos para melhorar minhas capacidades físicas. Já havia um tempo em que eu não parava um pouco para relaxar e descansar bem esses músculos divinos, e, falando sozinho, eu soltaria: – É, acho que agora é o momento ideal paraBocejava. – Tirar um bom cochilo...Fechava os olhos e começaria a adormecer até que ocorresse algo que pudesse chamar minha atenção ou me acordar.


Histórico:

Objetivos:

Personagem:





Vitaminado Pippão


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Narração
Pensamento
Fala

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A oportunidade de repreencher a energia havia vindo para ambos os marinheiros que tinham uma refeição digna de reis, não só por parte da qualidade da comida mas principalmente a quantidade já que comeram sem miséria alguma, onde Thor até mesmo havia sido criativo pra comer enquanto treinava e como um todo toda a experiência havia sido bem satisfatória.


Pippos após se esbaldar, queria tirar um cochilo e como tal quem fosse a área dos dormitórios poderia perceber que haviam além dos alojamentos públicos, também alguns quartos particulares no QG direcionados a marinheiros de patentes mais altas como tenentes, capitães e outros cargos do tipo, sendo menores em número mas certamente mostravam a possibilidade de um brilhante futuro a frente.

Os alojamentos tinham camas grandes para gigantes, algumas pequenas para tontatas e outras de diversos tamanhos para minks e humanos, já que eles tinham tamanhos bem váriados. O Colchão era bom e confortável e haviam dois travesseiros em cada uma das camas sendo eles bem confortáveis também, o lençol de todas as camas era escuro, mais especificamente em azul, de modo que ainda que demonstrasse a limpeza, não eram fácilmente manchaveis.

Haviam banheiros próximos que tinham chuveiros, sabonetes liquidos e tudo que fosse necessário pra higiene pessoal.

Como um todo ambos marinheiros estavam bem aparatados.

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~~ A Fortaleza Imortal ~~


Sargento

Após prosear com Vitaminado, enquanto fazíamos os cozinheiros trabalharem que nem loucos, havíamos nos alimentado demasiadamente. O garoto havia comentando sobre descansar após ingerir tanta comida, o que era uma boa ideia. ~ Uuuahhhh. Soltava um bocejo longo. ~ Uma pestana agora realmente cairia bem. Indagaria após ingerir um belo jarro de água.

Dado algum tempo, deslocaríamos até os alojamentos dos marinheiros, mas não antes de apanhar minhas armas e escudo. Seguindo até o dormitório, notando outros mais luxuosos, apesar de um pouco apertado os quartos ainda era melhor que nada. ~ Ora, ora... parece que pelo menos o quartel de Altai é melhor que o de Flevance. Thorororo! Comentaria fazendo uma observação, afinal o Q.G. de Flevance era restrito devido nossos tamanhos. “Apesar de que o centro de treinamento possuía uma boa extensão.” Pensava comigo ao mesmo tempo que escolheria uma das maiores camas e largaria minhas armas, escudo e roupas. Ficando apenas com meu Mawashi. ~ Bora tomar um banho pra dar uma relaxada! Thorororo!

Havia banheiros e chuveiros, naturalmente, banharia estes músculos na água fria para ajudar na recuperação e revigorar as energias. Trocaria de roupa também, já que, aquelas já estavam bem usadas. Buscaria o mesmo tipo de roupa; camiseta sem mangas e chapéu apropriado. Permanecendo com minha calças de guerrilha que apesar de sua aparência, eram resistentes e confortáveis.

Após tomar um bom banho, vestindo as calças e com a camiseta e chapéu em mãos, retornaria até a cama escolhida e largaria ao lado de meus itens. ~ Aí! Sente o cheiro do macho alfa! Jogaria em Vitaminado de zoeira a camiseta surrada da marinha, acertando seu rosto. ~ Thororororororo! Gargalharia vendo a cena e em seguida me atiraria na cama despojadamente. ~ Uma meia hora e eu já fico novo em folha. Cruzaria os braços em baixo da cabeça estando deitado de barriga para cima ao mesmo tempo que fecharia os olhos e então capotaria.

Passado algum tempo, despertaria vagarosamente. ~ Huum? Coçaria os olhos enquanto me sentaria na cama. ~ Tá na hora de gastar umas calorias. Perceberia que Pippos ainda estaria dormindo e não acordaria ele. Entretanto... como um bom irmão mais velho de guerra deixaria um belo presente para quando viesse a acordar.

Andaria até o banheiro e pegaria alguns tubos de pasta de dente. Voltaria até onde Vitaminado estava dormindo e então espremeria lentamente toda pasta em seu cabelo, cuidando para não lhe acordar durante a peripécia. ~* Pufh. Segurava o riso, pois, sabia que o moleque ficaria puto, mais puto que touro com as bolas presas. ~ Pronto, agora ele ficou platinado. Falaria em um tom baixo.

Enfim, viria sair do dormitório após colocar o novo uniforme da marinha, caso houvesse lá, e minhas lanças e escudo. Caminharia até o centro de treinamento com objetivo de exercitar um pouco os músculos e manejar um pouco minha esgrima. “Se eu não fizer isso, sinto que vou ficar enferrujado. Thorororo!” Pensava comigo mesmo, em razão de estar sedento por brandir minha lança.

Caso encontrasse algum conhecido, talvez Scarlet ou Bunker, acenaria amigavelmente. ~ E aí! Estarei no campo de treinamento se precisar de mim. Faria um gesto com o dedo de forma positiva e continuaria seguindo meu caminho.

~~ Treino de Ambidestria (parte 2) ~~


Com escudo acoplado na mão destra e a lança na canhota, invertendo as posições do habitual, começaria a movimentar a Naginata de dupla lâmina de forma circular. Movimentos simples, mas que exigiam uma maior destreza. Em seguida, rodopiaria a arma para o alto e para frente, rotacionando o corpo em conjunto dos movimento para harmonizar e no final desferir um ataque. Cuidaria para não atingir ninguém, devido a minha envergadura e da lança.

Após efetuar alguns golpes, seguido de giros, alternaria o modo de treino ao começar a usar a lança como um dardo em direção a parede mais próxima, ou árvore caso houvesse. Agarraria com firmeza a arma e lançaria a arma com a mão esquerda alvejando um ponto da parede, que naturalmente seria errado devido a falta de completa aptidão com braço não dominante.

Assim que a arma atingisse a parede, caminharia até lá para apanhar a lança e retornaria ao ponto de partida. A distancia seria por volta de uns 15-20 metros dentro do possível. Era suficiente para permitir a pratica com a mão esquerda. O problema era que começaria a surgir diversos furos no local, o que logo me faria alternar de novo o treino.

A lança é uma arma pesada para os desprovidos de músculos iguais aos meus. “Apesar de que este corpo é excepcionalmente abençoado pelos Gigantes Primordiais, uma exceção até mesmo em Elbaff.” Exatamente por isso grande parte dos humanos, até mesmo gigantes, optavam por usar espadas e machados. No entanto, eu era diferente.

O proposito de refletir sobre esse fato era que, a próxima etapa de treino seria visando algo extremamente técnica, mas bastante simples. ~ Vejamos... acho que é mais ou menos assim que aquele macaco velho fez naquela época. Proferia relembrando de um treino que havia visto. Um senhor de idade havia utilizado um bastão em cima de seu punho com intuito de mostrar um exímio equilibro. Ainda que não lembrasse o motivo, a forma de fazer havia ficado em minha memória, o que seria útil nesse momento. A lança agarrada na mão direita largando em cima dos dedos da esquerda, buscando equilibrar e não deixar cair.

Visaria balancear ao tencionar os dedos de um lado para o outro, toda vez que pendesse mais para um lado, colocaria um pouco mais de esforço para preservar o equilibro. Falharia algumas vezes, mas é como o velho ditado: “As falhas são o combustível do sucesso!”

Chegaria um momento que se tornaria mais fácil, mesmo que já tenha passado um bom tempo. ~ Thorororo! Para quem tem vontade, todas as ocasiões são favoráveis! Falaria de forma virtuosa, pois, já estaria conseguindo equilibrar a lança em só dois dedos. Só havia custado um pouco de dedicação, vontade, tempo e um suor no rosto. Afinal de contas, apesar de meu enorme vigor físico, aquele treino havia colocado bastante empenho para aperfeiçoar minha aptidão máxima com a mão canhota.

~~Fim do treino ~~

O treino havia rendido muito e proporcionado uma boa queima de calorias. - Será que o cabeça de repolho já acordou? Falava comigo mesmo enquanto olhava para os lados e cravava a lança no chão. Caso tivesse avistado Vitaminado, ostentando um belo sorriso, proferia. ~ Ora só! A bela adormecida já acordou. Dormiu bem? Tentava segurar o riso, expressando a sacanagem que havia feito com o moleque quase me dedurando eu mesmo, mas era impossível evitar.



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No meio de um descanso pleno...
Mexeram nos meus cabelos e fizeram uma arte nele!
Foi o Thork? Sim ou claro?!


3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line!
Enquanto me deleitava em meus belos sonhos de descanso divino, pude ter certeza de que meu semblante divino estava sendo reconhecido. Em minha ascensão, eu facilmente podia reparar que meu brilho divino estaria até mais eloquente do que de costume. Meus cabelos pareciam arder em minha cabeça por uma pura capacidade superior de estar quase brilhando nos céus, mas, em pouco, eu logo despertaria, afinal, não pode-se viver apenas de sonhos, temos que correr atrás de alcançá-los, VITATATA.

Mediante um leve bocejo, eu até que podia me sentir melhor descansado, mas nada melhor do que ir até o banheiro e tomar um banho para esfriar bem a cabeça, mas logo passaria a mão levemente por minhas belas e rubras madeixas capilares, porém, algo estranho parecia cobri-las: – Que merda é essa?Coloquei um pouco dessa cor mais esbranquiçada perto de meu meu narir para tentar sentir o cheiro e saber do que se tratava. – Só pode estar de brincadeira! Pasta de dente?! – [color=#00FFFF]E/color]u estava verdadeiramente puto. Já bastava o meu passado bem problemático de quando eu era criança, e agora parecia que eu havia voltado no tempo.

Me dirigi rapidamente ao banheiro uqe havia por ali bem próximo de onde eu dormira. Rapidamente tirei minhas roupas e me esbaldei em um banho com água gelada, para tentar, literalmente, esfriar a cabeça e me acalmar um pouco mais, pois era claro que minha raiva era bem insana. E outra coisa, eu sequer sabia quem havia feito esse tipo de coisa infantil comigo. Lógico que o Thork era meu suspeito número um, claro! Mas eu ainda não podia tirar conclusões precipitadas, e esse lugar poderia ter alguma espécie de brincadeira sem graça, tipo trotes com calouros no QG. De toda forma, faria total questão de lavar bem o meu corpo e, principalmente, minhas graciosas madeixas divinas para, ao fim, terminar todos os tipos de higiene pessoal necessária para tornar-me, habitualmente, como o belo semideus desse mundo. Vestindo um novo uniforme que por ali deveria haver proporcional a meu tamanho, claro.

Ao sair do quarto, eventualmente, eu estaria bem sério, olhando com a cara fechada para todos os lados, suspeitando de tudo e de todos. Quem será que fez isso? Acho que o Thork, ele seria o único com astúcia para querer bater de frente e brincar com um ser divino como eu, VITATA. Se foi algum aleatório nesse QG, teremos fortes problemas.Analisei precisamente, para ainda tentar responder o meu dilema, mas era óbvio que eu não conseguiria.

De qualquer modo, com meu colossal martelo em mãos, dirigir-me-ia para fora do QG e, ao longe, seria possível enxergar meu companheiro, ele parecia estar treinando, algo que seria, deveras interessante também para mim. Não não pensaria duas vezes em logo decidir me aproximar do mesmo, pois, se por um lado eu estaria disposto a treinar, por outro eu também queria saber dessa história da pasta de dente em meus longos cabelos. Assim que estivesse próximo o suficiente para dialogar com o Thork, sequer postergaria minha fala: – Ei, cabeça d abacaxi, tive uma trabalheira Ra limpar a merda que tu fez no meu cabelo, seu azedo!Me empunharia com força, para tentar jogar uma ‘verde’, e talvez fazê-lo admitir que foi ele.

Mas se ele se fizesse de desentendido, eu ainda ficaria na dúvida, mas ainda suspeitando, pois não acreditava que nenhum paspalho desse QG ousaria tocar em um ser divino como eu. – Eu estou por aqui, você está aí, porque não treinamos um pouco? Preciso desopilar minha raiva e ainda treinar minha canhota, VITATATA!Não sabia bem se ele admitira a princípio que foi ele, mas conhecendo-o bem, sendo um homem sagaz, duvido muito que ele iria mentir para mim, então talvez, realmente fosse alguma obra de pífios marines daqui de Altai se ele negasse essa segunda pergunta, e assim manteria um olhar bem fixo para sua face. De todo modo, passaria rapidamente meu extraordinário Thor para a minha mão esquerda, para poder concluir com efetividade um bom treinamento com esse meu punho canhoto.

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Em uma leve cuspida no chão, logo largaria meu martelo com sua base encostando no chão, deixando o seu cabo virado para cima e facilitando, posteriormente para que eu o empunhasse novamente. Depois de lançá-lo ao solo, aproveitaria o breve tempo para, em primeiro lugar, tirar minha blusa ou farda da marinha, pois eu sabia que seria um combate bem trabalhado e, ao mesmo tempo duro, então assim que tirasse a parte superior de minha farda, logo a dobraria e a dobraria para mantê-la em algum lugar um pouco mais afastado de nós, pois não queria sujá-la. Em procedência a isso, alongar meus ombros e, efetivamente a minha lombar, afinal, havia acordado há pouco tempo e não queria permitir que meu corpo se mantivesse sonolento. - Eu estou pronto, se quiser treinar um pouco mais comigo, vamos nessa. Senão terei de treinar sozinho, VITATA!Finalizei.

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Os marinheiros com tudo, tiveram destinos diferentes, Thor, determinado a melhorar a sua capacidade de usar os dois lados de seu corpo perfeitamente havia ido ao campo de treinamento, no campo de treinamento ele poderia ter visto um grande número de marinheiros, a maioria em trajes mais esportivos como regatas e shorts para facilitar o treinamento permitindo uma movimentação mais livre do corpo.

Destacou-se no entanto algo que mesmo ao gigante poderia chamar atenção que ocorrera não muito longe dele um cenário onde havia um treino de combate, onde o que pareceu ser uma garota de cabelos rosados fazia uma dinamica de treino contra quatro ou cinco oponentes ao mesmo tempo, onde em um momento pareceu covardia, pois a diferença de estatura e estrutura muscular eram gigantes, a garota bradou - Tekai!- No momento em que pelo menos cinco ou seis golpes iriam a acertar, um barulho metálico ressou enquanto se viu tensionar os músuclos da garota de modo que era uma verdadeira muralha impenetrável, os homens recuaram a mão as balançando, como se tivessem socado uma muralha de metal.

Nyehaha, parece que eu estou ficando melhor nisso!- Teria sido ouvida a comemoração, onde o treino do pequeno grupo alterou-se para de combates individuais, os demais marinheiros pareciam estar bem focados em outras coisas, incluindo os soldados que antes eles lideraram, tanto na missão antes de vir como na atual, em algum treino estranho algum tipo de acrobacia? Pareciam tentar dar pulos duplos no ar como se houvesse alguma outra superficie ou resistência no ar que os permitissem, era coisa de louco.

Enquanto Pippos, poderia ter visto quando chegou o ultimo caso, vendo o motivo do requerimento da missão ao ver os soldados treinando arduamente.

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Pippos
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Sargento




3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! - Página 2 Shuuma10

Para quem estava prontíssimo para treinar a canhota...
Algo surgiu e, cara, é fascinante.
Como isso é possível?!


3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line!
À medida que eu me enxergava o Thork de longe, era óbvio que eu ainda estava meio puto, mas, estranhamente, próximo a ele haviam alguns soldados talvez um pouco mais longe, mas eles pareciam estar sendo disparados no ar. Por um instante até ignorei um pouco minha raiva e prestei muito mais atenção a esse detalhe. De início eu não parecia acreditar nos meus olhos, então, nesse caso, logo cocei bem os meus olhos para tentar limpar qualquer tipo de remela e ter a visão de forma mais plena possível.

3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! - Página 2 Cocar_olho_sossolteiros

De olhos bem arregalados, eu ainda continuava a ver essa loucura perambulando pelo ar. Eles pareciam estar sendo lançados no ar, e nesse instante, fiz questão de utilizar minha ampla visão de elevada altura para investigar se não havia alguma espécie de canhão pacífico que disparasse pessoas ao céu, mas nada disso. Eu não conseguia acreditar muito bem. Aqueles pequeninos jovens que, inclusive haviam participado da missão comigo anteriormente, pareciam conseguir ter um salto muito amplo, e com muita força. Caraca, esses daí tem forças nas pernas, VITATATA!Sorri um pouco, claramente impressionado com as força do salto e das pernas em questão para saltar uma distância tão alta. Puts, tenho que treinar pernas com esses daí, VITATA.Deduzi.

Logo eu estaria ainda mais próximo do Thork, e, obviamente ele estaria enxergando os marines saltarem tão alto. Mas, nesse caso, não havia nenhum tipo de ferramenta que os lançassem aos céus, e, ainda mais, pude presenciar saltos duplos no ar: – Que porra é essa?!Meus olhos estavam tentando me enganar? Eu sequer conseguia entender do quê se tratava: – Chega de bebida por hoje... com certeza me aquietei, VITATA! Tá louco?! VITATATA!Tentei justificar o que eu estava enxergando com o fato da possibilidade de eu estar alcoolizado demais, mesmo sequer tendo bebido muito hoje.

Partindo desse ponto, até tentei questionar o Thork, afinal, ele deveria estar mais ciente dos fatos do que eu, mas claro que, em primeiro lugar, o questionaria sobre o fato do meu cabelo, mas não demoraria muito para logo: – Ow, Cara de Abacaxi, eu estou meio descoordenado ou realmente tem uns soldados por ali dando saltos duplos no ar?Claro que não fazia sentido algum, pois se havia alguém que deveria ter essa capacidade de flutuar nos céus e ficar à mostra sendo muito radiante para os tolos humanos, essa pessoa divina teria de ser eu!

Voltando ao assunto, eu precisaria questionar o Thork, afinal, eu ainda estava bem zangado: – Ei, seu marinheiro de espetinho! Que merda foi essa que tu fez no meu cabelo?! Tá querendo tomar uns supapos?!Resmunguei. Lógico que eu não sabia que teria sido ele, mas nenhum outro marinheiro teria a audácia de fazer isso com um ser divino como eu. E, questionando-o desta forma, dificilmente ele mentiria, então se ele negasse a afirmação, eu teria de me resolver com o QG daqui de Altai! – Enfim... Vi que tu tava treinando por aqui, mas eu cheguei agora, tá afim de treinar a canhota? VITATA!O questionaria.

3º Capítulo: Monstrorines na Grand Line! - Página 2 Fanfiction-naruto-back-home-4781530-161220150056

Mas para falar a verdade, ele sequer havia tido um bom descanso como eu, e até mesmo no refeitório o vi praticar um pouco. – Tá, tá. Sei que tu deve tá meio cansado, vai descansar, seu cabeçudo. Eu me viro por aqui, mas se tiver algumas dicas para me oferecer nesse treino de ambidestria, eu agradeço, VITATA.Ouviria bem toda as dicas que ele tivesse para me oferecer, e prestaria bastante atenção em cada um dos detalhes, afinal, vindo de um homeme experiente como ele, com certeza, faria muito sentido. Mas, de todo modo, era sensato esperar que ele também estivesse bem curioso com essas técnicas loucas de voar. – Então, Thork, vamo chegar ali e perguntar um pouco sobre como eles conseguem fazer isso, VITATA.Dária a ideia.

Dificilmente o meu parceiro recusaria esse plano, tanto que era bem provável que ele fosse querer ter esse plano até antes de mim, VITATA. Depois de soltar a ideia no ar, provavelmente, não demoraríamos para nos aproximar tanto de uma bela jovem de madeixas rosadas como de um grande número de soldados que por ali treinava: – Opa, saudações, meus bons!Logo faria questão de tentar avistar por entre os marinheiros que por ali estavam se havia algum rosto superior já familiar, como o da Scarllet ou até mesmo do Bunker, mas mesmo não havendo, eu ainda faria questão de questionar o grupo: – Err.. com licença, mas como que essa habilidade é possível?! Voar? Isso é algo inimaginável!Eu ainda estaria tentando absorver toda essa ideia, afinal, eu nunca havia imaginado alguém possuir uma habilidade desse gênero. Cara, estamos falando de voar!

Depois que alguém começasse a me dar alguma plausível explicação que ia contra todos os fundamentos que eu inclusive já estudei no ponto da Física, eu precisava entender de que estaríamos na Grand Line, e, depois dessa, tudo é possível, cara. Abra a sua mente, Pippão, Tudo é possível.


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Vitaminado Pippão


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~~ A Fortaleza Imortal ~~


Sargento

Após chegar no campo de treinamento, havia avistado um jovem moça de cabelos bastante peculiares. Inclusive, a garota estava treinando contra vários oponentes, o que havia me deixando um pouco curioso.

~ Hoo. Parece que temos uma marinheira promissora neste quartel, muito interessante. Fintava a menina e sua forma de combater. “Sua estrutura física é pequena, mas suas fibras parece bastante doutrinadas, nada mal! Thorororo!” Apesar da força sempre acompanhar pessoas de estaturas altas, como os gigantes por exemplo, existia excessos onde até mesmo seres pequenos conseguiam quebrar esse tabu. Afinal, a força de vontade era muito mais crucial do que apenas tamanho. A melhor forma de exemplificar isso era ver aquele garota enfrentando vários e exibindo uma excelente tenacidade.

“Huum, talvez eu seja um oponente melhor para ela, já que, parece estar treinando algum tipo de habilidade especial.” Pensava comigo, logo notando Vitaminado a distância.

O garoto parava para observar a luta da garota e ficava mais pasmo que cactos em dia de chuva. ~ Háh! Ainda não entendeu onde estamos, cabeça de pimentão! Se esqueceu das tuas raízes? Arregalaria os olhos e expressaria um sorriso horripilante para enfatizar minhas palavras à seguir. ~ Estamos na Grand Line! Aqui os fortes sobrevivem e os fracos obedecem! KEKEKEKE! Seria uma frase nada amigável, mas contendo a vasta carga de experiencia de vida que carregava comigo.

O garoto ainda estava perplexo ao ver os marinheiros saltarem no ar, o que realmente seria bastante estranho para alguém novo como ele. ~ Thorororo! Teus olhos não estão enganados, eles realmente estão saltando pelo ar. Apontaria para a localização dos soldados, enquanto mostrava estar calmo e nem um pouco surpreso.

A verdade era que já havia percorrido muitas ilhas, enfrentando muitos oponentes e dormindo em muitos bordeis. Dado este fato, para quem já havia visto usuários com poderes de Akuma no Mi; raças como tritões, tontanas e mulheres com três peitos... esse tipo de vista não me causava nenhum espanto.

Não tardou para o cabeça de tomate vir me interrogar, visto que, havia lhe zoado antes. ~ THORORORORORORORORO! THORORORORORORORO! Gargalharia na maior cara dura, praticamente me entregando como culpado. ~ Sem provas, não há julgamento! Diria zoando de forma extrovertida. ~ Mudando de assunto, veio treinar um pouco também? Perguntaria ao mesmo tempo que cruzava os braços estando ao lado de minha lança fincada no chão, pois, já havia finalizado meu treino.

~ Hoo! Então quer vingança? Proferia deduzindo que Vitaminado queria se vingar por causa da pegadinha de antes. ~ Cuidado garoto. "A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena. Thororororo!" Indagaria de forma sábia e extrovertida. Porém, Vitaminado estava mais interessado em desenvolver sua Ambidestria.

~ Certo, certo. Como forma de retribuir a brincadeira de antes, vou lhe dar uns macetes de como tu pode melhorar sua proficiência com sua mão menos dominante. Comentaria dando um tapa em seu ombro. ~ Ambidestria é a capacidade de se ser igualmente habilidoso com ambas as partes do corpo, provavelmente já sabe disso. Essa capacidade não se limita apenas a escrever com as duas mãos, ou chutar com ambos os pés. A Ambidestria de nascença é bastante rara, entretanto ela pode ser aprendida, basta usar alguns métodos para isso. Frisaria minhas palavras ao descruzar os braços e gesticular com a mão.

~ Muitos indivíduos ambidestros executam determinadas tarefas apenas com uma das mãos. O grau de versatilidade com cada uma das mãos é geralmente o fator determinante para a Ambidestria. Cada lado do cérebro controla o lado oposto do corpo. Pausaria por uns instantes para que Vitaminado pudesse seguir minha linha de raciocínio e sua mente não fritasse com a rajada de informações providas agora. ~ Dito isto, quando você se torna mestre no domínio de ambos os lados do corpo isso gera uma melhor performance durante suas lutas, entre várias coisas do cotidiano também. Não é nenhum bicho de sete cabeças, basta só praticar com sua mão não dominante! Eventualmente, você desenvolverá de forma natural. Terminaria de falar após explicar de forma simples e resumida.

Após dialogar um tempo com Pippos, o garoto se mostrava cada vez mais interessado nas habilidades que os soldados estavam exibindo, o que também é claro havia chamado minha atenção. ~ Vambora então! Apanhava minha camiseta e a colocava. Acoplava meu escudo e agarrava minha lança a pondo em sua bainha. Por fim, seguindo até onde a garota estava.

Assim que estivesse alguns metros de distância da menina e dos marinheiros, expressando um sorriso e com meu carisma natural viria me anunciar. ~ Ora, ora. Dizem que uma rosa pode florescer no deserto, pelo visto isso é verdade. Thororororo! Ponderava extrovertidamente para quebrar o gelo, até por fim dar uma bela risada. ~ Saudações colegas! Eu sou o Sargento Thorkell e esse é o Sargento Pippos. Daria um tapa nas costas de Vitaminado empurrando suavemente ele para frente.

Falaria num primeiro momento com a menina de madeixas coloridas, pois, o que ela havia mostrado teria chamado muito mais minha atenção do que saltos no ar; o que para alguns poderia ser meio estranho de minha parte. ~ Já tinha visto algumas habilidades bastante incomuns, mas essa que exibiu é a primeira vez. Porém... parece estar vinculada a defesa e resistência, não? Devido meus olhos afiados para o combate, já haveria analisado qual era a funcionalidade da habilidade usada pela jovem marinheira.

~ Quem sabe eu possa servir de oponente para que você possa refinar essa sua habilidade?! Diria expressando um sorriso bastante largo e animador. ~ E talvez... você possa presentear e elucidar esse velho durante nosso duelo, o que me diz? Admito que estava bastante empolgado, já que, brandir minha esgrima por si só já me inspirava. Todavia, com um oponente digno só aumentaria mais meu ímpeto.




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